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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito agudo da suplementação da cafeína no desempenho da força muscular e alterações cardiovasculares durante o treino de força]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of the present study was to evaluate the acute effect of caffeine on the muscular strength performance in addition to the possible hemodynamic changes during a strength training session. Thirteen strength training experienced male subjects were submitted to a protocol of three sets of 10RM for bench press (BP), pull press (PP), leg extension (LE) and leg curl (LC), according to three conditions: no supplementation (C); 250 mg of caffeine supplementation (S); placebo (P). All subjects were submitted to an anthropometric evaluation, followed by a 10RM familiarization test. Hemodynamic measurements - heart rate (HR) and blood pressure (BP) - were carried out before, during and after each session. Holding 48 hours time intervals, participants were submitted to three randomly presented 10RM tests according to C, S and P conditions. For conditions S and C, significant differences were found in BP and LE. No significant differences in HR and BP were found. Results seem to suggest an ergogenic effect of caffeine on submaximal muscle strength during a session of strength training.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p><b>Efeito agudo da suplementação da cafeína no desempenho da força muscular    e alterações cardiovasculares durante o treino de força</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>W. Materko <sup>1</sup>, E.L. Santos <sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup> Laboratório de Engenharia Pulmonar, Programa de Engenharia Biomédica,    COPPE - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil.</p>     <p><i><a name="top0"></a><a href="#0">Endereço para correspondência</a></i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A proposta do presente estudo foi avaliar o efeito agudo da cafeína no desempenho    da força muscular, paralelamente a possíveis alterações hemodinâmicas ao longo    de uma sessão de treino de força muscular. Treze homens, experientes em treino    de força, realizaram um protocolo de 3 sets de 10 repetições máximas (10RM)    nos exercícios supino reto (SR), puxada pela frente no <i>pulley</i> (PP), cadeira    extensora (CE) e mesa flexora (MF) segundo três procedimentos: sem suplementação    (C), com suplementação de 250 mg de cafeína (S) e placebo (P). Após avaliação    antropométrica, procedeu-se a um teste de 10RM de familiarização. Realizaram-se    medidas hemodinâmicas antes, durante e no final de cada sessão – frequência    cardíaca (FC) e pressão arterial (PA) – mantendo intervalos de 48h, cada voluntário    realizou mais três sessões de 10RM, quando se procedeu, aleatoriamente, a administração    de C, S ou P. Encontraram-se diferenças significativas para a carga de 10RM    nos exercícios SR e CE, em comparação às intervenções S e C. Nenhuma diferença    na FC ou PA foi registrada entre todos os procedimentos. Em conclusão, os resultados    do presente estudo sugerem que a cafeína exerce um efeito ergogênico sobre a    força muscular submáxima ao longo de uma sessão de treino de força.</p>     <p><i>Palavras-chave</i>: cafeína, força muscular, frequência cardíaca, pressão    arterial, exercício físico</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Acute effect of caffeine supplementation on performance of muscular strength    and cardiovascular changes during resistance training</b></p>     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The purpose of the present study was to evaluate the acute effect of caffeine    on the muscular strength performance in addition to the possible hemodynamic    changes during a strength training session. Thirteen strength training experienced    male subjects were submitted to a protocol of three sets of 10RM for bench press    (BP), pull press (PP), leg extension (LE) and leg curl (LC), according to three    conditions: no supplementation (C); 250 mg of caffeine supplementation (S);    placebo (P). All subjects were submitted to an anthropometric evaluation, followed    by a 10RM familiarization test. Hemodynamic measurements – heart rate (HR) and    blood pressure (BP) – were carried out before, during and after each session.    Holding 48 hours time intervals, participants were submitted to three randomly    presented 10RM tests according to C, S and P conditions. For conditions S and    C, significant differences were found in BP and LE. No significant differences    in HR and BP were found. Results seem to suggest an ergogenic effect of caffeine    on submaximal muscle strength during a session of strength training.</p>     <p><i>Keywords</i>: caffeine, muscle strength, heart rate, blood pressure, physical    exercise</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Os recursos ergogênicos são alternativos farmacológicos de melhoria do desempenho    desportivo, em especial o treino de força. Muitos praticantes têm utilizado    com o propósito de retardar a fadiga muscular e melhorar o desempenho durante    uma sessão. O treino de força tem sido apontado em inúmeros estudos como um    método efetivo para o aumento de força (Materko, Duarte, Santos, &amp; Junior,    2010), hipertrofia muscular (Araújo, 2008) e diminuição da frequência cardíaca    e da pressão arterial em repouso (Terra et al., 2008).</p>     <p>Dentre os recursos ergogênicos mais usados, destaca-se a cafeína que é um composto    químico de fórmula C<sub>8</sub>H<sub>10</sub>N<sub>4</sub>O<sub>2</sub>, classificado    como alcalóide do grupo das xantinas e designado quimicamente como 1,3,7-trimetilxantina    que é um antagonista dos receptores A1 e A2 de adenosina que ultrapassa rapidamente    a barreira hemato-encefálica, agindo como estimulante psicomotor (Hsu, Wang,    &amp; Chui, 2010) e reduzindo a percepção ao esforço (Rosenthal, Majeroni, Pretorius,    &amp; Malik, 2008). Ela está presente em vários produtos consumidos quotidianamente,    incluindo café, chá, chocolate, refrigerante de cola, além de ser encontrada    em alguns medicamentos como agente antagonizador do efeito calmante de certos    fármacos (Altimari, Moraes, Tirapegui, &amp; Moreau, 2006).</p>     <p>Embora o efeito ergogênico da cafeína sobre o desempenho em exercício aeróbio    esteja bem documentado (Cox et al., 2002; Foskett, Ali, &amp; Gant, 2009; Imagawa    et al., 2009) durante exercícios anaeróbios ou de força muscular não é conclusivo    o efeito ergogênico da cafeína. Estudos anteriores têm apontado a cafeína como    possível agente ergogênico no treinamento anaeróbio (Altimari et al., 2006;    Astorino &amp; Roberson, 2010). Sendo assim, o objectivo do presente estudo    foi avaliar o efeito agudo da cafeína no desempenho da força muscular, paralelamente    a possíveis alterações hemodinâmicas ao longo de uma sessão de treino de força    muscular.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>MÉTODO</b></p>     <p><b>Amostra</b></p>     <p>Participaram deste estudo 13 voluntários do sexo masculino, selecionados aleatoriamente    em uma academia de ginástica do município do Rio de Janeiro, Brasil. Consideraram-se    como critérios de elegibilidade que os voluntários tivessem, no mínimo, seis    meses de experiência em treino de força, que não utilizassem qualquer recurso    ergorgênico e não apresentassem lesões osteomioarticulares prévias. Todos foram    previamente instruídos a não realizar exercícios nas 24h precedentes, não consumir    bebida alcoólica ou composto cafeinado e a manterem-se bem hidratados ao longo    dos testes. Os procedimentos experimentais tiveram início somente após o consentimento    verbal e à assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido, conforme    aprovado pelo Comité de Ética em Pesquisa da Instituição e todos os procedimentos    utilizados respeitaram a Declaração de Helsinque de 2008.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Procedimentos</b></p>     <p><i>Avaliação antropométrica</i></p>     <p>A avaliação antropométrica constou da medida de massa corporal e estatura,    realizada numa balança mecânica com estadiômetro (Filizola, Brasil) e para tomada    das medidas das sete dobras cutâneas seguiram as técnicas descritas por Lohman    (1992) através de um compasso científico (Cescorf, Brasil). A partir destas    medidas, calculou-se o percentual de gordura e a massa livre de gordura usando    as equações de Jackson e Pollock (1978) para a estimativa da densidade corporal    em homens, respectivamente, combinada com a equação de Siri (1961).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Desenho Experimental</i></p>     <p>O presente estudo foi conduzido segundo o ensaio clínico randomizado duplo-cego    placebo controlado, de forma que cada voluntário realizou três sessões de treino    de força de acordo com os seguintes procedimentos: sem suplementação (C), com    a suplementação de cafeína (S) e com placebo (P). A suplementação valeu-se da    ingestão de uma cápsula de 250 mg de cafeína e o placebo em cápsula inerte (estearato    de magnésio, amido e talco), ambas ingerida 1h antes do treino de força.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><i>Protocolos de Teste</i></p>     <p>Os indivíduos foram submetidos a quatro sessões de teste de força muscular.    A primeira foi destinada a instruções sobre as técnicas de execução em cada    exercício - chamada sessão de familiarização (Ploutz-Snyder &amp; Giamis, 2001),    quando se realizou um teste de 10 repetições máximas (10RM). A partir da carga    de 10RM obtida na sessão de familiarização, realizaram-se mais três sessões    de 10RM, quando se procedeu aleatoriamente a administração de C, S ou P. Todas    as sessões de teste de 10RM mantiveram a mesma sequência de exercícios: (1)    supino sentado - pegada aberta; (2) puxada pela frente no <i>pulley</i> - pegada    aberta (membros superiores); (3) cadeira extensora; e, (4) mesa flexora (membros    inferiores).</p>     <p>Todos os exercícios foram conduzidos em equipamentos da marca Buick Industries    (Brasil). Os testes de 10RM foram conduzidos conforme o protocolo proposto por    Brown e Weir (2001). Realizaram-se três a cinco minutos de atividades leves    envolvendo o grupamento muscular testado e após um minuto de alongamento leve,    aquecimento de repetições 12 repetições com 40% da carga de 10RM de familiarização.    Após cinco minutos de intervalo, realizou-se em cada exercício 3 sets de 10RM    com intervalo de 2 minutos, acrescentando-se quando necessário .5 a 5 Kg, previamente    aferidos em balança de precisão (Filizola).</p>     <p>Todas as sessões foram realizadas entre 17:00 e 19:00 horas e obedeceram a    um intervalo mínimo de 48h para repetição do teste de 10RM. Nos intervalos entre    as sessões não foi permitida a realização de exercícios para não interferir    nos resultados dos testes.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><i>Avaliação Hemodinâmica</i></p>     <p>Antes, durante e após cada sessão foi monitorada a frequência cardíaca (FC)    (Polar, FS2 BLK, Finlândia) e a pressão arterial (PA) (tensiômetro eletrônico,    Omron, HEM-705CP, EUA). Além da carga de cada set de exercício, calcularam-se    a variação da pressão arterial sistólica (&Delta;PAS), e diastólica (&Delta;PAD),    variação do duplo produto (&Delta;DP), bem como a variação da frequência cardíaca    (&Delta;FC), expressos como a diferença entre os valores de repouso e imediatamente    após o último exercício.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Análise Estatística</b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A análise estatística dividiu-se em descritiva e inferencial. A primeira buscou    a definição do perfil dos grupos sendo expressa como média e desvio padrão,    enquanto a segunda buscou compará-los. O teste de Kolmogorov-Smirnov confirmou    a normalidade da distribuição, portanto, as intervenções C, S e P foram comparadas    através do teste paramétrico de análise de variância ANOVA para medidas repetidas    (média dos três sets), seguido do teste de Bonferroni, quando encontradas diferenças    significativas para carga, &Delta;PAS, &Delta;PAD, FC ou &Delta;FC relativos    ao teste de 10RM, além da carga absoluta de 10RM (somatório das cargas de todos    os exercícios). Adotou-se em todos os testes empregados um <i>p</i> &lt; .01.    Todos os procedimentos estatísticos foram realizados em Statistica v.8 (Statsoft,    EUA). Os resultados foram expressos como média (M) &plusmn; erro padrão (EP).</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>RESULTADOS</b></p>     <p>A Tabela 1 apresenta as características físicas e antropométricas do grupo    de voluntários. A baixa dispersão dos dados aponta para um grupo bastante homogêneo,    confirmando a normalidade da distribuição.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p>Tabela 1</p>     <p><i>Características físicas e antropométricas dos voluntários</i></p>     <p><img src="/img/revistas/mot/v7n3/7n3a05t1.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Conforme sumarizado na Tabela 2, apesar de haver uma tendência a suportar cargas    maiores com a suplementação de cafeína, não se registraram diferenças significativas    na resposta cronotrópica em nenhum exercício. A suplementação de cafeína resultou    em cargas de 10RM significativamente maiores nos exercícios supino reto e cadeira    extensora em comparação à intervenção controle e, contrariamente durante a intervenção    placebo não se registraram diferenças em relação à suplementação.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Tabela 2</p>     <p><i>Desempenho da força muscular frente às alterações hemodinâmicas para cada    intervenção em diferentes exercícios</i></p>     <p><img src="/img/revistas/mot/v7n3/7n3a05t2.jpg"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A Figura 1 ilustra os resultados da &Delta;PAS [.3 &plusmn; 3.6 mmHg (GC),    7.1 &plusmn; 4.0 mmHg (GP), 2.0 &plusmn; 3.6 mmHg (GS)], &Delta;PAD [1.8 &plusmn;    4.5 mmHg (GC), 3.0 &plusmn; 2.6 mmHg (GP), 1.2 &plusmn; 3.0 mmHg (GS)] e &Delta;FC    [32.3 &plusmn; 3.7 bpm (GC), 25.3 &plusmn; 5.4 bpm (GP) e 32.6 &plusmn; 3.0    bpm (GS)] foram similares em todas as intervenções, de forma que não houve qualquer    de aumento da atividade cronotrópica ou inotrópica após o treino de força. Embora    a carga absoluta de 10RM tenha apresentado diferença entre o procedimento suplementado    (269.0 &plusmn; 9.1 kg) e controle (243.7 &plusmn; 9.2 kg), quando comparado    o placebo (258.8 &plusmn; 9.5 kg) ao suplementado ou controle nenhuma diferença    foi registada. A diferença média entre os procedimentos controle e suplementado    foi um aumento de 10.3% da carga absoluta de 10RM em relação ao controle e entre    controle e placebo, resultando em um aumento de 6.2% da carga absoluta de 10RM    em relação ao controle.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><img src="/img/revistas/mot/v7n3/7n3a05f1.jpg"></p>     
<p><i>Figura 1</i>. Desempenho da variação da pressão arterial (A) sistólica em    barras pretas e diastólica em barras cinzas, da variação da frequência cardíaca    (B), e carga absoluta (somatório das cargas de todos os exercícios) (C), seguindo    os procedimentos, com ou sem suplementação de cafeína e placebo. As barras são    as médias e as linhas verticais são os erros padrões.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>DISCUSSÃO</b></p>     <p>No presente estudo avaliou-se o efeito agudo da cafeína no desempenho da força    muscular paralelamente a possíveis alterações hemodinâmicas ao longo de uma    sessão de treino de força muscular, verificando-se que uma dose de 250 mg de    cafeína pode afetar o desempenho da força muscular em testes de 10RM aplicados    a diferentes exercícios. De acordo com os resultados aqui obtidos, apesar do    aumento registrado na força muscular em ambas as intervenções - suplementação    e placebo - pode-se atribuir efeito ergogênico à cafeína durante uma sessão    de testes de força muscular.</p>     <p>Conforme a expectativa, nenhum problema associado com o uso de cafeína durante    ou imediatamente após qualquer teste foi relatado. Tal facto pode ser relacionado    à baixa dosagem usada nos testes (~ 3.24 mg &middot; kg<sup>-1</sup> de cafeína    se usar a massa corporal média dos voluntários), já que a Goldstein et al. (2010)    relata que a cafeína é eficaz para melhorar o desempenho desportivo em atletas    treinados quando consumida em doses baixas a moderadas (3-6 mg &middot; kg<sup>-1</sup>).    Contrariamente, o consumo de doses elevadas (&#8805; 9 mg &middot; kg<sup>-1</sup>),    além de não gerar melhoras no desempenho físico, aumenta o risco de efeitos    colaterais. Dentre esses, destacam-se: arritimias ventriculares, náuseas, irritabilidade,    insônia, hipocalemia, hiponatremia, hipertensão arterial seguida de hipotensão,    insuficiência respiratória, convulsões e rabdomiólise (Malinauskas, Aeby, Overton,    Carpenter-Aeby, &amp; Barber-Heidal, 2007), consequentemente, aumento do risco    de infarto agudo do miocárdio (Azevedo &amp; Barros, 2006).</p>     <p>Adicionalmente, tem sido demonstrado que a cafeína pode melhorar o desempenho    físico em exercícios aeróbios como: corrida (Imagawa et al., 2009), ciclismo    (Goldstein, Jacobs, Whitehurst, Penhollow, &amp; Antonio, 2010; Simmonds, Minahan,    &amp; Sabapathy, 2010), remo (Skinner, Jenkins, Coombes, Taaffe, &amp; Leveritt,    2009) e até mesmo no futebol (Foskett et al., 2009). Entretanto, o efeito ergogênico    da cafeína sobre a performance em treino de força muscular ainda não está plenamente    estabelecido, nem tampouco os mecanismos de ação fisiológica desta sobre o organismo    (Altimari et al., 2006; Astorino &amp; Roberson, 2010).</p>     <p>A interação da cafeína com os músculos estriados esqueléticos é mediada pelo    receptor de rianodina, que resulta em aumento na mobilização de cálcio através    do retículo sarcoplasmático e que consequentemente, aumenta os níveis intracelulares    de cálcio intramuscular (Herrmann-Frank, Luttgau, &amp; Stephenson, 1999; Warren,    Ingalis, Lowe, &amp; Armstrong, 2001). Dentre outros efeitos da cafeína, podem-se    citar: i) a inibição da fosfodiesterase; ii) o aumento da concentração de adenosina    monofosfato cíclica (AMPc); iii) diminuição da degradação do glicogênio (Davis    &amp; Green, 2009); iv) aumento na oxidação de lipídios (Lopez-Garcia et al.,    2006; McCarty, 1995); v) redução da sensação de esforço percebido, retardando    a fadiga muscular (Doherty &amp; Smith, 2005); e vi) melhora da atividade cognitiva    (Foskett et al., 2009).</p>     <p>Em relação à resposta hemodinâmica, enquanto alguns estudos anteriores vêm    demonstrando aumentos na reposta taquicárdica (Astorino, Rohmann, Firth, &amp;    Kelly, 2007) e hipertensiva (Astorino et al., 2007; Goldstein et al., 2010;    Mort &amp; Kruse, 2008), no presente estudo, durante o treino de força muscular,    não se registaram aumentos significativos na FC, nem na PA, o que se pode atribuir    às baixas doses de cafeína administradas durante a suplementação. Embora não    se vise aqui estabelecer limites de confiabilidade, pode-se inferir, ou minima-mente,    suscitar novas pesquisas, baseadas na hipótese de que baixas doses de cafeína    não geram sobrecarga miocárdica durante o treino de força.</p>     <p>Estudos anteriores vêm demonstrando que a suplementação com cafeína não melhora    a performance na força muscular máxima – em exercícios como supino reto (Beck,    Housh, Malek, Mielke, &amp; Hendrix, 2008) e puxada no <i>pulley</i> (Williams,    Cribb, Cooke, &amp; Hayes, 2008) – ou submáxima – nos exercícios supino reto    e <i>leg press</i>, seja usando a carga relativa a 10RM (Green et al., 2007),    a 60% de 1RM (Astorino, Rohmann, &amp; Firth, 2008; Goldstein et al., 2010),    ou a 70-80% de 1RM (Jacobs, Pasternak, &amp; Bell, 2003). Por outro lado, em    concordância com os resultados encontrados no presente estudo, outros autores    têm demonstrado melhoras na performance de força muscular a 100% de 1RM no supino    reto (Goldstein et al., 2010), a 80% de 1RM no supino reto (Beck et al., 2006)    e cadeira extensora (Duncan, Lyons, &amp; Hankey, 2009), e na carga de 12RM    na cadeira extensora e bíceps apoiado na máquina (Hudson, Green, Bishop, &amp;    Richardson, 2008).</p>     <p>Em relação à dosagem administrada de cafeína (3-6 mg &middot; kg<sup>-1</sup>)    é independente do resultado apresentado na performance na força muscular máxima    (Goldstein et al., 2010) ou submáxima (Beck et al., 2006; Duncan et al., 2009;    Hudson et al., 2008), pois o mais importante é a frequência no consumo da cafeína.    No presente estudo, os voluntários relataram uma baixa frequência no consumo    de cafeína, portanto, corroborando com o resultado do estudo de Bell e Mclellan    (2002) que demonstraram um resultado positivo do efeito da cafeína em indivíduos    com baixa frequência no consumo de cafeína.</p>     <p>Em conformidade com o que fora apontado previamente (Bell &amp; Mclellan, 2002),    baseando-se nas divergências apresentadas acima, pode-se prever que variações    na intensidade e/ou duração dos testes de exercício, bem como a dosagem cafeína    administrada, ou mesmo o intervalo de tempo entre a administração e o início    dos testes e a frequência no consumo da cafeína são fatores que interferem efetivamente    nos resultados. De facto, no presente estudo, nenhuma medida de sangue foi feita,    assim só é possível a preocupação com os efeitos de desempenho na força submáxima,    mas não sobre os efeitos nos intermediários plasmáticos. No entanto, seria interessante    sugerir novos estudos, a fim de investigar o comportamento do pH plasmático,    do lactato, do potássio, da glicose e das catecolaminas. Portanto estudos adicionais    com maior número de indivíduos e um protocolo de exercício mais intenso de resistência    parecem ser justificados.</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>REFERÊNCIAS</b></p>     <!-- ref --><p>Altimari, L. R., Moraes, A. C., Tirapegui, J., &amp; Moreau, R. (2006). Caffeine    and performance in anaerobic exercise. <i>Brazilian Journal of Pharmaceutical    Sciences, 42</i>(1), 17-27.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201100030000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Araújo, M. R. (2008). A influência do treinamento de força e do treinamento    aeróbio sobre as concentrações hormonais de testosterona e cortisol. <i>Motricidade,    4</i>(2), 67-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201100030000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Astorino, T. A., &amp; Roberson, D. W. (2010). Efficacy of acute caffeine ingestion    for short-term high-intensity exercise performance: A systematic review. <i>Journal    of Strength and Conditioning Research, 24</i>(1), 257-265.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201100030000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Astorino, T. A., Rohmann, R. L., &amp; Firth, K. (2008). Effect of caffeine    ingestion on one-repetition maximum muscular strength. <i>European Journal of    Applied Physiology, 102</i>(2), 127-132.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201100030000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Astorino, T. A., Rohmann, R. L., Firth, K., &amp; Kelly, S. (2007). Caffeine-induced    changes in cardiovascular function during resistance training. <i>International    Journal of Sport Nutrition and Exercise Metabolism, 17</i>(5), 468-477.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201100030000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Azevedo, A., &amp; Barros, H. (2006). Coffee and myocardial infarction: Heterogeneity    of an association in Portuguese men. <i>European Journal of Cardiovascular Prevention    &amp; Rehabilitation, 13</i>(2), 268-273.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201100030000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Beck, T. W., Housh, T. J., Malek, M. H., Mielke, M., &amp; Hendrix, R. (2008).    The acute effects of a caffeine-containing supplement on bench press strength    and time to running exhaustion. <i>Journal of Strength and Conditioning Research,    22</i>(5), 1654-1658.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201100030000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Beck, T. W., Housh, T. J., Schmidt, R. J., Johnson, G. O., Housh, D. J., Cobun,    J. W., &amp; Malek, M. H. (2006). The acute effects of a caffeine-containing    supplement on strength, muscular endurance and anaerobic capabilities. <i>Journal    of Strength and Conditioning Research, 20</i>(3), 506-510.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201100030000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bell, D. G., &amp; Mclellan, T. M. (2002). Exercise endurance 1, 3, and 6 h    after caffeine ingestion in caffeine users and nonusers. <i>Journal of Applied    Physiology, 93</i>(4), 1227-1234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201100030000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brown, L. E., &amp; Weir, J. P. (2001). ASEP procedures recommendation I: Accurate    assessment of muscular strength and power. <i>Journal of Exercise Physiology-online,    4</i>, 1-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201100030000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cox, G. R., Desbrow, B., Montgomery, P. G., Anderson, M. E., Bruce, C. R.,    Macrides, T. A., ... Burke, L. M. (2002). Effect of different protocols of caffeine    intake on metabolism and endurance performance. <i>Journal of Applied Physiology,    93</i>(3), 990-999.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201100030000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Davis, J. K., &amp; Green, J. M. (2009). Caffeine and anaerobic performance:    Ergogenic value and mechanisms of action. <i>Sports Medicine, 39</i>(10), 813-832.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201100030000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Doherty, M., &amp; Smith, P. M. (2005). Effects of caffeine ingestion on rating    of perceived exertion during and after exercise: A meta-analysis. <i>Scandinavian    Journal of Medicine &amp; Science in Sports, 15</i>(2), 69-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201100030000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Duncan, M. J., Lyons, M., &amp; Hankey, J. (2009). Placebo effects of caffeine    on short-term resistance exercise to failure. <i>International Journal of Sports    Physiology and Performance, 4</i>(2), 244-253.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201100030000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Foskett, A., Ali, A., &amp; Gant, N. (2009). Caffeine enhances cognitive function    and skill performance during simulated soccer activity. <i>International Journal    of Sport Nutrition and Exercise Metabolism, 19</i>(4), 410-423.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201100030000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Goldstein, E. R., Jacobs, P. L., Whitehurst, M., Penhollow, T., &amp; Antonio,    J. (2010). Caffeine enhances upper body strength in resistance-trained women.    <i>Journal of the International Society of Sports Nutrition, 7</i>(18). doi:10.1186/1550-2783-7-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201100030000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Goldstein, E. R., Ziegenfuss, T., Kalman, D., Kreider, R., Campbell, B., Wilborn,    C., ... Antonio, J. (2010). International Society of Sports Nutrition position    stand: Caffeine and performance. <i>Journal of the International Society of    Sports Nutrition, 7</i>(5). doi:10.1186/1550-2783-7-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201100030000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Green, J. M., Wickwire, P. J., Mclester, J. R., Gendle, S., Hudson, G., Pritchett,    R. C., &amp; Laurent, C.M. (2007). Effects of caffeine on repetitions to failure    and ratings of perceived exertion during resistance training. <i>International    Journal of Sports Physiology and Performance, 2</i>(3), 250-259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201100030000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Herrmann-Frank, A., Luttgau, H. C., &amp; Stephenson, D. G. (1999). Caffeine    and excitation-contraction coupling in skeletal muscle: A stimulating story.    <i>Journal of Muscle Research and Cell Motility, 20</i>(2), 223-237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201100030000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hsu, C. W., Wang, C. S., &amp; Chui, T. H. (2010). Caffeine and a selective    adenosine A2A receptor antagonist induce sensitization and cross-sensitization    behavior associated with increased striatal dopamine in mice. <i>Journal of    Biomedical Science, 17</i>(1). doi:10.1186/1423-0127-17-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201100030000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hudson, G. M., Green, J. M., Bishop, P. A., &amp; Richardson, M. T. (2008).    Effects of caffeine and aspirin on light resistance training performance, perceived    exertion, and pain perception. <i>Journal of Strength and Conditioning Research,    22</i>(6), 1950-1957.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201100030000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Imagawa, T. F., Hirano, I., Itsuki, K., Horie, M., Naka, A., Matsumoto, K.,    &amp; Imagawa, S. (2009). Caffeine and taurine enhance endurance performance.    <i>International Journal of Sports Medicine, 30</i>(7), 485-488.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201100030000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jackson, A. S., &amp; Pollock, M. (1978). Generalized equations for predicting    body density of men. <i>The British Journal of Nutrition, 40</i>, 497-504.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201100030000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jacobs, I., Pasternak, H., &amp; Bell, D. G. (2003). Effects of ephedrine,    caffeine, and their combination on muscular endurance. <i>Medicine &amp; Science    in Sports &amp; Exercise, 35</i>(6), 987-994.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201100030000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lohman, T. G. (1992). <i>Advances in body composition assessment</i>. Champaign,    IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201100030000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lopez-Garcia, E., Van Dam, R. M., Rajpathak, S., Willett, W. C., Manson, J.    E., &amp; Hu, F. B. (2006). Changes in caffeine intake and long-term weight    change in men and women. <i>American Journal of Clinical Nutrition, 83</i>(3),    674-680.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201100030000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Malinauskas, B. M., Aeby, V. G., Overton, R. F., Carpenter-Aeby, T., &amp;    Barber-Heidal, K. (2007). A survey of energy drink consumption patterns among    college students. <i>Nutrition Journal, 6</i>(35). doi:10.1186/1475-2891-6-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201100030000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Materko, W., Duarte, M., Santos, E. L., &amp; Junior, H. S. (2010). Comparação    entre dois sistemas de treino de força no desenvolvimento da força muscular    máxima. <i>Motricidade, 6</i>(2), 5-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201100030000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>McCarty, M. F. (1995). Optimizing exercise for fat loss. <i>Medical Hypotheses,    44</i>(5), 325-330.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201100030000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mort, J. R., &amp; Kruse, H. R. (2008). Timing of blood pressure measurement    related to caffeine consumption. <i>The Annals of Pharmacotherapy, 42</i>(1),    105-110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201100030000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ploutz-Snyder, L. L., &amp; Giamis, E. L. (2001). 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