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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relação entre orientações motivacionais, ansiedade e autoconfiança, e bem-estar subjetivo em atletas brasileiros]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study aimed to investigate the relationship between achievement goals, anxiety, self-confidence and subjective well-being (positive and negative affect, and satisfaction with life) through path analysis. The sample consisted of 169 Brazilian athletes (140 males and 29 females), aged between 17 and 59 years, of different sports and competitive levels. The questionnaires TEOSQ, CSAI-2, EBES and SWLS were applied the day before the competition, on-site training of athletes. Main results partially demonstrated that anxiety and self-confidence mediated the relationship between motivational orientations and subjective well-being. Based on modification indices of the structural model, regression coefficients were specified between ego orientation and negative affect, and between task orientation and the positive dimensions of well-being (positive affect and satisfaction). Results were discussed taking into account the theoretical and practical implications of these relationships.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Rela&ccedil;&atilde;o entre orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais, ansiedade e autoconfian&ccedil;a, e bem-estar subjetivo em atletas brasileiros</b> 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			<b>M.G. Fernandes<sup>I</sup>,</b> 			<b>J. Vasconcelos-Raposo<sup>II</sup>,</b>  			<b>H.M. Fernandes<sup>III</sup></b> 		</p> 		 		    <p> 			<sup>I</sup>Departamento de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilh&eacute;us, Bahia, Brasil.<br /> 			<sup>II</sup>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal.<br /> 			<sup>III</sup>Cidesd - Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto, Sa&uacute;de e Desenvolvimento Humano, UTAD, Vila Real, Portugal. 		</p> 		 		    <p><i><a name="top0"></a><a href="#0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			O presente estudo pretendeu investigar a rela&ccedil;&atilde;o entre orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais, ansiedade e autoconfian&ccedil;a e bem-estar subjetivo (afetos positivos e  			negativos, e satisfa&ccedil;&atilde;o com vida) atrav&eacute;s da t&eacute;cnica de an&aacute;lise de caminhos. A amostra foi constitu&iacute;da por 169 atletas brasileiros (140 do sexo  			masculino e 29 do sexo feminino) com idades compreendidas entre os 17 e os 59 anos, de diferentes modalidades desportivas e n&iacute;veis competitivos. Os  			question&aacute;rios TEOSQ, CSAI-2, EBES e SWLS foram aplicados no dia anterior &agrave; competi&ccedil;&atilde;o, no local de treino dos atletas. Os principais resultados  			suportaram parcialmente o papel mediador da ansiedade e autoconfian&ccedil;a na rela&ccedil;&atilde;o entre orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais e bem-estar subjetivo. Tendo em  			considera&ccedil;&atilde;o &iacute;ndices de modifica&ccedil;&atilde;o do modelo estrutural, foram ainda especificados coeficientes de regress&atilde;o entre a orienta&ccedil;&atilde;o para o ego e os afetos  			negativos, e entre a orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa e as dimens&otilde;es positivas do bem-estar (afetos positivos e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida). Os resultados foram  			discutidos tendo em contas as implica&ccedil;&otilde;es te&oacute;ricas e pr&aacute;ticas destas rela&ccedil;&otilde;es. 		</p> 		    <p><b>Palavras-chave:</b> orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais, ansiedade competitiva, bem-estar subjetivo, an&aacute;lise de caminhos</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Relationship between achievement goals, anxiety and self-confidence, and subjective well-being in Brazilian athletes</b></p> 		 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The present study aimed to investigate the relationship between achievement goals, anxiety, self-confidence and subjective well-being (positive and  			negative affect, and satisfaction with life) through path analysis. The sample consisted of 169 Brazilian athletes (140 males and 29 females), aged  			between 17 and 59 years, of different sports and competitive levels. The questionnaires TEOSQ, CSAI-2, EBES and SWLS were applied the day before the  			competition, on-site training of athletes. Main results partially demonstrated that anxiety and self-confidence mediated the relationship between  			motivational orientations and subjective well-being. Based on modification indices of the structural model, regression coefficients were specified  			between ego orientation and negative affect, and between task orientation and the positive dimensions of well-being (positive affect and satisfaction).  			Results were discussed taking into account the theoretical and practical implications of these relationships. 		</p> 		    <p><b>Keywords:</b> achievement goals, competitive anxiety, subjective well-being, path analysis</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			Os estudos da ansiedade competitiva (AC) e seus principais fatores de influ&ecirc;ncia t&ecirc;m sido frequentemente examinados na Psicologia do Desporto (Woodman  			&amp; Hardy, 2001), usando um modelo multidimensional em que a AC &eacute; constitu&iacute;da por uma dimens&atilde;o cognitiva e uma dimens&atilde;o som&aacute;tica (Martens, Vealey,  			&amp; Burton, 1990). Segundo esses autores, a ansiedade cognitiva engloba as expectativas negativas, por parte do atleta, acerca do seu desempenho,  			enquanto a ansiedade som&aacute;tica se refere aos aspetos fisiol&oacute;gicos da experi&ecirc;ncia e manifestada atrav&eacute;s da fun&ccedil;&atilde;o auton&ocirc;mica (aumento da frequ&ecirc;ncia  			card&iacute;aca, sudorese, dilata&ccedil;&atilde;o da pupila, etc). Em 1990, Martens, Vealey e Burton desenvolveram o <i>Competitive State Anxiety Inventory</i> (CSAI-2), um  			teste psicom&eacute;trico espec&iacute;fico para mensurar a AC em competi&ccedil;&otilde;es esportivas. Este se tornou um dos principais instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o da  			ansiedade-estado de atletas, proporcionando uma pletora de estudos com objetivo de examinar a ansiedade no contexto competitivo (Jones, 1995).  		</p> 		 		    <p> 			Posteriormente, Cox, Martens e Russell (2003) aplicaram o CSAI-2 numa amostra de calibra&ccedil;&atilde;o constitu&iacute;da por 503 atletas com o objetivo de refinar o  			instrumento. A an&aacute;lise inicial indicou &iacute;ndices de ajustamento (validade fatorial) fracos. Na fase seguinte, eliminaram 10 itens, resultando num modelo  			de 17 itens (CSAI-2R), mantendo a estrutura dos tr&ecirc;s fatores originais. Esta reespecifica&ccedil;&atilde;o foi aplicada numa amostra de valida&ccedil;&atilde;o com 331 atletas,  			tendo-se verificado bons &iacute;ndices de ajustamento (CFI = .95, NNFI = .94 e RMSEA = .054). Perante estes resultados, os autores recomendaram que  			profissionais e pesquisadores interessados em avaliar a ansiedade competitiva no contexto desportivo, utilizassem o instrumento CSAI-2R em substitui&ccedil;&atilde;o  			do CSAI-2 original. Recentemente, no contexto desportivo brasileiro, Coelho, Vasconcelos-Raposo e Mahl (2010) validaram a vers&atilde;o CSAI-2R numa amostra de  			529 futebolistas e Fernandes, Vasconcelos-Raposo e Fernandes (no prelo) testaram diversos modelos do CSAI-2 sugeridos previamente na literatura, numa  			amostra de atletas de diferentes modalidades esportivas (<i>n</i> = 375). Os resultados das an&aacute;lises fatoriais confirmat&oacute;rias indicaram melhores &iacute;ndices  			de ajustamento para o modelo do CSAI-2R, suportando a utiliza&ccedil;&atilde;o dessa vers&atilde;o reduzida para avaliar a ansiedade competitiva em atletas brasileiros.  		</p> 		 		    <p> 			Com o objetivo de aprofundar as quest&otilde;es relacionadas &agrave; AC, v&aacute;rios estudos t&ecirc;m investigado a rela&ccedil;&atilde;o entre a AC e outras vari&aacute;veis cognitivas e  			motivacionais (Ntoumanis &amp; Biddle, 1998). De forma geral, o estudo da motiva&ccedil;&atilde;o tem sido objeto de diversas investiga&ccedil;&otilde;es na Psicologia.  			Especificamente, a psicologia educacional tem-se ocupado da compreens&atilde;o de processos denominados de objetivos de realiza&ccedil;&atilde;o/orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais  			(Ames, 1992; Dweck, 1986). Baseados na teoria social-cognitiva, Dweck e Leggett (1988) e Nicholls (1989), defendem que a perce&ccedil;&atilde;o de orienta&ccedil;&otilde;es  			cognitivas para objetivos (orienta&ccedil;&atilde;o motivacional) pode ser subdivida em dois tipos de perspetivas. No caso da orienta&ccedil;&atilde;o para o ego, os indiv&iacute;duos  			avaliam o seu desempenho atrav&eacute;s da compara&ccedil;&atilde;o com outros indiv&iacute;duos (referencial normativo). Por outro lado, o indiv&iacute;duo pode avaliar o seu desempenho  			voltando-se para a aprendizagem e o seu aperfei&ccedil;oamento (autorrefer&ecirc;ncia), o qual &eacute; denominado como orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa. Uma ampla evid&ecirc;ncia  			emp&iacute;rica suporta a validade da utiliza&ccedil;&atilde;o destes objetivos de realiza&ccedil;&atilde;o no contexto desportivo (e.g., Duda, Chi, Newton, Walling, &amp; Catley, 1995;  			Roberts, 2001), verificando-se primordialmente a utiliza&ccedil;&atilde;o do instrumento <i>Task and Ego Orientation in Sport Questionnaire</i> (TEOSQ; Duda &amp;  			Nicholls, 1992). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Ntoumanis e Biddle (1998) sugeriram a hip&oacute;tese que o indiv&iacute;duo com domin&acirc;ncia de orienta&ccedil;&atilde;o para o ego tende a ser mais suscet&iacute;vel a elevados n&iacute;veis de  			ansiedade competitiva. Esta afirma&ccedil;&atilde;o foi baseada na explica&ccedil;&atilde;o de Roberts (1992), que entende que ganhar e perder no desporto s&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es inst&aacute;veis e  			incontrol&aacute;veis e, portanto podem criar estados afetivos aversivos ao rendimento. Por outro lado, atletas com orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa n&atilde;o estariam t&atilde;o  			suscet&iacute;veis a estados adversos como, por exemplo, a ansiedade competitiva, dado possu&iacute;rem padr&otilde;es internos de desempenho (independente do resultado) e o  			objetivo pretendido por estes ser relativamente control&aacute;vel. Contudo, existem outros estudos que n&atilde;o confirmaram estas rela&ccedil;&otilde;es teoricamente previstas.  			No estudo de Ntoumanis e Biddle (1998) a orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa n&atilde;o se relacionou significativamente com as dimens&otilde;es do CSAI-2, enquanto a orienta&ccedil;&atilde;o  			para o ego associou-se negativamente com a ansiedade cognitiva (<i>r</i> = -.19) e positivamente com a autoconfian&ccedil;a (<i>r</i> = .25). Por sua vez,  			Rodrigues, L&aacute;zaro, Fernandes e Vasconcelos-Raposo (2009) verificaram, num estudo com alpinistas, uma rela&ccedil;&atilde;o positiva e significativa entre a orienta&ccedil;&atilde;o  			para o ego e a ansiedade cognitiva (<i>r</i> = .33), enquanto a orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa n&atilde;o se relacionou significativamente com as dimens&otilde;es do CSAI-2. 		</p> 		 		    <p> 			Uma poss&iacute;vel explica&ccedil;&atilde;o para esta inconsist&ecirc;ncia de resultados &eacute; a de que os atletas podem diferir na interpreta&ccedil;&atilde;o cognitiva dos seus sintomas de  			ansiedade, percecionando-os como facilitadores ou dificultadores do seu desempenho em fun&ccedil;&atilde;o das suas caracter&iacute;sticas individuais (Jones, Hanton, &amp;  			Swain, 1994; Jones &amp; Swain, 1995). Segundo estes &uacute;ltimos autores as diferen&ccedil;as individuais na interpreta&ccedil;&atilde;o dos sintomas de ansiedade podem estar  			associadas a vari&aacute;veis denominadas de afetos positivos e afetos negativos (Watson &amp; Clarke, 1984; Watson, 1988). Para estes autores, afetos  			positivos e negativos s&atilde;o estruturas afetivas que refletem uma tend&ecirc;ncia individual para exibir estados de humor adaptativo ou aversivo. Afetos  			positivos associam-se a estados de entusiasmo e motiva&ccedil;&atilde;o caracterizados por completa concentra&ccedil;&atilde;o e aceita&ccedil;&atilde;o de desafios, enquanto afetos negativos  			dizem respeito a uma vis&atilde;o geral para estados relacionados a situa&ccedil;&otilde;es de estresse caracterizadas por medos, preocupa&ccedil;&otilde;es e nervosismo. Jones, Swain e  			Harwood (1996) reportaram correla&ccedil;&otilde;es positivas significativas entre a ansiedade cognitiva e som&aacute;tica e os afetos negativos. Estes autores ainda  			relataram que indiv&iacute;duos com altos n&iacute;veis de afetos negativos tendem a experimentar altos n&iacute;veis de ansiedade cognitiva e som&aacute;tica. Recentemente,  			Mellalieu e Hanton (2008), reportaram correla&ccedil;&otilde;es positivas significativas entre os afetos negativos e a ansiedade cognitiva e som&aacute;tica, bem como entre  			os afetos positivos e a autoconfian&ccedil;a. Por outro lado, os mesmos autores relataram correla&ccedil;&otilde;es negativas significativas entre a autoconfian&ccedil;a e os  			afetos negativos. No entanto, a evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica ainda n&atilde;o esclareceu a rela&ccedil;&atilde;o causal entre estas dimens&otilde;es. Robazza, Bortoli, Nocini, Moser e  			Arslan (2000) demonstraram que a ansiedade-tra&ccedil;o atua como preditora do afeto negativo quer numa situa&ccedil;&atilde;o de avalia&ccedil;&atilde;o normativa, quer ideogr&aacute;fica. Um  			estudo realizado por Cerin (2004) sugeriu que os afetos positivos podem atuar como preditores da dire&ccedil;&atilde;o da ansiedade cognitiva e som&aacute;tica. 		</p> 		 		    <p> 			De acordo com Diener, Emmons, Larsen e Griffin (1985), os afetos positivos e negativos podem ser integrados num modelo multidimensional de bem-estar  			subjetivo, no qual estes fatores s&atilde;o integrados numa dimens&atilde;o afetiva a par de uma dimens&atilde;o cognitiva (satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida). Gouveia, Milfont, Fonseca  			e Coelho (2009) demonstraram numa grande amostra brasileira que a satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida se correlaciona positivamente com os afetos positivos e  			negativamente com os afetos negativos. Contudo, uma an&aacute;lise extensiva da literatura especializada da Psicologia do Desporto revela que a dimens&atilde;o  			cognitiva do modelo de bem-estar subjetivo tem sido negligenciada. Embora alguns estudos indiquem poss&iacute;veis associa&ccedil;&otilde;es entre a ansiedade competitiva e  			os afetos (positivos e negativos), o mesmo n&atilde;o se verifica para a satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. Assumindo que a dimens&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o e competi&ccedil;&atilde;o  			desportiva constitui uma importante e valorizada dimens&atilde;o da vida dos atletas, torna-se fulcral compreender quais as poss&iacute;veis influ&ecirc;ncias que as  			orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais e as emo&ccedil;&otilde;es pr&eacute;-competitivas exercem no seu bem-estar e qualidade de vida. 		</p> 		 		    <p> 			Para os prop&oacute;sitos do presente estudo tomamos como refer&ecirc;ncia o estudo de Robazza et al. (2000), uma vez que este se apresenta como aquele que  			provavelmente reflete melhor o tipo de compreens&atilde;o que atletas, treinadores e alguns psic&oacute;logos que interv&ecirc;m na prepara&ccedil;&atilde;o de atletas t&ecirc;m sobre a  			rela&ccedil;&atilde;o entre ansiedade e rendimento desportivo. Com base nas propostas existentes na literatura foi concebido um modelo te&oacute;rico que estabelece o tipo  			de rela&ccedil;&atilde;o entre orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais, ansiedade, bem-estar subjetivo e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. Assim, a teoria preconiza a exist&ecirc;ncia de  			correla&ccedil;&otilde;es negativas entre orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa e ansiedade cognitiva, som&aacute;tica e afetos negativos e uma rela&ccedil;&atilde;o positiva com a autoconfian&ccedil;a,  			afetos positivos e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. De acordo com a teoria proposta, estas rela&ccedil;&otilde;es desenvolvem-se atrav&eacute;s da acumula&ccedil;&atilde;o de viv&ecirc;ncias emocionais  			em situa&ccedil;&otilde;es competitivas tipificadas por estados de ansiedade (cognitiva e som&aacute;tica) e de autoconfian&ccedil;a, que com o passar do tempo se repercutem no  			bem-estar subjetivo dos sujeitos enquanto atletas. Assim, quanto mais intensa for a orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa, menores ser&atilde;o os n&iacute;veis de ansiedade  			cognitiva e som&aacute;tica e maiores os de autoconfian&ccedil;a. Relativamente &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o para o ego, dever&atilde;o surgir correla&ccedil;&otilde;es positivas com a ansiedade  			cognitiva e som&aacute;tica e negativa com a autoconfian&ccedil;a. Por sua vez, quanto maiores forem os n&iacute;veis de ansiedade cognitiva menores ser&atilde;o os indicadores de  			afetos positivos e maiores os de afetos negativos. J&aacute; no que refere &agrave; autoconfian&ccedil;a esta dever&aacute; estar positivamente associada a elevados n&iacute;veis de  			afetos positivos e com baixos n&iacute;veis de afetos negativos. Como consequ&ecirc;ncia destas rela&ccedil;&otilde;es ser&aacute; de prever que a ansiedade cognitiva se relacione  			negativamente com a satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida assim como positivamente com a autoconfian&ccedil;a.		 		</p> 		 		    <p> 			Diante das evid&ecirc;ncias e limita&ccedil;&otilde;es emp&iacute;ricas apresentadas, o objetivo principal do presente estudo foi investigar a rela&ccedil;&atilde;o entre orienta&ccedil;&otilde;es  			motivacionais, ansiedade e autoconfian&ccedil;a competitiva, e bem-estar subjetivo (afetos positivos e negativos, e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida) em atletas  			brasileiros, atrav&eacute;s da an&aacute;lise de caminhos (<i>path-analysis</i>). Deste modo, a defini&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es causais dos modelos estruturais baseou-se em  			pressupostos te&oacute;ricos e emp&iacute;ricos (e.g., Ames, 1992; Duda, 1989; Duda &amp; Nicholls, 1992; Ntoumanis &amp; Biddle, 1998; Robazza et al., 2000). De um  			modo geral, testou-se o papel central e fulcral das dimens&otilde;es do CSAI-2R (ansiedade cognitiva, ansiedade som&aacute;tica e autoconfian&ccedil;a) na media&ccedil;&atilde;o entre as  			orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais e o bem-estar subjetivo dos atletas. Um primeiro modelo (Modelo 1, ver Figura 1) assumiu que as tr&ecirc;s dimens&otilde;es do CSAI-2R  			atuam a um mesmo n&iacute;vel interm&eacute;dio entre as orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais e as dimens&otilde;es afetiva (afetos positivos e negativos) e cognitiva (satisfa&ccedil;&atilde;o com a  			vida) do bem-estar. Por sua vez, o Modelo 2 (ver Figura 2) baseia-se no estudo de Ntoumanis e Biddle (1998), o qual sugere que o efeito das orienta&ccedil;&otilde;es  			motivacionais na ansiedade cognitiva e som&aacute;tica &eacute; mediado pela dimens&atilde;o autoconfian&ccedil;a. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="f1"></a></p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a02f1.jpg"></p> 		    
<p><i><a href="#topf1">Figura 1</a>.</i> Modelo hipot&eacute;tico 1</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="f2"></a></p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a02f2.jpg"></p> 		    
<p><i><a href="#topf2">Figura 2</a>.</i> Modelo hipot&eacute;tico 2 (Ntoumanis & Biddle, 1998) 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    <p> 			A amostra, do tipo n&atilde;o probabil&iacute;stica e intencional, foi composta por 169 atletas (140 do sexo masculino e 29 do sexo feminino), de diferentes  			modalidades desportivas, com idades compreendidas entre os 17 e os 59 anos (<i>M</i> = 31.70, <i>DP</i> = 10.32). Os atletas tinham entre 1 e 42 anos de  			pr&aacute;tica esportiva (<i>M</i> = 9.14, <i>DP</i> = 9.33) e entre 1 e 42 anos de experi&ecirc;ncia competitiva (<i>M</i> = 7.25, <i>DP</i> = 8.67). N&atilde;o se  			verificaram diferen&ccedil;as significativas entre sexos para as vari&aacute;veis idade, tempo de pr&aacute;tica desportiva e anos de competi&ccedil;&atilde;o (<i>p</i> &gt; .05). Quando  			analisada a modalidade desportiva praticada obteve-se a seguinte distribui&ccedil;&atilde;o: futebol (4%), basquetebol (1%), judo (1%), jiu-jitsu (40%), karat&eacute; (2%),  			corrida (17%), surfe (3%), nata&ccedil;&atilde;o (2%), artes-marciais mistas (10%), remo (38%) e taekwondo (4%). De um modo geral, 73% dos atletas praticavam  			modalidades esportivas individuais, enquanto 27% dos atletas praticavam modalidades esportivas coletivas. Relativamente ao n&iacute;vel competitivo, 58.5% dos  			atletas afirmaram participar em competi&ccedil;&otilde;es de n&iacute;vel regional, enquanto os restantes 41.5% dos atletas afirmaram participar em competi&ccedil;&otilde;es nacionais. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Instrumentos</b></p> 		 		    <p> 			Os atletas responderam a uma vers&atilde;o brasileira (Fernandes, Vasconcelos-Raposo, &amp; Fernandes, no prelo) do CSAI-2R (Cox, Martens, &amp; Russell 2003).  			Este &eacute; um instrumento constitu&iacute;do por 17 itens, agrupados em tr&ecirc;s fatores, da seguinte forma: os itens 2, 5, 8, 11 e 14 pertencem ao fator ansiedade  			cognitiva; 1, 4, 6, 9, 12, 15 e 17 &agrave; ansiedade som&aacute;tica; e, 3, 7, 10, 13 e 16 &agrave; autoconfian&ccedil;a. As afirma&ccedil;&otilde;es foram respondidas de acordo com uma escala do  			tipo <i>Likert</i> de quatro pontos (1 = nada a 4 = muito). &Eacute; poss&iacute;vel calcular um escore para cada dimens&atilde;o, atrav&eacute;s da soma das respostas dos itens de  			cada fator dividida pelo respectivo n&uacute;mero de itens, podendo os valores variar entre 1 e 4. 		</p> 		 		    <p> 			Os atletas tamb&eacute;m responderam a uma vers&atilde;o traduzida e adaptada para a l&iacute;ngua portuguesa (Fernandes &amp; Vasconcelos-Raposo, 2010) do <i>Task and Ego  			Orientation in Sport Questionnaire</i> (TEOSQ; Duda &amp; Nicholls, 1992). Este instrumento &eacute; constitu&iacute;do de 13 itens, agrupados em dois fatores: orienta&ccedil;&atilde;o  			para tarefa - itens 2, 5, 7, 8, 10, 12 e 13; e orienta&ccedil;&atilde;o para o ego – itens 1, 3, 4, 6, 9 e 11. As afirma&ccedil;&otilde;es foram respondidas de acordo com uma escala do  			tipo <i>Likert</i> de cinco pontos (1 = discordo completamente a 5 = concordo completamente). O escore para cada dimens&atilde;o foi calculado atrav&eacute;s da soma das  			respostas dos itens de cada fator divididos pelo respetivo n&uacute;mero de itens. 		</p> 		 		    <p> 			Para a mensura&ccedil;&atilde;o do bem-estar subjetivo, os atletas responderam a dois question&aacute;rios. Para a mensura&ccedil;&atilde;o dos afetos positivos e afetos negativo, foram  			utilizadas as respetivas dimens&otilde;es (47 itens) da Escala de Bem-Estar Subjetivo (Albuquerque &amp; Tr&oacute;ccoli, 2004). Os itens s&atilde;o agrupados da seguinte forma:  			os itens 3, 4, 6,7, 10, 11, 14,15, 16, 18, 21, 22, 24, 25, 26, 29, 37, 39, 41, 42 e 43 pertencem ao fator afetos positivos; 1, 2, 5, 8, 9, 12, 13, 15, 17,  			20, 23, 27, 28, 30, 31, 32, 33, 34, 35, 36, 38, 40, 44, 45, 46 e 47 ao fator afetos negativos. As afirma&ccedil;&otilde;es foram respondidas de acordo com uma escala do  			tipo <i>Likert</i> de cinco pontos (1 = nem um pouco a 5 = extremamente). O escore para cada dimens&atilde;o foi calculado atrav&eacute;s da soma das respostas dos itens  			daquele fator divididos pelos n&uacute;meros de itens do fator, podendo os valores variar entre 1 e 5. Para a mensura&ccedil;&atilde;o da satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida, os atletas  			responderam &agrave; vers&atilde;o brasileira (Gouveia, Milfont, Fonseca, &amp; Coelho, 2009) da <i>Satisfaction With Life Scale</i> (Diener et al.,1985). Este  			instrumento &eacute; constitu&iacute;do por uma &uacute;nica dimens&atilde;o com cinco itens. As afirma&ccedil;&otilde;es foram respondidas de acordo com uma escala do tipo <i>Likert</i> de sete  			pontos (1 = discordo totalmente a 7 = concordo totalmente). Os escores s&atilde;o calculados somando os n&uacute;meros correspondentes &agrave;s respostas escolhidas pelo  			sujeito, podendo variar de 5 a 35. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			Ap&oacute;s a devida autoriza&ccedil;&atilde;o dos organizadores das competi&ccedil;&otilde;es e dos t&eacute;cnicos para a coleta de dados, os atletas foram informados dos objetivos da  			investiga&ccedil;&atilde;o e assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), sendo garantidos o anonimato e confidencialidade de todos os dados  			recolhidos. Aos atletas menores de 18 anos foi solicitado que um respons&aacute;vel maior de idade assinasse o TCLE. 		</p> 		 		    <p> 			Tendo em considera&ccedil;&atilde;o os objetivos do estudo, alguns cuidados ao n&iacute;vel da recolha de dados foram acautelados, uma vez que as previs&otilde;es te&oacute;ricas requerem  			que sejam avaliados tra&ccedil;os de ansiedade cognitiva e som&aacute;tica assim como de autoconfian&ccedil;a. Para este efeito foi solicitado aos atletas que constitu&iacute;ram a  			amostra que ao responderem aos question&aacute;rios tivessem em considera&ccedil;&atilde;o o seu hist&oacute;rico de respostas afetivas nos momentos que antecedem a competi&ccedil;&atilde;o.  			Esta preocupa&ccedil;&atilde;o foi refor&ccedil;ada pelo fato de que os dados serem recolhidos em contexto de treino e n&atilde;o pr&eacute;-competitivo. 		</p> 		 		    <p> 			O presente estudo foi aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa (Protocolo 425/2010) da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), de acordo com a  			Resolu&ccedil;&atilde;o CNS/MS n. 196/1996. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    <p> 			Inicialmente procedeu-se a uma estat&iacute;stica descritiva (m&eacute;dia e DP) das dimens&otilde;es analisadas. Coeficientes de assimetria e curtose foram computados para  			efeitos de an&aacute;lise de normalidade univariada. A confiabilidade das escalas foi avaliada atrav&eacute;s da computa&ccedil;&atilde;o de alphas de <i>Cronbach</i>. A associa&ccedil;&atilde;o  			entre vari&aacute;veis foi determinada atrav&eacute;s de coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o de Pearson. Essas an&aacute;lises estat&iacute;sticas foram realizadas usando o SPSS v16. 		</p> 		 		    <p> 			A t&eacute;cnica de an&aacute;lise de caminhos foi realizada usando o programa AMOS v16.0. Este m&eacute;todo de modela&ccedil;&atilde;o de equa&ccedil;&otilde;es estruturais tem sido recentemente  			usado em estudos que visam testar a rela&ccedil;&atilde;o entre vari&aacute;veis psicol&oacute;gicas no contexto desportivo (ex., Heazlewood &amp; Burke, 2011; Tello, Mart&iacute;nez,  			N&uacute;&ntilde;ez, &amp; Calvo, 2010), permitindo o desenvolvimento e o teste de complexas teorias sociais (Duncan &amp; Stoolmiller, 1993). A modela&ccedil;&atilde;o de equa&ccedil;&otilde;es  			estruturais tem a vantagem sobre a t&eacute;cnica de an&aacute;lise de regress&atilde;o de possibilitar o teste simult&acirc;neo da rela&ccedil;&atilde;o entre duas ou mais vari&aacute;veis na  			presen&ccedil;a e potencial influ&ecirc;ncia de outras vari&aacute;veis (Ntoumanis &amp; Biddle, 1998). 		</p> 		 		    <p> 			Dessa forma, ap&oacute;s a especifica&ccedil;&atilde;o e estima&ccedil;&atilde;o dos modelos, a sua adequa&ccedil;&atilde;o foi avaliada por um conjunto de &iacute;ndices de ajustamento/adequa&ccedil;&atilde;o. O valor de  			<i>X</i><sup>2</sup> (Qui-quadrado) indica ajustamento quando o valor n&atilde;o &eacute; significativo (<i>p</i> &gt; .05). No entanto, esse teste &eacute; sens&iacute;vel ao  			tamanho da amostra, ou seja, em amostras numerosas o valor tende a ser significativo, embora o modelo possa estar ajustado aos dados. J&ouml;reskog e S&ouml;rbom  			(1989) sugeriram uma raz&atilde;o do Qui-quadrado pelos graus de liberdade (<i>df</i>), representado por <i>X</i><sup>2</sup>/<i>df</i>, pelo que Ullman (2001)  			sugere valores abaixo de 2.0 como aceit&aacute;veis. Adicionalmente, foram utilizados os seguintes &iacute;ndices de ajustamento: a) CFI (<i>Comparative Fit Index</i> 			) e GFI (<i>Goodness Fit Index</i>) podendo os seus valores variar de 0 a 1. Segundo Bentler e Bonnet (1980), valores acima de .90 representam um ajuste  			adequado para o modelo. Mais recentemente, Hu e Bentler (1999) sugeriram um ponto de corte de .95 como indicativo de um bom ajustamento do modelo; b)  			RMSEA (<i>Root Mean Square Error of Approximation</i>), em que valores menores que .08 indicam uma adequa&ccedil;&atilde;o aceit&aacute;vel (Browne &amp; Cudeck,1993),  			embora Hu e Bentler (1999) tenham sugerido um ponto de corte de .06; e, c) AIC (<i>Akaike Information Criterion</i>) que indica a parcim&ocirc;nia e  			simplicidade do modelo atrav&eacute;s do menor valor entre os modelos testados. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p><i>An&aacute;lise descritiva e correlacional</i></p> 		 		    <p> 			A an&aacute;lise descritiva preliminar dos dados indicou que os coeficientes de normalidade das vari&aacute;veis variaram entre -.79 e 1.20, indicando valores associados  			a uma distribui&ccedil;&atilde;o aproximadamente normal (Kline, 2010). A Tabela 1 apresenta as m&eacute;dias, desvios padr&otilde;es, &iacute;ndices de consist&ecirc;ncia interna (<i>alpha de  			Cronbach</i>) e correla&ccedil;&otilde;es de todas as vari&aacute;veis mensuradas. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 1</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			<i> 				M&eacute;dias, desvio-padr&atilde;o, confiabilidade e correla&ccedil;&otilde;es de Pearson 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a02t1.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			A an&aacute;lise descritiva das dimens&otilde;es indica que os atletas revelaram n&iacute;veis superiores de orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa (em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o para o ego),  			autoconfian&ccedil;a (em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; ansiedade cognitiva e som&aacute;tica) e afetos positivos (em compara&ccedil;&atilde;o aos afetos negativos). Os valores de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida  			podem ser considerados moderados a elevados (varia&ccedil;&atilde;o poss&iacute;vel entre 5 e 35). Todas as escalas revelaram bons &iacute;ndices de fiabilidade (<i>&alpha;</i> &gt; .70). 		</p> 		 		    <p> 			De um modo geral, as correla&ccedil;&otilde;es obtidas est&atilde;o de acordo com as hip&oacute;teses te&oacute;ricas. A correla&ccedil;&atilde;o n&atilde;o significativa entre a orienta&ccedil;&atilde;o para o ego e para a  			tarefa suporta a ortogonalidade conforme o argumento de Nicholls (1989). A orienta&ccedil;&atilde;o para o ego associou-se positivamente com a ansiedade cognitiva, a  			ansiedade som&aacute;tica e os afetos negativos, e negativamente com os afetos positivos. A orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa correlacionou-se positivamente com a  			autoconfian&ccedil;a e as dimens&otilde;es positivas do bem-estar. A ansiedade cognitiva correlacionou-se positivamente com a ansiedade som&aacute;tica e afetos negativos,  			verificando-se correla&ccedil;&otilde;es negativas com a autoconfian&ccedil;a, afetos positivos e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. A ansiedade som&aacute;tica relacionou-se positivamente com os  			afetos negativos e negativamente com as dimens&otilde;es positivas do bem-estar. A autoconfian&ccedil;a associou-se positivamente com os afetos positivos e satisfa&ccedil;&atilde;o  			com a vida e negativamente com afetos negativos. As rela&ccedil;&otilde;es entre as dimens&otilde;es do bem-estar subjetivo confirmaram os pressupostos te&oacute;ricos. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>An&aacute;lise de caminhos</i></p> 		 		    <p> 			Na an&aacute;lise de caminhos adot&aacute;mos a estrat&eacute;gia de testar simultaneamente os dois modelos previamente definidos (ver Figuras <a href="#f1">1</a><a name="topf1"></a> e <a href="#f2">2</a><a name="topf2"></a>). Tendo em considera&ccedil;&atilde;o as  			correla&ccedil;&otilde;es significativas verificadas entre dimens&otilde;es do mesmo n&iacute;vel (vari&aacute;veis do CSAI-2 e dimens&otilde;es do bem-estar subjetivo) foi permitido que os erros  			de medi&ccedil;&atilde;o dessas vari&aacute;veis se correlacionassem no mesmo n&iacute;vel dos modelos. 		</p> 		 		    <p> 			Na Tabela 2 s&atilde;o apresentados os &iacute;ndices de ajustamento obtidos. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tabela 2</p> 		    <p> 			<i> 				Indices de ajustamento das AFC aos diferentes modelos 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a02t2.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			A an&aacute;lise dos modelos testados indica que o modelo 1 obteve melhores &iacute;ndices de ajustamento em todos par&acirc;metros em compara&ccedil;&atilde;o ao modelo 2 proposto por  			Ntoumanis e Biddle (1998). Como tal, procedeu-se &agrave; an&aacute;lise mais detalhada dos par&acirc;metros especificados para o modelo 2 e respectivos &iacute;ndices de  			modifica&ccedil;&atilde;o. Os resultados indicaram os seguintes pares de rela&ccedil;&otilde;es/regress&otilde;es n&atilde;o significativas (<i>p</i> &gt; .05): orienta&ccedil;&atilde;o para o ego e orienta&ccedil;&atilde;o  			para a tarefa; orienta&ccedil;&atilde;o para o ego e autoconfian&ccedil;a; orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa e ansiedade cognitiva; orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa e ansiedade som&aacute;tica;  			ansiedade cognitiva e afetos positivos; ansiedade cognitiva e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida; autoconfian&ccedil;a e afetos negativos; e autoconfian&ccedil;a e satisfa&ccedil;&atilde;o com a  			vida. A rela&ccedil;&atilde;o entre os erros de medi&ccedil;&atilde;o das vari&aacute;veis ansiedade som&aacute;tica e autoconfian&ccedil;a tamb&eacute;m n&atilde;o se verificou significativa. Estes par&acirc;metros foram  			eliminados da seguinte revis&atilde;o do modelo. Adicionalmente, os &iacute;ndices de modifica&ccedil;&atilde;o suportaram os coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o obtidos entre as orienta&ccedil;&otilde;es  			motivacionais e as dimens&otilde;es do bem-estar, sendo adicionados as seguintes regress&otilde;es diretas: orienta&ccedil;&atilde;o para o ego como preditora dos afetos negativos e  			orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa como preditora dos afetos positivos e da satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida. 		</p> 		 		    <p> 			Este conjunto de re-especifica&ccedil;&otilde;es resultou num modelo com um &oacute;timo ajuste: <i>&chi;</i><sup>2</sup> = 12.68, <i>p</i> = .393, <i>&chi;</i><sup>2</sup>/<i> 			df</i> = 1.06, CFI = .997, GFI = .982, RMSEA = .018 e AIC = 60.68. As estimativas dos par&acirc;metros testados s&atilde;o apresentados na Figura 3. As correla&ccedil;&otilde;es  			entre erros residuais variaram entre -.34 e .40 (<i>p</i> &lt; .05). Adicionalmente testou-se o efeito direto das orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais do bem-estar,  			atrav&eacute;s da elimina&ccedil;&atilde;o das regress&otilde;es entre orienta&ccedil;&otilde;es e dimens&otilde;es do CSAI-2. Contudo, os resultados obtidos indicam que estas altera&ccedil;&otilde;es traduziram-se num  			pior ajuste aos dados: <i>&chi;</i><sup>2</sup> = 44.50, <i>p</i> = .000, <i>&chi;</i><sup>2</sup>/<i>df</i> = 2.97, CFI = .883, GFI = .940, RMSEA = .108 e  			AIC = 86.50. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a02f3.jpg"></p> 		    
<p> 			<i>Figura 3.</i> Modelo 1 (revis&atilde;o final) 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    <p> 			O presente estudo pretendeu investigar a rela&ccedil;&atilde;o entre orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais (orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa e orienta&ccedil;&atilde;o para o ego), ansiedade competitiva  			(ansiedade cognitiva e ansiedade som&aacute;tica), autoconfian&ccedil;a e bem-estar subjetivo (afetos positivos e negativos, e satisfa&ccedil;&atilde;o com vida) no contexto  			competitivo brasileiro, atrav&eacute;s da an&aacute;lise de caminhos. Tanto quanto a literatura nos permite constatar este estudo &eacute; pioneiro a analisar as rela&ccedil;&otilde;es entre  			as orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais, ansiedade, autoconfian&ccedil;a bem-estar subjetivo e &eacute; provavelmente o &uacute;nico que recorre &agrave; t&eacute;cnica de an&aacute;lise de caminhos por  			modela&ccedil;&atilde;o de equa&ccedil;&atilde;o estrutural neste contexto. Em concord&acirc;ncia com estudos que investigaram o impacto da orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa e para o ego sobre a  			ansiedade competitiva, os sintomas da ansiedade cognitiva e som&aacute;tica e a autoconfian&ccedil;a foram avaliados como mediadores entre orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais e  			dimens&otilde;es do bem-estar subjetivo (afetos positivos e negativos, e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida), sendo apresentada uma proposta te&oacute;rica a ser sujeita a  			comprova&ccedil;&atilde;o emp&iacute;rica. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Orienta&ccedil;&otilde;es cognitivas e ansiedade competitiva</b></p> 		 		    <p> 			O modelo de equa&ccedil;&atilde;o estrutural testou a hip&oacute;tese de predi&ccedil;&atilde;o da orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa e para o ego sobre a ansiedade cognitiva, ansiedade som&aacute;tica e  			autoconfian&ccedil;a. Neste primeiro n&iacute;vel do modelo, a orienta&ccedil;&atilde;o para o ego evidenciou regress&otilde;es significativas sobre a ansiedade cognitiva e som&aacute;tica. De  			certa forma, estes resultados est&atilde;o em concord&acirc;ncia com a afirma&ccedil;&atilde;o de Roberts (1992), que relata que os atletas com sua orienta&ccedil;&atilde;o motivacional voltada  			para o ego est&atilde;o mais suscet&iacute;veis a experimentarem ansiedade cognitiva e som&aacute;tica, assim como com os resultados de Rodrigues et al. (2009), que reportaram  			correla&ccedil;&otilde;es positivas significativas entre ansiedade cognitiva e orienta&ccedil;&atilde;o para o ego. Por outro lado, a orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa teve um impacto  			significativo sobre a autoconfian&ccedil;a, o que est&aacute; de acordo com evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas anteriores (ex., Hall, Kerr, &amp; Matthews, 1998). De um modo geral,  			atletas orientados para a tarefa tendem a centrar-se na aprendizagem e melhoria autorreferenciada, atribuindo o seu sucesso primeiramente ao seu esfor&ccedil;o  			(Fernandes &amp; Vasconcelos-Raposo, 2010; Vasconcelos-Raposo &amp; Mahl, 2005), revelando um otimismo acerca das suas reais capacidades e, assim,  			mostrando-se mais autoconfiantes em situa&ccedil;&atilde;o competitiva. Estes resultados corroboram os princ&iacute;pios te&oacute;ricos que orientam a pr&aacute;tica dos psic&oacute;logos do  			desporto que h&aacute; muito sabem que uma forma de combater os n&iacute;veis de ansiedade &eacute; promovendo uma orienta&ccedil;&atilde;o cognitiva para a tarefa. Est&aacute; amplamente em  			m&uacute;ltiplas &aacute;reas da psicologia que a promo&ccedil;&atilde;o de uma orienta&ccedil;&atilde;o motivacional para a tarefa promove padr&otilde;es internos de desempenho algo independentes do  			resultado, control&aacute;veis pelos agentes performativos (Roberts, 1992), o que por sua vez promove o desenvolvimento da autoconfian&ccedil;a atrav&eacute;s de melhorias na  			perce&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncia e controle efetivo dos n&iacute;veis indesejados de ansiedade (Martens et al., 1990). 		</p> 		 		    <p> 			O modelo te&oacute;rico proposto preconizava regress&otilde;es que n&atilde;o se verificaram aquando da sua testagem, nomeadamente as rela&ccedil;&otilde;es negativas entre a orienta&ccedil;&atilde;o para  			o ego e a autoconfian&ccedil;a, e a rela&ccedil;&atilde;o entre orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa e a ansiedade cognitiva e som&aacute;tica. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Ansiedade competitiva e bem-estar subjetivo</b></p> 		 		    <p> 			No segundo n&iacute;vel do modelo de equa&ccedil;&atilde;o estrutural verificou-se a hip&oacute;tese de predi&ccedil;&atilde;o da ansiedade competitiva sobre as dimens&otilde;es do bem-estar subjetivo. A  			ansiedade cognitiva e a som&aacute;tica predisseram, positivamente, os afetos negativos, o que est&aacute; em conformidade com os resultados reportados por Jones et al.  			(1996). Por outro lado, a autoconfian&ccedil;a exerceu um impacto positivo sobre os afetos positivos, tal como preconizado pela teoria. Este resultado est&aacute; em  			concord&acirc;ncia com os achados de Mellalieu e Hanton (2008) que sugeriram que os atletas com elevados &iacute;ndices de autoconfian&ccedil;a tendem ter mais afetos  			positivos. Finalmente, a ansiedade som&aacute;tica predisse negativamente, como esperado, as dimens&otilde;es positivas do bem-estar (afetos positivos e a satisfa&ccedil;&atilde;o com  			a vida). De um modo geral, estas rela&ccedil;&otilde;es est&atilde;o de acordo com estudos anteriores que indicaram que as dimens&otilde;es da ansiedade competitiva influenciam  			negativamente o bem-estar de um atleta, podendo esta evid&ecirc;ncia ser explicada por v&aacute;rios pressupostos. A similaridade da experi&ecirc;ncia emocional dos sintomas  			de ansiedade e mal-estar (medos, preocupa&ccedil;&otilde;es e nervosismo) poder&aacute; ser percebida pelo atleta de um modo cumulativo, em que as experi&ecirc;ncias do treino e  			competi&ccedil;&atilde;o poder&atilde;o ser transferidas para a forma quotidiana de estar na vida. Em segundo lugar, poderemos tamb&eacute;m assumir a exist&ecirc;ncia de tra&ccedil;os culturais  			que levam o individuo a exibir estados de humor negativos (Watson &amp; Clarke, 1984; Watson, 1988), podendo ocorrer nos m&uacute;ltiplos dom&iacute;nios de vida do  			atleta. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Importa destacar que a ansiedade som&aacute;tica foi a &uacute;nica dimens&atilde;o do CSAI-2 que foi capaz de predizer significativamente todas as tr&ecirc;s dimens&otilde;es do bem-estar  			subjetivo (afeto positivo, afeto negativo e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida): Desta forma, a import&acirc;ncia desta vari&aacute;vel no modelo do CSAI-2 (Martens et al., 1990),  			neste estudo, acaba por ser refor&ccedil;ada, na medida em que constitui uma importante vari&aacute;vel preditiva das dimens&otilde;es do bem-estar subjetivo de atletas  			brasileiros. Todavia, este &eacute; um facto que se apresenta inconsistente com a literatura onde se destaca de forma inequ&iacute;voca o car&aacute;ter transit&oacute;rio dos  			sintomas identificados e que s&atilde;o de todo semelhantes aos espect&aacute;veis nas respostas adaptativas do organismo &agrave; competi&ccedil;&atilde;o, da&iacute; que logo que logo que se d&aacute;  			in&iacute;cio ao processo de utiliza&ccedil;&atilde;o de recursos energ&eacute;ticos na competi&ccedil;&atilde;o estes sintomas desvane&ccedil;am quase de imediato. De acordo com a proposta te&oacute;rica estas  			regress&otilde;es apresentam-se particularmente dif&iacute;ceis de serem interpretadas. Assim sendo as regress&otilde;es relativas &agrave; vari&aacute;vel ansiedade som&aacute;tica sugerem a  			necessidade de procurarmos modelos alternativos (Hair, Anderson, Tatham, &amp; Black, 2005), mas optamos por n&atilde;o testar os modelos alternativos na medida  			em que o seu n&uacute;mero, por si s&oacute;, requer a realiza&ccedil;&atilde;o de um estudo aut&oacute;nomo. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Efeito mediador da ansiedade e da autoconfian&ccedil;a</b></p> 		 		    <p> 			O modelo do CSAI-2 (Martens et al., 1990) foi principalmente desenvolvido com base numa orienta&ccedil;&atilde;o para a performance e o resultado competitivo, procurando  			identificar a relev&acirc;ncia do estudo da ansiedade nesse contexto. Estudos pr&eacute;vios t&ecirc;m investigado a influ&ecirc;ncia das orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais nas dimens&otilde;es do  			CSAI-2 (Ntoumanis &amp; Biddle, 1999), ou mais recentemente em dimens&otilde;es do bem-estar subjetivo (Galand, Boudrenghien, &amp; Rose, in press; N&uacute;&ntilde;ez, Le&oacute;n,  			Gonz&aacute;lez, &amp; Mart&iacute;n-Albo, 2011). Contudo, tanto quanto a literatura nos permite conhecer, n&atilde;o existem estudos que tenham analisado a influ&ecirc;ncia mediadora  			das dimens&otilde;es do CSAI-2 entre orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais e bem-estar subjetivo. 		</p> 		 		    <p> 			A partir dos dois modelos inicialmente testados, os resultados das an&aacute;lises suportaram parcialmente a hip&oacute;tese inicial que a ansiedade cognitiva e  			som&aacute;tica, e a autoconfian&ccedil;a constituem vari&aacute;veis mediadoras entre as orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais e as dimens&otilde;es do bem-estar subjetivo, a um mesmo n&iacute;vel de  			a&ccedil;&atilde;o/ influ&ecirc;ncia. Especificamente, a orienta&ccedil;&atilde;o ao ego atrav&eacute;s da ansiedade cognitiva impactou nos afetos negativos, assim como impactou sobre os afetos  			positivos e negativos, e na satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida atrav&eacute;s da ansiedade som&aacute;tica. Por outro lado, a orienta&ccedil;&atilde;o para tarefa exerceu impacto sobre os afetos  			positivos atrav&eacute;s da autoconfian&ccedil;a. &Agrave; luz da teoria estas rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o s&atilde;o explic&aacute;veis uma vez que faltam os argumentos e os mecanismos explicativos e  			necess&aacute;rios para sustentar a validade dos processos que levam &agrave; manifesta&ccedil;&atilde;o dos comportamentos aqui em causa. Tal constata&ccedil;&atilde;o levanta reservas quanto &egrave;  			efectiva relev&acirc;ncia da ansiedade som&aacute;tica sugerindo que o que est&aacute; a ser medido como ansiedade som&aacute;tica seja considerado apenas como uma manifesta&ccedil;&atilde;o dos  			mecanismos de resposta adaptativa &agrave; competi&ccedil;&atilde;o. Este argumento &eacute; sustent&aacute;vel nas teorias cl&aacute;ssicas da aprendizagem, de que &eacute; exemplo a experimenta&ccedil;&atilde;o com  			c&atilde;es que Pavlov realizou. 		</p> 		 		    <p> 			A presente investiga&ccedil;&atilde;o testou ainda um modelo de equa&ccedil;&atilde;o estrutural, proposto por Ntoumanis e Biddle (1998), no qual a orienta&ccedil;&atilde;o para o ego influenciava  			a ansiedade (cognitiva e som&aacute;tica) atrav&eacute;s da autoconfian&ccedil;a. As an&aacute;lises do caminho realizadas revelaram &iacute;ndices de ajustamento inaceit&aacute;veis para este  			modelo. Uma explica&ccedil;&atilde;o plaus&iacute;vel para este resultado poder&aacute; estar na caracter&iacute;stica da amostra do presente estudo, que teve uma predomin&acirc;ncia de atletas de  			desportos individuais (73%), diferente da amostra do estudo destes autores onde predominou atletas de desportos coletivos. Estudos anteriores demonstraram  			que a habilidade preditiva da ansiedade competitiva e da autoconfian&ccedil;a difere entre atletas de desportos individuais e coletivos (Craft, Magyar, Becker,  			&amp; Feltz, 2003; Martens et al.,1990;). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais e bem-estar subjetivo</b></p> 		 		    <p> 			Para al&eacute;m de analisar o efeito mediator das vari&aacute;veis do CSAI-2, foi tamb&eacute;m poss&iacute;vel verificar que a melhoria do ajustamento do modelo testado contemplava  			a adi&ccedil;&atilde;o de rela&ccedil;&otilde;es entre as orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais e os dom&iacute;nios do bem-estar. O tipo de rela&ccedil;&otilde;es estabelecidas vai de acordo ao teoricamente previsto  			e que corroboram evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas anteriores (Galand et al, in press; N&uacute;&ntilde;ez et al., 2011). &Agrave; semelhan&ccedil;a do presente estudo, Ntoumanis e Biddle (1999)  			verificaram existir uma rela&ccedil;&atilde;o direta (predi&ccedil;&atilde;o positiva) e significativa entre orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa e afetos positivos. Estes autores argumentaram  			que esta rela&ccedil;&atilde;o poderia ter por base o fato de que indiv&iacute;duos com predomin&acirc;ncia de orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa se concentram no seu pr&oacute;prio esfor&ccedil;o e  			possuirem padr&otilde;es de compara&ccedil;&atilde;o autorreferenciados, o que de acordo com Eliot e Dweck (1988) tende a estar associado a perce&ccedil;&otilde;es de sucesso e melhora no  			seu desempenho. Poder&aacute; ainda ser argumentado que estas perce&ccedil;&otilde;es podem estar na base do processo que d&ecirc; origem de n&iacute;veis elevados de afetos positivos. Por  			sua vez, no modelo da presente investiga&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m se confirmou uma predi&ccedil;&atilde;o positiva significativa entre orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa e satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida.  			Esta rela&ccedil;&atilde;o encontra eco nos argumentos dos te&oacute;ricos que sugerem que os indiv&iacute;duos quando intrisicamente motivados (inerente &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o para a tarefa)  			quando desejam envolver-se numa determinada atividade o fazem independentemente de qualquer tipo de recompensa, promessas ou at&eacute; amea&ccedil;as. Os resultados do  			nosso estudo v&atilde;o ao encontro dos que sugerem que estar intrinsecamente motivado contribui positivamente para o bem-estar, assim como para o grau de  			compromisso necess&aacute;rio para se obter sucesso (Hefferon &amp; Boniwell, 2011). 		</p> 		 		    <p> 			A rela&ccedil;&atilde;o positiva entre a orienta&ccedil;&atilde;o para o ego prevista no modelo proposto foi confirmada. Estes resultados, de certa forma, v&atilde;o de encontro aos achados  			de Ntoumanis e Biddle (1999). De acordo com o articulado te&oacute;rico indiv&iacute;duos com uma orienta&ccedil;&atilde;o para o ego tendem a priorizar as compara&ccedil;&otilde;es que fazem entre  			si e os outros. Salmela-Aro et al. (2001) apresentam este tipo de orienta&ccedil;&atilde;o como sendo objectivos focados nos outros e estes tendem a estar pobremente  			relacionados com o bem-estar e at&eacute; como o sucesso. No contexto do rendimento desportivo &eacute; aceite que atletas com orienta&ccedil;&atilde;o para o ego definem o seu  			sucesso ou fracasso na compara&ccedil;&atilde;o com outros indiv&iacute;duos, estando, assim, mais suscet&iacute;veis a sentimentos e comportamentos adversos ao rendimento de alto  			n&iacute;vel e associados a afetos negativos. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			O presente estudo, apesar do ser car&aacute;cter explorat&oacute;rio sugere que a Psicologia do Desporto ganharia em expandir os seus referenciais te&oacute;ricos tendo na  			Psicologia Positiva (ver Seligman &amp; Csikszentmihalyi, 2000), provavelmente, uma das suas &aacute;reas mais f&eacute;rteis para a sua consolida&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica e  			capacidade preditiva. 		</p> 		 		    <p> 			O presente estudo cont&eacute;m algumas limita&ccedil;&otilde;es que merecem serem enunciadas, a saber: i) o reduzido tamanho da amostra; ii) a heterogeneidade da amostra do  			estudo ao n&iacute;vel do tipo de modalidades (individuais e coletivas) e n&iacute;veis competitivos; e iii) o processo de amostragem n&atilde;o probabil&iacute;stica e intencional, o  			qual requere uma certa precau&ccedil;&atilde;o na generaliza&ccedil;&atilde;o dos resultados obtidos. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			Em suma, o presente estudo demonstrou, de forma parcial, que a ansiedade cognitiva est&aacute; associada aos afetos negativos e que a autoconfian&ccedil;a exerceu um  			papel mediador na rela&ccedil;&atilde;o entre as orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais e os afetos positivos. No entanto, estas associa&ccedil;&otilde;es, tal como constatadas, n&atilde;o s&atilde;o  			suficientes para validar as propostas te&oacute;ricas avan&ccedil;adas. N&atilde;o seria aceit&aacute;vel dar por comprovado um modelo te&oacute;rico que se alicer&ccedil;asse em estados  			transit&oacute;rios como &eacute; o caso da ansiedade som&aacute;tica. Na realidade as rela&ccedil;&otilde;es obtidas n&atilde;o se enquadram em qualquer referencial te&oacute;rico, da&iacute; n&atilde;o serem  			interpret&aacute;veis. 		</p> 		 		    <p> 			Os resultados n&atilde;o suportaram empiricamente o modelo estrutural proposto por Ntoumanis e Biddle (1998), no qual a orienta&ccedil;&atilde;o para o ego influenciava a  			ansiedade (cognitiva e som&aacute;tica) atrav&eacute;s da autoconfian&ccedil;a. 		</p> 		 		    <p> 			Face aos resultados obtidos sugerimos que estudos futuros investiguem a validade e pertin&ecirc;ncia do modelo avaliado mas em compara&ccedil;&atilde;o com outros alternativos  			e recorrendo a amostras de grandes dimens&otilde;es e homog&eacute;neas e com o cuidado de acautelar a integra&ccedil;&atilde;o das m&uacute;ltiplas vari&aacute;veis que a literatura j&aacute; demonstrou  			estarem na base do bem-estar dos indiv&iacute;duos. 		</p> 				 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Albuquerque, A. S. &amp; Tr&oacute;ccoli, B. T. (2004). desenvolvimento de uma escala de bem-estar subjetivo. <i>Psicologia: Teoria e Pesquisa, 20</i>(2), 153-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201200030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ames, C. (1992). Classrooms: goals, structure, and student motivation. <i>Journal of Educational Psychology, 84</i>, 261-271.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201200030000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bentler, P., &amp; Bonnet, D. (1980). Significance tests and goodness of fit in the analysis of covariance structures. <i>Psychological Bulletin, 88</i>,  			588-606. doi: 10.1037/0033-2909.88.3.588 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201200030000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Browne, M. W., &amp; Cudek, R. (1993). Alternate ways of assessing model fit. In K. A. Bollen &amp; J. S. Long (Eds.), <i>Testing structural equation models 			</i> (pp. 136-162). Newbury Park, CA: Sage.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201200030000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Cerin, E. (2004). Predictors of competitive anxiety direction in male Tae Kwon Do practitioners: A multilevel mixed idiographic/nomothetic interactional  			approach. <i>Psychology of Sport and Exercise, 5</i>, 497-516. doi:10.1016/S1469-0292(03)00041-4 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201200030000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Coelho, E., Vasconcelos-Raposo, J., &amp; Mahl, A. (2010). Confirmatory factorial analysis of the Brazilian version of the Competitive State Anxiety  			Inventory-2 (CSAI-2). <i>Spanish Journal of Psychology, 13</i>(1) 453-460.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201200030000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Cox, R. H., Martens, M., &amp; Russell, W. D. (2003). Measuring anxiety in athletics: The revised Competitive State Anxiety Inventory-2. <i>Journal of  			Sport &amp; Exercise Psychology, 25</i>, 519-533.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201200030000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Craft, L. L., Magyar, T. M., Becker, B. J., &amp; Feltz, D. L. (2003). The relationship between the Competitive State Anxiety Inventory-2 and sport  			performance: A meta-analysis. <i>Journal of Sport and Exercise Psychology, 25</i>, 44-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201200030000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Diener, E., Emmons, R. A., Larsen, R. J., &amp; Griffin, S. (1985). The satisfaction with life scale. <i>Journal of Personality Assessment, 49</i>, 71-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201200030000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Duda, J. L. (1989). Relationship between task and ego orientation and the perceived purposes of sport among high school athletes. <i>Journal of Sport &amp;  			Exercise Psychology, 11</i>, 318-335.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201200030000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Duda, J. &amp; Nicholls, J. (1992). Dimensions of achievement motivation in schoolwork and sport. <i>Journal of Educational Psychology, 84</i>, 290-299.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201200030000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Duda, J., Chi, L., Newton, M., Walling, M., &amp; Catley, D. (1995). Task and ego orientation and intrinsic motivation in sport. <i>International Journal  			of Sport Psychology, 26</i>(1), 40-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201200030000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Duncan, T. E., &amp; Stoolmiller, M. (1993). Modeling social and psychological determinants of exercise behaviors via structural equation systems. <i> 			Research Quarterly for Exercise and Sport, 64</i>, 1-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201200030000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Dweck, C. (1986). Motivational processes affecting learning. <i>American Psychologist, 41</i>, 1040-1048.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201200030000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Dweck, C. S., &amp; Leggett, E. L. (1988). A social-cognitive approach to motivation and personality. <i>Psychological Review, 95</i>, 256-273.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-107X201200030000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Elliot, E. S, &amp; Dweck, C. S. (1988). Goals: An approach to motivation and achievement. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 54</i>, 5-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-107X201200030000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fernandes, H. &amp; Vasconcelos-Raposo, J. (2010). An&aacute;lise fatorial confirmat&oacute;ria do TEOSQp. <i>Psicologia Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica, 23</i>, 92-101. doi:  			10.1590/S0102-79722010000100012 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-107X201200030000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Fernandes, M. G., Vasconcelos-Raposo, J., &amp; Fernandes, H. (no prelo). Propriedades psicom&eacute;tricas do CSAI-2 em atletas brasileiros. <i>Psicologia:  			Reflex&atilde;o e Cr&iacute;tica</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201200030000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Galand, B., Boudrenghien, G., &amp; Rose, A. (in press). Buts personnels, orientations motivationnelles et bien-&ecirc;tre subjectif: Effets ind&eacute;pendants ou  			m&eacute;diatis&eacute;s ? <i>Canadian Journal of Behavioural Science</i>. doi: 10.1037/a0024389 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201200030000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Gouveia, V. V., Milfont, T. L., Fonseca, P. N., &amp; Coelho, J. A. (2009). Life satisfaction in Brazil: Testing the psychometric properties of the  			Satisfaction With Life Scale (SWLS) in Five Brazilian Samples. <i>Social Indicators Research, 90</i>, 267-277. doi: 10.1007/s11205-008-9257-0 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201200030000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Hair, J., Anderson, R, Tatham, R., &amp; Black, W. (2005). <i>An&aacute;lise multivariada de dados</i>. Porto Alegre: Bookman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-107X201200030000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hall, H. K., Kerr, A. W., &amp; Matthews, J. (1998). Precompetitive anxiety in sport: The contribution of achievement goals and perfectionism. <i>Journal of  			Sport &amp; Exercise Psychology, 20</i>(2), 194-217.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-107X201200030000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Heazlewood, I., &amp; Burke, S. (2011). Self-efficacy and its relationship to selected sport psychological constructs in the prediction of performance in  			ironman triathlon. <i>Journal of Human Sport &amp; Exercise, 6</i>(60), 328-350. doi: 10.4100/jhse.2011.62.14 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-107X201200030000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Hefferson, K., &amp; Boniwell, I. (2011). <i>Positive psychology: Theory, research and applications</i>. Berkshire: MacGraw-Hill.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201200030000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hu, L.-T., &amp; Bentler, P. M. (1999). Cut-off criteria for fit indices in covariance structure analysis: Conventional criteria versus new alternatives.  			<i>Structural Equation Modeling, 6</i>, 1-55. doi: 10.1080/10705519909540118 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-107X201200030000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Jones, G., Hanton, S., and Swain, A. B. J. (1994). Intensity and interpretation of anxiety symptoms in elite and non-elite sports performers. <i> 			Personality and Individual Differences, 17</i>, 657-663. doi: 10.1016/0191-8869(94)90138-4 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-107X201200030000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Jones, G., Swain, A. B. J., &amp; Harwood, C. (1996). Positive and negative affect as predictors of competitive anxiety. <i>Personality and Individual  			Differences, 20</i>, 109-114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-107X201200030000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Jones, J. G. (1995). More than just a game: Research developments and issues in competitive anxiety in sport. <i>British Journal of Psychology, 85</i>,  			449-478.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-107X201200030000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			J&ouml;reskog, K. G., &amp; S&ouml;rbom, D. (1989). LISREL 7: <i>User’s reference guide</i>. Mooresville, IN: Scientific Software.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-107X201200030000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Martens, R., Vealey, R. S., &amp; Burton, D. (1990). <i>Competitive anxiety in sport</i>. Champaign, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1646-107X201200030000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Mellalieu, S.D. &amp; Hanton, S. (2008). Facilitating anxiety: Myth or mislabeled? The relationship between interpretations of competitive anxiety symptoms  			and positive affective states In. M.P Simmons &amp; L.A. Foster (Eds.), <i>Sport and exercise psychology research advances</i> (pp 53-83). Hauppauge, NY:  			Nova Science.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1646-107X201200030000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Nicholls, J. G. (1989). <i>The competitive ethos and demogratic education</i>. Cambridge, MA: Harvard University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1646-107X201200030000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ntoumanis N, &amp; Biddle S. J. H. (1998). The relationship between competitive anxiety, achievement goals, and motivational climates. <i>Research  			Quarterly for Exercise and Sport, 69</i>(2), 176-187.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1646-107X201200030000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ntoumanis N, &amp; Biddle S. J. H. (1999). Affect and achievement goals in physical activity: A meta-analysis. <i>Scandinavian Journal of Medicine Sciences  			Sports, 9</i>, 315-332.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1646-107X201200030000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Nunez, J., Le&oacute;n, J., Gonz&aacute;lez, V. &amp; Mart&iacute;n-Albo, J. (2011). Propuesta de un modelo explicativo del bienestar psicol&oacute;gico en el contexto Deportivo. <i> 			Revista de Psicolog&iacute;a del Deporte, 20</i>(1), 223-242.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1646-107X201200030000200035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Robazza, C., Bortoli, L., Nocini, F., Moser, G., &amp; Arslan, C. (2000). Normative and idiosyncratic measures of positive and negative affect in sport. <i> 			Psychology of Sport and Exercise, 1</i>, 103-116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-107X201200030000200036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Roberts, G. C. (1992). Motivation in sport and exercise: Conceptual constraints and convergence. In G. C. Roberts (Ed.), <i>Motivation in sport and exercise 			</i> (pp. 3-29). Champaign, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1646-107X201200030000200037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Roberts, G. C. (2001). Understanding the dynamics of motivation in physical activity: The influence of achievement goals on motivational processes. In G.  			C. Roberts (Ed.), <i>Advances in motivation in sport and exercise</i> (pp. 1-50). Champaign, Il: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1646-107X201200030000200038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Rodrigues, A. D., L&aacute;zaro, J. P., Fernandes, H. M., &amp; Vasconcelos-Raposo, J. (2009). Caracteriza&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de negativismo, activa&ccedil;&atilde;o, autoconfian&ccedil;a  			e orienta&ccedil;&otilde;es motivacionais de alpinistas. <i>Motricidade, 5</i>(2), 63-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1646-107X201200030000200039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Salmela-Aro, K., Nurmi, J., Saisto, T., &amp; Halmesmki, E. (2001). Goal construction and depressive symptoms during transition to motherhood: Evidence  			from two longitudinal studies.  <i>Journal of Personality and Social Psychology, 81</i>, 1144-1159.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S1646-107X201200030000200040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Seligman, M. E., &amp; Csikszentmihalyi, M. (2000). Positive psychology: An introduction. <i>American Psychologist, 55</i>(1), 5-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S1646-107X201200030000200041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Tello, F. P. H., Mart&iacute;nez, L. M., N&uacute;&ntilde;ez, M. L., &amp; Calvo, T. G. (2010). A structural model of goal orientation in sports: Personal and contextual  			variables. <i>The Spanish Journal of Psychology, 13</i>(1), 257-266.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S1646-107X201200030000200042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ullman, J. B. (2001). Structural equation modeling. In B. G. Tabachnick &amp; L. S. Fidell (Eds.), <i>Using multivariate statistics</i> (4&ordf; ed., pp.  			653-771). Needham Heights, MA: Allyn &amp; Bacon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S1646-107X201200030000200043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Vasconcelos-Raposo, J., &amp; Mahl, A. (2005). Orienta&ccedil;&atilde;o cognitiva de atletas profissionais de futebol do Brasil. <i>Motricidade, 1</i>(4), 253-265.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S1646-107X201200030000200044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Watson, D. (1988). Intraindividual and interindividual analyses of positive and negative affect: Their relations to health complaints, perceived stress,  			and daily activities. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 54</i>, 1020-1030.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S1646-107X201200030000200045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Watson, D., &amp; Clark, L. A. (1984). Negative affectivity: The disposition to experience aversive emotional states. <i>Psychological Bulletin, 96</i>,  			219-235.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S1646-107X201200030000200046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Woodman, T., &amp; Hardy, L. (2001). Stress and anxiety. In R. Singer, H. A. Hausenblas, &amp; C. M. Janelle (Eds.), <i>Handbook of research on sport  			psychology</i> (pp. 290-318). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S1646-107X201200030000200047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a name="0"></a><a href="#top0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a></i> 			Marcos Gimenes Fernandes, Departamento de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, Universidade Estadual de Santa Cruz, Campus Soane Nazar&eacute; de Andrade, Rodovia Jorge Amado, Km  			16, Bairro Salobrinho, CEP 45662-900, Ilh&eacute;us, Bahia, Brasil. 			<i>E-mail:</i> <a href="mailto:gimenesfmarcos@gmail.com">gimenesfmarcos@gmail.com</a> 		</p> 		 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Agradecimentos:</b></p> 		 		    <p> 			O presente estudo somente foi poss&iacute;vel devido &agrave;s colabora&ccedil;&otilde;es dos atletas que concordaram em participar como sujeitos da investiga&ccedil;&atilde;o. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 18.02.2012 &brvbar; Aceite: 17.09.2012</p>		 	     ]]></body><back>
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