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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Teste de Coordenação Corporal para Crianças (KTK): aplicações e estudos normativos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aims of the present review were: i) to demonstrate the use of the Body Coordination Test for Children (Körperkoordinationstest Für Kinder- KTK) in diverse populations of children, ii) to describe studies that developed reference values for KTK, and iii) to ascertain the existence of reference values of KTK for Brazilian children’s motor coordination. The selection of publications was performed between April and June (2010) and the Pubmed, Lilacs and www.google.com/scholar databases were employed. The results indicated that the KTK is an evaluation instrument for motor coordinative performance appropriate to be applied in different childish populations, such as Down syndrome bearers. Most studies that constructed reference values for their childish population showed lower mean values than those established from the group of German children from whom originated the reference data of KTK. This fact demonstrates the importance of the construction of normative data in different countries in view of diverse biological, social, economical and cultural characteristics to be considered. Finally, it was observed the absence of reference data of KTK for Brazilian children, however, it is undeniable the importance of applying the test to evaluate the global motor coordination of these children.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p><b>Teste de Coordena&ccedil;&atilde;o Corporal para Crian&ccedil;as (KTK): aplica&ccedil;&otilde;es e estudos normativos</b></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			<b>AS. Ribeiro<sup>I</sup>,</b> 			<b>A.C. David<sup>I</sup>,</b> 			<b>M.M. Barbacena<sup>I</sup>,</b> 			<b>M.L. Rodrigues<sup>I</sup>,</b> 			<b>N.M. Fran&ccedil;a<sup>II</sup></b> 		</p> 		 		    <p><sup>I</sup>Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o Stricto Sensu da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Universidade de  		Bras&iacute;lia, Brasil.</p> 		</p><sup>II</sup>Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o Stricto Sensu em Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Universidade Cat&oacute;lica de  		Bras&iacute;lia, Brasil.</p> 		 		    <p><i><a name="top0"></a><a href="#0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			Os objetivos da presente revis&atilde;o foram: i) demonstrar a utiliza&ccedil;&atilde;o do Teste de Coordena&ccedil;&atilde;o Corporal para Crian&ccedil;as (<i>K&ouml;rperkoordinationstest F&uuml;r Kinder</i> 			 - KTK) em variadas popula&ccedil;&otilde;es infantis; ii) descrever estudos que desenvolveram padr&otilde;es de refer&ecirc;ncia do KTK; e iii) averiguar a exist&ecirc;ncia de padr&otilde;es de  			refer&ecirc;ncia do KTK para a coordena&ccedil;&atilde;o motora de crian&ccedil;as brasileiras. A sele&ccedil;&atilde;o das publica&ccedil;&otilde;es realizou-se entre os meses de abril e junho (2010) e foram  			utilizadas as bases de dados <i>Pubmed, Lilacs e <a href="http://www.google.com/scholar" target="_blank">www.google.com/scholar</a></i>. Os resultados indicaram que o KTK &eacute; um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho  			motor coordenativo adequado para ser aplicado em diferentes popula&ccedil;&otilde;es infantis como portadores de s&iacute;ndrome de Down. A maioria dos estudos que constru&iacute;ram  			valores de refer&ecirc;ncia para suas popula&ccedil;&otilde;es infantis mostrou valores m&eacute;dios inferiores &agrave;queles estabelecidos a partir do grupo de crian&ccedil;as alem&atilde;s de onde se  			originaram os dados de refer&ecirc;ncia do KTK. Tal fato denota a import&acirc;ncia da constru&ccedil;&atilde;o de dados normativos em diferentes pa&iacute;ses, tendo em vista as variadas  			caracter&iacute;sticas de natureza biol&oacute;gica, social, econ&ocirc;mica e cultural a serem consideradas. Por fim, observou-se que n&atilde;o existem dados de refer&ecirc;ncia do KTK  			para crian&ccedil;as brasileiras, por&eacute;m, &eacute; ineg&aacute;vel a import&acirc;ncia da aplica&ccedil;&atilde;o do teste para avaliar a coordena&ccedil;&atilde;o motora global dessas crian&ccedil;as. 		</p> 		    <p><b>Palavras-chave</b>: coordena&ccedil;&atilde;o motora, crian&ccedil;as, dados normativos, KTK</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Body Coordination Test for Children (KTK): applications and normative studies</b></p> 		 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The aims of the present review were: i) to demonstrate the use of the Body Coordination Test for Children (<i>K&ouml;rperkoordinationstest F&uuml;r Kinder</i>- KTK)  			in diverse populations of children, ii) to describe studies that developed reference values for KTK, and iii) to ascertain the existence of reference  			values of KTK for Brazilian children’s motor coordination. The selection of publications was performed between April and June (2010) and the Pubmed, Lilacs  			and <i><a href="http://www.google.com/scholar" target="_blank">www.google.com/scholar</a></i> databases were employed. The results indicated that the KTK is an evaluation instrument for motor coordinative  			performance appropriate to be applied in different childish populations, such as Down syndrome bearers. Most studies that constructed reference values for  			their childish population showed lower mean values than those established from the group of German children from whom originated the reference data of KTK.  			This fact demonstrates the importance of the construction of normative data in different countries in view of diverse biological, social, economical and  			cultural characteristics to be considered. Finally, it was observed the absence of reference data of KTK for Brazilian children, however, it is undeniable  			the importance of applying the test to evaluate the global motor coordination of these children. 		</p> 		    <p><b>Keywords</b>: motor coordination, children, normative data, KTK</p> 		    <p>&nbsp;</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			A coordena&ccedil;&atilde;o motora, sob uma perspectiva pedag&oacute;gica e cl&iacute;nica, &eacute; a intera&ccedil;&atilde;o harmoniosa e econ&ocirc;mica dos sistemas musculoesquel&eacute;tico, nervoso e sensorial  			para produzir a&ccedil;&otilde;es cin&eacute;ticas precisas e equilibradas (Kiphard, 1976). Quanto maior o n&iacute;vel de complexidade de uma tarefa motora, maior o n&iacute;vel de  			coordena&ccedil;&atilde;o necess&aacute;rio para um desempenho eficiente (Gallahue &amp; Ozmun, 2005). 		</p>  		    <p> 			Durante anos foram muitas as denomina&ccedil;&otilde;es utilizadas para a condi&ccedil;&atilde;o de debilidade ou insufici&ecirc;ncia no desempenho coordenativo, entre elas: dispraxia,  			crian&ccedil;a com dificuldade motora, disfun&ccedil;&atilde;o perceptivo-motora, d&eacute;ficits de aten&ccedil;&atilde;o, de controle motor e de percep&ccedil;&atilde;o (Santos, Dantas, &amp; Oliveira, 2004).  			Kiphard (1977) definiu essa altera&ccedil;&atilde;o coordenativa como uma instabilidade motora com defici&ecirc;ncia qualitativa do movimento associada a uma imperfei&ccedil;&atilde;o do  			conjunto da fun&ccedil;&atilde;o sens&oacute;rio-motora muscular. De acordo com este autor, a crian&ccedil;a apresenta inseguran&ccedil;a em postura equilibrada, defici&ecirc;ncia da fluidez do  			movimento, defici&ecirc;ncia da precis&atilde;o da dire&ccedil;&atilde;o, falta de agilidade, dentre outras caracter&iacute;sticas. No final da d&eacute;cada de 80, a Associa&ccedil;&atilde;o Americana de  			Psiquiatria (American Psychiatric Association [APA], 2002) reconheceu essa condi&ccedil;&atilde;o, que passou a ser denominada de Transtorno do Desenvolvimento da  			Coordena&ccedil;&atilde;o (TDC). Esse transtorno caracteriza-se por um comprometimento do desempenho de atividades di&aacute;rias, tendo como base a idade cronol&oacute;gica e a  			intelig&ecirc;ncia, sem associa&ccedil;&atilde;o com uma condi&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica (Santos et al., 2004). Refere-se &agrave;s crian&ccedil;as com intelig&ecirc;ncia normal, que n&atilde;o apresentam sinais de  			les&atilde;o cerebral ou de outras doen&ccedil;as conhecidas, mas que exibem coordena&ccedil;&atilde;o motora abaixo do esperado para a sua idade (APA, 2002). 		</p> 		 		    <p> 			De acordo com Gorla, Rodrigues, Brunieira, e Guarido (2000) existem diferentes m&eacute;todos para identificar e avaliar o desempenho motor de crian&ccedil;as, incluindo  			o seu desempenho coordenativo. Os mais destacados, que avaliam crian&ccedil;as em idades pr&eacute;-escolar e escolar, segundo os mesmos autores, s&atilde;o: o Movement  			Assessment Battery for Children (M-ABC), o Teste de Profici&ecirc;ncia Motora Bruininks-Oseretsky, o Developmental Test of Visual-Motor Integration (VMI) e o  			Teste de Coordena&ccedil;&atilde;o Corporal para Crian&ccedil;as (K&ouml;rperkoordinationstest F&uuml;r Kinder - KTK). Este &uacute;ltimo tem sido utilizado em literaturas nacional e  			internacional, devido &agrave; sua simplicidade e ao seu baixo custo operacional, e ser&aacute; o foco desta revis&atilde;o. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			O Teste de Coordena&ccedil;&atilde;o Corporal para Crian&ccedil;as (K&ouml;rperkoordinationstest F&uuml;r Kinder - KTK), desenvolvido pelos pesquisadores alem&atilde;es Kiphard e Schilling  			(1974), foi constru&iacute;do com o prop&oacute;sito de diagnosticar mais sutilmente as defici&ecirc;ncias motoras em crian&ccedil;as com les&otilde;es cerebrais e/ou desvios  			comportamentais (Gorla, Ara&uacute;jo, &amp; Rodrigues, 2009). O teste envolve componentes da coordena&ccedil;&atilde;o corporal como: o equil&iacute;brio, o ritmo, a for&ccedil;a, a  			lateralidade, a velocidade e a agilidade. Esses componentes foram distribu&iacute;dos em quatro tarefas que est&atilde;o contidas em um fator designado por coordena&ccedil;&atilde;o  			corporal, identificado por meio de v&aacute;rios estudos emp&iacute;ricos, que utilizaram a an&aacute;lise fatorial explorat&oacute;ria (Gorla et al., 2009). 		</p> 	 		    <p> 			De acordo com Gorla et al. (2000), o teste foi constru&iacute;do primeiramente para a determina&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o de desenvolvimento do dom&iacute;nio corporal de crian&ccedil;as  			portadoras de defici&ecirc;ncias. Por&eacute;m, atualmente observa-se que tem sido utilizado com diversos grupos, inclusive com crian&ccedil;as sem defici&ecirc;ncias, j&aacute; que tanto  			avalia a coordena&ccedil;&atilde;o motora global como identifica crian&ccedil;as com dist&uacute;rbios coordenativos/motores. Nota-se, assim, a necessidade de desenvolver pesquisas  			direcionadas a obter valores de refer&ecirc;ncias para popula&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas, uma vez que os valores normativos do teste foram reportados h&aacute; 36 anos e s&atilde;o  			oriundos de um contexto particular. 		</p> 		 		    <p> 			Diante do exposto, o presente estudo de revis&atilde;o tem os seguintes objetivos: i) demonstrar a utiliza&ccedil;&atilde;o do Teste de Coordena&ccedil;&atilde;o Corporal para Crian&ccedil;as (<i> 			K&ouml;rperkoordinationstest F&uuml;r Kinder</i> - KTK) em variadas popula&ccedil;&otilde;es infantis; ii) descrever estudos que desenvolveram padr&otilde;es de refer&ecirc;ncia do KTK; e,  			iii) averiguar a exist&ecirc;ncia de padr&otilde;es de refer&ecirc;ncia do KTK para a coordena&ccedil;&atilde;o motora de crian&ccedil;as brasileiras. 		</p> 		 		    <p> 			A sele&ccedil;&atilde;o das publica&ccedil;&otilde;es foi realizada entre os meses de abril e junho de 2010, sendo utilizadas as bases de dados <i>Pubmed, Lilacs e  			<a href="http://www.google.com/scholar" target="_blank">www.google.com/scholar</a></i>. Deu-se prefer&ecirc;ncia aos estudos de relev&acirc;ncia e que estavam de acordo com os objetivos propostos. Assim, foram selecionados 18  			publica&ccedil;&otilde;es, sendo oito nacionais (brasileiras) e 10 internacionais. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Teste de Coordena&ccedil;&atilde;o Corporal para Crian&ccedil;as - <i>K&ouml;rperkoordinationstest F&uuml;r Kinder</i>” (KTK)</b></p> 		 		    <p> 			O Teste de Coordena&ccedil;&atilde;o Corporal para Crian&ccedil;as (KTK) foi estruturado com 1228 crian&ccedil;as alem&atilde;es. Pode ser utilizado com crian&ccedil;as entre os  			cinco anos e os 14  			anos e 11 meses e a sua aplica&ccedil;&atilde;o tem dura&ccedil;&atilde;o de aproximadamente 10 - 15 minutos por crian&ccedil;a. Como citado, o teste foi constitu&iacute;do de  			quatro tarefas: trave  			de equil&iacute;brio, saltos monopedais, saltos laterais e transfer&ecirc;ncia sobre plataformas. Na primeira tarefa, verifica-se principalmente o  			equil&iacute;brio din&acirc;mico;  			na segunda, a for&ccedil;a dos membros inferiores; na terceira, velocidade; e na quarta, lateralidade e estrutura&ccedil;&atilde;o espa&ccedil;o-temporal (Gorla  			et al., 2009). 		</p> 		 		    <p> 			Os testes propostos pelo KTK podem ser aplicados individualmente, apresentando confiabilidade de 0.65 a 0.87, mas ao se realizar a bateria completa, h&aacute;  			confiabilidade de 0.90, o que demonstra credibilidade para a sua aplica&ccedil;&atilde;o (Gorla et al., 2009). 		</p> 		 		    <p> 			Para avaliar a capacidade coordenativa utilizando as tabelas originais do estudo de Kiphard e Schilling (1974), &eacute; necess&aacute;rio transformar o resultado final  			de cada tarefa (valores brutos) em quocientes motores (QM). Esse procedimento &eacute; realizado verificando-se as tabelas de refer&ecirc;ncia para cada teste de acordo  			com o sexo e a idade do participante para, por fim, realizar o somat&oacute;rio e obter o QM total. Este quociente motor remete a um novo QM, que, por sua vez,  			permite a classifica&ccedil;&atilde;o da coordena&ccedil;&atilde;o motora em cinco n&iacute;veis: muito boa coordena&ccedil;&atilde;o motora global; boa coordena&ccedil;&atilde;o motora global; coordena&ccedil;&atilde;o motora  			global normal; insufici&ecirc;ncia da coordena&ccedil;&atilde;o motora global; e perturba&ccedil;&atilde;o na coordena&ccedil;&atilde;o motora global (Gorla et al., 2009). &Eacute; importante destacar que,  			segundo os autores alem&atilde;es, em uma popula&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, um escore abaixo de 85 representa um desempenho motor abaixo do percentil 15th e um escore inferior  			a 70, abaixo do percentil 3th. Ambos s&atilde;o considerados preocupantes para a exist&ecirc;ncia de problemas coordenativos (Smits-Engelsmann, Henderson, &amp;  			Michels, 1998; Hanewinkel-van Kleef, Helders, Takken, &amp; Engelbert, 2009; Vandorpe et al., 2010). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Aplica&ccedil;&atilde;o do KTK em crian&ccedil;as saud&aacute;veis</i></p> 		 		    <p> 			No Brasil, o estudo de Gorla, Duarte, e Montagner (2008) analisou a coordena&ccedil;&atilde;o motora, utilizando a bateria do KTK, em 283 escolares, de seis a oito anos,  			de ambos os sexos, da cidade de Umarama (PR). Realizou-se compara&ccedil;&atilde;o das pontua&ccedil;&otilde;es obtidas em cada tarefa (m&eacute;dia e desvio-padr&atilde;o) entre os dados do estudo  			e do teste original (Kiphard &amp; Schilling, 1974). Os resultados indicaram diferen&ccedil;a significativa nos testes trave de equil&iacute;brio e transfer&ecirc;ncia sobre  			plataformas em todas as idades. Al&eacute;m disso, tamb&eacute;m foi observado uma superioridade em quase todos os testes para a popula&ccedil;&atilde;o brasileira em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; alem&atilde;  			nas idades de seis a sete anos e 11 meses, sendo que o mesmo n&atilde;o foi observado aos oito anos e 11 meses. Este fato leva a pensar, segundo os autores, que a  			popula&ccedil;&atilde;o brasileira seria mais ativa que a alem&atilde;, da &eacute;poca de padroniza&ccedil;&atilde;o do teste original, na primeira faixa et&aacute;ria. Em rela&ccedil;&atilde;o ao sexo, ocorreu  			diferen&ccedil;a significativa apenas aos sete anos, na tarefa saltos monopedais, em favor dos meninos, o que pode ser, provavelmente, justificado pela maior  			resist&ecirc;ncia de for&ccedil;a, segundo os autores. 		</p> 		 		    <p> 			O estudo de Smits-Engelsmann, Henderson, e Michels (1998) destacou a import&acirc;ncia da utiliza&ccedil;&atilde;o do KTK como instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o da coordena&ccedil;&atilde;o motora  			em crian&ccedil;as holandesas. Este foi realizado com 208 crian&ccedil;as de ambos os sexos (cinco a 13 anos), para comparar a coordena&ccedil;&atilde;o motora, de acordo com as  			m&eacute;dias adquiridas na bateria completa do KTK e no M-ABC<sup><a href="#1">1</a></sup><a name="top1"></sup>. Os resultados indicaram 29% das crian&ccedil;as com dificuldades coordenativas no KTK e 16%,  			no M-ABC. Os autores conclu&iacute;ram que as normas do primeiro teste necessitavam de ajustes para a popula&ccedil;&atilde;o em estudo, ao contr&aacute;rio do segundo, &agrave; medida que  			os pontos de corte adotados parecem superestimar o n&uacute;mero de crian&ccedil;as holandesas com dificuldades coordenativas. 		</p> 		 		    <p> 			A rela&ccedil;&atilde;o entre atividade f&iacute;sica e coordena&ccedil;&atilde;o motora tamb&eacute;m foi objeto de estudo de Lopes, Rodrigues, Maia, e Malina (2009), que acompanharam 285 crian&ccedil;as  			da Regi&atilde;o dos A&ccedil;ores, dos seis aos 10 anos. Os autores propuseram avaliar a coordena&ccedil;&atilde;o motora das crian&ccedil;as por meio da bateria completa do KTK e observar  			se esta compet&ecirc;ncia pode ser considerada preditora da atividade f&iacute;sica. Os resultados indicaram uma diminui&ccedil;&atilde;o geral da atividade f&iacute;sica ao longo dos tr&ecirc;s  			anos de acompanhamento, mas essa tend&ecirc;ncia pode ser atenuada ou aumentada, a depender do n&iacute;vel inicial de coordena&ccedil;&atilde;o motora da crian&ccedil;a. Assim, aquelas  			crian&ccedil;as que apresentaram n&iacute;veis mais baixos de coordena&ccedil;&atilde;o motora aos seis anos demonstraram um maior decl&iacute;nio dos n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica no intervalo  			de tempo considerado pelo estudo, seguidas daquelas com n&iacute;veis iniciais m&eacute;dios de coordena&ccedil;&atilde;o motora. E as crian&ccedil;as com n&iacute;veis altos aos seis anos  			apresentaram altera&ccedil;&otilde;es impercept&iacute;veis da atividade f&iacute;sica ao longo do tempo et&aacute;rio analisado. Ou seja, a coordena&ccedil;&atilde;o motora mensurada pelo KTK pode ser  			considerada como preditora significante da atividade f&iacute;sica em crian&ccedil;as de seis anos avaliadas at&eacute; os 10 anos de idade. Dessa forma, segundo os autores, a  			partir da perspectiva da sa&uacute;de p&uacute;blica, investir na profici&ecirc;ncia motora de crian&ccedil;as pequenas tem implica&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas potencialmente relevantes,  			relacionadas com a atividade f&iacute;sica por si s&oacute; e com os benef&iacute;cios para a sa&uacute;de. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Estudos com crian&ccedil;as portadoras de defici&ecirc;ncia sensorial</i></p> 		 		    <p> 			Gorla, Ara&uacute;jo, e Carminato (2004) analisaram o progresso de crian&ccedil;as portadoras de defici&ecirc;ncia intelectual ap&oacute;s um programa de pr&aacute;tica sequencial com  			dura&ccedil;&atilde;o de 10 semanas, totalizando 23 sess&otilde;es. Participaram nove sujeitos com idade entre seis e 11 anos, em Rol&acirc;ndia (PR). Aplicou-se a tarefa saltos  			monopedais e verificou-se evolu&ccedil;&atilde;o significativa no grupo como um todo, ap&oacute;s a interven&ccedil;&atilde;o realizada, apesar de dois dos participantes n&atilde;o terem  			apresentado desempenho satisfat&oacute;rio no p&oacute;s-teste. Isso pode ter ocorrido, segundo os autores, por diversidade das dificuldades individuais como, por  			exemplo, d&eacute;ficit de for&ccedil;a de membros inferiores, demonstrado por dificuldade na perman&ecirc;ncia do apoio unipodal. Apesar de ser considerada de f&aacute;cil  			aplica&ccedil;&atilde;o, essa tarefa talvez n&atilde;o seja adequada para ser aplicada em crian&ccedil;as com defici&ecirc;ncia intelectual, de acordo com os autores. 		</p> 		 		    <p> 			O estudo de caso de Lima e Almeida (2008) avaliou a influ&ecirc;ncia do aprendizado da nata&ccedil;&atilde;o (24 aulas) na coordena&ccedil;&atilde;o motora de uma crian&ccedil;a, de  			Uberl&acirc;ndia(MG), deficiente visual cong&ecirc;nita de 10 anos. Aplicaram-se duas tarefas do KTK: trave de equil&iacute;brio e saltos laterais. As citadas tarefas foram  			selecionadas, visto que as tarefas saltos monopedais e transfer&ecirc;ncia sobre plataformas exigem controle visual em sua execu&ccedil;&atilde;o, sendo suas aplica&ccedil;&otilde;es  			inadequadas para crian&ccedil;as com defici&ecirc;ncia visual. Nesse estudo, tamb&eacute;m foi utilizado um per&iacute;odo de linha de base para observar os comportamentos motores  			apresentados pela crian&ccedil;a dentro da piscina. Os resultados referentes ao equil&iacute;brio din&acirc;mico e a velocidade em saltos laterais mostraram um pequeno ganho  			quantitativo nas duas tarefas (um ponto no quociente motor final da primeira tarefa e dois pontos no da segunda tarefa). 		</p> 		 		    <p> 			Por sua vez, Souza, Gorla, Ara&uacute;jo, Lifante, e Campana (2008) avaliaram a coordena&ccedil;&atilde;o motora de 23 crian&ccedil;as com defici&ecirc;ncia auditiva (seis com defici&ecirc;ncia unilateral e 17 com defici&ecirc;ncia bilateral), de sete a 14 anos (13 meninos e 10 meninas), de Campinas (SP). Foi aplicada a bateria completa do KTK, antes e depois de um programa de interven&ccedil;&atilde;o de 14 sess&otilde;es de atividades espec&iacute;ficas. Na realiza&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;-teste, o KTK foi utilizado para identificar as vari&aacute;veis em que os participantes apresentavam maior dificuldade, a fim de direcionar as atividades do programa de interven&ccedil;&atilde;o. Os resultados indicaram progresso no desempenho coordenativo total ap&oacute;s o programa proposto. Por&eacute;m, para ambos os sexos, observou-se diminui&ccedil;&atilde;o do rendimento na tarefa trave de equil&iacute;brio, apesar de n&atilde;o ter sido observada diferen&ccedil;a significativa. Esse resultado pode ter ocorrido, segundo os autores, porque os participantes apresentaram alguns aspectos individuais e particulares do deficiente auditivo tais como: dificuldade de concentra&ccedil;&atilde;o, d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o durante a execu&ccedil;&atilde;o das tarefas, impaci&ecirc;ncia, priva&ccedil;&atilde;o de viv&ecirc;ncia e de experi&ecirc;ncia nas atividades propostas. Contudo, ao serem analisadas as outras tarefas, houve aumento significativo do rendimento motor do p&oacute;s-teste em rela&ccedil;&atilde;o ao pr&eacute;-teste em ambos os sexos, com exce&ccedil;&atilde;o da tarefa transfer&ecirc;ncia sobre plataformas, no sexo feminino. Ao considerar a tarefa salto monopedais isoladamente, observou-se que no p&oacute;s-teste a m&eacute;dia foi significativamente maior nas duas pernas (<i>p </i>&lt; .001 – perna direita; <i>p</i> &lt; .05 – perna esquerda), no sexo masculino, e na perna direita (<i>p </i>&lt; .05), no sexo feminino. 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Estudos com crian&ccedil;as com caracter&iacute;sticas peculiares</i></p> 		 		    <p> 			Silva e Ferreira (2001) aplicaram o KTK com nove crian&ccedil;as portadoras de s&iacute;ndrome de Down (quatro meninas e cinco meninos), de seis a 10 anos de idade, da  			cidade de Maring&aacute; (PR). As crian&ccedil;as participaram de um programa de atividades sistematizadas, sendo realizados pr&eacute; e p&oacute;s testes. Aplicou-se a bateria  			completa do KTK para an&aacute;lise da coordena&ccedil;&atilde;o motora das crian&ccedil;as e observou-se que, de forma geral, houve um aumento significativo do desempenho  			coordenativo das crian&ccedil;as. Ao isolar as tarefas, observou-se que apenas na tarefa trave de equil&iacute;brio n&atilde;o foi verificado ganho significativo do desempenho  			motor. Os autores ainda realizaram a classifica&ccedil;&atilde;o da coordena&ccedil;&atilde;o segundo Kiphard e Schilling (1974) e observaram que as crian&ccedil;as em estudo se apresentaram  			como de n&iacute;vel baixo, por&eacute;m, segundo os resultados, pode-se observar que houve melhora na qualidade das respostas motoras das crian&ccedil;as portadoras de  			s&iacute;ndrome de Down, &agrave; medida que os escores obtidos foram maiores ao final do estudo (p&oacute;s-teste). 		</p> 		 		    <p> 			O estudo alem&atilde;o de Hebestreit, Schrank, Schrod, Strassburg, e Kriemler (2003) verificou, em um dos seus objetivos, a rela&ccedil;&atilde;o entre o per&iacute;metro cef&aacute;lico e o  			desempenho motor coordenativo de crian&ccedil;as nascidas prematuras e de baixo peso (21 meninas e 12 meninos), entre seis e 12 anos. Utilizou-se a bateria  			completa do KTK neste estudo. O per&iacute;metro cef&aacute;lico foi mensurado no dia da avalia&ccedil;&atilde;o coordenativa e os resultados n&atilde;o indicaram diferen&ccedil;a entre a  			coordena&ccedil;&atilde;o motora de crian&ccedil;as prematuras que apresentaram per&iacute;metro cef&aacute;lico pequeno e aquelas que apresentaram dimens&atilde;o ideal desta vari&aacute;vel. Por outro  			lado, ao considerar as crian&ccedil;as prematuras com per&iacute;metro cef&aacute;lico pequeno e ideal como apenas um grupo e compar&aacute;-lo com o grupo controle de crian&ccedil;as a  			termo, observou-se pior resultado para o primeiro grupo (<i>p </i>&lt; .05). Concluiu-se nesse estudo que, de acordo com o instrumento aplicado, os  			prematuros apresentaram desempenho coordenativo inferior ao de crian&ccedil;as nascidas a termo. 		</p> 		 		    <p> 			O desempenho motor de crian&ccedil;as holandesas portadoras de hipermobilidade articular generalizada foi analisado por um estudo recente (Hanewinkel-van Kleef et  			al., 2009), aplicando a bateria completa do KTK e o M-ABC. O objetivo foi verificar se a for&ccedil;a muscular e a capacidade funcional ao exerc&iacute;cio de 41  			crian&ccedil;as, de cinco a 12 anos, influenciavam o seu desempenho motor. Os resultados indicaram que a for&ccedil;a muscular pode ser considerada preditora do  			desempenho coordenativo, quando utilizado o KTK. No entanto, n&atilde;o houve associa&ccedil;&atilde;o do KTK com a capacidade funcional ao exerc&iacute;cio. De acordo com os  			crit&eacute;rios do M-ABC, 32 crian&ccedil;as (78%) apresentavam desempenho normal, tr&ecirc;s crian&ccedil;as (7.4%) apresentaram risco de d&eacute;ficit motor e seis crian&ccedil;as (14.6%)  			apresentaram atraso definitivo no desempenho motor. De acordo com a classifica&ccedil;&atilde;o do KTK, nove crian&ccedil;as (22%) apresentaram desempenho normal, 15 (36.5%)  			apresentaram risco de d&eacute;ficit motor e 17 (41.5%) atraso motor definitivo.  Nota-se que o KTK mostrou-se mais sens&iacute;vel na detec&ccedil;&atilde;o de problemas motores de  			crian&ccedil;as com hipermobilidade articular generalizada que o M-ABC. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Estudos avaliando a influ&ecirc;ncia do sobrepeso/obesidade na coordena&ccedil;&atilde;o motora</i></p> 		 		    <p> 			No estudo de Catenassi et al. (2007), onde participaram 27 crian&ccedil;as com idade m&eacute;dia de 5.6 &plusmn; 0.7 (16 meninos e 11 meninas), de Londrina (PR), foi  			verificado o &iacute;ndice de massa corporal (IMC) e selecionados dois instrumentos para avaliar o desenvolvimento motor das crian&ccedil;as: <i>Test of Gross Motor  			Development – Second Edition</i> (TGMD-2) e o <i>K&ouml;rperkoordinationstest f&uuml;r Kinder</i> (KTK). Na an&aacute;lise descritiva n&atilde;o se observou diferen&ccedil;a entre os  			g&ecirc;neros para massa corporal, estatura e IMC, sendo que cinco crian&ccedil;as (18%) foram classificadas como obesas e quatro (15%), como sobrepesos. Por&eacute;m, ao  			correlacionar o desempenho geral das crian&ccedil;as, nos dois testes propostos, com o IMC, foi verificada baixa correla&ccedil;&atilde;o tanto para o TGMD-2 (<i>r</i><sub>s  			</sub>= - .09) quanto para o KTK (<i>r</i><sub>s</sub> = - .04), considerando a pontua&ccedil;&atilde;o total alcan&ccedil;ada por todas as crian&ccedil;as nos testes. Assim,  			concluiu-se que o desempenho das crian&ccedil;as, analisadas em tarefas que envolviam habilidade motora grossa propostas pelo KTK, n&atilde;o se relacionou com o IMC.  			Nesse estudo, os autores optaram por n&atilde;o utilizar as tabelas de refer&ecirc;ncia do teste original para obter a vari&aacute;vel final coordena&ccedil;&atilde;o motora. Esta vari&aacute;vel  			foi estudada considerando o somat&oacute;rio das pontua&ccedil;&otilde;es obtidas nos quatro testes que comp&otilde;em o KTK. 		</p> 		 		    <p> 			Outro estudo brasileiro (Collet, Folle, Pelozin, Botti, &amp; Nascimento, 2008), de Florian&oacute;polis (SC), aplicou a bateria do KTK em 243 escolares (8 a 14  			anos), considerando sexo, faixa et&aacute;ria, pr&aacute;tica extraescolar e IMC. Os autores adaptaram os pontos de corte do QM total por meio da redistribui&ccedil;&atilde;o das  			frequ&ecirc;ncias por tercis: n&iacute;vel baixo (1&ordm; tercil: 65 &lt; QM &lt; 106), n&iacute;vel normal (2&ordm; tercil: 107 &lt; QM &lt; 118) e n&iacute;vel alto (3&ordm;  			tercil: 119 &lt; QM &lt; 140). Os resultados revelaram que os meninos apresentaram n&iacute;veis mais elevados de coordena&ccedil;&atilde;o motora (17.6%, 32.4%, 50% - n&iacute;veis  			baixo, normal e alto, respectivamente; <i>p </i>&lt; .001), do que as meninas (49.6%, 32.6%, 17.8% - n&iacute;veis baixo, normal e alto, respectivamente). Estas  			apresentaram percentual expressivo de baixa coordena&ccedil;&atilde;o. Observou-se um decr&eacute;scimo significativo (<i>p </i>= .023) nos n&iacute;veis de coordena&ccedil;&atilde;o nas crian&ccedil;as  			com idade mais avan&ccedil;ada. Enquanto as crian&ccedil;as de oito a nove anos apresentaram os maiores n&iacute;veis de coordena&ccedil;&atilde;o motora, aquelas com 12 a 14 anos revelaram  			&iacute;ndices expressivos de baixa coordena&ccedil;&atilde;o para esta faixa et&aacute;ria. Este fato diverge dos resultados encontrados em outros estudos que relatam n&iacute;veis maiores  			de coordena&ccedil;&atilde;o motora &agrave; medida que a idade avan&ccedil;a (Kiphard &amp; Schilling, 1974; Lopes, Maia, Silva, Seabra, &amp; Morais, 2003; Valdivia et al., 2008a;  			Valdivia et al., 2008b; Vandorpe et al., 2010). Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&aacute;tica de esportes, apesar de n&atilde;o ter sido encontrada diferen&ccedil;a significativa, a maioria das  			crian&ccedil;as que praticava esportes apresentou alta coordena&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o com aquelas n&atilde;o-praticantes que, por sua vez, apresentaram &iacute;ndices similares de  			baixa coordena&ccedil;&atilde;o e de coordena&ccedil;&atilde;o normal. No que se refere ao IMC, a maioria das crian&ccedil;as com sobrepeso/obesidade (54.7%) apresentou n&iacute;vel baixo de  			coordena&ccedil;&atilde;o. Pode-se concluir, de acordo com os achados desse estudo, que o sexo, a faixa et&aacute;ria, a pr&aacute;tica de atividades esportivas extraescolar e o IMC  			influenciaram o n&iacute;vel de coordena&ccedil;&atilde;o motora de crian&ccedil;as e jovens em idade escolar ao serem avaliados pelo KTK. 		</p> 		 		    <p> 			O estudo de Graf et al. (2004) visou correlacionar o IMC, os h&aacute;bitos de lazer e as habilidades motoras de 668 crian&ccedil;as alem&atilde;es de seis e sete anos (351  			meninos e 317 meninas), aplicando o KTK e o teste de corrida de seis minutos. As crian&ccedil;as foram classificadas em 5.7% obesas, 8.1% sobrepeso, 78.1%  			eutr&oacute;ficas e 8.1% abaixo do peso. Os meninos apresentaram resultados significativamente melhores que as meninas (<i>p </i>&lt; .001). Os resultados dos  			dois testes foram inversamente correlacionados com o IMC (<i>r</i><sub>s</sub> = - .162 e <i>r</i><sub>s</sub> = - .209, respectivamente, para o KTK e para  			o teste de corrida de seis minutos; <i>p </i>&lt; .001). As crian&ccedil;as do grupo sobrepeso/obeso apresentaram resultados inferiores ao do grupo de crian&ccedil;as  			eutr&oacute;ficas, mesmo quando ajustados pelo g&ecirc;nero e pela idade. Apesar de ser uma correla&ccedil;&atilde;o fraca, os resultados indicaram que o alto &iacute;ndice de gordura  			corporal parece interferir negativamente no desempenho da coordena&ccedil;&atilde;o motora e da resist&ecirc;ncia. Os autores salientaram ainda que um estilo de vida mais  			ativo est&aacute; possivelmente correlacionado com um melhor desenvolvimento de habilidades globais no primeiro grau do ensino escolar. 		</p> 		 		    <p> 			Outro estudo (Graf et al., 2005) avaliou a influ&ecirc;ncia de um programa de preven&ccedil;&atilde;o da obesidade (atividade f&iacute;sica di&aacute;ria, nutri&ccedil;&atilde;o e aulas educativas), de  			aproximadamente 20 meses de dura&ccedil;&atilde;o, no IMC e nas habilidades motoras de 651 crian&ccedil;as (6.85 &plusmn; 0.47 anos). Para avaliar o desempenho motor, foi  			utilizada a tarefa saltos laterais da bateria do KTK, al&eacute;m de se comparar os resultados com crian&ccedil;as de um grupo controle. Os resultados indicaram que  			todas as crian&ccedil;as dos dois grupos estudados (controle e interven&ccedil;&atilde;o) apresentaram aumento do n&uacute;mero de saltos laterais no decorrer do estudo (<i>p </i>&lt;  			.001), mas o aumento foi maior no grupo interven&ccedil;&atilde;o (6.5 pulos a mais em m&eacute;dia). Segundo a classifica&ccedil;&atilde;o do IMC (obesidade, sobrepeso, eutr&oacute;fico, baixo  			peso), as crian&ccedil;as eutr&oacute;ficas do grupo interven&ccedil;&atilde;o apresentaram aumento significativo ap&oacute;s o programa realizado quando comparadas &agrave;quelas do grupo  			controle. As crian&ccedil;as classificadas como sobrepeso ou obesidade apresentaram valores inferiores nesta tarefa, tanto antes como depois do programa de  			interven&ccedil;&atilde;o, sem, portanto, haver diferen&ccedil;a significativa entre as crian&ccedil;as do grupo interven&ccedil;&atilde;o e controle, antes e ap&oacute;s o programa. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			O estudo de Valdivia et al. (2008a) visou determinar a influ&ecirc;ncia da idade, do sexo, do n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico e do n&iacute;vel de adiposidade subcut&acirc;nea (dobras  			cut&acirc;neas do tr&iacute;ceps, subescapular e panturrilha) na coordena&ccedil;&atilde;o motora de 4007 escolares peruanos (seis a 11 anos). Houve aumento dos valores m&eacute;dios nas  			quatro tarefas do KTK ao longo das idades e os autores destacaram maior variabilidade em torno dos valores m&eacute;dios nas tarefas saltos laterais e  			transfer&ecirc;ncia sobre plataformas, em ambos os sexos. Os meninos apresentaram melhores resultados que as meninas nas tarefas saltos monopedais e  			transfer&ecirc;ncia sobre plataformas (<i>p </i>&lt; .001). Por&eacute;m, as meninas foram melhores que os meninos na tarefa trave de equil&iacute;brio (<i>p </i>&lt; .001).  			Na tarefa saltos laterais n&atilde;o houve diferen&ccedil;a significativa entre os sexos. Nesse estudo, para verificar a coordena&ccedil;&atilde;o motora global, os autores n&atilde;o  			consideraram os pontos de corte e as tabelas normativas do teste original. Por outro lado, optou-se por realizar o somat&oacute;rio das pontua&ccedil;&otilde;es obtidas nas  			quatro tarefas propostas pelo KTK, assim como realizado por Catenassi et al. (2007). A partir deste procedimento, observou-se que os meninos apresentaram  			coordena&ccedil;&atilde;o motora melhor que as meninas em todas as idades analisadas. Este processo parece indicar que a popularidade do KTK faz tornar cuidadosa a  			considera&ccedil;&atilde;o dos pontos de corte, baseados na amostra alem&atilde;. Em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico, os autores destacaram que este n&atilde;o parece ser um preditor  			conclusivo na coordena&ccedil;&atilde;o motora. E finalmente, aquelas crian&ccedil;as com adiposidade classificada como m&eacute;dia e alta apresentaram desempenho coordenativo  			inferior ao demonstrado por crian&ccedil;as com adiposidade baixa, em ambos os sexos. Fato que corrobora os estudos referentes ao desempenho motor de crian&ccedil;as com  			sobrepeso (Graf et al., 2004; Graf et al., 2005). 		</p> 		 		    <p> 			Esse estudo tamb&eacute;m remete a uma abordagem comparativa entre as amostras portuguesa de 2007 (Maia &amp; Lopes, 2007) e alem&atilde; de 1974 (Kiphard &amp;  			Schilling, 1974). Observou-se uma superioridade dos resultados para esta &uacute;ltima em todas as tarefas do KTK, principalmente na tarefa transfer&ecirc;ncia sobre  			plataformas, em que a diferen&ccedil;a foi mais que a metade entre os valores m&eacute;dios apresentados pelas crian&ccedil;as alem&atilde;es em rela&ccedil;&atilde;o aos seus pares peruanos e  			portugueses. Ao examinar os dados peruanos e portugueses no teste trave de equil&iacute;brio, observou-se uma moderada superioridade em ambos os sexos dos  			escolares peruanos. Na tarefa saltos laterais, constatou-se que os melhores desempenhos foram observados nas crian&ccedil;as portuguesas. Nos saltos monopedais,  			apenas distinguiu-se diferen&ccedil;a no sexo masculino, enquanto que, na tarefa transfer&ecirc;ncia sobre plataformas, os valores foram semelhantes em ambos os sexos.  			E com esse estudo peruano, p&ocirc;de-se verificar a influ&ecirc;ncia de fatores ambientais, de estilo de vida, de padr&atilde;o alimentar e de n&iacute;vel socioecon&ocirc;mico no  			desenvolvimento da coordena&ccedil;&atilde;o motora. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Estudos para constru&ccedil;&atilde;o de dados normativos da bateria do KTK em diferentes pa&iacute;ses</i></p> 		 		    <p> 			Os estudos que propuseram estabelecer valores de refer&ecirc;ncia de seus pa&iacute;ses, visando facilitar um diagn&oacute;stico e um perfil de desempenho coordenativo,  			segundo os testes do KTK, mais adequados para as suas realidades (Valdivia et al., 2008a; Valdivia et al., 2008b; Vidal et al., 2009; Vandorpe et al., 2010). 		</p> 		 		    <p> 			No Peru, o estudo de Valdivia et al. (2008b), com os mesmos participantes do estudo anteriormente citado (Valdivia et al., 2008a), realizou uma  			distribui&ccedil;&atilde;o de percentis (P) do desempenho coordenativo de 4007 escolares da &aacute;rea metropolitana de Lima. Por meio do modelo matem&aacute;tico/estat&iacute;stico LMS,  			relatou-se os gr&aacute;ficos de refer&ecirc;ncias para todos os testes considerando os percentis 3, 10, 25, 50, 75, 90 e 95, aceit&aacute;veis para descrever a forte varia&ccedil;&atilde;o  			existente em cada tarefa. Os percentis, segundo Vidal et al. (2009), podem auxiliar, ainda que sem fundamenta&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica e/ou pedag&oacute;gica, na determina&ccedil;&atilde;o  			do desempenho coordenativo, considerando que os valores abaixo do P10 expressam um desempenho coordenativo insuficiente, valores entre os P10 e P90 s&atilde;o  			considerados adequados para uma dada idade e sexo, e valores acima do P90 s&atilde;o considerados superiores. Houve um padr&atilde;o de desenvolvimento coordenativo  			espec&iacute;fico de cada sexo e se observou que a pontua&ccedil;&atilde;o das meninas no P50 variou de 32 a 50 na tarefa trave de equil&iacute;brio, de 17 a 45 na tarefa saltos  			monopedais, de 24 a 49 na tarefa saltos laterais e de 12 a 20 na tarefa transfer&ecirc;ncia sobre plataformas. Em rela&ccedil;&atilde;o aos meninos, as pontua&ccedil;&otilde;es no mesmo  			percentil foram (respectivamente nas tarefas citadas) de 28 a 50, de 21 a 54, de 25 a 50 e de 13 a 21. Assim, os autores destacam que os meninos  			apresentaram valores m&eacute;dios significativamente melhores que as meninas nas tarefas saltos monopedais e transfer&ecirc;ncia sobre plataformas em todas as idades.  			Caracter&iacute;stica semelhante ocorreu na tarefa saltos laterais com exce&ccedil;&atilde;o dos 10 anos de idade, em que as meninas se sobressa&iacute;ram, por&eacute;m sem diferen&ccedil;a  			significativa. No entanto, na tarefa trave de equil&iacute;brio, as meninas apresentaram melhor desempenho coordenativo. Os dados indicam tamb&eacute;m que 65.26% das  			meninas e 68.28% dos meninos, aos seis anos, estavam bem classificados em rela&ccedil;&atilde;o ao seu desempenho coordenativo. Por&eacute;m, a partir dos sete anos houve uma  			tend&ecirc;ncia ao decr&eacute;scimo desse desempenho at&eacute; os 10 anos, em ambos os sexos, indicando n&uacute;mero reduzido de crian&ccedil;as com desempenho coordenativo satisfat&oacute;rio  			nessas idades. Ao comparar os dados desse estudo com o original do KTK, na faixa et&aacute;ria entre seis e 11 anos, verificaram-se valores m&eacute;dios inferiores para  			a amostra peruana em todos os testes motores. 		</p> 		 		    <p> 			Em Portugal, o estudo de Vidal et al. (2009), para construir dados de refer&ecirc;ncia para a popula&ccedil;&atilde;o infantil deste pa&iacute;s, agrupou dados de 4724 crian&ccedil;as (seis  			a 11 anos), provenientes de dois estudos da Regi&atilde;o de A&ccedil;ores, um de car&aacute;ter transversal (Lopes et al., 2003) e outro longitudinal (Maia &amp; Lopes, 2007),  			em que as crian&ccedil;as foram acompanhadas por um per&iacute;odo de quatro anos. Os autores n&atilde;o recorreram aos dados normativos alem&atilde;es e consideraram o desempenho da  			crian&ccedil;a em cada prova (valores brutos), n&atilde;o obtendo, assim, os QMs referenciados segundo os autores do KTK. Da mesma forma como o estudo anterior (Valdivia  			et al., 2008b), os autores utilizaram os percentis que s&atilde;o importantes para descri&ccedil;&atilde;o e diagn&oacute;stico. Ao comparar os resultados a&ccedil;orianos com os peruanos  			(Valdivia et al., 2008b), os autores observaram desempenho coordenativo inferiores, no P50, nas tarefas trave de equil&iacute;brio e saltos monopedais, variando  			de 22.52 a 45.66 (trave de equil&iacute;brio), 14.43 a 45.32 (saltos monopedais), nos meninos; e 25.25 a 45.64 (trave de equil&iacute;brio) e 11.78 a 45.62 (saltos  			monopedais), nas meninas. Por&eacute;m, na tarefa saltos laterais as crian&ccedil;as a&ccedil;orianas foram melhores que as peruanas (varia&ccedil;&atilde;o de 29.29 a 54.24, nos meninos, e  			de 27.18 a 54.16, nas meninas). Na tarefa transfer&ecirc;ncia sobre plataformas se observaram diferen&ccedil;as em cada uma das idades, em ambos os sexos. Segundo os  			autores, uma das caracter&iacute;sticas essenciais desse estudo foi a capacidade de auxiliar na interpreta&ccedil;&atilde;o do desempenho coordenativo de crian&ccedil;as a&ccedil;orianas, em  			cada teste do KTK. Al&eacute;m disso, pode-se verificar que, em todas as faixas et&aacute;rias estudadas, os valores m&eacute;dios obtidos pela amostra portuguesa foram  			inferiores &agrave;quelas apresentadas pela amostra original do teste. Resultado que se assemelha ao encontrado por Valdivia et al. (2008b). 		</p> 		 		    <p> 			O estudo mais recente visando construir valores de refer&ecirc;ncias atualizados em rela&ccedil;&atilde;o ao sexo e a idade, foi desenvolvido na B&eacute;lgica, Regi&atilde;o de Flandres,  			com 2470 crian&ccedil;as entre 6 e 12 anos (Vandorpe et al., 2010). Segundo os autores, os meninos apresentaram melhor desempenho coordenativo que as meninas,  			embora ambos os sexos tenham apresentado escores inferiores aos da amostra alem&atilde; (<i>p </i>&lt; .001). Ao comparar, de forma geral, as crian&ccedil;as da regi&atilde;o  			de Flandres com as crian&ccedil;as alem&atilde;es, as primeiras apresentaram resultados inferiores nas tarefas trave de equil&iacute;brio e transfer&ecirc;ncia sobre plataformas  			superando as segundas nas tarefas saltos monopedais e saltos laterais. Nesses &uacute;ltimos testes, os meninos da regi&atilde;o de Flandres apresentaram desempenho  			coordenativo melhor que os da amostra alem&atilde;. Enquanto que as meninas das amostras analisadas apresentaram desempenhos semelhantes considerando que, em  			algumas idades, as meninas da regi&atilde;o de Flandres foram melhores que as alem&atilde;es e em outras, piores. Ao verificar a distribui&ccedil;&atilde;o da classifica&ccedil;&atilde;o das  			crian&ccedil;as das duas amostras em estudo, observou-se 21.1% das crian&ccedil;as da regi&atilde;o de Flandres com dist&uacute;rbios motores em compara&ccedil;&atilde;o com 16% da amostra alem&atilde; ( 			<i>p </i>&lt; .001). Enquanto que 8.7% das crian&ccedil;as da regi&atilde;o de Flandres apresentaram coordena&ccedil;&atilde;o “boa” e “muito boa”, o &iacute;ndice dentre as alem&atilde;es era de  			16%. Esse resultado mostra que a distribui&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as belgas em 2008 desviou daquela apresentada por crian&ccedil;as alem&atilde;es em 1974, principalmente nos  			resultados dos melhores n&iacute;veis de coordena&ccedil;&atilde;o. Apesar disso, os autores do estudo revelaram que n&atilde;o existe raz&atilde;o para ajustar os pontos de corte para a  			popula&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o dos Flandres. 		</p> 		 		    <p> 			No Brasil, as publica&ccedil;&otilde;es analisadas indicaram a inexist&ecirc;ncia de padr&otilde;es de refer&ecirc;ncia dos testes do KTK para sua popula&ccedil;&atilde;o infantil. Apenas o estudo de  			Gorla et al. (2009) prop&ocirc;s, por meio de um modelo matem&aacute;tico, uma equa&ccedil;&atilde;o de regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla que funciona como par&acirc;metro de an&aacute;lise da  			coordena&ccedil;&atilde;o motora global de portadores de defici&ecirc;ncia intelectual. Para isso, utilizou-se dados de 160 crian&ccedil;as (80 meninas e 80 meninos) apresentando  			idades entre sete e 14 anos. Os autores propuseram uma matriz de reclassifica&ccedil;&atilde;o da coordena&ccedil;&atilde;o motora global tanto para o g&ecirc;nero masculino como para o  			feminino. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Considera&ccedil;&otilde;es Finais</b></p> 		 		    <p> 			Os estudos relatados indicam que a bateria do KTK &eacute; um instrumento de avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho motor coordenativo adequado para ser aplicado em diferentes  			popula&ccedil;&otilde;es como crian&ccedil;as saud&aacute;veis, crian&ccedil;as portadoras de defici&ecirc;ncia sensorial ou que apresentam caracter&iacute;sticas peculiares como s&iacute;ndrome de Down,  			hipermobilidade articular e aquelas nascidas prematuras, bem como aquelas crian&ccedil;as que apresentam sobrepeso/obesidade. 		</p> 		 		    <p> 			A maior parte dos resultados descritos nos estudos, que constru&iacute;ram valores de refer&ecirc;ncia para sua popula&ccedil;&atilde;o, mostrou valores m&eacute;dios inferiores aqueles  			estabelecidos pelas crian&ccedil;as alem&atilde;s que fizeram parte do grupo de onde foi originado os dados de refer&ecirc;ncia do KTK. Tal fato indica a import&acirc;ncia de dados  			que possam ser comparados aos dados referenciais do teste KTK em diferentes pa&iacute;ses, tendo em vista as variadas caracter&iacute;sticas de natureza biol&oacute;gica,  			social, econ&ocirc;mica e cultural a serem consideradas. 		</p> 		 		    <p> 			No Brasil, existem dados de refer&ecirc;ncia da bateria KTK para crian&ccedil;as portadoras de defici&ecirc;ncia intelectual de sete a 14 anos. Por&eacute;m, ainda n&atilde;o h&aacute; uma  			valida&ccedil;&atilde;o do teste para crian&ccedil;as brasileiras em geral. Apesar disso, &eacute; ineg&aacute;vel a import&acirc;ncia do teste, pois este permite detectar, com margem de erro  			muito pequena, as diferen&ccedil;as na coordena&ccedil;&atilde;o motora grossa, tanto em popula&ccedil;&otilde;es saud&aacute;veis como naquelas que apresentam perturba&ccedil;&otilde;es no desenvolvimento  			(Gorla et al., 2009). Assim, nota-se a necessidade da realiza&ccedil;&atilde;o de estudos que estabele&ccedil;am dados de refer&ecirc;ncia para o desempenho coordenativo de crian&ccedil;as  			dentro da realidade brasileira, como tem sido desenvolvido em outros pa&iacute;ses, a fim de se obter pontos de corte adequados para possibilitar compara&ccedil;&otilde;es  			entre diferentes popula&ccedil;&otilde;es. Al&eacute;m do mais, como citado por Vidal et al. (2009), esse processo permitiria especificar valores de refer&ecirc;ncia, tra&ccedil;ar perfis  			multidimensionais das crian&ccedil;as e posicion&aacute;-las em termos relativos a uma popula&ccedil;&atilde;o estudada de acordo com a idade e o sexo. 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		    <!-- ref --><p> 			American Psychiatric Association. (2002). <i>Manual diagn&oacute;stico e estat&iacute;stico de transtornos mentais: DSM-IV-TR</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201200030000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Catenassi, F. Z., Marques, I., Bastos, C. B., Basso, L., Ronque, E. R. V., &amp; Gerage, A. M. (2007). Rela&ccedil;&atilde;o entre &iacute;ndice de massa corporal e habilidade  			motora grossa em crian&ccedil;as de quatro a seis anos. <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 13</i>(4), 227-230.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201200030000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Collet, C., Folle, A., Pelozin, F., Botti, M., &amp; Nascimento, J. V. (2008). N&iacute;vel de coordena&ccedil;&atilde;o motora de escolares da rede estadual da cidade de  			Florian&oacute;polis. <i>Motriz, 14</i>(4), 373-380.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201200030000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		    <!-- ref --><p> 			Gallahue, D. L., &amp; Ozmun, J. C. (2005). <i>Compreendendo o desenvolvimento motor: beb&ecirc;s, crian&ccedil;as, adolescentes e adultos</i> (3 ed.). S&atilde;o Paulo: Phorte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201200030000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gorla, J. I., Ara&uacute;jo, P. F., &amp; Carminato, R. A. (2004). Desempenho psicomotor em portadores de defici&ecirc;ncia mental: avalia&ccedil;&atilde;o e interven&ccedil;&atilde;o. <i>Revista  			Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Esporte 25</i>(3), 133-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201200030000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gorla, J. I., Ara&uacute;jo, P. F., &amp; Rodrigues, J. L. (2009). <i>Avalia&ccedil;&atilde;o motora em educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica adaptada</i>. S&atilde;o Paulo: Phorte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201200030000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gorla, J. I., Duarte, E., &amp; Montagner, P. C. (2008). Avalia&ccedil;&atilde;o da coordena&ccedil;&atilde;o motora de escolares da &aacute;rea urbana do Munic&iacute;pio de Umuarama-PR Brasil. <i> 			Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia e Movimento, 16</i>(2), 57-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201200030000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Gorla, J. I., Rodrigues, J. L., Brunieira, C. A. V., &amp; Guarido, E. A. (2000). Teste de avalia&ccedil;&atilde;o para pessoas com defici&ecirc;ncia mental: identificando o  			KTK. <i>Arquivos de Ci&ecirc;ncia da Sa&uacute;de da Unipar, 4</i>(2), 121-128.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201200030000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Graf, C., Koch, B., Falkowski, G., Jouck, S., Christ, H., Stauenmaier, K.,...Predel, H. (2005). Effects of a school-based intervention on BMI and motor  			abilities in childhood. <i>Journal of Sports Science and Medicine, 4</i>, 291-299.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201200030000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Graf, C., Koch, B., Kretschmann-Kandel, E., Falkowski, G., Christ, H., Coburger, S.,...Dordel, S. (2004). Correlation between BMI, leisure habits and motor  			abilities in childhood (CHILT-Project). <i>International Journal of Obesity, 28</i>(1), 22-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201200030000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hanewinkel-van Kleef, Y. B., Helders, P. J., Takken, T., &amp; Engelbert, R. H. (2009). Motor performance in children with generalized hypermobility: the  			influence of muscle strength and exercise capacity. <i>Pediatric Physical Therapy, 21</i>(2), 194-200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201200030000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hebestreit, H., Schrank, W., Schrod, L., Strassburg, H. M., &amp; Kriemler, S. (2003). Head size and motor performance in children born prematurely. <i> 			Medicne &amp; Science in Sports &amp; Exercise, 35</i>(6), 914-922.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201200030000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Kiphard, E. J. (1976). <i>Insufici&ecirc;ncias de movimiento y de coordinaci&oacute;n en la edad de la escuela primaria</i>. Buenos Aires: Kapeluscz.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201200030000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Kiphard, E. J. (1977). <i>Bewugungs-und Koordination-Schw&auml;chem in Grudschulater</i>. Hofmann Verlag: Schondorf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201200030000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Kiphard, E. J., &amp; Schilling, V. F. (1974). <i>K&ouml;rper-koordinations-test f&uuml;r kinder KTK: manual Von Fridhelm Schilling</i>. Weinhein: Beltz Test.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201200030000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Lima, S. R., &amp; Almeida, M. A. (2008). Inicia&ccedil;&atilde;o &agrave; aprendizagem da nata&ccedil;&atilde;o e a coordena&ccedil;&atilde;o corporal de uma crian&ccedil;a deficiente visual: algumas  			contribui&ccedil;&otilde;es. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Esporte, Campinas, 29</i>(2), 57-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201200030000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Lopes, V. P., Maia, J. A. R., Silva, R. G., Seabra, A., &amp; Morais, F. P. (2003). Estudo do N&iacute;vel de Desenvolvimento da Coordena&ccedil;&atilde;o Motora da Popula&ccedil;&atilde;o  			Escolar (6 a 10 Anos de Idade) da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma dos A&ccedil;ores. <i>Revista Portuguesa de Ci&ecirc;ncias do Desporto 3</i>(1), 47-60.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201200030000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Lopes, V. P., Rodrigues, L. P., Maia, J. A., &amp; Malina, R. M. (2009). Motor coordination as predictor of physical activity in childhood. <i>Scandinavian  			Journal of Medicine &amp; Science in Sports</i>, 1-7.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201200030000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Maia, J. A., &amp; Lopes, V. P. (2007). Crescimento e desenvolvimento de crian&ccedil;as e jovens A&ccedil;orianos. O que os pais, professores, pediatras e  			nutricionistas gostariam de saber. <i>Universidade do Porto</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201200030000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Santos, S., Dantas, L., &amp; Oliveira, J. A. (2004). Desenvolvimento motor de crian&ccedil;as, de idosos e de pessoas com transtornos da coordena&ccedil;&atilde;o. <i>Revista  			Paulista de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, 18</i>, 33-44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201200030000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Silva, D. R., &amp; Ferreira, J. S. (2001). Interven&ccedil;&atilde;o na educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica em crian&ccedil;as com S&iacute;ndrome de Down. <i>Revista da Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica/UEM, 12</i>(1),  			69-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201200030000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Smits-Engelsmann, B. C. M., Henderson, S. E., &amp; Michels, C. G. J. (1998). The assessment of children with Developmental Coordination Disorders in the  			Netherlands: The relationship between the Movement Assessment Battery for Children and the K&ouml;rperkoordinations Test f&uuml;r Kinder. <i>Human Movement Science,  			17</i>(4-5), 699-709.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201200030000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Souza, A. N., Gorla, J. I., Ara&uacute;jo, P. F., Lifante, S. M., &amp; Campana, M. B. (2008). An&aacute;lise da coordena&ccedil;&atilde;o motora de pessoas surdas. <i>Arquivos de  			Ci&ecirc;ncia da Sa&uacute;de da Unipar, 12</i>(3), 205-211.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201200030000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Valdivia, A. B., Cartagena, L. C., Sarria, N. E., T&aacute;vara, I. S., Seabra, A. F. T., Silva, R. M. G., &amp; Maia, J. A. R. (2008a). Coordinaci&oacute;n motora:  			influencia de la edad, sexo, estatus socioecon&ocirc;mico y niveles de adiposidad en ni&ntilde;os peruanos. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria &amp; Desempenho  			Humano, 10</i>(1), 25-34.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201200030000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Valdivia, A. B., Lara, R. F., Espinoza, C. B., Pomahuacre, S. Q., Ramos, G. R., Seabra, A.,<span class="char-style-override-10"> </i>Maia, J. (2008b).  			Prontitud coordinativa: perfiles multivariados en funci&oacute;n de la edad, sexo y estatus socioecon&ocirc;mico. <i>Revista Portuguesa de Ci&ecirc;ncias do Desporto, 8</i> 			(1), 34-46.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201200030000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Vandorpe, B., Vandendriessche, J., Lef&egrave;vre, J., Pion, J., Vaeyens, R., Matthys, S.,...Lenoir, M. (2010). The K&ouml;rperkoordinations Test f&uuml;r Kinder: reference  			values and suitability for 6-12 years old children in Flanders. <i>Scandinavian Journal of Medicine &amp; Science &amp; Sports, 21</i>(3), 378-388.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201200030000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Vidal, S. M., Bustamante, A., Lopes, V. P., Seabra, A., Silva, R. G., &amp; Maia, J. A. (2009). Constru&ccedil;&atilde;o de cartas cent&iacute;licas da coordena&ccedil;&atilde;o motora de  			crian&ccedil;as dos 6 aos 11 anos da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma dos A&ccedil;ores, Portugal. <i>Revista Portuguesa de Ci&ecirc;ncia do Desporto, 9</i>(1), 24-35.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201200030000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a name="0"></a><a href="#top0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a></i> 			Alice S&aacute; Carneiro Ribeiro, Universidade de Bras&iacute;lia, Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Via L4 Norte, Setor de Pen&iacute;nsula Norte, 70919-000, Bras&iacute;lia, DF, Brasil.  			<i>E-mail:</i> <a href="mailto:alicesacarneiro@gmail.com">alicesacarneiro@gmail.com</a> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 01.05.2011 &brvbar; Aceite: 29.08.2012</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Notas</b></p> 		 		    <p><sup><a name="1"></a><a href="#top1">1</a></sup> - M-ABC (Movement Assessment Battery for Children) avalia a coordena&ccedil;&atilde;o motora global e a fina. Foi desenvolvido por Herderson e Sugden (1982) e  			normatizado com 1234 crian&ccedil;as americanas podendo ser aplicado com crian&ccedil;as entre quatro e 12 anos. 		</p> 	     ]]></body><back>
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