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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Capacidade anaeróbia em futebolistas de diferentes níveis competitivos: Comparação entre diferentes posições de jogo]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to compare anaerobic capacity in professional soccer players of different competitive levels in their respective positions in the game, early in the preseason. The study group consisted of 44 male athletes belonging to two groups (A and B) of different competitive levels. Group A was composed of 20 athletes participating in the Sagres League - Portuguese. Group B was composed of 24 athletes participating in the 2nd division Championship Gaucho - Brazil. For the assessment of anaerobic capacity it was applied the Running-based Anaerobic Sprint Test - RAST. For data analysis it was used the Student t test for independent samples and analysis of variance (ANOVA One Way) supplemented with post hoc Tukey. Results showed that group A athletes performed better on the average power and worst values for the fatigue index. In the group A it was found statistical difference between attacks and other two positions (midfielder and side back) for the fatigue index. It is concluded that there was significant differences in anaerobic capacity, measured at the start of the preseason, evaluated soccer players who work in competitions of different levels and positions play (group A).]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Capacidade anaer&oacute;bia em futebolistas de diferentes n&iacute;veis competitivos: Compara&ccedil;&atilde;o entre diferentes posi&ccedil;&otilde;es de jogo</b> 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			<b>V.L. Moro<sup>I</sup>,</b> 			<b>K. Fuke<sup>II</sup>,</b> 			<b>L. Cancian<sup>III</sup>,</b> 			<b>S.C. Matheus<sup>III</sup>,</b> 			<b>A.R. Moro<sup>I</sup></b> 		</p> 		 		    <p><sup>I</sup>Universidade Federal de Santa Catarina – Brasil.</p> 		    <p><sup>II</sup>Universidade T&eacute;cnica de Lisboa – Portugal.</p> 		    <p><sup>III</sup>Universidade Federal de Santa Maria – Brasil.</p> 		 		 		    <p><i><a name="top0"></a><a href="#0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			O objetivo do presente estudo foi comparar a capacidade anaer&oacute;bia em jogadores profissionais de futebol de diferentes n&iacute;veis competitivos e em suas  			respectivas posi&ccedil;&otilde;es de jogo, no in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada. O grupo de estudo foi constitu&iacute;do por 44 atletas, do sexo masculino, pertencentes a dois grupos  			(A e B) de n&iacute;veis competitivos diferentes. O grupo A foi composto por 20 atletas da 1&ordf; divis&atilde;o do Campeonato Portugu&ecirc;s. O grupo B foi composto por 24  			atletas da 2&ordf; divis&atilde;o do Campeonato Ga&uacute;cho – Brasil. Para a avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade anaer&oacute;bia foi utilizado o <i>Running-based Anaerobic Sprint Test 			</i> – RAST. Para an&aacute;lise dos dados foi utilizado o teste t de <i>Student</i> para amostras independentes e an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA <i>One Way</i>)  			completada com o <i>post hoc</i> de Tukey. Os resultados mostram que os atletas do grupo A apresentaram melhor desempenho referente &agrave; pot&ecirc;ncia m&eacute;dia e  			piores valores para o &iacute;ndice de fadiga. No grupo A foram encontradas diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas entre atacantes e outras duas posi&ccedil;&otilde;es (meio-campistas e  			laterais) para o &iacute;ndice de fadiga. Conclu&iacute;mos que existem diferen&ccedil;as significativas na capacidade anaer&oacute;bia, avaliada no in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada, entre  			atletas de futebol que atuam em competi&ccedil;&otilde;es de diferentes n&iacute;veis e posi&ccedil;&otilde;es de jogo (grupo A). 		</p> 		    <p><b>Palavras-chave</b>: futebol, atletas, capacidade anaer&oacute;bia, &iacute;ndice de fadiga</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Anaerobic capacity in soccer players from different competitive levels: Comparison of players in different field positions</b></p> 		 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The aim of this study was to compare anaerobic capacity in professional soccer players of different competitive levels in their respective positions in the  			game, early in the preseason. The study group consisted of 44 male athletes belonging to two groups (A and B) of different competitive levels. Group A was  			composed of 20 athletes participating in the Sagres League - Portuguese. Group B was composed of 24 athletes participating in the 2nd division Championship  			Gaucho - Brazil. For the assessment of anaerobic capacity it was applied the Running-based Anaerobic Sprint Test - RAST. For data analysis it was used the  			Student t test for independent samples and analysis of variance (ANOVA One Way) supplemented with post hoc Tukey. Results showed that group A athletes  			performed better on the average power and worst values for the fatigue index. In the group A it was found statistical difference between attacks and other  			two positions (midfielder and side back) for the fatigue index. It is concluded that there was significant differences in anaerobic capacity, measured at  			the start of the preseason, evaluated soccer players who work in competitions of different levels and positions play (group A). 		</p> 		    <p><b>Keywords</b>: soccer, athletes, anaerobic capacity, fatigue index</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			O futebol &eacute; uma modalidade desportiva extremamente complexa, de car&aacute;ter intermitente, ac&iacute;clico, com constantes mudan&ccedil;as de intensidade e fun&ccedil;&atilde;o. Os  			praticantes dessa modalidade utilizam fontes energ&eacute;ticas distintas e possuem caracter&iacute;sticas fisiol&oacute;gicas peculiares (Bansgbo, 1994; Barbero, Villanueva,  			&amp; Bishop, 2006; Mohr, Krustrup, &amp; Bangsbo, 2003; Santos &amp; Soares, 2001; St&oslash;len, Chamari, Castagna, &amp; Wisloff, 2005). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Conforme Reilly, Bangsbo e Franks (2000), os exerc&iacute;cios sem a bola comp&otilde;em a maior parte do tempo de uma partida de futebol e, por isso, as demandas  			metab&oacute;licas predominantes durante um jogo de futebol s&atilde;o aer&oacute;bios. Entretanto, para esses mesmos autores as atividades decisivas no jogo s&atilde;o  			predominantemente anaer&oacute;bias. 		</p> 		 		    <p> 			Devido &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o repetida de esfor&ccedil;os curtos e intensos, St&oslash;len, Chamari, Castagna, e Wisloff (2005) afirmam que a pot&ecirc;ncia anaer&oacute;bia &eacute; uma importante  			via de produ&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica para os atletas de futebol, pois converte rapidamente a energia qu&iacute;mica em energia mec&acirc;nica. Assim, esta convers&atilde;o de energia &eacute;  			fundamental para potencializar a velocidade de deslocamento e a&ccedil;&otilde;es de curta dura&ccedil;&atilde;o e alta intensidade (chutes, saltos e sprints). 		</p> 		 		    <p> 			Cada vez mais o trabalho de prepara&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica do futebolista de alto rendimento est&aacute; direcionado para otimizar o metabolismo anaer&oacute;bio (Ostojic, 2004). Um  			rendimento eficiente deste metabolismo implica na manuten&ccedil;&atilde;o, durante o maior tempo poss&iacute;vel, da execu&ccedil;&atilde;o de esfor&ccedil;os realizados a m&aacute;xima velocidade, sem  			que haja um decr&eacute;scimo prejudicial ao n&iacute;vel de desempenho (Davis &amp; Brewer, 1993). 		</p> 		 		    <p> 			Um dos testes de campo comumente utilizado pelos profissionais que trabalham com futebol para avaliar o desempenho anaer&oacute;bio (metabolismo al&aacute;tico e l&aacute;tico)  			&eacute; o Running-based Anaerobic Sprint Test - RAST (Zacharogiannis, Paradisis, &amp; Tziortzis, 2004). Tal teste fornece aos t&eacute;cnicos e treinadores medidas de  			pot&ecirc;ncia e de &iacute;ndice de fadiga, sendo mais espec&iacute;fico para os desportos em que o padr&atilde;o b&aacute;sico de movimento &eacute; a corrida (Zagatto, Beck, &amp; Gobatto,  			2009), tal como o futebol. 		</p> 		 		    <p> 			A avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade anaer&oacute;bia no per&iacute;odo preparat&oacute;rio (pr&eacute;-temporada) de jogadores de futebol &eacute; importante para o diagn&oacute;stico, controle e prescri&ccedil;&atilde;o  			do treino, uma vez que &eacute; nesta &eacute;poca que os atletas adquirem ou restabelecem a forma desportiva para as fases iniciais da competi&ccedil;&atilde;o (Pinasco &amp; Carson,  			2005). Al&eacute;m disso, tal avalia&ccedil;&atilde;o permite programar-se em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo de recupera&ccedil;&atilde;o, tempo e modelo de trabalho, diminuindo cada vez mais a  			subjetividade dos treinamentos f&iacute;sicos (Rosell, Tarrero, Sassi, Marco, &amp; Cifre, 2000). 		</p> 		 		    <p> 			A pr&eacute;-temporada da maioria das equipes de futebol &eacute; realizada em um per&iacute;odo curto de treinamento (&plusmn; 40 dias), sendo que no final deste per&iacute;odo os atletas  			devem estar preparados para um alto n&iacute;vel de competitividade. Por isso, a avalia&ccedil;&atilde;o funcional no in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada &eacute; importante para verificar a  			condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e as potencialidades iniciais dos atletas. Pois, dependendo dos resultados dos testes fisiol&oacute;gicos realizados no in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada, &eacute;  			poss&iacute;vel adiantar fases de treinamento que seriam desenvolvidas somente ap&oacute;s a competi&ccedil;&atilde;o j&aacute; ter sido iniciada. 		</p> 		 		    <p> 			O desempenho anaer&oacute;bio vem sendo investigado em futebolistas de diferentes n&iacute;veis competitivos e posi&ccedil;&otilde;es de jogo (Impellizzeri et al., 2008; Mohr et al.,  			2003). Segundo Mohr, Krustrup, e Bangsbo (2003), os atletas de elite apresentam maior desempenho nas atividades de alta intensidade, demonstrando que estes  			executam 58% mais sprints que atletas de sub-elite. Nesse mesmo estudo foi observado que apenas os goleiros apresentaram uma performance de corrida em alta  			intensidade menor que os zagueiros, meio-campistas e atacantes. 		</p> 		 		    <p> 			A compara&ccedil;&atilde;o do desempenho anaer&oacute;bio entre as diferentes posi&ccedil;&otilde;es de jogo torna-se importante para identificar as caracter&iacute;sticas espec&iacute;ficas de cada  			posi&ccedil;&atilde;o, maximizando os treinos em fun&ccedil;&atilde;o de suas especificidades. 		</p> 		 		    <p> 			A compara&ccedil;&atilde;o do desempenho anaer&oacute;bio em jogadores de futebol &eacute; capaz de distinguir atletas de diferentes n&iacute;veis competitivos, sendo um fator limitante na  			ascens&atilde;o profissional do futebolista (Gall, Carling, Williams, &amp; Reilly, 2010). Neste contexto, o conhecimento do desempenho anaer&oacute;bio de atletas de  			futebol de elite serve como par&acirc;metro para atletas que almejam competir em n&iacute;veis mais elevados. 		</p> 		 		    <p> 			Por outro lado, atletas que competem em n&iacute;veis mais baixos podem aprimorar o desempenho anaer&oacute;bio, buscando adequar-se as exig&ecirc;ncias f&iacute;sicas de competi&ccedil;&otilde;es  			mais elevadas, uma vez que s&atilde;o comuns equipes de elite buscarem atletas em divis&otilde;es inferiores ou em outros pa&iacute;ses. Por exemplo, a partir da an&aacute;lise de  			dados disponibilizados pela Confedera&ccedil;&atilde;o Brasileira de Futebol [CBF] (2010), Portugal foi o pa&iacute;s que mais contratou atletas brasileiros de futebol no ano  			de 2008 (209 atletas) e no ano de 2009 (181 atletas), sendo que, na grande maioria, os atletas estavam vinculados a equipes de divis&otilde;es inferiores no  			Brasil e se transferiram para equipes da 1&ordf; divis&atilde;o do Campeonato Portugu&ecirc;s. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Com base nas informa&ccedil;&otilde;es anteriormente colocadas, o presente trabalho teve como objetivo principal comparar a capacidade anaer&oacute;bia em atletas profissionais  			de futebol de diferentes n&iacute;veis competitivos e em suas respectivas posi&ccedil;&otilde;es de jogo, no in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    <p> 			O grupo de estudo foi constitu&iacute;do por 44 atletas profissionais de futebol de campo, do sexo masculino, pertencentes a equipes de diferentes n&iacute;veis  			competitivos. O grupo A foi composto por 20 atletas profissionais de elite, todos com naturalidade brasileira que participavam da 1&ordf; divis&atilde;o da Liga  			Sagres - Portugal, na temporada 2008/2009. O grupo B foi composto por 24 atletas profissionais de sub-elite, todos brasileiros participantes da 2&ordf;  			divis&atilde;o do Campeonato Ga&uacute;cho - Brasil, durante a temporada de 2009. Os goleiros de ambos os grupos foram exclu&iacute;dos do presente estudo por realizarem a&ccedil;&otilde;es  			de curta dura&ccedil;&atilde;o e alta intensidade diferentes dos demais atletas de futebol durante o jogo, tais como defesas em chutes e cabe&ccedil;adas a gol, sa&iacute;das da meta  			para intercepta&ccedil;&atilde;o de lan&ccedil;amentos, cruzamentos e reposi&ccedil;&otilde;es de bola em jogo, al&eacute;m de realizar de forma passiva sua recupera&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-esfor&ccedil;o. 		</p> 		 		    <p> 			A constitui&ccedil;&atilde;o do grupo foi devido ao grande interesse de clubes portugueses por futebolistas brasileiros. Segundo dados da CBF (2010), Portugal foi o pa&iacute;s  			que mais contratou atletas brasileiros de futebol no ano de 2008 (209 atletas) e no ano de 2009 (181 atletas). 		</p> 		 		    <p> 			Mesmo atuando em regi&otilde;es demogr&aacute;ficas diferentes, no momento da coleta de dados, ambos os grupos encontravam-se no in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada, retornando de  			um per&iacute;odo de destreinamento de 30 dias (f&eacute;rias). Anterior ao per&iacute;odo de destreino, as duas equipes realizaram uma temporada de 10 meses. O n&iacute;vel de  			treinamento dos atletas, antes do per&iacute;odo de f&eacute;rias, era similar entre as equipes, sendo realizado em torno de quatro a seis sess&otilde;es semanais de treinos,  			com dura&ccedil;&atilde;o de aproximadamente 90 minutos por sess&atilde;o e entre um e dois jogos oficiais por semana. 		</p> 		 		    <p> 			Cabe ressaltar que o n&iacute;vel de treinamento dos atletas de futebol depende do desempenho de suas respectivas equipes durante a temporada, ou seja, &agrave; medida  			que as equipes avan&ccedil;am de fase no campeonato que est&atilde;o disputando, o n&uacute;mero de jogos por semana ser&aacute; maior, acarretando a diminui&ccedil;&atilde;o das sess&otilde;es de treino  			e vice-versa. Essa varia&ccedil;&atilde;o de jogos e sess&otilde;es de treino entre os grupos (A e B) pode ter interferido nos resultados do presente estudo. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Instrumentos e Procedimentos</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Inicialmente os participantes foram informados a respeito dos prop&oacute;sitos e dos procedimentos a serem adotados durante a investiga&ccedil;&atilde;o. Os atletas  			profissionais de futebol, de ambos os grupos, conheciam os procedimentos e estavam familiarizados com a avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade anaer&oacute;bia (RAST), uma vez  			que a avalia&ccedil;&atilde;o desta vari&aacute;vel &eacute; realizada frequentemente pelos preparadores f&iacute;sicos. Ap&oacute;s a concord&acirc;ncia em participar do estudo, os atletas foram  			submetidos a avalia&ccedil;&otilde;es antropom&eacute;tricas e, em seguida, realizaram o teste de capacidade anaer&oacute;bia. 		</p> 		 		    <p> 			O estudo seguiu as normas de pesquisa envolvendo seres humanos estabelecidos pela declara&ccedil;&atilde;o de Helsinki e diretrizes da resolu&ccedil;&atilde;o 196/96, do Conselho  			Nacional de Sa&uacute;de. 		</p> 		 		    <p> 			As medidas antropom&eacute;tricas foram obtidas por meio de uma balan&ccedil;a mec&acirc;nica da marca Welmy com estadi&ocirc;metro acoplado, capacidade de 150 kg e precis&atilde;o de 100  			gr para a massa corporal e 210 cm de altura com resolu&ccedil;&atilde;o de 0.5 cm para mensurar a estatura. Para a obten&ccedil;&atilde;o dessas medidas seguiu-se os procedimentos  			descritos pela International Society for the Advancement of Kinanthropometry (2001). 		</p> 		 		    <p> 			Para a avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade anaer&oacute;bia, foi utilizado o RAST (Zacharogiannis et al., 2004). Tal teste foi validado recentemente no Brasil (Zagatto, Beck,  			&amp; Gobatto, 2009), apresentando correla&ccedil;&atilde;o significativa (<i>p</i> &lt; .05) com o Wingate Test (pot&ecirc;ncia m&eacute;dia: <i>r</i> = .53 e &iacute;ndice de fadiga: <i>r 			</i> = .63). 		</p> 		 		    <p> 			O RAST consiste na realiza&ccedil;&atilde;o de seis corridas de 35 m em velocidade m&aacute;xima, com intervalo de 10 segundos de recupera&ccedil;&atilde;o entre as corridas. O tempo foi  			registrado por meio de um sistema de fotoc&eacute;lulas (Multi Sprint, Hidrofit<sup>&reg;</sup>, Belo Horizonte-MG, Brasil), dispostas a 35 m de dist&acirc;ncia, para  			capturar os tempos dos sprints. 		</p> 		 		    <p> 			A partir dos dados coletados foram calculadas a pot&ecirc;ncia m&eacute;dia e o &iacute;ndice de fadiga. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    <p> 			Os dados foram analisados estatisticamente por meio de an&aacute;lises descritivas, que compreenderam valores de m&eacute;dia e desvio padr&atilde;o. A normalidade dos dados  			foi confirmada pelo teste de Shapiro Wilk. A an&aacute;lise entre cada posi&ccedil;&atilde;o de jogo de atletas do grupo A e B foi feita por meio do teste t de Student para  			amostras independentes. A compara&ccedil;&atilde;o entre as posi&ccedil;&otilde;es de jogo dos atletas do mesmo n&iacute;vel competitivo foi realizada por meio da an&aacute;lise de vari&acirc;ncia (ANOVA  			One Way) completada com o post hoc de Tukey. O n&iacute;vel de confian&ccedil;a adotado foi de 95%. Utilizou-se o programa estat&iacute;stico GraphPad Prism 5. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p> 			Os dados referentes &agrave; caracteriza&ccedil;&atilde;o dos atletas avaliados est&atilde;o expressos na Tabela 1 por meio de valores de m&eacute;dia e desvio-padr&atilde;o. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 1</p> 		    <p> 			<i> 				Caracteriza&ccedil;&atilde;o dos atletas de acordo com as posi&ccedil;&otilde;es de jogo 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a08t1.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			A compara&ccedil;&atilde;o da pot&ecirc;ncia m&eacute;dia e do &iacute;ndice de fadiga entre o grupo A (1&ordf; divis&atilde;o do Campeonato Portugu&ecirc;s) e o grupo B (2&ordf; divis&atilde;o do Campeonato  			Ga&uacute;cho/Brasil) de acordo com a posi&ccedil;&atilde;o de jogo s&atilde;o apresentados nas Figuras 1 e 2, respectivamente. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="f1"></a></p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a08f1.jpg"></p> 		    
<p><i><a href="#topf1">Figura 1</a>.</i> Pot&ecirc;ncia m&eacute;dia</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="f2"></a></p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a08f2.jpg"></p> 		    
<p> 			<i><a href="#topf2">Figura 2</a>.</i> &Iacute;ndice de fadiga 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			Ao verificar os valores da pot&ecirc;ncia m&eacute;dia (Figura 1) constata-se que o grupo A apresentou valores maiores e estatisticamente significativos em compara&ccedil;&atilde;o  			com a equipe B para a maioria das posi&ccedil;&otilde;es de jogo investigadas (zagueiros, laterais e meio-campistas). Apenas os atacantes n&atilde;o diferiram estatisticamente  			entre os dois grupos de estudo para esta mesma vari&aacute;vel. 		</p> 		 		    <p> 			Os resultados referentes ao &iacute;ndice de fadiga (Figura 2) dos atletas de futebol de acordo com a sua posi&ccedil;&atilde;o de jogo mostram maiores valores deste &iacute;ndice  			para o grupo A. Entretanto, apenas os meio-campistas diferiram estatisticamente entre os grupos (A e B). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			A compara&ccedil;&atilde;o da pot&ecirc;ncia m&eacute;dia e do &iacute;ndice de fadiga entre as diferentes posi&ccedil;&otilde;es de jogo dentro de cada grupo pode ser observado nas Figuras 3 e 4,  			respectivamente. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="f3"></a></p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a08f3.jpg"></p> 		    
<p> 			<i><a href="#topf3">Figura 3</a>.</i> Pot&ecirc;ncia m&eacute;dia 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="f4"></a></p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a08f4.jpg"></p> 		    
<p> 			<i><a href="#topf4">Figura 4</a>.</i> &Iacute;ndice de fadiga 		</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			Na Figura 3, pode ser observado que a pot&ecirc;ncia m&eacute;dia n&atilde;o diferiu estatisticamente entre as posi&ccedil;&otilde;es de jogo para atletas de futebol do mesmo n&iacute;vel  			competitivo, independente do grupo investigado (A ou B). 		</p> 		 		    <p> 			O &iacute;ndice de fadiga (Figura 4) n&atilde;o diferiu estatisticamente entre as posi&ccedil;&otilde;es de jogo para atletas de futebol do grupo B. J&aacute; o grupo A apresentou valores  			menores e estatisticamente significativos para os laterais na compara&ccedil;&atilde;o com os laterais e meio-campistas. 		</p> 		 		    <p>&nbsc;</p>		 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    <p> 			Em geral, os resultados mostram que os atletas brasileiros que disputam competi&ccedil;&otilde;es em n&iacute;veis mais elevados (grupo A) apresentaram melhores resultados  			referentes &agrave; pot&ecirc;ncia m&eacute;dia (<a href="#f1">Figura 1</a><a name="topf1"></a>) e piores valores para o &iacute;ndice de fadiga (<a href="#f2">Figura 2</a><a name="topf2"></a>). Outro achado importante do presente estudo foi que na compara&ccedil;&atilde;o entre as diferentes posi&ccedil;&otilde;es de jogo no mesmo n&iacute;vel competitivo, n&atilde;o foi  			poss&iacute;vel identificar a especificidade de cada posi&ccedil;&atilde;o de jogo quanto ao desempenho da pot&ecirc;ncia m&eacute;dia, no in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada (<a href="#f3">Figura 3</a><a name="topf3"></a>). No entanto, o &iacute;ndice de fadiga  			(<a href="#f4">Figura 4</a><a name="topf4"></a>) dos atacantes da equipe A diferiu dos  			meio-campistas e laterais, no in&iacute;cio do per&iacute;odo preparat&oacute;rio. 		</p> 		 		    <p> 			A avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade anaer&oacute;bia dos atletas foi realizada no in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada de cada equipe. A pr&eacute;-temporada dos atletas participantes da 1 			&ordf; divis&atilde;o da Liga Sagres - Portugal teve in&iacute;cio no m&ecirc;s de julho (ver&atilde;o europeu) e dos atletas participantes 2&ordf; divis&atilde;o do Campeonato Ga&uacute;cho -  			Brasil iniciou-se no m&ecirc;s de janeiro (ver&atilde;o brasileiro). No per&iacute;odo da coleta de dados a esta&ccedil;&atilde;o do ano era a mesma em ambos os pa&iacute;ses, no entanto as  			condi&ccedil;&otilde;es climat&eacute;ricas (temperatura, umidade e velocidade do vento) que eventualmente podem influenciar nos resultados n&atilde;o foram mensuradas, sendo isto uma  			limita&ccedil;&atilde;o do presente estudo. 		</p> 		 		    <p> 			Muitos estudos (Abrantes, Ma&ccedil;&atilde;s, &amp; Sampaio, 2004; Al-Hazzaa et al., 2001; Aziz, Mukherjee, Chia, &amp; Teh, 2007, 2008; Cruz, 2005; McIntyre &amp;  			Hall, 2005; Kaplan, 2010; Ribeiro, Dias, Claudino, &amp; Gon&ccedil;alves, 2007) realizados com atletas de futebol utilizam diferentes protocolos para avalia&ccedil;&atilde;o  			da capacidade anaer&oacute;bia, tais como Wingate Test, Bangsbo Repeated Sprint Test, Running Repeated Sprint Ability Test, Running-based Anaerobic Sprint Test,  			entre outros. Por&eacute;m, &eacute; necess&aacute;rio ter cautela na compara&ccedil;&atilde;o entre tais protocolos, uma vez que gera um grande n&uacute;mero de &iacute;ndices de desempenho anaer&oacute;bio com  			pressupostos de base diferentes. 		</p> 		 		    <p> 			No entanto, independente do protocolo utilizado, a maioria dos estudos mostra diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas nos indicadores de desempenho anaer&oacute;bio entre atletas  			profissionais de elite (1&ordf; divis&atilde;o de campeonatos nacionais e internacionais) e amadores (Cometti, Maffiuletti, Pousson, Chatard, &amp; Maffulli,  			2001; Impellizzeri et al., 2008), atletas profissionais de sub-elite (divis&otilde;es inferiores) e amadores (Cometti et al., 2001), semi-profissionais (atletas  			jovens) e amadores (Aziz et al., 2008).  		</p> 		 		    <p> 			Abrantes, Ma&ccedil;&atilde;s, e Sampaio (2004) utilizaram o Bangsbo Repeated Sprint Test para investigar o tempo m&eacute;dio de sprints em atletas de futebol de diferentes  			n&iacute;veis competitivos. Os autores encontraram diferen&ccedil;a estat&iacute;stica entre todos os grupos (atletas profissionais de elite, sub-elite e amadores) e conclu&iacute;ram  			que os atletas profissionais de elite apresentam melhor desempenho em testes de sprints, quando comparados aos atletas de n&iacute;veis competitivos inferiores. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Assim, os resultados da capacidade anaer&oacute;bia encontrados no presente estudo corroboram os estudos anteriormente citados, evidenciando que o desempenho da  			capacidade anaer&oacute;bia melhora &agrave; medida que o n&iacute;vel competitivo aumenta. 		</p> 		 		    <p> 			Em contrapartida, foi encontrado na literatura apenas um estudo que compara a mesma posi&ccedil;&atilde;o de jogo em n&iacute;veis competitivos diferentes. Ribeiro, Dias,  			Claudino, e Gon&ccedil;alves (2007), utilizando o mesmo protocolo de teste do presente estudo (RAST), n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;a estat&iacute;stica ao comparar a pot&ecirc;ncia  			m&eacute;dia de jovens atletas brasileiros de futebol profissional e semi-profissional. Esses autores compararam apenas uma posi&ccedil;&atilde;o de jogo (laterais/alas) entre  			os diferentes n&iacute;veis competitivos. Possivelmente, os autores n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;a entre os dois n&iacute;veis competitivos devido &agrave; idade (18.4 &plusmn; 0.7  			anos) do grupo de estudo, pois nesta faixa et&aacute;ria os atletas encontram-se em fase de especializa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica na modalidade (Marques, Travassos, &amp; Almeida,  			2010) e os &iacute;ndices de desempenho desportivo, entre eles, o desempenho anaer&oacute;bio, est&atilde;o correlacionados com o n&iacute;vel de matura&ccedil;&atilde;o (Villar &amp; Denadai, 2001). 		</p> 		 		    <p> 			A pot&ecirc;ncia m&eacute;dia no presente estudo n&atilde;o diferiu estatisticamente entre as posi&ccedil;&otilde;es de jogo para atletas de futebol do mesmo n&iacute;vel competitivo, independente  			do grupo investigado (A ou B). Davis, Brewer, e Atkin (1992) realizaram o Wingate test em atletas de futebol no in&iacute;cio da temporada da liga inglesa e  			apresentaram resultados semelhantes aos do presente estudo. 		</p> 		 		    <p> 			No entanto, Al-Hazzaa et al. (2001) avaliaram atletas da sele&ccedil;&atilde;o nacional da Ar&aacute;bia Saudita no in&iacute;cio da fase de prepara&ccedil;&atilde;o para a copa do mundo da Fran&ccedil;a  			(1998) e mostraram que a pot&ecirc;ncia m&eacute;dia dos zagueiros apresentou valores maiores e estatisticamente significativos em compara&ccedil;&atilde;o com atletas de outras  			posi&ccedil;&otilde;es de jogo (laterais, meio-campistas e atacantes). No estudo de Cruz (2005), com atletas portugueses que atuavam na 1&ordf; divis&atilde;o do campeonato  			Portugu&ecirc;s e estavam em in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada, tamb&eacute;m foram encontradas diferen&ccedil;as estatisticamente significativas para a pot&ecirc;ncia m&eacute;dia. Neste estudo, os  			atacantes apresentaram valores maiores e estatisticamente significativos na compara&ccedil;&atilde;o com os meio-campistas, independentemente do protocolo de teste  			utilizado (RAST ou Wingate test).  		</p> 		 		    <p> 			Com base nos trabalhos anteriormente citados, relacionados &agrave; pot&ecirc;ncia m&eacute;dia em futebolistas, fica evidente a necessidade de realizar mais estudos que  			caracterizem cada posi&ccedil;&atilde;o de jogo, pois n&atilde;o houve um consenso entre os trabalhos que analisaram esta vari&aacute;vel em atletas de futebol do mesmo n&iacute;vel  			competitivo. 		</p> 		 		    <p> 			Outra vari&aacute;vel investigada no presente estudo foi o &iacute;ndice de fadiga. Esta apresentou valores inferiores no grupo B em compara&ccedil;&atilde;o ao grupo A  			(<a href="#f2">Figura 2</a>), por&eacute;m, apenas os meio-campistas diferiram estatisticamente entre os grupos. De acordo com Zacharogiannis et al. (2004) os valores  			do &iacute;ndice de fadiga recomendados para atletas de futebol s&atilde;o de at&eacute; 10%, sendo que valores acima indicam a necessidade de melhorar a toler&acirc;ncia aos  			esfor&ccedil;os intermitentes. No entanto, deve-se ter cautela na utiliza&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de fadiga, pois no c&aacute;lculo desse &iacute;ndice no RAST consideram-se apenas a  			maior e a menor pot&ecirc;ncia e n&atilde;o o decr&eacute;scimo da pot&ecirc;ncia nos seis sprints. Os atletas da equipe B estavam com a pot&ecirc;ncia anaer&oacute;bia m&aacute;xima muito baixa e,  			consequentemente, a diferen&ccedil;a entre a pot&ecirc;ncia m&aacute;xima e m&iacute;nima foi menos significativa. Isso pode ter influenciado os resultados do &iacute;ndice de fadiga  			apresentados no presente estudo, pois quanto menor &eacute; a pot&ecirc;ncia, parece ser mais f&aacute;cil de mant&ecirc;-la. 		</p> 		 		    <p> 			Kaplan (2010) investigou o &iacute;ndice de fadiga em 85 atletas turcos amadores de futebol, de mesmo n&iacute;vel competitivo, de acordo com as posi&ccedil;&otilde;es de jogo. Os  			atletas foram avaliados no final do per&iacute;odo preparat&oacute;rio (ap&oacute;s 6 semanas de treinamento). O protocolo utilizado para obter os valores de &iacute;ndice de fadiga  			foi o Bangsbo Repeated Sprint Test, similar ao teste de RAST. O autor n&atilde;o encontrou diferen&ccedil;a estat&iacute;stica entre as posi&ccedil;&otilde;es de jogo. 		</p> 		 		    <p> 			Estudos realizados no in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada, com atletas brasileiros semi-profissionais (Goulart, Dias, &amp; Altimari, 2007; Silva, Guglielmo, Floriano,  			Arins, &amp; Dittrich, 2009) e portugueses profissionais de elite (Cruz, 2005) tamb&eacute;m n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;a estat&iacute;stica entre as posi&ccedil;&otilde;es de jogo. Cruz  			(2005) avaliou o &iacute;ndice de fadiga em atletas portugueses profissionais de elite, por meio de dois protocolos distintos (teste de RAST e Wingate test), no  			mesmo per&iacute;odo de treinamento (in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada) e n&atilde;o encontrou diferen&ccedil;a estat&iacute;stica entre as posi&ccedil;&otilde;es de jogo. 		</p> 		 		    <p> 			Os achados destes estudos est&atilde;o de acordo com os encontrados no presente estudo para o grupo B e divergem do grupo A. Tal diverg&ecirc;ncia do grupo A com esses  			estudos podem ser explicados pela diferen&ccedil;a entre os n&iacute;veis competitivos (Kaplan, 2010) e faixa et&aacute;ria (Goulart et al., 2007 e Silva et al., 2009),  			mostrando que, em n&iacute;veis mais elevados de competi&ccedil;&otilde;es, pode ser poss&iacute;vel identificar a especificidade da posi&ccedil;&atilde;o de jogo. No entanto, como mencionado  			anteriormente, existe uma limita&ccedil;&atilde;o na utiliza&ccedil;&atilde;o do c&aacute;lculo do &iacute;ndice de fadiga (<a href="#f1">Figura 1</a>) no RAST. Isso pode ter influenciado os resultados deste &iacute;ndice,  			devendo ser considerado como uma limita&ccedil;&atilde;o do presente estudo. 		</p> 		 		    <p> 			Na compara&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de fadiga entre as posi&ccedil;&otilde;es de jogo, no mesmo n&iacute;vel competitivo, foram encontradas diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas entre atacantes e outras  			duas posi&ccedil;&otilde;es (meio-campistas e laterais) no grupo A (<a href="#f4">Figura 4</a>). Esses resultados indicam uma poss&iacute;vel especificidade da posi&ccedil;&atilde;o de jogo. No entanto, mais  			estudos devem ser realizados com atletas de futebol para comprovar estes achados, enfatizando as causas da fadiga muscular relacionada ao desempenho  			anaer&oacute;bio em diferentes posi&ccedil;&otilde;es de jogo e em n&iacute;veis competitivos mais elevados. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Para tanto, &eacute; importante ressaltar que a fadiga muscular pode ser causada por diversos fatores, tais como o calor, a umidade atmosf&eacute;rica, a desidrata&ccedil;&atilde;o, a  			redu&ccedil;&atilde;o da funcionalidade do sistema nervoso central, a deple&ccedil;&atilde;o de substratos, entre outros (Mohr, Krustrup, &amp; Bangsbo, 2005), sendo que a fadiga  			muscular no final de uma partida de futebol parece ser principalmente em decorr&ecirc;ncia da deple&ccedil;&atilde;o do glicog&ecirc;nio muscular em algumas fibras musculares  			(Bangsbo, Iaia, &amp; Krustrup, 2007; Mohr et al., 2005). 		</p> 		 		    <p> 			Bangsbo, Iaia, e Krustrup (2007) apresentam, em uma revis&atilde;o de estudos sobre a fadiga no futebol, afirmando que o glicog&ecirc;nio muscular &eacute; o substrato mais  			importante para a produ&ccedil;&atilde;o de energia, uma vez que h&aacute; uma redu&ccedil;&atilde;o do glicog&ecirc;nio muscular entre 40 e 90% ap&oacute;s uma partida de futebol. Entretanto, no  			presente estudo a deple&ccedil;&atilde;o do glicog&ecirc;nio muscular n&atilde;o deve ter sido o principal respons&aacute;vel pelos elevados &iacute;ndices de fadiga no grupo A, pois a fadiga  			tempor&aacute;ria ocasionada por per&iacute;odos intensos e de curta dura&ccedil;&atilde;o durante o jogo, similar ao teste de RAST, est&aacute; atrelado a dist&uacute;rbios na homeostasia i&ocirc;nica  			do m&uacute;sculo e a diminui&ccedil;&atilde;o da excitabilidade do sarcolema(Mohr et al., 2005) e estas parecem ter sido as raz&otilde;es dos elevados &iacute;ndices de fadiga no  			grupo A. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			Com base nos resultados encontrados, &eacute; poss&iacute;vel concluir que atletas de futebol (zagueiros, meio-campistas e atacantes) que competem em n&iacute;veis mais  			elevados apresentam melhor desempenho da capacidade anaer&oacute;bia, avaliada no in&iacute;cio da pr&eacute;-temporada, em compara&ccedil;&atilde;o com atletas de futebol de n&iacute;veis  			competitivos inferiores. Esses achados indicam que atletas de futebol de n&iacute;veis competitivos mais elevados necessitam um maior treinamento da capacidade  			anaer&oacute;bia para suportar as exig&ecirc;ncias de competi&ccedil;&otilde;es de alto rendimento. A compara&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de fadiga entre atletas que competem em n&iacute;veis mais  			elevados mostra que os atacantes apresentam melhores valores do que outras duas posi&ccedil;&otilde;es de jogo (meio-campistas e laterais). Isso indica que os atacantes  			apresentam maior toler&acirc;ncia aos esfor&ccedil;os intermitentes, possibilitando aos preparadores f&iacute;sicos que enfatizem mais o treinamento anaer&oacute;bio nesses atletas.  			Sugere-se que sejam realizados estudos comparando atletas de futebol que competem em diferentes pa&iacute;ses realizando um acompanhamento do desempenho anaer&oacute;bio  			durante toda a temporada. Al&eacute;m de utilizar o decr&eacute;scimo da pot&ecirc;ncia dos seis sprints (RAST) para an&aacute;lise da fadiga muscular. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Abrantes, C., Ma&ccedil;&atilde;s, V., &amp; Sampaio, J. (2004). Variation in football players sprint test performance across different ages and levels of competition.  			<i>Journal of Sports Science and Medicine, 3</i>(1), 44-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201200030000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Al-Hazzaa, H. M., Almuzaini, K. S., Al-Refafe, S. A., Sulaiman, M. A., Dafterdar, M. Y., Al-Ghamedi, A., &amp; Al-Khuraiji, K. N. (2001). Aerobic and  			anaerobic power characteristics on Saudi elite soccer players. <i>Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, 41</i>(1), 54-61.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201200030000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Aziz, A. R., Mukherjee, S., Chia, M. Y. H., &amp; Teh, K. C. (2007). Relationship between measured maximal oxygen uptake and aerobic endurance performance  			with running repeated sprint ability in young elite soccer players. <i>Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, 47</i>(4), 401-407.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201200030000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Aziz, A. R., Mukherjee, S., Chia, M. Y. H., &amp; Teh, K. C. (2008). Validity of the running repeated sprint ability test among playing positions and level  			of competitiveness in trained soccer players. <i>International Journal Sports Medicine, 29</i>(9), 833-838.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201200030000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bangsbo, J. (1994). The physiology of soccer: With special reference to intense intermittent exercise. <i>Acta Physiologica Scandinavica, 151</i>(suppl.),  			619.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201200030000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bangsbo, J., Iaia, F. M., &amp; Krustrup, P. (2007). Metabolic response and fatigue in soccer. <i>International Journal of Sports Physiology and  			Performance Journal, 2</i>(2), 111-127.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201200030000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Barbero, J. C., Villanueva, A. M., &amp; Bishop, D. (2006). La capacidad para repetir esfuerzos m&aacute;ximos intermitentes: aspectos fisiol&oacute;gicos (I). <i> 			Archivos de Medicina del Deporte, 23</i>(114), 299-303.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201200030000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Confedera&ccedil;&atilde;o Brasileira de Futebol. <i>Rela&ccedil;&atilde;o de transfer&ecirc;ncias para o exterior</i>. Recuperado em 14 de novembro, 2010, de <a href= 			"http://www.cbf.com.br/php/transferencias.php" target="_blank">http://www.cbf.com.br/php/transferencias.php</a> 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201200030000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Cometti, G., Maffiuletti, N. A., Pousson, M., Chatard, J. C., &amp; Maffulli, N (2001). Isokinetic strength and anaerobic power of elite, subelite and  			amateur French soccer players. <i>International Journal Sports Medicine, 22</i>(1), 45-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201200030000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Cruz, S. (2005). <i>Avalia&ccedil;&atilde;o da capacidade f&iacute;sica em futebolistas profissionais: An&aacute;lise em fun&ccedil;&atilde;o da posi&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica</i>. (Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado  			n&atilde;o-publicada), Universidade do Porto, Faculdade de Ci&ecirc;ncias do Desporto e de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201200030000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Davis, J. A., &amp; Brewer, J. (1993). Applied physiology of female soccer players: Review. <i>Sports Medicine, 16</i>(3), 180-189.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201200030000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Davis, J. A., Brewer, J., &amp; Atkin, D. (1992). Pre-season physiological characteristics of English first and second division soccer players. <i>Journal  			of Sports Sciences, 10</i>(6), 541-547.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201200030000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Gall, F. L., Carling, C., Williams, M., &amp; Reilly, T. (2010). Anthropometric and fitness characteristics of international, professional and amateur male  			graduate soccer players from an elite youth academy. <i>Journal of Science and Medicine in Sport, 13</i>(1), 90–95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201200030000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Goulart, L. F., Dias, R. M. R., &amp; Altimari, L. R. (2007). For&ccedil;a isocin&eacute;tica de jogadores de futebol categoria sub-20: Compara&ccedil;&atilde;o entre diferentes  			posi&ccedil;&otilde;es de jogo. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, 9</i>(2), 165-169.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201200030000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Impellizzeri, F. M., Rampinini, E., Castagna, C., Bishop, D., Ferrari Bravo, D., Tibaudi, A., &amp; Wisloff, U. (2008). Validity of a repeated-sprint test  			for football. <i>International Journal Sports Medicine, 29</i>(11), 899-905.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201200030000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			International Society for the Advancement of Kinanthropometry. (2001). <i>International standards for anthropometric assessment</i>. (1st ed.). Adelaide:  			National Library of Australia Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201200030000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Kaplan, T. (2010). Examination of repeated sprinting ability and fatigue index of soccer players according to their positions. <i>The Journal of Strength  			and Conditioning Research, 24</i>(6), 1495-1501.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-107X201200030000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Marques, M. C., Travassos, B., &amp; Almeida, R. (2010). A for&ccedil;a explosiva, velocidade e capacidades motoras espec&iacute;ficas em futebolistas juniores amadores:  			Um estudo correlacional. <i>Motricidade, 6</i>(3), 5-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201200030000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			McIntyre, M. C., &amp; Hall, M. (2005). Physiological profile in relation to playing position of elite college Gaelic footballers. <i>British Journal of  			Sports Medicine, 39</i>(5), 264-266.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201200030000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Mohr, M., Krustrup, P., &amp; Bangsbo, J. (2003). Match performance of high-standard soccer players with special reference to development of fatigue. <i> 			Journal of Sports Sciences, 21</i>, 439-449.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-107X201200030000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Mohr, M., Krustrup, P., &amp; Bangsbo, J. (2005). Fatigue in soccer: A brief review. <i>Journal of Sports Science, 23</i>(6), 593-599.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-107X201200030000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ostojic, S. M. (2004). Elite and nonelite soccer players: Preseasonal physical and physiological characteristics. <i>Research in Sports Medicine, 12</i> 			(2), 143-150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-107X201200030000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Pinasco, A., &amp; Carson, J. (2005). Preseason conditioning for college soccer. <i>Strength and Conditioning Journal, 27</i>(5), 56-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-107X201200030000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Reilly, T., Bangsbo, J., &amp; Franks, A. (2000). Anthropometric and physiological predispositions for elite soccer. <i>Journal of Sports Science, 18</i> 			(9), 669-683.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-107X201200030000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ribeiro, R. S., Dias, D. F., Claudino, J. G. O., &amp; Gon&ccedil;alves, R. (2007). An&aacute;lise do somatotipo e condicionamento f&iacute;sico entre atletas de futebol de  			campo sub-20. <i>Motriz, 13</i>(4), 280-287.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1646-107X201200030000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Rosell, J. C., Tarrero, L. M. T., Sassi, R., Marco, A. G., &amp; Cifre, J. S. (2000). El trabajo intermitente de alta intensidad: Experiencia de campo. <i> 			Archivos de Medicina del Deporte, 17</i>(77), 257-262.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1646-107X201200030000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Santos, P. J., &amp; Soares, J. M. (2001). Capacidade aer&oacute;bia em futebolistas de elite em fun&ccedil;&atilde;o da posi&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica no jogo. <i>Revista Portuguesa de  			Ci&ecirc;ncias do Desporto, 1</i>(2), 7-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1646-107X201200030000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Silva, J. F., Guglielmo, L. G. A., Floriano, L. T., Arins, F. B., &amp; Dittrich, N. (2009). Aptid&atilde;o aer&oacute;bia e capacidade de sprints repetidos no futebol:  			Compara&ccedil;&atilde;o entre as posi&ccedil;&otilde;es. <i>Motriz, 15</i>(4), 861-870.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1646-107X201200030000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			St&oslash;len, T., Chamari, K., Castagna, C., &amp; Wisloff, U. (2005). Physiology of Soccer: An Update. <i>Sports Medicine, 35</i>(6), 501-536.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S1646-107X201200030000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Villar, R., &amp; Denadai, B. S. (2001). Efeitos da idade na aptid&atilde;o f&iacute;sica em meninos praticantes de futebol de 9 a 15 anos. <i>Motriz, 7</i>(2), 93-97.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1646-107X201200030000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Zacharogiannis, E., Paradisis, G., &amp; Tziortzis, S. (2004). An evalution of tests of anaerobic power and capacity. <i>Medicine and Science in Sports and  			Exercise, 36</i>(5), 116.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S1646-107X201200030000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Zagatto, A. M., Beck, W. R., &amp; Gobatto, C. A. (2009). Validity of the running anaerobic sprint test for assessing anaerobic power and predicting  			short-distance performances. <i>The Journal of Strength and Conditioning Research, 23</i>(6), 1820-1827.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S1646-107X201200030000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a name="0"></a><a href="#top0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a></i> 			Vanderson Luis Moro. Laborat&oacute;rio de Cineantropometria, Centro de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Desportos, Universidade Federal de Santa Maria. Avenida Roraima, 1000  			Cidade Universit&aacute;ria, Pr&eacute;dio 51, Bairro Camobi, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, CEP 97.105-900, RS, Brasil. 			<i>E-mail:</i> <a href="mailto:vandersonmoro@hotmail.com">vandersonmoro@hotmail.com</a> 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 10.06.2011 &brvbar; Aceite: 29.08.2012</p> 	     ]]></body><back>
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