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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aspetos relacionados à qualidade de vida e atividade física de policiais militares de Santa Catarina - Brasil]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aims to investigate the relationship between quality of life, health, physical activity, occupation, body composition and sociodemographic characteristics of Military Police of Santa Catarina, Brazil. 302 Police Officers participated in this study, randomly selected through a simple drawing and in accordance with the eligibility criteria. Data were collected through two questionnaires from the World Health Organization, one of them concerning quality of life (WHOQOL-Bref), and the other, concerning physical activity (IPAQ-Long), and additionally, a worksheet containing sociodemographic, anthropometric, occupational and health-related variables. It was found that most of the Military Police is married, schooled, with an average of 36.6 years old and 15.1 years of the police action, has good perception for quality of life, has levels of physical activity above the recommended, has weight in the range recommended, and has good health. It can be concluded that there are associations of quality of life with leisure physical activities, height and marital status.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p><b>Aspetos relacionados &agrave; qualidade de vida e atividade f&iacute;sica de policiais militares de Santa Catarina - Brasil</b></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			<b>R. Silva<sup>I</sup>,</b> 			<b>A.M. Schlichting<sup>II</sup>,</b> 			<b>J.P. Schlichting<sup>II</sup>,</b> 			<b>P.J. Gutierres Filho<sup>I</sup>,</b> 			<b>F. Adami<sup>III</sup>,</b> 			<b>A. Silva<sup>IV</sup></b> 		</p> 		 		    <p><sup>I</sup>Laborat&oacute;rio de Atividade Motora Adaptada, Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de e do Esporte,  		Universidade do Estado de Santa Catarina, Florian&oacute;polis, Brasil.</p> 		    <p><sup>II</sup>Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, Governo do Estado de Santa Catarina, Florian&oacute;polis, Brasil.</p> 		    <p><sup>III</sup>Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica, Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de P&uacute;blica, Universidade de S&atilde;o  		Paulo, S&atilde;o Paulo, Brasil.</p> 		    <p><sup>IV</sup>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro. Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto, Sa&uacute;de e  		Desenvolvimento Humano, Vila Real, Portugal.</p> 		 		    <p><i><a name="top0"></a><a href="#0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			Este estudo teve como objetivo investigar a rela&ccedil;&atilde;o entre qualidade de vida, sa&uacute;de, atividade f&iacute;sica, ocupa&ccedil;&atilde;o, composi&ccedil;&atilde;o corporal e caracter&iacute;sticas  			s&oacute;cio-demogr&aacute;ficas de Policiais Militares do Estado de Santa Catarina, Brasil. Participaram 302 Policiais Militares da regi&atilde;o metropolitana da Capital do  			Estado de Santa Catarina, Brasil, selecionados aleatoriamente atrav&eacute;s de sorteio simples e que atenderam aos crit&eacute;rios de elegibilidade. Os dados foram  			coletados atrav&eacute;s do Question&aacute;rio da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de sobre Qualidade de Vida – vers&atilde;o curta (WHOQOL-Bref) e do Question&aacute;rio da Organiza&ccedil;&atilde;o  			Mundial de Sa&uacute;de sobre Atividade F&iacute;sica – vers&atilde;o longa (IPAQ-Long), al&eacute;m de uma planilha sobre vari&aacute;veis s&oacute;cio-demogr&aacute;ficas, antropom&eacute;tricas, ocupacionais  			e de sa&uacute;de. Constatou-se que a maioria dos Policiais Militares &eacute; casada, escolarizada e com m&eacute;dia de 36.6 anos de idade e 15.1 anos de atua&ccedil;&atilde;o policial,  			apresenta boa percep&ccedil;&atilde;o de qualidade de vida, possui n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica acima do recomendado, est&aacute; na faixa de peso recomendado e tem boa sa&uacute;de.  			Pode-se concluir que existem associa&ccedil;&otilde;es da qualidade de vida com as atividades f&iacute;sicas de lazer, a estatura e a situa&ccedil;&atilde;o marital. 		</p> 		    <p><b>Palavras-chave</b>: qualidade de vida, sa&uacute;de, atividade motora, composi&ccedil;&atilde;o corporal, policial</p>		 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Aspects related to quality of life and physical activity of military police officers of Santa Catarina – Brazil</b></p> 		 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			This study aims to investigate the relationship between quality of life, health, physical activity, occupation, body composition and sociodemographic  			characteristics of Military Police of Santa Catarina, Brazil. 302 Police Officers participated in this study, randomly selected through a simple drawing  			and in accordance with the eligibility criteria. Data were collected through two questionnaires from the World Health Organization, one of them concerning  			quality of life (WHOQOL-Bref), and the other, concerning physical activity (IPAQ-Long), and additionally, a worksheet containing sociodemographic,  			anthropometric, occupational and health-related variables. It was found that most of the Military Police is married, schooled, with an average of 36.6  			years old and 15.1 years of the police action, has good perception for quality of life, has levels of physical activity above the recommended, has weight  			in the range recommended, and has good health. It can be concluded that there are associations of quality of life with leisure physical activities, height  			and marital status. 		</p> 		    <p><b>Keywords</b>: quality of life, health, motor activity, body composition, police</p> 		    <p>&nbsp;</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			A express&atilde;o qualidade de vida surgiu em 1920 com as discuss&otilde;es sobre Estado, economia e bem-estar material de indiv&iacute;duos de classes sociais menos  			favorecidas (Sirgy, 2001). O termo qualidade de vida passou a ter maior difus&atilde;o ap&oacute;s a Segunda Guerra Mundial e visava o entendimento do modo de vida dos  			indiv&iacute;duos e seu suporte financeiro. Nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, o conceito de qualidade de vida tem sido associado principalmente &agrave; sa&uacute;de humana, constituindo-se  			assim, relevante aspecto para estudo e melhoria da sa&uacute;de p&uacute;blica atual (Meeberg, 1993). 		</p> 		 		    <p> 			A qualidade de vida pode ser definida como a percep&ccedil;&atilde;o particular da posi&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo na vida e no contexto da cultura, bem como nos sistemas de valor  			que s&atilde;o vivenciados e associados &agrave;s suas metas, expectativas, padr&otilde;es e preocupa&ccedil;&otilde;es, sendo, portanto, um fen&ocirc;meno de percep&ccedil;&atilde;o pessoal que denota o modo  			como o indiv&iacute;duo sente a sua sa&uacute;de e outros estados associados, como bem-estar e ocupa&ccedil;&atilde;o (Farquhar, 1995; Gill, 1994). 		</p> 		 		    <p> 			O trabalho humano destaca-se como um dos fatores significativos &agrave; qualidade de vida, principalmente por suas consequ&ecirc;ncias &agrave; sa&uacute;de dos indiv&iacute;duos.  			Entretanto, estas consequ&ecirc;ncias s&atilde;o diferentes entre os n&iacute;veis de desenvolvimento econ&ocirc;mico e social espec&iacute;ficos a cada regi&atilde;o, pois nos pa&iacute;ses com pouco  			desenvolvimento, prevalecem os problemas de sa&uacute;de associados &agrave; fome, ao saneamento b&aacute;sico e &agrave;s doen&ccedil;as transmiss&iacute;veis, enquanto nos pa&iacute;ses com acentuado  			desenvolvimento, predominam as doen&ccedil;as n&atilde;o transmiss&iacute;veis (Forattini, 1992; Leavell &amp; Clark, 1978). 		</p> 		 		    <p> 			As doen&ccedil;as n&atilde;o transmiss&iacute;veis est&atilde;o associadas ao estilo de vida das sociedades industrializadas. As influ&ecirc;ncias delet&eacute;rias do trabalho na atualidade  			referem-se principalmente &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o do tempo livre ao lazer e &agrave; fam&iacute;lia, &agrave; deteriora&ccedil;&atilde;o do poder econ&ocirc;mico, &agrave; restri&ccedil;&atilde;o de acesso a bens e servi&ccedil;os  			essenciais, &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o a agentes stressores, e ao sedentarismo (Sallis &amp; Owen, 1999). 		</p> 		 		    <p> 			Algumas profiss&otilde;es acentuam estas condi&ccedil;&otilde;es ocupacionais delet&eacute;rias, como, por exemplo, a de militares (Smith et al., 2007). No Brasil, considera-se a  			pol&iacute;cia como uma for&ccedil;a auxiliar e reserva &agrave;s for&ccedil;as armadas, que tem como miss&atilde;o a pol&iacute;cia ostensiva e a preserva&ccedil;&atilde;o da ordem p&uacute;blica. Esta institui&ccedil;&atilde;o  			baseia-se na disciplina e na hierarquia militar e aplica os limites de sua compet&ecirc;ncia na a&ccedil;&atilde;o ostensiva, preventiva e repressiva com o objetivo da  			seguran&ccedil;a integrada de defesa territorial e civil (Pol&iacute;cia Militar de Santa Catarina, 2008). 		</p> 		 		    <p> 			Estas a&ccedil;&otilde;es inerentes &agrave; atua&ccedil;&atilde;o policial imp&otilde;em exig&ecirc;ncias fisiol&oacute;gicas, recorr&ecirc;ncias de estados distressores, rotinas extenuantes e cargas ps&iacute;quicas que  			provocam danos f&iacute;sicos e ps&iacute;quicos a estes profissionais (Berg, Hem, Lau, &amp; Ekeberg, 2005; Deschamps, Paganon-Badinier, Marchand, &amp; Merle, 2003).  			Entre os danos ps&iacute;quicos, pode-se apontar a depend&ecirc;ncia alco&oacute;lica, os abusos no uso de medicamentos, a depress&atilde;o e os transtornos de diversos tipos, tais  			como a desordem de stress p&oacute;s-traum&aacute;tico ou s&iacute;ndrome de exaust&atilde;o emocional ou burn-out, entre outros (Loo, 2004). J&aacute; entre os danos f&iacute;sicos, podem ser  			citadas as doen&ccedil;as cardiovasculares e as doen&ccedil;as metab&oacute;licas, entre outras (Sorensen, Smolander, Louhevaara, Korhonen, &amp; Oja, 2000). 		</p> 		 		    <p> 			Deste modo, este estudo teve como objetivo investigar a rela&ccedil;&atilde;o entre qualidade de vida, sa&uacute;de, atividade f&iacute;sica, ocupa&ccedil;&atilde;o, composi&ccedil;&atilde;o corporal e  			caracter&iacute;sticas s&oacute;cio-demogr&aacute;ficas de Policiais Militares do Estado de Santa Catarina, Brasil. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p> 			Este estudo foi caracterizado como uma pesquisa do tipo anal&iacute;tico transversal (Pereira, 2002; Thomas &amp; Nelson, 2001). Todos os procedimentos foram  			previamente aprovados pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisas Envolvendo Seres Humanos da Universidade do Estado de Santa Catarina (Parecer 177/2007),  			respeitando &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o brasileira e atendendo &agrave;s recomenda&ccedil;&otilde;es &eacute;ticas internacionais (Resolu&ccedil;&atilde;o 196, 1996; Diniz &amp; Corr&ecirc;a, 2001; World Medical  			Association, 1997). 		</p>  		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    <p> 			A corpora&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;cia militar do Estado de Santa Catarina &eacute; composta de 16.502 sujeitos, sendo que 11.663 encontram-se na ativa (N). O c&aacute;lculo amostral  			determinou a necessidade de 397 sujeitos de pesquisa (n) obtidos aleatoriamente por sorteio simples, com erro amostral toler&aacute;vel de 5%, n&iacute;vel de confian&ccedil;a  			de 95% de precis&atilde;o (Barbetta, 2003). 		</p> 		 		    <p> 			A amostra foi composta por Policiais Militares das cinco grandes regi&otilde;es do Estado de Santa Catarina, Brasil, que atenderam aos crit&eacute;rios de inclus&atilde;o e de  			exclus&atilde;o. Deste modo, foram inclu&iacute;dos os Policiais Militares que apresentassem inten&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria integral para participar da pesquisa, que fossem do  			g&ecirc;nero masculino, possu&iacute;ssem idade superior a 18 anos e estivessem na categoria ativa da corpora&ccedil;&atilde;o. Foram exclu&iacute;dos da amostra os Policiais Militares  			afastados por motivo de doen&ccedil;a. 		</p> 		 		    <p> 			A composi&ccedil;&atilde;o final da amostra apontou 302 indiv&iacute;duos, com idade m&iacute;nima de 19 anos, m&aacute;xima de 51 anos, m&eacute;dia de 36.6 anos e mediana de 42 anos. Este  			quantitativo foi obtido ap&oacute;s recolhidos os question&aacute;rios e procedidas a tabula&ccedil;&atilde;o e an&aacute;lise detalhadas dos resultados, verificando-se que 13 question&aacute;rios  			n&atilde;o foram devolvidos, 13 question&aacute;rios eram de sujeitos do g&ecirc;nero feminino e 69 question&aacute;rios n&atilde;o tinham a integralidade dos dados preenchidos,  			validando-se 302 question&aacute;rios e estabelecendo uma taxa de resposta de aproximadamente 76%. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Instrumentos e Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			Foram utilizados neste estudo dois instrumentos da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de: (1) Question&aacute;rio sobre Qualidade de Vida, vers&atilde;o curta (WHOQOL-Bref)  			(Fleck, Leal, Louzada, &amp; Xavier, 1999; Fleck, Louzada, &amp; Xavier, 2000; Harper &amp; Power, 1998); (2) Question&aacute;rio sobre Atividades F&iacute;sicas, vers&atilde;o  			longa (IPAQ-Long) (Craig et al., 2003; Matsudo, Araujo, &amp; Matsudo, 2001; Pardini, Matsudo, &amp; Ara&uacute;jo, 2001). 		</p> 		 		    <p> 			Al&eacute;m destes instrumentos, foi utilizada ainda uma planilha para coleta de dados sobre fatores s&oacute;cio-demogr&aacute;ficos, ocupacionais e antropom&eacute;tricos. Os  			fatores s&oacute;cio-demogr&aacute;ficos inclu&iacute;ram g&ecirc;nero, idade, grau de instru&ccedil;&atilde;o e estado civil. Os fatores ocupacionais inclu&iacute;ram tempo de servi&ccedil;o, tipo de atua&ccedil;&atilde;o e  			realiza&ccedil;&atilde;o de trabalhos extra. Os fatores antropom&eacute;tricos inclu&iacute;ram peso e estatura corporal. 		</p> 		 		    <p> 			O WHOQOL-Bref &eacute; composto de 26 quest&otilde;es que investigam a qualidade de vida em quatro dom&iacute;nios: f&iacute;sico, psicol&oacute;gico, social, ambiental (Fleck et al., 1999;  			Fleck et al., 2000; Harper &amp; Power, 1998). O IPAQ-Long &eacute; composto de 25 quest&otilde;es que avaliam a atividade f&iacute;sica a partir de cinco dom&iacute;nios: trabalho,  			tarefas dom&eacute;sticas, transporte, lazer/esporte/recrea&ccedil;&atilde;o, e de tempo sentado (Craig et al., 2003; Matsudo et al., 2001; Pardini et al., 2001). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			A coleta dos dados foi iniciada somente depois da recolha do consentimento livre e informado dos sujeitos de pesquisa, adotando-se cuidados adicionais para  			minimizar os riscos envolvidos na pesquisa com popula&ccedil;&otilde;es vulner&aacute;veis, procedendo-se &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o nos instrumentos somente por c&oacute;digos estabelecidos  			aleatoriamente e de acesso exclusivo dos pesquisadores (Brazil, 1996).  		</p> 		 		    <p> 			Os dados foram coletados diretamente no local de trabalho dos Policiais Militares atrav&eacute;s da entrega e recolha posterior dos instrumentos sem  			identifica&ccedil;&otilde;es aparentes. Foram disponibilizados contatos telef&ocirc;nicos e de correio eletr&ocirc;nico, al&eacute;m de visitas aos batalh&otilde;es, para esclarecimentos  			relacionados &agrave; pesquisa, j&aacute; que os pesquisadores tinham permiss&atilde;o para acesso aos locais de pesquisa. O tempo m&eacute;dio entre a entrega e a recolha foi de  			aproximadamente 72 horas.  		</p> 		 		    <p> 			Todas as an&aacute;lises estat&iacute;sticas foram realizadas no programa SPSS, vers&atilde;o 17.0. A confiabilidade dos resultados do WHOQOL-Bref e do IPAQ-Long foi realizada  			atrav&eacute;s do c&aacute;lculo do coeficiente Cronbach, adotando um valor de alfa igual ou superior a 0.70 tanto para a totalidade dos itens avaliados, quanto para  			apenas os itens estandardizados. 		</p> 		 		    <p> 			Os dados das vari&aacute;veis antropom&eacute;tricas, demogr&aacute;ficas, ocupacionais, de atividade f&iacute;sica e de qualidade de vida foram primeiramente analisados por meio de  			estat&iacute;stica descritiva. A rela&ccedil;&atilde;o entre os valores de qualidade de vida e vari&aacute;veis preditoras foi analisada primeiramente sob modelo de regress&atilde;o linear  			simples e posteriormente sob modelo m&uacute;ltiplo. Dessa forma, a vari&aacute;vel dependente considerada foi o escore total obtido do WHOQQL-Bref, com as vari&aacute;veis  			demogr&aacute;ficas, antropom&eacute;tricas, ocupacionais e de atividade f&iacute;sicas consideradas como independentes. Cada vari&aacute;vel independente foi analisada em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;  			dependente segundo um modelo de regress&atilde;o linear simples, sendo o ponto de corte para entrada no modelo m&uacute;ltiplo o valor de <i>p</i> menor ou igual a 0.20.  			Para modelo m&uacute;ltiplo, as vari&aacute;veis foram sendo imputadas segundo modelo forward, sendo consideradas significantes quando o <i>p</i> fosse menor que 0.05  			e/ou quando modificassem em mais de 10% o valor do coeficiente angular (<i>&beta;</i>) de qualquer vari&aacute;vel do modelo. O modelo m&uacute;ltiplo pode ser descrito  			segundo a equa&ccedil;&atilde;o: 		</p> 		 		    <p> 			<i>Y = &beta;</i><sub>0</sub> + <i>&beta;</i><sub>1</sub><i>X</i> + <i>&beta;</i><sub>2</sub><i>X</i> + ... + <i>&beta;</i><sub>n</sub><i>X</i> 		</p> 		 		    <p> 			Onde: 		</p> 		 		    <p> 			<i>Y</i> = valor predito da vari&aacute;vel dependente; 		</p> 		 		    <p> 			<i>&beta;</i><sub>0</sub> = intercepto do eixo <i>Y</i> (valor da vari&aacute;vel <i>Y</i>, quando <i>X</i> = 0); 		</p> 		 		    <p> 			<i>&beta;</i><sub>i</sub> = inclina&ccedil;&atilde;o da reta (coeficiente angular – valor do incremento de <i>Y</i> para cada unidade de <i>X</i>, quando todas as outras  			vari&aacute;veis independentes permane&ccedil;am constantes); 		</p> 		 		    <p> 			Os valores de refer&ecirc;ncia do I-PAQ-Long foram calculados segundo diretrizes do Instituto Karolinska da Su&eacute;cia (Karolinska Institutet, 2005) e os valores de  			refer&ecirc;ncia do WHOQOL-Bref calculados conforme crit&eacute;rios da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (World Health Organization, 1996), atrav&eacute;s de sintaxes constru&iacute;das  			para classifica&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica em baixo, moderado e alto, e da qualidade de vida e seus dom&iacute;nios em escores vari&aacute;veis entre 0 (menor  			&iacute;ndice) e 100 pontos (maior &iacute;ndice). Os valores de classifica&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice de massa corporal foram calculados com base nos crit&eacute;rios da Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial  			de Sa&uacute;de (World Health Organization, 1995). Os valores da classifica&ccedil;&atilde;o dos sujeitos quanto aos indicadores de risco e seus impactos &agrave; sa&uacute;de foram  			calculados de acordo com a escala proposta pelo Instituto para Pesquisa Social do Canad&aacute; (Institute for Social Research, 2005). Os valores referentes &agrave;  			estatura corporal foram agrupados a cada 10 cm e os valores do peso corporal foram agrupados a cada 10 kg. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p><b>An&aacute;lise psicom&eacute;trica dos Instrumentos de pesquisa</b></p> 		 		    <p> 			A an&aacute;lise da confiabilidade interna dos resultados, calculada atrav&eacute;s do coeficiente de Cronbach para as respostas obtidas com o WHOQOL-Bref, determinou um  			&iacute;ndice de 0.821, variando entre 0.801 (satisfa&ccedil;&atilde;o com a capacidade para realizar as tarefas cotidianas) e 0.838 (satisfa&ccedil;&atilde;o com os meios de transportes).  			Estes coeficientes foram considerados adequados aos valores adotados .  		</p> 		 		    <p> 			O c&aacute;lculo do coeficiente de Cronbach para as respostas do IPAQ-Long  considerou apenas os itens estandardizados, determinando deste modo um &iacute;ndice de  			0.770. Justifica-se este procedimento pelas caracter&iacute;sticas psicom&eacute;tricas do instrumento, que permite respostas que podem variar de 1 a 7 (dias por semana)  			e 0 a 960 (tempo de realiza&ccedil;&atilde;o da atividade em minutos) impondo vari&acirc;ncias elevadas. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Descri&ccedil;&atilde;o dos dados s&oacute;cio-demogr&aacute;ficos, ocupacionais, antropom&eacute;tricos e de sa&uacute;de</b></p> 		 		    <p> 			Os dados s&oacute;cio-demogr&aacute;ficos e ocupacionais caracterizam os sujeitos em sua maioria como adultos, casados, com escolariza&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel do ensino m&eacute;dio, com  			mais de 20 anos de atua&ccedil;&atilde;o na Pol&iacute;cia Militar (X = 15.1 anos), que n&atilde;o desenvolve nenhuma outra atividade ocupacional (Tabela 1). Os dados antropom&eacute;tricos  			e de sa&uacute;de caracterizam os sujeitos em sua maioria na faixa recomend&aacute;vel de peso calculada pelo &iacute;ndice de massa corporal, que possui boa percep&ccedil;&atilde;o de sua  			sa&uacute;de e com alto n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica e baixo risco para doen&ccedil;as cardiovasculares. (Tabela 2). O valor m&eacute;dio da massa corporal dos sujeitos foi 80.2  			kg e o da estatura corporal foi de 174 cm. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 1</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			<i> 				Vari&aacute;veis s&oacute;cio-demogr&aacute;ficas e ocupacionais de Policiais Militares, Santa Catarina, 2011 (n = 302). 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a09t1.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 2</p> 		    <p> 			<i> 				Vari&aacute;veis antropom&eacute;tricas e de sa&uacute;de de Policiais Militares, Santa Catarina, 2011 (n = 302). 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a09t2.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Descri&ccedil;&atilde;o dos valores medianos das atividades f&iacute;sicas em Equivalente Metab&oacute;lico</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Na Tabela 3 apresentam-se os dados descritivos dos Equivalentes Metab&oacute;licos (MET’S) relacionados aos tipos e dom&iacute;nios de atividade f&iacute;sica dos Policiais  			Militares. A partir dos resultados apresentados na Tabela 3, pode-se constatar que os valores medianos do dom&iacute;nio das atividades f&iacute;sicas ocupacionais, das  			atividades f&iacute;sicas do tipo moderadas e do total de atividades f&iacute;sicas est&atilde;o acima do recomendado para sa&uacute;de e o valor mediano do dom&iacute;nio das atividades  			f&iacute;sicas de transporte se encontra abaixo do m&iacute;nimo do recomendado para sa&uacute;de. Os demais dom&iacute;nios e tipos de atividades f&iacute;sicas est&atilde;o dentro dos limites  			recomendados para a sa&uacute;de. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 3</p> 		    <p> 			<i> 				Dados descritivos das atividades f&iacute;sicas de Policiais Militares, Santa Catarina, 2011 (n = 302). 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a09t3.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p>		 		    <p><b>Descri&ccedil;&atilde;o dos valores medianos dos escores de qualidade de vida</b></p> 		 		    <p> 			Na Tabela 4 apresenta-se os dados descritivos associados aos escores dos dom&iacute;nios da qualidade de vida dos Policiais Militares. Com base nos resultados  			apresentados na Tabela 4, pode-se verificar que o maior escore refere-se ao dom&iacute;nio social e o menor escore refere-se ao dom&iacute;nio ambiental. A maioria dos  			sujeitos, de acordo com quest&atilde;o do WHOQOL-Bref que n&atilde;o &eacute; computada no escore geral de qualidade de vida, considera boa sua qualidade de vida (<i>n</i> =  			197). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Tabela 4</p> 		    <p> 			<i> 				Dados descritivos da qualidade de vida de Policiais Militares, Santa Catarina, 2011 (n = 302). 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a09t4.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>An&aacute;lise multivariada das vari&aacute;veis relacionadas &agrave; qualidade de vida</b></p> 		 		    <p> 			A Tabela 5 descreve os par&acirc;metros da regress&atilde;o m&uacute;ltipla dos escores de qualidade de vida segundo vari&aacute;veis de atividade f&iacute;sica, demogr&aacute;ficas, ocupacionais  			e antropom&eacute;tricas. Ap&oacute;s a finaliza&ccedil;&atilde;o da regress&atilde;o simples de cada uma das vari&aacute;veis independentes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vari&aacute;vel dependente foram selecionadas,  			para a entrada no modelo m&uacute;ltiplo, as vari&aacute;veis: atividades f&iacute;sicas moderadas; atividades f&iacute;sicas de lazer; atividades f&iacute;sicas de transporte; atividades  			f&iacute;sicas dom&eacute;sticas; total das atividades f&iacute;sicas; n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica; idade; situa&ccedil;&atilde;o marital; tempo de servi&ccedil;o; peso; estatura; e &iacute;ndice de massa  			corporal, todas com valor de <i>p</i> menor que 0.20. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 5</p> 		    <p> 			<i> 				Par&acirc;metros da regress&atilde;o linear m&uacute;ltipla das vari&aacute;veis que permaneceram no modelo m&uacute;ltiplo e respetivos valores de &szlig; e p de cada vari&aacute;vel, Santa Catarina, 2009. 			</i> 		</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><img src="/img/revistas/mot/v8n3/8n3a09t5.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    <p> 			Deve-se informar que as limita&ccedil;&otilde;es deste estudo est&atilde;o associadas &agrave;s pesquisas envolvidas com popula&ccedil;&otilde;es vulner&aacute;veis, neste caso: (a) a necessidade de  			considerar a n&atilde;o identifica&ccedil;&atilde;o nas respostas a determinadas vari&aacute;veis; (b) perda amostral relacionada a participa&ccedil;&atilde;o integralmente volunt&aacute;ria, minorando  			assim, as influ&ecirc;ncias da cadeia de comando presentes nas organiza&ccedil;&otilde;es militares. 		</p> 		 		    <p> 			A partir do objetivo deste estudo foi poss&iacute;vel analisar os dados de 302 Policiais Militares que atenderam aos crit&eacute;rios de elegibilidade e que foram  			coletados atrav&eacute;s do WHOQOL-Bref e do IPAQ-Long, os quais apresentaram consist&ecirc;ncia interna, validez e fidedignidade estatisticamente adequadas,  			demonstrando associa&ccedil;&otilde;es da qualidade de vida com a atividade f&iacute;sica de lazer, a estatura e a situa&ccedil;&atilde;o marital, que s&atilde;o refor&ccedil;adas pelo car&aacute;ter aleat&oacute;rio  			imposto ao processo de amostragem adotado, e coadunadas, em parte, por estudos realizados com diversas popula&ccedil;&otilde;es. 		</p> 		 		    <p> 			A associa&ccedil;&atilde;o significante entre lazer e qualidade de vida tem sido identificada por diversos estudos (Lynch, Cerin, Owen, &amp; Aitken, 2007; Vuillemin et  			al., 2005; Wendel-Vos, Schuit, Tijhuis, &amp; Kromhout, 2004). Vuillemin et al. (2005), ao realizarem estudo na Fran&ccedil;a, verificaram que, apesar dos poucos  			dados sobre a rela&ccedil;&atilde;o entre sa&uacute;de, qualidade de vida e o tempo de atividade f&iacute;sica de lazer na popula&ccedil;&atilde;o francesa, os indiv&iacute;duos que realizam atividade  			f&iacute;sica de lazer tiveram melhores escores de qualidade de vida que aqueles que n&atilde;o fizeram. Wendel-Vos, Schuit, Tijhuis, e Kromhout (2004), ao realizarem  			pesquisa na Holanda, encontraram associa&ccedil;&otilde;es transversais entre atividades f&iacute;sicas de lazer moderadas e o estado geral de sa&uacute;de, a vitalidade, o  			funcionamento f&iacute;sico e limita&ccedil;&otilde;es do papel devido a problemas de sa&uacute;de f&iacute;sica. Entretanto, Wendel-Vos, Schuit, Tijhuis, e Kromhout (2004) identificaram  			associa&ccedil;&otilde;es longitudinais positivas somente para os componentes de sa&uacute;de mental relacionados &agrave; qualidade de vida. A associa&ccedil;&atilde;o entre lazer e qualidade de  			vida n&atilde;o foi identificada somente em indiv&iacute;duos saud&aacute;veis, mas tamb&eacute;m em portadores de diversas patologias, como por exemplo, no estudo de Lynch, Cerin,  			Owen, e Aitken (2007), desenvolvido na Austr&aacute;lia, que constataram que mesmo as pequenas altera&ccedil;&otilde;es nas atividades f&iacute;sicas de lazer est&atilde;o associadas &agrave;  			melhoria da qualidade de vida. 		</p> 		 		    <p> 			Os estudos sobre crescimento e desenvolvimento da popula&ccedil;&atilde;o em geral t&ecirc;m demonstrado que a estatura menos elevada est&aacute; associada ao fracasso escolar (Wake,  			Coghlan, &amp; Hesketh, 2000), &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o das rela&ccedil;&otilde;es pessoais (Hensley &amp; Cooper, 1987) e &agrave;s baixas condi&ccedil;&otilde;es de sa&uacute;de (Asao et al., 2006), entre  			outros, enquanto a estatura mais elevada est&aacute; associada, por exemplo, ao sucesso profissional (Hensley &amp; Cooper, 1987). Entretanto, apesar das  			vari&aacute;veis apontadas estarem relacionadas &agrave; qualidade de vida, pesquisadores t&ecirc;m demonstrado que existem poucas evid&ecirc;ncias sobre o impacto integral da  			estatura na qualidade de vida dos indiv&iacute;duos (Christensen, Djurhuus, Clayton, &amp; Christiansen, 2007). 		</p> 		 		    <p> 			Segundo estudos levantados, a situa&ccedil;&atilde;o marital pode estar associada com a qualidade de vida dos indiv&iacute;duos (Ehsanpour, Eivazi, &amp; Davazdah-Emami, 2007;  			Ferreira &amp; Santana, 2003). Ehsanpour, Eivazi, e Davazdah-Emami (2007), em estudo realizado no Iran, constataram que os maiores escores da qualidade de  			vida estavam associados tanto aos indiv&iacute;duos casados, quanto aos indiv&iacute;duos divorciados divergindo, deste modo, dos resultados encontrados nesta pesquisa.  			J&aacute; Ferreira e Santana (2003), em estudo realizado em Portugal, verificaram que os indiv&iacute;duos solteiros apresentam &iacute;ndices de qualidade de vida maiores que  			indiv&iacute;duos casados, coadunando assim os resultados encontrados neste estudo. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			Pode-se concluir que os Policiais Militares investigados apresentam os maiores escores no dom&iacute;nio social e os menores no dom&iacute;nio ambiental de qualidade de  			vida, possuem n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica acima do recomendado, s&atilde;o casados, s&atilde;o escolarizados e est&atilde;o dentro dos &iacute;ndices de peso recomendados. Pode-se  			concluir, ainda, que existem associa&ccedil;&otilde;es da qualidade de vida com as atividades f&iacute;sicas de lazer, a estatura e a situa&ccedil;&atilde;o marital. Entretanto, sugere-se  			que sejam ampliados e aprofundados estudos sobre qualidade de vida e atividade f&iacute;sica em Policiais Militares. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Asao, K., Kao, W. H., Baptiste-Roberts, K., Bandeen-Roche, K., Erlinger, T. P., &amp; Brancati, F. L. (2006). Short stature and the risk of adiposity,  			insulin resistance, and type 2 diabetes in middle age: The Third National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES III) 1988–1994. <i>Diabetes Care,  			29</i>, 1632–1637.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201200030000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Barbetta, P. A. (2003). <i>Estat&iacute;stica aplicada &agrave;s ci&ecirc;ncias sociais</i>. Florian&oacute;polis: EDUFSC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201200030000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Berg, A .M., Hem, E., Lau, B., &amp; Ekeberg, &Oslash;. (2005). Help-seeking in the Norwegian Police Service. <i>Journal of Occupational Health, 48</i>,  			145-153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201200030000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Resolu&ccedil;&atilde;o n. 196. (1996, 10 de outubro). Estabelece as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Recuperado em 9 de  			outubro, 2009, de  <a href="http://conselho.saude.gov.br/docs/reso196.doc" target="_blank">http://conselho.saude.gov.br/docs/reso196.doc</a>. 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Christensen, T. L., Djurhuus, C. B., Clayton, P., &amp; Christiansen, J. S. (2007). An evaluation of the relationship between adult height and  			health-related quality of life in the general UK population. <i>Clinical Endocrinology, 67</i>(3), 407-412.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201200030000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Craig, C. L., Marshall, A. L., Sj&ouml;str&ouml;m, M., Bauman, A. E., Booth, M. L., Ainsworth, B. E., Pekka, O. (2003). International Physical Activity  			Questionnaire: 12-country reliability and validity. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 35</i>(8), 1381-1395.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201200030000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Deschamps, F., Paganon-Badinier, I., Marchand, A. C., &amp; Merle, C. (2003). Sources and assessment of occupational stress in the police. <i>Journal of   			Occupational Health, 45</i>, 358-364.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201200030000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Diniz, D., &amp; Corr&ecirc;a, M. (2001). Declara&ccedil;&atilde;o de Helsinki: relativismo e vulnerabilidade. <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 17</i>(3), 679-688.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201200030000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ehsanpour, S., Eivazi, M., &amp; Davazdah-Emami, S. (2007). Quality of life after the menopause and its relation with marital status. <i>Iranian Journal of  			Nursing and Midwifery Research, 12</i>(4), 130-135.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201200030000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Farquhar, M. (1995). Definitions of quality of life: a taxonomy. <i>Journal of Advanced Nursing, 22</i>, 502-508.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201200030000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ferreira, P. L., &amp; Santana, P. (2003). Percep&ccedil;&atilde;o de estado de sa&uacute;de e de qualidade de vida da popula&ccedil;&atilde;o activa: contributo para a defini&ccedil;&atilde;o de normas  			portuguesas. <i>Revista Portuguesa de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 21</i>(2), 15-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201200030000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fleck, M. P. A., Leal, O. F., Louzada, S., &amp; Xavier, M. (1999). Development of the Portuguese version of the WHO evaluation instrument of quality of  			life. <i>Revista Brasileira de Psiquiatria, 21</i>(1), 19-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201200030000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fleck, M. P. A., Louzada, S., &amp; Xavier, M. (2000). Aplica&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o em portugu&ecirc;s do instrumento abreviado de avalia&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida  			“WHOQOL-bref”. <i>Revista de Sa&uacute;de P&uacute;blica, 34</i>(2), 178-183.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201200030000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Forattini, O. P. (1992). <i>Ecologia, epidemiologia e sociedade</i>. S&atilde;o Paulo: Artes M&eacute;dicas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201200030000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gill, T. M., &amp; Feinstein, A. R. (1994). A Critical Appraisal of the Quality of Quality-of-Life Measurements. <i>The Journal of the American Medical  			Association, 272</i>(8), 619-626.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201200030000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Harper, A., &amp; Power, M. (1998). Development of the World Health Organization WHOQOL - BREF Quality of Life Assessment. <i>Psychological  Medicine, 28 			</i>(3), 551-558.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201200030000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hensley, W. E., &amp; Cooper, R. (1987). Height and occupational success: a review and critique. <i>Psychological Reports, 60</i>, 843–849.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-107X201200030000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Institute for Social Research. (2005). <i>Rapid Risk Factor Surveillance System</i>. Recuperado em 15 de janeiro, 2009, de <a href= 			"http://www.rrfss.on.ca/resources/Physical Activity.doc" target="_blank">www.rrfss.on.ca/resources/Physical%20Activity.doc</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-107X201200030000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Karolinska Institutet. (2005). <i>Guidelines for data processing and analysis of the International Physical Activity Questionnaire</i> (IPAQ) – Short form:  			Scoring protocol. Recuperado em 25 de fevereiro, 2009, de <a href="http://www.ipaq.ki.se/ipaq.htm" target="_blank">http://www.ipaq.ki.se/ipaq.htm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-107X201200030000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Leavell, H. R., &amp; Clark, E. G. (1978). <i>Medicina preventiva</i>. S&atilde;o Paulo: McGraw Hill do Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1646-107X201200030000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Loo, R. (2004). A typology of burnout types among police managers. <i>Policing, 27</i>(2), 156-165.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201200030000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Lynch, B. M., Cerin, E., Owen, N., &amp; Aitken, J. F. (2007). Associations of leisure-time physical activity with quality of life in a large,  			population-based sample of colorectal cancer survivors. <i>Cancer Causes Control, 18</i>(7), 735-742.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201200030000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Matsudo, S., Araujo, T., &amp; Matsudo, V.  (2001). Question&aacute;rio internacional de atividade f&iacute;sica (IPAQ): estudo de validade e reprodutividade no Brasil.  			<i>Revista Brasileira de Atividade F&iacute;sica &amp; Sa&uacute;de, 6</i>(2), 5-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201200030000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Meeberg, G. A. (1993). Quality of life: a concept analysis. <i>Journal of Advanced Nursing, 18</i>(1), 32-38.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201200030000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Pardini, R., Matsudo, S., &amp; Ara&uacute;jo, T. (2001). Valida&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio internacional de n&iacute;vel de atividade f&iacute;sica (IPAQ – vers&atilde;o 6): estudo piloto em  			adultos jovens brasileiros. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia e Movimento, 9</i>(3), 45-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-107X201200030000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Pereira, M. G. (2002). <i>Epidemiologia: teoria e pr&aacute;tica</i>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-107X201200030000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Pol&iacute;cia Militar de Santa Catarina. (2008). Recuperado em 17 de maio, 2009, de <a href= 			"http://www.pm.sc.gov.br/website/redir.php?site=40&amp;act=1&amp;id=4&amp;url=4" target="_blank">http://www.pm.sc.gov.br/website/redir.php?site=40&amp;act=1 			&amp;id=4&amp;url=4</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-107X201200030000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Sallis, J. F., &amp; Owen, N. (1999). <i>Physical activity and behavioral medicine</i>. Thousands Oaks: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-107X201200030000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Sirgy, J. M. (2001). <i>Handbook of quality-of-life research: an ethical marketing perspective</i>. Boston: Kluwer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1646-107X201200030000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Sorensen, L., Smolander, J., Louhevaara, V., Korhonen, O., &amp; Oja, P. (2000). Physical activity, fitness and body composition of Finnish police  			officers: a 15-year follow-up study. <i>Occupational  Medicine, 50</i>(1), 3-10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1646-107X201200030000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Thomas, J. R., &amp; Nelson, J. K. (2001). <i>Research methods in physical activity</i>. Champaign: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1646-107X201200030000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Smith, T. C., Zamorski, M., Smith, B., Riddle, J. R., LeardMann, C. A., Wells, T. S., Millennium Cohort Study Team (2007). The physical and mental health  			of a large military cohort: baseline functional health status of the Millennium Cohort. <i>BMC Public Health, 7</i>, 340.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1646-107X201200030000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Vuillemin, A., Boini, S., Bertrais, S., Tessier, S., Oppert, J. M., Hercberg, S., Brian&ccedil;on, S. (2005). Leisure time physical activity and health-related  			quality of life. <i>Preventive Medicine, 41</i>(2), 562-569.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1646-107X201200030000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Wake, M., Coghlan, D., &amp; Hesketh, K. (2000). Does height influence progression through primary school grades? <i>Archives of disease in childhood, 82 			</i>, 297-301.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1646-107X201200030000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Wendel-Vos, G. C. W., Schuit, A. J., Tijhuis, M. A. R., &amp; Kromhout D. (2004). Leisure time physical activity and health-related quality of life:  			cross-sectional and longitudinal associations. <i>Quality of Life Research, 13</i>(3), 667-677.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-107X201200030000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			World Health Organization. (1995). <i>Physical status: the use and interpretation of anthropometry</i>. Recuperado em 10 de dezembro, 2008, de  <a href= 			"http://whqlibdoc.who.int/trs/WHO_TRS_854.pdf" target="_blank">http://whqlibdoc.who.int/trs/WHO_TRS_854.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1646-107X201200030000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			World Health Organization. (1996). <i>WHOQOL-bref: introduction, administration, scoring and generic version of the assessment</i>. Recuperado em 10 de  			dezembro, 2008, de <a href="http://www.who.int/mental_health/media/en/76.pdf" target="_blank">http://www.who.int/mental_health/media/en/76.pdf</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1646-107X201200030000900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			World Medical Association. (1997). Declaration of Helsinki: recommendation guiding physicians in biomedical research involving human subjects. <i>The  			Journal of the American Medical Association, 277</i>, 925-926.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1646-107X201200030000900037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			<i><a name="0"></a><a href="#top0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a></i> 			Rudney da Silva, Laborat&oacute;rio de Atividade Motora Adaptada, Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de e do Esporte, Universidade do Estado de Santa Catarina, Rua Pascoal  			Simone, 358, Coqueiros, CEP 88080-350, Florian&oacute;polis, SC, Brasil. 			<i>E-mail:</i> <a href="mailto:rudney.silva@udesc.br">rudney.silva@udesc.br</a> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Agradecimentos:</b></p> 		 		    <p> 			Deve-se expressar agradecimentos ao Governo do Estado de Santa Catarina, &agrave; Secretaria de Seguran&ccedil;a P&uacute;blica, &agrave; Corpora&ccedil;&atilde;o da Pol&iacute;cia Militar de Santa  			Catarina, aos Comandos dos batalh&otilde;es e aos Policiais que participaram voluntariamente deste estudo. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 17.07.2011 &brvbar; Aceite: 24.08.2012</p> 	     ]]></body><back>
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