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<article-id pub-id-type="doi">10.6063/motricidade.8(4).1551</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Motivação para a Prática Desportiva nos Alunos do Ensino Básico e Secundário: Influência do Género, Idade e Nível de Escolaridade]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Técnica de Lisboa Faculdade de Motricidade Humana ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to identify student’s motivations for sport involvement according with student’s characteristics as gender, age and school level. The subjects were 1016 students, from ten different schools from the Lisbon metropolitan area, (577 male and 439 female; between 10 and 20 years old). We used a five points Likert type questionnaire with 30 items, a Portuguese version of the PMQ developed by Gill et al. (1983), translated and validated by Frias and Serpa (1991). A principal component analysis for the evaluation of the scale was done, and Descriptive statistics, Anova and Bonferroni test were used. The results showed that, globally, the most valorised motivations for participation in physical activity were reasons related with Fitness/Technical Achievement and Team Work and the less indicated motive was Status. Comparing motivational factors according to student’s school level and gender we found significant differences. Several motivational factors were significantly influenced by students’ age.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Motiva&ccedil;&atilde;o para a Pr&aacute;tica Desportiva nos Alunos do Ensino B&aacute;sico e Secund&aacute;rio: Influ&ecirc;ncia do G&eacute;nero, Idade e N&iacute;vel de Escolaridade</b> 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			<b>N. Janu&aacute;rio<sup>I</sup>,</b> 			<b>C. Cola&ccedil;o<sup>I</sup>,</b> 			<b>A. Rosado<sup>I</sup>,</b> 			<b>V. Ferreira<sup>I</sup>,</b> 			<b>R. Gil<sup>I</sup></b> 		</p> 		 		    <p> 			<sup>I</sup>Faculdade de Motricidade Humana, Universidade T&eacute;cnica de Lisboa, Lisboa, Portugal. 		</p> 	 		    <p><i><a name="top0"></a><a href="#0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			O presente estudo investigou a rela&ccedil;&atilde;o entre os motivos para a pr&aacute;tica desportiva e as caracter&iacute;sticas dos alunos como o g&eacute;nero, idade e n&iacute;vel de escolaridade. A amostra foi  			constitu&iacute;da por 1016 alunos da &aacute;rea da Grande Lisboa (577 do g&eacute;nero masculino e 439 do feminino, com idades entre os 10 e os 20 anos). Os dados foram obtidos atrav&eacute;s da aplica&ccedil;&atilde;o  			do QMAD (Frias &amp; Serpa, 1991). Na an&aacute;lise dos dados, foi realizada uma an&aacute;lise fatorial de componentes principais que revelou seis fatores. Foram utilizadas estat&iacute;sticas  			descritivas e os testes comparativos Anova e Bonferroni. As motiva&ccedil;&otilde;es mais valorizadas para a pr&aacute;tica desportiva foram Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness e Trabalho de Equipa e a menos  			valorizada foi o Estatuto. A compara&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero e dos n&iacute;veis de ensino dos alunos revelou diferen&ccedil;as significativas. Identificaram-se associa&ccedil;&otilde;es estatisticamente  			significativas entre alguns fatores motivacionais e a idade dos alunos. 		</p> 		    <p><i>Palavras-chave</i>: motiva&ccedil;&atilde;o, pr&aacute;tica desportiva, g&eacute;nero, idade, n&iacute;vel de escolaridade</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Students Motivations for Sport Involvement: The effect of Age, Gender and School Level</b></p> 		 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The aim of this study was to identify student’s motivations for sport involvement according with student’s characteristics as gender, age and school level. The subjects were 1016  			students, from ten different schools from the Lisbon metropolitan area, (577 male and 439 female; between 10 and 20 years old). We used a five points Likert type questionnaire  			with 30 items, a Portuguese version of the PMQ developed by Gill et al. (1983), translated and validated by Frias and Serpa (1991). A principal component analysis for the  			evaluation of the scale was done, and Descriptive statistics, Anova and Bonferroni test were used. The results showed that, globally, the most valorised motivations for  			participation in physical activity were reasons related with Fitness/Technical Achievement and Team Work and the less indicated motive was Status. Comparing motivational factors  			according to student’s school level and gender we found significant differences. Several motivational factors were significantly influenced by students’ age. 		</p> 		    <p><i>Keywords</i>: motivation, sports practices, gender, age, school level</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			A descri&ccedil;&atilde;o das raz&otilde;es que as popula&ccedil;&otilde;es apresentam para serem fisicamente ativas atrav&eacute;s do desporto e os seus motivos de participa&ccedil;&atilde;o &eacute; um ponto de partida muito &uacute;til para  			entender a sua motiva&ccedil;&atilde;o e, em fun&ccedil;&atilde;o desse conhecimento, organizar e diferenciar a oferta desportiva. O conhecimento da rela&ccedil;&atilde;o entre a pr&aacute;tica motora e o conjunto das motiva&ccedil;&otilde;es  			dos praticantes de atividades f&iacute;sicas &eacute; essencial para a interven&ccedil;&atilde;o do profissional desta &aacute;rea (Paim &amp; Pereira, 2004). Para que professores, t&eacute;cnicos e gestores desportivos  			consigam manter a perman&ecirc;ncia, ades&atilde;o e aumento do n&uacute;mero de praticantes &eacute; necess&aacute;rio o uso de instrumentos que possibilitem, com seguran&ccedil;a, determinar os motivos que levam as  			pessoas a pratic&aacute;-las (Barroso, Ara&uacute;jo, Keulen, Braga, &amp; Krebs, 2007). Na realidade, conhecer a motiva&ccedil;&atilde;o desportiva da popula&ccedil;&atilde;o, em fun&ccedil;&atilde;o das suas caracter&iacute;sticas  			demogr&aacute;ficas, &eacute; fundamental para que se possa planear o seu correto acompanhamento e, simultaneamente, conseguir elementos fundamentais para a gest&atilde;o cuidada das diferentes a&ccedil;&otilde;es  			de desenvolvimento e promo&ccedil;&atilde;o das atividades desportivas, nomeadamente, permitindo a sua segmenta&ccedil;&atilde;o e a consequente oferta de servi&ccedil;os desportivos de maior qualidade.  		</p> 		 		    <p> 			Perceber as motiva&ccedil;&otilde;es para a pr&aacute;tica desportiva &eacute; um elemento essencial para tra&ccedil;ar o caminho mais correto, isto &eacute;, para planear o futuro. O trabalho a levar a efeito pelos  			diversos profissionais da &aacute;rea est&aacute; sempre dependente dos motivos que levam a diferentes escolhas ou at&eacute; &agrave; n&atilde;o escolha de qualquer atividade desportiva. 		</p> 		 		    <p> 			De acordo com Samulsky (1992), a motiva&ccedil;&atilde;o &eacute; caracterizada como um processo ativo, intencional e dirigido a uma meta, o qual depende da intera&ccedil;&atilde;o de fatores pessoais e ambientais.  			Neste &acirc;mbito, a motiva&ccedil;&atilde;o apresenta uma determinante energ&eacute;tica (n&iacute;vel de ativa&ccedil;&atilde;o ou intensidade) que diz respeito &agrave; forma como o atleta se envolve na atividade e uma  			determinante de dire&ccedil;&atilde;o do comportamento (inten&ccedil;&otilde;es, interesses e motivos).  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Em mat&eacute;ria de motivos conducentes &agrave; pr&aacute;tica desportiva, a pesquisa tem encontrado um diverso n&uacute;mero de motivos, incluindo divertimento, aspectos sociais e desenvolvimento de  			habilidades (Biddle, 1998).  		</p> 		 		    <p> 			O estudo dos intuitos que levam as pessoas a praticar uma atividade desportiva, iniciado nos finais da d&eacute;cada de 70 (Alderman, 1976, 1978; Alderman &amp; Wood, 1976), tem reunido  			um grande interesse ao n&iacute;vel da literatura espec&iacute;fica da psicologia do desporto e tem sido concretizado na realiza&ccedil;&atilde;o de um elevado n&uacute;mero de investiga&ccedil;&otilde;es em diversos pa&iacute;ses  			(Allen, 2003; Barroso et al., 2007; Kilpatrick, Hebert, &amp; Bartholomew, 2005; Lores, Murcia, Sanmart&iacute;n, &amp; Camacho, 2004; Machado, Piccoli, &amp; Scalon, 2005; Marzinek &amp; 			 Neto, 2007; Sirard, Pfeiffer, &amp; Pate, 2006). Para tal contribuiu, de forma significativa, o <i>Participation Motivation Questionnaire</i> (PMQ), desenvolvido por Gill, Gross,  			e Huddleston (1983), instrumento que permite avaliar os motivos mais importantes para a pr&aacute;tica desportiva. No entanto, talvez devido ao facto de o PMQ ter sido desenvolvido em  			l&iacute;ngua inglesa, a maior parte dos estudos referidos na literatura t&ecirc;m sido realizados em pa&iacute;ses anglo-sax&oacute;nicos, exigindo-se, deste modo, a necessidade de valida&ccedil;&atilde;o &agrave; popula&ccedil;&atilde;o  			portuguesa. Em Portugal, os estudos t&ecirc;m tamb&eacute;m vindo a aumentar (Cid, 2002; Cruz, Costa, Rodrigues, &amp; Ribeiro, 1988; Fonseca &amp; Fonta&iacute;nhas, 1993; Fonseca &amp; Ribeiro,  			2001; Serpa, 1992). Em particular, Gill et al. (1983) avaliaram os motivos de participa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do PMQ. De acordo com os autores, os motivos agrupam-se em categorias ou  			dimens&otilde;es motivacionais, tais como, Estatuto, Forma F&iacute;sica, Competi&ccedil;&atilde;o, Afilia&ccedil;&atilde;o Geral, Desenvolvimento T&eacute;cnico, Afilia&ccedil;&atilde;o Espec&iacute;fica/Equipa, Emo&ccedil;&otilde;es e Prazer/Ocupa&ccedil;&atilde;o dos Tempos  			Livres e, de um ponto de vista mais geral, em quatro dimens&otilde;es motivacionais mais abrangentes: Compet&ecirc;ncias F&iacute;sico-Desportivas (constitu&iacute;da pelas dimens&otilde;es da Forma F&iacute;sica e do  			Desenvolvimento T&eacute;cnico), Afilia&ccedil;&atilde;o (constitu&iacute;da pelas dimens&otilde;es da Afilia&ccedil;&atilde;o Geral e da Afilia&ccedil;&atilde;o Espec&iacute;fica/Equipa), Realiza&ccedil;&atilde;o (constitu&iacute;da pelas dimens&otilde;es do Estatuto, das  			Emo&ccedil;&otilde;es e do Prazer/Ocupa&ccedil;&atilde;o dos Tempos Livres) e Competi&ccedil;&atilde;o.  		</p> 		 		    <p> 			A primeira an&aacute;lise extensiva sobre motiva&ccedil;&atilde;o foi realizada por Sapp e Haubenstricker (1978) com uma amostra de 579 rapazes e 471 raparigas, com idades entre os 11 e os 18 anos,  			praticantes de 11 modalidades desportivas. Os resultados mostraram que uma elevad&iacute;ssima percentagem dos atletas participava nas atividades pelo divertimento proporcionado (90%),  			80% porque ansiavam evoluir nas suas compet&ecirc;ncias e 56% estavam preocupados com os aspectos ligados &agrave; sa&uacute;de/aptid&atilde;o f&iacute;sica. 		</p> 		 		    <p> 			Fry, McClements, e Sefton (1981) verificaram, junto de jovens atletas praticantes de h&oacute;quei no gelo, que 98% esperavam divertir-se muito com o jogo, 87% desejavam tornar-se bons  			praticantes, 68% desejavam fazer novas amizades, 61% ambicionavam conquistar trof&eacute;us e 54% esperavam fazer exerc&iacute;cio f&iacute;sico e viajar.  		</p> 		 		    <p> 			Gould, Feltz, Weiss, e Petlichkoff (1982) inquiriram 365 jovens nadadores de competi&ccedil;&atilde;o, com idades compreendidas entre os nove e os 18 anos, sobre os motivos para a participa&ccedil;&atilde;o  			na sua atividade desportiva, tendo sido referenciados, o divertimento, a forma f&iacute;sica, a sa&uacute;de f&iacute;sica, a melhoria de compet&ecirc;ncias, a “atmosfera” da equipa e o desafio. Por outro  			lado, os que tiveram menos influ&ecirc;ncia na sua participa&ccedil;&atilde;o foram: Agradar aos pais ou aos melhores amigos, acalmar a tens&atilde;o, ser popular e viajar.  		</p> 		 		    <p> 			Klint e Weiss (1987) conclu&iacute;ram que os motivos invocados como mais importantes para a pr&aacute;tica desportiva foram: Aprender novas compet&ecirc;ncias, adquirir a forma f&iacute;sica, melhorar as  			compet&ecirc;ncias, divertimento, estar em forma, gosto pelo desafio, prazer no uso dos equipamentos e competir ao mais alto n&iacute;vel. Como menos importantes foram mencionados: Influ&ecirc;ncia  			dos amigos, libertar energias, gostar de ser popular, ser conhecido e ter um pretexto para sair de casa. 		</p> 		 		    <p> 			Gill et al. (1983) estudaram as raz&otilde;es de 720 rapazes e 418 raparigas, praticantes de basquetebol, luta, futebol, golfe, basebol, t&eacute;nis, atletismo, futebol, gin&aacute;stica e voleibol,  			com idades compreendidas entre os oito e os 18 anos, para a ades&atilde;o a uma atividade desportiva. Os resultados demonstraram como motivos mais fortes: Melhorar as compet&ecirc;ncias,  			divertimento, aprender novas compet&ecirc;ncias, desafio e ser fisicamente saud&aacute;vel. 		</p> 		 		    <p> 			Cruz et al. (1988), num estudo realizado em Portugal, constataram que os atletas foram atra&iacute;dos para a pr&aacute;tica do andebol por motivos relacionados com o desenvolvimento das suas  			capacidades e manuten&ccedil;&atilde;o e/ou promo&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de/forma f&iacute;sica, assim como pelo divertimento e pela descarga de energia.  		</p> 		 		    <p> 			Tamb&eacute;m Serpa (1992) pesquisou os motivos que levaram 175 jovens (85 rapazes e 90 raparigas), com idades entre os 10 e os 15 anos, a envolverem-se numa atividade desportiva. Os  			motivos mais frequentemente apontados foram: Estar em boa condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, trabalhar em equipa, aprender novas t&eacute;cnicas, esp&iacute;rito de equipa, fazer exerc&iacute;cio, manter a forma,  			atingir um n&iacute;vel desportivo mais elevado, melhorar as capacidades t&eacute;cnicas e fazer novas amizades. Fonseca e Fonta&iacute;nhas (1993) constataram, como principais motivos para a pr&aacute;tica,  			a possibilidade de desenvolver a sua capacidade t&eacute;cnica e de manter a condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica.  		</p> 		 		    <p> 			Por seu lado, Santana e Mota (1994), efetuando um estudo sobre os motivos que levaram 497 indiv&iacute;duos a praticarem nata&ccedil;&atilde;o, indicaram, como fundamentais, a condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e a  			liberta&ccedil;&atilde;o de energias. Fonseca e Soares (2001) destacaram como mais importantes os motivos relativos &agrave; forma f&iacute;sica e ao desenvolvimento de compet&ecirc;ncias, e, em segundo plano, os  			ligados &agrave; afilia&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica e geral. Por outro lado, os motivos relacionados com o estatuto, com as emo&ccedil;&otilde;es e com o prazer/ocupa&ccedil;&atilde;o dos tempos livres foram os menos  			referenciados.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Cid (2002) utilizou uma amostra composta por 110 sujeitos do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 15 e 20 anos, tendo conclu&iacute;do que os motivos mais importantes eram  			manter a forma, estar em boa condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, prazer e divertimento. 		</p> 		 		    <p> 			Machado et al. (2005), num estudo realizado no Brasil, com uma amostra de 102 adolescentes, de ambos os sexos, na faixa et&aacute;ria de 14 a 17 anos, identificou, como fatores  			motivacionais mais importantes para a pr&aacute;tica desportiva, o divertimento e a sa&uacute;de, referindo os autores que parece que os adolescentes se motivam mais &agrave; pr&aacute;tica regular da  			atividade f&iacute;sica quando o prazer est&aacute; associado a essa pr&aacute;tica. 		</p> 		 		    <p> 			O estudo realizado por Ullrich-French e Smith (2006) com uma amostra de 1719 jogadores de futebol, de ambos os sexos e com idades variando de 12 a 19 anos, concluiu que o bom  			relacionamento e aceita&ccedil;&atilde;o pelos pares ou pelos pais, fazem com que os adolescentes sintam um maior prazer pela atividade praticada. 		</p> 		 		    <p> 			Esta diversidade d&aacute; conta da multiplicidade de motivos conducentes &agrave; pr&aacute;tica desportiva. No entanto, simplesmente descrever os motivos n&atilde;o fornece informa&ccedil;&atilde;o suficiente para os  			distinguir em fun&ccedil;&atilde;o de caracter&iacute;sticas diferenciadoras da popula&ccedil;&atilde;o. Entre essas caracter&iacute;sticas, especialmente significativas para os agentes desportivos, encontram-se o g&eacute;nero,  			a idade e os n&iacute;veis de escolaridade. 		</p> 		 		    <p> 			<i>Motiva&ccedil;&atilde;o e g&eacute;nero</i>. De acordo com Fonseca (1995), a influ&ecirc;ncia das caracter&iacute;sticas sexuais dos sujeitos nos seus rendimentos, percep&ccedil;&otilde;es ou prefer&ecirc;ncias &eacute; um dos assuntos  			mais estudados pelos investigadores, inserindo-se, tamb&eacute;m, neste grupo, eventuais diferen&ccedil;as em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero dos inquiridos no que concerne aos motivos para a pr&aacute;tica  			desportiva. Desta forma, as raparigas parecem ter motivos diferentes dos rapazes para a pr&aacute;tica desportiva, concedendo mais import&acirc;ncia a motivos relacionados com a amizade e a  			afilia&ccedil;&atilde;o e menos import&acirc;ncia a motivos relacionados com a competi&ccedil;&atilde;o, estatuto e reconhecimento. Em rela&ccedil;&atilde;o aos motivos relacionados com aprendizagem ou melhoramento de  			capacidades, parece existir alguma inconsist&ecirc;ncia entre as conclus&otilde;es das diversas investiga&ccedil;&otilde;es desenvolvidas em Portugal, isto porque, enquanto alguns estudos referem que eles  			s&atilde;o mais importantes para os rapazes, outros sublinham exatamente o contr&aacute;rio. 		</p> 		 		    <p> 			Machado et al. (2005) referem que os sujeitos do sexo masculino indicaram como motivo principal para a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica motivos relacionados com a sa&uacute;de, enquanto o  			sexo feminino referiu o divertimento. 		</p> 		 		    <p> 			<i>Motiva&ccedil;&atilde;o e Idade</i>. A vari&aacute;vel idade manifesta-se de formas diferentes nos motivos assinalados para a pr&aacute;tica desportiva. Fernandes (2001) refere que existem diferen&ccedil;as  			significativas entre os motivos referidos por nadadores mais novos face aos mais velhos, sendo que os mais novos atribuem valores significativamente mais altos &agrave; Afilia&ccedil;&atilde;o Geral e  			&agrave; Afilia&ccedil;&atilde;o Espec&iacute;fica. Contudo, Fonseca, Freitas, e Frade (1998), numa amostra de 183 sujeitos, conclu&iacute;ram que os atletas de futebol mais velhos (escal&otilde;es de juvenis e juniores)  			atribu&iacute;am maior import&acirc;ncia aos motivos relacionados com a Afilia&ccedil;&atilde;o Geral ao passo que os mais novos (escal&otilde;es de infantis e iniciados) valoravam mais a Afilia&ccedil;&atilde;o Espec&iacute;fica.  		</p> 		 		    <p> 			Tamb&eacute;m Afonso, Fernandes, Soares, e Fonseca (2001) numa amostra de 60 praticantes de aer&oacute;bia, com idade entre os 12 e os 51 anos, verificaram que as raparigas de idade inferior a  			19 anos valorizavam mais os motivos relacionados com a Forma F&iacute;sica e o Prazer.  		</p> 		 		    <p> 			Fonseca e Fonta&iacute;nhas (1993), numa amostra de 50 sujeitos, verificaram diferen&ccedil;as significativas nos motivos mais valorizados considerando a idade. Assim, os mais novos deram mais  			import&acirc;ncia aos aspectos relacionados com o Estatuto, Grupo, Liberta&ccedil;&atilde;o de Energia, Divertimento, Amigos e Outros. Num estudo em Nata&ccedil;&atilde;o, Rebelo e Mota (1994) referem que os mais  			novos (com idades compreendidas entre os 16 e os 25 anos) assinalam que praticam a modalidade como forma de fazer amizades, de ultrapassar desafios e de divertimento.  		</p> 		 		    <p> 			Balbinotti, Barbosa, Juchem, Balbinotti, &amp; Saldanha (2007), num estudo realizado com uma amostra de 428 adolescentes do sexo masculino, com idades entre 13 e 16 anos,  			conclu&iacute;ram que a motiva&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica relacionada com o prazer n&atilde;o varia, de forma significativa, durante a adolesc&ecirc;ncia. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			A literatura sobre a influ&ecirc;ncia da idade na estrutura motivacional n&atilde;o parece ser, ainda, como se constata, totalmente clara. No sentido de se estudar melhor este aspecto,  			introduziu-se, no estudo, a diferencia&ccedil;&atilde;o da estrutura motivacional em fun&ccedil;&atilde;o da idade e do n&iacute;vel de escolaridade, vari&aacute;vel que, co-variando no essencial com a idade, n&atilde;o tem sido  			objeto de estudo, mas permite organizar um cluster de motiva&ccedil;&otilde;es em torno de um crit&eacute;rio de reconhec&iacute;vel pertin&ecirc;ncia social. 		</p> 		 		    <p> 			Finalmente, muita da pesquisa sobre os motivos para a participa&ccedil;&atilde;o tem sido concretizada usando varia&ccedil;&otilde;es do PMQ de Gill et al. (1983). O PMQ tem sido utilizado e adaptado nos  			diversos contextos do desporto, do exerc&iacute;cio (Trembath, Szabo, &amp; Baxter, 2002), da atividade f&iacute;sica (Kolt, Driver, &amp; Giles, 2004) e da Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica (Zahariadis &amp;  			Biddle, 2000) mas o n&uacute;mero de factores e mesmo os itens componentes em resultado de diversas an&aacute;lises factoriais, tem variado em fun&ccedil;&atilde;o das amostras em investiga&ccedil;&atilde;o (Gill, Gross,  			&amp; Huddleston, 1983; Koivula, 1999). Como tal, cada uso do question&aacute;rio parece requerer a identifica&ccedil;&atilde;o desses fatores e da sua fiabilidade. 		</p> 		 		    <p> 			Neste sentido, um dos objetivos deste trabalho foi reexaminar a estrutura fatorial da escala na sua vers&atilde;o portuguesa.  		</p> 		 		    <p> 			A estrutura da motiva&ccedil;&atilde;o para as pr&aacute;ticas desportivas numa sociedade em r&aacute;pida e constante muta&ccedil;&atilde;o, com altera&ccedil;&atilde;o muito r&aacute;pida das condi&ccedil;&otilde;es sociais, culturais e de ocupa&ccedil;&atilde;o dos  			tempo livres justifica altera&ccedil;&otilde;es significativas nos motivos de procura da pr&aacute;tica desportiva, pelo que a an&aacute;lise regular dos motivos dos jovens para essa pr&aacute;tica deve ser  			monitorizada com regularidade. Na sequ&ecirc;ncia desta an&aacute;lise, colocam-se as seguintes quest&otilde;es: 		</p>  		    <p> 			&bull; Qual &eacute; o perfil geral de motivos de participa&ccedil;&atilde;o desportiva dos jovens? 		</p> 		 		    <p> 			&bull; Ser&atilde;o os motivos para participar diferenciados em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero dos praticantes, da sua idade e do seu n&iacute;vel de escolaridade?  		</p> 		 		    <p> 			Os professores, os pais, os respons&aacute;veis pela promo&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento do desporto podem beneficiar muito de uma resposta clara a esta quest&atilde;o. O conhecimento dos tipos de  			motiva&ccedil;&atilde;o pode encorajar adapta&ccedil;&otilde;es e ofertas de servi&ccedil;os mais espec&iacute;ficos, permitindo experi&ecirc;ncias mais gratificantes de participa&ccedil;&atilde;o desportiva. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Participaram 1016 alunos de dez escolas, da regi&atilde;o da Grande Lisboa, sendo 577 do g&eacute;nero masculino e 439 do feminino, com idades compreendidas entre os 10 e 20 anos e cujos n&iacute;veis  			de escolaridade eram 283 do segundo ciclo de escolaridade, 416 do terceiro ciclo de escolaridade e 317 do ensino secund&aacute;rio. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Instrumentos</b></p> 		 		    <p> 			Neste estudo foi utilizado o Question&aacute;rio “Motiva&ccedil;&otilde;es para as Atividades Desportivas” (QMAD), tradu&ccedil;&atilde;o da vers&atilde;o original do PMQ (Gill et al., 1983), vers&atilde;o traduzida e adaptada  			por Frias e Serpa (1991). Este question&aacute;rio &eacute; composto por 30 itens, descrevendo, cada um deles, motivos para a atividade desportiva, aos quais foram atribu&iacute;dos, numa escala tipo  			Likert (de 1 a 5), os seguintes n&iacute;veis: (1 – <i>Nada importante</i>; 2 – <i>Pouco importante</i>; 3 - <i>Importante</i>; 4 – <i>Muito importante</i>; 5 – <i>Totalmente importante 			</i>).  		</p> 		 		    <p> 			De acordo com estudos anteriores (Fonseca, 1995; Fonseca &amp; Maia, 1996), os 30 itens que constituem o PMQ agruparam-se em oito dimens&otilde;es motivacionais, mas, a estrutura  			fatorial do PMQ tem variado muito de estudo para estudo. Zahariadis e Biddle (2000) referem a exist&ecirc;ncia de seis fatores motivacionais. Pereira e Vasconcelos-Raposo (1998)  			encontraram, tamb&eacute;m, uma estrutura fatorial com seis fatores (embora diferentes dos encontrados por Zahariadis e Biddle, 2000). Posteriormente, Trembath et al. (2002) agruparam os  			30 itens que constituem o PMQ em oito dimens&otilde;es motivacionais.  		</p> 		 		    <p> 			Na Tabela seguinte est&atilde;o indicados o n&uacute;mero de fatores motivacionais encontrados pelos autores supracitados, bem como a respectiva identifica&ccedil;&atilde;o. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 1</p> 		    <p> 			<i> 				Fatores motivacionais encontrado pelos diferentes autores (n&uacute;mero e identifica&ccedil;&atilde;o) 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n4/8n4a05t1.jpg"></p> 		    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			Esta variabilidade da estrutura fatorial determinou que proced&ecirc;ssemos a uma nova an&aacute;lise fatorial da sua estrutura. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			Ap&oacute;s apresentar-se os objetivos do estudo e depois de obter a autoriza&ccedil;&atilde;o dos Conselhos Executivos das respectivas escolas e o consentimento dos alunos, os question&aacute;rios foram  			aplicados pela equipa de investiga&ccedil;&atilde;o. Os question&aacute;rios foram aplicados no in&iacute;cio da aula, de modo a evitar um estado emocional exaltado e/ou desaten&ccedil;&atilde;o proporcionada pelo  			cansa&ccedil;o. Foi garantida a confidencialidade das respostas, tendo sido refor&ccedil;ado, junto dos alunos, que n&atilde;o existem respostas certas ou erradas, solicitando-se que respondessem de  			forma sincera. Ap&oacute;s isso, foram lidas as instru&ccedil;&otilde;es, tendo sido retiradas eventuais d&uacute;vidas de preenchimento e, s&oacute; depois, os alunos come&ccedil;aram a preencher o question&aacute;rio. Quem  			tivesse d&uacute;vidas chamaria o aplicador junto de si a fim de retirar a d&uacute;vida. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    <p> 			Os dados recolhidos foram tratados no software SPSS 17.0 (<i>Statistical Package for the Social Sciences</i>), tendo sido realizada uma an&aacute;lise descritiva, calcularam-se as  			estat&iacute;sticas descritivas, frequ&ecirc;ncias, percentagens, m&eacute;dias e desvios-padr&atilde;o. A prova One-Way Anova e as compara&ccedil;&otilde;es &agrave; posteriori, utilizando a prova de Bonferroni, foram  			utilizadas para explorar as compara&ccedil;&otilde;es entre grupos. Utilizou-se ainda a Correla&ccedil;&atilde;o de Spearman. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia utilizado foi <i>p</i> &le; 0.05. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Valida&ccedil;&atilde;o fatorial do PMQ</b></p> 		 		    <p> 			Para a avalia&ccedil;&atilde;o das qualidades psicom&eacute;tricas do instrumento utilizou-se uma an&aacute;lise fatorial de componentes principais explorat&oacute;ria (EFA). De modo a reduzir o n&uacute;mero de vari&aacute;veis  			e detetar as componentes principais, utilizou-se o m&eacute;todo de rota&ccedil;&atilde;o <i>oblimin</i> , tendo-se exigido e verificado diversos requisitos: O n&uacute;mero de participantes garantiu que  			existisse um r&aacute;cio m&iacute;nimo de cinco sujeitos por indicador. Considerou-se um valor pr&oacute;prio m&iacute;nimo de 1.0 e s&oacute; foram inclu&iacute;dos os fatores compostos pelo m&iacute;nimo de tr&ecirc;s itens.  			Adicionalmente, a prova de Kaiser-Meyer-Olkin (<i>KMO </i>= 0.890) e o teste de esfericidade de Bartlett’s (<i>p </i>&lt; .01) confirmaram os requisitos para se proceder a uma  			an&aacute;lise fatorial. Neste &acirc;mbito, os <i>scores</i> fatoriais considerados envolveram valores acima de .40 e o alpha de Cronbach foi fixado em  			.70. Da an&aacute;lise acima referida resultou uma estrutura fatorial com seis fatores motivacionais, que explicam 55.76% da vari&acirc;ncia, sendo esta solu&ccedil;&atilde;o suportada, tamb&eacute;m, pelo <i>scree</i> teste.  			Na Tabela 2 est&atilde;o patentes a identifica&ccedil;&atilde;o dos fatores, os itens que o constituem e o valor do Alpha de Cronbach encontrado para cada fator. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 2</p> 		    <p> 			<i> 				Identifica&ccedil;&atilde;o dos fatores, itens que os constituem, valores dos Eigenvalues, percentagem de vari&acirc;ncia explicada pelo fator e Alpha de Cronbach 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n4/8n4a05t2.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			A solu&ccedil;&atilde;o fatorial encontrada apresenta algumas dimens&otilde;es j&aacute; identificadas em estudos anteriores (Fonseca, 1995; Fonseca &amp; Maia, 1996; Gill et al. 1983; Pereira &amp;  			Vasconcelos-Raposo, 1998; White &amp; Duda, 1994), no entanto, o fator Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness nos trabalhos referidos constitu&iacute;am fatores diferenciados. O fator Influ&ecirc;ncia  			Extr&iacute;nseca, encontrado na presente an&aacute;lise fatorial, apesar de n&atilde;o ser referido nos trabalhos anteriormente citados, j&aacute; tinha sido referenciado por Trembath et al. (2002). A  			presente an&aacute;lise fatorial excluiu da an&aacute;lise quatro itens (5, 12, 17, 22), dado que estes itens n&atilde;o correspondiam aos crit&eacute;rios para inclus&atilde;o nos fatores anteriormente referidos. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Determinantes motivacionais para a pr&aacute;tica desportiva</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			As motiva&ccedil;&otilde;es mais valorizadas para a pr&aacute;tica desportiva estavam relacionadas com a Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness (<i>M </i>= 4.00; <i>SD </i>= .65), seguindo-se as motiva&ccedil;&otilde;es  			relacionadas com o Trabalho de Equipa (<i>M </i>= 3.79; <i>SD </i>= .87). As motiva&ccedil;&otilde;es relacionadas com a Socializa&ccedil;&atilde;o apresentaram o valor m&eacute;dio mais baixo (<i>M </i>= 3.52; <i> 			SD </i>= .81). O Estatuto e a Influ&ecirc;ncia Extr&iacute;nseca apresentaram valores m&eacute;dios relativamente baixos, como se pode constatar na Tabela 3. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 3</p> 		    <p> 			<i> 				M&eacute;dia e desvio-padr&atilde;o por fator 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n4/8n4a05t3.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p>  		    <p> 			Verifica-se que os praticantes apresentavam motivos muito diferenciados para se envolverem nas atividades f&iacute;sicas e desportivas. Os jovens pareciam, de facto, praticar desporto  			para melhorar a sua capacidade t&eacute;cnica e a forma f&iacute;sica, atribuindo pouca import&acirc;ncia ao estatuto que a pr&aacute;tica desportiva lhes proporciona. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Motivos de Participa&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o do N&iacute;vel de Escolaridade</b></p> 		 		    <p> 			Fazendo uma an&aacute;lise das motiva&ccedil;&otilde;es para a pr&aacute;tica desportiva em fun&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis de escolaridade, constatou-se que os alunos do segundo ciclo apresentam a m&eacute;dia mais elevada no  			fator Trabalho de Equipa (3.97), surgindo, imediatamente a seguir, a Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness que apresenta um valor muito semelhante (3.96). Para os alunos do terceiro ciclo,  			o valor m&eacute;dio mais elevado regista-se no fator Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness (4.04), seguindo-se o Trabalho de Equipa com um valor m&eacute;dio de 3.86. No que respeita aos alunos do  			ensino Secund&aacute;rio, tamb&eacute;m a Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness &eacute; a que apresentou a m&eacute;dia mais elevada (3.98), surgindo, em segundo lugar, a Socializa&ccedil;&atilde;o, que apresentou uma m&eacute;dia de  			3.60.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Para todos os n&iacute;veis de ensino, as dimens&otilde;es menos importantes s&atilde;o as dimens&otilde;es Estatuto e Influ&ecirc;ncia Extr&iacute;nseca, como se pode verificar na Tabela 4. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 4</p> 		    <p> 			<i> 				Valor m&eacute;dio da import&acirc;ncia atribu&iacute;da aos fatores por ciclo de ensino 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n4/8n4a05t4.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p>  		    <p> 			A compara&ccedil;&atilde;o entre os tr&ecirc;s n&iacute;veis de ensino, para cada um dos fatores, permitiu constatar que existem diferen&ccedil;as significativas para todos os fatores, exceto para a Aprendizagem  			T&eacute;cnica/Fitness, <i>F</i>(2.1014) = 1.560, <i>p </i>= 0.211. As compara&ccedil;&otilde;es realizadas permitiram encontrar diferen&ccedil;as, estatisticamente significativas, para os fatores Influ&ecirc;ncia  			Extr&iacute;nseca, <i>F</i>(2.1014) = 32.76, <i>p </i>&le; .001, Trabalho de Equipa, <i>F</i>(2.1013) = 19.53, <i>p </i>&le; .001, Estatuto, <i>F</i>(2.1014) = 11.35, <i>p </i>&le;  			.001), Socializa&ccedil;&atilde;o, <i>F</i>(2.1014) = 5.25, <i>p </i>= .005, e Libertar Energia, <i>F</i>(2.1014) = 15.99, <i>p </i>&le; .001.  		</p> 		 		    <p> 			Para o fator Trabalho de Equipa, os valores m&eacute;dios s&atilde;o mais baixos &agrave; medida que o ciclo de escolaridade aumenta, sendo as diferen&ccedil;as significativas quando a compara&ccedil;&atilde;o &eacute; realizada  			entre os alunos do segundo ciclo e os alunos do secund&aacute;rio (<i>p </i>&le; .001) e entre os alunos do terceiro ciclo e os alunos do secund&aacute;rio (<i>p</i> &le; .001). 		</p> 		 		    <p> 			As motiva&ccedil;&otilde;es para a pr&aacute;tica desportiva, relacionadas com a Liberta&ccedil;&atilde;o de Energia, apresentaram diferen&ccedil;as significativas entre todos os n&iacute;veis de escolaridade, sendo os valores  			m&eacute;dios mais altos &agrave; medida que o ciclo de escolaridade aumentava (<i>p </i>&le; .001, comparando o 2&ordm; ciclo com o Secund&aacute;rio; <i>p </i>= .015, comparando os dois ciclos de ensino  			b&aacute;sico e comparando o 2&ordm; ciclo de ensino b&aacute;sico com o Secund&aacute;rio, <i>p</i> = .003). 		</p> 		 		    <p> 			No que respeita aos motivos associados &agrave; Influ&ecirc;ncia Extr&iacute;nseca, estes apresentaram diferen&ccedil;as significativas entre todos os n&iacute;veis de escolaridade, apresentando valores m&eacute;dios  			mais baixos &agrave; medida que o ciclo de escolaridade aumenta (<i>p </i>= .001, comparando os dois ciclos de ensino b&aacute;sico entre si e <i>p </i>&le; .001, nas restantes compara&ccedil;&otilde;es). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			A import&acirc;ncia das quest&otilde;es relacionadas com o Estatuto, nas motiva&ccedil;&otilde;es para a pr&aacute;tica desportiva, foi significativamente diferente em fun&ccedil;&atilde;o do ciclo de escolaridade dos alunos.  			Assim, os alunos do ensino secund&aacute;rio apresentaram valores m&eacute;dios mais baixos, quando comparados com os dois ciclos de ensino b&aacute;sico (<i>p</i> &le; .001 e <i>p</i> = .001,  			respectivamente). N&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as significativas entre os dois ciclos de ensino b&aacute;sico. No que se refere &agrave; influ&ecirc;ncia do ciclo de escolaridade dos alunos nas  			quest&otilde;es ligadas &agrave; Socializa&ccedil;&atilde;o, apenas uma diferen&ccedil;a significativa foi encontrada (<i>p </i>= .005), sendo esta entre o 2&ordm; ciclo de ensino b&aacute;sico e o secund&aacute;rio, apresentando, os  			&uacute;ltimos, um valor m&eacute;dio mais  alto. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Motivos de Participa&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o do G&eacute;nero</b></p> 		 		    <p> 			Analisando as motiva&ccedil;&otilde;es para a pr&aacute;tica Desportiva em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero, verificou-se que os aspectos que assumem maior import&acirc;ncia, para ambos os g&eacute;neros, s&atilde;o a Aprendizagem  			T&eacute;cnica/Fitness e o Trabalho de Equipa. A Tabela 5 apresenta o valor m&eacute;dio da import&acirc;ncia atribu&iacute;da aos fatores por g&eacute;nero.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 5</p> 		    <p> 			<i> 				Valor m&eacute;dio e desvio-padr&atilde;o (M, SD) da import&acirc;ncia atribu&iacute;do aos fatores por g&eacute;nero 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n4/8n4a05t5.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p>  		    <p> 			A compara&ccedil;&atilde;o dos fatores motivacionais para a pr&aacute;tica desportiva, em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero, permitiu constatar que existem diferen&ccedil;as estatisticamente significativas para a  			Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness, <i>T</i>(1014) = 6.36, <i>p </i>&le; .001, Influ&ecirc;ncia Extr&iacute;nseca, <i>T</i>(1014) = 3.92, <i>p </i>&le; .001, e o Estatuto, <i>T</i>(1014) = 10.13,  			<i>p </i>&le; .001, tendo o g&eacute;nero feminino apresentado um valor m&eacute;dio menor em todos estes motivos.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Motivos de Participa&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o da Idade</b></p> 		 		    <p> 			Foi poss&iacute;vel estabelecer um perfil de associa&ccedil;&atilde;o entre os fatores motivacionais para a pr&aacute;tica desportiva e a idade dos alunos. Assim, todos os fatores apresentaram uma associa&ccedil;&atilde;o  			estatisticamente significativa com a idade, exceto a Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness, como se pode constatar na Tabela 6. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 6</p> 		    <p> 			<i> 				Correla&ccedil;&atilde;o de Spearman: Valor do Coeficiente de Correla&ccedil;&atilde;o e signific&acirc;ncia da correla&ccedil;&atilde;o dos factores com a idade 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v8n4/8n4a05t6.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			Foi poss&iacute;vel identificar uma associa&ccedil;&atilde;o significativa, no mesmo sentido, entre a idade dos alunos e a valoriza&ccedil;&atilde;o do Estatuto (<i>p </i>= .002), Socializa&ccedil;&atilde;o (<i>p </i>= .015) e  			Liberta&ccedil;&atilde;o de Energia (<i>p </i>&le; .001). Assim, &agrave; medida que aumentava a idade dos alunos, verificava-se um aumento do valor de import&acirc;ncia atribu&iacute;da pelos alunos a estes  			fatores. Pelo contr&aacute;rio, verificou-se a exist&ecirc;ncia de uma rela&ccedil;&atilde;o inversa, ou seja, &agrave; medida que aumentava a idade dos alunos, verificava-se uma diminui&ccedil;&atilde;o do valor de import&acirc;ncia  			atribu&iacute;da &agrave; Influ&ecirc;ncia Extr&iacute;nseca (<i>p </i>&le; .001) e ao Trabalho de Equipa (<i>p </i>&le; .001).  		</p> 		 		    <p> 			A Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness n&atilde;o apresentou uma associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa com a idade (<i>p </i>= .379). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    <p> 			A circunst&acirc;ncia de, por um lado, a procura do conhecimento dos motivos que levam as pessoas a decidir praticar uma determinada modalidade f&iacute;sica ou desportiva ser uma das &aacute;reas  			mais estudadas nos &uacute;ltimos anos (Barroso et al., 2007; Fonseca &amp; Ribeiro, 2001; Lores et al., 2004; Machado et al., 2005; Marzinek &amp; Neto, 2007; Ullrich-French &amp;  			Smith, 2006; Sirard et al. 2006) e, por outro, o desejo de caracterizar a popula&ccedil;&atilde;o estudantil no que se refere &agrave;s suas motiva&ccedil;&otilde;es, considerando a diferencia&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o do  			g&eacute;nero, da idade e do n&iacute;vel de escolaridade, esteve na origem da realiza&ccedil;&atilde;o deste estudo. 		</p> 		 		    <p> 			A an&aacute;lise das respostas dos inquiridos revelou que, de um modo geral, os motivos considerados como mais importantes para a decis&atilde;o de praticar desporto foram os relacionados com a  			procura de desenvolvimento das suas compet&ecirc;ncias f&iacute;sico-desportivas, nomeadamente, para melhorar as suas compet&ecirc;ncias t&eacute;cnicas espec&iacute;ficas dessa modalidade e para manterem ou  			melhorarem os seus &iacute;ndices f&iacute;sicos. Ao inv&eacute;s, os motivos respeitantes &agrave; tentativa de aquisi&ccedil;&atilde;o de um estatuto elevado perante as outras pessoas foram os que exerciam menos impacto  			na sua decis&atilde;o de praticarem desporto. Estes resultados s&atilde;o semelhantes aos que t&ecirc;m sido encontrados na generalidade dos estudos referenciados na literatura (Cruz &amp; Cunha,  			1990; Fonseca &amp; Ribeiro, 2001; Gill et al., 1983; Klint &amp; Weiss, 1987; Longhurst &amp; Spink, 1987).  		</p> 		 		    <p> 			A literatura sobre a influ&ecirc;ncia da idade na estrutura motivacional n&atilde;o parece ser, ainda, como se constata, totalmente clara. Se, por um lado, muitos autores identificaram a idade  			como vari&aacute;vel diferenciadora (Afonso et al., 2001; Biddle, 1995; Biddle &amp; Mutrie, 2001; Fernandes, 2001; Fonseca, 1995; Fonseca &amp; Fonta&iacute;nhas, 1993; Fonseca et al., 1998;  			Gould et al., 1982; Rebelo &amp; Mota, 1994), no que respeita &agrave;s conclus&otilde;es da&iacute; resultantes, estas s&atilde;o, por vezes, contradit&oacute;rias. No presente estudo, verificou-se que, &agrave; medida  			que aumentava a idade dos alunos, registava-se um aumento do valor de import&acirc;ncia atribu&iacute;da ao Estatuto, Socializa&ccedil;&atilde;o e Liberta&ccedil;&atilde;o de Energia, enquanto que a import&acirc;ncia atribu&iacute;da  			&agrave; Influ&ecirc;ncia Extr&iacute;nseca e ao Trabalho de Equipa diminu&iacute;a. Afonso et al. (2001) verificaram que as raparigas de idade inferior a 19 anos valorizavam mais os motivos relacionados  			com a Forma F&iacute;sica e o Prazer. Fonseca e Fonta&iacute;nhas (1993) referem que os mais novos d&atilde;o mais import&acirc;ncia aos aspectos relacionados com o Estatuto, Grupo, Liberta&ccedil;&atilde;o de Energia,  			Divertimento e Amigos, o que contraria os resultados aqui obtidos. Rebelo e Mota (1994) referem que os praticantes com idades compreendidas entre os 16 e os 25 anos assinalam que  			praticam a modalidade como forma de fazerem amizades, de ultrapassarem desafios e de se divertirem. Balbinotti et al. (2007), num estudo realizado com uma amostra de 428  			adolescentes do sexo masculino, com idades entre 13 e 16 anos, conclu&iacute;ram que a motiva&ccedil;&atilde;o relacionada com o prazer n&atilde;o variava de forma significativa durante a adolesc&ecirc;ncia. 		</p> 		 		    <p> 			A an&aacute;lise dos valores relativos &agrave;s dimens&otilde;es motivacionais em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero dos inquiridos, permitiu verificar que o g&eacute;nero feminino apresentou um valor m&eacute;dio menor na  			Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness, Influ&ecirc;ncia Extr&iacute;nseca e Estatuto quando comparado com o g&eacute;nero masculino. Os resultados do presente estudo s&atilde;o consistentes com os de outros estudos,  			onde se verificou uma diferencia&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero (Barroso et al., 2007; Chantal, Guay, Dobreva-Martinova, &amp; Vallerand, 1996; Fonseca &amp; Fonta&iacute;nhas, 1993; Gill et  			al., 1983; Kilpatrick et al. 2005; Longhurst &amp; Spink, 1987; Machado et al. 2005; Pelletier et al., 1995; Sirard et al. 2006). Fonseca (1995) corrobora as conclus&otilde;es aqui  			obtidas, mencionando que, de uma forma geral, as raparigas d&atilde;o menos import&acirc;ncia aos motivos relacionados com a realiza&ccedil;&atilde;o e o estatuto pessoal, enquanto Kilpatrick et al. (2005)  			verificaram que os homens atribuem maior import&acirc;ncia a motivos intr&iacute;nsecos relacionados com o ego e a performance e as mulheres d&atilde;o maior relev&acirc;ncia a motivos extr&iacute;nsecos  			associados &agrave; imagem e &agrave; sa&uacute;de. Machado et al. (2005) referem que o g&eacute;nero masculino indicou motivos relacionados com a sa&uacute;de, enquanto que o feminino referiu o divertimento.  			Resultados diferentes foram encontrados por Lores et al. (2004), tendo o g&eacute;nero feminino valorizado os motivos relacionados com a sa&uacute;de, enquanto o masculino referira os motivos  			relacionados com a competi&ccedil;&atilde;o. Os motivos relacionados com a competi&ccedil;&atilde;o e com a sociabilidade, na investiga&ccedil;&atilde;o conduzida por Balbinotti e Capazzoli (2008), eram mais valorizados  			pelo g&eacute;nero masculino. Allen (2003) refere que a motiva&ccedil;&atilde;o para a pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica relacionada com o prazer n&atilde;o varia de forma significativa entre os g&eacute;neros durante a  			adolesc&ecirc;ncia.  		</p> 		 		    <p> 			Globalmente, a import&acirc;ncia atribu&iacute;da aos fatores motivacionais para a pr&aacute;tica desportiva variou em fun&ccedil;&atilde;o do ciclo de escolaridade, tendo-se verificado que existiram diferen&ccedil;as  			significativas para todos os fatores, exceto para a Aprendizagem T&eacute;cnica/Fitness.  		</p> 		 		    <p> 			No Trabalho de Equipa, os valores m&eacute;dios s&atilde;o mais altos em ciclos de escolaridade mais baixos. Resultados semelhantes foram encontrados por Fonseca, Sousa, e Vilas-Boas (2001),  			referindo, estes, que o estabelecimento de contactos com outras pessoas assume, nestas idades, uma import&acirc;ncia significativa, constituindo-se o Desporto como um meio privilegiado  			para este efeito. As motiva&ccedil;&otilde;es relacionadas com a Liberta&ccedil;&atilde;o de Energia apresentaram valores m&eacute;dios mais altos &agrave; medida que o ciclo de escolaridade aumentava, enquanto que a  			Influ&ecirc;ncia Extr&iacute;nseca, mostrava valores m&eacute;dios mais baixos &agrave; medida que o ciclo de escolaridade aumentava. Estes dados acompanham a idade. Como era de esperar, existe correla&ccedil;&atilde;o  			elevada entre idade e n&iacute;vel de escolaridade e uma percentagem consider&aacute;vel de vari&acirc;ncia para estas vari&aacute;veis colineares. 		</p> 		 		    <p> 			A import&acirc;ncia atribu&iacute;da ao Estatuto variou em fun&ccedil;&atilde;o do ciclo de escolaridade dos alunos, sendo que, os alunos do ensino secund&aacute;rio apresentaram valores m&eacute;dios mais baixos. No que  			se refere &agrave; influ&ecirc;ncia do ciclo de escolaridade dos alunos nas quest&otilde;es ligadas &agrave; Socializa&ccedil;&atilde;o, o 2&ordm; ciclo de ensino b&aacute;sico apresentou um valor m&eacute;dio mais baixo que o secund&aacute;rio.  			Sousa (2004) verificou que, para os alunos do segundo ciclo, os motivos mais importantes s&atilde;o os motivos associados &agrave; afilia&ccedil;&atilde;o, desenvolvimento de compet&ecirc;ncias, prazer e forma  			f&iacute;sica e que n&atilde;o existem diferen&ccedil;as nas motiva&ccedil;&otilde;es para a pr&aacute;tica desportiva entre os alunos do terceiro ciclo e os alunos do ensino secund&aacute;rio, facto que n&atilde;o se verificou no  			presente trabalho. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			A motiva&ccedil;&atilde;o dos alunos para a pr&aacute;tica desportiva parece estar associada a um conjunto de vari&aacute;veis demogr&aacute;ficas que a determinam, variando com a idade, o n&iacute;vel de escolaridade e o  			g&eacute;nero. A motiva&ccedil;&atilde;o para as aprendizagens e o fitness, para o trabalho em equipa, bem como para a socializa&ccedil;&atilde;o, num clima de motiva&ccedil;&atilde;o intr&iacute;nseca, &eacute; assinal&aacute;vel correspondendo &agrave;s  			fontes mais importantes de motiva&ccedil;&atilde;o. Considerando o incremento em idade e n&iacute;vel de escolaridade, existe uma diminui&ccedil;&atilde;o da motiva&ccedil;&atilde;o para o trabalho de equipa e para a influ&ecirc;ncia  			de terceiros sobre a motiva&ccedil;&atilde;o para a pr&aacute;tica. Por outro lado, as motiva&ccedil;&otilde;es associadas ao estatuto social, aos processos de socializa&ccedil;&atilde;o e de liberta&ccedil;&atilde;o de energia ganham  			import&acirc;ncia crescente com a idade e o n&iacute;vel de escolaridade. J&aacute; no que se refere ao g&eacute;nero, as raparigas apresentam valores menores na motiva&ccedil;&atilde;o referente &agrave;s aprendizagens  			t&eacute;cnicas e ao fitness, na motiva&ccedil;&atilde;o em fun&ccedil;&atilde;o do estatuto social e nas influ&ecirc;ncias extr&iacute;nsecas para a pr&aacute;tica. No entanto, n&atilde;o se encontraram diferen&ccedil;as, relativamente aos  			rapazes, nas motiva&ccedil;&otilde;es para o trabalho em equipa, para a socializa&ccedil;&atilde;o e para a liberta&ccedil;&atilde;o de energia.  		</p> 		 		    <p> 			O corrente estudo reconhece a import&acirc;ncia de aprofundar a investiga&ccedil;&atilde;o que envolva o estudo das determinantes motivacionais da pr&aacute;tica desportiva, face aos resultados  			contradit&oacute;rios de boa parte da investiga&ccedil;&atilde;o realizada. Por outro lado, fruto da crescente diferencia&ccedil;&atilde;o cultural na nossa sociedade, estudos interculturais, considerando outras  			vari&aacute;veis de diferencia&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica presentes na popula&ccedil;&atilde;o de alunos e de praticantes desportivos, dever&atilde;o ser considerados. O n&iacute;vel s&oacute;cio-econ&oacute;mico e cultural, a etnia e a  			nacionalidade, entre outras vari&aacute;veis, devem ser incorporados em modelos explicativos da motiva&ccedil;&atilde;o para a pr&aacute;tica, considerando, nomeadamente, a intera&ccedil;&atilde;o entre essas vari&aacute;veis.  			Por outro lado, outros modelos te&oacute;ricos devem ser incorporados e contrastados com o modelo adotado neste estudo, de modo a se poder conhecer melhor a estrutura multifactorial das  			motiva&ccedil;&otilde;es dos praticantes desportivos. Em futuros estudos importa, ainda, adotar abordagens qualitativas, que permitam penetrar mais profundamente nas estruturas motivacionais,  			nas suas determinantes psicol&oacute;gicas e nas rela&ccedil;&otilde;es que estabelecem com os contextos e conte&uacute;dos das pr&aacute;ticas. 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Afonso, A., Fernandes, A., Soares, D., &amp; Fonseca, A. (2001). Estudo explorat&oacute;rio sobre os motivos que levam as pessoas a praticar aer&oacute;bica, In A. Fonseca (Ed.), <i>Estudos  			sobre Motiva&ccedil;&atilde;o</i> (pp. 88-91). Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-107X201200040000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Alderman, R. (1976). Incentive motivation in Sport: An interpretative speculation of research opportunities. In A. C. Fisher (Ed.). P<i>sychology of sport: Issues &amp; insights 			</i>. Palo Alto, California: Mayfield.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-107X201200040000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Alderman, R. (1978). Strategies for motivating young athletes. In W. F. Straub (Ed.). <i>Sport Psychology: An analysis of athlete behaviour </i>(pp. 136-148). Ithaca: N.Y. Movement.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-107X201200040000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Alderman, R. &amp; Wood, N. (1976). An analysis of incentive motivation in young Canadian athletes. <i>Canadian Journal Applied Sport Science, 1</i>, 169-176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1646-107X201200040000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Allen, J. (2003). Social Motivation in Youth Sport. <i>Journal of Sport &amp; Exercise Psychology, 25</i>, 551-567.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201200040000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Balbinotti, C., Barbosa, M., Juchem, L., Balbinotti, M., &amp; Saldanha, R. (2007). A motiva&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&aacute;tica de atividade f&iacute;sica regular relacionada ao prazer em adolescentes do sexo  			masculino. <i>Cole&ccedil;&atilde;o Pesquisa em Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, 6</i>(2), 7-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201200040000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Balbinotti, M., &amp; Capazzoli, C. (2008). Motiva&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&aacute;tica regular de atividade f&iacute;sica: Um estudo explorat&oacute;rio com praticantes em academias de gin&aacute;stica. <i>Revista  			Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte, 22</i>(1), 63-80.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201200040000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Barroso, M., Ara&uacute;jo, A., Keulen, G., Braga, R., &amp; Krebs, R. (2007). Motivos de pr&aacute;tica de esportes coletivos universit&aacute;rios em Santa Catarina. In <i>F&oacute;rum Internacional de  			Esportes, Anais, 6</i>, (pp. 11.1-11.9). Florian&oacute;polis: Unesporte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201200040000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Biddle, S. (1995). Exercise Motivation Across the Life Span. In S. Biddle (Eds.), <i>European Perspectives on Exercise and Sport Psychology</i> (pp. 3-21). Champaign: Human  			Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-107X201200040000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Biddle, S. (1998). Sport and exercise motivation: A brief review of antecedent factors and psychological outcomes of participation. In K. Green &amp; K. Hardman (Eds.), <i> 			Physical Education: A reader</i> (pp. 154-183). Aachen, Germany: Meyer &amp; Meyer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-107X201200040000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Biddle, S., &amp; Mutrie, N. (2001). <i>Psychology of Physical Activity: Determinants, well-being and interventions</i>. London: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-107X201200040000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Chantal, Y., Guay, F., Dobreva-Martinova, T, &amp; Vallerand, R. J. (1996). Motivation and elite performance: An exploratory investigation with Bulgarian athletes. <i> 			International Journal of Sport Psychology, 7</i>, 172-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-107X201200040000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Cid, L. (2002). Altera&ccedil;&atilde;o dos motivos para a pr&aacute;tica desportiva das crian&ccedil;as e jovens. <i>Educaci&oacute;n F&iacute;sica y Deportes</i>. Retrieved from <a href="http://www.efdeportes.com/efd55/motiv.htm" target="_blank">http://www.efdeportes.com/efd55/motiv.htm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1646-107X201200040000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Cruz, J., Costa, F., Rodrigues, R., &amp; Ribeiro, F. (1988). Motiva&ccedil;&atilde;o para a pr&aacute;tica e competi&ccedil;&atilde;o desportiva. <i>Revista Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o, 1</i>(2), 113-124.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1646-107X201200040000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Cruz, J., &amp; Cunha, A. (1990). Avalia&ccedil;&atilde;o Psicol&oacute;gica. <i>Sete Metros, 7</i>, 52-58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1646-107X201200040000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fernandes, R. (2001). A motiva&ccedil;&atilde;o para a pr&aacute;tica de nata&ccedil;&atilde;o de competi&ccedil;&atilde;o em atletas pr&eacute;-juniores e juniores-seniores <a id="x.294" /><a id="x.297" />In A. Fonseca (Ed.), <i> 			Estudos sobre a motiva&ccedil;&atilde;o</i> (pp. 74). Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1646-107X201200040000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fonseca, A. (1995). Motivos para a pr&aacute;tica desportiva: Investiga&ccedil;&atilde;o desenvolvida em Portugal, AGON - <i>Revista cr&iacute;tica de desporto e educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, </i><i>1</i>, 49-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1646-107X201200040000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fonseca, A., &amp; Fonta&iacute;nhas, M. (1993). <i>Participation motivation in portuguese competitive gymnastic</i>. Paper presented at the Congresso Mundial de Ciencias de la Actividad  			y el Deporte, Granada: Universidad de Granada, F.C.A.F.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1646-107X201200040000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fonseca, A., &amp; Maia, J. (1996). An&aacute;lise factorial confirmat&oacute;ria &agrave; vers&atilde;o portuguesa do Participation Motivation Questionnaire. In A. Fonseca (Ed.). <i>Estudos sobre a motiva&ccedil;&atilde;o 			</i> (pp. 62-63). Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-107X201200040000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fonseca, A., &amp; Ribeiro, R. (2001). Motivos para a pr&aacute;tica de trampolins: Um estudo com atletas de Elite. In A. Fonseca (Ed.), <i>Estudos sobre a motiva&ccedil;&atilde;o</i> (pp. 11-13).  			Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1646-107X201200040000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fonseca, A., &amp; Soares, J. (2001). Orienta&ccedil;&otilde;es cognitivas e para a pr&aacute;tica de andebol. In A. Fonseca (Ed.), <i>Estudos sobre a motiva&ccedil;&atilde;o</i> (pp. 45-49). Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000178&pid=S1646-107X201200040000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fonseca, A., Freitas, N., &amp; Frade, V. (1998). Estudo da rela&ccedil;&atilde;o entre a idade dos atletas e os seus motivos para a pr&aacute;tica do futebol em equipas federadas da regi&atilde;o de  			Coimbra. In A. Fonseca (Ed.), <i>Estudos sobre a motiva&ccedil;&atilde;o</i> (pp. 92-94). Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000180&pid=S1646-107X201200040000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fonseca, A., Sousa, M., &amp; Vilas Boas, J. (2001). Motivos apresentados pelos jovens para a pr&aacute;tica de nata&ccedil;&atilde;o de uma forma competitiva. In A. Fonseca (Ed.), <i>Estudos sobre  			Motiva&ccedil;&atilde;o</i> (pp. 88-91). Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000182&pid=S1646-107X201200040000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Frias, J., &amp; Serpa, S. (1991). Factores de motiva&ccedil;&atilde;o para a actividade g&iacute;mnica no quadro da gin&aacute;stica geral, gin&aacute;stica de manuten&ccedil;&atilde;o e gin&aacute;stica de representa&ccedil;&atilde;o. In J. Bento,  			&amp; A. Marques (Eds.). <i>As Ci&ecirc;ncias do Desporto e a Pr&aacute;tica Desportiva, 1</i>, 169-179.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000184&pid=S1646-107X201200040000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fry, D., McClements, J., &amp; Sefton, J. (1981). <i>A report on participation in the Sasketoon Hockey Association</i>. Saskatoon, Canada: Sask Sport.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000186&pid=S1646-107X201200040000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gill, D., Gross, J., &amp; Huddleston, S. (1983). Participation motivation in youth sports. <i>International Journal of Sport Psychology, 14</i>, 1-14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S1646-107X201200040000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gould, D., Feltz, D., Weiss, M., &amp; Petlichkoff (1982). Participation motives in competitive youth swimmers. In T. Orlick, J. T. Partington, &amp; J. H. Salmela (Eds.), <i> 			Mental training for coaches and athletes</i>. Ottawa: Coaching Association of Canada.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000190&pid=S1646-107X201200040000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Kilpatrick, M., Hebert, E., &amp; Bartholomew, J. (2005). College students’ motivation for physical activity: Differentiating men’s and women’s motives for sport participation and  			exercise. <i>Journal of American College Health, 54</i>(2), 87-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000192&pid=S1646-107X201200040000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Klint, K., &amp; Weiss, M. (1987). Perceived competence and motives for participating in youth sports: A test of Harter’s competence motivation theory. <i>Journal of Sport  			Psychology, 9</i>, 55-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000194&pid=S1646-107X201200040000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Koivula, N. (1999). Sports Participation: Differences in motivation and actual participation due to gender typing. Journal of Sports Behavior, 22, 360-376.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000196&pid=S1646-107X201200040000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Kolt, G., Driver, R., &amp; Giles, L. (2004). Why older Australians participate in exercise and sport. <i>Journal of Aging and Physical Activity, 12</i>, 185-198.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000198&pid=S1646-107X201200040000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Longhurst, K., &amp; Spink, K.(1987). Participation motivation of Australian children involved in organized sport. <i>Canadian Journal of Sports Sciences, </i><i>12</i>(1), 24-30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000200&pid=S1646-107X201200040000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Lores, A., Murcia, J., Sanmart&iacute;n, M., &amp; Camacho, A. (2004). Motivos de pr&aacute;ctica f&iacute;sico-desportiva seg&uacute;n la edad y el g&eacute;nero en una muestra de universitarios. <i>Apunts, 76</i> 			, 13-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S1646-107X201200040000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Machado, C., Piccoli, J., &amp; Scalon, R. (2005). Fatores motivacionais que influem na ader&ecirc;ncia de adolescentes aos programas de inicia&ccedil;&atilde;o desportiva das escolas da Universidade  			Luterana do Brasil. <i>Educaci&oacute;n F&iacute;sica y Deportes</i>. Retrieved from <a href="http://www.efdeportes.com/efd89/inic.htm" target="_blank">http://www.efdeportes.com/efd89/inic.htm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S1646-107X201200040000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Marzinek, A., &amp; Neto, A. (2007). A motiva&ccedil;&atilde;o de adolescestes nas aulas de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica.  			<i>Educaci&oacute;n F&iacute;sica y Deportes</i>. Retrieved from <a href="http://www.efdeportes.com/efd105/motivacao-de-adolescestes-nas-aulas-de-educacao-fisica.htm" target="_blank">http://www.efdeportes.com/efd105/motivacao-de-adolescestes-nas-aulas-de-educacao-fisica.htm</a>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S1646-107X201200040000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Paim, M., &amp; Pereira, E. (2004). Fatores motivacionais dos adolescentes para a pr&aacute;tica de capoeira na escola. <i>Revista Motriz, 100</i>(3), 159-166.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000208&pid=S1646-107X201200040000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Pelletier, L., Tuson, D., Fortier, M., Vallerand, R., Briere, N., &amp; Blais, M. (1995). Toward a new mesure of intrinsic motivation, extrinsic motivation and motivation in  			sports: The Sport Motivation Scale (SMS). <i>Journal of Sport &amp; Exercise Psychology, 17</i>(1), 35-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000210&pid=S1646-107X201200040000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Pereira, J., &amp; Vasconcelos-Raposo, J.  (1998). As Motivac&otilde;es e a Pr&aacute;tica Desportiva. An&aacute;lise descritiva, factorial e comparativa dos motivos e factores motivacionais parar a  			participac&atilde;o e a n&atilde;o participac&atilde;o desportiva de jovens do concelho de Bai&atilde;o. In A. Fonseca (Ed.), <i>Estudos sobre Motiva&ccedil;&atilde;o</i> (pp. 78). Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000212&pid=S1646-107X201200040000500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Rebelo, M., &amp; Mota, J.  (1994). <i>Estudo comparativo das motiva&ccedil;&otilde;es para a pr&aacute;tica da nata&ccedil;&atilde;o como actividade f&iacute;sica de lazer numa popula&ccedil;&atilde;o juvenil e adulta</i>.  			(Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado). Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000214&pid=S1646-107X201200040000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Samulsky, D. (1992). <i>Psicologia do Esporte: Teoria e Aplica&ccedil;&atilde;o Pr&aacute;tica</i>. Belo Horizonte: Imprensa Universit&aacute;ria/UFMG.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000216&pid=S1646-107X201200040000500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Santana, M., &amp; Mota, J. (1994). <i>Estudo comparativo para a pr&aacute;tica da nata&ccedil;&atilde;o como actividade f&iacute;sica de lazer numa popula&ccedil;&atilde;o juvenil e adulta</i>. (Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado).  			Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000218&pid=S1646-107X201200040000500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Sapp, M., &amp; Haubenstricker, J. (1978). <i>Motivation for joining and reasons for not continuing in youth sport programs in Michigan</i>. Paper presented at the American  			Association of Health, Physical Education and Recreation National Convention. Kansas City: Missouri.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000220&pid=S1646-107X201200040000500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Serpa, S. (1992). Motiva&ccedil;&atilde;o para a pr&aacute;tica desportiva: Valida&ccedil;&atilde;o preliminar do question&aacute;rio de motiva&ccedil;&atilde;o para as actividades desportivas (QMAD). In F. Sobral, &amp; A. Marques  			(Coordenadores), FACDEX: <i>Desenvolvimento somato-motor e factores de excel&ecirc;ncia desportiva na popula&ccedil;&atilde;o escolar portuguesa, 2</i>, 89-97. LOCATION: PUBLISHER.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000222&pid=S1646-107X201200040000500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Sousa, M. (2004). <i>O Desporto Escolar no Concelho de Viseu: Que Realidade, que Motiva&ccedil;&atilde;o dos Jovens para a sua Pr&aacute;tica?</i> (Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado). Porto: FCDEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000224&pid=S1646-107X201200040000500044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Sirard, J., Pfeiffer, K., &amp; Pate, R. (2006). Motivational factors associated with sports participation in middle school students. <i>Journal of Adolescent Health, 38</i>,  			696-703.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000226&pid=S1646-107X201200040000500045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Trembath, E., Szabo, A., &amp; Baxter, M. (2002). Participation motives in leisure center physical &#9;activities. <i>Athletic insight: The online journal of sports psychology, 4 			</i>(3), 28-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000228&pid=S1646-107X201200040000500046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ullrich-French, S., &amp; Smith, L. (2006). Perceptions of relationships with parents and peers in youth sport: independent and combined prediction of motivational outcomes. <i> 			Psychology of Sport and Exercise, 7</i>(2), 193-214.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000230&pid=S1646-107X201200040000500047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			White, S., &amp; Duda, J. (1994). The relationship of gender, level of sport involvement, and participation motivation to task and ego orientation. <i>International Journal of  			Sport Psychology, 25</i>, 4-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000232&pid=S1646-107X201200040000500048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Zahariadis, P., &amp; Biddle, S. (2000). Goal orientations and participation motives in Physical Education and Sport: Their relationship in English Schollchildren. <i> 			International Journal of Sport psychology, 30</i>, 223-243.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000234&pid=S1646-107X201200040000500049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a name="0"></a><a href="#top0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a></i> 			Nuno Janu&aacute;rio, Departamento de Ci&ecirc;ncias do Desporto, Faculdade de Motricidade Humana, Estrada da Costa, Cruz Quebrada, 1499 Lisboa Codex, Portugal. 			<i>E-mail:</i> <a href="mailto:njanuario@fmh.utl.pt">njanuario@fmh.utl.pt</a> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 08.09.2011   &brvbar;   Aceite: 02.12.2012</p> 	     ]]></body><back>
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