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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Preconceito e esportes de aventura: A (não) presença feminina]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Participation in adventure sports have increased recently, perhaps because of its appealing and emotional aspects. Despite this overall increase, women’s participation is restricted due to ingrained gender prejudice in society, however, there are some initiatives aimed at expanding women’s participation in several adventure sports. In scientific literature there is a lack of studies on adventure sports, especially on gender issues, prejudice and female athletic performance. These aspects motivated this study, which aims to investigate from the female athletes’ perspective; the prejudice and behaviors of male athletes when in their presence and the male athletes’ acceptance of them. This exploratory research consists of a qualitative study developed through an open on-line questionnaire. This tool was posted on web logs and websites of sixteen well-known female Brazilian adventure sports athletes. The questionnaire answers were analyzed based on the Thematic Content Analysis Technique and indicate that, although most female athletes do not report the prejudice and rejection of men, these attitudes appear subliminally, deserving more attention in future studies.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Preconceito e esportes de aventura: A (n&atilde;o) presen&ccedil;a feminina</b> 		</p> 		    <p>&nbsp;</p>  		    <p> 			<b>G.M. Schwartz<sup>I</sup>,</b> 			<b>J.P. Figueiredo<sup>I</sup>,</b> 			<b>L.M. Pereira<sup>I</sup>,</b> 			<b>D.A. Christofoletti<sup>I</sup>,</b> 			<b>V.K. Dias<sup>I</sup></b> 		</p> 		 		    <p> 			<sup>I</sup>Instituto de Bioci&ecirc;ncias,UNESP-RC – Universidade Estadual Paulista “J&uacute;lio de Mesquita Filho” campus de Rio Claro, Brasil. 		</p> 		 		    <p><i><a name="top0"></a><a href="#0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			Os esportes de aventura apresentam uma demanda em crescimento na atualidade, tendo em vista suas caracter&iacute;sticas envolvendo in&uacute;meros apelos emocionais persuasivos e atraentes.  			Apesar dessa ascens&atilde;o, o envolvimento das mulheres nessas atividades ainda se d&aacute; de forma restrita, especialmente devido a resqu&iacute;cios de estigmas e preconceitos socialmente  			arraigados. Entretanto, algumas iniciativas femininas buscam ampliar a participa&ccedil;&atilde;o em diversas modalidades de esporte de aventura. Na literatura h&aacute; uma lacuna referente aos  			estudos sobre esportes de aventura, especialmente associado &agrave;s quest&otilde;es de g&ecirc;nero, preconceito e a atua&ccedil;&atilde;o de profissionais neste segmento. Estes aspectos mobilizaram este estudo,  			o qual objetivou investigar a aceita&ccedil;&atilde;o, por parte dos homens, bem como, poss&iacute;veis atitudes e condutas preconceituosas, no que tange &agrave; presen&ccedil;a feminina nos esportes de aventura,  			no olhar das atletas. O estudo qualitativo constou de pesquisa explorat&oacute;ria, desenvolvida por meio de question&aacute;rio aberto, aplicado via internet, diretamente nos sites e blogs de  			16 atletas brasileiras, com reconhecimento em diferentes modalidades de esportes de aventura. Os dados foram analisados com base na T&eacute;cnica de An&aacute;lise de Conte&uacute;do Tem&aacute;tico e  			indicam que, apesar da maioria das atletas n&atilde;o se reportar a preconceitos e &agrave; n&atilde;o aceita&ccedil;&atilde;o dos homens diretamente, estes aparecem subliminarmente, merecendo aten&ccedil;&atilde;o em novos  			estudos. 		</p> 		    <p><i>Palavras-chave</i>: preconceito, aventura, esporte</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Adventure sports and prejudice: The (no) female presence</b></p> 		 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			Participation in adventure sports have increased recently, perhaps because of its appealing and emotional aspects. Despite this overall increase, women’s participation is  			restricted due to ingrained gender prejudice in society, however, there are some initiatives aimed at expanding women’s participation in several adventure sports. In  			scientific literature there is a lack of studies on adventure sports, especially on gender issues, prejudice and female athletic performance. These aspects motivated this  			study, which aims to investigate from the female athletes’ perspective; the prejudice and behaviors of male athletes when in their presence and the male athletes’ acceptance  			of them. This exploratory research consists of a qualitative study developed through an open on-line questionnaire. This tool was posted on web logs and websites of sixteen  			well-known female Brazilian adventure sports athletes. The questionnaire answers were analyzed based on the Thematic Content Analysis Technique and indicate that, although most  			female athletes do not report the prejudice and rejection of men, these attitudes appear subliminally, deserving more attention in future studies. 		</p> 		    <p><i>Keywords</i>: prejudice, adventure, sport</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			As atividades de aventura e o turismo de aventura representam um nicho de mercado de bastante sucesso, dentro das op&ccedil;&otilde;es relacionadas ao entretenimento e ao lazer na atualidade.  			Derivadas desta perspectiva foram criadas determinadas sistematiza&ccedil;&otilde;es que levaram ao surgimento de algumas modalidades de esportes de aventura. Estas atividades possuem  			caracter&iacute;sticas bastante atraentes e persuasivas, voltadas, especialmente, ao contato com a instabilidade do ambiente natural e com experimenta&ccedil;&otilde;es baseadas em risco controlado, o  			que pode propiciar sensa&ccedil;&otilde;es inusitadas, assim como fortes emo&ccedil;&otilde;es. 		</p> 		 		    <p> 			Os esportes de aventura costumam atrair a aten&ccedil;&atilde;o de atletas arrojados e &aacute;vidos por pertencerem a um seleto grupo de aventureiros, que parecem se deslumbrar com a representa&ccedil;&atilde;o do  			mito do her&oacute;i e da eterna juventude, associado ao imagin&aacute;rio dessas t&eacute;cnicas. Por&eacute;m, suas reais caracter&iacute;sticas s&atilde;o ainda praticamente desconhecidas, tendo em vista a car&ecirc;ncia de  			reflex&otilde;es a respeito dessas modalidades. No &acirc;mbito da Psicologia do Esporte, poucos estudos j&aacute; foram efetivados, no sentido, principalmente, de se conhecer os motivos de ades&atilde;o a  			estas pr&aacute;ticas. Entretanto, no que tange &agrave;s caracter&iacute;sticas psicofisiol&oacute;gicas, muito ainda se tem que investigar. Talvez, uma das raz&otilde;es para esta falta de aten&ccedil;&atilde;o da academia  			para com estes esportes tenha rela&ccedil;&atilde;o com a dificuldade de atua&ccedil;&atilde;o e de coleta de dados em um setting altamente diferenciado (ambiente natural), contendo in&uacute;meras vari&aacute;veis de  			dif&iacute;cil controle. 		</p> 		 		    <p> 			O esporte de aventura e os atletas j&aacute; s&atilde;o uma realidade, merecendo o olhar da academia sobre os in&uacute;meros par&acirc;metros ainda a serem investigados neste contexto. Um dos pontos que  			chamam a aten&ccedil;&atilde;o, quando o foco recai nos esportes de aventura, &eacute; a quest&atilde;o da diferencia&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nero. Conquanto algumas modalidades de esportes de aventura j&aacute; recebam o p&uacute;blico  			feminino de modo mais natural, especialmente devido aos ditames de regras pr&oacute;prias para a composi&ccedil;&atilde;o de equipes, como &eacute; o caso da corrida de aventura, para que este p&uacute;blico se  			insira no &acirc;mbito de outras modalidades, parece ainda haver uma s&eacute;rie de quesitos, os quais, n&atilde;o raro, dificultam esse acesso. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Quando se analisam diretamente os esportes de aventura, pode-se constatar a escassez de mulheres envolvidas, o que revigora a tese de que ainda se percebem in&uacute;meros equ&iacute;vocos e  			limita&ccedil;&otilde;es preconceituosas, que se contrap&otilde;em como barreiras impeditivas para a viv&ecirc;ncia feminina nessas atividades. Essas barreiras de car&aacute;ter estigmatizante podem promover o  			desrespeito &agrave;s mulheres que, porventura, n&atilde;o tenham um perfil t&eacute;cnico desenvolvido, ou sendo consideradas como incompetentes para essas atividades esportivas, somente levando-se  			em considera&ccedil;&atilde;o valores socioculturais retr&oacute;grados.  		</p> 		 		    <p> 			Estes aspectos referentes &agrave; quest&atilde;o de preconceito e g&ecirc;nero e da car&ecirc;ncia de mulheres envolvidas nos esportes de aventura, representaram a inquieta&ccedil;&atilde;o geradora deste estudo. Sendo  			assim, torna-se relevante buscar analisar esse universo tem&aacute;tico, no sentido de se compreender melhor como se d&aacute; a inser&ccedil;&atilde;o da mulher nas atividades e esportes de aventura na  			atualidade. 		</p> 		 		    <p> 			Algumas mulheres j&aacute; ultrapassaram certas barreiras e desafios culturais e se impuseram no ambiente do esporte de aventura, tornando-se atletas de diferentes modalidades. Portanto,  			este facto se torna bastante instigante, no sentido de se compreender, no olhar dessas atletas, como se efetivam as rela&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;nero no contexto dos esportes de aventura.  		</p> 		 		    <p> 			Sendo assim, este trabalho teve por objetivo investigar a aceita&ccedil;&atilde;o, por parte dos homens, bem como, poss&iacute;veis atitudes e condutas preconceituosas, no que tange &agrave; presen&ccedil;a  			feminina nos esportes de aventura, no olhar de atletas j&aacute; consagradas no &acirc;mbito dos esportes de aventura no Brasil.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Revis&atilde;o de literatura</b></p> 		 		    <p> 			A luta feminina pela igualdade de direitos e oportunidades sociais n&atilde;o &eacute; nova e alguns autores salientam que esta percep&ccedil;&atilde;o de desigualdade se d&aacute; em diversos contextos culturais  			(Rutland, Killen, &amp; Abrams, 2010). No campo do esporte, esta desigualdade &eacute; bastante patente, o que mereceu a aten&ccedil;&atilde;o de in&uacute;meros estudiosos (Oliveira, Cherem, &amp; Tubino,  			2008; Valporto, 2006), preocupados em compreender as rela&ccedil;&otilde;es de poder e g&ecirc;nero envolvidas, no &acirc;mbito esportivo. 		</p> 		 		    <p> 			Nas reflex&otilde;es promovidas por Gill e Kamphoff (2010), os autores afirmam que a categoria de g&ecirc;nero est&aacute; envolvida em diferentes &acirc;mbitos da sociedade, inclusive, no que concerne ao  			contexto esportivo. Esses autores tamb&eacute;m salientam que as perspectivas de foco sobre o feminismo e o multiculturalismo representam, ainda, fatores que merecem aten&ccedil;&atilde;o da &aacute;rea  			acad&ecirc;mica. Estas discuss&otilde;es s&atilde;o imprescind&iacute;veis, no sentido de favorecer a desconstru&ccedil;&atilde;o da hip&eacute;rbole relativa &agrave; supremacia masculina associada ao mundo do esporte, em busca da  			justi&ccedil;a de g&ecirc;nero e de suplantar as lacunas impregnadas na realidade social, reconhecendo-se a import&acirc;ncia do papel feminino nessa nova constru&ccedil;&atilde;o do esporte contempor&acirc;neo  			(Vertinsky, 2010). 		</p> 		 		    <p> 			A desigualdade de g&ecirc;nero associada ao campo do esporte parece exceder as quadras e pistas, entrando, agora, na perspectiva das atividades e esportes de aventura. A mulher, para  			conseguir suplantar o preconceito arraigado sobre sua presen&ccedil;a nas atividades de aventura, enfrenta diversas barreiras. Entre elas, podem-se notar as representa&ccedil;&otilde;es sociais de  			g&ecirc;nero.  		</p> 		 		    <p> 			O papel feminino sempre foi associado &agrave; fraqueza e aos detalhes est&eacute;ticos, entre outras caracter&iacute;sticas adotadas para a mulher como um valor aceito em sociedade (Lippa, 2010;  			Romariz, Devide, &amp; Votre, 2007). Sendo assim, fica dif&iacute;cil suplantar o pressuposto de que as mulheres s&atilde;o muito femininas para viverem se machucando, marcando a pele, ou, o  			que &eacute; pior, a considera&ccedil;&atilde;o de que s&atilde;o incompetentes para tais atividades. Como afirma Goellner (2003), para a mulher, parecem ser prerrogativas sociais apenas os atributos de ser  			bela, feminina e maternal, desconsiderando-se, ainda, toda a sua potencialidade em outros pap&eacute;is assumidos. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Ampliando-se o foco para os esportes de modo geral, pode-se perceber a falta de reconhecimento dado &agrave; figura feminina, ilustrado na dificuldade que estas possuem para galgar  			cargos deliberativos nas federa&ccedil;&otilde;es esportivas, ou, de terem credibilidade para arbitrarem ou dirigirem como t&eacute;cnicas algumas atividades esportivas, ou mesmo, de receberem  			patroc&iacute;nio como atletas, em rela&ccedil;&atilde;o aos homens. Outra barreira existente &eacute; a supremacia da massifica&ccedil;&atilde;o da figura masculina no esporte, em detrimento da figura feminina (Goellner,  			2005). Isto se pode notar, inclusive, na esfera de propaganda e venda de marcas, em que os homens s&atilde;o tamb&eacute;m mais visados. 		</p> 		 		    <p> 			Estas representa&ccedil;&otilde;es sobre a figura do homem ligada ao esporte t&ecirc;m estreita rela&ccedil;&atilde;o com o mito do her&oacute;i, cuja designa&ccedil;&atilde;o imagin&aacute;ria o coloca como portador de poderes intensos,  			capazes de superar qualquer obst&aacute;culo (Costa, 2000; Costa &amp; Tubino, 1999). O imagin&aacute;rio relativo &agrave; for&ccedil;a, pot&ecirc;ncia e virilidade est&aacute; diretamente associado ao corpo masculino,  			pensamento que recha&ccedil;a a for&ccedil;a, a pot&ecirc;ncia e a garra da mulher atleta (Cheung &amp; Halpern, 2010). 		</p> 		 		    <p> 			Ao se fazer uma incurs&atilde;o pelas publica&ccedil;&otilde;es referentes &agrave;s atividades e esportes de aventura, pode-se notar que poucos trabalhos est&atilde;o divulgados focalizando a figura feminina  			atuante nesses esportes. Alguns livros j&aacute; publicados (Gasques, 2002; Ortiz, 2007) reiteram a luta feminina por estrat&eacute;gias capazes de inseri-las e serem reconhecidas no &acirc;mbito dos  			esportes de aventura.  		</p> 		 		    <p> 			Entretanto, pode-se perceber que diversos desses livros, basicamente escritos por homens, fazem apenas alguma men&ccedil;&atilde;o sobre a presen&ccedil;a feminina no esporte de aventura. Quando  			citadas, estas figuras femininas se mostram em fotos, apenas ilustrando a pessoa de algu&eacute;m famosa ou a foto de uma medalha conquistada, n&atilde;o havendo registros de mulheres fazendo  			manobras ousadas ou em a&ccedil;&atilde;o efetiva na modalidade (Figueira, 2008). 		</p> 		 		    <p> 			Ao se atentar o olhar para a divulga&ccedil;&atilde;o sobre os esportes e atividades de aventura em diferentes m&iacute;dias, pode-se perceber, tamb&eacute;m, a predomin&acirc;ncia de reportagens sobre atletas  			masculinos, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s atletas femininas. Estas, quando s&atilde;o focalizadas pela m&iacute;dia televisiva, por exemplo, aparecem apenas para refor&ccedil;ar a beleza, a feminilidade e a vaidade,  			mas, raramente, s&atilde;o expostas mostrando suas habilidades t&eacute;cnicas, sua compet&ecirc;ncia estrat&eacute;gica na atividade, ou sua coragem e radicalidade em determinado lance ou tarefa motora,  			como j&aacute; apontou Figueira (2008). 		</p> 		 		    <p> 			Ainda sobre essa forma preconceituosa de apreens&atilde;o do universo feminino pelas m&iacute;dias, pode-se perceber a insist&ecirc;ncia dos canais televisivos em buscar termos como deusas, ninfas,  			musas, para definirem as mulheres atletas em a&ccedil;&atilde;o. Esta posi&ccedil;&atilde;o refor&ccedil;a a ideia de algo fora do normal ou diferente, j&aacute; que, com esta vis&atilde;o, as mulheres atuantes nesses esportes  			parecem ser tomadas como seres irreais (Figueira, 2008), ou, apenas desta forma, se igualar aos feitos dos homens. 		</p> 		 		    <p> 			Como estrat&eacute;gias de dissemina&ccedil;&atilde;o do trabalho feminino com o esporte de aventura, a cria&ccedil;&atilde;o de associa&ccedil;&otilde;es esportivas femininas j&aacute; &eacute; uma realidade para algumas atividades de  			aventura, como no caso do skate. Na m&iacute;dia impressa, tamb&eacute;m j&aacute; se notam algumas iniciativas, como entrevistas e reportagens em revistas, descrevendo os processos da atividade, ou  			comentando-se sobre alguma participa&ccedil;&atilde;o em campeonato. Por&eacute;m, tudo isto ainda &eacute; bastante pouco. 		</p> 		 		    <p> 			Ainda que estas iniciativas j&aacute; estejam em curso, s&atilde;o muitas as barreiras que a mulher ter&aacute; que enfrentar, para conseguir se impor como atleta nos esportes de aventura e superar a  			desigualdade de g&ecirc;nero. Quando se procura investigar, inclusive, a presen&ccedil;a de profissionais do sexo feminino envolvidos com os treinamentos t&eacute;cnicos, t&aacute;tico e psicol&oacute;gico nos  			esportes de aventura, nota-se tamb&eacute;m uma aus&ecirc;ncia de enfoques na literatura espec&iacute;fica, sobre estas tem&aacute;ticas. Sendo assim, tornam-se prementes novos olhares sobre esses e outros  			enfoques no campo dos esportes de aventura, no sentido de se contribuir para as futuras reflex&otilde;es e se promover a t&atilde;o almejada mudan&ccedil;a axiol&oacute;gica em prol da valoriza&ccedil;&atilde;o feminina  			nos esportes de aventura. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Amostra e Instrumentos</b></p> 		 		    <p> 			Este estudo teve uma natureza qualitativa, em fun&ccedil;&atilde;o de que esta, conforme salienta Richardson (1999), possibilita uma melhor compreens&atilde;o do universo pesquisado, captando, de  			forma mais intensa e aprofundada, os fen&ocirc;menos e mudan&ccedil;as inseridos num contexto social. Para tanto, o estudo foi desenvolvido em duas etapas, sendo a primeira referente a uma  			revis&atilde;o de literatura sobre as tem&aacute;ticas propostas e pertinentes ao entendimento deste estudo, e a segunda a uma pesquisa explorat&oacute;ria, a qual permitiu entrar no universo da  			popula&ccedil;&atilde;o a ser analisada de forma direta, favorecendo o conhecimento real da situa&ccedil;&atilde;o e a identifica&ccedil;&atilde;o de problemas e poss&iacute;veis solu&ccedil;&otilde;es.  		</p> 		 		    <p> 			A pesquisa explorat&oacute;ria utilizou como instrumento para a coleta dos dados um question&aacute;rio contendo perguntas abertas e aplicado online. A aplica&ccedil;&atilde;o do instrumento de coleta de  			dados online, utilizando, assim, a inform&aacute;tica, apresenta pontos positivos, como destaca Joly e Silveira (2003), por agilizar a coleta dos dados, favorecer o acesso aos sujeitos,  			al&eacute;m de tornar a an&aacute;lise mais &aacute;gil, contribuindo, ainda, no aspecto econ&ocirc;mico, possibilitando seguran&ccedil;a e intera&ccedil;&atilde;o com o sujeito da pesquisa de maneira mais r&aacute;pida.  		</p> 		 		    <p> 			A amostra intencional participante do estudo foi constitu&iacute;da por 16 mulheres, com faixa et&aacute;ria entre 24 a 51 anos, totalizando uma m&eacute;dia de 34 anos, selecionadas pelo facto de  			serem praticantes de atividades de aventura na natureza h&aacute; algum tempo, sendo atletas de n&iacute;vel nacional no Brasil. Dessas atletas, 15 possu&iacute;am n&iacute;vel de escolaridade superior  			completo e apenas uma o segundo grau incompleto. Dentre os tipos de atividades praticadas, estas atletas citaram estarem envolvidas em diversas modalidades, entre elas: escalada,  			montanhismo, mountain bike, rafting, skate, corrida de orienta&ccedil;&atilde;o, canoagem, trekking, ciclismo, rappel, p&aacute;ra-quedismo, b&oacute;ia-cross, canyoning e balonismo. No que concerne ao tempo  			de pr&aacute;tica dessas atividades, este variou entre dois e 29 anos, obtendo-se uma m&eacute;dia de 9.5 anos. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			O estudo foi aceito pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa com Seres Humanos do Instituto de Bioci&ecirc;ncias, da UNESP, campus de Rio Claro/SP/Brasil, sob protocolo n&uacute;mero 06313.  			Inicialmente, foi realizada uma pesquisa explorat&oacute;ria em redes sociais da internet, blogs e sites, nos quais foram identificadas algumas atletas que se destacavam no cen&aacute;rio  			nacional e/ou internacional de esportes de aventura, momento em que foi realizado o convite para participa&ccedil;&atilde;o na pesquisa, bem como, a explica&ccedil;&atilde;o dos objetivos do estudo,  			assegurando a garantia do anonimato e solicitado a estas o e-mail para contato. Desta maneira, foi repassada a vers&atilde;o do question&aacute;rio a ser respondido. De posse da anu&ecirc;ncia das  			atletas, estas procederam &agrave; assinatura digital do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido e &agrave;s respostas ao question&aacute;rio.  		</p> 		 		    <p> 			Os dados coletados por meio da aplica&ccedil;&atilde;o do instrumento foram analisados de forma descritiva, utilizando-se a T&eacute;cnica de An&aacute;lise de Conte&uacute;do Tem&aacute;tico. Esta t&eacute;cnica, conforme  			Richardson (1999), permite evidenciar os aspectos mais relevantes do contexto das respostas e que mais diretamente respaldam o objetivo proposto no estudo. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS e DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			A quest&atilde;o 01 do question&aacute;rio relacionou-se aos aspectos motivacionais que provocaram a ader&ecirc;ncia dessas mulheres aos esportes de aventura. O principal motivo citado foi a  			identifica&ccedil;&atilde;o com este tipo de atividade, para seis atletas, seguido da perspectiva de poder estar em contato direto com o ambiente natural, motivo citado por cinco atletas; duas  			apontaram a palavra adrenalina como motivo; as sensa&ccedil;&otilde;es de prazer, bem-estar e satisfa&ccedil;&atilde;o foram citadas por tr&ecirc;s atletas, sendo uma para cada um desses motivos.  		</p> 		 		    <p> 			Entre os estudiosos dos esportes e atividades de aventura no Brasil (Bruhns, 2009; Dias &amp; Alves Junior, 2009; Marinho, 2008; Tahara, Carnicelli Filho, &amp; Schwartz, 2006;  			Tahara, 2004), o gosto pela atividade ao ar livre e a perspectiva de alcance de prazer s&atilde;o os motivos mais frequentemente atribu&iacute;dos &agrave; ades&atilde;o a estas pr&aacute;ticas. Para Bruhns (2009),  			as atividades realizadas em ambientes naturais fazem restabelecer uma rela&ccedil;&atilde;o mais efetiva entre o ser humano e a natureza, avivando, de modo mais intenso, essa associa&ccedil;&atilde;o. Em  			outros estudos, como o de Gomes e Isayama (2009), esta rela&ccedil;&atilde;o humana com o ambiente natural e o prazer s&atilde;o os fatores motivacionais mais relevantes. 		</p> 		 		    <p> 			Nos estudos de Lavoura, Schwartz, e Machado (2008), a possibilidade de viv&ecirc;ncia de emo&ccedil;&otilde;es diferentes daquelas advindas das experi&ecirc;ncias cotidianas, &eacute; um forte motivo de ades&atilde;o,  			tamb&eacute;m citado nesse presente estudo, quando as atletas apontam o prazer, bem-estar e adrenalina. O facto de as atletas citarem algumas emo&ccedil;&otilde;es que est&atilde;o fortemente presentes  			nessas atividades, tamb&eacute;m corrobora com estudos anteriores (Paix&atilde;o, 2010; Lavoura, Schwartz, &amp; Machado, 2008; Schwartz, 2002).  		</p> 		 		    <p> 			Com base nestes autores, foi poss&iacute;vel observar uma grande incid&ecirc;ncia de estudos que apontam os aspectos emocionais como expressivo motivo de ader&ecirc;ncia a essas atividades. Embora  			no presente trabalho as participantes tamb&eacute;m tenham citado as sensa&ccedil;&otilde;es e emo&ccedil;&otilde;es como fator desencadeador de inser&ccedil;&atilde;o nas atividades de aventura, vale ressaltar que a  			identifica&ccedil;&atilde;o com este tipo de atividade e o contato com o ambiente natural &eacute; que foram os elementos mais destacados.  		</p> 		 		    <p> 			No que se refere &agrave; valoriza&ccedil;&atilde;o das caracter&iacute;sticas das atividades de aventura, Betr&aacute;n (2003, p. 159) aponta que h&aacute; um “mix atrativo”, formado pelos elementos natureza, esporte,  			aventura, relacionamentos, dentre outros, os quais instigam as pessoas a procurarem e aderirem &agrave; essas atividades. Quanto ao contato com a natureza, Amaral e Dias (2008) tamb&eacute;m  			apresentam que este &eacute; o motivo primordial citado pelos participantes em sua pesquisa, salientando que os indiv&iacute;duos buscam, por meio dessas atividades, a harmonia com o ambiente  			natural, o equil&iacute;brio, a intera&ccedil;&atilde;o e o reencontro com a natureza, corroborando, assim, os dados encontrados neste trabalho. 		</p> 		 		    <p> 			Em outros estudos, como os de Silva e Freitas (2010) e de Bahia e Sampaio (2007), os principais motivos n&atilde;o se coadunam com estes apontados no presente estudo, uma vez que os  			autores ressaltam a possibilidade de condutas compensat&oacute;rias ao se procurar as atividades em contato com a natureza, tanto em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s viv&ecirc;ncias diferenciadas, como no que  			concerne ao facto de os adeptos desvelarem sentidos camuflados em seus &iacute;ntimos. De todo modo, esses fatores n&atilde;o deixam de estar relacionados aos aspectos das emo&ccedil;&otilde;es, por&eacute;m, isto  			refor&ccedil;a a necessidade de novos estudos, devido &agrave; complexidade desses fen&ocirc;menos. 		</p> 		 		    <p> 			Estes aspectos subjetivos s&atilde;o persuasivos, tanto do ponto de vista das atividades, quanto das atletas em si mesmo. Esta afirma&ccedil;&atilde;o se baseia no facto de que bem pouco se tem  			voltado a aten&ccedil;&atilde;o para se entender esse paradoxo envolvendo diretamente as atividades de aventura e sua caracter&iacute;stica atrativa de favorecer o prazer de sentir medo, seja este  			imagin&aacute;rio ou real. Talvez, este elemento esteja diretamente associado a algum tra&ccedil;o de personalidade, capaz de auferir a confian&ccedil;a necess&aacute;ria para o enfrentamento da  			situa&ccedil;&atilde;o-problema, de modo a alcan&ccedil;ar o prazer de vencer obst&aacute;culos.  		</p> 		 		    <p> 			Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; quest&atilde;o de n&uacute;mero 02, referente a sentir ou n&atilde;o algum tipo de preconceito, nove das participantes declararam n&atilde;o perceberem qualquer tipo de preconceito, apoiando  			suas justificativas sobre o facto, principalmente, de serem consideradas pe&ccedil;as-chave em alguns esportes, como na corrida de orienta&ccedil;&atilde;o. Para esta atividade, a presen&ccedil;a feminina &eacute;  			exigida, o que, de certa forma, conduz ao facto de n&atilde;o haver desvaloriza&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; inser&ccedil;&atilde;o da mulher nesta modalidade esportiva. Algumas tamb&eacute;m se reportaram ao facto de  			receberem incentivo e apoio dos homens, quando est&atilde;o nos grupos de pr&aacute;tica, o que, para elas, representaria a ideia aventada de n&atilde;o sentirem preconceito. 		</p> 		 		    <p> 			Quando se trata do universo dos esportes, &eacute; poss&iacute;vel observar que mesmo hoje alguns estere&oacute;tipos de g&ecirc;nero n&atilde;o foram extintos, sendo vis&iacute;veis em modalidades que mant&ecirc;m a distin&ccedil;&atilde;o  			de atributos pertencentes ao grupo masculino e ao grupo feminino. Saraiva (2009) discorre sobre tal assunto refor&ccedil;ando o facto de que a educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica contribuiu bastante para a  			masculiniza&ccedil;&atilde;o do esporte e uma feminiliza&ccedil;&atilde;o das atividades r&iacute;tmico-expressivas. Cabe ainda ressaltar que pesquisas de g&ecirc;nero e estudos que discutem quest&otilde;es relativas ao corpo  			feminino t&ecirc;m sido capazes de esclarecer o motivo que gera tais desigualdades (Devide, 2003;Goellner, 2003). Entretanto, tamb&eacute;m ficou patente que sete participantes apontaram  			sentir preconceito nessas pr&aacute;ticas. Suas justificativas recaem no facto de que esse preconceito n&atilde;o &eacute; apenas restrito aos homens participantes destes esportes, mas &eacute; advindo da  			pr&oacute;pria sociedade, j&aacute; que estas atividades ainda s&atilde;o vistas como estritamente masculinas. &Eacute; importante ressaltar que esta participa&ccedil;&atilde;o feminina s&oacute; tornou-se mais evidente no  			come&ccedil;o do s&eacute;culo XX, no qual ocorreram algumas modifica&ccedil;&otilde;es das id&eacute;ias e representa&ccedil;&otilde;es sobre o corpo feminino e quando havia o apoio e incentivo da fam&iacute;lia (Mour&atilde;o, 1998;  			Goellner, 2003). 		</p> 		 		    <p> 			Algumas respostas tamb&eacute;m evidenciaram sutis ou subliminares elementos preconceituosos, j&aacute; que foi citado que os condutores, no caso espec&iacute;fico do rafting, procuram utilizar  			estrat&eacute;gias que envolvem, por exemplo, a coloca&ccedil;&atilde;o de homens na parte dianteira do barco, por creditarem a eles maior for&ccedil;a e melhor coordena&ccedil;&atilde;o para remar. Com rela&ccedil;&atilde;o a este  			tema, Sim&otilde;es (2004) coloca que as mulheres come&ccedil;am a conquistar um espa&ccedil;o no cen&aacute;rio dos esportes de risco. Essas mulheres optam pela pr&aacute;tica de um esporte de risco extremo, visto  			que, for&ccedil;a, desafio, treinamento f&iacute;sico, viv&ecirc;ncia de riscos s&atilde;o atributos que possuem uma hist&oacute;ria na constitui&ccedil;&atilde;o do estere&oacute;tipo masculino. Este mesmo autor prossegue seu  			pensamento concluindo que as mulheres desportistas “abrem m&atilde;o da chamada passividade, ternura e obedi&ecirc;ncia em troca de assertividade, agressividade e ambi&ccedil;&atilde;o, ou seja: de assumir  			um comportamento sui generis que incorpora quaisquer tipos de estere&oacute;tipos sexuais” (Sim&otilde;es, p.28), procurando colocar seus limites pessoais em xeque.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Foram salientadas, ainda, as quest&otilde;es de relacionamento com familiares e namorados, no que tange ao ci&uacute;me do envolvimento da mulher com atividades em presen&ccedil;a de outros homens,  			demonstrando-se, assim, certos tabus ainda vinculados &agrave; presen&ccedil;a feminina nestas pr&aacute;ticas, mesmo que as altera&ccedil;&otilde;es sociais da modernidade sejam evidentes. Outro aspecto comentado  			foi o de que o preconceito era mais expl&iacute;cito especialmente quando as mulheres, de alguma forma, se saiam melhores do que os homens em alguma modalidade, com bom desempenho e  			performance. 		</p> 		 		    <p> 			Gradativamente, a mulher tem se inserido no contexto do esporte e, mais particularmente, do esporte de aventura na atualidade (Amaral &amp; Dias, 2008), o que faz com que as nove  			participantes do estudo possam expressar que n&atilde;o sentem qualquer tipo de preconceito advindo dos homens, em rela&ccedil;&atilde;o a estas pr&aacute;ticas. Conforme salienta Breivik (2010), este  			aspecto pode representar um avan&ccedil;o nos valores, em que se percebem novas perspectivas de express&atilde;o de id&eacute;ias e condutas referentes &agrave;s quest&otilde;es de g&ecirc;nero frente aos ditames da  			p&oacute;s-modernidade. Isto &eacute; diferente de tempos anteriores, em que se podia perceber com mais clareza os estigmas relativos &agrave; inser&ccedil;&atilde;o da mulher no esporte de aventura. Entretanto,  			ainda restam algumas pr&aacute;ticas que s&atilde;o tidas como masculinas. As variantes de esportes motorizados e mais tecnol&oacute;gicos, por exemplo, ainda s&atilde;o de dom&iacute;nio masculino, conforme  			Breivik (2010) salientou, entretanto, ele afirma que as mulheres se igualar&atilde;o aos homens no futuro, tanto em n&iacute;vel de performance, quanto em n&uacute;mero de praticantes. 		</p> 		 		    <p> 			Em alguns esportes na natureza, como o caso da citada corrida de aventura, a presen&ccedil;a feminina &eacute; requisitada para compor uma equipe, sendo que esta norma faz parte da regra geral  			desta atividade. Esta particularidade faz com que a aceita&ccedil;&atilde;o da mulher nesse esporte reforce algumas justificativas manifestadas pelas nove participantes do estudo, quando  			afirmaram que n&atilde;o v&ecirc;em obst&aacute;culos quanto &agrave; aceita&ccedil;&atilde;o por parte dos homens. Para elas, a presen&ccedil;a feminina &eacute; aceita, por&eacute;m, ao mesmo tempo, existe a cobran&ccedil;a de muita t&eacute;cnica e  			a&ccedil;&otilde;es quase de igualdade com os homens, o que n&atilde;o deixa de ser desigual do mesmo modo e, inclusive, refor&ccedil;a a ideia de que a aceita&ccedil;&atilde;o vem apenas por imposi&ccedil;&atilde;o de uma regra e n&atilde;o,  			necessariamente, pela mudan&ccedil;a de valores. 		</p> 		 		    <p> 			Algumas vertentes das ci&ecirc;ncias t&ecirc;m discutido alguns aspectos dessa rela&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nero no campo do esporte e, mesmo com muita timidez, sobre a desigualdade entre g&ecirc;neros nos  			esportes de aventura (Adelman, 2006). Por&eacute;m, segundo Stoddart (2011), pouca aten&ccedil;&atilde;o ainda &eacute; dada, nesses estudos, ao papel do ambiente definindo essas quest&otilde;es de g&ecirc;nero. Para  			esse autor, o ambiente &eacute; outro importante elemento que est&aacute; presente na condi&ccedil;&atilde;o da ambi&ecirc;ncia, termo que representa a liga&ccedil;&atilde;o entre o ser humano e o ambiente, em um processo  			dial&eacute;tico.  		</p> 		 		    <p> 			Sendo assim, para Stoddart (2011), deve-se levar em considera&ccedil;&atilde;o nestas discuss&otilde;es, inclusive, o papel do ambiente de pr&aacute;tica dos esportes, procurando compreender as maneiras como  			esse elemento &eacute; capaz de moldar as quest&otilde;es de g&ecirc;nero e as rela&ccedil;&otilde;es de poder, ali existentes, como &eacute; o caso da predomin&acirc;ncia masculina nos esportes motorizados e vividos em  			ambientes in&oacute;spitos, por exemplo. Essa reflex&atilde;o poderia auxiliar a compreender melhor, tanto as desigualdades, quanto essa pseudo-igualdade aventada por algumas participantes do  			estudo, ao n&atilde;o sentirem diretamente o preconceito, mas afirmarem que s&atilde;o altamente cobradas em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s suas performances, o que n&atilde;o deixa de representar certo preconceito. 		</p> 		 		    <p> 			No sentido de apresentar alguma sugest&atilde;o para minimizar essas diferencia&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;nero incutidas nas sociedades e diminuir os estigmas de g&ecirc;nero ainda presentes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;  			mulher nos esportes, notadamente nos esportes de aventura, Hill (2010) evidencia a necessidade de revigorar estrat&eacute;gias de sensibiliza&ccedil;&atilde;o, voltadas para a educa&ccedil;&atilde;o experiencial  			inclusiva. Esta autora aponta que, para se obter solu&ccedil;&otilde;es inclusivas, torna-se necess&aacute;rio enfatizar a educa&ccedil;&atilde;o experiencial, por interm&eacute;dio da qual se podem construir rela&ccedil;&otilde;es  			mais significativas e habilidades sociais menos preconceituosas. Este tipo de experi&ecirc;ncia diretamente na natureza revigora mais facilmente o senso de pertencimento, diminuindo ou  			atenuando sobremaneira, as poss&iacute;veis mazelas em rela&ccedil;&atilde;o a preconceitos e estigmas. 		</p> 		 		    <p> 			Para Anthonissen (2011), a natureza selvagem, como cen&aacute;rio de diversas modalidades de esportes de aventura, tem sido tomada como um local em que se encontra presente a press&atilde;o ao  			conformismo de g&ecirc;nero, mas, tamb&eacute;m, segundo essa autora, pode favorecer oportunidades de reflex&atilde;o sobre a perspectiva de altera&ccedil;&atilde;o de valores estereotipados de g&ecirc;nero. Esta  			afirma&ccedil;&atilde;o &eacute; baseada no facto de que a constru&ccedil;&atilde;o do dom&iacute;nio masculino nos esportes de aventura tem suas origens na grande presen&ccedil;a e necessidade de caracter&iacute;sticas ditas  			masculinas, como autonomia, lideran&ccedil;a, for&ccedil;a f&iacute;sica e decis&atilde;o nestes esportes. Sendo assim, os estere&oacute;tipos de g&ecirc;nero foram perpetuados, por&eacute;m esta autora corrobora a sugest&atilde;o de  			Hill (2010), anteriormente comentada, salientando que as experi&ecirc;ncias em ambientes naturais podem efetivamente favorecer novas tomadas de consci&ecirc;ncia e altera&ccedil;&atilde;o de significados  			de g&ecirc;nero para a mulher participante. 		</p> 		 		    <p> 			Lugg (2003) amplia estas possibilidades de se buscar incentivo &agrave; altera&ccedil;&atilde;o de valores por interm&eacute;dio de atividades diretamente desenvolvidas em contato com o ambiente natural, por  			meio de excurs&otilde;es, j&aacute; que estas permitem a viv&ecirc;ncia de experi&ecirc;ncias mais livres de valores incutidos culturalmente. Estas estrat&eacute;gias podem colaborar com a perspectiva de reflex&atilde;o  			sobre novos encaminhamentos sobre o papel feminino no esporte de aventura.  		</p> 		 		    <p> 			Mesmo tendo essa ligeira vantagem num&eacute;rica (duas participantes de diferen&ccedil;a), a afirma&ccedil;&atilde;o de que as mulheres deste estudo, inseridas nos esportes de aventura, n&atilde;o sofrem  			preconceito direto, n&atilde;o &eacute; t&atilde;o convincente, uma vez que, em suas pr&oacute;prias justificativas, ficou patente o preconceito velado por parte dos homens, quando elas s&atilde;o cobradas em  			termos de performance, exigindo-se igualdade. Estas discrep&acirc;ncias merecem outras pesquisas, capazes de fundamentar novos olhares sobre a tem&aacute;tica de g&ecirc;nero nos esportes de aventura. 		</p> 		 		    <p> 			Foi indagado, na quest&atilde;o 03, se elas percebiam algum obst&aacute;culo em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; aceita&ccedil;&atilde;o da mulher nos esportes de aventura por parte dos homens. As respostas a esta quest&atilde;o  			evidenciam que, para 14 participantes, a aceita&ccedil;&atilde;o por parte dos homens &eacute; boa, sendo que foi mencionado, inclusive, haver motiva&ccedil;&atilde;o, divis&atilde;o de tarefas, ajuda e admira&ccedil;&atilde;o para com  			as mulheres. Mesmo com esta positividade, essas participantes salientaram, por&eacute;m, que os homens costumam cobrar mais das participantes do sexo feminino, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; for&ccedil;a,  			velocidade, procurando igual&aacute;-las &agrave; performance masculina. Ainda para essas mulheres, o preconceito parece ter diminu&iacute;do muito, quando se compara com tempos mais antigos. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			As mulheres, para estarem presentes nas pr&aacute;ticas dos esportes de aventura, sempre tiveram que extrapolar in&uacute;meros obst&aacute;culos, especialmente aquelas consideradas pioneiras nessas  			atividades. Robertson (2003) evidenciou, em seu livro, que as primeiras mulheres que se envolveram com os esportes ditos radicais, enfrentavam restri&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas,  			tendo em vista as in&uacute;meras imposi&ccedil;&otilde;es ao papel feminino, desde o uso de vestimentas que n&atilde;o favoreciam qualquer tipo de pr&aacute;tica esportiva, at&eacute; mesmo, as press&otilde;es culturais e  			familiares. Entretanto, muitas delas quebraram esses c&oacute;digos, para que pudessem vivenciar tais pr&aacute;ticas. Ainda segundo o autor, uma das estrat&eacute;gias utilizadas pelas mulheres para  			conseguirem iniciar nos esportes de aventura era a uni&atilde;o em clubes esportivos femininos, nos quais, uma dava apoio &agrave; outra nas empreitadas para supera&ccedil;&atilde;o dos estigmas vigentes.  		</p> 		 		    <p> 			Para Pfistera (2010), as diferencia&ccedil;&otilde;es de g&ecirc;nero n&atilde;o podem ser consideradas naturais, uma vez que fazem parte de um construto - o de g&ecirc;nero, o qual &eacute; tido como socialmente  			constru&iacute;do. Sendo assim, para essa autora, essas diferencia&ccedil;&otilde;es s&atilde;o tamb&eacute;m assimiladas e variam conforme as culturas, sendo bastante dif&iacute;ceis de serem superadas. 		</p> 		 		    <p> 			Mesmo com a grande maioria apontando haver uma boa aceita&ccedil;&atilde;o por parte dos homens, duas participantes ainda sentem que n&atilde;o s&atilde;o efetivamente aceitas. As justificativas recaem no  			facto de alguns homens quererem competir com as mulheres para inferioriz&aacute;-las de algum modo, ou, com isto, desestimular a manuten&ccedil;&atilde;o na pr&aacute;tica. Estas condutas evidenciam a  			dificuldade ainda existente, de aceita&ccedil;&atilde;o da presen&ccedil;a feminina nesses esportes. 		</p> 		 		    <p> 			Para que a aceita&ccedil;&atilde;o se fa&ccedil;a de modo mais natural, Whittington (2006) revigora a id&eacute;ia de que programas de atividades na natureza, que contemplem jovens adolescentes, podem  			oferecer oportunidades interessantes para a constru&ccedil;&atilde;o de novos valores de resist&ecirc;ncia aos estere&oacute;tipos sociais j&aacute; impregnados, revigorando novas no&ccedil;&otilde;es de feminilidade, alterando  			aquelas mais convencionais. Tamb&eacute;m, segundo esse autor, pode-se promover o desenvolvimento de identidade de g&ecirc;nero positiva, durante a participa&ccedil;&atilde;o neste tipo de atividade ao ar  			livre. Estas atividades permitem que as mulheres possam explorar diferentes habilidades e facetas caracter&iacute;sticas de ambos os g&ecirc;neros, o que levaria ao desenvolvimento de novos  			sentidos ao papel feminino. 		</p> 		 		    <p> 			Os resultados evidenciados nessa quest&atilde;o est&atilde;o em desacordo com outros estudos (Gilenstam, Karp, &amp; Henriksson-Larsen, 2007; Pfistera, 2010), nos quais a rejei&ccedil;&atilde;o feminina e as  			diferen&ccedil;as de g&ecirc;nero parecem ser mais presentes do que a aceita&ccedil;&atilde;o, nos esportes de aventura. Esta afirma&ccedil;&atilde;o, no entanto, deve ser relativizada, tendo em vista que esses autores  			focalizaram seu estudo em modalidade n&atilde;o considerada como de aventura, no caso, o hockey. Sendo assim, para Pohl, Borne, e Patterson (2000), existe uma lacuna de pesquisas que  			enfatizem a compreens&atilde;o de como e por qu&ecirc; mudan&ccedil;as significativas se fazem dentro do contexto dos esportes de aventura, a ponto de concretizarem o que as mulheres participantes  			deste estudo evidenciaram como um degrau j&aacute; alcan&ccedil;ado, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; aceita&ccedil;&atilde;o feminina nos esportes de aventura. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			Considerando a contribui&ccedil;&atilde;o das atletas na pesquisa explorat&oacute;ria e as reflex&otilde;es advindas de diversos autores, nota-se que, conquanto a presen&ccedil;a feminina nos esportes de aventura  			venha se disseminando, muitos entraves ainda se fazem presentes, tais como fatores financeiros que dificultam na aquisi&ccedil;&atilde;o de equipamentos espec&iacute;ficos, restrita oportunidade de  			participa&ccedil;&atilde;o em eventos competitivos e deslocamento para locais de treino. Al&eacute;m disso, a falta de tempo para conciliar trabalho, fam&iacute;lia e o esporte tamb&eacute;m contribuem para  			dificultar o envolvimento das mulheres nas atividades de aventura. 		</p> 		 		    <p> 			Dentre outros fatores, destaca-se o preconceito de uma forma geral, o qual, mesmo sendo citado em baixa escala pelas participantes deste estudo, percebeu-se que existem diferentes  			tipos de preconceitos envolvidos, inclusive expresso de forma velada. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mulher, pode existir, por parte dos homens, o ci&uacute;me de estar em contato com outros homens, por  			vis&otilde;es estereotipadas da pr&oacute;pria sociedade, ao se considerar um esporte estritamente masculino, ou pela desvaloriza&ccedil;&atilde;o de capacidades e habilidades, como a for&ccedil;a e resist&ecirc;ncia.  			Vale ressaltar que os fatores preconceituosos comentados neste estudo podem significar motivos de impedimento para que outras mulheres venham a praticar estas atividades. Apesar  			da maioria das atletas n&atilde;o se reportar a preconceitos e &agrave; n&atilde;o aceita&ccedil;&atilde;o dos homens, ficou evidente que estes aparecem subliminarmente, merecendo aten&ccedil;&atilde;o e aprofundamento em outras  			reflex&otilde;es. Sugere-se que novos estudos possam ampliar essas e outras reflex&otilde;es sobre a presen&ccedil;a feminina nos esportes de aventura, para que se possa contribuir para a minimiza&ccedil;&atilde;o  			dos aspectos discriminat&oacute;rios, favorecendo discuss&otilde;es para se quebrar os tabus preconceituosos relacionados com as diferen&ccedil;as de g&ecirc;nero, bem como, para assegurar o aumento de  			oportunidade de participa&ccedil;&atilde;o de mulheres praticantes de atividades de aventura. 		</p> 		 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Adelman, M. (2006). Mulheres no esporte: Corporalidades e subjetividades. <i>Movimento, 12</i>(1), 11-29.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201300010000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Amaral, A.V., &amp; Dias, C. A. G. (2008). Da praia para o mar: Motivos &agrave; ades&atilde;o e &agrave; pr&aacute;tica do surfe. <i>Licere, 11</i>(3), 1-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201300010000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Anthonissen, L. (2011). <i>An exploration of the gendered discourse in the talk of female facilitators of a wilderness programme</i> (Master’s Dissertation). University of  			Stellenbosch, South Africa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201300010000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bahia, M. C., &amp; Sampaio, T. M. V. (2007). Lazer – meio ambiente: Em busca das atitudes vivenciadas nos esportes de aventura. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncias do Esporte, 28 			</i>(3), 173-189.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201300010000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Betr&aacute;n, J. (2003). Rumo a um novo conceito de &oacute;cio ativo e turismo na Espanha: As atividades f&iacute;sicas de aventura na natureza. In A. Marinho, &amp; H. T. Bruhns (Org.), <i>Turismo,  			lazer e natureza</i> (pp.157-202). Barueri: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201300010000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Breivik, G. (2010). Trends in adventure sports in a post-modern society. <i>Sport in Society: Cultures, Commerce, Media, Politics, 13(</i>2), 260-273. doi10.1080/17430430903522970  		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201300010000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Bruhns, H. T. (2009). A busca pela natureza: <i>Turismo e aventura</i>. Barueri: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201300010000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Cheung, F. M., &amp; Halpern, D. F. (2010). Women at the top: powerful leaders define success as work + family in a culture of gender. <i>American Psychologist, 65</i>(3),  			182-193. doi:10.10.1037/a0017309 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201300010000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Costa, V. L. M. (2000). <i>Esportes de aventura e risco na montanha</i>. S&atilde;o Paulo: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201300010000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Costa, V. L. M., &amp; Tubino, M. J. G. (1999). A aventura e o risco na pr&aacute;tica de esportes vinculados &agrave; natureza. <i>Motus Corporis, 6</i>(2), 96-112.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201300010000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Devide, F. P. (2003). <i>Hist&oacute;ria das mulheres na nata&ccedil;&atilde;o brasileira no s&eacute;culo XX: Das adequa&ccedil;&otilde;es &agrave;s resist&ecirc;ncias sociais</i> (Tese de Doutorado). Universidade Gama Filho,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201300010000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> _ 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Dias, C. A. G., &amp; Alves Jr., E. D. (Eds.). (2009). <i>Em busca da aventura: M&uacute;ltiplos olhares sobre esporte, lazer e natureza</i>. Niter&oacute;i: EdUEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201300010000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Figueira, M. L. M. (2008). <i>Skate para meninas: Modos de se fazer ver em um esporte em constru&ccedil;&atilde;o</i> (Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado). Universidade Federal do Rio Grande do Sul.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201300010000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gasques, M. V. (2002). <i>Montanha em f&uacute;ria: Aventura e drama no Cerro Aconc&aacute;gua, o maior pico das Am&eacute;ricas</i>. S&atilde;o Paulo: Globo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201300010000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gilenstam, K., Karp, S., &amp; Henriksson-Larsen, K. (2007). Gender in ice hockey: Women in a male territory. <i>Scandinavian Journal of Medicine and Science in Sports, 18</i>(2),  			235-249. doi:10.1111/j.1600-0838.2007.00665.x 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201300010000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Gill, D. L., &amp; Kamphoff, C. S. (2010). Gender in sport and exercise psychology. In J. C. Chrisler, &amp; D. R. McCreary (Eds.), <i>Handbook of gender research in psychology</i> 			(pp. 563-585). Springer Science: Business Media.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201300010000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Goellner, S. V. (2003). <i>Bela, maternal e feminina: Imagens da mulher na Revista Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica</i>. Iju&iacute;: Uniju&iacute;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201300010000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->.  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Goellner, S. V. (2005). Mulher e esporte no Brasil: Entre incentivos e interdi&ccedil;&otilde;es elas fazem hist&oacute;ria. <i>Pensar a pr&aacute;tica, 8</i>(1), 85-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201300010000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gomes, O. C., &amp; Isayama, H. F. (2009). Corridas de aventura e lazer: Um percurso anal&iacute;tico para al&eacute;m das trilhas. <i>Motriz, 15</i>(1), 69-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201300010000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hill, L. D. (2010). Forging Inclusive Solutions: Experiential Earth Charter Education. <i>Journal of Education for Sustainable Development, 4</i>(2), 243-251.  			doi:10.1177/097340821000400212 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201300010000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Joly, M. C. R. A., &amp; Silveira, M. A. (2003). Avalia&ccedil;&atilde;o preliminar do question&aacute;rio de inform&aacute;tica educacional (QIE) em formato eletr&ocirc;nico. <i>Psicologia em estudo, 8</i>(1),  			85-92.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201300010000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Lavoura, T. N., Schwartz, G. M., &amp; Machado, A. A. (2008). Aspectos emocionais da pr&aacute;tica de atividades de aventura na natureza: A (re)educa&ccedil;&atilde;o dos sentidos. <i>Revista  			Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte, 22</i>(2),119-127.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201300010000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Lippa, R. A. (2010). Sex differences in personality traits and gender-related occupational preferences across 53 nations: Testing Evolutionary and Social-Environmental Theories.  			<i>Archives of Sexual Behavior, 39</i>(3), 619-636. doi:10.1007/s10508-008-9380-7 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201300010000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Lugg, A. (2003). Women’s experience of outdoor education: Still trying to be “one of the boys”? In B. Humberstone, H. Brown, &amp; K. Richards (Eds.), <i>Whose journey’s? </i><i> 			The outdoors and adventure as social and cultural phenomena </i>(pp. 33-48). Penrith: The Institute for Outdoor Learning.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201300010000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Marinho, A. (2008). Lazer, aventura e risco: Reflex&otilde;es sobre atividades realizadas na natureza. <i>Movimento, 14</i>(2), 181-206.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201300010000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Mour&atilde;o, L. (1998). <i>A representa&ccedil;&atilde;o social da mulher brasileira na atividade f&iacute;sico- desportiva: Da segrega&ccedil;&atilde;o &agrave; democratiza&ccedil;&atilde;o</i> (Tese de Doutorado). Universidade Gama Filho,  			Local _  		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201300010000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Oliveira, G., Cherem, E. H. L., &amp; Tubino, M. J. G. (2008). A inser&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica da mulher no esporte. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia e Movimento, 16</i>(2), 117-125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201300010000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ortiz, A. (2007). <i>Na Estrada do Everest: trekking no Himalaia</i> (2&ordf; ed.). Rio de Janeiro: Record.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201300010000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Paix&atilde;o, J. A. (2010). Esporte de aventura: Processo instrucional e situa&ccedil;&otilde;es de risco. <i>Movimento e Percep&ccedil;&atilde;o, 11</i>(17), 90-100.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201300010000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Pfistera, G. (2010). Women in sport - gender relations and future perspectives. <i>Sport in Society: Cultures, Commerce, Media, Politics, 13</i>(2), 234-248.  			doi:10.1080/17430430903522954 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201300010000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Pohl, S. L., Borne, W. T., &amp; Patterson, M. E. (2000). Women, wilderness and everyday life: A documentation of the connection between wilderness recreation and women’s everyday  			lives. <i>Journal of Leisure Research, 32</i>(4), 415-434.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201300010000700031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Richardson, R. J. (1999). <i>Pesquisa social: M&eacute;todos e t&eacute;cnicas</i>. (3&ordf; ed.). S&atilde;o Paulo: Atlas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201300010000700032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Robertson, J. (2003). <i>The magnificent mountain women: Adventures in the Colorado Rockies</i>. (2nd ed.). Lincoln: University of Nebraska Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-107X201300010000700033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Romariz, S. B., Devide, F. P, &amp; Votre, S. (2007). Atleta substantivo feminino: as mulheres brasileiras nos jogos ol&iacute;mpicos. <i>Movimento, 13</i>(1), 207-216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201300010000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Rutland, A., Killen, M., &amp; Abrams, D. (2010). A new social-cognitive developmental perspective on prejudice the interplay between morality and group identity. <i>Perspectives  			on Psychological Science, 5</i>(3), 279-291. doi:10.1177/1745691610369468 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201300010000700035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Saraiva, M. C. (2009). Por que investigar as quest&otilde;es de g&ecirc;nero no &acirc;mbito da educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, esporte e lazer? <i>Motriviv&ecirc;ncia, 12</i>(19), 79-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201300010000700036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Schwartz, G. M. (2002). Emo&ccedil;&atilde;o, aventura e risco: A din&acirc;mica metaf&oacute;rica dos novos estilos. In M. S. Burgos, &amp; L. M. S. M. Pinto (Eds.). <i>Lazer e estilo de vida </i>(pp.  			139-168). 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(2006). <i>Atleta, substantivo feminino: As mulheres brasileiras nos jogos ol&iacute;mpicos</i>. Rio de Janeiro: Casa da Palavra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1646-107X201300010000700043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Vertinsky, P. (2010). On being a feminist sport historian. <i>Thirdspace: A journal of feminist theory &amp; culture, 9</i>(2), 1-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1646-107X201300010000700044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Whittington, A. (2006). Challenging girls’ constructions of femininity in the outdoors. <i>Journal of Experiental Education, 28</i>(3), 205-221.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1646-107X201300010000700045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a name="0"></a><a href="#top0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a></i> 			Gisele Maria Schwartz, Laborat&oacute;rio de Estudos do Lazer – LEL / Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica - DEF/ Instituto de Bioci&ecirc;ncias - IB/ Universidade Estadual Paulista “Julio de  			Mesquita Filho” – UNESP / Campus de Rio Claro. Avenida 24A, n&ordm; 1515, Bela Vista, Rio Claro, S&atilde;o Paulo,Brasil. CEP: 13506-900, Brasil. 			<i>E-mail:</i> <a href="mailto:schwartz@rc.unesp.br">schwartz@rc.unesp.br</a> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 16.02.2012   &brvbar;   Aceite: 04.01.2013</p>	 	     ]]></body><back>
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