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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Habilidades psicológicas de coping em atletas brasileiros]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of the present study was to analyze the coping skills in Brazilian athletes. Specifically, verify the differences between the genders (male and female), sports (individual and collective), at different levels (regional, national and international). The sample was 375, mean age 16.8 ± 2.1, mostly male (74.7%) and sports collective (68.3%). Concerning level, 124 athletes were rated regional level, 72 national level and 171 international level. The instrument used was the Coping Skills Inventory-28 (ACSI-28), Brazilian Portuguese version (ACSI-28BR) with items specific coping skills in the sport. Significant difference for main effect in the interaction between gender, sport and competitive level for: Coping with adversity and peak under pressure. The study found that different contexts directly influence the acquisition of coping skills.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Habilidades psicol&oacute;gicas de <i>coping</i> em atletas brasileiros</b> 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 				 		    <p> 			<b>D.R. Coimbra<sup>I</sup>,</b> 			<b>M. Bara Filho<sup>I</sup>,</b> 			<b>A. Andrade<sup>II</sup>,</b> 			<b>R. Miranda<sup>I</sup></b> 		</p> 		 		    <p> 			<sup>I</sup>Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Desportos, FAEFID – Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF – Juiz de Fora, MG. Brasil. <br /> 			<sup>II</sup>Centro de Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de e do Esporte, CEFID – Universidade do Estado de Santa Catarina, UDESC – Florian&oacute;polis, SC. Brasil. 		</p> 		 		    <p><i><a name="top0"></a><a href="#0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			O objetivo do presente estudo foi analisar as habilidades de coping em atletas brasileiros. Especificamente, verificar as diferen&ccedil;as entre os sexos (masculino e feminino),  			esportes (coletivos e individuais), de diferentes n&iacute;veis (regional nacional e internacional). A amostra foi de 375 atletas, idade m&eacute;dia 16.8 &plusmn; 2.1. A maioria do sexo masculino  			(74.7%) e de esportes coletivos (68.3%). Em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel, 124 atletas foram classificados de n&iacute;vel regional, 72 n&iacute;vel nacional e 171 de internacional. O instrumento utilizado  			foi o <i>Athletic Coping Skills Inventory-28</i> (ACSI-28), vers&atilde;o em portugu&ecirc;s (ACSI-28BR) que aborda quest&otilde;es especificas de habilidades de <i>coping</i> no esporte. Houve  			diferen&ccedil;a significativa para efeito principal na intera&ccedil;&atilde;o entre g&eacute;nero, modalidade e n&iacute;vel competitivo para: Lidar com Adversidades e Desempenho sob Press&atilde;o. O estudo identificou  			diferentes contextos influenciam diretamente a aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades de <i>coping</i>. 		</p> 		    <p><i>Palavras-chave</i>: habilidade de coping, desempenho, ACSI-28BR</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Psychological coping skills in brazilian athletes</b></p> 		 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The aim of the present study was to analyze the coping skills in Brazilian athletes. Specifically, verify the differences between the genders (male and female), sports (individual  			and collective), at different levels (regional, national and international). The sample was 375, mean age 16.8 &plusmn; 2.1, mostly male (74.7%) and sports collective (68.3%).  			Concerning level, 124 athletes were rated regional level, 72 national level and 171 international level. The instrument used was the <i>Coping Skills Inventory-28</i> (ACSI-28),  			Brazilian Portuguese version (ACSI-28BR) with items specific coping skills in the sport. Significant difference for main effect in the interaction between gender, sport and  			competitive level for: Coping with adversity and peak under pressure. The study found that different contexts directly influence the acquisition of coping skills. 		</p> 		    <p><i>Keywords</i>: coping skill, performance, ACSI-28BR</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			Atualmente, o tema de maior repercuss&atilde;o no esporte &eacute; o estresse e a maneira como cada atleta lida com ele (Bebetsos &amp; Antoniou, 2003; Cresswell &amp; Hodge, 2004; Miranda &amp; 			 Bara Filho, 2008; Nicholls &amp; Polman, 2007; Segato, Brandt, Liz, Vasconcellos, &amp; Andrade, 2010; Weinberg &amp; Gould, 2008). A este fen&ocirc;meno de lidar com estresse  			denomina-se coping (enfrentar, lidar, gerenciar), ainda pouco estudado pelos psic&oacute;logos do esporte do Brasil e desconhecido da maioria dos atletas e treinadores (Gomes, Coimbra,  			Guill&eacute;n, Miranda, &amp; Bara Filho, 2007). Lazarus e Folkman (1984) definem o coping como a capacidade de gerenciar os esfor&ccedil;os cognitivos e comportamentais que est&atilde;o  			constantemente modificando-se para administrar demandas psicof&iacute;sicas espec&iacute;ficas internas ou externas que excedem aos recursos individuais. (Anshel, 2001; Crocker, Kowalski, &amp;  			Graham, 1998).  		</p> 		 		    <p> 			Existem diferentes instrumentos que s&atilde;o utilizados para avaliar as habilidades psicol&oacute;gicas de coping em atletas (Crocker et al., 1998; Nicholls &amp; Polman, 2007). O Athletic  			Coping Skills Inventory-28 (ACSI-28) &eacute; um instrumento com 28 itens auto-preenchidos relacionados &agrave; percep&ccedil;&atilde;o do atleta em situa&ccedil;&otilde;es t&iacute;picas dos treinamentos e competi&ccedil;&otilde;es.  			Utilizando da An&aacute;lise Fatorial Confirmat&oacute;ria e Explorat&oacute;ria, estabeleceram-se sete fatores (Lidar com Adversidades, Desempenho sob Press&atilde;o, Metas/Prepara&ccedil;&atilde;o Mental, Concentra&ccedil;&atilde;o,  			Livre de Preocupa&ccedil;&atilde;o, Confian&ccedil;a/Motiva&ccedil;&atilde;o, Treinabilidade). Cada um dos fatores &eacute; composto por quatro itens em uma escala tipo Likert de 0 (quase nunca) a 3(quase sempre) e o  			escore dos 28 itens &eacute; denominado de &Iacute;ndice de Recursos Pessoais de Coping (Bebetos &amp; Antoniou, 2003; Goudas, Theodorakis, &amp; Karamousalidis, 1998; Smith &amp; Christensen,  			1995; Smith, Schutz, Smoll, &amp; Ptacek, 1995).  		</p> 		 		    <p> 			Neste sentido, diversos grupos de pesquisas t&ecirc;m investigado as diferen&ccedil;as nas habilidades de coping medidas pelo ACSI-28 entre g&eacute;nero, modalidade, n&iacute;vel competitivo, idade, etc.  			(Bebetos &amp; Antoniou, 2003; Coetzee, Grobbelaar, &amp; Gird, 2006; Cresswell &amp; Hodge, 2004; G&eacute;czi et al., 2009; Goudas et al., 1998; Heever, Grobbelaar, &amp; Potgieter,  			2007; Meyers, Stewarts, Laurent, Leunes, &amp; Bourgeois, 2008; Omar-Fauzee, Daud, Abdullah, &amp; Rashid, 2009). Smith, Schutz, Smoll, e Ptacek (1995) compararam atletas do  			g&eacute;nero masculino e feminino e observaram que os do g&eacute;nero masculino obtiveram maiores m&eacute;dias em cinco das sete dimens&otilde;es (as mulheres obtiveram m&eacute;dias maiores em Treinabilidade e  			Livre de Preocupa&ccedil;&atilde;o). Bebetos e Antoniou (2003) abordaram as diferen&ccedil;as e semelhan&ccedil;as entre g&eacute;neros e idades no preenchimento do instrumento. A an&aacute;lise demonstrou que n&atilde;o havia  			diferen&ccedil;as entre atletas homens e mulheres em nenhuma das dimens&otilde;es. Goudas, Theodorakis, e Karamousalidis (1998) n&atilde;o encontraram diferen&ccedil;as significativas entre g&eacute;neros em uma  			amostra de atletas de basquete masculino e feminino. Ambos apresentaram m&eacute;dias moderadas em todas as sete dimens&otilde;es. Com atletas de diferentes modalidades e n&iacute;vel competitivo,  			Omar-Fauzee, Daud, Abdullah e Rashid (2009) encontraram diferen&ccedil;as estatisticamente significativas (<i>p </i> &lt; .05) entre os g&eacute;neros apenas na dimens&atilde;o Lidar com Adversidades  			(atletas masculinos obtiveram maior pontua&ccedil;&atilde;o). No entanto, quando compararam atletas de diferentes n&iacute;veis competitivos (regional, estadual e nacional), encontraram diferen&ccedil;as ( 			<i>p </i>&lt; .05) nas sete dimens&otilde;es do ACSI-28, sendo a m&eacute;dia dos atletas nacionais maior em todas as escalas. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Pesquisas anteriores apontaram para a import&acirc;ncia do coping no desempenho esportivo (Coetzee et al., 2006; Cox, Shannon, McGuire, &amp; McBride, 2010; Gould, Eklund, &amp;  			Jackson, 1993; Heever et al., 2007; Segato et al., 2010; Smith &amp; Christensen, 1995). Verificar o n&iacute;vel desta habilidade psicol&oacute;gica em atletas brasileiros, almejando a melhora  			destas aptid&otilde;es, &eacute; um fator significativo para que o Brasil obtenha um bom desempenho em competi&ccedil;&otilde;es de alto n&iacute;vel. No entanto, h&aacute; ainda car&ecirc;ncia de estudos de an&aacute;lise das  			habilidades psicol&oacute;gicas em atletas brasileiros. Os poucos j&aacute; realizados encontraram diferen&ccedil;as significativas entre atletas do g&eacute;nero masculino e feminino, entre modalidades e em  			diferentes n&iacute;veis de desempenho na personalidade (Bara Filho, Ribeiro, &amp; Garcia, 2005) e nos motivos de in&iacute;cio e abandono esportivo (Carmo, Matos, Ribas, Miranda, &amp; Bara  			Filho, 2009). 		</p> 		 		    <p> 			Pesquisas anteriores suportam a import&acirc;ncia de verificar as diferen&ccedil;as nas habilidades psicol&oacute;gicas entre atletas de g&eacute;nero, modalidade e n&iacute;vel competitivo distintos, a fim de  			tra&ccedil;ar estrat&eacute;gias de interven&ccedil;&otilde;es para cada grupo, respeitando suas caracter&iacute;sticas e necessidades. Neste sentido, o objetivo do estudo foi analisar as habilidades de coping em  			atletas brasileiros. Especificamente, verificar as poss&iacute;veis diferen&ccedil;as entre os g&eacute;neros (masculino e feminino), modalidades (coletivas e individuais) e diferentes n&iacute;veis  			(regional, nacional e internacional). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    <p> 			As caracter&iacute;sticas da amostra est&atilde;o descritas na Tabela 1. A amostra foi composta de 375 atletas de diferentes n&iacute;veis de desempenho, com idades entre 13 e 22 anos, tempo de  			pr&aacute;tica entre um e 18 anos, sendo a maioria do g&eacute;nero masculino (74.7%), praticantes de diferentes esportes (t&eacute;nis, judo, basquete, volei, futebol, gin&aacute;stica, etc.). As  			modalidades individuais representaram 31.7% da amostra (<i>n </i>= 119) e as modalidades coletivas 68.3% (<i>n</i> = 256). Quanto ao N&iacute;vel Competitivo, 124 atletas foram  			classificados como n&iacute;vel regional (33.1%), 72 como n&iacute;vel nacional (19.2%) e 171 de n&iacute;vel internacional (45.6%). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Tabela 1</p> 		    <p> 			<i> 				Caracter&iacute;sticas gerais da amostra 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v9n1/9n1a10t1.jpg"></p> 		    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Instrumentos</b></p> 		 		    <p> 			Ap&oacute;s realizar todos os procedimentos de adapta&ccedil;&atilde;o transcultural (Beaton, Bombardier, Guillemin, &amp; Ferraz, 2002), utilizou-se a vers&atilde;o brasileira do Athletic Coping Skills  			Inventory-28 (ACSI-28BR). Cada uma das sete subscalas &eacute; composta por quatro itens, pontuados em uma escala tipo Likert (0 = quase nunca at&eacute; 3 = quase sempre), variando de 0 at&eacute; 12  			pontos. A soma de todas as subescalas &eacute; denominada Recurso Pessoal de Coping. As dimens&otilde;es do ACSI-28BR foram definidas da seguinte forma: Lidar com Adversidades (ex: “Eu mantenho  			o controle emocional, n&atilde;o importa como as coisas est&atilde;o indo comigo”), Desempenho sob Press&atilde;o (ex: “Minha tend&ecirc;ncia &eacute; jogar/competir melhor sob press&atilde;o, pois eu penso mais  			claramente”), Metas/Prepara&ccedil;&atilde;o Mental (ex: “Eu tenho meu plano de competi&ccedil;&atilde;o completamente estruturado na minha mente muito antes de o jogo/competi&ccedil;&atilde;o come&ccedil;ar”), Concentra&ccedil;&atilde;o (ex:  			“Para mim &eacute; f&aacute;cil direcionar minha aten&ccedil;&atilde;o e focar em um &uacute;nico objeto ou pessoa”), Livre de Preocupa&ccedil;&atilde;o (ex: “Eu me preocupo um pouco sobre o que as pessoas pensam sobre meu  			desempenho”), Confian&ccedil;a/Motiva&ccedil;&atilde;o (ex: “Eu sinto confiante de que eu irei jogar/competir bem”), Treinabilidade (ex: “Eu aperfei&ccedil;&ocirc;o minhas habilidades escutando cuidadosamente os  			conselhos e instru&ccedil;&otilde;es dos t&eacute;cnicos e treinadores”). A vers&atilde;o brasileira do instrumento possui 28 itens e obteve Consist&ecirc;ncia Interna entre 0.54 (Treinabilidade) e 0.77  			(Desempenho sob Press&atilde;o) e para a Escala Total o Alpha de Cronbach foi de 0.81. O escore &alpha; para algumas dimens&otilde;es foi moderado, o que j&aacute; era de se esperar, pois cada subescala possui  			apenas quatro itens e a amostra &eacute; bem ampla. No entanto, os valores de Alpha apresentados se assemelham com os reportados em outros estudos (G&eacute;czi et al., 2009; Goudas et al., 1998; Smith et  			al., 1995). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			Ap&oacute;s a autoriza&ccedil;&atilde;o para a realiza&ccedil;&atilde;o do estudo, pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa em Seres Humanos da Universidade Federal de Juiz de Fora (CEP-UFJF, parecer: 223/2009), e estando  			de acordo com os padr&otilde;es exigidos pela Declara&ccedil;&atilde;o de Helsinki (Resolu&ccedil;&atilde;o Conselho Nacional de Sa&uacute;de 196/96) foi feito o contato com um grande clube da capital do Estado de Minas  			Gerais, que aloca diferentes modalidades. A coleta tamb&eacute;m foi realizada em competi&ccedil;&otilde;es regionais e nacionais, consentidas pelos organizadores, al&eacute;m da aplica&ccedil;&atilde;o do question&aacute;rio em  			diferentes equipes locais ap&oacute;s a autoriza&ccedil;&atilde;o do dirigente ou treinador.  		</p> 		 		    <p> 			Os atletas (ou respons&aacute;veis em caso de menores de 18 anos) assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), informando-os a respeito dos objetivos do estudo, da  			garantia de anonimato quanto &agrave; identidade dos atletas e da participa&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria na pesquisa.  A dura&ccedil;&atilde;o para assinar o TCLE, preencher o question&aacute;rio geral e espec&iacute;fico variou  			entre 10’ a 15’. A coleta foi realizada entre Novembro de 2009 e Abril de 2010. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Os dados foram analisados por meio da MANOVA 2x2x2, para investigar a rela&ccedil;&atilde;o entre as habilidades psicol&oacute;gicas e o N&iacute;vel Competitivo (regional x nacional/internacional) com  			poss&iacute;veis efeitos do tipo de esporte (individual x coletivo) e g&eacute;nero (masculino x feminino). Quando a an&aacute;lise multivariada detectou efeito significativo, efetuou-se a an&aacute;lise  			univariada por meio da ANOVA separadamente para cada vari&aacute;vel dependente, ajustada pelo teste de Bonferroni. A an&aacute;lise da estat&iacute;stica F foi feita a partir do Tra&ccedil;o de Pillai.  			Quando o pressuposto de esfericidade n&atilde;o foi assumido, foi usado o valor de ajuste fornecido pelo teste Greenhouse-Geiser. O N&iacute;vel Competitivo, o tipo de modalidade esportiva e o  			g&eacute;nero foram considerados as vari&aacute;veis independentes, enquanto que as sete categorias de habilidades psicol&oacute;gicas de coping, as vari&aacute;veis dependentes. Foram calculados os valores  			de cada uma das sete escalas (m&eacute;dia &plusmn; dp). Para a vari&aacute;vel Coping Total foi realizada uma ANOVA 2x2x2 separadamente. As an&aacute;lises n&atilde;o foram ajustadas para a idade, em raz&atilde;o  			da n&atilde;o diferen&ccedil;a significativa entre os grupos em fun&ccedil;&atilde;o desta vari&aacute;vel. Considerou-se um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia &alpha;= 0.05 (Field, 2009). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p> 			A MANOVA 2x2x2 resultou em efeitos principais significativos para g&eacute;nero [F (7.366) = 8.31, <i>p </i>= .000; poder = 1.00], tipo de esporte [F (7.366) = 2.41, <i>p </i>= .02;  			poder = 0.86] e n&iacute;vel competitivo [F (7.366) = 4.06, <i>p </i>= .000; poder = 0.98] bem como para as intera&ccedil;&otilde;es g&eacute;nero*n&iacute;vel [F (7.366) = 3.13, <i>p </i>= .003; poder = 0.94],  			<span>modalidade*n&iacute;vel [F</i> (7.366) = 1.98, <i>p </i>= .05; poder = 0.77] e g&eacute;nero*modalidade*n&iacute;vel [F (7.366) = 2.07, <i>p </i>= .04; poder = 0.79]. A Tabela 2 apresenta a  			m&eacute;dia e o desvio-padr&atilde;o das habilidades psicol&oacute;gicas para as categorias de g&eacute;nero, n&iacute;vel competitivo e tipo de esporte. A Tabela 3 apresenta os valores da estat&iacute;stica F da an&aacute;lise  			univariada para cada vari&aacute;vel dependente. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t2"></a></p> 		    <p><a href="#topt2">Tabela 2</a></p> 		    <p> 			<i> 				M&eacute;dia e desvio-padr&atilde;o das habilidades psicol&oacute;gicas em fun&ccedil;&atilde;o do N&iacute;vel Competitivo, modalidade e g&ecirc;nero 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v9n1/9n1a10t2.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><a name="t3"></a></p> 		    <p><a href="#topt3">Tabela 3</a></p> 		    <p> 			<i> 				Estat&iacute;stica F da an&aacute;lise univariada 			</i> 		</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v9n1/9n1a10t3.jpg"></p> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Quanto ao G&eacute;nero</i></p> 		 		    <p> 			Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s habilidades psicol&oacute;gicas e o g&eacute;nero das atletas, foram observados efeitos principais significativos para Melhor Desempenho sob Press&atilde;o, Lidar com Adversidades,  			Metas/Prepara&ccedil;&atilde;o Mental e Confian&ccedil;a/Motiva&ccedil;&atilde;o (Tabela 3). Independentemente do tipo de esporte e do n&iacute;vel competitivo, os atletas masculinos apresentaram maiores escores nestas  			habilidades psicol&oacute;gicas do que as atletas. Para Lidar com Adversidades, os atletas masculinos apresentaram ainda maiores valores tanto no n&iacute;vel regional quanto nacional  			(intera&ccedil;&atilde;o g&eacute;nero*n&iacute;vel competitivo). Por outro lado, em Treinabilidade, as atletas apresentaram maiores valores no n&iacute;vel regional, ao passo que no n&iacute;vel nacional foram observados  			resultados similares para ambos.  		</p> 		 		    <p> 			Foram tamb&eacute;m encontrados efeitos de intera&ccedil;&otilde;es significativas para Concentra&ccedil;&atilde;o (g&eacute;nero*tipo de esporte), Melhor Desempenho sob Press&atilde;o e Lidar com Adversidades (g&eacute;nero*tipo de  			esporte*n&iacute;vel competitivo). As atletas do g&eacute;nero feminino apresentaram maiores valores de Concentra&ccedil;&atilde;o nas modalidades individuais, enquanto que os atletas masculinos obtiveram  			maiores valores de Concentra&ccedil;&atilde;o nas modalidades coletivas. No n&iacute;vel regional, os atletas masculinos apresentaram maiores valores de Melhor Desempenho sob Press&atilde;o tanto nas  			modalidades individuais quanto nas coletivas quando comparados &agrave;s atletas do g&eacute;nero feminino. J&aacute; no n&iacute;vel nacional, este resultado foi observado somente nas modalidades coletivas,  			pois nas modalidades individuais, todos apresentaram valores similares. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Quanto ao Tipo de Esporte</i></p> 		 		    <p> 			Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s habilidades psicol&oacute;gicas e o tipo de esporte, foi encontrado efeito principal significante apenas para Treinabilidade (<a href="#t3">Tabela 3</a><a name="topt3"></a>). Independentemente do g&eacute;nero e do  			n&iacute;vel competitivo, atletas de esportes individuais reportaram maiores valores de Treinabilidade do que atletas de esportes coletivos. Observaram-se tamb&eacute;m efeitos de intera&ccedil;&otilde;es  			significativas para Concentra&ccedil;&atilde;o (g&eacute;nero*tipo de esporte; tipo de esporte*n&iacute;vel competitivo). Os maiores valores de Concentra&ccedil;&atilde;o foram reportados por atletas de modalidades  			individuais e de n&iacute;vel regional. No n&iacute;vel nacional, foram observados valores similares para esportes individuais e coletivos. Houve intera&ccedil;&otilde;es significativas para Desempenho sob  			Press&atilde;o e Lidar com Adversidades (g&eacute;nero*tipo de esporte*n&iacute;vel competitivo). Os maiores valores de Melhor Desempenho sob Press&atilde;o foram observados em esportes coletivos masculinos  			de n&iacute;vel nacional, ao passo que os menores valores foram para esportes individuais femininos de n&iacute;vel regional. Quanto &agrave; vari&aacute;vel Lidar com Adversidades, os maiores valores foram  			observados em atletas masculinos, sendo que no n&iacute;vel nacional, eles aparecem em esportes coletivos, ao passo que no n&iacute;vel regional os maiores valores ocorrem em esportes  			individuais. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Quanto ao N&iacute;vel de Competitivo</i></p> 		 		    <p> 			Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s habilidades psicol&oacute;gicas e o n&iacute;vel competitivo, foi encontrado efeito principal significante para Lidar com Adversidades, Metas/Prepara&ccedil;&atilde;o Mental, Livre de  			Preocupa&ccedil;&atilde;o, Treinabilidade e Confian&ccedil;a/Motiva&ccedil;&atilde;o (<a href="#t2">Tabela 2</a><a name="topt2"></a>). Foram encontradas tamb&eacute;m intera&ccedil;&otilde;es significativas para Lidar com Adversidades  			e Treinabilidade (g&eacute;nero*n&iacute;vel Competitivo) e Concentra&ccedil;&atilde;o (tipo de esporte*n&iacute;vel competitivo) e Melhor Desempenho sob Press&atilde;o e Lidar com Adversidades (g&eacute;nero*tipo de  			esporte*n&iacute;vel competitivo).  		</p> 		 		    <p> 			Independentemente do g&eacute;nero e do tipo de esporte, atletas de n&iacute;vel nacional apresentam maiores valores para Lidar com Adversidades, Metas/Prepara&ccedil;&atilde;o Mental, Livre de Preocupa&ccedil;&atilde;o e  			Confian&ccedil;a/Motiva&ccedil;&atilde;o, ao passo que atletas de n&iacute;vel regional apresentaram maiores valores de Treinabilidade. Os atletas masculinos reportaram valores similares de Lidar com  			Adversidades tanto os de n&iacute;vel regional quanto nacional, ao passo que as atletas femininas de n&iacute;vel nacional apresentaram maiores valores do que as de n&iacute;vel regional para esta  			vari&aacute;vel. Quanto a Treinabilidade, valores similares foram observados em atletas masculinos de n&iacute;vel regional e nacional, sendo que nas atletas femininas, maiores valores de  			Treinabilidade foram observados no n&iacute;vel regional. Atletas de n&iacute;vel regional apresentaram maiores valores de Concentra&ccedil;&atilde;o em esportes individuais, enquanto que atletas de n&iacute;vel  			nacional apresentaram maior Concentra&ccedil;&atilde;o nos esportes coletivos. Maiores valores de Melhor Desempenho sob Press&atilde;o e Lidar com Adversidades foram observados em atletas de n&iacute;vel  			nacional, principalmente em atletas masculinos e de esportes coletivos.  		</p> 		 		    <p> 			A Figura 1 e 2 ilustram graficamente as diferen&ccedil;as nas m&eacute;dias(&plusmn; Erro Padr&atilde;o), nas habilidades de coping Lidar com Adversidades e Desempenho sob Press&atilde;o, respectivamente. Foram as &uacute;nicas que apresentaram intera&ccedil;&atilde;o significativa entre as tr&ecirc;s vari&aacute;veis dependentes analisadas: G&eacute;nero, modalidade e n&iacute;vel competitivo.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v9n1/9n1a10f1.jpg"></p> 		    
]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			<i>Figura 1.</i> Diferen&ccedil;as (M &plusmn; EP) na vari&aacute;vel Desempenho sob Press&atilde;o 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><img src="/img/revistas/mot/v9n1/9n1a10f2.jpg"></p> 		    
<p> 			<i>Figura 2.</i> Diferen&ccedil;as (M &plusmn; EP) na vari&aacute;vel Lidar com Adversidades 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    <p> 			A proposta desta investiga&ccedil;&atilde;o foi verificar as habilidades psicol&oacute;gicas de <i>coping</i> atrav&eacute;s do ACSI-28BR em atletas brasileiros, comparando as diferen&ccedil;as entre atletas do  			g&eacute;nero masculino e feminino de modalidades coletivas e individuais e competindo em n&iacute;vel regional e nacional/internacional. Os resultados obtidos apontaram uma intera&ccedil;&atilde;o  			significativa nas tr&ecirc;s vari&aacute;veis analisadas na dimens&atilde;o Desempenho sob Press&atilde;o e Lidar com Adversidades. Concentra&ccedil;&atilde;o apresentou intera&ccedil;&atilde;o entre duas vari&aacute;veis: G&eacute;nero e tipo de  			esporte e tipo de esporte e n&iacute;vel competitivo. Em Treinabilidade a intera&ccedil;&atilde;o ocorreu entre g&eacute;nero e n&iacute;vel competitivo. As habilidades Metas/Prepara&ccedil;&atilde;o Mental (g&eacute;nero e n&iacute;vel),  			Livre de Preocupa&ccedil;&atilde;o (n&iacute;vel) e Confian&ccedil;a/Motiva&ccedil;&atilde;o (g&eacute;nero e n&iacute;vel), apesar de apresentarem diferen&ccedil;as nas vari&aacute;veis individualmente, n&atilde;o mostraram intera&ccedil;&atilde;o.  		</p> 		 		    <p> 			Atletas masculinos de modalidades coletivas e n&iacute;vel nacional possuem os n&iacute;veis mais elevados de Desempenho sob Press&atilde;o, seguido pelos atletas de modalidades individuais de n&iacute;vel  			regional e coletivo de n&iacute;vel regional, contrastando com as do g&eacute;nero feminino de modalidades individuais e coletivas de n&iacute;vel regional. Em esportes coletivos, lidar com a press&atilde;o  			&eacute; uma tarefa equacionada por toda a equipe, h&aacute; a possibilidade de substitui&ccedil;&atilde;o do atleta, geralmente possui maior dura&ccedil;&atilde;o e intervalos que servem para atenuar a situa&ccedil;&atilde;o,  			melhorando o desempenho, mesmo em situa&ccedil;&otilde;es adversas. No entanto, o que parece influenciar na habilidade de Desempenho sob Press&atilde;o &eacute; o g&eacute;nero e n&atilde;o o esporte praticado. Lidar com  			adversidades &eacute; uma habilidade melhor desenvolvida em atletas masculinos de esportes individuais e n&iacute;vel regional, seguido pelos de modalidades coletivas e n&iacute;vel nacional. Mas,  			novamente, o que mais contribuiu para a diferen&ccedil;a entre os grupos foi o g&eacute;nero, embora a hip&oacute;tese aqui seja de que atletas de modalidades coletivas lidam melhor com adversidades,  			pois, por serem esportes de confronta&ccedil;&atilde;o direta e de habilidade motora aberta, ocorrem mais adversidades, mais situa&ccedil;&otilde;es inesperadas do que em atletas de esportes individuais,  			pois nestes geralmente n&atilde;o h&aacute; a possibilidade de modificar um trajeto (por exemplo, atletismo), ou sair do percurso (por exemplo, nata&ccedil;&atilde;o), ou seja, s&atilde;o esportes mais previs&iacute;veis.  			Enfim, atletas de esportes coletivos por vivenciarem mais adversidades, poderiam desenvolver mais habilidades de enfrent&aacute;-las.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			As diferen&ccedil;as encontradas entre os g&eacute;neros nas habilidades de tra&ccedil;ar metas e preparar-se mentalmente e, ainda, na confian&ccedil;a e motiva&ccedil;&atilde;o j&aacute; &eacute; bastante difundida na literatura de  			psicologia do esporte (Weiberg &amp; Gould, 2008). Pesquisas anteriores apontam que atletas do g&eacute;nero feminino possuem maiores n&iacute;veis de ansiedade cognitiva e som&aacute;tica e menor  			autoconfian&ccedil;a, comparando com atletas do g&eacute;nero masculino, bem como maior irritabilidade e emotividade, o que pode tamb&eacute;m influenciar em sua habilidade de desempenhar bem sob  			press&atilde;o e lidar com adversidades (Craft, Magyar, Becker, &amp; Feltz, 2003).  		</p> 		 		    <p> 			Diversas &aacute;reas do conhecimento buscam diferenciar homens e mulheres sob v&aacute;rios aspectos. No campo das ci&ecirc;ncias do esporte, encontrar essas diferen&ccedil;as entre o g&eacute;nero &eacute; fundamental  			para a aplica&ccedil;&atilde;o de diferentes m&eacute;todos e meios de aplica&ccedil;&atilde;o e avalia&ccedil;&atilde;o para possibilitar o melhor rendimento individualizado (Bara Filho et al., 2005). Muitas vezes, o g&eacute;nero do  			indiv&iacute;duo &eacute; uma vari&aacute;vel importante na rela&ccedil;&atilde;o entre habilidade psicol&oacute;gica e desempenho (Cox et al., 2010; Elferink-Gemser, 2005; Sheldon &amp; Eccles, 2005). No estudo de  			Bebetos e Antoniou (2003) foram encontrados valores similares nas dimens&otilde;es do ACSI-28 entre homens e mulheres. No entanto &eacute; importante destacar que os atletas pesquisados eram de  			uma mesma equipe e treinadas pelo mesmo t&eacute;cnico, motivo apontado pelos autores como principal causa da aus&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as entre os g&eacute;neros. Smith et al. (1995) tamb&eacute;m n&atilde;o  			encontraram diferen&ccedil;as significativas entre homens e mulheres, bem como Goudas et al. (1998) com atletas de basquete. Ambos apresentaram m&eacute;dias moderadas em todas as sete  			dimens&otilde;es e na escala total. Omar-Fauzee et al. (2009) encontraram diferen&ccedil;as estatisticamente significativas (p&lt;0,05) entre os g&eacute;neros apenas na dimens&atilde;o Lidar com  			Adversidades (atletas masculinos obtiveram maior pontua&ccedil;&atilde;o), corroborando os achados do presente estudo. Weiberg e Gould (2008) e Miranda e Bara Filho (2008) sugerem diversos  			m&eacute;todos que poderiam equacionar estas diferen&ccedil;as entre os g&eacute;neros. Por exemplo, o uso de feedback positivo para aumentar a confian&ccedil;a e a motiva&ccedil;&atilde;o dos atletas, ou ainda,  			estrat&eacute;gias de ativa&ccedil;&atilde;o e desativa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica para obter um melhor desempenho mesmo sob press&atilde;o ou frente &agrave;s adversidades. Tra&ccedil;ar metas tang&iacute;veis a curto e m&eacute;dio prazo e o  			treinamento mental tamb&eacute;m s&atilde;o estrat&eacute;gias poss&iacute;veis de serem ensinadas para melhorar as habilidades de prepara&ccedil;&atilde;o mental.  		</p> 		 		    <p> 			Sabendo das diferen&ccedil;as peculiares entre esportes coletivos e individuais, tanto em exig&ecirc;ncia f&iacute;sica, t&eacute;cnica e metodol&oacute;gica, quanto em estrutura e prepara&ccedil;&atilde;o nos esportes (Bompa,  			2002), caracter&iacute;sticas da personalidade (Bara Filho et al., 2005) humor (Beedie, Terry, &amp; Lane, 2000), habilidade psicol&oacute;gica (Cox et al., 2010; Elferink-Gemser, 2005) e  			desempenho optou-se por verificar tamb&eacute;m a diferen&ccedil;a entre estas modalidades nas habilidades de coping. Atletas de modalidades individuais possuem maiores n&iacute;veis de Treinabilidade  			do que atletas de esportes coletivos, independentemente de g&eacute;nero e n&iacute;vel. Presume-se que esta diferen&ccedil;a encontrada seja devida a parte da amostra ser composta por atletas de  			lutas. Notadamente nestes esportes h&aacute; uma forte rela&ccedil;&atilde;o de subordina&ccedil;&atilde;o ao treinador, inerente as caracter&iacute;sticas da modalidade h&aacute; um maior respeito &agrave; experi&ecirc;ncia e ao  			conhecimento do mestre. Outro poss&iacute;vel fator &eacute; que em esportes coletivos o treinador precisa equacionar a aten&ccedil;&atilde;o para todos da equipe, diminuindo as chances de comunica&ccedil;&atilde;o entre  			estes e todos os membros da equipe, al&eacute;m do caso de uma cr&iacute;tica ou corre&ccedil;&atilde;o ser dada na frente do time pode ser motivo para se envergonhar para alguns e sentir-se desafiados para  			outros.  		</p> 		 		    <p> 			O tipo de modalidade tamb&eacute;m influenciou na habilidade de concentra&ccedil;&atilde;o. Embora os valores tenham-se mostrado pr&oacute;ximos, aqueles de modalidade individual possuem esta habilidade mais  			desenvolvida do que os de coletiva, independentemente do g&eacute;nero ou do n&iacute;vel competitivo. Ainda que em esportes como futsal, voleibol, basquete, etc. a exig&ecirc;ncia de se manter  			concentrado seja tamb&eacute;m elevada, nestas modalidades est&iacute;mulos de distra&ccedil;&atilde;o s&atilde;o muito mais corriqueiros. Al&eacute;m do que, nestes esportes &eacute; dif&iacute;cil se manter concentrado do in&iacute;cio ao  			fim de uma partida, pois como h&aacute; a participa&ccedil;&atilde;o de todos da equipe, momentos de queda na concentra&ccedil;&atilde;o podem ocorrer sem que isto prejudique a equipe. No entanto, aquele atleta ou  			equipe que treina a concentra&ccedil;&atilde;o e mant&eacute;m-se mobilizado do in&iacute;cio ao fim de um jogo, possui grandes chances de obter um bom resultado (Miranda &amp; Bara Filho, 2008). Esportes  			individuais favorecem a concentra&ccedil;&atilde;o, pois durante uma competi&ccedil;&atilde;o o atleta necessita de concentrar em poucos focos de aten&ccedil;&atilde;o. Por&eacute;m caso este n&atilde;o obtenha um bom n&iacute;vel nesta  			habilidade, pode determinar a diferen&ccedil;a entre o campe&atilde;o e o &uacute;ltimo colocado.  		</p> 		 		    <p> 			A concentra&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m pareceu distinguir os atletas de modalidades coletivas e individuais no estudo de Elferink-Gemser (2005). Assim como no presente estudo atletas de esportes  			individuais apresentaram maiores n&iacute;veis de concentra&ccedil;&atilde;o. As distra&ccedil;&otilde;es est&atilde;o mais presentes nos esportes coletivos e um ambiente mais calmo &eacute; esperado nos esportes individuais,  			embora ambos necessitem desenvolver bem esta habilidade, seja nos treinos ou em competi&ccedil;&otilde;es (Elferink-Gemser, 2005; Miranda &amp; Bara Filho, 2008; Weiberg &amp; Gould, 2008) para  			atingir um desempenho mais satisfat&oacute;rio. Atletas de n&iacute;veis mais elevados obtiveram valores maiores de Concentra&ccedil;&atilde;o, amenizando inclusive a diferen&ccedil;a entre os esportes. A tarefa de  			concentrar &eacute; sofisticada, no entanto deve ser treinada. O atleta deve ter em mente quais os focos de aten&ccedil;&atilde;o ele necessita se concentrar, tanto em treinamentos quanto em  			competi&ccedil;&otilde;es. Miranda e Bara Filho (2008) apontam algumas diretrizes para melhorar o n&iacute;vel de concentra&ccedil;&atilde;o: Autoconhecimento, controlar interfer&ecirc;ncias do meio ambiente, detectar  			detalhes com o m&aacute;ximo de aten&ccedil;&atilde;o, t&aacute;ticas variadas de atua&ccedil;&atilde;o, equacionar as emo&ccedil;&otilde;es e estar bem condicionado fisicamente s&atilde;o algumas estrat&eacute;gias que podem ser ensinadas e  			treinadas desde o princ&iacute;pio. 		</p> 		 		    <p> 			Diversas pesquisas apontam para a import&acirc;ncia das caracter&iacute;sticas psicol&oacute;gicas para o sucesso no alto rendimento. Avaliar essa rela&ccedil;&atilde;o tem sido objeto de diversos estudos na  			psicologia esportiva (Coetzee et al., 2006; Cox et al., 2010; Elferink-Gemser, 2005; Goudas et al., 1998; Smith &amp; Christensen, 1995). No presente estudo, o n&iacute;vel competitivo  			foi a vari&aacute;vel onde mais diferen&ccedil;as entre os grupos foram encontradas. Todas as sete habilidades do ACSI-28BR, obtiveram diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas entre os n&iacute;veis regional e  			nacional/internacional, individualmente, em intera&ccedil;&atilde;o com o g&eacute;nero, tipo de modalidade ou ambos, corroborando com o estudo de Goudas et al. (1998) com atletas gregos de basquete,  			atletas de n&iacute;vel nacional e internacional apresentaram maiores valores em Lidar com Adversidades e Confian&ccedil;a/Motiva&ccedil;&atilde;o. Cox et al. (2010) encontraram rela&ccedil;&atilde;o entre n&iacute;vel de  			desempenho e as habilidades psicol&oacute;gicas do ACSI-28, particularmente Confian&ccedil;a/Motiva&ccedil;&atilde;o e Livre de Preocupa&ccedil;&otilde;es. A rela&ccedil;&atilde;o entre a habilidade de tra&ccedil;ar Metas/Prepara&ccedil;&atilde;o Mental e  			n&iacute;vel de desempenho tamb&eacute;m foi encontrada em atletas holandeses, corroborando o presente estudo, embora utilizasse instrumentos diferentes. Esta habilidade psicol&oacute;gica demonstrou  			diferen&ccedil;a para atletas homens e mulheres, embora sem intera&ccedil;&atilde;o com o n&iacute;vel de desempenho (Elferink-Gemser, 2005). 		</p> 		 		    <p> 			Mesmo que os atletas de n&iacute;vel nacional tenham apresentado valores mais elevados para todas as dimens&otilde;es, n&atilde;o se pode afirmar que exista uma rela&ccedil;&atilde;o de causa e efeito entre n&iacute;vel  			competitivo e habilidade psicol&oacute;gica. Ou seja, atletas de n&iacute;vel nacional desenvolvem melhor essas habilidades ou atletas com melhores habilidades alcan&ccedil;ar&atilde;o este n&iacute;vel  			competitivo. O que parece diferir atletas de n&iacute;vel regional dos de n&iacute;vel nacional e internacional &eacute; a quantidade e a qualidade das competi&ccedil;&otilde;es. Sabe-se que para um atleta  			desenvolver seu potencial psicof&iacute;sico ele deve competir regularmente. Atletas que s&oacute; competem em n&iacute;vel regional possuem menos chances de se aperfei&ccedil;oarem, pois enfrentam  			advers&aacute;rios com habilidades compat&iacute;veis. J&aacute; atletas que competem em n&iacute;vel nacional e internacional, al&eacute;m de participarem de mais competi&ccedil;&otilde;es, t&ecirc;m a possibilidade de enfrentar  			advers&aacute;rios de n&iacute;veis de desempenho mais elevados, com habilidades distintas, levandos-o a desenvolver novas e aprimorar as suas capacidades psicof&iacute;sicas. 		</p> 		 		    <p> 			Na realidade atual do esporte brasileiro, muitas vezes constata-se tamb&eacute;m atletas com potencial para competir em n&iacute;vel internacional, mas, devido &agrave; falta de estrutura competitiva  			e apoio para custos com inscri&ccedil;&atilde;o, viagens, hospedagem, etc., estes atletas permanecem participando apenas de competi&ccedil;&otilde;es regionais.  Embora a literatura aponte certa influ&ecirc;ncia,  			n&atilde;o foi encontrada correla&ccedil;&atilde;o com a idade nem com tempo de experi&ecirc;ncia em nenhuma das habilidades psicol&oacute;gicas aferidas pelo ACSI-28BR.   		</p> 		 		    <p> 			Por outro lado, o treinamento das habilidades psicol&oacute;gicas &eacute; necess&aacute;rio para qualquer g&eacute;nero, esporte e n&iacute;vel competitivo, podendo ser aprendido ainda nos primeiros anos de  			pr&aacute;tica. Por exemplo, a Treinabilidade, (habilidade de lidar bem com as exig&ecirc;ncias e orienta&ccedil;&otilde;es de treinadores), pode ser ensinada desde tenra idade. De acordo com Miranda e Bara  			Filho (2008), o pr&eacute;-requisito b&aacute;sico para esta capacidade &eacute; a educa&ccedil;&atilde;o e boa comunica&ccedil;&atilde;o entre t&eacute;cnicos e atletas, ou seja, &eacute; o atleta conseguir entender (e o treinador conseguir  			passar essa id&eacute;ia) que, na maioria das vezes, uma orienta&ccedil;&atilde;o, uma cobran&ccedil;a, &eacute; feita no sentido de melhorar as habilidades gerais do atleta e n&atilde;o para ofend&ecirc;-lo ou diminu&iacute;-lo.  			Apontam ainda, que os t&eacute;cnicos, principalmente os que lidam no esporte infanto-juvenil, deveriam desenvolver diversas compet&ecirc;ncias essenciais para este trabalho, tais como:  			Conhecer aspectos espec&iacute;ficos da modalidade, transmitir valores educativos, morais, sociais e culturais, trabalhar para que o atleta focalize o que fazer para vencer e n&atilde;o  			diretamente a vit&oacute;ria, ser bom modelo de comportamento e lideran&ccedil;a para os jovens atletas. Geralmente nos esportes de rendimento, o atleta passa mais tempo com o treinador do que  			com a pr&oacute;pria fam&iacute;lia, pois al&eacute;m de treinarem durante horas, viajam para competi&ccedil;&otilde;es, tornando uma rela&ccedil;&atilde;o muito pr&oacute;xima. Estudos que objetivam analisar a intera&ccedil;&atilde;o de mais de  			duas vari&aacute;veis dependentes, como o caso do presente estudo, necessitam de um contingente amostral significativo para cada um dos subgrupos formados. Por isso, para atender esta  			exig&ecirc;ncia incluiu-se esportes n&atilde;o ol&iacute;mpicos, como futebol americano e<i> jiu-j&iacute;tsu</i>. Do mesmo modo, atletas de n&iacute;vel internacional comp&otilde;em o grupo de n&iacute;vel nacional. Ainda  			assim, houve um subgrupo com representa&ccedil;&atilde;o muito baixa: Atletas do g&eacute;nero feminino de modalidades individuais e n&iacute;vel regional (n=7). Por isso, os resultados deste grupo devem ser  			visto com cautela. Por ser um instrumento auto-preenchido, com itens que podem transmitir uma imagem projetada mais positiva do atleta, todas as dimens&otilde;es do ACSI-28BR  			mostraram-se positivamente correlacionadas com a Escala de Desejo Social de Marlowe-Crowne (Smith et al., 1995). Todavia, esta rela&ccedil;&atilde;o pode ser diminu&iacute;da se n&atilde;o houver nenhum dado  			que identifique o atleta no question&aacute;rio, como foi o caso deste estudo. Por isso, &eacute; importante esclarecer que o ACSI-28BR n&atilde;o deve ser utilizado para selecionar atletas ou tomar  			qualquer outra decis&atilde;o pr&aacute;tica baseada no instrumento. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			O estudo identificou que, de algum modo, diferentes contextos influenciam diretamente a aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades de coping em atletas brasileiros. Lidar com adversidades e ter um  			bom desempenho, mesmo em situa&ccedil;&atilde;o de press&atilde;o, s&atilde;o as habilidades que melhor distinguem esses contextos. Saber como esses atletas adquirem essas estrat&eacute;gias &eacute; fundamental para o  			esporte, no entanto, s&atilde;o necess&aacute;rias mais pesquisas englobando amostras espec&iacute;ficas maiores com o ACSI-28BR, para verificar como os atletas adquirem estas habilidades, a  			import&acirc;ncia destes para o desempenho e se possuem rela&ccedil;&atilde;o com outras habilidades psicol&oacute;gicas. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p>	 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Anshel, M. (2001). Qualitative validation of a model for coping with acute stress in sport. <i>Journal of Sport Behavior, 24</i>, 223-246.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201300010001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bara Filho, M., Ribeiro, L., &amp; Garc&iacute;a, F. (2005). Personalidade de atletas brasileiros de alto-rendimento: Compara&ccedil;&otilde;es entre os g&ecirc;neros masculino e feminino e correla&ccedil;&atilde;o com  			n&iacute;vel competitivo e tempo de treinamento. <i>Revista Portuguesa de Ci&ecirc;ncias do Desporto, 5</i>(1), 31-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201300010001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Beedie, C. J., Terry, P. C., &amp; Lane, A. M. (2000). The Profile of Mood States and Athletic Performance: Two meta-analyses. <i>Journal of Applied Sport Psychology, 12</i>(1)  			49-68.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201300010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Beaton, D., Bombardier, C., Guillemin, F., &amp; Ferraz, M. (2002). <i>Recommendations for the cross-cultural adaptation of health status measure</i>. American Academy of  			Orthopedic Surgeons: Institute for Work and Health.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201300010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bebetos, E., &amp; Antoniou, P. (2003). Psychological skills of Greek badminton athletes. <i>Perceptual and Motor Skills, 97</i>(3), 1289-1296.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201300010001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bompa, T. (2002). <i>Periodiza&ccedil;&atilde;o</i>. (4&ordf; Ed.). S&atilde;o Paulo: Phorte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201300010001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Carmo, J., Matos, F., Ribas, P., Miranda, R., &amp; Bara Filho, M. (2009). Motivos de in&iacute;cio e abandono da pr&aacute;tica esportiva em atletas brasileiros. <i>HU Revista, 35</i>(4),  			257-264.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201300010001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Coetzee, B., Grobbelaar, H., &amp; Gird, C. (2006). Sport psychological skills that distinguish successful from less successful soccer teams. <i>Journal of Human Movement Studies,  			51</i>, 383-401.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201300010001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Cox, R., Shannon, J., McGuire, R., &amp; McBride, A. (2010). Predicting subjective athletic performance from psychological skills after controlling for sex and sport. <i>Journal  			of Sport Behavior, 33</i>(2), 129-145.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201300010001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->   		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Craft, L., Magyar, M., Becker, B., &amp; Feltz, D. (2003). The relationship between the competitive state anxiety inventory-2 and sport performance: A meta-analysis. <i>Journal of  			Sport and Exercise Psychology, 25</i>, 44-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201300010001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Cresswell, S., &amp; Hodge, K. (2004). Coping skills: Role of trait sport confidence and trait anxiety. <i>Perceptual and Motor Skills, 98</i>(2), 433-438.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201300010001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Crocker, P., Kowalski, K., &amp; Graham, T. (1998). Measurement of coping strategies in sport. In J. Duda. (Ed.), <i>Advances in sport and exercise psychology measurement</i> (pp.  			149-161). Morgantown, WV: Fitness Information Technology.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201300010001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Elferink-Gemser, M. (2005). <i>Today’s talented youth field hockey players, the stars of tomorrow? A study on talent development in field hockey. </i>(Doctoral Dissertation),  			Groningen University, Holanda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201300010001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->   		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Field, A. (2009). <i>Descobrindo a estat&iacute;stica usando o SPSS</i>. (2&ordf; Ed). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201300010001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			G&eacute;czi, G., T&oacute;th, L., Sipos, K., F&uuml;gedi, B., Dancs, H., &amp; Bogn&aacute;r, J. (2009). Psychological profile of Hungarian national young ice hockey players. <i>Kinesiology, 41</i>(1),  			88-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201300010001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gomes, S., Coimbra, D., Guill&eacute;n, F., Miranda, R., &amp; Bara Filho, M. (2007). An&aacute;lise da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica em psicologia do esporte no Brasil e no exterior. <i>Revista  			Iberoamericana de Psicolog&iacute;a Del Ejercicio y El Deporte, 2</i>(1), 25-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201300010001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Goudas, M., Theodorakis, Y., &amp; Karamousalidis, G. (1998). Psychological skills in basketball: Preliminary study for development of a Greek form of the Athletic Coping Skills  			Inventory-28. <i>Perceptual and Motor Skills, 86</i>(1), 59-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201300010001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gould, D., Eklund, R., &amp; Jackson, S. (1993). Coping strategies used by U.S. Olympic wrestlers. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport, 64</i>(1), 83-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201300010001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Heever, Z., Grobbelaar, H., &amp; Potgieter, J. (2007). Sport psychological skills and netball performance. <i>Journal of Human Movement Studies, 52</i>, 109-124.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201300010001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Lazarus, R., &amp; Folkman, S. (1984). <i>Stress, appraisal and coping</i>. New York: Springer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201300010001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Meyers, M., Stewarts, C., Laurent, M., Leunes, A., &amp; Bourgeois, A. (2008). Coping skills of Olympic developmental soccer athletes. <i>International Journal of Sports Medicine,  			29</i>(12), 987–993.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201300010001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Miranda, R., &amp; Bara Filho, M. (2008). Construindo um atleta vencedor: Uma abordagem psicof&iacute;sica do esporte. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201300010001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Nicholls, A., &amp; Polman, R. (2007). Coping in sport: A systematic review. <i>Journal of Sport Sciences, 25</i> (1), 11-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-107X201300010001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Omar-Fauzee, M., Daud, W., Abdullah, R., &amp; Rashid, S. (2009). The effectiveness of imagery and coping strategies in sport. <i>European Journal of Social Sciences, 9</i>(1),  			97-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201300010001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->   		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Segato, L., Brandt, R. Liz, C., Vasconcellos, D., &amp; Andrade, A. (2010). Estresse psicol&oacute;gico de velejadores de alto n&iacute;vel esportivo em competi&ccedil;&atilde;o. <i>Motricidade, 6</i>(3),  			53-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201300010001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Sheldon, J., &amp; Eccles, J. (2005). Physical and psychological predictors of perceived ability in adult male and female tennis players. <i>Journal of Applied Sport Psychology, 17 			</i>(1), 48-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-107X201300010001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Smith, R., &amp; Christensen, D. (1995). Psychological skills as predictors of performance and survival in professional baseball. <i>Journal of Sport and Exercise Psychology, 17 			</i>, 399-415.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-107X201300010001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Smith, R., Schutz, R., Smoll, F., &amp; Ptacek, J. (1995). Development and validation of a multidimensional measure of sport-specific psychological skills: The Athletic Coping  			Skills Inventory-28. <i>Journal of Sport and Exercise Psychology, 17</i>, 379-398.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-107X201300010001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Weinberg, R., &amp; Gould, D. (2008). <i>Fundamentos da psicologia do esporte e do exerc&iacute;cio</i>. (3&ordf; Ed). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-107X201300010001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a name="0"></a><a href="#top0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a></i> 			Danilo Reis Coimbra, Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Desportos, Campus Universit&aacute;rio S/N – Martelos, CEP: 36036-900, Juiz de Fora, MG, Brasil. 			<i>E-mail:</i> <a href="mailto:daniloreiscoimbra@yahoo.com.br">daniloreiscoimbra@yahoo.com.br</a> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 05.03.2012   &brvbar;   Aceite: 27.12.2012</p> 	     ]]></body><back>
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<source><![CDATA[Revista Portuguesa de Ciências do Desporto]]></source>
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