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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Desenvolvimento motor de crianças entre 0 e 18 meses de idade: Diferenças entre os sexos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The first years of life are fundamental to the acquisition of motor, cognitive, and social skills; therefore the opportunities provide to the child as well as the social’ exceptive affect the development. The objective of this study was to assess and compare the motor development of boys and girls ages from 0 to 18 months. Ninety infants, ages from 0 to 18 (45 boys and 45 girls, stratified by age groups), that lived in the south of Brazil, attending to daycares participated in the present study. The Alberta Infant Motor Scale (AIMS) was used to evaluate motor development. The majority of the infants showed typical development (73.3%); no significant differences between the sexes was found for motor development for the AIMS total scores (p esc.total = .76; p percentil = .38) and postures (p prono = .71; p supino = .49; p sentado = .71; p empé = .97; p esc.total = .76; p percentil = .38); non-significant differences’ for association between motor development and sex were found (Eta² = .008; Eta² = .108). In the two first years of life, boys and girls demonstrated similar motor development performance. It is conjectured that the differences between sexes observed latter is affected by opportunities of the environment.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Desenvolvimento motor de crian&ccedil;as entre 0 e 18 meses de idade: Diferen&ccedil;as entre os sexos</b> 		</p> 		    <p><b>Motor development of children between 0 and 18 months of age: Differences between sexes</b></p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			<b>C.B. Venturella<sup>I</sup></b>,  			<b>G. Zanandrea<sup>I</sup></b>,  			<b>R. Saccani<sup>I</sup></b>,  			<b>N.C. Valentini<sup>II</sup></b> 		</p>  		    <p> 			<sup>I</sup>Universidade de Caxias do Sul - UCS, Brasil. <br /> 			<sup>II</sup>Universidade Federal do Rio Grande - UFRGS, Brasil. 		</p>  		    <p><i><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			Os primeiros anos na vida da crian&ccedil;a s&atilde;o fundamentais para a aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades motoras, cognitivas e sociais; desta forma as oportunidades ofertadas  			a crian&ccedil;as e as expectativas sociais podem interferir no desenvolvimento. O objetivo deste estudo foi avaliar e comparar o desenvolvimento motor de meninos  			e meninas na primeira inf&acirc;ncia. Participaram deste estudo, 90 crian&ccedil;as de 0 a 18 meses (45 meninas e 45 meninos pareados por idade), residentes no sul do  			Brasil, provenientes de Escolas de Educa&ccedil;&atilde;o Infantil. A <i>Alberta Infant Motor Scale</i> (AIMS) foi utilizada para avaliar o desempenho motor. A maioria  			dos participantes (73.3%) apresentou desempenho motor normal; n&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as significativas no desenvolvimento motor entre os sexos nos  			escores da AIMS (<i>p</i><sub>esc.total </sub>= .76; <i>p</i><sub>percentil </sub>= .38, <i>p</i><sub>emp&eacute;</sub> = .97) e nas diferentes posturas (<i>p</i><sub>prono</sub> = .71; <i>p 			</i><sub>supino </sub>= .49; <i>p</i><sub>sentado </sub>= .71; <i>p</i><sub>emp&eacute; </sub>= .97;, n&atilde;o foram observadas associa&ccedil;&otilde;es entre sexo e desempenho  			motor (Eta<sup>2</sup> = .008; Eta<sup>2</sup> = .108). Nos primeiros dois anos de vida, meninos e meninas demonstram desempenho motor amplo similar.  			Infere-se que as diferen&ccedil;as entre sexo que aparecem com o passar do tempo s&atilde;o influenciadas pelas oportunidades do contexto. 		</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Palavras-chave</i>: desenvolvimento infantil, destreza motora, fatores de risco</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The first years of life are fundamental to the acquisition of motor, cognitive, and social skills; therefore the opportunities provide to the child as well  			as the social’ exceptive affect the development. The objective of this study was to assess and compare the motor development of boys and girls ages from 0  			to 18 months. Ninety infants, ages from 0 to 18 (45 boys and 45 girls, stratified by age groups), that lived in the south of Brazil, attending to daycares  			participated in the present study. The <i>Alberta Infant Motor Scale</i> (AIMS) was used to evaluate motor development.  			The majority of the infants showed typical development (73.3%); no significant differences between  the sexes was found for motor development for the AIMS  			total scores (<i>p</i><sub>esc.total </sub>= .76; <i>p</i><sub>percentil </sub>= .38) and postures (<i>p</i><sub>prono </sub>= .71; <i>p</i><sub>supino  			</sub>= .49; <i>p</i><sub>sentado </sub>= .71; <i>p</i><sub>emp&eacute; </sub>= .97; <i>p</i><sub>esc.total </sub>= .76; <i>p</i><sub>percentil </sub>= .38);  			non-significant differences’ for association between motor development and sex were found (Eta<sup>2</sup> = .008; Eta<sup>2</sup> = .108). In the two  			first years of life, boys and girls demonstrated similar motor development performance. It is conjectured that the differences between sexes observed  			latter is affected by opportunities of the environment. 		</p> 		    <p><i>Keywords</i>: child development, motor skills, risk factors</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			Os poss&iacute;veis fatores de risco que influenciam nas aquisi&ccedil;&otilde;es comportamentais da crian&ccedil;a t&ecirc;m sido alvo de diversas pesquisas (Eikmann et al., 2007; Halpern,  			Giuliani, Victora, Barros, &amp; Horta, 2000; Pierce, Munier, &amp; Myers, 2009; Pretti, Milan, &amp; Foschiani, 2010; To et al., 2004). Dentre estes,  			se destacam os fatores relacionados &agrave; especificidade das tarefas ofertadas &agrave; crian&ccedil;a (Haydari, Askari, &amp; Nezhad, 2009; Nobre et al., 2009), assim  			como os fatores s&oacute;cioecon&ocirc;micos e ambientais pobres em oportunidades, os quais potencializam atrasos no crescimento e desenvolvimento infantil (Eikmann et  			al., 2007; Hamadani et al., 2010). 		</p> 		 		    <p> 			Considerando os tipos de est&iacute;mulos ofertados as crian&ccedil;as, pesquisadores demonstram esfor&ccedil;os para identificar as consequ&ecirc;ncias do tipo de tarefas e  			atividades as quais a crian&ccedil;a &eacute; exposta (Pin, Eldridge, &amp; Galea, 2007). Frente a isso, as diferen&ccedil;as no desempenho e habilidades motoras entre meninos  			e meninas, se tornavam alvo de preocupa&ccedil;&otilde;es, pois a indu&ccedil;&atilde;o de atividades espec&iacute;ficas para cada sexo pode influenciar as aquisi&ccedil;&otilde;es motoras das crian&ccedil;as.  			Essas distin&ccedil;&otilde;es, na maioria das vezes s&atilde;o determinadas pelo contexto e pelas atividades que s&atilde;o propostas a crian&ccedil;a, atrav&eacute;s de brinquedos e atividades  			impostas pelo padr&atilde;o cultural considerado mais apropriado para cada um deles (Schwengber, 2009).  		</p> 		 		    <p> 			Te&oacute;ricos do desenvolvimento humano ressaltam que as diferen&ccedil;as entre os sexos est&atilde;o relacionadas &agrave;s expectativas pessoais e sociais vivenciadas pela  			crian&ccedil;a desde o seu nascimento, as quais podem direcionar seus comportamentos (Papalia, Olds, &amp; Feldman, 2010; Haywood &amp; Getchell, 2010). Esta  			influ&ecirc;ncia na forma&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo se refere a tr&ecirc;s aspectos fundamentais: papeis de g&ecirc;nero (atitudes, habilidades e tra&ccedil;os de personalidade considerados  			apropriados para meninos e meninas segundo contexto s&oacute;cio cultural); tipifica&ccedil;&atilde;o de g&ecirc;nero (crian&ccedil;as passam a aprender caracter&iacute;sticas consideradas  			apropriadas a cada sexo); e estere&oacute;tipos de g&ecirc;nero (generaliza&ccedil;&otilde;es predeterminadas sobre o comportamento adequado ao masculino e feminino) (Papalia et  			al., 2010). Sendo assim, a abordagem desenvolvimentista afirma que todos os seres humanos s&atilde;o seres sociais, ou seja, desde o per&iacute;odo pr&eacute;-natal se  			desenvolvem dentro de um contexto hist&oacute;rico, social e cultural preestabelecido (Papalia et al., 2010; Gallahue &amp; Ozmun, 2005; Haywood &amp; Getchell,  			2010).  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Assim, as crian&ccedil;as aprendem os papeis relacionados aos g&ecirc;neros, masculino e feminino, por meio da socializa&ccedil;&atilde;o (Papalia et al., 2010). Diante disto, n&atilde;o h&aacute;  			d&uacute;vidas de que os indiv&iacute;duos apresentam diferen&ccedil;as sexuais determinadas biologicamente, no entanto, as caracter&iacute;sticas de cada um n&atilde;o est&atilde;o relacionadas  			apenas ao sexo, mas sim aos valores familiares, bem como a fatores sociais, econ&ocirc;micos e culturais.  Consequentemente, as disparidades no comportamento motor  			entre os sexos surgem com o avan&ccedil;ar da idade (Gallahue &amp; Ozmum, 2005). 		</p> 		 		    <p> 			Estudos recentes com crian&ccedil;as acima dos 4 anos demonstram que fatores ambientais influenciam nas aptid&otilde;es de cada crian&ccedil;a (Cardoso, 2008; Schwengber,  			2009). Outras pesquisas com crian&ccedil;as em idade escolar, constaram diferen&ccedil;as de desempenho entre meninos e meninas em diversos testes motores analisados e  			associam essa discrep&acirc;ncia, principalmente, &agrave;s oportunidades propiciadas para cada sexo (Valentini, 2002; Carvalhal &amp; Vasconcelos-Raposo, 2007). Por&eacute;m,  			estudos na primeira inf&acirc;ncia sugerem que meninos e meninas apresentam desenvolvimento motor semelhante durante os primeiros 2 anos de vida (Saccani &amp;  			Valentini, 2010; Eikmann et al., 2007).  		</p> 		 		    <p> 			&Eacute; fundamental diagnosticar, precocemente, se o desenvolvimento esta ocorrendo de forma t&iacute;pica ou se nos primeiros anos de vida, j&aacute; est&aacute; sendo influenciado  			pelo contexto e as tarefas ofertadas &agrave;s crian&ccedil;as. Uma das preocupa&ccedil;&otilde;es, portanto, &eacute; detectar em que per&iacute;odo do desenvolvimento as diferen&ccedil;as na trajet&oacute;ria  			s&atilde;o observadas, para uma posterior investiga&ccedil;&atilde;o das causas destas diferen&ccedil;as. O estudo das diferen&ccedil;as entre meninos e meninas tem sido  			conduzido por d&eacute;cadas (Thomas &amp; French, 1985). Embora, considerando o desenvolvimento motor, se observa maior incid&ecirc;ncia de estudos direcionados a  			faixas et&aacute;rias acima dos 4 anos de idade (Cardoso, 2008;  Miranda, Resegue, &amp; Figueiras, 2003; Schwengber, 2009) e poucos estudos em crian&ccedil;as com menos  			de 2 anos enfocando no desenvolvimento motor (Eikmann et al., 2007; To et al., 2004; Lung et al., 2011). Al&eacute;m disso, os resultados, em geral, s&atilde;o  			parciais e contradit&oacute;rios quanto as diferen&ccedil;as motoras nos primeiros 2 anos de vida. Ainda mais, muitos estudos n&atilde;o contemplam todas as faixas et&aacute;rias  			(Lung et al., 2011; WHO Multicenter Growth Reference Study &amp; Onis, 2006) ou n&atilde;o consideram aspectos motores (Eikmann et al., 2007; Gabbard, Ca&ccedil;ola,  			&amp; Rodrigues, 2009), embora indiretamente, indicam semelhan&ccedil;as motoras entre os sexos at&eacute; os dois anos de idade (Eikmann et al., 2007; Saccani  			&amp; Valentini, 2010).  		</p> 		 		    <p> 			Considerando que a literatura assegura que as brincadeiras e tarefas oferecidas para meninos e meninas predisp&otilde;em a um crescimento e desenvolvimento  			diferenciado entre eles (Wanderlind, Martins, Hansen, Macarini, &amp; Vieira, 2006) a investiga&ccedil;&atilde;o das diferen&ccedil;as motoras entre sexos se torna essencial  			mesmo antes dos dois anos; por&eacute;m, em delineamentos que contemplem as diferentes idades em meses (exemplos: transversal e longitudinal) uma vez que as  			mudan&ccedil;as no desenvolvimento motor s&atilde;o observadas cotidianamente (Clark &amp; Metcalfe, 2002). Sendo assim, esta pesquisa se prop&ocirc;s a avan&ccedil;ar o conhecimento  			atual na &aacute;rea, investigando as diferen&ccedil;as entre os sexos no que se refere ao desenvolvimento motor de meninos e meninas, do nascimento at&eacute; o caminhar  			independente. Foi estabelecida como hip&oacute;tese a n&atilde;o observa&ccedil;&atilde;o de diferen&ccedil;as significativas entre os sexos no desenvolvimento motor amplo nas faixas  			et&aacute;rias investigadas. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    <p> 			Estudo descritivo e observacional de car&aacute;ter associativo e comparativo com delineamento transversal, onde foi observado o desempenho dos beb&ecirc;s em um &uacute;nico  			momento avaliativo e feita associa&ccedil;&atilde;o entre vari&aacute;veis qualitativas e correla&ccedil;&atilde;o entre vari&aacute;veis quantitativas (Thomas &amp; Nelson, 2007). Foi aprovado  			pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (n&ordm; 2002018).  		</p> 		 		    <p> 			Os participantes foram crian&ccedil;as (N=90) de 0 a 18 meses de idade, de ambos os sexos, provenientes de Escolas de Educa&ccedil;&atilde;o Infantil Particulares (EEIP’s) do  			Munic&iacute;pio de Caxias do Sul, no sul do Brasil. Foram exclu&iacute;das crian&ccedil;as com: 1) Baixo peso ao nascer (&lt; 1500g); 2) Prematuridade; 3) Altera&ccedil;&otilde;es  			neurol&oacute;gicas; 4) Problemas osteomioarticulares (fraturas; les&otilde;es nervosas perif&eacute;ricas, infec&ccedil;&atilde;o osteomuscular, entre outras citadas pelos cuidadores); 5)  			Idade materna precoce e avan&ccedil;ada. Al&eacute;m disso, foram exclu&iacute;dos do estudo crian&ccedil;as participantes de programas de interven&ccedil;&atilde;o. Os grupos, masculino (GM, N =  			45) e feminino (GF, N = 45) foram pareados por idade. A renda familiar dos participantes variou entre 1 e 5 ou mais sal&aacute;rios m&iacute;nimos, sendo que a maior  			porcentagem da amostra (50%) apresentava 5 ou mais sal&aacute;rios m&iacute;nimos (GM: 57.8%; GF:42.2%). A escolaridade dos pais tamb&eacute;m foi considerada, onde se observou  			maior porcentagem de pais com ensino superior (38.9) e de m&atilde;es com ensino m&eacute;dio completo (42.2%). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Instrumentos</b></p> 		 		    <p> 			Para avaliar o desenvolvimento motor foi utilizada a <i>Alberta Infant Motor Scale</i> (<i>AIMS</i>) com a vers&atilde;o adaptada e validada para crian&ccedil;as  			brasileiras (Valentini &amp; Saccani, 2011). A <i>AIMS</i> &eacute; uma escala de avalia&ccedil;&atilde;o observacional, empregada para medir a evolu&ccedil;&atilde;o das aquisi&ccedil;&otilde;es motoras  			amplas em beb&ecirc;s, a partir de seu nascimento at&eacute; o alcance da marcha independente (0 a 18 meses de idade), atrav&eacute;s de manuseios m&iacute;nimos, com dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia  			de vinte minutos.  		</p> 		 		    <p> 			A AIMS enfatiza a sequ&ecirc;ncia do desenvolvimento do controle postural quando em quatro posturas b&aacute;sicas: prono, supino, sentado e em p&eacute;. &Eacute; composta por  			cinquenta e oito itens, divididos nas quatro posi&ccedil;&otilde;es posturais das crian&ccedil;as, 21 posturas em prono; 9 em supino; 12 sentado e 16 na posi&ccedil;&atilde;o em p&eacute;,  			avaliando em cada item tr&ecirc;s aspectos do comportamento motor: postura, movimenta&ccedil;&atilde;o antigravitacional e a superf&iacute;cie corporal em que ocorre a sustenta&ccedil;&atilde;o do  			peso. Durante a avalia&ccedil;&atilde;o deve ser observado o desempenho motor da crian&ccedil;a nas posturas, atribuindo 1 ponto para cada crit&eacute;rio motor observado e 0 ponto para cada crit&eacute;rio  			n&atilde;o observado. A escala disponibiliza investigar o desempenho da crian&ccedil;a por meio de escore bruto, percentil e categoriza&ccedil;&atilde;o do desempenho. O escore total  			bruto varia de 0 a 58 pontos e resulta da soma de itens nas 4 posturas. A curva percent&iacute;lica &eacute; obtida a partir da rela&ccedil;&atilde;o do valor bruto com a idade da  			crian&ccedil;a. Al&eacute;m disso, os percentis permitem inferir o status do desempenho motor do beb&ecirc;, categorizando os resultados de acordo com os seguintes crit&eacute;rios:  			a) desempenho motor normal/esperado quando o resultado no teste estiver acima de 25% na curva percent&iacute;lica; b) desempenho motor suspeito quando a o  			resultado estiver entre 25% e 6% na curva percentilica;  c) desempenho motor anormal quando o resultado for menor ou igual a 5% na curva poercentilica  			(Piper, Pinnell, Darrah, Maguire, &amp; Byrne, 1992) 		</p> 		 		    <p> 			O question&aacute;rio referente &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas e s&oacute;cio-ambientais do beb&ecirc; pesquisou os seguintes aspectos: data de nascimento; semanas de gesta&ccedil;&atilde;o;  			&iacute;ndice de APGAR no 1&ordm; e 5&ordm; minuto; idade materna; peso ao nascer; comprimento ao nascer; renda familiar e escolaridade dos pais. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			Inicialmente, foram apresentados os objetivos e as propostas deste estudo aos diretores e/ou coordenadores das escolas. Ap&oacute;s o consentimento das escolas, os  			pais ou respons&aacute;veis legais das crian&ccedil;as foram contatados quanto ao interesse de seus filhos participarem do estudo. As crian&ccedil;as foram avaliadas somente  			ap&oacute;s a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).  		</p> 		 		    <p> 			Foram agendados hor&aacute;rios com as EEIP’s para realizar as avalia&ccedil;&otilde;es, e enviado os question&aacute;rios aos pais sobre informa&ccedil;&otilde;es socioecon&ocirc;micas. Durante as  			avalia&ccedil;&otilde;es, conduzidas por dois avaliadores independentes, treinados no uso da AIMS, os beb&ecirc;s se encontravam vestidos com roupas confort&aacute;veis que garantiam  			a livre movimenta&ccedil;&atilde;o. As avalia&ccedil;&otilde;es ocorreram nas depend&ecirc;ncias das institui&ccedil;&otilde;es, sobre colchonetes ou dispositivos fornecidos pelo local. Todas as  			avalia&ccedil;&otilde;es foram registradas em filmagem (c&acirc;mera SONY w80), as quais foram usadas unicamente para fins cient&iacute;ficos, sem exposi&ccedil;&atilde;o dos participantes, os  			quais tiveram sua identidade preservada. As crian&ccedil;as foram avaliadas por meio da observa&ccedil;&atilde;o dos 58 itens da AIMS distribu&iacute;dos nas quatro posturas, com o  			m&iacute;nimo de manuseios e facilita&ccedil;&otilde;es. Durante a avalia&ccedil;&atilde;o, o examinador observou a movimenta&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a em cada uma das 4 posi&ccedil;&otilde;es, considerando nesta  			observa&ccedil;&atilde;o, como a crian&ccedil;a apoia a superf&iacute;cie do corpo, ou seja, como sustenta seu peso, al&eacute;m da qualidade da postura e dos movimentos antigravitacionais.  			Foram oferecidos est&iacute;mulos visuais, auditivos e verbais para encorajar a crian&ccedil;a a adquirir as posturas desejadas, n&atilde;o sendo indicado a manipula&ccedil;&atilde;o da  			crian&ccedil;a. Ap&oacute;s avaliar os itens pertencentes aquelas janelas do est&aacute;gio de desenvolvimento motor, o examinador somou os pontos creditados nas quatro  			posturas para obter o escore total da AIMS. 		</p> 		 		    <p> 			Ap&oacute;s coleta de dados, as filmagens foram utilizadas para an&aacute;lise da objetividade entre os dois avaliadores. Os coeficientes de correla&ccedil;&atilde;o oscilaram entre  			&alpha;= .86 e &alpha;= .99. Estes resultados s&atilde;o considerados adequados, e est&atilde;o de acordo com o proposto pelas autoras do teste que sugerem adequados os  			valores acima de 80% (Piper et al., 1992). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    <p> 			Os dados dessa pesquisa foram organizados e analisados no programa estat&iacute;stico SPSS 17.0 (<i>Statistical Package to Social Sciences for Windows</i>). Foi  			utilizada estat&iacute;stica descritiva (frequ&ecirc;ncia simples e relativa, medidas de tend&ecirc;ncia central e de variabilidade) para descrever o desenvolvimento motor  			dos beb&ecirc;s participantes. Para as associa&ccedil;&otilde;es e correla&ccedil;&otilde;es do desempenho foi utilizado o Teste qui-quadrado de Pearson (Chi<sup>2</sup>), teste Eta<sup>2 			</sup> e Correla&ccedil;&atilde;o de Pearson. Como crit&eacute;rio de decis&atilde;o, para o Chi<sup>2</sup>, foi considerado <i>p </i>&le; .05 e para o Eta<sup>2</sup> e Correla&ccedil;&atilde;o  			de Pearson foi considerado: associa&ccedil;&otilde;es/correla&ccedil;&otilde;es fraca valores entre abaixo e iguais a 0.30; associa&ccedil;&otilde;es/correla&ccedil;&otilde;es moderadas inclu&iacute;ram valores entre 0.30 e 0.60; e associa&ccedil;&otilde;es/correla&ccedil;&otilde;es  			fortes quando os valores incidissem acima de 0.60. A distribui&ccedil;&atilde;o dos dados foi investigada, inicialmente, com o teste <i>Shapiro-Wilk</i>. Teste <i>t  			student</i> foi utilizado na comparac&atilde;o dos grupos e o teste U Mann-Whitney na compara&ccedil;&atilde;o entre os sexos, por trimestres, devida amostra reduzida. Como  			crit&eacute;rio de decis&atilde;o, o n&iacute;vel de signific&acirc;ncia adotado foi <i>p</i> &le; .05 (Callegari-Jaques, 2003). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p><b>Descri&ccedil;&atilde;o da amostra</b></p> 		 		    <p>  			A amostra do presente estudo foi composta por 90 crian&ccedil;as, sendo 45 (50%) do sexo masculino e 45 (50%) do sexo feminino, cuja m&eacute;dia de idade, foi de 10.36 ( 			&plusmn; 4.70), entre 0 a 18 meses. Nos agrupamentos por faixa et&aacute;ria (trimestres), a amostra se distribuiu nas seguintes frequ&ecirc;ncias: 6 beb&ecirc;s (6.7%) no  			primeiro trimestre (0 a 3 meses), 16 beb&ecirc;s (17.8%) no segundo (4 a 6 meses), 16 beb&ecirc;s (17.8%) no terceiro trimestre (7 a 9 meses), 16 beb&ecirc;s (17.8%) no  			quarto (10 a 12 meses), 20 beb&ecirc;s (22.2%) no quinto trimestre (13 a 15 meses) e 16 beb&ecirc;s (17.8%) no sexto (16 a 18 meses); equivalentemente distribu&iacute;dos nos  			grupos (GM e GF).  		</p> 		 		    <p> 			Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s caracter&iacute;sticas biol&oacute;gicas, n&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as significativas entre os sexos, conforme demonstrado na <a href="#t1">Tabela 1</a>, assim como se  			observa padr&atilde;o de normalidade para cada uma das vari&aacute;veis analisadas. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		<a name="t1"></a> 		<img src="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a02t1.jpg"> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Compara&ccedil;&atilde;o do desempenho motor de meninos e meninas</b></p> 		 		    <p>Os dados referentes ao desenvolvimento motor geral das crian&ccedil;as, nas diferentes posturas analisadas da  		AIMS, est&atilde;o dispostos na <a href="#t2">Tabela 2</a>, assim como o escore total e percentil da amostra estudada. Ao comparar o  		desenvolvimento motor entre os sexos, n&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as significativas (<i>p</i> &le; .05) nas  		posturas analisadas, nem no escore total e no percentil (<i>p</i><sub>prono </sub>= .71; <i>p</i> 		<sub>supino </sub>= .49; <i>p</i><sub>sentado</sub>= .71; <i>p</i><sub>emp&eacute; </sub>= .97; <i>p</i> 		<sub>esc.total </sub>= .76; <i>p</i><sub>percentil </sub>= .38).</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		<a name="t2"></a> 		<img src="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a02t2.jpg"> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			A an&aacute;lise do desenvolvimento com base no crit&eacute;rio de categoriza&ccedil;&atilde;o de desempenho motor, est&aacute; disposta do <a href="#g1">Gr&aacute;fico 1</a>, onde se observa que grande n&uacute;mero das  			crian&ccedil;as analisadas apresentou desenvolvimento motor normal (73.30%). No grupo GM, nenhum caso de atraso motor foi observado e apenas 1 crian&ccedil;a do GF foi  			classificada com atraso no desenvolvimento motor. No <a href="#g1">Gr&aacute;fico 1</a>, est&atilde;o dispostos os dados referentes a categoriza&ccedil;&atilde;o da amostra de forma geral e segundo  			sexo.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		<a name="g1"></a> 		<img src="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a02g1.jpg"> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			Foi realizada compara&ccedil;&atilde;o do desempenho motor apresentado por meninos e meninas nas diferentes faixas et&aacute;rias (<a href="#t3">Tabela 3</a>), embora tenha sido observada  			correla&ccedil;&atilde;o fraca do desempenho motor dos participantes com o fator idade (<i>r </i>= .22; <i>p </i>= .04). Em cada um dos trimestres analisados, n&atilde;o foram  			encontradas diferen&ccedil;as significativas em nenhuma das vari&aacute;veis, como pode ser observado na <a href="#t3">Tabela 3</a>. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		<a name="t3"></a> 		<img src="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a02t3.jpg"> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Reafirmando os resultados acima citados, de igualdade entre meninos e meninas, a an&aacute;lise associativa entre o sexo da crian&ccedil;a e o percentil da AIMS, n&atilde;o  			revelou resultados significativos (Eta = .093; Eta<sup>2</sup> = .008), assim como, o tratamento estat&iacute;stico n&atilde;o detectou associa&ccedil;&atilde;o significativa entre os  			sexos masculino e feminino, com o escore total AIMS (Eta= .033; Eta<sup>2</sup>= .108). Ao considerar o crit&eacute;rio de classifica&ccedil;&atilde;o, tamb&eacute;m n&atilde;o foi  			detectada associa&ccedil;&atilde;o estatisticamente significativa entre o sexo do beb&ecirc; e a classifica&ccedil;&atilde;o de desempenho motor AIMS (Chi<sup>2</sup> = 1.634; <i>p</i> =  			.442), ou seja, esses resultados demonstram que, na faixa et&aacute;ria avaliada, o sexo da crian&ccedil;a n&atilde;o influenciou no desempenho motor. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O E CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			A an&aacute;lise do desempenho dos participantes demonstrou que a maioria (73,30%) apresentou desenvolvimento motor adequado; congruente com resultados de  			estudos nacionais utilizando o mesmo instrumento (Manacero &amp; Nunes, 2008; Zanini et al., 2002). Entretanto, contrap&otilde;em outros estudos brasileiros com  			crian&ccedil;as na mesma faixa et&aacute;ria que demonstraram desempenho motor inferior ao esperado para idade (Formiga &amp; Linhares, 2011; Halpern et al., 2000;  			Lopes, Lima, &amp; Tudella, 2009; Saccani &amp; Valentini, 2010; Santos et al., 2004).   		</p> 		 		    <p> 			A hip&oacute;tese inicial desta pesquisa foi confirmada. N&atilde;o foram encontradas diferen&ccedil;as significativas entre o desempenho motor de meninos e meninas at&eacute; os 18  			meses em nenhum dos trimestres. A semelhan&ccedil;a entre os sexos nas diferentes posturas analisadas est&atilde;o de acordo com outros estudos pr&eacute;vios que evidenciam  			poucas diferen&ccedil;as no desenvolvimento motor  nessa fase (Eikmann et al., 2007; Fleuren, Smit, Stijnen, &amp; Hartman, 2007;  Lung et al., 2011;   Saccani  			&amp; Valentini, 2010; WHO Multicenter Growth Reference Study &amp; Onis, 2006). Cabe ressaltar, que muitos estudos n&atilde;o contemplam, especificamente,  			diferentes faixas et&aacute;rias nos dois primeiros anos de vida; e/ou, n&atilde;o utilizaram pareamento amostral. Estudos considerando diferentes faixas et&aacute;rias e com  			amostras grandes, por exemplo, Saccani e Valentini (2010), avaliaram 561 crian&ccedil;as brasileiras e Fleuren et al. (2007)  na Holanda, atrav&eacute;s de estudo com  			100 crian&ccedil;as de 0 a 12 meses, utilizando o mesmo instrumento, reportaram semelhan&ccedil;as no desempenho de meninos e meninas.  		</p> 		 		    <p> 			Ainda mais, em um estudo em larga escala, recentemente conduzido em Taiwan, acompanhando 1620 crian&ccedil;as dos 6 aos 60 meses, com avalia&ccedil;&otilde;es aos 6, 18, 36 e  			60 meses n&atilde;o observaram associa&ccedil;&otilde;es significativas entre o sexo e o desenvolvimento motor amplo e fino, embora os autores reportem associa&ccedil;&otilde;es positivas e  			significantes entre os sexos na linguagem, aos 18, 36 e 60 meses, assim como para os aspectos sociais aos 18 e 60 meses e motores finos, aos 36 e 60 meses  			(Lung et al., 2011). A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de, desde 2006, demonstra a preocupa&ccedil;&atilde;o com esta linha investigativa, e reporta tamb&eacute;m semelhan&ccedil;a na  			aquisi&ccedil;&atilde;o de marcos motores de meninos e meninas de diferentes pa&iacute;ses (Gana, &Iacute;ndia, Noruega e USA) at&eacute; 24 meses de idade (WHO Multicenter Growth Reference  			Study &amp; Onis, 2006). 		</p> 		 		    <p> 			A influ&ecirc;ncia do contexto e da tarefa tem sido discutida em v&aacute;rios modelos te&oacute;ricos de desenvolvimento (Clark &amp; Metcalfe, 2002; Gallahue &amp; Ozmun,  			2005) e comprovada em muitos estudos pesquisando os pais e agentes socializadores que frequentemente induzem as crian&ccedil;as a atividades consideradas  			adequadas a meninos e meninas, considerando suas caracter&iacute;sticas biol&oacute;gicas (Haywood &amp; Getchell, 2010). Os estudos relacionados com as diferen&ccedil;as entre  			os sexos apresentam resultados de grande variabilidade interindividual, mas com uma tend&ecirc;ncia dos meninos serem mais h&aacute;beis motoramente do que as  			meninas. Estas diferen&ccedil;as t&ecirc;m sido atribu&iacute;das &agrave;s influ&ecirc;ncias culturais que predominam na sociedade. Meninos s&atilde;o incentivados as viv&ecirc;ncias motoras mais  			amplas, vigorosas e expansivas; as meninas as pr&aacute;ticas motoras restritas e sedent&aacute;rias que envolvem predominantemente motricidade fina e que podem limitar  			seu desempenho motor (Haywood &amp; Getchell, 2010; Papalia et al., 2010).   		</p> 		 		    <p> 			Assim, considerando a import&acirc;ncia de iguais oportunidades de desenvolvimento, estudos demonstraram que com o avan&ccedil;ar da idade, as disparidades no  			desempenho motor v&atilde;o se acentuando, se tornando mais expressivas na puberdade (Carvalhal &amp; Vasconcelos-Raposo, 2007; Valentini, 2002). A diferencia&ccedil;&atilde;o  			observada em algumas habilidades ocorre principalmente porque o contexto ambiental e as pr&aacute;ticas propostas para cada sexo diferem entre si, de acordo com  			as expectativas dos pais, dos educadores e do grupo et&aacute;rio do qual as crian&ccedil;as pertencem. Argumenta-se que esta diferencia&ccedil;&atilde;o &eacute; ocasionada pelo padr&atilde;o  			s&oacute;ciocultural, onde os fatores educacionais, as perspectivas culturais e as tarefas oportunizadas &agrave;s crian&ccedil;as levam &agrave; distin&ccedil;&atilde;o de papeis para meninos e  			meninas (Carvalhal &amp; Vasconcelos-Raposo, 2007). Portanto, se acredita que na faixa et&aacute;ria estudada ainda n&atilde;o ocorra tanta diferencia&ccedil;&atilde;o nos tipos de  			atividades ofertadas, devendo esta, aumentar a partir da aquisi&ccedil;&atilde;o da locomo&ccedil;&atilde;o independente. Ou ainda, embora diferencia&ccedil;&otilde;es na qualidade e tipo de  			estimula&ccedil;&atilde;o possam ter ocorrido, esta n&atilde;o foi suficiente para gerar diferen&ccedil;as nos desempenhos motores.  		</p> 		 		    <p> 			As crian&ccedil;as nascem capacitadas para o desenvolvimento de diversas habilidades sens&oacute;rio-motoras, que lhes permitem atingir controle sobre seus corpos, movimentos e  			emo&ccedil;&otilde;es (Clark &amp; Metcalfe, 2002; Haywood &amp; Getchell, 2010). Contudo o resultado deste controle depender&aacute; n&atilde;o apenas das caracter&iacute;sticas do  			indiv&iacute;duo, mas tamb&eacute;m da qualidade de sua intera&ccedil;&atilde;o com o ambiente e com as experi&ecirc;ncias e tarefas que s&atilde;o oferecidas nestes contextos (Clark &amp;  			Metcalfe, 2002; Gabbard et al., 2008). 		</p> 		 		    <p> 			Considerando os resultados do presente estudo e os achados contradit&oacute;rios da literatura na mesma faixa et&aacute;ria investigada, se refor&ccedil;a a  			import&acirc;ncia de estudos voltados &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o precoce de poss&iacute;veis diferen&ccedil;as entre os sexos, em outras regi&otilde;es do Brasil, bem como em diferentes classes  			sociais. Ainda mais, considerar os fatores socioecon&ocirc;micos e as praticas parentais, assim como sua poss&iacute;vel associa&ccedil;&atilde;o com o desenvolvimento motor se faz ess&ecirc;ncia  			para provar o cuidado adequado na primeira inf&acirc;ncia. Portanto, se ressalta a import&acirc;ncia da inser&ccedil;&atilde;o de profissionais especializados nessa &aacute;rea de interven&ccedil;&atilde;o e  			diagn&oacute;stico precoce das trajet&oacute;rias de desenvolvimento.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Fica como sugest&atilde;o a cria&ccedil;&atilde;o e a implanta&ccedil;&atilde;o de programas sociais que atendam as essas quest&otilde;es, assim como, se percebe a necessidade de investimentos em  			infraestrutura e capacita&ccedil;&atilde;o pedag&oacute;gica qualificada, que viabilizem o diagn&oacute;stico de um maior n&uacute;mero de crian&ccedil;as e o encaminhamento de crian&ccedil;as para  			avalia&ccedil;&otilde;es complementares quando detectado o risco ao desenvolvimento. Treinamento de profissionais e programas educativos para os familiares, bem como,  			das educadoras de escolas infantis &eacute; imprescind&iacute;vel para o sucesso da identifica&ccedil;&atilde;o do risco e para as a&ccedil;&otilde;es concomitantemente &agrave;s necessidades de  			desenvolvimento do beb&ecirc;. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Callegari-Jaques, S. M. (2003). <i>Bioestat&iacute;stica: Princ&iacute;pios e aplica&ccedil;&otilde;es</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201300020000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Cardoso, F. L. (2008). O conceito de orienta&ccedil;&atilde;o sexual na encruzilhada entre sexo, g&ecirc;nero e motricidade. <i>Interamerican Journal of Psychology, 42</i>(1),  			69-79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201300020000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Carvalhal M., &amp; Vasconcelos-Raposo, J. (2007). Diferen&ccedil;as entre g&ecirc;neros nas habilidades: Correr, saltar, lan&ccedil;ar e pontapear. <i>Motricidade, 3</i>(3),  			44-56.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201300020000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Clark, J. E., &amp; Metcalfe, J. S. (2002). The mountain of motor development: A metaphor. In J. E. Clark, &amp; J. H. Humphrey (Eds.). <i>Motor  			development: Research and reviews</i> (Vol. II) (163-190). Reston, Va: NASPE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201300020000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Eikmann, S. H., Lira, P. I. C., Lima, M. C., Coutinho, S. B., Teixeira, M. L. P, &amp; Ashworth, A. (2007). Breast feeding and mental and motor development  			at 12 months in a low-income population in northeast Brazil. <i>Paediatric and Perinatal Epidemiology, 21</i>(2), 129-37.  			doi:10.1111/j.1365-3016.2007.00795.x 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201300020000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Fleuren, K. M. W., Smit, L. D., Stijnen, T., &amp; Hartman, A. (2007). New reference values for the Alberta Infant Motor Scale need to be established. <i> 			Acta Paediatrica, 96</i>(3), 424-427.  doi: 10.1111/j.1651-2227.2007.00111.x.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201300020000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Formiga, C. K., &amp; Linhares, M. B. (2011). Motor development curve from 0 to 12 months in infants born preterm. <i>Acta Paediatrica, 100</i>(3),  			379–384. doi:10.1111/j.1651-2227.2010.02002.x 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201300020000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Gabbard, C., Ca&ccedil;ola, P., &amp; Rodrigues, L. P. (2008). A new inventory for assessing affordances in the home environment for motor development (AHEMD-SR).  			<i>Early Childhood Education Journal, 36</i>(1), 5-9. doi:10.1007/s10643-008-0235-6 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201300020000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Gallahue, D. L., &amp; Ozmunm J. C. (2005). <i>Compreendendo o desenvolvimento motor: Beb&ecirc;s, crian&ccedil;as, adolescentes e adultos</i>. S&atilde;o Paulo: Phote.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201300020000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Halpern, R., Giuliani, E. R. J., Victora, C. G., Barros, F. C., &amp; Horta, B. L. (2000). Fatores de risco para suspeita de atraso no desenvolvimento  			neuropsicomotor aos 12 meses de vida. <i>Jornal de Pediatria, 76</i>(6), 421-428. doi:10.4067/S0370-1062002000500016 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201300020000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Hamadani, J. D., Tofail, F., Hilaly, A., Huda, S. N., Engle, P., &amp; Grantham-McGregor, S. M. (2010). Use of family care indicators and their  			relationship with child development in Bangladesh. <i>Journal of Health Popular Nutrition, 28</i>(1), 23-33. doi:10.3329/jhpn.v28i1.4520 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201300020000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Haydari, A., Askari, P., &amp; Nezhad, M. Z. (2009). Relationship between affordances in the home enviroment and motor development in children age 18-42  			months. <i>Journal of Social Sciences, 5</i>(4), 319-328. doi:10.3844/jssp.2009.319.328 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300020000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Haywood, K. M., &amp; Getchell, N. (2010). <i>Desenvolvimento motor ao longo da vida</i>. Porto Alegre: ArtMed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201300020000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Lopes, V. B., Lima, C. D., &amp; Tudella, E. (2009). Motor acquisition rate in Brazilian infants. <i>Infant and Child Development, 18</i>(2), 122-132.  			doi:10.1002/icd.595 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201300020000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Lung, F. W., Chiang, T. L., Lin, S. J., Feng, J. Y., Chen, P. F., &amp; Shu, B. C. (2011). Gender differences of children’s developmental trajectory from 6  			to 60 months in the Taiwan birth cohort pilot study. <i>Research in Developmental Disabilities, 32</i>(1), 100–106. doi:10.1016/j.ridd. 2010.09.004 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201300020000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Manacero, S., &amp; Nunes, M. L. (2008). Avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho motor de prematuros nos primeiros meses de vida na Escala Motora Infantil de Alberta  			(AIMS). <i>Jornal de Pediatria, 84</i>(1), 53-59. doi:10.1590/S0021-75572008000100009 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201300020000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Miranda, L. P., Resegue, R., &amp; Figueiras, A. C. M. (2003). A crian&ccedil;a e o adolescente com problemas do desenvolvimento no ambulat&oacute;rio de pediatria. <i> 			Jornal de Pediatria, 79</i>(1), 133-42. doi:10.1590/S0021-75572003000700005 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201300020000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Nobre, F. S. S., Costa, C. L. A., Oliveira, D. L., Cabral, D. A., Nobre, G. C., &amp; Ca&ccedil;ola, P. (2009). An&aacute;lise das oportunidades para o desenvolvimento  			motor (affordances) em ambientes dom&eacute;sticos no Cear&aacute; - Brasil. <i>Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, 19</i>(1), 9-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201300020000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Papalia, D. E., Olds, S. W., &amp; Feldman, R. T. (2010). <i>Desenvolvimento Humano</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201300020000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Pierce, D., Munier, V., &amp; Myers, C. T. (2009). Informing early intervention through an occupational science description of infant-toddler interactions  			with home space. The American <i>Journal of Occupational Therapy, 63</i>(3), 273-287. doi:10.5014/ajot.63.3.273 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201300020000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Pin, T., Eldridge, B., &amp; Galea, M. P. (2007). A review of the effects of sleep position, play position, and equipment use on motor development in  			infants. <i>Developmental Medicine &amp; Child Neurology, 49</i>(1), 858–867.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201300020000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Piper, M. C., Pinnell, L. E., Darrah, J., Maguire, T., &amp; Byrne, P. J. (1992). Construction and validation of the Alberta Infant Motor Scale (AIMS). <i> 			Canadian Journal Public Health, 83</i>(2), 46-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201300020000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Pretti, L. C., Milan, J. C., &amp; Foschiani, M. A. (2010). Caracteriza&ccedil;&atilde;o dos fatores ambientais e o controle cervical de lactentes nascidos pr&eacute;-termo. <i> 			Fisioterapia em Movimento, 23</i>(2), 239-250. doi:10.1590/S0103-51502010000200008 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201300020000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Saccani, R., &amp; Valentini, N. C. (2010). An&aacute;lise do desenvolvimento motor de crian&ccedil;as de 0 a 18 meses de idade: Representatividade dos itens da Alberta  			Infant Motor Scale por faixa et&aacute;ria e postura. <i>Revista Brasileira de Crescimento e Desenvolvimento Humano, 20</i>(3), 753-764.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201300020000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Santos, D. C., Campos, D., Gon&ccedil;alves, V. M. G., Mello, B. B., Campos, T. M., &amp; Gagliardo, H. G. (2004). Influ&ecirc;ncia do baixo peso ao nascer sobre o  			desempenho motor de lactentes a termo no primeiro semestre de vida. <i>Revista Brasileira de Fisioterapia, 8</i>(3), 261-266.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201300020000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Schwengber, M. S. V. (2009). Meninas e meninos apresentam desempenho motor distinto? Por qu&ecirc;? <i>Efedeports, 14</i>(131). Retirado de <a href= 			"http://www.efdeportes.com/efd131/meninas-e-meninos-apresentam-desempenho-motor-distinto-por-que.htm" target="_blank"> 			http://www.efdeportes.com/efd131/meninas-e-meninos-apresentam-desempenho-motor-distinto-por-que.htm</a> 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201300020000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Thomas, J. R., &amp; French, K. E. (1985). Gender differences across age in motor performance: A meta-analysis. <i>Psychological Bulletin, 98</i>(2),  			206-282. doi:10.1037/0033-2909.98.2.260 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201300020000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Thomas, J. R., &amp; Nelson, J. K. (2007). <i>M&eacute;todos de pesquisa em atividade f&iacute;sica</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201300020000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			To, T., Guttmann, A., Dick, P. T., Rosenfield, J. D., Parkin, P. C., Cao, H.,...Harris, J. K. (2004). What factors are associated with poor developmental  			attainment in young Canadian children? <i>Canadian Journal of Public Health, 95</i>(4), 258-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201300020000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Valentini, N. C. (2002). Percep&ccedil;&otilde;es de compet&ecirc;ncia e desenvolvimento motor de meninos e meninas: Um estudo transversal. <i>Movimento, 8</i>(2), 51-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201300020000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Valentini, N. C., &amp; Saccani, R. (2011). Escala Motora Infantil de Alberta: Valida&ccedil;&atilde;o para uma popula&ccedil;&atilde;o Ga&uacute;cha. <i>Revista Paulista de Pediatria, 29</i> 			(2), 231-8. doi:10.1590/S0103-05822011000200015 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201300020000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Wanderlind, F., Martins, G. D. F., Hansen, J., Macarini, S. M., &amp; Vieira, M. L. (2006). Diferen&ccedil;as de g&ecirc;nero no brincar de crian&ccedil;as pr&eacute;-escolares e  			escolares na brinquedoteca. <i>Revista Paid&eacute;ia, 16</i>(34), 263-273. doi:10.1590/S0103-863X2006000200014 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201300020000200032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			WHO Multicentre Growth Reference Study, &amp; Onis, M.  (2006). Assessment of sex differences and heterogeneity in motor milestone attainment among  			populations in the WHO.  Multicentre Growth Reference Study. <i>Acta P&aelig;diatrica, 450</i>, 66-75. doi:10.1111/j.1651-2227.2006.tb02377.x 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201300020000200033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Zanini, P. Q., Hayashida, M., Hara, P. S., Lima, A. C., Castro, S. S., &amp; Bueno, C. F. (2002). An&aacute;lise da aquisi&ccedil;&atilde;o do sentar, engatinhar e andar em um  			grupo de crian&ccedil;as pr&eacute;-termo. <i>Revista de Fisioterapia da Universidade de S&atilde;o Paulo, 9</i>(2), 57-62.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201300020000200034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a><a name="c0"></a> 			</i>Raquel Saccani, Avenida Loureiro da Silva, 1788, apt 209, CEP 90050240, Porto Alegre, RS, Brasil. 			<i>	E-mail:</i> <a href="mailto:raquelsaccani@yahoo.com.br">raquelsaccani@yahoo.com.br</a> 		</p> 				 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 09.05.2012   &brvbar;   Aceite: 08.04.2013</p>		 	     ]]></body><back>
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