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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito da fisioterapia convencional e do feedback eletromiográfico associados ao treino de tarefas específicas na recuperação motora de membro superior após acidente vascular encefálico]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of the present study was to evaluate the effects of conventional physical therapy and task specific training associated with electromyographic (EMG) feedback to recover upper limb motor function in patients with hemiparesis caused by stroke. Twelve patients were evaluated and then randomly assigned to either of two groups: Group 1 - Conventional physiotherapy; Group 2 - EMG feedback. Patients attended three weekly 50-min sessions, for eight weeks. The evaluated aspects were motor impairment, motor function, and spasticity, using the Fugl-Meyer Assessment (FMA) test, TEMPA, and the Modified Ashworth Scale (MAS), respectively. Results showed that, in both groups, there were no changes in spasticity in the groups, but there was a significant improvement in FMA values after the rehabilitation programs. Regarding TEMPA scores, only Group 2 presented significant gains. The comparison of the MAS and FMA gains showed no differences between groups. However, group 2 showed greater gains in the two tasks of TEMPA. The results suggest that functional training using EMG feedback can have positive results in improving arm function. However, due to small differences between groups, concluded that EMG/Biofeedback therapy was not superior to other form of treatment.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Efeito da fisioterapia convencional e do <i>feedback</i> eletromiogr&aacute;fico associados ao treino de tarefas espec&iacute;ficas na recupera&ccedil;&atilde;o motora de membro  			superior ap&oacute;s acidente vascular encef&aacute;lico</b> 		</p> 		 		    <p> 			<b>Effects of conventional physical therapy and task specific training associated with electromyographic feedback on upper limb motor recovery after stroke</b> 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 			 		    <p> 			<b>R.C. Ara&uacute;jo<sup>I</sup></b>,  			<b>M.P. Barbosa<sup>II</sup></b> 		</p> 		 		    <p> 			<sup>I</sup>Universidade de Pernambuco – UPE, Brasil. <br /> 			<sup>II</sup>Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, Brasil. 		</p> 		 		    <p><i><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos da fisioterapia convencional e do <i>feedback</i> eletromiogr&aacute;fico (EMG) associados ao treino de  			tarefas espec&iacute;ficas na recupera&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o motora do membro superior de pacientes com hemiparesia em consequ&ecirc;ncia do acidente vascular encef&aacute;lico. Doze  			pacientes foram avaliados e divididos de forma aleat&oacute;ria em dois grupos: Grupo 1 – Fisioterapia convencional, Grupo 2 –<i>feedback</i> EMG. Todos os  			pacientes receberam tr&ecirc;s sess&otilde;es semanais de 50 minutos de dura&ccedil;&atilde;o, por oito semanas. Foram avaliados o comprometimento motor, funcionalidade e  			espasticidade, por meio do teste Fugl-Meyer (FMA), TEMPA e Escala Modificada de Ashworth, respectivamente. Os resultados mostraram que em ambos os grupos  			n&atilde;o houve altera&ccedil;&atilde;o da espasticidade e que ocorreu melhora significativa nos valores de FMA, ap&oacute;s os programas de reabilita&ccedil;&atilde;o. Em rela&ccedil;&atilde;o aos escores do  			TEMPA, somente o grupo 2 apresentou ganhos significativos. A compara&ccedil;&atilde;o dos ganhos obtidos na escala modificada de Ashworth e FMA n&atilde;o revelou diferen&ccedil;as  			entre os grupos. No entanto, o grupo 2 apresentou ganhos superiores ao grupo 1 em duas tarefas do teste TEMPA. Os resultados sugerem que o treino funcional  			utilizando o <i>feedback</i> EMG pode ter efeitos positivos na melhora da fun&ccedil;&atilde;o motora do bra&ccedil;o, no entanto, devido &agrave;s pequenas diferen&ccedil;as encontradas  			entre os grupos, concluiu-se que o <i>feedback</i> EMG n&atilde;o foi superior &agrave; outra forma de tratamento. 		</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Palavras-chave</i>: eletromiografia, reabilita&ccedil;&atilde;o, acidente vascular encef&aacute;lico</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 			 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The purpose of the present study was to evaluate the effects of conventional physical therapy and task specific training associated with electromyographic  			(EMG) feedback to recover upper limb motor function in patients with hemiparesis caused by stroke. Twelve patients were evaluated and then randomly assigned to  			either of two groups: Group 1 – Conventional physiotherapy; Group 2 – EMG feedback. Patients attended three weekly 50-min sessions, for eight weeks. The  			evaluated aspects were motor impairment, motor function, and spasticity, using the Fugl-Meyer Assessment (FMA) test, TEMPA, and the Modified Ashworth Scale  			(MAS), respectively. Results showed that, in both groups, there were no changes in spasticity in the groups, but there was a significant improvement in FMA  			values after the rehabilitation programs. Regarding TEMPA scores, only Group 2 presented significant gains. The comparison of the MAS and FMA gains showed no  			differences between groups. However, group 2 showed greater gains in the two tasks of TEMPA. The results suggest that functional training using EMG feedback  			can have positive results in improving arm function. However, due to small differences between groups, concluded that EMG/Biofeedback therapy was not superior  			to other form of treatment. 		</p> 		    <p><i>Keywords</i>: electromyography, rehabilitation, stroke</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			Nos &uacute;ltimos anos, tem ocorrido um significante aumento da expectativa de vida, com consequente aumento da popula&ccedil;&atilde;o mundial de idosos. No entanto,  			concomitante ao aumento da expectativa de vida, observa-se um aumento das co-morbidades relacionadas ao envelhecimento. Entre estas co-morbidades,  			destaca-se o acidente vascular encef&aacute;lico (AVE). O AVE &eacute; resultado de um dano celular, devido &agrave; isquemia ou hemorragia no tecido encef&aacute;lico, podendo causar  			d&eacute;ficits de v&aacute;rias fun&ccedil;&otilde;es sens&oacute;rio-motoras (Rathore, Hinn, Cooper, Tyroler, &amp; Rosamond, 2002).  		</p> 		 		    <p> 			Estudos recentes relataram uma preval&ecirc;ncia de 200 a 300 novos casos de AVE em cada 100.000 habitantes por ano, nos Estados Unidos e na Europa (Muntner,  			Garret, Klag, &amp; Coresh, 2002), contabilizando atualmente no mundo um grande n&uacute;mero de indiv&iacute;duos que sobrevivem ao AVE e que convivem com alguma  			incapacidade funcional (Feigin, 2005). 		</p> 		 		    <p> 			Convencionalmente, programas de reabilita&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m sido conduzidos por fisioterapeutas em hospitais ou centros de reabilita&ccedil;&atilde;o ao longo da hist&oacute;ria. Estes  			programas s&atilde;o caracterizados pela aplica&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicas e exerc&iacute;cios terap&ecirc;uticos que estimulam o reaprendizado motor e que t&ecirc;m por objetivo aumentar a  			independ&ecirc;ncia funcional (Levy, Nichols, Schmalbrock, Keller, &amp; Chakeres, 2001; Liepert et al., 2000; Schaechter et al., 2002). No entanto, cerca de  			30-66% dos pacientes avaliados seis meses ap&oacute;s o AVE n&atilde;o apresentaram fun&ccedil;&atilde;o do membro superior do lado afetado e somente 5% demonstraram completa  			recupera&ccedil;&atilde;o das atividades funcionais (Gowland, 1982; Kwakkel, Kollen, &amp; Wagenaar, 1999).  Diante dos resultados limitados no processo de reabilita&ccedil;&atilde;o  			da fun&ccedil;&atilde;o motora do membro superior, pesquisas recentes t&ecirc;m investigado a implementa&ccedil;&atilde;o de outras t&eacute;cnicas terap&ecirc;uticas, dentre essas se destaca o <i> 			feedback</i> eletromiogr&aacute;fico (<i>feedback</i> EMG). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			O <i>feedback</i> EMG pode ser descrito como um m&eacute;todo que possibilita a capta&ccedil;&atilde;o dos potenciais de a&ccedil;&atilde;o do m&uacute;sculo, por meio de eletrodos de superf&iacute;cie, e  			a convers&atilde;o desses potenciais em informa&ccedil;&otilde;es visuais e/ou sonoras. Essas informa&ccedil;&otilde;es permitem ao paciente controlar e regular a atividade muscular (Hurrel,  			1980; Moreland &amp; Thomson, 1994).  		</p> 		 		    <p> 			Em geral, se encontra na literatura resultados positivos do uso do <i>feedback</i> EMG na reabilita&ccedil;&atilde;o da marcha (Aiello et al., 2005; Bradley et al.,  			1998) e da fun&ccedil;&atilde;o motora do membro superior em pacientes com sequelas do AVE (Armagan, Tascioglu, &amp; Oner, 2003; Crow, Lincoln, Nouri, &amp; Weerdt,  			1989; Hurd, Pegram, &amp; Nepomuceno, 1980; Inglis, Donald, Monga, Sproule, &amp; Young, 1984). Entretanto, revis&otilde;es sistem&aacute;ticas recentes mostraram  			existir controv&eacute;rsias acerca da efetividade e da superioridade do <i>feedback</i> EMG em rela&ccedil;&atilde;o ao tratamento convencional, no que diz respeito &agrave;  			reabilita&ccedil;&atilde;o motora do membro superior (Moreland &amp; Thomson, 1994). Segundo os autores, os resultados presentes na literatura devem ser interpretados  			com cautela, pois vieses metodol&oacute;gicos referentes &agrave; dura&ccedil;&atilde;o da interven&ccedil;&atilde;o, bem como os m&eacute;todos utilizados para avalia&ccedil;&atilde;o, podem ter influenciado os  			resultados. 		</p> 		 		    <p> 			Outro problema importante que estaria relacionado &agrave; dificuldade de se evidenciar os efeitos ben&eacute;ficos do uso do <i>feedback</i> EMG no processo de  			reabilita&ccedil;&atilde;o motora &eacute; o modo de aplica&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica. Embora seja amplamente reconhecida a import&acirc;ncia da inser&ccedil;&atilde;o de atividades funcionais orientadas no  			programa de reabilita&ccedil;&atilde;o, o <i>feedback</i> EMG tem sido frequentemente aplicado em posturas est&aacute;ticas e em movimentos que n&atilde;o fazem parte de uma atividade  			funcional (Jonsdottir et al., 2010). Segundo os mesmos autores, a associa&ccedil;&atilde;o do <i>feedback</i> EMG &agrave; tarefas funcionais orientadas poderia maximizar os  			resultados da terapia e facilitar o processo de aprendizagem motora. Considerando estas informa&ccedil;&otilde;es, o objetivo deste estudo foi avaliar o treinamento  			funcional associado ao <i>feedback</i> EMG e compar&aacute;-lo com um programa fisioterap&ecirc;utico, na reabilita&ccedil;&atilde;o motora do membro superior de pacientes v&iacute;timas do  			AVE.  		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    <p> 			O estudo foi realizado com doze pacientes de ambos os sexos (10 homens e 2 mulheres) e que apresentavam com diagn&oacute;stico cl&iacute;nico de AVE prim&aacute;rio de causa  			isqu&ecirc;mica ou hemorr&aacute;gica h&aacute; pelo menos tr&ecirc;s meses. Foram inclu&iacute;dos pacientes destros, que n&atilde;o apresentaram d&eacute;ficits de compreens&atilde;o e que apresentaram  			comprometimento motor do membro superior direito. Foram exclu&iacute;dos os pacientes que apresentaram sequelas motoras bilaterais ou no hemicorpo esquerdo e que  			tivessem hist&oacute;rico de dois ou mais acidentes vasculares encef&aacute;licos. Volunt&aacute;rios que apresentaram espasticidade severa (valores superiores a tr&ecirc;s na escala  			modificada de Ashworth) e que n&atilde;o tenham conseguido realizar qualquer uma das tarefas dos teste TEMPA tamb&eacute;m foram exclu&iacute;dos da amostra. Esse estudo foi  			aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da Universidade de Pernambuco, registro CEP-UPE 041/09. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Instrumentos e Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			Inicialmente, foi realizada uma avalia&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, na qual foram colhidos os dados pessoais e antropom&eacute;tricos dos sujeitos, al&eacute;m do hist&oacute;rico e quest&otilde;es  			relacionadas ao AVE. Em seguida os volunt&aacute;rios foram submetidos a uma avalia&ccedil;&atilde;o funcional, na qual foi realizado o teste de Fugl-Meyer (FMA) (Fulg-Meyer,  			Jaasko, Leyman, Olsson, &amp; Steglind, 1975) para avalia&ccedil;&atilde;o do comprometimento motor do membro superior. A escala de avalia&ccedil;&atilde;o motora de membro superior  			do teste FMA, utilizada neste estudo, inclui um sistema de pontua&ccedil;&atilde;o num&eacute;rica acumulativa que avalia os movimentos de ombro, cotovelo, antebra&ccedil;o, punho e  			m&atilde;o. O escore total da escala de membro superior varia entre 0 e 66 pontos, sendo que escores entre 50 a 65 pontos significam comprometimento motor leve,  			entre 30 e 49 pontos refletem comprometimento moderado e valores abaixo de 30 demonstram comprometimento motor grave (Michaelsen &amp; Levin, 2004;  			Michaelsen, Dannenbaum, &amp; Levin, 2006). A vers&atilde;o brasileira do FMA utilizada nesse estudo apresenta excelente confiabilidade (ICC &gt; 0.98) para o  			escore total de avalia&ccedil;&atilde;o do membro superior (Michaelsen, Rocha, Knabben, Rodrigues, &amp; Fernandes, 2011).   		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			A avalia&ccedil;&atilde;o da espasticidade muscular dos flexores de cotovelo, punho e dedos foi realizada por meio da Escada Modificada de Ashworth, que possui uma  			escala num&eacute;rica variando de 0 a 5 pontos (Brashear et al., 2002). A funcionalidade e destreza manual foram avaliadas por meio do teste TEMPA (Test  			D’&Eacute;valuation d&ecirc;s Membres Sup&eacute;rieurs de Personnes &Acirc;ge&eacute;s) vers&atilde;o brasileira (Michaelsen, Natalio, Silva, &amp; Pagnussat, 2008). O TEMPA &eacute; um teste para  			avalia&ccedil;&atilde;o do desempenho do membro superior e &eacute; composto por quatro tarefas bilaterais (Abrir um pote e tirar uma colher cheia de caf&eacute;; Destrancar uma  			fechadura, pegar e abrir um pote contendo p&iacute;lulas; Escrever um envelope e colar um selo; Embaralhar e distribuir cartas de um baralho) e quatro tarefas  			unilaterais (Alcan&ccedil;ar e mover um pote; Manusear uma jarra e servir &aacute;gua em um copo; Manusear moedas; Manusear pequenos objetos). 		</p> 		 		    <p> 			Os escores obtidos s&atilde;o baseados em tr&ecirc;s crit&eacute;rios: velocidade de execu&ccedil;&atilde;o, gradua&ccedil;&atilde;o funcional e an&aacute;lise das tarefas. Na avalia&ccedil;&atilde;o da velocidade, a tarefa  			&eacute; cronometrada desde o in&iacute;cio at&eacute; o seu t&eacute;rmino. A gradua&ccedil;&atilde;o funcional refere-se &agrave; autonomia do sujeito durante a realiza&ccedil;&atilde;o de cada tarefa, sendo graduada  			em quatro n&iacute;veis: (0) tarefa completada com sucesso sem hesita&ccedil;&atilde;o e dificuldade, (-1) tarefa completada com alguma dificuldade, (-2) tarefa parcialmente  			executada ou certas etapas s&atilde;o realizadas com dificuldade e (-3) n&atilde;o consegue completar a tarefa mesmo com aux&iacute;lio.  		</p> 		 		    <p> 			A an&aacute;lise das tarefas avalia as dificuldades encontradas pelos sujeitos de acordo com cinco itens relacionados com as habilidade sens&oacute;rio-motoras: for&ccedil;a,  			amplitude de movimento, precis&atilde;o de movimentos amplos, precis&atilde;o de movimentos finos e preens&atilde;o. 		</p> 		 		    <p> 			O escore da gradua&ccedil;&atilde;o funcional &eacute; determinado pela adi&ccedil;&atilde;o dos escores obtidos nas tarefas unilaterais &agrave; direita (0 a -12), &agrave; esquerda (0 a -12) e nas  			tarefas bilaterais (0 a -12), totalizando escores entre 0 e -36. Realiza-se tamb&eacute;m a avalia&ccedil;&atilde;o das cinco dimens&otilde;es da sess&atilde;o an&aacute;lise das tarefas.  			Considerando que ‘precis&atilde;o dos movimentos finos’ n&atilde;o &eacute; mensurada nas tarefas ‘pegar e transportar um pote’ e ‘pegar uma jarra e servir &aacute;gua’ e ‘for&ccedil;a’ n&atilde;o  			&eacute; avaliada nas tarefas ’escrever e colar um selo’, ‘pegar e transportar objetos pequenos’, ‘manusear moedas’ e ‘embaralhar cartas’, a pontua&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise  			de tarefas pode variar de 0 a -150.  		</p> 		 		    <p> 			O escore total (0 a -186) representa a soma da gradua&ccedil;&atilde;o funcional e da an&aacute;lise das tarefas. Respeitando as dimens&otilde;es avaliadas em cada tarefa, &eacute; poss&iacute;vel  			se obter os seguintes escores: Tarefa 1 (Abrir um pote e tirar uma colher cheia de caf&eacute;): 0 a -18; Tarefa 2 (Destrancar uma fechadura, pegar e abrir um  			pote contendo p&iacute;lulas): 0 a -18; Tarefa 3 (Escrever um envelope e colar um selo): 0 a -15; Tarefa 4 (Embaralhar e distribuir cartas de um baralho): 0 a  			-15; Tarefa 5 (Alcan&ccedil;ar e mover um pote): 0 a -30; 		</p> 		 		    <p> 			Tarefa 6 (Manusear uma jarra e servir &aacute;gua em um copo): 0 a -30; Tarefa 7 (Manusear moedas): 0 a -30; Tarefa 8 (Manusear pequenos objetos): 0 a -30. As  			tarefas unilaterais apresentam escores variando de 0 a -30, pois nesse caso somam-se os escores obtidos na avalia&ccedil;&atilde;o dos dois membros. Entretanto, neste  			estudo n&atilde;o foi considerado o tempo de execu&ccedil;&atilde;o das tarefas unilaterais realizadas com o membro sadio. Essa medida foi adotada com o objetivo de evitar  			poss&iacute;veis influ&ecirc;ncias do membro sadio na an&aacute;lise do tempo total de execu&ccedil;&atilde;o das tarefas (Platz et al., 2009).  		</p> 		 		    <p> 			Apesar da escala original propor uma cota&ccedil;&atilde;o negativa, no qual zero &eacute; indicativo de aus&ecirc;ncia de incapacidade e os valores negativos s&atilde;o indicativos de  			maior incapacidade, para fins de an&aacute;lise estat&iacute;stica foram utilizados os valores independente do sinal. Desta forma, para este estudo, valores maiores  			correspondem &agrave; maior incapacidade. 		</p> 		 		    <p> 			Em estudo pr&eacute;vio (Michaelsen et al., 2008) foi demonstrada adequada confiabilidade intra e inter-examinadores (ICC 0.70 – 1.00) dos escores da vers&atilde;o  			brasileira do TEMPA aplicados em pacientes com d&eacute;ficits motores moderados (FMA &lt; 50). 		</p> 		 		    <p> 			Ap&oacute;s a realiza&ccedil;&atilde;o da avalia&ccedil;&atilde;o funcional, os pacientes foram divididos de forma aleat&oacute;ria em dois grupos: Grupo 1 – seis pacientes (5 homens e 1 mulher)  			submetidos a um programa de reabilita&ccedil;&atilde;o fisioterap&ecirc;utica convencional associada ao treinamento funcional; Grupo 2 – seis pacientes (5 homens e 1 mulher)  			submetidos a um treino funcional associado ao <i>feedback</i> eletromiogr&aacute;fico. Para a aloca&ccedil;&atilde;o dos volunt&aacute;rios em ambos os grupos foi utilizado o programa  			Winpepi vers&atilde;o 10.8, no qual foi realizado a randomiza&ccedil;&atilde;o simples (n&atilde;o-estratificada). 		</p> 		 		    <p> 			<i>Programa de reabilita&ccedil;&atilde;o Fisioterap&ecirc;utica</i>: O treinamento foi constitu&iacute;do de vinte e quatro sess&otilde;es, realizadas tr&ecirc;s vezes por semana durante oito  			semanas. O programa de reabilita&ccedil;&atilde;o dos pacientes deste grupo foi conduzido pelo mesmo fisioterapeuta em todas as sess&otilde;es. Cada sess&atilde;o teve a dura&ccedil;&atilde;o de 50  			minutos e o tratamento aplicado aos pacientes teve como base os princ&iacute;pios do desenvolvimento neuromotor, sendo trabalhado o controle e equil&iacute;brio  			postural, mobiliza&ccedil;&atilde;o escapular, exerc&iacute;cios de descarga de peso para membros superiores e principalmente o treino funcional do hemicorpo comprometido,  			evoluindo de tarefas simples para padr&otilde;es de movimentos mais avan&ccedil;ados. Em cada sess&atilde;o de fisioterapia foi realizada aproximadamente 10 minutos de  			exerc&iacute;cios e orienta&ccedil;&otilde;es de corre&ccedil;&atilde;o da postura de tronco e cintura escapular. Posteriormente, foram treinadas atividades de auto-cuidado (pentear os  			cabelos, vestir, alimenta&ccedil;&atilde;o e escovar os dentes) e tarefas funcionais (alcance e preens&atilde;o de diferentes objetos, bem como a movimenta&ccedil;&atilde;o desses objetos  			sobre uma mesa) de membros superiores, nas quais os volunt&aacute;rios precisavam mostrar habilidade de desempenhar tarefas funcionais simples, antes de progredir  			para padr&otilde;es funcionais mais avan&ccedil;ados. O treino dessas atividades apresentou dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 20 minutos, e a para progress&atilde;o de cada tarefa, foi  			implementado o aumento do n&uacute;mero de repeti&ccedil;&otilde;es e o aumento da massa dos objetos que deveriam ser segurados pelos pacientes. Nos &uacute;ltimos 20 minutos foram  			realizados v&aacute;rias repeti&ccedil;&otilde;es dos movimentos de flex&atilde;o e extens&atilde;o das articula&ccedil;&otilde;es do cotovelo, punho e m&atilde;o. Inicialmente foram implementados exerc&iacute;cios  			ativo-assistido, progredindo para ativo-resistido, conforme evolu&ccedil;&atilde;o de cada paciente. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			<i>Programa de reabilita&ccedil;&atilde;o EMG feedback</i>: Assim como no grupo 1, o protocolo de treinamento com <i>feedback</i> eletromiogr&aacute;fico tamb&eacute;m foi realizado  			tr&ecirc;s vezes por semana durante oito semanas, totalizando 24 sess&otilde;es de 50 minutos de dura&ccedil;&atilde;o. Para o registro dos sinais miol&eacute;tricos foram utilizados seis  			canais do sistema <i>Myosystem BrI</i> (<i>Datahominis</i> Ltda., Uberl&acirc;ndia – Brasil), com aquisi&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea, aterramento comum a todos os canais,  			filtros de baixa passagem de 10 HZ a 5 KHz, tr&ecirc;s est&aacute;gios de amplifica&ccedil;&atilde;o, ganho total de 1000 vezes, imped&acirc;ncia dos canais de 10 G? em modo diferencial,  			16 bits de faixa de resolu&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica, faixa de amplitude de –10V a +10Ve frequ&ecirc;ncia de amostragem por canal de 4 KHz. Para a visualiza&ccedil;&atilde;o e processamento  			dos sinais foi utilizado o programa <i>Myosystem BrI</i> vers&atilde;o 2.12. 		</p> 		 		    <p> 			Os sinais mioel&eacute;tricos dos m&uacute;sculos b&iacute;ceps braquial, tr&iacute;ceps braquial, flexor radial do carpo, extensor radial do carpo, flexor superficial dos dedos e  			extensor comum dos dedos foram captados por meio da coloca&ccedil;&atilde;o de eletrodos de superf&iacute;cie simple-diferencial de ganho de 20 vezes, composto por duas barras  			retangulares paralelas (<i>Datahominis</i> Ltda, Uberl&acirc;ndia- Brasil). Antes da coloca&ccedil;&atilde;o dos eletrodos, foram realizadas a tricotomia e a limpeza da pele.  			Os eletrodos dos m&uacute;sculos b&iacute;ceps do bra&ccedil;o, e tr&iacute;ceps do bra&ccedil;o foram posicionados conforme recomenda&ccedil;&otilde;es da <i>European  			Recommendations for Surface Electromyography</i> do Projeto SENIAN (Hermes et al., 1999). No entanto, os eletrodos do m&uacute;sculo flexor radial do carpo,  			extensor radial do carpo, flexor superficial dos dedos e extensor comum dos dedos foram posicionados seguindo orienta&ccedil;&otilde;es descritas no estudo de Hu et al.  			(2009). A fixa&ccedil;&atilde;o dos eletrodos foi feita com tiras de esparadrapo, permitindo o melhor acoplamento entre as barras de capta&ccedil;&atilde;o e a pele do volunt&aacute;rio. O  			eletrodo de refer&ecirc;ncia foi posicionado na regi&atilde;o do man&uacute;brio esternal, interposto com gel condutor. 		</p> 		 		    <p> 			Durante cada sess&atilde;o os volunt&aacute;rios realizaram, por 25 minutos, v&aacute;rias repeti&ccedil;&otilde;es dos movimentos de flex&atilde;o e extens&atilde;o das articula&ccedil;&otilde;es do cotovelo, punho e  			m&atilde;o, evoluindo de terapia ativo-assistida para ativa-resistida (resist&ecirc;ncia manual). Para cada movimento foi definido uma faixa de ativa&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica que  			fosse capaz de disparar o <i>feedback</i> sonoro, e cada volunt&aacute;rio foi orientado a manter o som, sustentando o n&iacute;vel do sinal eletromiogr&aacute;fico. Al&eacute;m  			disso, os volunt&aacute;rios puderam acompanhar a atividade EMG pela tela do computador, sendo assim utilizado o <i>feedback</i> sonoro simultaneamente ao visual.  		</p> 		 		    <p> 			Na segunda metade das sess&otilde;es, os volunt&aacute;rios foram orientados a realizar tarefas de alcan&ccedil;ar e transportar diferentes objetos colocados sobre uma mesa,  			encorajando-os ao treino dos movimentos de alcance e preens&atilde;o manual. Para realiza&ccedil;&atilde;o dessas tarefas, os volunt&aacute;rios foram posicionados sentados em frente  			a uma mesa onde se encontravam diferentes objetos que deveriam ser alcan&ccedil;ados e transferidos de local. Al&eacute;m disso, sobre a mesa foi posicionado o  			computador, no qual os volunt&aacute;rios deveriam visualizar a atividade EMG e tentariam coordenar a a&ccedil;&atilde;o muscular.  		</p> 		 		    <p> 			Para a adapta&ccedil;&atilde;o dos pacientes ao sistema, foram realizados v&aacute;rias repeti&ccedil;&otilde;es do movimento de alcance de objetos, nas quais os volunt&aacute;rios deveriam  			observar a atividade do m&uacute;sculo tr&iacute;ceps braquial durante a extens&atilde;o do cotovelo e a atividade dos m&uacute;sculos extensores de punho e dedos para abertura da  			m&atilde;o. Posteriormente, foi solicitado o movimento de preens&atilde;o manual, no qual deveria ser observado a atividade dos m&uacute;sculos flexores de punho e dedos.  		</p> 		 		    <p> 			Ap&oacute;s adapta&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o correta das tarefas de alcance e preens&atilde;o, foi solicitado aos volunt&aacute;rios levar o objeto pr&oacute;ximo &agrave; boca ou face, observando a  			atividade EMG do m&uacute;sculo b&iacute;ceps braquial. Por fim, os volunt&aacute;rios deveriam retornar o objeto &agrave; mesa, observando e controlando a atividade do m&uacute;sculo  			tr&iacute;ceps braquial. Os objetos utilizados foram copos e bolas pequenas de diferentes materiais e pesos.    		</p> 		 		    <p> 			Ap&oacute;s completar todo o treinamento, os pacientes foram reavaliados pelo mesmo fisioterapeuta. Esse fisioterapeuta ficou respons&aacute;vel somente pelas  			avalia&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o participando dos programas de reabilita&ccedil;&atilde;o de ambos os grupos. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    <p> 			As an&aacute;lises estat&iacute;sticas foram realizadas no programa SPSS vers&atilde;o 16.0. Antes da an&aacute;lise de cada vari&aacute;vel, a normalidade na distribui&ccedil;&atilde;o dos dados foi  			verificada por meio do teste de Shapiro-Wilk. Por se tratar de um estudo com amostra reduzida, optou-se pelo uso de testes n&atilde;o-param&eacute;tricos. As compara&ccedil;&otilde;es  			intergrupos dos dados antropom&eacute;tricos e demogr&aacute;ficos foram avaliadas com o teste <i>Mann-Whitney</i> <i>U</i> (dados ordinais), e teste Qui-Quadrado (dados  			nominais). Para as compara&ccedil;&otilde;es pr&eacute; e p&oacute;s-treinamento dos escores registrados nos  testes cl&iacute;nicos foi utilizado o teste de Wilcoxon (Fugl-Meyer, TEMPA e  			Ashworth). J&aacute; a an&aacute;lise inter-grupos foi realizada por meio do teste <i>Mann-Whitney U</i>. Em todas as situa&ccedil;&otilde;es foi utilizado um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia  			de <i>p</i> &le; .05. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p> 			Quatorze pacientes foram inclu&iacute;dos no presente estudo. No entanto, dois pacientes, sendo um do grupo fisioterapia e outro do grupo <i>feedback</i> EMG  			desistiram do estudo durante o per&iacute;odo de treinamento. Nenhuma diferen&ccedil;a estatisticamente significativa foi encontrada entre os grupos com respeito &agrave;  			idade, sexo, tempo de AVE, escores dos testes aplicados na avalia&ccedil;&atilde;o funcional pr&eacute;-treinamento. Entretanto, o grupo 2 apresentou valores maiores de  &iacute;ndice  			de massa corp&oacute;rea, em compara&ccedil;&atilde;o ao grupo 1 (<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a04t1.jpg">Tabela 1</a>). 		</p> 		 		    
<p>&nbsp;</p> 		<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a04t1.jpg">Tabela 1</a> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			Na <a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a04t2.jpg">Tabela 2</a> s&atilde;o apresentados a compara&ccedil;&atilde;o intra-grupo dos escores obtidos na primeira avalia&ccedil;&atilde;o (pr&eacute;-treinamento) e segunda avalia&ccedil;&atilde;o (p&oacute;s-treinamento) no  			teste Fugl-Meyer e escala modificada de Ashworth. Foi poss&iacute;vel observar que ambos os grupos apresentaram melhora na fun&ccedil;&atilde;o motora do membro superior, visto  			que ocorreu aumento dos escores do teste Fugl-Meyer nos pacientes do grupo 1 (<i>p</i> = .03) e do grupo 2 (<i>p</i> = .03). Em rela&ccedil;&atilde;o ao quadro de  			espasticidade muscular,  apesar da tend&ecirc;ncia de diminui&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estat&iacute;stica nos escores da escala modificada de Ashworth (<i>p</i>  			&ge; .12). Al&eacute;m disso, n&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas nas compara&ccedil;&otilde;es inter-grupos pr&eacute; e p&oacute;s-treinamento ( <i>p</i> &ge; .58) 	 		</p> 		 		    
<p>&nbsp;</p> 		<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a04t2.jpg">Tabela 2</a> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			Os resultados do teste TEMPA demonstraram que grupo de pacientes submetidos &agrave; fisioterapia convencional n&atilde;o apresentou evolu&ccedil;&atilde;o, enquanto que o grupo de  			pacientes submetido ao protocolo de treinamento com <i>feedback</i> EMG apresentou aumento nos escores de cinco tarefas e tamb&eacute;m a diminui&ccedil;&atilde;o no  			tempo de execu&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s tarefas, indicando assim melhora da funcionalidade em seis das oito tarefas avaliadas. Al&eacute;m disso, foi poss&iacute;vel observar no grupo  			2 uma melhora significativa do escore total e do tempo total de execu&ccedil;&atilde;o das tarefas (<a href="#t3">Tabela 3</a>).	 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		<a name="t3"></a> 		<img src="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a04t3.jpg"> 		    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			No entanto, a an&aacute;lise inter-grupos demonstrou que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a estat&iacute;stica nos ganhos m&eacute;dios dos escores do teste Fugl-Meyer (<i>p</i> = .31) e do  			teste de Ashworth (<i>p</i> &ge; .37). Em rela&ccedil;&atilde;o aos ganhos m&eacute;dios dos escores do teste TEMPA, a an&aacute;lise estat&iacute;stica revelou que somente nas tarefas 5 (<i> 			p</i> = .03) e 8 (<i>p</i> = .04) foi poss&iacute;vel observar maior efici&ecirc;ncia do programa de reabilita&ccedil;&atilde;o com <i>feedback</i> EMG. Nas demais tarefas e na soma  			total do TEMPA n&atilde;o foram observadas diferen&ccedil;as significativas inter-grupos (<i>p</i> &ge; .38) (<a href="#t4">Tabela 4</a>). 	 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		<a name="t4"></a> 		<img src="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a04t4.jpg"> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    <p> 			O presente estudo teve como objetivo avaliar e comparar o efeito de dois diferentes programas de treinamento (<i>feedback</i> EMG X Fisioterapia  			convencional) para a reabilita&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica de pacientes com sequelas motoras no membro superior em consequ&ecirc;ncia ao AVE. 		</p> 		 		    <p> 			Os valores inicias do teste de Fugl-Meyer revelaram que os volunt&aacute;rios de ambos os grupos apresentavam comprometimento motor do membro superior  			classificado entre moderado e grave, com valores variando entre 23 e 44 pontos (Michaelsen &amp; Levin, 2004; Michaelsen et al., 2006). Ap&oacute;s os  			treinamentos, foi poss&iacute;vel confirmar que ambas as terapias aplicadas foram eficazes para a recupera&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o motora do membro superior, visto que  			ocorreu um aumento m&eacute;dio nos escores da escala de FMA de aproximadamente 10 pontos no grupo submetido ao protocolo de fisioterapia convencional e 14 pontos  			no grupo treinado com <i>feedback</i> EMG.  		</p> 		 		    <p> 			O aumento nos valores absolutos do teste FMA al&eacute;m serem considerados estatisticamente significativos, revelam que o grau do comprometimento motor do membro  			superior dos volunt&aacute;rios at&eacute; ent&atilde;o considerados entre moderado e grave, com os treinamentos, evolu&iacute;ram para moderado a leve (valores variando entre 30 e 58  			pontos) segundo escala descrita por Michaelsen e Levin (2004). Al&eacute;m disso, uma an&aacute;lise com valores relativos indicaram aumentos superiores a 30% nos  			escores do teste FMA, comprovando a melhora da fun&ccedil;&atilde;o motora do membro superior, pois mudan&ccedil;as superiores a 10% s&atilde;o consideradas clinicamente importantes  			(Gladstone, Danells, &amp; Black, 2002; Stein, Narendran, McBean, Krebs, &amp; Hughes, 2007; Van der Lee et al., 1999). Na an&aacute;lise inter-grupos, nenhuma  			diferen&ccedil;a estat&iacute;stica foi encontrada nos ganhos dos escores do teste FMA, demonstrando at&eacute; ent&atilde;o, evolu&ccedil;&otilde;es similares na fun&ccedil;&atilde;o motora do membro superior.  		</p> 		 		    <p> 			Ao se avaliar a fun&ccedil;&atilde;o motora do membro superior com &ecirc;nfase em aspectos como funcionalidade e destreza manual, os resultados do teste TEMPA revelaram que o  			grupo submetido &agrave; t&eacute;cnica de <i>feedback</i> EMG obteve evolu&ccedil;&atilde;o significativa em seis das oito tarefas testadas e tamb&eacute;m no escore total. O grupo  			submetido &agrave; fisioterapia convencional n&atilde;o apresentou diferen&ccedil;as significativas p&oacute;s-treinamento nos escores do teste TEMPA.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Em uma an&aacute;lise inicial &eacute; poss&iacute;vel observar que o treinamento com o <i>feedback</i> EMG proporcionou resultados positivos na melhora da fun&ccedil;&atilde;o motora do  			membro superior, visto que foi identificado melhora dos escores de seis tarefas e do escore total. Entretanto, ao comparar a m&eacute;dia dos ganhos obtidos no  			teste TEMPA, se observou maiores ganhos do grupo <i>feedback</i> EMG em apenas duas tarefas (tarefas 5 e 8), n&atilde;o existindo diferen&ccedil;as entre os grupos no  			escore total e nas demais tarefas. 		</p> 		 		    <p> 			Diferente do valores do FMA, n&atilde;o se encontra descrito na literatura, para o teste TEMPA aplicado &agrave; pacientes com AVE, valores de refer&ecirc;ncia que indicam  			melhora cl&iacute;nica. No entanto, considerando que estudo pr&eacute;vio (Michaelsen et al., 2008) demonstrou que os resultados do teste TEMPA tem alta correla&ccedil;&atilde;o com  			os resultados do FMA quando aplicados &agrave; pacientes com AVE, &eacute; poss&iacute;vel considerar que ganhos superiores &agrave; 10 % no TEMPA tamb&eacute;m sejam clinicamente  			significativos. No presente estudo o grupo fisioterapia apresentou evolu&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 20 % no escore total, enquanto que o grupo <i>feedback</i> EMG  			apresentou 30 %. Esses resultados sugerem que ambas as t&eacute;cnicas foram eficazes, do ponto de vista cl&iacute;nico, na reabilita&ccedil;&atilde;o motora do membro superior. 		</p> 		 		    <p> 			As poss&iacute;veis explica&ccedil;&otilde;es para os diferentes resultados das compara&ccedil;&otilde;es intra e inter-grupos podem estar relacionadas &agrave; especificidade do treinamento e ao  			n&iacute;vel da fun&ccedil;&atilde;o motora dos volunt&aacute;rios no pr&eacute;-treinamento. Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; especificidade, o fato do grupo <i>feedback</i> EMG ter realizado por sess&atilde;o cerca  			de 25 minutos de treino das tarefas de alcance e preens&atilde;o, atividades essas inclu&iacute;das nas oito tarefas do teste TEMPA, pode explicar o melhor desempenho  			dos volunt&aacute;rios desse grupo em rela&ccedil;&atilde;o ao grupo fisioterapia. Os volunt&aacute;rios do grupo fisioterapia praticaram por sess&atilde;o aproximadamente 20 minutos de  			treinamento de tarefas de auto-cuidado, alcance e preens&atilde;o, sendo esse tempo dividido igualmente para cada tarefa, o que totalizou um tempo aproximado de  			15 minutos para a tarefa de alcance e preens&atilde;o.  		</p> 		 		    <p> 			Considerando a diferen&ccedil;a de 10 minutos entre os grupos em cada sess&atilde;o, &eacute; poss&iacute;vel observar que o grupo <i>feedback</i> EMG obteve ao final do treinamento,  			seis horas a mais de treino de atividades de alcance e preens&atilde;o. Esse fato corrobora os resultados de Platz et al. (2001) e Platz et al. (2009) que  			demonstraram que al&eacute;m da intensidade, o fator mais importante para o ganho da destreza manual &eacute; a especificidade do treinamento. 		</p> 		 		    <p> 			Outro aspecto importante que pode ter contribu&iacute;do para os resultados entre as an&aacute;lises intra e intergrupos, principalmente no que diz respeito as  			diferen&ccedil;as &iacute;nfimas que foram observadas nos ganhos de cada grupo, &eacute; o n&iacute;vel da fun&ccedil;&atilde;o motora dos volunt&aacute;rios no pr&eacute;-treinamento. Embora n&atilde;o tenha sido  			observada diferen&ccedil;a estat&iacute;stica dos valores iniciais do FMA entre os dois grupos, &eacute; importante considerar que existia uma diferen&ccedil;a de aproximadamente 20 %  			nos valores m&eacute;dios do FMA, sendo esta clinicamente relevante.  		</p> 		 		    <p> 			Michaelsen, Dannenbaum e Mindy (2006) demonstraram que pacientes cr&ocirc;nicos com maior n&iacute;vel de comprometimento motor do membro superior, quando submetidos &agrave;  			treinos de tarefas espec&iacute;ficas e funcionais apresentam maiores ganhos funcionais, em compara&ccedil;&atilde;o aos indiv&iacute;duos com comprometimento motor leve. Esse achado  			corrobora os resultados do presente estudo, no qual foram observados ganhos significativos do grupo <i>feedback</i> EMG, grupo esse que apresentou menor  			n&iacute;vel inicial da fun&ccedil;&atilde;o motora do membro superior. 		</p> 		 		    <p> 			Apesar de existir na literatura cient&iacute;fica um consider&aacute;vel n&uacute;mero de estudos que avaliam os benef&iacute;cios do uso do <i>feedback</i> EMG na reabilita&ccedil;&atilde;o de  			pacientes com hemiparesia, observa-se uma grande dificuldade para a compara&ccedil;&atilde;o entre os resultados, pois grande parte dos trabalhos t&ecirc;m utilizado o <i> 			feedback</i> EMG como ferramenta para treino da marcha (Aiello et al., 2005; Bradley et al., 1998; Jonsdottir et al., 2007). Al&eacute;m disso, os estudos que  			avaliam a efic&aacute;cia do uso do <i>feedback</i> EMG na reabilita&ccedil;&atilde;o do membro superior em pacientes com hemiparesia s&atilde;o em menor n&uacute;mero, mais antigos  			(Armagam, Tascioglu, &amp; Oner, 2003; Basmajian, Gowland, Brandstater, Swanson, &amp; Trotter, 1982; Crow et al., 1989; Hemmen &amp; Seelen, 2007; Hurd et  			al., 1980; Inglis et al., 1984) e tem utilizado diferentes ferramentas e escalas de avalia&ccedil;&atilde;o, o que segundo Woodford e Price (2007) dificulta compara&ccedil;&otilde;es  			com outras t&eacute;cnicas e conclus&otilde;es sobre sua superioridade.  		</p> 		 		    <p> 			Estudos pr&eacute;vios (Hurd et al., 1980; Inglis et al., 1984) sugerem que o treinamento com <i>feedback</i> EMG associado &agrave; fisioterapia apresenta melhores  			resultados que a fisioterapia realizada isoladamente. Divergindo desses resultados, v&aacute;rios estudos demonstraram n&atilde;o existir superioridade da t&eacute;cnica de <i> 			feedback</i> EMG em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; fisioterapia na reabilita&ccedil;&atilde;o do membro superior em pacientes com hemiparesia (Lee, Hill, Johnston, &amp; Smiehorowski, 1976;  			Mroczek, Halpern, &amp; McHugh, 1978; Wolf et al., 1994). Entretanto, a fun&ccedil;&atilde;o motora dos pacientes, de todos estudos supracitados, foi apenas avaliada por  			meio da atividade eletromiogr&aacute;fica de m&uacute;sculos superficiais e pela an&aacute;lise da amplitude de movimento articular (ADM) do membro superior, limitando qualquer  			conclus&atilde;o sobre esses resultados. Principalmente, porque a fun&ccedil;&atilde;o motora n&atilde;o pode ser resumida somente na ADM, sendo influenciada por outros v&aacute;rios  			aspectos n&atilde;o avaliados, inviabilizando assim a discuss&atilde;o e compara&ccedil;&atilde;o com os resultados do presente estudo.  		</p> 		 		    <p> 			Basmajian et al. (1987), ap&oacute;s quinze sess&otilde;es de treinamento, assim como Armagam et al. (2003) ap&oacute;s vinte sess&otilde;es de treinamento, observaram resultados  			similares entre o grupo de pacientes submetidos &agrave; fisioterapia convencional e grupo que realizou o tratamento com a associa&ccedil;&atilde;o da fisioterapia e o <i> 			feedback</i> EMG, tanto para as escalas de an&aacute;lise de comprometimento motor, corroborando com os resultados do presente estudo; quanto para os testes  			funcionais, o que diverge dos nossos resultados. Em diverg&ecirc;ncia, Crow et al. (1989) com base nos resultados encontrados ap&oacute;s vinte sess&otilde;es de treinamento,  			sugeriu em seu estudo que a associa&ccedil;&atilde;o da fisioterapia ao <i>feedback</i> EMG proporcionou resultados superiores no teste de FMA do grupo que recebeu o  			protocolo convencional de reabilita&ccedil;&atilde;o.  		</p> 		 		    <p> 			Como poss&iacute;veis explica&ccedil;&otilde;es para as diverg&ecirc;ncias encontradas entre o presente estudo e os estudos supracitados, est&atilde;o especialmente as diferen&ccedil;as  			metodol&oacute;gicas. Primeiramente, os estudos pr&eacute;vios compararam a fisioterapia convencional e a sua associa&ccedil;&atilde;o com o <i>feedback</i> EMG em treinamentos que  			variaram entre 15 e 20 sess&otilde;es com dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 30 minutos, enquanto que no presente estudo foram avaliadas as t&eacute;cnicas separadamente por n&uacute;mero de  			sess&otilde;es maior e com dura&ccedil;&atilde;o de 50 minutos para cada t&eacute;cnica. Esses fatores podem explicar o melhor desempenho, pois &eacute; demonstrado na literatura que a  			realiza&ccedil;&atilde;o de tarefas espec&iacute;ficas repetidas vezes, por per&iacute;odos mais prolongados e de forma regular, &eacute; considerada fator determinante para a facilita&ccedil;&atilde;o da  			reorganiza&ccedil;&atilde;o cortical, com concomitante aumento da habilidade motora e melhora do desempenho das atividades funcionais (Liepert, Uhde, Graf, Leidner, &amp; 			 Weiller, 2001). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Outro fator importante que pode ter colaborado para os diferentes resultados, foi a sele&ccedil;&atilde;o e inclus&atilde;o dos volunt&aacute;rios nos estudos. Os estudos pr&eacute;vios  			(Armagam et al., 2003; Basmajian et al., 1982; Basmajian et al., 1987; Crow et al., 1989) inclu&iacute;ram pacientes com hemiparesia nos lados direito ou esquerdo  			sem considerar a domin&acirc;ncia funcional, diferentemente, o presente estudo incluiu somente pacientes destros com hemiparesia a direita, ou seja, somente  			foram inclu&iacute;dos pacientes com comprometimento do lado dominante. O comprometimento de diferentes hemisf&eacute;rios cerebrais podem causar  n&atilde;o somente  			caracter&iacute;sticas comportamentais e intelectuais distintas, mas tamb&eacute;m podem influenciar no processo de recupera&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o motora. Pacientes com les&atilde;o no  			hemisf&eacute;rio direito, podem apresentar dificuldade com in&iacute;cio, sequ&ecirc;ncia e dire&ccedil;&atilde;o do movimento, enquanto pacientes com les&atilde;o do hemisf&eacute;rio esquerdo tem  			tend&ecirc;ncia a apresentar dist&uacute;rbios visuais, diminui&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o e dificuldades com discrimina&ccedil;&atilde;o de tamanho e dist&acirc;ncias de objetos (Yekutiel &amp;  			Guttman, 1993). 		</p> 		 		    <p> 			Byl et al (2003) compararam a evolu&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o motora de pacientes com hemiparesia ap&oacute;s serem submetidos a um protocolo de reabilita&ccedil;&atilde;o embasado nos  			princ&iacute;pios da neuroplasticidade, os autores observaram que n&atilde;o houve diferen&ccedil;a no controle motor fino e na performance muscular entre pacientes com  			hemiparesia a direita e a esquerda. No entanto, os pacientes com hemiparesia &agrave; direita apresentaram ganhos significativos comparados aos pacientes com  			hemiparesia &agrave; esquerda, em rela&ccedil;&atilde;o a velocidade da marcha, discrimina&ccedil;&atilde;o sensorial e principalmente na independ&ecirc;ncia funcional. Al&eacute;m disso, o  			comprometimento do lado dominante, pode ter proporcionado uma maior motiva&ccedil;&atilde;o nos pacientes, afim de recuperar o lado afetado para realiza&ccedil;&atilde;o das  			atividades de vida di&aacute;ria. 		</p> 		 		    <p> 			Os valores encontrados por meio da escala modificada de Ashworth revelaram uma tend&ecirc;ncia de diminui&ccedil;&atilde;o da espasticidade na compara&ccedil;&atilde;o pr&eacute; e  			p&oacute;s-treinamento. Contudo, nenhuma diferen&ccedil;a significativa foi observada entre os volunt&aacute;rios submetidos aos dois tipos de treinamento, concordando com  			resultados pr&eacute;vios (Bourbonnais et al., 2002; Stein et al., 2007). Assim como na avalia&ccedil;&atilde;o intra-grupo, a compara&ccedil;&atilde;o inter-grupos mostrou n&atilde;o existir  			diferen&ccedil;as estat&iacute;sticas nas avalia&ccedil;&otilde;es pr&eacute; e p&oacute;s-treinamento, sugerindo que a espasticidade n&atilde;o foi fator predisponente &agrave; melhora de um grupo em rela&ccedil;&atilde;o ao  			outro.  		</p> 		 		    <p> 			Apesar de n&atilde;o ser observado diferen&ccedil;a estat&iacute;stica, a tend&ecirc;ncia &agrave; diminui&ccedil;&atilde;o da espasticidade pode ter influenciado positivamente a melhora funcional dos  			volunt&aacute;rios de ambos os grupos. Esses resultados corroboram as observa&ccedil;&otilde;es feitas por outros pesquisadores (Fasoli et al., 2004), de que treinamentos  			funcionais combinados com aplica&ccedil;&atilde;o de tarefas resistidas seja de forma manual ou mec&acirc;nica, n&atilde;o fazem com que exacerbe a espasticidade em pacientes com  			hemiparesia decorrente do AVE. 		</p> 		 		    <p> 			Mais estudos s&atilde;o necess&aacute;rios para compreender os diferentes mecanismos e aspectos envolvidos no processo de reabilita&ccedil;&atilde;o de pacientes hemipar&eacute;ticos. Devem  			ser realizados novos estudos cl&iacute;nicos com amostras maiores, pois assim ser&aacute; poss&iacute;vel obter evid&ecirc;ncias sobre os benef&iacute;cios e a viabilidade da inser&ccedil;&atilde;o e  			associa&ccedil;&atilde;o do <i>feedback</i> EMG nos programas convencionais de reabilita&ccedil;&atilde;o dos pacientes v&iacute;timas do AVE. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			Os resultados do presente estudo mostraram que treinamento de tarefas funcionais associado ao <i>feedback</i> EMG se mostrou uma t&eacute;cnica vi&aacute;vel e que pode  			apresentar resultados positivos na melhora da fun&ccedil;&atilde;o motora do membro superior. Por outro lado, considerando os ganhos, do ponto de vista estat&iacute;stico e  			cl&iacute;nico, foi poss&iacute;vel observar que ambas as t&eacute;cnicas s&atilde;o eficazes na reabilita&ccedil;&atilde;o motora do membro superior, n&atilde;o existindo evid&ecirc;ncias de superioridade de  			uma t&eacute;cnica em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; outra. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Aiello, E., Gates, D. H., Patritti, B. L., Cairns, K. D., Meister, M., Clancy, E. A. et al. (2005). Visual EMG <i>feedback</i> to improve ankle function in  			hemiparetic gait. <i>Conference Proceedings IEEE Enginnering in Medicine and Biology, 7</i>, 7703-7706. doi:  			10.1109/IEMBS.2005.1616297 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Armagan, O., Tascioglu, F., &amp; Oner, C. (2003). Electromyographic <i>feedback</i> in the treatment of the hemiplegic hand: a placebo-controlled study.  			<i>Archives of Physical Medicine Rehabilitation, 82</i>(11), 856–861.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201300020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Basmajian, J. V., Gowland, C. A., Brandstater, M. E., Swanson, L., &amp; Trotter, J. (1982). EMG <i>feedback</i> treatment of upper limb in hemiplegic  			stroke patients: a pilot study. <i>Archives of Physical Medicine Rehabilitaton, 63</i>(12), 613–616.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201300020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Basmajian J. V., Gowland, C. A., Finlayson, M. A., Hall, A. L., Swanson, L. R., Stratford P. W. et al. (1987). Stroke treatment: comparison of integrated  			behavioral-physical therapy vs traditional physical therapy programs.<i> Archives of Physical Medicine Rehabilitaton, 68</i>(5), 267–272.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201300020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bourbonnais, D., Bilodeau, S., Lepage, Y., Beaudoin, N., Gravel, D., &amp; Forget, R. (2002). Effect of force-<i>feedback</i> treatments in patients with  			chronic motor deficits after a stroke. <i>American Journal of Physical Medicine Rehabilitation, 81</i>(12), 890–897.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201300020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bradley, L., Hart, B. B., Mandana, S., Flowers, K., Riches, M., &amp; Sanderson, P. (1998). Electromyographic feedback for gait training after stroke. <i> 			Clinical Rehabilitation, 12</i>(1), 11-22. doi: 10.1191/026921598677671932 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201300020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Brashear, A.,Zafonte, R., Corcoran, M., Galvez-jimenez, N., Gracies, J. M., Gordon, M. F. et al. (2002). Inter- and intrarater reliability of the Ashworth  			Scale and the Disability Assessment Scale in patients with upper-limb poststroke spasticity. <i>Archives of  Physical  Medicine Rehabilitation, 83</i>(10),  			1349-1354. doi:10.1053/apmr.2002.35474 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201300020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Byl, N., Roderick, J., Mohamed, O., Hanny, M., Kotler, J., Smith, A. et al. (2003). Effectiveness of Sensory and Motor Rehabilitation of the Upper Limb  			Following the Principles of Neuroplasticity: Patients Stable Poststroke. <i>Neurorehabilitation Neural Repair, 17</i>(3), 176-91. doi:  			10.1177/0888439003257137 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201300020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Crow, J. L., Lincoln, N. B., Nouri, F. M., &amp; Weerdt, W. (1989). The effectiveness of EMG <i>feedback</i> in the treatment of arm function after stroke.  			<i>International disability studies, 11</i>(4), 155–160.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201300020000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fasoli, S. E., Krebs, H. I., Stein, J., Frontera, W. R., Hughes, R., &amp; Hogan, N. (2004). Robotic therapy for chronic motor recorvery after stroke:  			Follow-up results. <i>Archives of Physical Medicine Rehabilitation, 85</i>(7), 1106-11. doi:10.1016/j.apmr.2003.11.028 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201300020000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Feigin, V. L. (2005). Stroke epidemiology in the developing world. <i>Lancet, 365</i>(9478), 2160-1. doi:10.1016/S0140-6736(05)66755-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201300020000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fugl-Meyer, A. R., Jaasko, L., Leyman, I., Olsson, S., &amp; Steglind S. (1975). The post-stroke hemiplegic patient. 1. a method for evaluation of physical  			performance. <i>Scandinavian Journal of Rehabiitationl Medicine, 7</i>(1), 13-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201300020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gladstone, D. J., Danells C. L., &amp; Black, S. E. (2002). The Fugl-Meyer Assessment of Motor Recovery after Stroke: A Critical Review of Its Measurement  			Properties. <i>Neurorehabilitaton Neural Repair, 16</i>(3), 232-40. doi: 10.1177/154596802401105171 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201300020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Gowland, C. (1982). Recovery of motor function following stroke: profile and predictors. <i>Physiotherapy, 34</i>, 77-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201300020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hermes, H. J., Freriks, B., Merletti, R., Stegeman, D., Blok, J., Rau, G. et al. (1999). E<i>uropean Recommendations for Surface Electromyography - Results  			of the SENIAN project</i>. Enschede, Netherlands: Roessingh Research and Development.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201300020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hu, X. L., Tong, X. L., Song, R., Zheng, X. J., Lui, K. H., Leung, K. H. et al. (2009). Quantitative evaluation of motor functional recovery process in  			chronic stroke patients during robot-assisted wrist training. <i>Journal of Electromyography and Kinesiology, 19</i>(4), 639–650.  			doi:10.1016/j.jelekin.2008.04.002 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201300020000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Hurd, W. W., Pegram, V., &amp; Nepomuceno, C. (1980). Comparison of actual and simulated EMG <i>feedback</i> in the treatment of hemiplegic patients. <i> 			American Journal of Physical Medicine, 59</i>(2), 73–82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201300020000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hurrel, M. (1980). Electromyographic feedback in rehabilitation.<i> Physiotherapy, 66(</i>9), 293-298.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201300020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Inglis, J., Donald, M. W., Monga, T. N., Sproule, M., &amp; Young, M. J. (1984). Electromyographic feedback and physical therapy of the hemiplegic upper  			limb. <i>Archives of Physical Medicine Rehabilitation, 65</i>(12), 755–759.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201300020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Jonsdottir, J., Cattaneo, D., Recalcati, M., Regola, A., Rabuffetti, M., Ferrarin, M. et al. (2010). Task-oriented biofeedback to improve gait in  			individuals with chronic stroke: motor learning approach. <i>Neurorehabilitation Neural Repair, 24</i>(5), 478-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201300020000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Jonsdottir, J., Cattaneo, A., Regola, A., Crippa, A., Recalcati, M., Rabuffetti, M. et al. (2007). Concepts of Motor Learning Applied to a Rehabilitation  			Protocol Using <i>feedback</i> to Improve Gait in a Chronic Stroke Patient: An A-B System Study With Multiple Gait Analyses. <i>Neurorehabilitation Neural  			Repair, 21</i>(2), 190-94. doi: 10.1177/1545968306290823 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201300020000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Kwakkel, G., Kollen, B. J., &amp; Wagenaar, R. C. (1999). Therapy impact on functional recovery in stroke rehabilitation: a critical review of the  			literature. <i>Physiotherapy, 13</i>, 457-70. doi:10.1016/S0031-9406(05)67198-2 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201300020000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Lee, K. H., Hill, E., Johnston, R., &amp; Smiehorowski, T. (1976). Myofeedback for muscle retraining in hemiplegic patients. <i>Archives of Physical  			Medicine Rehabilitation, 57</i>(12), 588–591.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201300020000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Levy, C. E., Nichols, D. S., Schmalbrock, P. M., Keller, P., &amp; Chakeres D. W. (2001). Functional MRI evidence of cortical reorganization in upper-limb  			stroke hemiplegia treated with constraint-induced movement therapy. <i>American Journal of Physical Medicine Rehabilitation, 80</i>(1), 4-12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201300020000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Liepert, J., Bauder, H., Wolfgang, H. R., Miltner, W. H., Taub, E., &amp; Weiller, C. (2000). Treatment-induced cortical reorganization after stroke in  			humans. <i>Stroke. 31</i>(6), 1210-6. doi: 10.1161/01.STR.31.6.1210 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201300020000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Liepert, L., Uhde, I., Graf, S., Leidner, O., &amp; Weiller, C. (2001). Motor cortex plasticity during forced-use therapy in stroke patients: a preliminary  			study. <i>Journal of Neurology, 248</i>(4), 315-321. doi: 10.1007/s004150170207 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201300020000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Michaelsen, S. M., &amp; Levin, M. F. (2004). Short-term effects of practice with trunk restraint on reaching movements in patients with chronic stroke: a  			controlled trial. <i>Stroke, 35</i>(8), 1914-1919. doi: 10.1161/01.STR.0000132569.33572.75 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201300020000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Michaelsen, S. M., Dannenbaum, R., &amp; Levin, M. F. (2006). Task-specific training with trunk restraint on arm recovery in stroke: randomized control  			trial. <i>Stroke, 37</i>(1), 186-192. doi: 10.1161/01.STR.0000196940.20446.c9v1 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201300020000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Michaelsen, S. M., Natalio, M., Silva, A. G., &amp; Pagnussat, A. S. (2008) Reliability of the translation and adaptation of the Test  			d’&Eacute;valuation des Membres Sup&eacute;rieurs des Personnes &Acirc;g&eacute;es (TEMPA) to the Portuguese language and validation for adults with hemiparesis. <i>Revista  			Brasileira de Fisioterapia, 12</i>(6), 511-9. doi: 10.1590/S1413-35552008005000012 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201300020000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Michaelsen, S. M., Rocha, A. S., Knabben, R. J., Rodrigues, L. P., &amp; Fernandes, C. G. (2011). Translation, adaptation and inter-rater reliability of  			the administration manual for the Fugl-Meyer assessment. <i>Revista Brasileira de Fisioterapia, 15</i>(1), 80-8. doi: 10.1590/S1413-35552011000100013 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201300020000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Moreland, J. D., Thomson, A. N. (1994). Efficacy of electromyographic bio<i>feedback</i> compared with conventional physical therapy for upper-extremity  			function in patients following stroke: A research overview and meta-analysis. <i>Physical Therapy 74</i>(6), 534-543.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-107X201300020000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Moreland, J. D., Thomson, A. N., &amp; Fuoco. A. R. (1998). Electromyographic <i>feedback</i> to improve lower extremity function after stroke: A  			meta-analysis. <i>Archives of Physical Medicine Rehabilitation, 79</i>(2),134-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-107X201300020000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Mroczek, N., Halpern, D., &amp; McHugh, R.  (1978). 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Doi:  			10.1177/1545968309335974 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201300020000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Rathore, S. S., Hinn, A. R., Cooper, L. S., Tyroler, H. A., &amp; Rosamond, W. D. (2002). Characterization of incident stroke signs and symptoms: findings  			from the arthesclerosis risk in communities study. <i>Stroke, 33</i>(11), 2718-21. doi: 10.1161/01.STR.0000035286.87503.31 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201300020000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Schaechter, J. D., Kraft, E., Hilliard, T. S., Dijkhuizen, R. M., Benner, T., Finklestein et al. (2002). Motor recovery and cortical reorganization after  			constraint-induced movement therapy in stroke patients: a preliminary study. <i>Neurorehabilitation Neural Repair. 16</i>(4), 326-38. doi:  			10.1177/154596830201600403 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-107X201300020000400037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Stein, J., Narendran, K., McBean, J., Krebs, K., &amp; Hughes, R. (2007). Electromyography controlled exoskeletal upper-limb-powered orthosis for exercise  			training after stroke. <i>American Journal of  Physical Medicine Rehabilitation, 86</i>(4), 255-261. doi: 10.1097/PHM.0b013e3180383cc5 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201300020000400038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Van der Lee, J. H., Wagenaar, R. C., Lankhorst, G. J., Vogelaar, T. W., Devill&eacute;, W. L, &amp; Bouter, L. M. (1999). Forced use of the upper extremity in  			chronic stroke patients: Results from a single-blind randomized clinical trial. <i>Stroke, 30</i>(11), 2369-75. doi: 10.1161/01.STR.30.11.2369 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-107X201300020000400039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Woodford H. J., &amp; Price, C. (2007). Electromyographic Feedback for the Recovery of Motor Function After Stroke. <i>Stroke, 38</i>(2), 1999-2000. doi:  			10.1002/14651858.CD004585.pub2 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201300020000400040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Yekutiel, M., &amp; Guttman, E. (1993). A controlled trial of the retraining of the sensory function of the hand in stroke patients. <i>Journal of  			neurology, neurosurgery, and psychiatry, 56</i>(3), 241-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-107X201300020000400041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a><a name="c0"></a></i> 			Rodrigo Cappato de Ara&uacute;jo, Universidade de Pernambuco, Campus Petrolina, Departamento de Fisioterapia. BR 203 Km 2 S/N, Vila Eduardo, 56300-000 -  			Petrolina, PE - Brasil. 			<i>	E-mail:</i> <a href="mailto:rodrigocappato@yahoo.com.br">rodrigocappato@yahoo.com.br</a> 		</p> 				 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 24.03.2012   &brvbar;   Aceite: 04.0.2012</p> 	     ]]></body><back>
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