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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Restrições espaciais no controle motor de movimentos rápidos e precisos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The effect of spatial constraints (distance and target width) was analyzed over the motor control strategies of speed and accurate movements. Twenty men (20-26 years old) performed the Fitts’ task simulated in a computer. The Discrete Aiming Task (v.1.0) provided the kinematic analysis of the mouse cursor and the index of difficulties manipulation (1 to 5 bits). Distance increased provided great TM, acceleration phase, deceleration phase, and velocity, but without changing accuracy. Accuracy maintenance was explained by the maintenance of acceleration and deceleration phases’ strategy. Target width decrease provided greater TM and deceleration phase and reduction of the peak velocity, which allowed better accuracy even when average velocity was held constant. Different control strategies were performed in function of the spatial constraint manipulated by the distance and target width.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Restri&ccedil;&otilde;es espaciais no controle motor de movimentos r&aacute;pidos e precisos</b> 		</p> 		 		    <p><b>Spatial constraints in the motor control of speed and accurate movements</b></p>     <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<b>V.A. Okazaki<sup>I</sup></b>, 			<b>C.F. Pereira<sup>II</sup></b>, 			<b>F.A. Okazaki<sup>III</sup></b>, 			<b>J.B. Dascal<sup>I</sup></b> 		</p> 		 		    <p> 			Universidade Estadual de Londrina – Neuroci&ecirc;ncias Motoras (NEMO), Brasil. <br /> 			Universidade de S&atilde;o Paulo – Sistemas Motores Humanos (SMH), Brasil. <br /> 			Instituto Compartilhar – Centro de Estudos do Movimento Humano, Brasil. 		</p> 		 		    <p><i><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			Foi analisado o efeito de restri&ccedil;&otilde;es espaciais (dist&acirc;ncia e tamanho do alvo) sobre as estrat&eacute;gias de controle motor em movimentos r&aacute;pidos e precisos. Vinte  			homens (20-26 anos) realizaram a tarefa de Fitts simulada em computador. O software <i>Discrete Aiming Task</i> (v.1.0) forneceu a an&aacute;lise cinem&aacute;tica do  			cursor do mouse e a manipula&ccedil;&atilde;o de &iacute;ndices de dificuldade (1 at&eacute; 5 bits). O acr&eacute;scimo na dist&acirc;ncia aumentou o <i>TM</i>, fase de acelera&ccedil;&atilde;o, fase de  			desacelera&ccedil;&atilde;o e velocidade, mas sem alterar a precis&atilde;o. A manuten&ccedil;&atilde;o na precis&atilde;o foi explicada pela estrat&eacute;gia da manuten&ccedil;&atilde;o na propor&ccedil;&atilde;o entre as fases de  			acelera&ccedil;&atilde;o e desacelera&ccedil;&atilde;o. A redu&ccedil;&atilde;o do alvo proporcionou maiores <i>TM</i> e fase de desacelera&ccedil;&atilde;o e diminui&ccedil;&atilde;o do maior valor de velocidade, que  			permitiram maior precis&atilde;o mesmo com a manuten&ccedil;&atilde;o na velocidade m&eacute;dia. Diferentes estrat&eacute;gias de controle motor foram realizadas em fun&ccedil;&atilde;o da restri&ccedil;&atilde;o  			espacial manipulada pela dist&acirc;ncia e pelo tamanho do alvo. 		</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Palavras-chave</i>: restri&ccedil;&atilde;o espacial, dist&acirc;ncia, tamanho do alvo, velocidade-precis&atilde;o, controle motor</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The effect of spatial constraints (distance and target width) was analyzed over the motor control strategies of speed and accurate movements. Twenty men  			(20-26 years old) performed the Fitts’ task simulated in a computer. The <i>Discrete Aiming Task</i> (v.1.0) provided the kinematic analysis of the mouse  			cursor and the index of difficulties manipulation (1 to 5 bits). Distance increased provided great TM, acceleration phase, deceleration phase, and  			velocity, but without changing accuracy. Accuracy maintenance was explained by the maintenance of acceleration and deceleration phases’ strategy. Target  			width decrease provided greater TM and deceleration phase and reduction of the peak velocity, which allowed better accuracy even when average velocity was  			held constant. Different control strategies were performed in function of the spatial constraint manipulated by the distance and target width. 		</p> 		    <p><i>Keywords</i>: spatial constraints, distance, target width, speed-accuracy, motor control</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			Um dos principais objetivos em qualquer dom&iacute;nio da pesquisa &eacute; o estabelecimento de rela&ccedil;&otilde;es entre as vari&aacute;veis dependentes e independentes (Zelaznik,  			1993). No comportamento motor, a investiga&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia, do tempo e da precis&atilde;o no movimento tem produzido a formula&ccedil;&atilde;o de modelos capazes de explicar a  			rela&ccedil;&atilde;o destas vari&aacute;veis (Elliot, Helsen, &amp; Chua, 2001). Woodworth (1899) foi o primeiro pesquisador a procurar estabelecer a rela&ccedil;&atilde;o entre estas  			vari&aacute;veis e a analisar os processos de controle dos movimentos de precis&atilde;o destinados a alvos espaciais. A partir de tr&ecirc;s experimentos (toques repetitivos  			em pequenos quadrados, toques repetitivos em tr&ecirc;s pequenos c&iacute;rculos dispostos formando um tri&acirc;ngulo e tra&ccedil;ar linhas retas em dire&ccedil;&atilde;o a &aacute;reas alvos  			perpendiculares) foi demonstrada menor precis&atilde;o &agrave; medida que o tempo de movimento foi diminu&iacute;do. Ou seja, o aumento na velocidade de movimento levaria &agrave;  			imprecis&atilde;o de movimento. 		</p> 		 		    <p> 			Este paradigma da rela&ccedil;&atilde;o inversa velocidade-precis&atilde;o teve maior visibilidade na comunidade cient&iacute;fica ap&oacute;s o trabalho de Paul Fitts (1954). Fitts (1954)  			levantou a hip&oacute;tese de que a capacidade de transmiss&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o fixa do sistema motor possibilita a an&aacute;lise de uma informa&ccedil;&atilde;o m&eacute;trica. Na qual,  			considerando uma tarefa de movimento, a informa&ccedil;&atilde;o seria transmitida atrav&eacute;s de um canal de comunica&ccedil;&atilde;o estoc&aacute;stico de ru&iacute;do que modela o comportamento do  			sistema motor humano. Fitts utilizou uma adapta&ccedil;&atilde;o do teorema 17 de Shannon (1948), que expressa a capacidade de informa&ccedil;&atilde;o efetiva C (em bitts/segundo),  			de um canal com comprimento de banda B (em Hz), resumida pela equa&ccedil;&atilde;o: <i>C = B log2[(S + N) / N]</i>, no qual <i>N</i> &eacute; a pot&ecirc;ncia do ru&iacute;do e <i>S</i> &eacute;  			a pot&ecirc;ncia do sinal. Adaptando estes conceitos da teoria da informa&ccedil;&atilde;o para o sistema motor humano, Fitts apontou que em taxa m&aacute;xima de transmiss&atilde;o da  			informa&ccedil;&atilde;o, o sistema motor humano se comporta de acordo com uma rela&ccedil;&atilde;o logar&iacute;tmica atrav&eacute;s da substitui&ccedil;&atilde;o de <i>1/MT</i> por <i>B</i>, <i>2D </i>por <i>S 			</i> + <i>N</i>, e <i>A</i> por <i>N</i> para obter sua equa&ccedil;&atilde;o de predi&ccedil;&atilde;o do comportamento: <i>MT = a + b log2(2D/A)</i>, no qual <i>a</i> e <i>b</i> s&atilde;o  			constantes emp&iacute;ricas, <i>D</i> &eacute; a dist&acirc;ncia de movimento e <i>A</i> &eacute; o tamanho do alvo. 		</p> 		 		    <p> 			Fitts proporcionou suporte para sua hip&oacute;tese atrav&eacute;s de tr&ecirc;s experimentos com tarefa de toques repetitivos com duas ponteiras (leve e pesada), tarefa de  			transfer&ecirc;ncia de discos e tarefa de transfer&ecirc;ncia de pinos. Atrav&eacute;s da manipula&ccedil;&atilde;o na dist&acirc;ncia entre tamanho dos alvos e a dist&acirc;ncia entre eles (nestes  			tr&ecirc;s experimentos), foi demonstrado aumentou proporcional do TM com o acr&eacute;scimo no ID, por meio do aumento na dist&acirc;ncia do movimento ou da diminui&ccedil;&atilde;o do  			tamanho do alvo. Esta rela&ccedil;&atilde;o <i>TM</i> x <i>ID </i>obteve grande consist&ecirc;ncia de outros estudos que analisaram diferentes tarefas, tais como: discretas  			(Carlton, 1980; Guiard, 1997; Jax, Rosenbaum, &amp; Vaughan, 2007), c&iacute;clicas (Crossman &amp; Goodeve, 1963/1983; Fitts, 1954; Kvalseth, 1975), com mouse  			(Boritz, Booth, &amp; Cowan, 1991; Jonhsgard, 1994; Okazaki, Okazaki, Lima, Caminha, &amp; Teixeira, 2008), com joystick (Epps, 1986; Jagacinski,  			Repperger, Moran, Ward, &amp; Glass, 1980), de rota&ccedil;&atilde;o de punho (Meyer, Smith, &amp; Wright, 1982; Wright &amp; Meyer, 1983), de extens&atilde;o de bra&ccedil;o (Kerr  			&amp; Langolf, 1977), flex&atilde;o de bra&ccedil;o (Corcos, Gottlieb, &amp; Agarwal, 1988), etc.. Tal sustenta&ccedil;&atilde;o legitimou esta formula&ccedil;&atilde;o matem&aacute;tica para um dos  			fen&ocirc;menos mais consistentes em comportamento motor, o que induziu o paradigma ao seu atual status de ‘Lei de Fitts’ (Bootsma, Fernandez, &amp; Mottet,  			2004; Sparrow &amp; Sparrow, 1991). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Apesar da grande consist&ecirc;ncia nas predi&ccedil;&otilde;es realizadas pela lei de Fitts, t&ecirc;m sido apontadas algumas limita&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o das restri&ccedil;&otilde;es  			espaciais utilizadas na determina&ccedil;&atilde;o do <i>ID</i> (Meyer, Abrams, Kornblum, Wright, &amp; Smith, 1988; Sheridan, 1979; Welford, Norris, &amp; Shock, 1969).  			Por exemplo, tem sido demonstrado que h&aacute; um aumento na desproporcionalidade causada no <i>ID</i> atrav&eacute;s de redu&ccedil;&otilde;es no tamanho do alvo, quando comparado  			aos aumentos similares na dist&acirc;ncia entre os alvos (Buck, 1986; Jagacinski &amp; Mok, 1985; Keele, 1973; Meyer et al., 1988; Welford et al., 1969). Este  			efeito particular das restri&ccedil;&otilde;es espaciais tamb&eacute;m tem sido verificado nas an&aacute;lises da taxa do erro (tentativas em que os alvos n&atilde;o conseguem ser  			atingidos), a qual aumenta com a diminui&ccedil;&atilde;o no tamanho do alvo independentemente da dist&acirc;ncia entre os alvos (Card, English, &amp; Burr, 1978; Wade,  			Newell, &amp; Wallace, 1978). Por conseguinte, as restri&ccedil;&otilde;es espaciais da dist&acirc;ncia de movimento e do tamanho do alvo parecem ser reguladas por estrat&eacute;gias  			de controle particulares. Nas quais, a manipula&ccedil;&atilde;o na dist&acirc;ncia de movimento estaria mais relacionada aos aspectos do controle da velocidade/acelera&ccedil;&atilde;o do  			sistema efetor. Desta forma, o aumento na restri&ccedil;&atilde;o espacial por meio de maiores dist&acirc;ncias proporcionar&aacute; grandes velocidades (m&eacute;dia e m&aacute;xima), resultando  			em menor precis&atilde;o (maior variabilidade do alvo efetivo). Ao passo que, a manipula&ccedil;&atilde;o no tamanho do alvo envolveria os aspectos relacionados &agrave; acur&aacute;cia do  			movimento. Assim, o aumento na restri&ccedil;&atilde;o espacial atrav&eacute;s da diminui&ccedil;&atilde;o no tamanho do alvo levar&aacute; &agrave;s menores velocidades (m&eacute;dia e m&aacute;xima), resultando em  			maior precis&atilde;o (menor variabilidade do alvo efetivo). Todavia, apesar das caracter&iacute;sticas particulares das restri&ccedil;&otilde;es espaciais verificadas em estudos  			posteriores, a compara&ccedil;&atilde;o entre o efeito das restri&ccedil;&otilde;es da dist&acirc;ncia de movimento e do tamanho do alvo n&atilde;o tem sido foco de estudo no paradigma da rela&ccedil;&atilde;o  			inversa velocidade-precis&atilde;o. 		</p> 		 		    <p> 			O presente estudo analisou o efeito das restri&ccedil;&otilde;es espaciais da dist&acirc;ncia e do tamanho do alvo sobre as estrat&eacute;gias de controle motor em movimentos r&aacute;pidos  			e precisos. Espera-se contribuir para o entendimento das diferentes estrat&eacute;gias de controle motor utilizadas na regula&ccedil;&atilde;o de movimentos r&aacute;pidos e precisos  			submetidos aos diferentes tipos restri&ccedil;&otilde;es espaciais (dist&acirc;ncia e alvo). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    <p> 			Participaram do estudo 20 universit&aacute;rios homens com idade entre 20 e 26 anos. Todos os participantes assinaram um termo de consentimento livre e  			esclarecido de participa&ccedil;&atilde;o. Os procedimentos do estudo foram aprovados pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica em Pesquisa da universidade local. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Instrumentos</b></p> 		 		    <p> 			Foi utilizada a tarefa de toque discreto realizada em um ambiente virtual atrav&eacute;s de um software especialmente desenvolvido para este estudo (<i>Discrete  			Aiming Task</i> v.1.0; Okazaki, 2006) simulando a tarefa Fitts (cf. Fitts, 1954). A tarefa consistiu em clicar em duas placas paralelas, nas quais eram  			manipulados tr&ecirc;s tamanhos de alvo (<i>A</i> = 1, 0.5 e 2.5 polegadas) e tr&ecirc;s dist&acirc;ncias de movimento (<i>D</i> = 2, 4 e 8 polegadas) para fornecer &iacute;ndices  			de dificuldade de 3 at&eacute; 5 ([<i>ID</i> = log2 (2<i>D</i>/ <i>A</i>)]). O software forneceu a an&aacute;lise cinem&aacute;tica do cursor do mouse (deslocamento linear em  			fun&ccedil;&atilde;o do tempo). Foi utilizado um mouse &oacute;ptico (marca <i>Knex</i>) com o n&iacute;vel de sensibilidade configurado para 50%. Como superf&iacute;cie para deslizamento do  			mouse foi utilizado um “<i>mouse pad</i>” medindo 19cm x 23cm de cor preta. A <a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f1.jpg">figura 1</a> apresenta uma representa&ccedil;&atilde;o esquem&aacute;tica do software utilizado para a  			realiza&ccedil;&atilde;o da tarefa experimental. 		</p> 		 		    
<p>&nbsp;</p> 		<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f1.jpg">Figura 1</a> 		    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			Inicialmente os participantes foram informados dos procedimentos experimentais e assinaram um termo de consentimento de participa&ccedil;&atilde;o livre e esclarecido.  			Para confirmar a prefer&ecirc;ncia manual para o lado direito (sujeitos destros) foi aplicado o Invent&aacute;rio de Domin&acirc;ncia Lateral de Edimburgo (Oldfield, 1971),  			constitu&iacute;do por 10 quest&otilde;es sobre prefer&ecirc;ncia lateral na realiza&ccedil;&atilde;o de 10 tarefas motoras do cotidiano. Em seguida, foi solicitado aos sujeitos para  			sentarem em uma posi&ccedil;&atilde;o confort&aacute;vel em frente ao computador e realizaram tr&ecirc;s tentativas de familiariza&ccedil;&atilde;o praticando os movimentos espec&iacute;ficos da tarefa  			nas condi&ccedil;&otilde;es experimentais. Os participantes foram instru&iacute;dos a desempenharem os movimentos com maior velocidade e precis&atilde;o poss&iacute;veis. Ap&oacute;s um sinal  			sonoro indicando que o movimento podia ser iniciado, os participantes realizaram a tarefa. O in&iacute;cio do movimento foi determinado pelo acionamento do bot&atilde;o  			esquerdo do mouse sobre o primeiro alvo (lado esquerdo). O final do movimento foi determinado no acionamento do bot&atilde;o esquerdo do mouse no segundo alvo  			(lado direito). As tentativas foram descartadas quando: (a) o bot&atilde;o do mouse fosse acionado fora do segundo alvo, quando o acionamento do bot&atilde;o do mouse  			n&atilde;o funcionasse e quando houve erro na trajet&oacute;ria do mouse em ir e voltar sobre o segundo alvo. Praticamente, n&atilde;o ocorreram tentativas com erros durante a  			coleta de dados. 		</p> 		 		    <p> 			Foram realizadas 3 tentativas em cada condi&ccedil;&atilde;o experimental, manipulando-se o <i>ID</i> por meio dos tr&ecirc;s tamanhos de alvo e das tr&ecirc;s dist&acirc;ncias entre os  			alvos (total de 9 tentativas de teste). As sequ&ecirc;ncias utilizadas de tamanho de alvo e de dist&acirc;ncia entre os alvos foram randomizadas entre os participantes  			atrav&eacute;s do quadrado de Williams adaptado. Em cada tentativa, os participantes tiveram o <i>TM</i> de cada toque como forma de feedback fornecido  			diretamente pelo software. 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Vari&aacute;veis do Estudo</i></p> 		 		    <p> 			As vari&aacute;veis independentes do estudo foram o tipo de restri&ccedil;&atilde;o espacial (tamanho do alvo x dist&acirc;ncia de movimento) e o &iacute;ndice de dificuldade (<i>ID = log2  			[2D / A]</i>). Foram selecionadas as seguintes vari&aacute;veis dependentes para a an&aacute;lise: (a) tempo de movimento (<i>TM</i>), (b) erro absoluto (calculado a  			partir de uma linha vertical central no alvo), (c) maior valor de velocidade, (d) tempo para o maior valor de velocidade (correspondente &agrave; fase de  			acelera&ccedil;&atilde;o do movimento; cf. Teixeira, 2000), (e) tempo da maior velocidade at&eacute; o final do movimento (correspondente &agrave; fase de desacelera&ccedil;&atilde;o do movimento;  			cf. Teixeira, 2000), (f) raz&atilde;o entre o tempo da fase de acelera&ccedil;&atilde;o e da fase de desacelera&ccedil;&atilde;o, (g) tempo do submovimento prim&aacute;rio (T1) e (h) tempo do  			submovimento secund&aacute;rio (T2). O submovimento foi definido pelo in&iacute;cio do perfil da acelera&ccedil;&atilde;o positivo, at&eacute; o instante em que ocorre um valor de acelera&ccedil;&atilde;o  			nulo, logo ap&oacute;s um perfil de acelera&ccedil;&atilde;o negativo (cf. Meyer et al., 1988). O tempo para o maior valor de velocidade (tempo para o pico de velocidade)  			tamb&eacute;m &eacute; utilizado para representar a fase de acelera&ccedil;&atilde;o do movimento, enquanto o tempo restante corresponde &agrave; sua fase de desacelera&ccedil;&atilde;o (Teixeira, 2000;  			Zelaznik, 1993). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Tratamento dos Dados e An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			O software forneceu a posi&ccedil;&atilde;o linear do cursor do mouse em fun&ccedil;&atilde;o do tempo com uma frequ&ecirc;ncia de amostragem de 100 Hz. Estes dados de posi&ccedil;&atilde;o foram  			filtrados com filtro recursivo do tipo <i>Butterworth</i> de quarta ordem com intensidade de 10 Hz. Posteriormente, foram calculadas as derivadas de  			velocidade e de acelera&ccedil;&atilde;o do movimento, e as vari&aacute;veis dependentes desejadas foram extra&iacute;das. A associa&ccedil;&atilde;o <i>TM</i> x <i>ID </i>foi realizada por meio de  			uma An&aacute;lise de Regress&atilde;o Linear Simples. As vari&aacute;veis dependentes foram comparadas por meio de uma <i>ANOVA</i> de <i>Friedman</i>, aplicada  			individualmente para cada grupo em fun&ccedil;&atilde;o do <i>ID</i> (3, 4 e 5 bits). As compara&ccedil;&otilde;es posteriores foram realizadas por meio do teste de Wilcoxon Pareado.  			O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia das an&aacute;lises estat&iacute;sticas foi estabelecido em <i>p </i>&lt; .05. 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p><b>Rela&ccedil;&atilde;o TM x ID</b></p> 		 		    <p> 			A an&aacute;lise de regress&atilde;o linear para a rela&ccedil;&atilde;o <i>TM</i> x <i>ID </i>apresentou <i>r </i>= 990 (<i>R</i><sup>2</sup> = .980) para a condi&ccedil;&atilde;o em que foi  			manipulada a dist&acirc;ncia (<i>F</i><sub>1,2 </sub>= 48.2; <i>p </i>= .09) e <i>r </i>= .998 (<i>R</i><sup>2</sup> = .976) para a condi&ccedil;&atilde;o em que foi manipulado  			o alvo (<i>F</i><sub>1,2 </sub>= 41.0; <i>p </i>= .10). Apesar dos grandes valores de associa&ccedil;&atilde;o, a an&aacute;lise de regress&atilde;o linear n&atilde;o apresentou  			signific&acirc;ncia. Isto aconteceu, principalmente, em fun&ccedil;&atilde;o do pequeno n&uacute;mero de graus de liberdade (condi&ccedil;&otilde;es de <i>ID</i>) analisado. A <a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f2.jpg">Figura 2</a> apresenta a  			rela&ccedil;&atilde;o <i>TM </i>x <i>ID </i>nas condi&ccedil;&otilde;es em que foram manipulados os tamanhos dos alvos e as dist&acirc;ncias de movimento. 		</p> 		 		    
<p>&nbsp;</p> 		<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f2.jpg">Figura 2</a> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Vari&aacute;veis de TM, T1 e T2</b></p> 		 		    <p> 			O teste de <i>Anova </i>de <i>Friedman </i>demonstrou efeito do <i>ID</i> para a condi&ccedil;&atilde;o de manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i> 			=17.8; <i>p </i>= .0001) e do alvo (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]=</i>15.6; <i>p </i>= .0004). No qual, a manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia demonstrou menor <i>TM </i> 			na condi&ccedil;&atilde;o de 5 bits, em compara&ccedil;&atilde;o com &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de 3 bits (<i>Z </i>= 3.7; <i>p </i>= .0002) e 4 bits (<i>Z </i>= 2.5; <i>p </i>= .014). A  			manipula&ccedil;&atilde;o do alvo apresentou aumento no <i>TM</i>, com diferen&ccedil;a entre todas as condi&ccedil;&otilde;es de <i>ID </i>(<i>Z </i>&gt; 2.1; <i>p </i>&lt; .034). O tempo  			do submovimento prim&aacute;rio (T1) n&atilde;o teve efeito do <i>ID</i> para a condi&ccedil;&atilde;o de manipula&ccedil;&atilde;o na dist&acirc;ncia (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i>=1.6; <i>p </i>=  			.448) e no alvo (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i>=1.6; <i>p </i>= .441). Entretanto, foi verificado efeito do <i>ID</i> sobre o tempo do submovimento  			secund&aacute;rio (T2) para ambos, manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i>=12.4; <i>p </i>= .002) e do alvo (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i> 			=14.7; <i>p </i>= .0006). De modo que, foi verificado maior TM, para a manipula&ccedil;&atilde;o na dist&acirc;ncia, na condi&ccedil;&atilde;o de 5 bits comparada aos demais <i>ID</i>s (<i> 			Z </i>&gt; 2.0; <i>p </i>&lt; .035). E, menor <i>TM</i> na manipula&ccedil;&atilde;o do alvo na condi&ccedil;&atilde;o de 3 bits, em compara&ccedil;&atilde;o aos demais <i>ID</i>s (<i>Z </i>&gt;  			2.4; <i>p </i>&lt; .014).  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Vari&aacute;veis temporais da fase de acelera&ccedil;&atilde;o e de desacelera&ccedil;&atilde;o</b></p> 		 		    <p> 			O <i>ID</i> demonstrou efeito sobre o tempo absoluto da fase de acelera&ccedil;&atilde;o na condi&ccedil;&atilde;o em que foi manipulada a  			dist&acirc;ncia (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i> 			=9.5; <i>p </i>= .009). No qual, houve maior tempo absoluto da fase de acelera&ccedil;&atilde;o na condi&ccedil;&atilde;o de 5 bits,  			em compara&ccedil;&atilde;o aos demais <i>ID</i>s (<i>Z </i>&gt;  			1.93; <i>p </i>&lt; .05). No tempo de desacelera&ccedil;&atilde;o absoluto, foi verificado efeito do <i>ID</i> sobre a  			condi&ccedil;&atilde;o de manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia (<i>X<sup>2 			</sup>[N=20, gl=2]</i>=15.7; <i>p </i>= .0004) e do alvo (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i>=9.0; <i>p </i>= .01). Em que foi verificado, para a manipula&ccedil;&atilde;o da  			dist&acirc;ncia, maior tempo absoluto na fase de desacelera&ccedil;&atilde;o na condi&ccedil;&atilde;o de 5 bits em rela&ccedil;&atilde;o aos demais <i>ID</i>s (<i>Z </i>&gt; 2.0; <i>p </i>&lt; .045); e,  			para a manipula&ccedil;&atilde;o do alvo, menor tempo absoluto da fase de desacelera&ccedil;&atilde;o na condi&ccedil;&atilde;o de 3 bits em compara&ccedil;&atilde;o aos demais <i>ID</i>s (<i>Z </i>&gt; 2.0; <i> 			p </i>&lt; .045). A raz&atilde;o entre o tempo absoluto na fase de acelera&ccedil;&atilde;o e na fase de desacelera&ccedil;&atilde;o demonstrou um aumento na propor&ccedil;&atilde;o da utiliza&ccedil;&atilde;o da fase  			de desacelera&ccedil;&atilde;o, para a condi&ccedil;&atilde;o manipulando o alvo (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i>=12.7; <i>p </i>= .002), no &iacute;ndice de dificuldade de 3 bits em  			compara&ccedil;&atilde;o aos demais (<i>Z </i>&gt; 2.4; <i>p </i>&lt; .014). Ademais, tamb&eacute;m foi demonstrado maior coeficiente na raz&atilde;o entre as fases de acelera&ccedil;&atilde;o e  			desacelera&ccedil;&atilde;o para a condi&ccedil;&atilde;o de manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia, em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; manipula&ccedil;&atilde;o do alvo (<i>Z </i>&gt; 2.0; <i>p </i>&lt; .045). A <a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f3.jpg">Figura 3</a>  			apresenta as vari&aacute;veis temporais de <i>TM</i>, T1, T2. 		</p> 		 		    
<p>&nbsp;</p> 		<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f3.jpg">Figura 3</a> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Vari&aacute;veis de velocidade</b></p> 		 		    <p> 			O <i>ID</i> demonstrou efeito no maior valor de velocidade sobre a manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i>=28.9; <i>p </i>&lt; .0001). No  			qual foi verificado aumento na maior velocidade na medida em que o <i>ID</i> aumentou, com diferen&ccedil;a significativa entre todas as condi&ccedil;&otilde;es (<i>Z </i>&gt;  			2.9; <i>p </i>&lt; .0037). Tamb&eacute;m foi verificada diferen&ccedil;a entre as condi&ccedil;&otilde;es manipuladas de dist&acirc;ncia e alvo, em que na condi&ccedil;&atilde;o de 3 bits foi verificada  			menor velocidade para a dist&acirc;ncia (<i>Z </i>= 3.3; <i>p </i>= .0008) e, na condi&ccedil;&atilde;o de 5 bits, foi verificada menor velocidade para o alvo (<i>Z </i>&gt;  			2.4; <i>p </i>= .014). A manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia apresentou efeito do <i>ID</i> (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i>=32.4; <i>p </i>&lt; .0001), no qual o  			aumento no <i>ID</i> levou ao acr&eacute;scimo na velocidade media (<i>Z </i>&gt; 3.4; <i>p </i>&lt; .001). O <i>ID</i> tamb&eacute;m demonstrou efeito na manipula&ccedil;&atilde;o do  			alvo sobre a velocidade m&eacute;dia, no qual houve uma diminui&ccedil;&atilde;o da velocidade na condi&ccedil;&atilde;o de 3 bits em compara&ccedil;&atilde;o &agrave;s demais (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i> 			=10.3; <i>p </i>= .006). Tamb&eacute;m foi verificada menor velocidade m&eacute;dia na condi&ccedil;&atilde;o de 3 bits (<i>Z </i>= 3.8; <i>p </i>&lt; .001) e maior magnitude de  			velocidade na condi&ccedil;&atilde;o de 5 bits (<i>Z </i>= 3.8; <i>p </i>&lt; .001), para a manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia em compara&ccedil;&atilde;o &agrave; manipula&ccedil;&atilde;o do alvo. A <a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f4.jpg">Figura 4</a>  			expressa os valores de velocidade (m&eacute;dia e maior valor), em fun&ccedil;&atilde;o do <i>ID</i>, para as condi&ccedil;&otilde;es de manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia e do alvo.  		</p> 		 		    
<p>&nbsp;</p> 		<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f4.jpg">Figura 4</a> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Vari&aacute;vel de erro/precis&atilde;o</b></p> 		 		    <p> 			O <i>ID</i> n&atilde;o demonstrou afetar a vari&aacute;vel erro para a manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i>=1.3; <i>p </i>= .533). A manipula&ccedil;&atilde;o do  			alvo demonstrou ser influenciado pelas condi&ccedil;&otilde;es de <i>ID</i> (<i>X<sup>2</sup>[N=20, gl=2]</i>=13.7; <i>p </i>= .001), nas quais foi verificado menor erro  			para a condi&ccedil;&atilde;o de 5 bits em compara&ccedil;&atilde;o aos demais <i>ID</i>s (<i>Z </i>&gt; 2.4; <i>p </i>&lt; .014). Esta redu&ccedil;&atilde;o no erro na condi&ccedil;&atilde;o de 5 bits para a  			manipula&ccedil;&atilde;o do alvo tamb&eacute;m foi significativa quando comparado ao maior valor de erro verificado na manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia (<i>Z </i>= 2.7; <i>p </i>=  			.006). A <a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f5.jpg">Figura 5</a> expressa o erro, nas condi&ccedil;&otilde;es manipuladas de dist&acirc;ncia e alvo, em fun&ccedil;&atilde;o do <i>ID</i>. 		</p> 		 		    
<p>&nbsp;</p> 		<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f5.jpg">Figura 5</a> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    <p> 			Foi verificada uma rela&ccedil;&atilde;o <i>TM</i> x <i>ID</i> com R<sup>2</sup>&gt;0,9 para as condi&ccedil;&otilde;es em que foram manipuladas a dist&acirc;ncia de movimento e o tamanho do  			alvo (<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f2.jpg">Figura 2</a>). Entretanto, esta associa&ccedil;&atilde;o <i>TM</i> x <i>ID</i> apenas apresentou tend&ecirc;ncia para signific&acirc;ncia (<i>p </i>.10). Esta aus&ecirc;ncia de  			signific&acirc;ncia foi explicada pelo n&uacute;mero reduzido de condi&ccedil;&otilde;es de <i>ID</i> (apenas 3, gerando apenas 2 graus de liberdade na an&aacute;lise de regress&atilde;o linear) o  			que diminuiu o poder do teste estat&iacute;stico utilizado. Apesar destes resultados, entretanto, a an&aacute;lise comparativa aponta para o efeito do <i>ID</i> sobre o  			<i>TM</i>. 		</p> 		 		    
<p> 			O aumento do <i>ID</i> levou ao maior <i>TM</i> para as condi&ccedil;&otilde;es manipuladas de dist&acirc;ncia e de alvo (<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f2.jpg"> 			Figura 2</a>). Este aumento no <i>TM</i> demonstrou ser realizado, &agrave; medida que houve acr&eacute;scimo no <i>ID</i>, em fun&ccedil;&atilde;o do aumento em T2 (fase dos  			submovimentos). Ou seja, a maior complexidade da tarefa (maiores restri&ccedil;&otilde;es espaciais) demandou maior utiliza&ccedil;&atilde;o do feedback sensorial para a regula&ccedil;&atilde;o do  			movimento. Entretanto, n&atilde;o foram verificadas diferen&ccedil;as entre as magnitudes dos <i>TM</i>s nas diferentes condi&ccedil;&otilde;es de <i>ID</i> quando comparadas as  			situa&ccedil;&otilde;es de manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia e do alvo. Por conseguinte, independentemente da natureza da restri&ccedil;&atilde;o espacial, com aumento na dist&acirc;ncia ou com  			redu&ccedil;&atilde;o no tamanho do alvo, a fase pr&eacute;-programada do movimento tende a se manter inalterada, ao passo que as altera&ccedil;&otilde;es decorrentes na demanda da tarefa  			ocorreram na fase de controle via feedback. Estes resultados corroboram com proposi&ccedil;&otilde;es de modelos que explicaram a rela&ccedil;&atilde;o inversa velocidade-precis&atilde;o por  			meio da utiliza&ccedil;&atilde;o de feedback sensorial (Crossmon &amp; Goodeve, 1963/1983; Meyer et al., 1982; Okazaki et al., 2008; Woodworth, 1899). 		</p> 		 		    
<p> 			Tem sido sugerido o aumento na fase de acelera&ccedil;&atilde;o do movimento quando se objetiva a gera&ccedil;&atilde;o de velocidade no movimento (Teixeira, 2000; Zelaznik, 1993).  			Deste modo, seria esperada que maior fase de acelera&ccedil;&atilde;o fosse verificada quando o <i>ID</i> fosse aumentado na condi&ccedil;&atilde;o de manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia de  			movimento. Os resultados do presente estudo demonstraram um aumento no tempo absoluto da fase de acelera&ccedil;&atilde;o quando a dist&acirc;ncia de movimento foi aumentada.  			Entretanto, o acr&eacute;scimo na dist&acirc;ncia de movimento tamb&eacute;m aumentou a fase de acelera&ccedil;&atilde;o. Este aumento nas duas fases do movimento (acelera&ccedil;&atilde;o e  			desacelera&ccedil;&atilde;o), na condi&ccedil;&atilde;o de manipula&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia, proporcionou a manuten&ccedil;&atilde;o do tamanho relativo das fases, independentemente da condi&ccedil;&atilde;o de <i>ID</i> 			 (dist&acirc;ncia). Esta manuten&ccedil;&atilde;o na propor&ccedil;&atilde;o entre as fases de acelera&ccedil;&atilde;o e de desacelera&ccedil;&atilde;o pode ser verificada no painel C da <a href= 			"/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f3.jpg">Figura 3</a>. Por outro lado, tem sido apontado que a maior demanda na precis&atilde;o resulta no aumento da fase de  			desacelera&ccedil;&atilde;o no movimento (Teixeira, 2000; Zelaznik, 1993). Os resultados do presente estudo demonstraram a manuten&ccedil;&atilde;o no tamanho da fase de acelera&ccedil;&atilde;o  			com o acr&eacute;scimo na fase de desacelera&ccedil;&atilde;o, em fun&ccedil;&atilde;o do aumento no &iacute;ndice de dificuldade por meio da diminui&ccedil;&atilde;o no tamanho do alvo (Painel B da <a href= 			"/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f3.jpg">Figura 3</a>). Esta manipula&ccedil;&atilde;o do instante em que o in&iacute;cio das for&ccedil;as de desacelera&ccedil;&atilde;o atua no movimento tem  			sido sugerida como estrat&eacute;gia que possibilita o controle da rela&ccedil;&atilde;o inversa velocidade-precis&atilde;o (Zelaznik, 1993). O Painel C da <a href= 			"/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f3.jpg">Figura 3</a> tamb&eacute;m corrobora com a utiliza&ccedil;&atilde;o desta estrat&eacute;gia de controle na precis&atilde;o do movimento, no qual  			foi poss&iacute;vel verificar uma diminui&ccedil;&atilde;o no tamanho relativo da fase de acelera&ccedil;&atilde;o e aumento relativo da fase de desacelera&ccedil;&atilde;o. Por conseguinte, esta  			estrat&eacute;gia de deslizamento do in&iacute;cio das for&ccedil;as de desacelera&ccedil;&atilde;o pareceu ocorrer quando o <i>ID</i> foi aumentado por meio da diminui&ccedil;&atilde;o no tamanho do  			alvo. Ao passo que, o maior <i>ID</i> aumentando a dist&acirc;ncia, demonstrou ser realizado com a mesma estrat&eacute;gia de manuten&ccedil;&atilde;o na propor&ccedil;&atilde;o entre as fases de  			acelera&ccedil;&atilde;o e de desacelera&ccedil;&atilde;o no movimento. 		</p> 		 		    
]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			A diminui&ccedil;&atilde;o no <i>TM</i>, na condi&ccedil;&atilde;o de restri&ccedil;&atilde;o espacial em que foi manipulada a dist&acirc;ncia, foi realizada em fun&ccedil;&atilde;o da maior trajet&oacute;ria a ser  			percorrida no movimento. Este aumento na trajet&oacute;ria de movimento tamb&eacute;m permitiu maior gera&ccedil;&atilde;o de velocidade (m&eacute;dia e maior valor; <a href= 			"/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f3.jpg">Figura 3</a>). Tem sido sugerido que o aumento na velocidade de movimento proporciona maior gera&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a.  			Esta maior gera&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;a, por sua vez, proporcionaria a maior gera&ccedil;&atilde;o de ru&iacute;dos neurais o que ocasiona em maior variabilidade na resposta (Meyer et al.,  			1982; Meyer et al., 1988; Schmidt, Zelaznik, &amp; Frank, 1978, Schmidt, Zelaznik, Hawkins, Frank, &amp; Quinn, 1979). Por conseguinte, foi levantada a  			hip&oacute;tese de que as maiores velocidades de movimento resultariam em maior erro. Os resultados do presente estudo, todavia, n&atilde;o demonstraram modifica&ccedil;&atilde;o no  			erro (<a href="/img/revistas/mot/v9n2/9n2a08f5.jpg">Figura 5</a>), em fun&ccedil;&atilde;o do acr&eacute;scimo das maiores velocidades de movimento, realizadas por meio do aumento na dist&acirc;ncia. Deste modo, quando ocorre o  			aumento na dist&acirc;ncia, o movimento &eacute; desempenhado mais lento (maior <i>TM</i>) para tentar garantir sua precis&atilde;o, por&eacute;m, com maior incremento de velocidade  			(maiores velocidades m&eacute;dia e magnitude). Tais resultados refutaram a hip&oacute;tese estabelecendo maior erro em decorr&ecirc;ncia do aumento na velocidade de movimento. 		</p> 		 		    
<p> 			O menor <i>TM</i> na condi&ccedil;&atilde;o de manipula&ccedil;&atilde;o no tamanho do alvo foi realizado com a manuten&ccedil;&atilde;o na velocidade m&eacute;dia e a redu&ccedil;&atilde;o no maior valor de  			velocidade. A manuten&ccedil;&atilde;o na velocidade m&eacute;dia foi explicada em fun&ccedil;&atilde;o da dist&acirc;ncia de movimento ter sido constante entre as condi&ccedil;&otilde;es. Enquanto que, a  			diminui&ccedil;&atilde;o no maior valor de velocidade foi sugerida como uma estrat&eacute;gia utilizada para aumentar a precis&atilde;o no movimento. Tais resultados corroboram com as  			explica&ccedil;&otilde;es de modelos baseados na gera&ccedil;&atilde;o de ru&iacute;dos com o aumento na velocidade (Meyer et al., 1982; Schmidt et al., 1978; Schmidt et al., 1979). Por  			conseguinte, foi aceita a hip&oacute;tese de que a diminui&ccedil;&atilde;o no tamanho do alvo levaria &agrave;s menores velocidades, resultando em maior precis&atilde;o de movimento. A  			diverg&ecirc;ncia entre os efeitos da velocidade sobre a precis&atilde;o sugere que o aumento na restri&ccedil;&atilde;o espacial por meio da manipula&ccedil;&atilde;o na dist&acirc;ncia e no tamanho do  			alvo possui estrat&eacute;gias distintas de controle motor. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			A maior restri&ccedil;&atilde;o espacial com maiores dist&acirc;ncias demonstrou aumentar o <i>TM</i>, por meio de maiores fases de acelera&ccedil;&atilde;o, desacelera&ccedil;&atilde;o e corre&ccedil;&otilde;es via  			feedback, mas sem alterar a propor&ccedil;&atilde;o entre as fases de acelera&ccedil;&atilde;o e desacelera&ccedil;&atilde;o no movimento. As maiores dist&acirc;ncias tamb&eacute;m resultaram no aumento da  			velocidade (m&eacute;dia e maior valor), entretanto sem alterar a precis&atilde;o do movimento. Ao passo que, a maior restri&ccedil;&atilde;o espacial, por meio da redu&ccedil;&atilde;o no tamanho  			do alvo, proporcionou maiores <i>TM</i>, fase de desacelera&ccedil;&atilde;o e per&iacute;odo para utiliza&ccedil;&atilde;o do feedback, no qual foi fornecido maior tempo relativo para a  			fase de desacelera&ccedil;&atilde;o no movimento. A diminui&ccedil;&atilde;o no tamanho do alvo tamb&eacute;m reduziu o maior valor de velocidade, apesar da manuten&ccedil;&atilde;o na velocidade m&eacute;dia,  			resultando em maior precis&atilde;o de movimento. Estes resultados sugerem que diferentes estrat&eacute;gias de controle s&atilde;o realizadas em fun&ccedil;&atilde;o da restri&ccedil;&atilde;o espacial  			manipulada pela dist&acirc;ncia e pelo tamanho do alvo. Foram sugeridos estudos que analisem o efeito das restri&ccedil;&otilde;es espaciais de dist&acirc;ncia e de tamanho de alvo  			sobre tarefas bidimensionais, tridimensionais e habilidades motoras esportivas. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Boritz, J., Booth, K. S., &amp; Cowan, W. B. (1991). Fitts’s law studies of directional mouse movement. <i>Proceedings of Graphics Interface, 91</i>,  			216-223.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201300020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bootsma, R. J., Fernandez, L., &amp; Mottet, D. (2004). Behind Fitts’ law: kinematic patterns in goal-directed movements. <i>International Journal of  			Human-Computer Studies, 61</i>, 811-821. doi: 10.1016/j.ijhcs.2004.09.004 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201300020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Buck, L. (1986). Target location effects in tapping tasks. <i>Acta Psychologica, 62</i>, 1-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201300020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Card, S. K., English, W. K., &amp; Burr, B. J. (1978). Evaluation of mouse, rate-controlled isometric joystick, step keys, and text keys for text selection  			on a CRT. <i>Ergonomics, 21</i>, 601-613.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201300020000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Carlton, L. G. (1980). Movement control characteristics of aiming responses. <i>Ergonomics, 23</i>, 1019-1032. doi: 10.1080/00140138008924811 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201300020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Corcos, D. M., Gottlieb, G. L., &amp; Agarwal, G. C. (1988). Accuracy constraints upon rapid elbow movements. <i>Journal of Motor Behavior, 20</i>, 255-272.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201300020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Crossman, E. R. F. W., &amp; Goodeve, J. (1963/1983). Feedback control of hand-movement and Fitts’ law. <i>Quarterly Journal of Experimental Psychology, 35A 			</i>, 251-278.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201300020000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Elliott, D., Helsen, W. F., &amp; Chua, R. A. (2001) Century later: Woodworth’s (1899) two-component model of goal directed aiming. <i>Psychological  			Bulletin, 127</i>(3), 342-357. doi: 10.1037/0033-2909.127.3.342  		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201300020000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Epps, B. W. (1986). Comparison of six cursor control devices based on Fitts’ law models. <i>Proceedings of the Human Factors Society 30th Annual Meeting</i> 			, 327-331.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fitts, P. (1954). The information capacity of the human motor system in controlling the amplitude of movement. <i>Journal of Experimental Psychology, 47</i> 			(6), 381-391.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201300020000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Guiard, Y. (1997). Fitts’ law in the discrete vs. cyclical paradigm. <i>Human Movement Studies, 16</i>, 97-131. doi:10.1016/S0167-9457(96)00045-0 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201300020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Jagacinski, R. J., &amp; Mok, D. L. (1985). Fitts’ law in two dimensions with hand and head movements.<i> Journal of Motor Behavior, 17</i>(1), 77-95.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201300020000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Jagacinski, R. J., Repperger, D. W., Moran, M. S., Ward, S. L., &amp; Glass, B. (1980). Fitts’ law and the microstructure of rapid discrete movements. <i> 			Journal of Experimental Psychology: Human Perception and Performance, 6</i>(2), 309-320.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201300020000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Jax, S. A., Rosenbaum, D. A., &amp; Vaughan, J. (2007). Extending Fitts’ law to manual obstacle avoidance. <i>Experimental Brain Research, 180</i>, 775-779.  			doi: 10.1007/s00221-007-0996-y 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201300020000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Johnsgard, T. (1994). Fitts’ law with a virtual reality glove and a mouse: Effects of gain. <i>Proceedings of the Graphics Interface Conference</i>, 8-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201300020000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Keele, S. W. (1973). <i>Attention and Human Performance</i>. Pacific Palisades: Goodyear Publishing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201300020000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Kerr, B. A., &amp; Langolf, G. D. (1977). Speed of aiming movements. <i>Quarterly Journal of Experimental Psychology, 29</i>, 475-81.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201300020000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Kvalseth, T. O. (1975). A model of linear arm movements with preview constraints. <i>Ergonomics, 18</i>(5), 529-538.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201300020000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Meyer, D. E., Smith, J. E. K., &amp; Wright, C. E. (1982). Models for the speed and accuracy of aimed movements. Psychological <i>Review, 89</i>(5),  			449-492.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201300020000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Meyer, D. E., Abrams, R. A., Kornblum, S., Wright, C. E., &amp; Smith, J. E. K. (1988). Optimality in human motor performance: Ideal control of rapid aimed  			movements. <i>Psychological Review, 95</i>(3), 340-370. doi: 10.1037/0033-295X.95.3.340 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201300020000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Oldfield, R. C. (1971). The assessment and analysis of handedness: <i>The Edinburgh inventory. Neuropsychologia, 9</i>, 97-113.doi:  			10.1016/0028-3932(71)90067-4 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201300020000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Okazaki, V. H. A. (2006). <i>Discrete Aiming Task (v.1.0)</i> [Software]. Dispon&iacute;vel atrav&eacute;s de <a href= 			"http://okazaki.webs.com/" target="_blank">http://okazaki.webs.com/</a>  		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201300020000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Okazaki, V. H. A., Okazaki, F. H. A., Lima, E. S., Caminha, L. Q., &amp; Teixeira, L. A. (2008). Modelo estoc&aacute;stico de sub-movimentos otimizados em  			movimentos com restri&ccedil;&atilde;o espacial simulados em computador. <i>Revista Brasileira de Biomec&acirc;nica, 9</i>(16), 18-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201300020000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Schmidt, R. A., Zelaznik, H. N., &amp; Frank, J. S. (1978). Sources of inaccuracy in rapid movement. In: G. E. Stelmach (Ed.), <i>Information Processing in  			Motor Control and Learning</i> (pp.183-203). New York, Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201300020000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Schmidt, R. A., Zelaznik, H., Hawkins, B., Frank, J. S., &amp; Quinn, J. T. (1979). Motor-output variability: A theory for the accuracy of rapid motor  			acts. <i>Psychological Review, 86</i>(5), 415-451. doi: 10.1037/0033-295X.86.5.415 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201300020000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Shannon, C. E. (1948). A mathematical theory of communication. <i>Bell System Technical Journal, 27</i>, 623-656.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201300020000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Sheridan, M. R. (1979). A reappraisal of Fitts’ law. <i>Journal of Motor Behavior, 11</i>, 179-188.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201300020000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Sparrow, W. A., &amp; Sparrow, H. T. (1991). Trends in motor behavior research: A study based on citation analysis. <i>Journal of Human Movement Studies, 21 			</i>, 183-199.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201300020000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Teixeira, L. A. (2000). Sobre a generalidade de estrat&eacute;gias de controle sens&oacute;rio motor. <i>Revista Paulista de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, 3</i>, 89-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201300020000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Wade, M. G., Newell, K. M., &amp; Wallace, S. A. (1978). Decision time and movement time as a function of response complexity in retarded persons. <i> 			American Journal of Mental Deficiency, 83</i>(2), 135-144.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201300020000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Welford, A. T., Norris, A. H., &amp; Shock, N. W. (1969). Speed and accuracy of movement and their changes with age. <i>Acta Psychologica, 30</i>, 3-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201300020000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Wright, C. E., &amp; Meyer, D. E. (1983). Conditions for a linear speed-accuracy trade-off in aimed movements. <i>Quarterly Journal of Experimental  			Psychology, 35A</i>, 279-296. doi: 10.1080/14640748308402134 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201300020000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Woodworth, R. S. (1899). The accuracy of voluntary movement. <i>Psychological Review (Monograph Supplement), 3</i>, 1-119.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201300020000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Zelaznik, H. N. (1993). Necessary and sufficient conditions for the production of linear speed-accuracy trade-offs in aimed hand movements. In: K. M.  			Newell &amp; D. M. Corcos (Eds.) <i>Variability and Motor Control</i>. Chicago-Ilinois: Human Kinetics Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201300020000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a><a name="c0"></a></i> 			Prof. Dr. Victor Hugo Alves Okazaki, Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica - Universidade Estadual de Londrina, Campus Universit&aacute;rio, Rodovia Celso Garcia Cid Km  			380, Caixa Postal: 6001, CEP 86051-990, Londrina - Paran&aacute; - Brasil. 			<i>	E-mail:</i> <a href="mailto:vhaokazaki@gmail.com">vhaokazaki@gmail.com</a> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 14.06.2012   &brvbar;   Aceite: 04.01.2013</p> 	     ]]></body><back>
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<year>1991</year>
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