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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relação entre os setores de prática desportiva, as modalidades desportivas e o aproveitamento escolar]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of the study was to verify if the sports sector: school sport, federated or both, are or not associated with rates of academic success of young people. The study involved a stratified random sample of students belonging to the 3rd cycle and secondary education in schools in Madeira Island, Portugal, a total of 2443 students (12.6%). For data collection was constructed and validated an anonymous questionnaire with closed questions. The results indicate that there are no differences between the sports setor, with regard to the rates of school failure. On the other hand, in what concerns to sports activity, it was found that the failure rate was significantly different between football and other sports. Football has higher failure rates, while the gymnastics and swimming are more associated with approval ratings. More studies are needed to identify the causes of school failure in football young players.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[setor desportivo]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Rela&ccedil;&atilde;o entre os setores de pr&aacute;tica desportiva, as modalidades desportivas e o aproveitamento escolar</b> 		</p> 		    <p> 			<b>Relationship between sports sector, sports modality and the academic success</b> 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			<b>J.P. Soares<sup>I</sup></b>,  			<b>A.M. Aranha<sup>II</sup></b>,  			<b>H. L. Antunes<sup>I</sup></b> 		</p> 		 		    <p> 			<sup>I</sup>Universidade da Madeira, Portugal. <br /> 			<sup>II</sup>Universidade de Tr&aacute;s os Montes e Alto Douro, Portugal. 		</p> 		 		    <p><i><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			O prop&oacute;sito do estudo foi verificar se o setor desportivo escolar, federado ou ambos, e as modalidades desportivas, est&atilde;o relacionados com as taxas de  			aproveitamento escolar dos jovens em idade escolar. O estudo envolveu uma amostra aleat&oacute;ria estratificada dos alunos pertencentes ao 3&ordm; ciclo e ensino  			secund&aacute;rio das escolas da ilha da Madeira, Portugal, num total de 2443 alunos (12.6%). Para a recolha de dados foi constru&iacute;do um question&aacute;rio an&oacute;nimo e  			individual de perguntas fechadas. Os resultados indicaram que n&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;as entre os setores desportivos no que se refere &agrave;s taxas de aproveitamento  			escolar. J&aacute; quanto &agrave;s modalidades desportivas, verificou-se que a taxa de reten&ccedil;&atilde;o difere significativamente entre o futebol/futsal e as restantes  			modalidades, sendo o futebol/futsal a contemplar as maiores taxas de reprova&ccedil;&atilde;o, enquanto a gin&aacute;stica e a nata&ccedil;&atilde;o est&atilde;o mais associadas &agrave;s de aprova&ccedil;&atilde;o. &Eacute;  			necess&aacute;rio desenvolver mais estudos para que se identifiquem as causas de insucesso escolar evidenciadas, particularmente no futebol/futsal. 		</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Palavras-chave</i>: setor desportivo, sucesso escolar, modalidade desportiva</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The purpose of the study was to verify if the sports sector: school sport, federated or both, are or not associated with rates of academic success of young  			people. The study involved a stratified random sample of students belonging to the 3rd cycle and secondary education in schools in Madeira Island,  			Portugal, a total of 2443 students (12.6%). For data collection was constructed and validated an anonymous questionnaire with closed questions. The results indicate that there are no differences between the sports setor, with regard to the rates of school failure. On the other hand, in what  			concerns to sports activity, it was found that the failure rate was significantly different between football and other sports. Football has higher failure  			rates, while the gymnastics and swimming are more associated with approval ratings. More studies are needed to identify the causes of school failure in  			football young players. 		</p> 		    <p><i>Keywords</i>: sport sector, academic success, sports activity</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			A pr&aacute;tica desportiva dos jovens em idade escolar, quando regida por valores educativos e sociais, pode ajudar &agrave; responsabiliza&ccedil;&atilde;o dos deveres escolares e &agrave;  			melhoria do sucesso escolar. As investiga&ccedil;&otilde;es que relacionam o desporto com o aproveitamento escolar e o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias sociais, parecem  			sugerir que a pr&aacute;tica desportiva devidamente organizada constitui um meio de sociabiliza&ccedil;&atilde;o e uma atividade que ajuda os alunos a acreditarem em si  			pr&oacute;prios, a desenvolverem o car&aacute;ter e a serem mais disciplinados. Estudos realizados comprovam o efeito positivo da pr&aacute;tica desportiva no sucesso escolar,  			destacando o contributo deste para a diminui&ccedil;&atilde;o de comportamentos desviantes e para a aquisi&ccedil;&atilde;o de valores socialmente aceites (Barber, Eccles, &amp;  			Stone, 2001; Crosnoe, 2001; Eldar, 2001; Guest &amp; Schneider, 2003). As teorias apontam para o desporto como um elemento socializador e cultural,  			contribuindo para o desenvolvimento do autoconceito, autoestima e aquisi&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias de socializa&ccedil;&atilde;o e de autogest&atilde;o, prof&iacute;cuos para o pr&oacute;prio  			aluno, para a escola e para a comunidade (Bailey et al., 2009). De um modo geral, constata-se a val&ecirc;ncia pedag&oacute;gica, social e educacional do desporto na  			forma&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o dos jovens, sendo advogado que a participa&ccedil;&atilde;o desportiva e as aspira&ccedil;&otilde;es educacionais podem ser positivamente relacionadas. Uma revis&atilde;o  			das pesquisas nesta &aacute;rea demonstrou que a participa&ccedil;&atilde;o desportiva geralmente estabelece uma rela&ccedil;&atilde;o positiva com o desempenho acad&eacute;mico e as ambi&ccedil;&otilde;es  			educacionais (Bailey, 2005; Bailey et al., 2009; Coakley’s, 1993).  		</p> 		 		    <p> 			Atrav&eacute;s do desporto educativo os estudantes t&ecirc;m diversas oportunidades de socializa&ccedil;&atilde;o durante a aula, com particular &ecirc;nfase sobre o desenvolvimento de  			trabalho em equipa e coopera&ccedil;&atilde;o (Carlson &amp; Hastie, 1997). Ainda sobre os efeitos da pr&aacute;tica desportiva, Hastie (1998) revelou que manter uma equipa em  			conjunto durante pelo menos uma temporada pode contribuir para que os alunos mais problem&aacute;ticos se sintam mais integrados e confiantes.  		</p> 		 		    <p> 			O desporto para jovens pode ser organizado em v&aacute;rias vertentes ou n&iacute;veis de pr&aacute;tica desportiva, entre as quais o desporto escolar e o desporto federado.  			Neste sentido, existem particularidades inerentes a ambos os setores que merecem ser real&ccedil;adas. O desporto escolar caracteriza-se por ser uma atividade  			centrada na forma&ccedil;&atilde;o motora e desportiva inicial, atrav&eacute;s da qual se pretende inculcar valores que ajudem o aluno a adquirir compet&ecirc;ncias sociais e h&aacute;bitos  			desportivos. As atividades s&atilde;o de participa&ccedil;&atilde;o volunt&aacute;ria (extracurriculares) e consubstanciam-se nos treinos regulares e nas competi&ccedil;&otilde;es desenvolvidas na  			escola, sob a orienta&ccedil;&atilde;o de profissionais qualificados que assumem o papel de professor orientador de um grupo/equipa, ou de coordenador do desporto  			escolar (Gabinete Coordenador do Desporto Escolar &#91;GCDE&#93;, 2011). Fejgin e Hanegby (2001) advogam que o desporto escolar favorece a identifica&ccedil;&atilde;o e coes&atilde;o  			do grupo, sendo uma poderosa ferramenta de transforma&ccedil;&atilde;o do homem, j&aacute; que o prepara atrav&eacute;s do jogo de hoje para a vida social de amanh&atilde;.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Como ponto comum ao desporto escolar, tamb&eacute;m o desporto federado, tem na sua ess&ecirc;ncia, e mais concretamente ao n&iacute;vel dos escal&otilde;es et&aacute;rios mais baixos,  			preocupa&ccedil;&otilde;es relacionadas com a aquisi&ccedil;&atilde;o de valores &eacute;ticos e morais (Santos, 2006), embora as suas pr&aacute;ticas desportivas se caracterizem por uma maior  			intensidade e competitividade. No desporto para jovens, mesmo ao n&iacute;vel do setor federado, existe uma dimens&atilde;o pedag&oacute;gica e educativa, porquanto permite aos  			seus praticantes ultrapassar barreiras em situa&ccedil;&otilde;es de adversidade, aprender regras e especificidades associadas a uma modalidade desportiva, aprender a  			lidar com os outros. Tudo isto tendo sempre presente a procura pelo sucesso desportivo, alcan&ccedil;ado nas competi&ccedil;&otilde;es para as quais os atletas treinam  			afincadamente (Bento, 2007).  		</p> 		 		    <p> 			Nesta medida, pode assumir-se que a regularidade, a intensidade, a especificidade da pr&aacute;tica desportiva, a formalidade, a identidade e a competi&ccedil;&atilde;o como  			meio de supera&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o caracter&iacute;sticas do desporto federado de jovens. Mais, ao associar-se o papel dos alunos na gest&atilde;o e orienta&ccedil;&atilde;o das atividades,  			conforme sugere Siedentop (1998), atrav&eacute;s do modelo de educa&ccedil;&atilde;o desportiva, pode potenciar-se o desenvolvimento de compet&ecirc;ncias organizacionais e sociais  			alunos. Jovens mais respons&aacute;veis, motivados e confiantes, tendem a ter uma maior capacidade de auto-organiza&ccedil;&atilde;o e, provavelmente, um melhor aproveitamento  			escolar.  		</p> 		 		    <p> 			Por&eacute;m, na pr&aacute;tica desportiva ao mais alto-n&iacute;vel, existem algumas evid&ecirc;ncias que demonstram um efeito menos positivo do desporto sobre o aproveitamento  			acad&eacute;mico dos atletas. As investiga&ccedil;&otilde;es de Valle (2003) revelam que, apesar de o desporto se constituir como uma atividade prazerosa, tem implica&ccedil;&otilde;es que  			nem sempre s&atilde;o ben&eacute;ficas para os estudos. Mais tarde, num outro estudo desenvolvido por Zenha, Resende, e Gomes (2009), verificou-se igualmente que as  			exig&ecirc;ncias inerentes &agrave; alta-competi&ccedil;&atilde;o poder&atilde;o afetar negativamente o rendimento escolar dos atletas. Uma das raz&otilde;es apresentadas prende-se com o reduzido  			tempo de descanso (devido aos treinos, &agrave;s viagens e &agrave;s competi&ccedil;&otilde;es) e consequente acumula&ccedil;&atilde;o de cansa&ccedil;o que lhes retira a vontade de estudar.  		</p> 		 		    <p> 			No seguimento desta linha te&oacute;rica, foram delineados os seguintes objetivos para o estudo: Verificar se existem diferen&ccedil;as significativas no que concerne &agrave;s  			taxas de reprova&ccedil;&atilde;o dos alunos praticantes e n&atilde;o praticantes de desporto; 		</p> 		 		    <p> 			Relacionar o setor de participa&ccedil;&atilde;o desportiva (escolar, federado ou ambos) com o aproveitamento escolar;  		</p> 		 		    <p> 			Verificar se o aproveitamento escolar difere significativamente entre os praticantes das v&aacute;rias modalidades desportivas. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p> 			O estudo assenta numa metodologia de natureza quantitativa. Para responder aos objetivos inicialmente propostos, foram recolhidos dados de uma amostra  			representativa, e utilizados testes estat&iacute;sticos, que permitiram uma an&aacute;lise inferencial dos dados. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Amostra</b></p> 		 		    <p> 			A amostra foi aleat&oacute;ria, selecionada a partir da popula&ccedil;&atilde;o de alunos que frequentavam o ensino b&aacute;sico e secund&aacute;rio de todas as escolas p&uacute;blicas e privadas  			da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira (RAM), Portugal, no ano letivo 2008-2009, atrav&eacute;s da t&eacute;cnica de estratifica&ccedil;&atilde;o por concelho, tendo-se obtido um total de 2443  			alunos (12.6% de toda a popula&ccedil;&atilde;o estudantil da Madeira).  		</p> 		 		    <p> 			Da amostra participaram 1107 rapazes (45%) e 1329 raparigas (55%), com idades compreendidas entre os 11 e os 19 anos (m&eacute;dia 15.21 anos). Os participantes  			no estudo encontravam-se distribu&iacute;dos de forma equilibrada entre o 7&ordm; e 12&ordm; anos de escolaridade, no entanto, foi sobre os alunos do 7&ordm;, 8 			&ordm; e 9&ordm; anos (3&ordm; ciclo) que recaiu a maior percentagem de participa&ccedil;&atilde;o (23.9%, 20.3% e 18.8%, respetivamente). 		</p> 		 		    <p> 			A obten&ccedil;&atilde;o de uma amostra representativa s&oacute; foi poss&iacute;vel gra&ccedil;as ao apoio das escolas e dos professores que estiveram envolvidos em fun&ccedil;&otilde;es do desporto  			escolar, bem como de um grupo de quatro estudantes do Mestrado em Atividade F&iacute;sica e Desporto, da Universidade da Madeira, que ajudou na recolha e  			integra&ccedil;&atilde;o dos dados dos question&aacute;rios na base de dados. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Instrumentos</b></p> 		 		    <p> 			Para a recolha de dados foi utilizado um question&aacute;rio an&oacute;nimo e individual, constru&iacute;do de raiz e que, por isso, foi submetido a um processo de valida&ccedil;&atilde;o  			que contou com a colabora&ccedil;&atilde;o de um painel composto por quatro especialistas, com investiga&ccedil;&atilde;o e publica&ccedil;&otilde;es, na &aacute;rea das Ci&ecirc;ncias da Educa&ccedil;&atilde;o e Desporto.  		</p> 		 		    <p> 			O question&aacute;rio comportava uma s&eacute;rie de quest&otilde;es demogr&aacute;ficas (g&eacute;nero, idade, ano de escolaridade) tendo em vista a caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra. Para al&eacute;m  			disso, contemplava perguntas fechadas acerca do historial de reprova&ccedil;&otilde;es do aluno (exemplo: &Eacute; a primeira vez que frequentas este ano de escolaridade?; J&aacute;  			reprovaste em anos anteriores?) e concomitantemente, perguntas relacionadas com a pr&aacute;tica desportiva (exemplo: Praticas ou j&aacute; praticaste alguma modalidade  			desportiva federada ou do desporto escolar?; Se sim, qual a modalidade(s), durante quanto tempo e em que setor?). 		</p> 		 		    <p> 			A aplica&ccedil;&atilde;o e recolha dos question&aacute;rios, esteve ao encargo de uma equipa de trabalho constitu&iacute;da por oito elementos que contou com o precioso contributo da  			Secretaria Regional da Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura que, para al&eacute;m de todo o apoio log&iacute;stico, conseguiu envolver as escolas a fim de participarem no estudo. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Procedimentos e An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    <p> 			Os dados foram tratados atrav&eacute;s do software <i>SPSS (Statistical Package for the Social Sciences)</i> vers&atilde;o <i>17.0</i> para o <i>Windows</i> e programa  			<i>Microsoft Office Excel</i> vers&atilde;o <i>11.0</i>. 		</p> 		 		    <p> 			A estat&iacute;stica descritiva &eacute; apresentada em tabelas com valores absolutos e relativos. No que se refere &agrave; estat&iacute;stica inferencial, dada a natureza das  			vari&aacute;veis em estudo (nominais- dicot&oacute;micas), utilizou-se o teste de independ&ecirc;ncia do Qui-Quadrado com uma probabilidade de erro de 0.05 para compara&ccedil;&atilde;o de  			grupos. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p> 			Tendo em considera&ccedil;&atilde;o o percurso escolar dos alunos, a taxa de reprova&ccedil;&atilde;o dos alunos do 3&ordm; ciclo e do ensino secund&aacute;rio que participaram no estudo foi  			de 40.3%. Destes, cerca de metade (51.1%) apenas reprovaram uma vez. 		</p> 		 		    <p> 			Quando comparado o grupo dos alunos que j&aacute; praticaram alguma modalidade desportiva, com o dos que nunca praticaram, no que diz respeito &agrave; taxa de  			reprova&ccedil;&atilde;o, verificou-se, que n&atilde;o existiam diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre ambos (<i>p</i> = .134). Contudo, segundo uma an&aacute;lise  			descritiva dos resultados p&ocirc;de verificar-se (<a href="#t1">Tabela 1</a>), que do total de alunos com liga&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&aacute;tica desportiva (1491), 59% (879) nunca reprovaram,  			enquanto que 41% (612) acumulavam uma ou mais reprova&ccedil;&otilde;es anteriores. Por outro lado, de um total de 900 alunos que n&atilde;o tinham, nem nunca tiveram, qualquer  			liga&ccedil;&atilde;o a uma modalidade desportiva, a maior percentagem (61.3%) nunca reprovou um ano de escolaridade.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		<a name="t1"></a> 		<img src="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a02t1.jpg"> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			No geral, a an&aacute;lise dos dados indica que a pr&aacute;tica desportiva dos estudantes n&atilde;o parece ser uma vari&aacute;vel que esteja relacionada com a reprova&ccedil;&atilde;o ou o  			aproveitamento escolar dos alunos, no 3&ordm; ciclo e no ensino secund&aacute;rio. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Para o segundo objetivo, verificou-se se o n&iacute;vel de pr&aacute;tica desportiva (setor escolar, setor federado, ou ambos) era ou n&atilde;o um fator que estivesse  			relacionado com o sucesso/insucesso escolar dos alunos da amostra. Em primeira inst&acirc;ncia verificou-se que o n&uacute;mero de praticantes no setor escolar e  			federado era muito pr&oacute;ximo: 582 e 561, respetivamente. O mesmo aconteceu com os valores percentuais das taxas de aprova&ccedil;&atilde;o e reprova&ccedil;&atilde;o, pois em ambos os  			setores a taxa de aprova&ccedil;&atilde;o rondava os 60% (<a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a02t2.jpg">Tabela 2</a>). No que se refere aos que praticavam ambos os setores, a taxa de aprova&ccedil;&atilde;o foi ligeiramente superior  			(61.9%).  		</p>  		    
<p> 			O teste de Qui-quadrado n&atilde;o confirmou a exist&ecirc;ncia de diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os tr&ecirc;s grupos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s taxas de aprova&ccedil;&atilde;o  			escolar (<i>p</i> = .889), isto &eacute;, a taxa de aprova&ccedil;&atilde;o n&atilde;o difere significativamente entre os tr&ecirc;s grupos comparados.  		</p> 		 		    <p> 			Do ponto de vista das modalidades desportivas, e analisando os valores percentuais dos alunos com maiores taxas aprova&ccedil;&atilde;o, verificou-se que a gin&aacute;stica  			(65.5%), a nata&ccedil;&atilde;o (76.2%), o t&eacute;nis de mesa (73.1%) e o voleibol (67.7%) foram as que mais se destacaram. Estas modalidades apresentaram melhores  			resultados escolares, comparativamente com as restantes. Por outro lado, em sentido inverso, as modalidades desportivas de futebol/futsal (50.7%), de  			atletismo (51.4%) e de andebol (40.5%) foram as que se destacaram, mas pela negativa, ou seja, as que apresentaram maiores taxas de reprova&ccedil;&atilde;o (<a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a02f1.jpg">Figura 1</a>). 		</p> 		 		    
<p> 			Tendo havido uma percentagem elevada de praticantes da modalidade de futebol/futsal procurou-se verificar se os indicadores de reprova&ccedil;&atilde;o/aprova&ccedil;&atilde;o estavam  			ou n&atilde;o mais ligados a este grupo de praticantes. Os resultados obtidos indicaram que, no grupo de alunos que nunca reprovaram nenhum ano escolar, 73.9%  			praticavam outras modalidades e 26.1% praticavam futebol/futsal. No grupo de alunos que reprovou, no m&iacute;nimo uma vez, 61.5% praticavam outras modalidades  			desportivas e 38.5% praticam futebol/futsal. Procurou-se verificar a rela&ccedil;&atilde;o entre o futebol/futsal e outras modalidades desportivas, no que se refere &agrave;s  			taxas de reprova&ccedil;&atilde;o, e apurou-se um n&iacute;vel de signific&acirc;ncia de .001 (<i>p</i> &lt; .05), ou seja, a modalidade desportiva est&aacute;  			correlacionada com o sucesso escolar, sendo os praticantes de futebol/futsal aqueles que congregam mais reten&ccedil;&otilde;es (<a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a02t3.jpg">Tabela 3</a>). 		</p> 		 		    
<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    <p> 			Os resultados do estudo n&atilde;o comprovaram uma correla&ccedil;&atilde;o positiva entre a pr&aacute;tica desportiva e o sucesso escolar, contrariamente aos resultados de estudos  			mais recentes (Bailey et al., 2009; Hartmann, 2008) que constataram a exist&ecirc;ncia de uma rela&ccedil;&atilde;o direta e positiva entre a pr&aacute;tica desportiva e os  			resultados acad&eacute;micos. Tamb&eacute;m no que se refere &agrave; rela&ccedil;&atilde;o entre os setores da pr&aacute;tica desportiva (escolar, federado e ambos) e as taxas de aprova&ccedil;&atilde;o  			escolar, n&atilde;o se constataram diferen&ccedil;as significativas entre os tr&ecirc;s grupos. Contudo, &eacute; curioso verificar que os praticantes que est&atilde;o simultaneamente nos  			dois setores desportivos, apresentaram uma taxa de sucesso ligeiramente superior aos praticantes do setor federado e do setor escolar. &Eacute; caso para  			questionar: se os estudantes acumulam dois setores de pr&aacute;tica desportiva, e supondo que esta pr&aacute;tica desportiva seja regular e estruturada, em que medida  			s&atilde;o prejudicados ou beneficiados nos estudos? Segundo a investiga&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea, o desporto estruturado e regular implica desenvolvimento de compet&ecirc;ncias  			sociais e educativas (Bailey et al., 2009; Bento, 2007) e facilita o processo de inclus&atilde;o social (Bailey, 2005; Coakley’s, 1993). Outras experi&ecirc;ncias  			desportivas realizadas no &acirc;mbito da unidade curricular de desporto educativo nas escolas, muito parecidas com as atividades do setor federado, t&ecirc;m colocado  			em evid&ecirc;ncia benef&iacute;cios interessantes ao n&iacute;vel da aprendizagem para o desporto, da corresponsabiliza&ccedil;&atilde;o dos alunos em tarefas de gest&atilde;o e treino (Hastie,  			1996; Siedentop, 1998; Siedentop, 2002), bem como do esp&iacute;rito de grupo e da afinidade de equipa (Macphail, Kirk, &amp; Kinchin, 2004). Contudo, os  			resultados do estudo n&atilde;o permitem identificar diferen&ccedil;as a este n&iacute;vel. 		</p> 		 		    <p> 			A modalidade de futebol/futsal foi a mais praticada para o setor escolar, em ambos os setores e a segunda mais praticada no setor federado. O futebol &eacute; o  			desporto mais popular praticado em Portugal Continental e na Madeira. &Eacute; esta a modalidade desportiva que tem mais praticantes, que tem mais visibilidade e  			exposi&ccedil;&atilde;o medi&aacute;tica e que mais tem crescido na &uacute;ltima d&eacute;cada, num panorama de aumento generalizado do n&uacute;mero de praticantes nas v&aacute;rias modalidades. Entre o  			quase meio milh&atilde;o de praticantes desportivos federados existentes em Portugal, no ano de 2009, quase um ter&ccedil;o (144.557) era composto por futebolistas,  			entre o futebol profissional e n&atilde;o profissional, distribu&iacute;dos pelos v&aacute;rios escal&otilde;es et&aacute;rios, o que representa quase seis vezes mais do que os existentes na  			segunda modalidade mais praticada, o basquetebol (25.550 atletas federados).  		</p> 		 		    <p> 			Ao analisar-se o sucesso escolar no grupo de praticantes de futebol/futsal e no grupo de praticantes de outras modalidades, verificou-se que era no grupo  			do futebol/futsal onde os alunos reprovavam mais. Porque ser&aacute; que existem diferen&ccedil;as substanciais? Ser&aacute; pelo facto de muitos jovens futebolistas serem  			iludidos com oportunidades e boas expetativas de carreira profissional desde muito cedo? Veja-se o caso de escolas de forma&ccedil;&atilde;o em futebol que nascem e  			proliferam no pa&iacute;s alimentando as expetativas dos pais e as carreiras desportivas de jovens futebolistas.  		</p> 		 		    <p> 			Em todo o caso, os resultados do estudo devem ser lidos e interpretados &agrave; luz do fator g&eacute;nero. No presente estudo, bem como nos estudos conhecidos sobre o  			fen&oacute;meno (Alexandre, 1999; Crosnoe, 2001; Gon&ccedil;alves, Silva, &amp; Cruz, 2007; Kilpatric, Hebert, &amp; Bartholomew, 2005; Mendon&ccedil;a, 2007), o sucesso  			escolar era claramente superior para o g&eacute;nero feminino. Ao considerar-se que o grupo de alunos que pratica futebol/futsal &eacute; constitu&iacute;do quase na totalidade  			por rapazes e que o grupo de alunos que praticam outras modalidades &eacute; composto em grande parte por raparigas, espera-se que no grupo de praticantes de  			outras modalidades o sucesso escolar (nunca reprovaram) fosse significativamente superior. Importa ainda real&ccedil;ar que as modalidades desportivas de andebol,  			futebol/futsal, os desportos de combate, e outras que envolvem uma confronta&ccedil;&atilde;o direta entre os opositores, s&atilde;o mais preferidas pelos rapazes. Os dados do  			estudo apenas alvitram o problema do insucesso escolar junto dos rapazes que praticam futebol/futsal. Ser&atilde;o necess&aacute;rios estudos que investiguem este  			problema e procurem interpretar este fen&oacute;meno com outra profundidade. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Em sentido contr&aacute;rio, &eacute; de real&ccedil;ar que as modalidades desportivas de gin&aacute;stica e nata&ccedil;&atilde;o foram as que apresentaram maiores taxas de aprova&ccedil;&atilde;o. Ser&aacute; que  			estas se caracterizam por uma maior disciplina e rigor na organiza&ccedil;&atilde;o do tempo e das responsabilidades escolares e desportivas? Os resultados da  			investiga&ccedil;&atilde;o sobre o g&eacute;nero e a pr&aacute;tica desportiva e o aproveitamento escolar, indicam que as raparigas evidenciam maiores taxas de aprova&ccedil;&atilde;o no ensino  			secund&aacute;rio do que os rapazes (Azzarito &amp; Solman, 2009; Daley &amp; O’ gara, 1998, Mendon&ccedil;a, 2007; Pageorgiou, Hassandra, &amp; Hatzigeorgiadis, 2008).  			Igualmente, as raparigas tendem a preferir as modalidades desportivas que favore&ccedil;am mais o desenvolvimento da condi&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e a constru&ccedil;&atilde;o de amizades e  			o divertimento (Meece, Glienke, &amp; Burg, 2006). 		</p> 		 		    <p> 			Outros estudos (Gon&ccedil;alves et al., 2007; Lee, Whitehead, &amp; Balchin, 2000) tamb&eacute;m constataram que as modalidades individuais tendem a apresentar maiores  			comportamentos de responsabilidade e de auto-organiza&ccedil;&atilde;o, enquanto as coletivas tendem a valorizar os comportamentos de entreajuda, de confronta&ccedil;&atilde;o e de  			gosto pela competi&ccedil;&atilde;o. Mais estudos s&atilde;o requeridos para identificar os diferentes efeitos da pr&aacute;tica desportiva de certas modalidades desportivas nos  			planos do rendimento escolar e no desenvolvimento de compet&ecirc;ncias sociais. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			A concretiza&ccedil;&atilde;o deste estudo permitiu concluir que n&atilde;o existe uma rela&ccedil;&atilde;o significativa entre a pr&aacute;tica desportiva e o (in)sucesso escolar, porquanto se  			verificou que a taxa de reprova&ccedil;&atilde;o/aprova&ccedil;&atilde;o n&atilde;o diferia significativamente entre os alunos praticantes e os n&atilde;o praticantes de desporto. 		</p> 		 		    <p> 			Ap&oacute;s se ter procurado verificar se o setor em que os alunos praticavam desporto estaria associado ao melhor ou pior aproveitamento escolar chegou-se &agrave;  			conclus&atilde;o que praticar desporto na escola, nos clubes federados ou simultaneamente em ambos, n&atilde;o tem uma rela&ccedil;&atilde;o significativa com as reprova&ccedil;&otilde;es escolares. 		</p> 		 		    <p> 			Os resultados permitiram verificar que existe uma associa&ccedil;&atilde;o entre a modalidade de futebol/futsal e o (in)sucesso escolar, sendo que os praticantes desta  			modalidade t&ecirc;m um aproveitamento significativamente pior do que os das restantes. 		</p> 		 		    <p> 			Contudo, estes resultados por si s&oacute; n&atilde;o permitem afirmar, de forma absoluta, que a pr&aacute;tica de uma modalidade desportiva enquadrada num determinado setor,  			influencie o (in)sucesso escolar. At&eacute; porque, o (in)sucesso escolar foi analisado tendo por base uma &uacute;nica vari&aacute;vel (reprova&ccedil;&otilde;es) e a sua rela&ccedil;&atilde;o com a  			pr&aacute;tica desportiva.  Poder&atilde;o haver outras vari&aacute;veis, como por exemplo, os anos de experi&ecirc;ncia, a frequ&ecirc;ncia de treinos e competi&ccedil;&otilde;es e o n&iacute;vel competitivo  			dos atletas, que merecem ser estudadas na sua rela&ccedil;&atilde;o com o fen&oacute;meno do estudo e do aproveitamento escolar. Nesta medida, futuramente seria interessante  			estudar estas e outras vari&aacute;veis com o intuito de conhecer as causas e fatores que influenciam o rendimento escolar dos alunos. N&atilde;o deixa de ser relevante  			que esta amostra de alunos do 3&ordm; ciclo e do ensino secund&aacute;rio, que &eacute; significativa e representativa de uma regi&atilde;o aut&oacute;noma ultraperif&eacute;rica, apresente  			uma taxa de reprova&ccedil;&atilde;o ao longo do percurso escolar na ordem dos 40%, um valor acima dos conhecidos a n&iacute;vel da Europa. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Alexandre, J. (1999). <i>Insucesso escolar: O caso portugu&ecirc;s</i>. Dispon&iacute;vel em:  			<a href="http://br.monografias.com/trabalhos3/insucesso-escolar/insucesso-escolar.shtml" target="_blank">http://br.monografias.com/trabalhos3/insucesso-escolar/insucesso-escolar.shtml</a>. Acesso em 12 de janeiro de 2012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201300030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Azzarito, L., &amp; Solmon, M. (2009). An investigation of students’ embodied discourses in physical education: A gender project. <i>Journal of Teaching in  			Physical Education, 28</i>(2), 173-191.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201300030000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Bailey, R. (2005). Evaluating the relationship between physical education, sport and social inclusion. <i>Educational Review, 57</i>, 72-90.  			doi:10.1080/0013191042000274196 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201300030000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Bailey, R., Armour, K., Kirk, D., Jess, M., Pickup, I., &amp; Sandford, R. (2009). The educational benefits claimed for physical education and school  			sport. <i>Research Papers in Education, 24</i>(1) 1-26. doi:10.1080/02671520701809817 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201300030000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Barber, B., Eccles, J., &amp; Stone, M. (2001). Whatever happened to the jock, the brain, and the princess? Young adult pathways linked to adolescent  			activity involvement and social identity. <i>Journal of Adolescent Research, 16</i>(5), 429-455. doi:10.1177/0743558401165002 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201300030000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Bento, J. (2007). Em defesa do desporto. In: J. Bento, &amp; J. Constantino (Ed.), <i>Em defesa do desporto: Muta&ccedil;&otilde;es e valores em conflito</i>. Lisboa:  			Almedina.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201300030000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Carlson, T., &amp; Hastie, P. (1997). The student social system within sport education. <i>Journal of Teaching in Physical Education, 16</i>, 176-195.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201300030000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Coakley’s, J. (1993). Sport and socialization. <i>Exercise and Sport Sciences Reviews, 21</i>(1), 169-200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201300030000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Crosnoe, R. (2001). The social world of male and female athletes in high school. <i>Sociological Studies of Children and Youth, 8</i>, 89-110.  			doi:10.1016/S1537-4661(01)80006-4 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201300030000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Daley, A., &amp; O’gara, A. (1998). Age, gender and motivation for participation in extra curricular physical activities in secondary school adolescents.  			<i>European Physical Education Review, 4</i>(1), 47-53. doi:10.1177/1356336X9800400105 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201300030000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Eldar, E. (2001). <i>The role of confrontation games in the assessment, prediction and reduction of violent behavior patterns among elementary school  			students</i>. Paper presented at Teaching Games for Understanding in Physical Education and Sport, Plymouth State, College, New Hampshire, USA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201300030000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Fejgin, N., &amp; Hanegby, R. (2001). Social functions of the school sport club in Israel in the eyes of physical educators and other teachers. <i>Physical  			Education &amp; Sport Pedagogy, 6</i>(1), 55-74. doi:10.1080/1740898010060106 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201300030000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Gabinete Coordenador do Desporto Escolar - GCDE (2011). Programa orientador do 2&ordm; e 3&ordm;ciclos do Ensino B&aacute;sico e secund&aacute;rio – Secretaria Regional  			de Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.madeira-edu.pt/tabid/1970/Default.aspx" target="_blank"> 			http://www.madeira-edu.pt/tabid/1970/Default.aspx</a>. Acesso em: 12 de dezembro de 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201300030000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Gon&ccedil;alves, C., Silva, M., &amp; Cruz, J. (2007). Efeito do g&eacute;nero, contexto de pr&aacute;tica e tipo de modalidade desportiva sobre os valores no desporto de  			jovens. <i>Boletim da Sociedade Portuguesa de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, 21</i>(7), 1-86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300030000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Guest, A., &amp; Schneider, B. (2003). Adolescents’ extracurricular participation in context: The mediating effects of schools, communities, and identity.  			<i>Sociology of Education, 76</i>(2), 89-109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201300030000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hartmann, D. (2008). High school sports participation and educational attainment: Recognizing, assessing, and utilizing the relationship. Report to the  			LA84 Foundation, Douglas Hartmann, University of Minnesota. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.la84foundation.org/3ce/HighSchoolSportsParticipation.pdf"  			target="_blank">http://www.la84foundation.org/3ce/HighSchoolSportsParticipation.pdf</a>. Acesso em 10 de mar&ccedil;o de 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201300030000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hastie, P. (1996). Student role involvement during a unit of sport education. <i>Journal of Teaching in Physical Education, 16</i>, 88-103.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201300030000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Hastie, P. (1998). The participation and perceptions of girls within a unit of sport education. <i>Journal of Teaching in Physical Education, 17</i>,  			157-171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201300030000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Kilpatric, M., Hebert, E., &amp; Bartholomew, J. (2005). College students` motivation for physical activity: Differentiating men`s and women`s motives for  			sport participation and exercise. <i>Journal of American College Health, 54</i>, 87-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201300030000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Lee, M., Whitehead, J., &amp; Balchin, N. (2000). The measurement of values in youth sport: Development of the Youth Sport Values Questionnaire. <i>Journal  			of Sport &amp; Exercise Psychology, 22</i>(4), 307-326.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201300030000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Macphail. A., Kirk. D., &amp; Kinchin, G. (2004). Sport Education: Promoting team affiliation through physical education. <i>Journal of Teaching in  			Physical Education, 23</i>(2), 106-122.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201300030000200021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Meece, J., Glienke, B., &amp; Burg, S. (2006). Gender and motivation. <i>Journal of School Psychology, 44</i>, 351-373. doi: 10.1016/j.jsp.2006.04.004.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201300030000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Mendon&ccedil;a, A. (2007). <i>A problem&aacute;tica do insucesso escolar</i>: A escolaridade obrigat&oacute;ria no arquip&eacute;lago da Madeira em finais do s&eacute;culo XX (1994-2000) (Tese de  			Doutoramento n&atilde;o publicada). Universidade da Madeira, Funchal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201300030000200023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Pageorgiou, M., Hassandra, M., &amp; Hatzigeorgiadis, A. (2008). Fair play in physical education: Effects of sex, age and intrinsic motivation. <i> 			Inquiries in Sport &amp; Physical Education, 6</i>(2), 162.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201300030000200024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Santos, A. (2006). <i>O processo de desenvolvimento moral e o esp&iacute;rito desportivo</i> - Fair Play. In AAVV &Eacute;tica e Fair Play - Novas perspetivas, novas  			exig&ecirc;ncias. Lisboa: Confedera&ccedil;&atilde;o do Desporto de Portugal.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201300030000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Siedentop, D. (1998). What is sport education and how does it work? <i>Journal of Physical Education, Recreation, &amp; Dance, 69</i>(18),    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201300030000200026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->?. 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Siedentop, D. (2002). Sport education: A retrospective. <i>Journal of Teaching in Physical Education, Recreation, and Dance, 21</i>, 409-418.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201300030000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Valle, M. (2003). Atletas de alto rendimento: Identidades em constru&ccedil;&atilde;o (Disserta&ccedil;&atilde;o de Mestrado). Dispon&iacute;vel em: <a href= 			"http://www.psicoesporte.com.br/Downloads/dissertacao.pdf" target="_blank">http://www.psicoesporte.com.br/Downloads/dissertacao.pdf</a>. Acesso em 10 abril  			de 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201300030000200028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Zenha, V., Resende, R., &amp; Gomes, A. (2009). Desporto de alto rendimento e sucesso escolar: An&aacute;lise e estudo de fatores influentes no seu &ecirc;xito. In  J.  			Fern&aacute;ndez, G. Torres, &amp; A. Montero (Eds.), <i>II Congresso Internacional de Deportes de Equipo</i> (pp. 1-10). Corunha: Espanha.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201300030000200029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a><a name="c0"></a></i> 			H&eacute;lio Ricardo Louren&ccedil;o Antunes, Universidade da Madeira, Campus Universit&aacute;rio da Penteada, 9020-105 Funchal, Portugal. 			<i>	E-mail:</i> <a href="mailto:h.antunes@uma.pt">h.antunes@uma.pt</a> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Agradecimentos:</b></p> 		 		    <p> 			&Agrave; Secretaria Regional de Educa&ccedil;&atilde;o e Cultura e &agrave; Dire&ccedil;&atilde;o Regional de Educa&ccedil;&atilde;o do Governo Regional da Madeira. &Agrave;s escolas e professores que colaboraram na  			aplica&ccedil;&atilde;o e recolha dos question&aacute;rios. 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 14.02.2012   &brvbar;   Aceite: 15.05.2013</p> 	     ]]></body><back>
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