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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito de diferentes intervalos entre as tentativas do teste de 1-RM no desempenho de força máxima em mulheres]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Test of one repetition maximum (1-RM) is often used to measure the strength of an individual in a given exercise. The purpose of this study was to compare the effect of different intervals between the attempts of the 1-RM test on the maximum strength performance in women on the leg press 45°. Thus, 12 volunteers (19 ± 1 year) resistance exercises to practice at least six months, were submitted to four sessions of testing, alternated by at least 48 hours. The recovery intervals between the attempts of the 1-RM test were 30, 45, 60 and 180 seconds, with order randomly determined. To identify the difference between the intervals proposed was applied to analysis of variance One-way ANOVA (p < .05). The results revealed no significant differences in performance for maximal strength in women, compared to the average values obtained in each test interval. These findings indicate that for maximal strength measure in leg press 45°, intervals less than a minute (30 - 45 seconds) can be used with the same accuracy as longer intervals, providing greater time economy for 1-RM test application.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Efeito de diferentes intervalos entre as tentativas do teste de 1-RM no desempenho de for&ccedil;a m&aacute;xima em mulheres</b> 		</p> 		    <p> 			<b>Effect of different intervals between the attempts of the 1-RM test performance in maximum strength in women</b> 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			<b> 				R.C. Paix&atilde;o<sup>I</sup>, 				M. Costa Junior<sup>I</sup>, 				L.D. Galdino<sup>I</sup>, 				G.G. Agostini<sup>I</sup>, 				J.D. Nunes<sup>I</sup> 			</b> 		</p> 		 		    <p> 			<sup>I</sup>Universidade Federal de Uberl&acirc;ndia, Brasil. 		</p> 		 		    <p><i><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			O teste de uma repeti&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima (1-RM) &eacute; frequentemente aplicado para medir a for&ccedil;a de um indiv&iacute;duo em um determinado exerc&iacute;cio. O  			objetivo do presente estudo foi comparar o efeito de diferentes intervalos entre as tentativas do teste de 1-RM no desempenho de for&ccedil;a  			m&aacute;xima em mulheres no exerc&iacute;cio leg press 45&deg;. Para tanto, 12 volunt&aacute;rias (19 &plusmn; 1 ano) praticantes de exerc&iacute;cios resistidos  			h&aacute; no m&iacute;nimo seis meses foram submetidas a quatro sess&otilde;es de testes, alternadas por no m&iacute;nimo 48 horas de repouso. Os intervalos de  			recupera&ccedil;&atilde;o entre as tentativas do teste de 1-RM foram de 30, 45, 60 e 180 segundos, sendo que a ordem de execu&ccedil;&atilde;o foi definida  			aleatoriamente. Para identifica&ccedil;&atilde;o da diferen&ccedil;a entre os intervalos propostos foi aplicada a an&aacute;lise de vari&acirc;ncia ANOVA One-way (<i>p  			</i>&lt; .05). Os resultados n&atilde;o revelaram diferen&ccedil;as significativas no desempenho de for&ccedil;a m&aacute;xima em mulheres, quando comparados os  			valores m&eacute;dios de teste obtidos em cada um dos intervalos propostos. Esses achados indicam que para a medida de for&ccedil;a m&aacute;xima no  			exerc&iacute;cio leg press 45&deg;, intervalos menores do que um minuto (30 - 45 segundos) podem ser utilizados com a mesma precis&atilde;o que  			intervalos maiores, garantindo maior economia de tempo para a aplica&ccedil;&atilde;o do teste de 1-RM. 		</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Palavras-chave</i>: exerc&iacute;cio, teste de 1-rm, recupera&ccedil;&atilde;o, desempenho</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			Test of one repetition maximum (1-RM) is often used to measure the strength of an individual in a given exercise. The purpose of this  			study was to compare the effect of different intervals between the attempts of the 1-RM test on the maximum strength performance in  			women on the leg press 45&deg;. Thus, 12 volunteers (19 &plusmn; 1 year) resistance exercises to practice at least six months, were  			submitted to four sessions of testing, alternated by at least 48 hours. The recovery intervals between the attempts of the 1-RM test  			were 30, 45, 60 and 180 seconds, with order randomly determined. To identify the difference between the intervals proposed was applied  			to analysis of variance One-way ANOVA (<i>p</i> &lt; .05). The results revealed no significant differences in performance for maximal  			strength in women, compared to the average values obtained in each test interval. These findings indicate that for maximal strength  			measure in leg press 45&deg;, intervals less than a minute (30 - 45 seconds) can be used with the same accuracy as longer intervals,  			providing greater time economy for 1-RM test application. 		</p> 		    <p><i>Keywords</i>: exercise, 1-rm test, recovery, performance</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			O aumento da for&ccedil;a muscular tem se apresentado como um dos principais benef&iacute;cios do treinamento resistido (TR), visto que essa  			qualidade f&iacute;sica &eacute; decisiva para melhorar o desempenho atl&eacute;tico bem como a execu&ccedil;&atilde;o de atividades da vida di&aacute;ria (Kraemer &amp;  			Ratamess, 2004). Por sua vez, o TR pode ser prescrito em fun&ccedil;&atilde;o da combina&ccedil;&atilde;o de diversas vari&aacute;veis, quais como a carga de treinamento  			e o intervalo de descanso entre as s&eacute;ries (American College os Sports Medicine &#91;ACSM&#93;, 2009). 		</p> 		 		    <p> 			Nesse contexto, o teste de uma repeti&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima (1-RM), capaz de definir a maior carga que o indiv&iacute;duo consegue levantar de maneira  			correta e em uma &uacute;nica vez (Slade, Miszko, Laity, Agrawal, &amp; Cress, 2002), &eacute; a avalia&ccedil;&atilde;o mais comumente aplicada para a mensura&ccedil;&atilde;o  			da for&ccedil;a muscular din&acirc;mica m&aacute;xima (Brown &amp; Weir, 2001), servindo como um importante par&acirc;metro de escolha para a percentagem de  			carga a ser utilizada durante os treinamentos, conforme os objetivos de cada sujeito. 		</p> 		 		    <p> 			Entretanto, embora tal teste seja considerado padr&atilde;o-ouro para a mensura&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a m&aacute;xima em situa&ccedil;&otilde;es n&atilde;o-laboratoriais (Levinger et  			al., 2007), &eacute; comum encontrar na literatura protocolos bastante diferentes em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua aplicabilidade, principalmente no que diz  			respeito ao intervalo entre as tentativas (Miszko et al., 2003; Tracy, Byrnes, &amp; Enoka, 2004; Schroeder et al., 2007;  			DiFrancisco-Donoghue, Werner, &amp; Douris, 2007). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Miszko et al. (2003) ao verificarem o efeito de um treinamento de for&ccedil;a e pot&ecirc;ncia em homens e mulheres com idade m&eacute;dia de 72.5 &plusmn; 			 6.3 anos, adotaram um protocolo para avalia&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a muscular m&aacute;xima, onde o intervalo entre as tentativas foi igual ou superior a  			tr&ecirc;s minutos. Em contrapartida, DiFrancisco-Donoghue et al. (2007) ao investigarem o efeito de duas diferentes freq&uuml;&ecirc;ncias de  			treinamento resistido em uma popula&ccedil;&atilde;o idosa, aplicaram o teste de 1-RM para seis exerc&iacute;cios diferentes, utilizando para isso  			intervalos de apenas 30 segundos entre as tentativas em um mesmo aparelho e dois minutos de intervalo entre um aparelho e outro.  		</p> 		 		    <p> 			Assim, observamos que embora existam grandes diferen&ccedil;as em rela&ccedil;&atilde;o ao tempo de descanso adotado entre as tentativas dos testes de 1-RM,  			poucas pesquisas se propuseram a comparar o efeito que a manipula&ccedil;&atilde;o dessa vari&aacute;vel pode causar sobre os resultados finais de for&ccedil;a  			obtidos neste tipo de avalia&ccedil;&atilde;o (Matuszak, Fry, Weiss, Ireland, &amp; McKnight, 2003; Weir, Wagner, &amp; Housh, 1994). Al&eacute;m disso, os  			raros trabalhos encontrados na literatura investigaram somente intervalos iguais ou superiores a um minuto e contaram com uma popula&ccedil;&atilde;o  			amostral exclusivamente do g&ecirc;nero masculino, que por vez apresenta caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas e metab&oacute;licas diferentes em rela&ccedil;&atilde;o ao  			g&ecirc;nero feminino (Burd, Tang, Moore, &amp; Phillips, 2008), podendo este ser um fator influente sobre o rendimento do teste. 		</p> 		 		    <p> 			Portanto, o objetivo deste estudo foi comparar o desempenho de for&ccedil;a m&aacute;xima em mulheres aparentemente saud&aacute;veis, quando submetidas a  			intervalos de 30, 45, 60 e 180 segundos entre as tentativas do teste de 1-RM no exerc&iacute;cio leg press 45&deg;. Nossa hip&oacute;tese de trabalho  			foi de que mesmo em situa&ccedil;&otilde;es de teste envolvendo intervalos mais curtos o desempenho final n&atilde;o seria comprometido, sendo o n&uacute;mero  			limitado de tentativas um dos fatores determinantes para isso. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    <p> 			Doze mulheres (19 &plusmn; 1 ano; 57.9 &plusmn; 4.64 kg; 165.58 &plusmn; 4.66 cm), aparentemente saud&aacute;veis participaram voluntariamente  			deste estudo. Como crit&eacute;rios de inclus&atilde;o as participantes deveriam praticar exerc&iacute;cios resistidos regularmente ( &gt; duas vezes por  			semana) h&aacute; no m&iacute;nimo seis meses, n&atilde;o portarem quaisquer enfermidades osteomioarticulares que pudessem influenciar a execu&ccedil;&atilde;o correta do  			exerc&iacute;cio e n&atilde;o realizarem suplementa&ccedil;&atilde;o de creatina. Todas as volunt&aacute;rias assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido, e  			foram informadas dos riscos e benef&iacute;cios envolvidos nos procedimentos adotados. A massa corporal dos sujeitos foi mensurada em uma  			balan&ccedil;a digital (Micheletti, Brasil) e a estatura foi obtida em um estadi&ocirc;metro (Sanny, Brasil). 		</p> 		 		    <p> 			O protocolo experimental seguiu a resolu&ccedil;&atilde;o 196/96 do Conselho Nacional de Sa&uacute;de, sendo aprovado pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica e Pesquisa da  			Universidade Federal de Uberl&acirc;ndia sob o protocolo CEP/UFU 393/10. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Instrumentos</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			O exerc&iacute;cio <i>leg press</i> 45&deg; (GN Sport, Brasil) foi escolhido por ser bastante popular no TR de indiv&iacute;duos com diferentes  			n&iacute;veis de treinamento. Esse fato pode ser parcialmente explicado por esse exerc&iacute;cio ser multiarticular, envolver grandes grupos  			musculares e possuir muitas similaridades mec&acirc;nicas e neuromusculares com movimentos atl&eacute;ticos (Escamilla et al., 2001). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			Para a realiza&ccedil;&atilde;o desse estudo, as volunt&aacute;rias compareceram ao Laborat&oacute;rio de Fisiologia do Desempenho (LAFIDE), da Universidade  			Federal de Uberl&acirc;ndia, em quatro dias alternados por, no m&iacute;nimo, 48 horas.  		</p> 		 		    <p> 			Os intervalos de recupera&ccedil;&atilde;o entre as tentativas do teste de 1-RM foram de 30, 45, 60 e 180 segundos. A ordem de execu&ccedil;&atilde;o dos testes  			com diferentes intervalos foi definida aleatoriamente por meio de sorteio. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Protocolo do Teste de 1-RM</i></p> 		 		    <p> 			O protocolo adotado para o teste seguiu as recomenda&ccedil;&otilde;es de Brown e Weir (2001). O aquecimento consistiu de tr&ecirc;s s&eacute;ries. A 1&deg; s&eacute;rie  			foi realizada apenas com o peso da plataforma do aparelho (30 kg) executando-se 20 repeti&ccedil;&otilde;es, a 2&deg; s&eacute;rie com oito repeti&ccedil;&otilde;es e  			aproximadamente 50% da carga estimada de 1-RM, e a 3&deg; s&eacute;rie com tr&ecirc;s repeti&ccedil;&otilde;es e aproximadamente 75% da carga estimada de 1-RM.  			Entre cada uma dessas s&eacute;ries foi concedido ao volunt&aacute;rio um minuto de descanso. Ao fim da &uacute;ltima s&eacute;rie de aquecimento foram respeitados  			tr&ecirc;s minutos de intervalo antes da 1&deg; tentativa do teste propriamente dito. Foram concedidas no m&aacute;ximo cinco tentativas para  			obten&ccedil;&atilde;o da carga m&aacute;xima levantada. A m&eacute;dia de tentativas em cada sess&atilde;o de testes, na corrente pesquisa, foi de 4.75 &plusmn; 0.73. 		</p> 		 		    <p> 			Antes do 1&deg; teste foi determinado, por meio de um goni&ocirc;metro manual (Carci, Brasil), o ponto at&eacute; o qual o volunt&aacute;rio deveria  			realizar a fase exc&ecirc;ntrica do movimento (90&deg; de flex&atilde;o do joelho). Dessa maneira, em todas as sess&otilde;es o movimento iniciava pela  			fase exc&ecirc;ntrica (1 - 2 segundos), e era conclu&iacute;do ao fim da fase conc&ecirc;ntrica. 		</p> 		 		    <p> 			Ao longo de todos os testes, dois avaliadores proviam as condi&ccedil;&otilde;es de seguran&ccedil;a e garantiam a execu&ccedil;&atilde;o correta do exerc&iacute;cio. Conforme  			sugerido por McNair, Depledge, Brettkelly, &amp; Stanley (1996), foram utilizados incentivos verbais padronizados e realizados pelo  			mesmo avaliador. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    <p> 			Para a verifica&ccedil;&atilde;o de normalidade foi aplicado o <i>Shapiro Wilk&acute;s test</i> em todos os conjuntos de dados. Na seq&uuml;&ecirc;ncia, foi aplicada  			a an&aacute;lise de vari&acirc;ncia ANOVA <i>One-way</i> para identifica&ccedil;&atilde;o da diferen&ccedil;a entre os intervalos propostos. O n&iacute;vel de signific&acirc;ncia  			adotado foi de <i>p</i> &lt; .05. O <i>software</i> utilizado foi <i>Statistica</i> vers&atilde;o <i>7.0</i> (USA). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p> 			A <a href="#t1">Tabela 1</a> e a <a href="#f1">Figura 1</a> apresentam os resultados dos testes de 1-RM para os intervalos de 30, 45,  			60 e 180 segundos. A an&aacute;lise de vari&acirc;ncia ANOVA One-way, n&atilde;o identificou diferen&ccedil;as estatisticamente significativas entre os intervalos  			analisados (<i>p</i> = .87).  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		<a name="t1"></a> 		<img src="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a05t1.jpg"> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		<a name="f1"></a> 		<img src="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a05f1.jpg"> 		    
<p>&nbsp;</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    <p> 			O objetivo deste estudo foi comparar o desempenho de for&ccedil;a m&aacute;xima de mulheres aparentemente saud&aacute;veis quando submetidas a diferentes  			intervalos de recupera&ccedil;&atilde;o entre as tentativas do teste de 1-RM. Nesse sentido, os resultados mostraram que n&atilde;o houve diferen&ccedil;as  			estatisticamente significativas no rendimento do teste de 1-RM para intervalos de 30, 45, 60 e 180 segundos (<a href="#t1">Tabela 1</a>  			; <a href="#f1">Figura 1</a>). 		</p> 		 		    <p> 			Esses achados v&atilde;o ao encontro daqueles observados na pesquisa de Matuszak et al. (2003). Os autores analisaram o efeito de intervalos  			de um, tr&ecirc;s e cinco minutos sobre o rendimento de for&ccedil;a m&aacute;xima em homens com experi&ecirc;ncia em TR, concluindo que um minuto de descanso  			entre as tentativas do teste de 1-RM foi suficiente para a recupera&ccedil;&atilde;o do avaliado. 		</p> 		 		    <p> 			Nossos resultados corroboram tamb&eacute;m com os achados de Weir et al. (1994), que observaram o efeito de quatro intervalos distintos, sendo  			um, tr&ecirc;s, cinco e 10 minutos. De maneira semelhante &agrave; pesquisa supracitada, a amostra do estudo de Weir et al. (1994) tamb&eacute;m foi  			composta por homens habituados ao TR e os resultados n&atilde;o apontaram diferen&ccedil;as significativas entre os intervalos propostos. 		</p> 		 		    <p> 			Vale ressaltar, que o exerc&iacute;cio analisado em nosso estudo (<i>leg press</i> 45&deg;) para a determina&ccedil;&atilde;o da carga de 1-RM, &eacute; diferente  			daqueles utilizados por Matuszak et al. (2003) e Weir et al. (1994), que aplicaram tal teste no agachamento e no supino reto,  			respectivamente. Nesse contexto, as evid&ecirc;ncias indicam que independentemente do exerc&iacute;cio analisado envolver membros superiores ou  			inferiores, intervalos de repouso mais longos (5 - 10 minutos) n&atilde;o contribuem para um rendimento significativamente melhor no  			desempenho de for&ccedil;a m&aacute;xima. O mesmo n&atilde;o poderia ser afirmado at&eacute; ent&atilde;o a respeito de intervalos menores do que um minuto, devido &agrave;  			inexist&ecirc;ncia de trabalhos que fizeram essa an&aacute;lise. Logo, em nosso conhecimento, o presente estudo &eacute; o primeiro a comparar intervalos  			menores do que um minuto (30 e 45 segundos) em testes de 1-RM no exerc&iacute;cio leg press 45&deg; e o seu efeito sobre o desempenho da for&ccedil;a  			muscular m&aacute;xima de membros inferiores. Ademais, sugere-se que intervalos mais curtos (&lt; 1 minuto) podem ser utilizados na medida da  			for&ccedil;a com precis&atilde;o equivalente a intervalos mais extensos. 		</p> 		 		    <p> 			Adicionalmente, conforme j&aacute; mencionado a corrente pesquisa diferencia-se daquelas conduzidas por Matuszak et al. (2003) e Weir et al.  			(1994), pois sua amostra foi composta exclusivamente por mulheres, que por sua vez apresentam caracter&iacute;sticas f&iacute;sicas e  			metab&oacute;licas diferentes dos homens (Burd et al., 2008). Dias et al. (2005) acompanharam durante oito semanas 38 indiv&iacute;duos, de ambos os  			g&ecirc;neros, que realizaram 10 exerc&iacute;cios envolvendo membros inferiores, tronco e membros superiores. Esses autores demonstraram que as  			mulheres apresentam um incremento relativo de for&ccedil;a superior aos homens, o que garante a elas maior potencial para desenvolvimento da  			for&ccedil;a muscular do que eles ap&oacute;s curtos per&iacute;odos de TR. 		</p> 		 		    <p> 			Embora cada sess&atilde;o de testes tenha sido executada com um intervalo diferente entre as tentativas, em nenhuma delas foi realizada  			recupera&ccedil;&atilde;o ativa da musculatura envolvida. Sup&otilde;e-se que esse tipo de descanso facilitou o processo de ress&iacute;ntese da fosfocreatina  			(PCr), atrav&eacute;s de uma maior disponibilidade de oxig&ecirc;nio (Haseler, Hogan, &amp; Richardson, 1999), impedindo que houvesse uma queda  			brusca dos n&iacute;veis de concentra&ccedil;&atilde;o muscular desse fosfato altamente energ&eacute;tico mesmo quando utilizado tempos de intervalos menores (30 -  			45 segundos).  		</p> 		 		    <p> 			Ademais, o protocolo empregado no presente estudo utilizou um n&uacute;mero m&aacute;ximo de cinco tentativas para determina&ccedil;&atilde;o da carga m&aacute;xima,  			desta maneira, podemos sugerir que mesmo que o indiv&iacute;duo fosse submetido a todas as tentativas poss&iacute;veis, dificilmente os estoques de  			PCr seriam depletados a ponto de prejudicarem a execu&ccedil;&atilde;o do exerc&iacute;cio e o rendimento final de cada volunt&aacute;rio (Gomes &amp; Aoki, 2005),  			independentemente do intervalo de repouso empregado ser mais curto ou mais longo.  		</p> 		 		    <p> 			Consideremos tamb&eacute;m que em atividades conc&ecirc;ntricas m&aacute;ximas a fadiga perif&eacute;rica &eacute; desenvolvida primeiramente, seguida pela fadiga  			central (Babault, Desbrosses, Fabre, Michaut, &amp; Pousson, 2006). Como n&atilde;o houve diferen&ccedil;as no desempenho de for&ccedil;a m&aacute;xima nos  			intervalos de 30, 45, 60 e 180 segundos, podemos inferir que tempos mais curtos de recupera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o favorecem o estabelecimento de  			fadiga perif&eacute;rica e consequentemente de fadiga central. 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			O estudo limitou-se &agrave; an&aacute;lise do efeito de diferentes intervalos entre as tentativas do teste de 1-RM por meio da compara&ccedil;&atilde;o entre as  			cargas alcan&ccedil;adas. Para estudos futuros sugere-se a realiza&ccedil;&atilde;o de procedimentos que busquem elucidar a rela&ccedil;&atilde;o e a exata import&acirc;ncia  			das diversas fontes energ&eacute;ticas no suprimento das a&ccedil;&otilde;es desenvolvidas durante o teste. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    <p> 			A partir dos resultados encontrados no presente estudo, conclu&iacute;mos que os intervalos de 30, 45, 60 e 180 segundos n&atilde;o apresentam  			diferen&ccedil;as estatisticamente significativas no desempenho de for&ccedil;a m&aacute;xima no exerc&iacute;cio leg press 45&deg; em mulheres. Do ponto de vista  			pr&aacute;tico, esses achados garantem maior economia de tempo para a aplica&ccedil;&atilde;o do teste de 1-RM sem que a sua validade seja comprometida. 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			American College of Sports Medicine. (2009). Position stand on progression models in resistance training for healthy adults. <i> 			Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise, 41</i>(3), 687-708. doi: 10.1249 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201300030000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Babault, N., Desbrosses, K., Fabre, M., Michaut, A., &amp; Pousson, M. (2006). Neuromuscular fatigue development during maximal  			concentric and isometric knee extensions. <i>Journal of Applied Physiology, 100</i>(3), 780-785. doi: 10.1152 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201300030000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Brown, L.E., &amp; Weir, J.P. (2001). ASEP Procedures recommendation I: accurate assessment of muscular strength and power. <i>Journal  			of Exercise Physiology Online, 4</i>(3), 1-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201300030000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			Burd, N.A., Tang, J.E., Moore, D.R., &amp; Phillips, S.M. (2009). Exercise training and protein metabolism: influences of contraction,  			protein intake, and sex-based differences. <i>Journal of Applied Physiology, 106</i>(5), 1692-1701. doi: 10.1152 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201300030000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Dias, R.M.R., Cyrino, E.S., Salvador, E.P., Nakamura, F.Y., Pina, F.L.C., &amp; Oliveira, A. R. (2005). Impacto de oito semanas de  			treinamento com pesos sobre a for&ccedil;a muscular de homens e mulheres. <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 11</i>(4), 224-228.  			doi: 10.1590 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201300030000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			DiFrancisco-Donoghue, J., Werner, W., &amp; Douris, P.C. (2007). Comparison of once-weekly and twice-weekly strength training in older  			adults. British <i>Journal of Sports Medicine, 41</i>(1), 19-22. doi: 10.1136 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201300030000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Escamilla, J.R., Fleisig, G.S., Zheng, N., Lander, J.E., Barrentine, S.W., Andrews, J.R., … Moormam, C.T. (2001). Effect of technique  			variations on knee biomechanics during the squat and leg-press. <i>Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise, 33</i>(9),  			1552-1566. doi: 10.1249 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201300030000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Gomes, R.V., &amp; Aoki, M.S. (2005). Suplementa&ccedil;&atilde;o de creatina anula o efeito adverso do exerc&iacute;cio de endurance sobre o subsequente  			desempenho de for&ccedil;a <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 11</i>(2), 131-134. doi: 10.1590 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201300030000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Haseler, L.J., Hogan, M.C., &amp; Richardson, R.C. (1999). Skeletal muscle phosphocreatine recovery in exercise-trained humans is  			dependent on O2 availability. <i>Journal of Applied Physiology, 86</i>(6), 2013-2018. doi: 10.1152 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201300030000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Kraemer, W.J., &amp; Ratamess, N.A. (2004). Fundamentals of resistance training: progression and exercise prescription. <i>Medicine  			&amp; Science in Sports &amp; Exercise, 36</i>(4), 674-688. doi: 10.1249 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201300030000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Levinger, I., Goodman, C., Hare, D.L., Jerums, G., Toia, D., &amp; Selig, S. (2009). The reliability of the 1 RM strength test for  			untrained middle-aged individuals. <i>Journal of Science and Medicine in Sport, 12</i>(2), 310-316. doi: 10.1016 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201300030000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Matuszak, M.E., Fry, A.C., Weiss, L.W., Ireland, T.R., &amp; McKnight, M.M. (2003). Effect of Rest Interval Length on Repeated 1  			Repetition Maximum Back Squats. <i>Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 17</i>(4), 634-637. doi: 10.1519 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201300030000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			McNair, P.J., Depledge, J., Brettkelly, M., &amp; Stanley, S.N. Verbal encouragement: effects on maximum effort voluntary muscle  			action. <i>British Journal of Sports Medicine, 30</i>(3), 243-245. doi: 10.1136 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201300030000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Miszko, T.A., Cress, M.E., Slade, J.M., Covey, C.J., Agrawal, S.K., &amp; Doerr, C.E. (2003). Effect of Strength and Power Training on  			Physical Function in Community-Dwelling Older Adults. <i>Journal of Gerontology, 58</i>(2), 171-175. doi: 10.1093 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201300030000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Schroeder, E.T., Wang, Y., Castaneda-Sceppa, C., Cloutier, G., Vallejo, A.F., Kawakubo, M., … Sattler, F.R. (2007). Reliability of  			Maximal Voluntary Muscle Strength and Power Testing in Older Men. <i>Journal of Gerontology, 62</i>(5), 543-549. doi: 10.1093 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201300030000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Slade, J.M., Miszko, T.A., Laity, J.H., Agrawal, S.K., &amp; Cress, M.E. (2002). Anaerobic power and physical function in  			strength-trained and non-strength-trained older adults. <i>Journal of Gerontology, 57</i>(3), 168-172. doi: 10.1093 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201300030000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Tracy, B.L., Byrnes, W.C., &amp; Enoka, R.M. (2004). Strength training reduces force fluctuations during anisometric contractions of  			the quadriceps femoris muscles in old adults. <i>Journal of Applied Physiology, 96</i>(4), 1530-1540. doi: 10.1152 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201300030000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Weir, J.P., Wagner, L.L., &amp; Housh, T.J. (1994). The Effect of Rest Interval Length on Repeated Maximal Bench Presses. <i>Journal of  			Strength &amp; Conditioning Research, 8</i>(1), 58-60. doi: 10.1519 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201300030000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p> 		    <p> 			<i><a href="#topc0">Endere&ccedil;o para Correspond&ecirc;ncia:</a><a name="c0"></a></i> 			Jo&atilde;o Elias Dias Nunes, Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Fisioterapia (FAEFI - UFU), Rua Benjamin Constant, 1286, CEP 38400-678, Bairro  			Aparecida, Uberl&acirc;ndia, Minas Gerais, Brasil. 			<i>	E-mail:</i> <a href="mailto:dneyudi@hotmail.com">dneyudi@hotmail.com</a> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 29.04.2012   &brvbar;   Aceite: 15.05.2013</p> 	     ]]></body><back>
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