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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito de um programa escolar de estimulação motora sobre desempenho da função executiva e atenção em crianças]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The influence of physical activity in children’s development of executive function is not yet consensus among previous studies. So this study aims to evaluate the effects of school based motor stimulation in cognitive function responses in children aged 6 to 10 years of public schools at Brasília-Federal District, Brazil. It was formed two groups control (n = 40) and experimental (n = 40) who were studied before and after the intervention. The variable analyzed was: motor skills, executive function, reaction time and selective attention. The intervention occurred during 7 months, two times week, in a 50 minutes physical education classes. The results showed that there was a significant difference between groups in tests of executive function [F (1, 118) = 13.768, p = .001], reaction time [F (1, 118) = 18.352, p = .001] and attention selective [F (1, 64) = 14.531, p = .001]. Thus, it was observed that the experimental group improved not only its motor performance, but also significantly improved the performance of cognitive functions tested.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  		    <p> 			<b>Efeito de um programa escolar de estimula&ccedil;&atilde;o motora sobre desempenho da fun&ccedil;&atilde;o executiva e aten&ccedil;&atilde;o em crian&ccedil;as</b> 		</p> 		    <p> 			<b>Effect of school-based motor stimulation intervention on executive function and attention performance in children</b> 		</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p> 			<b> 				C.M. Cardeal<sup>I</sup>,  				L.A. Pereira<sup>II</sup>,  				P.F. Silva<sup>II</sup>,  				N.M. Fran&ccedil;a<sup>II</sup> 			</b> 		</p> 		 		    <p> 			<sup>I</sup>Universidade Federal do Rec&ocirc;ncavo da Bahia, Brasil. <br /> 			<sup>II</sup>Universidade Cat&oacute;lica de Bras&iacute;lia, Brasil. 		</p>  		    <p><i><a href="#c0">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a><a name="topc0"></a></i></p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESUMO</b></p> 		 		    <p> 			A influ&ecirc;ncia da atividade f&iacute;sica escolar no desenvolvimento da fun&ccedil;&atilde;o executiva infantil ainda n&atilde;o &eacute; consenso entre os estudos j&aacute; realizados, portanto esse  			estudo tem como objetivo verificar o efeito da estimula&ccedil;&atilde;o motora, nas respostas da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva de crian&ccedil;as na faixa et&aacute;ria de 6 a 10 anos, de escolas  			p&uacute;blicas do Distrito Federal, Brasil. Foram formados 2 grupos controle (<i>n </i>= 40) e experimental (<i>n </i>= 40), avaliados antes e depois da  			interven&ccedil;&atilde;o, as vari&aacute;veis analisadas: motricidade, fun&ccedil;&atilde;o executiva, tempo de rea&ccedil;&atilde;o e aten&ccedil;&atilde;o seletiva. A interven&ccedil;&atilde;o ocorreu durante 7 meses com aulas de  			educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica escolar. Os resultados demonstraram que ocorreu uma diferen&ccedil;a significativa entre os grupos nos testes de fun&ccedil;&atilde;o executiva &#91;F<sub>(1, 118) 			</sub>= 13.768; <i>p </i>= .001&#93;, tempo de rea&ccedil;&atilde;o &#91;F<sub>(1, 118)</sub>= 18.352; <i>p </i>= .001&#93; e aten&ccedil;&atilde;o seletiva &#91;F<sub>(1, 64)</sub>= 14.531; <i>p </i> 			= .001&#93;. Desse modo, foi observado que, o grupo que sofreu interven&ccedil;&atilde;o melhorou n&atilde;o somente o aspecto motor, mas tamb&eacute;m melhorou de forma significativa o  			desempenho das fun&ccedil;&otilde;es cognitivas testadas. 		</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><i>Palavras-chave</i>: fun&ccedil;&atilde;o executiva, desenvolvimento infantil, escolares, educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>ABSTRACT</b></p> 		 		    <p> 			The influence of physical activity in children’s development of executive function is not yet consensus among previous studies. So this study aims to  			evaluate the effects of school based motor stimulation in cognitive function responses in children aged 6 to 10 years of public schools at Bras&iacute;lia-Federal  			District, Brazil. It was formed two groups control (<i>n</i> = 40) and experimental (<i>n</i> = 40) who were studied before and after the intervention. The  			variable analyzed was: motor skills, executive function, reaction time and selective attention. The intervention occurred during 7 months, two times week,  			in a 50 minutes physical education classes. The results showed that there was a significant difference between groups in tests of executive function &#91;F  			<sub>(1, 118)</sub> = 13.768, <i>p</i> = .001&#93;, reaction time &#91;F <sub>(1, 118)</sub> = 18.352, <i>p</i> = .001&#93; and attention selective &#91;F <sub>(1, 64) 			</sub> = 14.531, <i>p</i> = .001&#93;. Thus, it was observed that the experimental group improved not only its motor performance, but also significantly  			improved the performance of cognitive functions tested. 		</p> 		    <p><i>Keywords</i>: executive function, child development, school physical education</p> 		    <p>&nbsp;</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p> 			Aliado a matura&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica o desenvolvimento das capacidades motoras garante ao indiv&iacute;duo condi&ccedil;&otilde;es de movimentar-se de maneira cont&iacute;nua, em ritmos  			variados e de diversas formas. Entretanto, h&aacute; que se considerar que as altera&ccedil;&otilde;es ocorridas no sistema motor da crian&ccedil;a ocorrem concomitantemente ao  			desenvolvimento do sistema cognitivo e, portanto, n&atilde;o h&aacute; como dissociar esses dois aspectos do desenvolvimento, pois ambos coexistem no mesmo organismo.  			Nessa tentativa de observar rela&ccedil;&atilde;o entre o sistema cognitivo e a atividade f&iacute;sica, alguns pesquisadores observaram benef&iacute;cios adquiridos pela cogni&ccedil;&atilde;o  			advinda das atividades f&iacute;sicas em crian&ccedil;as com idade escolar (Tomporowski, 2003; Hillman, Castelli, &amp; Buck 2005). 		</p> 		 		    <p> 			Ao relacionar exerc&iacute;cios f&iacute;sicos e fun&ccedil;&atilde;o executiva verificou-se uma melhora significativa na fun&ccedil;&atilde;o executiva de crian&ccedil;as em idade escolar (Ahamed et al.,  			2007). Al&eacute;m disso, Budde et al. (2008) mostraram que a aten&ccedil;&atilde;o e a concentra&ccedil;&atilde;o dos escolares melhoraram ap&oacute;s a pr&aacute;tica de exerc&iacute;cios coordenativos. Assim  			como, a atividade f&iacute;sica cr&ocirc;nica melhorou o desempenho em tarefas atencionais, em pr&eacute;-escolares, como ficou demonstrado nos estudos de (Castelli, Hillman,  			Buck, &amp; Erwin, 2007; Hillman et al., 2009). 		</p> 		 		    <p> 			Dentre os elementos que comp&otilde;e a cogni&ccedil;&atilde;o est&aacute; a fun&ccedil;&atilde;o executiva, cuja qual &eacute; composta pelo sistema atencional, mem&oacute;ria de trabalho, racioc&iacute;nio e  			flexibilidade. Tanto a aten&ccedil;&atilde;o quanto &agrave; mem&oacute;ria comp&otilde;em uma rede que se estabelece no momento da aprendizagem, portanto s&atilde;o pontos importantes a serem  			considerados quando h&aacute; o intuito de melhorar o n&iacute;vel de aprendizagem do aluno. A aten&ccedil;&atilde;o seletiva pode ser definida como: a capacidade de focalizar  			recursos mentais sobre as informa&ccedil;&otilde;es que s&atilde;o mais relevantes em um dado momento, ou seja, &eacute; a capacidade “filtrar” uma grande quantidade de est&iacute;mulos  			sensoriais irrelevantes, a fim de concentrar naqueles de maior import&acirc;ncia (Sternberg, 2000). 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			J&aacute; a mem&oacute;ria pode ser dividida quanto &agrave; dura&ccedil;&atilde;o: 1-mem&oacute;ria sensorial, cuja reten&ccedil;&atilde;o n&atilde;o dura mais que alguns segundos; 2-mem&oacute;ria de curto prazo (ou mem&oacute;ria  			de trabalho), que dura minutos ou horas e que proporciona continuidade e sentido ao presente; 3-mem&oacute;ria de longo prazo, que dura dias, semanas ou anos  			estabelecendo tra&ccedil;os duradouros no sistema cognitivo (Sternberg, 2000). Nessa perspectiva temporal, a mem&oacute;ria de trabalho est&aacute; associada intimamente com o  			processo de focaliza&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o e sele&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o, visto que, a mem&oacute;ria de trabalho &eacute; um sistema ativo no processamento dessas informa&ccedil;&otilde;es e n&atilde;o  			funciona apenas como um reservat&oacute;rio de informa&ccedil;&otilde;es tempor&aacute;rias (Baddeley, 2000). Assim, o termo “mem&oacute;ria de trabalho” &eacute; utilizado para se referir a um  			sistema de multicomponentes, capaz de armazenar e manipular informa&ccedil;&otilde;es desempenhando um papel importante na complexa atividade cognitiva, como: a  			aprendizagem, a compreens&atilde;o e a argumenta&ccedil;&atilde;o (Gathercole, 1998). 		</p> 		 		    <p> 			Mesmo considerando a import&acirc;ncia da mem&oacute;ria de trabalho e da aten&ccedil;&atilde;o seletiva no processo de aprendizagem quer seja motora, quer seja de elementos  			te&oacute;rico-abstratos, faz-se necess&aacute;rio considerar o processo de desenvolvimento e matura&ccedil;&atilde;o, visto que, tanto a inf&acirc;ncia quanto a adolesc&ecirc;ncia s&atilde;o marcadas  			por um per&iacute;odo din&acirc;mico nas diferentes dimens&otilde;es do desenvolvimento (ex.: cognitivo, motor, emocional e habilidades perceptivas) (Barnea-Goraly et al.,  			2005). Esse desenvolvimento est&aacute; associado ao volume do c&oacute;rtex, especialmente ao c&oacute;rtex frontal (Casey, Giedd, &amp; Thomas, 2000). Neste sentido, o lobo  			frontal funciona como uma “central” para a cogni&ccedil;&atilde;o humana; que assimila, executa e organiza os processos cognitivos; realiza os processos emocionais e  			transfere informa&ccedil;&otilde;es para as outras &aacute;reas cerebrais. Neste contexto a matura&ccedil;&atilde;o do c&oacute;rtex pr&eacute;-frontal &eacute; a base para o aumento na efici&ecirc;ncia do controle  			executivo que torna a aprendizagem mais f&aacute;cil.  		</p> 		 		    <p> 			Desse modo, um conjunto crescente de estudos tem evidenciado que o desenvolvimento motor e o exerc&iacute;cio f&iacute;sico podem apresentar uma correla&ccedil;&atilde;o positiva com  			a cogni&ccedil;&atilde;o, como observado por Rigoli, Piek, Kane &amp; Oosterlaan (2012) ao associar a coordena&ccedil;&atilde;o motora, desempenho acad&ecirc;mico mediado pela mem&oacute;ria de  			trabalho, em uma amostra composta por 93 adolescentes. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es estruturais do sistema nervoso quando associado &agrave; atividade f&iacute;sica,  			verifica-se que pode ocorrer um aumento do hipocampo, aumento no volume do gl&acirc;nglio basal, bem como ocorre a melhora da mem&oacute;ria, aten&ccedil;&atilde;o e flexibilidade  			cognitiva (Chaddock et al., 2012; Voss et al., 2011; Pontifex et al., 2010), na constata&ccedil;&atilde;o dos resultados dessas pesquisas, nota-se que o pico do  			desenvolvimento cognitivo ocorre entre as idades de 5 e 15 anos, sendo que esse &eacute; o per&iacute;odo crucial para o desempenho acad&ecirc;mico. Al&eacute;m disso, esses achados  			t&ecirc;m implica&ccedil;&otilde;es significantes tanto para a educa&ccedil;&atilde;o quanto para a sa&uacute;de p&uacute;blica.  		</p> 		 		    <p> 			Portanto, a proposta desse estudo &eacute; contribuir na discuss&atilde;o sobre a pr&aacute;tica da Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica Escolar, seus benef&iacute;cios e import&acirc;ncia no contexto da  			forma&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo. Visa tamb&eacute;m despertar para necessidade de pesquisar a motricidade e sua rela&ccedil;&atilde;o com o desenvolvimento da cogni&ccedil;&atilde;o, pois apesar de  			haver estudos que relacionam atividade f&iacute;sica e cogni&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; um consenso entre os resultados e tamb&eacute;m h&aacute; poucos estudos que direcionam especificamente  			a rela&ccedil;&atilde;o entre educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica escolar, desenvolvimento motor e processos cognitivos. Desse modo, o presente estudo teve como objetivo verificar o efeito  			da estimula&ccedil;&atilde;o motora, nas respostas da fun&ccedil;&atilde;o cognitiva de crian&ccedil;as na faixa et&aacute;ria de 6 a 10 anos, de escolas p&uacute;blicas do Distrito Federal, Brasil. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>M&Eacute;TODO</b></p> 		 		    <p><b>Amostra</b></p> 		 		    <p> 			Este estudo foi realizado com alunos do Bloco Infantil de Alfabetiza&ccedil;&atilde;o (BIA) 2 e 3 do ensino fundamental, com idade entre 6 a 10 anos de ambos os sexos,  			de 2 escolas p&uacute;blicas localizadas na cidade de Taguatinga, no Distrito Federal. A escolha das escolas se deu de forma intencional, pois os gestores, n&atilde;o  			fizeram obje&ccedil;&atilde;o ao cronograma e nem a proposta do estudo. Todas as turmas participaram do experimento assim, foram estabelecidos dois grupos sendo um grupo  			experimental subdividido em tr&ecirc;s turmas distintas (GE, <i>n </i>= 40) e um grupo controle (GC, <i>n </i>= 40). O grupo controle n&atilde;o participou da  			interven&ccedil;&atilde;o, enquanto o grupo experimental realizou aulas de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica escolar, duas vezes na semana com dura&ccedil;&atilde;o de 50min, durante 7 meses. Todos os  			sujeitos foram testados antes e ap&oacute;s o experimento nas vari&aacute;veis analisadas por este estudo. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Procedimentos &Eacute;ticos</i></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			A pesquisa foi aprovada pelo Comit&ecirc; de &Eacute;tica da Universidade Cat&oacute;lica de Bras&iacute;lia, parecer: CEP/UCB N&ordm;130/2005. Ocorreram dois encontros com todos os pais  			e respons&aacute;veis, o primeiro para apresentar os objetivos da pesquisa, bem como, os procedimentos e instrumentos utilizados para que todos fossem  			esclarecidos. Todos os respons&aacute;veis legais das crian&ccedil;as participantes da pesquisa assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido conforme  			diretrizes do CNS 196/96 para pesquisa com seres humanos no Brasil. O segundo encontro ocorreu para que fossem apresentados os resultados da pesquisa de  			forma individual para cada crian&ccedil;a participante.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><i>Crit&eacute;rios de Inclus&atilde;o</i></p> 		 		    <p> 			Participaram da interven&ccedil;&atilde;o todos os alunos regularmente matriculados no BIA, por&eacute;m, para ser inclu&iacute;da na analise final do estudo a crian&ccedil;a deveria ter  			participado de todas as aulas, bem como, das avalia&ccedil;&otilde;es no pr&eacute;-interven&ccedil;&atilde;o e p&oacute;s-teste; estar entre os est&aacute;gios 1 e 2 da escala de Tanner (1962) para  			matura&ccedil;&atilde;o sexual e n&atilde;o apresentar disfun&ccedil;&otilde;es mentais ou psicol&oacute;gicas e nem problemas que impedisse sua locomo&ccedil;&atilde;o. Ao total 6 alunos foram exclu&iacute;dos dessa  			an&aacute;lise por serem diagnosticados portadores de hiperatividade (por psic&oacute;logos do N&uacute;cleo de Apoio Psicol&oacute;gico da Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o do Distrito  			Federal), entretanto todos participaram das aulas de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica escolar. 		</p>  		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Instrumentos</b></p> 		 		    <p> 			<i>Avalia&ccedil;&atilde;o Antropom&eacute;trica</i>: Os dois grupos foram mensurados nas vari&aacute;veis antropom&eacute;tricas para a caracteriza&ccedil;&atilde;o da amostra, quanto ao peso, estatura e  			&iacute;ndice de massa corporal (IMC). Os instrumentos utilizados foram: Estadi&ocirc;metro da marca Seca, (modelo 206) com 200 cm de comprimento e resolu&ccedil;&atilde;o de 1 mm  			fixado em uma parede plana. Balan&ccedil;a digital modelo Plena precis&atilde;o de 100 kg e resolu&ccedil;&atilde;o de 1kg. Fita de m&eacute;trica Seca com 200 cm de comprimento e resolu&ccedil;&atilde;o  			de 1mm. 		</p> 		 		    <p> 			<i>Avalia&ccedil;&atilde;o Motora</i>: Os testes motores avaliaram: coordena&ccedil;&atilde;o motora fina, coordena&ccedil;&atilde;o motora ampla, equil&iacute;brio, esquema corporal, lateralidade,  			organiza&ccedil;&atilde;o temporal e organiza&ccedil;&atilde;o espacial. Os testes foram validados por Rosa Neto, (2001) para estimar a idade motora de cada elemento avaliado. Todos  			os alunos come&ccedil;aram com provas motoras equivalentes h&aacute; dois anos inferiores &agrave; sua idade cronol&oacute;gica, e se o aluno n&atilde;o conseguisse completar o primeiro  			teste aplicar-se-ia o teste da idade anterior. O tempo gasto para a aplica&ccedil;&atilde;o dos testes com cada crian&ccedil;a foi de aproximadamente 40 minutos. O material  			utilizado para a realiza&ccedil;&atilde;o dos testes est&aacute; incluso no “kit” de Avalia&ccedil;&atilde;o Motora -EDM (Rosa Neto, 2001). Os dados coletados resultam na idade motora da  			crian&ccedil;a expressa em meses. 		</p> 		 		    <p> 			<i>Teste de Aten&ccedil;&atilde;o Seletiva (Stroop)</i>: Este teste avaliou a aten&ccedil;&atilde;o seletiva e s&oacute; pode ser aplicado em crian&ccedil;as j&aacute; alfabetizadas. O teste foi realizado  			individualmente, com dura&ccedil;&atilde;o de 5min. O software do Stroop foi adaptado &agrave; realidade brasileira por C&oacute;rdova, Karnikowski, Pandossio e N&oacute;brega (2008). O  			teste consiste em tr&ecirc;s etapas: na primeira fase aparece em destaque na tela do computador um ret&acirc;ngulo pintado de uma cor, e os nomes de duas cores  			escritas abaixo. Esses nomes de cores s&atilde;o escritos com a mesma cor do nome indicado. Desse modo, a crian&ccedil;a olha a cor do ret&acirc;ngulo e associava com o nome  			da cor escrita logo abaixo, para responder a crian&ccedil;a aperta as setas &lt; ou &gt;. S&atilde;o apresentados 13 est&iacute;mulos em cada fase, e as cores apresentadas em  			todo o teste s&atilde;o: verde, vermelho, azul e preto. 		</p> 		 		    <p> 			A segunda fase come&ccedil;a sem que haja qualquer parada, ou seja, as tr&ecirc;s fases s&atilde;o cont&iacute;nuas. Nessa fase as palavras est&atilde;o escritas em branco, aparece em  			destaque o nome de uma cor. A crian&ccedil;a responde ent&atilde;o, com as setas onde est&aacute; escrito o mesmo nome correspondente. J&aacute; na &uacute;ltima fase, a palavra em destaque  			est&aacute; escrita com cor diferente em rela&ccedil;&atilde;o ao nome. A crian&ccedil;a passa desse modo, a n&atilde;o responder o nome que est&aacute; escrito, mas sim, a cor que est&aacute; pintada &agrave;  			palavra.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			<i>Teste de Rea&ccedil;&atilde;o Simples (TEVA)</i>: Este teste foi aplicado tanto em crian&ccedil;as n&atilde;o alfabetizadas como nas alfabetizadas, tem por objetivo avaliar o  			estado de alerta prim&aacute;rio, sendo respons&aacute;vel pela a primeira rea&ccedil;&atilde;o do indiv&iacute;duo a um est&iacute;mulo, bem como a sele&ccedil;&atilde;o de est&iacute;mulo (C&oacute;rdova, 2005).  		</p> 		 		    <p> 			O teste se inicia com um quadrado pequeno piscando continuamente no centro da tela do computador, a crian&ccedil;a &eacute; orientada a apertar o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel a  			tecla espa&ccedil;o todas as vezes que um quadrado grande aparecer na tela. Da mesma forma que o teste de Stroop, o TEVA &eacute; analisado atrav&eacute;s do tempo de resposta  			da crian&ccedil;a ao est&iacute;mulo oferecido. 		</p> 		 		    <p> 			As configura&ccedil;&otilde;es em rela&ccedil;&atilde;o aos est&iacute;mulos s&atilde;o programadas, o tempo total do teste &eacute; de 3 min com 180 est&iacute;mulos. A dura&ccedil;&atilde;o do est&iacute;mulo na tela foi de 700ms  			com um intervalo de 300ms. O teste foi dividido em 3 blocos, cada bloco com 1 minuto cada. O alvo (quadrado maior) aparecia de forma aleat&oacute;ria, distribu&iacute;do  			em 20 apari&ccedil;&otilde;es em 3 min no total. 		</p> 		 		    <p> 			<i>Teste de Fun&ccedil;&atilde;o Executiva (Torre de Han&oacute;i)</i>: Objetiva a mensura&ccedil;&atilde;o da fun&ccedil;&atilde;o executiva (Bull, Espy, &amp; Senn, 2004). A Torre de Han&oacute;i se constitui  			em tr&ecirc;s pinos com seis discos, por&eacute;m nessa pesquisa foram utilizados tr&ecirc;s discos. O objetivo est&aacute; em transportar a torre inicial para qualquer outro pino  			vazio, podendo a crian&ccedil;a deslocar um disco de cada vez, n&atilde;o sobrepor um disco maior sobre um disco menor e nem segurar os discos nas m&atilde;os enquanto move  			outros. A crian&ccedil;a foi orientada para que tentasse solucionar o problema o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel, j&aacute; que o tempo seria contado. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Procedimentos</b></p> 		 		    <p> 			<i>Interven&ccedil;&atilde;o motora</i>: A interven&ccedil;&atilde;o contou com duas aulas semanais. Todas as aulas foram planejadas de acordo com as capacidades perceptivomotoras,  			por meio de jogos e exerc&iacute;cios como j&aacute; foi sugerido por (Le Boulch, 1988). Um cronograma foi estabelecido para dispor de forma igual cada um dos elementos  			perceptivo motores tanto na condi&ccedil;&atilde;o de habilidade b&aacute;sica quanto na condi&ccedil;&atilde;o de habilidade espec&iacute;fica, de tal maneira que todos fossem contemplados com a  			mesma quantidade de horas/aulas. Nos planos de aula elaborados constavam todas as atividades sequencialmente descritas, bem como, o modo de sua aplica&ccedil;&atilde;o,  			os materiais necess&aacute;rios e os objetivos a serem atingidos tanto para o professor quanto para o aluno. As atividades tinham dura&ccedil;&atilde;o de 50min, e as tr&ecirc;s  			turmas realizavam as aulas separadamente. 		</p> 		 		    <p> 			Em todas as aulas foram observados: o comportamento, as dificuldades, as supera&ccedil;&otilde;es e o interesse apresentado pelas crian&ccedil;as. Essas observa&ccedil;&otilde;es foram  			transcritos em relat&oacute;rios para posteriormente avaliar qualitativamente o progresso da crian&ccedil;a durante o per&iacute;odo do experimento e relat&aacute;-los aos pais. 		</p> 		 		    <p> 			A escola n&atilde;o oferecia aulas regulares de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica para os alunos, por isso tinha poucos materiais dispon&iacute;veis para a pr&aacute;tica. Desse modo, durante o  			per&iacute;odo da interven&ccedil;&atilde;o, as aulas foram elaboradas com a finalidade de aproveitar o pouco material que havia na escola e alguns materiais alternativos  			como: jornal e sucatas. Para a constru&ccedil;&atilde;o das atividades foram utilizados; cordas, arcos, bolas, colchonetes, cones, tintas, pap&eacute;is, bal&otilde;es, jornais,  			fitas, el&aacute;sticos, len&ccedil;os, garrafas pet, latas, giz e panos de TNT. Vale a pena ressaltar que, no Distrito Federal, as escolas p&uacute;blicas de ensino  			fundamental n&atilde;o contam com professor especialista de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica, ficando esta fun&ccedil;&atilde;o a cargo do professor da sala. Por isso todos os materiais, planos  			de ensino, bem como as t&eacute;cnicas para desenvolver material pedag&oacute;gico alternativo foram doados para as escolas para que os professores pudessem desenvolver  			as atividades com as crian&ccedil;as ap&oacute;s o termino do experimento. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b></p> 		 		    <p> 			Essa foi uma pesquisa de car&aacute;ter experimental. Realizou-se inicialmente a an&aacute;lise explorat&oacute;ria dos dados com a finalidade de avaliar os casos faltosos, os  			par&acirc;metros de normalidade, linearidade e casos a serem exclu&iacute;dos (outsiders). Foram realizadas compara&ccedil;&otilde;es intra-grupo (pr&eacute; e p&oacute;s interfer&ecirc;ncia) e entre os  			grupos nos dois momentos (pr&eacute; e p&oacute;s), para cada uma das vari&aacute;veis dependentes separadamente. Foi realizada An&aacute;lise de Vari&acirc;ncia Anova <i>spli-plot </i> 			(2x2), sendo as vari&aacute;veis independentes: grupos (experimental e controle) e tratamento pr&eacute; e p&oacute;s-interven&ccedil;&atilde;o, j&aacute; as vari&aacute;veis dependentes foram as  			vari&aacute;veis psicomotoras (motricidade fina, motricidade ampla, equil&iacute;brio, esquema corporal, organiza&ccedil;&atilde;o temporal e organiza&ccedil;&atilde;o espacial) e as cognitivas  			(Fun&ccedil;&atilde;o executiva e aten&ccedil;&atilde;o). Tamb&eacute;m foi utilizado para a an&aacute;lise de vari&acirc;ncia dos grupos o teste <i>Wilki’s Lambda</i>, para avaliar as intera&ccedil;&otilde;es e  			diferen&ccedil;as ocorridas em ambos os grupos ap&oacute;s o per&iacute;odo de tratamento.  		</p> 		 		    <p> 			Uma an&aacute;lise suplementar foi realizada para o subgrupo formado, com as crian&ccedil;as que realizaram o teste de aten&ccedil;&atilde;o seletiva, por estarem alfabetizadas. Desse  			modo, as mesmas an&aacute;lises empregadas para as outras vari&aacute;veis foram realizadas em amostra composto em 36 indiv&iacute;duos do GE e 30 do GC. Os testes <i>Post hoc 			</i> de <i>Sheff&eacute;</i> e <i>Dunneth’C</i> foram aplicados para compara&ccedil;&otilde;es m&uacute;ltiplas para uma signific&acirc;ncia de <i>p </i>&lt; .05. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>RESULTADOS</b></p> 		 		    <p> 			Todas as crian&ccedil;as foram avaliadas quanto &agrave;s caracter&iacute;sticas antropom&eacute;tricas, a fim de caracterizar o padr&atilde;o antropom&eacute;trico de ambos os grupos  			(<a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a07t1.jpg">tabela 1</a>). Quanto ao est&aacute;gio maturacional 75% do total de crian&ccedil;as se encontraram no primeiro  			est&aacute;gio e 35% no est&aacute;gio 2 segundo a escala de Tanner (1962). 		</p> 		 		    
<p> 			Os resultados da avalia&ccedil;&atilde;o motora realizada antes da interven&ccedil;&atilde;o, descritos na <a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a07t2.jpg">tabela 2</a>, mostraram  			que as vari&aacute;veis motoras mais defasadas foram: organiza&ccedil;&atilde;o temporal, organiza&ccedil;&atilde;o espacial e esquema corporal em ambos os grupos. 		</p> 		 		    
<p> 			Ap&oacute;s a interven&ccedil;&atilde;o observou-se que tanto para grupo experimental quanto para grupo controle, houve uma melhora na motricidade. Esperava-se que essas  			melhoras ocorressem, visto que, esses alunos est&atilde;o em franco processo de desenvolvimento e matura&ccedil;&atilde;o, entretanto ressalta-se uma melhora substancial do  			grupo experimental quando comparado com o pr&eacute;-teste. Desse modo, resultados pr&eacute; e p&oacute;s-testes das vari&aacute;veis motoras foram avaliadas atrav&eacute;s do modelo  			estat&iacute;stico ANOVA (2x2). A avalia&ccedil;&atilde;o inferencial revela que houve uma intera&ccedil;&atilde;o significativa entre fator grupo e cada uma das vari&aacute;veis motoras  			analisadas, houve tamb&eacute;m um contraste significativo entre dois momentos de avalia&ccedil;&atilde;o &#91;F<sub>(1, 118)</sub> = 70.569; <i>p</i> = .001&#93;.  		</p> 		 		    <p> 			Quanto a observa&ccedil;&atilde;o das mudan&ccedil;as ocorridas entre grupos mostrados na <a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a07t3.jpg">tabela 3</a>, constatou-se que as  			mudan&ccedil;as ocorridas no grupo experimental podem ser atribu&iacute;das ao tratamento realizado, uma vez que apresentou melhora significativa. As crian&ccedil;as partiram  			de d&eacute;ficit motor de 14.01 meses, em m&eacute;dia, para uma idade positiva de 6.19 meses, enquanto o grupo controle apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o de dois meses na idade  			motora, por&eacute;m mantendo-as em d&eacute;ficit motor de 15.69 meses em m&eacute;dia. 		</p> 		 		    
<p> 			Do mesmo modo, foi realizada a an&aacute;lise descritiva das vari&aacute;veis cognitivas de ambos os grupos. As avalia&ccedil;&otilde;es do teste de Fun&ccedil;&atilde;o Executiva (Torre de Han&oacute;i)  			e o teste de aten&ccedil;&atilde;o (TEVA), os resultados est&atilde;o descritos na <a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a07t4.jpg">tabela 4</a>. 		</p> 		 		    
]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Nas avalia&ccedil;&otilde;es p&oacute;s-interfer&ecirc;ncia observou-se uma redu&ccedil;&atilde;o no tempo de realiza&ccedil;&atilde;o do teste em ambos os grupos. Diminuiu tamb&eacute;m o n&uacute;mero de movimenta&ccedil;&otilde;es  			caindo de 13.36 para 8.66 em m&eacute;dia no grupo experimental. Enquanto no grupo controle a primeira avalia&ccedil;&atilde;o apresentou uma m&eacute;dia de 14.140 movimenta&ccedil;&otilde;es e na  			segunda 12.05. 		</p> 		 		    <p> 			O teste de Stroop foi analisado separadamente, pois alguns alunos n&atilde;o estavam alfabetizados. Na <a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a07t5.jpg">tabela 5</a>  			est&atilde;o descritos as m&eacute;dias e os desvios padr&atilde;o para os dois momentos da pesquisa.  		</p> 		 		    
<p> 			Para cada fase do teste foi calculado a m&eacute;dia do tempo de rea&ccedil;&atilde;o motora (em segundos), ou seja, os valores descritos na tabela s&atilde;o referentes ao tempo  			m&eacute;dio de resposta ao est&iacute;mulo em cada fase. Tanto no grupo controle quanto no grupo experimental observamos as mesmas caracter&iacute;sticas. Em ambos os momentos  			houve o aumento no tempo de resposta a cada fase do teste. 		</p> 		 		    <p> 			Na avalia&ccedil;&atilde;o referente &agrave; fun&ccedil;&atilde;o executiva, testada pelo teste da Torre de Han&oacute;i (<a href="/img/revistas/mot/v9n3/9n3a07t6.jpg">tabela 6</a>),  			verifica-se contraste significativo dentro de cada grupo, bem como uma diferen&ccedil;a significativa entre os grupos ap&oacute;s o per&iacute;odo de estimula&ccedil;&atilde;o motora &#91;F<sub> 			(1, 118)</sub>= 13.768; <i>p</i> = .001&#93;, observa-se tamb&eacute;m que o grupo experimental al&eacute;m de obter uma melhora no tempo execu&ccedil;&atilde;o do teste, tamb&eacute;m errou  			menos. O mesmo ocorreu com o teste de rea&ccedil;&atilde;o simples TEVA, o qual apresentou uma diferen&ccedil;a significativa entre os grupos &#91;F<sub>(1, 118)</sub> = 18.352; <i> 			p</i> = .001&#93;. O grupo que sofreu tratamento apresentou resultados significativamente melhores quando comparados com o grupo controle, ou seja, a m&eacute;dia de  			tempo para a resolu&ccedil;&atilde;o do teste de rea&ccedil;&atilde;o caiu de 131.5 segundos para 57.16 segundos no grupo experimental, j&aacute; no grupo controle diminuiu 144.17 para  			125.49 segundos. Os resultados da an&aacute;lise no tempo de rea&ccedil;&atilde;o mostram uma diferen&ccedil;a significativa dentro dos grupos <br />&#91;F<sub>(1, 118)</sub> = 61.315; <i> 			p</i> = .001&#93;.  		</p> 		 		    
<p> 			Quando se empregou a mesma avalia&ccedil;&atilde;o inferencial para a vari&aacute;vel aten&ccedil;&atilde;o seletiva (Stroop), observamos que ocorreu intera&ccedil;&atilde;o significativa dentro dos  			grupos &#91;F<sub>(7, 58)</sub>= 5.206; <i>p</i> = .001&#93;, do mesmo modo houve diferen&ccedil;a significativa entre os grupos &#91;F<sub>(1, 64)</sub> = 14.531; <i>p</i> =  			.001&#93;. Finalmente, por esses resultados pode-se inferir que houve uma resposta positiva ao tratamento oferecido para as crian&ccedil;as do grupo experimental  			tanto para vari&aacute;veis motoras quanto para vari&aacute;veis cognitivas. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>DISCUSS&Atilde;O</b></p> 		 		    <p> 			O desenvolvimento das habilidades perceptivo-motoras na crian&ccedil;a ocorre em diversos ritmos e influenciam-se mutualmente. A partir dos resultados obtidos na  			avalia&ccedil;&atilde;o motora observa-se que o esquema corporal, a organiza&ccedil;&atilde;o espacial e a organiza&ccedil;&atilde;o temporal foram as que apresentaram o maior grau de defasagem  			para ambos os grupos. O processo de desenvolvimento do esquema corporal ocorre plenamente durante a inf&acirc;ncia, no qual, a crian&ccedil;a toma consci&ecirc;ncia das  			partes que constituem o corpo e como essas podem se movimentar. Na sua fase final (entre 7 e 8 anos de idade), est&aacute; intimamente associada com o  			desenvolvimento espacial. 		</p> 		 		    <p> 			Por&eacute;m, a organiza&ccedil;&atilde;o espacial depende tamb&eacute;m do desenvolvimento da acuidade visual, o que nas idades aqui observadas est&atilde;o em fase de desenvolvimento mais  			lento e n&atilde;o chegaram a sua maturidade. Os conceitos de localiza&ccedil;&atilde;o subjetiva e auto-espa&ccedil;o est&atilde;o atrelados &agrave; fase do pensamento pr&eacute;-operat&oacute;rio. J&aacute; o  			conceito de localiza&ccedil;&atilde;o objeto-espa&ccedil;o est&aacute; conectado &agrave;s estruturas cognitivas superiores, a exemplo da memoria espacial atrelada ao aumento do hipocampo,  			na fase de opera&ccedil;&otilde;es concretas (Piaget, 1978; Gallahue &amp; Ozmun, 2005). 		</p> 		 		    <p> 			A organiza&ccedil;&atilde;o temporal, como foi descrita por Piaget (1978), &eacute; a mais complexa, portanto desenvolve-se mais lentamente. Quando juntas, a organiza&ccedil;&atilde;o  			espa&ccedil;o-temporal decorre da integra&ccedil;&atilde;o cortical das estruturas visuais (lobo occipital) e temporais (lobo temporal). Nessa fase as crian&ccedil;as est&atilde;o em  			desenvolvimento, sendo este o per&iacute;odo em que ocorre o pico de desenvolvimento e matura&ccedil;&atilde;o dessas estruturas (Pfferbaum et al., 1994; Erickson et al.,  			2011). Portanto, apesar de serem estruturas que se desenvolvem mais tardiamente, nesses alunos avaliados existia um d&eacute;ficit motor importante, visto que,  			essas organiza&ccedil;&otilde;es influenciam na aprendizagem da leitura e escrita bem como nas opera&ccedil;&otilde;es da aritm&eacute;tica. Do ponto de vista pedag&oacute;gico &eacute; o momento ideal  			para assimilar os est&iacute;mulos do ambiente. Indicando que um ambiente de aprendizagem, rico, multissensorial em conex&atilde;o com o mundo real &eacute; essencial para o  			pleno desenvolvimento da crian&ccedil;a.  		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			O d&eacute;ficit motor das crian&ccedil;as analisadas, neste estudo, estava acima da m&eacute;dia quando comparados com outros estudos que utilizaram os mesmos m&eacute;todos de  			an&aacute;lise. Como no estudo realizado por Souza Neto, Micotti, Benites, Silveira, e Alves (2005) em 23 crian&ccedil;as com idades entre 9 e 10 anos de uma escola  			p&uacute;blica de Rio Claro, 60% delas estavam com d&eacute;ficit motor. Em outra pesquisa realizada por Pellegrini et al. (2003) tamb&eacute;m em escola p&uacute;blica, observou-se  			que as crian&ccedil;as que frequentavam o primeiro, segundo e terceiro ano de alfabetiza&ccedil;&atilde;o (<i>n </i>= 77 alunos) tamb&eacute;m eram acometidas de d&eacute;ficit motor, a sua  			maioria estava abaixo da categoria normal m&eacute;dio, cerca de 58% da amostra. 		</p> 		 		    <p> 			Segundo Pfferbaum, Mathalon, Rawles, Zipursky, e Lim (1994), Romine e Reynolds (2004), as estruturas morfo-cerebrais, como as estruturas corticais  			superiores e o processo de mieliniza&ccedil;&atilde;o est&atilde;o, na segunda inf&acirc;ncia, em desenvolvimento acelerado. Da mesma forma, Rosa Neto (2001) e Gallahue e Ozmun  			(2005) relatam que &eacute; tamb&eacute;m na segunda inf&acirc;ncia que os sistemas motores est&atilde;o em desenvolvimento, por&eacute;m alguns sistemas j&aacute; come&ccedil;am a diminuir o processo de  			desenvolvimento e o organismo parte para a obten&ccedil;&atilde;o do refinamento da habilidade. 		</p> 		 		    <p> 			Atrav&eacute;s da compara&ccedil;&atilde;o entre pr&eacute; e p&oacute;s-testes, pode-se concluir que ocorreram melhoras significativas tanto das vari&aacute;veis motoras quanto das vari&aacute;veis  			cognitivas. O tempo de interven&ccedil;&atilde;o foi um fator importante, pois, Souza Neto et al. (2005) realizaram pesquisa com estimula&ccedil;&atilde;o motora avaliando alunos com  			idades entre 8 e 10 anos, utilizando o protocolo elaborado por Rosa Neto (2001), com interven&ccedil;&atilde;o de 3 meses. Os resultados por eles obtidos n&atilde;o foram  			estatisticamente significativos nesse per&iacute;odo. Como a proposta do presente estudo foi de um per&iacute;odo maior de interven&ccedil;&atilde;o pode-se inferir que, em ambos os  			grupos houve uma melhora nas vari&aacute;veis motoras testadas, mesmo sendo diagnosticado d&eacute;ficit motor acentuado no pr&eacute;-teste.  		</p> 		 		    <p> 			O desenvolvimento motor na inf&acirc;ncia segundo Santos, Dantas, e Oliveira (2004), caracteriza-se pela aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades motoras, que possibilitaram &agrave;  			crian&ccedil;a desenvolver o dom&iacute;nio do seu corpo em diferentes posturas, locomo&ccedil;&otilde;es e manipula&ccedil;&otilde;es. Dessa forma essas habilidades b&aacute;sicas formam o alicerce para  			que essas crian&ccedil;as possam desenvolver suas tarefas di&aacute;rias. Em outro estudo com a mesma popula&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, com amostra diferente daquela avaliada no  			presente artigo, Senra (2007) evidenciou melhoras significativas, nas habilidades funcionais de autocuidado, de mobilidade e fun&ccedil;&atilde;o social, avaliadas pelo  			instrumento PEDI, ap&oacute;s um programa de estimula&ccedil;&atilde;o semelhante, mas adaptada para o meio aqu&aacute;tico.  		</p> 		 		    <p> 			Em estudo mais recente, Amaro, Gomes, Santos, e Rosa Neto (2010) observaram que crian&ccedil;as com dificuldades de aprendizagem tamb&eacute;m apresentavam d&eacute;ficit  			motor. Da mesma forma, Medina-Papst e Marques (2010) encontraram a mesma associa&ccedil;&atilde;o entre a dificuldade de aprendizagem e d&eacute;ficit motor. Ambos os estudos  			utilizaram os mesmos instrumentos de avalia&ccedil;&atilde;o motora o EDM. Demonstrando assim, que o atraso no desenvolvimento motor pode estar associado a outros  			problemas ocorridos concomitantemente ao desenvolvimento do indiv&iacute;duo. Outro estudo utilizando o protocolo EDM verificou que h&aacute; tamb&eacute;m uma associa&ccedil;&atilde;o entre  			o desenvolvimento da coordena&ccedil;&atilde;o motora com a aten&ccedil;&atilde;o em crian&ccedil;as de 7 a 11 anos, no qual foi verificado que as crian&ccedil;as que tinham Transtorno de D&eacute;ficit  			Atencional e Hiperatividade (TDH) do tipo combinado apresentaram atrasos na coordena&ccedil;&atilde;o motora em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s crian&ccedil;as que n&atilde;o foram diagnosticadas com TDH  			(Goulardins et al. 2013). 		</p> 		 		    <p> 			Desse modo, o exerc&iacute;cio f&iacute;sico melhora a sa&uacute;de mental em jovens e adultos (Colcombe &amp; Kramer, 2003, Tomporowski, 2003, Middleton et al., 2011). Por&eacute;m,  			quando se trata do desenvolvimento infantil existem poucos estudos mostrando a influ&ecirc;ncia da atividade f&iacute;sica na cogni&ccedil;&atilde;o. Num dos poucos estudos,  			Wassenberg et al. (2005), relacionaram o desempenho cognitivo com o desempenho motor em 400 crian&ccedil;as de cinco e seis anos, e n&atilde;o encontraram correla&ccedil;&atilde;o  			consistente entre esses dois fatores. &Eacute; importante destacar que nessa pesquisa, o desenho experimental estabeleceu o desempenho motor como vari&aacute;vel  			dependente e o desempenho cognitivo como vari&aacute;vel independente, ou seja, os autores tentaram avaliar a influ&ecirc;ncia da cogni&ccedil;&atilde;o sobre os processos motores. 		</p> 		 		    <p> 			O presente estudo encontrou diferen&ccedil;as significativas entre dois grupos no que se refere ao tempo de rea&ccedil;&atilde;o, que pode estar associado com a atividade  			f&iacute;sica, corroborando com (Chaddock et al., 2012), do mesmo modo com processo de inibi&ccedil;&atilde;o (Georgopoulos, 2000). Para Ladewig (2000), a aten&ccedil;&atilde;o seletiva, no  			qual o processo de inibi&ccedil;&atilde;o de est&iacute;mulo est&aacute; presente, determina o que &eacute; percebido e codificado na mem&oacute;ria que por sua vez, poder&aacute; facilitar a recupera&ccedil;&atilde;o  			da informa&ccedil;&atilde;o. Portanto, fazendo um paralelo quando a crian&ccedil;a entra no ensino fundamental, os processos atencionais est&atilde;o sofrendo mudan&ccedil;as e atingem um  			est&aacute;gio no qual a crian&ccedil;a &eacute; facilmente distra&iacute;da por in&uacute;meras informa&ccedil;&otilde;es contidas no ambiente, ou seja, elas ainda n&atilde;o s&atilde;o capazes de separar as  			informa&ccedil;&otilde;es relevantes das irrelevantes, apresentando dificuldades na focaliza&ccedil;&atilde;o da aten&ccedil;&atilde;o. 		</p> 		 		    <p> 			Quanto &agrave; fun&ccedil;&atilde;o executiva foi observado, que o grupo experimental obteve melhores respostas no momento p&oacute;s-interven&ccedil;&atilde;o motora quando comparado com o grupo  			controle. O que corrobora com as afirma&ccedil;&otilde;es de Diamond (2000), que a execu&ccedil;&atilde;o de movimentos motores complexos tamb&eacute;m recruta circuito neural associados com  			a fun&ccedil;&atilde;o executiva. Adicionalmente, a fun&ccedil;&atilde;o executiva &eacute; fundamental para todas as formas de comportamento e &eacute; uma estrutura fundamental para o  			desenvolvimento. &Eacute; importante para o comportamento em sala de aula, para a aprendizagem e tamb&eacute;m para a auto-regula&ccedil;&atilde;o. Assim a atividade f&iacute;sica, aqui  			representada pela educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica escolar, tem o potencial de promover o desenvolvimento atrav&eacute;s do seu impacto direto na fun&ccedil;&atilde;o executiva (Blair &amp;  			Diamond, 2008). 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<p> 			Culturalmente os objetos de estudo “corpo” e “mente” tem sido tratados de maneira cartesiana, a partir de uma vis&atilde;o racionalista que v&aacute;rios campos da  			ci&ecirc;ncia utilizam para a obten&ccedil;&atilde;o dos resultados de pesquisa. No entanto, o ser humano &eacute; constitu&iacute;do de partes que no todo formam um ser que pensa que se  			move e interage. Esse estudo buscou testar a hip&oacute;tese da rela&ccedil;&atilde;o entre o desenvolvimento da motricidade e da cogni&ccedil;&atilde;o na crian&ccedil;a, mesmo considerando  			as limita&ccedil;&otilde;es do experimento devido &agrave; vari&aacute;veis intervenientes como os est&iacute;mulos recebidos no tempo livre fora do ambiente escolar, tipo de alimenta&ccedil;&atilde;o.  			Mesmo assim, pontuamos a import&acirc;ncia da educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica no ensino fundamental como meio efetivo de aux&iacute;lio para as aprendizagens motoras e cognitivas. A  			educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica com car&aacute;ter participativo, no contexto escolar, com aulas elaboradas e com objetivos bem delineados, procurando atender as caracter&iacute;sticas  			de cada fase do desenvolvimento que esses alunos se encontram, realmente faz-se necess&aacute;ria. Acreditamos que este trabalho &eacute; mais um argumento na dire&ccedil;&atilde;o do  			reconhecimento social da “significa&ccedil;&atilde;o do movimento” para o desenvolvimento da crian&ccedil;a. 		</p> 		 		    <p> 			Foi observado que, o grupo que sofreu interven&ccedil;&atilde;o melhorou n&atilde;o somente o aspecto motor, mas tamb&eacute;m melhorou de forma significativa o desempenho nos testes  			de fun&ccedil;&atilde;o executiva e aten&ccedil;&atilde;o seletiva, ou seja, o racioc&iacute;nio ainda que baseado nas opera&ccedil;&otilde;es concretas tornou-se mais r&aacute;pido requisitando menos tempo para  			solucionar um problema.  		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Ahamed, Y., MacDonald H., Reed K., Naylor P. J., Liu-Ambrose T., &amp; McKay H. (2007). School-based physical activity does not compromise children’s  			academic performance. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 39</i>(2), 371-376. doi: 10.1249/01.mss.0000241654.45500.8e 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201300030000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Amaro, K. N.; Gomes, L. J., Santos, A. P. M., Rosa Neto, F. (2010). Desenvolvimento motor em escolares com dificuldades na aprendizagem.<i>Movimento &amp;  			Percep&ccedil;&atilde;o (Online)</i>, (11), 35-42,    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201300030000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Baddeley, A. D. (2000). The episodic buffer: a new compenent in working memory? <i>Trends in Cognitive Sciences, 4</i>(11), 417-423.  			doi:10.1016/S1364-6613(00)01538-2 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201300030000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Barnea-Goraly, N., Menon, V., Eckert, M., Tamm, L., Bammer, R., Karchemskiy, A., &amp; Reiss, A.L. (2005). White Matter Development During Childhood and  			Adolescence: a cross-sectional diffusion tensor imaging study. <i>Cerebral Cortex, 15</i>(12), 1848-1854. doi: 10.1093/cercor/bhi062 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201300030000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Blair, C., &amp; Diamond, A. (2008). Biological processes in prevention and intervention: the promotion of self-regulation as a means of preventing school  			failure. <i>Development Psychopathology, 20</i>(3), 899-911. doi: 10.1017/S0954579408000436 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201300030000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Budde, H., Voelcker-Rehage, C., Pietra&szlig;yk,Y., K-Kendziorra, S., Ribeiro, P., &amp; Tidow, G. (2008). Acute coordinative exercise improves attentional  			performance in adolescents. <i>Neurosci Lett, 441</i>(2), 219–223. doi: 10.1016/j.neulet.2008.06.024 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300030000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Bull, R., Espy, K. A., &amp; Senn, T. E. (2004). A Comparison of Performance on the Towers of London and Hanoi in Young Children. <i>Journal of Child  			Psychology and Psychiatry, 45</i>(4), 743-754. doi: 10.1111/j.1469-7610.2004.00268.x 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201300030000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Casey, B. J., Giedd, N. J., &amp; Thomas, K. M. (2000). Structural and Functional Brain Development and its Relation to Cognitive Development. <i> 			Biological Psychology, 54</i>, 241-257. doi:10.1016/S0301-0511(00)00058-2 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201300030000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Castelli, D. M., Hillman, C. H., Buck, S. M., &amp; Erwin, H. (2007). Physical fitness and academic achievement in 3rd 5th grade students. <i>Journal of  			Sport &amp; Exercise Psychology, 29</i>(2), 239–252.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201300030000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Chaddock, L., Hillman, C.H. Pontifex, M.B., Johnson, C.R, Raine, L.B., &amp; Kramer,A.F. (2012). Childhood aerobic fitness predicts cognitive  			performance one year later. <i>Journal of Sports Sciences, 30</i>(5),421-430. doi:10.1080/02640414.2011.647706 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201300030000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Colcombe, S., &amp; Kramer, A. F. (2003). Fitness Effects on the Cognitive Function of older Adults: a meta-analytical study. <i>Psychological Science, 14 			</i>(2), 125-130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201300030000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Comalli, P. E., Wapner, P., &amp; Werner, H. (1962). Interference Effects of stroop color-word test in childhood, adulthood, and aging. <i>The Journal os  			Genetic Psychology, 100</i>, 47-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201300030000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p> 			C&oacute;rdova, C. (2005). TEVA: Programa Computadorizado para Registro e Processamento da Aten&ccedil;&atilde;o Visual em Investiga&ccedil;&otilde;es com Retardos Mentais Leves. <i>Lectura Educaci&oacute;n F&iacute;sica y Deportes, 10</i>(82), 1-5.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201300030000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			C&oacute;rdova, C., Karnikowski, M., Pandossio, J. E., &amp; Nobrega, O. T. (2008). Caracteriza&ccedil;&atilde;o de Respostas Comportamentais para o Teste de Stroop  			Computadorizado - TESTINPACS. <i>Neuroci&ecirc;ncias, 4</i>(2), 75-79.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201300030000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Diamond A. (2000). Close interrelation of motor development and cognitive development and of the cerebellum and prefrontal cortex. <i>Child Development, 71 			</i>(1),44–56. doi: 10.1111/1467-8624.00117 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201300030000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Erickson, K. I., Voss, M. W., Prakash, R.S., Basak, C., Szabo, A., Chaddock, L., … Kramer, A. F. (2011). Exercise training increases size of hippocampus  			and improves memory. <i>PNAS</i>, 15, <i>108</i>(7), 3017–3022. doi:10.1073/pnas.1015950108 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201300030000700016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Gallahue, D.L, &amp; Ozmun, J. (2005). <i>Compreendendo o Desenvolvimento Motor</i> (3&ordf; ed.). S&atilde;o Paulo: Phorte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201300030000700017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Gathercole, S. E. The development of memory. (1998). <i>Journal of Child Psychology and Psychiatry, 39</i>(1), 3-27. doi: 10.1111/1469-7610.00301 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201300030000700018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Georgopoulos, A. (2000). Neural aspects of cognitive motor control.<i> Neurobiology, 10</i>(2), 238-241. doi: 10.1016/S0959-4388(00)00072-6 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201300030000700019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Goulardins, J. B., Marques, J. C., Casella, E. B., Nascimento, R., &amp; Oliveira, J. A. (2013). Motor profile of children with attention deficit  			hyperactivity disorder, combined type. <i>Research in Developmental Disabilities, 34</i>(1), 40-45. doi: 10.1016/j.ridd.2012.07.014 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201300030000700020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Hillman, C. H., Castelli, D. M., &amp; Buck, S. M. (2005). Aerobic Fitness and Neurocognitive Function in Healthy Preadolescent Children. <i>Medicine &amp;  			Science in Sport &amp; Science, 37</i>(11), 1967-1974. doi: 10.1249/01.mss.0000176680.79702.ce 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201300030000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Hillman, C. H., Pontifex, M. B., Raine, L. B, Castelli, D. M., Hall, E. E., &amp; Kramer, A. (2009). The effect of acute treadmill walking on cognitive  			control an academic achievement in preadolescent children. <i>Neuroscience, 159</i>(3), 1044-1054. doi: 10.1016/j.neuroscience.2009.01.057 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201300030000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Ladewig, I. (2000). A import&acirc;ncia da aten&ccedil;&atilde;o na aprendizagem de habilidades motoras. <i>Revista Paulista de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, suplemento 3</i>, 62-71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201300030000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Le Boulch, J. (1998). <i>Educa&ccedil;&atilde;o Psicomotora: a psicocin&eacute;tica na idade escolar</i>. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201300030000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Medina-Papst, J, Marques, I. Avalia&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento motor de crian&ccedil;as com dificuldades de aprendizagem (2010). <i>Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, 12</i>(1), 36-42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201300030000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Middleton, L., Manini, T. M., Simonsick, E. M., Harris, T. B., Deborah E Barnes, D. E., &amp; Frances, T. et al. (2011) Activity energy expenditure and  			incident cognitive impairment in older adults. <i>Archives of Internal Medicine, 171</i>(14), 1251-1257. doi:10.1001/archinternmed.2011.277 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201300030000700026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Pellegrini, A. M., Neto Souza, S., Alleoni, B. N., Gama, D. T., Tinos, S. H., Hatore, R. S., ... &amp; Motta, A. I. (2003). <i>A aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades  			motoras a partir de estruturas r&iacute;tmicas na educa&ccedil;&atilde;o infantil e no ensino fundamental N&uacute;cleo de Ensino</i>. S&atilde;o Paulo: Editora UNESP, 9, 35-41.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201300030000700027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Piaget, J. (1978). <i>A Constru&ccedil;&atilde;o do Real na Crian&ccedil;a</i>. Trad. &Aacute;lvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201300030000700028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Pontifex, M. B., Scudder, M. R., Brown, M. L., O’Leary, K. C., Wu, C. W., Themanson, J. R., &amp; Hillman, C. H. (2010). On the number of trials necessary  			for stabilization of error-related brain activity across the life span. <i>Psychophysiology</i>, 1–7. doi: 10.1111/j.1469-8986.2010.00974.x 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201300030000700029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Rigoli, D., Piek, J. P., Kane, R., Oosterlaan, J. (2012). Motor coordination, working memory, and academic achievement in a normative adolescent sample:  			testing a mediation model. <i>Archives of Clinical Neuropsychology, 27</i>(7), 766-780. doi: 10.1093/arclin/acs061 		&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201300030000700030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p> 			Romine, C. B., &amp; Reynolds, C. R. (2004). 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Universidade Cat&oacute;lica de Bras&iacute;lia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201300030000700034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> 		</p> 		 		    <!-- ref --><p> 			Souza Neto, S., Micotti, M. C. O., Benites, L. C., Silveira C. R., &amp; Alves, C. (2005). <i>A pedagogia do movimento humano - o corpo como objeto de  			estudo projeto leitura e escrita: a avalia&ccedil;&atilde;o motora</i> (Ed.). N&uacute;cleo de Ensino. 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Nestor de Melo Pita, n. 535, Centro, Amargosa/BA, CEP: 45.300-000, Brasil. 			<i>	E-mail:</i> <a href="mailto:cintiacardeal@gmail.com">cintiacardeal@gmail.com</a> 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p><b>Agradecimentos:</b></p> 		    <p> 			&Agrave;s institui&ccedil;&otilde;es de fomento &agrave; pesquisa CAPES e CNPq. 		</p> 		 		    <p>&nbsp;</p> 		    <p>Submetido: 25.06.2012   &brvbar;   Aceite: 15.05.2013</p> 	     ]]></body><back>
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