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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relação da maturação com a antropometria e aptidão física na iniciação desportiva]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to verify the influence of maturation in anthropometry and physical valences of young volleyball players, assessing the correlation between maturational state and other variables. The sample was composed of 149 children between 8 and 14 years. Chronological age and bone age as maturational predictor with the method of Grave-Brown (1976) were selected to assess the maturation state. As anthropometrics weight, height, ponderal index, biacromial diameter and bi-iliocristal diameter, perimeter of arm and leg, and perimeter of leg fixed were measured. In addition, it was also assessed the physical agility tests, coordination and explosive force of lower and upper limbs. All but ponderal index presents significant correlation with maturational state in girls. For boys, all correlations were significant except the ponderal index, agility and coordination. In both genders, the height and biacromial and bi-iliocristal diameter presented strong associations, allowing us to complete a correlation in maturational stage with the variable strength and anthropometric variables, as well as allows us to confirm the importance of evaluation from different variables when working with guidance and promotion of talent in the sport.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Relação da   maturação com a antropometria e aptidão física na iniciação desportiva</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Relationship of   maturation with anthropometric and physical valences in sports initiation boys and girls</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2">B.G. Cabral<sup>I</sup>, S.A.   Cabral<sup>I</sup>, R.M. Medeiros<sup>I</sup>, T. Alcatara<sup>II</sup>, P.M.S. Dantas<sup>I</sup></font></b></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Departamento de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Universidade Potiguar - UNP, Rio Grande do Norte, Brasil.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a name="topo"></a><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>      <p><font face="Verdana"><b><font size="2">RESUMO</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo centra-se em verificar a influência   da maturação na antropometria e aptidão física de jovens praticantes de   voleibol, observando a correlação do estado maturacional com as demais   variáveis. A amostra do estudo foi composta por 149 sujeitos (n= 149) de 8 a 14   anos. Para verificação da maturação, utilizou-se a idade cronológica e idade   óssea como preditor maturacional através do método Grave-Brown (1976). Por sua   vez, para as variáveis antropométricas, foram usadas as medidas de massa,   estatura, índice ponderal, diâmetros biacromial e bi-crista ilíaca, perímetros   de braço e perna, e perímetros de braço e de perna corrigidos, além dos testes   físicos de agilidade, coordenação e força explosiva de membros inferiores e   superiores. Ao observar a correlação entre a maturação e as demais variáveis,   constatou-se que, no feminino, apenas o índice ponderal não apresentou   correlação significativa e, no masculino, o índice ponderal, agilidade e   coordenação. Em ambos os sexos, a estatura e diâmetros biacromial e bi-crista   ilíaca apresentaram bons resultados. Assim, o estudo permite concluir que   existe correlação entre o estágio maturacional, a variável força e variáveis   antropométricas, ressaltando, ainda, a importância da avaliação de diferentes variáveis ao se trabalhar com orientação e promoção de talentos no desporto.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> idade óssea, morfologia, desporto</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   aim of this study was to verify the influence of maturation in anthropometry   and physical valences of young volleyball players, assessing the correlation   between maturational state and other variables. The sample was composed of 149   children between 8 and 14 years. Chronological age and bone age as maturational   predictor with the method of Grave-Brown (1976) were selected to assess the   maturation state. As anthropometrics weight, height, ponderal index, biacromial   diameter and bi-iliocristal diameter, perimeter of arm and leg, and perimeter   of leg fixed were measured. In addition, it was also assessed the physical   agility tests, coordination and explosive force of lower and upper limbs. All   but ponderal index presents significant correlation with maturational state in   girls. For boys, all correlations were significant except the ponderal index,   agility and coordination. In both genders, the height and biacromial and   bi-iliocristal diameter presented strong associations, allowing us to complete   a correlation in maturational stage with the variable strength and anthropometric   variables, as well as allows us to confirm the importance of evaluation from   different variables when working with guidance and promotion of talent in the sport.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> bone age, morphology, sports</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">No trabalho desportivo com jovens atletas o estado   maturacional tem sido um importante fator a ser observado, sendo um conjunto de   processos dinâmicos associados a um amplo aspeto de alterações morfológicas,   orgânicas e de desenvolvimento, que apresenta variações individuais de   velocidade durante o processo (Linhares et al., 2009; Malina et al., 2006). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse contexto, os estudos da ciência desportiva têm   evidenciado a grande importância da observação de diferentes variáveis e suas   relações de interferência na determinação de características individuais que,   em grande parte, estão diretamente ligadas ao desenvolvimento desportivo.   Entre essas variáveis podemos citar: as antropométricas, as qualidades   físicas, a velocidade de maturação e a variabilidade genética, onde as   relações de interferências entre as variáveis são consideradas fatores   determinantes no processo de desenvolvimento (Malina &amp; Bouchard, 2002; Matsudo, Araujo, Oliveira, &amp; Rodrigues, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A orientação desportiva, quando feita adequadamente, permite   relacionar características individuais a necessidades específicas de cada   modalidade desportiva, proporcionando ao indivíduo a possibilidade de   progredir, quando as suas características físicas são potencializadas a partir   do conhecimento desses elementos de determinação do seu potencial de   desempenho, observando, também, a influência dos fatores de interferência como o estado maturacional (Linhares et al., 2009; Mohamed et al., 2009).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A partir desse pressuposto, surge a necessidade de utilização   de métodos no processo de evolução científica do desporto que permitam observar   o indivíduo, a partir de um diagnóstico antecipado de suas habilidades e   características individuais. Diante do exposto o presente estudo centra-se no   objetivo de analisar a correlação de variáveis físicas e antropométricas com a maturação em jovens atletas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo é do tipo descritivo com tipologia transversal,   onde foi investigada uma amostra total de cento e quarenta e nove sujeitos (n =   149), sendo 55 do sexo masculino e 94 do sexo feminino, com idades entre 8 e 14   anos, na cidade do Natal/RN, escolhidos de forma não probabilística intencional   entre alunos de um projeto social, que atua apenas com iniciação desportiva no   Voleibol, com uma frequência de três sessões semanais de uma hora (1h) de   treino. Foram definidos como critérios de exclusão: apresentar problemas de   saúde que possam interferir no desenvolvimento dos testes, não concordar com a   realização dos testes ou por motivos diversos interromper os testes por mais de 10 dias. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todos os protocolos usados na presente investigação seguiram   rigorosamente as normas de ética em pesquisa, respeitando os itens propostos   pela resolução 196/96 CNS-Brasil e Declaração de Helsínquia de 1975. Os procedimentos   realizados na presente pesquisa foram autorizados pelo comitê de ética local de acordo com o parecer nº 071/071/2010.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para observação da variável aptidão física foi usado para   verificar a força explosiva de membros inferiores uma régua graduada em centímetros,   fixada em uma parede a partir de 2.00 metros, propiciando a realização dos   movimentos preparatórios em um “vão livre”. Para a força explosiva de membros   superiores foram usadas uma cadeira, uma fita métrica da marca Sanny e uma bola   de medicineball de 2 kg. Para a velocidade de membro superiores foram usados 2   discos de borracha de 20 cm de diâmetro fixados horizontalmente a uma mesa,   distantes 80 cm um do outro e entre eles um retângulo de borracha (10 × 20 cm).   Para a agilidade foram usadas as linhas de um campo oficial de Voleibol e um cronómetro Samsung 520.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na verificação das variáveis antropométricas foram   utilizados os seguintes instrumentos: uma balança eletrônica Filizola-110 para   a massa corporal, com capacidade para 150 kg e divisões de 1/10 de kg, um   estadiómetro Sanny ES2020 para estatura, uma fita antropométrica Sanny   (precisão de 0.1 mm) para aferição dos perímetros, um paquímetro pequeno Sanny   para os diâmetros e um compasso de dobras cutâneas científico Sanny, de fabricação brasileira, para aferir as dobras. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A determinação da idade óssea foi realizada por meio de um   aparelho da marca Rhos, com ampola Toshiba de 60 Kvp e 9 mA, a uma distância   foco-filme de 75 cm. O filme utilizado foi Kodak TMATX de 18 × 24 cm, em chassi   com ecrã de terras raras, revelados em uma processadora automática Dentxr, com componentes químicos para Kodak.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sendo o processo maturacional um processo contínuo, a   realização dos testes para análise das variáveis antropométricas, idade óssea   (através de raio X) e de aptidão física, ocorreram com intervalo máximo de 10 dias, evitando dessa forma interferência do tempo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na tentativa de minimizar ao máximo quaisquer   interveniências na mensuração das medidas antropométricas, houve o cuidado de   observar o erro técnico de medida (ETM) intraavaliador, uma vez que todas as   medidas foram realizadas pelo mesmo avaliador. Observou-se o intervalo de 0.7%   a 4.6% de ETM e 9.52% a 43.25% no coeficiente de variação (Perini, Oliveira, Ornellas, &amp; Oliveira, 2005).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Aptidão Física</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Força explosiva de   membros inferiores</i> (FEMI): Para verificação da força explosiva dos membros   inferiores, foi utilizado o Sargent Jump Test, no qual o testado ficou em pé,   mantendo as plantas dos pés em contato com o solo, de lado para a superfície   graduada, com o braço estendido acima da cabeça, onde foi anotada a altura   máxima. Após uma semiflexão dos joelhos, o testado realiza uma rápida   transição excêntrica/concêntrica e salta o mais verticalmente possível tocando   a régua com a ponta dos dedos, os quais foram previamente marcados com pó de   giz. O testado saltou três vezes consecutivas, sendo considerado o maior salto.   O resultado foi dado em cm diminuindo-se a altura alcançada com salto pela altura máxima alcançada (Marins &amp; Giannichi, 2003). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Força explosiva de   membros superiores </i>(FEMS): Foi utilizado o teste de arremesso de medicineball,   para avaliar a força explosiva de membros superiores. O testado ficou sentado   em uma cadeira, preso por uma corda na altura do peito para evitar o embalo   durante o arremesso, segurando a bola de medicineball de 2 kg com as duas mãos   contra o peito, no qual, arremessou a bola o mais longe possível. Foram   realizadas três tentativas consecutivas e registada a melhor marca. A fita   métrica foi colocada no chão a partir das pernas dianteiras da cadeira, sendo   medida a distância entre o ponto inicial e o primeiro ponto de contato da bola com o solo (Gaya &amp; Silva, 2007).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Velocidade de membros   superiores</i>: Para observação da velocidade de membros superiores, foi   utilizado o teste de golpeio de placas, onde o testado deverá ficar em pé, em   frente a uma mesa com altura regulável na altura da cintura. Sobre a mesa foram   colocados 2 discos a uma distância de 80 centímetros com um retângulo entre os   mesmos, todos fixados horizontalmente a mesa. A mão não dominante do testado   ficou parada em cima do retângulo e a mão dominante no círculo oposto a lado da   mesma. Ao sinal, sem mexer a mão do retângulo, o testado realizou 25 ciclos   batendo com a mão dominante no outro círculo e voltando ao inicial com a maior   velocidade possível. Cada vez que uma das placas não fosse batida o avaliador   deveria aumentar um ciclo. Cada testando devera realizar duas tentativas, sendo   registrado o menor tempo entre as tentativas realizadas. Esse protocolo faz   parte da bateria de testes EUROFIT e deve ser realizado com um avaliador para contagem do tempo e outro para contagem dos ciclos (Conselho da Europa, 1990).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Agilidade</i>: Para   avaliar a agilidade foi utilizado o teste de 30 metros, onde o testado correu   em velocidade máxima a partir da linha de serviço até a linha dos três metros   do campo de voleibol, retornou à linha inicial (linha de serviço), correu até   a linha de serviço do campo oposto a que iniciou o teste o mais rápido   possível, passando pela linha sem diminuir a velocidade, para que o tempo   fosse computado no momento em que cruzou a última linha (Buligin, 1981). Foram   realizadas duas tentativas com intervalo de 5 minutos e registado o melhor tempo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Antropometria</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os sujeitos foram mensurados descalços e usando roupas leves. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Massa corporal</i>:   Com o indivíduo em pé, no centro da plataforma da balança, a massa foi registada em quilogramas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Estatura corporal</i>:   É a distância entre a planta dos pés e o ponto mais alto da cabeça (vértex), em   apneia, com a cabeça orientada no plano de Frankfurt, registrada em centímetros. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Índice ponderal </i>(IP):   O índice ponderal foi medido a partir do resultado da divisão da estatura pela raiz cúbica da massa corporal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Perímetros e diâmetros</i>:   Para aferir os perímetros e diâmetros foram seguidos os procedimentos de   Marfell-Jones, Olds, Stewart e Carter (2006). Foram aferidos o Perímetro do   Braço (Pb), Perímetro corrigido do Braço (Pcb) que se refere ao perímetro do   braço em centímetros, subtraído pelo valor da dobra cutânea tricipital (TR)   transformado em cm, Perímetro de perna (Pp) e o Perímetro corrigido de perna   (Pcp) que se refere ao perímetro de perna (panturrilha) em centímetros,   subtraído pelo valor da dobra cutânea de perna transformado em cm, Diâmetro bi-cristailíaco (Di.bi.cr) e Diâmetro biacromial (Di.bi.ac).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Dobras cutâneas</i>:   As medidas de dobras cutâneas foram realizadas no lado direito dos sujeitos e   repetidas três vezes sucessivas em cada local seguindo o protocolo Marins e   Giannichi (2003), sendo utilizada a média como valor da medida ou dois valores coincidentes. Foram aferidas a Dobra tricipital (TR) e a Dobra de perna (PM).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Idade Cronológica</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Para determinação precisa da idade cronológica de um   indivíduo, foi contada a quantidade de meses de vida do mesmo, a partir de sua data de nascimento com dia, mês e ano e dividida por 12.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Idade Óssea</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na determinação da idade óssea foi utilizado o método Grave   e Brown (1976), onde a partir do raio X de mão e punho do indivíduo, a idade   óssea foi determinada por laudo médico, observando a sequência de eventos da   ossificação do indivíduo através de comparação com o atlas proposto por Pyle,   Waterhouse e Greulich (1971). Na realização do exame foi administrada de forma   individualizada uma única dosagem radiográfica, a uma distância foco-filme de   75 cm. As películas radiográficas foram analisadas de forma independente por 3   radiologistas, sendo os resultados dos laudos dos mesmos testados   estatisticamente através do método Kappa, tendo se obtido uma concordância inter-avaliador de .88, a qual que confirma a fiabilidade das análises.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Maturação </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O componente maturação classifica os indivíduos em estado   maturacional atrasado, normal ou acelerado, sendo essa classificação   determinada a partir da subtração da idade óssea do indivíduo em meses, pela   idade cronológica do mesmo em meses. Realizado o cálculo, quando o indivíduo   apresenta entre + 12 e &#8722;12 em relação à soma de meses da idade   cronológica é considerado normal, acima de +12 é considerado acelerado e abaixo   de &#8722;12 é considerado atrasado em relação a sua idade cronológica (Malina &amp; Bouchard, 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise Estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para o tratamento estatístico dos dados foi utilizado o   programa Stata for Windows, versão 10.0. A análise estatística utilizada foi à   descritiva, estabelecendo medidas de tendência central e dispersão na busca de   construir um perfil de características dos grupos, formados pelos indivíduos do   sexo feminino e masculino, nas variáveis investigadas, uma vez que foi   observada diferença significativa entre os grupos. O pressuposto de   distribuição normal dos dados foi verificado através do teste de   Kolmogorov-Smirnov e, posteriormente, foram calculados os coeficientes de   correlação de Pearson entre a maturação e as variáveis antropométricas e de aptidão física. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O nível de significância para estabelecido em <i>p</i> &lt; .05 ou 95% de probabilidade.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Verifica-se na <a href="#t1">tabela 1</a> que, comparativamente ao sexo masculino,   existe uma considerável prevalência de indivíduos do sexo feminino no grupo   estudado (63.08%), sendo o grupo feminino composto, em sua maioria, por meninas   com maturação acelerada em relação à sua idade cronológica. Em sentido diverso,   no grupo do sexo masculino, evidencia-se que a minoria é integrada por   indivíduos de maturação acelerada, tendo sua maioria formada por aqueles de maturação normal em relação à sua idade cronológica.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>    <p>&nbsp;</p>      <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a03t1.jpg" width="307" height="268"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Impõe-se destacar que a variável maturação revelou valores   distintos entre o sexo feminino e masculino, apresentando uma diferença   significativa (<i>p</i> &lt; .001), a qual   justifica o estudo das variáveis separadas por sexo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em relação à <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a03t2.jpg">tabela 2</a>, analisando-se, especificamente, a   correlação da maturação com aptidão física e antropometria, observaram-se correlações significativas em muitas das variáveis observadas. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Nos dados coletados no masculino, não foi encontrada   correlação significativa apenas para a agilidade, coordenação e índice   ponderal. Por outro lado, a força explosiva de membros inferiores, diâmetro   bicristailíaca, perímetros de braço e de perna, e perímetro corrigido de braço   apresentaram moderados índices de correlação com o momento maturacional do sexo masculino.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A força explosiva de membros superiores, massa corporal,   diâmetros biacromial e bicristailíaca, e perímetro corrigido de perna expressaram   níveis de significância para correlação ainda melhores e diâmetro biacromial,   sendo a estatura a variável que manifestou melhor resultado em relação à maturação com uma alta correlação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para o sexo feminino, apenas o índice ponderal não   apresentou correlação, sendo a agilidade, força explosiva de membros   inferiores e coordenação as variáveis com menores níveis de correlação. Neste   ponto, cumpre observar que todas as demais variáveis analisadas apresentam   bons índices de correlação com a maturação dos indivíduos estudados, sendo, mais uma vez, a estatura a variável que manifestou resultado mais elevado.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a03t3.jpg">tabela 3</a> permite uma melhor análise dos dados inseridos de   forma descritiva, onde os indivíduos foram separados por sexo de acordo com o   momento maturacional, sendo aqueles tidos como acelerados os que apresentaram   idade óssea maior que a idade cronológica. Por sua vez, os atrasados   manifestaram idade óssea menor que a idade cronológica e os normais não demonstraram diferença significativa entre a idade óssea e a idade cronológica.</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="3">DISCUSSÃO</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados encontrados (ver <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a03t2.jpg">tabela 2</a>) demonstram que,   tanto no masculino quanto no feminino, a estatura é a variável que apresenta   maior correlação com a maturação. Segundo Malina, Bouchard e Bar-Or (2004), à   medida que há um avanço no processo maturacional da criança, a tendência é que,   com as mudanças fisiológicas e metabólicas, o indivíduo atinja com maior   velocidade a sua estatura final e, consequentemente, também se torne mais pesado devido ao amadurecimento fisiológico geral e aumento de massa corporal.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">A estatura é um fator a ser analisado com muita atenção,   observando as suas diferentes variáveis de influência como o estado   maturacional, principalmente ao se tratar de orientação e desenvolvimento de   jovens talentos desportivos em modalidades como o Voleibol que, segundo   Gabbett, Georgieff, e Domrow (2007) e Cabral et al. (2008), apresenta a   variável estatura como fator predominante para se alcançar o alto rendimento da modalidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O índice ponderal, que diz respeito à relação estatura e   peso ou à linearidade do indivíduo, apresentou baixa correlação com a maturação   nos sexos masculino e feminino. O referido resultado é considerado um dado   relevante no processo de seleção e orientação de jovens no desporto,   confirmando, mais uma vez, ser imprescindível a observação do indivíduo em   suas diferentes variáveis. Assim, o indivíduo com maior linearidade não tem   necessariamente maior predisposição a adquirir uma maior estatura. Segundo   Schneider e Meyer (2005), a variável estatura dependerá da influência de uma série de outras variáveis, como, por exemplo, a maturação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ainda na <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a03t2.jpg">tabela 2</a>, verificou-se a correlação da maturação   com os dados antropométricos, sendo além da estatura, os diâmetros biacromial e   bicristailíaca, e o perímetro corrigido de perna, as variáveis que apresentam   melhores resultados correlacionais em ambos os sexos, dados esses que   corroboram a literatura, onde sabemos que diâmetros e espessuras corporais   tendem a acompanhar o processo maturacional de forma positiva (Forwood et al., 2006; Malina, 2003). </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">A literatura afirma que a evolução do desempenho motor, na   infância e na adolescência, está indiscutivelmente associada aos processos de   crescimento e maturação. Diante de tal relação de interdependência, na   avaliação do desempenho motor, urge que, ao se trabalhar com o desenvolvimento   da criança no âmbito desportivo, sejam considerados os aspetos do crescimento físico e as idades cronológica e biológica (Gallahue &amp; Ozmun, 2005).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao avaliar a aptidão física no que se refere à maturação, as   pesquisas têm observado um aumento nos valores de força proporcional aos   estágios maturacionais, ou seja, quanto mais maturado o indivíduo, mais força   ele tende a apresentar, devido a um aumento na massa muscular e à melhoria no   desempenho motor e cognitivo (Biassio, Matsudo, &amp; Matsudo, 2004; Makarenko,   2001). Tal fato confirma os resultados obtidos na <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a03t2.jpg">tabela 2</a>, evidenciando uma   correlação moderada da maturação com a força explosiva de membros inferiores e   principalmente com a força explosiva de membros superiores em ambos os sexos,   corroborando os estudos de Biassio et al. (2004) e Nedeljkovic, Mirkov, Kukolj, Ugarkovic e Jaric (2007).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Malina et al. (2004) e Pearson, Naughton e Torode (2006)   defendem, ainda, que os aspetos referentes à maturação e à força têm grande   importância no grande conjunto de fatores influenciadores da formação de   atletas, atestando, portanto, a indispensabilidade de observação geral do   indivíduo e não apenas fatores como a idade cronológica, uma vez que, durante a   puberdade, a diferença entre os aspetos físicos de indivíduos de mesma idade cronológica podem ser significativas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Ao analisar a <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a03t3.jpg">tabela 3</a>, verificamos que, para o sexo   masculino, existiu uma concentração de indivíduos com maturação normal, o que   pode ser explicado pelas fases diferenciadas de maturação destes em relação às   mulheres. Foi visível, ainda, que, entre os estados maturacionais   classificados, as médias para a idade cronológica encontram-se muito próximas,   assim como as médias e desvio padrão da variável estatura, impondo-se a análise   de mencionado dado, sobretudo pelo fato de que as médias das demais variáveis   antropométricas tendem a ser crescentes para os indivíduos, acompanhando o seu estágio maturacional.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Especificamente, em se tratando de variáveis   antropométricas, em ambos os sexos, as menores médias são visíveis em   indivíduos com maturação atrasada. Por outro lado, são maiores para aqueles que   se encontram no estágio normal e, ainda, maiores para os que se encontram com   maturação acelerada sucessivamente. Tal fato permite visualizar o aumento da   massa, crescimento e alargamento da estrutura corporal, acompanhando a evolução   do processo maturacional do indivíduo, sem considerar apenas a idade   cronológica ou estatura, ou ainda, a estatura e distâncias bicristailíaca e   biacromial, guardando, portanto, consonância com os estudos de Latt et al. (2009) e Linhares et al. (2009).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observou-se, ainda, na <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a03t3.jpg">tabela 3</a> que o sexo feminino   apresentou um comportamento diferente do masculino onde existe, nesse grupo,   uma concentração maior de indivíduos com idade óssea superior à idade   cronológica, caracterizando-se, assim, com maturação acelerada, fato esse   também observado na <a href="#t1">tabela 1</a>, onde, ao analisar as médias de maturação nos meninos   e meninas verificámos diferença significativa (<i>p</i> &lt; .001). Esses resultados corroboram as pesquisas científicas   anteriores, comprovando que diferentes fatores podem influenciar na velocidade   do processo de maturação, ressaltando, todavia, que, de maneira geral, o desenvolvimento   maturacional das meninas tende a ser um processo mais acelerado em relação aos   meninos (Kishali, Imamoglu, Katkat, Atan, &amp; Akyol, 2006; Little &amp; Malina, 2007). </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Devido ao acelerado processo de maturação das meninas nessa   faixa etária, também se pode explicar a diferença de estatura entre os três   níveis maturacionais de forma crescente e positiva, onde em seus estudos,   Roman, Ribeiro, Guerra Júnior e Barros Filho (2009) constataram que a idade da   menarca influencia diretamente nos fatores antropométricos das meninas que, após a menarca, tendem a atingir até 95% de sua estatura da vida adulta.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Perante os resultados evidenciados, faz-se concluir que   persiste correlação significativa entre o estágio de desenvolvimento   maturacional da criança e adolescente, variáveis antropométricas e qualidades   físicas como a força, sendo a força explosiva de membros superiores a variável   de aptidão física que apresenta maior correlação positiva em ambos os sexos, consonante, porquanto, com a literatura atual.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A partir dos resultados obtidos, podemos confirmar a   necessidade de, ao se analisar a promoção e desenvolvimento de talentos   desportivos, considerar-se as diferentes variáveis, evitando, por via de   consequência, o advento de erros, provocados, sobretudo, nas situações em que   uma variável é analisada de forma independente, ao se ignorar fatores de forte   influência e interferência entre as diferentes variáveis, como, por exemplo, o estágio maturacional.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Biassio, L. G., Matsudo, S. M. M., &amp; Matsudo, V. K. R. (2004).   Impacto da menarca nas variáveis antropométricas e neuromotoras da aptidão   física, analisado longitudinalmente. <i>Revista     Brasileira de Ciência e Movimento</i>, <i>12</i>(2), 97-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300040000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Buligin, M. A. (1981). Models for improving a volleyballer’s physical qualities. <i>Soviet Sport Review</i>, <i>16</i>, 43-45.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201300040000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cabral, B. G. A., Cabral, S. A. T., Batista, G. R., Fernandes Filho, F.,   &amp; Knackfuss, M. I. (2008). Somatotipia e antropometria na seleção brasileira de voleibol. <i>Motricidade</i>, <i>4</i>(1), 67-72.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201300040000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Conselho da Europa (1990). <i>Comissão para o desenvolvimento do desporto: Manual para os testes EUROFIT de aptidão física</i>. Lisboa: Ministério da Educação.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201300040000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Forwood, M. R., Baxter-Jones, A. D., Beck, T. J., Mirwald, R. L.,   Howard, A., &amp; Bailey, D. A. (2006). Physical activity and strength of the femoral   neck during the adolescent growth spurt: A longitudinal analysis. <i>Bone, 38</i>(4), 576-583. doi: 10.1016/j.bone.2005.09.021</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201300040000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gabbett, T., Georgieff, B., &amp; Domrow, N. (2007). The use of   physiological, anthropometric, and skill data to predict selection in a junior   volleyball squad. <i>Journal of Sports Science, 25</i>(12), 1337-1344. doi: 10.1080/02640410601188777</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201300040000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gallahue, D. L., &amp; Ozmun, J. C. (2005). <i>Compre-endendo o desenvolvimento motor: Bebês, Crianças, Adolescentes e Adultos</i>. São Paulo: Phorte editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201300040000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gaya, A., &amp; Silva, G. (2007). <i>Projeto   Esporte Brasil PROESP - Bateria de Medidas e Testes Somatomotores do Proesp</i>. Consultado em 12 de Março de 2010, a partir de <a href="http://www.proesp.ufrgs.br" target="_blank">http://www.proesp.ufrgs.br</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201300040000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Grave, K. C., &amp; Brown, T. (1976). Skeletal ossification and the adolescent   growth spurt. <i>American Journal of Orthodontics</i>, <i>69</i>(6), 611-619.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201300040000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kishali, N. F., Imamoglu, O., Katkat, D., Atan, T., &amp; Akyol, P. (2006). Effects of menstrual cycle on sports performance. <i>International Journal of Neuroscience</i>, <i>116</i>(12), 1549-1563.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201300040000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Latt, E., Jurimae, J., Haljaste, K., Cicchella, A., Purge, P., &amp;   Jurimae, T. (2009). Longitudinal development of physical and performance   parameters during biological maturation of young male swimmers. <i>Perceptual &amp; Motor Skills, 108</i>(1), 297-307. doi: 10.2466/pms.108.1.297-307</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201300040000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Linhares, R. V., Matta, D., Lima, J. R. P., Dantas, P. S., Costa, M. B.,   &amp; Fernandes, J. (2009). Effects of sexual maturation on body composition, dermatoglyphics, somatotype and basic physical qualities of adolescents. <i>Arquivos Brasileiros de Endocrinologia &amp; Metabologia</i>, <i>53</i>(1), 47-54. doi: 10.1590/S0004-27302009000100008</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201300040000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Little, B. B., &amp; Malina, R. M. (2007). Gene-environment interaction in skeletal maturity and body dimensions of urban Oaxaca Mestizo schoolchildren. <i>Annals of Human Biology, 34</i>(2), 216-225. doi: 10.1080/03014460601144011</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201300040000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Makarenko, L. P. (2001). <i>Natação: seleção de talentos e iniciação   desportiva</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201300040000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Malina, R. M. (2003). Crescimento, maturação e desempenho. In W. E.   Garret Jr., &amp; D. T. Kirkendall (Eds.), <i>A ciência do exercício e dos esportes</i> (pp. 454-475). São Paulo: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201300040000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Malina, R. M., Bouchard, C., &amp; Bar-Or, O. (2004). <i>Growth, maturation, and physical activity</i>. Champaign: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201300040000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Malina, R. M., Claessens, A. L., Van Aken, K., Thomis, M., Lefevre, J.,   Philippaerts, R., &amp; Beunen, G. P. (2006). Maturity offset in gymnasts:   Application of a prediction equation.<i> Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise, 38</i>(7), 1342-1347. doi: 10.1249/01.mss.0000227321.61964.09</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201300040000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Malina, R., &amp; Bouchard, C. (2002). <i>Atividade física do atleta jovem: Do   crescimento à maturação</i>. São Paulo: Rocca.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201300040000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marfell-Jones, M., Olds, T., Stewart, A., &amp; Carter, L. (2006). <i>International standards for anthropometric   assessment</i>. Potchefstroom: International Society for the Advancement of Kinanthropometry.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201300040000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marins, J. C. B., &amp; Giannichi, R. S. (2003). <i>Avaliação e prescrição de atividade física: Guia prático</i> (3ª ed.). Rio de Janeiro: Shape.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201300040000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Matsudo, V. K. R., Araujo, T. L., Oliveira, L. C., &amp; Rodrigues, V.   K. (2007). Há ciência na detecção de talentos? <i>Diagnóstico &amp; Tratamento</i>, <i>12</i>, 196-199.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201300040000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mohamed, H., Vaeyens, R., Matthys, S., Multael, M., Lefevre, J., Lenoir,   M., &amp; Philppaerts, R. (2009). 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Attributes   of the radiographic standard of reference for the National Health Examination   Survey. <i>American Journal of Physical Anthropology, 35</i>(3), 331-337.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201300040000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Roman, E. P., Ribeiro, R. R., Guerra Júnior, G., &amp; Barros Filho, A.   A. (2009). 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Avaliação antropométrica e da   força muscular em nadadores pré-púberes e púberes. <i>Revista Brasileira de     Medicina do Esporte, 11</i>(4), 209-213. doi: 10.1590/S1517-86922005000400001</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201300040000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><i><a href="#topo">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a>:</i> Breno Guilherme Cabral, Departamento de Educação   Física, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Caixa Postal 1524 - Campus   Universitário Lagoa Nova, CEP 59078-970 Natal/RN - Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:brenotcabral@gmail.com">brenotcabral@gmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses:</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Submetido: 21.05.2012   |   Aceite: 30.05.2013</font></p>      ]]></body><back>
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