<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-107X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Motricidade]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Motri.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-107X</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Edições Desafio Singular]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-107X2013000400004</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.6063/motricidade.9(4).744</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Contexto dos berçários e um programa de intervenção no desenvolvimento de bebés]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Nurseries environment and the intervention in babies' development]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.S.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Valentini]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.C.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Rio Grande do Sul Escola Superior de Educação Física ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2013</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2013</year>
</pub-date>
<volume>9</volume>
<numero>4</numero>
<fpage>22</fpage>
<lpage>32</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-107X2013000400004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-107X2013000400004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-107X2013000400004&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objetivo deste estudo foi investigar o contexto de berçários que atendesse a famílias de baixa renda e verificar o impacto de uma intervenção cognitivo-motora no desenvolvimento de bebés quanto à motricidade ampla, motricidade fina, linguagem e interação. Participaram do estudo 40 bebés, entre seis e oito meses, provenientes de dez berçários para famílias de baixa renda. As escolas foram agrupadas quanto à qualidade dos cuidados oferecidos; os bebés foram estratificados por gênero e aleatoriamente distribuídos em grupos interventivo (n= 20) e controle (n= 20). Foi utilizada uma ficha de observação para verificar a rotina dos berçários. A motricidade ampla e fina, a linguagem e a interação dos bebés foram avaliadas no pré e no pós intervenção. O programa de intervenção propiciou experiências de perseguição visual, manipulação de brinquedos e controle postural. Observaram-se restrições no espaço físico e nas oportunidades para brincar e interagir. Educadores centravam sua atenção no cuidado com higiene e alimentação dos bebés. Bebés provenientes de escolas com contextos mais apropriadas ao desenvolvimento apresentaram desempenhos superiores; e, a intervenção repercutiu positivamente no desenvolvimento global dos participantes. Em conclusão, ações educativas e estratégias interventivas devem ser implementadas nas creches, priorizando o processo de desenvolvimento infantil.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of the study was to investigate nurseries environment for low-income families and verify the impact of a cognitive-motor skill intervention on babies’ development in the large motor, fine motor, language and interaction. Participated in the study 40 babies, age between six and eight months, from ten nursery schools for low-income families. Schools groups were clustered according to the quality of the care offered; and the babies were stratify by gender and randomly assigned in intervention (n= 20) and control (n= 20) groups. The routine of the nurseries was investigated using an observational list. Babies’ gross and fine motor skills, as well as interactions and language, were assessed at the pre and post-intervention. The intervention program provided activities such as visual tracking, toy manipulation and postural control. Results demonstrated restrict physical space, opportunities to play and interaction. Educators focus attention regarding to babies’ hygiene and feed. Babies from schools with a more appropriate environment showed better performance; and the intervention influenced positively to participants’ global development. As a conclusion, educative actions and intervention strategies must be implemented at nursery schools concern primarily with infant’ development process.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[desenvolvimento infantil]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[creches]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[estimulação precoce]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[child development]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[child day care centers]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[early intervention]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Contexto dos   berçários e um programa de intervenção no desenvolvimento de bebés</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Nurseries   environment and the intervention in babies' development</b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2">C.S. Almeida<sup>I</sup>, N.C.   Valentini<sup>I</sup></font></b></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Escola Superior de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="topo"></a><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo deste estudo foi investigar o contexto de   berçários que atendesse a famílias de baixa renda e verificar o impacto de uma   intervenção cognitivo-motora no desenvolvimento de bebés quanto à motricidade   ampla, motricidade fina, linguagem e interação. Participaram do estudo 40 bebés,   entre seis e oito meses, provenientes de dez berçários para famílias de baixa   renda. As escolas foram agrupadas quanto à qualidade dos cuidados oferecidos;   os bebés foram estratificados por gênero e aleatoriamente distribuídos em   grupos interventivo (n= 20) e controle (n= 20). Foi utilizada uma ficha de   observação para verificar a rotina dos berçários. A motricidade ampla e fina, a   linguagem e a interação dos bebés foram avaliadas no pré e no pós intervenção.   O programa de intervenção propiciou experiências de perseguição visual,   manipulação de brinquedos e controle postural. Observaram-se restrições no   espaço físico e nas oportunidades para brincar e interagir. Educadores   centravam sua atenção no cuidado com higiene e alimentação dos bebés. Bebés   provenientes de escolas com contextos mais apropriadas ao desenvolvimento   apresentaram desempenhos superiores; e, a intervenção repercutiu positivamente   no desenvolvimento global dos participantes. Em conclusão, ações educativas e   estratégias interventivas devem ser implementadas nas creches, priorizando o processo de desenvolvimento infantil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> desenvolvimento infantil, creches, estimulação precoce</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   aim of the study was to investigate nurseries environment for low-income   families and verify the impact of a cognitive-motor skill intervention on   babies’ development in the large motor, fine motor, language and interaction.   Participated in the study 40 babies, age between six and eight months, from ten   nursery schools for low-income families. Schools groups were clustered   according to the quality of the care offered; and the babies were stratify by   gender and randomly assigned in intervention (n= 20) and control (n= 20)   groups. The routine of the nurseries was investigated using an observational   list. Babies’ gross and fine motor skills, as well as interactions and   language, were assessed at the pre and post-intervention. The intervention   program provided activities such as visual tracking, toy manipulation and   postural control. Results demonstrated restrict physical space, opportunities   to play and interaction. Educators focus attention regarding to babies’ hygiene   and feed. Babies from schools with a more appropriate environment showed better   performance; and the intervention influenced positively to participants’ global   development. As a conclusion, educative actions and intervention strategies   must be implemented at nursery schools concern primarily with infant’ development process.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> child development, child day care centers, early intervention</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O desenvolvimento é um processo no qual as mudanças são   resultado de interações entre o indivíduo, envolvidos em uma ação, sendo   influenciados por um ambiente, que pode ser enriquecido ou não, enfatizando a   indissociabilidade da criança em desenvolvimento com o contexto em que está   inserida (Bronfenbrenner, 2005). A qualidade dos primeiros anos de vida tem-se   mostrado um importante preditor sobre o futuro da criança, tanto ao nível   motor, como a locomoção, motricidade ampla, motricidade fina; ao nível   cognitivo, como o uso da percepção, da memória, do raciocínio, da linguagem; e   ao nível social, que se observam três elementos: (1) agentes sociabilizantes   (envolvimento com pessoas mais significativas), (2) situação social do sujeito   e (3) atributos pessoais (sujeito) (Almeida, Valentini &amp; Lemos, 2005;   Besharov &amp; Marrow, 2006); período no qual a mediação de adultos é essencial   ao desenvolvimento da criança (Carvalhares &amp; Benício, 2002). Com o ingresso   da mãe no mercado de trabalho com uma jornada de 44 horas semanais, um grande   número de crianças passa muitas horas do dia em berçários no Brasil (mais de   oito horas/dia), segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e   Estudos Socioeconômicos (DIEESE, 2007). Estima-se, no Brasil, que as taxas   brutas de frequência à escola de alguns segmentos etários apresentaram   crescimento relativo muito significativo. Para as crianças de 0 a 3 anos de   idade, os percentuais dobraram de 1996 a 2006, de 7.4% para 15.5%. Na faixa   seguinte, de 4 a 6 anos, as taxas passaram de 53.8% para 76.0%, um aumento de   mais de 20%. Além disso, a desfasagem dos alunos do ensino fundamental caiu   41.6% em dez anos, segundo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística   (IBGE, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os cuidados com os bebés nos berçários enfatizam a higiene e   alimentação; sendo a qualidade das experiências vivenciadas frequentemente   negligenciada. As condições inadequadas são decorrentes da capacitação   questionável dos funcionários e baixos salários dos educadores, da falta de   equipamentos e espaço físico reduzido, do pouco incentivo a padrões adequados   de interação e afetividade dos educadores em relação à criança (Almeida et al.,   2005). Nos berçários, bebés ficam limitados às salas oito horas por dia, os   menores permanecem mais tempo em cadeirinhas e os maiores são mantidos no chão.   As interações com o meio são potencializadas somente para os que se deslocam de   forma independente na experimentação de movimentos de controle postural   (Almeida et al., 2005; Spessato, Valentini, &amp; Krebs, 2009). No entanto, pesquisa   semelhante foi realizada e mostrou que o desenvolvimento dos bebés de berçário   comparados com o desenvolvimento de bebés de abrigos e dos que ficam em casa   com suas mães são melhores e respondem positivamente a uma intervenção motora (Almeida, 2010; Müller, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Oportunizar experiências que potencializem o desenvolvimento   (Valentini, 2002, 2004; Valentini &amp; Rudsill, 2004), preparando educadores   para intervir efetivamente com crianças, principalmente as que já evidenciam   atrasos no desenvolvimento, se torna essencial para uma sociedade que pretende   prevenir riscos sociais que culminam na pouca educação, no trabalho infantil,   na negligência e no abuso parental (St.Pierre &amp; Rossi, 2006). Estudos   sugerem que intervenções adequadas ao desenvolvimento promovem a melhoria no   status de saúde (Almeida et al., 2005; Carvalhes &amp; Benício, 2002), o   desenvolvimento e aquisição de habilidades (Almeida et al., 2005; Almeida,   Paines &amp; Almeida, 2008; Valentini, 2002, 2004), e o auto conceito   (Valentini &amp; Rudsill, 2004) na infância. Pesquisadores chamam a atenção   para a necessidade de traçar estratégias interventivas e ações educativas que   promovam a melhoria dos cuidados oferecidos para as crianças por familiares e   por educadores nos berçários (Goubet, Rochat, Maire-Leblond, &amp; Poss, 2006;   Vasconcelos, Aorim, Anjos, &amp; Ferreira, 2003), especialmente durante a primeira infância.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As seguintes hipóteses foram estabelecidas: (1) bebés   atendidos em berçários com condições mais apropriadas ao desenvolvimento demonstrariam   desempenhos superiores quando comparados aos bebés provenientes de escolas com   condições menos apropriadas; (2) bebés participantes da intervenção demonstrariam   mudanças positivas do pré para o pós intervenção, enquanto para o grupo   controle, mudanças positivas não seriam esperadas; (3) bebés participantes da   intervenção demonstrariam desempenhos superiores no pós intervenção quando comparados aos seus pares do grupo controle. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Baseados nestas necessidades, este estudo teve como   objetivos: investigar o contexto de berçários que atendesse a famílias de baixa   renda e verificar impacto de uma intervenção cognitivo-motora no   desenvolvimento de bebés quanto a motricidade ampla, motricidade fina, linguagem e interação.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="3" face="Verdana"></font><font size="2" face="Verdana">O presente estudo é do tipo experimental de delineamento experimental verdadeiro, de caráter descritivo e prospectivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Participaram   40 bebés (entre seis e oito meses) provenientes de berçários que prestam   serviços para famílias de baixa renda, segundo a Associação Brasileira de   Empresa e Pesquisa [ABEP]. Das 128 escolas conveniadas com a prefeitura, 26   atendiam bebés menores de um ano. Dez escolas aceitaram participar do estudo.   Foram incluídos bebés nascidos a termo, adaptados ao berçário por mais de duas   semanas, que permanecem diariamente por sete horas ou mais, na rotina do   berçário e não participantes de atividades específicas, ou seja, nenhuma   atividade que se diferenciasse da rotina de alimentação, higiene e brincadeiras   livre no chão, berço ou cadeiras. Também, como inclusão, os pais deveriam   retornar o Termo de Consentimento informado assinado. Bebés com diagnóstico de   problemas neurológicos não foram incluídos no estudo. Três bebés tiveram a   participação descontinuada em decorrência de faltas na avaliação inicial. Os bebés   foram estratificados por gênero e aleatoriamente distribuídos por sorteio   simples em GI - Grupo Interventivo (número de participantes (<i>n</i>) igual a 20, média de idade (<i>M</i><sub>idade </sub>igual a 6.6 meses,   desvio padrão (<i>DP</i>) igual a 0.82   meses) e GC - Grupo Controle (<i>n</i>= 20, <i>M</i><sub>idade</sub> = 6.6 meses, <i>DP</i>=1.19 meses). O número de   participantes por grupo foi fundamentado em pesquisas prévias (Almeida et al.,   2005; Almeida, 2010; Müller, 2008). A pesquisa foi guiada pelos critérios estabelecidos   na Declaração de Helsínquia e aprovada pela Comissão de Ética da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (processo 2003109).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma Ficha de Observação da Rotina da Escola Infantil foi   utilizada para descrever o contexto (Almeida et al., 2005) coletando   informações sobre: escolaridade dos educadores do berçário e coordenadores,   número e a rotina do pessoal envolvido com o bebé no dia-a-dia, disponibilidade   de brinquedos nas salas, oportunidades para brincar, instalações da escola, a   adequação ao desenvolvimento do bebé, as preocupações com questões desenvolvimentistas   dos bebés e outras observações que houvesse. A ficha foi sistematicamente   preenchida durante as visitas às escolas e as observações transformadas em categorias com frequências.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dois agrupamentos distintos de berçários foram formados,   considerando a qualidade dos cuidados oferecidos ao bebé (Marques, Pelicioni   &amp; Pereira, 2007): escolas com condições apropriadas ao desenvolvimento -   ECAD (educadores com ensino médio ou superior, razão de um educador para até   sete crianças, possuíam instalações para atividades extras e deixavam   brinquedos à disposição das crianças) e escolas com condições inapropriadas ao   desenvolvimento - ECID (educadores com ensino fundamental, razão de um   educador para mais de sete bebés, não possuíam sala para atividades extras e não deixavam os brinquedos à disposição dos bebés).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para avaliar o desempenho dos bebés foi utilizada a Escala   do Desenvolvimento do Comportamento da Criança no Primeiro Ano de Vida (Pinto,   Vilanova &amp; Vieira, 1997). A escala, validada e normalizada para crianças   brasileiras, é dividida em oito subescalas com 64 itens que envolvem   comportamentos axiais e apendiculares (eixos somáticos corporais), comunicativo   e não comunicativo (necessidade ou não de interação para realizar o comportamento),   espontâneo e estimulado (necessidade ou não do estímulo para realizar o   comportamento). Para o presente estudo os dados foram agrupados em categorias   de acordo com sua especificidade. Motricidade ampla (MA): movimentos axiais   espontâneos não comunicativos que envolvem atividades de deslocamento e   postura. Motricidade fina (MF): movimentos apendiculares espontâneos e   estimulados não comunicativos que envolvem atividades de perceber e explorar o   objeto com as mãos e as atividades de manipulação e reconhecimento da sua   função em determinada tarefa. Linguagem e interação (LI): movimentos axiais   espontâneos comunicativos que envolvem atividades de emissão e repetições de   sons. Durante a avaliação, pré e pós intervenção, os bebés foram filmados para   posterior análise utilizando o processo duplo cego. Os avaliadores não possuíam   conhecimento sobre a qual grupo pertenciam os bebés e em que período interventivo os bebés se encontravam.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um protocolo individualizado adequado à rotina do berçário   foi implementado durante dez encontros, os quais não interferiram na rotina do   sono e da alimentação dos bebés, ou seja, em momentos em que o bebé não estivesse   com fome (pelo menos uma hora antes da alimentação), sono (longe da sua hora   rotineira de sono - mais de duas horas de intervalo) e, em caso de   indisposição, a intervenção não era realizada. As intervenções aconteciam três   vezes por semana, 15 minutos por dia, conforme estudo prévio (Adalbjornson,   2001), Normalmente, os bebés chegavam ao berçário até oito horas da manhã,   recebiam alimentação. A intervenção iniciava por volta de nove horas da manhã   com cada bebé e terminava perto de dez horas. O almoço acontecia às onze horas   e, o sono, as doze horas. O protocolo de intervenção, baseado em estudos   prévios (Almeida et al, 2005; Müller, 2008) e adequados às condições das   escolas garantindo a validade ecológica do estudo (Bronfenbrenner, 2005)   consistia de atividades de: (1) perseguição visual (três minutos) a qual se   caracterizava pelo acompanhamento visual do bebé de objetos em movimento a uma   distância de aproximadamente 40 centímetros (Almeida et al., 2005); (2)   manipulação de objetos variados (sete minutos) em função, forma, textura e peso   (Rocha, Silva &amp; Tudella, 2006); (3) força, mobilidade e estabilização   (cinco minutos) com atividades de controle de tronco, sentar, rolar,   arrastar-se ou engatinhar e trocar decúbito (Goubet et al., 2006; Pinto et   al., 1997). Um único examinador interagiu com os bebés, realizando as   atividades na mesma sequência, num colchão no chão, com uma grande variedade de   brinquedos (Almeida et al., 2005, Valentini, 2004). Após a estimulação, o bebé   retornava para o berço, para a cadeirinha ou para o chão, conforme a rotina do berçário, controlando desta forma para variáveis intervenientes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise Estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A análise dos dados foi realizada utilizando o software   Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 17.0. Para investigar   o contexto dos berçários e se as diferentes condições contextuais repercutiriam   de maneira diferenciada no desenvolvimento dos bebés (desempenho) foram   utilizadas estatísticas descritivas, testes <i>t</i> para amostras independentes (comparações de grupo) e dependentes (comparações   no tempo). Para comparar o impacto da intervenção no desenvolvimento   (desempenho) dos bebés antes e após a intervenção em cada grupo foi aplicado o   teste qui-quadrado de McNemar. O nível de significância (p) adotado foi de <i>p</i> &#8804; .05. Quanto ao procedimento   duplo-cego, o teste Kappa revelou um elevado índice de concordância entre avaliadores no pré (.75) e pós (1.00) intervenção.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>    <font size="2" face="Verdana"><b>Contexto de berçários das Escolas Infantis</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto à escolaridade dos educadores do berçário, apenas um   educador estava cursando pedagogia. Em sete berçários, os educadores possuíam   formação restrita a nível fundamental; os demais possuíam o certificado de   nível médio completo. Os berçários poderiam ter mais de um educador por sala.   Alguns educadores falavam um português coloquial, com erros silábicos, trocas   de letras e erros na concordância verbal quando conversavam com os bebés e com   os interventores. Isso foi aferido através da observação e registo em uma folha   de rotina em todos os berçários avaliados, onde se registrava tudo o que   acontecia no dia-a-dia dos bebés. Todos os coordenadores possuíam curso   superior; em cinco escolas os coordenadores eram os próprios pedagogos e nas   demais os coordenadores contavam com pedagogos que visitavam a escola   esporadicamente. Em todas as escolas, coordenadores e pedagogos demonstravam   preocupações com as questões desenvolvimentistas, mas, os educadores não têm   em suas rotinas trabalhos específicos de estimulação motora com os bebés,   embora tenham nos seus currículos de formação o conhecimento sobre tal. Eles   necessitam de cursos de capacitação extra para colocar em prática tal   conhecimento; embora a lei do estatuto da criança e do adolescente reforce essa   importância de estimulação global do bebé (ECA - Lei Federal 8.069/1990 e Lei 9.394 da LDB).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto à razão entre o número de bebés por educadores no   cuidado diário, observou-se uma maior incidência de sete bebés para um educador   (amplitude interquartis (Q3-Q1) foram seis para 11 bebés por educador). Em   somente uma escola, uma educadora cuidava sozinha de 11 bebés. As rotinas dos   educadores eram muito semelhantes. Até as oito e meia da manhã, todas as   crianças já haviam chegado; recebiam a mamadeira e, imediatamente, iniciava-se   a troca de fraldas. Enquanto os educadores realizavam esses atendimentos, os bebés   ficavam sentados no “bebé conforto” ou deitados no berço. Poucos ficavam no chão.   Por vezes, eram lhes alcançados brinquedos. Próximo das onze horas iniciava um   processo semelhante para o almoço, seguido do sono do bebé e o reinício da   rotina de alimentar e cuidar da higiene. Durante todo o dia, os educadores   ficavam concentrados nas suas rotinas de alimentação e higiene, passando de um   bebé para o outro, sem parar. Quando os bebés dormiam, os educadores envolviam-se com a organização e limpeza do ambiente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto às instalações, observou-se que apenas dois berçários   tinham um ambiente externo para levar os bebés em dias secos e menos frios.   Nenhuma escola tinha uma sala para bebés brincarem ou desenvolver atividades   específicas. A grande maioria, com exceção de duas escolas que tinham uma sala   de dormir, utilizava o mesmo espaço para alimentação, circulação, brinquedo e   sono. Em muitos momentos, os bebés que estavam dormindo acordavam com o   movimento proveniente das pessoas que circulavam no local, por ser um espaço   pequeno e não específico para os bebés dormirem sem interrupção. Em quatro   berçários um colchonete era colocado no chão, entretanto os bebés permaneciam nos berços e carrinhos espalhados neste único cômodo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A quantidade de brinquedos nas salas e as oportunidades de   brincar eram restritas, com um ou dois brinquedos, alocados em berços e   carrinhos. O brinquedo era manipulado pelo bebé somente nos momentos que lhes   eram oferecidos pelos educadores e/ou quando estavam em seu alcance tátil.   Somente bichinhos de pelúcia e de borracha e argolas eram ocasionalmente   oferecidos bebés. Dentre os dez berçários, quatro apresentavam brinquedos em   caixas instaladas no próprio local. Todas as quatro escolas espalhavam os   brinquedos no chão do berçário, mas apenas uma colocava os bebés em contato com   os brinquedos. As seis outras escolas não colocavam brinquedos para os bebés, nem os tinham à vista (<a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a04t1.jpg">Tabela 1</a>).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana"><b>Impacto Interventivo e Comparações nos grupos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nas comparações por agrupamentos dos berçários, os   resultados evidenciaram que no pré intervenção os bebés que frequentavam ECAD   demonstraram desempenho significativamente superior na MA (<i>p</i> = .029), MF (<i>p</i> = .029) e IL (<i>p</i> = .05),   comparados aos bebés que frequentavam ECID. Esta tendência se manteve no pós   intervenção para a MA (<i>p</i> = .029) e IL   (<i>p</i> = .029). Na motricidade fina,   entretanto o desempenho dos grupos na pós intervenção foi semelhante (<i>p</i> = .14). Quanto ao fator tempo,   observou-se que do pré para o pós intervenção mudanças significativas foram   observadas, tanto nas ECAD (MA <i>p</i> = .012,   MF <i>p</i> = .012, IL <i>p</i> = .017) quanto nas ECID (MA <i>p</i>   = .018, MF <i>p</i> = .023, IL <i>p</i> = .019) (<a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a04t2.jpg">Tabela 2</a>), pois nestas idades esse tipo de habilidade não é ainda esperado.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Nas comparações entre grupos interventivo e controle, os   resultados sugerem que os bebés eram semelhantes na pré intervenção na MA, MF e   IL. No pós intervenção, diferenças significativas foram observadas evidenciando   desempenho superior do GI em relação ao GC. Quanto ao fator tempo, os   resultados evidenciam mudanças positivas e significativas do GI do pré para o   pós intervenção para a MA, MF e IL, enquanto para o GC mudanças significativas não foram observadas (<a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a04t3.jpg">Tabela 3</a>).</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="3">DISCUSSÃO</font></b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>O contexto</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na maioria dos berçários, educadores com o ensino   fundamental eram responsáveis pelo berçário. Os dados claramente sugerem que   quanto menor o grau de instrução dos educadores, maiores eram as limitações na qualidade dos cuidados oferecidos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A predisposição de educadores para propor atividades   apropriadas ao desenvolvimento, especialmente em situações de risco em escolas   públicas, característica do presente estudo, depende do nível de escolaridade   dos educadores (Moreira, Silveira &amp; Andreoli, 2009). O pouco conhecimento   sobre o desenvolvimento humano (Almeida et al., 2005; Hungerford &amp; Cox,   2006); as oportunidades limitadas de frequentarem cursos de formação continuada   e aperfeiçoamento (Freitas &amp; Castro, 2003), consequência das restrições   económicas (Zulian &amp; Freitas, 2001), repercutem negativamente na qualidade dos serviços prestados pelos educadores nas escolas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que se refere à rotina dos educadores no presente estudo,   similar a estudos prévios (Besharov &amp; Marrow, 2006; Moreira et al., 2009),   constatou-se que quanto maior o número de bebés por educador menor atenção   individualizada era propiciada. Semelhante a estudo prévio (Almeida et al.,   2005), os educadores do presente estudo não conseguiam ter momentos livres para   brincar com os bebés e realizar atividades lúdicas em decorrência das demandas   de higiene, alimentação e limpeza (Almeida et al., 2005). A falta de pessoal no   dia-a-dia dos berçários dificulta a integração educador-bebé, limitando o desenvolvimento do mesmo (Almeida et al., 2005; Marques et al., 2007). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As instalações eram, em geral, inadequadas ao   desenvolvimento infantil (Almeida et al., 2005; Bronfenbrenner, 2005). Sem a   possibilidade de movimentar-se em espaço mais amplo, o que seria possível com   uma sala para brincar, as interações do bebé com seus pares e a descoberta do   ambiente se tornavam restritas (Almeida et al., 2005; Besharov &amp; Marrow,   2006; Vasconcelos et al., 2003). A estrutura física interfere na rotina dos   berçários, e a restrição dos bebés à somente uma sala por até 8 horas por dia   não é apropriado ao desenvolvimento, interferindo no sono, através das   observações e dos relatos das educadoras, e nas oportunidades de exploração dos participantes (Almeida et al., 2005). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo, congruente com estudo prévio (Almeida et   al., 2005), as oportunidades de manipular brinquedos eram reservadas às crianças   que caminhavam ou se deslocavam com facilidade. Os demais bebés passavam grande   parte do tempo nos berços e em carrinhos, sendo que, os mesmos, se envolviam   sozinhos em atividades manipulativas dos brinquedos disponíveis e na   manipulação do próprio corpo. Brinquedos adequados a esta faixa etária, como   por exemplo: móbiles, jogos de encaixar, abrir, fechar e descobrir não foram   encontrados em nenhuma escola. Brinquedos e atividades lúdicas são essenciais   ao processo de construção de significados por parte do bebé, pois, a partir da   novidade destas relações entre o bebé, o educador e seus brinquedos, ele explora e integra novos conhecimentos (Vasconcelos et al., 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>A intervenção no contexto dos berçários</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O programa interventivo oportunizou experiências em tarefas   de ajustes posturais, equilíbrio e deslocamento, favorecendo a motricidade   ampla. As atividades de controle postural auxiliaram na interação de múltiplos   sistemas neurais, para maior controle postural, favorecendo desempenhos motores   amplos mais sofisticados e a liberação das mãos para a manipulação de   diferentes brinquedos (Almeida et al., 2005, 2008). A rotina das escolas não   priorizava o cuidado do bebé em diferentes posturas e deslocamentos; esta   limitação do meio físico dos berçários restringe as possibilidades de efetiva   exploração (Almeida et al., 2005), com consequente repercussão negativa no   desenvolvimento. No entanto, outro estudo realizado com bebés de berçário nas   mesmas condições financeiras (Almeida, 2010), mostrou uma rotina em que o bebé   ficava mais exposto ao chão, priorizando experiências de ganhos posturais e   deslocamentos. Permitiam, também, exploração dos bebés ao meio e aos brinquedos   de motricidade fina e ampla, segundo classificação de Gabbard e Rodrigues (2007).   Neste mesmo estudo, quando comparado com bebés de abrigos e os que passavam   parte do dia em casa com suas mães, os bebés do berçário eram mais   desenvolvidos (Almeida, 2010). Quanto a mudanças positivas e significativas   nas atividades de integração e linguagem, as quais envolveram a emissão de   sons, brincadeiras e jogos corporais, as mesmas são decorrentes, possivelmente,   da interação oral e motivacional constante do examinador com o bebé (Almeida et   al., 2005). Destaca-se que conversas e outras formas de interação oral não   faziam parte da rotina do educador com os bebés do berçário. Enquanto realizava   os 15 minutos de intervenção, o bebé produzia sons guturais, vocalizações e   sorrisos, recebendo respostas estimuladoras de reciprocidade e afetividade do   pesquisador, essas estratégias de interação e de motivação (Almeida et al.,   2005; Valentini, 2002, 2004; Valentini &amp; Rudsill, 2004) repercutiram   favoravelmente para fortalecer os vínculos afetivos e possibilitar o   desenvolvimento de novas habilidades. Algumas tarefas de reação ao som e   sensibilidade visual, contidas no instrumento avaliativo, foram nas quais os   grupos interventivo e controle mais se assemelharam, provavelmente em   decorrência da natureza destas atividades. O dia-a-dia do berçário é repleto de   barulhos e presença de estímulos visuais provindos de todas as direções, aos   quais os bebés podem ser mais fortemente expostos se não ficarem restritos a um   único espaço físico. Na tarefa de perseguição visual, os bebés mais velhos interessavam-se   por pegar logo o brinquedo, explorando os mesmos com as mãos e a boca;   enquanto os bebés mais jovens permaneciam na tarefa observando o objeto. Nas   atividades de manipulação e reconhecimento da função específica dos brinquedos,   os bebés do grupo interventivo passaram a compreender rapidamente a função da   tarefa, repetindo a mesma diversas vezes. O desenvolvimento manipulativo foi   garantido em grande parte pelo aumento da capacidade de controle de tronco e   sedestação livre, favorecendo a concentração do bebé no brinquedo (Goubet et al., 2006; Rocha et al, 2006). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Concluindo, ressalta-se a necessidade de melhorar a   qualidade da rotina dos berçários que atendem crianças provenientes de classes   desfavorecidas socioeconomicamente. Estratégias simples como organizar horários   para passeios no pátio; momentos para brincar; alimentação individualizada   para fortalecer a interação com o educador; e ambientes separados para sono e   brinquedo são necessários nas escolas investigadas. Ainda mais, sugere-se o   oferecimento constante de brinquedos de diferentes tamanhos, cores, formatos e   funções, para que se diversifiquem as possibilidades de exploração do bebé do meio em que está inserido e que os mesmos permaneçam ao alcance das crianças. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O conhecimento sobre a importância das experiências para o bebé   parecia muito distante da realidade do educador; os quais passavam envolvidos   com as necessidades de higiene e alimentação dos bebés, contrariando a atual   Política Nacional de Educação Infantil Brasileira (Ministério da Educação e do Desporto,   Secretaria de Educação Fundamental do Brasil (1998), que enfatiza a   necessidade de considerar o processo de desenvolvimento do ser humano como um   todo. Envolver os educadores efetivamente no processo de propiciar experiência   de aprendizagem pode resultar na implementação de uma rotina mais adequada ao desenvolvimento do bebé.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A intervenção individualizada, mesmo que breve, como no   presente estudo, pode favorecer o desenvolvimento integral das crianças e pode   ser facilmente incorporada na rotina do berçário. A capacitação de educadoras,   que repercutam em práticas mais adequadas ao desenvolvimento integral do bebé,   complementando a educação familiar, deve ser primordial no processo de   garantir cuidados adequados. As capacitações podem ocorrer através de parcerias   com municípios e universidades, uma vez que estas escolas não têm meios de promover   treinamentos. O processo de desenvolvimento humano deve ser o foco de   treinamentos quando se aspira implementar propostas educativas que desafiem a   cognição e a motricidade de bebés, possibilitando o aumento das interações   sociais e consequente desenvolvimento adequado. Sugere-se que futuras pesquisas   investiguem as condições do contexto familiar dessas crianças e criem propostas   de intervenção para os educadores, limitação do presente estudo. O ideal seria   realizar um estudo longitudinal que acompanhasse esses bebés para verificar   qual a repercussão do estudo nas aquisições das suas habilidades, como a marcha, por exemplo, limitação do presente estudo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="3">REFERÊNCIAS</font></b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Adalbjornson, C. (2001). <i>The   effects of an interactive tracking skill intervention on infant’s motor and cognitive   skills</i>. Dissertação de Doutorado, Universidade de Auburn, Auburn, Alabama, USA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-107X201300040000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Almeida, C. S. (2010). <i>O impacto   de um programa de intervenção motora participativa ampliando oportunidades de   desenvolvimento em bebês de até dezoito meses em três contextos diferentes. </i>Tese   de Doutorado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201300040000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Almeida, C. S., Paines, A. V. &amp; Almeida, C. B. (2008). Intervenção   motora precoce ambu-latorial para neonatos prematuros no controle postural. <i>Revista Ciência &amp; Saúde</i>, <i>1</i>(2), 64-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201300040000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Almeida, C. S., Valentini, N. C., &amp; Lemos,   C. X. G. (2005). A influência de um programa de intervenção motora no   desenvolvimento de bebês em berçários de baixa renda. <i>Temas Sobre Desenvolvimento, 83</i>, 40-48.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201300040000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Besharov, D. J., &amp; Marrow, J. S. (2006). Introdution: rethinking   child care research. <i>Evaluation Review, 30</i>(5), 539-555. doi: 10.1177/0193841X06291522</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201300040000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bronfenbrenner, U. (2005). The bioecological theory of human   development. In U. Bronfenbrenner (Ed), <i>Making human beings human:     bioecological perspectives on human development </i>(pp. 3-15). California: Sage.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201300040000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carvalhares, M. A. B., &amp; Benício, M. H. D. (2002). Capacidade   materna de cuidar e desnutrição infantil. <i>Revista     de Saúde Pública</i>, <i>36</i>, 188-197. doi: 10.1590/S0034-89102002000200011</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201300040000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos   (2007). <i>Anuário dos trabalhadores (</i>8ª ed). São Paulo: Autor.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201300040000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Freitas, S. N. &amp; Castro, S. F. (2003). <i>Representação social e educação especial: A representação dos   professores de alunos com necessidades educativas especiais incluídos na classe   comum do ensino regular</i>. Recuperado em 20 de agosto de 2004, de <a href="http://www.educacaoonline.pro.br/art_rs_e_educacao_especial.asp" target="_blank">http://www.educacaoonline.pro.br/art_rs_e_educacao_especial.asp</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201300040000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gabbard, C, &amp; Rodrigues, L. (2007). Affordances for motor   development. In: Krebs,   R., &amp; Neto, C. (Ed), <i>Tópicos em desenvolvimento motor na infância e adolescência</i>. Rio de Janeiro: LECSU.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201300040000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Goubet, N., Rochat, P., Maire-Leblond, C., &amp; Poss, S. (2006). Learning   from others in 9-18 month-old infants. <i>Infant and Child Development, 15</i>(2), 161-177. doi: 10.1002/icd.446</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201300040000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hungerford, A., &amp; Cox, M. J. (2006). Family factors in child care   research. <i>Evaluation Review, 30</i>, 631-655. doi: 10.1177/0193841X06291532</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201300040000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Instituto Brasileiro de Geografia e   Estatística (2010). <i>Sistema IBGE de     recuperação automática-SIDRA: Censo demográfico.</i> Recuperado em 20 de maio de 2012, de: <a href="http://www.censo2010.ibge.gov.br/" target="_blank">http://www.censo2010.ibge.gov.br/</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201300040000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marques, E. P. P., Pelicioni, M. C. F., &amp; Pereira, I. M. T. B.   (2007). Educação pública: falta de   prioridade do poder público ou desinteresse da sociedade? <i>Revista Brasileira do Crescimento e Desenvolvimento Humano, 17</i>(3), 8-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201300040000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ministério da Educação e do Desporto, Secretaria de Educação Fundamental   do Brasil (1998). <i>Referencial curricular nacional para a educação infantil</i>. Brasília: MEC/SEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201300040000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Moreira, F. G., Silveira, D. X., &amp; Andreoli, S. B. (2009).   Conhecimentos e atitudes de educadores de escolas públicas na prevenção do uso   indevido de drogas. <i>Revista Brasileira de Psiquiatria, 31</i>(2), 10-29. doi: 10.1590/S1516-44462009000200003</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201300040000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Müller, A. B. (2008). <i>Efeitos da intervenção motora em diferentes   contextos no desenvolvimento da criança com atraso motor.</i> Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300040000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pinto, E. B., Vilanova, L. C. P., &amp; Vieira, R. M. (1997). <i>O Desenvolvimento do comportamento da   criança no primeiro ano de vida: Padronização de uma escala para a avaliação e o acompanhamento</i>. São Paulo: Casa do Psicólogo/FAPESP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201300040000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rocha, N. A. C. F., Silva, F. P. S., &amp; Tudella, E. (2006).   Influência do tamanho e da rigidez dos objetos nos ajustes proximais e distais   do alcance de lactentes. <i>Revista Brasileira de Fisioterapia</i><b>, </b><i>10</i>(3), 263-269.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201300040000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Spessato, B. C., Valentini, N. C. &amp; Krebs, R. J. (2009). Educação infantil e intervenção motora: Um olhar a partir da teoria bioecológica de Bronfenbrenner. <i>Movimento</i>, <i>15</i>, 149-176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201300040000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">St.Pierre, R. G., &amp; Rossi, P. H. (2006). Randomize groups, not individuals: A   strategy for improving early childhood programs. <i>Evaluation Review, 30</i>(5), 656-685. doi: 10.1177/0193841X06291533</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201300040000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Valentini, N. C. (2002). A influência de uma intervenção motora no   desempenho motor e na percepção de competência de crianças com atrasos motores. <i>Revista Paulista de Educação Física, 16</i>(1), 61-75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201300040000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Valentini, N. C. (2004). Visual cues, verbal cues and child development. <i>Strategies, 17</i>(3), 21-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201300040000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Valentini, N. C., &amp; Rudsill, M. E. (2004). Motivational climate,   motor-skill development, and perceived competence: Two studies of developmentally   delayed Kindergarten children. <i>Journal of Teaching Physical Education, 23,</i> 216-234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201300040000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vasconcelos, C. R. F., Aorim, K. S., Anjos, A.   M., &amp; Ferreira, M. C. R. (2003). A incompletude como virtude: interação de bebês na creche. <i>Psicologia: Reflexão e Crítica, 16</i>(2), 18-32. doi: 10.1590/S0102-79722003000200009</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201300040000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Zulian, M. S &amp; Freitas, S. N. (2001). Formação de professores na   educação inclusiva: Aprendendo a viver, criar, pensar e ensinar de outro modo. <i>Revista     Educação Especial, 18</i>, 47-57</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201300040000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><i><a href="#topo">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a>:</i> Carla Skilhan Almeida, Escola Superior de   Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Rua Felizardo, 750   - Jardim Botânico, CEP: 90690-200 - Porto Alegre, RS, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:carlaskilhan@gmail.com">carlaskilhan@gmail.com</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Submetido: 04.06.2012   |   Aceite: 22.10.2012</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Adalbjornson]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[The effects of an interactive tracking skill intervention on infant’s motor and cognitive skills]]></source>
<year>2001</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O impacto de um programa de intervenção motora participativa ampliando oportunidades de desenvolvimento em bebês de até dezoito meses em três contextos diferentes]]></source>
<year>2010</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Paines]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. V.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Intervenção motora precoce ambu-latorial para neonatos prematuros no controle postural]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Ciência & Saúde]]></source>
<year>2008</year>
<volume>1</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>64-70</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Almeida]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Valentini]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lemos]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. X. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A influência de um programa de intervenção motora no desenvolvimento de bebês em berçários de baixa renda]]></article-title>
<source><![CDATA[Temas Sobre Desenvolvimento]]></source>
<year>2005</year>
<volume>83</volume>
<page-range>40-48</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Besharov]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marrow]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Introdution: rethinking child care research]]></article-title>
<source><![CDATA[Evaluation Review]]></source>
<year>2006</year>
<volume>30</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>539-555</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bronfenbrenner]]></surname>
<given-names><![CDATA[U.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The bioecological theory of human development]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Bronfenbrenner]]></surname>
<given-names><![CDATA[U.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Making human beings human: bioecological perspectives on human development]]></source>
<year>2005</year>
<page-range>3-15</page-range><publisher-loc><![CDATA[California ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Sage]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carvalhares]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. A. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Benício]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. H. D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Capacidade materna de cuidar e desnutrição infantil]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Saúde Pública]]></source>
<year>2002</year>
<volume>36</volume>
<page-range>188-197</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos</collab>
<source><![CDATA[Anuário dos trabalhadores]]></source>
<year>2007</year>
<edition>8</edition>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Autor]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Castro]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Representação social e educação especial: A representação dos professores de alunos com necessidades educativas especiais incluídos na classe comum do ensino regular]]></source>
<year>2003</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gabbard]]></surname>
<given-names><![CDATA[C]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rodrigues]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Affordances for motor development]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Krebs]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Neto]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Tópicos em desenvolvimento motor na infância e adolescência]]></source>
<year>2007</year>
<publisher-loc><![CDATA[Rio de Janeiro ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[LECSU]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Goubet]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rochat]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maire-Leblond]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Poss]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Learning from others in 9-18 month-old infants]]></article-title>
<source><![CDATA[Infant and Child Development]]></source>
<year>2006</year>
<volume>15</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>161-177</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hungerford]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cox]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Family factors in child care research]]></article-title>
<source><![CDATA[Evaluation Review]]></source>
<year>2006</year>
<page-range>631-655</page-range><publisher-name><![CDATA[30]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="">
<collab>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</collab>
<source><![CDATA[Sistema IBGE de recuperação automática-SIDRA: Censo demográfico]]></source>
<year>2010</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marques]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. P. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pelicioni]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pereira]]></surname>
<given-names><![CDATA[I. M. T. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Educação pública: falta de prioridade do poder público ou desinteresse da sociedade?]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira do Crescimento e Desenvolvimento Humano]]></source>
<year>2007</year>
<volume>17</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>8-20</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>Ministério da Educação e do Desporto^dSecretaria de Educação Fundamental do Brasil</collab>
<source><![CDATA[Referencial curricular nacional para a educação infantil]]></source>
<year>1998</year>
<publisher-loc><![CDATA[Brasília ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[MEC/SEF]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Moreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. X.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andreoli]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Conhecimentos e atitudes de educadores de escolas públicas na prevenção do uso indevido de drogas]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Psiquiatria]]></source>
<year>2009</year>
<volume>31</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>10-29</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Müller]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Efeitos da intervenção motora em diferentes contextos no desenvolvimento da criança com atraso motor]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pinto]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. B.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vilanova]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. C. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vieira]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O Desenvolvimento do comportamento da criança no primeiro ano de vida: Padronização de uma escala para a avaliação e o acompanhamento]]></source>
<year>1997</year>
<publisher-loc><![CDATA[São Paulo ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Casa do PsicólogoFAPESP]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rocha]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. A. C. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. P. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tudella]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Influência do tamanho e da rigidez dos objetos nos ajustes proximais e distais do alcance de lactentes]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Fisioterapia]]></source>
<year>2006</year>
<volume>10</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>263-269</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Spessato]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Valentini]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Krebs]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Educação infantil e intervenção motora: Um olhar a partir da teoria bioecológica de Bronfenbrenner]]></article-title>
<source><![CDATA[Movimento]]></source>
<year>2009</year>
<volume>15</volume>
<page-range>149-176</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[St.Pierre]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rossi]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Randomize groups, not individuals: A strategy for improving early childhood programs]]></article-title>
<source><![CDATA[Evaluation Review]]></source>
<year>2006</year>
<volume>30</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>656-685</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Valentini]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A influência de uma intervenção motora no desempenho motor e na percepção de competência de crianças com atrasos motores]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Paulista de Educação Física]]></source>
<year>2002</year>
<volume>16</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>61-75</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Valentini]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Visual cues, verbal cues and child development]]></article-title>
<source><![CDATA[Strategies]]></source>
<year>2004</year>
<volume>17</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>21-23</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Valentini]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Rudsill]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Motivational climate, motor-skill development, and perceived competence: Two studies of developmentally delayed Kindergarten children]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Teaching Physical Education]]></source>
<year>2004</year>
<volume>23</volume>
<page-range>216-234</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vasconcelos]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. R. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Aorim]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Anjos]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A incompletude como virtude: interação de bebês na creche]]></article-title>
<source><![CDATA[Psicologia: Reflexão e Crítica]]></source>
<year>2003</year>
<volume>16</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>18-32</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zulian]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Freitas]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Formação de professores na educação inclusiva: Aprendendo a viver, criar, pensar e ensinar de outro modo]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Educação Especial]]></source>
<year>2001</year>
<volume>18</volume>
<page-range>47-57</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
