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<article-id pub-id-type="doi">10.6063/motricidade.9(4).1130</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Reprodutibilidade do teste anaeróbio de Wingate em ciclistas]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to verify the reliability of selected variables during Wingate anaerobic test, physiologic markers and perceptual associated in trained cyclists. Fifteen male cyclists performed three tests, with workload of 0.087 times the body mass. Measures of peak power, average power, minimum power, fatigue index, heart rate, perceived effort and lactate concentration were collected. It was verified data normality, applied ANOVA One Way repeated with Tukey as post-hoc test, intraclass coefficient correlation and Bland Altman test. Results showed no significant different for the peak power, fatigue index, lactate concentration, heart rate and perceived effort between tests. Of these, peak power, heart rate and perceived effort high and significant intraclass correlation scores were found (.797&#8722;.975). Also, peak power showed good agreement between tests. In conclusion, the Wingate anaerobic test showed high reliability for peak power, heart rate and perceived effort in recreational cyclists.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Reprodutibilidade   do teste anaeróbio de Wingate em ciclistas</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3">Reliability of the   Wingate anaerobic test in cyclists</font></b></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana"><b><font size="2">B. Madrid<sup>I</sup>, E.   Pardono<sup>II</sup>, D.L. Farias<sup>I</sup>, R.Y. Asano<sup>I</sup>, R.J.S. Silva<sup>II</sup>, H.G. Simões<sup>I</sup></font></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Universidade Católica de Brasília, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>II</sup>Universidade Federal de Sergipe, Brasil.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a name="topo"></a><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do presente estudo foi verificar a   reprodutibilidade de variáveis específicas do teste anaeróbio de Wingate e de   alguns marcadores fisiológicos e percetuais associados ao teste em ciclistas   treinados. Quinze ciclistas do sexo masculino realizaram três testes, com   intervalo mínimo de 48 horas entre cada sessão, com carga correspondente a 0.087   vezes a massa corporal de cada voluntário. Foram mensuradas a potência pico,   potência média, potência mínima, índice de fadiga, frequência cardíaca,   perceção subjetiva de esforço e concentração de lactato. Foi verificada a   normalidade dos dados, aplicada Anova One Way para medidas repetidas, com <i>post-hoc</i> de Tukey, foi utilizado o   coeficiente de correlação intraclasse e a técnica de concordância de Bland-Altman.   Não foram encontradas diferenças significativas na potência pico, índice de   fadiga, concentração de lactato, frequência cardíaca e perceção subjetiva de   esforço entre os testes. Destas, a potência pico, frequência cardíaca e perceção   subjetiva de esforço apresentaram valores elevados e significativos de   coeficiente de correlação intraclasse entre cada teste e entre os três testes   (variando entre .797 e .975). Ainda, a potência pico apresentou boa   concordância entre os testes através da técnica de Bland-Altman. Em suma, o   teste anaeróbio de Wingate apresentou alta reprodutibilidade para a potência pico, a frequência cardíaca e a perceção subjetiva de esforço em ciclistas treinados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> reprodutibilidade, ciclismo, potência, Wingate</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   aim of this study was to verify the reliability of selected variables during   Wingate anaerobic test, physiologic markers and perceptual associated in   trained cyclists. Fifteen male cyclists performed three tests, with workload of   0.087 times the body mass. Measures of peak power, average power, minimum   power, fatigue index, heart rate, perceived effort and lactate concentration   were collected. It was verified data normality, applied ANOVA One Way repeated   with Tukey as post-hoc test, intraclass coefficient correlation and Bland   Altman test. Results showed no significant different for the peak power,   fatigue index, lactate concentration, heart rate and perceived effort between   tests. Of these, peak power, heart rate and perceived effort high and significant   intraclass correlation scores were found (.797&#8722;.975). Also, peak power   showed good agreement between tests. In conclusion, the Wingate anaerobic test   showed high reliability for peak power, heart rate and perceived effort in recreational cyclists.</font></p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Keywords:</font></b><font size="2" face="Verdana"> reliability, bicycling, power, Wingate</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A força e potência muscular são parâmetros fundamentais para   identificar a performance atlética. Por isto, conhecer os níveis de força e   potência muscular individuais é importante para identificar níveis de   capacidade funcional ocupacional, assim como para a prescrição de exercícios,   tanto visando o desempenho atlético quanto a reabilitação neuromuscular (Brown   &amp; Weir, 2001). Neste sentido, o teste anaeróbio de Wingate (TAW) tem   recebido especial destaque da literatura especializada e embora não seja considerado   “<i>gold standard</i>” para a avaliação   anaeróbia, muitos testes têm sido validados comparando seus resultados a ele   (Arslan, 2005; Coso &amp; Mora-Rodrigues, 2006; Sands et al., 2004). Mesmo com   o passar dos anos e a evolução das ciências do exercício, o TAW continua sendo   muito utilizado para avaliar a potência e a capacidade anaeróbia (Carvalho et   al., 2011; Kohler, Rundell, Evans &amp; Levine, 2010), predizer performance   (Inoué, Sá Filho, Mello &amp; Santos, 2012), verificar adaptações positivas ao   treinamento desportivo (Hespanhol, Maria, Silva Neto, Arruda &amp; Prates,   2006; Oosthuyse, Viedge, McVeigh &amp; Avidon, 2013) e em pesquisas que se propuseram   a investigar exclusivamente os detalhes metodológicos do teste (Bielik, 2010;   Coso &amp; Mora-Rodrigues, 2006; Guerra, Giné-Garriga &amp; Fernhall, 2009;   Hachana et al., 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um teste para ser válido ou fidedigno precisa medir o que   se propõe, ser sensível a modificações no condicionamento físico e ser   reprodutível. Sendo que a reprodutibilidade é definida como a capacidade de se   reproduzir um teste e se obter valores idênticos ou aproximados (Thomas,   Nelson &amp; Silverman, 2007). Ainda, a reprodutibilidade é uma variável fundamental   para a validação de testes físicos, uma vez que os efeitos do treinamento desportivo   para atletas treinados muitas vezes são mínimos. Portanto, um teste com boa   reprodutibilidade e sensibilidade conseguiria identificar estas pequenas   alterações na performance. Alguns estudos têm-se proposto a verificar a   reprodutibilidade do TAW em mensurar a potência e capacidade anaeróbia em   adolescentes com síndrome de Down (Guerra et al., 2009) e em uma amostra de   homens e mulheres, com níveis de atividade física variando de sedentários a   muito ativos (Weinstein, Bediz, Dotan &amp; Falk, 1998). O TAW é um teste realizado   tradicionalmente em cicloergómetro para membros inferiores, que simula a   atividade característica do ciclismo. Contudo, não foram encontrados trabalhos   investigando a reprodutibilidade do TAW em ciclistas, que é a atividade que   possui o mesmo gesto motor do teste. Sendo assim, o objetivo do presente estudo   foi verificar a reprodutibilidade de variáveis específicas do teste de anaeróbio   de Wingate (potência pico: PP, potência média: PM, potência mínima: Pmin e índice   de fadiga: IF) e de alguns marcadores fisiológicos (concentração de lactato: [Lac]   e frequência cardíaca: FC) e percetuais (percepção subjetiva de esforço: PSE) associados ao teste em ciclistas treinados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p>    <font size="2" face="Verdana"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A amostra foi composta de 15 ciclistas de nível regional do   sexo masculino e suas características antropométricas estão relatadas na   <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a06t1.jpg">tabela 1</a>. O presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisas da   Universidade Católica de Brasília (CEP/UCB 011/2003). Após as informações dos   riscos e benefícios da sua participação no estudo, os sujeitos assinaram um   termo de consentimento livre e esclarecido, e fizeram parte da pesquisa de forma voluntária. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos e Procedimento</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os testes foram realizados no Laboratório de Avaliação   Física e Treinamento (Lafit) da UCB, em um período máximo de 15 dias, com   intervalo mínimo de 48 horas entre cada sessão, para cada voluntário. Os   avaliados foram orientados a não treinarem ou praticarem outras atividades   físicas durante o estudo. A temperatura e humidade relativa do ar no interior   do Laboratório foram mantidas entre 18 e 22°C e entre 50 e 70%, respetivamente, conforme orientado por Guimarães et al. (2003). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os testes foram realizados sempre no   mesmo horário do dia para cada voluntário, de acordo com sua disponibilidade,   evitando assim a influência de diferentes ciclos circadianos sobre o desempenho   físico (Souissi et al., 2012). Previamente às sessões experimentais, os   voluntários realizaram uma sessão de adaptação aos equipamentos e   procedimentos do TAW. A ordem dos ciclistas nos vários testes foi sempre a mesma.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Protocolo experimental do Teste Anaeróbio de Wingate</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O aquecimento foi feito em cicloergómetro, com uma carga de   1 kp e com duração de quatro minutos. O voluntário era estimulado a realizar <i>sprints</i> de quatro a oito segundos no   final dos três primeiros minutos de aquecimento. No final do aquecimento, após   três a cinco minutos de recuperação era iniciado o TAW propriamente dito   (Inbar, Bar-Or &amp; Skinner, 1996). Os protocolos experimentais   constituíram-se de três TAW com carga fixa correspondente a 0.087 vezes a massa   corporal do indivíduo, que corresponde a uma produção de energia de 5.13 joules   por revolução do pedal por kg (Bar-Or, 1987; Dotan &amp; Bar-Or, 1983), em um   cicloergómetro com frenagem mecânica (Monark Ergomedic 834E, Suécia). Os   indivíduos foram orientados a pedalar em intensidade máxima durante 30   segundos, contra uma resistência previamente estabelecida para uma potência   mecânica supramáxima e indução do desenvolvimento de fadiga. Para isto também foram   orientados a não se utilizarem de estratégias que permitissem a conservação   de energia (Inbar et al., 1996). A contagem do número de repetições por minuto   foi feita através de filmagem do experimento, com posterior verificação e   cálculo dos valores de potência obtidos (Bar-Or, 1987; Denadai, Gugliemo &amp;   Denadai, 1997). Os avaliados foram estimulados verbalmente para produzirem a maior potência possível durante os testes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Frequência cardíaca e perceção subjetiva de esforço</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A FC foi monitorada durante os testes, utilizando-se um   frequencímetro (Polar Sport Tester S810i, Finlândia), sendo obtidos os valores   imediatamente após a realização do experimento. Para análise da PSE foi utilizada   a escala original de Borg (1982), sendo coletados os valores imediatamente após o TAW.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Coletas e Análises Sanguíneas</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As coletas das amostras sanguíneas foram realizadas no lobo   da orelha, sete minutos após o término dos testes, como empregado por Pardono   et al. (2009), utilizando capilares de vidros calibrados para 25 &#181;L de   sangue, depositados em tubos Eppendorff’s, contendo 50 &#181;L de fluoreto de sódio   (NAF 1%). Posteriormente as amostras foram analisadas para quantificação da   lactatemia a partir de um analisador eletroenzimático (YSI 2700 SELECT, Estados   Unidos da América) no Laboratório de Estudos em Educação Física e Saúde (Leefs) da UCB, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise Estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi verificada a normalidade dos dados a partir do teste de   Shapiro-Wilks. Para verificar diferenças entre os testes foi utilizada a   análise de variância para medidas repetidas, com <i>post-hoc</i> de Tukey. Para análise da reprodutibilidade foi usado o   coeficiente de correlação intraclasse (CCI). Ainda, foi utilizada a técnica de   Bland &amp; Altman (2010) para verificar a concordância entre as variáveis. Em todas as análises o nível de significância estabelecido foi de <i>p</i>&lt; .05.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os resultados não demonstraram diferenças significativas nas   variáveis PP, IF, [Lac], FC e PSE entre os três TAW. Já a PM e Pmin apresentaram   diferença significativa (<i>p</i>&lt; .05) entre o segundo e terceiro TAW (<a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a06t2.jpg">tabela 2</a>).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Os valores de CCI estão expressos na <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a06t3.jpg">tabela 3</a> e a maioria   das variáveis estudadas apresentaram valores altos e significativos (PP, PM,   Pmin, FC e PSE). Para o IF obteve-se boas correlações entre os testes, com   exceção da correlação entre o teste 1 e o teste 3 (CCI= .475, <i>p</i>&gt; .05). Já para a [Lac], não se   obteve correlação significativa entre o teste 1 e o teste 2 (CCI= .469, <i>p</i>&gt; .05) e entre o teste 2 e 3 (CCI=   .361, <i>p</i>&gt;.05). A técnica de   concordância de Bland-Altman foi aplicada somente na PP, por ter sido a única   variável específica do teste que não apresentou diferença significativa entre   os testes e apresentou altos valores de CCI, e como resultado verificamos boa   concordância entre as PP obtidas nos três diferentes testes (<a href="#f1">Figuras 1A, 1B e 1C</a>).</font></p>     
<p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a06f1.jpg" width="312" height="785"></p>     
<p align="center">&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="3">DISCUSSÃO</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo teve como objetivo verificar a   reprodutibilidade de variáveis específicas do teste de Wingate (PP, PM, Pmin e   IF) e de alguns marcadores fisiológicos ([Lac] e FC) e percetuais (PSE) em   ciclistas treinados. A PP, IF, [Lac], FC e PSE não apresentaram diferença   significativa entre os testes. Entretanto, a PM e Pmin apresentaram diferença   significativa do teste 2 para o teste 3 (<a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a06t2.jpg">tabela 2</a>). O TAW apresentou altos CCI   para as variáveis específicas do teste, como a PP, PM e Pmin, assim como a FC e   PSE. Contudo, o IF não apresentou CCI significativo entre os testes 1 e 3, ao   passo que as [Lac] não apresentaram entre os testes 1 e 2 e entre 2 e 3 (<a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a06t3.jpg">tabela 3</a>). Os valores de PP apresentaram ainda boa concordância através da técnica de Bland-Altman (ver <a href="#f1">figuras 1A, 1B e 1C</a>).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">O TAW está altamente relacionado ao metabolismo anaeróbio,   tanto pelas reservas fosfagénicas quanto pela via metabólica da glicólise, uma   vez que a característica do teste é de esforço máximo com duração de 30   segundos (Hachana et al., 2012). O marcador fisiológico mais utilizado para   mensurar a taxa da produção de energia através da glicólise é a [Lac].   Weinstein et al. (1998) utilizaram a [Lac] e a FC para testar a   reprodutibilidade do TAW em indivíduos com diversos níveis de condicionamento   físico e observaram alto CCI das [Lac] e FC entre o teste e o reteste do TAW.   No presente estudo a FC e a PSE confirmaram os resultados das variáveis   específicas do teste. Porém as [Lac] apresentaram CCI não significativos entre   alguns momentos, pelo que estes resultados da [Lac] são controversos à   literatura; portanto sugerimos futuros estudos para elucidar essa questão.   Contudo, o TAW foi desenvolvido para ser um teste de simples aplicação, visando   a avaliação do desempenho anaeróbio. Ainda, o TAW não foi criado com o objetivo   de se analisar a contratilidade muscular, bem como o desenvolvimento de fadiga   muscular, seja por acúmulação de metabólitos ou outros mecanismos envolvidos na fadiga (Bar-Or, 1987). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Guerra et al. (2009) analisaram a reprodutibilidade do TAW   em adolescentes com síndrome de Down. A carga utilizada no estudo foi uma para   adolescentes acima de 14 anos (0.5 × peso corporal) e outra para os adolescentes   abaixo de 14 anos (0.7 × peso corporal). Os autores encontraram bons escores   de CCI para PP (.93, <i>p</i>&lt;.05) e PM (.86, <i>p</i>&lt; .05). Contudo, a PM apresentou   diferença estatística entre o teste 1 e o teste 2. Não obstante, através da   técnica de Bland-Altman foi possível verificar grande variabilidade entre os   indivíduos, trazendo restrições às interpretações dos <i>scores</i> de CCI. Devido a estes achados os autores concluíram que a   reprodutibilidade do TAW em crianças com síndrome de Down é questionável.   Embora a metodologia utilizada tenha sido particularmente alterada para a   população do estudo, a diferença estatística verificada na PM confirma os   achados do presente estudo onde encontramos diferença estatisticamente significante na PM e Pmin.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Também foi verificada a reprodutibilidade do TAW com esforço   unilateral, utilizando somente a perna dominante, em crianças de diferentes   estágios maturacionais. Em dois testes realizados em dias distintos, foi verificada   uma melhora significativa no desempenho físico entre o teste e o reteste (<i>p</i>&lt; .001), embora tenham-se obtido   bons valores de CCI (.89–.98). Os autores atribuíram este ganho de performance   a efeitos provenientes do aprendizado do teste (Hebestreit et al., 1999). Já   Jacobs, Mahoney e Johnson (2003), em uma amostra composta por voluntários com   paraplegia completa, não encontraram diferenças estatisticamente significantes   entre os valores de potência obtidos em teste e reteste do teste anaeróbio de   Wingate para membros superiores. Adicionalmente, estes autores observaram   também alta associação entre os resultados de potência obtidos nos dois testes, através do uso de regressões.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como limitação do trabalho fica a não investigação da carga   ideal para a amostra do presente estudo. Ainda, a não utilização de um   dispositivo eletrônico para quantificação da potência gerada, embora tenhamos   utilizado uma metodologia validada e amplamente utilizada na literatura   (Bar-Or, 1987; Denadai et al., 1997). Não obstante, recomendamos a proposição   de estudos que se dediquem a investigar a carga ideal e a sensibilidade ao   treinamento/destreinamento esportivo, do protocolo do teste anaeróbio de Wingate em ciclistas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O teste anaeróbio de Wingate apresentou, de uma maneira   geral, boa reprodutibilidade em ciclistas. Contudo, nem todas as variáveis   responderam conforme esperado, trazendo algumas ressalvas quanto a sua   utilização para prescrição de exercícios e acompanhamento de evoluções advindas   de um determinado treinamento. Entretanto, a potência pico, principal variável   obtida no teste, apresentou resultados consistentes, nos permitindo afirmar com   segurança, que é uma variável reprodutível em ciclistas, podendo ser utilizada   para avaliar ganhos/perdas de performance dentro de um programa de treinamento/destreinamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="3">REFERÊNCIAS</font></b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Arslan, C. (2005). Relationship between the 30-second Wingate test and   characteristics of isometric and explosive leg strength and young subjects. <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 19</i>(3), 658-666.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S1646-107X201300040000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bar-Or, O. (1987). The Wingate anaerobic test: An update on methodology,   reliability and validity. <i>Sports Medicine, 4</i>(6), 381-394. doi: 10.2165/00007256-198704060-00001</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S1646-107X201300040000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bielik, V. (2010). Effect of different recovery modalities on anaerobic power in off-road cyclists. <i>Biology of Sport, 27</i>(1), 59-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S1646-107X201300040000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bland, J. M. &amp; Altman, D. G. (2010).   Statistical methods for assessing agreement between two methods of clinical measurement. <i>International Journal of Nursing Studies, 47</i>(8), 931-936.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S1646-107X201300040000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Borg, G. A. V. (1982). Psychophysical bases of perceived exertion. <i>Medicine   &amp; Science and Sports &amp; Exercise, 14</i>(5), 377-381.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-107X201300040000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Brown, L. E. &amp; Weir, J. P. (2001). ASEP procedures recommendation I: Accurate assessment of muscular strength and power. <i>Journal of Exercise Physiology Online</i>, 4(3).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201300040000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carvalho, H. M., Silva, M. J., Gonçalves, C. E., Philippaerts, R. M.,   Castagna, C., &amp; Malina, R. M. (2011). Age-related variation of anaerobic   power after controlling for size and maturation in adolescent basketball players. <i>Annals of Human Biology, 38</i>(6), 721-727. doi: 10.3109/03014460.2011.613852</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201300040000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Coso, J. D., &amp; Mora-Rodrigues, R. (2006). Validity of cycling peak power as measured by a short-sprint test versus   the Wingate anaerobic test. <i>Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism, 31</i>(3), 186-189. doi: 10.1139/h05-026</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201300040000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Denadai, B. S., Gugliemo, L. G. A., &amp; Denadai, M. L. D. R. (1997). Validade   do teste de Wingate para a avaliação da performance em corridas de 50 e 200   metros. <i>Motriz, 3</i>(2), 83-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201300040000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Dotan, R., &amp; Bar-Or, O. (1983). Load Optimization for the Wingate   Anaerobic Test. <i>European Journal of Applied Physiology and Occupational Physiology, 51</i>(3), 409-417. doi: 10.1007/BF00429077</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201300040000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Guerra, M., Giné-Garriga, M., &amp; Fernhall, B. (2009). Reliability of Wingate testing in adolescents with Down Syndrome. <i>Pediatric Exercise Science, 21</i>(1), 47-54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201300040000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Guimarães, J. I., Stein, R., Vilas-Boas, F.,   Galvão, F., Nobrega, A., Castro, R., ... Brito, F. S. (2003). Normatização de   técnicas e equipamentos para realização de exames em ergometria e   ergoespirometria. <i>Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 80</i>(4), 457-464. doi: 10.1590/S0066-782X2003000400011</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201300040000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hachana, Y., Attia, A., Nassib, S., Shephard, R. J., &amp; Chelly, M. S.   (2012). Test-retest   reliability, criterion-relation validity, and minimal detectable change of   score on an abbreviated Wingate test for field sport participants. <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 26</i>(5), 1324-1330. doi:&nbsp;10.1519/JSC.0b013e3182305485</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201300040000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hebestreit, H., Dunstheimer, D., Staschen, B., &amp; Straburg, H. M.   (1999). Single-leg Wingate Test in children: Reliability and optimal braking   force. <i>Medicine &amp; Science and Sports &amp;   Exercise, 31</i>(8), 1218-1225.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201300040000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hespanhol, J.,   Maria, T., Silva Neto, L., Arruda, M., &amp; Prates,   J. (2006). Mudanças no   desempenho da força explosiva após oito semanas de preparação com futebolistas da categoria sub-20. <i>Movimento e Percepção, 6</i>(9), 82-94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201300040000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Inbar, O., Bar-Or, O., &amp; Skinner, J. S. (1996). <i>The Wingate Anaerobic Test</i>. Champaign: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201300040000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Inoué, A., Sá Filho, S. A., Mello, F. C., &amp; Santos, T. M. (2012). Relationship   between anaerobic cycling tests and mountain bike cross-country performance. <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 26</i>(6), 1589-1593. doi: 10.1519/JSC.0b013e318234eb89</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201300040000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jacobs, P. L., Mahoney, E. T., &amp; Johnson, B. (2003). Reliability of   arm Wingate anaerobic testing in persons with complete paraplegia. <i>The Journal of Spinal Cord Medicine, 26</i>(2), 141-144.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201300040000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kohler, R. M., Rundell, K. W., Evans, T. M., &amp; Levine, A. M.   (2010). Peak power during repeated Wingate trial: implications for testing. <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 24</i>(2), 370-374. doi:&nbsp;10.1519/JSC.0b013e3181b06f41</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201300040000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Oosthuyse, T., Viedge, A., McVeigh, J. &amp; Avidon, I. (2013).   Anaerobic power in road cyclists is improved following ten weeks of whole body   vibration training. <i>Journal of Strength     and Conditioning Research,</i> <i>27</i>(2), 485-494. doi: 10.1519/JSC.0b013e31825770be</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201300040000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pardono, E., Madrid, B., Motta, D. F., Mota,   M. R., Campbell, C. S. G., &amp; Simões, H. G. (2009). Lactato mínimo em   protocolo de rampa e sua validade em estimar o máximo estado estável de   lactato. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria &amp; Desempenho Humano, 11</i>(2), 174-180.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201300040000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sands, W. A., McNeal, J. R., Ochi, M. T., Urbanek, T. L., Jemni, M.,   &amp; Stone, M. H. (2004). Comparison of the Wingate and Bosco anaerobic   tests. <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 18</i>(4), 810-815.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300040000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Souissi, H., Chtourou, H., Chaouachi, A., Chamari, K., Souissi, N.,   &amp; Amri, M. (2012). Time-of-day effects on EMG parameters during the   Wingate test in boys. <i>Journal of Sports Science and Medicine, 11</i>, 380-386.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201300040000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Thomas, J. R., Nelson, J. K., &amp; Silverman, S. J. (2007). <i>Métodos de pesquisa em atividade física</i> (5<sup>a</sup> ed). Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201300040000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Weinstein, Y., Bediz, C., Dotan, R., &amp; Falk, B. (1998). Reliability of peak-lactate, heart rate, and plasma volume following the Wingate test. <i>Medicine &amp; Science and Sports &amp; Exercise, 30</i>(9), 1456-1460.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201300040000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><i><a href="#topo">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a>:</i> Bibiano Madrid, Universidade Católica de   Brasília – Programa de Pós-Graduação em Educação Física, QS 07, Lote 01, S/N,   Bloco G, Sala 119, Areal, CEP: 71966-700 Taguatinga DF, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:bibiano.madrid@gmail.com">bibiano.madrid@gmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os autores declararam que a Coordenação de Aperfeiçoamento   de Pessoal de Nível Superior (CAPES) financiou o presente trabalho disponibilizando uma bolsa de estudos (Prosup/Capes) aos quatro primeiros autores.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Submetido: 06.09.2012   |   Aceite: 30.01.2013</font></p>     ]]></body>
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<surname><![CDATA[Arslan]]></surname>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Relationship between the 30-second Wingate test and characteristics of isometric and explosive leg strength and young subjects]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Strength and Conditioning Research]]></source>
<year>2005</year>
<volume>19</volume>
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