<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-107X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Motricidade]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Motri.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-107X</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Edições Desafio Singular]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-107X2013000400009</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.6063/motricidade.9(4).1179</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Características motivacionais de atletas brasileiros]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Motivational characteristics of Brazilian athletes]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Coimbra]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.R.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.S.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.Z.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rezende]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. A.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Castro]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bara Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.G.]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Juiz de Fora Faculdade de Educação Física e Desportos ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[Minas Gerais ]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2013</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>12</month>
<year>2013</year>
</pub-date>
<volume>9</volume>
<numero>4</numero>
<fpage>64</fpage>
<lpage>72</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-107X2013000400009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-107X2013000400009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-107X2013000400009&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O objetivo do presente estudo foi verificar diferenças e semelhanças nas características motivacionais de atletas brasileiros com base na Teoria da Autodeterminação (Deci & Ryan, 1985), comparando desportistas de diferentes idades, modalidades coletivas e individuais, de ambos os sexos, em distintos níveis de rendimento. A amostra foi constituída por 344 atletas, com uma idade média de 24.3 ± 6.0 anos. A maioria era do sexo masculino (64.5%), de desportos coletivos (59.9%) e que competiam em nível nacional e internacional (64.1%). Aplicou-se o Sport Motivation Scale (SMS), validado em português (SMS-Br) para medir os níveis de motivação. Foram encontradas diferenças estatisticamente significativas nas dimensões Motivação Extrínseca de Introjeção, Motivação Extrínseca de Regulação Externa e Amotivação, na comparação feita por género. Também foram encontradas diferenças estatísticas nas dimensões Motivação Intrínseca para Conseguir e Motivação Extrínseca de Introjeção, ao comparar o tipo de desporto. Os resultados sugerem que atletas brasileiros possuem características motivacionais únicas ao serem comparados com atletas de diferentes países.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to determine differences and similarities in the motivational characteristics of Brazilian athletes based on Self-Determination Theory (Deci & Ryan, 1985). It was analyzed differences between gender (male and female) and type of sport (individual and collective). The sample consisted of 344 athletes, mean age 24.3 ± 6.0. The most subjects were males (64.5%), engaged in team sports (59.9%) and competing at national and international level (64.1%). It was applied the Sport Motivation Scale (SMS), validated in Portuguese (Br-SMS) to measure levels of motivation. There were significant differences in the dimensions Extrinsic Motivation to Introjection, Extrinsic Motivation to External Regulation and Amotivation, according to gender. It was also found significant differences in the dimensions Intrinsic Motivation to Toward Accomplish and Extrinsic Motivation the Introjection according to the sport. The results suggest that Brazilian athletes have unique motivational characteristics when compared with athletes from other countries.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[motivação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[autodeterminação]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[género]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[desporto competitivo]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[motivation]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[self-determination]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[gender]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[competitive sport]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4">Características motivacionais de atletas brasileiros</font></b></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Motivational   characteristics of Brazilian athletes</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2">D.R. Coimbra<sup>I</sup>, S.S.   Gomes<sup>I</sup>, H.Z. Oliveira<sup>I</sup>, R. A. Rezende<sup>I</sup>, D. Castro<sup>I</sup>, R. Miranda<sup>I</sup>, M.G. Bara Filho<sup>I</sup></font></b></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Faculdade de Educação Física e Desportos, Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="topo"></a><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do presente estudo foi verificar diferenças   e semelhanças nas características motivacionais de atletas brasileiros com base   na Teoria da Autodeterminação (Deci &amp; Ryan, 1985), comparando desportistas   de diferentes idades, modalidades coletivas e individuais, de ambos os sexos,   em distintos níveis de rendimento. A amostra foi constituída por 344 atletas, com   uma idade média de 24.3 ± 6.0 anos. A maioria era do sexo masculino (64.5%), de   desportos coletivos (59.9%) e que competiam em nível nacional e internacional   (64.1%). Aplicou-se o Sport Motivation Scale (SMS), validado em português   (SMS-Br) para medir os níveis de motivação. Foram encontradas diferenças   estatisticamente significativas nas dimensões Motivação Extrínseca de   Introjeção, Motivação Extrínseca de Regulação Externa e Amotivação, na   comparação feita por género. Também foram encontradas diferenças estatísticas   nas dimensões Motivação Intrínseca para Conseguir e Motivação Extrínseca de   Introjeção, ao comparar o tipo de desporto. Os resultados sugerem que atletas   brasileiros possuem características motivacionais únicas ao serem comparados com atletas de diferentes países.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> motivação, autodeterminação, género, desporto competitivo</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   aim of this study was to determine differences and similarities in the   motivational characteristics of Brazilian athletes based on Self-Determination   Theory (Deci &amp; Ryan, 1985). It was analyzed differences between gender   (male and female) and type of sport (individual and collective). The sample   consisted of 344 athletes, mean age 24.3 ± 6.0. The most subjects were males   (64.5%), engaged in team sports (59.9%) and competing at national and   international level (64.1%). It was applied the Sport Motivation Scale (SMS),   validated in Portuguese (Br-SMS) to measure levels of motivation. There were   significant differences in the dimensions Extrinsic Motivation to Introjection,   Extrinsic Motivation to External Regulation and Amotivation, according to   gender. It was also found significant differences in the dimensions Intrinsic   Motivation to Toward Accomplish and Extrinsic Motivation the Introjection according   to the sport. The results suggest that Brazilian athletes have unique motivational characteristics when compared with athletes from other countries.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> motivation, self-determination, gender, competitive sport</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os motivos que levam os indivíduos a praticar e a se manterem   no desporto têm recebido grande atenção dos pesquisadores em Psicologia do Desporto   em todo o mundo (Gomes, Coimbra, Garcia, Miranda, &amp; Bara Filho, 2007). Ao   mesmo tempo, atletas e treinadores consideram importante o desenvolvimento de   novos métodos para aumentar a motivação (Coimbra et al., 2008). Ou seja, tanto   psicólogos do desporto, quanto treinadores e atletas concordam que a motivação   é um fator de extrema importância no desporto competitivo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Vários são os aspetos primordiais para o atleta atuar no desporto   competitivo. Destacando o aspeto psicológico, o atleta necessita de um alto   grau de motivação para suportar as cargas dos treinos, o estresse gerado   durante as competições além da pressão de patrocinadores, familiares e   treinadores. Deste modo, treinamentos e competições compatíveis com a   capacidade do atleta provocarão um nível ótimo de motivação (Miranda &amp; Bara Filho, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Teoria da Autodeterminação, postulada por Deci e Ryan   (1985), estabelece que existam três necessidades psicológicas básicas e   primordiais: competência, relação social e autonomia. A necessidade de   competência é a experiência de controlar o resultado, ou seja, se sentir capaz   de algo. A de relação social é o esforço para constituir relações afetivas com   o próximo, preocupar-se com o outro e sentir reciprocidade. E a de autonomia é   o desejo de se sentir na origem de suas ações (Fernandes &amp;   Vasconcelos-Raposo, 2005; Murcia, Gimeno &amp; Coll, 2007; Murcia &amp; Coll,   2006; Perreault &amp; Vallerand, 2007; Ryan &amp; Deci, 2000). Esta teoria   estabelece que a motivação do indivíduo seja vista de uma forma contínua,   definida por níveis de autodeterminação, da motivação mais autodeterminada para   a menos autodeterminada, resultando em três diferentes tipos de motivação:   intrínseca, extrínseca e amotivação. (Chantal, Guay, Dobreva-Martinova, &amp; Vallerand, 1996; Cresswell   &amp; Eklund, 2005; Perreault &amp; Vallerand, 2007; Sarrazin, Vallerand, Guillet, Pelletier, &amp; Cury, 2002). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A motivação Intrínseca (MI) se refere à atividade que é   praticada simplesmente pelo prazer e pela satisfação gerada pela própria atividade,   ou seja, o indivíduo participa voluntariamente, sem esperar recompensas   externas à atividade. Por exemplo, desportistas que sentem satisfação em   aprender novas técnicas do seu desporto. Diversos autores afirmam que a   motivação intrínseca pode ser dividida em três diferentes dimensões: MI para   saber, MI para realizar e MI para estimulação da experiência (Fernandes &amp;   Vasconcelos-Raposo, 2005; Murcia &amp; Coll, 2006; Murcia, Gimeno, et al., 2007;   Nuñes, Martín-Balbo, Navarro, &amp; González, 2006; Pelletier et al., 1995; Perreault &amp; Vallerand, 2007; Ryan &amp; Deci, 2000; Vallerand et al., 1992).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atletas são intrinsecamente motivados para saber quando têm   prazer em aprender algo novo, como uma técnica nova, se satisfaz com a   experiência em que ele aprende, explora e tenta realizar (Pelletier et al.,   1995). A motivação intrínseca para realizar é quando a atividade   experimentada gera prazer e satisfação na realização de algo. Tentar dominar   uma técnica difícil no desporto, por exemplo (Pelletier et al., 1995). A   motivação intrínseca para estimulação da experiência acontece quando se inicia   uma atividade para experimentar as sensações derivadas da experiência, tais como prazer, divertimento, alegria (Pelletier et al., 1995).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A motivação extrínseca (ME) faz referência aos   comportamentos já comprometidos como um meio para um fim, e não para a própria   causa, por exemplo, atletas que participam de competições apenas para ganhar   reconhecimento dos técnicos e familiares. Deci e Ryan (1985) propuseram que a   ME pode ser ordenada de acordo com o contínuo da autodeterminação da forma   mais autodeterminada para a menos autodeterminada, respetivamente: regulação integrada, identificada, introjetada e regulação externa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A regulação integrada acontece quando várias identificações   são assimiladas e organizadas hierarquicamente, ou seja, os motivos são classificados e alocados com outros valores e necessidades. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A regulação identificada se refere ao comportamento autónomo,   porém a decisão de realizar a tarefa é dada pelos benefícios externos e não pelo simples prazer e satisfação inerente a própria atividade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A introjeção implica evitar os sentimentos ruins, tais como   culpa e ansiedade e agregar expectativas de autoaprovação e orgulho, através do estabelecimento de regras e deveres para a ação. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A busca por incentivos externos à prática é o que   caracteriza a regulação externa. O indivíduo se empenha na tarefa apenas para alcançar uma recompensa ou evitar uma punição.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Por último, a forma menos autodeterminada de motivação é a   amotivação, em que o indivíduo não percebe mais importância nas suas ações, há   um sentimento de incompetência e perda de controle (Fernandes &amp; Vasconcelos-Raposo,   2005; Murcia &amp; Coll, 2006; Murcia, Gimeno, et al., 2007; Nuñes,   Martín-Balbo, Navarro, &amp; González, 2006; Pelletier et al., 1995; Perreault &amp; Vallerand, 2007; Ryan &amp; Deci, 2000; Vallerand et al., 1992). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A fim de avaliar todas as formas de motivação de uma   maneira quantitativa, Pelletier et. al. (1995) criaram o SMS, um questionário   autoaplicável, possui uma escala tipo Likert de 1 até 7 pontos para cada uma   das 28 questões, sendo 4 para cada dimensão da motivação. A partir da primeira validação   deste questionário, o SMS foi amplamente utilizado em diversos estudos no   contexto desportivo competitivo (Chantal et al., 1996); educacional (Fernandes   &amp; Vasconcelos-Raposo, 2005) e da atividade física (Alexandris,   Tsorbatzoudis, &amp; Grouios, 2002), validado para outras línguas (Chantal et   al.,1996; Nuñes et al., 2006), aplicado conjuntamente com outros questionários   (Gillet, 2008; Luján &amp; Deval, 2006; Murcia, Blanco, Galindo, Villodre,   &amp; Coll, 2007; Perreault &amp; Vallerand, 2007) e utilizados para predizer e   correlacionar com outras variáveis psicológicas. (Cresswell &amp; Eklund 2005; Lemyre, Roberts, &amp; Stray-Gunderrsen, 2007; Sarrazin et al., 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A motivação é um elemento chave para se conseguir a   permanência e o prazer no desporto, além de ser determinante na conduta do   atleta, pois desperta, dá energia e regula seu comportamento, dependendo de   fatores pessoais e ambientais. Logo, o motivo para a prática desportiva varia   de atleta para atleta. Entretanto, apesar dos estudos sobre motivação com atletas brasileiros, poucos analisaram suas diversas formas de motivação. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante das considerações acima citadas, o objetivo do   presente estudo foi verificar diferenças e semelhanças nas características   motivacionais de atletas brasileiros com base na Teoria da Autodeterminação,   comparando desportistas de diferentes idades, modalidades coletivas e individuais, de ambos os sexos, em distintos níveis de rendimento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="3">MÉTODO</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Composta em sua maioria por atletas do género masculino (64.5%),   praticantes de modalidades coletivas (59.9%), com experiência em competições   de nível nacional/internacional (64.1%), com idades entre os 14 e os 47 anos   (63% acima de 21 anos) e tempo de experiência na modalidade variando de 1 a 33   anos (60% acima de 6 anos). Na <a href="#t1">Tabela 1</a> são apresentadas as características gerais da amostra do estudo.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a09t1.jpg" width="301" height="349"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Aplicou-se a versão validada para a língua portuguesa por   Bara Filho et al. (2011) da SMS de Pelletier et al. (1995), a qual passou a ser   denominada por Escala de Motivação Esportiva (SMS-Br). Esta escala é enunciada   pela seguinte pergunta “Porque você pratica esporte?” e avalia os diferentes   tipos de motivação estabelecidos pela Teoria da Autodeterminação: MI para   saber (ex. “Pelo prazer de descobrir novas técnicas de treinamento”), MI para   realizar (ex. “Pela satisfação que sinto quando estou melhorando as minhas habilidades”),   MI para estimulação de experiência (ex. “Porque gosto da sensação de estar   totalmente envolvido na atividade”), ME identificada (ex. “Porque o esporte é   uma das melhores maneiras para manter boas relações com meus amigos/as”), ME   introjeção (ex. “Porque eu devo praticar esportes regularmente”), ME regulação   externa (ex. “Pelo prestígio de ser um atleta”) e Amotivação (“Já não está tão   claro para mim; na verdade, não acho que meu lugar é no esporte.”). É composta   de quatro itens para cada dimensão da motivação, sendo um total de 28 itens,   que foram respondidas em uma escala tipo Likert (1: Não corresponde em nada; a   7: Corresponde exatamente). A versão brasileira apresentou valores de alpha de Cronbach variando de .68 para Amotivação até .81 para MI para saber.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Primeiramente, o projeto de pesquisa foi aprovado pelo   Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Juiz de Fora. Após, os   treinadores e clubes foram contatados para aplicar o questionário nos atletas,   informando sobre a voluntariedade na participação da pesquisa assim como assegurando   o total sigilo e a garantia do anonimato do mesmo. Dois pesquisadores   administraram o questionário de acordo com instruções padronizadas. Não houve limite de tempo para o atleta preencher o SMS-Br.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A presente pesquisa atendeu às determinações da Declaração de Helsínquia e a resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise Estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a análise dos dados utilizou-se inicialmente a estatística descritiva (média e desvio padrão) para cada variável.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Posteriormente a significância dos fatores “Género”   (masculino/feminino) e “Tipo de Desporto” (individual/coletivo) sobre a motivação   para o desporto foi avaliada por uma MANCOVA 2×2, depois de validados os pressupostos   de normalidade univariada de cada uma das variáveis dependentes (teste de   Komolgorov-Smirnov), bem como a homogeneidade das matrizes de   variância-covariância (teste <i>M</i> de   Box). Considerou-se apenas o “tempo de experiência desportiva” como covariável,   uma vez que esta apresentou correlação significativa com a variável “idade” (<i>r </i>= .63, <i>p </i>&lt; .01). Quando a MANCOVA detetou efeitos estatisticamente   significativos, procedeu-se a comparação múltipla das médias, ajustada pelo   teste de Bonferroni. A análise do valor da estatística <i>F</i> foi feita a partir do Traço de Pillai, considerando-se um nível   de significância &#945; = .05.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><b><font size="3">RESULTADOS</font></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A análise multivariada de covariância (MANCOVA) mostrou que   existe um efeito significativo dos fatores (género e tipo de desporto) sobre   os motivos de participação no desporto (motivação) improvável de ter ocorrido   apenas por erro amostral. Quando controlada pela influência da variável tempo   de experiência na modalidade, a análise resultou em efeitos principais   significativos para género (<i>F</i> <sub>(7,333)</sub>   = 4.078, <i>p </i>= .001, &#951;² = .079; poder = .987)   e tipo de desporto (<i>F</i> <sub>(7,333)</sub>   = 2.252, <i>p </i>= .03; &#951;² = .045; poder = .83),   não havendo efeito significativo para a interação género × tipo de desporto (<i>F</i> <sub>(7,333)</sub> = 1.617, <i>p </i>= .13; &#951;² = .033; poder = .67). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a09t2.jpg">tabela 2</a> são apresentadas as médias e desvios-padrão   ajustados das variáveis de motivação para os fatores género e tipo de desporto.   Quanto ao efeito do fator género, a análise univariada de comparação múltipla   das médias mostrou diferenças significativas para as variáveis ME Introjetada (<i>F</i> <sub>(1,339)</sub> = 4.599, <i>p </i>= .03, &#951;²   = .013; poder = .57), ME Externa (<i>F</i> <sub>(1,339)</sub>   = 19.166, <i>p </i>= .001; &#951;² = .054; poder = .99)   e Amotivação (<i>F</i> <sub>(1,339)</sub> =   4.949, <i>p </i>= .03, &#951;² = .014, poder = .60).   O efeito observado é de pequena-média dimensão, com maior potência do teste observada para a variável ME Externa. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="#f1">figura 1</a> observa-se que os atletas do género masculino   apresentaram maiores escores de ME Introjetada (5.05 ± 1.45 <i>vs</i>. 4.08 ± 1.42), maior ME Externa (3.95   ± 1.49 <i>vs</i>. 2.96 ± 1.28) e também   maior Amotivação (2.23 ± 1.31 <i>vs</i>. 1.89   ± 1.14) quando comparados às atletas do género feminino. Para as demais   variáveis de motivação não foram observadas diferenças significativas na comparação entre géneros.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a09f1.jpg" width="302" height="327"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto ao efeito do fator tipo de desporto, a análise   univariada de comparação múltipla das médias mostrou diferenças significativas   para as variáveis MI Conseguir (<i>F</i> <sub>(1,339)</sub>   = 4.897, <i>p </i>= .03; &#951;² = .014; poder = .60)   e ME Introjetada (<i>F</i> <sub>(1,339)</sub>   = 9.852, <i>p </i>= .002, &#951;² = .028; poder = .88).   Relativamente ao fator tipo de desporto, o efeito observado é de pequena   dimensão, com maior potência do teste observada para a variável ME   Introjetada.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="#f2">figura 2</a>, observa-se que os atletas de desportos individuais   apresentaram maiores escores de MI Conseguir (5.55 ± 1.14 <i>vs</i>. 5.04 ± 1.51) e maior ME Introjetada (5.19 ± 1.33 <i>vs</i>. 4.38 ± 1.53) quando comparados aos   de modalidades coletivas. Para as demais variáveis de motivação não foram   observadas diferenças significativas entre os participantes de modalidades individuais e coletivas.</font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a09f2.jpg" width="304" height="347"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A proposta do trabalho foi avaliar as características   motivacionais dos atletas brasileiros com base na Teoria da Autodeterminação através do questionário SMS-Br.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tanto atletas do género feminino quanto do género masculino   demonstraram níveis de MI e ME elevados e um nível baixo de amotivação. Porém,   a média dos homens foi significativamente maior do que das mulheres para todas   as variáveis. O único estudo que utilizou o mesmo instrumento, SMS validado   para português também encontrou valores maiores em homens, para todas as dimensões. O estudo foi realizado em corredores de rua (Sena Júnior, 2012). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em outro estudo realizado no Brasil com 417 estudantes entre   14 e 18 anos de uma escola pública de Florianópolis/SC, os resultados   demonstraram que os rapazes foram mais autodeterminados para a prática de exercícios físicos do que as meninas (Silva, Matias, Viana, &amp; Andrade, 2012).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O artigo no qual se encontrou as propriedades psicométricas   da versão espanhola do SMS em desportistas paraguaios revelou que todos os   valores encontrados para as dimensões da autodeterminação encontraram valores   maiores para homens exceto na ME de Introjeção que encontrou valores médios   muito próximos (5.01 para homens e 5.04 para mulheres) (Martín-Balbo et al.,   2007). Na mesma direção, com atletas universitários Amorose e Horn (2000) encontraram maiores valores de MI para homens.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Porém, em outro estudo com universitários e escolares,   Amorose e Anderson-Butcher (2007) encontrou que as mulheres são mais   autodeterminadas que os homens. Murcia, Blanco, et al. (2007) com jovens   atletas e Gillet (2008), pesquisando atletas universitários de desportos   competitivos e recreacionais, também encontraram valores na MI significativamente   maiores nas atletas, indicando que as mulheres são mais autodeterminadas do que os homens.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pelletier et al. (1995) encontrou níveis de MI maiores nas   atletas do sexo feminino do que nos atletas do sexo masculino, porém em relação   à ME os resultados encontrados mostraram que a ME de Regulação Externa é significativamente superior em atletas do sexo masculino.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados do presente estudo discordam também da   pesquisa de Chantal et al. (1996) com atletas Búlgaros. Estes autores encontraram   maior nível de MI nas atletas do género feminino, e ainda afirmaram que as   mulheres praticam desporto mais para o prazer do que para obter outras recompensas externas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outros estudos acerca da relação género e motivação, foram   realizados em culturas diferentes e demonstram que não existe um consenso acerca   da relação género e dimensões da motivação segundo a teoria estudada (Fortier,   Vallerand, Brière, &amp; Provencher, 1995; Halbrook, Blom, Hurley, Bell, &amp;   Holden, 2012; Kingston, Horrocks &amp; Hanton, 2006; Krinanthi, Konstantinos, &amp; Andreas, 2010; Pero et al., 2009).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os mais diversos resultados encontrados nos estudos   demonstram que não existe uma relação direta entre género e as dimensões   propostas pela autodeterminação. Em relação a atletas brasileiros, o maior   nível em todas as dimensões para o sexo masculino pode ter ocorrido pelo fato   de que no Brasil o desporto competitivo tem maior visibilidade para homens. A   prática desportiva é menos estimulada para as mulheres, o que contribuiu para   um menor número de atletas do sexo feminino participando da pesquisa e um nível   menor de MI e ME. Para se ter uma ideia, a primeira medalha olímpica do Brasil   no feminino foi ganha somente em Atlanta 1996. E, de acordo com Fernandes e   Vasconcelos-Raposo (2005), devido à presença de estereótipos sexuais acerca de   algumas modalidades existentes consideradas masculinas, as mulheres evidenciam   menores níveis de MI, influenciando as perceções e pensamentos, limitando o empenho e a persistência nessas atividades.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com relação ao nível competitivo, Chantal et al. (1996)   compararam grupos de baixo e alto desempenho, usando como critério a performance   dos atletas nas competições nos últimos dois anos. Na presente pesquisa, diferenciamos   o nível competitivo dos atletas em relação ao nível das competições em que   participavam (regionais, nacionais ou internacionais). Chantal et al. (1996)   encontraram níveis de MI maiores em atletas de baixo desempenho, e níveis de   ME maiores em atletas de alto desempenho, porém não foram identificadas diferenças   significativas. O que difere do presente estudo, que encontrou maior grau de   motivação tanto intrínseca quanto extrínseca em atletas de nível nacional em relação aos atletas que competiam em nível regional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Constatou-se que atletas de modalidades individuais são mais   motivados intrinsecamente e extrinsecamente do que atletas de modalidades   coletivas. Porém, em relação à amotivação, não houve diferença entre os grupos.   Justificamos este resultado pelo fato de que no Brasil, atletas de modalidades   individuais, como natação e judo possuem maior número de praticantes e mais   possibilidades de melhora de rendimento individual no seu desporto,   contribuindo para aumentar a MI e a ME. Já atletas de modalidades coletivas   (excluindo o futebol), tal como andebol e o basquetebol possuem pouco   incentivos, além dos poucos clubes que oferecem estrutura para tal prática,   diminuindo assim a possibilidade de uma maior motivação, seja intrínseca ou extrínseca.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No estudo de Gillet (2008), a amostra foi classificada da   seguinte maneira: atletas de nível distrital, regional e nacional. A MI foi   maior no grupo de nível nacional, bem como a ME injetada e regulação externa.   Gillet (2008) também classificou a amostra por modalidade (coletivas e   individuais), porém não observou nenhuma diferença estatisticamente significativa para as dimensões da motivação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Murcia, Blanco, et al. (2007) compararam atletas jovens de   modalidades coletivas e individuais. Os de modalidade individual foram   positivamente associados ao grupo de perfil motivacional autoderminado, ou   seja, maior MI, enquanto os atletas de equipas coletivas foram positivamente   associados ao perfil menos autodeterminado e não autodeterminado (maior amotivação). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Lemyre et al. (2007) analisaram se a motivação   autodeterminada poderia predizer sintomas de <i>overtraining</i> e <i>burnout</i> em   atletas de elite, comparando para o efeito atletas de elite nível júnior com   atletas de elite nível Olímpico. Os resultados obtidos indicaram diferenças   significativas para todas as dimensões da motivação extrínseca e amotivação, sendo estas maiores nos atletas de elite júnior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os profissionais que lidam com jovens atletas deveriam ficar   atentos aos comportamentos motivacionais de seus atletas e incentivar a prática   por motivos intrínsecos. De acordo com Cresswell e Eklund (2005) a MI está   negativamente associada ao <i>burnout</i> e   ao abandono precoce de jovens atletas, enquanto a ME está diretamente ligada a esses fenómenos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na presente investigação, o SMS foi o único questionário   aplicado nos atletas, enquanto na maioria das pesquisas realizadas com o SMS   houve um segundo questionário para analisar outras comparações e correlações.   Porém, justificamos por acreditar que o SMS já é por si só um questionário que   analisa a motivação de uma forma ampla respondendo aos objetivos do presente estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diversos fatores podem ter afetado diretamente a motivação,   gerando certa diferença em relação as outras pesquisas, tais como: diferenças   socioeconómicas, culturais, tempo de prática no desporto e a idade. Além do   mais podemos considerar como limitações da presente pesquisa o fato de não   termos controlados as respostas “socialmente desejáveis”, e o fato de termos   colhidos os questionários em momentos diferentes (competições e treinamentos).   Outro fator importante e que também não controlamos foi a influência do treinador na motivação dos atletas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O atleta brasileiro possui características motivacionais   únicas quando comparados com atletas de diferentes países. Neste sentido,   índices de motivação autodeterminada elevados são encontrados em atletas   brasileiros de modalidades individuais, homens, nível nacional e acima dos 25   anos. Enquanto mulheres, de equipas coletivas, nível regional e abaixo dos 25   anos obtiveram maiores índices de motivação pouco autoderminada. Estes dados   podem servir de suporte para que os profissionais do desporto realizem intervenções   em um dos mais importantes fatores psicológicos do rendimento desportivo: a motivação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A partir do presente estudo, sugerimos futuras pesquisas com   atletas brasileiros analisando uma maior amostra de atletas competindo em   nível internacional, podendo ser realizado também trabalhos comparando com   atletas de outros países. Além do mais, seria interessante realizar correlações   entre as dimensões da motivação com outras variáveis psicológicas, como vimos   na maioria das pesquisas, tais como o <i>flow</i>   <i>feeling</i>, estratégias de <i>coping</i> ou para predizer sintomas de   abandono e <i>overtraining</i> em atletas brasileiros.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Alexandris, K., Tsorbatzoudis, C., &amp;   Grouios, G. (2002). Perceived   constraints on recreational sport participation: Investigating their relationship   with intrinsic motivation, extrinsic motivation and amotivation. <i>Journal of Leisure Research, 34</i>, 233-252.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300040000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Amorose, A. J., &amp; Anderson-Butcher, D. (2007). Autonomy-supportive   coaching and self-determined motivation in high school and college athletes: A   test of self-determination theory. <i>Psychology     of Sport and Exercise</i>, <i>8</i>(1), 654-670. doi: 10.1016/j.psychsport.2006.11.003</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201300040000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Amorose, A. J., &amp; Horn, T. S. (2000). Intrinsic motivation:   Relationship with collegiate athletes' gender, scholarship status, and   perceptions of their coaches' behavior. <i>Journal     of Sport &amp; Exercise Psychology</i>, <i>22</i>(1), 63-84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201300040000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bara Filho, M. G., Andrade, D., Miranda, R.,   Nuñez, J. L., Martin-Albo, J., &amp; Ribas, P. R. (2011). Preliminary validation of a Brazilian version   of the sport motivation scale. <i>Universitas Psico-logica, 10</i>(2), 363-372.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201300040000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Chantal, Y., Guay, F., Dobreva-Martinova, T., &amp; Vallerand, R. J.   (1996). Motivation and elite   performance: An exploratory investigation with Bulgarian athletes. <i>International Journal of Sport Psychology, 27</i>(1), 173-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201300040000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Coimbra, D., Gomes, S., Carvalho, F., Ferreira, R., Guillen, F., &amp;   Miranda, R. (2008). O papel da psicologia do esporte para atletas e   treinadores. <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento</i>, <i>16</i>, 1-21.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201300040000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cresswell, S., &amp; Eklund, R. (2005). Motivation and burnout in professional rugby players. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport</i>,<i> 76</i>(1), 370-376.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201300040000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Deci, E., &amp; Ryan, R. (1985). <i>Intrinsic motivation and self-determination in human behavior.</i> New York: Plenum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201300040000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fernandes, H. M., &amp; Vasconcelos-Raposo, J. (2005). Continuum de auto-determinação:   Validade para a sua aplicação no contexto desportivo. <i>Estudos de Psicologia, 10</i>(1), 385-395. doi: 10.1590/S1413-294X2005000300007</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201300040000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fortier, M., Vallerand, R., Brière, N., &amp;   Provencher, P. (1995). Competitive   and recreational sport structures and gender: A test of their relationships   with sport motivation. <i>International     Journal of Sport Psychology</i>, <i>26</i>(1), 24-39.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201300040000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gillet, N. (2008). Basic need satisfaction and motivation in sport. <i>Athletic Insight, </i>11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201300040000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gomes, S., Coimbra, D., Garcia, F., Miranda, R., Bara Filho, M. (2007).   Análise da produção Científica em Psicologia do Esporte no Brasil e no   Exterior. <i>Revista     Iberoamericana de Psicología Del Ejercicio y El Deporte,</i> <i>2</i>(1), 25-40.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201300040000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Halbrook, M., Blom, L., Hurley, K., Bell, R., &amp; Holden, J. (2012). Relationships among motivation, gender, and, cohesion in a sample of collegiate athletes. <i>Journal of Sport Behavior</i>, <i>35</i>, 61-77.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201300040000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kingston, K. M., Horrocks, C. S., &amp; Hanton, S. (2006). Do   multidimensional intrinsic and extrinsic motivation profiles discriminate between   athlete scholarship status and gender? <i>European     Journal of Sport Science</i>, <i>6</i>(1), 53-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201300040000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Krinanthi, G., Konstantinos, M., &amp; Andreas,   G. (2010). Self-determination and sport commitment: An evaluation by university intramural participants. <i>International Journal of Fitness</i>, <i>6</i>(1), 41-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201300040000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lemyre, P., Roberts, G. C., &amp; Stray-Gunderrsen, J. (2007).   Motivation, overtraining, and burnout in elite athletes. <i>European Journal of Sport Science</i>, <i>7</i>(1), 115-126.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201300040000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lujan, J. F. G., &amp; Deval, V. C. (2006). Psychological mediators and   sport motivation in Spanish judokas. <i>International     Journal of Sport Science</i>, <i>2</i>(5), 1-11. doi: 10.5232/ricyde2006.00501 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201300040000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Martín-Balbo, J., Nuñes, J., Navarro, J., Leite, M., Almirón, M., &amp;   Glavinich, N. (2007). Proprie-dades   psicométricas de la version española de la escala de motivación deportiva en   Paraguay. <i>Revista Mexicana de Psicologia, 24</i>(1), 43-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201300040000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Miranda, R., &amp; Bara Filho, M. G. (2008). <i>Construindo um atleta vencedor: Uma abordagem psicofísica do esporte</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201300040000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Murcia, J. A., &amp; Coll, D. G. (2006). A permanência de praticantes em   programas aquáticos baseada na Teoria da Autodeterminação.<i> Fitness &amp; Performance Journal, 5</i>(1), 5-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201300040000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Murcia, J. A., Blanco, M. L., Galindo, C. M., Villodre, N. A., &amp;   Coll, D. G. (2007). Efeitos do gênero, idade, e a frequência de pratica na   motivação e o desfrute do exercício físico. <i>Fitness &amp; Performance Journal</i>, <i>6</i>(3), 140-146.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201300040000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Murcia, J. A., Gimeno, E., &amp; Coll, D.   (2007). Anali-zando la   motivacion en el deporte: Un estúdio a través de la teoria de la   autodeterminación. <i>Apuntes de Psicología</i>, <i>25</i>(1), 35-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201300040000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Nuñes,   J., Martín-Balbo, J., Navarro, J., &amp; González, V. (2006). Preliminary validation of a Spanish   Version of the Sport Motivation Scale. <i>Perceptual and Motor Skills</i>, <i>102</i>(1), 919-930.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201300040000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pelletier L., Tuson, K. M., Fortier, M., Vallerand, R. J., Brière, N.,   &amp; Blais, M. R. (1995) Toward a New Measure of Intrinsic Motivation,   Extrinsic Motivation, and Amotivation in Sports: The Sport Motivation Scale (SMS) <i>Journal of Sport e Exercise Psychology</i>,<i> 17</i>(1), 35-53.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201300040000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pero, R., Amici, S., Benvenuti, C., Mingati, C., Capranica, L., &amp;   Pesce, C. (2009) Motivation for sport participation in older Italian athletes: The   role of age, gender and competition level. <i>Sport Science Health</i>, <i>5</i>(1), 61-69.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-107X201300040000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Perreault, S., &amp; Vallerand, R. (2007) A test of self-determination   theory with wheelchair basket-ball players with and without disability. <i>Adapted     Physical Activity Quarterly</i>, <i>24</i>, 305-316.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-107X201300040000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ryan, R., &amp; Deci, E. (2000). Self-determination Theory and the   facilitation of intrinsic motivation, social development, and well-being<i>.     American Psychologist, 55</i>(1), 68-78. doi: 10.1037/110003-066X.55.1.68 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-107X201300040000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sarrazin, P., Vallerand, R. J., Guillet, E., Pelletier, L. G., &amp;   Cury, F. (2002). Motivation and dropout in female handballers: A 21-month   prospective study. <i>European Journal of Social Psychology</i>, <i>32</i>(1), 395-418. doi: 10.1002/ejsp.98</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201300040000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sena Junior, A. W. (2012). <i>Motivação e Flow-Feeling na Corrida   de Rua</i>. Dissertação   de Mestrado não publicada, Universidade Federal de Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1646-107X201300040000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Silva, R., Matias, T., Viana, M., &amp; Andrade, A. (2012). Relação da   prática de exercícios físicos e fatores associados às regulações motivacio-nais   de adolescentes brasileiros. <i>Motricidade, 8</i>(2), 8-21. doi: 106063/motricidade.8(2).708 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201300040000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vallerand,   R., Pelletier, L., Blais, M., Brière, N., Senécal, C., &amp; Vallières, E.   (1992). The academic motivation scale: A measure of intrinsic, extrinsic, and amotivation in education. <i>Educational and Psychological Measurement</i>,<i> 52</i>, 1003-1019.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-107X201300040000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><i><a href="#topo">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a>:</i> Helder Zimmermann de Oliveira, Faculdade de   Educação Física e Desportos, Universidade Federal de Juiz de Fora, Rua José   Lourenço Kelmer, S/N – Campus Universitário, Bairro São Pedro, CEP: 36036-900 Juiz   de Fora – MG, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:helderzimmermann@yahoo.com.br">helderzimmermann@yahoo.com.br</a> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Submetido: 16.07.2012     |   Aceite: 14.03.2013</font></p>      ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Alexandris]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tsorbatzoudis]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Grouios]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Perceived constraints on recreational sport participation: Investigating their relationship with intrinsic motivation, extrinsic motivation and amotivation]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Leisure Research]]></source>
<year>2002</year>
<volume>34</volume>
<page-range>233-252</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Amorose]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Anderson-Butcher]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Autonomy-supportive coaching and self-determined motivation in high school and college athletes: A test of self-determination theory]]></article-title>
<source><![CDATA[Psychology of Sport and Exercise]]></source>
<year>2007</year>
<volume>8</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>654-670</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Amorose]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Horn]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Intrinsic motivation: Relationship with collegiate athletes' gender, scholarship status, and perceptions of their coaches' behavior]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Sport & Exercise Psychology]]></source>
<year>2000</year>
<volume>22</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>63-84</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bara Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nuñez]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martin-Albo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ribas]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Preliminary validation of a Brazilian version of the sport motivation scale]]></article-title>
<source><![CDATA[Universitas Psico-logica]]></source>
<year>2011</year>
<volume>10</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>363-372</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Chantal]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guay]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dobreva-Martinova]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vallerand]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Motivation and elite performance: An exploratory investigation with Bulgarian athletes]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Sport Psychology]]></source>
<year>1996</year>
<volume>27</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>173-182</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Coimbra]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Carvalho]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ferreira]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guillen]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O papel da psicologia do esporte para atletas e treinadores]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Ciência e Movimento]]></source>
<year>2008</year>
<volume>16</volume>
<page-range>1-21</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cresswell]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Eklund]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Motivation and burnout in professional rugby players]]></article-title>
<source><![CDATA[Research Quarterly for Exercise and Sport]]></source>
<year>2005</year>
<volume>76</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>370-376</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Deci]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ryan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Intrinsic motivation and self-determination in human behavior]]></source>
<year>1985</year>
<publisher-loc><![CDATA[New York ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Plenum]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fernandes]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vasconcelos-Raposo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Continuum de auto-determinação: Validade para a sua aplicação no contexto desportivo]]></article-title>
<source><![CDATA[Estudos de Psicologia]]></source>
<year>2005</year>
<volume>10</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>385-395</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Fortier]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vallerand]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brière]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Provencher]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Competitive and recreational sport structures and gender: A test of their relationships with sport motivation]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Sport Psychology]]></source>
<year>1995</year>
<volume>26</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>24-39</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gillet]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Basic need satisfaction and motivation in sport]]></article-title>
<source><![CDATA[Athletic Insight]]></source>
<year>2008</year>
<volume>11</volume>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Gomes]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coimbra]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Garcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bara Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Análise da produção Científica em Psicologia do Esporte no Brasil e no Exterior]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Iberoamericana de Psicología Del Ejercicio y El Deporte]]></source>
<year>2007</year>
<volume>2</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>25-40</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Halbrook]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blom]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hurley]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bell]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Holden]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Relationships among motivation, gender, and, cohesion in a sample of collegiate athletes]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Sport Behavior]]></source>
<year>2012</year>
<volume>35</volume>
<page-range>61-77</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kingston]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Horrocks]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hanton]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Do multidimensional intrinsic and extrinsic motivation profiles discriminate between athlete scholarship status and gender?]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Sport Science]]></source>
<year>2006</year>
<volume>6</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>53-63</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Krinanthi]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Konstantinos]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andreas]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Self-determination and sport commitment: An evaluation by university intramural participants]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Fitness]]></source>
<year>2010</year>
<volume>6</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>41-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lemyre]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Roberts]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Stray-Gunderrsen]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Motivation, overtraining, and burnout in elite athletes]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Sport Science]]></source>
<year>2007</year>
<volume>7</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>115-126</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lujan]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. F. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Deval]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Psychological mediators and sport motivation in Spanish judokas]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Sport Science]]></source>
<year>2006</year>
<volume>2</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>1-11</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Martín-Balbo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nuñes]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Navarro]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leite]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Almirón]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Glavinich]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Proprie-dades psicométricas de la version española de la escala de motivación deportiva en Paraguay]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Mexicana de Psicologia]]></source>
<year>2007</year>
<volume>24</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>43-52</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Miranda]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bara Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Construindo um atleta vencedor: Uma abordagem psicofísica do esporte]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-loc><![CDATA[Porto Alegre ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Artmed]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coll]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A permanência de praticantes em programas aquáticos baseada na Teoria da Autodeterminação]]></article-title>
<source><![CDATA[Fitness & Performance Journal]]></source>
<year>2006</year>
<volume>5</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>5-9</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blanco]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Galindo]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Villodre]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coll]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos do gênero, idade, e a frequência de pratica na motivação e o desfrute do exercício físico]]></article-title>
<source><![CDATA[Fitness & Performance Journal]]></source>
<year>2007</year>
<volume>6</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>140-146</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Murcia]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gimeno]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Coll]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="es"><![CDATA[Anali-zando la motivacion en el deporte: Un estúdio a través de la teoria de la autodeterminación]]></article-title>
<source><![CDATA[Apuntes de Psicología]]></source>
<year>2007</year>
<volume>25</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>35-51</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Nuñes]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Martín-Balbo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Navarro]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[González]]></surname>
<given-names><![CDATA[V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Preliminary validation of a Spanish Version of the Sport Motivation Scale]]></article-title>
<source><![CDATA[Perceptual and Motor Skills]]></source>
<year>2006</year>
<volume>102</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>919-930</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pelletier]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tuson]]></surname>
<given-names><![CDATA[K. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fortier]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vallerand]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brière]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blais]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Toward a New Measure of Intrinsic Motivation, Extrinsic Motivation, and Amotivation in Sports: The Sport Motivation Scale (SMS)]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Sport e Exercise Psychology]]></source>
<year>1995</year>
<volume>17</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>35-53</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pero]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Amici]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Benvenuti]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mingati]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Capranica]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pesce]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Motivation for sport participation in older Italian athletes: The role of age, gender and competition level]]></article-title>
<source><![CDATA[Sport Science Health]]></source>
<year>2009</year>
<volume>5</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>61-69</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Perreault]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vallerand]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A test of self-determination theory with wheelchair basket-ball players with and without disability]]></article-title>
<source><![CDATA[Adapted Physical Activity Quarterly]]></source>
<year>2007</year>
<volume>24</volume>
<page-range>305-316</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ryan]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Deci]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Self-determination Theory and the facilitation of intrinsic motivation, social development, and well-being]]></article-title>
<source><![CDATA[American Psychologist]]></source>
<year>2000</year>
<volume>55</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>68-78</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sarrazin]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vallerand]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Guillet]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pelletier]]></surname>
<given-names><![CDATA[L. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cury]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Motivation and dropout in female handballers: A 21-month prospective study]]></article-title>
<source><![CDATA[European Journal of Social Psychology]]></source>
<year>2002</year>
<volume>32</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>395-418</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sena Junior]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Motivação e Flow-Feeling na Corrida de Rua]]></source>
<year>2012</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matias]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Viana]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andrade]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relação da prática de exercícios físicos e fatores associados às regulações motivacio-nais de adolescentes brasileiros]]></article-title>
<source><![CDATA[Motricidade]]></source>
<year>2012</year>
<volume>8</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>8-21</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Vallerand]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pelletier]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blais]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brière]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Senécal]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vallières]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The academic motivation scale: A measure of intrinsic, extrinsic, and amotivation in education]]></article-title>
<source><![CDATA[Educational and Psychological Measurement]]></source>
<year>1992</year>
<volume>52</volume>
<page-range>1003-1019</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
