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<article-id pub-id-type="doi">10.6063/motricidade.9(4).1198</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito agudo do alongamento estático e facilitação neuromuscular propriocetiva sobre o desempenho do número de repetições máximas em uma sessão de treino de força]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to investigate the acute effect of static stretching (SS) and proprioceptive neuromuscular facilitation (PNF) in the performance of repetition maximum (RM) during a training session of force (TSF) for upper and lower limbs. Six sessions were conducted during the experiment period. At the first three sessions, a stretching protocol familiarization was adopted followed by 12 maximal repetitions test and retest. From the fourth session on, the following experimental protocols were applied: a) Static stretching + TSF; b) PNF stretching + TSF; c) specific warm-up with 20 repetitions (30% of 12 RM load) + TSF. The sessions included three sets of 12 RM for each exercise (leg press 45º, leg extension, leg curl and plantar flexion). It was observed significant differences (p< .05) between the stretching methods to the sum of (RM) of the three sets in leg press 45º, leg extension and leg curl. It was observed significant difference (p< .05) in the SRM on the three of four exercises at the EP vs. SS and PNF vs. SS situations. Both stretching methods decrease the subsequent strength performance, reducing its levels. Therefore, PNF and SS methods should not be recommended before a training session of force.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[membros inferiores]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Efeito agudo do   alongamento estático e facilitação neuromuscular propriocetiva sobre o desempenho do número de repetições máximas em uma sessão de treino de força</b></font></p>      <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Acute effect of   static and proprioceptive neuromuscular facilitation stretching methods in the   maximum number of repetitions in a single strength training session performance</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2">M.A. Sá<sup>I</sup>, T.M.   Gomes<sup>I</sup>, C.M. Bentes<sup>I</sup>, G. Costa e Silva<sup>I</sup>, G. Rodrigues Neto<sup>I</sup>, J.S. Novaes<sup>I</sup></font></b></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Departamento   de Educação Física, Laboratório de Treinamento de Força, Universidade Federal do Rio de Janeiro - RJ, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="topo"></a><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do presente estudo foi verificar o efeito   agudo do alongamento estático e facilitação neuromuscular propriocetiva (FNP)   no desempenho do número de repetições máximas (RM) numa sessão de treino de   força (STF). Seis visitas foram realizadas. Nas três primeiras adotou-se uma   familiarização com os protocolos de alongamento e teste e reteste de 12RM. Os   voluntários foram divididos aleatoriamente nas seguintes condições   experimentais: a) protocolo de alongamento estático + STF; b) protocolo de   alongamento FNP + STF; c) protocolo de aquecimento específico com 20 repetições   a 30% da carga de 12RM + STF. Realizaram-se 3 séries de 12RM para cada   exercício: leg press (LP), cadeira extensora (CE), mesa flexora (MF) e   panturrilha (PT). Para o somatório do número de RM das 3 séries de cada exercício,   diferenças significativas (<i>p</i> &lt;   .05) foram encontradas entre os métodos nos exercícios LP, CE e MF. Para o   somatório do número de RM das três séries dos quatro exercícios encontraram-se   diferenças significativas (<i>p</i> &lt;   .05) para EP <i>vs.</i> AE e FNP <i>vs.</i> AE. Ambos os métodos de alongamento   diminuíram o desempenho, reduzindo os níveis de força. Desta forma, os   alongamentos FNP e estático não devem ser recomendados antes de uma sessão de treino de força.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> exercícios de alongamento muscular, força muscular, membros inferiores</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This   study aimed to investigate the acute effect of static stretching (SS) and   proprioceptive neuromuscular facilitation (PNF) in the performance of   repetition maximum (RM) during a training session of force (TSF) for upper and   lower limbs. Six sessions were conducted during the experiment period. At the   first three sessions, a stretching protocol familiarization was adopted   followed by 12 maximal repetitions test and retest. From the fourth session on,   the following experimental protocols were applied: a) Static stretching + TSF;   b) PNF stretching + TSF; c) specific warm-up with 20 repetitions (30% of 12 RM   load) + TSF. The sessions included three sets of 12 RM for each exercise (leg   press 45º, leg extension, leg curl and plantar flexion). It was observed   significant differences (<i>p</i>&lt; .05)   between the stretching methods to the sum of (RM) of the three sets in leg   press 45º, leg extension and leg curl. It was observed significant difference (<i>p</i>&lt; .05) in the SRM on the three of   four exercises at the EP <i>vs.</i> SS and   PNF <i>vs.</i> SS situations. Both   stretching methods decrease the subsequent strength performance, reducing its   levels. Therefore, PNF and SS methods should not be recommended before a training session of force.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> muscle stretching exercises, muscle strength, lower extremity</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os exercícios de alongamento são normalmente realizados   como parte integrante da rotina de aquecimento com o objetivo de manter ou   melhorar a flexibilidade, prevenir lesões, retardar dores musculares e se   realizado de forma crónica promover melhoras sobre o desempenho físico (Higgs   &amp; Winter, 2009). Para Pereira, Brust e Barreto (2007), vários métodos de   alongamento são utilizados clinicamente e no desporto, possuindo como principal   característica a promoção e manutenção dos níveis de &#64258;exibilidade. Corroborando com essas informações, o American   College of Sports Medicine (ACSM, 2011) preconizou no seu mais recente   posicionamento que valências físicas como aptidão neuromotora, capacidade aeróbia,   resistência muscular localizada, força e flexibilidade devem fazer parte de um   programa de treinamento supervisionado com o intuito de promover saúde e   aumentar o desempenho nas práticas desportivas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diversos pesquisadores têm procurado investigar a influência   dos diferentes métodos de alongamento sobre o desempenho da força (Gomes et al.,   2011; Kay &amp; Blazevich, 2012). O alongamento por facilitação neuromuscular   propriocetiva (FNP) quando realizado em membros superiores ou inferiores   apresenta indícios de promover diminuições no desempenho em testes de força   quando realizado por indivíduos considerados iniciantes ou avançados (Gomes et   al., 2011). Entretanto, Simão, Giacomini, Dornelles, Marramom e Viveiros (2003)   não observaram nenhuma alteração sobre os níveis de força após a aplicação do alongamento FNP sobre o teste de 1RM. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Kokkonen, Nelson, Eldredge e Winchester (2007) verificaram o   desempenho dos membros inferiores após a aplicação do alongamento estático. A   força, flexibilidade e potência foram avaliadas antes e após a aplicação do   alongamento estático. Desta forma, o grupo que alongou teve melhoras   significativas na força de 1RM para flexão e extensão de joelho. Porém, o grupo que não alongou não apresentou qualquer melhoria na produção de força.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Beedle, Rytter, Healy, e Ward (2008) não encontraram   qualquer redução na força após a aplicação do alongamento estático. Contrariamente,   Bacurau et al. (2009) observaram uma redução da força após a aplicação do mesmo   método de alongamento. Kokkonen, Nelson, Tarawhiti, Buckingham, e Winchester   (2010) analisaram os índices de força após a realização de um treinamento resistido   progressivo combinado com alongamento estático. O grupo que realizou somente o   treinamento resistido progressivo teve a força de 1RM na flexão de joelho,   extensão de joelho e leg press melhorada em 12%, 14% e 9%, respetivamente. Por   outro lado, o grupo que fez treinamento resistido progressivo combinado com   exercícios de alongamento estático melhorou a força de 1RM na flexão de joelho,   extensão de joelho e leg press em 16%, 27% e 31%, respetivamente. Outro   importante ganho foi na extensão de joelho em comparação com o leg press do   grupo que realizou treinamento resistido progressivo mais exercícios de   alongamento estático, quando comparado com o grupo que só realizou treinamento resistido progressivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outros estudos procuraram verificar a influência dos métodos   de alongamento FNP e estático, de forma simultânea, em testes de 1RM. Gomes,   Rubini, Junior, Novaes e Trindade (2005) encontraram diferenças significativas   de ambos os métodos de alongamento (estático e FNP) quando comparados com o   grupo controle para o teste de 1RM. Franco, Signorelli, Trajano, e Oliveira   (2008) também encontraram diferenças significativas no desempenho do teste de   1RM somente para as condições que usaram o alongamento estático (por um longo   período de sustentação) e FNP em comparação com os que não alongaram. Sendo   assim, os estudos supracitados apresentam resultados divergentes do efeito do alongamento estático e FNP sobre o desempenho da força de 1RM. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sendo assim, o estudo apresenta um caráter original, além de   preencher uma lacuna do conhecimento poderá ter uma maior aplicabilidade   prática que deverá esclarecer quais são os reais efeitos agudos dos diferentes   protocolos de alongamento em uma sessão de treino de força (STF) para membros inferiores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Portanto, o objetivo do presente estudo foi verificar o   efeito agudo do alongamento estático e FNP sobre o desempenho do número de repetições máximas em uma sessão de treino de força para membros inferiores.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Participantes</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Participaram do estudo nove voluntários do sexo masculino   (24.33 ± 3.04 anos; 88.88 ± 11.29 kg; 189.0 ± 9.16 cm e IMC 24.80 ± 1.41 kg/m²),   sendo todos fisicamente ativos e destreinados em força há pelo menos seis   meses. Antes da coleta de dados, os voluntários assinaram um termo de   participação consentida, conforme a resolução 196/96 do Conselho Nacional de   Saúde. Foram excluídos do experimento indivíduos portadores de qualquer   problema osteomioarticular que pudesse influenciar na realização dos exercícios   propostos. O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética da Universidade Federal do Rio de Janeiro com o protocolo n.º 101/2011.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos e Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo constou de seis visitas com intervalo   entre as mesmas de 48 horas. Nas três primeiras visitas foram observadas as   seguintes rotinas: familiarização com os protocolos de alongamento, aplicação   do teste de 12 RM e reteste de 12RM. Da 4ª visita em diante, os sujeitos foram   divididos de forma aleatória e contrabalançada para realizar os três protocolos   experimentais, sendo eles: a) alongamento FNP + STF (FNP); b) alongamento   estático passivo + STF (EP); c) aquecimento especifico com 20 repetições a 30%   da carga de 12RM + STF (AE). Trinta segundos após a realização dos protocolos   de alongamento e aquecimento específico, os sujeitos davam início à sessão de treino de força.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a STF para membros inferiores foram realizadas 3 séries   com a carga ajustada para 12RM nos seguintes exercícios: leg press 45º, cadeira   extensora, mesa flexora e flexão plantar no leg press (PT). Para todos os   protocolos, o intervalo entre os exercícios e as séries foi realizado de forma passiva com a duração de 90 segundos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os materiais utilizados para os testes foram: leg press 45º   (LP), cadeira extensora (CE) e a mesa flexora (MF) da Technogym@, Flexímetro (Code Research Institute, Brasil).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Teste de 12 RM</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O protocolo do teste de 12 RM constituiu-se de: a)   aquecimento com 12 repetições a 40-60% da carga máxima percebida para 12 RM; b)   após um minuto de repouso, os indivíduos realizaram 5 repetições a 60-80% do   máximo percebido para 12 RM (Gomes et al., 2011); c) após um minuto de repouso   deu-se inicio ao teste de carga, no qual cada individuo realizou no máximo 3   tentativas para cada exercício com intervalo de 5 minutos para cada tentativa;   d) quando o avaliado não conseguia mais realizar o movimento na amplitude   demarcada pelo flexímetro o teste era interrompido, sendo registada como carga   máxima para 12 repetições aquela obtida na última execução completa da falha muscular concêntrica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Após a obtenção da carga para o primeiro exercício, um   intervalo de 10 minutos foi adotado antes de passar para o próximo exercício.   Após 48 horas do primeiro dia, foi aplicado o reteste para a verificação da   reprodutibilidade da carga máxima (12RM). A ordem de escolha de execução dos   exercícios no teste foi feita de forma aleatória, sendo mantida a mesma ordem durante todo o procedimento experimental.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Visando reduzir a margem de erro no teste de 12 RM   adotaram-se as seguintes estratégias: a) familiarização antes do teste,   deixando o avaliado ciente da rotina de coleta de dados; b) instruções sobre as   técnicas de execução dos exercícios; c) o avaliador estava atento quanto à   posição adotado pelo praticante; d) utilização de estímulos verbais; e, e) os pesos foram previamente aferidos em balança de precisão.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi considerada como carga de 12RM a maior carga   estabelecida em ambos os dias do teste com diferenças menores que 5%. Havendo   diferença maior, os sujeitos compareciam novamente no local para a realização   de novo teste, para que o cálculo da diferença fosse refeito. A carga foi   considerada válida para 12RM quando o indivíduo, utilizando a própria força,   sem colaboração externa, conseguia realizar a última repetição de forma completa.   Assim, como na realização dos exercícios de forma geral, na coleta de dados   utilizou-se um limitador de amplitude do movimento para determinar as posições iniciais e finais de cada exercício.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Protocolos de Alongamento</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para cada método de alongamento (FNP e estático passivo)   foram realizadas 3 séries para cada grupamento muscular, sendo eles: flexores   e extensores do joelho, adutores do quadril e flexores plantares. O tempo de intervalo entre as séries foi de 30 segundos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para o alongamento FNP conduziu-se o membro até um ponto de   leve desconforto sendo indicado pelo voluntário. A partir deste ponto o mesmo   realizava uma contração isométrica por 6 segundos sustentada pelo avaliador.   Em seguida, uma nova amplitude era alcançada até gerar um novo ponto de desconforto   sendo mantida por mais 24 segundos (ACSM, 2011). Para o alongamento estático   passivo o movimento foi conduzido até uma posição de leve desconforto e   sustentado por 30 segundos (ACSM, 2011). É importante observar que ambos os métodos de alongamento tiveram o mesmo volume de treino.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise Estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Inicialmente foi realizado o teste de normalidade e   homocedasticidade Shapiro-Wilk (<i>Bartlett     criterion</i>). Todas as variáveis apresentaram distribuição e   homocedasticidade normais. Para testar a reprodutibilidade das cargas entre o   teste e o reteste de 12RM, foi realizado o coeficiente de correlação   intraclasse (LG, ICC = .99; CE, ICC = .98; MF, ICC = 1.00; PT, ICC = .99) e   para analisar o limite de concordância entre o teste e reteste foram   utilizados os procedimentos propostos por Bland e Altman (1986). Para comparar   o efeito dos diferentes protocolos experimentais sobre o desempenho do   somatório do número de RM das 3 séries de cada exercício e do somatório total   do número de RM das três séries dos 4 exercícios que compuseram a STF,   utilizou-se uma ANOVA (<i>one way</i>) para   medidas repetidas. Em caso de <i>F</i>   significativo foi realizado um <i>post hoc </i>de   Tukey HSD. Os procedimentos estatísticos foram realizados a partir do programa SPSS 19.0 (SPSS Inc., EUA) sendo adotado um nível crítico de significância de <i>p</i> &lt; .05.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A plotagem proposta por Bland e Altman (1986) apresenta a   verificação dos limites de concordância entre as medidas obtidas nas sessões   nas quais se configurou estatisticamente o processo de estabilização das   cargas. Em algumas situações, a análise de correlação intraclasse isoladamente   não torna o procedimento mais adequado, pois podem existir altas correlações   mesmo com diferenças significativas sendo identificadas. Neste sentido, a   plotagem torna o tratamento mais robusto e confiável. São apresentadas   diferenças individuais (eixo Y) no teste de 12 RM em função das médias entre as   três séries (eixo X) para os exercícios LG, CE, MF e PT, respetivamente (<a href="#f1">Figura 1</a>).</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a10f1.jpg" width="552" height="341"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a média do somatório do número de RM das 3 séries de   cada exercício, os resultados mostraram diferenças significativas (<i>p</i> &lt; .05) entre os métodos para os   seguintes exercícios: LP,CE e MF. Sendo assim, no exercício LP a diferença se   deu entre os métodos EP <i>vs.</i> AE (<i>p</i> = .003) e FNP <i>vs.</i> AE (<i>p</i> = .001). No   exercício CE a diferença se deu entre os métodos EP <i>vs.</i> AE (<i>p</i> = .048) e FNP <i>vs.</i> AE (<i>p</i> = .030). No exercício MF a diferença se deu entre os métodos EP <i>vs.</i> AE (<i>p</i> = .006) e FNP <i>vs.</i> AE (<i>p</i> = .003). Para o PT nenhuma diferença   foi verificada, conforme pode se observar na <a href="#f2">Figura 2</a>.</font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a10f2.jpg" width="300" height="282"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a média do somatório total do número de RM das 3 séries   dos 4 exercícios que compuseram a STF foram observadas diferenças significativas   (<i>p</i> &lt; .05) entre as seguintes com-parações:   EP <i>vs.</i> AE (<i>p</i> = .001) e entre FNP <i>vs.</i>   AE (<i>p</i> = .001), conforme se pode   observar na <a href="#f3">Figura 3</a>.</font></p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a10f3.jpg" width="303" height="275"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do presente estudo foi verificar o efeito agudo   dos alongamentos estático e FNP sobre o desempenho do número de repetições   máximas em uma STF para membros inferiores. Os resultados encontrados   mostraram uma diminuição do número de RM para todos os exercícios quando comparados   os protocolos de alongamento EP e FNP com o AE. Porém, estatisticamente tais   diferenças só foram evidenciadas para os exercícios LP, CE e MF. Para o   somatório do número de RM das três séries dos 4 exercícios para membros   inferiores da sessão de treino de força, o número de RM total apresentou uma   diminuição significativa para ambos os protocolos de alongamento (EP e FNP) quando comparados ao AE.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Após uma revisão sobre a literatura pertinente, observou-se   a falta de estudos que avaliassem os efeitos destes métodos de alongamento   (estático passivo e FNP) em uma mesma sessão de treino de força. Desta forma, o   fato de não haver investigações sobre esta lacuna do conhecimento, utilizou-se   como referência para discutir tais resultados, tendo-se analisado estudos que   verificaram a influência de diferentes métodos de alongamento em testes de   força. Sendo assim, Bacurau et al. (2009) observaram os efeitos do alongamento   estático sobre o teste de força máxima (1 RM) no exercício leg press. Após tal   observação, os autores concluíram que os níveis de força foram reduzidos em 13.4%   após a aplicação do protocolo de alongamento estático. Estes resultados   corroboram com o presente estudo, onde reduções de 18.82% também foram encontradas   após a aplicação do protocolo de alongamento estático. Ambos os estudos   utilizaram do mesmo protocolo de alongamento, ou seja, três séries de 30   segundos com 30 segundos de intervalo, variando somente na quantidade de   exercícios de alongamento utilizados. Tais diferenças percentuais podem também   estar relacionadas aos diferentes protocolos de teste de força utilizados. Enquanto   Bacurau et al. (2009) realizaram o teste de 1RM, o presente estudo utilizou 3   séries de 12 RM. Com isso, a realização de um maior volume de repetições para o   mesmo exercício em esforço máximo poderia submeter às estruturas viscoelásticas   da unidade músculo-tendão a uma sobrecarga gerando alterações mecânicas. A   função do tendão é transmitir força do músculo ao osso, desta forma, tendões   mais rígidos são adequados para transmitir a força exercida pelas fibras do   músculo ao osso de forma mais eficaz (Kubo, Yata, Kanehisa, &amp; Fukunaga,   2006). Com isso, submetendo as estruturas viscoelásticas a uma grande tensão,   alterações na rigidez da estrutura do tendão aconteceriam gerando uma alteração   na força transmitida. As fibras colágenas que compõem o tendão possuem um   caráter ondulatório, gerando uma pequena força capaz de promover uma deformação   considerável fazendo com que tais padrões ondulatórios passem a ser retilíneo.   Após esta fase, a relação da curva <i>stress</i>   <i>vs.</i> <i>strain</i> se torna mais proporcional. O músculo produz força com base   nas propriedades comprimento-tensão e força-velocidade causando deformações no   tendão. Como a estrutura músculo-tendinosa se comporta de forma elástica,   quando a mesma deixa de sofrer tensão ela tende a voltar ao seu estado normal   que não é idêntico ao seu estado inicial. As diferenças iniciais e finais   existentes nas características da curva (<i>stress</i>   <i>vs.</i> <i>strain</i>) são devido à dissipação de energia na forma de calor pelo   tendão. Sendo assim, inicialmente as estruturas viscoelásticas podem ter   sofrido alterações mecânicas por ação da STF proporcionando uma queda no desempenho traduzido num menor número de repetições máximas (Lieber, 2010).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Gomes et al. (2011) verificaram o efeito dos alongamentos   estático e FNP sobre o número de repetições máximas para as intensidades de 40,   60 e 80% de 1RM no exercício cadeira extensora. Em concordância com o presente   estudo, os autores encontraram resultados semelhantes para o alongamento FNP,   ou seja, o número de repetições máximas diminuiu significativamente. O mesmo   foi observado para o alongamento estático onde da mesma forma para ambos os   estudos o número de repetições máximas apresentou-se menor. Porém, no estudo dos   autores supracitados quanto maior a intensidade da carga, maior era a diferença   entre o alongamento estático e o alongamento FNP e maior era a diferença entre   o alongamento estático e o grupo controle (mesmo tendo o número de repetições   máximas sempre diminuindo). Desta forma, Gomes et al. (2011) observaram   diferenças significativas entre o grupo FNP e grupo controle para a   intensidade de 40% e diferenças para o grupo FNP e estático e FNP e grupo   controle nas intensidades de 60% e 80%. No presente estudo, para o exercício   mesa flexora diferenças significativas foram encontradas entre o alongamento   estático e aquecimento específico e entre o alongamento FNP e aquecimento   específico. Portanto, observa-se que o número de repetições máximas em   comparação com os outros exercícios apresenta-se menor para todos os métodos de   alongamento. O presente resultado pode ter sido encontrado devido a um desgaste   já sofrido no primeiro e segundo exercício (leg press e cadeira extensora) nos   quais os músculos isquiotibiais e quadríceps são acionados para a realização do   movimento. Como neste exercício os isquiotibiais também são acionados, o mesmo pode ter sido sobrecarregado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A hipótese de uma fadiga muscular neste caso ganha mais   suporte devido ao fato de que no estudo de Fowles, Sale e MacDougall (2000)   após uma hora os níveis de força eram recuperados em quase 91%. Segundo Fowles   et al. (2000), a diminuição da ativação neural seria uma das causas para a   queda do desempenho. Esta diminuição poderia estar relacionada com o reflexo   dos órgãos tendinosos de Golgi (OTG), feedback nociceptor de dor e ou fadiga.   Localizado na junção miotendinosa e responsável por deteta elevada força combinada   com o alongamento muscular, o OTG causa o que chamamos de reflexo de inibição autogénica.   Assim, o feedback realizado pelo OTG inibe a ativação agonista para uma menor   produção de força reduzindo a tensão no músculo. Porém, a descarga do OTG dura   somente no processo de alongamento fazendo com que os efeitos inibitórios   ocorram momentaneamente (Fowles et al., 2000). O feedback nociceptor de dor   poderia também reduzir a unidade central (Fowles et al., 2000), porém em todos   os protocolos de alongamento o momento de interrupção da amplitude de movimento   foi indicado pelo avaliado, não havendo qualquer perceção de dor durante o alongamento.   De forma contrária, como o gastrocnémio foi pouco utilizado nos exercícios   anteriores, o mesmo não sofreu com a fadiga muscular e a fadiga neural poder   ter desaparecido, uma vez que, como já dito acima, segundo Fowles et al.   (2000) os efeitos a nível neural do alongamento com o passar do tempo tende a diminuir e com isso tais efeitos negativos não se tornam tão presentes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para o número de RM das três séries dos 4 exercícios, os   métodos de alongamento estático passivo e FNP apresentaram diferenças significativas   em comparação com aquecimento específico de 17.10% e 20.95%, respetivamente,   mostrando ambos serem prejudiciais ao desempenho antes de uma sessão de treinamento.   Simão et al. (2003) verificaram os efeitos do aquecimento específico e do   alongamento FNP sobre o teste de 1RM no exercício supino horizontal. Os   autores não verificaram qualquer diferença significativa entre os dois métodos   de aquecimento e tal resultado pode estar relacionado ao curto tempo de alongamento   realizado pelo método FNP, uma vez que, Fowles et al. (2000) mostraram que   quanto maior o tempo de alongamento, maior e mais duradouro são os efeitos   negativos sobre os níveis de força. Em outro estudo foi avaliado se a   realização do alongamento estático por 10 semanas poderia interferir no   desempenho do teste de 1RM (Kokkonen et al., 2007). Os autores verificaram que,   para a flexão e extensão de joelho, os testes de 1RM tiveram melhora de 15.3% e   32.4% respetivamente. De forma diferente, Beedle et al. (2008) não encontraram   diferenças significativas em comparação com o grupo que não alongou. Os autores   afirmaram que a intensidade moderada do alongamento utilizada poder ter   contribuído para que o alongamento não gerasse efeito negativo sobre o   desempenho. Contrariamente, Gomes et al. (2005) verificaram que tanto para o   alongamento estático como para o alongamento FNP, os índices de força eram   menores quando comprados com o grupo controle. Da mesma forma, Franco et al.   (2008) observaram que para os grupos que realizaram o alongamento FNP e uma   série do alongamento estático sustentados por 40 segundos os níveis de força também se apresentavam menores para o teste de 1RM. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A repercussão destes resultados podem auxiliar os   profissionais da área da saúde, tanto aqueles que prescrevem treinamento para   as atividades físico-desportivas quanto aqueles que trabalham com a   reabilitação, no sentido de alertar sobre os efeitos dos exercícios de   alongamento realizados antes das séries de exercícios de força. Ainda mais,   quando as atividades físico-desportivas dependerem diretamente do desempenho da força.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As principais limitações do presente estudo estão   relacionadas com a não monitorização da qualidade de sono, alimentação, estado de humor e a temperatura ambiental dos procedimentos experimentais.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desta forma, conclui-se que os métodos de alongamento   estático e FNP não devem ser recomendados antes da STF, uma vez que, de acordo   com os resultados apresentados estes métodos prejudicam o desempenho subsequente da força.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Recomendam-se outros estudos agudos e crónicos que   verifiquem a influência de diferentes tipos de alongamento em um STF para   membros superiores, em diferentes populações e diferentes níveis de treinamento.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">ACSM (2011). American College of Sports Medicine position stand.   Quantity and quality of exercise for developing and maintaining cardiorespiratory,   musculoskeletal, and neuromotor fitness in apparently healthy adults: Guidance   for prescribing exercise. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 43</i>(7), 1334-1359. doi: 10.1249/MSS.0b013e318213fefb</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201300040001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bacurau, R. F. P., Monteiro, G. A., Ugrinowitsch, C., Tricoli, V.,   Cabral, L. F., &amp; Aoki, M. S. (2009). Acute effect of a ballistic and a   static stretching exercise bout on flexibility and maximal strength. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 23</i>(1), 304-308. doi: 10.1519/JSC.0b013e3181874d55</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201300040001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Beedle, B., Rytter, S., Healy, R., &amp; Ward, T. (2008). Pretesting   static and dynamic stretching does not affect maximal strength. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 22</i>(6), 1838-1843. doi: 10.1519/JSC.0b013e3181821bc9</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201300040001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bland, J. M., &amp; Altman, D. J. (1986). Regression Analysis.<i> Lancet, 1</i>(8486), 908-909.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201300040001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fowles, J. R., Sale, D. G., &amp; MacDougall, J. D. (2000). Reduced   strength after passive stretch of the human plantarflexors. <i>Journal of Applied Physiology, 89</i>(3), 1179-1188.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201300040001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Franco, B. L., Signorelli, G. R., Trajano, G.   S., &amp; De Oliveira, C. G. (2008). Acute effects of different stretching exercises on muscular endurance. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 22</i>(6), 1832-1837. doi: 10.1519/JSC.0b013e31818218e1</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201300040001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gomes, T. M., Rubini, E. C., Junior, H., Novaes, J. S., &amp; Trindade,   A. (2005). Efeito agudo dos alongamentos estático e FNP sobre o desem-penho da   força dinâmica máxima. <i>Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício 4</i>(1), 13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201300040001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gomes, T. M., Simão, R., Marques, M. C., Costa, P. B., &amp; Novaes, J.   S. (2011). Acute effects   of two different stretching methods on local muscular endurance performance. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 25</i>(3), 745-752. doi: 10.1519/JSC.0b013e3181cc236a</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201300040001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Higgs, F., &amp; Winter, S. L. (2009). The effect of a four-week   proprioceptive neuromuscular facili-tation stretching program on isokinetic   torque production. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 23</i>(5), 1442-1447. doi: 10.1519/JSC.0b013e3181a392c4</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201300040001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kay, A. D., &amp; Blazevich, A. J. (2012) Effect of acute static stretch   on maximal muscle performance: a systematic review. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 44</i>(1), 154-164. doi: 10.1519/mss.06.13e318225cb27</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201300040001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kokkonen, J., Nelson, A., Eldredge, C., &amp; Winchester, J. B. (2007).   Chronic static stretching improves exercise performance. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 39</i>(10), 1825-1831. doi: 10.1249/mss.0b013e3181238a2b</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300040001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kokkonen, J., Nelson, A., Tarawhiti, T., Buckingham, P., &amp;   Winchester, J. B. (2010). Early-phase resistance training strength gains in   novice lifters are enhanced by doing static stretching. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 24</i>(2), 502-506. doi: 10.1519/JSC.0b013e3181c06ca0</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201300040001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kubo, K., Yata, H., Kanehisa, H., &amp; Fukunaga, T. (2006). Effects of isometric   squat training on the tendon stiffness and jump performance. <i>European Journal of Applied Physiology, 96</i>(3), 305-314. doi: 10.1007/s00421-005-0087-3</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201300040001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lieber, R. (2010). <i>The   Physiological Basis of Rehabi-litation: Skeletal Muscle Structure, Function, &amp; Plasticity</i> (3ª ed.). Philadelphia: Lippincott Williams &amp; Wilkins.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201300040001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pereira, R., Brust, A., &amp; Barreto, J. G. (2007). Efeito do alongamento pós exercício na concentração sérica de creatina kinase (CK) de homens e mulheres. <i>Motricidade, 3</i>(2), 87-93. doi: 10.6063/motricidade.3(2).679</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201300040001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Simão, R., Giacomini, M., Dornelles, T., Marramom, M. G., &amp;   Viveiros, L. E. (2003). Influência do aquecimento específico e da flexibilidade   no teste de 1RM. <i>Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, 1</i>(2), 134-140.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201300040001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><i><a href="#topo">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a>:</i> Jefferson S. Novaes, Escola de Educação Física e   Desportos, Univ. Federal do Rio de Janeiro, Av. Carlos Chagas Filho, 540,   Cidade Universitária, CEP: 21941-599 Rio de Janeiro, RJ - Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:jsnovaes@terra.com.br">jsnovaes@terra.com.br</a> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Submetido: 25.10.2012   |   Aceite: 04.02.2013</font></p>     ]]></body>
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<article-title xml:lang="en"><![CDATA[American College of Sports Medicine position stand. Quantity and quality of exercise for developing and maintaining cardiorespiratory, musculoskeletal, and neuromotor fitness in apparently healthy adults: Guidance for prescribing exercise]]></article-title>
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