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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aferição das cargas a aplicar a nadadores no teste Wingate em cicloergómetro]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The Wingate test seems to be the gold standard test to assess the anaerobic potential. The test involves the application of a load resistance which represents a percentage of the subject's body weight. The purpose of the study was to determine the resistance, expressed as a percentage of body weight, to be applied by swimmers in the Wingate test performed in cycle ergometer. The sample was composed by seven male and seven female swimmers. In order to determine the optimal resistance to apply to each swimmer, a pre-test nx10s was performed (15min rest between repetitions). The resistance applied in each trial was 7.5% of the body weight, increased 0.5% bouts. The optimal resistance was then applied in the Wingate test as determined in the pre-test and added and subtracted 0.5% of the body weight. A non-linear relationship was observed between the power and the external charge. The optimal load resistance value for swimmers of both genders was higher than the standard value of 7.5%. Load resistance values were 9.50 ± 0.65% for male and 9.86 ± 1.18% for female swimmers.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4">Aferição das   cargas a aplicar a nadadores no teste Wingate em cicloergómetro</font></b></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Assessment of the   loads to apply to swimmers in the cycle ergometer Wingate test</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2">S.M. Soares<sup>I</sup>, R.J.   Fernandes<sup>I</sup></font></b></p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>CIFIID e LABIOMEP, Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, Portugal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="topo"></a><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O teste <i>Wingate</i> parece ser o teste padrão para avaliar o potencial anaeróbio, implicando a   aplicação de uma carga de resistência cujo valor é uma percentagem do peso   corporal do sujeito a avaliar. O objetivo do presente estudo foi o de   determinar a carga de resistência, expressa em percentagem do peso corporal, a   aplicar a nadadores no teste <i>Wingate</i> realizado em cicloergómetro. A amostra foi constituída por sete nadadores e   sete nadadoras. Para aferir a carga ótima de resistência a aplicar a cada   nadador foi realizado um pré-teste de nx10s, com um intervalo de 15min entre   cada repetição. A resistência aplicada em cada repetição foi de 7.5% do peso   corporal, aumentada em frações de 0.5%. A carga de resistência ótima   determinada no pré-teste foi aplicada no teste <i>Wingate</i> tal como determinada e incrementada e subtraída em 0.5% do   peso corporal, tendo-se verificado uma relação não-linear entre a potência e a   carga externa. A carga de resistência ótima a aplicar no teste <i>Wingate</i> foi superior ao valor padrão de 7.5%, quer para os nadadores (9.50 ± 0.65%), quer para as nadadoras (9.86 ± 1.18%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> natação, performance anaeróbia, teste Wingate</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   Wingate test seems to be the gold standard test to assess the anaerobic   potential. The test involves the application of a load resistance which   represents a percentage of the subject's body weight. The purpose of the study   was to determine the resistance, expressed as a percentage of body weight, to   be applied by swimmers in the Wingate test performed in cycle ergometer. The   sample was composed by seven male and seven female swimmers. In order to   determine the optimal resistance to apply to each swimmer, a pre-test nx10s was   performed (15min rest between repetitions). The resistance applied in each   trial was 7.5% of the body weight, increased 0.5% bouts. The optimal resistance   was then applied in the Wingate test as determined in the pre-test and added   and subtracted 0.5% of the body weight. A non-linear relationship was observed   between the power and the external charge. The optimal load resistance value   for swimmers of both genders was higher than the standard value of 7.5%. Load   resistance values were 9.50 ± 0.65% for male and 9.86 ± 1.18% for female swimmers.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> swimming, anaerobic performance, Wingate test</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">No alto rendimento desportivo, o controlo do treino é uma   tarefa de relevância maior para os treinadores. Sem compreender o estado de   forma dos desportistas não é possível elaborar ou reorganizar o treino de forma   direcionada (Bampouras &amp; Marrin, 2009). O controlo do treino incide em   determinantes várias da performance, das quais são exemplos a técnica e a   tática, as determinantes psicológicas, as biomecânicas e as fisiológicas. No   âmbito das últimas, a resistência cardiorrespiratória congrega atenção   particular, quer na sua componente aeróbia, quer na anaeróbia. Considerando o   volume de pesquizas realizadas, tem sido devotada maior atenção ao desenvolvimento   da primeira, mas tal não se deve à menor importância da segunda, nomeadamente   porque quando o esforço é exaustivo e de muito curta duração, o sistema   anaeróbio suprime 100% das necessidades energéticas, participação que vai   reduzindo com o aumento do tempo. Segundo Malina, Bouchard, e Bar-Or (2004),   aos 90s, apenas 50% das necessidades energéticas são supridas pelo sistema   anaeróbio e dos 75 aos 90s de esforço exaustivo, a contribuição energética   anaeróbia decai para aumentar a comparticipação aeróbia (Gastin, 2001). A   aparente menor atenção dada à componente anaeróbia reside, essencialmente, na   grande dificuldade em a medir.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a avaliação da componente anaeróbia a literatura sugere   vários testes, os quais têm como objetivo principal estimar, ainda que de uma   forma simplificada, a capacidade muscular de suportar um esforço exaustivo. A   duração desses testes situa-se entre os 15 e 120s, pretendendo-se, com as   durações de teste mais curtas, avaliar a potência do sistema anaeróbio e, com   as mais longas, a capacidade do mesmo sistema. Dos testes mais frequentemente   aplicados salientam-se os testes de impulsão vertical (e.g., Sands et al.,   2004), o teste de degraus de Margaria (Margaria, Aghemo, &amp; Rovelli, 1966) o   teste <i>yo-yo</i> de recuperação intermitente (e.g., Atkins, 2006), e o teste <i>Wingate</i> (e. g. Bar-Or, 1987). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A avaliação da performance anaeróbia é uma necessidade   evidente na natação pura desportiva. Nesta modalidade todas as provas que se   situam entre os 50 e os 200m e que constituem a maioria dos eventos dos calendários   mundial e olímpico traduzem esforços de aparente domínio anaeróbio (Bar-Or,   Unnithan, &amp; Illescas, 1994; Troup, 1999), pelo menos em adultos treinados.   Neste sentido, a avaliação do desempenho anaeróbio de nadadores assume   particular importância, quer no âmbito do controlo do treino, quer para um   melhor entendimento do rendimento desportivo. Contrariamente ao que seria   desejável, o teste de referência para avaliar o desempenho anaeróbio é o teste <i>Wingate</i> (Armstrong, 2001; Bar-Or,   1996a). Este teste carece de especificidade para nadadores, particularmente na   sua versão original (em cicloergómetro), mas o seu uso na natação é recorrente,   o que se deve à sua facilidade de aplicação e ao facto de ainda nenhum teste   alternativo, mais específico e realizado em água, ter reunido reconhecimento suficiente para ser tomado como nova referência.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O teste <i>Wingate</i> implica o uso de cargas de resistência que têm como referência o valor padrão   de 7.5% do peso corporal (e.g., Zupan et al., 2009) ou outros valores já   utilizados em populações de não nadadores e tendencialmente mais elevados do   que aquele (Inbar, Bar-Or, &amp; Skinner, 1996). A escolha da carga de   resistência correta é um detalhe ao qual se deve dar uma enfase particular,   dado que se o valor de resistência for superior ou inferior ao valor ótimo a   aplicar, os valores de <i>output</i> da   potência serão inferiores ao valor real (subestimados), uma vez que a potência   varia em U invertido com a resistência, tal como acontece com a força e a   velocidade (Sargeant, 1989). Mesmo sendo o teste <i>Wingate</i> vastamente utilizado no contexto da natação, não foi possível   encontrar na literatura valores de referência relativos à carga de resistência   a aplicar a nadadores, nem tão pouco protocolos para a sua determinação. Tal   acresce um novo problema ao uso deste teste, que é o da possibilidade de   subestimar o desempenho anaeróbio dos nadadores por incorreta aferição da carga de resistência.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do presente estudo foi o de determinar a carga de   resistência ótima indutora dos valores máximos de potência máxima e média,   expressa em percentagem do peso corporal, a aplicar a nadadores no teste <i>Wingate</i> realizado em cicloergómetro. O   estudo partiu da hipótese de que o valor da carga de resistência ótima para   nadadores é superior ao valor padrão de 7.5% do peso corporal, quer para o sexo masculino, quer para o sexo feminino.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Catorze nadadores, sete do sexo masculino (Idade: 16.57 ± 0.53   anos; altura: 171.57 ± 2.99 cm; peso: 65.71 ± 2.81 kg) e sete do sexo feminino   (idade: 16.29 ± 0.49 anos; altura: 162.43 ± 1.72 cm; peso: 48.29 ± 3.20 kg),   participaram voluntariamente no estudo. O grupo incluía nadadores de provas de   velocidade (n= 10), de fundo (n= 3) e de ambas as distâncias (n= 1),   especialistas em crol (n= 4), mariposa (n= 4), costas (n= 2), bruços (n= 1) e   estilos (3). O melhor tempo de nado registado em competição aos 100m livres foi de 59.03 ± 1.72 s para os nadadores e de 69.14 ± 1.72 s para as nadadoras.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos e Procedimentos</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O protocolo de avaliação foi constituído por duas partes,   ambas realizadas numa bicicleta ergométrica (MonarkTM, Sports Medicine   Industries, Minnesota, USA) de frenagem mecânica. Na primeira parte do   protocolo os nadadores realizaram <i>n</i> repetições de 10s de pedalagem no cicloergómetro à máxima velocidade. A   primeira repetição foi realizada com uma carga de resistência de 7.5% do peso   corporal e as restantes aumentadas e diminuídas aleatoriamente em frações de   0.5% do peso corporal. O intervalo entre cada repetição foi de 15 min e o teste   terminou assim que foi determinada a carga de resistência correspondente ao   valor mais elevado de potência máxima (Pmax), considerada como a carga de   resistência ótima (Ropt) a aplicar ao nadador no teste <i>Wingate</i>. Na segunda parte do protocolo os nadadores realizaram   três repetições do teste <i>Wingate</i>   (Bar-Or, 1996b). O teste <i>Wingate</i> consistiu em 5s de pedalagem, à velocidade máxima e sem resistência, seguidos   de 30s de pedalagem à velocidade máxima, contra a resistência aplicada pelo   grupo de investigadores: (i) com a Ropt determinada no pré-teste; (ii) com a   Ropt+0.5% do peso corporal; (iii) Ropt&#8722;0.5% do peso corporal. A aplicação   dos três níveis de resistência foi aleatória entre os sujeitos da amostra. O   intervalo entre cada teste foi de 30 min. Os sujeitos foram encorajados verbalmente durante o teste.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise Estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O tratamento estatístico dos dados foi realizado no   programa SPSS 18. A normalidade das amostras foi garantida previamente à   realização de todas as comparações. A comparação dos valores médios de Ropt que   induziram os valores máximos de Pmax e de potência média (Pmed) foi realizada   através de um <i>t</i> teste de medidas   repetidas. As diferenças entre sexos foram testadas usando um <i>t</i> teste de medidas independentes. A   comparação dos valores médios de Pmax e de Pmed obtidos nos três testes <i>Wingate</i> foi realizada utilizando um   teste ANOVA univariado, tendo sido a homogeneidade das amostras previamente   garantida pela estatística de Levene. Em todos os testes comparativos efetuados, o nível de significância foi estabelecido em 5%.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os valores individuais da carga de resistência aplicados no   teste de nx10s e os valores correspondentes de Pmax e Pmed podem ser observados   na <a href="#f1">Figura 1</a>. O valor de Ropt individual determinado correspondeu ao valor mais elevado, quer de Pmax, quer de Pmed.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a11f1.jpg" width="323" height="420"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os valores médios de Ropt e respetivas Pmax e Pmed podem ser   observados na <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a11t1.jpg">Tabela 1</a>. Não se verificaram diferenças entre os valores médios   de Ropt que despoletaram os valores mais elevados de Pmax e de Pmed. As diferenças   também não foram significativas entre sexos, em todas as variáveis. A Ropt   necessária para despoletar os valores máximos de Pmax (nadadores: 9.50 ± 0.65%; nadadoras: 9.86 ± 1.18%) e de Pmed (nadadores: 9.43 ± 0.61; nadadoras: 9.86 ± 1.18) foi superior ao   valor padrão de 7.5%.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="#f2">Figura 2</a> é possível observar os valores individuais de   Pmax e Pmed obtidos no teste <i>Wingate</i> quando foi aplicada a Ropt e a Ropt aumentada e diminuída em 0.5% do peso corporal.   Observa-se que a expressão da variação da resistência com a Pmax segue a forma   de U invertido para todos os sujeitos testados (excetuando um nadador), tendo   o valor da carga de resistência ótima correspondido ao valor central e mais   elevado de Pmax. Na análise da variação da resistência com a Pmed foi   encontrada a mesma expressão gráfica (U invertido), exceto em duas nadadoras e quatro nadadores.</font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a11f2.jpg" width="307" height="404"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os valores médios de Pmax e Pmed, obtidos nos três testes <i>Wingate</i>, quando foi aplicada a carga de   Ropt pré-determinada no teste de nx10s e a carga ótima aumentada e diminuída em   0.5% do peso corporal, podem ser observados na <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a11t2.jpg">Tabela 2</a>.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Os valores médios da Pmax obtidos com a Ropt foram   significativamente mais elevados que os obtidos com a Ropt subtraída em 5% do   peso corporal, quer para os nadadores (<i>p</i>=   .011), quer para as nadadoras (<i>p</i>=.01).   O mesmo não se verificou, contudo, em relação à Ropt aumentada em 5% do peso   corporal. Não se observaram diferenças (<i>p</i>&gt;   .05) nos valores da Pmed obtidos com as três cargas de resistência nos nadadores de ambos os sexos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Com o presente estudo pretendeu-se determinar a carga de   resistência, expressa em percentagem do peso corporal, a aplicar a nadadores no   teste <i>Wingate</i> realizado em   cicloergómetro. Determinou-se que a referida carga é superior a 7.5%, o valor de referência para o teste.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desconhecendo-se qualquer valor de carga de resistência   aferida para nadadores, bem como a forma de a determinar, reuniu-se uma amostra   de nadadores de ambos os sexos, antevendo eventuais diferenças entre rapazes e   raparigas, e utilizou-se um teste prévio de nx10s para determinar a carga ótima   de resistência a aplicar no teste <i>Wingate</i>.   A escolha do tempo de duração de 10s para o pré-teste baseou-se no facto de ser   neste intervalo de tempo que, no teste <i>Wingate</i>,   se manifesta o valor máximo de potência. Neste teste, a partir dos 10s a   potência tende a decair. O teste de nx30s foi escolhido enquanto teste confirmatório   do valor determinado em pré-teste. Sabendo que a potência varia com a carga de   resistência segundo uma distribuição em U invertido (Sargeant, 1989), um valor   de pré-teste aferido, quando acrescido e diminuído de carga, deverá produzir   valores inferiores de potência. A potência muscular resultante de um esforço de   curta duração, como é o utilizado no teste <i>Wingate</i> é resultante de fatores como o contributo das vias energéticas, a eficiência   da transformação energética, a arquitetura e tamanho dos músculos envolvidos   no esforço e os padrões e coordenação de recrutamento muscular. A potência   máxima está predominantemente dependente do fornecimento energético muscular   intrínseco e da velocidade da contração muscular (Sargeant, 1989). A relação   entre a força e velocidade de contração é curvilínea e inversa. A potência, que   é o produto das outras duas, tem uma relação similar (mais hiperbólica que   curvilínea) com a velocidade, o que significa que contrair a maior ou menor   velocidade do que a velocidade de contração ótima reduz a potência (Sargeant,   1989). Uma vez que a carga de resistência condiciona a velocidade de contração,   se se pretende medir a verdadeira potência máxima, é importante usar a carga   externa mais ajustada, ou o valor de potência máxima resultante estará subestimado em relação ao máximo real (Sargeant, 1989).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O teste <i>Wingate</i> é,   desde há muito tempo, o teste mais popular (Williams, 1997) e o mais utilizado   na avaliação do desempenho anaeróbio (Armstrong, 2001; Bar-Or, 1996a), mesmo   em modalidade com expressão mecânica completamente distinta do ato de   pedalagem. A carga de resistência padrão utilizada no teste original (Inbar et   al., 1996) e ainda usualmente aplicada é de 7.5% do peso corporal. Contudo, há   muito que alguns estudos, nomeadamente o de Dotan e Bar-Or (1983), deixaram   antever que este valor pode não ser o mais indicado para populações distintas   de desportistas. Estes autores referiram que os valores de resistência ótima   são menores para crianças, comparativamente com os adultos, e menores para as   raparigas, comparativamente com os rapazes. Num artigo de revisão sobre a   avaliação da performance anaeróbia por meio de cicloergómetro, Williams (1997)   referiu que a predição do valor de resistência ótima, para sujeitos com massas,   volumes e crescimento diferentes é difícil, mas, na lógica da tendência   observada para o desporto em geral, também não foi possível encontrar na   literatura valores de referência relativos à carga de resistência a aplicar a   nadadores no teste <i>Wingate</i>, nem tão   pouco protocolos para a sua determinação. Os resultados do presente estudo   mostraram que o valor padrão de carga de resistência de 7.5% não é o mais   indicado para nadadores, mas as diferenças entre sexos não se verificaram. Possivelmente,   as diferenças de performance, na presente amostra, não foram suficientes para   distinguir a Ropt a utilizar com nadadores e com nadadores, ou, na presente   modalidade, esta distinção entre sexos não é tão evidente quanto seria de esperar. Estudos futuros são necessários para confirmar as hipóteses levantadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O teste de nx10s mostrou-se adequado para a determinação da   carga ótima de resistência a aplicar a nadadores quando foi avaliada a Pmax   produzida pelas cargas pré-determinadas. Todos os sujeitos avaliados, exceto   um, atingiram os valores mais elevados de Pmax com o valor de carga de   resistência anteriormente determinado no teste de nx10s (Ropt). A mesma   afirmação já não pode ser proferida, contudo, para a Pmed, porque a variação da   potência com a resistência em forma de U invertido não foi observada em duas   nadadoras e quatro nadadores, o que constitui aproximadamente 50% da amostra,   uma percentagem francamente não negligenciável e que leva a considerar a   possibilidade de o teste ter que ser aferido se a pretensão for determinar, não   a Pmax, mas a Pmed. Refira-se, no entanto, que, na generalidade, é o valor da   Pmax que se pretende obter quando se realiza o teste <i>Wingate</i>, dado ser este o tomado como indicador de capacidade anaeróbia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A análise comparativa dos valores médios de Pmax e Pmed   obtidos com a carga de Ropt pré-determinada no teste nx10s e a carga ótima   aumentada e diminuída em 0.5% do peso corporal evidenciou, apenas para a Pmax,   diferenças significativas entre a Ropt e a Ropt diminuída em 5% do peso   corporal. Este resultado parece evidenciar que, em termos médios, pequenos   desvios no cálculo da Ropt parecem não afetar significativamente os resultados   máximos da Pmax e da Pmed, isto apesar de a inspeção dos resultados individuais   ter produzido, pelo menos na Pmax, a esperada variação da potência com a   resistência em forma de U invertido. A quase ausência de diferenças significativas   entre os valores de Pmax e de Pmed produzidas pelas três cargas de resistência   tem, contudo, de ser lida com particular atenção, nomeadamente porque os   valores individuais de potência dos sujeitos foram muito distintos, o que   originou valores de desvio padrão muito elevados. Uma amostra de tamanho   superior à do presente estudo seria necessária para atenuar o efeito da   variação entre sujeitos. Em acréscimo, este resultado permite ainda evidenciar   a importância de, em contexto de treino, os valores médios de potência terem   uma capacidade interpretativa moderada. Os valores médios são interessantes   para caracterizar grupos de sujeitos, comportamentos, respostas ou   tendências. Um valor médio é um valor de referência. No âmbito do planeamento e   do controlo do treino, espera-se que o nadador apresente valores de potência   máxima no teste <i>Wingate</i> (indicador de   capacidade anaeróbia) que se conhecem como sendo de referência para a   população em que ele se insere. No caso presente, espera-se que um nadador com   características similares aos da presente amostra necessite de cargas de   resistência de cerca de 10% do seu peso corporal, para que a sua potência   máxima, obtida através do teste <i>Wingate</i>,   não seja subestimada. O valor médio permite ainda ao treinador classificar o   seu nadador no seio da sua população, percebendo se a potência máxima por ele   produzida (i.e., a sua capacidade anaeróbia) está mais aquém ou mais além do   esperado (ex: é dotado de maior ou menor capacidade anaeróbia do que a média   dos nadadores que são seus adversários). Contudo, para o planeamento   específico de cargas de treino e para o controlo das melhorias da potência, o   treinador tem que analisar os valores individuais e planear em função do nível   de desenvolvimento da capacidade anaeróbia esperado para cada nadador. Se   utilizar valores médios corre o risco de induzir uma estimulação que pode estar aquém ou além do estado de performance do seu nadador.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em conclusão, o presente estudo veio mostrar que o valor de   carga de resistência de 7.5% não deve ser utilizado quando o teste <i>Wingate</i> é realizado com nadadores. O   valor da carga para os nadadores da presente amostra aproximou-se dos 10%, mas   a realização da aferição a nível individual, realizando um teste de nx10s, parece ser um procedimento razoável.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados do presente estudo têm implicações práticas   positivas no âmbito da otimização do controlo de treino de nadadores. A   realização do teste <i>Wingate</i> com   cargas de resistência inferiores à carga de resistência ótima, nomeadamente   utilizando o valor padrão de 7.5%, induz a subestimação dos valores das   potência máxima e média, podendo levar o treinador a concluir que os seus nadadores   necessitam de um estímulo de treino superior para desenvolver o seu potencial   anaeróbio. Neste sentido, quanto melhor for aferida a carga de resistência no   teste, mais aferido será também o resultado em termos de expressão da potência   do nadador e melhor serão ajustadas as séries de treino para desenvolvimento   da potência e capacidade anaeróbias. Futuramente seria importante realizar o   pré-teste de nx10s tendo como referencial a determinação da Pmed, no sentido   de validar a sua aparente utilidade na determinação da expressão máxima desta   variável. Seria igualmente importante perceber se o mesmo teste poderá ser   utilizado em nadadores de outros escalões competitivos, utilizando amostras   maiores do que a do presente estudo, no sentido de atenuar a amplitude da variação entre os sujeitos.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Armstrong, N. (2001). <i>Sex differences in paediatric exercise physiology.</i> Paper presented   at the 21<sup>st</sup> Symposium of The European Group of Pediatric Work Physiology, Belgium, Corsendonk.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S1646-107X201300040001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Atkins, S. J. (2006). Performance of the Yo-Yo   Intermittent Recovery Test by Elite Professional and Semiprofessional Rugby   League Players. <i>Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 20</i>(1), 222-225.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-107X201300040001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bampouras, T. M., &amp;   Marrin, K. (2009). 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The Wingate anaerobic test: An update on methodology, reliability and validity. <i>Sports Medicine, 4</i>(6), 381-394.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201300040001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bar-Or., O. (1996a). Anaerobic performance. In   D. Docherty (Ed.), <i>Measurement in pediatric exercise science</i> (pp. 161-182). 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(1994). <i>Physiologic considerations in     age-group swimming.</i> Paper presented at the 10th FINA World Sports Medicine Congress, Kyoto, Japan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201300040001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Dotan, R., &amp; Bar-Or, O. (1983). 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Energy system interaction and relative contribution during maximal exercise. <i>Sports Medicine, 31</i>(10), 725-741.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201300040001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Inbar, O., Bar-Or, O., &amp; Skinner, J. S.   (1996). <i>The Wingate Anaerobic Test</i>. Champaign, Illinois: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201300040001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Malina, R. M., Bouchard, C., &amp; Bar-Or, O.   (2004). <i>Growth, maturation, and physical activity</i> (2ª ed.). Champaigh, Illinois: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201300040001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Margaria, R., Aghemo, P.,   &amp; Rovelli, E. (1966). Measurement of muscular power   (anaerobic) in man. <i>Journal of Applied Physiology, 21</i>(5), 1662-1664.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201300040001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sands, W. A., McNeal, J. R., Ochi, M. T.,   Urbanek, T. L., Jemni, M., &amp; Stone, M. H. (2004). 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Children's and adolescents' anaerobic performance during cycle ergometry. <i>Sports Medicine, 24</i>(4), 227-240.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201300040001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Zupan, M. F., Arata, A. W., Dawson, L. H.,   Wile, A. L., Payn, T. L., &amp; Hannon, M. E. (2009). Wingate anaerobic test   peak power and anaerobic capacity classifications for men and women intercollegiate   athletes. <i>Journal of Strength and     Conditioning Research, 23</i>(9), 2598-2604. doi: 10.1519/JSC.0b013e3181b1b21b  </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201300040001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><i><a href="#topo">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a>:</i> Susana Maria Soares, Faculdade de Desporto da   Universidade do Porto, Rua Dr. Plácido Costa, 91 - 4200-450 Porto, Portugal. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:susana@fade.up.pt">susana@fade.up.pt</a> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Submetido: 25.09.2012     |   Aceite: 16.04.2013</font></p>      ]]></body><back>
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