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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Scoliosis is a three-dimensional deviation of the vertical line of the spine, often difficult to visualize and quantify. Hence, several studies have developed methodologies for its evaluation. Even so, an incipient discussion exists about which one is the most suitable method. The objective of this systematic review is to verify the existence of scientific evidence on alternative methods for noninvasive assessment of scoliosis. It was conducted a systematic search in the databases Scopus, Science Direct and PubMed, with the key-words: Non-invasive Monitoring [OR] Assessing Postural Assessment [OR] Postural Evaluation [OR] Assessing Postural Evaluation Methods [AND] Scoliosis [OR] Spinal Curvatures [OR] Spinal Deformity [OR] Spine Curvatures. Adopting the following inclusion criteria: addressing patients with scoliosis and involve assessment postural noninvasive, and exclusion: not describe the evaluation method used or approach treatment and not be written in English. At the beginning, 200 articles were found. After checking the titles and abstracts, eight articles were selected and 12 articles were included in the bibliographical references (i.e. an overall number of 20 articles). Of these, 18 studies were included in the quality criteria. Overall, the studies showed satisfactory results for the evaluation of scoliosis, being observed differences between the methods in time needed to perform the evaluation, system cost, complexity of the procedures to be carried out and data collected. These systems do not replace X-ray as gold-standard, even though it can be used to reduce the radiation exposure.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO DE REVISÃO</b></font></p>      <p align="right">&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Métodos não   invasivos de avaliação postural da escoliose: Uma revisão sistemática</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3">Noninvasive   assessment of postural scoliosis: A systematic review</font></b></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font face="Verdana"><b><font size="2">J.A. Sedrez<sup>I</sup>, C.T.   Candotti<sup>I</sup></font></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>I</sup>Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Brasil.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="topo"></a><a href="#end">Endere&ccedil;o para correspond&ecirc;ncia</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A escoliose   é um desvio tridimensional da linha vertical da coluna vertebral, muitas vezes   de difícil visualização e quantificação. Por isso, diversos estudos   desenvolveram metodologias para a sua avaliação, mas ainda é incipiente uma   discussão aprofundada, a fim de facilitar a escolha do método. O objetivo dessa   revisão sistemática é verificar a existência de evidências científicas sobre os   métodos alternativos para avaliação não invasiva da escoliose. Realizou-se uma   busca sistemática nas bases de dados Scopus, Science Direct e PubMed, com as   palavras-chave: <i>Non-invasive Monitoring     [OR] Assessing Postural     Assessment [OR] Postural Evaluation [OR] Assessing Postural Evaluation Methods [AND] Scoliosis [OR] Spinal     Curvatures [OR] Spinal Deformity [OR] Spine Curvatures</i>. Adoptou-se os   seguintes critérios de inclusão: abordar pacientes com escoliose e envolver   avaliação postural não invasiva; e exclusão: não descrever o método de   avaliação postural, abordar tratamento e não estar redigidos na língua inglesa.   Foram encontrados inicialmente 200 artigos. Após leitura dos títulos e resumos,   8 artigos foram selecionados e 12 artigos foram incluídos a partir das   referências bibliográficas, totalizando 20 artigos. Desses, 18 estudos foram   incluídos por preencher os critérios de qualidade. Os estudos incluídos, em   geral, apresentaram resultados satisfatórios para a avaliação da escoliose,   sendo observadas diferenças entre os métodos no tempo de avaliação, custo do   sistema, dificuldade técnica e resultados apresentados. No entanto, esses   sistemas não permitem a substituição da radiografia, podendo ser utilizados para a redução da exposição à radiação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> escoliose, avaliação, postura, métodos</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Scoliosis   is a three-dimensional deviation of the vertical line of the spine, often   difficult to visualize and quantify. Hence, several studies have developed   methodologies for its evaluation. Even so, an incipient discussion exists about   which one is the most suitable method. The objective of this systematic review   is to verify the existence of scientific evidence on alternative methods for   noninvasive assessment of scoliosis. It was conducted a systematic search in   the databases Scopus, Science Direct and PubMed, with the key-words:   Non-invasive Monitoring [OR] Assessing Postural Assessment [OR] Postural   Evaluation [OR] Assessing Postural Evaluation Methods [AND] Scoliosis [OR]   Spinal Curvatures [OR] Spinal Deformity [OR] Spine Curvatures. Adopting the   following inclusion criteria: addressing patients with scoliosis and involve   assessment postural noninvasive, and exclusion: not describe the evaluation   method used or approach treatment and not be written in English. At the   beginning, 200 articles were found. After checking the titles and abstracts,   eight articles were selected and 12 articles were included in the   bibliographical references (i.e. an overall number of 20 articles). Of these,   18 studies were included in the quality criteria. Overall, the studies showed   satisfactory results for the evaluation of scoliosis, being observed   differences between the methods in time needed to perform the evaluation,   system cost, complexity of the procedures to be carried out and data collected.   These systems do not replace X-ray as gold-standard, even though it can be used to reduce the radiation exposure.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> scoliosis, evaluation, posture, methods</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A escoliose é o desvio comummente encontrado no plano   frontal, sendo definida como um desvio da linha vertical normal da coluna   vertebral, que consiste numa curvatura lateral com rotação vertebral (Janicki   &amp; Alman, 2007). Para o diagnóstico e acompanhamento desse desvio   tradicionalmente se utiliza a radiografia (Jefferson, Weisz, Turner-Smith,   Harris, &amp; Houghton, 1988), sendo considerada o método padrão-ouro para a   avaliação de desvios posturais (Mac-Thiong, Pinel-Giroux, de Guise, &amp;   Labelle, 2007). Entretanto, a maior preocupação clínica na utilização desta   técnica é que em crianças com escoliose, o acompanhamento da evolução da   doença é frequente, podendo ser necessária a realização de exame radiográfico a   cada três ou seis meses, acarretando elevadas doses indesejáveis de radiação   ionizante (Turner-Smith, Harris, Houghton, &amp; Jefferson, 1988).   Especialmente se tratando de curvas precoces, o período de acompanhamento para   esses pacientes geralmente é longo e, portanto, torna-se necessário reduzir a   exposição aos raios X, sem prejudicar a avaliação da progressão da doença e   seu tratamento (Weisz, Jefferson, Turner-Smith, Houghton, &amp; Harris, 1988).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesse contexto, técnicas não invasivas para a avaliação das   curvaturas da coluna vertebral são altamente desejáveis (Turner-Smith et al.,   1988), uma vez que não oferecem exposição à radiação ionizante, possibilitam a   redução dos efeitos deletérios da utilização frequente das radiografias e,   adicionalmente, apresentam outros méritos comparados à radiografia, como o menor custo e a menor dificuldade técnica (Chen &amp; Lee, 1997). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por esses motivos, essas técnicas podem ser muito úteis como   testes de triagem para escoliose, a fim de possibilitar um encaminhamento   médico e diagnóstico precoce, evitando maiores complicações e agravamentos   clínicos. Além disso, de posse das informações fornecidas pelas avaliações   posturais não invasivas é possível realizar aconselhamento de atividades   físicas adequadas, contribuindo tanto com os treinadores físicos na prescrição   das atividades físicas, quanto com os fisioterapeutas, no acompanhamento dos   tratamentos, uma vez que favorece o conhecimento da evolução clínica de cada   caso. Segundo Goldberg, Kaliszer, Moore, Fogarty e Dowling (2001) os métodos   não invasivos de quantificação e análise da deformidade poderiam melhorar a   compreensão e avaliação do tratamento, fornecendo informações sobre aspetos importantes na avaliação da escoliose, como a deformidade visível do tronco.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por isso, ao longo do tempo, diversos estudos têm dado enfoque   ao desenvolvimento de metodologias para a realização da avaliação postural de   forma não invasiva e, por essa razão, atualmente encontra-se na literatura   diferentes metodologias e tecnologias que possibilitam a avaliação da   superfície das costas do indivíduo, com o objetivo de oferecer informações   indiretas sobre o posicionamento da coluna vertebral. Não obstante, apesar da   vasta oferta de instrumentos e metodologias para a avaliação da escoliose,   ainda é incipiente uma discussão aprofundada evidenciando suas vantagens,   limitações, público-alvo e características dos métodos, com o propósito de   facilitar a escolha do método adequado para as diferentes situações clínicas ou   na pesquisa científica. Sendo assim, o objetivo desta revisão sistemática é   verificar a existência de evidências científicas sobre os métodos alternativos para avaliação não invasiva da escoliose.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para responder ao objetivo desse estudo, foi realizada uma   busca sistemática de artigos científicos nas bases de dados Scopus, Science   Direct e PubMed. As   palavras-chave utilizadas na busca pelos estudos foram: <i>Non-invasive Monitoring </i>[OR] <i>Assessing     Postural Assessment</i> [OR] <i>Postural       Evaluation</i> [OR] <i>Assessing Postural         Evaluation Methods</i> [AND] <i>Scoliosis </i>[OR]   Spinal Curvatures [OR] <i>Spinal Deformity </i>[OR]   <i>Spine Curvatures</i>. A busca foi   realizada no mês de março de 2012, sendo incluídos para análise inicial todos   os artigos encontrados na busca. Para integrar a presente revisão sistemática,   os artigos encontrados deveriam preencher os seguintes critérios de inclusão: a)   abordar pacientes com escoliose e b) envolver avaliação postural não invasiva.   Foram excluídos os artigos que: a) não descreviam o método de avaliação   utilizado para a avaliação postural, b) tinham como foco algum tipo de tratamento ou (c) não estavam redigidos na íntegra na língua inglesa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Inicialmente os estudos foram selecionados a partir da   leitura dos títulos, sendo excluídos aqueles que não apresentavam relação com   as palavras-chave definidas para a busca. Posteriormente foi realizada uma   leitura dos resumos dos estudos pré-selecionados pelos títulos. Os artigos   que cumpriram com os critérios de inclusão foram lidos e analisados na íntegra,   sendo finalmente incluídos nesta revisão sistemática. Além disso, foram   analisadas as referências bibliográficas de cada artigo incluído nessa revisão com o objetivo de localizar artigos ainda não encontrados na busca eletrónica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para realizar a avaliação da qualidade dos estudos foi   utilizada a escala QUADAS (Quality Assessment of Diagnostic Accuracy Studies),   desenvolvida em 2003, que consiste num questionário com 14 critérios,   formulados como perguntas, sendo que cada pergunta deve ser respondida como   “sim”, “não” ou “pouco clara” (Whiting, Rutjes, Reitsma, Bossuyt, &amp; Kleijnen,   2003). Essa escala pode ser utilizada na íntegra ou não, cabendo ao pesquisador   a seleção dos itens considerados relevantes ou indispensáveis para o teste em análise (Whiting et al., 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dessa forma, dos 14 critérios avaliados pela escala QUADAS,   no presente estudo foram utilizados apenas 11 critérios. Não foram considerados   os critérios: a) “o padrão-ouro é independente do teste em avaliação?”, por   saber-se que as avaliações posturais não invasivas são tecnologias distintas   ao padrão-ouro, não havendo propósito na categorização desse item; b) “os   resultados não interpretáveis foram relatados?”, porque este item não é aplicável   para instrumentos de avaliação postural; e c) “os dados clínicos foram os   mesmos que são usados na prática rotineira?”, pois a interpretação dos   resultados dos instrumentos de avaliação postural geralmente não dependem de   outros dados clínicos e, por esse motivo, esse critério não é aplicável nesses   casos (Whiting et al., 2003). Além disso, a questão “os resultados do teste em   avaliação foram interpretados sem o conhecimento dos resultados do teste   padrão-ouro?” foi adaptada para os artigos que apresentavam avaliação da reprodutibilidade, a fim de avaliar o cegamento entre os avaliadores.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A escala QUADAS não determina qual o escore mínimo para   determinar a qualidade dos estudos, sendo da responsabilidade do pesquisador   essa decisão (Oliveira, Gomes, &amp; Toscano, 2011). Dessa forma, o cumprimento   mínimo de três critérios da escala QUADAS foi adotado como critério de exclusão   dessa revisão sistemática. Com o objetivo de classificar a evidência   científica dos estudos foram adotados os seguintes critérios: a) artigos com   três a cinco critérios da escala QUADAS foram classificados como “fraca   evidência”; b) artigos com 6 a 8 critérios da escala QUADAS foram classificados   como “moderada evidência”; e c) artigos com 9 a 11 critérios da escala QUADAS foram classificados como “forte evidência”.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram encontrados inicialmente 200 artigos a partir das   palavras-chave utilizadas; desses, não foram incluídos 169 estudos, 113 por não   abordarem indivíduos com escoliose e 56 por não realizarem avaliação postural   não invasiva. Dos 31 artigos restantes, os resumos foram analisados e 23 foram   excluídos, 14 por não descreverem no resumo o procedimento de avaliação   postural utilizado ou por ter como foco algum tipo de tratamento e 9 por não   serem redigidos na língua inglesa. Assim, 8 artigos cumpriram com todos os   critérios estabelecidos. Além disso, foram incluídos mais 12 artigos obtidos   por meio da análise das referências bibliográficas, totalizando 20 artigos pré-selecionados para comporem essa revisão sistemática (<a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a13f1.jpg">Figura 1</a>).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">O fluxograma da estratégia adotada para a inclusão dos   artigos e os motivos de exclusão para os artigos não inseridos são apresentados   na <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a13f1.jpg">Figura 1</a>.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Os 20 estudos pré-selecionados foram avaliados quanto à sua   qualidade metodológica, considerando os critérios da escala QUADAS (<a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a13t1.jpg">Tabela 1</a>).   Dos 20 artigos avaliados, dois foram excluídos por não preencherem o critério   mínimo de 3 pontos, o que resultou em 18 artigos incluídos nesta revisão sistemática.   Observando a <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a13t1.jpg">Tabela 1</a> nota-se que 6 estudos apresentaram fraca evidência   científica, 10 estudos apresentaram moderada evidência e 2 estudos apresentaram forte evidência.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a13t2.jpg">Tabela 2</a> são apresentados e descritos os 18 estudos   selecionados e incluídos nesta revisão, os quais apresentaram algum tipo de   instrumento desenvolvido para a avaliação postural não invasiva da escoliose.   São apresentados aspetos relacionados aos objetivos, instrumento utilizado, metodologia do estudo e os resultados.</font></p>     
<p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A partir da análise dos 18 estudos encontrados,   apresentados na <a href="/img/revistas/mot/v9n4/9n4a13t2.jpg">Tabela 2</a>, encontrou- se a descrição de 11 métodos distintos   para a avaliação da escoliose, sendo que 7 deles apresentam avaliações   tridimensionais e os demais, avaliações bidimensionais. Essa aparente preocupação   no desenvolvimento de métodos tridimensionais para a avaliação da escoliose   pode ser explicada pela dificuldade inerente à sua avaliação, provavelmente   associada à sua configuração tridimensional, que termina impondo limitações aos   métodos que se propõe avaliar a partir da superfície das costas (D’Osualdo, Schierano, Soldano, &amp; Isola, 2002).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">No que se refere aos sistemas bidimensionais de avaliação   postural foi possível observar que não existe uma grande variedade de instrumentos   que possibilitam a avaliação bidimensional da escoliose, sendo descritos apenas o escoliómetro, eletrogoniómetro, fotogrametria e termografia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Segundo Turner-Smith, Harris, Houghton e Jefferson (1988), o   escoliómetro é uma ferramenta simples, que pode ser facilmente ensinado e   padronizado; seu dispositivo é de fácil utilização e de baixo custo. Além   disso, o fornecimento imediato do resultado angular é outra vantagem descrita   desse método (Bunnell &amp; Delaware, 1984). Por outro lado, como desvantagem,   pode-se citar a exigência de que o paciente permaneça em uma postura controlada   por um extenso período de tempo e a dependência crítica dos resultados da   habilidade do operador (Turner-Smith et al., 1988). Por fim, outra desvantagem   dessa ferramenta relaciona-se a medição da magnitude da gibosidade, que é apenas um índice de postura. (Fortin, Feldman, Cheriet, &amp; Labelle, 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em relação à reprodutibilidade do instrumento escoliómetro,   Korovessis e Stamatakis (1996) apresentaram uma concordância variando de boa a   muito boa para reprodutibilidade intra-observador (k de .64 a .97) e uma   concordância muito boa para a reprodutibilidade inter-observador (k de .88 a   .93). No estudo de Amendt et al. (1990) foram encontrados coeficientes de   correlação altos e significativos para a reprodutibilidade intra (<i>r</i>= .86&#8722;.97) e inter-observador (<i>r</i>= .86&#8722;.96). Entretanto, nesse   mesmo estudo, as correlações com os dados radiográficos variaram de   .32&#8722;.46 para a rotação do pedículo e .46&#8722;.54 com o ângulo de Cobb,   demonstrando que o escoliómetro apresenta boa reprodutibilidade da medição, mas   a validade do método não foi suficiente para a sua utilização isolada no diagnóstico da escoliose.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em relação ao eletrogoniómetro, os resultados do estudo de   Silvano, Kopansky-Giles, Crowther e Wright (1996) demonstram pouca precisão   para a identificação de curvas de menor magnitude, além de apresentar apenas   razoável reprodutibilidade intra-observador. Além disso, as grandes diferenças   encontradas em comparação ao ângulo de Cobb não permitem a sua utilização em substituição ao exame radiográfico da escoliose.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que se refere à fotogrametria, a literatura tem descrito   que a partir de fotografias são realizados cálculos de ângulos e distâncias dos   segmentos corporais (Fortin et al., 2010). No estudo de Furlanetto, Candotti,   Comerlato, e Loss (2012), ao investigarem a validade e a reprodutibilidade de   um <i>software</i> de avaliação postural,   que utilizou a fotogrametria, foi observado que essa técnica se mostrou válida   e reprodutível (inter e intra-observador), além de ser uma técnica simples e de   baixo custo. Não obstante, embora vários estudos apontem para a validade da   fotogrametria, parece que ainda não há um consenso sobre os resultados desta   técnica. Como exemplo disso cita-se o estudo de Döhnert e Tomasi (2008), no   qual a fotogrametria computadorizada não se mostrou sensível e específica o   suficiente para ser recomendada isoladamente como triagem escolar da escoliose.   Dessa maneira, é importante salientar que existem diferentes metodologias que   utilizam a técnica da fotogrametria, e por esse motivo, ao optar-se por determinado   protocolo de avaliação postural é fundamental atentar-se aos requisitos de   validação, como a validade concorrente e a reprodutibilidade intra e inter-observador.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Dessa forma, o escoliómetro parece ser mais adequado para a   triagem da escoliose, por ser um instrumento de baixo custo, que pode ser   facilmente ensinado e por fornecer resultados imediatos. Podendo ser   considerado útil para avaliações físicas, seja no ambiente escolar ou para   treinadores. Por outro lado, o eletrogoniómetro não parece ser um instrumento   adequado para a avaliação da escoliose. Já a fotogrametria fornece resultados   mais abrangentes sobre a postura corporal, não estando limitada apenas à avaliação   da magnitude da gibosidade e, por esse motivo, pode ser útil em ambiente   clínico, auxiliando fisioterapeutas em avaliações e acompanhamentos de pacientes, fornecendo maior riqueza de informações. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A termografia, método pouco difundido para a avaliação   postural, se propõe a avaliar a escoliose a partir da assimetria térmica, utilizando   a radiação infravermelha para avaliar as diferenças na temperatura corporal   (Cooke, Carter, Phil, &amp; Pilcher, 1980). Nesse mesmo estudo de Cooke et al. (1980)   a precisão preditiva da termografia para a presença de uma curva escoliótica   foi de 95.8% e de 75% para a direção da curva, podendo dessa forma ser   utilizada como um método de triagem para a escoliose. É importante salientar   que não foram encontrados estudos que descrevessem a validade e a   reprodutibilidade dos resultados obtidos com o sistema de termografia. Dessa   forma, ainda são necessários estudos que verifiquem esses parâmetros, a fim de   possibilitar a utilização dessa técnica para avaliações da coluna vertebral, seja em ambiente clínico como laboratorial.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que tange a avaliação tridimensional do tronco, os   sistemas conhecidos diferem entre si no método de aquisição de dados de imagem,   no grau de automação e na sofisticação da análise de dados (Drerup &amp;   Hierholzer, 1994). Os sistemas tridimensionais encontrados nessa revisão   sistemática podem ser classificados em: a) topografia de superfície e b) sistema BACES.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em geral, os sistemas de topografia utilizam uma projeção de   luz na superfície das costas do paciente e a partir de uma fotografia digital   estimam uma linha dos corpos vertebrais e realizam cálculos em três dimensões.   Dentre esses sistemas, pode-se citar o sistema ISIS, ISIS2, Quantec, Vídeo   Stereografia Raster, Mapas ortogonais e sistema de escaneamento a laser, os   quais apresentam algumas características distintas entre si, como por exemplo,   a necessidade de marcação de pontos anatómicos e a velocidade de processamento, entre outros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O sistema ISIS foi substituído pelo sistema ISIS2, pois   necessitava de marcação manual de pontos, apresentava baixa resolução espacial   e longo tempo de escaneamento (Drerup &amp; Hierholzer, 1994; Turner-Smith et   al., 1988). O ISIS2 ainda necessita marcação manual dos pontos anatómicos, mas   permite avaliação rápida e fácil. No entanto, como os demais sistemas   tridimensionais, esse método necessita de um operador experiente (Berryman,   Pynsent, Fairbank, &amp; Disney, 2008). Ao analisar as questões referente à   validade do sistema ISIS2, Zubovic et al. (2008) não encontraram nenhuma   diferença estatisticamente significativa entre os ângulos do ISIS2 e os   ângulos Cobb. Do mesmo modo, Berryman et al. (2008) também encontraram boa   comparação entre os resultados do sistema ISIS2 e os ângulos Cobb. Entretanto,   estes resultados não apresentam validade, pois a concordância não foi   apresentada e os resultados foram referentes a apenas dois sujeitos, o que não   permite a extrapolação desses resultados. Além disso, nesse mesmo estudo foi   sugerido que a relação entre os resultados do ISIS2 e ângulo Cobb radiográfico   poderá ser limitada aos pacientes que são extremamente obesos ou têm massa   musculatura desenvolvida, devido à dificuldade de identificar e marcar os   pontos ósseos para a realização do exame (Berryman et al., 2008). Cabe   ressaltar que esta interferência não foi mensurada até o presente momento, restando inúmeras questões a serem investigadas em futuras pesquisas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No estudo que avaliou a correspondência de exames   radiográficos e o exame topográfico de Quantec foi encontrado um elevado   coeficiente de correlação, além de demonstrar que 66% da curva topográfica pode   ser explicada pela curva da coluna vertebral isoladamente, podendo o restante   ser devido a outras variáveis como o erro de medição de ambos os ângulos de   Cobb e topográficos, assim como à não correspondência entre a curvatura da coluna e a forma da superfície das costas (Goldberg et al., 2001).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">No estudo de Drerup e Hierholzer (1994), utilizando o   sistema Raster, foi observado uma diferença de aproximadamente 4 mm entre as   curvas radiográficas e da estereografia Raster, e uma diferença de 3º na   avaliação da rotação vertebral. Segundo os autores, essa precisão deve ser   suficiente para a utilização clínica desse método, entretanto, a determinação   de parâmetros comparáveis com o ângulo de Cobb ainda não foi possível,   limitando a sua utilização clínica, já que o parâmetro Cobb é normalmente o escolhido como referência para o acompanhamento das curvaturas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O sistema de mapas ortogonais ao avaliar indivíduos com   escoliose apresentou precisão na classificação de alterações posturais de 95.5%   (Ajemba, Durdle, Hill, &amp; Raso, 2007). Entretanto, os resultados do sistema   de mapas ortogonais foram comparados ao exame médico clínico e não com o exame   radiográfico, fragilizando esses resultados. Além disso, não foram apresentados resultados referentes à reprodutibilidade do sistema.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que se refere ao sistema de escaneamento a laser, foi   possível observar uma boa concordância com os parâmetros clínicos em detetar a   mudança, indicando que os mapas de diferença podem detetar e descrever as   alterações nas curvas escolióticas, entretanto, em alguns casos o instrumento   apresentou desacordo com o exame clínico, o que impossibilita a sua utilização   isolada para fins de diagnóstico (Berg et al., 2002). Além disso, questões relevantes sobre a validade do sistema ainda precisam ser investigadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em suma, percebe-se que há uma carência na literatura no que   se refere aos aspetos de validade dos sistemas de avaliação postural por meio   da topografia, não sendo possível assegurar a confiabilidade dos dados gerados   por esses sistemas, tornando limitada a sua utilização por profissionais da saúde, como médicos, educadores físicos e fisioterapeutas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outro sistema que busca avaliar a questão tridimensional da   escoliose também descrito na literatura é o sistema BACES, que é descrito como   um “braço articulado”, o qual é deslizado sobre a superfície das costas,   permitindo o processamento computadorizado da projeção das curvaturas da coluna   vertebral sobre a superfície do dorso. Esse sistema foi capaz de detetar a   rotação da superfície com boa precisão, de modo que a escoliose verdadeira   pode ser facilmente identificada através da deteção de seu componente   rotacional. Além disso, a reprodutibilidade intra e inter-observadores do   sistema BACES apresentou pequenos erros na medição de escoliose, geralmente   inferiores a 3°, e uma variabilidade inferior a 2º para as rotações (D’Osualdo   et al., 2002). Não obstante, esse estudo realizou avaliações apenas em um   manequim e em dois voluntários, o que não permite assegurar a reprodutibilidade   do sistema BACES para a população em geral e, além disso, questões referentes à validade concorrente ainda necessitam ser investigadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo   Turner-Smith et al. (1988) e Drerup e Hierholzer (1994), diferentes   métodos de avaliação da postura corporal por meio da superfície das costas têm   sido descritos, com o objetivo de reduzir o elemento subjetivo da avaliação   postural. Entretanto, até o momento, os autores parecem concordar que qualquer   medição de superfície deve ser considerada como um complemento ao exame clínico   e de raios-X, pois a relação entre a superfície do dorso e alinhamento do corpo   vertebral não está totalmente estabelecida (D’Osualdo et al., 2002). Além   disso, para a utilização desses instrumentos é necessário primeiramente atentar-se   aos aspetos de validade, optando por instrumentos que preencham os requisitos   básicos de reprodutibilidade e validade, além de selecionar o instrumento que   melhor se adapte às necessidades, como os custos, praticidade, número de operadores necessários, tempo de realização do exame, entre outros.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A partir desta revisão sistemática foi possível observar   que, em geral, os métodos de avaliação da coluna vertebral apresentaram resultados   satisfatórios para a avaliação não invasiva da escoliose, sendo observadas   diferenças entre os métodos utilizados no que tange: o tipo de instrumento, o   tempo necessário para a avaliação, a dificuldade técnica para a avaliação, o   custo do sistema e os resultados apresentados, se bidimensionais ou   tridimensionais. Não obstante, considerando que somente dois estudos forneceram   fortes evidências científicas sobre os métodos não invasivos de avaliação da   coluna vertebral, entende-se que os resultados apresentados até o momento não   são robustos o suficiente para permitir a substituição da radiografia, mas   podem ser utilizados como ferramentas importantes para a redução da exposição   frequente aos raios X, além de serem alternativas de menor custo para avaliação da escoliose, o que facilita o acesso da população.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por fim, esse estudo forneceu uma visualização das   evidências científicas no que tange os instrumentos de avaliação para escoliose,   com o objetivo de fornecer informações que possam facilitar a escolha do   instrumento de avaliação para profissionais da saúde. Além disso, observou-se   que os aspetos de validação, como a validade concorrente, a reprodutibilidade   intra e inter-observador são ainda pouco investigados, necessitando de investigações futuras que supram essa deficiência na literatura.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ajemba, P. O., Durdle, N. G., Hill, D. L., &amp; Raso, V. J. (2007). Classifying   torso deformity in scoliosis using orthogonal maps of the torso. <i>Medical &amp; Biological Engineering &amp; Computing</i>, 45(6), 575-584. doi: 10.1007/s11517-007-0192-z</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S1646-107X201300040001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ajemba, P. O., Durdle, N. G., Hill, D. L., &amp; Raso, V. J. (2008).   Validating an imaging and analysis system for assessing torso deformities. <i>Computers in Biology and Medicine</i>, 38(3), 294-303. doi: 10.1016/j.compbiomed.2007.10.008</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-107X201300040001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Amendt, L. E., Ause-Ellias, K. L., Eybers, J. L., Wadsworth, C. T.,   Nielsen, D. H., &amp; Weinstein, S. L. (1990). Validity and reliability   testing of the Scoliometer. <i>Physical Therapy</i>, 70(2), 108-117.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-107X201300040001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Berg, D. C., Hill, D. L., Raso, V. J., Lou, E., Church, T., Moreau, M.   J., &amp; Mahood, J. K. (2002). Using three-dimensional difference maps to assess   changes in scoliotic deformities. <i>Medical &amp; Biological Engineering &amp; Computing</i>, 40(3), 290-295. doi: 10.1007/BF02344210</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201300040001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Berryman, F., Pynsent, P., Fairbank, J., &amp; Disney, S. (2008). A new   system for measuring three-dimensional back shape in scoliosis. <i>European Spine Journal</i>, 17(5), 663-672. doi: 10.1007/s00586-007-0581-x</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201300040001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bunnell, W. P., &amp; Delaware, W. (1984). An objective criterion for   scoliosis screening. <i>The Journal of Bone &amp; Joint Surgery</i>, 66(9), 1381-1387.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201300040001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Chen, Y-L., &amp; Lee, Y-H. (1997). A non-invasive protocol for the determination of lumbosacral vertebral angle. <i>Clinical Biomechanics</i>, 12, 185-189. doi: 10.1016/S0268-0033(97)00076-4</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201300040001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cooke, E. D., Carter, L. M., Phil, M., &amp; Pilcher, M. F. (1980).   Identifying scoliosis in adolescent with thermography: A preliminary study. <i>Clinical Orthopaedics and Related Research</i>, 148, 172-176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201300040001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Döhnert, M. B., &amp;   Tomasi, E. (2008). Validity of computed photogrammetry for detecting idiopathic   scoliosis in adolescents. <i>Revista Brasileira de Fisioterapia</i>, 12(4), 290-297. doi: 10.1590/ S1413-35552008000400007</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201300040001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">D’Osualdo, F., Schierano, S., Soldano, F. M., &amp; Isola, M. (2002). New tridimensional approach to the   evaluation of the spine through surface measurement: The BACES system. <i>Journal of Medical Engineering &amp; Technology</i>, 26(3), 95-105. doi: 10.1080/03091900110114389</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201300040001300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Drerup, B., &amp; Hierholzer, E. (1994). Back shape measurement using   video rasterstereography and three-dimensional reconstruction of spinal shape. <i>Clinical Biomechanics</i>, 9(1), 28-36. doi: 10.1016/0268-0033(94)90055-8</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201300040001300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fortin, C., Feldman, D. E., Cheriet, F., &amp; Labelle, H. (2010).   Validity of a quantitative clinical measurement tool of trunk posture in   idiopathic scoliosis. <i>Spine</i>, 35, E988-E994. doi: 10.1097/BRS.0b013e3181cd2cd2</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201300040001300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Furlanetto, T., Candotti, C., Comerlato, T.,   &amp; Loss, J. (2012). Validating   a postural evaluation method developed using a Digital Image-based Postural   Assessment (DIPA) software. <i>Computer Methods     and Programs in Biomedicine</i>, 108(1), 203-212. doi: 10.1016/j.cmpb.2012.03.012.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201300040001300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Goldberg, C. J., Kaliszer, M., Moore, D. P., Fogarty, E. E., &amp;   Dowling, F. E. (2001). Surface topography, Cobb angles, and cosmetic change in scoliosis. <i>Spine</i>, 26(4), E55-E63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201300040001300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lou, E., Hill, D. L., Raso, V. J., &amp; Durdle, N. G. (1999).   Continuous assessment of posture in adolescent idiopathic scoliosis. <i>Proceedings of the IEEE Canadian Conference on Electrical and Computer Engineering</i>, 3, 1511-1515. doi: 10.1109/CCECE.1999.804935</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201300040001300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Janicki, J. A., &amp; Alman, B. (2007). Scoliosis: Review of diagnosis   and treatment. <i>Paediatrics &amp; Child Health</i>, 12(9), 771-776.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201300040001300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jefferson, R. J., Weisz, I., Turner-Smith, A. R., Harris, J. D., &amp;   Houghton, G. R. (1988). Scoliosis surgery and its effect on back shape. <i>The Journal of Bone and Joint Surgery</i>, 70(2), 261-366.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201300040001300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Korovessis, P. G., &amp; Stamatakis,   M. V. (1996). Prediction of scoliotic Cobb angle with the use of the Scoliometer. <i>Spine</i>, 21(14), 1661-1666.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201300040001300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mac-Thiong, J-M., Pinel-Giroux, F-M., de   Guise, J. A., &amp; Labelle, H. (2007). Comparison between   constrained and non-constrained Cobb techniques for the assessment of thoracic   kyphosis and lumbar lordosis. <i>European Spine Journal</i>, 16(9), 1325-1331. doi: 10.1007/s00586-007-0314-1</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201300040001300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Oliveira,   M. R. F., Gomes, A. C., &amp; Toscano, C. M. (2011). QUADAS e STARD: Avaliação   da qualidade de estudos de acurácia de testes diagnósticos. <i>Revista de Saúde Pública</i>, 45(2), 416-422. doi: 10.1590/S0034-89102011000200021</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201300040001300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Saad,   K. R., Colombo, A. S., Ribeiro, A. P., &amp; João, S. M. (2012). Reliability   of photogrammetry in the evaluation of the postural aspects of individuals with   structural scoliosis.<i> Journal of Bodywork and Movement Therapies</i>, 16(2), 210-216. doi: 10.1016/j.jbmt.2011.03.005</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201300040001300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Silvano, A. M., Kopansky-Giles, D. R.,   Crowther, E. R., &amp; Wright, J. (1996). A comparison of   radiographic and electrogoniometric angles in adolescent idiopathic scoliosis. <i>Spine</i>, 21(13), 1549-1555.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201300040001300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Theologis, T. N., Fairbank, J. C., Turner-Smith, A. R., &amp; Pantazopoulos,   T. (1997). Early detection of progression in adolescent idiopathic scoliosis by   measurement of changes in back shape with the Integrated Shape Imaging System scanner. <i>Spine</i>, 22(11), 1223-1227.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201300040001300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Turner-Smith, A. R., Harris, J. D., Houghton, G. R., &amp; Jefferson, R.   J. (1988). 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ISIS scanning: A useful assessment technique in the management of scoliosis. <i>Spine</i>, 13(4), 405-408.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201300040001300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Whiting, P., Rutjes, A. W. S., Dinnes, J., Reitsma, J. B., Bossuyt, P.   M. M., &amp; Kleijnen, J. (2004) Development and validation of methods for assessing   the quality of diagnostic accuracy studies. <i>Health Technology Assessment</i>, 8, 1-234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201300040001300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
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