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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of this study was to analyze the prevalence the sociodemographic and environmental factors associated with physical activity during leisure time physical activity (LTPA) and commuting physical activity (CPA). A cross-sectional research design with 460 adults from 20-79 years of age, 300 (65.2%) women was carried out. LTPA and CPA were assessed with the IPAQ - long version. The associations were analyzed with logistic regression, estimating the odds ratio (OR) with a confidence interval of 95%. The prevalence of individuals active in leisure time was 20.4% and 27.2% of the transportation. After multivariate analysis, the LTPA was positively associated with male, middle and high school, middle socioeconomic status, marital status divorced and possibility of using public space for physical activity, and, inversely with perceived insecurity/violence in neighborhood. The CPA was inversely associated with and age higher than 60 years and positively to the marital status single and divorced as well as, the possibility of using public space for physical activity. Sociodemographic and environmental factors, mainly sex, age, marital status, socioeconomic status, education, possible use of public space for physical activity and perception of insecurity / violence in the neighborhood were associated with LTPA and CPA in adults.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Prevalência e fatores sociodemográficos e ambientais    associados à atividade física no tempo livre e no deslocamento em adultos</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Prevalence and   social, demographic and environmental factors associated with leisure time and commuting physical activity in adults</font></b></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Francisco Godim Pitanga<sup>1, <a href="#end">*</a><a name="topo"></a></sup>; Carmem Cristina   Beck<sup>2</sup>; Cristiano Penas Seara Pitanga<sup>3</sup>; Marcela Mota Freitas<sup>3</sup>; Luiz Alberto Bastos Almeida<sup>4</sup> </b></font></p>      <p><font face="Verdana"><sup><font size="2">1</font></sup> <font size="2">Universidade   Federal da Bahia, Bahia, Brasil    <br>   <sup>2</sup> Instituto Federal de Santa Catarina, Florian&oacute;polis     - SC, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     <sup>3</sup> Centro Universit&aacute;rio     Jorge Amado, Salvador - Bahia, Brasil    <br>     <sup>4</sup> Universidade Estadual de Feira de Santana, Bahia, Brasil</font></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do trabalho foi analisar a prevalência e os   fatores sociodemográficos/ambientais associados à atividade física no tempo   livre (AFTL) e no deslocamento (AFDL). O estudo foi transversal com amostra de   460 adultos de 20-79 anos de idade, 300 (65.2%) mulheres. A AFTL e a AFDL foram   mensuradas por meio do IPAQ - versão longa. As associações foram analisadas por   meio de regressão logística estimando-se a <i>odds     ratio</i> (OR) com intervalo de confiança de 95%. A prevalência de AFTL foi de   20.4% e de AFDL de 27.2%. Após análise multivariada a AFTL associou-se   positivamente com o sexo masculino, média e alta escolaridade, médio nível   socioeconómico, estado civil separado e possibilidade de utilização de espaço   público para prática de atividade física, e, inversamente com perceção de   insegurança/violência no bairro. A AFDL associou-se inversamente à idade maior   que 60 anos e positivamente ao estado civil solteiro e separado, bem como à   possibilidade de utilização de espaço público para a prática de atividade física.   Os fatores sociodemográficos/ambientais, principalmente sexo, idade, estado   civil, nível socioeconómico, escolaridade, possibilidade de utilização de   espaço público para prática de atividade física e perceção de insegurança/violência no bairro se mostraram associados à AFTL e AFDL em adultos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> atividade física, atividade de lazer, deslocamento, adulto, meio social</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   objective of this study was to analyze the prevalence the sociodemographic and   environmental factors associated with physical activity during leisure time   physical activity (LTPA) and commuting physical activity (CPA). A   cross-sectional research design with 460 adults from 20-79 years of age, 300   (65.2%) women was carried out. LTPA and CPA were assessed with the IPAQ - long   version. The associations were analyzed with logistic regression, estimating   the odds ratio (OR) with a confidence interval of 95%. The prevalence of   individuals active in leisure time was 20.4% and 27.2% of the transportation.   After multivariate analysis, the LTPA was positively associated with male,   middle and high school, middle socioeconomic status, marital status divorced   and possibility of using public space for physical activity, and, inversely   with perceived insecurity/violence in neighborhood. The CPA was inversely   associated with and age higher than 60 years and positively to the marital   status single and divorced as well as, the possibility of using public space   for physical activity. Sociodemographic and environmental factors, mainly sex,   age, marital status, socioeconomic status, education, possible use of public   space for physical activity and perception of insecurity / violence in the neighborhood were associated with LTPA and CPA in adults.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>physical activity, leisure activity, commuting, adult, social environment</font></p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">A atividade física (AF), definida como a participação em   atividades de práticas corporais na vida diária das pessoas, é considerada   qualquer movimento corporal que resulte em gasto energético acima dos níveis de   repouso (Caspersen, Powell &amp; Christenson, 1985). A AF que têm componentes e   determinantes de ordem biopsicossocial, cultural e comportamental é composta pelos domínios do tempo livre, deslocamento, trabalho e atividades domésticas.</font></p>     <p><font size="2">Diversos estudos têm demonstrado que a AF, principalmente,   nos domínios do tempo livre (AFTL) e deslocamento (AFDL) pode ser fator de   prevenção para vários agravos metabólicos e cardiovasculares (Pitanga, Lessa,   Oliveira, Pitanga &amp; Costa, 2010; Sofi et al., 2007). Desta forma, torna-se   necessário conhecer a prevalência e os principais fatores associados à AFTL e AFDL para que políticas públicas de incentivo à prática de AF possam ser implementadas. </font></p>     <p><font size="2">Diferentes autores têm observado que fatores   sociodemográficos e ambientais podem estar associados à AF (Ahmed et al., 2005;   Marquez, Neighbors &amp; Bustamante, 2010; Marshall et al., 2007) Em relação   aos fatores sociodemográficos destacam-se a escolaridade, o estado civil, o   sexo, a idade e a classe social (Pitanga &amp; Lessa, 2005). Por outro lado, em   relação aos fatores ambientais podemos citar o projeto urbanístico do bairro   adaptado para caminhadas e atividades de lazer (Bauman et al, 2012). No   entanto, variáveis que representem a falta de segurança pública e existência de   espaços públicos para prática de atividades físicas próximos a residência tem sido pouco exploradas como possíveis determinantes da AF.</font></p>     <p><font size="2">Em recente trabalho realizado com população de etnia negra   da cidade de Salvador-Bahia observou-se que a perceção de policiamento e   segurança no bairro não foram associadas à AFTL e AFDL, mesmo após ajustamento   para variáveis sociodemográficas (Pitanga et al., 2012). Desta forma, são   necessários estudos que analisem estas variáveis como possíveis fatores   associados à AF em outras populações, já que a comunidade de etnia negra em   Salvador-Bahia, Brasil tem nível socioeconómico muito baixo, facto que pode ter influenciado para que a segurança no bairro não apresentasse associação com AF. </font></p>     <p><font size="2">O conhecimento de dados sobre AFTL e AFDL e os fatores   associados é muito importante para a saúde pública, porque pode servir de base   para o gerenciamento de atividades de incentivo à prática de atividades físicas em subgrupos populacionais mais afetados por este tipo de comportamento, </font></p>     <p><font size="2">A criação de modelo explicativo para identificar o   comportamento da atividade física em adultos, por meio de determinantes sociodemográficos   e ambientais pode ser de grande importância para fornecer subsídios aos gestores   de saúde pública para que os mesmos implementem políticas públicas de promoção   de atividades físicas, já que a mesma pode ser utilizada como um dos meios de   prevenção dos diversos agravos metabólicos e cardiovasculares e consequentemente de gastos excessivos para o sistema de saúde.</font></p>     <p><font size="2">Assim, este estudo teve como objetivo verificar a prevalência e fatores associados a AFTL e AFDL em adultos.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b>   </font><font size="2">   </font></p> <font size="2">     <p><font face="Verdana">Trata-se de estudo de corte transversal realizado no   município baiano de Alagoinhas, localizado na região leste da Bahia, Brasil.   Sua área é de 734 km² e sua população em 2007 era de 138366 habitantes   apresentando uma densidade demográfica de 188.50 hab/km². O município de   Alagoinhas possuía IDH de 0.729, o 10º no estado da Bahia, PIB <i>per capita</i> de R$ 9420 para uma população   estimada de 139800. (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [IBGE], 2009).</font></p> <font face="Verdana"><b>Participantes</b>     <p>O cálculo da amostra foi baseado em Kisch (1965) levando-se em     consideração os seguintes parâmetros: tamanho da população de 138366     habitantes, DATASUS (2005), prevalência de inatividade física de 50% tomando     como base estudo realizado por Matsudo et al. (2002) no estado de São Paulo,     Brasil, nível de confiança de 95%, erro de 5 pontos percentuais. Foi calculado     um “n” mínimo de 430 pessoas. Considerando a possibilidade de perdas e recusas foram programadas 496 entrevistas. </p>     <p>A amostra foi probabilística por conglomerados, definida em     três estágios. Inicialmente foram sorteadas 31 ruas estratificadas em três     níveis socioeconômicos, informados pela Secretaria de Ação Social da Prefeitura     da cidade de Alagoinhas, sendo 10 ruas pertencentes à Classe A, 11 à Classe B e     10 à Classe C; em seguida foram sorteadas 10 (dez) residências de cada uma das     ruas, totalizando 310 residências. O intervalo entre as casas variou de acordo     com a quantidade de domicílios encontrados em cada rua. Em cada residência     visitada foram sorteados dois indivíduos adultos (um homem e uma mulher), respeitando a proporcionalidade da distribuição dos sexos na população.</p>     <p>Desta forma considerando recusa de 12.9% (66), a amostra     ficou constituída de 460 indivíduos sendo 160 homens (34.8%) com uma idade     média de 42.7 ± 15.6 anos e 300 mulheres (65.2%) com uma idade média de 41.2 ± 14.3 anos. </p>     <p>O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Faculdade     Adventista de Fisioterapia (FAFIS) localizada na cidade de Cachoeira, Bahia,     Brasil, conforme parecer nº. 0033/2007. Todos os participantes da pesquisa     assinaram termo de participação livre e esclarecido e foram entrevistados em domicílio.</p> <b>Coleta de dados</b>     <p>A coleta de dados aconteceu de março de 2009 a abril de     2010. Sete avaliadores foram devidamente preparados e treinados para todas as     etapas do trabalho. O índice de confiabilidade interavaliadores foi testado     para aplicação do IPAQ por meio do coeficiente Kappa, o qual apresentou bom     índice de concordância (0.61) (Perini, Oliveira, Ornellas &amp; Oliveira,     2005). O erro técnico de medidas para o peso e a estatura foi considerado baixo (1.2%) (Norton &amp; Olds, 2000).</p>     <p>Os dados sociodemográficos e as variáveis relacionadas à saúde foram coletadas por meio de questionários.</p> <b>Variáveis do estudo</b>     <p>As variáveis dependentes investigadas neste estudo foram:     atividade física no tempo livre (AFTL) e atividade física no deslocamento     (AFDL). As variáveis sociodemográficas analisadas foram: sexo, idade,     escolaridade, nível socioeconômico (NSE), estado civil, possibilidade de     utilização de espaço público para prática de atividade física, existência de     espaço público próximo à residência para prática de atividade física, perceção     de insegurança/violência no bairro e falta de segurança durante a prática da atividade física. </p>     <p>Para identificar a AFTL e AFDL foi utilizado o International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) versão longa, constituído de questões relativas à frequência e     duração de atividades físicas (caminhada, moderada e vigorosa) desenvolvidas no     trabalho, no deslocamento, nas atividades domésticas e no tempo livre (Matsudo     et al., 2001). Os valores da AFTL e AFDL foram relatados em minutos/semana por     meio da multiplicação da frequência semanal pela duração de cada uma das atividades     realizadas. Na sequência foram categorizados em 0 = inativos fisicamente (&lt;   150 minutos por semana em atividades físicas moderadas ou caminhada e/ou &lt;   60 minutos por semana em atividades físicas vigorosas); 1 = ativos fisicamente     (&lt; 150 minutos por semana em atividades físicas moderadas ou caminhada e/ou   &lt; 60 minutos por semana em atividades físicas vigorosas). Para a     escolaridade, foram estabelecidos três estratos: 0 = baixo (analfabetos até 5ª   série fundamental); 1 = médio (fundamental completo); 2 = alto (ensino médio     completo, incluindo cursos técnicos profissionalizantes completos e nível superior     completo ou incompleto). Para classe social foi usada a metodologia da Associação     Brasileira de Pesquisa de Mercado (ABPEME-IBGE), cuja classificação vai de A a     E. Neste estudo foi categorizada e codificada como: baixa = 0 (classes D + E);     média = 1 (classe C) e alta = 2 (classes B + A). Para o estado civil adotou-se     a seguinte classificação: 0 = casado(a), 1 = solteiro(a) ou em união estável, 3     = separado(a) ou divorciado e viúvo(a). Para idade adotou-se o seguinte     classificação: idade = 0 se &lt; 40 anos, idade = 1 se entre 40 e 59 anos e     idade = 2 se &#8805; 60 anos. A possibilidade de utilização de espaço público     para prática de AF foi classificada de acordo com o seguinte critério: 0 = não     e 1 = sim. A existência de espaço público próximo à residência para prática de     AF também foi classificada de acordo com o seguinte critério: 0 = não e 1 =     sim. Para a perceção de insegurança/violência no bairro adotou-se a seguinte     forma de classificação: 0 = não e 1 = sim. Finalmente, para a variável falta de     segurança durante a prática da AF adotou-se também a classificação: 0 = não e 1 = sim.</p> <b>Análise Estatística</b></font></font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As medidas descritivas (proporções com seus respetivos     intervalos de confiança) foram calculadas para todas as variáveis categorizadas.     As associações entre as variáveis dependentes (AFTL e AFDL) e as variáveis     independentes estudadas foram analisadas por meio de regressão logística. Inicialmente     as variáveis independentes foram incluídas no modelo utilizando o método <i>backward</i> desconsiderando o valor de “<i>p</i>” apresentado na análise bruta. Permaneceram     no modelo final aquelas variáveis que apresentaram significância menor que     0.20. Posteriormente foi utilizada regressão logística estimando-se a <i>odds ratio </i>(OR) ajustada pelas variáveis     que permaneceram no modelo final para cada um dos desfechos (AFTL e AFDL). Foi     utilizado intervalo de confiança a 95%. Os dados foram analisados no programa Stata, versão 7.0.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a02t1.jpg">tabela 1</a> podem-se observar as proporções das variáveis     analisadas no estudo. Existem maiores proporções de indivíduos do sexo     feminino, com idade entre 20 e 50 anos, nível socioeconómico baixo e médio,     escolaridade média e estado civil casado. A maioria dos entrevistados relatou     que não existe espaço público para a prática de atividade física próximo à residência,     bem como que não percebem possibilidade de utilização de espaço público para a     prática de atividade física na cidade. Relata, ainda, a maioria dos     entrevistados não perceberem insegurança ou violência no bairro, porém sentem     falta de segurança durante a prática da atividade física. Pode-se observar ainda nesta mesma tabela as prevalências da AFTL e AFDL.</font><font size="2"><font face="Verdana"> </font></font></p> <font size="2"><font face="Verdana">    
<p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a02t2.jpg">tabela 2</a> estão demonstradas as associações brutas e     ajustadas entre os fatores sociodemográficos/ambientais e AFTL. Após análise     multivariada a AFTL associou-se positivamente com sexo masculino, média e alta     escolaridade, médio NSE, estado civil separado e possibilidade de utilização de     espaço público para prática de atividade física, e inversamente com a perceção de insegurança/violência no bairro.</p>     
<p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a02t3.jpg">tabela 3</a> estão demonstradas as associações brutas e     ajustadas entre os fatores sociodemográficos/ambientais e AFDL. Após análise     multivariada a AFDL associou-se inversamente à idade maior que 60 anos e     positivamente ao estado civil solteiro/separado e com a possibilidade e     utilização de espaço público para a prática de atividade física.</p>     
<p>&nbsp;</p> </font></font><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">A pesquisa demonstrou a prevalência e os fatores       sociodemográficos/ambientais associados à atividade física no tempo livre e em       deslocamento em adultos na cidade de Alagoinhas-Bahia. Observou-se baixo nível       de AFTL (20.4%) sendo este resultado de acordo com outros estudos já publicados       na literatura (Camões &amp; Lopes, 2008; Wiles, Haase, Gallacher, Lawlor &amp;   Lewis, 2007). Zanchetta et al. (2010), em levantamento realizado na população       do estado de São Paulo, em indivíduos com faixa etária entre 18 a 59 anos,       identificaram uma prevalência de AFTL de 34.6%. Pitanga e Lessa (2005) detetaram prevalência       de AFTL de 27.5% entre adultos residentes no município de Salvador - BA. No       Sudeste e Nordeste do Brasil, Monteiro et al. (2003) encontraram prevalência de       AFTL de 13%, apesar de alguns estudos demonstrarem valores um pouco maiores       (Barros &amp; Nahas, 2001; Dias-da-Costa et al., 2005). A prevalência da AFTL       também foi pesquisada na população europeia apresentando valor de       aproximadamente 43% (Vuori, 2001). Dos 16 países europeus estudados as menores       prevalências foram encontradas em Portugal (17%), seguido de 33% na Bélgica,     37% na França e 44% na Alemanha.</font></p>   </font>    <p><font size="2" face="Verdana">O baixo índice de AFTL está associado a alguns aspetos       sociais que interferem de forma negativa nessa prática. Os dados apresentados no presente estudo revelam que 76.1% das pessoas julgaram impossível     utilizar-se de espaço público para prática de atividade física, 63% relataram     não existir espaços públicos próximos à residência para a prática de atividade     física, além da falta de segurança para realizar essa prática (66.7%). De     acordo com Rocha, Almeida, Araújo e Virtuoso (2011), com o crescimento das     cidades, houve diminuição dos espaços disponíveis para a prática de atividade     física e para lazer. Este fato, atrelado a problemas sociais como a violência     urbana, as elevadas jornadas de trabalho e as facilidades tecnológicas favorecem a adoção de hábitos sedentários.</font></p>        <p><font size="2" face="Verdana">A AFTL associou-se positivamente ao sexo masculino, média e     alta escolaridade, médio nível socioeconómico corroborando com algumas     pesquisas, como Camões e Lopes (2008), Rocha et al. (2011), Salles-Costa, Heilborn,     Werneck, Faerstein e Lopes (2003), nas quais foi demonstrado que indivíduos com     mais anos de escolarização e maior nível de renda apresentam um maior nível de     atividade física no lazer. Os estudos de Dias-da-Costa et al. (2005) e de     Burton e Turrell (2000) também demonstram que as pessoas com rendas maiores são     mais ativas no lazer. Burton e Turrell (2000) afirmam ainda que os segmentos     mais desfavorecidos da população teriam menos tempo disponível para a     participação em atividades físicas no tempo livre, visto que essas pessoas tendem     a morar distante do local de trabalho, gastando mais tempo com o deslocamento.     Além disso, indivíduos com rendas menores tendem a acumular um número maior de     empregos e fazer mais horas extras para compensar a baixa renda reduzindo,     assim, seu tempo livre. Hallal, Victora, Wells e Lima (2003) destacam que indivíduos     adultos com melhores níveis educacionais têm maior acesso ao conhecimento e a     melhores condições materiais de vida, o que favorece a adoção de práticas e hábitos saudáveis. </font></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A questão do género é outro aspeto que vem sendo bastante     analisado na sua relação com a prática de atividade física no lazer. Alguns     estudos, Dias-da-Costa et al. (2005), Quadros, Petroski, Santos-Silva e Gordia     (2009) mostraram que os homens são mais ativos do que as mulheres, principalmente,     no tempo livre e no trabalho. A mulher por estar exposta à dupla jornada de     trabalho acaba por ter o seu tempo de lazer reduzido, o que pode restringir a prática de atividade física no tempo livre (Araújo, Pinho &amp; Almeida, 2005).</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo observou-se também uma associação     positiva entre o estado civil separado e AFTL. Pitanga e Lessa (2005)     encontraram resultados parecidos quando verificaram que indivíduos casados e     viúvos tinham menores possibilidades de envolvimento em AFs durante as horas de lazer.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana">Quanto à AFDL, o presente estudo também, apontou uma baixa     prevalência (27.2%) na população estudada. Estudos epidemiológicos que     avaliaram a AFDL são considerados escassos no Brasil (Santos, Barbosa, Cheng,     Wanderley &amp; Barros, 2009). A maioria dos achados disponíveis são de pesquisas     recentes, publicadas nos últimos três anos, mas conduzidas sob muitas     limitações metodológicas particularmente quanto às medidas realizadas e quanto     aos critérios adotados para a avaliação do nível de atividade física no deslocamento.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo observou-se uma associação inversa entre     AFDL e indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos e positiva ao estado     civil solteiro/separado. O estudo de Benedetti, Borges, Petroski e Gonçalves     (2008) verificou alto índice de inatividade física no deslocamento em idosos.     Esse tipo de comportamento inativo no deslocamento é algo preocupante, principalmente porque vem sendo evidenciado desde o período escolar.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana">O estudo de Peixoto, Monego, Alexandre, Souza e Moura (2008)     descreve alguns resultados do sistema de monitoramento de fatores de risco para     doenças crónicas por entrevistas telefónicas no Município de Goiânia, Goiás,     Brasil, 2005. Foi analisada amostra probabilística da população adulta servida     por linhas telefônicas residenciais fixas. Os resultados confirmaram baixo     nível de atividade física no deslocamento (7.4%) sendo os homens (6.6%) menos ativos que as mulheres (7.8%).</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana">O presente trabalho apontou um fato interessante, i.e., há   uma associação positiva com a possibilidade de utilização de espaço público     para a prática de atividade física tanto no lazer quanto no deslocamento.     Verificou-se que a existência de espaços públicos para a prática de atividade     física aumenta em nove vezes a chance da população realizar AFTL e em duas     vezes a prática de AFDL. Este resultado pode indicar que a disponibilidade de     espaços públicos para AF pode aumentar o tempo de lazer ativo, além de     favorecer o aumento do tempo de atividade física a ser utilizado para se deslocar até esses espaços. </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana">Rocha et al. (2011) relata que a escassez de programas de     atividades físicas oferecidos pelo poder público, assim como a precariedade dos     espaços públicos de lazer existentes na maioria dos centros urbanos brasileiros     podem ser barreiras importantes para a adoção de um estilo de vida ativo, o que pode ter ocorrido na população estudada (Monteiro et al., 2003). </font></p>       <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados do presente estudo demonstraram, também, uma     associação inversa com a perceção de insegurança/violência no bairro com a prática     de AFTL. Alguns autores buscam explicar esse fato chamando atenção aos órgãos     públicos pela necessidade emergencial de se construir espaços públicos para a     prática de atividade física oferecendo além de uma estrutura física,     profissionais qualificados para a prática do lazer, um sistema de segurança e     proteção a essa população. Apesar destas evidências, é importante ressaltar que     neste estudo demonstrou-se que a falta de segurança durante a prática da AF não causaria nenhuma interferência nesse aspeto comportamental.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana">Porém, em relação à AFDL verificou-se que as variáveis falta     de segurança durante a prática da AF, assim como, a perceção de insegurança/violência     no bairro não interferem na mudança de comportamento. Contrariando os     resultados com relação à AFTL, em recente trabalho realizado na população de     etnia negra na cidade de Salvador-Bahia foi observado que a perceção de     policiamento e segurança no bairro não foram associadas à AFTL e AFDL mesmo após ajustamento para variáveis sociodemográficas (Pitanga et al., 2011).</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana">Uma possível limitação do estudo pode ser atribuída à   dificuldade na coleta de dados nos bairros de classes C e D por questões de focos     de violência. Além disso, o instrumento usado para avaliar a duração e     intensidade de atividade física (IPAQ), apesar de ser utilizado em diversos     estudos nacionais e internacionais, pode provocar erros de classificação considerando     que os instrumentos do tipo questionário aplicados na forma de entrevista podem     provocar viés de memória. Além disto, é importante considerar que ao final da     coleta dos dados obteve-se um número menor de homens na totalização da amostra,     provavelmente porque a pesquisa foi domiciliar e a presença das mulheres no lar é bem mais frequente do que dos homens.</font></p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Com base nos resultados do presente trabalho sugere-se que     as características ambientais são fatores associados à prática de atividades     físicas. Esses aspetos precisam ser bastante estudados e discutidos, pois são     responsáveis por influenciar questões comportamentais que fazem parte do quotidiano     da população. Portanto, os resultados aqui apresentados são bastante     significativos e representativos à saúde pública. Os baixos índices de AFTL e     AFDL representam aspetos comportamentais da população estudada que demonstram     necessidade de incentivo à prática de atividade física no quotidiano dessa     população. Faz-se necessária a implementação de políticas públicas que vão     desde a interferência nos aspetos físicos, estruturais da cidade, a questões de     conscientização por meio de campanhas informativas sobre a importância de buscar um comportamento mais ativo no lazer e no deslocamento dessas pessoas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>       <p><b><font size="3" face="Verdana">REFERÊNCIAS</font></b></p>       <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ahmed, N., Smith, G.L., Flores, A.M., Pamies R.J., Mason, H.R., Woods,     K.F., … Stain, S.C. (2005).     Racial/ethnic disparity and predictors of leisure-time physical activity among     U.S. men. <i>Ethnicity &amp; Disease, 15</i>(1), 40-52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-107X201400010000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>   <font face="Verdana">     <!-- ref --><p><font size="2">Araújo, T. M., Pinho, O. S., &amp; Almeida, M. M. G. (2005). Prevalência   de transtornos mentais comuns em mulheres e sua relação com as características   sociodemográficas e o trabalho doméstico. <i>Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 5</i>(3), 337-348. doi: 10.1590/S1519-38292005000300010</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-107X201400010000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Barros, M., &amp; Nahas, M. (2001). Comportamentos de risco, auto-avaliação do nível de saúde e percepção de   estresse entre trabalhadores da indústria. <i>Revista de Saúde Pública, 35</i>(6), 554-563. doi: 10.1590/S0034-89102001000600009</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201400010000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Bauman, A.E., Reis, R.S., Sallis, J., Wells,   J., Loos, R., &amp; Martin, B. (2012). Correlates of physical activity: Why are some people physically active   and others not? <i>The Lancet, 21</i>(380), 258-271. doi: 10.1016/S0140-6736(12)60735-1</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201400010000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Benedetti, T., Borges, L., Petroski, E., &amp;   Gonçalves, L. (2008). Atividade   física e estado de saúde mental de idoso. <i>Revista de Saúde     Pública, 42</i>(2), 302-307. doi: 10.1590/S0034-89102008005000007</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201400010000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Burton, N.W., &amp; Turrell, G. (2000). Occupation, hours worked, and   leisure-time physical activity. <i>Preventive Medicine, 31</i>(6), 673-681.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201400010000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Camões, M., &amp; Lopes, C.(2008). Fatores associados à atividade física   na população portuguesa. <i>Revista de Saúde Pública, 42</i>(2), 208-216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201400010000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Caspersen, C.J., Powell, K.E., &amp;   Christenson, G.M. (1985). Physical activity, exercise and physical fitness. <i>Public Health Reports, 100</i>, 126-131.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201400010000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">DATASUS (2005). <i>Departamento de   Informática do SUS. Informações em Saúde, demográficas e socioeconômicas: população   residente - Estimativas para o TCU - Bahia 2005</i>. Disponível em   <a href="http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?ibge/cnv/poptBA.def" target="_blank">http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?ibge/cnv/poptBA.def</a> Acessado em 19 de março de 2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201400010000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Dias-da-Costa, J., Hallal, P., Wells, J. C., Daltoé, T., Fuchs, S.,   Menezes, A.M., &amp; Olinto, M.T. (2005). Epidemiology of   leisure time physical activity: A population-based study in southern Brazil. <i>Cadernos de Saúde Pública, 21</i>(1), 275-282. doi: 10.1590/S0102-311X2005000100030&nbsp;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201400010000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Hallal, P.C., Victora, C.G., Wells, J.C.,   &amp; Lima, R.C. (2003). Physical   inactivity: Prevalence and associated variables in Brazilian adults. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 35</i>, 1894-1900.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201400010000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Kish, L. (1965). <i>Survey sampling</i>.   New York: John Wiley and Sons<i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201400010000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></i></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Marquez, D.X., Neighbors, C.J., &amp; Bustamante, E.E. (2010). Leisure time   and occupational physical activity among racial/ethnic minorities. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 42</i>(6), 1086-1093.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201400010000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Marshall, S.J., Jones, D.A., Ainsworth, B., Reis, J.P., Levy, S., &amp;   Macera, C. (2007). Race/ethnicity, social class, and leisure-time physical   inactivity. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 39</i>(1), 44-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201400010000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Matsudo, S., Timóteo, A, Matsudo, V., Andrade, D., Andrade, E, Oliveira,   L.C., ... Braggion, G. (2001). Questionário internacional de atividade física (IPAQ): Estudo de validade e reprodutibilidade no Brasil. <i>Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, </i>6(2), 5-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201400010000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Matsudo, S.M., Matsudo, V.R., Araújo, T., Andrade, D., Andrade, E.,   Oliveira, L.C., ... Braggion, G. (2002). Nível de atividade física da população   do estado de São Paulo: Análise de acordo com o gênero, idade e nível   sócio-econômico, distribuição geográfica e de conhecimento. <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 10</i>(4), 41-50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201400010000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Monteiro, C., Conde, W., Matsudo, S., Matsudo,   V., Bonseñor, I., &amp; Lotufo, P. (2003). A descriptive epidemiology of leisure-time physical activity in Brazil, 1996–1997<i>. Revista Panamericana Salud Publica, 14</i>, 246-254.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201400010000200017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Norton, K., &amp; Olds, T. (2000). <i>Antropométrica</i>.   Argentina: Biosystem.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201400010000200018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Peixoto, M.R., Monego, E.T., Alexandre, V.P.,   Souza, R., &amp; Moura, E. (2008). Monitoramento por entrevistas telefônicas de fatores de risco para   doenças crônicas: Experiência de Goiânia, Goiás, Brasil. <i>Cadernos de Saúde Pública, 24</i>(6), 1323-1333. doi: 10.1590/S0102-311X2008000600013</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201400010000200019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Perini, T.A., Oliveira, G.L., Ornellas, J.S., &amp; Oliveira, F.P. (2005). Cálculo do erro técnico de   medição em Antropometria. <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte<b>,</b> 11</i>(1), 81-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201400010000200020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Pitanga, C.P., Lessa, I., Oliveira, R.J., Pitanga, F.J., &amp; Costa, M. (2010). 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2">Pitanga, F.J., &amp; Lessa, I. (2005). Prevalência e fatores associados   ao sedentarismo no lazer em adultos. <i>Cadernos de Saúde Pública, 21</i>(3), 870-877. doi: 10.1590/S0102-311X2007000600008</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201400010000200022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Pitanga, F.J., Lessa, I., Barbosa, P.J., Barbosa, S.J., Costa, M.C.,   &amp; Lopes, A.S. (2012). 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(2011)   Fatores associados à atividade física no lazer entre residentes de áreas   urbanas de um município do nordeste do Brasil. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano</i>, 13(4), 257-264.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201400010000200025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Salles-Costa, R., Heilborn, M.L., Werneck, G.L., Faerstein, E., &amp; Lopes, C.S. (2003). 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Atividade física no contexto dos deslocamentos: Revisão sistemática   dos estudos epidemiológicos realizados no Brasil. <i>Revista Brasileira de Atividade     Física &amp; Saúde, 14</i>(1), 15-22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201400010000200027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Sofi, F., Capalbo, A., Marcucci, R., Gori, A.M., Fedi, S., Macchi, C., … Gensini, G.F. (2007).   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Physical activity and common mental disorder: Results from the Caerphilly   Study. <i>American Journal of Epidemiology, 165</i>(8), 946-954. doi: 10.1093/aje/kwk070</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201400010000200030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Zanchetta, L., Barros, M.B., César, C.L.,   Carandina, L., Goldbaum, M., &amp; Alves, M.C. (2010). Inatividade física e fatores associados em   adultos, São Paulo, Brasil. <i>Revista Brasileira de Epidemiologia, 13</i>(3), 387-399. doi: 10.1590/S1415-790X2010000300003 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201400010000200031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>       <p>&nbsp;</p>       <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font>    <br>   <font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font>    <br>   <font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses:    <br>   </b>Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </b>Nada a declarar.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 12.11.2012; 1&ordf; Revis&atilde;o 07.04.2013;     Aceite 27.04.2013</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i> Autor correspondente</i>: Faculdade de     Educa&ccedil;&atilde;o, Universidade Federal da Bahia, Av. Reitor Miguel Calmon, s/n, CEP:     40110-100, Salvador, Bahia &ndash; Brasil; <i>E-mail</i>: <a href="mailto:pitanga@lognet.com.br">pitanga@lognet.com.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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