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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Associação entre níveis de atividade física e transtorno mental comum em estudantes universitários]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study aimed to investigate the association between physical activity level (PAL) and common mental disorders (CMD) in students of health programs at a federal university (UFAL). The cross-sectional study comprised a sample of 220 students of the first two and last two periods of each program (65.9% women; 34.1% men). We used the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ), the Self - Reporting Questionnaire (SRQ-20), and sociodemographic questionnaire. The odds ratios were calculated (OR: IC95%, p< 0.05). It was verified a positive CMD classification in 43.2% of the sample. A higher percentage of inactive students with TMC (67.4%) than physically active students (32.6%) was observed, with significant risk (OR= 3.202, IC95%: 1.83&#8722;5.60). Undergraduate students in the first periods were more active (55.3%) compared to counterparts (41.5%), with a significant protective factor (OR= 0.575, IC95%: 0.337&#8722;0.980). Pharmacy had a higher prevalence of TMC (24.20%) and Nutrition had the lowest (9.50%). Pharmacy had a higher prevalence of physically active students (68.40%), while Nursing had a higher prevalence of inactive students (58.30%). It was observed that physically inactive students had three times more chance to develop TMC when compared with physically active students, showing that graduation can be a period of risk for the university, whether due to various stressors, lack of healthy habits, poor and/or inadequate practice of physical activity during this period.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Associação entre níveis de atividade física e   transtorno mental comum em estudantes universitários</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Association   between levels of physical activity and common mental  disorder in university students</font></b></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Adenice de Omena Silva<sup>1</sup>; Jorge Lopes   Cavalcante Neto<sup>2, <a href="#end">*</a><a name="topo"></a></sup></b></font><font face="Verdana"></font></p>     <p><font face="Verdana"><sup><font size="2">1</font></sup> <font size="2">Universidade   Federal de Alagoas, Alagoas, Brasil    <br>   <sup>2</sup> Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Jacobina     - BA, Brasil</font></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Objetivou-se verificar se existe associação entre nível   de atividade física (NAF) e transtorno mental comum (TMC) em universitários da área   de saúde de uma universidade federal (UFAL). O estudo transversal com amostra   de 220 universitários dos dois primeiros e dois últimos períodos de cada curso   (65.9% mulheres e 34.1% homens). Aplicou-se o Questionário Internacional de Atividade   Física (IPAQ), o Self-Reporting Questionnaire (SRQ-20), e um questionário   sociodemográfico. Utilizou-se o <i>odds     ratio</i> (OR: IC95%, <i>p</i>&lt; 0.05).   Observou-se classificação positiva para TMC em 43.2% da amostra. Encontrou-se   maior percentual de inativos com TMC (67.4%) que ativos (32.6%), com risco   significativo (OR= 3.202, IC95%: 1.830&#8722;5.600). Os estudantes dos   primeiros períodos apresentaram-se mais ativos (55.3%) em relação aos   concluintes (41.5%), com fator de proteção significativo (OR= 0.575, IC95%: 0.337&#8722;0.980).   Farmácia apresentou maior prevalência de TMC (24.2%) e Nutrição a menor (9.5%);   por sua vez, Farmácia apresentou a maior prevalência de ativos (68.4%), e   Enfermagem de inativos (58.3%). Observou-se que os estudantes inativos   apresentaram três vezes mais chances de desenvolver TMC que os ativos,   evidenciando que a graduação pode ser uma fase de risco para os universitários,   seja devido aos diversos estressores, à ausência de hábitos saudáveis, e/ou à   pouca e/ou inadequada prática de atividade física durante esse período.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>atividade física, transtorno mental comum, saúde mental, estudantes   universitários</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This   study aimed to investigate the association between physical activity level   (PAL) and common mental disorders (CMD) in students of health programs at a   federal university (UFAL). The cross-sectional study comprised a sample of 220   students of the first two and last two periods of each program (65.9% women;   34.1% men). We used the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ),   the Self - Reporting Questionnaire (SRQ-20), and sociodemographic   questionnaire. The odds ratios were calculated (OR: IC95%, <i>p</i>&lt; 0.05). It was verified a positive CMD classification in 43.2%   of the sample. A higher percentage of inactive students with TMC (67.4%) than physically   active students (32.6%) was observed, with significant risk (OR= 3.202, IC95%:   1.83&#8722;5.60). Undergraduate students in the first periods were more active   (55.3%) compared to counterparts (41.5%), with a significant protective factor   (OR= 0.575, IC95%: 0.337&#8722;0.980). Pharmacy had a higher prevalence of TMC   (24.20%) and Nutrition had the lowest (9.50%). Pharmacy had a higher prevalence   of physically active students (68.40%), while Nursing had a higher prevalence   of inactive students (58.30%). It was observed that physically inactive   students had three times more chance to develop TMC when compared with   physically active students, showing that graduation can be a period of risk for   the university, whether due to various stressors, lack of healthy habits, poor   and/or inadequate practice of physical activity during this period.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>physical activity, common mental disorders, mental   health, college students</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">A prática regular de atividade física (AF) ajuda na promoção   da saúde e na qualidade de vida, proporcionando benefícios significativos à   saúde física e mental da população (Cid, Silva, &amp; Alves, 2007; Nahas &amp;   Fonseca, 2004). O baixo nível de sua prática está associado ao desenvolvimento   de doenças que afetam a saúde física e mental, resultando em maiores gastos para a saúde pública (Fontes &amp; Vianna, 2009).</font></p>     <p><font size="2">A população tem acesso a informações sobre os prejuízos que   o baixo nível de atividade física (NAF) causam à saúde, no entanto estudos recentes   ainda mostram uma redução do NAF de diferentes populações, uma dessas populações   é a de universitários (Fontes &amp; Vianna, 2009; Tondo, Silva, &amp; Roth,   2011). Um estudo realizado com 281 estudantes da área de saúde de Brasília,   identificou alto índice de sedentarismo (65.5%) (Marcodelli, Costa, &amp;   Schmitz, 2008). Outro estudo utilizando o Questionário Internacional de   Atividade Física (IPAQ-longo), realizado com discentes de uma universidade da   Paraíba-Brasil, relatou a prevalência de baixo NAF entre os estudantes (31.2%)   (Fontes &amp; Vianna, 2009). Outra pesquisa utilizando o Questionário de   Atividade Física Habitual (QAFH) para medir o NAF e as barreiras percebidas   para a prática de AF entre estudantes de uma universidade federal do Rio Grande   do Sul-Brasil, relatou a prevalência de pouca AF entre os estudantes (Tondo et al., 2011). </font></p>     <p><font size="2">Os estudos citados mostram que a referente população tem   reduzido a prática de AF, o que poderá causar futuras perdas nas atividades   académicas e na saúde em geral. Exigências da sociedade faz aumentar a   concorrência entre os universitários antes mesmo de chegarem ao mercado   profissional (Calais et al., 2007), podendo deixar os estudantes, mais ocupados   e estressados com suas atividades, com as exigências do curso, com a aquisição de experiência e aprendizado. </font></p>     <p><font size="2">O ingresso na universidade pode expor os estudantes a   estressores específicos (ansiedade, problemas de moradia, distância da família)   (Calais et al., 2007). E os últimos períodos na universidade podem   sobrecarregá-los, devido à ansiedade da conclusão do curso, a dedicação e   pressão psicológica durante a preparação do trabalho de conclusão de curso   (TCC) (Calais et al., 2007), à incerteza do futuro profissional, que podem   oferecer riscos à saúde mental (SM) dos estudantes podendo deixá-la debilitada (Polydoro, Primi, Serpa, Zaroni, &amp; Pombal, 2001). </font></p>     <p><font size="2">A SM seria um equilíbrio mental entre sentimentos internos e   experiências externas (Lino, 1997). Algumas doenças, agressões exógenas,   excesso de trabalho, fadiga física e psíquica, e outros problemas devastam o   equilíbrio mental, tornando-o angustiado, deprimido, nervoso e neurótico. Esses   fatores ligados à predisposição genética são desencadeadores de transtornos   mentais, que vão de um extremo psicótico (apresenta delírio) ou não-psicótico   (não apresenta delírios). Logo, a reunião de alguns sintomas característicos de   ansiedade, depressão e somatoformes compõem o que se pode denominar de   transtornos mentais comuns (TMC) (Roeder, 1999), que são alterações do   funcionamento da mente que podem prejudicar o indivíduo na vida familiar,   social, pessoal, profissional, nos estudos, e na compreensão de si e dos outros (Ballone, 2008; Ludemir &amp; Filho, 2002). </font></p>     <p><font size="2">O termo TMC é usado para indicar agrupamentos de sinais e   sintomas associados a alterações de funcionamento da mente sem origem conhecida   (Ludemir &amp; Filho, 2002), que são relacionados com problemas na SM. Para combater   e/ou minimizar esses fatores de risco das afeções mentais, a AF é usada na   prevenção e manutenção da SM, buscando desenvolver um estilo de vida ativo (Roeder, 1999). </font></p>     <p><font size="2">A relação entre a SM e a prática de AF são processos   particulares de expressão das condições e estilo de vida de uma população,   logo, a prática de AF busca contribuir para a melhoria da SM das pessoas que   possuem algum transtorno mental, melhorando a sua condição de vida, contribuindo   para a melhoria do sono, do humor, da memória, da irritabilidade e na dificuldade   de concentração (Araújo, Pinho, &amp; Almeida, 2005), que são fatores que   caracterizam problemas de SM, e influenciam na saúde em geral. Universitários   justificam que os hábitos estão mais sedentários após o ingresso na   universidade, devido ao aumento nas horas de estudo. E que podem desenvolver   algum tipo de TMC, devido à sobrecarga psicológica e a falta de AF (Fontes &amp; Vianna, 2009).</font></p>     <p><font size="2">Na literatura, muitos estudos são referentes aos   universitários (Silva, Silva, Silova, Souza, &amp; Tomazi, 2010; Souza, Santos,   &amp; José, 2010), alguns avaliam o NAF, e outros buscam identificar problemas   na SM dessa população (Calais et al., 2007; Fiorotti, Rossini, Borges, &amp;   Miranda, 2010; Lima, Domingues, &amp; Cerqueira, 2006), mas, ainda é escasso o número de estudos que busquem associar esses fatores nesta população. </font></p>     <p><font size="2">Assim, esse estudo procurou verificar a associação entre o   NAF e a SM de estudantes universitários da área de saúde da Universidade   Federal de Alagoas (UFAL), além de identificar e comparar os NAF, a presença de um provável TMC e os aspetos sociodemográficos entre os diferentes cursos. </font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b> </font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>Trata-se de uma pesquisa de caráter quantitativo, de corte     transversal. O estudo foi desenvolvido numa universidade federal (UFAL), em diferentes cursos ministrados num campus dessa instituição.</p> <b>Participantes</b>     <p>A população alvo do estudo foi formada por estudantes dos     cursos da área de saúde da UFAL (Educação Física, Odontologia, Farmácia,     Nutrição, Medicina, Enfermagem e Ciências Biológicas), existindo cerca de 1930 estudantes de Bacharelado matriculados nos primeiros e últimos períodos.</p>     <p>A população de estudantes dos cursos da área de saúde da     UFAL (Educação Física, Nutrição, Enfermagem, Odontologia, Medicina, Farmácia e     Ciências Biológicas) era formada por 2523 universitários (de acordo com dados     de matricula de 2011, coletados nas coordenações dos cursos), sendo 593     estudantes de Licenciatura e 1930 estudantes de Bacharelado. O presente estudo     trabalhou apenas com a população de estudantes universitários de Bacharelado, por ser mais direcionado à área de saúde e ter um número significativo de pessoas.</p>     <p>O tamanho da amostra foi calculado a partir da estimativa de     prevalência de transtornos mentais comuns em indivíduos jovens (Fiorotti et     al., 2010). Tomou-se como base para o cálculo a presença de TMC como fator de     risco. Dessa forma, tendo um risco alfa de 5% e um risco beta de 20%, sendo     necessários 10% do total de estudantes matriculados em cada curso, ou seja,     Educação Física tinha 247 estudantes matriculados (10%= 25), Nutrição tinha 210     estudantes (10%= 21), Enfermagem tinha 237 estudantes (10%= 24), Odontologia     tinha 305 estudantes (10%= 30), Farmácia tinha 265 estudantes (10%= 26) e Biologia tinha 186 estudantes (10%= 19). </p>     <p>O curso de Medicina terminou por não fazer parte da coleta     de dados devido algumas restrições da coordenação do curso e do pequeno tempo     disponível para cumpri-las. A percentagem da amostra de estudantes de medicina     que seria coletada foi redistribuída com os outros cursos, com o intuito de se manter o número inicial da amostra.</p>     <p>Após a percentagem de estudantes de cada curso necessária     para compor a amostra ser encontrada, ela foi dividida em 50% que cursem um dos     períodos iniciais do curso (1º/2º período) e 50% que cursem um dos períodos     finais (7º/8º ou 9º/10º), A coleta nos períodos finais se deu dessa forma     devido a alguns cursos que fazem parte do estudo, ou seja, Odontologia,     Farmácia, Enfermagem e Nutrição terem como últimos períodos o 9º e o 10º, enquanto os cursos de Educação Física e Biologia têm como períodos finais o 7º e 8º. </p>     <p>Foi utilizado como critério de inclusão no estudo: alunos     com idade &#8805; 18 anos, que estivessem cursando um dos dois primeiros períodos     de um dos cursos de saúde ou um dos dois últimos períodos, devidamente matriculados num dos períodos citados no segundo semestre letivo de 2011. </p>     <p>O aluno já graduado, ou que estivesse participando de alguma intervenção do tipo psicológico ou psiquiátrico, foi excluído do estudo.</p> <b>Instrumentos e Procedimentos</b>     <p>Para verificar o NAF foi utilizado o Questionário     Internacional de Atividade Física (IPAQ), com a validade testada no Brasil     (Matsudo et al., 2001), composto por 19 perguntas relacionadas às atividades     realizadas uma semana antes de sua aplicação. A pontuação é obtida pela soma de     dias, minutos ou horas das atividades, considerando a frequência, a intensidade e a duração. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os dados foram tabulados, avaliados e classificados segundo     o IPAQ (Matsudo et al., 2001; Silva et al., 2007), que divide e conceitua as     categorias em: Sedentário; Insuficientemente Ativo, essa categoria divide-se em     dois grupos, Insuficientemente Ativo A e Insuficientemente Ativo B; Ativo;     Muito Ativo. Contudo para a facilitação das análises os grupos foram categorizados     (Alves, Borges, Ribeiro, Gadelha, &amp; Santos, 2010; Guedes, Santos, &amp;   Lopes, 2006; Rodrigues, Cheik, &amp; Mayer, 2008). Os universitários que foram     classificados pelo IPAQ como muito ativo e ativo, foram categorizados como     ativos, já os classificados como insuficientemente ativo A/B e sedentários, passaram a ser classificados como Inativos.</p>     <p>O SRQ-20 é a versão de 20 itens do SRQ-30 para rastreamento     de transtornos mentais não-psicóticos (Mari &amp; Williams, 1986). As respostas     são do tipo sim/não. Cada resposta afirmativa pontua com o valor 1 para compor     o escore final por meio do somatório destes valores. O ponto de corte utilizado foi &#8805; 7 (Mari &amp; Williams, 1986).</p>     <p>O questionário sociodemográfico utilizado foi elaborado     tendo como base aspetos do domicílio e sociais, dicotomizados para análise. A     idade foi dividida em 18-20 anos e 21-35 anos. A situação laboral foi dividida     em trabalha (quando possui atividade laboral remunerada) e não trabalha (quando     não possui atividade laboral remunerada). O número de residentes no domicílio     foi categorizado como apropriado (até 4 pessoas) ou inapropriado (mais de 4     pessoas). Quanto à situação socioeconómica, a amostra foi dividida inicialmente     em quatro classes (A, B, C e D), dicotomizadas em seguida para a análise, em     duas classes (A+B) e (C+D). Tal classificação resultou de uma pontuação     construída segundo o poder económico das famílias e o grau de escolaridade do     chefe da casa, através do que preconiza a Associação Brasileira de Empresas e Pesquisas (ABEP, 2003).</p>     <p>A pesquisa seguiu todas as prerrogativas da Declaração de     Helsinque e da Resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS, 196/96) para     pesquisas com seres humanos, sendo submetida e aprovada pelo Comité de Ética em     Pesquisa da Universidade Federal de Alagoas (CEP/UFAL), recebendo a aprovação     sob protocolo nº 013810/2011-38. O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) foi entregue aos sujeitos da pesquisa para assinatura e consentimentos.</p> <b>Análise Estatística</b>     <p>Para análise dos dados, foi utilizada a estatística     descritiva, com a distribuição de frequência, média e desvio-padrão. Para a     comparação dos grupos foi utilizado o teste qui-quadrado. Para medida da     associação foi utilizado o <i>odds ratio </i>(OR)     com intervalo de confiança de 95% para verificar a associação entre os níveis     de atividade física e o transtorno mental comum dos universitários investigados. O nível de significância utilizado foi <i>p</i>&lt; 0.05.</p> </font></font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><font size="3"><b>RESULTADOS</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>A amostra final foi composta por 220 estudantes     universitários dos cursos da área de saúde da UFAL, Campus Maceió, sendo 65.9%     do sexo feminino e 34.1% do masculino. Já a média de idade do grupo foi de 22     anos. Enquanto 43.2% da amostra total apresentou classificação positiva para o TMC.</p>     <p>A <a href="#t1">tabela 1</a> descreve as prevalências de TMC entre os cursos     da área de saúde investigados no estudo. O curso de farmácia apresentou a maior     prevalência (24.2%). Já o curso de Nutri­ção apresentou a menor prevalência (9.5%), dentre os seis cursos considerados.</p>     <p><a name="t1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a06t1.jpg" width="336" height="233"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A <a href="#t2">tabela 2</a> descreve as frequências de estu­dantes ativos e     inativos entre os cursos da área de saúde investigados no estudo. O curso de     Farmácia apresentou a maior prevalência de estudantes considerados ativos (68.4%).     Já o curso de Enfermagem apresentou a maior pre­valência de estudantes considerados inativos (58.3%).</p>     <p><a name="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a06t2.jpg" width="336" height="233"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a06t3.jpg">tabela 3</a> descreve os resultados dos possíveis fatores de     risco para o TMC. Dentre os fatores considerados nenhum apresentou associação     significativa. Vale ressaltar a tendência encontrada nas variáveis de sexo e escolaridade do chefe da casa.</p>     
<p>A <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a06t4.jpg">tabela 4</a> evidencia os fatores associados aos níveis de     atividade física categorizados a partir do IPAQ. Observa-se um percentual maior     de inativos com TMC (67.4%) em relação aos ativos (32.6%), com risco     significativo (OR= 3.202, IC95%: 1.83&#8722;5.60). Os estudantes com perfil     académico inicial (1º e 2º períodos) apresentaram mais ativos (55.3%) em relação     aos alunos concluintes (7º/8º/9º/10º períodos) com 41.5%, indicando um fator de     proteção significativo (OR= 0.575, IC95%: 0.337&#8722;0.980). Cabe destacar a     variável de situação laboral, que apresentou uma tendência, quando considerada na associação aos níveis de atividade física.</p> </font></font>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><font size="3"><b>DISCUSSÃO</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>Apesar de existirem diversos estudos (Almeida et al., 2007;     Amaral et al., 2008; Facundes &amp; Ludemir, 2005; Fontes &amp; Vianna, 2009;     Guedes et al., 2006; Sakae, Padão, &amp; Jordana, 2010; Silva et al., 2007;     Souza et al., 2010) referentes ao NAF e à SM de diferentes populações, ainda     são escassas as pesquisas que verifiquem sua associação na população de     universitários. Esses fatores terminam por difi­cultar a comparação dos resultados em estudos com tais objetivos.</p>     <p>Através de pesquisas utilizando o SRQ e outros     questionários, que verificam a presença de TMC, alguns estudiosos (Baldisserotto,     Filho, Nedel, &amp; Sakae, 2005; Cavestro &amp; Rocha, 2006) estimam que mais     de 15% dos estudantes universitários apresentem ou possam vir a apresentar algum tipo de TMC durante a formação académica. </p>     <p>Já outros estudos (Lawlor &amp; Hopker, 2001; Sakae et al.,     2010) têm demonstrado que a reunião de sintomas ansiosos, depressivos e somatoformes     acometem diferentes populações, inclusive a de universitários, prejudicando a     qualidade de vida. Entretanto, a prática de atividades físicas pode surtir     efeito protetor aos sintomas do TMC (Faulkner &amp; Taylor, 2005), ou seja, se     sua prática for regular poderá influenciar em uma melhor qualidade do sono, em     melhorias nas funções cognitivas, no humor, na autoestima e no condicionamento físico, produzindo efeitos que protegem o organismo contra um desequil&iacute;brio na     sa&uacute;de mental e f&iacute;sica, que poderiam levar um indiv&iacute;duo a desenvolver um TMC (Calfas &amp; Taylor, 1994). </p>     <p>Os resultados encontrados quanto à associação do NAF e TMC mostram que dos    estudantes ativos apenas 32.6% apresentavam predisposição a desenvolver algum    tipo de TMC, já os inativos apresentaram 67.4% de predisposição a desenvolver    algum tipo de TMC. Como não foi encontrado trabalho similar nas fontes consultadas,    optou-se por descrever estudos de base populacional que contemplem em seus resultados    essa associação. Num estudo de base populacional, realizado no Colorado, também    foi encontrada associação entre a atividade física e a saúde mental da população    estudada demonstrando que a população universitária se encontra em situação    de risco (Demont-Heinrich, 2009).</p>     <p>Foi encontrada maior prevalência de TMC em estudantes de     Farmácia (24.2%), seguido de Enfermagem com 22.1%, Biologia com 16.8%,     Odontologia com 14.7%, Educação Física com 12.6% e Nutrição com 9.5%. Um estudo     realizado na Universidade Federal de Pernambuco, com alunos dos cursos da área     de saúde, sobre prevalência de TMC e utilizando-se do SRQ-20 obteve como     resultado uma taxa de TMC de 34.1% entre os participantes, sem, contudo,     considerar os cursos separadamente, como no presente estudo (Facundes &amp; Ludemir, 2005).</p>     <p>O presente estudo também mostra que quando verificada a frequência       de estudantes ativos e inativos dos cursos da área da saúde, o curso de Farm&aacute;cia obteve os melhores       resultados, sendo 68.4% estudantes ativos e 31.6% estudantes inativos. O curso       de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica teve como resultado 65.8% ativos e 34.2% inativos; Nutri&ccedil;&atilde;o       teve 55.9% ativos e 44.1% inativos; Biologia teve 53.1% ativos e 46.9% inativos;       Odontologia teve 45.2% ativos e 54.8% inativos; Enfermagem teve 41.7% ativos e 58.3% inativos.</p>     <p>Os resultados encontrados no curso de Farmácia mostraram que os universitários    apresentaram um maior nível de atividade física; no entanto, também apresentou    a maior prevalência de TMC. Uma possível explicação para esses achados é que    alguns desses estudantes podem estar realizando AF em excesso, em locais e horários    inadequados, e isso pode estar contribuindo negativamente com a alta predisposição    desses universitários ao desenvolvimento de TMC, visto que a atividade física    é benéfica desde que seja realizada na frequência, na intensidade e na quantidade    necessária ao bom funcionamento do organismo (Scully, Kremer, Meade, Grahan,    &amp; Dudgeon, 1998), refletindo em pontos positivos para a boa saúde mental.</p>     <p>Dentre os resultados de prevalência de TMC o menor     encontrado foi no curso de Nutrição, sendo que possível hipótese para o     resultado encontrado é que os universitários do curso estão conseguindo um     equilíbrio fundamental entre suas atividades do quotidiano, que inclui os     estudos e outras tarefas diárias, e a prática adequada e regular de atividade física.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os estudantes concluintes (2 últimos períodos) dos cursos     apresentaram maior inatividade (58.5%), já os iniciantes apresentaram 44.7%, com     associação significativa (OR= 0.575, IC95%: 0.337&#8722;0.980). Resultados parecidos     foram encontrados em outros estudos (Bray &amp; Born, 2004; Silva et al., 2007)     respetivamente no Canadá e no Brasil, que identificaram a presença de     estudantes mais ativos no início do curso que no término. Uma possível     explicação seria que no início da vida académica os estudantes tentam     equilibrar a vida de estudante com a vida pessoal e ao se aproximar do término     do curso eles tendem a reduzir seu NAF devido à redução de horas e/ou dias disponíveis     (devido a estágio, entrega de trabalho de conclusão de curso e ofertas de     emprego), que pode influenciar inicialmente na frequência e na intensidade da     prática de atividade físi­ca e posteriormente na ausência dela (Silva et al.,     2007). Logo estar no período inicial é um fator de proteção para ser considerado ativo.</p>     <p>Neste estudo a prevalência de TMC foi maior no sexo feminino     (47.6%) comparativamente com o masculino (34.7%), no entanto sem uma diferença     estatisticamente significativa (<i>p</i>= 0.085).     Resultados parecidos foram encontrados no estudo de Lima et al. (2006),     realizado na cidade de Botucatu – São Paulo, onde verificaram a prevalência de     TMC em estudantes de Medicina, obtendo como resultado uma prevalência de 47.6%     entre as mulheres e 39.7% entre os homens. Outros estudos realizados em Pernambuco     com cursos da área de saúde (Facundes &amp; Ludemir, 2005) e realizado em uma     universidade da Bahia (Almeida et al., 2007) comprovam o resultado encontrado na população de universitários. </p>     <p>As características sociodemográficas foram apresentadas para     caracterizar a amostra, além de terem sido utilizadas na realização das associações     com o objetivo da pesquisa. Não houve associação estatisticamente significativa     entre as condições sociodemográficas, o NAF e a SM dos universitários. A     possível explicação é que devido o grupo de estudantes serem homogéneos em suas     características sociodemográficas e económicas, as pequenas diferenças perderam     sua importância; isso também aconteceu no estudo de Fiorotti et al. (2010) que     verificavam TMC em estudantes de Medicina e no estudo de Lima et al. (2006) que     verificaram a prevalência de fatores de risco para a saúde mental de estudantes de Medicina.</p>     <p>No entanto a variável de situação laboral apresentou uma     tendência, quando considerada na associação aos níveis de atividade física, os     estudantes que trabalham foram identificados como mais ativos (59.7%), já os     universitários que não trabalhavam (44.9%) foram indicados como ativos. Isso     pode ter acontecido devido à prática de atividade física realizada muitas vezes     na própria função laboral que acaba por favorecer a prática regular de atividade     física de universitários que trabalham. O resultado encontrado indicou uma     tendência, talvez se o número da amostra fosse maior ou se abrangesse uma     quantidade de indivíduos mais velhos o resultado encontrado pudesse ser significativo.</p>     <p>A categorização dos níveis de AF pode ter sido uma limitação     dos instrumentos do estudo, talvez por não deixar explicito os dados     encontrados com a aplicação do IPAQ e sua classificação antes da categorização,     o que impede o conhecimento dos dados agrupados e da distribuição exata em cada     uma delas (Guedes et al., 2006; Rodrigues et al., 2008). Deve ser considerado     ainda que a equivalência das variáveis investigadas possa variar em função da percentagem da amostra (Hallal et al., 2005).</p> </font></font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><font size="3"><b>CONCLUSÕES</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>No presente estudo foi encontrada associação significativa     entre os níveis de atividade física e saúde mental dos estudantes universitários     dos cursos de saúde da UFAL, onde os estudantes classificados como inativos     apresentaram três vezes mais possibilidades de desenvolver transtorno mental     comum que os estudantes universitários ativos. Esse resultado contribui como     evidência que o período de graduação pode ser uma fase de risco para os universitários,     seja devido aos diversos estressores, à ausência de hábitos saudáveis, e à pouca e/ou inadequada prática de AF durante esse período.</p>     <p>Logo é de fundamental importância para a saúde dessa     população que sejam elaboradas estratégias de prevenção e intervenção voltadas     para esse grupo populacional, sobretudo considerando programas de atividade física como propostas para esse grupo na universidade.</p>     <p>Futuras pesquisas podem contribuir para uma melhor     compreensão dos fatores de risco e seus efeitos no desenvolvimento de TMC e sua     relação com o nível de atividade física em diferentes cursos universitários,     visto que cada curso apresenta características próprias e, no entanto,     compartilham de condições comuns que podem comprometer a saúde e prática de hábitos saudáveis dos estudantes durante a sua formação académica.</p> </font></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">    <!-- ref --><p>Almeida, A.M., Godinho, T.M., Bitencourt,     A.G., Teles, M.S., Silva, A.S., Fonseca, D.C., ... Oliveira, I.R. (2007). Common mental disorders among medical students. <i>Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 56</i>(4), 245-251. doi: 10.1590/S0047-20852007000400002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201400010000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Alves, V.V., Borges, K.C.S., Ribeiro, L.F.P.,     Gadelha, R.S., &amp; Santos, S.C. (2010). Concordância entre critérios de     categorização do nível de atividade física a partir do questionário     internacional de atividade física. <i>Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, 15</i>(2),111-114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201400010000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Amaral, G.F., Gomide, L.M.P., Batista, M.P.,     Píccolo, P.P., Teles, T.B.G., Oliveira, P.M., &amp; Pereira, M.A.D. (2008).     Sintomas depressivos em acadêmicos de medicina da Universidade Federal de     Goiás: Um estudo de prevalência. <i>Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul, 30</i>(2), 124-130. doi: 10.1590/S0101-81082008000300008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201400010000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Araújo, T.M., Pinho, O.S., &amp; Almeida,     M.M.G. (2005). Prevalência de transtornos mentais comuns em mulheres e sua     relação com as características sócio-demográficas e o trabalho doméstico. <i>Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 5</i>(3), 337-348. doi: 10.1590/S1519-38292005000300010&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201400010000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa     (ABEP) (2003). <i>Critério de Classificação Econômica Brasil</i>. <a href="http://www.marketanalysis.com.br/arquivos-download/biblioteca/cceb-1.pdf" target="_blank">http://www.marketanalysis.com.br/arquivos-download/biblioteca/cceb-1.pdf</a> (Acesso em 10 de agosto de 2012).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201400010000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Baldisserotto, C.M., Filho, E.S., Nedel, F.,   &amp; Sakae, T.M. (2005). Problemas psiquiátricos menores e indicadores do uso     problemático do álcool entre os estudantes de medicina da Universidade do Sul     de Santa Catarina–UNISUL. <i>Arquivo Catarinense de Medicina, 34</i>(4), 73-78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201400010000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ballone, G.J. (2008). <i>O que são transtornos mentais. </i>– In Psiqweb. <a href="http://www.psiqweb.med.br" target="_blank">http://www.psiqweb.med.br</a> (Acesso em 11 de agosto de 2012).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201400010000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bray, S.R., &amp; Born, H.A. (2004). Transition to university and     vigorous physical activity: Implications for health and psychological well-being. <i>The Journal of American College Health, 52</i>(4), 181-188. doi: 10.3200/JACH.52.4.181-188&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201400010000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Calais, S.L, Carrara, K., Brum, M.M., Batista, K., Yamada, J.K., &amp; Oliveira,     J.R. (2007). Stresse entre calouros e veteranos de jornalismo. <i>Revista Estudos de Psicologia, 24</i>(1), 69-77. doi: 10.1590/S0103-166X2007000100008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201400010000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Calfas, K.J., &amp; Taylor, W.C. (1994). Effects of physical activity on psychological variables in adolescents. <i>Pediatric Exercise Science, 6</i>, 406-423.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201400010000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Cavestro, J.M., &amp; Rocha, F.L. (2006). Prevalência de depressão entre estudantes universitários. <i>Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 55</i>(4), 264-267.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201400010000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cid, L., Silva, C., &amp; Alves, J. (2007). Atividade     física e bem-estar psicológico: Perfil dos participantes no programa de exercício e saúde de Rio Maior. <i>Motricidade, 3</i>(2), 47-55. doi: 10.6063/motricidade.3(2).674&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201400010000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Demont-Heinrich, C. (2009). The associations between physical activity, mental health and quality of life: A population-based study. <i>Colorado Health Watch, 71</i>, 1-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201400010000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Facundes, V.L.D., &amp; Ludemir, A.B. (2005). Common mental disorders     among health care  students. <i>Revista Brasileira de Psiquiatria, 27</i>(3), 194-200. doi: 10.1590/S1516-44462005000300007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201400010000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Faulkner, G., &amp; Taylor, A.H. (2005). <i>Exercise health and mental health: Emerging relationships</i>. London, UK: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201400010000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fiorotti, K.P., Rossoni, R.R., Borges, L.H.,   &amp; Miranda, A.E. (2010). Transtornos mentais comuns entre os estudantes do curso de medicina: Prevalência e fatores associados. <i>Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 59</i>(1), 19-23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201400010000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fontes, A.C.D., &amp; Vianna, R.P.T. (2009).     Prevalência e fatores associados ao baixo nível de atividade física entre     estudantes universitários de uma universidade pública da região Nordeste – Brasil. <i>Revista Brasileira de Epidemiologia, 12</i>(1), 20-29. doi: 10.1590/S1415-790X2009000100003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201400010000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Guedes, D.P., Santos, C.A., &amp; Lopes, C.C.     (2006). Estágios de mudança de comportamento e prática habitual de atividade     física em universitários. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, 8</i>(4), 5-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201400010000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Hallal, P.C., Matsudo, S.M., Matsudo, V.K.R.,     Araújo, T.M., Andrade, D.R., &amp; Bertoldi, A.D. (2005). Physical activity in adults from two Brazilian     areas: Similarities and differences. <i>Cadernos de Saúde Pública, 21</i>(2), 573-580. doi: 10.1590/S0102-311X2005000200024&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201400010000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lawlor, D.A., &amp; Hopker, S.W. (2001). The effectiveness of exercise as an     intervention in the management of depression: Systematic review and meta-regression     analysis of randomized controlled trials. <i>British Medical Journal, 322</i>, 763-767. doi: 10.1136/bmj.322.7289.763&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201400010000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lima, M.C.P., Domingues, M.S., &amp;   Cerqueira, A.T. (2006). Prevalência e fatores de risco para transtornos mentais     comuns entre estudantes de medicina. <i>Revista de Saúde Pública, 40</i>(6), 1035-1041. doi: 10.1590/S0034-89102006000700011&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201400010000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lino, M.A. (1997). Saúde Mental e Doença     Mental – Classificação das Doenças Mentais (CID-10) In M.B. Teixeira, I.M. Mello,     L.H. Grando, &amp; D.P. Fraiman (Eds.), <i>Psiquiatria - Manual de Enfermagem</i>. São Paulo: Atheneu.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201400010000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ludemir, A.B., &amp; Filho, D.A.M. (2002).     Condições de vida e estrutura ocupacional associados a transtornos mentais     comuns. <i>Revista de Saúde Pública, 36</i>(2), 213-121. doi: 10.1590/S0034-89102002000200014&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201400010000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marcodelli, P., Costa, T., &amp; Schmitz, B.A.     (2008). Nível de atividade física e hábitos alimentares de Universitários do 3º   ao 5º semestre da área de saúde. <i>Revista de Nutrição, 21</i>(1), 39-47. doi: 10.1590/S1415-52732008000100005&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201400010000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mari, J.J., &amp; Williams, P. (1986). A validity study of a psychiatric     screening questionnaire (SRQ-20) in primary care in the city of São Paulo. <i>The British Journal of Psychiatry, 148</i>, 23-26. doi: 10.1192/bjp.148.1.23&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201400010000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Matsudo, S., Araújo, T., Matsudo, V., Andrade, D., Andrade, E.,     Oliveira, L., &amp; Braggion, G. (2001). Questionário Internacional de     Atividade Física (IPAQ): Estudo de validade e reprodutibilidade no Brasil. <i>Revista Brasileira de Atividade Física &amp; Saúde, 6</i>(2), 5-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201400010000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Nahas, M.V., &amp; Fonseca, S.A. (2004). <i>Estilo de vida e hábitos de lazer dos trabalhadores da indústria catarinense (1999-2004)</i>. Florianópolis: SESI.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201400010000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Polydoro, S.A.J., Primi, R., Serpa, M.N.F.,     Zaroni, M.M.H., &amp; Pombal, K.C.P. (2001). Desenvolvimento de uma escala de     integração ao ensino superior. <i>Psico-USF, 6</i>(1), 11-17. doi: 10.1590/S1413-82712001000100003 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201400010000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rodrigues, E.S., Cheik, N.C., &amp; Mayer,     A.F. (2008). Nível de atividade física e tabagismo em universitários. <i>Revista de Saúde Pública, 42</i>(4), 672-678. doi: 10.1590/S0034-89102008000400013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201400010000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Roeder, M.A. (1999). Benefícios da atividade     física em pessoas com transtorno mental. <i>Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde, 4</i>(2), 62-76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201400010000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sakae, T.M., Padão, D.L., &amp; Jordana, L.K.     (2010). Sintomas depressivos em estudantes da área da saúde em uma universidade     no sul de Santa Catarina - UNISUL. <i>Revista da Associação Médica do Rio Grande do Sul, 54</i>(1), 38-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201400010000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Scully, D., Kremer, J., Meade, M.M., Grahan,     R., &amp; Dudgeon, K. (1998). Exercise and psychological well being: A critical review. <i>British Journal of Sports Medicine, 32</i>, 111-120. doi: 10.1136/bjsm.32.2.111&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201400010000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, G.S.F., Bergamaschine, R., Rosa, M.,     Melo, C., Miranda, R., &amp; Bara Filho, M. (2007). Avaliação do nível de     atividade física de estudantes de graduação da área de saúde/biológica. <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 13</i>(1), 32-35. doi: 10.1590/S1517-86922007000100009&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201400010000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, R.S., Silva, I., Silova, R.A., Souza,     L., &amp; Tomazi, E. (2010). Atividade física e qualidade de vida. <i>Revista Ciência &amp; Saúde Coletiva, 15</i>(1), 115-120. doi: 10.1590/S1413-81232010000100017&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201400010000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Souza, T.F., Santos, S.F.S., &amp; José,     H.P.M. (2010). Práticas de atividade física no lazer e barreiras percebidas     dessa prática em acadêmicos de um curso de educação física no nordeste do     Brasil. <i>Revista Pensar a Prática, 13</i>(1), 1-15.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201400010000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tondo, J., Silva, T., &amp; Roth, M. (2011).     Barreiras percebidas e nível de atividade física de universitários residentes na casa do estudante da Universidade Federal do Sul do Brasil. <i>Lecturas: Efdeportes.Com, 15</i>(153).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201400010000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p> </font></font>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Os autores agradecem &agrave;s coordena&ccedil;&otilde;es dos cursos de gradua&ccedil;&atilde;o da UFAL pelas informa&ccedil;&otilde;es e acesso dos pesquisadores no local.<b>    <br> Conflito de Interesses:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Nada a declarar.    <br> <b>Financiamento:</b></font>    <br> <font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 02.02.2013; Aceite 01.05.2013 </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i> Autor correspondente</i>:   Universidade do Estado da Bahia, Departamento de Ci&ecirc;ncias Humanas, Campus IV, Avenida J.J. Seabra, 158, Esta&ccedil;&atilde;o, CEP: 44700-000 Jacobina - BA, Brasil; <i>E-mail</i>: <a href="mailto:jorgelcneto@hotmail.com">jorgelcneto@hotmail.com</a></font></p>     <p></p>      ]]></body><back>
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