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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Validação e desenvolvimento de um sistema de observação da comunicação cinésica do instrutor de fitness]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to develop and validate an observational system for the kinesics communication of the fitness instructor, as well as conduct a pilot study. The development and validation process of the observation system was done in five sequential phases. At the end of this process, it was obtained the validity and reliability of 5 coding dimensions and 21 categories of instructor kinesics behavior, creating the final version of the observational system. Thereafter, the observational system was used in a pilot study conducted in a sample of 12 fitness instructors from four different group exercise classes. Data suggested that instructor´s kinesics behavior could be feasibly coded with the observational system. It was conducted a comparison of his interventions across several activities, although with a small sample size.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Validação e desenvolvimento de um sistema de observação   da comunicação cinésica do instrutor de <i>fitness</i></b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Validation and   development of an observational system for the kinesics communication of the   fitness instructor</font></b></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Susana Mendes Alves<sup>1, 2, 3, <a href="#end">*</a><a name="topo"></a></sup>; José   Fernandes Rodrigues<sup>1, 2</sup>; Marta Castañer Balcells<sup>5</sup>; Oleguer Camerino Foguet<sup>5</sup>; Pedro Jorge Sequeira<sup>1, 2</sup>; Luís Alberto Carvalhinho<sup>1, 2</sup>; Vera Alexandra Simões<sup>1, 2, 3</sup>; Susana Alves Franco<sup>1, 4</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana"><sup><font size="2">1</font></sup> <font size="2">Escola   Superior de Desporto de Rio Maior (ESDRM), Rio Maior, Portugal    <br>   <sup>2</sup> Centro de Investigação em Qualidade de Vida     (CIEQV), Santarém, Portugal    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>3</sup> Centro de     Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD), Vila Real,     Portugal    <br>   <sup>4</sup> Centro de Estudos em Educação, Tecnologia e     Saúde (CI&amp;DETS), Viseu, Portugal    <br>   <sup>5</sup> Grup de Recerca en Metodologia Observacional     en l'activitat Física i Esportiva; Institut Nacional d’Educació Física de   Catalunya (INEFC) – Universitat de Lleida, Espanha</font></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo foi realizado com o propósito de   desenvolver e validar o sistema de observação da comunicação cinésica do   instrutor de <i>fitness</i>, assim como   realizar uma aplicação piloto do mesmo. No processo de desenvolvimento e   validação do novo sistema de observação foram consideradas cinco fases sequenciais.   No final deste processo foi estabelecida a validade e fiabilidade de 5   dimensões e 21 categorias de comportamento cinésico dos instrutores, criando-se   a versão final deste sistema de observação. Esta versão do sistema de   observação foi aplicada num estudo piloto a uma amostra de 12 instrutores de quatro   atividades de grupo distintas. Os resultados indicam que o comportamento   proxémico dos instrutores pode ser codificado com recurso ao sistema de   observação da comunicação cinésica do instrutor de <i>fitness</i>, tendo sido realizada uma análise comparativa acerca da sua   intervenção nas diversas atividades, ainda que com uma amostra reduzida.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>comportamento, comunicação não-verbal, exercício, aptidão física</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   aim of this study was to develop and validate an observational system for the   kinesics communication of the fitness instructor, as well as conduct a pilot   study. The development and validation process of the observation system was   done in five sequential phases. At the end of this process, it was obtained the   validity and reliability of 5 coding dimensions and 21 categories of instructor   kinesics behavior, creating the final version of the observational system.   Thereafter, the observational system was used in a pilot study conducted in a   sample of 12 fitness instructors from four different group exercise classes.   Data suggested that instructor´s kinesics behavior could be feasibly coded with   the observational system. It was conducted a comparison of his interventions   across several activities, although with a small sample size.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>behavior, nonverbal communication, exercise,   physical fitness</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">A comunicação não-verbal, enquanto “<i>todos os aspetos da comunicação que vão para além das palavras ditas ou       escritas</i>” (Knapp &amp; Hall, 2010, p. 32), assume uma grande relevância no   âmbito do processo comunicativo, já que os indivíduos tendem a julgar a       qualidade da comunicação essencialmente através dos sinais não-verbais     (Mehrabian, 1981). </font></p>       <p><font size="2">Esta importância tem sido corroborada nalguns estudos       realizados recentemente no âmbito da comunicação cinésica (i.e. movimentos       corporais), no que diz respeito à utilização de gestos com e sem intenção       comunicativa (Castañer, Camerino, Anguera, &amp; Jonsson, 2010, 2011; Castañer,       Franco, Rodrigues, &amp; Miguel, 2012). Entenda-se gestos como os movimentos realizados       essencialmente com os braços e mãos, conforme operacionalizado em diferentes     estudos (Cartmill, Goldin-Meadow, &amp; Beilock, 2012).</font></p>       <p><font size="2">A comunicação cinésica assume uma importância acrescida no       contexto das aulas de grupo de <i>fitness</i> já que os instrutores estão grande parte do tempo em comunicação (Franco,       Rodrigues, &amp; Balcells, 2008) em condições onde a comunicação verbal está   limitada pela utilização de música com volume elevado a acompanhar a realização       dos exercícios (Mirbod et al., 1994). Nestas condições, as principais       instruções são muitas vezes substituídas ou ilustradas através de um código       gestual universal e/ou previamente estabelecido, permitindo assim uma maior       rapidez e clareza na comunicação. Esta componente cinésica ocorre, por exemplo,       quando um instrutor informa os praticantes sobre a necessidade de realizarem um   “<i>pivot</i>” apontando o dedo indicador       para cima e girando, ilustrando dessa forma o movimento a realizar. Este gesto       sugere um determinado pensamento que muitas vezes não é possível ser expresso       por palavras, tendo dessa forma um impacto nas aprendizagens (Goldin-Meadow,     2004).</font></p>       <p><font size="2">Considerando que o perfil de intervenção de um instrutor de <i>fitness</i> se pode analisar em função dos       comportamentos observados, a existência de um instrumento de observação que       possa ser aplicado para a análise da comunicação cinésica dos instrutores de <i>fitness</i> poderá permitir esta avaliação       com recurso à metodologia observacional, a qual, como referem Camerino,       Castañer e Anguera (2012), combina a abordagem qualitativa e quantitativa do       comportamento. No contexto desportivo, a metodologia observacional corresponde       a um conjunto de procedimentos científicos que se encontram estruturados e que       permitem o registo formal e análise de comportamentos e ações motoras em       contexto natural, sendo muitas vezes a melhor estratégia, senão mesmo a única       possível (Anguera, 2009). A importância da metodologia observacional no contexto       do desporto é enorme, imprimindo objetividade, precisão e rigor metodológico,       sendo que a sua aplicação neste contexto é ainda marginal, existindo por isso       uma grande margem para o desenvolvimento de investigações futuras (Leitão &amp;   Campaniço, 2009). No que diz respeito ao contexto do <i>fitness</i>, por exemplo, os sistemas de observação desenvolvidos até   ao momento centram-se essencialmente na quantificação das funções mais gerais       de ensino de conteúdos, de que são exemplo os estudos que caraterizaram o       comportamento do instrutor de <i>fitness</i> (Franco et al., 2008) e que analisam os seus feedbacks (Simões, Franco, &amp;   Rodrigues, 2009).</font></p>       <p><font size="2">Tendo em conta esta realidade, este estudo objetivou o       desenvolvimento e validação de um sistema de observação para a análise da comunicação       cinésica dos instrutores de atividades de grupo de <i>fitness</i> (SOCIN-Fitness) e a realização de uma aplicação piloto     deste sistema por forma a dar suporte à sua validade.</font></p>     </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><font size="3"><b>MÉTODO</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Nesta seção serão consideradas, separadamente, as opções metodológicas associados ao desenvolvimento do sistema de observação SOCIN-<i>Fitness</i> e ao estudo piloto.</p> <b>Participantes</b>     <p>No processo de desenvolvimento e validação do sistema de observação, para além do observador-investigador,     participaram dois observadores no teste da fiabilidade inter-observadores,     ambos com mais de 10 anos de experiência de lecionação de atividades de grupo     de <i>fitness</i>, ligados à formação     superior de instrutores e com investigações desenvolvidas no âmbito da     observação do comportamento na área do <i>fitness</i>,     tendo-se codificado três aulas de <i>fitness</i>.     A validade facial foi realizada por dois painéis de especialistas independentes,     um primeiro composto por três docentes do ensino superior com o doutoramento     realizado na área da observação e um segundo constituído por três especialistas     em atividades de grupo de <i>fitness</i>,     com mais de 10 anos de experiência e ligados à formação superior de instrutores. </p>     <p>Participaram no estudo piloto doze instrutores de <i>fitness</i>, ou seja três instrutores por     cada uma das atividades de <i>Step</i>, Localizada, <i>Indoor Cycling</i> e Hidroginástica. A     seleção destas quatro atividades teve a ver com a sua natureza distinta, já que     se pretendia validar o SOCIN-<i>Fitness</i> para o contexto das atividades de grupo. As aulas de <i>Step</i> analisadas caraterizaram-se por terem uma natureza mais     coreografada, ao passo que as restantes três atividades tinha uma natureza mais     atlética, as quais por sua vez se diferenciavam pelo recurso à utilização de     halteres e outros materiais de resistência, como o caso da atividade de     Localizada, da bicicleta estacionária na atividade de <i>Indoor Cycling</i>, ou de serem realizadas em meio aquático como a     atividade de Hidroginástica, onde também são utilizados materiais de flutuação e de aumento da resistência na água (Francis &amp; Seibert, 2000).</p>     <p>Com o objetivo de controlar algumas variáveis exteriores à   investigação e que poderiam influenciar os resultados, foram definidos os     seguintes critérios de seleção dos instrutores: i) serem do género feminino, já   que o género dos sujeitos poderia influenciar a comunicação cinésica dos     instrutores (Kennedy &amp; Camden, 1983); ii) serem licenciados em desporto na   área da Condição Física, uma vez que alguns estudos apontam para o facto de a     formação inicial poder influenciar a atuação profissional dos treinadores/professores     (Malek, Nalbone, Berger, &amp; Coburn, 2002); iii) terem pelo menos cinco anos     de experiência como instrutor de <i>fitness</i>,     na lecionação da respetiva atividade, de forma a uniformizar a experiência dos     instrutores considerando a taxonomia definida por Berliner (1994). Os     instrutores tinham idades compreendidas entre os 24 e os 48 anos (<i>M</i>= 31.50, <i>DP</i>= 6.14), uma experiência profissional como instrutor de <i>fitness</i> de 6 a 26 anos (<i>M</i>= 9.83, <i>DP</i>= 5.52) e uma experiência na lecionação da atividade de 5 a 17 anos (<i>M</i>= 8.25, <i>DP</i>= 3.75).</p>     <p>As 12 aulas de atividades de grupo observadas foram todas     constituídas por aquecimento, parte fundamental e retorno à calma, tendo uma     duração média de 47 minutos (<i>DP</i>= 45     seg.). No toral foram registados 2904 comportamentos cinésicos, referentes a     gestos com intenção comunicativa (<i>n</i>= 2744, 94.5%) e gestos sem intenção comunicativa (<i>n</i>= 160, 5.5%).</p> <b>Procedimentos</b>     <p>Processo de desenvolvimento e validação do SOCIN-Fitness</p>     <p>Para o desenvolvimento e validação do SOCIN-<i>Fitness</i> partiu-se do Sistema de Observação     da Comunicação Cinésica (SOCIN), desenvolvido para o contexto do ensino da educação     física (Castañer et al., 2010, 2011) composto por 4 dimensões e 16 categorias.     Neste processo, recorreu-se à metodologia de Brewer e Jones (2002) composta por     cinco fases. Inicialmente, após o treino inicial do observador de acordo com a     metodologia proposta por Mars (1989), foram testadas as fiabilidades     inter-observadores (dois observadores efetuaram a visualização de um vídeo separadamente)     e intra-observador (o observador-investigador visionou o mesmo vídeo em duas     ocasiões com intervalo de uma semana), para assegurar o conhecimento na íntegra     do sistema de observação da comunicação cinésica (SOCIN) original (fase 1).     Seguidamente, o sistema original SOCIN foi aplicado a diferentes atividades de     grupo de <i>fitness</i>, com o objetivo de     aperfeiçoar o sistema de observação para o contexto das aulas de grupo de <i>fitness</i> (fase 2). Após a produção de uma     versão do SOCIN-<i>Fitness</i>, foi     realizada a validação facial da versão do sistema de observação SOCIN-<i>Fitness</i> por especialistas (fase 3).     Posteriormente foi testada a fiabilidade inter-observadores relativamente ao     novo sistema de observação para garantir a sua objetividade. Para tal, dois     observadores treinados de acordo com a metodologia de Mars (1989), efetuaram a     visualização de um vídeo separadamente, de forma a não existir acesso aos     registos de ambos (fase 4). Por fim, foi testada a fiabilidade intra-observador     para verificar a estabilidade temporal do novo sistema de observação, através     da técnica de teste-reteste. Assim sendo, o observador-investigador visionou o     mesmo vídeo em duas ocasiões distintas, distando as observações uma semana (7 dias), como proposto por Mars (1989) (fase 5).</p>     <p>Estudo piloto</p>     <p>A recolha dos dados foi efetuada mediante um pedido prévio     de autorização ao responsável do ginásio, bem como aos instrutores e praticantes     envolvidos. Todos os procedimentos adotados foram aprovados pelo comité de   ética e conselho técnico-científico da instituição envolvida com o parecer n.º 12/2012,     cumprindo todas as recomendações éticas definidas por Harriss e Atkinson (2009,     2011), garantindo a proteção dos participantes. As gravações dos vídeos (i.e.     imagem e som) foram realizadas com recurso a uma câmara digital, sendo o seu     conteúdo posteriormente transferido para o disco rígido de um computador. Para     o visionamento e registo das ocorrências foi utilizado o programa informático     LINCE (Gabín, Camerino, Castañer, &amp; Anguera, 2012). Para a análise da     comunicação cinésica dos instrutores foi utilizado o novo Sistema de Observação     da Comunicação Cinésica do Instrutor de <i>Fitness</i> (SOCIN-<i>Fitness</i>), tendo-se efetuado o     registo do comportamento, sempre que o instrutor se dirigiu ao(s) praticante(s)     com o intuito de comunicar de forma não-verbal, através da realização de gestos     com e sem intenção comunicativa. Os dados foram em seguida transportados para o     programa informático SPSS – <i>Statistical     Package for Social Sciences</i>, versão 20, para a realização dos cálculos estatísticos efetuados.</p> <b>Análise Estatística</b>     <p>Para testar as fiabilidades inter-obser-vadores e     intra-observador foi calculado o índice de concordância Kappa de Cohen (Cohen, 1960) para cada categoria de análise em ambos os testes.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No estudo piloto, foram calculadas as medidas de tendência     central (i.e., média) e medidas de dispersão (i.e., desvio-padrão; valor mínimo     e máximo) para cada atividade, tendo em conta a percentagem de ocorrências     verificada nas categorias do SOCIN-<i>Fitness</i>.     Considerando que a aplicação prévia do teste de Shapiro-Wilk indicou que as     variáveis dependentes não possuíam uma distribuição normal, as diferenças entre     as médias obtidas para cada atividade foram analisadas com recurso ao teste     estatístico não paramétrico de Kruskal Wallis, apropriado para comparações     entre três ou mais amostras independentes (Maroco, 2010). Para identificar     entre que atividades ocorreram as diferenças significativas apontadas no teste     Kruskal Wallis, foi utilizado o teste <i>post     hoc</i> não paramétrico de Dunn, o qual aplica a correção de Bonferroni ao     nível de significância utilizado nas comparações múltiplas entre pares de médias (Maroco, 2010).</p> </font></font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><font size="3"><b>RESULTADOS</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>No que diz respeito ao processo de desenvolvimento e     validação do SOCIN-<i>Fitness</i>, verificou-se     que, na fase 1, o teste de fiabilidade inter-observadores indicou valores de     Kappa que variaram entre 0.804 na categoria “Batuta” e 0.965 na categoria &quot;Manipulação     de Material&quot;. Por seu turno, no teste de fiabilidade intra-observador os     valores variaram entre 0.794 na categoria “Demonstração” e 0.967 na categoria   “Observação”. Durante as fases 2 e 3 foram realizadas algumas adaptações e introduzidas     novas categorias, passando o novo sistema a denominar-se de SOCIN-<i>Fitness</i>. Na fase 4 foi testada a     fiabilidade inter-observadores do SOCIN-<i>Fitness</i>,     tendo-se obtido valores de Kappa que variaram entre 0.774 na categoria “Batuta”   e 0.947 na categoria “Com exercício”. Da mesma forma, na fase 5 foi testada a     fiabilidade intra-observador do SOCIN-<i>Fitness</i>,     obtendo-se valores de Kappa que variaram entre 0.752 na categoria “Rítmico” e 0.950 na categoria “Social” (<a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a08t1.jpg">Tabela 1</a>).</p>     
<p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a08t2.jpg">Tabela 2</a> é apresentada a versão final do Sistema de     Observação da Comunicação Cinésica do Instrutor de <i>Fitness</i>, o qual é composto por 5 dimensões de análise e 21 categorias. </p>     
<p>No que se refere ao estudo piloto, a atividade onde os instrutores realizaram um maior número de gestos por minuto foi a de <i>Step</i> (<i>M</i>= 7.36, <i>DP</i>= 1.82), seguida pelas atividades de <i>Indoor Cycling</i> (<i>M</i>= 4.92, <i>DP</i>= 1.45), Hidroginástica (<i>M</i>= 4.73, <i>DP</i>= 1.69) e por fim a de Localizada (<i>M</i>= 3.68, <i>DP</i>= 1.72).</p>     <p>Relativamente aos gestos com intenção comunicativa,     verificou-se que tiveram maioritariamente a função de regular o comportamento     dos praticantes, principalmente através da morfologia deítica (i.e., apontar     para algo) e cinetográfica (i.e., imitando uma ação), na situação de informação     aos praticantes durante a realização de exercício. No que se refere aos gestos     sem intenção comunicativa constatou-se que os adaptadores realizados pelos     instrutores foram maioritariamente do tipo auto-adaptador e objetual. Apenas na     atividade de Hidrogin&aacute;stica se registaram hetero-adaptores, sendo que n&atilde;o se verificou a ocorr&ecirc;ncia de     nenhum gesto multi-adaptador (<a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a08t3.jpg">Tabela     3</a>). Atrav&eacute;s do teste estat&iacute;stico de Kruskal-Wallis verificou-se a exist&ecirc;ncia de     diferen&ccedil;as significativas (<i>p</i>&lt; 0.05) nas categorias &ldquo;Ilustrador&rdquo;, &ldquo;Informa&ccedil;&atilde;o&rdquo;,&nbsp; &ldquo;Feedback&rdquo;, &ldquo;Organiza&ccedil;&atilde;o&rdquo;, &ldquo;Com exerc&iacute;cio&rdquo; e &ldquo;Sem exerc&iacute;cio&rdquo;. </p>     
<p>As atividades onde ocorreram diferenças foram assinaladas na     tabela de resultados e são seguidamente apresentadas por cada categoria: i)     Categoria “Emblema Técnico” – os instrutores de <i>Step </i>utilizaram significativamente mais emblemas técnico     comparativamente aos instrutores de Localizada (<i>p</i>= 0.047), <i>Indoor Cycling</i> (<i>p</i>= 0.022) e Hidroginástica (<i>p</i>= 0 0.023), os quais não se diferenciaram     significativamente entre si; ii) Categoria “Informação” – os instrutores de <i>Step </i>realizaram significativamente mais     gestos na situação de informação comparativamente aos instrutores de Hidroginástica     (<i>p</i>= 0.002); iii) Categoria “Feedback”   – os instrutores de Hidroginástica realizam significativamente mais gestos com     a função pedagógica de dar feedback, comparativamente aos instrutores de <i>Step</i> (<i>p</i>= 0.001), Localizada (<i>p</i>=     0.022) e <i>Indoor Cycling</i> (<i>p</i>= 0.017), sendo que os instrutores de <i>Step</i> diferenciaram-se ainda por     realizarem significativamente menos gestos com esta função comparativamente aos     instrutores de Localizada (<i>p</i>= 0.050),     e <i>Indoor Cycling</i> (<i>p</i>= 0.028); iv) Categoria “Organização” -     os instrutores de Localizada e Hidroginástica não se diferenciaram entre si e     realizaram significativamente mais gestos para gerir materiais ou organizar os     praticantes no espaço, comparativamente aos instrutores de <i>Step</i> (<i>p</i>= 0.010, <i>p</i>= 0.021), e <i>Indoor Cycling</i> (<i>p</i>= 0.34, <i>p</i>= 0.027),     os quais não se diferenciaram significativamente entre si; v) Dimensão “Exercício”   – os instrutores de Hidroginástica participaram significativamente menos nos     exercícios quando realizaram os gestos, comparativamente aos instrutores de <i>Step</i> (<i>p</i>= 0.001), Localizada (<i>p</i>=     0.022) e <i>Indoor Cycling</i> (<i>p</i>= 0.001), os quais não se diferenciaram significativamente entre si.      <p> </font></font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font> <font face="Verdana"><font size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O presente estudo objetivou o desenvolvimento e validação de     um sistema de observação para a análise da comunicação cinésica de instrutores <i>fitness</i>. De acordo com Anguera (2009) o     desenvolvimento de um instrumento <i>ad hoc</i> deve ter a finalidade de estar totalmente adaptado à conduta e ao contexto onde     se aplica. As adaptações realizadas ao SOCIN ao longo da fase 2 e 3, bem como     os valores de fiabilidade inter-observadores e intra-observador obtidos nas     fases 4 e 5, sugerem que as dimensões e categorias que compõem o SOCIN-<i>Fitness</i> são válidas para a análise do     comportamento de comunicação cinésica dos instrutores de <i>fitness</i> no contexto das atividades de grupo. Este sistema é uma     combinação dos sistemas de categorias com os formatos de campo, o que permite     que se beneficie das vantagens de ambos, por um lado, e se neutralize os seus     inconvenientes, por outro (Campaniço, Leitão, Jonsson, Sarmento, &amp; Anguera, 2011).</p>     <p>A versão desenvolvida e validada do SOCIN-<i>Fitness</i> foi posteriormente aplicada a 12     instrutores num estudo piloto. O elevado número de ocorrências registadas (<i>n</i>= 2904) corrobora a importância deste     tipo de comunicação neste contexto específico. A utilização deste tipo de     comunicação gestual beneficia a comunicação permitindo uma maior rapidez e     clareza na transmissão da informação, para além de ter efeitos profiláticos     relativamente a possíveis lesões nas cordas vocais originadas pelo excesso de esforço (Long, Williford, Olson, &amp; Wolfe, 1998).</p>     <p>As análises efetuadas à função dos gestos sugerem que os     instrutores, independentemente da atividade, realizam mais gestos de regulação     do que de ilustração, o que indicia uma preocupação na potenciação do exercício     realizado pelos praticantes ao longo da aula. As morfologias de gestos mais     comuns foram a de apontar para algo (i.e., Deítico) e de imitação de uma ação     (i.e., Cinetográfico), com exceção da atividade de <i>Step</i> onde os gestos específicos (i.e., Emblema Técnico) foram     também dominantes e ocorreram significativamente mais (<i>p</i>= 0.035) comparativamente às restantes atividades. Esta exceção     pode dever-se ao facto de os instrutores de <i>Step</i> utilizarem gestos que simbolizam as habilidades motoras padrão (e.g. passo     toque, passo em “V”) durante o ensino dos conteúdos coreográficos não sendo     este aspeto comum às restantes atividades que se caraterizam por serem atividades mais atléticas e menos coreográficas. </p>     <p>No que se refere à função pedagógica do gesto (i.e.     Situação), verificou-se que os gestos realizados pelos instrutores tiveram     essencialmente a função de informar os praticantes. No caso dos instrutores de <i>Step</i> essa função de informar foi     significativamente mais elevada do que a dos instrutores de Hidroginástica, os     quais, por sua vez, se destacaram significativamente dos restantes instrutores     por realizarem significativamente mais gestos com a função pedagógica de     feedback, para ajudar, corrigir os praticantes ou avaliar a sua prestação     motora. Estas diferenças podem-se ficar a dever à própria natureza das atividades,     já que no <i>Step</i>, sendo uma atividade     coreografada, o instrutor necessita recorrentemente de informar os praticantes     dos movimentos que irão ocorrer em seguida, ao passo que na Hidroginástica, por     ser uma atividade que recorre à realização de exercícios de resistência     muscular, os instrutores tendem a se concentrar no auxílio aos praticantes para uma correta realização dos mesmos, através do feedback pedagógico.</p>     <p>Verificou-se igualmente que os gestos de “Organização”   ocorreram significativamente mais nas atividades que utilizam vários materiais,     ou seja a Hidroginástica e a Localizada, já que os instrutores destas     atividades, mediante o tipo de exercícios que irão realizar, necessitam de     informar os praticantes sobre os materiais que serão utilizados e,     adicionalmente, por questões de segurança e comodidade, indicam qual a melhor localização para os mesmos.</p>     <p>Relativamente à dimensão “Exercício” verifica-se que os     instrutores das atividades de <i>Step</i>,     Localizada e <i>Indoor Cycling</i> participam     maioritariamente no exercício quando realizam os gestos, não se diferenciando     significativamente entre si. Estes resultados estão de acordo com o estudo     realizado por Franco et al. (2008), onde se verificou que o principal comportamento     pedagógico dos instrutores de <i>fitness</i> foi o de “Informação com Exercício”, o que é considerado pelos praticantes como     sendo importante para a qualidade dos instrutores (Papadimitriou &amp;   Karteroliotis, 2000). Apesar disso, na atividade de Hidroginástica os instrutores     realizaram significativamente mais gestos quando não estavam a participar no     exercício (<i>p</i>= 0.022), o que se pode     explicar pelo facto de nesta atividade os instrutores se encontrarem situados     fora da piscina, o que dificulta o acompanhamento dos exercícios realizados pelos praticantes dentro de água. </p>     <p>Quanto aos gestos sem intenção comunicativa (i.e.,     Adaptadores), verificou-se que a sua ocorrência é relativamente baixa (5.5%)     face ao total de gestos realizados, os quais se caraterizaram por ser     maioritariamente do tipo Auto-adaptador e Objetual, não existindo diferenças entre os instrutores das diferentes atividades a este nível.</p> </font></font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><font size="3"><b>CONCLUSÕES</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>Tendo em consideração os objetivos definidos, podemos     concluir que: i) os resultados obtidos no processo de adaptação e desenvolvimento     do SOCIN-<i>Fitness</i> sugerem que este     sistema é válido para a observação da comunicação cinésica dos instrutores de <i>fitness</i> em contexto real de ensino de     atividades de grupo; ii) os resultados obtidos no estudo piloto através da     aplicação do SOCIN-<i>Fitness</i> revela a     existência de um perfil de comunicação cinésica dos instrutores de <i>fitness</i> que difere entre algumas das     atividades analisadas. O facto de o SOCIN-<i>Fitness</i> se ter revelado válido coloca à disposição dos profissionais de <i>fitness</i> uma ferramenta de     autodiagnóstico, que irá possibilitar assim o desenvolvimento desta competência,     a qual deverá ser otimizada de forma diferenciada em função da atividade, já que como se viu, a comunicação cinésica tende a ser própria de cada atividade. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Dada a natureza preliminar da aplicação do SOCIN-<i>Fitness</i>, os resultados obtidos     limitam-se apenas às atividades analisadas pelo que será pertinente a extensão     desta análise a outras atividades de grupo. De igual forma, a circunstância de     se ter analisado apenas três instrutores por cada atividade limita a     extrapolação dos resultados obtidos, pelo que será importante a realização de estudos futuros com a aplicação do SOCIN-<i>Fitness</i> a amostras de maior dimensão.</p> </font></font>    <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">    <!-- ref --><p>Anguera, T. (2009). Methodological observation in sport: Current situation and challenges for the next future. <i>Motricidade, 5</i>(3), 83-101.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-107X201400010000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Berliner, D.C. (1994). Teacher expertise. In A. Pollard &amp; J. Bourne     (Eds.), <i>Teaching and learning in the primary school</i> (pp. 73-79). London: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-107X201400010000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brewer, C.J., &amp; Jones, R.L. (2002). A five-stage process for     establishing contextually valid systematic observation instruments: The Case of     Rugby Union. <i>The Sport Psychologist, 16</i>(2), 138-159.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201400010000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Camerino, O., Castañer, M., &amp; Anguera, M.T. (Eds.). (2012). <i>Mixed methods research in the movement     sciences: Cases in sport, physical education and dance</i>. London: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201400010000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Campaniço, J., Leitão, J., Jonsson, G.,     Sarmento, H., &amp; Anguera, T. (2011). <i>A     metodologia observacional no contexto dos jogos desportivos colectivos</i>. Vila Real: Sector Editorial dos SDB UTAD.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201400010000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cartmill, E.A., Goldin-Meadow, S., &amp; Beilock, S.L. (2012). A word in     the hand: Human gesture links representations to actions. <i>Philosophical Transactions of the Royal Society, 367</i>(1585), 129-143. doi: 10.1098/rstb.2011.0162&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201400010000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Castañer, M., Camerino, O., Anguera, M.T., &amp; Jonsson, G.K. (2010). Observing     the paraverbal communicative style of expert and novice PE teachers by means of     SOCOP: A sequential analysis. <i>Procedia -     Social and Behavioral Sciences, 2</i>(2), 5162-5167. doi: 10.1016/j.sbspro.2010.03.839&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201400010000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Castañer, M., Camerino, O., Anguera, M.T., &amp; Jonsson, G.K. (2011). Kinesics and proxemics communication of expert and novice PE teachers. <i>Quality &amp; Quantity, 18</i>, 1-17. doi: 10.1007/s11135-011-9628-5&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201400010000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Castañer, M., Franco, S., Rodrigues, J., &amp;   Miguel, C. (2012). Optimizing   verbal and nonverbal communication in PE teachers, instructors and sport   coaches. In O. Camerino, M. Castañer &amp; M.T. Anguera (Eds.), <i>Mixed methods research in the movement sciences: Cases in sport, physical education and dance</i>. London: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201400010000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cohen, J. (1960). A coefficient of agreement for nominal scales. <i>Educational and Psychological Measurement, 20</i>, 37-46. doi: 10.1177/001316446002000104&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201400010000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ekman, P., &amp; Friesen, W. (1972). Hand movements. <i>The Journal of Communication, 22</i>, 353-374. doi: 10.1111/j.1460-2466.1972.tb00163.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201400010000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fleiss, J.L. (1981). <i>Statistical methods for rates and proportions</i>. New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201400010000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Francis, L.L., &amp; Seibert, R.J. (2000). Teaching a Group Exercise     Class. In ACE (Ed.), <i>Group Fitness Instructor Manual </i>(pp. 178-204). San Diego: American Council on Exercise.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201400010000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Franco, S., Rodrigues, J., &amp; Balcells, M.     (2008). Comportamento pedagógico dos instrutores de aulas de grupo de fitness de localizada. <i>Fitness &amp; Performance Journal, 7</i>, 251-263. doi: 10.3900/fpj.7.4.251.p&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201400010000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gabín, B., Camerino, O., Castañer, M., &amp; Anguera, M. T. (2012). Lince: multiplatform sport analysis     software. <i>Procedia - Social and Behavioral Sciences, 46, </i>4692-4694. doi: 10.1016/j.sbspro.2012.06.320&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201400010000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Goldin-Meadow, S. (2004). Gesture’s role in the learning process. <i>Theory into Practice, 43</i>(4), 314-321. doi: 10.1207/s15430421tip4304_10&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201400010000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Harriss, D.J., &amp; Atkinson, G. (2009). International Journal of     Sports Medicine - Ethical Standards in Sport and Exercise Science Research. <i>International Journal of Sports Medicine, 30</i>(10), 701-702. doi: 10.1055/s-0029-1237378&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201400010000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Harriss, D.J., &amp; Atkinson, G. (2011). Update - Ethical Standards in     Sport and Exercise Science Research. <i>International Journal of Sports Medicine, 32</i>(11), 819-821. doi: 10.1055/s-0031-1287829&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201400010000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kennedy, C.W., &amp; Camden, C. (1983). Interruptions and nonverbal     gender differences. <i>Journal of Nonverbal Behavior, 8</i>(2), 91-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201400010000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Knapp, M.L., &amp; Hall, J.A. (2010). <i>Nonverbal communication in human interaction</i> (7<sup>th</sup> ed.). Wadsworth: Thomas Learning.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201400010000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Leitão, J.C., &amp; Campaniço, J. (2009). Research methods support in     observation sports laboratory. <i>Motricidade, 5</i>(3), 84.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201400010000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Long, J., Williford, H.N., Olson, M.S., &amp; Wolfe, V. (1998). Voice problems and risk factors among aerobics instructors. <i>Journal of Voice, 12</i>(2), 197-207. doi: 10.1016/S0892-1997(98)80039-8&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201400010000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Malek, M., Nalbone, D.P., Berger, D.E., &amp; Coburn, J.W. (2002).     Importance of health science education for personal fitness trainers. <i>Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 16</i>(1), 19-24. doi: 10.1519/1533-4287(2002)0162.0.CO;2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201400010000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Maroco, J. (2010). <i>Análise de equações estruturais: Fundamentos teóricos, software &amp;   aplicações</i>. Pêro-Pinheiro: ReportNumber.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201400010000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mars, H. (1989). Observer reliability: Issues and procedures. In P.W.     Darst, D.B. Zakrajsek &amp; V.H. Mancini (Eds.), <i>Analyzing physical education and sport instruction</i> (pp. 53-80). Champaign, Il: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201400010000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mehrabian, A. (1981). <i>Silent messages:     Implicit communication of emotions and attitudes</i> (2<sup>nd</sup> ed.). Belmont, CA: Wadsworth.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201400010000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mirbod, S.M., Lanphere, C., Fujita, S., Komura, Y., Inaba, R., &amp; Iwata, H. (1994). Noise in aerobic facilities. <i>Industrial Health, 32</i>, 49-55. doi: 10.24 86/indhealth.32.49&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201400010000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Papadimitriou, D.A., &amp; Karteroliotis, K. (2000). The service quality     expectations in private sport and fitness centers: A reexamination of the     factor structure. <i>Sport Marketing Quarterly, 9</i>(3), 157-164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201400010000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> </font></font>    <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Simões, V., Franco, S., &amp; Rodrigues, J.     (2009). Estudo do feedback pedagógico em instrutores de ginástica localizada com diferentes níveis de experiência profissional. <i>Fitness &amp; Performance, 8</i>(3), 174-182. doi: 10.3900/fpj.8.3.174.p </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201400010000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> Nada a declarar.    <br> <b>Conflito de Interesses:</b>    <br> Nada a declarar.    <br> <b>Financiamento:    <br> </b>Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 24.03.2013; 1&ordf; Revis&atilde;o 03.05.2013;   Aceite 06.06.2013</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i> Autor correspondente</i>:   Escola Superior de Desporto de Rio Maior, Instituto Polit&eacute;cnico de Santar&eacute;m, Av. Dr. M&aacute;rio Soares, Rio Maior, 2040-413 Santar&eacute;m, Portugal; <i>E-mail</i>: <a href="mailto:salves@esdrm.ipsantarem.pt">salves@esdrm.ipsantarem.pt</a></font></p>      ]]></body><back>
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