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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[A necessidade de parâmetros referenciais de cortisol em atletas: Uma revisão sistemática]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The cortisol levels are an important variable to measure stress. Yet there is still controversy about these hormone responses to physical exercise, sports training and competition. The purpose of this systematic review was to analyze the objectives, methodological procedures and main results of studies reporting cortisol hormone as a measurement of stress in athletes. There was a predominance of salivary cortisol (54.6%) in a wide variety of sports. Most research was conducted in individual sports (72.8%), male subjects (59%) and high-performance or professional athletes (91%). Several procedures and times of collection have been described in the literature. Changes in salivary cortisol level found in this review showed that most sports were considered as a possible source of stress for athletes. The highest increase in cortisol levels was found between baseline and post-competitive situation, as well as between samples taken on the competition day and those measured at the same time at rest. As a conclusion, there is the need to standardize the procedures for cortisol assessment in athletes, as well as the control of circadian rhythm in order to meet the reference values.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>A necessidade de parâmetros referenciais de cortisol em   atletas: Uma revisão sistemática</b></font></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><b><font size="3" face="Verdana">The need for   reference parameters of cortisol in athletes: A systematic review</font></b></p> <font face="Verdana">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Priscilla Bertoldo dos Santos<sup>1, <a href="#end">*</a><a name="topo"></a></sup>; Thais do Amaral   Machado<sup>1</sup>; Ana   Cláudia Vecchi Osiecki<sup>2</sup>; Suelen Meira Góes<sup>1</sup>; Neiva Leite<sup>1</sup>; Joice Mara Facco Stefanello<sup>1</sup></b></font></p>      <p><font face="Verdana"><sup><font size="2">1</font></sup> <font size="2">Departamento   de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Universidade Federal do Paran&aacute;, Curitiba - PR, Brasil    <br>   <sup>2</sup> Faculdade Dom Bosco, Curitiba - PR, Brasil</font><font size="2"></font></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As concentrações de cortisol constituem uma importante   variável de mensuração do estresse, mas existem controvérsias sobre as   respostas desse hormônio ao exercício físico, treino e competição. O intuito   desta revisão sistemática foi analisar objetivos, metodologias e principais   resultados das pesquisas que utilizaram o cortisol como medida de análise do   estresse em atletas. Verificou-se a predominância do cortisol salivar (54.6%)   em várias modalidades desportivas, a maioria foi realizada com modalidades individuais   (72.8%), com atletas do género masculino (59%) e atletas profissionais de alto   rendimento (91%). Diversos procedimentos e momentos de coleta foram descritos   nos artigos revisados. As alterações nas concentrações de cortisol salivar   detetadas nestes estudos demonstraram que grande parte das situações desportivas   foram consideradas possíveis fontes de estresse para atletas. O maior aumento   nas concentrações de cortisol foi encontrado entre a situação basal e a   situação pós-competitiva, bem como entre as coletas realizadas no dia da   competição e aquelas mensuradas no mesmo horário em repouso. A partir da   análise dos resultados da presente revisão, percebeu-se a necessidade de uma   padronização nos métodos de análise do cortisol em atletas, bem como do   controle do ritmo circadiano, a fim de encontrar valores referenciais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>cortisol, atletas, estresse</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   cortisol levels are an important variable to measure stress. Yet there is still   controversy about these hormone responses to physical exercise, sports training   and competition. The purpose of this systematic review was to analyze the   objectives, methodological procedures and main results of studies reporting   cortisol hormone as a measurement of stress in athletes. There was a   predominance of salivary cortisol (54.6%) in a wide variety of sports. Most   research was conducted in individual sports (72.8%), male subjects (59%) and   high-performance or professional athletes (91%). Several procedures and times   of collection have been described in the literature. Changes in salivary   cortisol level found in this review showed that most sports were considered as   a possible source of stress for athletes. The highest increase in cortisol   levels was found between baseline and post-competitive situation, as well as   between samples taken on the competition day and those measured at the same   time at rest. As a conclusion, there is the need to standardize the procedures   for cortisol assessment in athletes, as well as the control of circadian rhythm   in order to meet the reference values.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>cortisol, athletes, stress</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">Atletas de diferentes modalidades e níveis competitivos são       constantemente submetidos a um grande número de agentes estressores, cujas       reações psicofisiológicas resultam numa resposta específica do sistema nervoso       central e do sistema endócrino, particularmente, da glândula suprarrenal     (Soares &amp; Alves, 2006).</font></p>       <p><font size="2">Com o aumento nos níveis de estresse, seja de origem       psicológica, física ou ambiental, o sistema endócrino é ativado, resultando na       maior liberação de hormônios glucocorticoides, sendo o cortisol       (hidrocortisona, composto F) o mais importante dentre os glucocorticoides       feitos pelo organismo humano, e exercendo a maior parte da atividade metabólica       (Wilmore &amp; Costill, 2001). Como sua produção e secreção aumentam durante e       após a exposição a alguns estressores, o cortisol é considerado o hormônio do       estresse (Kim, Chung, Park &amp; Shin, 2009; Soares &amp; Alves, 2006; Suay et     al., 1999).</font></p>       <p><font size="2">A produção e secreção desse hormônio varia de acordo com o       ciclo circadiano, atingindo picos máximos na segunda metade da manhã, seguidos       por sucessíveis declínios durante o dia. Continuamente, alcança valores mínimos       no início da noite (períodos noturnos de quiescência) e eleva-se suavemente na       segunda metade da noite, após, aproximadamente, 2 horas de iniciado o sono       (Hofstra &amp; De Weerd, 2008). No entanto, ações estressoras e condições       lesivas, tais como infeções, traumatismo, calor ou frio intenso, presença de       noradrenalina, alterações no sono, horários de alimentação, cirurgias e       exercícios físicos, entre outros fatores, podem interferir no ritmo circadiano       da secreção do cortisol. Portanto, diante dos mais variados agentes estressores       pode haver um aumento repentino nas concentrações de cortisol (Brandão &amp;   Lachat, 1995).</font></p>       <p><font size="2">Apesar de as concentrações de cortisol serem uma importante       variável de mensuração do estresse em diversos contextos (Soares &amp; Alves,       2006), ainda existem controvérsias sobre a real resposta desse hormônio ao       exercício físico, ao treino e à competição desportiva. Sabe-se que a       continuidade das situações de estresse libera hormônios glucocorticoides (cortisona,       cortisol e corticosterona), que em proporções apropriadas estimulam a aprendizagem       e a memória, mas, se forem crónicas e em grandes quantidades, diminuem a imunidade     do indivíduo, podendo ser prejudiciais à sua saúde (Nahas, 2001). </font></p>       <p><font size="2">Estudos têm apontado importantes evidências do cortisol como       medida significativa do estresse competitivo e como indicador da síndrome do sobretreino       em atletas. Houston (2001) diagnosticou que o cortisol é liberado durante o       exercício físico prolongado. Aubets e Segura (1995) observaram que as medidas       de cortisol em atletas de alto nível são marcadores simples e sensíveis do       estresse competitivo e que mulheres apresentam maiores concentrações de       cortisol do que homens. Bullock, Cox, Martin e Marino (2009) verificaram que as       concentrações de cortisol salivar e plasmático sofreram alterações em atletas       de alta performance durante viagens internacionais, principalmente, em       decorrência do fuso horário, que causa alguma dessincronização do relógio biológico       do indivíduo. Kim, Chung, Park e Shin (2009), analisando o comportamento do       cortisol salivar em golfistas das categorias juniores e profissionais, em       repouso, antes, durante e após a competição, constataram que as concentrações       de cortisol dos atletas de ambas as categorias foram mais elevadas antes de       iniciar a competição. Resultados similares foram também encontrados pelos     autores com ciclistas, judocas, maratonistas e atletas de parapente.</font></p>       <p><font size="2">Embora vários estudos tenham apontado aumentos nas       concentrações de cortisol em decorrência dos mais diversos agentes estressores,       muitas questões relacionadas aos níveis de estresse em atletas, quando       avaliados por meio do cortisol salivar, sanguíneo ou urinário, requerem maior       esclarecimento. Pouco se sabe até que ponto um evento potencialmente estressante       pode, de fato, gerar elevados níveis de estresse em atletas, bem como em que       medida o desporto competitivo contribui para a transformação e o       desenvolvimento do atleta ou se constitui num terreno fértil para levá-lo a     testar e transcender os seus próprios limites. </font></p>       <p><font size="2">Diante dessas lacunas no conhecimento científico, o presente       estudo de revisão sistemática se propôs a analisar os objetivos, os procedimentos       metodológicos e os principais resultados das pesquisas que utilizaram o       cortisol salivar, sanguíneo e urinário como medida de análise do estresse desportivo     para atletas de diferentes modalidades, géneros e níveis competitivos.</font></p>     </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><font size="3"><b>MÉTODO</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>A revisão sistemática é uma forma de pesquisa que utiliza     como fonte de dados a literatura sobre determinado tema, disponibilizando um     resumo das evidências relacionadas a uma estratégia de intervenção específica,     mediante a aplicação de métodos explícitos e sistematizados de busca,     apreciação crítica e síntese da informação selecionada. Este tipo de estudo     serve para nortear o desenvolvimento de projetos, indicando novos rumos para     futuras investigações e identificando quais métodos de pesquisa foram utilizados em uma área (Sampaio &amp; Mancini, 2007).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A presente revisão seguiu os seguintes procedimentos:     Inicialmente, procedeu-se à busca, em inglês e português, dos descritores <i>stress</i> (estresse), <i>cortisol</i> (cortisol) e <i>athletes</i> (atletas), nas bases de dados eletrónicas <i>Lilacs</i>, <i>Medline</i>/<i>Pubmed</i>, <i>Scielo</i> e <i>Science</i> <i>Direct</i>. Essa primeira busca foi efetuada por duas pesquisadoras,     entre setembro a dezembro de 2011, de acordo com a metodologia proposta por Sampaio e Mancini (2007), encontrando-se 1780 artigos.</p>     <p>Tendo em vista o avanço científico das pesquisas realizadas     na área, delimitou-se a inclusão de artigos originais realizados com humanos,     publicados entre 2000 e 2011, para garantir a atualidade dos resultados encontrados,     totalizando 632 artigos. Após essa etapa, excluíram-se artigos que não foram     realizados com atletas, que não utilizaram o cortisol para avaliação do     estresse e que estavam repetidos na mesma base de dados, restando um total de 139 artigos. </p>     <p>Na sequência, procedeu-se à leitura desses artigos na   íntegra e, em uma reunião de consenso, definiram-se critérios de inclusão e     exclusão com base na metodologia empregada pelos pesquisadores, obtendo-se 22     artigos. Como critérios de inclusão consideram-se artigos em que o cortisol foi     avaliado em situações reais de treino ou competição e artigos em que foram     realizadas coletas de cortisol basal e/ou em condição de repouso, para     possibilitar o controle do ritmo circadiano dos atletas. Como critério de     exclusão estabeleceu-se o uso de suplementação e/ou estímulo ao estresse que     pudesse influenciar as concentrações de cortisol. Os procedimentos adotados em cada uma das etapas anteriormente descritas são apresentados na <a href="#f1">Figura 1</a>.</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a10f1.jpg" width="552" height="735"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Os 22 artigos selecionados foram, então, analisados quanto à   qualidade metodológica, seguindo um protocolo elaborado para este estudo. Os     critérios e a pontuação referentes à qualidade dos artigos foram estabelecidos     de forma independente e depois analisados de forma conjunta pelas pesquisadoras.     A qualidade dos artigos (<a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a10t1.jpg">Tabela 1</a>) foi verificada a partir dos seguintes     critérios: (1) aprovação em comité de ética; (2) metodologia adequada aos     objetivos propostos; (3) coletas de cortisol em repouso; (4) coleta de cortisol     basal (ao acordar) e (5) coleta de cortisol antes (pré) e após a situação desportiva (treino/competição).</p> </font></font>    
<p><font size="2" face="Verdana">Pelo fato de os estudos analisados terem utilizado     diferentes unidades de medida do cortisol (ug/dl, ng/ml, nmol/l), para a     análise realizada na presente revisão, todas as medidas foram padronizadas para     nmol/l (nanomol por litro), seguindo o valor proposto pelo Manual de Ensaios do     ADVIA Centaur e ADVIA Centaur XP (Ensaio Cortisol – Siemens Healthcare Diagnostics)     e pelo Manual do Kit DSL-10-671000 ACTIVE<sup>®</sup> Cortisol Enzima Imunoensaio     (EIA), sendo considerado 1 ug/dL ou 1ng/ml= 27.6 nmol/L. Após essa padronização     (valores corrigidos para nmol/l) foram calculadas as diferenças percentuais nas     concentrações de cortisol entre as coletas obtidas nas condições basais/repouso e aquelas aferidas nas situações de treino e/ou competição, a fim de viabilizar a análise dos resultados.</font></p>      <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana"><font size="3"><b>RESULTADOS</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>Primeiramente são apresentados os objetivos e a metodologia   dos estudos selecionados e, posteriormente, seus principais resultados.</p> <b>Objetivos e metodologia dos estudos </b>     <p>Do total de artigos analisados, 40.9% realizaram coletas     durante o período de treino, 36.4% em período de competição, 18.2% em períodos de treino e competição e 4.5% em período pré-competitivo e competitivo.</p>     <p>Considerando os objetivos propostos, 31.8% dos estudos     procuraram analisar os efeitos da competição sobre as concentrações de     cortisol; 45.5%, os efeitos das cargas de treino sobre os níveis de cortisol     dos atletas durante as temporadas desportivas; 18.2%, as respostas psicológicas     e fisiológicas antecipatórias do cortisol em relação à competição e ao treino;     e 4.5%, os efeitos longitudinais do treino físico intenso sobre a capacidade antioxidante e os danos lipoperoxidativo e muscular nos atletas.</p>     <p>De acordo com a classificação etária proposta por Havighurst     e Levine (1979), observa-se que 59% contemplou adultos jovens (19 a 29 anos); 4.5%     adolescentes, adultos jovens e médios (12 a 60 anos); 13.6% adolescentes (entre     13 a 18 anos) e 22.7% adultos jovens e médios (19 e 60 anos). Quanto ao género, 59% contemplaram atletas masculinos, 13.7%, atletas femininos e 23.3%, ambos. </p>     <p>No que se refere às modalidades, 72.8% dos estudos foram     conduzidos com modalidades individuais, 22.7% com modalidades coletivas e 4.5%     não informaram. Em 91% dos estudos, os atletas eram profissionais de alto rendimento e em 9%, adolescentes que competiam em nível inter-regional.</p>     <p>Quanto aos procedimentos, a maioria dos estudos (54.6%)     adotou o cortisol salivar para avaliar os níveis de stress dos atletas. Em relação     aos momentos das coletas, observou-se que somente 13.6% estudos procuraram     comparar as concentrações de cortisol na condição basal (ao acordar) ou em     condições de repouso com os valores obtidos na competição (análises em repouso     no mesmo horário das competições). Nos estudos em que foram acompanhados     temporadas/campeonatos desportivos, somente 13.6% realizaram apenas coletas em     repouso (sempre no mesmo horário). Quando investigados os efeitos do treino (31.8%     dos estudos), foram comparadas as concentrações de cortisol basal antes e após     o período de treino (13.6%) e em apenas em 9.1% dos estudos revisados foram     analisadas as respostas antecipatórias do cortisol à competição. Os poucos     estudos que utilizaram o cortisol urinário (9.1% dos estudos revisados)     monitoraram as concentrações de cortisol durante 24 horas, com o objetivo de     comparar as medidas de repouso com diferentes momentos de uma temporada de     treino ou para analisar as variações nas concentrações de cortisol nos dias de competição.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a10t2.jpg">Tabela 2</a></p> </font></font>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana"><font size="2"><b>Principais resultados encontrados nos estudos revisados</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>Apenas os resultados referentes às concentrações de cortisol     que apresentaram significância estatística foram analisados, o que correspondeu a 75% dos artigos avaliados (<a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a10t3.jpg">Tabelas 3</a>, <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a10t4.jpg">4</a> e <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a10t5.jpg">5</a>).</p>     
<p>De forma geral, dentre os estudos que compararam     concentrações de cortisol em repouso/basal com aquelas encontradas em situações     desportivas (treino, competição), 68.2% tiveram alterações significativas.     Destes, 9.1% demonstraram diminuição nas concentrações de cortisol em situações     desportivas, enquanto 59.1% encontraram aumentos nas concentrações de cortisol, quando comparadas com as coletas basais. </p>     <p>As <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a10t3.jpg">Tabelas 3</a>, <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a10t4.jpg">4</a> e <a href="/img/revistas/mot/v10n1/10n1a10t5.jpg">5</a> apresentam, respetivamente, as     diferenças percentuais encontradas nas concentrações de cortisol salivar, sanguíneo e urinário, calculadas a partir dos resultados dos estudos revisados.</p>     
<p>Os valores de cortisol encontrados em situações desportivas     foram comparados com as coletas basais/repouso em 27.7% dos artigos (Coutts,     Wallace, &amp; Slattery, 2007; Filaire, Sangnol, Ferrand, Maso, &amp; Lac,     2001; Garcia et al., 2002; Georgopoulos et al., 2011; Minetto et al., 2008;     Salvador, Ricarte, González-Bono, &amp; Moya-Albiol, 2001). As concentrações de     cortisol em condições de repouso fora da situação competitiva e de repouso em     situação competitiva foram analisadas em 36.5% dos estudos (Filaire et al,     2001; Filaire, Alix, Ferrand &amp; Verger, 2009; Filaire, Portier, Onen, &amp; Filaire, 2010; Kivlighan, Granger, &amp; Booth, 2005; Maso et al., 2002;     Salvador, Suay, González-Bono, &amp; Serrano, 2003; Strahler, Ehrlenspiel,     Heene, &amp; Ralf, 2010; Teixeira et al., 2009). Análises basais em diferentes     momentos de treino (em vários dias da temporada de treino) foram encontradas em     27.7% dos estudos (Bought, Rouveix, Michaux, Pequignot &amp; Filaire, 2006;     Coutts et al., 2007; Garcia et al., 2002; Maestu, Jurimae, &amp; Jurimae, 2003;     Maso, Lac, Michaux &amp; Robert, 2003; Silva, Papoti, Santhiago, Pauli &amp; Gobatto, 2011).</p>     <p>Apenas 4.5% das investigações     procederam à coleta de cortisol em repouso em situação desportiva (França,     Neto, Agresta, Lotufo &amp; Kater, 2006) e 4.5% realizou coleta basal apenas antes da situação desportiva (Jurimae, Maetsu, Purge &amp; Jurimae, 2004).</p>     <p>De entre os artigos que utilizaram o cortisol salivar como     medida de análise, o percentual de aumento na comparação dos valores de     cortisol basal nas condições pré e pós-treino (4.5% dos estudos) foi de 32%.     Nos estudos que realizaram as coletas em repouso no mesmo horário em que     ocorreu a competição, o percentual de aumento das concentrações de cortisol     salivar variou de 73% a 163% ao comparar a situação de repouso com as situações     de competição. Nos estudos que compararam os valores de cortisol basal com os     valores de competição, o percentual de aumento variou de 52% a 70%. Nos estudos     que compararam valores basais com valores pós-competição o percentual de aumento foi de 141% a 180%.</p>     <p>Nos estudos que realizaram coletas em situações de treino     (no início, durante e ao final do programa de treino), as concentrações de     cortisol sanguíneo diminuíram em um dos estudos (entre 12.2% e 15.7%) e aumentaram em outro (entre 10.4% e 38.2%).</p>     <p>Quando as concentrações de cortisol sanguíneo foram     comparadas entre as condições de repouso e as condições pré e pós-treino, foi     observado um aumento de 14% nas concentrações de cortisol pré e pós-treino para     os homens e de 53% para mulheres. Ao analisar os valores de cortisol basal com     os valores pós-treino, com diferentes intensidades (treino intenso e treino normal),     foi encontrado um reduzido aumento (0.3%) para o grupo de treino intenso e     pequena diminuição (4.4%) no grupo com treino normal. Quando as concentrações     de cortisol sanguíneo foram avaliadas na situação de competição, observou-se     aumento de 109% nas concentrações de cortisol quando foi comparado o valor     basal com o valor após a competição (França et al., 2006). Contrariamente,     quando foi avaliado um período competitivo (três semanas), constatou-se que os     valores de cortisol diminuíram em torno de 41% na primeira semana, 76% na     segunda semana e 97% na terceira semana, em relação aos valores encontrados no     período pré-competitivo (Garcia et al., 2002). No caso do cortisol urinário,     apenas um artigo (4.5% dos estudos) apresentou resultados significativos, com     aumento percentual de 46% entre os valores de repouso e após três meses de treino e 38% entre os valores de repouso e após quatro meses de treino.</p> </font></font>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana"><font size="3"><b>DISCUSSÃO</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>O presente estudo revelou a predominância do cortisol     salivar como medida de análise do estresse desportivo, possivelmente por este     se constituir numa medida de mensuração eficaz, acessível, rápida e não     invasiva. Além disso, este método possibilita que a coleta seja feita em     qualquer situação, sem problemas de reatividade, nem constrangimentos práticos     ou éticos comuns aos métodos de coleta de sangue e urina (Soares &amp; Alves, 2006).</p>     <p>Nos artigos revisados houve predominância de atletas de alto     rendimento e em situações de competitividade. A competição tem sido caracterizada     como uma situação em que o atleta se confronta com uma série de pressões que,     de acordo com aspectos individuais e situacionais, podem gerar considerável     fonte de estresse (Brandão, 2000; De Rose Jr, 2002). Além disso, Leme, Barberi,     Curiacos e Rogatto (2008) mencionam que também a situação pré-competitiva é   geradora de estresse, podendo haver prejuízo no desempenho do atleta se não     houver nenhuma interferência. É importante ressaltar que a situação de     competição envolve a interação entre as demandas do meio (fatores de ordem     externa relacionados ao ambiente competitivo) e os recursos pessoais dos     atletas (fatores de ordem interna determinados pelo próprio indivíduo)     (Brandão, 2000; De Rose Jr, 2002; Castro, 2008; Samulski &amp; Chagas, 1992).     Assim, diante de qualquer estímulo estressor (físico e/ou psicológico) poderá   haver reações psicofisiológicas que resultam em hiperfunção do sistema nervoso     central e do sistema endócrino, mais particularmente da glândula suprarrenal,     resultando na maior liberação de hormônios glucocorticoides como o cortisol (Brandão &amp; Lachat, 1995).</p>     <p>A maioria dos artigos contemplou atletas entre 19 e 29 anos,     considerados adultos jovens (Havighurst &amp; Levine 1979), possivelmente     devido a esta classificação etária ser dominante no âmbito desportivo, uma vez     que a média de idades em que ocorre a profissionalização de atletas é algo     curta (18.22 ± 4.66 anos), assim como a duração da carreira desportiva (34.36 ± 4.42 anos) (Agresta, 2006).</p>     <p>Constatou-se que a maioria dos artigos foi realizada com     modalidades individuais. Considerando que a preparação e adaptação de atletas     de desportos coletivos diferem muito daquelas executadas em modalidades individuais,     Gamble (2006) cita que um aspeto importante a ser levado em conta é a ampla     diversidade de habilidades técnicas e táticas que precisam ser trabalhadas,     somadas à preparação física que muitas vezes exige o treino de mais de uma     capacidade ao mesmo tempo (força máxima, potência, resistência, capacidade     aeróbia, agilidade, entre outras). Todos esses objetivos necessitam de uma     adaptação fisiológica específica que muitas vezes não são compatíveis entre os     atletas, causando conflitos. Nesse sentido, acredita-se que a maioria dos     estudos da presente revisão comtemplou modalidades individuais buscando excluir estes conflitos dos seus resultados.</p>     <p>Verificou-se também maior incidência de estudos com atletas     masculinos (59%), em comparação aos femininos (13.7%), embora 27.3% dos artigos     tenham contemplado amostras mistas. Esta prevalência pode ser explicada pelo     fato da participação da mulher no desporto ser recente. Somente nos últimos     anos, a mulher passou a ser foco de pesquisas no cenário desportivo (Devide et     al., 2011). Além disso, as pesquisas envolvendo aspetos anatómicos,     psicológicos e hormonais, que comprometem a performance da mulher desportista,     têm sido restritas. Contudo, alguns estudos (Kivlighan, Douglas &amp; Booth,     2005; Segato, Brandt, Liz, Vasconcellos, &amp; Andrade, 2010; Teixeira et al.,     2009) que compararam as concentrações de cortisol entre homens e mulheres não     evidenciaram diferenças nas variações de cortisol entre os géneros. Além disso,     não se têm encontrado diferenças nas concentrações de cortisol sanguíneo,     realizadas pela manhã a cada 2-3 dias, considerando o ciclo menstrual das     mulheres (Monti-Bloch, Jennings-White, &amp; Berliner, 1998). Estes achados são     corroborados por Abplanalp, Livingston, Rose e Sandwisch (1977), que     evidenciaram que o cortisol não sofre mudanças significativas em função das fases menstrual e intermenstrual.</p>     <p>Os artigos revisados que realizaram coletas em situação de     repouso e/ou basais, a fim de controlar o ciclo circadiano do cortisol, apresentaram     grande diversidade nos procedimentos para a análise do cortisol nos demais períodos     de coleta (durante e após o treino, antes e após a competição), demonstrando     ausência de um único protocolo para a avaliação do estresse desportivo.     Destaca-se, contudo, que o ciclo circadiano, presente em todos os seres humanos,     normalmente, é sincronizado com o dia solar, garantindo que vigilância e pico     de desempenho ocorram na vigília (durante o dia) e o sono durante a noite     (Gooley, 2008). Desse modo, a comparação das concentrações de cortisol em     condições basais/repouso com aquelas encontradas em situações desportivas foi     evidenciada em alguns dos estudos revisados, a fim de se reconhecer o efeito de     um evento potencialmente estressante sobre a secreção desse hormônio. Mesmo que     dois ou mais atletas apresentem valores similares de cortisol em situações desportivas,     não há como inferir que estes valores são, exclusivamente, devidos ao estresse desportivo,     se não forem controlados os valores basais/repouso. Apesar de uma situação     poder ser geradora de estresse para um atleta e não para outro (dependendo da     demanda física e psicológica), os estudos revisados nem sempre descreveram as     situações e/ou momentos da coleta de dados, o que dificulta o entendimento dos resultados e a comparação entre eles.</p>     <p>As alterações nas concentrações de cortisol salivar     encontradas nos artigos revisados evidenciaram que muitas das situações desportivas     estudadas (competição e treino) podem ser consideradas potenciais fontes de     estresse para atletas de diferentes modalidades e níveis competitivos. Os mais     elevados percentuais de aumento nas concentrações de cortisol foram encontrados     entre a situação basal e a situação pós-competitiva (Filaire et al., 2010;     França et al., 2006), bem como entre as coletas realizadas no dia da competição     e aquelas mensuradas no mesmo horário em repouso (Maso et al., 2003). Uma das     possíveis explicações para esses achados é que a produção e a secreção do     cortisol aumentam durante e após a exposição do indivíduo às situações que     sejam consideradas estressoras, sejam estas de ordem física ou psicológica (Kim     et al., 2009; Soares &amp; Alves, 2006). No caso dos artigos revisados, a demanda     física foi o fator que mais esteve associado com o aumento das concentrações de     cortisol. Alguns autores têm enfatizado que as variações nas concentrações de     cortisol são dependentes da ativação dos parâmetros fisiológicos, como a intensidade     e a duração dos exercícios (Filaire et al., 2001; Kanaley, Weltman, Pieper, Weltman,   &amp; Hartman, 2001). Desse modo, parece plausível que intensidades elevadas de     esforço físico e psíquico sejam fundamentais para se diagnosticarem elevações na secreção de cortisol (Acevedo et al., 2007). </p>     <p>No caso do cortisol sanguíneo, a diversidade metodológica     dos estudos revisados levou a resultados distintos, inviabilizando a comparação     das concentrações de cortisol encontradas. No artigo que buscou investigar os     efeitos longitudinais do treino físico intenso (Teixeira et al., 2009),     destaca-se que houve diminuição nas concentrações de cortisol obtidas entre as     temporadas avaliadas, o que pode ser atribuída à adaptação dos atletas às     temporadas de treino, facto este que também pôde ser observado em um período de três semanas de competição (Fernández-Garcia et al., 2002).</p>     <p>Referente às limitações dos artigos revisados, destacam-se:     (a) o reduzido número de participantes que compuseram a amostra pesquisada     (Filaire et al., 2010; Salvador et al., 2003; Strahler et al., 2010), (b) a     amostra ser composta quase exclusivamente por homens; (c) a falta de utilização     de outros marcadores fisiológicos para avaliar o estresse (Mineto et al., 2008;     Strahler et al., 2010); (d) as análises hormonais terem sido restritas a um   único período (manhã ou tarde), não abrangendo todo o ciclo de 24 h, o que não     permite estimar o ciclo circadiano; e (e) o estado de saúde de todos os participantes ser considerado apenas através de autorrelato (Strahler, 2010). </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No presente estudo de revisão, a falta de padronização entre     os procedimentos de coleta para avaliar as concentrações de cortisol sanguíneo,     urinário e salivar foi a principal limitação encontrada entre os artigos revisados, o que dificultou a comparação dos resultados obtidos.</p> </font></font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font face="Verdana"><font size="3"><b>CONCLUSÕES</b> </font></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">     <p>No presente estudo de revisão, constatou-se grande     diversidade de modalidades desportivas, sendo a maioria dos estudos realizada     com modalidades individuais, com atletas do género masculino e com atletas     profissionais de alto rendimento. Observou-se também predominância de estudos     que utilizaram o cortisol salivar como medida de análise do estresse desportivo,     possivelmente pelo fato do cortisol salivar ser menos invasivo, em comparação com o sanguíneo e o urinário. </p>     <p>A ausência de um único protocolo para a avaliação do     estresse desportivo dificulta a comparação dos resultados encontrados e a     identificação de valores de referência, ainda desconhecidos. No entanto, os     percentuais mais elevados foram encontrados quando se compararam as     concentrações de cortisol na situação basal com a situação pós-competitiva. Nos     estudos que compararam valores basais com valores pós-competição o percentual     de aumento chegou a 180%. Da mesma forma, quando confrontadas as medidas de     cortisol realizadas no dia da competição e aquelas mensuradas no mesmo horário em situação de repouso, existiu uma variação percentual de 73% a 163%.</p>     <p>Além disso, os artigos revisados apontaram importantes     variáveis associadas à dinâmica desportiva que interferem na avaliação do     estresse, tais como: período das coletas nas situações de treino e competição     (antes, durante e após); e, variáveis psicológicas (ansiedade; autoconfiança), esforço físico despendido e desempenho. </p>     <p>Nesse sentido, fica clara a necessidade de se ampliar as     pesquisas com medidas objetivas do estresse desportivo, que esclareçam os procedimentos     utilizados para a coleta de dados, bem como suas limitações, a fim de permitir     a padronização nos métodos de análise do cortisol em atletas e encontrar valores referenciais.</p> </font></font>    <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">    <!-- ref --><p>Abplanalp, J. M., Livingston, L., Rose, R. M.,   &amp; Sandwisch, D. (1977). Cortisol and growth hormone responses to psychological stress during the menstrual cycle. <i>Psychosomatic Medicine, 39</i>(3), 158-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201400010001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Acevedo, E. O., Kraemer, R. R., Kamimori, G.     H., Durand, R. J., Johnson, L. G., &amp; Castracane, V. D. (2007). Stress     hormones, effort sense, and perceptions of stress during incremental exercise:     An exploratory investigation. <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 21</i>(1), 283-288.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201400010001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Agresta, M. C. (2006). <i>Causas e conseqüências do término de carreira esportiva em jogadores     brasileiros de basquetebol e futebol profissional.</i> Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de São Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201400010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Aubets, J., &amp; Segura, J. (1995). Salivary cortisol as a marker of competition related stress. <i>Science and Sports, 10</i>(3), 149-154. doi: 10.1016/0765-1597(96)89361-0&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201400010001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Atlaqui, D., Duclos, M., Gouarne, C., Lacoste, L., Barale, F., &amp;   Chatard, J. C. (2004). The 24-h urinary cortisol/cortisone ratio for monitoring   training in elite swimmers. <i>Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise, 36</i>(2), 218-224. doi: 10.1249/01.MSS.0000113481.03944.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201400010001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->06</p>     <!-- ref --><p>Bought, M., Rouveix, M., Michaux, O., Pequignot, J., &amp; Filaire, E. (2006).     Relationships among training stress, mood and dehydroepian-drosterone     sulphate/cortisol ratio in female cyclists. <i>Journal of Sports Sciences, 24</i>(12), 1297-1302. doi: 10.1080/02640410500497790&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201400010001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brandão, M. L, &amp; Lachat, J. (1995). Noções básicas de neuroanatomia. In M. L. Brandão (Ed.), <i>Psicofisiologia</i> (pp. 1-17). São Paulo: Atheneu.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201400010001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brandão, M. R. F. (2000). <i>Fatores de stress em jogadores de futebol profissional.</i> Tese de Doutorado, Universidade Estadual de Campinas, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201400010001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bullock, N., Cox, A. J., Martin, D. T., &amp;   Marino, F. E. (2009). Resting salivary and plasma cortisol in elite athletes   following long-haul travel from Australia to Canada. <i>Journal of Science and Medicine in Sport, 12</i>(2), 300-302. doi: 10.1016/j.jsams.2007.11.004&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201400010001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Castro, M. V. (2008). <i>Análise das situações competitivas desencadeadoras de estresse em     atletas escolares de basquetebol.</i> Dissertação de Mestrado, Universi­dade de Brasília, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201400010001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Coutts, A. J., Wallace, L. K., &amp; Slattery, K. M. (2007). Monitoring changes       in performance, physiology, biochemistry, and psychology during overreaching       and recovery in triathletes. <i>International     Journal Sports and Medicine, 28</i>, 125–134. doi: 10.1055/s-2006-924146&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201400010001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cormack, J. S., Newton, R. U., Mcguigan, R. M., &amp; Cormie, P. (2008).       Neuromuscular and endocrine responses of elite players during an Australian       rules football season. <i>International     Journal of Sports Physiology and Performance, 3</i>, 439-453.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201400010001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>David, A. M., Di Bella, Z., Berenstein, E.,     Lopes, A., &amp; Vaisberg, M. (2009). Incidência da sindrome pré-menstrual na prática de esportes. <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 15</i>, 330-333. doi: 10.1590/S1517-86922009000600001 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201400010001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>De Rose Jr, D. (2002). A competição como fonte     de estresse no esporte. <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 10</i>(4), 19-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201400010001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Devide, F. P., Osborne, R., Silva, E. R.,     Ferreira, R. C., Clair, E. S., &amp; Nery, L. C. (2011). Estudos de gênero na     Educação Física Brasileira. <i>Motriz.     Revista da Educação Física, 7</i>(1), 93-103. doi: 10.5016/1980-6574.2011v17n1p93&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201400010001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fernández-Garcia, B., Lucía, A., Hoyos, J.,     Chicharr­o, J. L., Rodriguez-Alonso, M., Bandrés, F., &amp; Terrados, N.     (2002). The response of sexual and stress hormones of male pro-cyclists during     continuous intense competition. <i>International Journal of Sports Medicine, 23</i>(8), 555-560. doi: 10.1055/s-2002-35532&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201400010001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Filaire, E., Alix, D., Ferrand, C., &amp; Verger, M. (2009).     Psychophysiological stress in tennis players during the &#64257;rst single match of a tournament. <i>Psychoneuroendocrinology, 34</i>, 150-157. doi: 10.1016/j.psyneuen.2008.08.022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201400010001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Filaire, E., Portier, H., Onen, N., &amp; Filaire,     M. (2010). Physiological responses and nutritional profile     during competitive female singles tennis. <i>Science &amp; Sports, 25</i>(2), 55-60. doi: 10.1016/j.scispo.2009.11.001&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201400010001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Filaire, E., Sagnol, M., Ferrand, C., Maso, F.,   &amp; Lac, G. (2001). Psychophysiological stress in judo     athletes during competitions. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, 41</i>(2), 263-268.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201400010001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Filin, V. (1996). <i>Desporto Juvenil: teoria e metodologia</i>. Londrina: CID.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201400010001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>França, S., Barros Neto, T., Agresta, M.,     Lotufo, R., &amp; Kater, C. (2006). Resposta divergente da testosterona e do     cortisol séricos em atletas masculinos após uma corrida de maratona. <i>Arquivos Brasileiros de Endocrinologia &amp; Metabolo­gia, 50</i>, 1082-1087.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201400010001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gamble, P. (2006). Periodization of training for team sports athletes. <i>Strength and Conditioning Journal</i>, 28 (5), 56–66. doi: 10.1519/1533-4295&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201400010001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Garcia, B. F., Lucía, A., Hoyos, J., Chicharro, J. L., Alonso, M. R.,     Bandrés, F., &amp; Terrados, N. (2002). The response of sexual and stress hormones of male pro-cyclists during continuous intense competition<i>. International Journal Sports and Medicine</i>, 23, 555–560. doi: 10.1055/s-2002-35532&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201400010001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Georgopoulos, N. A., Rottstein, L., Tsekouras, A., Theodoropoulou, A.,       Koukkou, E., Mylonas, P., … Markou, A. K. (2011). Abolished circadian rhythm of   salivary cortisol in elite artistic gymnasts. <i>Steroids, 76,</i> 353–357. doi: 10.1016/ j.steroids.2010.10.013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201400010001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Goellner, S. V. (2005). Mulher e esporte no     Brasil: Entre incentivos e interdições elas fazem história. <i>Pensar a Prática - UFG, 8</i>(1), 85-100. doi: 10.5216/rpp.v8i1.106&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201400010001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gooley, J. J. (2008). Treatment of circadian rhythm sleep disorders with light. <i>Annals of the Academy of Medicine Singapore, 37</i>(8), 669-676.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201400010001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Havighurst, R., &amp; Levine, R. (1979). <i>Society and Education</i>. Boston: Allyn   &amp; Bacon.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201400010001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Hofstra, W. A., &amp; De Weerd, A. W. (2008).     How to assess circadian rhythm in humans: A review of literature. <i>Epilepsy and Behavior, 13</i>(3), 438-444. doi: 10.1016/j.yebeh.2008.06.002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201400010001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Houston, M. E. (2001). <i>Bioquímica básica da ciência do exercício</i>. São Paulo: Roca.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201400010001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Jurimae, J., Maetsu, J., Purge, P., &amp; Jurimae, T. (2004). Changes  in  stress  and  recovery  after  heavy  training  in rowers. <i>Journal of Science and Medicine in Sport, 7</i>(3), 334-339.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201400010001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kanaley, J. A., Weltman, J. Y., Pieper, K. S.,     Weltman, A., &amp; Hartman, M. L. (2001). Cortisol and growth hormone responses     to exercise at different times of day. <i>Journal     of Clinical Endocrinology and Metabolism, 86</i>(6), 2881-2889. doi: 10.1210/jc.86.6.2881&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201400010001000031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kim, K. J., Chung, J. W., Park, S., &amp; Shin,     J. T. (2009). Psychophysiological stress response during competition between     elite and non-elite Korean junior golfers. <i>International Journal of Sports Medicine, 30</i>(7), 503-508. doi: 10.1055/s-0029-1202338</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201400010001000032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kivlighan, K. T., Granger, D., &amp; Booth, A.     (2005). Gender differences in testosterone and cortisol response to     competition. <i>Psych­oneuroendocri-nology, 30</i>(1), 58-71. doi: 10.1016/j.psyneuen.2004.05.009&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201400010001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Leme, J. A., Barberi, R. A., Curiacos, K. J., &amp; Rogatto, P. (2008). Influência do alongamento no     estresse pré-competitivo em jogadores de futebol da categoria juvenil. <i>Motricidade, 4</i>(3), 57-60. doi: 10.6063/motricidade.4(3).271&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201400010001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Maestu, J., Jurimae, J., &amp; Jurimae, T. (2003). Hormonal reactions     during heavy training stress and following tapering in highly trained male     rowers. <i>Hormone and Metabolic Research, 35</i>, 109-113. doi: 10.1055/s-2003-39053&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201400010001000035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Maso, F., Cazorla, G., Godemet, M. O., Michaux     A. G., Lac, A., &amp; Robert, A. (2002). &#64258;uence d’une compétition de rugby sur le     taux de cortisol salivaire. <i>Science et Sports 17</i>(6), 302–305.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201400010001000036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Maso,     F., Lac, G., Michaux, O., &amp; Robert, A. (2003). Corrélations entre scores au     questionnaire de la Société française de médecine du sport et concentrations de     cortisol et testostérone salivaires lors du suivi d’une équipe de rugby de haut     niveau. <i>Science &amp; Sports, 18</i>, 299-301. doi: 10.1016/j.scispo.2003.09.012&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201400010001000037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Minetto, M. A., Lanfranco, F., Tibaudi, A.,     Baldi, M., Termine, A., &amp; Ghigo, E. (2008). Changes in awakening cortisol response and     midnight salivary cortisol are sensitive markers of strenous training-induced     fatigue. <i>Journal of Endocrino­logical Investigation, 31</i>, 16-24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201400010001000038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Monti-Bloch, L., Jennings-White, C., &amp;   Berliner, D. L. (1998) The human vomeronasal system: A review.<i> Annals of the New York Academy of Sciences, 855</i>, 373-389.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-107X201400010001000039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></a></p>     <!-- ref --><p>Nahas, M. V. (2001). </a><i>Atividade física, Saúde e Qualidade de Vida: Conceitos e Sugestões para um Estilo de Vida Ativo</i>. Londrina: Midiograf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-107X201400010001000040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Salvador, A., Ricarte, J., González-Bono, E., &amp; Moya-Albiol, L.     (2001). Effects of physical     training on endocrine and autonomic response to acute stress. <i>Journal of Psychophysiology, 15</i>, 114–121. doi: 10.1027/0269-8803.15.2.114&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-107X201400010001000041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Salvador, A., Suay, F., González-Bono, E., &amp; Serrano, M. A. (2003). Anticipatory     cortisol, testosterone and psychological responses to judo competition in young men. <i>Psychoneuro­endocrinology, 28</i>, 364-375. doi: 10.1016/s0306-4530(02)00028-8&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201400010001000042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Sampaio, R. F., &amp; Mancini, M. C.     (2007). Estudos de revisão sistemática: Um guia para síntese criteriosa da evidência     científica. <i>Revista Brasileira de Fisioterapia, 11</i>, 83-89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1646-107X201400010001000043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Samulski, D., &amp; Chagas, M. H. (1992).     Análise do stress psíquico na competiçäo em jogadores de futebol de campo das     categorias infantil e juvenil (15-18 anos). <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 6</i>(4), 12-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201400010001000044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Segato, L., Brandt, R., Liz, C. M., Vasconcellos, D. I. C., &amp; Andrade,     A.(2010). Estresse psicológico de velejadores de alto nível esportivo em     competição. <i>Motricidade, 6</i>(3), 53-62. doi: 10.6063/motricidade.6(3).145&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201400010001000045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, A. S., Papoti, M.,  Santhiago, V., Pauli, J. R., &amp; Gobatto, C. A. (2011). Serum and plasma hormonal     concentrations are sensitive to periods of intensity and volume of soccer     training. <i>Science &amp; Sports, 26</i>, 278-285. doi: 10.1016/j.scispo.2010.12.006&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-107X201400010001000046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Soares, A. J., &amp;   Alves, M. G. (2006). Cortisol como variável em psicologia da saúde. <i>Psicologia, Saúde e Doenças, 7</i>(2), 165-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201400010001000047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Strahler, K., Ehrlenspiel, F., Heene, M., &amp; Ralf, B. (2010). Competitive     anxiety and cortisol awakening response in the week leading up to a     competition. <i>Psychology of Sport and Exercise, 11</i>, 148-154. doi:10.1016/j.psychsport.2009.10.003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201400010001000048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Suay, F., Salvador, A., González-Bono, E.,     Sanchís, C., Martínez, M., Martínez-Sanchis, S., ... Montoro, J. B. (1999). Effects     of competition and its outcome on serum testosterone, cortisol and prolactin. <i>Psychoneuroendocrinology, 24</i>(5), 551-566. doi: 10.1016/s0306-4530(99)00011-6.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-107X201400010001000049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rouveix, M., Duclos, M., Gouarne, C., Beauvieux, M. C., &amp; Filaire,     E. (2006). The 24 h urinary cortisol/cortisone ratio and epineprine/nor-epinephrine     ratio for monitoring training in young female tennis players. <i>International Journal Sports and Medicine, 27,</i> 856-863. doi: 10.1055/s-2006-923778&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-107X201400010001000050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Teixeira, V., Valente, H., Casal, S., Pereira, L., Marques, F., &amp;   Moreira, P. (2009). 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São Paulo: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1646-107X201400010001000052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br> Nada a declarar.    ]]></body>
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