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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Associação entre as cargas de treino impostas a jogadores amadores de rugby sevens e a síndrome de burnout]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Burnout syndrome has been shown to be increasingly prevalent in athletes, since it is related to factors that influence levels of stress during the preparation of sports. Therefore, it has been studied in several sports, but not in Rugby Seven. The aim of this study was to correlate the effects of training loads imposed on amateur Rugby Sevens players with the burnout questionnaire. Nine players (25 ± 5 years-old) were evaluated before the preparatory period. Assessment included the measurement of the % fat percentage; nutritional status, stress, and aerobic power. During the preparatory period, once again, it was assessed the state of stress, aerobic power, and intensity of the training program. It was observed that there is no significant correlation between the intensity of the workout and Burnout scores (p&gt; 0.05), nor between Burnout scores and aerobic capacity. However, there was significant a correlation between the intensity of training performed with aerobic power (p< 0.01). Therefore, it is concluded that a training program prescribed properly, prevents the onset of burnout syndrome in Rugby Sevens players.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana"> <font size="2">    <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p></font>     <p>&nbsp;</p> <font size="4">    <p><b>Associação entre as cargas de treino impostas a jogadores    amadores de rugby sevens e a síndrome de burnout</b></p>     <p>&nbsp;</p> </font> <font size="3">    <p><b>Association between the training loads imposed     to amateur rugby sevens players and burnout syndrome</b></p></font>    <font size="2">    <p>&nbsp;</p>     <p><b>Alberto Sarly Coutinho Sobral<sup>1</sup>; Luciano   Oliveira<sup>2</sup>; Leonardo dos Santos Oliveira<sup>3</sup>; Rogério Márcio Luckwu dos Santos<sup>1</sup>; Aline de Freitas Brito<sup>1,4,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup></b></p>     <p><sup>1</sup><i>Departamento de Educação Física da Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil    <br> </i><sup>2</sup><i>Departamento de Educação Física do Instituto de Educação Superior da Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </i><sup>3</sup><i>Laboratório de Fisiologia e Desempenho Humano, Faculdades Integradas de Patos, Patos, Paraíba, Brasil    <br> </i><sup>4</sup><i>Laboratório de Estudos do Treinamento Físico Aplicado ao Desempenho e a Saúde, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, Paraíba, Brasil</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A síndrome de burnout tem-se mostrado cada vez mais     prevalente em atletas, uma vez que está relacionada com fatores que influenciam     os níveis de estresse durante a preparação desportiva. Por isso, tem sido     estudada em diversas modalidades desportivas, mas sua relação com o Rugby     Sevens é algo que não foi elucidado ainda. Assim, o objetivo do presente estudo     foi correlacionar os efeitos das cargas de treino impostas a atletas amadores     de Rugby Sevens com resultados obtidos num questionário de burnout. Nove     jogadores (25 ± 5 anos) foram avaliados, antes do seu período preparatório,     quanto ao seu percentual de gordura, estado nutricional, estado de estresse e     da potência aeróbia. Durante o período preparatório, foram avaliados novamente     seu estado de estresse, a potência aeróbia, e a intensidade do programa de treino.     De acordo com os resultados encontrados, observou-se que não há correlação significativa     entre a intensidade do treino e os escores de burnout (<i>p</i>&gt; 0.05), nem     entre os escores de burnout e a potência aeróbia. No entanto, houve correlação     significativa entre a intensidade do treino e a potência aeróbica (<i>p</i>&lt;     0.01). Diante disso, conclui-se que um programa de treino prescrito adequadamente evita o aparecimento da síndrome de burnout em atletas de Rugby Sevens.</p>       <p><b>Palavras-chave:</b> rugby, estresse psicológico, burnout</p>   <hr size="1">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>Burnout syndrome has been shown to be     increasingly prevalent in athletes, since it is related to factors that     influence levels of stress during the preparation of sports. Therefore, it has     been studied in several sports, but not in Rugby Seven. The aim of this study     was to correlate the effects of training loads imposed on amateur Rugby Sevens     players with the burnout questionnaire. Nine players (25 ± 5 years-old) were     evaluated before the preparatory period. Assessment included the measurement of     the % fat percentage; nutritional status, stress, and aerobic power. During the     preparatory period, once again, it was assessed the state of stress, aerobic     power, and intensity of the training program. It was observed that there is no     significant correlation between the intensity of the workout and Burnout scores     (<i>p</i>&gt; 0.05), nor between Burnout scores and aerobic capacity. However,     there was significant a correlation between the intensity of training performed     with aerobic power (<i>p</i>&lt; 0.01). Therefore, it is concluded that a training     program prescribed properly, prevents the onset of burnout syndrome in Rugby Sevens players.</p>       <p><b>Keywords:</b> rugby, psychological stress, burnout</p></font>   <hr size="1">       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>       <p>&nbsp;</p> <font size="3"><b>INTRODUÇÃO</b></font></font>     <p><font size="2" face="Verdana">A modalidade do Rugby Sevens surgiu na Escócia no ano de   1883, como uma modalidade desportiva derivada do Rugby XV, criada para o   passatempo social e acabou evoluindo para competições de alto rendimento em   nível internacional (Van Rooyen, Lombard, &amp; Noakes, 2008). Atualmente, o   Rugby Sevens tem se expandido de forma contínua e conta com a participação de   27 países, que disputam ativamente as melhores colocações no HSBC Sevens World   Series (International Rugby Board [IRB], 2012). Apesar disso, quando comparado   ao tradicional Rugby Union, apresenta uma popularidade reduzida, que, nesse   caso, acaba por refletir na existência de poucos estudos direcionados a uma melhor   compreensão das suas características fundamentais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Algumas de suas principais características são as exigências   extremas de respostas fisiológicas, devido uma alta incidência de contatos   físicos, especificidade de cada posição e demanda imposta pelas movimentações   repetitivas e de alta intensidade (Scott, Roe, Coats, &amp; Piepoli, 2003).   Assim, os jogadores devem possuir um alto nível de condicionamento físico, com   características apropriadas de velocidade, agilidade, resistência, força,   flexibilidade e habilidades próprias (Perrela, Noriyuki, &amp; Rossi, 2005). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A alta carga de estresse físico e psicológico a que os   jogadores são submetidos durante o período de pré-temporada, soma-se à variação   na qualidade do sono, tipo da dieta, quantidade de partidas, intervalo entre as   partidas, e viagens de deslocamento para jogos, acarretando em aumento de   lesões, <i>overtraining</i> e sintomas de grande estresse psicológico   (Nicholls, Backhouse, Polman, &amp; McKenna, 2011). Por esse motivo, a maioria   das pesquisas realizadas com o Rugby Sevens investigaram os fatores que   influenciam a presença de lesões (Fuller, Taylor &amp; Molloy, 2010; Gabbett,   2002; King, Gabbett, Dreyer, &amp; Gerrard, 2006) e do <i>overtraining</i> ou <i>overreaching</i> (Castinel, Adam, Prat, &amp; Mourlanette, 2007; Elloumi et al., 2012; Maso,   Lac, Filaire, Michaux, &amp; Robert, 2004). Esses fatores precisam ser   avaliados, uma vez que, os altíssimos níveis de estresse em praticantes de   desportos competitivos são acentuados por desordens como o <i>overtraining</i> (Kreher &amp; Schwartz, 2012; Main &amp; Landers, 2012) e por sua vez,   jogadores com presença de <i>overtraining</i> apresentam sintomas da síndrome   de Burnout (Main &amp; Landers, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo Maslach e Jackson (1981), a síndrome de Burnout é   caracterizada pela presença de um desgaste psicológico, sentimento de   frustração, exaustão mental, despersonalização e reduzida sensação de   realização pessoal, levando à desistência do praticante na sua modalidade   desportiva. Uma forma de deteção da síndrome de Burnout é mediante a aplicação   do Athlete Burnout Questionnaire (ABQ), desenvolvido por Raedeke e Smith (2001)   e traduzido para o português por Pires (2006), com o objetivo de detetar a   presença de traços da síndrome em jogadores das mais variadas modalidades desportivas   (Moreira, 2009; Pestana, 2009; Pires, 2006), o que torna a sua utilização muito   importante, visto que mostrou ser um instrumento seguro, efetivo, confiável e   de baixo custo na deteção e avaliação dos sintomas do Burnout nos jogadores   investigados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em se tratando do Rugby, Cresswell e Eklund (2006) aplicaram   o ABQ em jogadores de Rugby XV da Nova Zelândia, com o objetivo de examinar   mudanças nas características chave da presença do Burnout, durante o ano competitivo,   concluindo que quanto mais próximo do período pré-competitivo, maiores foram os   sintomas da síndrome. Além disso, outros fatores influenciaram na sua   apresentação como a posição em campo, lesão, experiência no Rugby e   participação direta com a equipa.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar de a aplicação do instrumento se mostrar efetiva na   deteção da presença da síndrome em jogadores de Rugby, a correlação entre o   questionário de Burnout e as cargas de treino impostas à modalidade do Rugby   Sevens ainda não foi elucidada. Até o presente momento, ainda não existem   estudos direcionados à observação da presença do estresse, e, consequentemente,   da síndrome de Burnout em jogadores da modalidade do Rugby Sevens. Portanto, os   objetivos do presente trabalho foram investigar a presença de sintomas da   síndrome de Burnout em jogadores amadores de Rugby Sevens, e verificar   possíveis relações do aumento da intensidade de treino com o ABQ, para detetar   a possibilidade dos jogadores apresentarem sintomas da síndrome.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font face="Verdana" size="3">MÉTODO</font></b> </p> <font face="Verdana" size="2">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Participantes</b>  </p>     <p>O estudo foi composto por nove jogadores amadores do sexo     masculino, com faixa etária entre 19 e 35 anos de idade, os quais foram     intencionalmente escolhidos por serem os representantes estaduais mais     experientes na prática do Rugby Sevens da cidade de João Pessoa-PB (3 anos).     Como critério de inclusão, os jogadores deveriam estar participando regularmente     da rotina de treino dessa modalidade há, no mínimo, 12 meses, ter uma     frequência média de pelo menos cinco sessões de treino por semana. Os mesmos     não deveriam apresentar lesões osteomioarticulares.</p>     <p>Todos os participantes foram informados sobre os     procedimentos que seriam realizados nas coletas de dados e, previamente à sua     participação, assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, conforme     a resolução nº 196/96 do Conselho Nacional de Saúde do Brasil para experimentos     com humanos, concordando em participar dos procedimentos metodológicos     propostos na pesquisa, aprovado pelo comitê de ética do Centro de Ciências da     Saúde da UFPB, sob número de protocolo CAAE 01928912.9.0000.5188.</p> <b>Instrumentos</b>       <p>O treino de musculação seguiu um programa baseado na     estrutura de blocos apresentada por Thibaudeau (2006), em que cada segmento     corporal é treinado em dias diferentes, segmento superior nas segundas e quintas,     e segmento inferior nas terças e sextas. A escolha dos exercícios seguiu a     proposta de Price (2006), com foco principal na aquisição de     força e condicionamento físico.</p>       <p>Para coleta dos dados antropométricos, foi utilizada uma     balança eletrônica, com precisão de 100g (Tech line, São Paulo/Brasil), um estadiómetro     profissional (Sanny, São Paulo, Brasil) e um adipómetro científico Classic     Sanny, (Sanny, São Paulo, Brasil). Para a análise dos inquéritos alimentares     foi utilizado o software Avanutri Revolution Software Package versão 4.0     (Avanutri Informática Ltda, Rio de Janeiro, Brasil).</p>       <p>Para determinação do nível de estresse, aplicou-se o     Questionário de Burnout para Atletas (QBA), versão validada por Pires (2006),     em virtude de apresentar uma consistência interna aceitável (coeficientes &#945; de Cronbach para as     subescalas de burnout variando entre 0.85 e 0.91), confiabilidade teste/reteste     e validade de construto (Raedeke &amp; Smith, 2001). O índice de consistência     interna geral do QBA foi 0.82. Em virtude do limite mínimo aceito como     satisfatório ser de 0.70, considera-se satisfatório o valor obtido.</p>       <p>Este questionário é composto por 15 itens que avaliam a     frequência de sentimentos relativos ao Burnout, onde cada um desses itens     refere-se diretamente a uma subescala da manifestação da presença de Burnout:     exaustão física e emocional; reduzido senso de realização desportiva e     desvalorização da modalidade desportiva. As respostas são dadas em uma escala     tipo Likert que varia de “Quase nunca” (1) a “Quase sempre” (5), sendo as     frequências intermediárias, “Raramente” (2), “Algumas vezes” (3) e     “Frequentemente” (4). Uma das perguntas apresentadas no questionário é “Eu me sinto destruído     pelo esporte”, e em se tratando dessa pergunta, quanto maior o escore     apresentado, mais forte é presença do traço referente a síndrome de Burnout. Dessa     forma, escores entre 4 e 5 indicam presença marcante de algum dos traços da     síndrome.</p>       <p>Para determinação de potência aeróbica, foi utilizado o     Yo-Yo Intermittent Recovery Test nível 2, seguindo o protocolo de avaliação de     Bangsbo, Iaia e Krustrup (2008). Para o cálculo do VO<sub>2</sub>max foi     utilizada a equação: VO<sub>2</sub>max (mL/kg/min<sup>-1</sup>) = IR<sub>2</sub> distância (m) × 0.0136 + 45.3 (Bangsbo, Iaia, &amp; Krustrup, 2008).</p>   <b>Procedimentos</b>     <p>Monitoramento da carga de treino</p>       <p>Os pesquisadores tiveram livre acesso ao plano do treino dos     jogadores, por meio de planilhas cedidas pela comissão técnica responsável, bem     como a presença durante os treinos, de forma a acompanhar o programa de treino     dos jogadores e observar as relações de volume e intensidade presentes na     estruturação dos mesmos. O programa de treino era dividido em mesociclos, em     que cada mesociclo recebia o nome de mesociclo básico, indo do mesociclo básico     I (no período inicial), até o mesociclo básico V. Dentro de cada mesociclo, os     jogadores executaram exercícios de musculação e treino técnico-tático, exceto     no microciclo regenerativo, em que estes executaram apenas treino     técnico-tático nas dependências do clube. A planilha de treino dos jogadores     era dividida em blocos, em que cada bloco correspondia ao trabalho direcionado     a alguma habilidade, como o bloco de preparação (composto por exercícios de     aquecimento), o bloco de velocidade e agilidade (objetivando treinar o deslocamento     e a capacidade aeróbica dos jogadores), e os blocos de treino I e II     (constituído de exercícios principais e secundários da preparação física). </p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O treino técnico-tático específico da modalidade era     realizado em duas sessões semanais, sendo a primeira executada na areia, nas     quartas-feiras, e a segunda executada no campo gramado, aos sábados. </p>       <p>Para os mesociclos I e II, os exercícios aplicados foram os     mesmos, sendo estes: corrida, sprints, Supino, Desenvolvimento “pela frente”     com barra, Puxada na frente com polia alta, Puxada horizontal com barra,     Agachamento, Levantamento terra romeno, Levantamento terra, Flexão do tronco     para a frente, Agachamento com pernas afastadas, Tração na barra fixa, Puxada     com polia baixa, Flexão dos joelhos com aparelho específico, Extensão dos     joelhos com aparelho específico, Supino inclinado e Salto sobre o plinto. No     mesociclos III, IV e V diferiram apenas para o encolhimento de ombros, passada     e polichinelo, respetivamente. Os exercícios escolhidos e o volume de treino     seguiram a recomendação de Price (2006), voltada para jogadores de Rugby. Por     sua vez, a intensidade foi determinada pelos treinadores, de forma que o     programa de treino apresentou progressividade ao longo do período preparatório,     partindo da intensidade de 70% de 1RM, alcançando 90% de 1RM no final da preparação.     Cada sessão de treino dos jogadores analisados teve uma duração média de 95     minutos.</p>       <p>A <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a04t1.jpg">Tabela 1</a> apresenta o perfil do treino desportivo dos     jogadores durante todo período preparatório. As planilhas de treino utilizadas     em todos os mesociclos básicos foram as mesmas, independente da posição ocupada     em campo pelos jogadores. A disposição do programa de treino foi similar para     número de exercícios e volume de treino, nos mesociclos básicos I, II e III, de     modo que, apenas as intensidades de treino foram diferentes entre eles     (progressivas). Nos mesociclos básicos IV e V, os jogadores também foram     submetidos a um número de exercícios e um volume similar, diferindo novamente     apenas com o aumento da intensidade e na introdução de alguns novos exercícios.</p>     
<p>Avaliação física e nutricional</p>       <p>A avaliação física foi executada na primeira visita, durante     o microciclo regenerativo, sendo esse procedimento realizado por um avaliador     treinado. Os sujeitos foram orientados para que nas últimas 24 horas     antecedentes não realizassem nenhum exercício físico vigoroso, não ingerissem     bebidas alcoólicas, comidas com grande teor de sódio, ricas em cafeína ou qualquer     tipo de estimulantes e no dia do procedimento não utilizassem hidratantes     corporais, além de estarem com trajes adequados. Na avaliação física, foram     mensuradas a estatura, massa corporal e sete dobras cutâneas (tríceps,     subescapular, supra-ilíaca, abdominal, axial medial, peito, coxa) para a     determinação da composição corporal, segundo o     protocolo de Jackson e Pollock (1978). Objetivando caracterizar o perfil     nutricional dos jogadores e quantificar sua ingestão de nutrientes, foi realizada     uma avaliação nutricional mediante a aplicação de um inquérito alimentar tal como proposto por Fisberg (2005). </p>     <p>Avaliação do nível de estresse</p>       <p>Esse questionário foi escolhido com o objetivo de avaliar a     presença da síndrome de Burnout e em que possível grau os jogadores poderiam     estar devido o acúmulo de estresse durante o período preparatório.     Realizaram-se cinco visitas ao centro de treino, realizadas ao final de cada     microciclo regenerativo. Na primeira visita, os jogadores voluntários foram     avaliados quanto às suas características antropométricas e sua potência aeróbia     (VO<sub>2</sub>max). Além disso, responderam a um inquérito alimentar e ao ABQ.     Nas quatro visitas subsequentes, realizaram-se apenas a aplicação do ABQ e a     medida da potência aeróbica através da aplicação do Yo-Yo Intermittent Recovery     Test nível 2, tendo como objetivo avaliar, durante esta fase, o nível de     estresse que os jogadores estavam sendo submetidos e a possibilidade de     desgaste completo.</p>     <p>Avaliação da potência aeróbica</p>       <p>Este teste consistiu no deslocamento dos jogadores por meio     de uma corrida durante o máximo de tempo possível, em regime de ida e volta, num     corredor de 20 metros de comprimento, que foi marcado no solo do campo gramado     com pratos demarcatórios. A velocidade foi imposta por um aparelho de som,     responsável pela propagação e reprodução do arquivo de áudio do protocolo do     teste, para a propagação dos sinais sonoros. O teste foi encerrado no momento     em que o jogador desistiu, apresentou dificuldades, e/ou incapacidade de acompanhar     o ritmo imposto pelos sinais sonoros do teste (Bangsbo et al., 2008).</p>   <b>Análise Estatística</b>       <p>Os dados foram reportados por média e desvio padrão.     Variáveis categóricas foram apresentadas por frequência relativa. Para o processamento     dos dados e análise do Questionário de Burnout para Atletas foi utilizado o     pacote estatístico Statistical Package for Social Science (SPSS), versão 16.0.     Para verificar as correlações, empregou-se o coeficiente de correlação de Pearson.     O nível de significância mínimo adotado foi de <i>p</i>&lt; 0.05.</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>   <font face="Verdana" size="3"><b>RESULTADOS</b></font>   <font face="Verdana" size="2">    <p>Com base em idades semelhantes entre os jogadores,     verificou-se, por meio apenas do IMC, que os mesmos foram considerados com     sobrepeso. No entanto, mesmo sabendo que em jogadores a massa muscular     sobrepuja a massa de gordura, esse valor foi confirmado mediante o percentual     de gordura, com valores considerados como acima da média pela literatura. Isso     se deve pela nutrição inadequada de alguns macronutrientes pelos jogadores, em     que a ingestão estava um pouco acima do recomendado, correspondendo a 20.8%     proveniente de proteínas, 52.0% proveniente de carboidratos, e 27.2% de gorduras.     Os dados encontram-se sumarizados na <a href="#t2">Tabela 2</a>.</p>       <p><a name="t2"></a></p>       <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a04t2.jpg" width="361" height="302"></p>       
<p>&nbsp;</p>     <p>Quanto aos índices da potência aeróbica dos jogadores, no     mesociclo I, o escore apresentado foi de 48.78 ± 0.96 mL/kg/min<sup>-1</sup>,     no mesociclo II o escore médio foi de 49.20 ± 1.03 mL/kg/min<sup>-1</sup>, já     no mesociclo III o escore médio dos jogadores foi de 49.72 ± 1.1 mL/kg/min<sup>-1</sup>, no mesociclo IV apresentaram o escore médio de 49.87 ± 1.21 mL/kg/min<sup>-1</sup> e apresentaram então, no mesociclo V, o escore de 50.00 ± 1.09 mL/kg/min<sup>-1</sup> (ver <a href="#f1">Figura 1</a>).</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a04f1.jpg" width="332" height="281"></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>Quanto ao sentimento de Exaustão Emocional, 77% dos     jogadores se encontraram na escala com a presença desse traço da síndrome relacionado     com “raramente a algumas vezes”, representando escores baixos (2.10 ± 0.40),     demonstrando não existir nenhuma influência significativa desta com o período     preparatório dos jogadores. Acerca do sentimento de Despersonalização, os     jogadores também apresentaram valores sempre baixos (2.00 ± 0.40), durante todo     o período preparatório, em que um total de 44% dos jogadores pesquisados se encontrava na categoria “quase nunca     a raramente”, enquanto 56% apresentam escores indicativos para “raramente para     algumas vezes”. Sobre o ao sentimento de Redução na Realização Pessoal, 56% dos     jogadores apresentam escores de 2.00 ± 0.70, que indicam “raramente para     algumas vezes”, e demonstram não existir nenhuma grande influência desta     variável no período preparatório dos jogadores. Para Burnout total, 56% dos     sujeitos apresentam escores de 2.30 ± 0.50, indicativo que os colocam na escala entre “raramente para algumas vezes” (ver <a href="#t3">Tabela 3</a>).</p>     <p><a name="t3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a04t3.jpg" width="346" height="780"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a04t4.jpg">Tabela 4</a>, é possível observar os resultados da análise de     correlação entre os escores do burnout total, a intensidade do treino dos jogadores     e o VO<sub>2</sub>max. Não houve correlação significativa entre a intensidade     do treino e os escores de burnout (<i>p</i>&gt; 0.05). No entanto, pode-se     observar que a intensidade do treino apresentou correlação muito forte e     positiva com o VO<sub>2</sub>max (<i>r</i>= 0.951, <i>p</i>&lt; 0.001).</p></font>     
<p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="3"><b>DISCUSSÃO</b></font>       <p><font size="2" face="Verdana">O Rugby tem-se mostrado um desporto de grande destaque     mundial, com suas pesquisas em maior evidência em países europeus, da Oceania e     na África do Sul. No Brasil, o desporto vem crescendo em popularidade e assim,     vem-se desenvolvendo pesquisas com o foco em aspetos fisiológicos,     antropométricos e nutricionais, mas existe uma lacuna acerca de pesquisas     relacionadas a aspetos físicos e psicológicos e, por essa razão, esse trabalho     se mostra como um dos precursores na análise de cargas de um programa de treino     e sua associação com o nível de estresse em jogadores amadores de Rugby Sevens.     Diante disso, nossos resultados mostraram que, apesar de o programa de treino     não respeitar diretamente a individualidade biológica dos jogadores, por estar     padronizando os mesmos através de planilhas iguais, esse mesmo treino foi capaz     de melhorar os escores de VO<sub>2</sub>max enquanto não apresentava nenhuma     influência negativa nos escores do Burnout Total e das outras dimensões da     síndrome de Burnout.</font></p>   <font face="Verdana" size="2">    <p>Dos principais achados dessa pesquisa, podem-se retratar as     características nutricionais dos jogadores, que fogem um pouco do padrão     nutricional estabelecido, por consumirem menos proteínas e mais carboidratos do     que a proporção tradicionalmente recomendada (Kerksick et al., 2008; La Bounty     et al., 2011). Além disso, houve aumento da intensidade de forma linear     constante, que mesmo apresentando capacidade de melhorar a potência aeróbica     dos jogadores, que enquadram-se dentro dos parâmetros apresentados em pesquisas     similares com jogadores de Rugby League (Gabbett, 2002) e de Rugby Union     (Sant’Anna, 2010), não foi capaz de influenciar, no período preparatório, a     presença dos traços da síndrome nos jogadores. De fato, os dados não     apresentaram nenhuma relação estatística direta entre a intensidade do treino     aplicado e os escores apresentados pelo Questionário de Burnout para Atletas. </p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Sabendo que os jogadores se encontram suscetíveis a     constantes situações que podem proporcionar altos níveis de burnout, os mesmos     precisam estar sempre no melhor estado psicológico para responder de maneira     satisfatória ao treino, às competições, e à sua vida pública, onde precisam     tratar com outras pessoas, que não tem relação alguma com o desporto. E para     identificar se os jogadores no período de pré-competição estão mais suscetíveis     a apresentar a síndrome e, consequentemente, um elevado nível de estresse, é relevante     analisar por meio do questionário de Burnout algumas variáveis psicológicas     como, exaustão emocional, despersonalização, sensação da realização pessoal e     Burnout total. </p>       <p>Identificamos que para o Burnout Total, exaustão emocional,     despersonalização, reduzida sensação da realização pessoal os valores médios     foram próximos ao valor 2, podendo-se considerar que, quanto menores os valores     apresentados melhor se apresentam os jogadores na escala de deteção dos     sintomas da síndrome (Pires, 2006). Esse fato significa que, menores valores     referem-se a uma baixa ou inexistente presença dos sintomas do Burnout,     enquanto altos valores referem-se à alta incidência de traços da síndrome.     Portanto, os jogadores apresentaram, ao longo de todo o período preparatório,     baixa incidência no desenvolvimento da síndrome. Assim, nossos resultados     corroboram diretamente com os índices encontrados em 208 jogadores universitários     praticantes de sete modalidades desportivas nos EUA (Raedeke &amp; Smith,     2001).</p>       <p>O Burnout Total representa o grau máximo de estresse que os     jogadores podem apresentar, em se tratando da presença da síndrome de Burnout.     Desse modo, os jogadores que atingiram esse nível geral de estresse demonstram     potencial para o abandono da modalidade. Diante disso, nosso escore para essa     variável foi de 2.3±0.5, demonstrando que os jogadores pesquisados obtiveram     valores bastante reduzidos durante o período preparatório, tanto para as     subescalas de Burnout quanto para a escala de Burnout total. Esses são     indicativos de que os mesmos não apresentavam nenhuma significativa manifestação     dos traços da síndrome. Os índices encontrados assemelham-se aos encontrados em     392 jogadores neozelandeses amadores de Rugby (Cresswell &amp; Eklund, 2005) e     200 jogadores, de 12 modalidades des­portivas, individuais e coletivas (Pires,     2006).</p>       <p>Com relação ao programa de treino, o mesmo apresentou     valores de volume similares para os blocos de mesociclos, variando apenas de     forma progressiva para a intensidade. O tempo de descanso se mostra padronizado     por toda a periodização, sendo de 1 minuto e 30 segundos. Isso corrobora     diretamente com a caracterização de volume adotado por Lima e Chagas (2008) e     com a caracterização de intensidade de Badillo e Ayestarán (2001). Em jogadores     de Rugby, Lambert (2009) relata os efeitos negativos do aumento da intensidade,     relacionando-os ao Burnout ou <i>overtraining</i>. Dessa forma, esse estudo     pode mostrar que mesmo com o aumento da intensidade, nenhum traço da síndrome     de Burnout apresentou efeito negativo. </p>       <p>Em se tratando do VO<sub>2</sub>max, a intensidade     apresentou grande influência estatística no aumento do consumo máximo de     oxigênio dos jogadores, de forma que a utilização de um treinamento anaeróbio     de intensidade crescente possa permitir, também, uma melhora significativa nos     escores dessa capacidade, como apresentado por Astorino, Allen, Roberson, e     Jurancich (2012), que se utilizou de um protocolo de treinamento intervalado de     alta intensidade em 20 indivíduos de ambos os sexos, e nos 11 indivíduos     pesquisados por Taipale, Mikkola, Vesterinen, Nummela, e Häkkinen (2013), que     apresentaram melhora no VO<sub>2</sub>max após a aplicação do treino de força.</p>       <p>Correlacionando o programa de treino adotado com os valores     de Burnout total não foi encontrada diferença significativa nos nossos     resultados, indicando que a carga de treinamento aplicada nos jogadores foi     suficientemente padronizada, de forma que esta parece ser uma variável     ineficiente no que tange a influenciar diretamente na presença de traços da     síndrome. A síndrome de Burnout tem a capacidade de afetar os jogadores através     dos seus relacionamentos interpessoais com os treinadores e outros jogadores,     os treinos que podem tornar-se monótonos ou extremamente desgastantes, deceções     com resultados apresentados durante os treinamentos ou competições, excesso de     pressão psicológica por si mesmo ou imposta por outros (parentes, cônjuges, companheiros),     falta de incentivo e de reforços positivos, e pela sensação de distanciamento     das outras pessoas (Garcés, Ruiz, &amp; Vives, 2002; Silva, 1990). </p>       <p>O Burnout se localiza no mais alto nível de estresse e/ou     excesso de treinamento, onde então alcança seu ápice com a presença da síndrome,     que se inicia com a manifestação de emoções negativas de adaptação (Silva,     1990), se originando de forma bastante marcante na incompatibilidade de metas e     de planeamento, e nas demandas sócio-psico-físico desportivas crónicas, a que     são submetidos os jogadores, o que pode causar o seu abandono precoce da     modalidade (Pires, Brandão, &amp; Machado, 2005).</p>       <p>Pode-se notar que cada uma das dimensões do Burnout     apresentou-se de forma bastante discreta e pouco expressiva durante toda a pesquisa.     De fato, o aumento programado na intensidade não teve influência negativa alguma     nessas dimensões e, consequentemente, não se refletiu negativamente no Burnout     Total. Contudo, o estudo apresenta algumas limitações, como o número de     participantes e a não utilização de protocolos de avaliação fisiológica direta,     o que poderia proporcionar uma maior precisão aos dados encontrados apenas com     a aplicação do Questionário de Burnout para Atletas. </p>       <p>Recomenda-se que sejam feitos mais estudos, monitorando os     jogadores por um período de tempo maior e avaliando suas características     fisiológicas de forma a detetar a presença ou instalação de traços da síndrome     de Burnout durante todo o ano competitivo dos jogadores. Assim, essas variáveis     podem ser monitoradas a cada fase da preparação física, de forma que a síndrome     de Burnout seja detetada de forma precoce.</p></font>       <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="3"><b>CONCLUSÕES</b> <font size="2">      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os jogadores de Rugby Sevens, durante a fase preparatória, apresentaram escores    não indicativos de Burnout, demonstrando que o treino realizado mostrou-se eficiente,    de forma a evitar que os sintomas do Burnout se desenvolvessem ou se instalassem.    O VO<sub>2</sub>max apresentou aumento expressivo, sendo positivamente correlacionado    com o aumento da intensidade. Em contrapartida, essa variável parece não ser    sensível às manifestações do Burnout, para que fosse possível detetar sua influência    na síndrome.</p> </font>      <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="3"><b>REFERÊNCIAS</b></font> <font face="Verdana" size="2">     <!-- ref --><p>Astorino, T. A., Allen, R. P., Roberson, D. W., &amp; Jurancich M. (2012).    Effect of high-intensity interval training on cardiovascular function, V&#775;o2max,    and muscular force. <i>Journal of Strength &amp; Conditioning Research, 26</i>(1),    138-145.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201400020000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->   </p>     <!-- ref --><p>Badillo, J. J. G., &amp; Ayestarán, E. G. (2001). <i>Fundamentos do treinamento    de força: Aplicação ao alto rendimento esportivo</i>. Porto Alegre: Artmed.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201400020000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bangsbo, J., Iaia, F. M., &amp; Krustrup, P. (2008). The Yo-Yo Intermittent    Recovery Test: A useful tool for evaluation of physical performance in intermittent    sports. <i>Sports Medicine, 38</i>, 37-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201400020000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Castinel, B. H., Adam, P., Prat, C., &amp; Mourlanette, P. (2007). Lung abscess    in a professional rugby player: An illustration of overtraining syndrome? <i>British    Journal of Sports Medicine, 41</i>(10), 696-8.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201400020000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->     </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Cresswell, S. L., &amp; Eklund, R. C. (2005). Motivation and burnout in professional    rugby players. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport, 76</i>(3), 370-376.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201400020000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cresswell, S. L., &amp; Eklund, R. C. (2006). Changes in athlete burnout over    a thirty-week &quot;rugby year&quot;. <i>Journal of Science and Medicine in    Sport, 9</i>(1-2), 125-134.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201400020000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Elloumi, M., Makni. E., Moalla, W., Bouaziz, T., Tabka, Z., Lac, G., &amp;    Chamari, K (2012). Monitoring training load and fatigue in rugby sevens players.    <i>Asian Journal of Sports Medicine, 3</i>(3), 175-184.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201400020000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fisberg, R. M. (2005). <i>Inquéritos alimentares: Métodos e bases cientificas</i>.    Barueri, SP: Ed. Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201400020000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fuller, C., Taylor, A., &amp; Molloy, M. (2010). Epidemiological study of injuries    in international Rugby Sevens. <i>Clinical Journal of Sport Medicine, 20</i>(3),    179-184.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201400020000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Gabbett, T. (2002). Incidence of injury in amateur rugby league sevens. <i>British    Journal of Sports Medicine, 36</i>(1), 23-26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201400020000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->   </p>     <!-- ref --><p>Garcés, L. F., Ruiz, E. J., &amp; Vives, B. L. (2002). Variables motivacionales    y emocionales implicadas en el síndrome de burnout en el contexto deportivo.    <i>Revista Electrónica de Motivación y Emoción, 5</i>(11-12).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201400020000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>International Rugby Board (2012). <i>IRB World Rankings</i>. Obtido em <a href="http://www.irb.com/rankings" target="_blank">http://www.irb.com/rankings</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201400020000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jackson, A. S., &amp; Pollock, M. L. (1978). Generalized equations for predicting    body density of men. <i>British Journal of Nutrition, 40</i>, 497-500.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201400020000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->   </p>     <!-- ref --><p>Kerksick, C., Harvey, T., Stout, J., Campbell, B., Wilborn, C., Kreider, R.,    &amp; Antonio, J. (2008). International Society of Sports Nutrition position    stand: Nutrient timing. <i>Journal of the International Society of Sports Nutrition,    5</i>(17). doi: 10.1186/1550-2783-5-17&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201400020000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>King, D. A., Gabbett, T. J., Dreyer, C., &amp; Gerrard, D. F. (2006). Incidence    of injuries in the New Zealand national rugby league sevens tournament. <i>Journal    of Science and Medicine in Sport, 9</i>(1-2), 110-118.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201400020000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kreher, J. B., &amp; Schwartz, J. B. (2012). Overtraining syndrome: A practical    guide. <i>Sports Health, 4</i>(2), 128-138.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201400020000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>La Bounty, P. M., Campbell, B. I., Wilson, J., Galvan, E., Berardi, J., Kleiner,    S. M., &amp; Antonio, J. (2011). International Society of Sports Nutrition position    stand: Meal frequency. <i>Journal of the International Society of Sports Nutrition,    8</i>(4). doi: 10.1186/1550-2783-8-4.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201400020000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>Lambert, M. I. (2009).<i> Periodisation and monitoring of overtraining in rugby    players</i>. Cape Town: Department of Human Biology, University of Cape Town.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201400020000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lima, F. V., &amp; Chagas, M. H. (2008). <i>Musculação: Variáveis estruturai</i>s.    Belo Horizonte: Casa da Educação Física.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201400020000400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Main, L. C., &amp; Landers, G. J. (2012). Overtraining or burnout: A training    and psycho-behavioural case study. <i>International Journal of Sports Science    and Coaching, 7</i>(1), 23-32.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201400020000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Maslach, C., &amp; Jackson, S. E. (1981). The Measurement of experienced burnout.    <i>Journal of Occupational Behavior, 2</i>, 99-113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201400020000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Maso, F., Lac, G., Filaire, E., Michaux, O., &amp; Robert, A. (2004). Salivary    testosterone and cortisol in rugby players: Correlation with psychological overtraining    items. <i>British Journal of Sports Medicine, 38</i>(3), 260-263.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201400020000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moreira, B. M. (2009). <i>Motivação, ansiedade e burnout em jovens atletas</i>.    Monografia de Licenciatura da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física,    Universidade de Coimbra, Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201400020000400023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nicholls, A. R., Backhouse, S. H., Polman, R. C., &amp; McKenna, J. (2011).    Overtraining during preseason: Stress and negative affective states among professional    rugby union players. <i>Journal of Clinical Sport Psychology, 5</i>(3), 211-222.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201400020000400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Perrela, M. M., Noriyuki, P. S., &amp; Rossi, L. (2005). Avaliação da perda    hídrica durante treino intenso de rugby. <i>Revista Brasileira de Medicina do    Esporte, 11</i>(4), 229-232.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201400020000400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Pestana, G. D. (2009). <i>Motivação, ansiedade e burnout no desporto</i>. Monografia    de Licenciatura da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física, Universidade    de Coimbra, Coimbra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201400020000400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pires, D. A. (2006). <i>Validação do Questionário de Burnout para Atletas</i>.    Dissertação de Mestrado, Universidade São Judas Tadeu, São Paulo, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201400020000400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pires, D. A., Brandão, M. R. F., &amp; Machado, A. A. (2005). A síndrome de    Burnout no esporte. <i>Revista Brasileira Medicina do Esporte, 11</i>(3), 147-153.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201400020000400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->    </p>     <!-- ref --><p>Price, R. G. (2006). <i>Ultimate guide to weight training for rugby </i>(2nd    Edition). Chicago: Price World Publishing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201400020000400029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Raedeke, T., &amp; Smith, A. (2001). Development and preliminary validation    of an Athlete Burnout Measure. <i>Journal of Sport and Exercise Psychology,    23</i>(4), 281-306.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-107X201400020000400030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Sant’anna, R. T. (2010). <i>Características Fisiológicas e Antropométricas    de Jogadores Amadores de Rugby</i>. Monografia de Graduação, Escola de Educação    Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201400020000400031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Scott, A. C., Roe, N., Coats, A. J., &amp; Piepoli, M. F. (2003). Aerobic exercise    physiology in a professional rugby union team. <i>International Journal of Cardiology,    87</i>(2-3), 173-177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201400020000400032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Silva, J. M. (1990). An analysis of training stress syndrome in competitive    athletics.<i> Journal of Applied Sport Psychologist, 2</i>(1), 5-20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-107X201400020000400033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->   </p>     <!-- ref --><p>Taipale, R. S., Mikkola, J., Vesterinen, V., Nummela, A., &amp; Häkkinen, K.    (2013). Neuromuscular adaptations during combined strength and endurance training    in endurance runners: Maximal versus explosive strength training or a mix of    both. <i>European Journal Applied Physiology, 113</i>(2), 325-335. doi: 10.1007/s00421-012-2440-7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-107X201400020000400034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Thibaudeau, C. (2006). <i>The Black Book of Training Secrets</i>. Quebec: F.    Lepine Publishing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201400020000400035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Van Rooyen, M. K., Lombard, C., &amp; Noakes, T. D. (2008). Playing demands    of sevens rugby during the 2005 rugby world cup sevens tournament. <i>International    Journal of Performance Analysis in Sport, 8</i>(2), 114-123.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201400020000400036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font></font>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i>Autor    correspondente</i>: Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica da    Universidade Federal da Para&iacute;ba, Cidade Universit&aacute;ria, CEP 58051-900    Jo&atilde;o Pessoa/PB, Brasil; <i>E-mail</i>: <a href="mailto:enylla_sophia@hotmail.com">enylla_sophia@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="3"><font face="Verdana" size="2">     <p><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar.    <br>   <b>Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Nada a declarar.</p>     <p>Artigo recebido a 09.03.2013; 1&ordf; Revis&atilde;o 08.05.2013; Aceite 29.09.2013</p> </font></font>       ]]></body><back>
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