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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos da gameterapia na mielorradiculopatia esquistossomótica: Relato de caso]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Schistosomiasis mansoni is a parasitic disease caused by Schistosoma mansoni. Its ectopic form most severe and disabling is the Schistosomal Myeloradiculopathy (SMR), characterized by reaching the central nervous system. Currently, the use of Virtual Reality for the treatment of neurological sequelae has been developing gradually. The aim of this study was to analyze the influence of Virtual Reality (VR) on neuromotor functions of a SMR carrier. The study it was carried out with a female subject, 30 years old, diagnosed with SRM and no preview experience with the Nintendo Wii® or similar. The assessment procedure adopted aimed to describe and analyze the impairment caused by disorders of the MRE. Intervention program included a physical therapy program playing with the Nintendo Wii® and Wii Balance Board® platform (20 sessions lasting 1 hour and a frequency of three times per week). Subject was assessed before and after the intervention program. The results showed that the VR was an effective tool in neuromotor rehabilitation of SRM.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">     <p align="right"><b>ARTIGO     ORIGINAL</b></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Efeitos da gameterapia na mielorradiculopatia esquistossomótica: Relato de caso</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Effects of the gametherapy in schistosomal   myeloradiculopathy: Case report</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Tiago Pinheiro Vaz Carvalho<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Patrícia   Pereira da Silva<sup>2</sup>; Diogo Costa Garção<sup>3</sup>; Ana Paula Lima Ferreira<sup>1</sup>; Karina Machado de Araújo<sup>1</sup></b></p>     <p><sup>1</sup><i>Universidade Federal de Sergipe, Sergipe, Brasil    <br>   </i><sup>2</sup><i>Faculdade de Aracaju/FACAR, Aracaju/SE, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </i><sup>3</sup><i>Faculdade Estacio de Sergipe/FaSe, Sergipe, Brasil</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">         <p><b>RESUMO</b></p>       <p>A esquistossomose mansônica é uma doença parasitária     causada pelo helminto <i>Schistosoma mansoni</i>. A sua forma ectópica mais     grave e incapacitante é a mielorradiculopatia esquistossomótica (MRE), caracterizada     por atingir o sistema nervoso central. Atualmente, o uso da Realidade Virtual     para o tratamento das sequelas de doenças neurológicas vem se desenvolvendo     gradativamente. O objetivo deste estudo foi analisar a influência da Realidade     Virtual (RV) sobre as funções neuromotoras de uma portadora de MRE. O estudo     foi realizado com um indivíduo do sexo feminino, 30 anos de idade, com     diagnóstico clínico de MRE e sem experiência prévia com o Nintendo Wii<sup>®</sup> ou similares. O procedimento de avaliação adotado visou à descrição e análise     do comprometimento causado pelas afeções da MRE. A paciente foi avaliada,     submetida à fisioterapia utilizando o Nintendo Wii<sup>®</sup> e a plataforma     Wii Balance Board<sup>®</sup> que consistiu de 20 sessões com duração de 1 hora     e frequência de três vezes por semana; após o tratamento a paciente foi     reavaliada. Os resultados demonstraram que para a voluntária em estudo, a RV foi uma ferramenta eficaz na reabilitação neuromotora de MRE.</p>       <p><b>Palavras-chave: </b>terapia assistida por computador, neuroesquistossomose, modalidades de fisioterapia, esquistossomose mansoni</p>   <hr size="1">       <p><b>ABSTRACT</b></p>       <p>Schistosomiasis mansoni is a parasitic     disease caused by Schistosoma mansoni. Its ectopic form most severe and     disabling is the Schistosomal Myeloradiculopathy (SMR), characterized by     reaching the central nervous system. Currently, the use of Virtual Reality for     the treatment of neurological sequelae has been developing gradually. The aim     of this study was to analyze the influence of Virtual Reality (VR) on     neuromotor functions of a SMR carrier. The study it was carried out with a     female subject, 30 years old, diagnosed with SRM and no preview experience with     the Nintendo Wii<sup>®</sup> or similar. The assessment procedure adopted aimed     to describe and analyze the impairment caused by disorders of the MRE. Intervention     program included  a physical therapy program playing with the Nintendo Wii<sup>®</sup> and Wii Balance Board<sup>®</sup> platform (20 sessions lasting 1 hour and a     frequency of three times per week). Subject was assessed before and after the     intervention program. The results showed that the VR was an effective tool in neuromotor rehabilitation of SRM.</p>       <p><b>Keywords:</b> computer-assisted therapy, neuroschistosomiasis, physical therapy, schistosomiasis mansoni</p>   <hr size="1">       <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p></p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">       <p>A mielorradiculopatia esquistossomótica (MRE) é a forma     ectópica mais grave e incapacitante da infecção pelo <i>Schistosoma mansoni</i> (Ministério da Saúde [MS], 2006; Lambertucci, Silva, &amp; Amaral, 2007).     Quando há o contato com água doce contaminada, a cercária penetra na pele do     hospedeiro e dirige-se à circulação portal e mesentérica, iniciando a deposição     dos ovos (Gryseels, Polman, Clerinx, &amp; Kestens, 2006). Os ovos partem para     as veias vertebrais através do plexo avalvular de Batson que possui anastomoses     com as veias profundas ilíaca e cava inferior que ligam as veias da pelve e do reto     com a medula espinhal (Balliauw, Martens, Steen, Bladt, &amp; Vanhoenacker,     2010; Jongste et al., 2010). Uma reação inflamatória é desencadeada a partir da     deposição dos ovos no sistema nervoso central (Silva et al., 2004).</p>       <p>As manifestações clínicas surgem na fase aguda ou subaguda     com piora decorrente do quadro, ou na fase crónica, ao longo de meses ou até     mesmo anos. Cerca de 51 a 77% dos casos a MRE apresentam dor lombar ou em     membros inferiores (MMII), 12% com disfunção vesical, 7% com redução de força     em MMII, parestesia em 6% e impotência sexual com 0.7% (Silva et al., 2004).     Relatos de literatura afirmam que esforços físicos, manobras de valsalva ou     qualquer outra forma de aumento de pressão intra-abdominal podem desencadear a     MRE (Silva et al., 2004; Ueki, Parisi, &amp; Onofrio, 1995).</p>       <p>Devido a grandes variações de expressão clínica, a     prevalência da MRE em área endémica ainda não é conhecida (Santos, Campos,     Diniz, Leal, &amp; Rocha, 2001; Vidal, Gurgel, Ferreira, &amp; Azevedo Filho,     2010). A cada ano, o número de casos aumenta e há falhas no mapeamento e     notificação da doença, esses fatores mascaram a realidade que proporcionam consequências     graves para os infetados. Dentre os casos descritos, os homens em idade     produtiva são mais acometidos pela MRE, com incidência em torno de 71% a 83%.     Tais valores ocorrem em detrimento da maior exposição ocupacional (Araújo,     Silva, Santos, Barbosa, &amp; Ferrari, 2010; Jongste et al., 2010; Nobre et     al., 2001; Silva et al., 2004). </p>       <p>Em estudo realizado por Araújo et al. (2010) envolvendo 139     indivíduos com diagnóstico de MRE, observou-se que 100% relataram fraqueza     muscular em MMII, predominantemente assimétrica, e 93.7% apresentaram distúrbio     da marcha. A disfunção vesical foi relatada por 78.5% dos pacientes e a     intestinal esteve presente em 60.6% dos casos. A dor lombar e/ou em MMII, a     hipoestesia e as parestesias também estiveram presentes, sendo encontradas em     80.3%, 89.5% e 57.4% dos casos, respetivamente. </p>       <p>Estima-se que 95% dos pacientes com MRE que não recebem     tratamento morrem ou não apresentam melhora clínica. No estudo de Silva et al.     (2004) obteve-se melhora do quadro neurológico mesmo quando a terapia foi     iniciada após 12 meses de instalada a MRE. O tratamento das sequelas varia     conforme o nível de comprometimento e consiste basicamente em cinesioterapia     visando a funcionalidade do paciente (Silva et al., 2004). </p>       <p>Considerando os sinais, sintomas clínicos bem como     potencialidades remanescentes apresentadas por portadores de MRE, hipotetiza-se     que a estimulação visual é um forte aliado à terapia tradicional. Está     comprovado que o feedback visual estimula a plasticidade neural e a informação     captada pelos olhos fornece um potente sinal para a reorganização dos circuitos     sensoriomotores. Sugere-se que movimentos repetidos aliados com uma estimulação     visual podem moldar a atividade neural em áreas pré-motoras e motoras (Adamovich,     Fluet, Tunik, &amp; Merians, 2009; Bray, Shimojo, &amp; O’Doherty, 2007;     Hadipour, Niktarash, Lee, Desmond, &amp; Shadmehr, 2007; Richardson et al.,     2006). Para resultados mais promissores, deve-se estar atento para o fato de     que o tratamento deve ser individualizado e executado diversas vezes     (Sveistrup, 2004).</p>       <p>Um dos equipamentos de RV mais comum­mente utilizado na     reabilitação é o Nintendo Wii<sup>®</sup>. Utiliza-se uma televisão, fornecendo     feedback visual, além de um <i>joystick</i> sem fio (wiimote) que possui     sensores, os quais captam movimentos do participante e transmite para o jogo     (Butler, 2010). É um recurso que poderá contribuir para melhora da proprioceção     do paciente, coordenação motora grossa e fina, fortalecimento da musculatura,     estímulo da atividade cerebral, aumento da capacidade de concentração e     equilíbrio (Burdea et al., 2008; Barcala, Colella, Araujo, Salgado &amp;     Oliveira, 2011). Outro acessório que complementa a terapia é a plataforma Wii     Balance Board<sup>®</sup> composta pelo Wii Fit<sup>®</sup>. O jogador     posiciona-se sobre a mesma e através dos quatro sensores de pressão, é possível     analisar peso, índice de massa corporal (IMC) e centro de gravidade (COG) dos     usuários (Bieryla &amp; Dold, 2013; Clark et al., 2010). Atualmente, não há     estudos que relacionem a intervenção com a plataforma Wii Balance Board<sup>®</sup> e a MRE. O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos do Nintendo Wii<sup>®</sup> e a plataforma Wii Balance Board<sup>®</sup> sobre o desempenho     neuromusculoesquelético de uma voluntária com MRE. </p>       <p>&nbsp;</p>   </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Participante</b>  </p>     <p>A voluntária foi selecionada por conveniência, através de     convite individual e depois de informada sobre o propósito do estudo, assinou     termo de consentimento autorizando a realização e a publicação do estudo. Foi     respeitada sua autonomia e assegurando sua privacidade como rege a Resolução     196/96 do Conselho Nacional de Saúde. As intervenções foram realizadas no     Departamento de Morfologia da Universidade Federal de Sergipe, Brasil. Trata-se     de um estudo de caráter exploratório do tipo caso piloto realizado no período     de Agosto a Setembro de 2011. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em     Pesquisa da Universidade Federal de Sergipe sob o número de certificado de     apresentação para apreciação ética (CAAE): 0135.0.107.000-11.</p>     <p>A participante da pesquisa, aqui referida como JBMS, 30 anos     de idade, sexo feminino, sedentária, residente na cidade de São Cristóvão/SE,     Brasil, diagnóstico clínico de MRE, epidemiologia positiva para esquistossomose     mansônica e sem nenhuma experiência prévia com o Nintendo Wii<sup>®</sup> ou     similares apresentou os primeiros sintomas neurológicos oito anos após o     contato com a água contaminada pelo S. mansoni no povoado Jenipapo-AL, Brasil.     O tempo de evolução da doença desde o aparecimento dos primeiros sinais     neurológicos até o quadro atual foi de 30 dias. Durante a apresentação dos     sinais neurológicos, realizou-se o exame parasitológico de fezes que     identificou infecção pelo S. mansoni, a ressonância nuclear magnética detetou     um alargamento medular ao nível da décima vértebra torácica e o estudo     urodinâmico identificou a bexiga neurogênica hiperreflexa. Na avaliação     inicial, 12 anos após a contaminação pelo parasita e quatro anos desde o     surgimento dos sintomas neurológicos, a paciente estava com carga parasitária     negativa e já havia realizado sem sucesso terapia com corticoides.</p> <b>Procedimentos e Instrumentos</b>       <p>A paciente foi avaliada inicialmente, em seguida submetida à     fisioterapia utilizando o Nintendo Wii<sup>®</sup>, após o tratamento foi     reavaliada. Assim, o presente estudo teve um delineamento intrasujeito do tipo     A-B, sendo “A” a mensuração em linha de base (avaliação inicial) e “B” a     mensuração que ocorrem depois da intervenção (avaliação final) (Lourenço,     Hayashi, &amp; Almeida, 2009). Não há notificação da doença nem registro de     pacientes no município de Aracaju-SE, Brasil, dificultando a seleção dos     pacientes e consequentemente um maior tamanho amostral para esse estudo. </p>       <p>O procedimento de avaliação adotado no estudo visou a     descrição e análise do comprometimento causado pelas afeções aqui discutidas.     Os seguintes parâmetros foram investigados: anamnese, força muscular de MMII,     flexibilidade de isquiotibiais, equilíbrio e centro de gravidade (COG). Para     mensuração e avaliação do quadro clínico, utilizou-se o teste de função     muscular: divide-se o teste em uma escala de seis níveis, ou seja, 5 = normal,     ou movimento pleno com resistência completa; 4 = bom, ou mobilidade total     contra gravidade e um pouco de resistência; 3 = fraco, ou mobilidade completa     apenas contra a gravidade; 2 = contração pobre, possível mobilidade completa     apenas sem a ação da gravidade; 1 = evidência da contração muscular, mas sem     movimento e 0 = sem evidência da contração (Daniels &amp; Worthingham, 1973; Palmer     &amp; Epler, 2000). </p>       <p>A flexibilidade foi avaliada através do teste de sentar e     alcançar no banco de Wells: sentar-se sobre o colchonete com as pernas     plenamente estendidas e plantas dos pés contra o banco de Wells. O paciente     inclina e se projeta para frente até onde for possível, deslizando os dedos ao     longo da régua. A distância total alcançada representa o escore final, sendo     que são realizadas 3 tentativas de alcance (Wells &amp; Dillon, 1952), as     provas de equilíbrio de Fukuda e Romberg: no primeiro, o paciente marcha,     elevando os joelhos aproximadamente 45° sem deslocar-se, executando 60 passos     (um por segundo) com os braços estendidos e os olhos fechados. São considerados     resultados patológicos se houver deslocamento maior do que 1m e/ou rotação     superior a 30°. Já no segundo pede-se para o paciente permanecer em pé com os     pés juntos, mãos ao lado do corpo e olhos fechados por um minuto (Fukuda, 1959;     Khasnis &amp; Gokula, 2003). Por fim, realizou-se a avaliação do COG através da     plataforma Wii Balance Board<sup>®</sup> (<a href="#f1">Figura 1</a>). </p>       <p><a name="f1"></a></p>       <p>&nbsp;</p>       <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a05f1.jpg" width="349" height="264"></p>       
<p>&nbsp;</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Após a anamnese iniciou-se o protocolo de tratamento com o     Nintendo Wii<sup>®</sup> e a plataforma Wii Balance Board<sup>®</sup> (<a href="#f2">Figura     2</a>): 20 sessões com hora de duração cada, com frequência de três vezes por     semana com várias modalidades de jogos divididas em seis minutos de Super Hula     Hoop<sup>®</sup>, 10 minutos de Peguin Slide<sup>®</sup>, 10 minutos Table Tilt<sup>®</sup>,     10 minutos de Tightrope Walk<sup>®</sup>, 10 minutos de Ski Slalom<sup>®</sup> e 10 minutos de Tennis<sup>®</sup>. O tratamento completo teve duração de sete     semanas. Ressalta-se que o nível de dificuldade dos jogos variou de acordo com     o limite imposto pela paciente com a atividade do programa Wii Fit<sup>®</sup>,     ou seja, os níveis mais complexos das atividades só seriam jogados se a usuária     ultrapassasse os níveis anteriores.</p>       <p><a name="f2"></a></p>       <p>&nbsp;</p>       <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a05f2.jpg" width="338" height="480"></p>       
<p>&nbsp;</p>       <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font><font face="Verdana" size="2">       <p>Ao exame físico, JBMS apresentou força muscular de membro     inferior esquerdo (MIE), reduzida grau 4 para os músculos glúteo médio,     quadríceps femoral, isquiotibiais, gastrocnémio e tibial anterior. O membro     contralateral apresentou grau de força 5 para todos os grupos musculares     conforme teste de função muscular (Daniels &amp; Worthingham, 1973). </p>       <p>A marcha da paciente caracterizava-se por padrão ceifante     devido à discrepância de força entre os MMII causada pela MRE. A deambulação     era realizada com auxílio de acompanhantes ou bengala. Foi observado     dificuldade para realização de atividades de vida diária (AVD) tais como subir     e descer escadas, sentar-se e levantar-se. Com o tratamento, foi percebido que     a marcha da paciente evoluiu de forma significativa ocorrendo redução da     báscula pélvica e maior harmonia na cadência dos passos. </p>       <p>O IMC, a graduação de força de MIE e flexi­bilidade no banco     de Weels permaneceram com os mesmos parâmetros. As provas de equilíbrio de     Fukuda e Romberg permanece­ram dentro dos valores ditos como normais. </p>       <p>A <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a05t1.jpg">Tabela 1</a> apresenta os valores da avaliação inicial e     final. </p>       
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os efeitos do tratamento utilizando o Nin­tendo Wii<sup>®</sup> podem ser observados na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a05t2.jpg">Tabela 2</a>, que apresenta os valores absolutos das     ativida­des utilizadas. Alterações significativas ocorreram nos escores das     atividades. Houve melhora de desempenho, agilidade e pontuação, com destaque     para o Peguim Slide<sup>®</sup> e o Ski Slalom<sup>®</sup> que obtiveram um dos     melhores resultados. Além das pontuações do jogo, a maior alteração observada     foi mudança do COG mensurado no Wii Fit<sup>®</sup>. O COG se anteriorizou     aproximando-o do centro e melhor distribui as cargas em ambas as pernas, pois     no início o mesmo encontrava-se posteriorizado e com ênfase no MID. Houve     melhora da postura ortostática, equilíbrio e consequentemente a marcha que não     precisou mais de bengala ou ajuda.</p>       
<p>&nbsp;</p>   </font><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">         <p>Existem evidências de que a fisioterapia contribui para a     melhora do quadro clínico de portadores de mielopatias não traumáticas. No     entanto, não está clara qual abordagem fisioterapêutica deve ser enfatizada     (Calis, Kirnap, Calis, Mistik, &amp; Demir, 2011). Embora o uso de videogames     na reabilitação de indivíduos com doenças neurológicas seja frequente, a inserção     desses dispositivos na reabilitação da MRE ainda é um campo a ser explorado.     Esse fato dificulta a discussão dos achados deste estudo com a literatura     corrente e direciona o confronto de ideias para os experimentos que foram     realizados em pacientes com outras doenças que envolvem o SNC.</p>         <p>A intervenção da RV em sequelas medulares tem apresentado     resultados promissores em relação a interação dos indivíduos com o ambiente,     níveis de desempenho, aumento da motivação e prazer (Kizony, Katz, e Weiss,     2003; Kizony, Raz, Weingarden, &amp; Weiss, 2005). Shih, Shih, e Chu (2010)     demonstraram resultados efetivos sobre o controle de estímulos e atitude     postural em duas crianças com paralisia cerebral que foram tratadas     utilizando-se a plataforma Wii Balance Board<sup>®</sup>. Yalon-Chamovitz e     Weiss (2008) observaram que a utilização da RV proporcionou maior grau de satisfação durante a terapia de jovens com paralisia cerebral.</p>         <p>Para Sung et al. (2005), a satisfação gerada contribui de     forma relevante para a evolução clínica e condicionamento físico dos pacientes.     Através de ressonância nuclear magnética, esses autores concluíram que a RV     pode influenciar a reorganização cortical e recuperação locomotora no acidente     vascular encefálico. Portanto, percebe-se que a inclusão da RV no tratamento     fisioterapêutico poderá possibilitar um ambiente lúdico e potencial para ganhos     funcionais dos pacientes.</p>         <p>O presente estudo corrobora com os relatos da literatura     quanto ao desempenho neuromotor na execução das atividades funcionais do tipo levantar-se,     sentar-se e manter-se em pé. Em 2011 o ensaio de Villinger et al. (2011)     mostrou eficácia no tratamento de seis pacientes com lesão parcial de medula     espinhal. Destaca-se que a RV foi bem aceita pelos usuários, mesmo quando os     indivíduos não estavam familiarizados com a consola, além de que a terapia foi     motivadora, melhorou a função e elevou a concentração do paciente para a     realização da tarefa. Os autores demonstraram que o tratamento estimulou a     atividade neuronal cortical. </p>         <p>Clark et al. (2010) comparou dados da Wii Balance Board<sup>®</sup> com a plataforma de força e obteve resultados promissores entre os dois. Os     resultados da Wii Balance Board<sup>®</sup> permitiram monitorização confiável     das alterações de equilíbrio dos indivíduos. Shih et al. (2010) descreve a Wii     Balance Board<sup>®</sup> como uma ferramenta atuante na correção da postura em     pé além de mensuração do COG e massa corporal. Esta plataforma mostrou ser uma     ferramenta portátil, de baixo custo e que apresenta resultados satisfatórios     para a avaliação de equilíbrio estático e dinâmico.</p>         <p>Os resultados positivos obtidos através dos escores dos     jogos do Wii provavelmente estão relacionados aos estímulos que simulam     atividades dinâmicas similares àquelas necessárias no quotidiano da voluntária.     Os jogos utilizados envolviam força das cadeias anteriores e posteriores de     membros inferiores e tronco e posturas que se assemelhavam à atividade de levantar-se     e sentar-se. Supõe-se que o treino contínuo aliado à retroalimentação     estimulada durante a terapia, possa ter contribuído para melhora da     funcionalidade da marcha, transferências de posturas e confiança para a     realização da tarefa da voluntária (Baram, 2013).</p>         <p>Ao comparar os valores iniciais e finais apresentados na    <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a05t1.jpg">tabela 1</a>, observa-se uma redução de aproximadamente 50% no tempo de execução da     atividade Ski Slalom<sup>®</sup>. É uma atividade que simulou a postura do     esqui, ou seja, o indivíduo realizou flexão de joelhos e quadris além fazer     oscilações laterais; isso contribuiu diretamente no ganho de equilíbrio e     harmonia do movimento da paciente, além de melhorar as atividades de sentar-se     e levantar-se. Já a atividade Penguin Slide<sup>®</sup> obteve um aumento de     33.5% na pontuação, a atividade priorizou o equilíbrio dinâmico e oscilações     posturais, mesmos quesitos que evoluíram na funcionalidade da paciente.</p>         
<p>Além disso, a paciente obteve uma melhora no desempenho     graças ao feedback visual, auditivo e propriocetivo exigido pelos jogos. Há uma     autoexigência do usuário para sempre superar suas marcas e vencer os desafios.     Outra vantagem em utilizar a gameterapia é que é uma terapia simples de usar,     que não exige um alto grau de treino e as consolas atuais tornam-se cada vez     mais acessíveis no mercado, possibilitando sua implementação em clínicas e     laboratórios (Betker, Szturm, Moussavi, &amp; Nett, 2006; Betker, Desai, Nett,     Kapadia, &amp; Szturm, 2007).</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Uma das limitações do presente estudo é que se trata de um     relato de caso e, portanto não se pode afirmar que os resultados obtidos possam     ser reproduzidos para todos os pacientes com MRE. Contudo, várias     características da RV podem assegurar que os resultados podem ser realmente     promissores nos casos de MRE, o caráter lúdico, por exemplo, evita a monotonia     que muitos pacientes experimentam na fisioterapia convencional.</p>         <p>&nbsp;</p>     </font>       <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font> </p>   <font face="Verdana" size="2">         <p>Há um amplo campo na descoberta e tratamento de portadores     de MRE. Apesar de ser um estudo de caso, observa-se que o uso da RV resultou     efeitos promissores para o tratamento de sequelas neurológicas ocasionadas pela     MRE. A plataforma Wii Balance Board<sup>®</sup> se mostrou uma ferramenta de     baixo custo e com resultados satisfatórios na reabilitação neuromotora de uma     paciente com MRE.</p>         <p>&nbsp;</p>   </font>       <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font> </p>    <font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>Adamovich, S. V., Fluet, G. G., Tunik, E., &amp; Merians, A. S. (2009). Sensorimotor    training in virtual reality: A review. <i>NeuroRehabilitation, 25</i>(1), 29-44.    doi: 10.3233/NRE-2009-0497&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201400020000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Araújo, K. C., Silva, C. R., Santos, A. G. A., Barbosa, C. S., &amp; Ferrari,    T. C. (2010). Clinical-epidemiologic profile of the schistosomal myeloradiculopathy    in Pernambuco, Brazil. <i>Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, 105</i>(4), 454-459.    doi: 10.1590/S0074-02762010000400017&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201400020000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Balliauw, C., Martens, F., Steen, K. V. D., Bladt, O., &amp; Vanhoenacker,    P. (2010). Spinal schistoso-miasis.<i> European Journal of Radiology Extra,    73</i>, 49-51. doi:10.1016/j.ejrex.2009.10.004&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201400020000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baram, Y. (2013). Virtual sensory feedback for gait improvement in neurological    patients. <i>Frontiers in Neurology. 14</i>(4), 138. doi: 10.3389/fneur.2013.00138&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201400020000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barcala, L., Colella, F., Araujo, M. C., Salgado, A. S. I., &amp; Oliveira,    C. S. (2011). Análise do equilíbrio em pacientes hemiparéticos após o treino    com o programa Wii Fit. <i>Fisioterapia &amp; Movimento, 24</i>(2), 337-343.    doi: 10.1590/S0103-51502011000200015&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201400020000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Betker, A. L., Szturm, T., Moussavi, Z. K., &amp; Nett, C. (2006). Video game-based    exercises for balance rehabilitation: A single-subject design. <i>Archives of    Physical Medicine and Rehabilitation, 87</i>(8), 1141-1149. doi: 10.1016/j.apmr.2006.04.010&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201400020000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Betker, A. L., Desai, A., Nett, C., Kapadia, N., &amp; Szturm T. (2007). Game-based    exercises for dynamic short-sitting balance rehabilitation of people with chronic    spinal cord and traumatic brain injuries. <i>Physical Therapy, 87</i>(10), 1389-1398.    doi: 10.2522/ptj.20060229&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201400020000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bieryla, K. A., &amp; Dold, N. M. (2013) Feasibility of Wii Fit training to    improve clinical measures of balance in older adults. <i>Clinical Interventions    in Aging, 8</i>, 775-781. doi: 10.2147/CIA.S46164&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201400020000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bray, S., Shimojo, S., &amp; O'Doherty, J. P. (2007). Direct instrumental conditioning    of neural activity using functional magnetic resonance imaging-derived reward    feedback. <i>Journal of Neuroscience, 27</i>, 7498-7507. doi: 10.1523/jneurosci.2118-07.2007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201400020000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Burdea, G., Blois, T., Ching, E., Halton, J., Lopetinsky, B., &amp; Drysdale,    V. (2008). <i>Nintendo Wii-based rehabilitation: Tutorial</i>. Tutorial apresentado    na Conferência de Reabilitação Virtual de Vancouver 2008, BC.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201400020000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Butler, D. (2010). Wii-habilitation: Is there a role in trauma.<i> International    Journal of the Care of the Injured, 41</i>, 883-885. doi: 10.1016/j.injury.2010.03.024&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201400020000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Calis, M., Kirnap, M., Calis, H., Mistik, S., &amp; Demir, H. (2011). Rehabilitation    results of patients with acute transverse myelitis. <i>Bratislava Medical Journal,    112</i>(3), 154-156.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201400020000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Clark, R. A., Bryant, A. L., Yonghao, P., McCrory, P., Bennell, K., &amp; Hunt,    M. (2010). Validity and reliability of the Nintendo Wii Balance Board for assessment    of standing balance. <i>Gait &amp; Posture, 31</i>(3), 307-310. doi: 10.1016/j.gaitpost.2009.11.012&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201400020000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Daniels, L., &amp; Worthingham, C. (1973). <i>Provas de função muscular</i>    (1ª ed.). Rio de Janeiro: Interamericana.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201400020000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ferrari, T. C. A., &amp; Cunha, A. S. (1997). <i>Abordagem diagnóstica da mielorradiculopatia    causada pelo schistosoma mansoni: Imunodiagnóstico em líquor pela técnica de    Elisa</i>. Tese de Doutorado em Medicina. Universidade Federal de Minas Gerais,    Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201400020000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fukuda, T. (1959). The stepping test, two phases of the labyrinthine reflex.    <i>Acta Otolaryngology, 50</i>, 95-108.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201400020000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gryseels, B., Polman, K., Clerinx, J., &amp; Kestens, L. (2006). Human schistosomiasis.    <i>The Lancet, 368</i>, 1106-1118. doi: 10.1016/S0140-6736(06)69440-3&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201400020000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hadipour Niktarash, A., Lee, C. K., Desmond, J. E., &amp; Shadmehr, R. (2007).    Impairment of retention but not acquisition of a visuomotor skill through time-dependent    disruption of primary motor cortex. <i>Journal of Neuroscience, 27</i>, 13413–13419.    doi: 10.1523/jneurosci.2570-07.2007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201400020000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jongste, A. H. C., Tilanus, A. M. R., Bax, H., Willems, M. H., Fetlz, M. V.    D., &amp; Hellemond, J. J. V. (2010). New insights in diagnosing Schistosoma    myelopathy. <i>Journal of Infection, 60</i>, 244-247. doi: 10.1016/j.jinf.2009.12.002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201400020000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Khasnis, A., &amp; Gokula, R. M. (2003). Romberg’s test. <i>Journal of Postgraduate    Medicine, 49</i>, 169-172.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201400020000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kizony, R., Katz, N., &amp; Weiss, P. L. T. (2003). Adapting an immersive virtual    reality system for rehabilitation. <i>The Journal of Visualization and Computer    Animation, 14</i>, 261-268. doi: 10.1002/vis.323&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201400020000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kizony, R., Raz, L., Katz, N., Weingarden, H., &amp; Weiss, P. L. T. (2005).    Video-capture virtual reality for patients with paraplegic spinal cord injury.    <i>Journal of Rehabilitation Research &amp; Development, 42</i>(5), 595-608.    doi: 10.1682/JRRD.2005.01.0023&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201400020000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lambertucci, J. R., Silva, L. C. S., &amp; Amaral, R. S. (2007). Guidelines    for the diagnosis and treatment of schistosomal myeloradiculopathy. <i>Revista    da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 40</i>(5), 574-581 doi: 10.1590/S0037-86822007000500016  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201400020000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lourenço, E. A. G., Hayashi, M. C. P. I., &amp; Almeida, M. A. (2009). Delineamentos    intrassujeitos nas dissertações e teses do PPGEES/UFSCAR. <i>Revista Brasileira    de Educação Especial, 15</i>(2), 319-336.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201400020000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ministério da Saúde - Secretaria de Vigilância em Saúde (2006). <i>Guia de    vigilância epidemiológica e controle da mielorradiculopatia esquistossomótica</i>.    Brasília: Ministério da Saúde.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201400020000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Nobre, V., Silva, L. C. S., Ribas, J. G., Rayes, A., Serufo, J. C., &amp; Lana    Peixoto, M. A. (2001). Schistosomal myeloradiculopathy due to schistosoma mansoni:    Report on 23 cases. <i>Memórias do Instituto Oswaldo Cruz, 96</i>, 137-141.    doi: 10.1590/S0074-02762001000900020 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201400020000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Palmer, M. L., &amp; Epler, M. E. 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Perfil clínico e critérios diagnósticos da mielorradiculopatia esquistossomótica.    <i>Arquivos Neuropsiquiatria, 59</i>, 772-777. doi: 10.1590/S0004-282X2001000500022  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201400020000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Shih, C. H., Shih, C. T., &amp; Chu, C. L. (2010). Assisting people with multiple    disabilities actively correct abnormal standing posture with a Nintendo Wii    Balance Board through controlling environmental stimulation. <i>Research in    Developmental Disabilities, 31</i>, 936-942. doi: 10.1016/j.ridd.2010.03.004&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201400020000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Silva, L. C. S., Maciel, P. E., Ribas, J. G. R., Pereira, S. R. S., Serufo,    J. C., &amp; Andrade, L. M. (2004). 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Virtual reality induced cortical reorganization and associated locomotor    recovery in chronic stroke: An experimenter-blind randomized study. <i>Stroke,    36</i>, 1166-1171.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201400020000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sveistrup, H. (2004). Motor rehabilitation using virtual reality. <i>Journal    of Neuroengineering and Rehabilitation, 1</i>, 1-10. doi: 10.1186/1743-0003-1-10&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201400020000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ueki, K., Parisi, J. 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Epidemiological aspects in neuroschistosomiasis. <i>Arquivos Neuropsiquiatria,    68</i>(1), 72-75. doi: 10.1590/S0004-282X2010000100016 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201400020000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Villinger, M., Hepp-Reymond, M. C., Pyk, P., Kiper, D., Eng, K., &amp; Spillman,    J. (2011). <i>Virtual reality rehabilitation system for neuropathic pain and    motor dysfunction in spinal cord injury patients</i>. In ICVR 2011 - 9th International    Conference on Virtual Rehabilitation (ICVR), Zurich, June 2011 (online). doi:    10.1109/ICVR.2011.5971865&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201400020000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wells, K. F., &amp; Dillon, E. K. (1952). The sit and reach: A test of back    leg flexibility. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport, 23</i>(1), 115-118.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201400020000500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Yalon-Chamovitz, S. P. &amp; Weiss, P. L. (2008). Weiss. Virtual reality as    a leisure activity for young adults with physical and intellectual disabilities.    <i>Research in Developmental Disabilities, 29</i>, 273-287.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201400020000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i>Autor    correspondente</i>: Universidade Federal de Sergipe, Cidade Universit&aacute;ria    Prof. Jos&eacute; Alo&iacute;sio de Campos, Av. Marechal Rondon, Jardim Rosa    Elze, CEP 49100-000 S&atilde;o Crist&oacute;v&atilde;o/SE, Brasil; <i>E-mail</i>:    <a href="mailto:ticopvc@hotmail.com">ticopvc@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar.    <br>   <b>Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:</b>    <br>   Nada a declarar.</p>     <p>Artigo recebido a 22.04.2013; 1&ordf; Revis&atilde;o 13.08.2013; Aceite 13.01.2014</p> </font>       ]]></body><back>
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