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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Organização e metodologia de ensino da natação no 1º ciclo do ensino básico em Portugal]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to describe the management and the teaching methodology in the primary level Physical Education classes in Portugal to teach swimming motor skills. The sample included 89 public swimming-pools supervisors and 100 swimming teachers. In order to assess the management and the teaching methodology, two questionnaires were used and their results were described based on descriptive statistical analysis techniques. Data suggest that swimming classes in primary schools are designed according to the Ministry of Education guidelines. The most frequent reasons mentioned to justify the inexistence of swimming classes are related to budget constraints (60.0%) and to some commuting issues of the children to and from the swimming pool facilities (54.0%). Swimming programs are mainly conducted with older children from the year 3 and year 4 (80.1%). The classes happen once a week (60.4%) with a large number of students (13 to 16 students). The lessons focused on aquatic readiness (81.4%), developing basic aquatic skills, mostly without any teaching material. The reported data allowed us to identify some weaknesses in the primary school swimming classes, probably affecting the effectiveness of the teaching-learning process, such as the acquisition of more complex and challenging aquatic skills.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[   <font face="Verdana" size="2">     <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>       <p>&nbsp;</p> </font>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>Organiza&ccedil;&atilde;o e metodologia de ensino da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm;  ciclo do ensino b&aacute;sico em Portugal</b></font></p>       <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Management and teaching methodology of   swimming lessons in the Portuguese primary schools</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>  <font face="Verdana" size="2">      <p><b>Helena A. Rocha<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Daniel A.       Marinho<sup>1,2</sup>; Sandra S. Ferreira<sup>1</sup>; Aldo M. Costa<sup>1,2</sup></b></p>      <p><sup>1</sup><i>Universidade da Beira Interior, Covilh&atilde;,       Portugal    <br> </i><sup>2</sup><i>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto, Sa&uacute;de e Desenvolvimento Humano, Vila   Real, Portugal</i></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>  <hr size="1">       <p><b>RESUMO</b></p>       <p>Foi objetivo deste estudo conhecer a organiza&ccedil;&atilde;o e a     metodologia de ensino da nata&ccedil;&atilde;o desenvolvida no &acirc;mbito da Express&atilde;o e Educa&ccedil;&atilde;o     F&iacute;sico-Motora no 1&ordm; ciclo do ensino b&aacute;sico (1&ordm; CEB) em Portugal. A amostra     incluiu 89 respons&aacute;veis por escolas de nata&ccedil;&atilde;o municipais e 100 professores que     ministram as respetivas aulas. Para aferir a organiza&ccedil;&atilde;o e a metodologia de     ensino foram aplicados dois question&aacute;rios, cujos resultados foram descritos com     base em t&eacute;cnicas de an&aacute;lise estat&iacute;stica descritiva. Os resultados sugerem que a     nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB rege-se sobretudo pelas orienta&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio da     Educa&ccedil;&atilde;o. A restri&ccedil;&atilde;o or&ccedil;amental (60.0%) e a dificuldade no transporte dos     alunos da escola (54.0%) para a piscina s&atilde;o as raz&otilde;es mais apontadas para a     supress&atilde;o da nata&ccedil;&atilde;o. O ensino &eacute; dirigido fundamentalmente para o terceiro e     quarto ano (80.1%), com aulas de frequ&ecirc;ncia semanal (64.4%) em classes com um elevado     n&uacute;mero de alunos (13 a 16 alunos). Os principais objetivos das aulas est&atilde;o     relacionados com a adapta&ccedil;&atilde;o ao meio aqu&aacute;tico, privilegiando-se as habilidades     aqu&aacute;ticas b&aacute;sicas (81.4%), num ensino pouco suportado em material pedag&oacute;gico.     Os dados relatados permitiram-nos identificar algumas insufici&ecirc;ncias no     enquadramento da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB, provavelmente condicionantes da efici&ecirc;ncia     do processo de ensino-aprendizagem, ao n&iacute;vel da aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades     aqu&aacute;ticas mais complexas.</p>       <p><b>Palavras-chave:</b> nata&ccedil;&atilde;o, m&eacute;todos de ensino,     habilidades aqu&aacute;ticas, crian&ccedil;as</p>   <hr size="1">       <p><b>ABSTRACT</b></p>       <p>The aim of this study was to describe     the management and the teaching methodology in the primary level Physical     Education classes in Portugal to teach swimming motor skills. The sample included     89 public swimming-pools supervisors and 100 swimming teachers. In order to     assess the management and the teaching methodology, two questionnaires were     used and their results were described based on descriptive statistical analysis     techniques. Data suggest that swimming classes in primary schools are designed     according to the Ministry of Education guidelines. The most frequent reasons     mentioned to justify the inexistence of swimming classes are related to budget     constraints (60.0%) and to some commuting issues of the children to and from     the swimming pool facilities (54.0%). Swimming programs are mainly conducted     with older children from the year 3 and year 4 (80.1%). The classes happen once     a week (60.4%) with a large number of students (13 to 16 students). The lessons     focused on aquatic readiness (81.4%), developing basic aquatic skills, mostly     without any teaching material. The reported data allowed us to identify some     weaknesses in the primary school swimming classes, probably affecting the     effectiveness of the teaching-learning process, such as the acquisition of more     complex and challenging aquatic skills.</p>       <p><b>Keywords:</b> swimming, teaching methods, aquatic skills, children</p>   <hr size="1">       <p>&nbsp;</p>       <p>&nbsp;</p>  </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font><font face="Verdana" size="2">      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O desenvolvimento global da crian&ccedil;a &eacute; sequencial e     cumulativo, sustentado em experi&ecirc;ncias vividas que contribuem para um s&oacute;lido     repert&oacute;rio motor (Gallahue &amp; Ozmun, 2005; Le Boulch, 1987; Piaget, 1975;     Vygotsky, 1978). Assim entende-se a inf&acirc;ncia como um per&iacute;odo crucial para o     desenvolvimento de capacidades f&iacute;sicas e aprendizagens psicomotoras fundamentais,     estendendo-se este per&iacute;odo at&eacute; &agrave; idade coincidente com o final do 1&ordm; CEB (1&ordm;     ciclo do ensino b&aacute;sico). Para al&eacute;m disso, de acordo com o Physical Activity     Guidelines Advisory Committee (2008), o exerc&iacute;cio f&iacute;sico durante a inf&acirc;ncia     conduz a diversos benef&iacute;cios no desenvolvimento (social, cognitivo e motor), a     m&eacute;dio e longo prazo, tais como a diminui&ccedil;&atilde;o da massa gorda, a redu&ccedil;&atilde;o dos     fatores de risco de doen&ccedil;as cardiovasculares e diabetes do tipo II e ainda     benef&iacute;cios psicol&oacute;gicos (bem-estar psicol&oacute;gico, melhoria da autoestima, redu&ccedil;&atilde;o     da ansiedade e depress&atilde;o). Um estudo recente (Huotari, Nupponen, Mikkelsson,     Laakso &amp; Kujala, 2011) tamb&eacute;m revela que as crian&ccedil;as e adolescentes     fisicamente ativos apresentam uma menor probabilidade de se tornarem     sedent&aacute;rios na vida adulta. Por outro lado, tamb&eacute;m sabemos que a falta ou     escassez de est&iacute;mulos motores, ou a sua utiliza&ccedil;&atilde;o inadequada, poder&aacute; ter     repercuss&otilde;es muito negativas no desenvolvimento da crian&ccedil;a (Gallahue &amp;     Ozmun, 2005; Le Boulch, 1987; Piaget, 1975; Vygotsky, 1978). </p>       <p>Nesta perspectiva, consideramos a pr&aacute;tica da nata&ccedil;&atilde;o durante     a inf&acirc;ncia como um exerc&iacute;cio f&iacute;sico harmonioso que contribui para o pleno     desenvolvimento da crian&ccedil;a e, paralelamente, para a diminui&ccedil;&atilde;o do risco de     afogamento. No entanto, as evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas de que as atividades     aqu&aacute;ticas efetivamente diminuem o risco de afogamento (Asher, Rivara, Felix, Vance     &amp; Dunne, 1995) s&atilde;o, do nosso conhecimento, inexistentes. A respeito do     desenvolvimento motor, o estudo de Zhao et. al. (2005) reporta efeitos     visivelmente positivos da aplica&ccedil;&atilde;o de programas aqu&aacute;ticos. Adicionalmente,     tamb&eacute;m se observaram efeitos ao n&iacute;vel do desenvolvimento neuromuscular e da     capacidade funcional do sistema respirat&oacute;rio e cardiovascular. Outros autores (Gorter     &amp; Currie, 2011; Kemp &amp; Roberts, 2005; McManus &amp; Kotelchuk, 2007;     Wicher et. al., 2010;) referem efeitos coadjuvantes em diferentes n&iacute;veis:     atenua&ccedil;&atilde;o de dist&uacute;rbios do comportamento e do sono; anorexia; d&eacute;fices do desenvolvimento     neuro psicomotor; hipotonias; dist&uacute;rbios ortop&eacute;dicos; neurol&oacute;gicos e     respirat&oacute;rios. Para al&eacute;m destes benef&iacute;cios, a pr&aacute;tica da nata&ccedil;&atilde;o contribui     naturalmente para a aprendizagem de habilidades motoras b&aacute;sicas, espec&iacute;ficas e     complexas, num contexto alargado de compet&ecirc;ncia aqu&aacute;tica (Langendorfer &amp;     Bruya, 1995) que deve ser particularmente desenvolvida durante a inf&acirc;ncia     (Blanksby, Parker, Bradley &amp; Ong, 1995). Por&eacute;m, existem naturalmente     limita&ccedil;&otilde;es &agrave; pr&aacute;tica da nata&ccedil;&atilde;o que, muitas vezes, requerem um aconselhamento     m&eacute;dico pr&eacute;vio. A prote&ccedil;&atilde;o do aparelho auditivo para casos de otites, sinusites     e rinites cr&oacute;nicas devem ser acautelados bem como o uso de &oacute;culos pr&oacute;prios em     casos de sensibilidade ocular.</p>       <p>A Express&atilde;o e Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sico-Motora enquanto parte     integrante do leque obrigat&oacute;rio das atividades a desenvolver no 1&ordm; CEB, que     abrange v&aacute;rios conte&uacute;dos essenciais para o desenvolvimento da crian&ccedil;a, integra     a nata&ccedil;&atilde;o como uma das modalidades facultativas do programa. Devido &agrave;s     caracter&iacute;sticas singulares, &agrave; necessidade de um espa&ccedil;o pr&oacute;prio para o desenvolvimento     da mesma e de uma forma&ccedil;&atilde;o adequada dos professores, nem sempre &eacute; poss&iacute;vel o     desenvolvimento da nata&ccedil;&atilde;o em contexto escolar. Para al&eacute;m disso, a qualidade de     ensino da nata&ccedil;&atilde;o est&aacute; dependente de v&aacute;rios fatores, nomeadamente aqueles que     influenciam diretamente a sua organiza&ccedil;&atilde;o e que, portanto, determinam a sua     efic&aacute;cia. Segundo Langendorfer e Bruya (1995) e Campani&ccedil;o (1989), referimo-nos     particularmente aos seguintes fatores: (i) o n&uacute;mero de alunos - fator determinante     para a efic&aacute;cia e qualidade do ensino; (ii) o material did&aacute;tico - que permite     uma variabilidade de est&iacute;mulos na aula; (iii) a temperatura da &aacute;gua - que deve     variar entre os 30&deg; e os 32&deg;C; a frequ&ecirc;ncia semanal - geralmente duas vezes nas     idades compreendidas dos tr&ecirc;s aos dez anos; e (iv) a profundidade da piscina -     recorrendo-se a v&aacute;rias estrat&eacute;gias metodol&oacute;gicas direcionadas para piscinas sem     p&eacute;, quando o n&uacute;mero de alunos &eacute; reduzido (seis a doze alunos). Segundo Carvalho     (1994) a qualidade do ensino depende das condi&ccedil;&otilde;es para o leccionamento das     aulas, do espa&ccedil;o atribu&iacute;do &agrave; classe e est&aacute; inter-relacionada com o     desenvolvimento da aprendizagem dos alunos. </p>       <p>Apesar de existirem linhas orientadoras sobre os programas a     adotar para o desenvolvimento do exerc&iacute;cio f&iacute;sico e desportivo no 1&ordm; CEB, n&atilde;o     existem em Portugal at&eacute; &agrave; data estudos sobre a forma como s&atilde;o aplicados e     supervisionados os conte&uacute;dos nem t&atilde;o pouco a efic&aacute;cia dos programas aplicados.     Ali&aacute;s, a Comiss&atilde;o de Acompanhamento do Programa (CAP), que desenvolve     anualmente relat&oacute;rios pedag&oacute;gicos, tem declarado que os instrumentos de recolha     da informa&ccedil;&atilde;o est&atilde;o desajustados &agrave; realidade do programa, para al&eacute;m do facto de     existir informa&ccedil;&atilde;o relevante que n&atilde;o &eacute; recolhida e outra que &eacute; exaustivamente     coletada embora nem sempre pertinente.</p>       <p>Assim, neste estudo propusemo-nos descrever e analisar a     implementa&ccedil;&atilde;o do bloco de nata&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito da Express&atilde;o e Educa&ccedil;&atilde;o     F&iacute;sico-Motora no 1&ordm; CEB em Portugal, atualmente coordenado pela Administra&ccedil;&atilde;o     P&uacute;blica local. Especificamente, pretendemos conhecer: (i) a organiza&ccedil;&atilde;o     metodol&oacute;gica do ensino; (ii) as metodologias do ensino da nata&ccedil;&atilde;o efetivamente     aplicadas; (iii) a operacionaliza&ccedil;&atilde;o efetiva do processo de     ensino-aprendizagem, designadamente pela identifica&ccedil;&atilde;o das habilidades     aqu&aacute;ticas privilegiadas; e (iv) identificar as causas da inexist&ecirc;ncia do bloco     de nata&ccedil;&atilde;o.</p>       <p>&nbsp;</p>   </font>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>  <font face="Verdana" size="2">      <p><b>Desenho experimental</b>    </p>      <p>No essencial trata-se de uma pesquisa de campo, de car&aacute;ter     descritivo, com uma an&aacute;lise quantitativa dos dados, cujo prop&oacute;sito ser&aacute;     conhecer a realidade nacional do ensino da nata&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito da express&atilde;o e     educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sico-motora no 1&ordm; CEB.</p>  <b>Amostra</b>       <p>Os dados foram recolhidos durante o ano letivo 2010/2011 em     oitenta e nove munic&iacute;pios portugueses - piscinas municipais que concordaram     participar no presente estudo, correspondendo a 30.2% da totalidade dos     munic&iacute;pios Portugueses (<a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t1.jpg">tabela 1</a>). Os oitenta e nove coordenadores/respons&aacute;veis     pelas respetivas escolas de nata&ccedil;&atilde;o foram divididos em dois grupos de estudo,     baseado na exist&ecirc;ncia ou inexist&ecirc;ncia do bloco de nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB: cinquenta     e nove coordenadores/respons&aacute;veis das escolas municipais de nata&ccedil;&atilde;o, que     ministram aulas de nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB (doze mulheres e quarenta e sete homens);     trinta coordenadores, de piscinas municipais que n&atilde;o proporcionam aulas de     nata&ccedil;&atilde;o para crian&ccedil;as do 1&ordm; CEB (vinte e seis homens e quatro mulheres). </p>       
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Simultaneamente concordaram em participar neste estudo cem     professores que no momento da recolha dos dados ministravam as aulas de nata&ccedil;&atilde;o     a alunos do 1&ordm; CEB nas cinquenta e nove escolas de nata&ccedil;&atilde;o integradas (35     mulheres e 65 homens, 31.9 &plusmn; 5.5 anos de idade, respetivamente; 3.19 &plusmn; 0.89     anos de experi&ecirc;ncia profissional).</p>   <b>Instrumentos e Procedimentos</b>       <p>Foi aplicado um question&aacute;rio aos coordenadores/respons&aacute;veis     pelas escolas de nata&ccedil;&atilde;o, com intuito de analisar o contexto de pr&aacute;tica e     fatores inerentes &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o do bloco de nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB. Foram utilizadas     as recomenda&ccedil;&otilde;es de Wilkinson e Birmingham (2003) para a constru&ccedil;&atilde;o de     question&aacute;rios. As quest&otilde;es na sua maioria s&atilde;o fechadas, de natureza dicot&oacute;mica,     de modelo Rasch (1960) (ordem decrescente de concord&acirc;ncia) ou ainda do tipo     Likert com 4 n&iacute;veis de atribui&ccedil;&atilde;o. A vers&atilde;o final do question&aacute;rio incluiu os     seguintes itens: (i) caracteriza&ccedil;&atilde;o geral dos coordenadores com e sem nata&ccedil;&atilde;o     no 1&ordm; CEB e professores (sexo, idade, habilita&ccedil;&otilde;es acad&eacute;micas, experi&ecirc;ncia     profissional, n&uacute;mero de horas laboradas no 1&ordm; CEB); (ii) caracteriza&ccedil;&atilde;o da     organiza&ccedil;&atilde;o institucional das escolas de nata&ccedil;&atilde;o em estudo (temperatura da     &aacute;gua, profundidade, n&ordm; de sess&otilde;es, frequ&ecirc;ncia semanal); (iii) enquadramento do     ensino da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB (exist&ecirc;ncia da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB; conhecimento das     diretrizes do minist&eacute;rio da educa&ccedil;&atilde;o para a nata&ccedil;&atilde;o; n&uacute;mero de aulas     ministradas no bloco de nata&ccedil;&atilde;o; justifica&ccedil;&atilde;o para o cancelamento da nata&ccedil;&atilde;o no     1&ordm; CEB que representa os coordenadores das escolas de nata&ccedil;&atilde;o em estudo, que j&aacute;     n&atilde;o apresentam nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB).</p>       <p>Em paralelo foi aplicado um question&aacute;rio aos professores que     ministravam aulas de nata&ccedil;&atilde;o a crian&ccedil;as do 1&ordm; CEB (em contexto escolar),     incluindo os seguintes itens: (i) caracteriza&ccedil;&atilde;o geral dos inquiridos (g&eacute;nero,     idade, habilita&ccedil;&otilde;es acad&eacute;micas e experi&ecirc;ncia profissional); (ii) enquadramento     / finalidade do ensino da nata&ccedil;&atilde;o em crian&ccedil;as no 1&ordm; CEB; (iii) enquadramento do     ensino da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB, conhecimento das diretrizes do minist&eacute;rio da     educa&ccedil;&atilde;o para a nata&ccedil;&atilde;o; (iv) organiza&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica do ensino na nata&ccedil;&atilde;o no     1&ordm; CEB (finalidade da nata&ccedil;&atilde;o, aplica&ccedil;&atilde;o de material did&aacute;tico no ensino da     nata&ccedil;&atilde;o, aplica&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos no ensino, import&acirc;ncia &agrave;s atitudes e     compreens&otilde;es b&aacute;sicas, aplica&ccedil;&atilde;o de conte&uacute;dos na globalidade no ensino adapta&ccedil;&atilde;o     ao meio aqu&aacute;tico e ensino das t&eacute;cnicas formais). </p>       <p>Ambos os question&aacute;rios foram adaptados de Costa et al.     (2012), tendo-se aplicado a um grupo de controlo, em quatro munic&iacute;pios     distintos (n&atilde;o inclu&iacute;dos na amostra de estudo) com vista ao ajuste posterior da     clareza e objetividade das quest&otilde;es inclu&iacute;das. Os question&aacute;rios foram ainda     sujeitos &agrave; revis&atilde;o detalhada por especialistas em pedagogia da nata&ccedil;&atilde;o.</p>   <b>An&aacute;lise Estat&iacute;stica</b>       <p>Com vista a descrever e a sumariar os dados recolhidos, foi     utilizada a estat&iacute;stica descritiva, em particular, o c&aacute;lculo das frequ&ecirc;ncias.</p>       <p>&nbsp;</p>  </font>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font> </p>  <font face="Verdana" size="2">      <p>  <b>Caracter&iacute;sticas gerais dos inquiridos</b>  </p>      <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t1.jpg">tabela 1</a> apresentamos a distribui&ccedil;&atilde;o      percentual do sexo, da idade e habilita&ccedil;&otilde;es acad&eacute;micas dos coordenadores das     piscinas inquiridos, bem como dos professores de nata&ccedil;&atilde;o em estudo. </p>      
<p>Da an&aacute;lise da <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t1.jpg">tabela 1</a> verificamos uma relativa     desproporcionalidade ao n&iacute;vel do sexo em particular nos sujeitos que realizam a     fun&ccedil;&atilde;o de coordena&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica, dos quais cerca de metade apresentam idades     superiores a 35 anos e s&atilde;o na sua maioria licenciados. Em rela&ccedil;&atilde;o aos     professores de nata&ccedil;&atilde;o, 65.0% s&atilde;o do sexo masculino, geralmente jovens (entre   os 26 e os 35 anos), sendo a maioria licenciados. </p>      
]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os professores inquiridos apresentam na sua maioria dois a     tr&ecirc;s anos de experi&ecirc;ncia profissional (85.0%), lecionam entre seis a 10 horas     de nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB (44.0%) e apresentam uma distribui&ccedil;&atilde;o percentual algo     dispersa em horas de trabalho semanais: entre uma a cinco (20.0%), seis a dez     (44.0%) e 11 a 15 (22.0%) horas semanais.</p>  <b>Caracteriza&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o institucional das escolas de nata&ccedil;&atilde;o em     estudo</b>         <p>De acordo com as respostas dos 89 coordenadores t&eacute;cnicos     inquiridos, a temperatura da &aacute;gua no contexto da nata&ccedil;&atilde;o do 1&ordm; CEB varia entre     28-31&ordm; C. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; profundidade nenhuma das escolas de nata&ccedil;&atilde;o promove o     ensino exclusivamente em &aacute;guas profundas, 72.9% das quais optam por ambos os     contextos (rasa e profunda) em simult&acirc;neo e 27.0% promovem o ensino apenas em     piscina rasa. </p>         <p>O n&uacute;mero de sess&otilde;es de nata&ccedil;&atilde;o desenvolvidas em contexto     escolar varia, principalmente, entre 9 a 16 sess&otilde;es, escolas com nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm;     ciclo (55.0%) e escolas sem nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; ciclo (36.7%). Quanto ao n&uacute;mero de     alunos por classe, os dados evidenciam que as turmas s&atilde;o constitu&iacute;das por 13 a     16 alunos com uma frequ&ecirc;ncia predominantemente de uma aula por semana (64.4%).     Verificamos ainda que a maioria dos munic&iacute;pios apresenta entre uma a 15 escolas     que frequentam as aulas de nata&ccedil;&atilde;o, sendo alunos na sua maioria do terceiro e     quarto ano. De facto, n&atilde;o registamos nenhuma turma participante do primeiro ano     de escolaridade sendo apenas 19.9% da amostra     do segundo ano. </p>     <b>Enquadramento do ensino da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; ciclo do ensino b&aacute;sico</b>         <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t2.jpg">tabela 2</a> apresentamos a distribui&ccedil;&atilde;o percentual da   aplica&ccedil;&atilde;o da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB.</p>         
<p>Pela an&aacute;lise da <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t2.jpg">tabela 2</a> constatamos que a aplica&ccedil;&atilde;o da   nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB surge integrada maioritariamente no &acirc;mbito das designadas   Atividades de Enriquecimento Curriculares (AEC&#8217;s) (72.9%). Relativamente &agrave;s   autarquias que atualmente cessaram a aplica&ccedil;&atilde;o da nata&ccedil;&atilde;o percebemos que em   anos anteriores essa pr&aacute;tica ocorria na sua maioria integrada em programas   paralelos do munic&iacute;pio e, com raras exce&ccedil;&otilde;es, nas AEC&#8217;s ou no curr&iacute;culo do 1&ordm;   CEB.</p>         
<p>Relativamente &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o dos respons&aacute;veis pela   leciona&ccedil;&atilde;o das aulas de nata&ccedil;&atilde;o em contexto escolar, 67.8% &eacute; realizada por   professores de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica; dos inquiridos respons&aacute;veis das escolas de   nata&ccedil;&atilde;o 22.0% responderam que as aulas s&atilde;o ministradas por professores de   educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e t&eacute;cnicos das escolas de nata&ccedil;&atilde;o (em simult&acirc;neo).</p>         <p>Na <a href="#t3">tabela 3</a> apresentamos a distribui&ccedil;&atilde;o percentual da   aplica&ccedil;&atilde;o da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB que representa os coordenadores das escolas de   nata&ccedil;&atilde;o em estudo, que n&atilde;o apresentam nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB.</p>         <p><a name="t3"></a></p>         <p>&nbsp;</p>         <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t3.jpg" width="348" height="280"></p>         
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>         <p>Verificamos na <a href="#t3">tabela 3</a> que os munic&iacute;pios que n&atilde;o apresentam   nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB, ou nunca a promoveram (30.0%) ou cancelaram sobretudo por   falta de verbas disponibilizadas para financiamento das mesmas (60.0%).</p>         <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t4.jpg">tabela 4</a> apresentamos a distribui&ccedil;&atilde;o percentual sobre a   opini&atilde;o dos coordenadores inquiridos das escolas de nata&ccedil;&atilde;o em estudo,   relativamente ao conhecimento das diretrizes do minist&eacute;rio da educa&ccedil;&atilde;o a   respeito da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB.</p>         
<p>Da an&aacute;lise da <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t4.jpg">tabela 4</a> salientamos que mais de 80.0% dos   diferentes grupos conhecem as diretrizes do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;   nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB. Por&eacute;m podemos constatar que ainda existem 13 professores que   lecionam as aulas e cinco respons&aacute;veis por escolas, com nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; ciclo,   que desconhecem as diretrizes da tutela para o desenvolvimento das sess&otilde;es.</p>         
<p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t5.jpg">tabela 5</a> apresentamos a distribui&ccedil;&atilde;o percentual sobre a   opini&atilde;o dos coordenadores inquiridos das escolas de nata&ccedil;&atilde;o em estudo,   relativamente &agrave; sufici&ecirc;ncia do n&uacute;mero de aulas ministradas no bloco de nata&ccedil;&atilde;o   frequentado pelos alunos do 1&ordm; CEB para aquisi&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias.</p>         
<p> Das quatro possibilidades distintas, as respostas parecem sugerir   que ambos os grupos de inquiridos consideram preferencialmente razo&aacute;vel a   aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades aqu&aacute;ticas b&aacute;sicas neste contexto (1&ordm; CEB) e eventualmente a abordagem das t&eacute;cnicas de nado rudimentar de Crol e Costas.</p>         <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t6.jpg">tabela 6</a> apresentamos a distribui&ccedil;&atilde;o percentual do meio   transporte usado para a desloca&ccedil;&atilde;o dos alunos bem com a identifica&ccedil;&atilde;o dos   acompanhantes dos mesmos. Relativamente ao meio de transporte, constat&aacute;mos que   a maior parte dos munic&iacute;pios utilizam o autocarro do pr&oacute;prio munic&iacute;pio (71.2%).   Verificamos tamb&eacute;m que o acompanhamento das turmas das escolas com nata&ccedil;&atilde;o no   1&ordm; CEB &eacute; realizado maioritariamente por auxiliares da educa&ccedil;&atilde;o (55.9%) e pelo   professor titular (27.1%).</p>         
<p>Organiza&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica do ensino na nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB </p>         <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t7.jpg">tabela 7</a> apresentamos a distribui&ccedil;&atilde;o percentual da   opini&atilde;o dos professores inquiridos das escolas de nata&ccedil;&atilde;o em estudo,   relativamente &agrave; finalidade da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB.</p>         
<p>Nas seis possibilidades distintas em formato tipo de Rasch   (1960), verificamos claramente que as finalidades da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB que   ret&ecirc;m maior concord&acirc;ncia entre os professores de nata&ccedil;&atilde;o inquiridos s&atilde;o fundamentalmente ultrapassar o &#8220;medo da &aacute;gua&#8221; e &#8220;dar prazer&#8221;. </p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t8.jpg">tabela 8</a> apresentamos a distribui&ccedil;&atilde;o percentual em   rela&ccedil;&atilde;o &agrave; opini&atilde;o dos professores inquiridos relativamente &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o do   material did&aacute;tico no processo de ensino-aprendizagem da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB.</p>         
<p>Pela an&aacute;lise da <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t8.jpg">tabela 8</a> observamos que mais de metade dos   professores ou &#8220;nunca&#8221; utiliza material did&aacute;tico ou apenas o utiliza raramente.   Mesmo assim, as pranchas parecem ser o material utilizado mais frequentemente   pelos professores. Salientamos ainda que o uso das bra&ccedil;adeiras, apesar de raro, ainda &eacute; utilizado por parte de alguns professores.</p>         
<p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t9.jpg">tabela 9</a> apresentamos a opini&atilde;o dos professores   relativamente &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o de certos conte&uacute;dos pedag&oacute;gicos ao longo do processo   de ensino-aprendizagem (adapta&ccedil;&atilde;o ao meio aqu&aacute;tico e abordagem &agrave;s t&eacute;cnicas   formais).</p>         
<p>No &acirc;mbito da adapta&ccedil;&atilde;o ao meio aqu&aacute;tico, destaca-se a import&acirc;ncia   dada os seguintes conte&uacute;dos relatados como &#8220;sempre&#8221; abordados: &#8220;entrada na   &aacute;gua&#8221; (72.0%), &#8220;as tarefas que geram confian&ccedil;a na &aacute;gua&#8221; (90.0%), o &#8220;equil&iacute;brio&#8221;   (70.0%), o &#8220;controlo da respira&ccedil;&atilde;o&#8221; (86.0%) e a &#8220;autonomia propulsiva por a&ccedil;&atilde;o   membros inferiores&#8221; (69.0%). Como conte&uacute;dos menos abordados (&agrave;s vezes)   destaca-se a &#8220;imers&atilde;o em &aacute;guas profundas&#8221; (59.0%) e as &#8220;rota&ccedil;&otilde;es&#8221; (61.0% d&aacute;   import&acirc;ncia &#8220;&agrave;s vezes&#8221; e 13.0% raramente). </p>         <p>No que diz respeito ao n&iacute;vel de incid&ecirc;ncia dos conte&uacute;dos no   ensino das t&eacute;cnicas formais, destacam-se como mais recorrentes e que s&atilde;o sempre   considerados pelos professores: &#8220;a entrada na &aacute;gua&#8221; (60.0%); &#8220;o equil&iacute;brio   din&acirc;mico&#8221; (82.0%); &#8220;a a&ccedil;&atilde;o propulsiva correta dos MI&#8221; (74.0%) e a &#8220;destreza   espec&iacute;fica das t&eacute;cnicas&#8221; (74.0%). Os resultados sugerem ainda que os   professores no ensino das t&eacute;cnicas formais abordam menos frequentemente (&agrave;s   vezes): &#8220;as rota&ccedil;&otilde;es sim&eacute;tricas&#8221; (62.0%), &#8220;a a&ccedil;&atilde;o propulsiva correta dos MS&#8221;   (63.0%), o controlo da respira&ccedil;&atilde;o ritmado&#8221; (53.0%). </p>         <p>Na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t10.jpg">tabela 10</a> apresentamos a distribui&ccedil;&atilde;o percentual da   opini&atilde;o dos professores inquiridos relativamente &agrave; import&acirc;ncia dada durante   ensino da nata&ccedil;&atilde;o no que se refere &agrave;s atitudes e &agrave;s compreens&otilde;es b&aacute;sicas.</p>         
<p>Pela an&aacute;lise da <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t10.jpg">tabela 10</a> verificamos que a globalidade dos       professores considera importante a abordagem de todas as atitudes mencionadas,       verificando-se apenas uma menor relev&acirc;ncia na atitude &#8220;n&atilde;o ter medo&#8221; e &#8220;saber       utilizar o equipamento&#8221;. No que se refere &agrave;s compreens&otilde;es b&aacute;sicas, destacam-se       os &#8220;procedimentos e organiza&ccedil;&atilde;o da turma&#8221;, as&#8221; regras de seguran&ccedil;a e       salvamento&#8221; e &#8220;os jogos e atividades l&uacute;dicas&#8221; como aspetos valorizados &#8220;sempre&#8221; pelos professores inquiridos.</p>         
<p>&nbsp;</p>  </font>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>  <font face="Verdana" size="2">      <p><b>Caracteriza&ccedil;&atilde;o geral dos inquiridos</b></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Pretendemos com este estudo analisar a implementa&ccedil;&atilde;o do ensino       da nata&ccedil;&atilde;o no &acirc;mbito da express&atilde;o f&iacute;sica e educa&ccedil;&atilde;o motora no 1&ordm; CEB em       Portugal. Como discutiremos de seguida, os nossos resultados indicam que a       nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB &eacute; dirigida fundamentalmente para terceiro e quarto ano,       privilegiando-se as habilidades aqu&aacute;ticas b&aacute;sicas, de acordo com as orienta&ccedil;&otilde;es       do minist&eacute;rio da educa&ccedil;&atilde;o. Todavia identificamos as raz&otilde;es para a inexist&ecirc;ncia       desta modalidade em alguns contextos escolares e ainda algumas insufici&ecirc;ncias       aquando do seu enquadramento, provavelmente condicionantes da efici&ecirc;ncia do       processo de ensino-aprendizagem, ao n&iacute;vel da aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades aqu&aacute;ticas mais complexas.</p>      <p>A respeito das caracter&iacute;sticas gerais dos professores e       coordenadores, verificamos que a maioria &eacute; detentora de licenciatura espec&iacute;fica,       provavelmente devido ao facto das aulas de nata&ccedil;&atilde;o serem desenvolvidas       maioritariamente no &acirc;mbito das AEC's (72.9%) o que obriga, de acordo com as       orienta&ccedil;&otilde;es do despacho n.&ordm; 8683/2011, aos t&eacute;cnicos de atividades f&iacute;sica e desportiva       envolvidos apresentarem habilita&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria para a doc&ecirc;ncia da disciplina de       Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica no ensino b&aacute;sico e/ou a possu&iacute;rem Licenciatura em Ci&ecirc;ncias do       Desporto. No estudo elaborado por Brand&atilde;o (2010) todos os professores que       fizeram parte do estudo tamb&eacute;m possu&iacute;am Licenciatura em Desporto e Educa&ccedil;&atilde;o       F&iacute;sica. Por&eacute;m nem sempre os professores que ministram as AEC's conhecem os       objetivos e orienta&ccedil;&otilde;es do minist&eacute;rio (Brand&atilde;o, 2010). Verificamos tamb&eacute;m que a       propor&ccedil;&atilde;o de homens &eacute; sobejamente superior sobretudo na fun&ccedil;&atilde;o de coordenador       t&eacute;cnico. Esta propor&ccedil;&atilde;o ser&aacute; pr&oacute;xima da realidade proporcional de licenciados       de ambos os sexos formados em desporto e educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica em Portugal, embora se       verifique uma tend&ecirc;ncia de menor percentagem de mulheres conforme se progride no organigrama da organiza&ccedil;&atilde;o (de professor para coordenador).</p>      <p>No que se refere &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o institucional da escola de       nata&ccedil;&atilde;o, verificamos que o ensino da nata&ccedil;&atilde;o neste contexto educativo incide       maioritariamente em alunos do terceiro e do quarto ano. Esta situa&ccedil;&atilde;o deve-se       provavelmente ao facto das orienta&ccedil;&otilde;es program&aacute;ticas (Maria &amp; Nunes, 2006)       contemplarem a unidade did&aacute;tica de nata&ccedil;&atilde;o apenas nos anos referidos anteriormente. </p>      <p>As condi&ccedil;&otilde;es de ensino parecem estar globalmente adequadas       aos prop&oacute;sitos do programa aqu&aacute;tico. Segundo Langendorfer e Bruya (1995) e       Campani&ccedil;o (1989), os principais fatores s&atilde;o: o n&uacute;mero de alunos, determinante       para a efic&aacute;cia e qualidade do ensino; o material did&aacute;tico, que permite uma       variabilidade de est&iacute;mulos e da aula; a temperatura da &aacute;gua, que deve variar entre os 30-32&deg;C; e a profundidade da piscina.</p>      <p>De facto, verificamos que em 40.0% das escolas a temperatura       da &aacute;gua encontra-se entre 28-29&ordm;C. Apesar de Langendorfer e Bruya (1995) e       Campani&ccedil;o (1989) e referirem que a temperatura da &aacute;gua deve estar entre 30-32&ordm;C,       as recomenda&ccedil;&otilde;es do Conselho Nacional de Qualidade aponta uma temperatura       m&aacute;xima de 30&ordm;C. As piscinas dos munic&iacute;pios portugueses parecem cumprir essa       diretiva. Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; profundidade, nenhuma das escolas de nata&ccedil;&atilde;o realiza exclusivamente       o ensino em piscinas de &aacute;guas profundas, sendo que 72.9% opta por ambos os       contextos (rasa e profunda) em simult&acirc;neo. Na realidade, e de acordo com Costa       et al. (2012), a op&ccedil;&atilde;o em combinar experi&ecirc;ncias aqu&aacute;ticas em diferentes       contextos de profundidade poder&aacute; ser enriquecedora e adequada aos prop&oacute;sitos da       adapta&ccedil;&atilde;o ao meio aqu&aacute;tico nestas idades. Ficar&aacute; por perceber se as poucas       escolas (27.0%) que promovem o ensino em &aacute;gua rasa o fazem por op&ccedil;&atilde;o ou       conting&ecirc;ncia de n&atilde;o terem um tanque em que seja poss&iacute;vel as duas abordagens de forma complementar.</p>      <p>Menos positivo parece ser o n&uacute;mero de alunos por classe       (entre 13 a 16 alunos) e a baixa frequ&ecirc;ncia semanal de sess&otilde;es       (predominantemente uma vez por semana), ambos os factos conducentes a uma menor       efic&aacute;cia e qualidade do processo de ensino-aprendizagem (Langendorfer &amp;   Bruya, 1995). Tal como referem Sarmento, Carvalho, Florindo e Raposo (1982), a   aquisi&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias no meio aqu&aacute;tico depende dos instrumentos e m&eacute;todos       de ensino adequados. Assim, o n&uacute;mero de alunos parece ter um papel importante       na efic&aacute;cia do ensino, principalmente na fase de adapta&ccedil;&atilde;o ao meio aqu&aacute;tico e       aquisi&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias b&aacute;sicas (Campani&ccedil;o, 1991), independentemente da       forma&ccedil;&atilde;o ou experi&ecirc;ncia do professor (Carvalho, 1984). Em conformidade, Santos et       al. (2008) verificaram que um n&uacute;mero elevado de alunos (20 por turma) numa das       escolas estudadas prejudicava a aquisi&ccedil;&atilde;o de compet&ecirc;ncias aqu&aacute;ticas,       comparativamente com outras duas escolas de nata&ccedil;&atilde;o em que o n&uacute;mero de alunos       era menor (de 11 a 13 alunos). Segundo Carvalho (1994) o trabalho e evolu&ccedil;&atilde;o da       classe &eacute; diretamente influenci&aacute;vel pelo seu tamanho (n&uacute;mero de alunos),       independentemente da forma&ccedil;&atilde;o ou experiencia do professor; a longo prazo       reflete-se na qualidade do ensino. O autor salienta que as aulas em contexto de       grande profundidade, isto &eacute;, nas quais os alunos n&atilde;o t&ecirc;m p&eacute;, o professor tem de       prestar um apoio direto dentro de &aacute;gua; que por quest&otilde;es de efic&aacute;cia e de       seguran&ccedil;a, o n&uacute;mero total de alunos m&aacute;ximo &eacute; quatro por professor e o mais adequado na fase da adapta&ccedil;&atilde;o ao meio aqu&aacute;tico em contexto de profundidade.</p>      <p>A inexist&ecirc;ncia do bloco de nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB nas 30       autarquias participantes no estudo parece estar relacionado com a falta de       verbas disponibilizadas para o efeito (60.0%). A dificuldade do transporte dos       alunos foi relatada como outra das dificuldades. Ora, do nosso ponto de vista,       a falta de viv&ecirc;ncia no meio aqu&aacute;tico na inf&acirc;ncia gera dois problemas. O       primeiro estar&aacute; associado &agrave; escassez de padr&otilde;es motores adquiridos,       particularmente os aqu&aacute;ticos, que promovem um adequado est&iacute;mulo cognitivo,       afetivo e psico-motor durante a inf&acirc;ncia (Langendorfer &amp; Bruya, 1995). Isto   &eacute; particularmente importante nas idades coincidentes entre a transi&ccedil;&atilde;o do       ensino pr&eacute;-escolar para o ensino b&aacute;sico: Blanksby et al. (1995); Courage et al.       (2006); Graf et al. (2003); Zhao et al. (2005). O segundo estar&aacute; associado ao eventual risco de afogamento (Brenner et. al., 2009; Peden &amp; McGee, 2003).</p>      <p>Os nossos dados indicam que as diretrizes do Minist&eacute;rio da       Educa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o globalmente conhecidas e aplicadas pelos professores de nata&ccedil;&atilde;o       (87.0%); os restantes, aplicaram outro programa paralelo. Na maioria das       escolas de nata&ccedil;&atilde;o o ensino rege-se pela unidade did&aacute;tica estandardizada,       deixando ao professor de nata&ccedil;&atilde;o um papel condicionado &agrave; orienta&ccedil;&atilde;o do programa       definido. De facto, apenas 39.0% dos professores que lecionam as aulas de nata&ccedil;&atilde;o participam na elabora&ccedil;&atilde;o e supervisionamento da unidade did&aacute;tica. </p>      <p>Segundo os nossos resultados, ambos os grupos de inquiridos       consideram como razo&aacute;vel a aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades aqu&aacute;ticas b&aacute;sicas no &acirc;mbito       do 1&ordm; CEB e eventualmente a abordagem das t&eacute;cnicas de nado rudimentar de Crol e       Costas. Destacam-se tamb&eacute;m os resultados referentes aos procedimentos e       organiza&ccedil;&atilde;o da turma (as regras de seguran&ccedil;a, salvamento, os jogos e atividades l&uacute;dicas), os quais s&atilde;o sempre considerados, embora com menor frequ&ecirc;ncia.</p>  <b>Caracteriza&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o institucional das escolas de nata&ccedil;&atilde;o em estudo </b>         <p>Outro dos objetivos do presente estudo foi descrever a       organiza&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica do ensino da nata&ccedil;&atilde;o para crian&ccedil;as em idade escolar       (1&ordm; CEB). As aulas est&atilde;o relacionadas com a adapta&ccedil;&atilde;o ao meio aqu&aacute;tico e o       ensino desenvolvido com escasso material pedag&oacute;gico. Entre as seis afirma&ccedil;&otilde;es       de concord&acirc;ncia a respeito da finalidade da nata&ccedil;&atilde;o neste ciclo de ensino, os       resultados s&atilde;o concordantes com os do estudo de Costa et al. (2012) e de       Campani&ccedil;o (1991), sobretudo no &acirc;mbito do ensino da adapta&ccedil;&atilde;o ao meio aqu&aacute;tico,       numa fase inicial, predominantemente em &aacute;guas rasas. O prazer e a autonomia no       meio aqu&aacute;tico s&atilde;o os aspetos fulcrais num contexto de desenvolvimento de       habilidades aqu&aacute;ticas b&aacute;sicas (Langendorfer &amp; Bruya, 1995; Langendorfer,       2010). Com efeito a nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB apresentar-se-&aacute; tamb&eacute;m como uma atividade       de enriquecimento motor e de fomento pelo gosto da pr&aacute;tica do exerc&iacute;cio f&iacute;sico, em particular da nata&ccedil;&atilde;o. </p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>No que concerne &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais did&aacute;ticos       observamos um baixo &iacute;ndice de utiliza&ccedil;&atilde;o. As pranchas s&atilde;o os equipamentos       preferenciais, tal como reportado por Costa et al. (2012). Do nosso       conhecimento s&atilde;o escassos os estudos cient&iacute;ficos que demonstrem as vantagens ou       desvantagens da utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais auxiliares na adapta&ccedil;&atilde;o ao meio       aqu&aacute;tico. Erbaugh (1986), um dos estudos raros neste dom&iacute;nio, demonstrou a       import&acirc;ncia do seu uso na aquisi&ccedil;&atilde;o da habilidade aqu&aacute;tica equil&iacute;brio       horizontal din&acirc;mico. Contudo, mais importante ser&aacute; entender que as diferentes       vantagens educacionais que os materiais did&aacute;ticos poder&atilde;o conter &#8211; por exemplo       o seu aspeto l&uacute;dico sobretudo quando associado a uma metodologia de ensino que       assume o jogo como um recurso metodol&oacute;gico natural que agrega simultaneamente       motiva&ccedil;&atilde;o e efic&aacute;cia pedag&oacute;gica, tamb&eacute;m denominado de m&eacute;todo compreensivo por Moreno e Sanmart&iacute;n (1998).</p>         <p>Mais preocupante ser&aacute; o uso de bra&ccedil;adeiras, ainda que por um       baixo &iacute;ndice de professores. O uso excessivo de flutuadores (coletes e       bra&ccedil;adeiras) para o ensino da flutua&ccedil;&atilde;o ou mesmo de padr&otilde;es corporais em       situa&ccedil;&atilde;o din&acirc;mica tem vindo a ser criticado por v&aacute;rios autores (Barbosa, 2004; Blanksby       et al., 1995; Costa et al., 2012; Langendorfer &amp; Bruya, 1995; Soares, 2000).       A utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais auxiliares no ensino da nata&ccedil;&atilde;o apresenta opini&otilde;es       distintas. Alguns autores rejeitam a utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais de flutua&ccedil;&atilde;o       (Catteau &amp; Garoff, 1988) devido &agrave; influ&ecirc;ncia supostamente negativa na       impuls&atilde;o e flutua&ccedil;&atilde;o. Outros autores s&atilde;o favor&aacute;veis apenas a uma utiliza&ccedil;&atilde;o       moderada de materiais auxiliares (Barbosa, 2004; Langendorfer &amp; Bruya,       1995; Moreno &amp; Sanmartin, 1998; Navarro, 1995; Sarmento et al., 1982; Soares,       2000;), evitando a depend&ecirc;ncia aos alunos numa falsa perce&ccedil;&atilde;o de autonomia o       que, por iner&ecirc;ncia, desenvolve uma compet&ecirc;ncia aqu&aacute;tica artificial (Soares,       2000). N&atilde;o obstante, a utiliza&ccedil;&atilde;o dos materiais segundo Navarro (1995) aumenta       a sensa&ccedil;&atilde;o de seguran&ccedil;a, atenua a fadiga e o ensino poder&aacute; ser mais motivante para os alunos.</p>     <b>Organiza&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica do ensino na nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB </b>         <p>No &acirc;mbito da adapta&ccedil;&atilde;o ao meio aqu&aacute;tico, na organiza&ccedil;&atilde;o       metodol&oacute;gica do ensino s&atilde;o valorizados: a &#8220;entrada na &aacute;gua&#8220;; &#8220;as tarefas que       geram confian&ccedil;a&#8221; no meio aqu&aacute;tico; o &#8220;equil&iacute;brio&#8221; e o &#8220;controlo da respira&ccedil;&atilde;o&#8221;.       Estes resultados parecem estar concordantes com opini&atilde;o demonstrada       relativamente &agrave; finalidade da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB (<a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a06t7.jpg">tabela 7</a>). De facto, o prazer       pela atividade e a confian&ccedil;a (sem medo) no meio aqu&aacute;tico s&atilde;o os aspetos mais       valorizados pelos professores inquiridos. Todavia, o facto de os professores       desvalorizarem as rota&ccedil;&otilde;es em diferentes eixos (61.0% d&aacute; import&acirc;ncia &#8220;&agrave;s vezes&#8221;   e 13.0% raramente) parece-nos desadequado e contradit&oacute;rio &agrave; opini&atilde;o de diversos       autores e livros de texto da especialidade, por exemplo Langendorfer e Bruya       (1995) e Barbosa e Queir&oacute;s (2004) com vista &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o plena de um estado de       compet&ecirc;ncia aqu&aacute;tica. De facto na literatura v&aacute;rios autores s&atilde;o un&acirc;nimes na       import&acirc;ncia dada &agrave; aquisi&ccedil;&atilde;o habilidade b&aacute;sica, rota&ccedil;&atilde;o, durante a inf&acirc;ncia       para a aquisi&ccedil;&atilde;o de habilidades mais complexas tais como as t&eacute;cnicas de nado,       as partidas e as viragens (Erbaugh, 1978; Langendorfer &amp; Bruya, 1995;       Barbosa &amp; Queir&oacute;s, 2004). A irrelev&acirc;ncia dada &agrave; habilidade motora de   &#8220;rota&ccedil;&otilde;es&#8221; foi igualmente identificada por Costa et al. (2012) numa popula&ccedil;&atilde;o semelhante. </p>         
<p>No que diz respeito &agrave; import&acirc;ncia dos conte&uacute;dos no ensino       das t&eacute;cnicas formais, destacam-se como mais importantes pelos professores &#8220;a       entrada na &aacute;gua&#8221;, &#8220;o equil&iacute;brio din&acirc;mico&#8221;, &#8220;a a&ccedil;&atilde;o propulsiva correta dos MI&#8221; e       outras &#8220;destrezas espec&iacute;ficas das t&eacute;cnicas&#8221;. Tal como para a adapta&ccedil;&atilde;o ao meio       aqu&aacute;tico, &#8220;as rota&ccedil;&otilde;es sim&eacute;tricas&#8221; surgem como uma das habilidades menos       valorizadas. Acrescem-se, ainda, como pouco incidentes no ensino as tarefas       relacionadas com &#8220;a a&ccedil;&atilde;o propulsiva correta dos MS&#8221;, &#8220;o controlo da respira&ccedil;&atilde;o       ritmado&#8221;, &#8220;as partidas e viragens&#8221; e outras &#8220;destrezas complexas&#8221;. O nosso       estudo n&atilde;o nos permite identificar se a maior ou menor import&acirc;ncia atribu&iacute;da a       cada conte&uacute;do durante o ensino tem conduzido a um dom&iacute;nio ou a uma insufici&ecirc;ncia na aquisi&ccedil;&atilde;o dessa mesma habilidade.</p>         <p>&nbsp;</p>  </font>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES </b></font> </p>  <font face="Verdana" size="2">     <p>Os resultados sugerem que o ensino da nata&ccedil;&atilde;o no 1&ordm; CEB em       Portugal segue preferencialmente as orienta&ccedil;&otilde;es do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o. A       aus&ecirc;ncia do bloco de nata&ccedil;&atilde;o em alguns munic&iacute;pios, parece dever-se sobretudo a       restri&ccedil;&otilde;es or&ccedil;amentais e &agrave; dificuldade no transporte dos alunos da escola para       a piscina. A organiza&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica e supervisionamento das sess&otilde;es s&atilde;o       efetuados maioritariamente pelos coordenadores das escolas de nata&ccedil;&atilde;o. A       aplica&ccedil;&atilde;o dos programas aqu&aacute;ticos visa quase exclusivamente os alunos de       terceiro e quarto ano, com apenas uma sess&atilde;o semanal e organizadas em classes       com um n&uacute;mero desajustado de alunos para o n&iacute;vel de compet&ecirc;ncia dos mesmos. O       ensino incide na aquisi&ccedil;&atilde;o do gosto e prazer pela atividade, gerando a       confian&ccedil;a para a adapta&ccedil;&atilde;o ao meio aqu&aacute;tico, privilegiando-se a aquisi&ccedil;&atilde;o de       habilidades aqu&aacute;ticas b&aacute;sicas tais com a entrada na &aacute;gua, o equil&iacute;brio e o controlo respirat&oacute;rio, num ensino pouco suportado em material did&aacute;tico. </p>     <p>Em estudos futuros seria pertinente clarificar as       implica&ccedil;&otilde;es na efic&aacute;cia do ensino de diferentes enquadramentos metodol&oacute;gicos       tais como o n&uacute;mero de alunos por classe, a frequ&ecirc;ncia semanal, o estilo de       ensino ou inclusive o recurso a materiais auxiliares. Seria ainda deveras       importante conhecer os efeitos da pr&aacute;tica da nata&ccedil;&atilde;o no desenvolvimento motor global da crian&ccedil;a para al&eacute;m do seu papel no &acirc;mbito da seguran&ccedil;a infantil.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>   <font face="Verdana" size="2">      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Asher, K. N., Rivara, F. P., Felix, D., Vance, L., &amp; Dunne, R. (1995).    Water safety training as a potential means of reducing risk of young children's    drowning. <i>Injury Prevention, 1</i>(4), 228-233. doi: 10.1136/ip.1.4.228&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201400020000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barbosa, T. (2004). <i>Ensino da nata&ccedil;&atilde;o: Vantagens e desvantagens    da utiliza&ccedil;&atilde;o dos materiais auxiliares na adapta&ccedil;&atilde;o    ao meio aqu&aacute;tico</i>. Confer&ecirc;ncia apresentada no 27&ordm; Congresso    T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico da Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de T&eacute;cnicos    de Nata&ccedil;&atilde;o. Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201400020000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Barbosa, T. M., &amp; Queir&oacute;s, T. (2004). <i>Ensino da nata&ccedil;&atilde;o:    Uma perspectiva metodol&oacute;gica para a abordagem das habilidades motoras    aqu&aacute;ticas b&aacute;sicas</i>. Lisboa: Xistarca.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201400020000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Blanksby, B. A., Parker, H. E., Bradley, S., &amp; Ong, V. (1995). Children&#8217;s    readiness for learning front crawl swimming. <i>The Australian Journal of Science    and Medicine in Sport, 27</i>(2), 34-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201400020000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Brand&atilde;o, S. (2010). <i>Curr&iacute;culo Oculto e Concep&ccedil;&otilde;es    dos Professores de Actividades de Enriquecimento Curricular &#8211; Actividade    F&iacute;sica e Desportiva</i>. Disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado, Faculdade    de Desporto, Universidade do Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201400020000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Brenner, R.A., Taneja, G.S., Haynie, D.L., Trumble, A.C., Qian, C., Klinger,    R.M., &amp; Klebanoff, M.A. (2009). Association between swimming lessons and    drowning in childhood: A case-control study. <i>Archives of Pediatrics &amp;    Adolescent Medicine, 163</i>(3), 203-210. doi: 10.1001/archpediatrics.2008.563&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201400020000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Campani&ccedil;o, J. (1989). <i>A escola de nata&ccedil;&atilde;o &#8211; 1&ordf;    fase aprendizagem</i>. Lisboa: Edi&ccedil;&atilde;o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o    &#8211; Desporto e Sociedade.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201400020000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Campani&ccedil;o, J. (1991). <i>Metodologia espec&iacute;fica</i>. Curso de    aperfei&ccedil;oamento de nata&ccedil;&atilde;o. Porto.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201400020000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Carvalho, C. (1994). <i>Nata&ccedil;&atilde;o: Contributo para o sucesso do    ensino-aprendizagem</i>. Edi&ccedil;&atilde;o do autor.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201400020000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Catteau, R., &amp; Garoff, G. (1988). <i>O ensino da nata&ccedil;&atilde;o</i>.    S&atilde;o Paulo: Editora Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201400020000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Conselho Nacional da Qualidade (1993). <i>Directiva CNQ n.&ordm; 23/93 de 24    de Maio - A qualidade das piscinas de uso p&uacute;blico</i>. Lisboa.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201400020000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Courage, M. L., Reynolds, G. D., &amp; Richards, J. E. (2006). Infants' attention    to patterned stimuli: Developmental change from 3 to 12 months of age. <i>Child    development, 77</i>(3), 680-695. doi: 10.1111/j.1467-8624.2006.00897.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201400020000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Costa, A. M., Marinho, D. A., Rocha, H., Silva, A. J., Barbosa, T. M., Ferreira,    S. S., &amp; Martins, M. (2012). Deep and shallow water effects on developing    preschoolers' aquatic skills. <i>Journal of Human Kinetics, 32</i>(1), 211-219.    doi: 10.2478/v10078-012-0037-1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201400020000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Erbaugh, S. J. (1978). Assessment of swimming performance of preschool children.    <i>Perceptual and Motor Skills, 47</i>, 1179-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201400020000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Erbaugh, S. J. (1986). Effects of aquatic training on swimming skill development    of preschool children. <i>Perceptual and Motor Skills, 62</i>, 439-446. doi:    10.2466/pms.1986.62.2.439&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201400020000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gallahue, D. L. &amp; Ozmun, J.C. (2005). <i>Compreendendo o desenvolvimento    motor: Beb&ecirc;s, crian&ccedil;as, adolescentes e adultos</i> (3&ordf; ed.).    S&atilde;o Paulo: Phorte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201400020000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gorter, J. W., &amp; Currie, S. J. (2011). Aquatic exercise programs for children    and adolescents with Cerebral Palsy: What do we know and where do we go? <i>International    Journal of Pediatrics, 2011</i>, 712165. doi: 10.1155/2011/712165&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201400020000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Graf, C., Koch, B., Kretschmann-Kandel, E., Falko-wski, G., Christ, H., Coburger,    S., L ... Dordel, S. (2003). Correlation between BMI, leisure habits and motor    abilities in childhood (CHILT-project). <i>International Journal of Obesity,    28</i>, 22-26. doi: 10.1038/sj.ijo.0802428&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201400020000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Huotari, P., Nupponen, H., Mikkelsson, L., Laakso, L., &amp; Kujala, U. (2011).    Adolescent physical fitness and activity as predictors of adulthood activity.    <i>Journal of Sports Sciences, 29</i>(11), 1135-1141. doi: 10.1080/02640414.2011.585166&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201400020000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Langendorfer, S. J., &amp; Bruya, L. (1995). <i>Aquatic readiness: Developing    water competence in young children</i>. Champaign, Illinois: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201400020000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Langendorfer, S. (2010). Applying a developmental perspective to aquatics and    swimming. In P. L. Kjendlie, R. K. Stallman, &amp; J. Cabri (Eds), <i>Biomechanics    and Medicine in Swimming XI </i>(pp. 20-22). Oslo: Norwegian School of Sport    Sciences.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201400020000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Le Boulch, J. (1987).<i> Educa&ccedil;&atilde;o psicomotora: Psicocin&eacute;tica    na idade escolar</i>. Porto Alegre: Artes M&eacute;dicas.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201400020000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Maria, A., &amp; Nunes, M. M. (2006). <i>Actividade f&iacute;sica e desportiva    no 1&ordm; Ciclo do Ensino B&aacute;sico - Orienta&ccedil;&otilde;es Program&aacute;ticas</i>.    ANP.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201400020000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Moreno, J., &amp; Sanmart&iacute;n, M. (1998). <i>Bases metodol&oacute;gicas    para el aprendizagem de las actividades acu&aacute;ticas educativas</i>. Barcelona:    INDE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201400020000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>McManus, B. M., &amp; Kotelchuck, M. (2007). The effect of aquatic therapy    on functional mobility of infants and toddlers in early intervention. <i>Pediatric    Physical Therapy, 19</i>(4), 275-282.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201400020000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Navarro, F. (1995). <i>Hacias el dominio de la Nataci&oacute;n</i>. Madrid:    Editorial Gymnos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201400020000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Peden, M.M., &amp; Mcgee, K. (2003). The epidemiology of drowning worldwide.    <i>Injury Control Safety Promotion, 10</i>(4), 195-9.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201400020000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Physical Activity Guidelines Advisory Committee (2008). <i>Physical activity    guidelines advisory committee report, 2008</i>. Washington, DC: US Department    of Health and Human Services.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201400020000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Piaget, J. (1975). <i>A forma&ccedil;&atilde;o do s&iacute;mbolo na crian&ccedil;a:    Imita&ccedil;&atilde;o, jogo e sonho, imagem e representa&ccedil;&atilde;o</i>.    Rio de Janeiro: Zahar/INL.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-107X201400020000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kemp, J. G., &amp; Roberts, R. G. (2005). Effects of physical conditioning    on children and adolescents with asthma. <i>Sports Medicine, 35</i>(2), 127-141.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201400020000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Rasch, G. (1960). <i>Probabilistic models for some intelligence and attainment    tests</i>. Copenhagen: Paeda-gogike Institut.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201400020000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sarmento, P., Carvalho, C., Florindo, I. &amp; Raposo, V. (1982). <i>Aprendizagem    motora e nata&ccedil;&atilde;o</i>. Lisboa: Edi&ccedil;&otilde;es ISEF.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-107X201400020000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Santos, A. C., Gon&ccedil;alves, J., &amp; Pereira, R. G. (2008). Estudo comparativo    da organiza&ccedil;&atilde;o das escolas de nata&ccedil;&atilde;o-tr&ecirc;s    casos versus tr&ecirc;s par&acirc;metros do processo ensino-aprendizagem. <i>Motricidade,    4</i>(3), 87-93. doi: 10.6063/motricidade.4(3).275&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-107X201400020000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Soares, S. M. (2000). Nata&ccedil;&atilde;o. In P. Botelho Gomes (Ed.), <i>Educa&ccedil;&atilde;o    F&iacute;sica no 1&ordm; Ciclo</i> (pp. 154-173). Porto: Pelouro do Fomento    Desportivo da C&acirc;mara Municipal do Porto e Faculdade de Ci&ecirc;ncias    do Desporto e de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201400020000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Vygotsky, L. (1978). <i>Mind and society: The development of higher mental    processes</i>. Londres: Englewood.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201400020000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wicher, I.B., Ribeiro, M.A., Marmo, D.B., Santos, C.I., Toro, A.A., Mendes,    R.T., ... Ribeiro, J.D. (2010). Effects of swimming on spirometric parameters    and bronchial hyperresponsiveness in children and adolescents with moderate    persistent atopic asthma, <i>Jornal de Pediatria, 86</i>(5), 384-390. doi: 10.2223/JPED.2022&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-107X201400020000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wilkinson, D., &amp; Birmingham, P. (2003). <i>Using research instruments:    A guide for researchers</i>. New York: RoutledgeFalmer.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-107X201400020000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Zhao, S., Xie, L., Hu, H., Xia, J., Zhang, W., Ye, N. &amp; Chen, B. (2005).    A study of neonatal swimming (water therapy) applied in clinical obstetrics.    <i>Journal of Maternal-Fetal and Neonatal Medicine, 17</i>, 59-62. doi:10.1080/14767050400028782&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1646-107X201400020000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#top">*</a><i>Autor    correspondente</i>: Departamento de Ci&ecirc;ncias do Desporto, Universidade    da Beira Interior, Rua Marqu&ecirc;s d'&Aacute;vila e Bolama, 6201-001 Covilh&atilde;    - Portugal; <i>E-mail</i>: <a href="mailto:lenaamral@sapo.pt">lenaamral@sapo.pt</a>    </font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>Agradecimentos:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Nada a declarar.    <br>   <b>Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:</b>    <br>   Nada a declarar.</p>     <p>Artigo recebido a 03.05.2013; 1&ordf; Revis&atilde;o 03.06.2013; Aceite 13.09.2013</p> </font>       ]]></body><back>
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