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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The purpose of this study was to evaluate the effectiveness of an exercise program on changes in physical activity (PA) levels of hemodialysis patients. The sample consisted of 24 hemodialysis patients, 45.8% of female subjects, with an average age of 75.1 ± 11.8 years, were subjected to an aerobic exercise program intradialytic 3 times per week over 8 weeks. The training load was individualized with progressive increase through the self-perception effort. Accelerometers were used for the evaluation of PA during a continuous week, before and after the implementation of the program. The results suggested that PA mainly performed in both moments of evaluation was light intensity, on the other hand, the moderate and vigorous PA together constituted less than 1% of total PA performed. The time spent in light PA increased significantly between the pre and post-test (p= 0.03), while the time spent in sedentary activities, moderate PA and vigorous PA did not change significantly. In conclusion, light PA significantly increased between the pre and post-test. There were not significant changes in sedentary time, in moderate and vigorous PA.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <font face="Verdana" size="2">       <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>       <p>&nbsp;</p>   </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Efeitos de um programa de exercício aeróbio nos níveis   de    atividade física em pacientes hemodialisados</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>Effects of aerobic exercise program on   physical activity levels in    hemodialysis patients</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p><b>José Florêncio Sousa<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Jonatas       Cassiano Ribeiro<sup>1</sup>; Carla Correia Sá<sup>1,2</sup>; André Novo<sup>2,3</sup>; Vítor Pires Lopes<sup>1,2</sup></b></p>     <p><sup>1</sup><i>Departamento de Ciências do Desporto e     Educação Física, Instituto Politécnico de Bragança, Bragança, Portugal    <br>     </i><sup>2</sup><i>Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD),     Vila Real, Portugal    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     </i><sup>3</sup><i>Departamento de Ciências de Enfermagem,     Instituto Politécnico de Bragança, Bragança, Portugal</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O estudo teve como objetivo avaliar o efeito de um     programa de exercício físico nos níveis de atividade física (AF) habitual em     pacientes hemodialisados. A amostra foi composta por 24 pacientes hemodialisados,     dos quais 45.8% do sexo feminino, com uma idade média de 75.1 ± 11.8 anos, que participaram     num programa de exercício aeróbio intradialítico, 3 vezes por semana, ao longo     de 8 semanas. A carga de treino foi individualizada, com aumento progressivo de     acordo com a autoperceção de esforço. Foram utilizados acelerómetros para a     avaliação da AF durante uma semana completa, tanto antes como depois da     aplicação do programa. Os resultados indicaram que a AF predominantemente     realizada, em ambos os momentos de avaliação, foi de intensidade leve. Por     outro lado, a AF moderada e vigorosa juntas perfizeram menos de 1% do total de     AF realizada. O tempo despendido em AF leve aumentou significativamente entre o     pré e o pós-teste (<i>p</i>= 0.03), enquanto o tempo despendido em atividades     sedentárias, AF moderada e AF vigorosa não se alterou de forma significativa.     Em conclusão, os níveis de AF leve aumentaram de forma significativa entre o     pré e o pós-teste, não se registando mudanças significativas no tempo de     sedentarismo, na AF moderada e na AF vigorosa.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> acelerómetros, treino físico,     insuficiência renal cronica, idosos</p> <hr size="1">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The purpose of this study was to     evaluate the effectiveness of an exercise program on changes in physical     activity (PA) levels of hemodialysis patients. The sample consisted of 24     hemodialysis patients, 45.8% of female subjects, with an average age of 75.1 ±   11.8 years, were subjected to an aerobic exercise program intradialytic 3 times   per week over 8 weeks. The training load was individualized with progressive   increase through the self-perception effort. Accelerometers were used for the   evaluation of PA during a continuous week, before and after the implementation   of the program. The results suggested that PA mainly performed in both moments   of evaluation was light intensity, on the other hand, the moderate and vigorous   PA together constituted less than 1% of total PA performed. The time spent in   light PA increased significantly between the pre and post-test (<i>p</i>=     0.03), while the time spent in sedentary activities, moderate PA and vigorous     PA did not change significantly. In conclusion, light PA significantly increased     between the pre and post-test. There were not significant changes in sedentary     time, in moderate and vigorous PA.</p>     <p><b>Keywords: </b>accelerometers, physical training, chronic renal failure, elderly</p> <hr size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">     <p>O número de doentes renais crónicos em estádio terminal tem     vindo a crescer nos últimos anos (United States Renal Data System [USRDS],     2012) e em 2004 existiam mais de 1371000 pessoas a recorrerem à diálise em todo     o mundo e cerca de 324000 na Europa (Grassmann, Gioberge, Moeller, &amp; Brown,     2005). O aumento da prevalência da diabetes mellitus e da hipertensão arterial,     em conjunto com a melhoria dos tratamentos médicos e do aumento da esperança     média de vida explica em parte o aumento dos casos de pessoas com esta síndrome     (Coresh et al., 2007). O recente relatório anual do gabinete de registo do     tratamento da doença renal terminal (Macário, 2013) revela que em 2012 em     Portugal existiam 11282 pacientes em diálise (93.4% em hemodiálise), o que     significa um crescimento de 16.6% relativamente ao ano de 2007. </p>     <p>Os pacientes hemodialisados apresentam um risco acrescido de     morte por doença cardiovascular até 50 vezes maior em relação à população em     geral (Kundhal &amp; Lok, 2005), o que está em grande parte associado com o     aumento de outras comorbilidades que geralmente afetam os doentes renais     crónicos em estádio terminal, como é o caso da hipertensão e da aterosclerose.     Para além destas patologias, os pacientes hemodialisados apresentam uma aptidão     física diminuída, em cerca de 60% a 70% do que era esperado para a sua idade,     em relação aos indivíduos saudáveis (Painter, 2005).</p>     <p>A insuficiência renal crónica, em conjunto com as várias     patologias que lhe estão associadas e a reduzida aptidão física explicam em     grande parte os motivos pelos quais os pacientes hemodialisados apresentam     níveis tão baixos de atividade física (AF) (Avesani et al., 2012). Existem     dados que demonstram que os pacientes hemodialisados têm um nível de AF significativamente     mais baixo relativamente aos indivíduos saudáveis sedentários (Johansen et al.,     2000), levando a pensar que um paciente hemodialisado de 30 anos possa ter     menos AF diária que um indivíduo sedentário saudável de 70 anos (Ikizler &amp;   Himmelfarb, 2006). Tal como acontece na população em geral, os níveis de AF nos     pacientes hemodialisados estão estritamente relacionados com a taxa de mortalidade     (Stack, Molony, Rives, Tyson, &amp; Murthy, 2005). Como forma de reverter esta     situação, tem-se proposto a aplicação de programas de exercício físico     antes/durante a hemodiálise (Clyne, 2011). Recentemente surgiram várias     investigações que comprovam a eficácia destes programas no aumento da AF, da     aptidão física e na melhoria do quadro clínico de algumas patologias     (Segura-Orti &amp; Johansen, 2010), no entanto ainda não é claro que estas     alterações permaneçam após o fim destes programas. </p>     <p>Este estudo tem como objetivo avaliar a eficácia de um     programa de exercício físico nas alterações dos níveis de AF dos pacientes     hemodialisados.</p>     <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font><font face="Verdana" size="2">         <p>Estudo quasi-experimental, tipo ensaio clínico não     controlado.</p>     <b>Participantes</b>         <p>Para a formação da amostra foram analisados todos os     pacientes, que realizavam o tratamento de hemodiálise numa clínica localizada     no nordeste de Portugal. Todos os pacientes da clínica foram potenciais     participantes no estudo, contudo foram excluídos os sujeitos que apresentavam     algum dos critérios de exclusão referidos na <a href="#t1">Tabela 1</a>. Após aplicados os critérios     de exclusão resultou um grupo com condições para participar no programa de     intervenção, do qual foram selecionados por conveniência 24 indivíduos. A média     de idades da amostra era de 75.1 ± 11.8 anos, sendo constituída por 45.8% indivíduos     do sexo feminino. Em média, os pacientes hemodialisados realizavam o tratamento     de hemodiálise há 5.1 ± 3.5 anos, e na sua maioria, apresentavam outras patologias     das quais se destacam a hipertensão arterial (21.7%) e a diabetes mellitus     (13.0%), contudo controladas. Todos os participantes do estudo realizavam     avaliações cardiológicas de 6 em 6 meses e em todas as sessões foram acompanhadas     por um médico especialista em saúde geral e familiar e por um médico     nefrologista. Nenhum dos pacientes que participou no estudo apresentava     contraindicações relativamente à participação neste tipo de programa.</p>         <p><a name="t1"></a></p>         <p>&nbsp;</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a08t1.jpg" width="347" height="315"></p>         
<p>&nbsp;</p>         <p>Antes e após uma semana do programa de exercício foi     realizada a avaliação da AF (diária), da massa corporal e da estatura.</p>     <b>Instrumentos</b>         <p>Avaliação da atividade física</p>         <p>Para avaliar a AF utilizou-se o monitor de AF Actigraph<sup>®</sup> modelo GT3X (ActiGraph<sup>®</sup> Pensacola, FL, Estados Unidos da América),     que é um instrumento que avalia de forma objetiva a AF, que não necessita de     ser calibrado antes de ser utilizado. Este acelerómetro triaxial regista as     acelerações realizadas nos três planos de movimento, transformando estas     acelerações em <i>counts</i>, que foram guardados em <i>epochs</i> de 1 minuto,     o que resulta nas contagens por minuto (cpm). Os acelerómetros foram colocados     junto à cintura do paciente hemodialisado durante 7 dias consecutivos. Foram     dadas indicações para só retirar o instrumento quando fosse dormir, tomar banho     e quando realizasse atividades no meio aquático. Os dados das <i>epochs</i> armazenados no acelerómetro foram posteriormente analisados pelo software     Actilife 6 disponibilizado pela ActiGraph<sup>®</sup>. Os dados dos     acelerómetros só foram considerados válidos se estes fossem usados em pelo     menos 5 dos 7 dias de avaliação e só foram considerados válidos os dias em que     o acelerómetro fosse utilizado pelo menos 10 horas por dia. Os períodos     superiores a 60 minutos com contínuos zeros, com tolerância para 2 minutos de <i>counts</i> entre 0 e 100 foram considerados como períodos de não utilização do     acelerómetro. Através das cpm foram criados pontos de corte, que representam     diferentes equivalentes metabólicos (MET’s). Os pontos de corte utilizados     neste estudo baseiam-se nos propostos pelo estudo de Sasaki, John e Freedson     (2011), aos quais foram ainda adicionados os pontos de corte para atividade     sedentária. No presente estudo foram aplicados os seguintes pontos de corte:     0-99 cpm – atividade sedentária; 100-2689 cpm – AF leve; 2690-6166 cpm – AF     moderada; 6167-9642 cpm – AF vigorosa; e &#8805; 9642 cpm – AF muito vigorosa.     O tempo despendido nos diferentes níveis de AF foi expresso em minutos.</p>         <p>Avaliação antropométrica</p>         <p>A estatura foi avaliada através do estadiómetro portátil     Invicta<sup>®</sup>, modelo Leicester (Birmingham, Inglaterra). Para a realização     da medição da estatura, foi pedido ao paciente que permanecesse na posição     anatómica, com os pés descalços sobre a base do estadiómetro e a cabeça     posicionada no plano horizontal de Frankfurt. A estatura registada resultou da     média de duas avaliações consecutivas. Para avaliação da massa corporal foi     utilizada a balança portátil Seca<sup>®</sup>, modelo M889, (Hamburgo,     Alemanha), em que o paciente tinha de permanecer imóvel em cima da balança,     descalço e com roupas leves. O IMC foi calculado através da divisão da massa     corporal (kg) pelo quadrado da estatura (m²).</p>     <b>Procedimentos</b>         <p>Foi aplicado um programa de exercício físico ao longo de 8     semanas consecutivas, numa clínica de hemodiálise a pacientes com insuficiência     renal crónica. O programa consistiu em exercício aeróbio, realizados 3 vezes     por semana. O exercício era realizado durante as sessões de hemodiálise e     consistia em pedalar num cicloergómetro horizontal Carex<sup>®</sup> Digital     Pedal Exerciser (Sioux Falls, SD, Estados Unidos da América). O período de     treino decorria durante a hemodiálise, depois dos primeiros 30 e antes do     último dos 45 minutos de hemodiálise, altura em que se verifica menor variabilidade     cardíaca durante o tratamento. A carga de treino foi individualizada com     aumento progressivo, mediante autoperceção do esforço avaliado com a escala de     Borg (Borg, 1982), à qual os participantes tinham sido previamente     familiarizados. O programa de exercício físico foi constantemente     supervisionado e monitorizado por duas fisioterapeutas, que durante o período     de treino apenas tinham esta função e foram sistematicamente acompanhados pelos     médicos e enfermeiros da clínica, que monitorizaram o tratamento por     hemodiálise. </p>         <p>Na primeira semana ajustou-se o grau de resistência do     cicloergómetro, de modo a que o paciente hemodialisado conseguisse realizar o     exercício de forma constante, na máxima intensidade possível que lhe permitisse     manter essa mesma intensidade de exercício durante 25 minutos. Na segunda     semana manteve-se o mesmo grau de resistência do cicloergómetro e     acrescentou-se 5 minutos à duração da sessão. Na terceira semana voltou-se a     aumentar a resistência do cicloergómetro, de modo a que o paciente     hemodialisado conseguisse realizar o exercício de forma constante, na máxima     intensidade possível que lhe permitisse manter essa mesma intensidade de     exercício com a mesma duração da semana anterior. Na quarta semana manteve-se o     mesmo grau de resistência do cicloergómetro relativamente à semana anterior e     acrescentou-se 5 minutos à duração da sessão. Este modo de progressão da carga     manteve-se até ao fim do programa de intervenção. </p>         <p>O estudo seguiu todos os princípios da declaração de     Helsínquia. Todos os pacientes hemodialisados assinaram o consentimento     informado relativo à sua disponibilidade para participação neste estudo.</p>     <b>Análise Estatística</b>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Foi analisada a normalidade das distribuições das variáveis     através do teste de Shapiro-Wilk com correção de Liliefors. Apenas o tempo     despendido em AF moderada e vigorosa não apresentaram uma distribuição normal.     Para a análise das diferenças entre o pré e o pós-teste do tempo despendido em     AF sedentária e leve recorreu-se ao teste <i>t</i>-Student para amostras     emparelhadas. Para análise das diferenças entre pré e pós-teste do tempo     despendido em AF moderada e vigorosa recorreu-se ao teste não-paramétrico de     Wilcoxon. O nível significância foi fixado para <i>p</i>&lt; 0.05. Toda a     análise estatística foi realizada através do SPSS versão 21.</p>         <p>&nbsp;</p>     </font><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font><font face="Verdana" size="2">         <p>Antes do programa de intervenção, os pacientes     hemodialisados tinham um índice de massa corporal médio de 24.3 ± 2.6 kg/m²,     não se registando mudanças significativas neste parâmetro após o programa de     exercício (<i>p</i>= 0.44). Os pacientes hemodialisados não realizaram nenhuma     AF muito vigorosa em ambos os momentos de avaliação. A AF predominantemente     realizada pelos pacientes hemodialisados, quer antes, quer depois do programa     de intervenção era de intensidade leve e o tempo despendido em AF moderada e     vigorosa juntas perfaziam, quer no pré-teste quer no pós-teste, menos de 1% do     total de AF realizada pelos pacientes hemodialisados (<a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a08t2.jpg">Tabela 2</a>).</p>         
<p>Os resultados presentes na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a08t2.jpg">Tabela 2</a> indicam que entre o pré     e o pós-teste existiu um aumento não significativo do tempo despendido em AF     sedentária (<i>p</i>= 0.08) e do tempo despendido em AF vigorosa (<i>p</i>= 0.15).     O tempo despendido em AF moderada apresentou uma diminuição entre pré e o     pós-teste, mas sem significância estatística (<i>p</i>= 0.37). O único parâmetro     que apresentou alterações significativas entre os dois momentos de avaliação     foi o tempo dependido em AF leve, que aumentou entre o pré e o pós-teste (<i>p</i>=     0.03).</p>         
<p>&nbsp;</p>     </font>         <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <font face="Verdana" size="2">         <p>O principal objetivo deste estudo foi avaliar o impacto de     um programa de exercício físico na mudança dos níveis de AF. Os resultados     demonstram que existiu um aumento significativo do tempo despendido na AF leve     entre o pré e o pós-teste e não se registaram mudanças significativas no tempo     de sedentarismo, na AF moderada e na AF vigorosa. </p>         <p>Uma das principais barreiras para a prática de AF     vulgarmente mencionada pelos pacientes hemodialisados é a elevada fadiga que     esta provoca (Delgado &amp; Johansen, 2012), existindo mesmo várias indicações     que apontam a sensação de fadiga como o fator mais importante que influencia os     baixos níveis de AF dos pacientes hemodialisados (Mahrova &amp; Svagrova,     2013). O tratamento de hemodiálise aumenta os níveis de fadiga (Lobbedez et     al., 2008), podendo os pacientes hemodialisados apresentar três vezes mais     fadiga em comparação com a população adulta saudável (Johansen, Doyle, Sakkas,     &amp; Kent-Braun, 2005). Esta elevada prevalência de fadiga nos pacientes     hemodialisados resulta de um conjunto de fatores inerentes a esta patologia,     das quais se pode destacar a forte deterioração dos níveis de aptidão física.     Existe alguma evidência de que o consumo máximo de oxigénio (VO<sub>2</sub>máx)     em pacientes hemodialisados geralmente se situa entre 50% a 80% do verificado     na população saudável, rondado valores entre 15 a 21 ml/kg/min (Johansen &amp;     Painter, 2012). Este tipo de pacientes para além de terem uma condição     cardiorrespiratória reduzida, apresentam uma forte atrofia muscular (Kouidi et     al., 1998). Existem ainda dados que indicam que esta degradação muscular é     ainda mais forte nas fibras do tipo II (Kouidi et al., 1998), o que ajuda a     compreender as causas inerentes à fraca capacidade de produção de força destes     doentes em comparação com a população em geral (Johansen et al., 2003). </p>         <p>Há muitos anos que esta debilidade física dos pacientes     hemodialisados está identificada como uma das causas para a elevada taxa de     incapacidade para o trabalho (Gutman, Stead, &amp; Robinson, 1981), reduzindo     também a sua capacidade na realização das tarefas quotidianas (Johansen &amp;     Painter, 2012), tornando-os dependentes do apoio constante de terceiros (Tamura     et al., 2009). Dado que o presente estudo é composto maioritariamente por     pessoas idosas, é expectável que este conjunto de fragilidades e dependência     esteja ainda mais agravado (Odden, 2010), o que reforça a explicação para os     reduzidos níveis de AF dos sujeitos da amostra. Segundo vários investigadores     (Jhamb, Weisbord, Steel, &amp; Unruh, 2008; Segura-Orti &amp; Johansen, 2010),     esta cascata de influências negativas pode ser revertida através da     implementação de programas de exercício físico. Prova dos possíveis benefícios     do treino físico é o estudo de Chang, Cheng, Lin, Gau e Chao (2010), que avaliou     o efeito de um programa de exercício aeróbio de baixa intensidade, realizado     durante as sessões de hemodiálise através de ciclo ergómetro, com uma duração     de 30 minutos, durante 8 semanas. Este estudo concluiu que o programa de treino     conseguiu reduzir de forma significativa os níveis de fadiga dos pacientes     hemodialisados, estimulando o aumento dos níveis de AF, estando estes dois     fatores significativamente correlacionados entre si.</p>         <p>Este tipo de efeitos gerados pela participação em programas     de exercício físico podem ajudar a explicar quais os possíveis fatores     responsáveis pela mudança de comportamentos verificados no presente estudo. No     fim do programa de intervenção, provavelmente o paciente hemodialisado terá uma     melhor aptidão física (Cheema, Smith, &amp; Singh, 2005) e consequentemente     menores níveis de fadiga (Bossola, Vulpio, &amp; Tazza, 2011), o que permitirá     alcançar níveis de AF mais elevados comparativamente aos verificados antes do     programa de intervenção. Esta situação pode conduzir ainda à melhoria da     aptidão funcional que também está associada com a AF (Majchrzak et al., 2005).     O próprio aumento da AF decorrente do programa de intervenção parece determinar     em boa parte os níveis de fadiga dos pacientes hemodialisados (Brunier &amp;     Graydon, 1993), ou seja, baixos níveis de AF levam a maiores níveis de fadiga e     elevados níveis de AF levam a menores níveis de fadiga. Assim, é compreensível     que os pacientes hemodialisados com baixos níveis de AF entrem numa espiral     negativa, onde a baixa aptidão física e a elevada fadiga são responsáveis pela     incapacidade do paciente hemodialisado contrariar esta situação. Assim sendo, o     recurso a este tipo de programas pode contrariar essa espiral negativa.</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Embora a maioria dos pacientes hemodialisados admita que o     estilo de vida sedentário acarreta elevados riscos de saúde e que o aumento da     AF é benéfico para o seu estado de saúde (Delgado &amp; Johansen, 2012), é     reconhecido que a maior parte das pessoas que padecem desta síndrome não     conseguem cumprir as recomendações mínimas de AF relacionadas com a saúde dos     idosos, de 30 minutos de AF moderada a vigorosa por dia, 5 vezes por semana ou     20 minutos de AF vigorosa por dia, 3 vezes por semana (Painter, Ward, &amp;     Nelson, 2011). De uma forma geral, os pacientes hemodialisados referem que esta     incapacidade se deve principalmente à grande sensação de fadiga sentida quando     realizam AF moderada e vigorosa (Stack et al., 2005). De facto, o nível de AF     moderada e vigorosa apresentada pelos pacientes hemodialisados do presente     estudo está substancialmente abaixo do nível de AF da população em geral. Por     exemplo, em média um idoso norte-americano (&#8805;70 anos) realiza entre 5 a 9     minutos de AF moderada e vigorosa por dia (Troiano et al., 2008) enquanto os     sujeitos do presente estudo realizam cerca de 2 minutos. </p>         <p>Talvez o conjunto de alterações metabólicas presentes nos     pacientes hemodialisados crie uma debilidade física tão forte e persistente que     o programa de exercício aeróbio não conseguiu colmatar com melhorias     suficientes para reverter esta sensação de fadiga ao realizar AF moderada e vigorosa,     levando a que não tivessem sido registadas alterações significativas no tempo     despendido nestas intensidades entre pré e o pós-treino.</p>         <p>A sensação de fadiga parece dissipar-se com a diminuição da     intensidade da AF, não afetando de forma tão expressiva a realização de tarefas     de baixa intensidade (Stack et al., 2005). Storer, Casaburi, Sawelson e Kopple     (2005) concluíram que um programa de exercício aeróbio realizado num     cicloergómetro durante 9 semanas a uma baixa intensidade consegue aumentar de     forma significativa a capacidade cardiorrespiratória, força, potência e     diminuir a fadiga em pacientes hemodialisados. Vários estudos (Mercer,     Crawford, Gleeson, &amp; Naish, 2002; Painter, Carlson, Carey, Paul, &amp;     Myll, 2000a) têm demonstrado que os pacientes hemodialisados que participam     neste tipo de programas de intervenção melhoram diversas componentes da aptidão     funcional, sendo este um fator importante para que estes doentes de idade     avançada consigam realizar as suas tarefas da vida quotidiana. Painter, Carlson,     Carey, Paul e Myll (2000b) destacam que um programa de treino para além de     melhorar a aptidão funcional dos pacientes hemodialisados consegue melhorar     diversas componentes da qualidade de vida. Este conjunto de melhorias,     alcançadas com a prática de um programa de exercício físico, podem não ser suficientes     para que os pacientes hemodialisados consigam realizar mais AF de intensidade     elevada, mas podem ser a causa para o aumento significativo da AF leve     registada no presente estudo. </p>         <p>Mesmo que os programas de exercício físico não consigam     trazer melhorias expressivas na condição física dos pacientes hemodialisados,     existem outros benefícios decorrentes deste tipo de programas que podem manter     os níveis de AF em patamares mais elevados. O aumento da AF durante os     programas de intervenção é uma mais-valia no combate aos diversos problemas de     saúde que afetam os pacientes hemodialisados, como é o caso da hipertensão,     resistência à insulina ou dislipidemias (Cheema &amp; Singh, 2005). É conhecida     a elevada prevalência de diabetes mellitus nos pacientes hemodialisados (USRDS,     2012), sendo esta uma das patologias que mais influencia negativamente os     níveis de AF dos pacientes hemodialisados (Avesani et al., 2012). O aumento da     AF decorrente dos programas de exercício físico poderá então menorizar os     efeitos negativos da diabetes mellitus e assim conseguir ao mesmo tempo     estimular o aumento da AF. Os programas de exercício físico também melhoram de     forma significativa as situações de depressão que costumam caracterizar os     pacientes hemodialisados (Levendoglu et al., 2004), que estão fortemente     afetados na sua saúde mental com o decorrer dos tratamentos de hemodiálise     (Braga et al., 2011). A melhoria deste aspeto da saúde mental também está     associada com a redução da sensação de fadiga (Jhamb et al., 2008), que     posteriormente poderá favorecer o aumento da prática de AF. </p>         <p>A possível melhoria da aptidão física, da aptidão funcional,     da saúde mental, da qualidade de vida e da fadiga podem ser os pilares que     sustentam os mecanismos responsáveis pelo aumento significativo da AF leve     registado neste estudo. O estudo de Van Heuvelen, Kempen, Ormel e Rispens     (1998) demonstrou que o tempo passado em AF de lazer, incluindo a de baixa     intensidade, está positivamente associado com a maior parte das componentes da     aptidão física, independentemente da idade das pessoas idosas. Portanto, os     pacientes hemodialisados ao aumentarem os seus níveis de AF leve podem estar a     garantir que a sua aptidão física não se degrade rapidamente, criando assim um     efeito benéfico recíproco, que ajudará a manter a AF em níveis mais elevados,     quando comparado com os registados antes do programa de intervenção. Este aumento     dos níveis de AF dos pacientes hemo­dialisados após um programa de exercício é     de especial relevância, não só pela melhoria da qualidade de vida destas     pessoas, mas também pela diminuição do risco de morte que estas passam a ter     (Matsuzawa et al., 2012).</p>         <p>&nbsp;</p>     </font><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font><font face="Verdana" size="2">         <p>Em conclusão, o programa de exercício aeróbio aumentou de     forma significativa o tempo despendido na AF leve entre o pré e o pós-teste e     não se registaram mudanças significativas no tempo de sedentarismo, na AF     moderada e na AF vigorosa.</p>         <p>&nbsp;</p>     </font>         <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font> </p>      <font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>Avesani, C. M., Trolonge, S., Deleaval, P., Baria, F., Mafra, D., Faxen-Irving,    G., ... Fouque, D. (2012). Physical activity and energy expenditure in haemodialysis    patients: An international survey. <i>Nephrology Dialysis Transplantation, 27</i>(6),    2430-2434. doi: 10.1093/Ndt/Gfr692&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S1646-107X201400020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Borg, G. A. (1982). Psychophysical bases of perceived exertion. <i>Medicine    and Science in Sports and Exercise, 14</i>(5), 377-381.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S1646-107X201400020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bossola, M., Vulpio, C., &amp; Tazza, L. (2011). Fatigue in chronic dialysis    patients. <i>Seminars in Dialysis, 24</i>(5), 550-555. doi: 10.1111/j.1525-139X.2011.00956.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S1646-107X201400020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Braga, S. F., Peixoto, S. V., Gomes, I. C., Acurcio, F. A., Andrade, E. I.,    &amp; Cherchiglia, M. L. (2011). Fatores associados com a qualidade de vida    relacionada à saúde de idosos em hemodiálise. <i>Revista de Saude Publica, 45</i>,    1127-1136. doi: 10.1590/S0034-89102011000600015&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-107X201400020000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Brunier, G. M., &amp; Graydon, J. (1993). The influence of physical activity    on fatigue in patients with ESRD on hemodialysis. <i>American Nephrology Nurses'    Association, 20</i>(4), 457-461.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-107X201400020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Chang, Y. M., Cheng, S. Y., Lin, M. L., Gau, F. Y., &amp; Chao, Y. F. C. (2010).    The effectiveness of intradialytic leg ergometry exercise for improving sedentary    life style and fatigue among patients with chronic kidney disease: A randomized    clinical trial.<i> International Journal of Nursing Studies, 47</i>(11), 1383-1388.    doi: 10.1016/j.ijnurstu.2010.05.002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201400020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cheema, B. S. B., &amp; Singh, M. A. F. (2005). Exercise training in patients    receiving maintenance hemodialysis: A systematic review of clinical trials.    <i>American Journal of Nephrology, 25</i>(4), 352-364. doi: 10.1159/000087184&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201400020000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cheema, B. S. B., Smith, B. C. F., &amp; Singh, M. A. F. (2005). A rationale    for intradialytic exercise training as standard clinical practice in ESRD. <i>American    Journal of Kidney Diseases, 45</i>(5), 912-916. doi: 10.1053/j.ajkd.2005.01.030&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201400020000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Clyne, N. (2011). Exercise training in chronic kidney disease. <i>US Nephrology,    5</i>(2), 15-17.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201400020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Coresh, J., Selvin, E., Stevens, L. A., Manzi, J., Kusek, J. 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Barriers to exercise participation    among dialysis patients. <i>Nephrology Dialysis Transplantation, 27</i>(3),    1152-1157. doi: 10.1093/Ndt/Gfr404&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201400020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Grassmann, A., Gioberge, S., Moeller, S., &amp; Brown, G. (2005). ESRD patients    in 2004: Global overview of patient numbers, treatment modalities and associated    trends. <i>Nephrology Dialysis Transplantation, 20</i>(12), 2587-2593.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201400020000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gutman, R. A., Stead, W. W., &amp; Robinson, R. R. (1981). Physical-activity    and employment status of patients on maintenance dialysis. <i>New England Journal    of Medicine, 304</i>(6), 309-313.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201400020000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ikizler, T. A., &amp; Himmelfarb, J. (2006). Muscle wasting in kidney disease:    Let's get physical. <i>Journal of the American Society of Nephrology, 17</i>,    2097-2098. doi: 10.1681/Asn.2006060629&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201400020000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jhamb, M., Weisbord, S. D., Steel, J. L., &amp; Unruh, M. (2008). Fatigue in    patients receiving maintenance dialysis: A review of definitions, measures,    and contributing factors. <i>American Journal of Kidney Diseases, 52</i>(2),    353-365. doi: 10.1053/j.ajkd.2008.05.005&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201400020000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Johansen, K. L., Chertow, G. M., Ng, A. V., Mulligan, K., Carey, S., Schoenfeld,    P. Y., &amp; Kent-Braun, J. A. (2000). Physical activity levels in patients    on hemodialysis and healthy sedentary controls. <i>Kidney International, 57</i>(6),    2564-2570. doi: 10.1046/j.1523-1755.2000.00116.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201400020000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Johansen, K. L., Doyle, J., Sakkas, G. K., &amp; Kent-Braun, J. (2005). Neural    and metabolic mechanisms of excessive muscle fatigue in maintenance hemodialysis    patients. <i>American Journal of Physiology, 289</i>(3), 805-813.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201400020000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Johansen, K. L., &amp; Painter, P. (2012). Exercise in individuals with CKD.    <i>American Journal of Kidney Diseases, 59</i>(1), 126-134. doi: 10.1053/j.ajkd.2011.10.008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201400020000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Johansen, K. L., Shubert, T., Doyle, J., Soher, B., Sakkas, G. K., &amp; Kent-Braun,    J. A. (2003). Muscle atrophy in patients receiving hemodialysis: Effects on    muscle strength, muscle quality, and physical function. <i>Kidney International,    63</i>(1), 291-297.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201400020000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Kouidi, E., Albani, M., Natsis, K., Megalopoulos, A., Gigis, P., Guiba-Tziampiri,    O., ... Deligiannis, A. (1998). 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Clinical epidemiology of cardiovascular    disease in chronic kidney disease. <i>Nephron Clinical Practice, 101</i>(2),    C47-C52. doi: 10.1159/000086221&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201400020000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Levendoglu, F., Altintepe, L., Okudan, N., Ugurlu, H., Gokbel, H., Tonbul,    Z., ... Turk, S. (2004). A twelve week exercise program improves the psychological    status, quality of life and work capacity in hemodialysis patients. <i>Journal    of Nephrology, 17</i>(6), 826-832.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201400020000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Lobbedez, T., Desbordes, E., Joly, F., Ficheux, M., Henri, P., &amp; Ryckelynck,    J. P. (2008). Fatigue in elderly patients on dialysis. <i>Néphrologie &amp;    thérapeutique, 4</i>(7), 584-589. doi: 10.1016/j.nephro.2008.04.007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201400020000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Macário, F. (2013). <i>Tratamento substitutivo renal da doença renal crónica    estádio V em Portugal</i>. Disponível em: <a href="http://www.spnefro.pt/comissoes_gabinetes/Gabinete_registo_2012/registo_2012.pdf" target="_blank">www.spnefro.pt/comissoes_gabinetes/Gabinete_registo_2012/registo_2012.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201400020000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>Mahrova, A., &amp; Svagrova, K. (2013). Exercise therapy - Additional tool    for managing physical and psychological problems on hemodialysis. H. Suzuki    (Ed.), <i>Hemodialysis</i> (ch. 36). Intech. doi: 10.5772/53058</p>     <!-- ref --><p>Majchrzak, K. M., Pupim, L. B., Chen, K., Martin, C. J., Gaffney, S., Greene,    J. H., &amp; Ikizler, T. A. (2005). Physical activity patterns in chronic hemodialysis    patients: Comparison of dialysis and nondialysis days. <i>Journal of Renal Nutrition,    15</i>(2), 217-224. doi: 10.1016/J.Jm.2004.08.002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201400020000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Matsuzawa, R., Matsunaga, A., Wang, G. Q., Kutsuna, T., Ishii, A., Abe, Y.,    ... Takahira, N. (2012). Habitual physical activity measured by accelerometer    and survival in maintenance hemodialysis patients. <i>Clinical Journal of the    American Society of Nephrology, 7</i>(12), 2010-2016.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201400020000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mercer, T. H., Crawford, C., Gleeson, N. P., &amp; Naish, P. F. (2002). Low-volume    exercise rehabilitation improves functional capacity and self-reported functional    status of dialysis patients. <i>American Journal of Physical Medicine &amp;    Rehabilitation, 81</i>(3), 162-167. doi: 10.1097/00002060-200203000-00002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201400020000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Odden, M. C. (2010). Physical functioning in elderly persons with kidney disease.    <i>Advances in Chronic Kidney Disease, 17</i>(4), 348-357. doi: 10.1053/j.ackd.2010.02.002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201400020000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Painter, P. (2005). Physical functioning in end-stage renal disease patients:    Update 2005. <i>Hemodialysis International, 9</i>(3), 218-235.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201400020000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Painter, P., Carlson, L., Carey, S., Paul, S. M., &amp; Myll, J. (2000a). Low-functioning    hemodialysis patients improve with exercise training. <i>American Journal of    Kidney Diseases, 36</i>(3), 600-608.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201400020000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Painter, P., Carlson, L., Carey, S., Paul, S. M., &amp; Myll, J. (2000b). Physical    functioning and health-related quality-of-life changes with exercise training    in hemodialysis patients. <i>American Journal of Kidney Diseases, 35</i>(3),    482-492. doi: 10.1016/S0272-6386(00)70202-2&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201400020000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Painter, P., Ward, K., &amp; Nelson, R. D. (2011). Self-reported physical activity    in patients with end stage renal disease. <i>Nephrology Nursing Journal, 38</i>(2),    139-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201400020000800033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Sasaki, J., John, D., &amp; Freedson, P. (2011). Validation and comparison    of ActiGraph activity monitors. <i>Journal of Science and Medicine in Sport,    14</i>, 411-416. doi: 10.1016/j.jsams.2011.04.003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201400020000800034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Segura-Orti, E., &amp; Johansen, K. L. (2010). Exercise in end-stage renal    disease. <i>Seminars in Dialysis, 23</i>(4), 422-430. doi: 10.1111/j.1525-139X.2010.00766.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201400020000800035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Stack, A. G., Molony, D. A., Rives, T., Tyson, J., &amp; Murthy, B. V. (2005).    Association of physical activity with mortality in the US dialysis population.    <i>American Journal of Kidney Diseases, 45</i>(4), 690-701. doi: 10.1053/j.ajkd.2004.12.013&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201400020000800036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Storer, T. W., Casaburi, R., Sawelson, S., &amp; Kopple, J. D. (2005). Endurance    exercise training during haemodialysis improves strength, power, fatigability    and physical performance in maintenance haemodialysis patients. <i>Nephrology,    Dialysis, Transplantation, 20</i>(7), 1429-1437. doi: 10.1093/ndt/gfh784&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201400020000800037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tamura, M. K., Covinsky, K. E., Chertow, G. M., Yaffe, K., Landefeld, C. S.,    &amp; McCulloch, C. E. (2009). Functional status of elderly adults before and    after initiation of dialysis. <i>New England Journal of Medicine, 361</i>(16),    1539-1547. doi: 10.1056/NEJMoa0904655&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201400020000800038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Troiano, R. P., Berrigan, D., Dodd, K. W., Masse, L. C., Tilert, T., &amp;    Mcdowell, M. (2008). Physical activity in the United States measured by accelerometer.    <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 40</i>(1), 181-188. doi: 10.1249/mss.0b013e31815a51b3&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201400020000800039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>United States Renal Data System (2012). <i>Annual Data Report: Atlas of Chronic    Kidney Disease and End-Stage Renal Disease in the United States</i>. Disponível    em: <a href="http://www.usrds.org/atlas.aspx" target="_blank">www.usrds.org/atlas.aspx</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201400020000800040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Van Heuvelen, M. J. G., Kempen, G. I. J. M., Ormel, J., &amp; Rispens, P. (1998).    Physical fitness related to age and physical activity in older persons. <i>Medicine    and Science in Sports and Exercise, 30</i>(3), 434-441. doi: 10.1097/00005768-199803000-00015  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201400020000800041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i>Autor    correspondente</i>: Departamento de Ci&ecirc;ncias do Desporto e Educa&ccedil;&atilde;o    F&iacute;sica, Instituto Polit&eacute;cnico de Bragan&ccedil;a, Campus de Santa    Apol&oacute;nia, 5301-856 Bragan&ccedil;a - Portugal; <i>E-mail</i>: <a href="mailto:florencio.flor@hotmail.com">florencio.flor@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     <p><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Os autores agradecem &agrave; Tecsam - Cl&iacute;nica de Hemodi&aacute;lise    de Mirandela pela sua disponibilidade na colabora&ccedil;&atilde;o do estudo.    <br>   <b>Conflito de Interesses:</b>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:</b>    <br>   Nada a declarar.</p>     <p>Artigo recebido a 14.06.2013; 1&ordf; Revis&atilde;o 18.09.2013; 2&ordf; Revis&atilde;o    03.10.2013; Aceite 15.10.2013</p> </font>       ]]></body><back>
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