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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos da experiência nas dimensões de intensidade, direção e frequência da ansiedade e autoconfiança competitiva: Um estudo em atletas de desportos individuais e coletivos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study had the following objectives: i) to examine the inter-scale correlations between the three dimensions of responses (intensity, direction and frequency) of the CSAI-2R and its relationship with competitive experience, and ii) evaluate the effect of competitive experience anxiety (cognitive and somatic) and self-confidence in the total sample and for different types of modalities (individual vs. team). The sample consisted of 267 athletes (196 male and 71 female), of different sports, aged between 18 and 40 years (M = 24.30, SD = 5.62). Athletes completed the Brazilian version of the CSAI-2, which included the addition of the dimensions of direction and frequency response. Spearman test and Manova were used for the data analysis. Overall, it was found that the competitive experience has a high multivariate and significant effect on the dimensions of competitive anxiety. Both individual and team athletes with low competitive experience showed a trend to report lower levels of self-confidence intensity, compared to counterparts with high competitive experience. These results were discussed in view of the theoretic framework and practical implications planning Sport Psychology intervention programs in local athletes with different backgrounds.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[  <font face="Verdana" size="2">     <p align="right"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Efeitos da experiência nas dimensões de intensidade,   direção e frequência da ansiedade e autoconfiança competitiva:  Um estudo em atletas de desportos individuais e coletivos</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3" face="Verdana"><b>Effects of experience on the dimensions of   intensity, direction and    frequency of the competitive anxiety and self-confidence: A study in    athletes of individual and team sports</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Marcos Gimenes Fernandes<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Sandra       Adriana Neves Nunes<sup>1</sup>; José Vasconcelos Raposo<sup>2</sup>; Helder Miguel Fernandes<sup>2,3</sup></b></p>     <p><sup>1</sup><i>Universidade Estadual de Santa Cruz, Grupo de Pesquisa em Desempenho       Humano-UESC, Bahia, Brasil    <br>   </i><sup>2</sup><i>Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </i><sup>3</sup><i>Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD), Vila Real, Portugal</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O presente estudo teve os seguintes objetivos: i)     examinar as correlações inter-escalas entre as três dimensões de respostas     (intensidade, direção e frequência) do CSAI-2R e sua relação com a experiência     competitiva; e ii) verificar o efeito da experiência competitiva na ansiedade     (cognitiva e somática) e na autoconfiança na amostra total e em função de     diferentes tipos de modalidades (individuais vs. coletivas). A amostra foi     composta por 267 atletas (196 do sexo masculino e 71 do sexo feminino), de diferentes     modalidades desportivas, com idades compreendidas entre os 18 e 40 anos (M=     24.30, DP= 5.62). Os atletas preencheram a versão brasileira do CSAI-2R, a qual     incluiu a adição das dimensões de resposta direção e de frequência. Foram     utilizados o teste de Pearson e a Manova para o tratamento dos dados. De modo     geral, verificou-se que a experiência competitiva exerce um elevado efeito     multivariado significativo sobre as dimensões da ansiedade competitiva. Tanto     praticantes de modalidades individuais, assim como praticantes de modalidades     coletivas, com baixa experiência competitiva, tenderam a reportar níveis     inferiores de intensidade de autoconfiança, comparados aos atletas com alta     experiência competitiva. Estes resultados foram discutidos tendo em conta as     implicações teóricas e práticas destas evidências para o planeamento de     intervenções da Psicologia do Desporto no Brasil, em atletas de diferentes contextos.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>ansiedade competitiva, CSAI-2R, experiência</p> <hr size="1">       <p><b>ABSTRACT</b></p>       <p>The present study had the following     objectives: i) to examine the inter-scale correlations between the three dimensions     of responses (intensity, direction and frequency) of the CSAI-2R and its     relationship with competitive experience, and ii) evaluate the effect of     competitive experience anxiety (cognitive and somatic) and self-confidence in     the total sample and for different types of modalities (individual vs. team).     The sample consisted of 267 athletes (196 male and 71 female), of different     sports, aged between 18 and 40 years (M = 24.30, SD = 5.62). Athletes completed     the Brazilian version of the CSAI-2, which included the addition of the     dimensions of direction and frequency response. Spearman test and Manova were     used for the data analysis. Overall, it was found that the competitive experience     has a high multivariate and significant effect on the dimensions of competitive     anxiety. Both individual and team athletes with low competitive experience showed     a trend to report lower levels of self-confidence intensity, compared to counterparts     with high competitive experience. These results were discussed in view of the theoretic     framework and practical implications planning Sport Psychology intervention programs in local athletes with different backgrounds.</p>       <p><b>Keywords: </b>competitive anxiety, CSAI-2R, experience</p>   <hr size="1">       <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">     <p>Um dos principais domínios de investigação da Psicologia do     Desporto tem sido avaliar os níveis de ansiedade competitiva em atletas de     diferentes contextos, assim como entender os seus principais fatores de     influência e respetivas consequências (Craft, Magyar, Becker, &amp; Feltz,     2003; Jones, 1995). Grande parte das pesquisas tem sido baseada na Teoria     Multidimensional da Ansiedade Competitiva, a partir da qual Martens, Vealey e     Burton (1990) desenvolveram o Competitive State Anxiety Inventory – 2 (CSAI-2).</p>       <p>No entanto, após uma utilização extensiva do CSAI-2,     diversos estudos questionaram a validade fatorial desse instrumento (Coelho,     Vasconcelos-Raposo, &amp; Fernandes, 2007; Cox, Martens, &amp; Russell, 2003;     Fernandes, Nunes, Vasconcelos-Raposo, Fernandes, &amp; Brustad, 2013b;     Fernandes, Vasconcelos-Raposo, &amp; Fernandes, 2012a; Lane, Sewell, Terry,     Bartram, &amp; Nesti, 1999; Martinent, Ferrand, Guillet, &amp; Gautheur, 2010;     Tsorbatzoudis et al., 2002). Uma das principais pesquisas que criticou o modelo     fatorial do CSAI-2 foi o estudo seminal de Cox et al. (2003), no qual os     autores sugeriram a substituição do CSAI-2 por uma versão reduzida de 17 itens     (CSAI-2R).</p>       <p>Para além das questões das propriedades psicométricas do     instrumento, uma outra crítica atribuída ao instrumento reside no fato de a     versão original do CSAI-2 unicamente mensurar a ansiedade competitiva através     da dimensão de intensidade de resposta. Para Jones (1995) a verificação da     ansiedade competitiva somente através da dimensão de resposta intensidade é     limitada e não esclarece algumas das questões inerentes à relação entre este     constructo e o desempenho desportivo. Mais especificamente, de acordo com Jones     e Swain (1992), pode ser que um atleta perceba esses sintomas como     facilitadores do seu desempenho (um estado emocional necessário para seu     desempenho atribuindo a devida importância ao evento competitivo), enquanto outro     atleta perceba esses sintomas como dificultadores do seu desempenho     (preocupação excessiva com a competição). Swain e Jones (1993) também sugeriram     a adição de uma dimensão de resposta associada à frequência das perceções, a     fim de refletir a quantidade de ocorrências/tempo que os atletas experimentam     os sintomas de ansiedade antes ou durante a competição. Estas sugestões     ampliaram a base de conhecimento sobre a relação entre a intensidade, direção e     frequência da ansiedade, tanto ao nível intra-individual (abordagem ideográfica)     como inter-individual (abordagem nomotética) (Cerin, 2004; Jones &amp; Hanton,     2001). Recentemente, Fernandes et al. (2013b),     validaram, para o contexto brasileiro, o CSAI-2R de 16 itens, com a inclusão     adicional das escalas de resposta associadas à direção e frequência, o que     contribui para o desenvolvimento de pesquisas neste contexto, associadas à     multidimensionalidade da ansiedade, suas diferentes perceções e implicações     para o de­sempenho desportivo, enriquecendo assim as existentes pesquisas no     contexto brasileiro que ora se basearam na versão original pouco válida/confiável     do CSAI-2, ora unicamente mensuraram a dimensão intensidade de resposta.</p>       <p>Segundo vários autores (Fernandes et al., 2013b; Martinent     et al., 2010; Thomas, Maynard &amp; Hanton, 2004) os atletas que percebem sua     ansiedade como facilitadora do desempenho tendem a apresentar níveis elevados     de intensidade de autoconfiança; da mesma forma, interpretações positivas dos     sintomas de ansiedade cognitiva e somática aumentam a frequência de     autoconfiança. De acordo com Martens et al. (1990), as dimensões da ansiedade     competitiva (ansiedade cognitiva, ansiedade somática e autoconfiança) podem ser     influenciadas pelo nível de habilidade (por ex.: experiência competitiva). Mellalieu,     Hanton e O’Brien (2004) relataram que atletas com “alta” experiência     competitiva reportaram baixos níveis de ansiedade cognitiva e somática, assim     como, elevados níveis de autoconfiança comparados aos atletas com “baixa”     experiência competitiva. Para estes autores, o nível de experiência competitiva     influencia a interpretação dos sintomas usualmente experimentados pelos atletas     na situação de competição, o que foi mais recentemente suportado por Hanton,     Neil, Mellalieu e Fletcher (2008). Tanto quanto a literatura nos permite     conhecer, existe uma lacuna nesta evidência empírica quanto à influência da     prática de diferentes tipos de modalidades (individuais vs. coletivas) na relação     entre experiência competitiva e as dimensões da ansiedade competitiva. Dados os     diferentes envolvimentos (intra, interpessoais e ambientais) que ocorrem nestes     variados contextos, torna-se necessário e pertinente compreender possíveis     variações nas perceções da ansiedade em função de diferentes grupos de     modalidades desportivas.</p>       <p>Diante das evidências empíricas apresentadas, a primeira     hipótese do presente estudo, baseada na Teoria Multidimensional da Ansiedade     (Martens et al., 1990), é de que a ansiedade cognitiva e a ansiedade somática     se correlacionarão positivamente entre si, e que a autoconfiança se     correlacionará inversamente com as ansiedades (cognitiva e somática). A segunda     hipótese é que os atletas que percebem positivamente a sua ansiedade,     geralmente apresentarão aumento dos níveis de frequência de autoconfiança (Fernandes     et al., 2013b; Martinent et al., 2010; Thomas, Maynard &amp; Hanton, 2004).     Finalmente, a terceira hipótese, é que a experiência competitiva de praticantes     de diferentes modalidades (individuais ou coletivas) exercerá distintos efeitos     sobre os níveis de ansiedade e autoconfiança.</p>       <p>Portanto, o presente estudo teve como objetivo: i) examinar     as correlações inter-escalas entre as três dimensões de respostas (intensidade,     direção e frequência) do CSAI-2R e sua relação com a experiência competitiva; e     ii) verificar o efeito da experiência competitiva na ansiedade (cognitiva e     somática) e na autoconfiança, na amostra total e em função de diferentes tipos     de modalidades (individuais vs. coletivas).</p>       <p>&nbsp;</p>   </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O estudo é do tipo descritivo, relacional e <i>ex post facto</i>.</p> <b>Participantes</b>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A amostra, do tipo não probabilística e intencional, foi     composta por 267 atletas amadores (196 do sexo masculino e 71 do sexo     feminino), de diferentes modalidades desportivas, com idades compreendidas     entre os 18 e 40 anos (M= 24.30, DP= 5.62). Os atletas tinham entre 1 e 33 anos     de prática desportiva (M= 10.03, DP= 7.00) e entre 1 e 30 anos de experiência     competitiva (M= 7.52, DP= 5.61). Quando analisada a modalidade desportiva     praticada obteve-se a seguinte distribuição: futebol (19.5%), voleibol (21%),     basquetebol (3%), andebol (4.5%), judo (2%), jiu-jitsu (5%), karaté (0.5%),     corrida (3%), surf (0.5%), natação (10.5%), ténis (2.5%), futsal (22.5%), futvolei     (1.0%) e motocross (4.5%). De um modo geral, 28% dos atletas praticavam modalidades     desportivas individuais, enquanto 72% dos atletas praticavam modalidades desportivas     coletivas. Relativamente à experiência competitiva, os atletas foram     dicotomizados em “alta’ e “baixa” experiência competitiva, baseado nos anos de     experiência em competições via <i>median-split method</i>. Valores de mediana     foram calculados pelos anos de experiência dos atletas em competições em seus     respetivos desportos. A <i>mediana split</i> (mediana= 6) para a experiência     competitiva resultou em 130 atletas no grupo com “alta” experiência (M= 12.63, DP=     4.39) e 114 atletas com “baixa” experiência (M= 3.27, DP= 1.96). Vinte e três     atletas foram removidos desta análise por estarem classificados na mediana.</p>   <b>Instrumentos</b>       <p>Informação demográfica</p>       <p>Foi requisitado aos atletas que fornecessem informações     sobre sexo, idade, modalidade desportiva e experiência competitiva.</p>       <p>Ansiedade e autoconfiança competitiva</p>       <p>Os atletas preencheram uma versão brasileira (Fernandes et     al, 2013b) da forma reduzida (CSAI-2R) do CSAI-2 original (Martens et al.,     1990), a qual incluiu a adição das dimensões de resposta de direção e de     frequência. Este instrumento é composto por 16 itens que medem três dimensões:     ansiedade cognitiva (itens 1, 4, 6, 8 e 12), ansiedade somática (itens 2, 5, 9,     11, 13 e 15) e autoconfiança (itens 3, 7, 10, 14 e 16). A dimensão de resposta     de intensidade foi avaliada em uma escala Likert de 4 pontos, variando de 1     (nada) a 4 (muito). A dimensão direção foi respondida em uma escala Likert     bipolar de 7 pontos, de &#8722;3 (muito debilitante/negativo) a +3 (muito     facilitador/positivo), de acordo com a perceção dos sintomas serem debilitantes     ou facilitadores do desempenho, com 0 indicando que o atleta percebia que o     sintoma não era importante para ele (Jones &amp; Swain, 1992). Finalmente, a     dimensão de frequência (Swain &amp; Jones, 1993) também foi avaliada através de     uma escala Likert de 7 pontos, de 1 (nunca) a 7 (muitas vezes). Assim, as     respostas aos itens das escalas CSAI-2R variaram de 1 a 4 (dimensão     intensidade), de &#8722;3 a +3 (dimensão direção) e de 1 a 7 (dimensão     frequência). O escore para cada dimensão é calculado através da soma das     respostas dos itens de cada fator dividida pelo respetivo número de itens.</p>   <b>Procedimentos</b>       <p>Inicialmente, o projeto de pesquisa foi submetido ao Comitê     de Ética Institucional de Pesquisa da Universidade Estadual de Santa Cruz     (UESC), em conformidade com a Resolução brasileira (CNS/MS No.196/1996), e     obteve aprovação (Protocolo 425/2010). Em seguida os organizadores da     competição e os treinadores foram contactados para que fosse obtida a autorização     para o primeiro pesquisador ter acesso aos atletas, a fim de coletar os dados.     Finalmente, os atletas foram informados dos objetivos da investigação e     convidados a preencherem o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE),     no qual o anonimato e a confidencialidade foram garantidos em todo o     procedimento de coleta dos dados. Os participantes preencheram o questionário     aproximadamente uma hora antes da sua competição.</p>       <p>Dado o tipo de amostragem utilizado, não foi possível obter     uma amostra homogénea e contrabalançada em termos de prática de diferentes     tipos de modalidades (individuais ou coletivas).</p>   <b>Análise Estatística</b>       <p>A análise dos dados foi dividida em cinco estágios.     Primeiramente, analisamos as premissas de normalidade, linearidade, multicolinearidade     e homogeneidade da matriz de variância-covariância utilizando análises de     frequência, <i>scatter plots</i> e <i>Box’s M test</i>. Segundo, examinamos a     confiabilidade das dimensões do instrumento através do cálculo do alpha de Cronbach.     No terceiro estágio, verificamos os coeficientes de correlação entre as     dimensões de respostas de intensidade, direção e frequência do CSAI-2R através     dos coeficientes de correlação de Pearson. No quarto estágio foi empregado o     método de <i>split-median post hoc</i> para dicotomizar grupos em “alta” e     “baixa” experiência competitiva baseado em há quanto tempo (em anos) o atleta     participava de competições. Esta metodologia foi previamente utilizada por     Mellalieu et al. (2004) e Hanton et al. (2008) que investigaram o efeito da     experiência na ansiedade competitiva. Por fim, no quinto estágio e de acordo     com prévio estudo no contexto brasileiro (Fernandes, Nunes, Vasconcelos-Raposo,     &amp; Fernandes, 2013a), o qual objetivou analisar o efeito de variáveis     contextuais na ansiedade competitiva, aplicamos, separadamente, os     procedimentos de análise multivariada de variância (<i>two-wa</i>y MANOVA) para     examinar o efeito da experiência competitiva nas dimensões de repostas de     intensidade, direção e frequência do CSAI-2R. A ansiedade cognitiva, ansiedade     somática e autoconfiança foram inseridas como variáveis dependentes, enquanto a     experiência competitiva entrou como variável independente. Estas análises foram     efetuadas no SPSS 17.0, sendo mantido o nível de significância em 5%.</p>       <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Análise preliminar dos dados </b></p>     <p>Os dados relativos aos escores das dimensões do CSAI-2R     foram examinados com relação a possíveis erros de digitação, casos omissos e as     premissas para a análise multivariada. Não foram registrados os casos omissos e     os erros na entrada dos dados foram corrigidos, assim como não houve casos     extremos na análise multivariada e univariada.</p>     <p>As premissas de normalidade, linearidade e multicolinearidade     não foram violadas, bem como a de homogeneidade da matriz de variância-covariância     (<i>p</i>&gt; 0.05), de acordo com as recomendações de Tabachnick e Fidell     (2001). A consistência interna das dimensões de resposta do instrumento foi     calculada através do alpha de Cronbach, tendo-se obtido os seguintes índices: intensidade     (ansiedade cognitiva= 0.85; ansiedade somática= 0.89; autoconfiança= 0.83),     direção (ansiedade cognitiva= 0.88; ansiedade somática= 0.88; autoconfiança=     0.91) e frequência (ansiedade cognitiva= 0.84; ansiedade somática= 0.79;     autoconfiança= 0.79), sendo obtidos coeficientes acima do usual critério de 0.70.</p> <b>Intercorrelações entre as dimensões do CSAI-2R     e associação com a experiência competitiva</b>         <p>As correlações de Pearson entre os fatores do CSAI-2R (16     itens) e a experiência competitiva, assim como entre as dimensões de respostas,     as médias dos fatores e os desvios-padrão dessas variáveis são apresentados na     <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a09t1.jpg">Tabela 1</a>.</p>         
<p><b>Análise do efeito da experiência competitiva </b></p>         <p>Os resultados descritivos da MANOVA por experiência     competitiva (alta <i>vs</i>. baixa) na amostra total são apresentados na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a09t2.jpg">Tabela     2</a>. De modo geral, verificou-se que esta variável exerce um elevado efeito multivariado     significativo [<i>F</i><sub>(9,234)</sub>= 4.081, <i>p</i>&lt; 0.01; Wilks’     Lambda= 0.864, &#951;<sub>p</sub>²=     0.14] sobre as dimensões da ansiedade competitiva. Detalhes da análise univariada     são apresentados na <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a09t2.jpg">tabela 2</a>.</p>         
<p>Por sua vez, quando analisado o efeito conjugado da     experiência competitiva e tipo de modalidades desportivas, não se verificou um     efeito multivariado significativo sobre as dimensões da ansiedade [<i>F</i><sub>(9,232)</sub>=     1.33, <i>p</i>&gt; 0.05; Wilks’ Lambda= 0.951, &#951;<sub>p</sub>²=     0.05].</p>         <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">         <p>A presente investigação pretendeu verificar a correlação     entre as dimensões de respostas (intensidade, direção e frequência) da ansiedade     competitiva e da autoconfiança mensuradas através do CSAI-2R, assim como os     efeitos da experiência competitiva na ansiedade cognitiva, ansiedade somática e     autoconfiança de atletas brasileiros de diversas modalidades desportivas.     Dentro do nosso conhecimento, este estudo é pioneiro no Brasil por utilizar a     versão brasileira (Fernandes et al., 2013b) devidamente válida e confiável do     CSAI-2R (Cox et al., 2003) com as escalas adicionais de direção e frequência.     Além disso, o presente estudo destacou a importância de se avaliar a ansiedade     competitiva através das dimensões de respostas de intensidade, direção e     frequência, a qual é uma tendência contemporânea. Woodman e Hardy (2001)     sugerem que psicólogos do desporto utilizem uma abordagem detalhada com relação     às dimensões de respostas (intensidade, direção e frequência) na avaliação da     ansiedade competitiva.</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A primeira hipótese do presente estudo foi suportada pelos     resultados referentes às correlações entre as dimensões de respostas de     intensidade da ansiedade (cognitiva e somática) e da autoconfiança tal como     avaliadas através do CSAI-2R. Estes achados estão em conformidade com a Teoria     Multidimensional da Ansiedade (Martens et al. 1990) e com recentes estudos no     contexto brasileiro (Fernandes et al., 2012a, 2012b, 2013a). Dessa forma,     quando os atletas reportam elevados escores de autoconfiança, geralmente, encontram-se     com baixos níveis de ansiedade cognitiva e somática. Estes dados são de     fundamental importância para as intervenções da Psicologia do Desporto. Quando     psicólogos do desporto objetivarem auxiliar aos atletas a controlarem a sua     ansiedade pré-competitiva, é sugerido que também seja dada a devida ênfase no     desenvolvimento da autoconfiança dos atletas. </p>         <p>A segunda hipótese da presente investigação foi suportada     pelos resultados obtidos. Especificamente, quando os atletas percebiam sua     ansiedade (cognitiva e somática) como facilitadora do desempenho, apresentaram     aumento da frequência de pensamentos relacionados à autoconfiança. Estes     resultados estão de acordo com prévios estudos (Martinent et al., 2010; Thomas     et al., 2004) e inclusive no contexto competitivo brasileiro (Fernandes et al.,     2013b). Por outro lado, quando os atletas percebiam sua ansiedade como     dificultadora do desempenho, apresentaram diminuição de ocorrências de     pensamentos relacionados à autoconfiança. Dessa forma, torna-se fundamental     investigar a direccionalidade dos sintomas de ansiedade, como sugerido por Jones     e Swain (1992). Estes resultados reforçam a necessidade de investigar a     ansiedade competitiva levando em consideração as dimensões de respostas de     intensidade, direção e frequência. </p>         <p>Finalmente, a terceira hipótese foi parcialmente suportada     através dos resultados significativos do efeito da experiência competitiva nas     dimensões de respostas do CSAI-2R. De modo geral, a experiência competitiva     exerceu elevados efeitos sobre as três dimensões de respostas (intensidade,     direção e frequência) da autoconfiança. Estes achados são algo semelhantes aos     resultados de Mellalieu et al., (2004), Hanton et al. (2008) e Fernandes et al.     (2013a). De acordo com estes autores e confirmado no presente estudo, os     atletas com alta experiência competitiva tendem a interpretar os seus sintomas     de ansiedade e de autoconfiança como facilitadores do desempenho e também uma     menor ocorrência de pensamentos relacionados aos sintomas de ansiedade. Por     outro lado, os atletas com baixa experiência competitiva tenderam a perceber     seus sintomas de ansiedade e autoconfiança como dificultadores do desempenho,     assim como, uma maior ocorrência de pensamentos relacionados aos sintomas de     ansiedade competitiva comparados aos atletas com alta experiência competitiva.     Importa destacar que tanto os atletas de desportos individuais como os de     desportos coletivos que foram classificados com baixa experiência competitiva,     revelaram níveis baixos de intensidade de autoconfiança, ou seja, a experiência     competitiva foi fundamental para as perceções de autoconfiança,     independentemente da natureza da modalidade praticada. Os resultados encontrados     no presente estudo, com relação à experiência competitiva, realçam a     importância que os psicólogos do desporto devem dirigir às perceções que os     atletas com baixa experiência competitiva têm com relação a direção (dificultadora)     dos seus sintomas de ansiedade, assim como as perceções de autoconfiança.     Importa destacar que a autoconfiança é uma variável que influencia de modo     significativo o desempenho desportivo (Craft et al., 2003; Moritz, Feltz, Fahrbach,     &amp; Mack, 2000; Woodman &amp; Hardy, 2003). Estes achados reforçam a ideia de     Hanton et al. (2008), para os quais a experiência competitiva é uma variável de     fundamental importância no estudo da ansiedade multidimensional. </p>         <p>A presente investigação tem algumas limitações que merecem     ser enunciadas, a saber: i) o <i>design</i> transversal, impossibilitando a     inferência causal, ii) a amostra foi composta de diversas modalidades desportivas     em número desigual e iii) as amostras de desportos individuais e coletivos não     estavam em proporções iguais. Dessa forma, sugerimos estudos futuros com     amostras em proporções iguais entre as modalidades esportivas, assim como entre     desportos individuais e coletivos e que se avance para estudos relacionais     entre a ansiedade competitiva, com a inclusão das respostas de direção e     frequência, e outras variáveis psicológicas, como por exemplo, clima     motivacional, orientações motivacionais e burnout, através de análises de     caminhos (<i>path-analyses</i>).</p>         <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">         <p>Os principais resultados do presente estudo indicaram que as     dimensões de respostas (intensidade, direção e frequência) do CSAI-2R estão     correlacionadas moderadamente na amostra de atletas do presente estudo, sugerindo     a importância de se avaliar a ansiedade competitiva numa perspetiva     ideográfica. Para além disso, as análises comparativas indicaram que a     experiência competitiva influencia, de modo significativo, a perceção da     direção da ansiedade competitiva, assim como a intensidade de autoconfiança,     tanto para desportos individuais, como para desportos coletivos. Dessa forma,     concluímos que a experiência competitiva influencia as perceções de ansiedade e     de autoconfiança, constituindo um importante fator que deve ser levado em conta     em futuras intervenções e investigações centradas na perceção da ansiedade     competitiva.</p>         <p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>Cerin, E. (2004). Predictors of competitive anxiety direction in male Tae Kwon    Do practitioners: A multilevel mixed idiographic/nomothetic interactional approach.    <i>Psychology of Sport and Exercise, 5</i>, 497-516. doi: 10.1016/S1469-0292(03)00041-4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S1646-107X201400020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Coelho, E., Vasconcelos-Raposo, J., &amp; Fernandes, H. M. (2007). Análise    factorial confirmatória da versão portuguesa do CSAI-2. <i>Motricidade, 3</i>(3),    73-82.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S1646-107X201400020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cox, R. H., Martens, M., &amp; Russell, W. D. (2003). Measuring anxiety in    athletics: The revised Competitive State Anxiety Inventory-2. <i>Journal of    Sport and Exercise Psychology, 25</i>, 519-533.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S1646-107X201400020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Craft, L. L., Magyar, T. M., Becker, B. J., &amp; Feltz, D. L. (2003). The    relationship between the Competitive State Anxiety Inventory-2 and sport performance:    A meta-analysis. <i>Journal of Sport and Exercise Psychology, 25</i>, 44-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-107X201400020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Fernandes, M. G., Vasconcelos-Raposo J., &amp; Fernandes H. M. (2012a). Propriedades    psicométricas do CSAI-2 em atletas brasileiros. <i>Psicologia: Reflexão e Crítica,    25</i>(4), 679-687. doi: 10.1590/S0102-79722012000400007&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-107X201400020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fernandes, M. G., Vasconcelos-Raposo, J., &amp; Fernandes, H. M. (2012b). Relação    entre orientações motivacionais, ansiedade e autoconfiança, e bem-estar subjetivo    em atletas brasileiros. <i>Motricidade, 8</i>(3), 4-18. doi: 10.6063/motricidade.8(3).1152  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201400020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fernandes, M. G., Nunes, S., Vasconcelos-Raposo, J., &amp; Fernandes, H. M.    (2013a). Factors influencing competitive anxiety in Brazilian athletes. <i>Brazilian    Journal of Kinanthropometry and Human Performance, 6</i>, 705-714. doi: 10.5007/1980-0037.2013v15n6p705&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201400020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fernandes, M. G., Nunes, S., Vasconcelos-Raposo, J., Fernandes, H. M., &amp;    Brustad, R. (2013b). The CSAI-2: An examination of the instrument's factorial    validity and reliability of the intensity, direction and frequency dimensions    with Brazilian athletes. <i>Journal of Applied Sport Psychology, 25</i>(4),    377-391. doi: 10.1080/10413200.2012.744780&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201400020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hanton, S., Neil, R., Mellalieu, S. D., &amp; Fletcher, D. (2008). Competitive    experience and performance status: An investigation into multidimensional anxiety    and coping. <i>European Journal of Sport Science, 8</i>, 143-152. doi: 10.1080/17461390801987984&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201400020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jones, G., &amp; Hanton, S. (2001). Pre-competitive feeling states and directional    anxiety interpretations. <i>Journal of Sports Sciences, 19</i>, 385-395. doi:    10.1080/026404101300149348&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201400020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jones, J. G. (1995). More than just a game: Research developments and issues    in competitive anxiety in sport. <i>British Journal of Psychology, 85</i>, 449-478.    doi: 10.1111/j.2044-8295.1995.tb02565.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201400020000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Jones, J. G., &amp; Swain, A. B. (1992). Intensity and direction as dimensions    of competitive state anxiety and relationships with competitiveness. <i>Perceptual    and Motor Skills, 74</i>, 467-472. doi: 10.2466/pms.1992.74.2.467&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201400020000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lane, A., Sewell, D., Terry, P., Bartram, D., &amp; Nesti, M. (1999). Confirmatory    factor analysis of the Competitive State Anxiety Inventory-2. <i>Journal of    Sports Sciences, 17</i>, 505-512.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201400020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Martens, R., Vealey R. S., &amp; Burton D. (1990). <i>Competitive anxiety in    sport</i>. Champaign, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201400020000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Martinent, G., Ferrand, C., Guillet, E., &amp; Gautheur, S. (2010). Validation    of the French version of the Competitive State Anxiety Inventory-2 Revised (CSAI-2R)    including frequency and direction scales. <i>Psychology of Sport and Exercise,    11</i>, 51-57. doi: 10.1016/j.psychsport.2009.05.001&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201400020000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mellalieu, S. D., Hanton, S., &amp; O'Brien, M. (2004). Intensity and direction    of competitive anxiety as a function of sport. <i>Scandinavian Journal of Medicine    &amp; Science in Sports, 14</i>(5), 326-334.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201400020000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Moritz, S. E., Feltz, D. L., Fahrbach, K. R., &amp; Mack, D. E. (2000). The    relation of self-efficacy measures to sport performance: A meta-analytic review.    <i>Research Quarterly for Exercise and Sport, 71</i>, 280-294.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201400020000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Swain, A. B., &amp; Jones, G. (1993). Intensity and frequency dimensions of    competitive state anxiety. <i>Journal of Sport Sciences, 11</i>, 533-542.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201400020000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Tabachnick, B. G., &amp; Fidell, L. S. (2001). <i>Using Multivariate Statistics</i>.    New York: Harper &amp; Row.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201400020000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Thomas, O. M., Maynard, I., &amp; Hanton, S. M. (2004). Temporal aspects of    competitive anxiety and self-confidence as a function of anxiety perceptions.    <i>The Sport Psychologist, 18</i>, 172-187.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201400020000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Tsorbatzoudis, H., Barkoukis, V., Sideridis, G., &amp; Grouios, G. (2002).    Confirmatory factor analysis of the Greek version of the Competitive State Anxiety    Inventory (CSAI-2). <i>International Journal of Sport Psychology, 33</i>, 182-194.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201400020000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Woodman, T., &amp; Hardy, L. (2001). Stress and anxiety. In R. Singer, H. A.    Hausenblas, &amp; C. M. Janelle (Eds.), <i>Handbook of research on sport psychology</i>    (pp. 290-318). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201400020000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Woodman, T., &amp; Hardy L. (2003). The relative impact of cognitive anxiety    and self-confidence upon sport performance: A meta-analysis. <i>Journal of Sports    Sciences, 21</i>(6), 443-457.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201400020000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i>Autor    correspondente</i>: Universidade Estadual de Santa Cruz, Campus Soane Nazar&eacute;    de Andrade, Rodovia Jorge Amado, km 16, Bairro Salobrinho, CEP: 45662-900 Ilh&eacute;us,    Bahia, Brasil; <i>E-mail</i>: <a href="mailto:gimenes@uesc.br">gimenes@uesc.br</a></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Agradecimentos:    <br>   </b>O presente estudo somente foi poss&iacute;vel devido &agrave;s colabora&ccedil;&otilde;es    dos atletas que concordaram em participar como sujeitos da investiga&ccedil;&atilde;o.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <b>Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:</b>    <br>   Nada a declarar.</p>     <p>Artigo recebido a 03.08.2013; 1&ordf; Revis&atilde;o 29.11.2013; Aceite 13.01.2014</p> </font>       ]]></body><back>
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