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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to compare the influence of acute static stretching on maximal muscle strength (1RM). The non-probabilistic sample consisted of 30 subjects split into two groups: static stretching (SS= 15) and without stretching group (WS= 15). Muscle strength evaluation (1RM) was conducted with a Dynamometer model 32527pp400 Pound push / pull devices coupled in knee extension (KE) and bench press (BP). The Wilcoxon test for intragroup comparisons and the Kruskal-Wallis test for comparisons between groups (p< 0.05) were selected. There were no significant differences (p&gt; 0.05) between the SS and WS in exercise KE and BP. Therefore, it can be concluded that there was no reduction in the performance of 1RM performing the exercises KE and BP when preceded by static stretching.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <font face="Verdana" size="2">       <p align="right"><b>ARTIGO     ORIGINAL</b></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Influência aguda do alongamento estático no   comportamento da força muscular máxima</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Influence of acute static stretching on the   behavior of maximum muscle strength</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Carmen Lúcia Borges Bastos<sup>1</sup>; Antônio       Cláudio Souza do Rosário<sup>1</sup>; Maria de Nazaré Dias Portal<sup>1,2</sup>; Gabriel       Rodrigues Neto<sup>3,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; António José Silva<sup>1,4</sup>; Jefferson da Silva Novaes<sup>3</sup></b></p>     <p><sup>1</sup><i>Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro,       Vila Real, Portugal    <br> </i><sup>2</sup><i>Escola Superior da Amazônia – ESAMAZ/PA, Belém, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </i><sup>3</sup><i>Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Programa de Pós-Graduação em Educação Física. Rio de Janeiro, Brasil    <br> </i><sup>4</sup><i>Centro de Investigação em Desporto, Saúde e Desenvolvimento Humano (CIDESD), Vila Real, Portugal</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>O objetivo deste estudo foi comparar a influência aguda     do alongamento estático sobre a força muscular máxima (1RM). A amostra não     probabilística foi constituída de 30 indivíduos divididos em dois grupos: grupo     alongamento estático (GA= 15) e grupo sem alongamento (GC= 15). Para avaliação     da força muscular através do teste de 1RM foi utilizado um dinamómetro modelo     32527pp400 Pound push/pull acoplado nos aparelhos cadeira extensora (CE) e     supino reto/horizontal (SH). Utilizou-se o teste de Wilcoxon para as     comparações intragrupos e o teste de Kruskal-Walis para as comparações intergrupos     (<i>p</i>&lt; 0.05). Não foram observadas diferenças estatisticamente     significativas (<i>p</i>&gt; 0.05) entre o GA e o GC para o exercício CE e SH. Pode-se     concluir que não houve redução no desempenho do teste de 1RM para os exercícios     CE e SH, quando precedidos por alongamento estático.</p>     <p><b>Palavras-chave: </b>força muscular, alongamento,     alongamento estático</p> <hr size="1">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The aim of this study was to compare     the influence of acute static stretching on maximal muscle strength (1RM). The non-probabilistic     sample consisted of 30 subjects split into two groups: static stretching (SS=     15) and without stretching group (WS= 15). Muscle strength evaluation (1RM) was     conducted with a Dynamometer model 32527pp400 Pound push / pull devices coupled     in knee extension (KE) and bench press (BP). The Wilcoxon test for intragroup     comparisons and the Kruskal-Wallis test for comparisons between groups (<i>p</i>&lt;     0.05) were selected. There were no significant differences (<i>p</i>&gt; 0.05)     between the SS and WS in exercise KE and BP. Therefore, it can be concluded     that there was no reduction in the performance of 1RM performing the exercises     KE and BP when preceded by static stretching.</p>     <p><b>Keywords: </b>muscle strength, extension, static extension</p> <hr size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>O alongamento muscular é frequentemente empregado nas     atividades desportivas, com o objetivo de aumentar a amplitude articular, assim     como diminuir o risco de lesões e melhorar o desempenho atlético (Bacurau et     al., 2009; McHugh &amp; Cosgrave, 2010; Safran, Seaber, &amp; Garrett, 1989). O     American College of Sports Medicine (2011) coloca a aptidão músculo esquelética     (força, resistência muscular localizada e flexibilidade), a aptidão     cardiorrespiratória (potência aeróbia) e a aptidão neuromotora (agilidade,     velocidade de reação, equilíbrio) juntamente com a composição corporal como as     quatro importantes componentes da aptidão física. Estas devem estar presentes     em qualquer programa de atividade física relacionado à melhoria da saúde.     Alguns estudos indicam a realização de exercícios de alongamento antes do treino     físico sob a alegação de promover melhorias no desempenho, diminuir o risco de     lesões e diminuir o aparecimento de dores musculares tardias (Almeida &amp;     Jabur, 2007; Bacurau et al., 2009; Beaulieu, 1981; McHugh &amp; Cosgrave, 2010;     Shellock &amp; Prentice, 1985). Porém, outros estudos parecem não sustentar     tais afirmações (Barroso, Tricoli, Gil, Ugrinowitsch, &amp; Roschel, 2012;     Bradley, Olsen, &amp; Portas, 2007; Costa, Ryan, et al., 2009; Costa et al.,     2013; Rubini, Costa, &amp; Gomes, 2007; Weldon &amp; Hill, 2003; Young &amp;     Behm, 2002).</p>     <p>Diversos autores demonstram uma diminuição aguda da força     muscular, quando esta é precedida por exercícios de alongamento (Fowles, Sale,   &amp; MacDougall, 2000; Marek et al., 2005). Marek et al. (2005) investigaram a     influência dos alongamentos estático e FNP no torque máximo e na potência     muscular dos extensores do joelho em aparelho isocinético em duas velocidades     específicas. Os autores concluíram que ambos os métodos promoveram diminuições     similares na força, na potência e na ativação muscular nas duas velocidades     (600.s<sup>-1</sup> e 3000.s<sup>-1</sup>). Utilizando apenas o alongamento     estático, Fowles et al. (2000) demonstraram diminuições significativas de até   28% na força isométrica máxima dos flexores plantares. Além disso, os autores     observaram que a diminuição permaneceu por até 60 minutos.</p>     <p>Adicionalmente, estudos comparando o efeito agudo do     alongamento estático passivo e da facilitação neuromuscular propriocetiva (FNP)     sobre diferentes testes de força vêm sendo realizados (Bacurau et al., 2009;     Bradley et al., 2007; Franco, Signorelli, Trajano, &amp; Oliveira, 2008; Gomes,     Simão, Marques, Costa, &amp; Novaes, 2011; Miyahara, Naito, Ogura, Katamoto,   &amp; Aoki, 2013). Gomes et al. (2011) verificaram o efeito agudo do alongamento     estático e FNP sobre o número de repetições máximas para as intensidades de 40,     60 e 80% de 1RM no exercício cadeira extensora. Para as três intensidades,     diferenças significativas foram observadas entre os diferentes métodos de     alongamento. Miyahara et al. (2013) compararam o efeito do alongamento estático     e FNP sobre a contração voluntária máxima. Os resultados mostraram que os     valores para a contração voluntária máxima, tanto para o alongamento estático,     quanto para o alongamento FNP, foram menores quando comparados com o grupo     controle. Nenhuma diferença significativa foi encontrada para a contração     voluntária máxima quando comparado o alongamento estático com o alongamento     FNP. </p>     <p>Após revisão da literatura, observamos que artigos que     procuraram investigar o efeito dos exercícios de alongamento no desempenho da     força isotónica apresentam resultados divergentes em suas conclusões. Simão,     Giacomini, Dorneles, Marramon, e Viveiros (2003) estudando indivíduos     fisicamente ativos não observaram diferenças significativas no desempenho do     teste de uma repetição máxima (1RM) no supino horizontal quando precedido por     alongamento com o método FNP e o aquecimento específico. Costa, Santos,     Prestes, Da Silva, e Knackfuss (2009) verificaram a influência aguda do alongamento     estático no desempenho de força máxima de atletas de jiu-jitsu no exercício     supino horizontal. Os autores concluíram que o protocolo de alongamento     utilizado gerou redução significativa na geração de força máxima dos atletas.     Endlich et al. (2009) analisaram o efeito agudo do alongamento com diferentes     tempos no desempenho da força dinâmica de membros superiores e inferiores em 14     homens jovens. Os autores concluíram que sessões de alongamentos estáticos     precedidos de atividades que envolvam força dinâmica alteraram negativamente o     desempenho dessa capacidade física, sendo mais efetivas em longos períodos de     alongamento.</p>     <p>Sendo assim, o objetivo deste estudo foi comparar a     influência aguda do alongamento estático sobre a força muscular máxima (1RM) para     os exercícios supino reto/horizontal (SH) e cadeira extensora (CE).</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Participantes</b></p>     <p>Participaram do estudo 30 indivíduos do sexo masculino,     experientes em exercícios de força há no mínimo seis meses, com frequência     mínima de três vezes por semana. Todos tinham experiência prévia com os     exercícios utilizados para a realização do estudo. Esse critério foi adotado a     fim de evitar o acometimento de dor muscular tardia, bem como falhas na determinação     da carga de trabalho, devido à falta de coordenação necessária para a execução     dos exercícios.</p>     <p>Todos assinaram um Termo de Consentimento Livre e     Esclarecido, conforme a Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde para     experimentos com humanos e responderam negativamente ao questionário PAR-Q     (Shephard, 1988). O projeto de pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética da     Universidade Castelo Branco com o protocolo de número 0051/2008.</p> <b>Instrumentos e Procedimentos</b>     <p>Todos os voluntários realizaram quatro visitas não     consecutivas com intervalo de 48 horas entre as mesmas. Todos fizeram os testes     no mesmo período do dia durante todo o procedimento experimental. Nas duas     primeiras visitas foram realizadas as mensurações das medidas antropométricas     (estatura e massa corporal), além de uma triagem para verificar os critérios de     inclusão e exclusão. Todos foram orientados quanto à execução dos movimentos e     do posicionamento do corpo nos aparelhos. Este procedimento facilitou o     controlo da angulação e execução dos movimentos garantindo a amplitude padrão     para todos os indivíduos em ambos os exercícios. Na terceira e quarta visitas     os voluntários (n= 30) foram divididos aleatoriamente e equitativamente nas     seguintes situações experimentais: a) alongamento estático + teste 1RM (GA); b)     teste de 1RM sem alongamento (GC) para os exercícios supino horizontal e     cadeira extensora.</p>     <p>Quinze sujeitos (GA: 29.3 ± 3.3 anos, 170.4 ± 6.0 cm, 72.3 ±   12.0 kg), realizaram um aquecimento com exercício de alongamento estático,     sendo executada uma série com dez segundos de manutenção na posição de     alongamento, onde o movimento foi limitado pelo limiar de dor. Imediatamente     após o aquecimento, os indivíduos realizaram o primeiro teste de 1RM. Após o     teste, o voluntário realizava o mesmo exercício de alongamento estático, porém     com duração de 30 segundos de manutenção na posição, realizando em seguida o     teste de 1RM.</p>     <p>O GC foi composto por quinze sujeitos (GC: 29.3 ± 3.5 anos;     170.6 ± 3.3 cm; 75.8 ± 8.7 kg), não tendo realizado nenhum tipo de aquecimento.     Os indivíduos realizavam o teste de 1RM e após 30 segundos realizavam novamente     o teste.</p>     <p>Determinação de 1RM</p>     <p>Para avaliação da força muscular através do teste de 1RM foi     utilizado um dinamómetro modelo 32527pp400 Pound push/pull acoplado nos     aparelhos cadeira extensora (CE) e supino reto (SH) em pórticos da Riguetto<sup>®</sup>.     Abaixo segue a descrição detalhada da realização dos exercícios: </p>     <p><i>Supino reto </i>- o indivíduo deitava-se no banco em     posição supina, posicionando a barra na linha do ponto meso-esternal. A     distância das mãos deveria corresponder à posição em que o úmero ficasse em     posição horizontal em relação ao solo e o ângulo formado entre o braço e o     antebraço fosse de 90º na fase excêntrica do movimento, angulação que foi     auferida por um goniômetro. O exercício foi realizado da seguinte maneira: a)     Posição inicial – fase excêntrica do movimento, sua execução era iniciada com     os cotovelos em extensão; b) Posição intermediária – fase concêntrica do     movimento, com os cotovelos formando um ângulo de 90º de flexão com o úmero em     paralelo ao solo (limitador de amplitude), retornando então a posição inicial.</p>     <p><i>Cadeira extensora </i>– o indivíduo sentado na cadeira,     braços ao longo do corpo, mãos segurando o suporte, joelhos a 90º e tornozelos     posicionados para realizar a extensão total dos joelhos (fase concêntrica).     Após extensão total do joelho o indivíduo retornava à posição inicial, joelhos     a 90º (fase excêntrica). Para este exercício adotou-se a execução de forma unilateral,     devido à possibilidade de haver uma subestimação da carga para o movimento de     forma bilateral. Desta forma, adotou-se o membro dominante para realizar o     exercício.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Protocolo de alongamento</p>     <p>Para o tratamento com o método estático utilizou-se uma     série com 30 segundos de manutenção na posição (ACSM, 2011), na qual o     movimento era levado até uma posição de ligeiro desconforto em ambos os     exercícios. Abaixo segue a descrição detalhada da realização dos exercícios:</p>     <p><i>Cintura escapular</i> – com o voluntário em pé, era     realizada uma abdução horizontal da articulação glenoumeral de forma ativa. O movimento     foi realizado de forma unilateral e em cadeia cinética fechada.</p>     <p><i>Extensores do joelho</i> – com o voluntário em pé, era     realizada a flexão do joelho de forma ativa. O exercício também foi realizado     de forma unilateral.</p> <b>Análise Estatística</b>     <p>Os dados foram tratados pelo programa estatístico SPSS 14.0     e apresentados através da estatística descritiva (média, desvio-padrão, mediana     e coeficiente de variação). A normalidade dos dados foi realizada pelo teste     Shapiro-Wilk. O teste de Wilcoxon foi utilizado para as comparações intragrupos     e o teste de Kruskal-Wallis para as comparações intergrupos, seguido do cálculo     do intervalo de confiança para identificar as possíveis diferenças, por serem     considerados apropriados devido à não normalidade dos dados. Utilizou-se o     teste de Mann-Whitney para a comparação da variação percentual intergrupos. O     estudo admitiu o valor de <i>p</i>&lt; 0.05 para a significância estatística.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>A <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a10t1.jpg">Tabela 1</a> apresenta os resultados descritivos da amostra em     relação ao GA e o GC. Nela constata-se que o grupo GA apresentou uma baixa     dispersão (CV&lt; 25%), com exceção da variável CE pré. Observa-se que ambos os     grupos apresentaram uma distribuição normal em relação às variáveis, com     exceção da CE pré, e no SH pré apenas para o GC.</p>     
<p>A <a href="#f1">Figura 1</a> mostra a comparação do desempenho da força     muscular no exercício CE nas situações GA e GC. Não foram observadas diferenças     estatisticamente significativas (<i>p</i>&gt; 0.05) no momento pré (GA= 203.0 ±     13.1 kg vs. GC= 232.6 ± 3.8 kg) e nem no momento pós (GA= 199.3 ± 11.7 kg vs. GC= 231.3 ± 3.8 kg).</p>     <p><a name="f1"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a10f1.jpg" width="338" height="241"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A <a href="#f2">Figura 2</a> mostra a comparação do desempenho da força     muscular no exercício SH nas situações GA e GC. Foram observadas diferenças     estatisticamente significativas (<i>p</i>&lt; 0.05) apenas no momento pré (GA=     203.6 ± 12.2 kg vs. GC= 242.6 ± 3.4 kg). Entretanto, no momento pós, não foram     observadas diferenças estatisticamente significativas (<i>p</i>&gt; 0.05) (GA=   213.3 ± 9.5 kg vs. GC= 241.3 ± 2.7 kg).</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a10f2.jpg" width="338" height="245"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>A <a href="/img/revistas/mot/v10n2/10n2a10t2.jpg">Tabela 2</a> apresenta os resultados das variações dos     percentuais médios das cargas dos testes nos exercícios CE e SH.</p>     
<p>&nbsp;</p> </font><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O presente estudo comparou a influência aguda do alongamento     estático sobre a força muscular máxima (1RM) para os exercícios supino reto     (SH) e cadeira extensora (CE). De forma geral, os resultados indicaram não     haver influência significativa da utilização dos exercícios de alongamento     entre os testes de força de 1RM. Apesar de não haver diferença significativa,     pôde-se observar uma tendência de diminuição no desempenho da força máxima.     Para o exercício CE no instante pós-teste, pôde ser observada uma redução de     13.8% no desempenho da força máxima quando comparadas às situações GC com GA.     No exercício SH apesar de também não haver diferença significativa, observou-se     uma diminuição de 11.6% quando comparadas as duas situações experimentais.</p>     <p>Os resultados do presente estudo estão de acordo com outros     estudos da literatura científica, que utilizaram diferentes tipos de testes com     o mesmo tempo de sustentação na posição de alongamento do presente estudo (30     segundos) e mostraram em suas conclusões não haver diminuição da força muscular     quando precedida pelo método de alongamento estático (Barroso et al., 2012;     Egan, Cramer, Massey, &amp; Marek, 2006; Lopes, Barreto, Vale, &amp; Novaes,     2005; Ogura, Miyahara, Naito, Katamoto, &amp; Aoki, 2007; Papadopoulos,     Kalapotharakos, Meliggas, Gantiraga, &amp; Prassas, 2007; Yamaguchi &amp;     Ishii, 2005). Ogura et al. (2007) e Papadopoulos et al. (2007) não observaram     diminuições no desempenho da contração voluntária máxima (CVM) quando precedido     de alongamento estático para os músculos posteriores e extensores do joelho,     respetivamente. Mesmo utilizando um volume muito maior de exercícios, Egan et     al. (2006) também não observaram diminuições significativas em teste isocinético     para os extensores do joelho da perna dominante nas velocidades de 600 e 3000.     s<sup>-1</sup>. </p>     <p>Unick, Kieffer, Cheesman, e Feeney (2005) não encontraram     diferenças significativas no desempenho dos saltos verticais em mulheres     treinadas, utilizando no seu protocolo de treino três séries com quinze     segundos de sustentação na posição de alongamento. Os dados corroboram com o do     presente estudo, mesmo sendo utilizado um tempo maior de sustentação na posição     de alongamento e sendo avaliadas diferentes variáveis (força máxima e a     potência). Nesse sentido, Beedle, Rytter, Healy e Ward (2008) não encontraram     nenhuma alteração nos níveis de força máxima para o teste de 1RM, tanto para o     exercício supino quanto para o exercício <i>leg press</i>, em homens treinados,     quando precedidos dos métodos de alongamento estático e dinâmico. Franco et al.     (2008) avaliaram os efeitos agudos dos alongamentos estático e FNP sobre a     resistência muscular em homens no exercício supino horizontal, tendo observado não     existir diferença estatisticamente significativa entre os exercícios de alongamento.     Adicionalmente, sugeriram que os protocolos de alongamentos podem influenciar a     resistência no exercício supino horizontal.</p>     <p>Ao comparar os efeitos agudos dos alongamentos estático e     balístico sobre o desempenho da força máxima no teste de 1RM em homens     treinados, Bacurau et al. (2009) encontraram reduções nos níveis de força para     o exercício <i>leg press </i>entre o alongamento estático e balístico (2.2%) e     entre o alongamento estático e o grupo controle (13.4%). Entre o alongamento     balístico e grupo controle nenhuma diferença significativa foi observada.     Barroso et al. (2012) compararam o efeito agudo dos alongamentos estático,     balístico e FNP sobre o número de repetições no exercício <i>leg press</i>.     Sendo assim, reduções significativas foram encontradas entre o alongamento     estático (20.8%), o alongamento balístico (17.8%) e o FNP (22.7%) quando comparados   à condição sem alongamento. Bradley et al. (2007) compararam os efeitos agudos     dos métodos de alongamento estático, balístico e FNP sobre o desempenho do     salto vertical. Os autores encontraram reduções na performance do salto após o     alongamento estático (4.0%) e FNP (5.1%), tendo concluído que alongamentos     estáticos e FNP não devem ser realizados imediatamente antes de um movimento     que envolva explosão.</p>     <p>Em relação aos exercícios de flexibilidade executados     previamente aos exercícios de força, pode-se mencionar o estudo de Tricoli e     Paulo (2002), no qual foi investigado o efeito agudo dos exercícios de     alongamento estático no desempenho de força máxima. No experimento, 11 sujeitos     do sexo masculino foram submetidos a um teste de 1RM sob duas condições, com e     sem exercícios de alongamento. O teste consistiu na execução completa do     exercício de extensão e flexão de joelhos no aparelho <i>leg press</i>. O grupo     que realizou os exercícios de alongamento obteve resultados no teste de 1RM     significativamente menores (<i>p</i>&lt; 0.05) que o grupo que realizou o     exercício sem alongar. Ou seja, o alongamento estático provocou uma diminuição     de rendimento da força máxima. Não foi possível confirmar esses resultados em     nosso estudo. Contudo, é claro que existe uma diferença grande no volume de     aquecimento implementado no estudo de Tricoli e Paulo (2002). Os autores     realizaram o aquecimento com alongamentos de 20 minutos, enquanto em nosso     estudo foi aplicada uma série de 30 segundos de sustentação estática. Um alto     volume de treino de flexibilidade também pôde ser observado no estudo de Gomes,     Cruz, Junior, Novaes e Trindade (2005). Os autores analisaram o desempenho no     teste de 1RM no exercício SH de 15 voluntários extremamente treinados em força.     Como treino de flexibilidade, os autores utilizaram os métodos estático e FNP     com três séries seguidas de 30 segundos de sustentação na posição, o que     corresponde a um estímulo três vezes maior do que o do presente estudo. Foi     observada uma diminuição de 4.2% e 7.2% para os métodos estático e FNP,     respetivamente, quando comparados com um grupo controle.</p>     <p>Uma hipótese que deve ser considerada é que no presente     estudo o aquecimento foi feito em apenas uma sessão antecedendo o teste. Dessa     maneira, possíveis modificações plásticas não ocorreram tanto nos componentes     elásticos dos tecidos moles, como na fáscia muscular, induzindo a modificações     mais permanentes em seus comprimentos. Por outro lado, talvez essas     modificações permitam que o sarcómero atinja seu comprimento ótimo,     possibilitando desenvolver o máximo de tensão (Gordon, Huxley, &amp; Julian,     1966). Na mesma linha de pensamento, outro aspeto importante é a possibilidade     de que os exercícios de alongamento tenham a capacidade de alterar as     propriedades viscoelásticas da unidade músculo-tendão, reduzindo a tensão     passiva e a rigidez da unidade (Kubo, Kanehisa, Kawakami, &amp; Fukunaga, 2001).     Segundo o estudo de Wilson, Murphy, e Pryor (1994), um sistema músculo-tendão     mais maleável passaria por um rápido período de diminuição de comprimento, com     ausência de sobrecarga, até que os componentes elásticos do sistema fossem     ajustados o suficiente para a transmissão da força, colocando o componente     contrátil numa posição menos favorável em termos de produção de força nas     curvas de força-comprimento e força-velocidade. Isso vai ao encontro dos     estudos de Tricoli e Paulo (2002), que observaram a possibilidade dos     exercícios de alongamento afetarem negativamente a transferência de força da     musculatura para o sistema esquelético, podendo causar, portanto, uma     diminuição no rendimento. Enfim, o decréscimo na ativação das unidades motoras     pode ser o responsável pela redução na capacidade de força máxima após     exercícios de alongamento (Fowles et al., 2000). Uma vez aceitando-se estas     hipóteses, pode-se pensar que os resultados presentemente obtidos devem-se,     provavelmente, a um tempo de estimulação insuficiente para alterar     fisiologicamente a estrutura muscular, a ponto de influenciar-se o teste de     1RM.</p>     <p>Outro fato que devemos apresentar é que o método de     alongamento FNP é mais eficiente do que o método estático para aumentar a     amplitude articular (Funk, Swank, Mikla, Fagan, &amp; Farr, 2003; Minshull,     Eston, Bailey, Rees, &amp; Gleeson, 2014; Shrier &amp; Gossal, 2000). Sendo     assim, a força pode ser mais influenciada negativamente quando precedida por     este método, como mostram alguns trabalhos científicos que objetivaram comparar     as respostas da força muscular quando aplicados ambos métodos de flexibilidade     (Barroso et al., 2012; Bradley et al., 2007; Church, Wiggins, Moode, &amp;   Crist, 2001; Marek et al., 2005; Miyahara et al., 2013). Estas diminuições     podem ocorrer devido a alterações nas propriedades viscoelásticas da unidade     músculo-tendinosa que acaba por reduzir a tensão passiva e a rigidez (Kubo et     al., 2001; Wilson et al., 1994), dificultando assim a transferência de força do     tendão para o músculo.</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>Com base nos resultados do estudo, conclui-se que não houve     redução no desempenho do teste de 1RM para os exercícios CE e SH, quando     precedidos por alongamento estático. Mesmo quando realizado o exercício de     alongamento antes do teste, a carga máxima manteve-se a mesma em ambos os     testes. Como não ocorreu redução significativa de desempenho no teste de 1RM,     sugere-se que o teste seja realizado conforme o objetivo, métodos e adaptação     do sujeito.</p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font> </p> <font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>ACSM (2011). American College of Sports Medicine position stand - Quantity    and quality of exercise for developing and maintaining cardiorespiratory, musculoskeletal,    and neuromotor fitness in apparently healthy adults: Guidance for prescribing    exercise. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise, 43</i>(7), 1334-1359.    doi: 10.1249/MSS.0b013e318213fefb&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201400020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Almeida, T. T., &amp; Jabur, M. N. (2007). Mitos e verdades sobre flexibilidade:    Reflexões sobre o treinamento de flexibilidade na saúde dos seres humanos. <i>Motricidade,    3</i>(1), 337-344. doi: 10.6063/motricidade.3(1).687&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201400020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bacurau, R. F. P., Monteiro, G. A., Ugrinowitsch, C., Tricoli, V., Cabral,    L. F., &amp; Aoki, M. S. (2009). Acute effect of a ballistic and a static stretching    exercise bout on flexibility and maximal strength. <i>Journal of Strength and    Conditioning Research, 23</i>(1), 304-308. doi: 10.1519/JSC.0b013e3181874d55&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201400020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Barroso, R., Tricoli, V., Gil, S. S., Ugrinowitsch, C., &amp; Roschel, H. (2012).    Maximal strength, number of repetitions, and total volume are differently affected    by static-, ballistic-, and proprioceptive neuromuscular facilitation stretching.    <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 26</i>(9), 2432-2437. doi:    10.1519/JSC.0b013e31823f2b4d&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201400020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Beaulieu, J. E. (1981). Developing a stretching program. <i>Physician Sportsmed,    9</i>(11), 59-65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201400020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Beedle, B., Rytter, S. J., Healy, R. C., &amp; Ward, T. R. (2008). Pretesting    static and dynamic stretching does not affect maximal strength. <i>Journal of    Strength and Conditioning Research, 22</i>(6), 1838-1843. doi: 10.1519/JSC.0b013e3181821bc9&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201400020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bradley, P. S., Olsen, P. 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Effect    of warm-up and flexibility treatments on vertical jump performance. <i>Journal    of Strength and Conditioning Research, 15</i>(3), 332-336.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201400020001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Costa, E. C., Santos, C. M., Prestes, J., Da Silva, J. B., &amp; Knackfuss,    M. I. (2009). Efeito agudo do alongamento estático no desempenho de força de    atletas de jiu-jitsu no supino horizontal. <i>Fitness and Performance Journal,    8</i>(3), 212-217. doi: 10.3900/fpj.8.3.212.p&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201400020001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Costa, P. B., Ryan, E. D., Herda, T. J., Defreitas, J. M., Beck, T. W., &amp;    Cramer, J. T. (2009). Effects of static stretching on the hamstrings-to-quadriceps    ratio and electromyographic amplitude in men. <i>Journal of Sports Medicine    and Physical Fitness, 49</i>(4), 401-409.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201400020001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Costa, P. B., Ryan, E. D., Herda, T. J., Walter, A. A., Freitas, J. M., Stout,    J. R., &amp; Cramer, J. T. (2013). Acute effects of static stretching on peak    torque and the hamstrings-to-quadriceps conventional and functional ratios.    <i>Scandinavian Journal of Medicine and Science in Sports, 23</i>(1), 38-45.    doi: 10.1111/j.1600-0838.2011.01348.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201400020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Egan, A. D., Cramer, J. T., Massey, L. L., &amp; Marek, S. M. (2006). Acute    effects of static stretching on peak torque and mean power output in National    Collegiate Athletic Association Division I women's basketball players. <i>Journal    of Strength and Conditioning Research, 20</i>(4), 778-782.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201400020001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Endlich, P. W., Farina, G. R., Dambroz, C. S., Gonçalves, W., Moysés, M. R.,    Mill, J. G., &amp; Abreu, G. R. (2009). Efeitos agudos do alongamento estático    no desempenho da força dinâmica em homens jovens. <i>Revista Brasileira de Medicina    do Esporte, 15</i>(3), 200-203. doi: 10.1590/S1517-86922009000300007 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201400020001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Fowles, J. R., Sale, D. G., &amp; MacDougall, J. D. (2000). Reduced strength    after passive stretch of the human plantarflexors. <i>Journal of Applied Physiology,    89</i>(3), 1179-1188.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201400020001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Franco, B. L., Signorelli, G. R., Trajano, G. S., &amp; Oliveira, C. G. (2008).    Acute effects of different stretching exercises on muscular endurance. <i>Journal    of Strength and Conditioning Research, 22</i>(6), 1832-1837. doi: 10.1519/JSC.0b013e31818218e1&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201400020001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Funk, D. C., Swank, A. M., Mikla, B. M., Fagan, T. A., &amp; Farr, B. K. (2003).    Impact of prior exercise on hamstring flexibility: A comparison of proprioceptive    neuromuscular facilitation and static stretching. <i>Journal of Strength and    Conditioning Research, 17</i>(3), 489-492.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201400020001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gomes, T. M., Cruz, R. E., Junior, H., Novaes, J. S., &amp; Trindade, A. (2005).    Efeito agudo dos alongamentos estático e FNP sobre o desempenho da força dinâmica    máxima. <i>Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, 4</i>(1), 13-16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201400020001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Gomes, T. M., Simão, R., Marques, M. C., Costa, P. B., &amp; Novaes, J. S.    (2011). Acute effects of two different stretching methods on local muscular    endurance performance. <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 25</i>(3),    745-752. doi: 10.1519/JSC.0b013e3181cc236a&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201400020001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gordon, A. M., Huxley, A. F., &amp; Julian, F. J. (1966). The variation in    isometric tension with sarcomere length in vertebrate muscle fibres. <i>The    Journal of Physiology, 184</i>(1), 170-192.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201400020001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Kubo, K., Kanehisa, H., Kawakami, Y., &amp; Fukunaga, T. (2001). Influence    of static stretching on viscoelastic properties of human tendon structures in    vivo. <i>Journal of Applied Physiology, 90</i>(2), 520-527.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201400020001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lopes, A. C., Barreto, G., Vale, R. G. S., &amp; Novaes, J. S. (2005). Comparação    dos níveis de flexibilidade entre praticantes de musculação e ginástica localizada.    <i>Motricidade, 2</i>(3), 315-321.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201400020001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Marek, S. M., Cramer, J. T., Fincher, A. L., Massey, L. L., Dangelmaier, S.    M., Purkayastha, S., ... Culbertson, J. Y. (2005). 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The    differential effects of PNF versus passive stretch conditioning on neuromuscular    performance. <i>European Journal of Sport Science</i>, 14(3), 233-241. doi:    10.1080/17461391.2013.799716&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201400020001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Miyahara, Y., Naito, H., Ogura, Y., Katamoto, S., &amp; Aoki, J. (2013). Effects    of proprioceptive neuromuscular facilitation stretching and static stretching    on maximal voluntary contraction. <i>Journal of Strength and Conditioning Research,    27</i>, 195-201. doi: 10.1519/JSC.0b013e3182510856&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201400020001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ogura, Y., Miyahara, Y., Naito, H., Katamoto, S., &amp; Aoki, J. (2007). Duration    of static stretching influences muscle force production in hamstring muscles.    <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 21</i>(3), 788-792.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201400020001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Papadopoulos, C., Kalapotharakos, V. I., Meliggas, K., Gantiraga, E., &amp;    Prassas, S. (2007). The effect of static stretching on maximal voluntary contraction    and force-time curve characteristics. <i>Journal of Sport Rehabilitation, 15</i>(3),    185.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201400020001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Rubini, E. C., Costa, A. L. L., &amp; Gomes, P. S. C. (2007). The effects of    stretching on strength performance. <i>Sports Medicine, 37</i>(3), 213-224.    doi: 10.2165/00007256-200737030-00003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201400020001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Safran, M. R., Seaber, M. A. V., &amp; Garrett, W. E. (1989). Warm-up and muscular    injury prevention an update. <i>Sports Medicine, 8</i>(4), 239-249.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201400020001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Shellock, F. G., &amp; Prentice, W. E. (1985). 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Shrier, I., &amp; Gossal, K. (2000). Myths and truths of stretching: Individualized    recommendations for healthy muscles. <i>Physician and Sportsmedicine, 28</i>(8),    57-63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201400020001000032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Simão, R., Giacomini, M. B., Dornelles, T. S., Marramom, M., &amp; Viveiros,    L. E. (2003). Influência do aquecimento específico e da flexibilidade no teste    de 1RM. <i>Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, 2</i>(2), 134-140.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201400020001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </p>     <!-- ref --><p>Tricoli, V., &amp; Paulo, A. C. (2002). Efeito agudo dos exercícios de alongamento    sobre o desempenho de força máxima. <i>Revista Brasileira de Atividade Física    e Saúde, 7</i>(1), 6-13.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201400020001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Unick, J., Kieffer, H., Cheesman, W., &amp; Feeney, A. (2005). The acute effects    of static and ballistic stretching on vertical jump performance in trained women.    <i>Journal of Strength and Conditioning Research, 19</i>(1), 206-212.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201400020001000035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Weldon, S. M., &amp; Hill, R. H. (2003). The efficacy of stretching for prevention    of exercise-related injury: A systematic review of the literature. <i>Manual    Therapy, 8</i>(3), 141-150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201400020001000036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Wilson, G., Murphy, A., &amp; Pryor, J. (1994). Muscu­lotendinous stiffness:    Its relationship to eccentric, isometric, and concentric performance. <i>Journal    of Applied Physiology, 76</i>(6), 2714-2719.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201400020001000037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Yamaguchi, T., &amp; Ishii, K. (2005). Effects of static stretching for 30    seconds and dynamic stretching on leg extension power. <i>Journal of Strength    and Conditioning Research, 19</i>(3), 677-683.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201400020001000038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Young, W. B., &amp; Behm, D. G. (2002). Should static stretching be used during    a warm-up for strength and power activities? <i>Journal of Strength and Conditioning    Research, 24</i>(6), 33-37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201400020001000039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end" id="end"></a><a href="#topo">*</a><i>Autor    correspondente</i>: Universidade Federal do Rio de Janeiro, Avenida Pau Brasil,    540, CEP: 21941&#8208;590 Rio de Janeiro, Brasil; <i>E-mail</i>: <a href="mailto:gabrielrodrigues_1988@hotmail.com">gabrielrodrigues_1988@hotmail.com</a></font></p>     <p>&nbsp;</p> <font face="Verdana" size="2">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar.    <br>   <b>Conflito de Interesses:</b>    <br>   Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:</b>    <br>   Nada a declarar.</p>     <p>Artigo recebido a 10.11.2012; 1&ordf; Revis&atilde;o 05.05.2013; Aceite 23.10.2013</p> </font>       ]]></body><back>
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