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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Percepção subjetiva de esforço como marcadora da duração tolerável de exercício]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The ratings of perceived exertion (RPE) were originally suggested to estimate the exercise intensity, as RPE may respond to cardiopulmonary and metabolic responses such as alterations in HR and blood lactate concentrations. However, this interpretation does not agree with physiological responses observed exercising as RPE increases linearly with intensity, despite a physiological steady state is reached earlier. In this review article the disagreement between theory and experimental results is discussed as it could be associated with RPE’s generation and modulation mechanisms. RPE’s generation mechanisms through the central nervous system may be influenced by the exercise intensity, while the peripheral physiological responses may modulate the RPE and indicate the physiological state during which the exercise is performed. Thus, RPE may indicate the tolerable exercise duration for a given intensity.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <font face="Verdana" size="2">     <p align="right"><b>ARTIGO DE REVIS&Atilde;O</b></p>     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Percepção subjetiva de esforço como marcadora da   duração tolerável de exercício</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Ratings of   perceived exertion as an indicator of the tolerable exercise    duration</b></font></p> <font face="Verdana" size="2">     <p>&nbsp;</p>     <p><b>Fabiano Aparecido Pinheiro<sup>1,<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>; Bruno Viana<sup>2</sup>; Flávio   Oliveira Pires<sup>3</sup></b></p>     <p><sup>1</sup><i>Grupo de Estudos em Psicofisiologia do       Exerc&iacute;cio (GEPsE), Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte da Universidade de S&atilde;o Paulo, EEFE/USP-SP, S&atilde;o Paulo, Brasil    <br> </i><sup>2</sup><i>Grupo de Estudos em Psicofisiologia do Exerc&iacute;cio (GEPsE), Programa de       P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias do Esporte e do Exerc&iacute;cio, Universidade Gama Filho, UGF-RJ, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </i><sup>3</sup><i>Grupo de Estudos em Psicofisiologia do       Exerc&iacute;cio (GEPsE), Escola de Artes, Ci&ecirc;ncias e Humanidades (EACH), Universidade de S&atilde;o Paulo (USP), S&atilde;o Paulo, Brasil</i></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1">     <p><b>RESUMO</b></p>     <p>A percepção subjetiva de esforço (PSE) foi sugerida,     originalmente, como uma marcadora da intensidade do exercício, pois ela     responderia às alterações nos sistemas cardiopulmonar e metabólico, principalmente   às alterações da FC e concentrações de lactato sanguíneo durante o exercício.     Entretanto, esta interpretação não se alinha às respostas fisiológicas     observadas em diferentes intensidades de exercícios, pois a PSE aumenta de     forma linear, mesmo em intensidades em que ocorre um estado de equilíbrio     fisiológico. No presente artigo de revisão, discutimos que este desalinhamento     entre teoria e resultados experimentais poderáestar ligado aos mecanismos de     geração e modulação da PSE durante o exercício. Neste caso, o mecanismo de     geração da PSE pelo sistema nervoso central poderá responder basicamente à   intensidade do exercício, enquanto as respostas fisiológicas periféricas poderão     modular a PSE ao longo do exercício, indicando as condições fisiológicas quando     da realização do exercício. Desta forma, a PSE poderia ser marcadora da duração tolerável do exercício executado numa determinada intensidade.</p>     <p><b>Palavras-chave:</b> esforço percebido, fadiga, comando motor, feedback aferente</p> <hr size="1">     <p><b>ABSTRACT</b></p>     <p>The ratings of perceived exertion     (RPE) were originally suggested to estimate the exercise intensity, as RPE may     respond to cardiopulmonary and metabolic responses such as alterations in HR     and blood lactate concentrations. However, this interpretation does not agree     with physiological responses observed exercising as RPE increases linearly with     intensity, despite a physiological steady state is reached earlier. In this     review article the disagreement between theory and experimental results is     discussed as it could be associated with RPE’s generation and modulation     mechanisms. RPE’s generation mechanisms through the central nervous system may     be influenced by the exercise intensity, while the peripheral physiological     responses may modulate the RPE and indicate the physiological state during     which the exercise is performed. Thus, RPE may indicate the tolerable exercise duration for a given intensity.</p>     <p><b>Keywords: </b>sensation of effort, fatigue, central motor command, afferent mechanism</p> <hr size="1">       <p>&nbsp;</p>       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>   </font><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana" size="2">       <p>A escala de percepção subjetiva de esforço (PSE) criada por     Gunnar Borg (Borg, 1982) foi sugerida como um instrumento para quantificar a     sensação de esforço gerada numa determinada tarefa física. Embora as escalas     mais tradicionais tenham sido criadas para quantificar a PSE durante a     realização do exercício, atualmente elas são uma ferramenta importante também     para prescrição e monitorização das cargas de treino em diferentes modalidades desportivas,     tais como o Rugby (Elloumi et al. 2012; Eston, 2012; Lodo, et al. 2012). </p>         <p>Na interpretação mais tradicional a PSE responderia à     intensidade do exercício, ou mais especificamente ao estresse que ocorre sobre     os sistemas fisiológicos periféricos, tais como o sistema cardiopulmonar e o     sistema muscular. As evidências da validade das escalas de PSE foram obtidas     durante exercícios de potência mecânica incremental a partir de medidas de frequência     cardíaca (FC) e concentrações de lactato sanguíneo (Lac) (Borg, 1982; Borg,     Ljunggren, &amp; Ceci, 1985). Nesses estudos, Borg (1982) e Borg et al. (1985)     verificaram que a PSE respondia em função da intensidade do exercício, e que as     alterações na FC e Lac conseguiam explicar grande parte da variância no aumento     da PSE em testes incrementais. Tais resultados foram corroborados em estudos     posteriores (Green et al., 2006; Robertson, 1982) e serviram de suporte para     sugerir que a PSE responde, essencialmente, ao estresse fisiológico gerado pela     intensidade do exercício. Deve ser ressaltado que nenhuma menção clara, sobre     um provável envolvimento da atividade do sistema nervoso central (SNC) na     geração da PSE, foi oferecida.</p>         <p>Contudo, há um ponto de divergência nesta interpretação.     Teoricamente, se a PSE responde ao estresse fisiológico periférico gerado pela     intensidade do exercício físico, não apenas o seu comportamento durante     exercícios de intensidade incremental, mas também durante exercícios de     intensidade constante, deveria acompanhar as respostas de variáveis fisiológicas     como a FC e o Lac. No caso de exercícios de intensidade constante, um aumento     progressivo na PSE deveria ocorrer apenas quando a intensidade fosse elevada o     suficiente para proporcionar um desequilíbrio nestas variáveis fisiológicas, ou     seja, um aumento progressivo em variáveis como a FC e o Lac. Desta forma, seria     observado aumento na PSE apenas em exercícios constantes realizados em     intensidade severa, acima do 2º limiar de Lac, uma vez que variáveis     fisiológicas apresentam elevação progressiva em função da duração do exercício     apenas em intensidades acima do 2º limiar de Lac, frequentemente acima de 70%     da potência mecânica máxima (W<sub>MAX</sub>) obtida em teste incremental (Poole     et al., 1988; Wasserman et al., 1967).</p>         <p>Entretanto, a PSE parece apresentar um aumento progressivo     em função da duração do exercício constante, independentemente da sua     intensidade. Tal comportamento é observado em exercícios de intensidades     moderadas e pesadas, inferiores à intensidade do 2º limiar de Lac (&lt; 70% da     W<sub>MAX</sub>), assim como em intensidades severas (Pires et al., 2011).     Resultados de diferentes grupos demonstram que a PSE aumenta progressivamente     durante exercícios constantes até a exaustão, em intensidades compreendidas     entre 53% e 94% W<sub>MAX</sub> (Green et al., 2005; Lima-Silva et al., 2011;     Pires et al., 2011). Tais achados poderiam ser interpretados como um indicativo     de que a PSE demarca, sobretudo, a duração tolerável do exercício, mais do que     apenas a intensidade.</p>         <p>Considerando que a PSE é utilizada para diferentes     propósitos, tais como para a avaliação física e prescrição de exercício físico     em indivíduos de diferentes idades e sexo, faz-se necessária uma abordagem para     uma melhor compreensão desse ponto de divergência. Neste caso, é possível que     um melhor entendimento dos mecanismos geradores da PSE possa auxiliar na     compreensão da resposta desta variável durante o exercício. Portanto, este     artigo revisou, sistematicamente, os possíveis mecanismos da geração da PSE     durante o exercício e suas relações com a intensidade e duração do exercício.</p>     <b>O estado da arte e a     sistematização da revisão</b>       <p>Os estudos utilizados para levantar o estado da arte do tema     proposto nessa revisão sistemática foram selecionados intencionalmente, uma vez     que a busca truncada por palavras-chave não acrescentaria estudos importantes     para a discussão do tema, os quais foram desenhados para responder diferentes     perguntas (Christensen et al., 2007; Craig, 2002). Desta forma, uma revisão dos     estudos originais que propuseram as escalas de PSE (Borg, 1982; Borg et al.,     1985) foi realizada inicialmente. Em seguida foi conduzida uma análise crítica     dos principais estudos utilizados para embasar os diferentes pontos de vista a     respeito dos mecanismos geradores da PSE, publicados em edição especial do <i>The     Journal of Applied Physiology</i> (108: 452-468, 2010). A presente revisão     analisou, sistematicamente, 30 estudos limitados à base de dados MEDLINE. </p>         <p>Após análise crítica dos estudos selecionados nessa revisão,     entendemos que a comunidade científica aponta, com razoável consenso, para uma     interpretação a qual considera que a PSE seja proveniente da ação de seus     mecanismos geradores, localizados no SNC, integrada à ação moduladora exercida     pelas respostas fisiológicas na periferia do corpo. Nesta interpretação, o     esforço percebido durante o exercício poderia ser entendido como um marcador da     duração tolerável do exercício para uma determinada intensidade. A seguir,     apresentamos argumentos para esse provável mecanismo integrado entre SNC e     sistemas fisiológicos periféricos, assim como algumas evidências de que a PSE     possa indicar o limite tolerável da duração do exercício.</p>     <b>Integração entre sistema nervoso central e sistemas fisiológicos      periféricos na geração da PSE</b>       <p>Na perspetiva de um modelo psico­fisiológico (Lambert, St     Clair Gibson, &amp; Noakes, 2005; Noakes, St Clair Gibson, &amp; Lambert,     2004), o qual defende que o exercício seja regulado pelo SNC, a PSE é     interpretada num contexto diferente do originalmente sugerido (Borg, 1982; Borg     et al., 1985), pois o esforço percebido no exercício seria gerado em estruturas     cerebrais, e modulado por alterações fisiológicas na periferia do corpo. Nesta     interpretação, o esforço percebido num determinado exercício seria o resultado     das cópias do comando motor (cópia eferente sensorial) executado pelo córtex     pré-motor e motor primário, as quais seriam enviadas às regiões do córtex     somatosensorial, córtex cingulado anterior e o córtex insular anterior (Craig,     2003, 2009; Marcora, 2009). Esta hipótese ganhou força a partir de estudos como     o de Christensen et al. (2007), o qual demonstrou, durante exercícios de flexão     de tornozelo, uma preservação da atividade do córtex somatosensorial primário     associada a um aumento da ativação do córtex pré-motor, mesmo quando vias     aferentes, com informações periféricas, foram bloqueadas por oclusão vascular.     Estes resultados poderiam fortalecer a sugestão de que a PSE é formada pela     cópia do comando motor eferente, e parcialmente independente das alterações     ocorridas na periferia do corpo (de Morree, Klein &amp; Marcora, 2012; Marcora,     2009;). </p>         <p>Contudo, também tem sido sugerido que a PSE seja     influenciada por alterações ocorridas na periferia do corpo. Utilizando     informações aferentes providas pelo sistema nervoso periférico (Abbiss &amp;     Peiffer, 2010; Bishop, de Vrijer, &amp; Mendez-Vilanueva, 2010; Gandevia, 2001;     Marcora, 2011), regiões subcorticais e corticais do SNC seriam capazes de     monitorar as alterações cardiopulmonares (VO<sub>2</sub> e FC), musculares     (lactato, pH, potássio, etc.), além de alterações na temperatura corporal,     durante o exercício (Amann &amp; Secher, 2010). Tais informações periféricas,     incorporadas em regiões como o córtex cingulado anterior e o córtex insular     anterior (Craig, 2003, 2009), seriam contrastadas com a cópia eferente     sensorial, modulando a PSE momento a momento ao longo do exercício (Eston,     2012; Tucker &amp; Noakes, 2009). Um ponto relevante é que essa modulação seria     dependente da experiência prévia e conhecimento das características do     exercício realizado (Tucker &amp; Noakes, 2009). </p>         ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Admitindo um mecanismo integrado na geração da PSE, formado     pela interação entre a cópia do comando motor eferente no SNC, e a modulação     por meio da sinalização periférica aferente, ganha força a sugestão de que a     PSE possa indicar o limite tolerável da duração do exercício numa dada     intensidade. Neste caso, enquanto o mecanismo central da geração da PSE seria     influenciado pela magnitude do comando motor efetor necessário para a execução     da tarefa (Marcora, 2008, 2009), o sistema aferente proveria informações sobre     as alterações periféricas causadas pela magnitude do comando efetor, tais como     as alterações na taxa de elevação na temperatura corporal, na quantidade de     reservas de substrato disponível, e a concentração muscular de metabólitos     (Tucker &amp; Noakes, 2009). Alguns resultados de estudos abordados a seguir     podem servir de suporte para esta sugestão.</p>     <b>Evidências de que a PSE demarca a duração tolerável de exercício</b>         <p>Assumindo que ambas as respostas centrais e periféricas     sejam integradas para a geração da PSE no exercício, poderíamos propor que as     informações periféricas aferentes sejam importantes moduladoras do limite     tolerável de esforço para uma determinada cópia de comando motor efetor. Nesta     sugestão, regiões do SNC integrariam informações sobre as alterações ocorridas     na periferia (Craig, 2002, 2009), modulando, constantemente, o esforço     percebido no exercício (Tucker &amp; Noakes, 2009).</p>         <p>Um argumento chave para essa sugestão é o fato de que a PSE     apresenta aumento progressivo durante exercícios constantes de diferentes     intensidades, mesmo aqueles entre 50% e 80% WMAX (Pires et al., 2011), sob     diferentes condições experimentais (Baldwin et al., 2003; Crewe, Tucker &amp;     Noakes 2008). Este fato poderia indicar que a PSE demarca o tempo tolerável de     exercício para um dado comando motor efetor determinado pela intensidade do     exercício. A PSE de um determinado momento do exercício demarcaria o tempo     remanescente de exercício até o alcance do limite tolerável de trabalho físico,     levando em consideração o estado metabólico e as reservas energéticas     momentâneas, disponíveis para a realização do trabalho físico (Lambert et al.,     2005; Noakes et al., 2004; Noakes &amp; Marino, 2008).</p>         <p>A natureza linear da PSE durante exercício constante tem     sido descrita em diferentes condições, tais como em exercícios realizados em     diferentes temperaturas ambientes. Por exemplo, Crewe et al. (2008) submeteram     7 ciclistas a exercícios constantes em temperatura ambiente baixa (15º C) e     elevada (35º C). Duas intensidades, 65% (C65) e 70% (C70) da W<sub>MAX</sub>,     foram utilizadas na temperatura mais baixa, enquanto intensidades de 55% (H55),     60% (H60) e 65% (H65) da W<sub>MAX</sub> foram usadas na temperatura mais     elevada. Em ambas as temperaturas o teste de ciclismo foi realizado até a     exaustão. Os autores observaram que na condição H65 o tempo de exercício foi     significativamente menor, quando comparado à condição C65. O menor tempo de     exercício foi acompanhado por maiores valores de temperatura corporal, e     maiores taxas de elevação na PSE. Contudo, quando expressa em percentual da     duração total de exercício, o aumento na PSE apresentou taxa de aumento similar     nas diferentes condições. O aumento linear da PSE em diferentes taxas foi     interpretado como sendo um marcador da duração tolerável de exercício nas     diferentes temperaturas ambientes, uma vez que as maiores taxas de elevação na     PSE na condição H65 foram acompanhadas por menor tolerância (tempo de exaustão)     ao exercício.</p>         <p>Outros estudos reforçam esta sugestão. Noakes (2004),     analisando dados de Baldwin et al. (2003), verificou que a taxa de incremento     na PSE em função da duração absoluta do exercício era maior quando as reservas     musculares de glicogénio estavam previamente depletadas. Contudo, quando essa     duração foi expressa pela percentagem da duração total de exercício, a taxa de     elevação na PSE era similar em ambas condições experimentais, com reservas musculares     depletadas ou repletadas. De maneira similar, Eston, Faulkner, St Clair Gibson,     Noakes, e Parfitt (2007) propuseram que a PSE poderia ser alterada quando o     exercício fosse precedido por um exercício fatigante. Avaliando dez ciclistas,     os autores verificaram que a taxa de elevação da PSE durante exercício a 75% VO<sub>2</sub>pico     foi alterada após a execução de um teste incremental máximo. Entretanto, quando     a PSE foi analisada pela percentagem da duração total de exercício, a taxa de     incremento na PSE foi similar entre as condições. A explicação para estes     achados foi que a execução prévia de um teste incremental máximo induziu um estado     de fadiga geral nos sujeitos, diminuindo a tolerância destes ao exercício     seguinte. </p>         <p>A elevação linear da PSE com diferentes taxas de incremento,     em intensidades idênticas, poderia reforçar a suposição de que informações     periféricas aferentes como a alteração na temperatura corporal, reservas de     substrato energético e concentração muscular de metabólitos, sejam utilizadas     pelo SNC para modular a PSE do exercício (Lambert et al., 2005; Noakes et al.,     2004). Neste caso, assumiríamos que mecanismos centrais envolvendo a cópia do     comando motor eferente, a qual é determinada pela intensidade do exercício     (Marcora, 2008, 2009), seriam os geradores iniciais da PSE. Em complemento, a     PSE inicial seria modulada por alterações nas condições de sistemas fisiológicos     periféricos, indicando a duração tolerável do exercício para aquela determinada     intensidade de comando motor efetor.</p>         <p>Essa característica integrada na geração e modulação da PSE     seria um importante mecanismo para garantir que o exercício seja executado     dentro de limites seguros, sem a ocorrência de danos à integridade celular     (Noakes et al., 2004). Por exemplo, o aumento linear da PSE em exercício     constante, mesmo na presença de equilíbrio em diversas variáveis fisiológicas     (Pires et al., 2011), indicaria a duração tolerável de exercício antes da     ocorrência de uma completa depleção de substrato energético ou excessiva     elevação na temperatura corporal, entre outros (Tucker &amp; Noakes, 2009). O     aumento progressivo da PSE nesse tipo de exercício seria o resultado do esforço     para manter a potência mecânica fixa em função do tempo tolerável de exercício,     sem ultrapassar limites toleráveis à integridade celular (Lambert et al., 2005;     Noakes et al., 2004; Noakes &amp; Marino, 2008).</p>         <p>Diferentemente da interpretação tradicional sugerindo que a     PSE responda apenas à intensidade de exercício, nesta interpretação a PSE     responderia à duração tolerável de exercício para uma dada intensidade (Noakes     &amp; Marino, 2008). Essa interpretação ainda necessita de estudos adicionais,     com medidas experimentais mais diretas, tais como aqueles que envolvem medidas     diretas do estado metabólico e de ativação cerebral durante o exercício. Porém,     tal interpretação poderia justificar como atletas utilizam a PSE para regular e     ajustar o ritmo adotado em provas de corrida ou ciclismo (Tucker &amp; Noakes,     2009), e como a PSE tem-se tornado um importante instrumento para a     determinação do desempenho físico em diferentes condições de exercício (Eston,     2012).</p>         <p>&nbsp;</p>     </font>       <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>   <font face="Verdana" size="2">       ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A interpretação mais tradicional afirma que a PSE responde à     intensidade de exercício, pois seria resultado das alterações ocorridas na periferia     do corpo, principalmente as cardiopulmonares e as metabólicas. Contudo, esta     interpretação não se alinha às respostas fisiológicas observadas durante o     exercício realizado em intensidade constante, durante o qual as respostas     (aumento ou estabilização) de variáveis fisiológicas dependem da intensidade do     exercício. Ao contrário, a PSE aumenta progressivamente, e independentemente da     intensidade adotada. Nesse artigo de revisão, sugerimos que este desalinhamento     entre teoria e resultados experimentais possa estar ligado aos mecanismos de     geração e modulação da PSE. Enquanto o mecanismo central de cópia do comando     motor efetor poderia ser influenciado pela intensidade do exercício,     informações aferentes da periferia contribuiriam para a modulação da PSE ao     longo do exercício, assegurando que o exercício seja executado dentro de     limites toleráveis. Contudo, é importante ressaltar que alguns estudos sugerem     que a formação da PSE durante o exercício independe da incorporação de     informações periféricas aferentes (Marcora, 2010), e a PSE resultaria apenas do     comando motor efetor.</p>         <p>&nbsp;</p>   </font>       <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>    <font face="Verdana" size="2">      <!-- ref --><p>Abiss, C. R., &amp; Peiffer, J. J. (2010). The influence of afferent feedback,    perceived exertion and effort on endurance performance. <i>Journal of Applied    Physiology, 108</i>(2), 460-461. doi: 10.1152/japplphysiol.00976.2009&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000046&pid=S1646-107X201400020001100001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Amann, M., &amp; Secher, N. H. (2010). Point: Afferent feedback from fatigued    locomotor muscles is an important determinant of endurance exercise performance.    <i>Journal of Applied Physiology, 108</i>(2), 452-454. doi: 10.1152/japplphysiol.00    976.2009&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000047&pid=S1646-107X201400020001100002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Baldwin, J., Snow, R. J., Gibala, M. J., Garnham, A., Howarth, K., &amp; Febbraio,    M. A. (2003). Glycogen availability does not affect the TCA cycle or TAN pools    during prolonged, fatiguing exercise. <i>Journal of Applied Physiology, 94</i>(6),    2181-2187. doi: 10.1152/japplphysiol.00866.2002&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000048&pid=S1646-107X201400020001100003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bishop, D. J., de Vrijer, A., &amp; Mendez-Villanueva, A. (2010). Both afferent    feedback and psychobiological factors are important. <i>Journal of Applied Physiology,    108</i>(2), 460-461.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000049&pid=S1646-107X201400020001100004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Borg, G. A. (1982). Psychophysical bases of perceived exertion. <i>Medicine    &amp; Science in Sports &amp; Exercise, 14</i>(5), 377-381.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000051&pid=S1646-107X201400020001100005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Borg, G., Ljunggren, G., &amp; Ceci, R. (1985). The increase of perceived exertion,    aches and pain in the legs, heart rate and blood lactate during exercise on    a bicycle ergometer. <i>European Journal of Applied Physiology and Occupational    Physiology, 54</i>(4), 343-349.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000053&pid=S1646-107X201400020001100006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Christensen, M. S., Lundbye-Jesen, J., Geertsen, S. S., Petersen, T. H., Paulson,    O. B., &amp; Nielsen, J. B. (2007). Pre motor cortex modulates somatosensory    cortex during voluntary movements without proprioceptive feedback. <i>Nature    Neuroscience, 10</i>(4), 417-419. doi:10.1038/nn1873&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000055&pid=S1646-107X201400020001100007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Craig, A. (2002). How do you feel? Interoception: the sense of the physiological    condition of the body. <i>Nature Neuroscience, 3</i>(8), 655-666.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000056&pid=S1646-107X201400020001100008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Craig, A. (2003). Interoception: The sense of the physiological condition of    the body. <i>Current Opinion in Neurobiology, 13</i>(4), 500-505.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S1646-107X201400020001100009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Craig, A. (2009). How do you feel – now? The anterior insula and human awareness.    <i>Nature Neuroscience, 10</i>(1), 59-70.  doi: 10.1038/nrn2555   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S1646-107X201400020001100010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Crewe, H., Tucker, R., &amp; Noakes, T. D. (2008). The rate of increase in    rating of perceived exertion predicts the duration of exercise to fatigue at    a fixed power output in different environmental conditions. <i>European Journal    of Applied Physiology, 103</i>, 569-577. doi: 10.1007/s00421-008-0741-7&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000061&pid=S1646-107X201400020001100011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>de Morree, H. M., Klein, C., &amp; Marcora, S. M. (2012). Perception of effort    reflects central motor command during movement execution. <i>Psychophysiology,    49</i>(9), 1242-1253. doi: 10.1111/j.1469-8986.2012.01399.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S1646-107X201400020001100012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Elloumi, M., Makne, E., Moalla, W., Bouaziz, T., Tabka, Z., Lac, G., &amp;    Chamari, K. (2012). Monitoring training load and fatigue in rugby sevens players.    <i>Asian Journal of Sports Medicine, 3</i>(3), 175-184.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S1646-107X201400020001100013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Eston, R. (2012). Use the ratings of perceived exertion in sports. <i>International    Journal of Sports Physiology and Performance, 7</i>(2), 175-182.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000065&pid=S1646-107X201400020001100014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Eston, R., Faulkner, J., St Clair Gibson, A., Noakes, T. D, &amp; Parfitt,    G. (2007). The effect of antecedent fatiguing activity on the relationship between    perceived exertion and physiological activity during a constant load exercise    task. P<i>sychophysiology, 44</i>(5), 779-786. doi: 10.1111/j.1469-8986.2007.00558.x  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-107X201400020001100015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gandevia, C. S. (2001). Spinal and supraspinal factors in human muscle fatigue.    <i>Physiological Reviews, 81</i>(4), 1725-1789.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-107X201400020001100016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Green, J. M., McLester, J, R., Crews, T. R., Wickwire, P. J., Pritchett, R.    C., &amp; Redden, A. (2005). RPE-lactate dissociation during extended cycling.    <i>European Journal of Applied Physiology, 94</i>(1-2), 145-150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201400020001100017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Green, J. M., McLester, J, R., Crews, T. R., Wickwire, P. J., Pritchett, R.    C., &amp; Lomax, R. G. (2006). RPE association with lactate and heart rate during    high-intensity interval cycling. <i>Medicine &amp; Science in Sports &amp; Exercise,    38</i>(1), 167-172.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201400020001100018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Lambert, E. V., St Clair Gibson, A., &amp; Noakes, T. D. (2005).  Complex system    of fatigue: integrative homeostatic control of peripheral physiological systems    during exercise in humans. <i>British Journal of Sports Medicine, 39</i>, 52-62.    doi: 10.1136/bjsm.2003.011247&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201400020001100019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lima-Silva, A., Pires, F. O., Bertuzzi, R., Lira, F., Casarini, D., &amp; Kiss,    M. (2011). Low carbohydrate diet affects the oxygen uptake on-kinetics and ranting    of perceived exertion in high intensity exercise. <i>Psychophysiology, 48</i>(2),    277-284. doi: 10.1111/j.1469-8986.2010.01059.x&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201400020001100020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lodo, L., Moreira, A., Zavanela, P., Newton, M. J., Mcguigan, M. R., &amp;    Aoki, M. S. (2012). Is there a relationship between the total volume of load    lifted in bench press exercise and the rating of perceived exertion? <i>The    Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, 52</i>(5), 483-488.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201400020001100021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </p>     <!-- ref --><p>Marcora, S. (2008). Is peripheral locomotor muscle fatigue during endurance    exercise a variable carefully regulated by a negative feedback system? <i>The    Journal of Physiology, 586</i>(1), 2029-2030. doi: 10.1113/jphysiol.2008.152470  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201400020001100022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marcora, S. (2009). Perception of effort during exercise is independent of    afferent feedback from skeletal muscles, heart, and lungs. <i>Journal of Applied    Physiology, 106</i>(6), 260-262. doi: 10.1152/japplphysiol.90378.2008&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201400020001100023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marcora, S. M. (2010). Counterpoint: Afferent feedback from fatigued locomotor    muscle is not an important determinant of endurance exercise performance. <i>Journal    of Applied Physiology, 108</i>, 454-456. doi: 10.1152/japplphysiol.00976.2009&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201400020001100024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marcora, S. M. (2011). Role of feedback from group III and IV muscle afferents    in perception of effort, muscle pain, and discomfort. <i>Journal of Applied    Physiology, 110</i>(5), 1499-1500. doi: 10.1152/japplphysiol.00146.2011&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201400020001100025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Noakes, T. D. (2004). Linear relationship between the perception of effort    and the duration of constant load exercise that remains. <i>Journal of Applied    Physiology, 96</i>(4), 1571-1573. doi: 10.1152/japplphysiol.01124.2003&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201400020001100026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Noakes, T. D., &amp; Marino, F. E. (2008). Does a central governor regulate    maximal exercise during combined arm and leg exercise? A rebuttal. <i>European    Journal of Applied Physiology, 101</i>(5), 603-611. doi: 10.1007/s00421-008-0817-4&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201400020001100027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Noakes, T. D., St Clair Gibson, A., &amp; Lambert, E. V. (2004). From catastrophe    to complexity: A novel model of integrative central neural regulation of effort    and fatigue during exercise in humans. <i>British Journal of Sports Medicine,    38</i>(4), 511-514. doi: 10.1136/bjsm.2003.009860&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201400020001100028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pires, F. O., Lima-Silva, A. E., Bertuzzi, R., Casarini, D. H., Kiss, M. A.,    Lambert, M. I., &amp; Noakes, T. D. (2011). The influence of peripheral afferent    signals on the rating of perceived exertion and time to exhaustion during exercise    at different intensities. <i>Psychophysiology, 48</i>(9), 1284-1290. doi: 10.1111/j.1469-8986.2011.01187.x  &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201400020001100029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Poole, D.C., Ward, S.A., Gardner, G.W., &amp; Whipp, B.J. (1988). 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The anticipatory regulation of performance:    The physio-logical basis for pacing strategies and the development of a perception-based    model for exercise performance. <i>British Journal of Sports medicine, 43</i>(6),    392-400. doi: 10.1136/bjsm.2008.050799.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201400020001100032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Wasserman, K., Kessel, A. L. V., &amp; Burton, G. G. (1967). 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