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<article-id pub-id-type="doi">10.6063/motricidade.10(3).2775</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Associação entre força, sarcopenia e obesidade sarcopénica com o desempenho funcional de idosas]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Association among strength, sarcopenia and sarcopenic obesity with functional performance in older women]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Both sarcopenia and sarcopenic obesity (SO) are geriatric conditions well known to be associated with negative outcomes in the elderly. However, its association with functional capacity needs to be further investigated. The purpose of the study was to verify the association among muscle strength, sarcopenia and SO with functional performance in older women. 137 women (67.76±5.67 years; 64.63±10.79 kg; 154.13±0.06 cm) underwent body composition evaluation through DXA. Functional performance was evaluated by tests as chair stand, Timed Up & Go, Arm Curl, and 6-Minute Walk. Muscle strength was evaluated with isokinetic dynamometry and hand grip strength. The prevalence of sarcopenia and SO were 13.9% and 23.4%, respectively. None of the functional variables differed according to sarcopenia classifications. Although volunteers classified as SO presented higher body fat percentage and lower fat-free mass, there was no difference compared to the functional tests. Conversely, both muscle strength measurements (i.e., knee extensors isokinetic and hand grip) were significantly associated to the functional tests. In summary, there was no association between the evaluated classifications of sarcopenia and SO with functional capacity. Nevertheless, muscle strength presented a significant and positive relationship with the functional tests in older women.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">Associa&#231;&#227;o entre for&#231;a, sarcopenia e obesidade sarcop&#233;nica   com o desempenho funcional de idosas </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Association   among strength, sarcopenia and sarcopenic obesity with functional performance in   older women</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Andr&#233; Bonadias Gadelha<sup>1,<a href="#end">*</a><a name="topo"></a></sup>; Maur&#237;lio   Tiradentes Dutra<sup>1</sup>; Ricardo Jac&#243; de Oliveira<sup>1</sup>; Marisete Peralta Safons<sup>1</sup>; Ricardo Moreno Lima<sup>1,<a href="#end">*</a></sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup><i >Universidade de Bras&#237;lia, Distrito Federal, Brasil</i> </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sarcopenia e obesidade sarcop&#233;nica (OS) s&#227;o condi&#231;&#245;es geri&#225;tricas   que apresentam consequ&#234;ncias negativas em idosos, entretanto, a associa&#231;&#227;o com   a capacidade funcional precisa ser mais investigada. O objetivo do estudo foi   verificar a associa&#231;&#227;o entre for&#231;a muscular, sarcopenia e OS com o desempenho   funcional de idosas. Participaram 137 volunt&#225;rias (67.76&#177;5.67 anos; 64.63&#177;10.79   kg; 154.13&#177;0.06 cm), submetidas &#224; an&#225;lise da composi&#231;&#227;o corporal atrav&#233;s de   DXA. O desempenho funcional foi avaliado por meio dos testes de levantar e   sentar, <i >Timed Up & Go</i>, flex&#227;o de   cotovelo e caminhada de 6 minutos. A for&#231;a muscular foi avaliada por meio da   dinamometria isocin&#233;tica e pela preens&#227;o manual (FPM). A preval&#234;ncia de   sarcopenia e de OS foi de 13.9% e 23.4%, respetivamente. Nenhuma das vari&#225;veis   funcionais diferiu significativamente entre as mulheres sarcop&#233;nicas e n&#227;o sarcop&#233;nicas.   As volunt&#225;rias classificadas com OS apresentaram maior percentual de gordura e   menor massa livre de gordura, por&#233;m, n&#227;o houve diferen&#231;a para as vari&#225;veis   funcionais. Em contrapartida, a for&#231;a muscular (i.e., pico de torque e FPM)   apresentou associa&#231;&#227;o com os testes funcionais. Os resultados indicam que n&#227;o   h&#225; associa&#231;&#227;o entre as classifica&#231;&#245;es estudadas de sarcopenia e OS com os   testes funcionais. Por&#233;m, a for&#231;a muscular apresenta rela&#231;&#227;o positiva com o desempenho funcional de idosas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>envelhecimento, sarcopenia, obesidade sarcop&#233;nica, desempenho funcional, for&#231;a muscular</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >ABSTRACT</b> </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Both   sarcopenia and sarcopenic obesity (SO) are geriatric conditions well known to   be associated with negative outcomes in the elderly. However, its association   with functional capacity needs to be further investigated. The purpose of the   study was to verify the association among muscle strength, sarcopenia and SO   with functional performance in older women. 137 women (67.76&#177;5.67 years;   64.63&#177;10.79 kg; 154.13&#177;0.06 cm) underwent body composition evaluation through   DXA. Functional performance was evaluated by tests as chair stand, Timed Up   & Go, Arm Curl, and 6-Minute Walk. Muscle strength was evaluated with isokinetic   dynamometry and hand grip strength. The prevalence of sarcopenia and SO were   13.9% and 23.4%, respectively. None of the functional variables differed   according to sarcopenia classifications. Although volunteers classified as SO   presented higher body fat percentage and lower fat-free mass, there was no   difference compared to the functional tests. Conversely, both muscle strength   measurements (i.e., knee extensors isokinetic and hand grip) were significantly   associated to the functional tests. In summary, there was no association   between the evaluated classifications of sarcopenia and SO with functional   capacity. Nevertheless, muscle strength presented a significant and positive relationship with the functional tests in older women. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>aging, sarcopenia, sarcopenic-obesity,   functional performance, muscle strength </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&#199;&#195;O</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Com o avan&#231;ar da idade observa-se uma perda progressiva de   massa livre de gordura (MLG), particularmente massa muscular, e uma   concomitante redu&#231;&#227;o da for&#231;a (Goodpaster et al., 2008). Rosenberg (1989)   referiu-se a esse fen&#243;meno como sarcopenia e atualmente a literatura utiliza   amplamente essa terminologia para relatar a perda de for&#231;a e massa muscular caracter&#237;stica   do envelhecimento (Cruz-Jentoft et al., 2010). Relatos pr&#233;vios fornecem evid&#234;ncia   de que a sarcopenia apresenta relevante implica&#231;&#227;o nos custos assistenciais em   sa&#250;de (Janssen, Shepard, Katzmarzyk, & Roubenoff, 2004). Digno de nota, tem   sido postulado que mulheres possuem menos massa magra quando comparadas aos   homens, e portanto apresentam maior risco para o acometimento das consequ&#234;ncias da sarcopenia (Newman et al., 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Embora a tem&#225;tica seja consistentemente estudada, a   identifica&#231;&#227;o de um ponto de corte para sarcopenia n&#227;o &#233; consensual. Outra vari&#225;vel   importante &#233; o aumento excessivo de massa gorda em idosos. Pesquisadores   norte-americanos demonstraram que, sem contemplar essa vari&#225;vel, indiv&#237;duos   obesos n&#227;o s&#227;o definidos como sarcop&#233;nicos embora sua massa muscular possa ser   insuficiente em rela&#231;&#227;o ao tamanho corporal total. Esta condi&#231;&#227;o &#233; reconhecida   como obesidade sarcop&#233;nica (OS) (Newman et al., 2003), e tem sido associada com   piores fun&#231;&#245;es f&#237;sicas do que em situa&#231;&#245;es somente de obesidade (Bouchard &   Janssen, 2010). A OS &#233; examinada como uma emergente causa de fragilidade entre   idosos (Jarosz & Bellar, 2009; Schrager et al., 2007). No Brasil,   pesquisadores identificaram um ponto de corte para a OS em mulheres brasileiras   (Oliveira et al., 2011). No entanto, estes autores levantaram a import&#226;ncia de   se determinar esta associa&#231;&#227;o com outras vari&#225;veis relacionadas &#224; sa&#250;de, tais   como a for&#231;a e fun&#231;&#227;o muscular. Especificamente &#233; de grande relev&#226;ncia   investigar a rela&#231;&#227;o entre o supracitado &#237;ndice com o desempenho funcional,   visto que a manuten&#231;&#227;o da autonomia constitui um dos principais desafios dos   cuidados aos idosos. Embora a combina&#231;&#227;o de baixa massa livre de gordura (MLG) e   alto percentual de gordura tenha recebido aten&#231;&#227;o da comunidade cient&#237;fica, sua associa&#231;&#227;o com testes funcionais requer mais estudos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os n&#237;veis reduzidos de for&#231;a muscular caracter&#237;sticos do   quadro de sarcopenia podem ter impacto na mobilidade e na efici&#234;ncia em realizar   as atividades da vida di&#225;ria dos idosos. De fato, estudos demonstram que este   decl&#237;nio de for&#231;a e MLG caracter&#237;stico do envelhecimento tem efeito negativo no   desempenho funcional dos indiv&#237;duos desta popula&#231;&#227;o (Jette & Branch, 1981).   Nessa mesma dire&#231;&#227;o, estudos cl&#225;ssicos apresentaram associa&#231;&#227;o entre for&#231;a e   velocidade da marcha (Bendall, Bassey, & Pearson, 1989), e pot&#234;ncia de   extensores do joelho com testes de desempenho funcional (Bassey et al., 1992).   N&#227;o obstante, os estudos dispon&#237;veis na literatura n&#227;o verificaram a associa&#231;&#227;o   entre pontos de corte para sarcopenia e OS com o desempenho funcional. Al&#233;m   disso, mensuraram a for&#231;a muscular por um m&#233;todo apenas. Dessa forma, o   presente estudo teve o objetivo de verificar a associa&#231;&#227;o entre for&#231;a muscular, sarcopenia e OS com o desempenho funcional de mulheres idosas. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>M&#201;TODO</b>   </font>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Participantes</b>   </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Ap&#243;s aplica&#231;&#227;o dos crit&#233;rios de exclus&#227;o, o estudo contou   com 137 volunt&#225;rias (67.76 &#177; 5.67 anos; 64.63 &#177; 10.79 kg; 154.13 &#177; 0.06 cm),   participantes de um Programa de Extens&#227;o desenvolvido na Universidade, o qual   oferece atividades f&#237;sicas, assist&#234;ncia m&#233;dica e psicol&#243;gica, avalia&#231;&#227;o   nutricional e aulas de idiomas para a comunidade idosa local. A amostra total   foi submetida &#224; avalia&#231;&#227;o da composi&#231;&#227;o corporal por meio da Absortometria de   Raios-X de Dupla Energia (DXA) e os pontos de corte dispon&#237;veis na literatura   para classifica&#231;&#227;o da sarcopenia (Baumgartner et al., 1998) e OS (Oliveira et   al., 2011) foram adotados. Todas as volunt&#225;rias realizaram uma bateria de   testes funcionais, incluindo caminhada de 6 minutos, teste de agilidade,   levantar e sentar da cadeira e flex&#227;o de cotovelo (Rikli, 2000; Rikli &   Jones, 2012). Ademais, a for&#231;a muscular foi avaliada, sendo uma parte da   amostra mensurada por meio do pico de torque (PT) isocin&#233;tico dos extensores do   joelho (n= 51) e o restante atrav&#233;s da for&#231;a de preens&#227;o manual (FPM) (n= 86).   Dessa forma, foi poss&#237;vel investigar a associa&#231;&#227;o da for&#231;a muscular avaliada   por dois m&#233;todos distintos, sendo um laboratorial e outro de f&#225;cil acesso   cl&#237;nico. </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Inicialmente, foi aplicado um question&#225;rio para obten&#231;&#227;o de   informa&#231;&#245;es concernentes a hist&#243;rico m&#233;dico e tratamento de reposi&#231;&#227;o hormonal.   Brevemente, o question&#225;rio colheu informa&#231;&#245;es sobre doen&#231;as previamente diagnosticadas,   uso de medicamentos, cirurgias realizadas, queixas de sa&#250;de e se faz ou j&#225; fez   tratamento de reposi&#231;&#227;o hormonal. As volunt&#225;rias passaram ainda por uma   avalia&#231;&#227;o m&#233;dica pr&#233;via. Os crit&#233;rios de exclus&#227;o adotados foram: incapacidade   de locomo&#231;&#227;o sem assist&#234;ncia, exist&#234;ncia de pr&#243;tese unilateral ou bilateral de   quadril, exist&#234;ncia de pr&#243;tese met&#225;lica, desordem metab&#243;lica ou end&#243;crina que   sabidamente afeta o sistema muscular esquel&#233;tico, anormalidade de condu&#231;&#227;o ou   perfus&#227;o card&#237;aca que contraindique a realiza&#231;&#227;o das avalia&#231;&#245;es propostas no   estudo. Esses crit&#233;rios foram identificados na aplica&#231;&#227;o do question&#225;rio   supracitado e no exame m&#233;dico previamente realizado. O presente estudo foi   aprovado pelo comit&#234; de &#233;tica da Universidade sob o protocolo CEP 108/2011.   Adicionalmente, todas as participantes assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos e Procedimentos</b>   </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Para verificar os n&#237;veis habituais de atividade f&#237;sica foi   utilizado a vers&#227;o curta do <i >International     Physical Activity Questionaire</i> (IPAQ). O IPAQ foi desenvolvido como um   instrumento para monitorar, de forma padronizada, a atividade e inatividade   f&#237;sica em diversos pa&#237;ses do Mundo (Craig et al., 2003). O modelo usado no   presente estudo foi a tradu&#231;&#227;o oficial em portugu&#234;s da vers&#227;o curta,   previamente validada para a popula&#231;&#227;o brasileira (Matsudo et al., 2001; Pardini   et al., 2001). A avalia&#231;&#227;o leva em considera&#231;&#227;o a dura&#231;&#227;o e frequ&#234;ncia das atividades   f&#237;sicas realizadas numa semana, considerando-se apenas sess&#245;es superiores a 10   minutos cont&#237;nuos. O question&#225;rio foi administrado em entrevistas individuais conforme recomenda&#231;&#227;o de uso em pa&#237;ses em desenvolvimento.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A massa corporal foi mensurada por uma balan&#231;a digital da   marca Filizolla, com resolu&#231;&#227;o de 0.1 kg. Para a avalia&#231;&#227;o da estatura foi   utilizado um estadi&#243;metro de parede (CARDIOMED, Brasil), com resolu&#231;&#227;o de 0.1 cm. O &#205;ndice de Massa Corporal (IMC) foi calculado (kg/m&#178;). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A composi&#231;&#227;o corporal foi mensurada atrav&#233;s do DXA (General   Electric-GE modelo 8548 BX1L, ano 2005, tipo Lunar DPX, programa Encore 2010).   Ap&#243;s a retirada de assess&#243;rios met&#225;licos, as volunt&#225;rias foram posicionadas em   dec&#250;bito dorsal sobre a mesa do equipamento, totalmente centralizadas em   rela&#231;&#227;o &#224;s laterais da mesa. As participantes foram orientadas a se disporem   com os membros inferiores e superiores estendidos. Os membros superiores foram   posicionados lateralmente ao longo do corpo. Ap&#243;s an&#225;lise de toda a &#225;rea   corporal, os tecidos foram fracionados em Massa de Gordura (MG) e Massa Livre   de Gordura (MLG). O esqueleto apendicular foi isolado do tronco e da cabe&#231;a por   meio de linhas geradas pelo programa, as quais, em seguida, foram manualmente   ajustadas com precis&#227;o. Desta forma, foi poss&#237;vel encontrar o valor de MLG   Apendicular, a qual foi representada pelo somat&#243;rio da MLG dos membros   inferiores e superiores. Um &#250;nico indiv&#237;duo foi escaneado por seis dias   consecutivos e seu coeficiente de varia&#231;&#227;o foi de 0.9% e 1.9% para MLG e MG, respetivamente. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O c&#225;lculo para identifica&#231;&#227;o da sarcopenia utilizado foi   determinado a partir da MLG apendicular dividido pela estatura ao quadrado   (kg/m&#178;). As volunt&#225;rias que apresentaram o resultado desta equa&#231;&#227;o = 5.45 kg/m&#178; foram consideradas sarcop&#233;nicas (Baumgartner et al., 1998). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O &#237;ndice de OS foi definido com base na medida descrita   anteriormente (Newman et al., 2003). O ponto de corte adotado foi o descrito na   literatura proposto para mulheres brasileiras (Oliveira et al., 2011). A equa&#231;&#227;o de predi&#231;&#227;o da MLG apendicular gerada no estudo supracitado foi: </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">MLGA   = -14.529 + (17.989 &#215; estatura em metros) + (0.1307 &#215; massa gorda total em kg) </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desta forma, as volunt&#225;rias que apresentaram valor residual   menor ou igual a -3.4 foram classificadas como portadoras de MLG inadequada para a superf&#237;cie corporal, condi&#231;&#227;o denominada de OS. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a avalia&#231;&#227;o do desempenho funcional, foi utilizado um   protocolo composto por 4 testes (Rikli, 2000; Rikli & Jones, 2012). Os   testes utilizados foram: levantar e sentar da cadeira, flex&#227;o de cotovelo,   agilidade e caminhada de 6 minutos. Antes de dar in&#237;cio &#224; bateria de testes foi   feito aquecimento pr&#233;vio de 5 minutos, assim como uma alimenta&#231;&#227;o 2 horas   antes. As volunt&#225;rias foram orientadas ao uso de roupas leves e confort&#225;veis.   Os testes foram realizados no Centro Ol&#237;mpico da Faculdade de Educa&#231;&#227;o F&#237;sica   da Universidade. O teste de levantar da cadeira iniciou com a volunt&#225;ria   sentada na cadeira de 43 cm de altura. Ao sinal de in&#237;cio, a avaliada levantava   e retornava a posi&#231;&#227;o inicial e repetia esses movimentos durante 30 segundos,   sendo registrada a quantidade m&#225;xima de repeti&#231;&#245;es completas. O teste de   agilidade adotado foi o <i >Timed Up & Go</i>,   no qual a avaliada levanta de uma cadeira, caminha o mais rapidamente poss&#237;vel,   contorna um cone a tr&#234;s metros de dist&#226;ncia e retorna &#224; posi&#231;&#227;o inicial, sendo   registado o menor tempo de tr&#234;s tentativas. O teste de caminhada foi implementado   num circuito de 45.7 metros, sendo registrada a dist&#226;ncia percorrida durante   seis minutos. O teste de flex&#227;o de cotovelo era iniciado com as volunt&#225;rias   sentadas numa cadeira, coluna ereta, com o bra&#231;o dominante segurando um haltere   de 5 libras, sendo registado o n&#250;mero de flex&#245;es de cotovelo realizadas em 30 segundos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As participantes submetidas &#224; avalia&#231;&#227;o de FPM, foram   instru&#237;das a sentarem, confortavelmente, se posicionarem com o cotovelo fletido   a 90&#186;, antebra&#231;o em posi&#231;&#227;o neutra e, assim, pressionavam um dinam&#243;metro hidr&#225;ulico JAMAR. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a avalia&#231;&#227;o do PT dos extensores do joelho do membro   dominante, foi utilizado um dinam&#243;metro isocin&#233;tico (Biodex Medical System 3,   Shirley, NY). As avaliadas realizaram um aquecimento pr&#233;vio de 5 minutos em um cicloerg&#243;metro   com baixa carga. O protocolo consistiu de tr&#234;s s&#233;ries de contra&#231;&#245;es de extens&#227;o   do joelho em 60&#186;.s<sup>-1</sup>, com 30 segundos de intervalo de recupera&#231;&#227;o   (Bottaro, Russo, & Oliveira, 2005). O equipamento foi calibrado de acordo com as especifica&#231;&#245;es do fabricante antes de cada sess&#227;o de avalia&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>An&#225;lise Estat&#237;stica</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os dados foram expressos em m&#233;dia e desvio padr&#227;o. O   coeficiente de correla&#231;&#227;o de Pearson foi utilizado para verificar a rela&#231;&#227;o   entre as vari&#225;veis. Os valores de for&#231;a muscular foram divididos em quartis e o   desempenho nos testes funcionais foi comparado entre o quartil inferior e   superior por meio do teste <i >t</i> de <i >Student</i>. O software utilizado para as an&#225;lises foi o SPSS vers&#227;o 13.0, sendo o n&#237;vel de signific&#226;ncia adotado de <i >p</i>&#60; 0.05.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="/img/revistas/mot/v10n3/10n3a05t1.jpg">Tabela 1</a> apresenta as vari&#225;veis de acordo com a   classifica&#231;&#227;o da sarcopenia e da OS. A preval&#234;ncia de sarcopenia e de OS foi de   13.9% e 23.4%, respetivamente. Em rela&#231;&#227;o &#224; sarcopenia, foi observado que as   volunt&#225;rias classificadas como sarcop&#233;nicas apresentaram menor massa corporal,   IMC, MLG e PT. Nenhuma das vari&#225;veis funcionais diferiu significativamente   entre as sarcop&#233;nicas e n&#227;o sarcop&#233;nicas. Em rela&#231;&#227;o &#224; OS, as volunt&#225;rias classificadas   como OS apresentaram massa corporal e percentual de gordura significativamente   maiores enquanto a MLG foi significativamente inferior. Ademais, foi observado   tend&#234;ncia para diferen&#231;a significativa entre OS e n&#227;o OS no teste de caminhada   de 6 min (<i >p</i>= 0.09) e na avalia&#231;&#227;o de for&#231;a por meio do PT isocin&#233;tico (<i >p</i>= 0.07).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">O relacionamento entre as vari&#225;veis de performance funcional   e ambas as avalia&#231;&#245;es de for&#231;a &#233; apresentado na <a href="/img/revistas/mot/v10n3/10n3a05t2.jpg">Tabela 2</a>. Em rela&#231;&#227;o &#224; FPM, foi   poss&#237;vel observar correla&#231;&#227;o positiva e significativa com o teste de caminhada.   As duas medidas de for&#231;a, tanto PT isocin&#233;tico quanto FPM, apresentaram   correla&#231;&#227;o inversa e significativa com o teste de agilidade. A flex&#227;o de cotovelo correlacionou-se significativamente com o PT isocin&#233;tico. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">A <a href="/img/revistas/mot/v10n3/10n3a05t3.jpg">Tabela 3</a> apresenta a compara&#231;&#227;o do desempenho funcional   entre as classificadas com baixa e alta for&#231;a muscular. Ap&#243;s a divis&#227;o dos   valores de for&#231;a em quartis, foi realizada uma compara&#231;&#227;o do desempenho na   bateria de testes funcionais entre os quartis inferiores e superiores dos   n&#237;veis de for&#231;a. Neste sentido, foram inclu&#237;das no quartil PT isocin&#233;tico inferior   as participantes que apresentaram um valor abaixo de 92.51 Nm, enquanto as do   quartil PT isocin&#233;tico superior foram aquelas com valores maiores que 121.49   Nm. A FPM inferior contemplou as participantes que apresentaram valores iguais   ou inferiores a 19.00 kgf e FPM superior os valores iguais ou acima de 28.00   kgf. De forma geral, as volunt&#225;rias classificadas nos quartis superiores   demonstraram melhor desempenho nos testes funcionais (<a href="/img/revistas/mot/v10n3/10n3a05t3.jpg">Tabela 3</a>), entretanto,   essas diferen&#231;as atingiram signific&#226;ncia estat&#237;stica para o teste de caminhada   e agilidade, al&#233;m de uma tend&#234;ncia para a flex&#227;o de cotovelo (<i >p</i>= 0.07).  </font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&#195;O</b>      </font>     <p><font size="2" face="Verdana">Consistente com achados pr&#233;vios (Bassey et al., 1992;   Bendall et al., 1989; Bottaro et al., 2005; Oliveira et al., 2009), os   resultados do presente estudo sugerem que ambas as avalia&#231;&#245;es de for&#231;a muscular   est&#227;o associadas ao desempenho funcional de idosos. Adicionalmente, os pontos   de corte utilizados para a classifica&#231;&#227;o de sarcopenia e OS n&#227;o se associaram aos resultados dos testes funcionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudos pr&#233;vios demonstraram uma associa&#231;&#227;o entre a FPM e a   capacidade funcional de mulheres idosas (Cooper, Kuh, & Hardy, 2010;   Krause, McIntosh, & Vallis, 2012). Pesquisadores ingleses encontraram forte   correla&#231;&#227;o entre as atividades instrumentais da vida di&#225;ria e a FPM de idosos,   al&#233;m de um risco elevado de incapacidade funcional para os sujeitos que apresentaram   baixos valores desta mensura&#231;&#227;o de for&#231;a (Seidel, Brayne, & Jagger, 2011).   Al&#233;m dos testes que simulam as atividades da vida di&#225;ria, outros fatores como o   equil&#237;brio podem influenciar a performance funcional desta popula&#231;&#227;o (Krause et   al., 2012). O mesmo estudo apresentou rela&#231;&#227;o direta entre FPM e for&#231;a de   extensores do joelho, MLG e vari&#225;veis relacionadas ao equil&#237;brio de sujeitos   com idade maior que 65 anos (Krause et al., 2012). Adicionalmente, a medida de   FPM apresentou capacidade de predi&#231;&#227;o para a mortalidade em indiv&#237;duos idosos (Cooper et al., 2010). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Na avalia&#231;&#227;o do PT isocin&#233;tico, foi observada rela&#231;&#227;o entre   alguns testes funcionais, refor&#231;ando os achados obtidos na medida de FPM. Em   conjunto, os resultados indicam que a for&#231;a muscular de indiv&#237;duos idosos   merece aten&#231;&#227;o e deve ser mantida em n&#237;veis adequados, consequentemente,   levando a uma melhor capacidade funcional e contribuindo para a promo&#231;&#227;o da   autonomia desta popula&#231;&#227;o. Os n&#237;veis de for&#231;a muscular do quadr&#237;ceps   apresentaram correla&#231;&#227;o negativa e significativa com os resultados do teste de   agilidade. Portanto, os resultados indicam que quanto maior a for&#231;a muscular,   menor ser&#225; o tempo de realiza&#231;&#227;o do teste. Adicionalmente, correla&#231;&#245;es   positivas foram encontradas com os testes de levantar e sentar e flex&#227;o de   cotovelo. Essas tarefas mensuradas s&#227;o compostas por gestos normalmente realizados   diariamente por idosos, e o presente resultado sugere que as mulheres que   envelhecem com for&#231;a preservada desempenham atividades quotidianas com maior   facilidade. N&#227;o obstante, a amostra do presente estudo foi composta por   mulheres, portanto &#233; importante que futuros estudos tamb&#233;m examinem esta associa&#231;&#227;o em homens. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A sarcopenia e a OS s&#227;o reportadas como um problema de sa&#250;de   p&#250;blica e uma importante causa de fragilidade entre os idosos (Jarosz &   Bellar, 2009); por&#233;m, pouco se estudou acerca de sua rela&#231;&#227;o com a performance   funcional dessa popula&#231;&#227;o. Os pontos de corte propostos para classifica&#231;&#227;o da   sarcopenia e da OS n&#227;o apresentaram associa&#231;&#227;o significativa com os testes de   performance funcional. A falta de consenso para identifica&#231;&#227;o dessas condi&#231;&#245;es   dificulta a compreens&#227;o da sua rela&#231;&#227;o com uma bateria de testes funcionais   espec&#237;fica. A an&#225;lise da composi&#231;&#227;o corporal, em especial o excesso de MG   advinda do processo de envelhecimento, tem sido apontada como vari&#225;vel   determinante na mensura&#231;&#227;o da OS em idosos (Waters & Baumgartner, 2011). O   consenso Europeu em defini&#231;&#227;o e diagn&#243;stico para a sarcopenia (Cruz-Jentoft et   al., 2010) reconhece tamb&#233;m a import&#226;ncia da qualidade muscular no diagn&#243;stico   da OS, pois a infiltra&#231;&#227;o de gordura no tecido muscular pode induzir uma   redu&#231;&#227;o na performance de trabalho (Visser et al., 2002). Portanto, &#233;   pertinente que para a identifica&#231;&#227;o da OS, bem como para a sarcopenia, devem-se   incluir vari&#225;veis como a massa corporal, a for&#231;a muscular e performance f&#237;sica   (Cruz-Jentoft et al., 2010); por&#233;m os m&#233;todos de identifica&#231;&#227;o ainda requerem   estudos futuros. Os resultados do presente estudo refor&#231;am a necessidade da   avalia&#231;&#227;o da fun&#231;&#227;o muscular na identifica&#231;&#227;o da sarcopenia e da OS, visto que   apenas medidas baseadas na composi&#231;&#227;o corporal n&#227;o apresentaram associa&#231;&#227;o com   os testes funcionais. Esses resultados podem ser comparados a um estudo   brit&#226;nico em que a FPM foi significativamente associada &#224; mortalidade por todas   as causas, enquanto o volume muscular e outros &#237;ndices da composi&#231;&#227;o corporal   n&#227;o apresentaram associa&#231;&#227;o (Gale, Martyn, Cooper, & Sayer, 2007). Os dados   apresentados demonstraram que a avalia&#231;&#227;o da for&#231;a muscular constitui uma   mensura&#231;&#227;o a ser incorporada nas avalia&#231;&#245;es de rotina cl&#237;nica dos profissionais de sa&#250;de direcionados a idosos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Visto essas consequ&#234;ncias negativas e o impacto que a   sarcopenia imp&#245;e aos custos assistenciais em sa&#250;de (Janssen et al., 2004), fica   clara a import&#226;ncia de interven&#231;&#245;es que minimizam a perda de for&#231;a muscular comumente   observada com o avan&#231;ar da idade. Reduzida massa e for&#231;a muscular verificadas   nos idosos tem sido em parte atribu&#237;das aos menores n&#237;veis de atividade f&#237;sica   observados nessa popula&#231;&#227;o (Carmeli, Reznick, Coleman, & Carmeli, 2000). De   facto, foi demonstrado anteriormente que um programa de atividade f&#237;sica pode   alterar favoravelmente fen&#243;tipos relacionados &#224; sarcopenia e a OS (Goodpaster   et al., 2008). Em particular, o treino resistido vem sendo consistentemente   apontado como eficaz interven&#231;&#227;o para o aumento de for&#231;a muscular de indiv&#237;duos   idosos (Evans, 1996; Rabelo et al., 2011). De forma interessante, foi previamente   demonstrado que um programa de treino resistido promoveu melhoria no desempenho   funcional de idosos (Rabelo, Oliveira, & Bottaro, 2004). Esses autores   encontraram evid&#234;ncias de que exerc&#237;cios resistidos de baixa e alta intensidade   realizados durante 12 semanas foram capazes de melhorar a for&#231;a muscular e a   capacidade de realizar atividades que simulam a vida di&#225;ria, resultados   corroborados posteriormente na literatura (Ikezoe, Tsutou, Asakawa, &   Tsuboyama, 2005). Dessa forma, um programa de atividade f&#237;sica que contemple o   treino resistido parece ser uma interven&#231;&#227;o interessante, n&#227;o s&#243; por aumentar   os n&#237;veis de for&#231;a, mas tamb&#233;m por atuar positivamente em fatores de risco para perda de autonomia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&#213;ES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Com base nos resultados observados, conclui-se que n&#227;o houve   associa&#231;&#227;o entre sarcopenia e OS com a bateria de testes de desempenho   funcional. Entretanto, tanto o PT isocin&#233;tico dos extensores do joelho como a   FPM, apresentaram uma rela&#231;&#227;o positiva com o desempenho funcional de idosas.   Portanto, em mulheres idosas a for&#231;a muscular constitui um melhor preditor do desempenho funcional em compara&#231;&#227;o &#224; composi&#231;&#227;o corporal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Implica&#231;&#245;es para a Pr&#225;tica</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A presente investiga&#231;&#227;o apresenta importantes implica&#231;&#245;es   pr&#225;ticas, especialmente pelo fato de que os resultados indicam que a an&#225;lise   das consequ&#234;ncias funcionais da sarcopenia e da OS deve considerar a avalia&#231;&#227;o   da for&#231;a muscular em conjunto com a composi&#231;&#227;o corporal. Ademais, o estudo   indica a relev&#226;ncia de se manter a for&#231;a muscular em n&#237;veis adequados durante o   envelhecimento, favorecendo a realiza&#231;&#227;o das atividades di&#225;rias e consequentemente   a autonomia funcional da popula&#231;&#227;o idosa. Neste sentido, programas de atividade   f&#237;sica para idosas que contemplem o treino resistido constituem interven&#231;&#227;o   interessante, n&#227;o s&#243; por aumentarem os n&#237;veis de for&#231;a, mas tamb&#233;m por atuarem positivamente em fatores de risco para perda de autonomia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&#202;NCIAS </b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bassey, E. J., Fiatarone, M. A., O'Neill, E.   F., Kelly, M., Evans, W. J., & Lipsitz, L. A. (1992). Leg extensor power and functional performance   in very old men and women. <i >Clinical     Science, 82</i>(3), 321-327. doi: 10.1042/cs0820321 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000063&pid=S1646-107X201400030000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Baumgartner, R., Koehler, K., Gallagher, D., Romero, L., Heymsfield, S.,   Ross, R., ... Lindeman, R. (1998). Epidemiology of sarcopenia among the elderly   in New Mexico. <i >American Journal of     Epidemiology, 147</i>(8), 755-763.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S1646-107X201400030000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bendall, M. J., Bassey, E. J., & Pearson, M. B. (1989). Factors   affecting walking speed of elderly people. <i >Age     and Ageing, 18</i>(5), 327-332.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-107X201400030000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bottaro, M., Russo, A., & Oliveira, R. J. (2005). The effects of   rest interval on quadriceps torque during an isokinetic testing protocol in   elderly. <i >Journal of Sports Science and     Medicine, 4</i>, 285-290.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-107X201400030000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bouchard, D. R., & Janssen, I. (2010). Dynapenic-obesity and   physical function in older adults. <i >Journal     of Gerontology: Medical Sciences, 65</i>(1), 71-77. doi: 10.1093/gerona/glp159 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201400030000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carmeli, E., Reznick, A. Z., Coleman, R., & Carmeli, V. (2000).   Muscle strength and mass of lower extremities in relation to functional   abilities in elderly adults. <i >Gerontology,     46</i>(5), 249-257. doi: 10.1159/000022168 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201400030000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cooper, R., Kuh, D., & Hardy, R. (2010). Objectively measured   physical capability levels and mortality: Systematic review and meta-analysis. <i >British Medical Journal, 341</i>, c4467.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201400030000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Craig, C. L., Marshall, A. L., Sjostrom, M., Bauman, A., Booth, M.,   Ainsworth, B., &#8230; Oja, P. (2003). International Physical Activity Questionnaire:   12-country reliability and validity. <i >Medicine     and Science in Sports and Exercise, 35</i>(8), 1381-1395. doi:   10.1249/01.MSS.0000078924.61453.FB </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201400030000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cruz-Jentoft, A. J., Baeyens, J. P., Bauer, J.   M., Boirie, Y., Cederholm, T., Landi, F., &#8230; Zamboni, M. (2010). Sarcopenia: European consensus on   definition and diagnosis: Report of the European Working Group on Sarcopenia in   Older People. <i >Age and Ageing, 39</i>(4),   412-423. doi: 10.1093/ageing/afq034 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201400030000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Evans, W. J. (1996). Reversing sarcopenia: How weight training can build   strength and vitality. <i >Geriatrics, 51</i>(5),   46-47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201400030000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gale, C. R., Martyn, C. N., Cooper, C., & Sayer, A. A. (2007). Grip   strength, body composition, and mortality. <i >International     Journal of Epidemiology, 36</i>(1), 228-235. doi: 10.1093/ije/dyl224 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201400030000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Goodpaster, B. H., Chomentowski, P., Ward, B. K., Rossi, A., Glynn, N.   W., Delmonico, M. J., ... Newman, A. B. (2008). Effects of physical activity on   strength and skeletal muscle fat infiltration in older adults: a randomized   controlled trial. <i >Journal of Applied     Physiology, 105</i>(5), 1498-1503. doi: 10.1152/japplphysiol.90425.2008 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201400030000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ikezoe, T., Tsutou, A., Asakawa, Y., & Tsuboyama, T. (2005). Low   intensity training for frail elderly women: Long-term effects on motor function   and mobility. <i >Journal of Physical Therapy     Science, 17</i>, 43-49.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201400030000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Janssen, I., Shepard, D. S., Katzmarzyk, P. T., & Roubenoff, R.   (2004). The healthcare costs of sarcopenia in the United States. <i >Journal of the American Geriatrics Society,     52</i>(1), 80-85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201400030000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jarosz, P. A., & Bellar, A. (2009). Sarcopenic obesity: An emerging cause of   frailty in older adults. <i >Geriatric     Nursing, 30</i>(1), 64-70.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201400030000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jette, A. M., & Branch, L. G. (1981). The Framingham Disability   Study: II. Physical disability among the aging. <i >American Journal of Public Health, 71</i>(11), 1211-1216.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201400030000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Krause, K. E., McIntosh, E. I., & Vallis, L. A. (2012). Sarcopenia   and predictors of the fat free mass index in community-dwelling and assisted-living   older men and women. <i >Gait &   Posture, 35</i>(2), 180-185. doi: 10.1016/j.gaitpost.2011.09.003 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201400030000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Matsudo, S., Ara&#250;jo, T., Matsudo, V., Andrade,   D., Andrade, E., Oliveira, L. C., & Braggion, G. (2001). Questin&#225;rio   internacional de atividade f&#237;sica(IPAQ): Estudo de validade e reprodutibilidade   no Brasil. <i >Revista Brasileira de Atividade     F&#237;sica e Sa&#250;de, 6</i>(2), 5-18.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201400030000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Newman, A. B., Kupelian, V., Visser, M.,   Simonsick, E., Goodpaster, B., Nevitt, M., &#8230; Harris, T. B. (2003). Sarcopenia: Alternative definitions and   associations with lower extremity function. <i >Journal     of the American Geriatrics Society, 51</i>(11), 1602-1609.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201400030000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Oliveira, R. J., Bottaro, M., Junior, J. T., Farinatti, P. T., Bezerra,   L. A., & Lima, R. M. (2011). Identification of sarcopenic obesity in postmenopausal   women: A cutoff proposal. <i >Brazilian Journal     of Medical and Biological Research, 44</i>(11), 1171-1176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201400030000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Oliveira, R. J., Bottaro, M., Mota, A. M., Pitanga, F., Guido, M.,   Leite, T. K. M., ... Lima, R. M. (2009). Association between sarcopenia-related   phenotypes and aerobic capacity indexes of older women. <i >Journal of Sports Science and Medicine, 8</i>, 337-343.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201400030000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pardini, R., Matsudo, S. M., Ara&#250;jo, T., Matsudo, V., Andrade, E.,   Braggion, G., ... Raso, V. (2001). Valida&#231;&#227;o do question&#225;rio   internacional de n&#237;vel de atividade f&#237;sica (IPAQ - vers&#227;o 6): Estudo piloto em   adultos jovens brasileiros. <i >Revista     Brasileira de Ci&#234;ncia e Movimento, 9</i>, 45-51.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201400030000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rabelo, H. T., Bezerra, L. A., Terra, D. F.,   Lima, R. M., Silva, M. A., Leite, T. K., & Oliveira, R. J. (2011). Effects of 24 weeks of progressive resistance   training on knee extensors peak torque and fat-free mass in older women. <i >Journal of Strength and Conditioning Research,     25</i>(8), 2298-2303. doi: 10.1519/JSC.0b013e3181e86106 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201400030000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rabelo, H. T., Oliveira, R. J., & Bottaro, M. (2004). Effects of   resistance training on activities of daily living in older women. <i >Biology of Sport, 21</i>, 325-336.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201400030000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->  </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rikli, R. E. (2000). Reliability, validity, and methodological issues in   assessing physical activity in older adults. <i >Research Quarterly for Exercise and Sport, 71</i>, S89-96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201400030000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rikli, R. E., & Jones, C. J. (2012). Development and validation of   criterion-referenced clinically relevant fitness standards for maintaining   physical independence in later years. <i >The     Gerontologist, 53</i>(2), 255-267. doi: 10.1093/geront/gns071 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201400030000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rosenberg, I. H. (1989). Epidemiologic and methodologic problems in   determining nutritional status of older persons. <i >The American Journal of Clinical Nutrition, 50</i>, 1121-1235.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201400030000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Schrager, M. A., Metter, E. J., Simonsick, E., Ble, A., Bandinelli, S.,   Lauretani, F., & Ferrucci, L. (2007). Sarcopenic obesity and inflammation   in the InCHIANTI study. <i >Journal of     Applied Physiology, 102</i>(3), 919-925. doi: 10.1152/japplphysiol.00627.2006 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201400030000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Seidel, D., Brayne, C., & Jagger, C. (2011). Limitations in physical   functioning among older people as a predictor of subsequent disability in instrumental   activities of daily living. <i >Age and     Ageing, 40</i>(4), 463-469. doi: 10.1093/ageing/afr054 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201400030000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Visser, M., Kritchevsky, S., Goodpaster, B., Newman, A. B., Nevitt, M.,   Stamm, E., & Harris, T. B. (2002). Leg muscle mass and composition in relation   to lower extremity performance in men and women aged 70 to 79: The health,   aging and body composition study. <i >Journal     of the American Geriatrics Society, 50</i>(5), 897-904.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201400030000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Waters, D., & Baumgartner, R. (2011). Sarcopenia and obesity. <i >Clinics in Geriatric Medicine, 27</i>,   401-421. doi: 10.1016/j.cger.2011.03.007  </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201400030000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b >Agradecimentos:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">&#192; Coordena&#231;&#227;o de Aperfei&#231;oamento de Pessoal de   N&#237;vel Superior (CAPES).    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><b >Conflito de Interesses:</b> </font>    <br>   <font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.    <br>   </font><font size="2" face="Verdana"><b >Financiamento:</b>     <br>   </font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 05.07.2013; 1&#170; Revis&#227;o 06.09.2013;   2&#170; Revis&#227;o 03.12.2013; Aceite 17.01.2014 </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i >Autor correspondente</i>:   Universidade de Bras&#237;lia (UnB), Campus Universit&#225;rio Darcy Ribeiro, Faculdade de Educa&#231;&#227;o F&#237;sica, CEP: 70910-900 Bras&#237;lia &#8211; Distrito Federal, Brasil; <i >E-mail</i>: <a href="mailto:andrebonadias@gmail.com">andrebonadias@gmail.com</a></font></p>     ]]></body>
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