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<article-id pub-id-type="doi">10.6063/motricidade.10(4).2731</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Prática de caminhada, atividade física moderada e vigorosa e fatores associados em estudantes do primeiro ano de uma instituição de ensino superior]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade do Estado de Santa Catarina  ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The changes that occur with the beginning of university life may interfere with the practice of physical activities by students. The aim was to investigate the association between the practice of walking, moderate and vigorous physical activities with sociodemographic factors and weight status in freshman students in the first semester of the first year of a public university in Florianopolis/SC. This study assessed198 students (86 men and 112 women). The practice of physical activities was collected with the International Physical Activity Questionnaire - IPAQ, short version. Students of human and educational sciences reported higher amounts of moderate physical activity when compared to health and exact science counterparts (p< 0.05). It was verified that male students, from higher economic status, from the health sciences, and full-time students showed higher time of practice of vigorous physical activity (p< 0.05). Significant associations were also observed between study period and walking, and between gender, scientific field and vigorous physical activity. It was concluded that the variables associated with the practice of physical activity differ according to the type and intensity of physical activity.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"> <b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p align="right">&nbsp;</p>      <p><b><font size="4" face="Verdana">Pr&#225;tica de caminhada, atividade f&#237;sica moderada e   vigorosa e fatores associados em estudantes do primeiro ano de uma institui&#231;&#227;o de ensino superior</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">Practice of   walking, moderate and vigorous physical activity and  associated factors in first year undergraduate students</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Gaia Salvador Claumann<sup>1,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a>; &#201;rico Felden   Pereira<sup>1</sup>; Andreia Pelegrini<sup>1</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup><i >Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Florian&#243;polis, Brasil</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b >RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As mudan&#231;as ocorridas com o in&#237;cio da vida   universit&#225;ria podem interferir na pr&#225;tica de atividades f&#237;sicas de   universit&#225;rios. Como tal, o presente estudo pretendeu investigar a associa&#231;&#227;o   entre a pr&#225;tica de caminhada e atividades f&#237;sicas moderadas e vigorosas com os   fatores sociodemogr&#225;ficos e <i >status</i> do   peso em estudantes ingressantes no primeiro semestre do primeiro ano de uma   universidade p&#250;blica da regi&#227;o de Florian&#243;polis/SC. Participaram no estudo 198   universit&#225;rios (86 homens e 112 mulheres). A pr&#225;tica de atividades f&#237;sicas foi   coletada por meio do Question&#225;rio Internacional de Atividade F&#237;sica &#8211; IPAQ,   vers&#227;o curta. Os estudantes das ci&#234;ncias humanas e da educa&#231;&#227;o reportaram   praticar maior quantidade de atividade f&#237;sica moderada quando comparados aos   estudantes das &#225;reas da sa&#250;de e exatas (<i >p</i><   0.05). Ademais, verificou-se que os alunos do sexo masculino, de n&#237;vel econ&#243;mico   alto, da &#225;rea da sa&#250;de e aqueles que n&#227;o trabalham apresentaram tempo mais   elevado de pr&#225;tica de atividade f&#237;sica vigorosa (<i >p</i>< 0.05). Verificou-se, por meio da an&#225;lise de regress&#227;o linear,   uma associa&#231;&#227;o entre o turno de estudo e a caminhada, e entre as vari&#225;veis sexo   e &#225;rea de conhecimento e a atividade f&#237;sica vigorosa. Conclui-se que a   associa&#231;&#227;o das vari&#225;veis com a pr&#225;tica de atividade f&#237;sica em estudantes   universit&#225;rios do primeiro ano varia conforme o tipo e a intensidade de atividade f&#237;sica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> atividade f&#237;sica, estudantes universit&#225;rios, promo&#231;&#227;o da sa&#250;de</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b >ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   changes that occur with the beginning of university life may interfere with the   practice of physical activities by students. The aim was to investigate the   association between the practice of walking, moderate and vigorous physical   activities with sociodemographic factors and weight status in freshman students   in the first semester of the first year of a public university in Florianopolis/SC.   This study assessed198 students (86 men and 112 women). The practice of   physical activities was collected with the International Physical Activity   Questionnaire &#8211; IPAQ, short version. Students of human and educational sciences   reported higher amounts of moderate physical activity when compared to health   and exact science counterparts (<i >p</i><   0.05). It was verified that male students, from higher economic status, from   the health sciences, and full-time students showed higher time of practice of   vigorous physical activity (<i >p</i><   0.05). Significant associations were also observed between study period and   walking, and between gender, scientific field and vigorous physical activity. It   was concluded that the variables associated with the practice of physical activity differ according to the type and intensity of physical activity.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> physical activity, college students, health promotion</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">INTRODU&#199;&#195;O</font></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A pr&#225;tica regular de atividades f&#237;sicas tem um papel   preponderante na promo&#231;&#227;o de um estilo de vida saud&#225;vel, o que se evidencia por   meio dos in&#250;meros benef&#237;cios f&#237;sicos, psicol&#243;gicos e sociais que proporciona em   todas as idades (Dias et al., 2008). Apesar destas evid&#234;ncias, a maioria dos   jovens n&#227;o atinge os n&#237;veis m&#237;nimos recomendados de atividade f&#237;sica (Farias   J&#250;nior, 2008) e esta pr&#225;tica tende a diminuir com o avan&#231;o da idade, sendo que   decl&#237;nios mais acentuados s&#227;o observados entre o fim da adolesc&#234;ncia (15 a 18   anos) e o in&#237;cio da idade adulta (20 a 25 anos) (Marcondelli, Costa, &   Schmitz, 2008). Conforme dados do Censo da Educa&#231;&#227;o Superior realizado pelo   Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais An&#237;sio Teixeira (INEP, 2010) a   idade mais frequente em que os jovens brasileiros ingressam no ensino superior   &#233; 19 anos. Desta forma estudantes universit&#225;rios, especialmente do 1&#186; ano, podem constituir um grupo de risco aos n&#237;veis insuficientes de atividade f&#237;sica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudos recentes que analisaram o n&#237;vel de atividade f&#237;sica   em universit&#225;rios corroboram estas informa&#231;&#245;es (Dias et al., 2008; Madureira,   Corseuil, Pelegrini, & Petroski, 2009; Marcondelli et al., 2008). Os   resultados encontrados por Sousa (2011), numa revis&#227;o sistem&#225;tica sobre a   inatividade f&#237;sica em universit&#225;rios brasileiros, apontam para elevada   preval&#234;ncia de indiv&#237;duos inativos ou insuficientemente ativos fisicamente, o   que tamb&#233;m tem sido verificado em estudos internacionais (Hawker, 2012;   Musharrafieh et al., 2008; Raynor, & Jankowiak, 2010), independente da &#225;rea   de conhecimento dos estudantes pesquisados e do instrumento utilizado para   mensurar a atividade f&#237;sica. Este quadro pode ser explicado devido &#224;s situa&#231;&#245;es   inerentes ao processo de transi&#231;&#227;o da adolesc&#234;ncia para a idade adulta, caracterizado   por intensas altera&#231;&#245;es biol&#243;gicas e instabilidade psicossocial (Vieira,   Priore, Ribeiro, Franceschini, & Almeida, 2002). Deve-se considerar,   tamb&#233;m, as mudan&#231;as oriundas do ingresso no meio universit&#225;rio como novas   rela&#231;&#245;es sociais e ado&#231;&#227;o de novos comportamentos. Outro aspeto que pode   interferir &#233; o distanciamento da fam&#237;lia que normalmente ocorre com o in&#237;cio da   vida universit&#225;ria, quando os jovens experimentam o sentimento de liberdade e independ&#234;ncia e passam a ter autonomia sobre seus atos (Vieira et al., 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste sentido, as altera&#231;&#245;es podem implicar diretamente nos   n&#237;veis de atividade f&#237;sica, tendo em vista que o decl&#237;nio da pr&#225;tica de atividade   f&#237;sica est&#225; relacionado a esta independ&#234;ncia, pois durante o ensino m&#233;dio o   jovem &#233; obrigado a participar de atividades, ao menos as curriculares, enquanto na universidade a pr&#225;tica passa a ser volunt&#225;ria (Dias et al., 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante do exposto, tem crescido o interesse dos   pesquisadores sobre a tem&#225;tica e, consequentemente, o n&#250;mero de publica&#231;&#245;es   (Sousa, 2011). Por&#233;m, s&#227;o escassas informa&#231;&#245;es a respeito da associa&#231;&#227;o dos   diferentes tipos e intensidade de atividade f&#237;sica (pr&#225;tica de caminhada,   atividade f&#237;sica moderada e vigorosa), vari&#225;veis sociodemogr&#225;ficas e <i >status</i> do peso. Neste sentido, &#233; importante   verificar se os fatores se associam de maneira semelhante aos tipos e   intensidades de atividades f&#237;sicas. Portanto, o presente estudo tem como   objetivo investigar a associa&#231;&#227;o entre a pr&#225;tica de caminhada e atividades f&#237;sicas   moderadas e vigorosas com os fatores sociodemogr&#225;ficos e <i >status</i> do peso em estudantes ingressantes no primeiro semestre de uma universidade p&#250;blica da regi&#227;o de Florian&#243;polis/SC.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">M&#201;TODO</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Trata-se de um estudo transversal que faz parte do projeto   &#8220;N&#237;vel de atividade f&#237;sica e percep&#231;&#227;o da imagem corporal em universit&#225;rios   ingressantes&#8221;, aprovado pelo Comit&#234; de &#201;tica em Pesquisas com Seres Humanos da Universidade do Estado de Santa Catarina (Protocolo n&#186; 63452/2012).</font></p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Participantes</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A popula&#231;&#227;o deste estudo foi constitu&#237;da por alunos   ingressantes no ensino superior no primeiro semestre de 2012 em cursos de uma   universidade p&#250;blica cujos centros de ensino est&#227;o situados na regi&#227;o de   Florian&#243;polis, Santa Catarina. Para o procedimento de sele&#231;&#227;o amostral,   primeiramente, foi realizado um levantamento dos centros situados na regi&#227;o de   Florian&#243;polis, dos cursos de gradua&#231;&#227;o e do n&#250;mero de vagas oferecidas para   cada curso no vestibular que possibilita acesso &#224; institui&#231;&#227;o. Os dados foram pesquisados no site da Universidade em abril de 2012.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O centro em que se encontram os cursos das ci&#234;ncias exatas   oferece no primeiro semestre letivo 170 vagas, sendo 80 para o curso de   Administra&#231;&#227;o Empresarial (40 para o per&#237;odo vespertino e 40 para o noturno),   50 para o curso de Administra&#231;&#227;o P&#250;blica e 40 para o curso de Economia. No   centro dos cursos da &#225;rea da sa&#250;de h&#225; 90 vagas, destas, 60 para o curso de Educa&#231;&#227;o   F&#237;sica (30 para Bacharelado e 30 para Licenciatura) e 30 para Fisioterapia. O   centro em que s&#227;o ministrados cursos das ci&#234;ncias humanas e da educa&#231;&#227;o   possibilita o ingresso de 80 alunos, 40 para o curso de Hist&#243;ria e 40 para   Pedagogia. Desta forma, a popula&#231;&#227;o da presente pesquisa consistiu em 340 alunos ingressantes na universidade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Para o c&#225;lculo do tamanho amostral foram utilizados os procedimentos   sugeridos por Luiz e Magnanini (2000), considerando-se uma preval&#234;ncia de 85%   de ativos fisicamente (Ferrari et al., 2012), intervalo de confian&#231;a de 95%   (IC95%), erro amostral de 4%, efeito do desenho de 1% e acr&#233;scimo de 15% como   poss&#237;vel perda amostral. Foi utilizada a amostragem estratificada proporcional   por centro de ensino. Com base neste c&#225;lculo, estimou-se a necessidade de   avaliar 186 universit&#225;rios, sendo 93 da &#225;rea das ci&#234;ncias exatas, 49 da &#225;rea da sa&#250;de e 44 das ci&#234;ncias humanas e da educa&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram inclu&#237;dos na presente pesquisa os estudantes   universit&#225;rios presentes em sala de aula no momento da coleta de dados e que   aceitaram participar voluntariamente do estudo ao assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido.</font></p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Instrumentos e Procedimentos</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O n&#237;vel econ&#243;mico dos indiv&#237;duos foi avaliado por meio do   question&#225;rio da Associa&#231;&#227;o Brasileira de Empresas de Pesquisa (ABEP, 2012), que   visa estimar o poder de compra das pessoas e fam&#237;lias e o grau de instru&#231;&#227;o do   chefe de fam&#237;lia, sendo distribu&#237;dos em estratos (A1, A2, B1, B2, C, D, E). Os   estratos econ&#243;micos foram agrupados e considerados em n&#237;vel alto (A1, A2 e B1),   m&#233;dio (B2 e C) e baixo (D e E). Nenhum universit&#225;rio foi classificado em n&#237;vel econ&#243;mico   baixo, pelo que no presente estudo s&#227;o apresentadas apenas as categorias alto e m&#233;dio.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A massa corporal e a estatura foram coletadas por meio de   medidas autorreportadas pelos universit&#225;rios. Segundo a literatura, para esta   popula&#231;&#227;o, tratando-se de adultos em sua maioria, a correspond&#234;ncia entre   medidas referidas e aferidas &#233; satisfat&#243;ria, de modo que o uso deste m&#233;todo tem   sido considerado uma alternativa vi&#225;vel em situa&#231;&#245;es em que n&#227;o &#233; poss&#237;vel a   obten&#231;&#227;o direta dessas informa&#231;&#245;es (Coqueiro, Borges, Ara&#250;jo, Pelegrini, &   Barbosa, 2009), ou quando &#233; preciso tornar o estudo mais r&#225;pido e acess&#237;vel   quanto aos custos (Silveira, Ara&#250;jo, Gigante, Barros, & Lima, 2005). A   classifica&#231;&#227;o do <i >status</i> do peso, a   partir do &#237;ndice de massa corporal (IMC), foi realizada por meio dos pontos de   corte estabelecidos pela Organiza&#231;&#227;o Mundial de Sa&#250;de (WHO, 1998). Em virtude   do n&#250;mero baixo de indiv&#237;duos classificados com baixo peso (n= 14) e obesidade   (n= 8), no presente estudo, estes foram agrupados e categorizados, respetivamente,   em eutr&#243;ficos (baixo peso + peso ideal) e excesso de peso (sobrepeso + obesidade).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para avalia&#231;&#227;o da pr&#225;tica de atividades f&#237;sicas foi   utilizada a vers&#227;o curta do Question&#225;rio Internacional de Atividade F&#237;sica   (IPAQ), sendo a mais indicada para utiliza&#231;&#227;o em popula&#231;&#245;es jovens (Guedes, Lopes, & Guedes, 2005).</font></p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">An&#225;lise Estat&#237;stica</font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na an&#225;lise descritiva das vari&#225;veis foram utilizadas m&#233;dias,   desvios padr&#227;o e distribui&#231;&#227;o de frequ&#234;ncia. A normalidade dos dados foi   analisada pelo teste Kolmogorov-Smirnov, e constatou-se que todas as vari&#225;veis   cont&#237;nuas n&#227;o apresentaram distribui&#231;&#227;o normal. A diferen&#231;a entre as m&#233;dias foi   verificada pelo teste <i >U</i> de   Mann-Whitney e Kruskall-Wallis. O c&#225;lculo do tamanho do efeito foi realizado   por meio da equa&#231;&#227;o: <i >effect size</i> =   valor do teste/ raiz quadrada do <i >n</i> de sujeitos (ou observa&#231;&#245;es) (Field, 2009, pp. 482, 502).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ademais, recorreu-se a an&#225;lise de regress&#227;o linear simples e   multivariada para verificar poss&#237;veis associa&#231;&#245;es dos tipos e intensidade de atividade f&#237;sica com as vari&#225;veis sociodemogr&#225;ficas e <i >status</i> do peso.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O n&#237;vel de signific&#226;ncia foi estabelecido em 5% e intervalo   de confian&#231;a de 95%. Todas as an&#225;lises foram realizadas no software Statistical Package for Social Sciences (SPSS) vers&#227;o 20.0.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Participaram do estudo 239 universit&#225;rios. Destes, 41 foram   exclu&#237;dos devido ao preenchimento incorreto ou incompleto do question&#225;rio,   totalizando uma amostra final de 198 acad&#233;micos (86 homens e 112 mulheres) com m&#233;dia de idade de 20.64 (DP= 4.56) anos, que representam 58.2% da popula&#231;&#227;o estudada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No presente estudo a maior parte da amostra tem idade   inferior a 20 anos (61.1%), n&#227;o trabalha (55.1%) e apresenta n&#237;vel econ&#243;mico   alto (61.1%). Ademais, a maioria dos acad&#233;micos estuda no per&#237;odo diurno   (73.2%) e o centro das ci&#234;ncias exatas &#233; onde se concentra o maior n&#250;mero de estudantes (48.5%).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Observou-se que poucos indiv&#237;duos se encontram em condi&#231;&#245;es   extremas de <i >status</i> do peso (baixo peso= 7.1%, obesidade= 4.0%), sendo a amostra predominantemente eutr&#243;fica </font><font size="2" face="Verdana">(69.2%). Ainda, verificou-se que os   homens apresentaram valores m&#233;dios estatisticamente superiores para as   vari&#225;veis idade, massa corporal, estatura e IMC quando comparados &#224;s mulheres (<a href="/img/revistas/mot/v10n4/10n04a03t1.jpg">Tabela 1</a>).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v10n4/10n04a03t2.jpg">tabela 2</a> s&#227;o apresentados os valores m&#233;dios da   participa&#231;&#227;o em caminhada, atividade f&#237;sica moderada e vigorosa de acordo com o   sexo, faixa et&#225;ria, n&#237;vel econ&#243;mico, turno de estudo, &#225;rea de conhecimento,   trabalho e <i >status</i> do peso. Na compara&#231;&#227;o   entre as m&#233;dias, observou-se diferen&#231;a na quantidade de atividade f&#237;sica   moderada praticada entre as &#225;reas de conhecimento, com valores superiores para   a &#225;rea das ci&#234;ncias humanas e da educa&#231;&#227;o em rela&#231;&#227;o &#224;s demais (<i >p</i>< 0.05; tamanho de efeito= 0.38). Os   acad&#233;micos do sexo masculino (tamanho de efeito= 0.15), de n&#237;vel socioecon&#243;mico   alto (tamanho de efeito= 0.14), da &#225;rea da sa&#250;de (tamanho de efeito=0.23) e aqueles   que n&#227;o trabalhavam (tamanho de efeito= 0.18) apresentaram maior tempo de participa&#231;&#227;o em atividade f&#237;sica vigorosa.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v10n4/10n04a03t3.jpg">tabela 3</a>, observam-se os fatores associados &#224; pr&#225;tica de   caminhada em universit&#225;rios ingressantes. Na an&#225;lise bruta, verificou-se   associa&#231;&#227;o apenas com a vari&#225;vel turno de estudo. Os acad&#233;micos que estudavam   no per&#237;odo noturno apresentam mais minutos/semana de caminhada do que aqueles que</font> <font size="2" face="Verdana">estudavam no per&#237;odo diurno. Esta   associa&#231;&#227;o permaneceu na an&#225;lise ajustada, sendo que os acad&#233;micos do turno noturno   praticam, aproximadamente, 102 minutos a mais de caminhada por semana do que seus pares.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v10n4/10n04a03t4.jpg">tabela 4</a>, observam-se os fatores associados &#224; pr&#225;tica de   atividade f&#237;sica moderada em universit&#225;rios ingressantes. Tanto na an&#225;lise   bruta quanto na ajustada, nenhuma associa&#231;&#227;o foi verificada entre a pr&#225;tica de   atividade f&#237;sica moderada e as vari&#225;veis independentes (<i >p</i>> 0.05).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v10n4/10n04a03t5.jpg">tabela 5</a>, observam-se os fatores associados &#224; pr&#225;tica de   atividade f&#237;sica vigorosa em universit&#225;rios ingressantes. Na an&#225;lise bruta, as   vari&#225;veis sexo e &#225;rea de conhecimento estiveram associadas ao desfecho, sendo   que os acad&#233;micos do sexo masculino e da &#225;rea da sa&#250;de praticam quantidade   superior de minutos por semana de atividades f&#237;sicas vigorosas. Na an&#225;lise   ajustada, os acad&#233;micos da &#225;rea da sa&#250;de apresentaram, aproximadamente, 128.5   minutos/semana a mais de atividade f&#237;sica vigorosa do que os das outras &#225;reas (exatas, humanas e da educa&#231;&#227;o).</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&#195;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Muitos estudos que investigaram o n&#237;vel de atividade f&#237;sica   utilizaram o IPAQ, vers&#227;o curta, e apresentaram como objetivo identificar a   preval&#234;ncia de indiv&#237;duos ativos e inativos fisicamente e os fatores associados (Maglione,</font> <font size="2" face="Verdana">& Hayman, 2009; Pelegrini, &   Petroski, 2009; Shuval, Weissblueth, Brezis, Araida, & DiPietro, 2009;   Souza, 2011; Zanchetta et al., 2010). O presente estudo se diferencia ao   investigar de maneira isolada a pr&#225;tica de diferentes tipos e intensidades de atividade f&#237;sica entre acad&#233;micos ingressantes no ensino superior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados deste apontam diferen&#231;as do tipo e intensidade   de atividade f&#237;sica em rela&#231;&#227;o &#224;s vari&#225;veis sociodemogr&#225;ficas. Os acad&#233;micos   das ci&#234;ncias humanas e da educa&#231;&#227;o apresentaram maior quantidade de pr&#225;tica de   atividade f&#237;sica moderada (379.8 min/sem), enquanto os universit&#225;rios da &#225;rea   da sa&#250;de revelaram pr&#225;tica superior de atividade f&#237;sica vigorosa (254.6   min/sem). Estes resultados podem ser justificados, em parte, pelo facto de que   os universit&#225;rios das &#225;reas humanas e da educa&#231;&#227;o apresentam faixa et&#225;ria mais   elevada (60% com idade superior a 20 anos), a maioria trabalha (67.5%) e   apresentam o menor n&#237;vel econ&#243;mico (60% n&#237;vel m&#233;dio). Em contrapartida, comparando   com as demais &#225;reas de conhecimento, os acad&#233;micos da &#225;rea da sa&#250;de (Educa&#231;&#227;o   F&#237;sica e Fisioterapia) apresentaram maior propor&#231;&#227;o no grupo et&#225;rio inferior a   20 anos (66.1%) e a maioria n&#227;o trabalha (61.3%). Em rela&#231;&#227;o &#224; caminhada,   estudar no turno noturno esteve associado &#224; maior pr&#225;tica de atividades desse   tipo. N&#227;o foram encontrados na literatura estudos que pudessem confirmar ou refutar essa informa&#231;&#227;o.</font>     <p><font size="2" face="Verdana">A an&#225;lise de regress&#227;o linear simples revelou associa&#231;&#227;o   entre a &#225;rea de conhecimento e a pr&#225;tica de atividades f&#237;sicas vigorosas, sendo   que os acad&#233;micos das ci&#234;ncias da sa&#250;de praticam, aproximadamente, 128.5   minutos a mais por semana de atividades dessa intensidade do que os das demais   &#225;reas. Ainda, entre os estudantes da &#225;rea da sa&#250;de, os da Educa&#231;&#227;o F&#237;sica   (Bacharelado e Licenciatura) s&#227;o os que apresentam maior pr&#225;tica em atividades   mais intensas (dados n&#227;o apresentados). Esses resultados corroboram os estudos   de Mielke et al. (2010), Fontes e Vianna (2009) e Marcondelli et al. (2008).   Cabe destacar que no presente estudo n&#227;o foi investigada a exist&#234;ncia de   atletas entre os universit&#225;rios, o que possibilitaria um maior entendimento em   casos de valores de pr&#225;tica de atividade f&#237;sica, especialmente vigorosa, muito   superiores. Supondo que frequentemente atletas ingressam em cursos da &#225;rea da   sa&#250;de, caso fossem alvo de investiga&#231;&#227;o, seria poss&#237;vel justificar maior   quantidade de atividade f&#237;sica nessa &#225;rea. Ainda, os cursos de Educa&#231;&#227;o F&#237;sica   possuem no seu plano curricular, j&#225; na primeira fase, disciplinas pr&#225;ticas, o   que pode ter contribu&#237;do para elevar os n&#237;veis de atividade f&#237;sica desses.   Entre os demais cursos, apenas o de Hist&#243;ria apresenta alguma pr&#225;tica atrav&#233;s   de disciplina obrigat&#243;ria, a Educa&#231;&#227;o F&#237;sica Curricular; para os outros n&#227;o   existem iniciativas relacionadas &#224; atividade f&#237;sica durante a gradua&#231;&#227;o. Outra   poss&#237;vel explica&#231;&#227;o para a maior pr&#225;tica de atividades f&#237;sicas entre os acad&#233;micos   da &#225;rea da sa&#250;de &#233; a proximidade com os projetos de extens&#227;o que se concentram   neste centro de ensino. Destaca-se que as instala&#231;&#245;es do centro das ci&#234;ncias da   sa&#250;de se encontram afastadas dos demais centros, o que pode dificultar o   conhecimento e a participa&#231;&#227;o dos estudantes de outras &#225;reas em pr&#225;ticas regulares de atividade f&#237;sica.</font>     <p><font size="2" face="Verdana">Ademais, entre os indiv&#237;duos que n&#227;o trabalham e apresentam   n&#237;vel econ&#243;mico alto foi observado maior tempo despendido em atividades f&#237;sicas   vigorosas. Deve-se considerar que a m&#233;dia de jornada de trabalho entre os universit&#225;rios   que exercem alguma atividade deste tipo &#233; de 27.4 horas/semana (dados n&#227;o apresentados),   pelo que tal situa&#231;&#227;o somada ao tempo em sala de aula e &#224;s demais obriga&#231;&#245;es   acad&#233;micas pode resultar numa rotina exaustiva, fazendo com que os estudantes,   possivelmente, se afastem de atividades f&#237;sicas que exijam maior esfor&#231;o e   comprometimento, optando, por vezes, por atividades mais livres e tranquilas. O   fato de possuir melhor condi&#231;&#227;o econ&#243;mica pode estar relacionado com a possibilidade   de se envolver em atividades orientadas e de treino desportivo que apresentam algum custo para participa&#231;&#227;o, como em clubes e academias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Parece existir consenso na literatura de que os indiv&#237;duos   do sexo masculino apresentam n&#237;veis totais de atividade f&#237;sica superiores aos   seus pares do sexo feminino (Farias J&#250;nior, 2008; Maglione & Hayman, 2009;   Marcondelli et al., 2008; Mielke et al., 2010; Papathanasiou et al., 2012;   Zanchetta et al., 2010). Os rapazes do presente estudo apresentaram maior envolvimento   em atividades f&#237;sicas vigorosas do que as raparigas, o que corrobora resultados   de estudos que encontraram associa&#231;&#227;o entre sexo e intensidade da atividade   f&#237;sica (Miller, Staten, Rayens, & Noland, 2005, Papathanasiou et al.,   2012). Verificou-se por meio da an&#225;lise de regress&#227;o linear bruta que eles   praticam, aproximadamente, 128 minutos a mais por semana de atividades f&#237;sicas   vigorosas do que elas. Esta associa&#231;&#227;o n&#227;o se manteve na an&#225;lise ajustada,   havendo, por&#233;m, uma tend&#234;ncia de associa&#231;&#227;o (<i >p</i>= 0.06). A rela&#231;&#227;o existente entre sexo e intensidade da atividade   f&#237;sica pode estar relacionada &#224;s diferentes raz&#245;es de rapazes e raparigas para   pr&#225;tica (Mielke et al., 2010). Enquanto eles associam atividade f&#237;sica ao prazer   e procuram mais frequentemente pr&#225;ticas desportivas e atividades em grupo, como   futebol e basquetebol, elas preferem atividades individuais como caminhada, e preocupam-se por motivos est&#233;ticos e de sa&#250;de (Monteiro et al., 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Existem evid&#234;ncias de que atividades mais intensas s&#227;o as   que apresentam maiores benef&#237;cios para a sa&#250;de (Swain & Franklin, 2005).   Entretanto, alguns estudos apontam que, para mulheres, os benef&#237;cios   relacionados &#224; pr&#225;tica de atividades f&#237;sicas est&#227;o presentes mesmo em   intensidades leve e moderada (Pitanga, Lessa, Pitanga, & Costa, 2011;   Pitanga, Pitanga, Beck, Gabriel, & Moreira, 2012), cabendo, por&#233;m, destacar   que essas investiga&#231;&#245;es foram conduzidas em amostras com caracter&#237;sticas diferentes das do presente estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma das limita&#231;&#245;es do presente estudo est&#225; relacionada &#224;   fragilidade e inconsist&#234;ncia do instrumento para verificar a pr&#225;tica de atividade   f&#237;sica &#8211; IPAQ, o qual n&#227;o permite uma avalia&#231;&#227;o precisa do tempo despendido em   diferentes atividades, al&#233;m de se mostrar confuso quanto &#224; sua interpreta&#231;&#227;o   para os acad&#233;micos. Outra limita&#231;&#227;o se refere &#224; utiliza&#231;&#227;o de medidas de massa   corporal e estatura autorreportadas, que podem ser sub ou superestimadas por   alguns acad&#233;micos, e estes podem, at&#233; mesmo, n&#227;o conhecer suas medidas atuais.   Apesar disso, esta forma de obten&#231;&#227;o dos dados &#233; considerada v&#225;lida para a   popula&#231;&#227;o e tem sido utilizada em estudos pr&#233;vios (Madureira et al., 2009, Martins et al., 2012).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">CONCLUS&#213;ES</font></b></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os resultados encontrados no presente estudo possibilitam   concluir, como era esperado, que existem fatores espec&#237;ficos que se associam &#224;   pr&#225;tica de atividades f&#237;sicas de tipos e intensidades diferentes em acad&#233;micos   de diferentes &#225;reas de conhecimento. Estudar no turno noturno esteve associado   &#224; maior pr&#225;tica de caminhada, enquanto maiores quantidades de atividade f&#237;sica   vigorosa estiveram associadas ao sexo masculino e a estudantes da &#225;rea da   sa&#250;de. Estas informa&#231;&#245;es s&#227;o importantes e necess&#225;rias para o planeamento e   interven&#231;&#245;es adequadas a fim de inserir indiv&#237;duos em pr&#225;ticas de atividades   f&#237;sicas ou melhorar os n&#237;veis atuais de pr&#225;tica entre os diferentes tipos e intensidades de atividades f&#237;sicas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sugere-se que pesquisas futuras investiguem os interesses e   motivos, al&#233;m das barreiras, que levam jovens acad&#233;micos a praticar ou n&#227;o   atividades f&#237;sicas, a fim de que novos espa&#231;os e projetos sejam planeados para   atender a um n&#250;mero maior de indiv&#237;duos e &#224;s suas diferentes necessidades,   reduzindo, assim, a quantidade de indiv&#237;duos com baixos n&#237;veis de atividade   f&#237;sica. Ainda, &#233; importante que iniciativas j&#225; existentes sejam divulgadas de   maneira mais ampla e eficaz e que existam menos fatores limitantes para a ades&#227;o &#224;s mesmas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&#202;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Associa&#231;&#227;o Brasileira de Estudos Populacionais   (2012). <i >Crit&#233;rio de Classifica&#231;&#227;o Econ&#244;mica Brasil</i>. Dispon&#237;vel em <a href="http://www.abep.org" target="_blank">http://www.abep.org</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-107X201400040000300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Coqueiro, R. S., Borges, L. J., Ara&#250;jo, V. C.,   Pelegrini, A., & Barbosa, A. R. (2009). Medidas auto-referidas s&#227;o v&#225;lidas   para avalia&#231;&#227;o do estado nutricional na popula&#231;&#227;o brasileira&#8204; <i >Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano, 11</i>(1), 113-119.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-107X201400040000300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Dias, C., Corte-Real, N., Corredeira, R.,   Barreiros, A., Bastos, T., & Fonseca, A. M. (2008) A pr&#225;tica desportiva dos   estudantes universit&#225;rios e suas rela&#231;&#245;es com as autopercep&#231;&#245;es f&#237;sicas,   bem-estar subjectivo e felicidade. <i >Estudos de Psicologia, 13</i>(3), 223-232. doi: 10.1590/S1413-294X2008000300005</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201400040000300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Farias J&#250;nior, J. C. (2008). Associa&#231;&#227;o entre   preval&#234;ncia de inatividade f&#237;sica e indicadores de condi&#231;&#227;o socioecon&#244;mica em   adolescentes. <i >Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 14</i>, 109-114. doi: 10.1590/S1517-86922008000200005</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201400040000300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ferrari, E. P., Gordia, A. P., Martins, C. R.,   Silva, D. A., Quadros, T. M., & Petroski, E. L. (2012). Insatisfa&#231;&#227;o com a   imagem corporal e rela&#231;&#227;o com o n&#237;vel de atividade f&#237;sica e estado nutricional   em universit&#225;rios. <i >Motricidade, 8</i>(3), 52-58. doi: 10.6063/motricidade.8(3).1156</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201400040000300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fontes, A. C. D., & Vianna, R. P. T.   (2009). Preval&#234;ncia e fatores associados ao baixo n&#237;vel de atividade f&#237;sica   entre estudantes universit&#225;rios de uma universidade p&#250;blica da regi&#227;o   Nordeste. <i >Revista Brasileira de Epidemiologia, 12</i>(1), 20-29. doi: 10.1590/S1415-790X2009000100003</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201400040000300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Guedes, D. P., Lopes, C. C., & Guedes, J.   E. R. (2005). Reprodutibilidade e validade do Question&#225;rio Internacional de   Atividade F&#237;sica em adolescentes. <i >Revista Brasileira de Medicina do     Esporte, 11</i>(2), 151-158. doi: 10.1590/S1517-86922005000200011</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201400040000300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hawker, C. L. (2012) Physical activity and mental well-being in student   nurses. <i >Nurse Education Today, 32</i>(3), 325-331. doi: 10.1016/j.nedt.2011.07.013</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201400040000300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas   Educacionais An&#237;sio Teixeira/INEP (2010). <i >Censo da Educa&#231;&#227;o Superior 2010</i>. Bras&#237;lia: Autor.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201400040000300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Luiz, R. R., & Magnanini, M. M. F. (2000).   A l&#243;gica da determina&#231;&#227;o do tamanho da amostra em investiga&#231;&#245;es   epidemiol&#243;gicas. <i >Cadernos de Sa&#250;de Coletiva, 8</i>(2), 9-28.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201400040000300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Madureira, A. S., Corseuil, H. X., Pelegrini,   A., & Petroski, E. L. (2009). Associa&#231;&#227;o entre est&#225;gios de mudan&#231;a de   comportamento relacionados &#224; atividade f&#237;sica e estado nutricional em universit&#225;rios. <i >Cadernos de Sa&#250;de P&#250;blica, 25</i>(10),   2139-2146.  doi: 10.1590/S0102-311X2009001000005</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201400040000300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Maglione, J. L., & Hayman, L. L. (2009). Correlates of physical activity in   low income college students. <i >Research in Nursing & Health, 32</i>(6), 634-646. doi: 10.1002/nur.20353</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201400040000300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marcondelli, P., Costa, T. H. M., & Schmitz, B. A. S. (2008). N&#237;vel   de atividade f&#237;sica e h&#225;bitos alimentares de universit&#225;rios do 3&#176; ao 5&#176;   semestre da &#225;rea da sa&#250;de. <i >Revista de Nutri&#231;&#227;o, 21</i>(1), 39-47. doi: 10.1590/S1415-52732008000100005</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201400040000300013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Martins, C. R., Gordia, A. P., Silva, D. A.   S., Quadros, T. M. B., Ferrari, E. P., Teixeira, D. M., & Petroski, E. L.   (2012). Insatisfa&#231;&#227;o com a imagem corporal e fatores associados em universit&#225;rios. <i >Estudos de Psicologia, 17</i>(2), 241-246. doi: 10.1590/S1413-294X2012000200007</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201400040000300014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mielke, G. I., Ramis, T. R., Habeyche, E. C.,   Oliz, M. M., Tessmer, M. G. S., Azevedo, M. R., & Hallal, P. C. (2010).   Atividade f&#237;sica e fatores associados em universit&#225;rios do primeiro ano da Universidade   Federal de Pelotas. <i >Revista Brasileira de Atividade F&#237;sica e Sa&#250;de, 15</i>(1), 57-64.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201400040000300015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Miller, K., Staten, R. R., Rayens, M. K.,   & Noland, M. (2005). Levels   and characteristics of physical activity among a college student cohort. <i >American Journal of Health Education, 36</i>(4), 215-220. doi: 10.1080/19325037.2005.10608187</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201400040000300016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Monteiro, C., Conde, W., Matsudo, S., Matsudo, V., Bonse&#241;or, I., &   Lotufo, P. (2003). A descriptive epidemiology of leisure-time physical activity   in Brazil, 1996&#173;1997. <i >Revista Panamericana de Salud     Publica, 14</i>(4), 246-254.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201400040000300017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Musharrafieh, U., Tamim, H., Rahi, A., El-Hajj, M., Al-Sahab, B.,   El-Asmar, K., & Tamim, H. (2008). Determinants of university students physical exercise: A study from Lebanon. <i >International Journal of Public Health, 53</i>, 208-213.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201400040000300018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Papathanasiou, G., Papandreou, M., Galanos,   A., Kortianou, E., Tsepis, E., Kalfakakou, V., Evangelou, A. (2012). Smoking and physical activity   interrelations in health science students: Is smoking associated with physical   inactivity in young adults&#8204; <i >Hellenic Journal of Cardiology, 53</i>(1), 17-25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201400040000300019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pelegrini, A., & Petroski, E. L. (2009). Inatividade   f&#237;sica e sua associa&#231;&#227;o com estado nutricional, insatisfa&#231;&#227;o com a imagem   corporal e comportamentos sedent&#225;rios em adolescentes de escolas p&#250;blicas. <i >Revista Paulista de Pediatria, 27</i>, 366-373. doi: 10.1590/S0103-05822009000400004</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201400040000300020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pitanga, C. P. S., Pitanga, F. J., Beck, C.   C., Gabriel, R. E., & Moreira, M. H. (2012). N&#237;vel de atividade f&#237;sica para   preven&#231;&#227;o do excesso de gordura visceral em mulheres p&#243;s-menop&#225;usicas: Quanto &#233;   necess&#225;rio&#8204; <i >Arquivos Brasileiros de     Endocrinologia e Metabologia, 56</i>(6), 358-363. doi: 10.1590/S0004-27302012000600003</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201400040000300021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pitanga, F. J. G., Lessa, I., Pitanga, C. P.   S., & Costa, M. C. (2011). Atividade f&#237;sica na preven&#231;&#227;o de co-morbidades   cardiovasculares em mulheres obesas: Quanto &#233; necess&#225;rio&#8204; <i >Revista Brasileira de Atividade F&#237;sica e Sa&#250;de, 16</i>(4), 334-338.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201400040000300022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Raynor, D., & Jankowiak, N. (2010) Accelerometry-determined   adherence to the 2008 Physical Activity Guidelines for Americans among college   students. <i >American Journal of Health Education, 41</i>(6), 353-362.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201400040000300023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Shuval, K., Weissblueth, E., Brezis, M., Araida, A., & DiPietro, L. (2009)   Individual and socio-ecological correlates of physical activity among Arab and Jewish   college students in Israel. <i >Journal of Physical Activity and Health, 6</i>, 306-314.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201400040000300024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Silveira, E., Ara&#250;jo, C., Gigante, P., Barros,   A. J., & Lima, M. S. (2005). Valida&#231;&#227;o do peso e altura referidos para o   diagn&#243;stico do estado nutricional em uma popula&#231;&#227;o de adultos no Sul do Brasil. <i >Cadernos de Sa&#250;de P&#250;blica, 21</i>(1), 235-243. doi: 10.1590/S0102-311X2005000100026</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201400040000300025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sousa, T. F. (2011). Inatividade f&#237;sica em   universit&#225;rios brasileiros: Uma revis&#227;o sistem&#225;tica. <i >Revista Brasileira de Ci&#234;ncias da Sa&#250;de, 9</i>(29), 47-55. doi: 10.13037/rbcs.vol9n29.1293</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201400040000300026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Swain, D. P., Franklin, B. A. (2006). Comparison of cardioprotective   benefits of vigorous versus moderate intensity aerobic exercise. American <i >Journal of Cardiology, 97</i>(1), 141-147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201400040000300027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vieira, V. C., Priore, S., Ribeiro, S.,   Franceschini, S. C. C., & Almeida, L. P. (2002). Perfil socioecon&#244;mico,   nutricional e de sa&#250;de de adolescentes rec&#233;m-ingressos em uma universidade p&#250;blica brasileira. <i >Revista de Nutri&#231;&#227;o, 15</i>(3), 273-282. doi: 10.1590/S1415-52732002000300003</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201400040000300028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">World Health Organization (1998). <i >Obesity:   Preventing and Managing the Global Epidemic. Report of a WHO Consultation on Obesity.</i> Geneva: Autor.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201400040000300029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Zanchetta, L. M., Barros, M. B. A., C&#233;sar, C.   L. G., Carandina, L., Goldbaum, M., & Alvez, M. C. (2010). 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<body><![CDATA[<br> </b>Nada a declarar.    <br> <b >Financiamento:    <br> </b>Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a   28.07.2013; 1&#170; Revis&#227;o 04.11.2013; 2&#170; Revis&#227;o 14.03.2014; Aceite 03.04.2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i >Autor correspondente</i>: Centro de Ci&#234;ncias da Sa&#250;de e do Esporte,   Universidade do Estado de Santa Catarina, Rua Pascoal Simone, 358, CEP:   88080-350, Florian&#243;polis, Brasil; <i >E-mail</i>:   <a href="mailto:gaiasclaumann@hotmail.com">gaiasclaumann@hotmail.com</a></font>      ]]></body><back>
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