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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[O efeito do auto-estabelecimento de metas na aquisição de uma habilidade motora]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of the study was to investigate the self-goal setting on the motor skill learning. Sixty undergraduates with no experience in the Bachman ladder task were recruited for this research. The phases of the design were: acquisition (10 blocks × 10 trials) and transfer (10 trials). Participants were randomly assigned into two groups (n= 30): self-goal setting and yoked. From the yoked group a third group was stratified, which involved those participant that, even with a goal externally set, self-set their own goal (n= 20). In the acquisition phase a Friedman&#8217;s test was run in each experimental group to determine intragroup differences. In the transfer phase a Kruskal-Wallis test was carried out to check differences between groups. The results showed that for all groups there was increase in performance during acquisition phase. In the transfer test both self-goal setting groups were better than yoked group. It was concluded that when the learner sets his own goals, the process of motor learning became more effective.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[estabelecimento de metas]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">   ARTIGO ORIGINAL </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="4" face="Verdana"><b>O efeito do auto-estabelecimento de metas na aquisi&#231;&#227;o de uma habilidade motora</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">The effect of   self-goal setting on the acquisition of a motor skill</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Priscila Garcia Marques<sup>1</sup>; Cynthia Walter<sup>2</sup>; Go   Tani<sup>2</sup>;   Umberto Cesar Corr&#234;a<sup>2,<a href="#end">*</a><a name="topo"></a></sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup><i >Departamento de Educa&#231;&#227;o F&#237;sica, Universidade Estadual de Maring&#225;, Paran&#225;, Brasil    <br> </i></font><font size="2" face="Verdana"><sup>2</sup><i >Escola de Educa&#231;&#227;o F&#237;sica e Esporte, Universidade de S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo, Brasil</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>  <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b >RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do estudo foi investigar o efeito das metas   auto-estabelecidas na aprendizagem de uma habilidade motora. Participaram do   estudo 60 alunos de gradua&#231;&#227;o sem experi&#234;ncia na tarefa de subir a escada de   Bachman. As fases do experimento foram: aquisi&#231;&#227;o (10 &#215; 10 blocos de   tentativas) e transfer&#234;ncia (10 tentativas). Inicialmente, os participantes   foram divididos aleatoriamente em dois grupos (n= 30): metas auto-estabelecidas   e espelho. Posteriormente, um terceiro grupo foi estratificado do grupo espelho   envolvendo aqueles participantes que, mesmo com meta definida externamente,   estabeleceram meta pr&#243;pria (n= 20). Na fase de aquisi&#231;&#227;o foi aplicada o teste   de Friedman para determinar as diferen&#231;as intragrupo. Para a fase de   transfer&#234;ncia, foi utilizado o teste Kruskal-Wallis para verificar diferen&#231;as   intergrupos. Os resultados mostraram que para todos os grupos houve melhora de   desempenho durante a fase de aquisi&#231;&#227;o. No teste de transfer&#234;ncia, os grupos de   auto-estabelecimento de metas foram melhores do que o grupo de meta induzida   (espelho). Concluiu-se que quando o aprendiz estabelece suas pr&#243;prias metas, o processo de aprendizagem motora torna-se mais efetivo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> estabelecimento de metas, aprendizagem autocontrolada, aprendizagem motora</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b >ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   aim of the study was to investigate the self-goal setting on the motor skill   learning. Sixty undergraduates with no experience in the Bachman ladder task   were recruited for this research. The phases of the design were: acquisition   (10 blocks &#215; 10 trials) and transfer (10 trials). Participants were randomly assigned   into two groups (n= 30): self-goal setting and yoked. From the yoked group a   third group was stratified, which involved those participant that, even with a   goal externally set, self-set their own goal (n= 20). In the acquisition phase   a Friedman&#8217;s test was run in each experimental group to determine intragroup   differences. In the transfer phase a Kruskal-Wallis test was carried out to   check differences between groups. The results showed that for all groups there   was increase in performance during acquisition phase. In the transfer test both   self-goal setting groups were better than yoked group. It was concluded that when the learner sets his own goals, the process of motor learning became more effective.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>goal setting, self-controlled learning, motor learning</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&#199;&#195;O</b></font></p> <font face="Verdana">    <p><font size="2">A capacidade de os seres humanos controlarem sua   aprendizagem tem inspirado in&#250;meras pesquisas nos &#250;ltimos anos (Corr&#234;a &   Walter, 2009). No campo da Aprendizagem Motora, pesquisas a esse respeito,   tamb&#233;m denominadas de &#8220;aprendizagem motora autocontrolada&#8221;, t&#234;m sido   desenvolvidas manipulando em seus delineamentos experimentais a possibilidade   de o aprendiz controlar alguma vari&#225;vel envolvida na pr&#225;tica (Corr&#234;a &   Walter, 2009, para uma revis&#227;o). De acordo com Bund e Wiemeyer (2004), parece   haver certo consenso de que os indiv&#237;duos, em constante intera&#231;&#227;o com o   ambiente e a tarefa, sejam capazes de controlar seu pr&#243;prio processo de   aprendizagem motora, utilizando um padr&#227;o de refer&#234;ncia que pode ser normativo   ou em forma de compara&#231;&#245;es pessoais, sociais ou coletivas. Isto &#233;, gerando um mecanismo de autorregula&#231;&#227;o (Zimmerman, 1990, 2000, 2013).</font></p>     <p><font size="2">Ao deter algum controle de seu processo de aprendizagem, o   aprendiz passa por processos de autorregula&#231;&#227;o baseados em tr&#234;s aspetos   b&#225;sicos: (1) a auto-observa&#231;&#227;o, em que o aprendiz observa, por exemplo, a   qualidade de seu movimento, a velocidade aplicada ou aquela de que precisa; (2)   o julgamento em que est&#225; presente o papel da modelagem e do refor&#231;o na   aprendizagem como componentes de refer&#234;ncia e de motiva&#231;&#227;o, respetivamente; e   (3) a autorrea&#231;&#227;o que corresponde &#224; atitude do aprendiz frente &#224; aquisi&#231;&#227;o de   uma nova habilidade (Bandura, 1993). De acordo com Zimmerman e Schunk (2003), o   controle do aprendiz sobre o pr&#243;prio processo de aprendizagem &#233; uma das   importantes vertentes da autorregula&#231;&#227;o, que envolve ainda a metacogni&#231;&#227;o,   estabelecimento de metas, organiza&#231;&#227;o, automonitoramento e autoavalia&#231;&#227;o, indispens&#225;veis na fase de aquisi&#231;&#227;o de uma habilidade.</font></p>     <p><font size="2">A literatura tem sugerido, em s&#237;ntese, que a aprendizagem   com autorregula&#231;&#227;o permite ao aprendiz: (a) envolvimento mais ativo no processo   de aprendizagem, o que parece levar a um processamento profundo de informa&#231;&#245;es   relevantes; (b) sentimentos de autoefic&#225;cia e, por conseguinte, motiva&#231;&#227;o   intr&#237;nseca; (c) perce&#231;&#227;o do autocontrole, a qual implica em maior comprometimento;   (d) mais esfor&#231;o e persist&#234;ncia; (e) experi&#234;ncias mais individualizadas e espec&#237;ficas;   (f) responsabilidade pela aprendizagem, por permanecer em tarefas sem instru&#231;&#227;o   direta; e (g) aumento em participa&#231;&#227;o (Corr&#234;a & Walter, 2009; Zimmerman, 2000, 2013).</font></p>     <p><font size="2">Diante desse quadro &#233; poss&#237;vel inferir que a liberdade para   estabelecer suas pr&#243;prias metas como um padr&#227;o de refer&#234;ncia &#233; crucial para o   processo de aprendizagem em que o aprendiz controla a pr&#243;pria aprendizagem por   autorregula&#231;&#227;o. De acordo com Clark e Ste Marie (2007), o estabelecimento de   metas &#233; o segundo fator mais influente na autorregula&#231;&#227;o da aprendizagem motora, depois da modela&#231;&#227;o.</font></p>     <p><font size="2">Os efeitos do auto-estabelecimento de metas na aprendizagem   de habilidades motoras t&#234;m sido foco de estudos h&#225; v&#225;rios anos, mas seus   resultados t&#234;m-se mostrado inconclusivos. Por exemplo, verificam-se estudos   cujos resultados mostram efeitos similares em rela&#231;&#227;o &#224; aprendizagem com meta   estabelecida externamente (Boyce, 1992a, 1992b; 1994; Boyce, Wayda, Bunker,   Eliot, & Johnston, 2001; Souza Jr., Walter, Freudenheim, Santos, &   Corr&#234;a, 2009), estudos em que a aprendizagem com meta estabelecida externamente   mostrou-se superior &#224; aprendizagem com auto-estabelecimento de metas (Boyce   & Wayda, 1994) e estudos cujos resultados apontam para uma melhor aprendizagem   com o auto-estabelecimento de metas (Boyce & Bingham, 1997). Al&#233;m disso,   outro aspeto chama a aten&#231;&#227;o: em apenas dois dos estudos (Marinho et al., 2009;   Souza Jr. et al., 2009) houve o controlo do auto-estabelecimento de metas, ou   seja, se isto de fato deixou de ocorrer nos grupos espelhados (<i >yoked</i>). A falta de acompanhamento do   auto-estabelecimento de metas tem sido apontada como o principal problema   metodol&#243;gico nos estudos sobre os efeitos do estabelecimento de metas na   aprendizagem e desempenho motor (Locke, 1991; Marinho et al., 2009; Souza Jr et al., 2009).</font></p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">Em raz&#227;o dessas considera&#231;&#245;es, este estudo teve como   objetivo investigar os efeitos do auto-estabelecimento de metas na aprendizagem   de uma habilidade motora, com o seu controle no grupo espelhado. Diante do   exposto, esperava-se que os participantes que auto-estabelecessem metas sob   total controlo sobre isso tivessem superior aprendizagem do que aqueles que o   fizessem, mas dentro do grupo espelhado. E, que ambos aprendessem melhor do que os aprendizes que seguissem a meta externamente estabelecida.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>M&#201;TODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Participantes</b></font><font face="Verdana"></font></p> <font face="Verdana">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">Participaram do estudo 60 estudantes universit&#225;rios de ambos   os sexos, com m&#233;dia de idades de 19.83 anos &#177; 2.23 anos, sem experi&#234;ncia na tarefa.</font></p>     <p><font size="2">Este estudo foi aprovado pelo comit&#234; de &#233;tica em pesquisa   com seres humanos da Universidade Estadual de Maring&#225; (CAAE 0325-10). Os participantes   foram instru&#237;dos quanto aos objetivos do estudo e assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido para participar do experimento.</font></p> </font>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Instrumentos</font></b><font face="Verdana"> </font> <font face="Verdana">    <p><font size="2">A tarefa consistiu em subir os degraus da escada de Bachman.   Essa tarefa foi escolhida em raz&#227;o de sua utiliza&#231;&#227;o em estudos sobre os   efeitos do estabelecimento de metas na aprendizagem de habilidades motoras   (Corr&#234;a & Souza Jr., 2009; Souza Jr. et al, 2009). A escada de Bachman &#233;   composta por 16 degraus dispostos alternadamente, com 13 cm de abertura entre   degraus, e conta ainda com apoio para as m&#227;os na parte superior da escada com altura regul&#225;vel (<a href="#f1">Figura 1</a>).</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n4/10n04a07f1.jpg" width="349" height="373"></p>     
<p>&nbsp;</p> </font>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Procedimentos</font></b><font face="Verdana"> </font> <font face="Verdana">    <p><font size="2">Inicialmente, os sujeitos foram divididos em dois grupos: um   de metas auto-estabelecidas (n= 30) em que antes de cada bloco de 10 tentativas   o participante estabelecia e informava ao experimentador as metas de degraus a   serem subidos; e um grupo espelho (n= 30), cujos participantes foram pareados &#224;queles do grupo de metas auto-estabelecidas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">No entanto, entendendo que os participantes do grupo espelho   poderiam estabelecer uma meta pr&#243;pria, paralela &#224; meta atribu&#237;da pelo   experimentador durante a fase de aquisi&#231;&#227;o, ao final da coleta, foi aplicado um   question&#225;rio de dete&#231;&#227;o de erros metodol&#243;gicos (Hollingsworth, 1975; Locke,   1991; Weinberg & Weigand, 1993) em que a seguinte pergunta foi feita: &#8220;Voc&#234;   estabeleceu uma meta pr&#243;pria para a quantidade de degraus a ser subido para os   blocos de tentativa, mesmo tendo recebido metas do avaliador&#8204;&#8221; para verificar   se, mesmo recebendo metas do experimentador, eles teriam estabelecido suas   pr&#243;prias metas. Para os casos em que a resposta foi &#8220;Sim&#8221;, formou-se um   terceiro grupo de auto-estabelecimento de metas a partir do espelho (n= 20).   Desta maneira, os grupos ao final do estudo ficaram na seguinte distribui&#231;&#227;o:   grupo de metas auto-estabelecidas (n= 30), grupo espelho (n= 10) e grupo de auto-estabelecimento de metas a partir do espelho (n= 20).</font></p>     <p><font size="2">Para esse estudo, o estabelecimento de metas esteve atrelado   ao n&#250;mero de degraus subidos ao final de cada s&#233;rie de 10 tentativas. Desta   forma, o delineamento do estudo contou com a fase de aquisi&#231;&#227;o de 100   tentativas (10 blocos &#215; 10 tentativas) com a subida sempre iniciando com a   perna preferida e um teste de transfer&#234;ncia (10 tentativas) em que o sujeito iniciou a subida dos degraus com a perna n&#227;o preferida.</font></p>     <p><font size="2">As instru&#231;&#245;es foram adaptadas de Corr&#234;a e Souza Jr. (2009):   &#8220;Essa &#233; uma escada de Bachman. Voc&#234; iniciar&#225; uma tentativa ap&#243;s o comando   &#8216;prepara j&#225;&#8217;. Voc&#234; deve estar com um dos p&#233;s na base da escada e iniciar a   subida com p&#233; oposto. Voc&#234; dever&#225; subir os degraus em sequ&#234;ncia, sem pular   nenhum deles. Uma vez que voc&#234; perder o equil&#237;brio tocando qualquer um dos p&#233;s   no ch&#227;o ou a escada ser apoiada pelo experimentador, ser&#225; finalizada a tentativa.   Ao retornar &#224; posi&#231;&#227;o inicial, voc&#234; receber&#225; um novo comando ap&#243;s dois segundos de intervalo entre as tentativas.&#8221;</font></p>     <p><font size="2">As coletas duraram cerca de 30 dias e realizadas sempre no   mesmo local, um gin&#225;sio, sem nenhum m&#243;vel por perto, sobre um <i >tatame</i> para evitar les&#245;es em caso de   queda. As coletas foram conduzidas sempre por duas pesquisadoras, e o tempo de   coleta por participante foi de aproximadamente 40 minutos, que ocorreu num   &#250;nico dia por participante, assim distribu&#237;do: os 10 blocos de tentativa da   fase de aquisi&#231;&#227;o foram feitos com intervalo de descanso de 2 minutos a cada 10   tentativas ou completar um bloco. Entre o d&#233;cimo bloco de tentativa da fase de   aquisi&#231;&#227;o e o teste de transfer&#234;ncia, um intervalo de 10 minutos foi respeitado.</font></p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">Ao final de cada tentativa, foi fornecido ao aprendiz um   feedback de conhecimento de resultados da quantidade de degraus alcan&#231;ados em   cada tentativa, em voz alta, por uma das avaliadoras. Cada degrau s&#243; foi   contabilizado, isto &#233;, considerado como &#8220;subido&#8221;, quando tocado e apoiado pela sola de um p&#233;, estando o outro sem apoio e a escada equilibrada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>An&#225;lise Estat&#237;stica</b></font><font face="Verdana"> </font></p> <font face="Verdana">    <p><font size="2">Os dados foram analisados em blocos de dez tentativas,   considerando-se a soma e o coeficiente de varia&#231;&#227;o de degraus subidos, respetivamente,   magnitude e variabilidade do desempenho. Verificou-se que os dados n&#227;o atenderam   aos pressupostos estat&#237;sticos de normalidade e a homogeneidade de vari&#226;ncia.   Sendo assim, o teste de Friedman foi utilizado para compara&#231;&#245;es intragrupo   envolvendo o primeiro e o &#250;ltimo bloco da fase de aquisi&#231;&#227;o e o bloco do teste   de transfer&#234;ncia. E, as compara&#231;&#245;es entre os grupos foram feitas por meio do   teste de Kruskal-Wallis, com os dados do teste de transfer&#234;ncia. Essas an&#225;lises   foram seguidas pelas aplica&#231;&#245;es dos testes de Wilcoxon e U de Mann-Whitney (Siegel & Castellan, 1988).</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font>     <p><b><font size="2" face="Verdana">An&#225;lise da magnitude</font></b><font face="Verdana"></font> <font face="Verdana">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">A <a href="#f2">Figura 2A</a> apresenta o desempenho dos grupos experimentais   em rela&#231;&#227;o &#224; magnitude. Para o grupo de metas auto-estabelecidas o teste de   Friedman mostrou diferen&#231;as significativas [?&#178;   (n= 30, gl= 3)= 47.66, <i >p</i>< 0.01],   sendo que o teste de Wilcoxon encontrou diferen&#231;as significativas entre o   desempenho no bloco 1 e os demais blocos (<i >p</i><   0.01), e entre o &#250;ltimo bloco da aquisi&#231;&#227;o e o bloco de tentativas da   transfer&#234;ncia (<i >p</i>< 0.05). Para o   grupo espelho o teste de Friedman tamb&#233;m encontrou diferen&#231;as significativas na   fase de aquisi&#231;&#227;o [?&#178;   (n= 10, gl= 2)= 15.84, <i >p</i>< 0.01], e   o teste de Wilcoxon indicou tais diferen&#231;as entre o primeiro bloco de   tentativas da fase de aquisi&#231;&#227;o e os demais blocos (<i >p</i>< 0.01). Resultados similares foram observados em rela&#231;&#227;o ao   grupo de metas auto-estabelecidas a partir do espelho [?&#178; (n= 20, gl= 2)= 32.50, <i >p</i>< 0.01], sendo que o teste de Wilcoxon apontou diferen&#231;as entre o bloco 1 da aquisi&#231;&#227;o e os dois outros blocos (<i >p</i>< 0.05).</font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v10n4/10n04a07f2.jpg" width="338" height="591"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2">Concernente &#224; an&#225;lise no teste de transfer&#234;ncia, o teste   Kruskall-Wallis revelou diferen&#231;as estatisticamente significativas entre os grupos   [?&#178; (n= 60, gl=   2)= 14.18, <i >p</i>< 0.01]. O teste U de   Mann-Whitney mostrou diferen&#231;as significativas entre os desempenhos alcan&#231;ados   pelos grupos de metas auto-estabelecidas e metas auto-estabelecidas a partir do   espelho, e o desempenho do grupo espelho (<i >p</i><   0.01).</font></p> </font>     <p><b><font size="2" face="Verdana">An&#225;lise da variabilidade</font></b><font face="Verdana"></font></p> <font face="Verdana">    <p><font size="2">A <a href="#f2">Figura 2B</a> apresenta o desempenho dos grupos experimentais   em rela&#231;&#227;o &#224; variabilidade. Para o grupo de metas auto-estabelecidas o teste de   Friedman mostrou diferen&#231;as significativas [?&#178;   (n= 30, gl= 3)= 46.58, <i >p</i>< 0.01],   sendo que o teste de Wilcoxon encontrou diferen&#231;as significativas entre os   desempenhos nos blocos 1 e 10 (<i >p</i><   0.01). Para o grupo espelho o teste de Friedman tamb&#233;m encontrou diferen&#231;as   significativas na fase de aquisi&#231;&#227;o [?&#178;   (n= 10, gl= 2)= 21.29, <i >p</i>< 0.01], e   o teste de Wilcoxon indicou tais diferen&#231;as entre o primeiro bloco de   tentativas da fase de aquisi&#231;&#227;o e os demais blocos (<i >p</i>< 0.01), e entre o &#250;ltimo bloco da aquisi&#231;&#227;o e o bloco de   tentativas da transfer&#234;ncia (<i >p</i><   0.05). Semelhantemente a este &#250;ltimo, foram observadas diferen&#231;as em rela&#231;&#227;o ao   grupo de metas auto-estabelecidas a partir do espelho [?&#178; (n= 20, gl= 2)= 32.50, <i >p</i>< 0.01], sendo que o teste de   Wilcoxon apontou diferen&#231;as entre o primeiro bloco de tentativas da fase de   aquisi&#231;&#227;o e os demais blocos (<i >p</i>< 0.01),   e entre o &#250;ltimo bloco da aquisi&#231;&#227;o e o bloco de tentativas da transfer&#234;ncia (<i >p</i>< 0.05). Concernente &#224; an&#225;lise no teste de transfer&#234;ncia, nenhuma diferen&#231;a foi encontrada [?&#178; (n= 60, gl= 2)= 0.95, <i >p</i>> 0.05].</font></p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">Em s&#237;ntese, esses resultados permitem inferir tr&#234;s aspetos:   (1) todos os grupos melhoraram os desempenhos com a pr&#225;tica, tanto em termos de   magnitude quanto de variabilidade; (2) os desempenhos nos testes de transfer&#234;ncias   refletiram aprendizagem, pois mesmo ocorrendo queda em alguns grupos, os desempenhos   foram superiores &#224;queles do in&#237;cio da pr&#225;tica; e, (3) no teste de   transfer&#234;ncia, os grupos de auto-estabelecimento de metas tiveram melhores desempenhos em termos de magnitude do que o grupo espelho.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&#195;O</b></font><font face="Verdana"></font>   </p>   <font face="Verdana"></font></p> <font face="Verdana">    <p><font size="2">O objetivo deste estudo foi investigar os efeitos do   auto-estabelecimento de metas na aquisi&#231;&#227;o de uma habilidade motora. Para   alcan&#231;ar esse objetivo comparou-se a aprendizagem de dois grupos que   auto-estabeleceram metas e um grupo de meta estabelecida pelo experimentador.   Um dos grupos que auto-estabeleceu metas o fez de acordo com a orienta&#231;&#227;o do   experimentador e o outro o fez por conta pr&#243;pria, contrariando a sua   orienta&#231;&#227;o. Os resultados mostraram que ambos os grupos de metas   auto-estabelecidas obtiveram desempenhos superiores no teste de transfer&#234;ncia do que o grupo de metas estabelecido pelo experimentador.</font></p>     <p><font size="2">O estabelecimento de metas &#233; considerado um importante   componente da aprendizagem e do desempenho motor (Burton, 1992). O estabelecimento   de metas desempenha uma importante fun&#231;&#227;o na aprendizagem que &#233; a de elevar a   motiva&#231;&#227;o para desempenhar a tarefa com comprometimento. Facultar ao aprendiz o   estabelecimento de sua pr&#243;pria meta, levando-o a participar ativamente do   processo de aprendizagem, poderia resultar em melhora de seu desempenho e, por   conseguinte, efic&#225;cia da aprendizagem (Wulf, Shea, & Lewthwaite, 2010).   Corte, Verschaffel e Eynde (2000) ressaltam que a chave para o &#234;xito na   aprendizagem &#233; a redu&#231;&#227;o de situa&#231;&#245;es impostas pelo instrutor. Embora se   reconhe&#231;a que estabelecer metas seja necess&#225;rio para a ocorr&#234;ncia de   aprendizagem, a imposi&#231;&#227;o de metas pelo instrutor pode inibir o aprendiz em autodirecionar seu processo de aprendizagem de forma mais aut&#243;noma.</font></p>     <p><font size="2">O estudo de C&#244;rrea e Souza Jr (2009) mostrou que n&#227;o &#233; a   dificuldade da meta estabelecida que influencia a aprendizagem de habilidades   motoras, mas sim o envolvimento ativo do aprendiz no processo, raz&#227;o pela qual   a autorregula&#231;&#227;o da meta parece se constituir um aspecto essencial para a sua   efetiva ocorr&#234;ncia (Locke, 1991; Zimermann, 1990; Zimermann & Schunk, 2003).</font></p>     <p><font size="2">Os resultados deste estudo fornecem suporte &#224; hip&#243;tese explanativa   de que ao estabelecer suas pr&#243;prias metas, o aprendiz assume um papel ativo,   exercendo controlo sobre o seu processo de aprendizagem, o que resulta num   maior envolvimento, no aumento da motiva&#231;&#227;o intr&#237;nseca e do comprometimento.   Sob a perspetiva de que controlar parte de sua aprendizagem permite ao aprendiz   a autorregula&#231;&#227;o de sua aprendizagem, processos de antecipa&#231;&#227;o, controle de   desempenho e autorrea&#231;&#227;o comp&#245;e a aprendizagem de forma que o ambiente de   aprendizagem pode se tornar tanto proactivamente quanto retroativamente   adaptados para atender &#224;s metas pessoais do aprendiz. Na autorregula&#231;&#227;o, o   processo de aprendizagem &#233; denominado c&#237;clico porque as metas que o aprendiz   estabelece para a sua aprendizagem geram o controlo de desempenho ou parte dele,   e a partir do feedback gerado, ele pode reformular as suas metas e empenhar-se   ainda mais no processo de aprendizagem (Zimermann, 1990). Assim, o aprendiz n&#227;o   se torna apenas um agente de uma a&#231;&#227;o, mas assume a postura de um   autoexaminador do seu pr&#243;prio ambiente de aprendizagem, do objetivo da tarefa e   do seu processo cognitivo (Bandura, 1993; Boyce, 1994; Brownlee, Leventhal, & Leventhal, 2000).</font></p>     <p><font size="2">Os resultados do presente estudo poderiam nos levar a pensar   que os aprendizes mais empenhados no processo de aprendizagem foram aqueles   que, mesmo sem ter a chance declarada de estabelecer metas pr&#243;prias (grupo   auto-estabelecimento de metas a partir do espelho), estabeleceram suas pr&#243;prias   metas para o desempenho da tarefa, assim como, os aprendizes que tiveram a   chance de estabelecer as metas de quantos degraus tentariam subir (grupo do auto-estabelecimento   de metas). Isso porque ambos tiveram melhor aprendizagem do que aqueles   aprendizes do grupo espelho que n&#227;o estabeleceram suas pr&#243;prias metas. Ainda,   poderia ser pensado sobre a import&#226;ncia para o aprendiz conhecer e deliberar   sobre a meta de aprendizagem para se sentir motivado para aprimorar seu processo de aprendizagem (Souza Jr. et al., 2009).</font></p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados do presente estudo confirmaram parcialmente as   hip&#243;teses levantadas mostrando que independentemente dos modos aos quais as   metas s&#227;o auto-estabelecidas, elas implicam em mais benef&#237;cios para a aprendizagem   em compara&#231;&#227;o com a com metas estabelecidas externamente. Apesar dos cuidados   metodol&#243;gicos tomados, existem aspetos que n&#227;o puderam ser completamente   controlados como, por exemplo, o contato entre os participantes da pesquisa, os   quais podem ser considerados como uma limita&#231;&#227;o do estudo. Embora tenha sido   solicitado que os participantes n&#227;o comentassem sobre sua participa&#231;&#227;o com os   demais volunt&#225;rios, o acompanhamento disso s&#243; foi poss&#237;vel atrav&#233;s da consulta   aos participantes. Por fim, entendemos que outro aspeto a ser considerado em   futuros estudos diz respeito &#224; medida de erro relativo &#224; diferen&#231;a entre as   metas alcan&#231;adas e aquelas auto-estabelecidas, o que poderia proporcionar compreens&#227;o   adicional ao fen&#243;meno investigado em termos de dificuldade/complexidade da meta.</font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&#213;ES</b></font><font face="Verdana"><font size="2"></font></font> <font face="Verdana"><font size="2">    <p>Os resultados deste estudo permitem concluir que,   independentemente da forma de auto-estabelecimento de meta, ela teve efeito positivo na aquisi&#231;&#227;o da habilidade motora de subir a escada de Bachman.</p> </font></font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><b><font face="Verdana">REFER&#202;NCIAS</font></b></font><font face="Verdana"> </font></p> <font face="Verdana">    <!-- ref --><p><font size="2">Bandura, A. (1993). Perceived self-efficacy in cognitive development and   functioning. <i >Educational Psychologist, </i>28(2),   117-148. doi: 10.1207/s153 26985ep2802_3</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201400040000700001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Boyce, B. A., & Bingham, M. S. (1997). The effects of self efficacy   and goal setting on bowling performance. <i >Journal of Teaching in Physical Education</i>, 16, 312-323.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201400040000700002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Boyce, B. A., & Wayda, V. K. (1994). The effects of assigned and   self set goals on task performance. <i >Journal of Sport and Exercise Psychology</i>, 16, 258-269.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201400040000700003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Boyce, B.A. (1992a). Effects of assigned versus participant-set goals on   skill acquisition and retention of a selected shooting task. <i>Journal of     Teaching in Physical Education</i>, 11, 220-234.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201400040000700004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Boyce, B. A. (1992b). The effects of goal proximity on skill acquisition   and retention of a selected shooting task in a field-based setting. <i>Journal     of Sport & Exercise Psychology</i>, 14, 298-308.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201400040000700005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Boyce, B. A. (1994). The effects of goal setting on performance and   spontaneous goal setting behavior of experienced pistol shooters. <i>The Sport Psychologist</i>, 8, 87-93.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201400040000700006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Boyce, B. A., Wayda, V. K., Bunker, L. K., Eliot, J., & Johnston, T.   (2001). The effects of three types of goal setting conditions on tennis performance: A field-base study. <i>Journal Teaching in Physical Education</i>, 20, 188-200.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201400040000700007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Brownlee, S., Leventhal, H., & Leventhal, E. A. (2000). Regulation, self-regulation,   and construction of the self in the maintenance of physical health. In M.   Boekaerts, P. R. Pintrich, & M. Ziedner (Eds.), <i >Handbook of Self-regulation</i> (1&#170; ed., pp. 369-409). San Diego, CA: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201400040000700008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Bund, A., & Wiemeyer, J. (2004).   Self-controlled learning of a complex motor skill: Effects of the learners&#8217;   preferences on performance and self-efficacy. <i >Journal of Human     Movement Studies</i>, 47, 215-236.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201400040000700009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Burton, D. (1992). The Jekyl-Hyde nature of   goals: Re-conceptualizing goal setting in sport. In T.S. Horn (Ed.), <i >Advances in sport psychology </i>(pp. 267-297). Champaign IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201400040000700010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Clark, S.E., & Ste Marie, D.M. (2007). The impact of self-as-a-model   interventions on children&#8217;s self-regulation of learning and swimming performance. <i >Journal of Sports Sciences,</i> 25, 577-586.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201400040000700011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Corr&#234;a, U. C., & Souza Jr., O. P. (2009). Effects of goal difficulty and   temporality in motor skill acquisition using the Bachman ladder. <i >Perceptual and Motor Skills</i>, 109, 1-12. doi: 10.2466/pms.109.3.817-823</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201400040000700012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Corr&#234;a, U. C., & Walter, C. (2009). A auto-aprendizagem motora: Um olhar para   alguns dos fatores que afetam a aquisi&#231;&#227;o de habilidades motoras. In M. T.   Cattuzzo & G. Tani (Eds.), <i >Leituras     em biodin&#226;mica e comportamento motor: conceitos e aplica&#231;&#245;es</i> (pp. 231-261). Recife: Editora da Universidade de Pernambuco.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201400040000700013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Corte, E., Verschaffel, L., & Eynde, P. (2000). Self-regulation: A characteristic   and a goal of math&#173;ematics education. In M. Boekaerts, P. R. Pintrich, & M.   Ziedner (Eds.), <i >Handbook of Self-regulation</i> (1&#170; ed., pp. 741-780). San Diego, CA: Academic Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201400040000700014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Hollingsworth, B. (1975). Effects of performance goals and anxiety on learning   a gross motor task. <i >Research Quarterly, 46</i>, 162-168.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201400040000700015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2"><a>Wulf, G., Shea, C., & Lewthwaite, R. (2010). Motor skill learning and performance: A review of in&#173;fluential factors. <i >Medical Education,</i> 44<b >,</b> 75-84.</a> doi 10.1111/j.1365-2923.2009.03421.x</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201400040000700021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Zimmerman, B. J. (1990). Self-regulated learning and academic   achievement: An overview. <i >Educa&#173;tional Psychologist</i>, 25(1), 3-17. doi 10.1207/s15326985ep2501_2</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201400040000700022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Zimmerman, B. J. (2000). Attaining self-regulation: A social cognitive   perspective. In M. Boekaerts, P. R. Pintrich & M. Zeidner (Eds.), <i >Handbook of self-regulation</i> (p.13-35), Burlington: Elsevier.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201400040000700023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Zimmerman, B. J. (2013). From cognitive modeling of self-regulation: A   social cognitive career path. <i >Educational Psychologist</i>, 48, 3, 135-147. doi: 10.1080/00461520.2013.794676</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201400040000700024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Zimmerman, B. J., & Schunk, D. H. (2003). Albert Bandura: the man   and his contributions to ed&#173;ucational psychology. In B. J. Zimmerman & D.   H. Schunk (Eds.), <i >Educational Psychology:     A century of contributions</i> (pp. 431-458). Mahway, NJ: Lawrence Erlbaum.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201400040000700025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b >Agradecimentos:    <br> </b>Nada a declarar.    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <b >Conflito de Interesses:    <br> </b>Nada a declarar.    <br> <b >Financiamento:    <br> </b>Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 14.10.2013; 1&#170; Revis&#227;o 07.02.2014;   Aceite 16.03.2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i >Autor correspondente</i>: School of Physical Education and Sport -   University of S&#227;o Paulo, Av. Prof.   Mello Moraes, 65, Cidade Universit&#225;ria, CEP 05508-030 S&#227;o Paulo, SP - Brazil; <i >E-mail</i>: <a href="mailto:umbertoc@usp.br">umbertoc@usp.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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