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<article-id>S1646-107X2015000100011</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.6063/motricidade.6882</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeitos de diferentes focos de atenção na performance motora de uma tarefa de agilidade em crianças]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Effects of different foci of attention in the motor performance of a task agility in children]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Pelotas Escola Superior de Educação Física ]]></institution>
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<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo Escola de Educação Física e Esporte ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to investigate whether instructions external focus of attention compared to internal focus and no particular focus differently affect motor performance of children. Additionally, we attempted to measure the adoption of the prescribed instructions on the focus of attention by the participants. Twenty-three children, of both sexes, mean age 10.04 ± .06 years performed a motor task agility in three different conditions: external focus, internal focus and no particular focus. They performed five trials of practice each experimental condition on different days and had their times recorded movement. After each trial, all participants answered a question regarding the focus of attention used. The analysis showed superiority of condition without specific focus and internal focus in relation to external focus condition. Regarding adoption of the focus of attention, the children used the priority focus of attention instructed by the experimenter. However, participants in the no particular focus condition used external focus (65%) in most of the attempts. We conclude that the instructions related to the external focus of attention not benefited the motor performance of a task agility in children.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[controle motor]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[desempenho motor]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[foco externo]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[foco interno]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[instruções]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[tempo de movimento]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[motor control]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[motor performance]]></kwd>
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<kwd lng="en"><![CDATA[instructions]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[movement time]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 

    <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><font size="4" face="Verdana"><b>Efeitos de diferentes focos de atenção na performance
motora de uma tarefa de agilidade em crianças</b></font></p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><font size="3" face="Verdana"><b>Effects of
different foci of attention in the motor performance of a task agility in children</b></font></p>

    <p>&nbsp;</p>
    <p>&nbsp;</p>

    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Francisco de Assis Furtado de
Oliveira<sup>1</sup>, Matheus Maia
Pacheco<sup>2</sup>, Ricardo Drews<sup>3<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup></b></font>
<font size="2" face="Verdana"></font></p>
<font size="2" face="Verdana">    <p><sup>1</sup><i>Escola
Superior de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Universidade Federal de Pelotas, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>
</i>
  <sup>2</sup><i>Pennsylvania State University, Estados
    Unidos da Am&eacute;rica</i>    <br>
  <sup>3</sup><i>Escola de
    Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte, Universidade de S&atilde;o Paulo, Brasil</i></p>
</font>
    <p>&nbsp;</p>
    <p>&nbsp;</p>
<hr noshade size="1">
    <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>

    <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do estudo foi investigar se instruções de
foco externo de atenção comparado ao foco interno e sem foco determinado
afetariam de forma diferente a performance motora de crianças. Adicionalmente, buscou-se mensurar a adoção das
instruções prescritas sobre o foco de atenção pelos participantes. Vinte e três crianças, de ambos os sexos, com idade
média de 10.04 ± .06 anos realizaram uma tarefa motora de agilidade em três condições diferentes: foco externo, foco
interno e sem foco determinado. Estes realizaram cinco tentativas de prática de
cada condição experimental em dias distintos e tiveram seus tempos de movimento
registrados. Após cada tentativa, todos os participantes responderam a uma
pergunta em relação ao foco de atenção utilizado. As análises apontaram
superioridade da condição sem foco determinado e de foco interno em relação à
condição foco externo. Em relação à adoção do foco de atenção, as crianças se utilizaram prioritariamente dos
focos de atenção instruídos pelo experimentador. Porém,
na condição sem foco determinado utilizaram o foco externo (65%) na maioria das
tentativas. Conclui-se que as instruções relacionadas ao foco de atenção
externo não beneficiaram a performance motora de uma tarefa de agilidade em
crianças.</font></p>

    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chaves</b>: controle motor, desempenho motor, foco
externo, foco interno, instruções, tempo de movimento</font></p>


<hr noshade size="1">

    <p><b><font size="2" face="Verdana">ABSTRACT</font></b></p>

    <p><font size="2" face="Verdana">The aim of this
study was to investigate whether instructions external focus of attention
compared to internal focus and no particular focus differently affect motor
performance of children. Additionally, we attempted to measure the adoption of
the prescribed instructions on the focus of attention by the participants.
Twenty-three children, of both sexes, mean age 10.04 ± .06 years performed a
motor task agility in three different conditions: external focus, internal
focus and no particular focus. They performed five trials of practice each
experimental condition on different days and had their times recorded movement.
After each trial, all participants answered a question regarding the focus of
attention used. The analysis showed superiority of condition without specific
focus and internal focus in relation to external focus condition. Regarding
adoption of the focus of attention, the children used the priority focus of
attention instructed by the experimenter. However, participants in the no
particular focus condition used external focus (65%) in most of the attempts.
We conclude that the instructions related to the external focus of attention
not benefited the motor performance of a task agility in children.</font></p>

    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords</b>: motor
control, motor performance, external focus, internal focus, instructions,
movement time</font></p>
<hr noshade size="1">
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p>&nbsp;</p>

    <p><b><font size="3" face="Verdana">INTRODUÇÃO</font></b></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>Um crescente número de
estudos tem demonstrado que a eficácia na performance e aprendizagem motora tem
grande dependência do foco de atenção induzido (para uma revisão, ver Wulf,
2013). Estudos sobre performance
motora apontam que instruções que dirigiram a atenção dos indivíduos para os
efeitos de seus movimentos no ambiente &#8211; foco externo &#8211; têm-se
mostrado superiores quando comparadas as instruções dirigidas a aspetos do
padrão de movimento &#8211; foco interno (Freudenheim,
Wulf, Madureira, Pasetto, &amp; Corrêa, 2010; Kal, van der Kamp, &amp; Houdijk,
2013; Marchant, Greig, Bullough, &amp; Hitchen, 2011; Schlesinger, Porter,
&amp; Russell, 2012).</p>

    <p>Uma
gama de evidências dos benefícios do foco de atenção externo na performance
motora encontram-se em análises com a população adulta (Lohse, Sherwood, &amp;
Healy, 2010; Makaruk, Porter, Czaplicki, Sadowski, &amp; Sacewicz, 2012;
Schücker, Hagemann, Strauss, &amp; Völker, 2009; Wulf, Dufek, Lozano, &amp;
Pettigrew, 2010). Poucos estudos, entretanto,
foram realizados com crianças (Olivier,
Palluel, &amp; Nougier, 2008), havendo um número escasso
de indícios demonstrando os efeitos do foco de atenção externo da performance
motora nessa faixa etária. No entanto, se levarmos em conta os resultados
encontrados na fase de prática dos estudos que analisaram os efeitos do foco de
atenção na aprendizagem motora em crianças, encontramos resultados
contraditórios sobre os benefícios do foco de atenção externo nessa faixa
etária (Abdollahipour,
Bahram, Shafizadeh, &amp; Khalaji, 2011; Chiviacowsky, Wulf, &amp; Avila, 2013;
Emanuel, Jarus, &amp; Bart, 2008; Wulf, Chiviacowsky, Schiller, &amp; Avila,
2010). Especificamente, Abdollahipour,
Bahram, Shafizadeh, e Khalaji (2011) verificaram menor número de erros na realização de uma
tarefa de drible no futebol quando o grupo realizou a tarefa com instrução de
foco interno. Por outro lado, Wulf, Chiviacowsky, Schiller, e Avila (2010) não verificaram diferenças entre grupos que receberam
diferentes induções de foco de atenção externo e interno em uma tarefa de
arremesso de bola. Resultados semelhantes foram encontrados por Chiviacowsky,
Wulf, e Avila (2013) e Emanuel, Jarus, e Bart (2008).</p>

    <p>Uma
hipótese para os resultados encontrados seria a de diferentes efeitos do foco
de atenção nos primeiros níveis de aprendizagem (Fitts
&amp; Posner, 1967; Gentile, 1972). Alguns estudos têm demonstrado efeitos distintos do foco de
atenção em adultos iniciantes e habilidosos, sendo questionado se foco de
atenção externo traz benefícios para a performance motora de participantes
iniciantes (Beilock, Bertenthal, Mccoy, &amp; Carr, 2004;
Beilock, Carr, MacMahon, &amp; Starkes, 2002; Ford, Hodges, &amp; Williams,
2005). Crianças,
devido ao nível de desenvolvimento no qual se situam, passam por um período de
menor proficiência nas habilidades em relação a adultos e carregam consigo
menor experiência (Jerry R.
Thomas, Lee, &amp; Thomas, 1988). Tendo por base que a distribuição
da atenção, além de poder variar em função da complexidade da tarefa e das
instruções fornecidas ao indivíduo, pode ser influenciada pelo seu nível de habilidade
(Ivry,
1996; Shiffrin, 1988), se torna questionável se
instruções induzindo a utilização do foco externo seriam eficientes na
performance motora de crianças, como é encontrado na população de adultos.</p>

    <p>Aliado
a isto, a adoção do foco de atenção instruído necessita ser mensurada para uma
melhor compreensão dos efeitos que a instrução sobre o foco de atenção na
performance. Entretanto, poucos estudos controlaram a adoção do foco solicitado
(Bell &amp; Hardy, 2009; Ford, Hodges, &amp; Williams,
2009; Porter, Nolan, Ostrowski, &amp; Wulf, 2010; Stoate &amp; Wulf, 2011). Assim, também se encontram
incertezas relacionadas à adoção do foco instruído como se há tendências de
utilização do foco em um grupo sem instrução direta. Apesar da especulação que
indivíduos do grupo sem indução de foco tendem a escolher o foco interno (Wulf,
2007), Porter, Nolan, Ostrowski,
e Wulf (2010) não encontraram foco definido para este grupo em adultos
&#8211; e ainda encontraram adoção de diferentes instruções de foco utilizados
em alguns casos.</p>

    <p>Portanto,
o objetivo do presente estudo foi investigar se instruções de foco externo de
atenção comparado ao foco interno e sem foco determinado afetariam de forma
diferente a performance motora de crianças. Adicionalmente, foi verificado qual foco de atenção foi adotado pelos participantes
em cada condição de prática, com intuito de mensurar a
adoção das instruções, o foco de atenção utilizado na condição sem foco determinado
e a frequência de troca de foco em cada condição experimental.</p>
</font>
    <p>&nbsp;</p>

    <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Amostra</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>Participaram
voluntariamente do estudo 23 crianças de ambos os sexos (14 meninos e 9 meninas)
com idade média de 10.04 ± .06 anos e estudantes de uma Escola Estadual da
cidade de Pelotas/RS. Nenhum participante tinha conhecimento sobre objetivo do
experimento e apresentava alteração visual, somatossensorial, auditiva, ou
ferimentos que impedissem ou dificultassem a realização dos testes. O presente
estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de
Pelotas (UFPel) (014/2011) e todos os indivíduos tiveram sua participação concedida
após assinatura do Termo de consentimento livre e esclarecido pelos pais ou
responsáveis.</p>
</font>
    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>A
tarefa utilizada no estudo foi o teste de agilidade em “L” (Porter et
al., 2010), realizado em uma quadra
polidesportiva de uma Escola Estadual da cidade de Pelotas/RS. O teste tem se
mostrado confiável dado o alto coeficiente de correlação intraclasse (r = .90)
encontrado em outros estudos (Gabbett,
2006; Webb &amp; Lander, 1983). A realização do teste
consiste em percorrer cinco metros em linha reta, em seguida cinco metros para
a esquerda, contornar um cone e retornar o percurso até a linha de partida,
formando um L (<a href="#f1">Figura 1</a>). A medida utilizada foi o tempo de movimento (TM),
mensurado através do cronômetro digital TECHNOS DC453/8P. Apenas um avaliador,
previamente treinado, conduziu o teste enquanto outros dois realizaram a tomada
dos resultados.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><a name="f1"></a></p>
    <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n1/11n1a11f1.jpg" width="281" height="254"></p>
    
<p>&nbsp;</p>
</font>
    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>Cada
um dos 23 participantes completou cinco tentativas em cada uma das três
condições analisadas: sem foco determinado (condição controle), foco de atenção
externo e foco de atenção interno. Como no estudo de Porter et al. (2010) as diferentes condições foram realizadas em dias não
consecutivos da semana (segunda, quarta e sexta-feira), sendo ordenados em
condição controle no primeiro dia; as condições foco externo e foco interno
foram balanceadas no segundo e terceiro dia.</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Antes
da realização dos testes, os participantes receberam informações, adaptadas de
Porter et al. (2010), sobre os procedimentos da tarefa e o tipo de foco de
atenção a ser utilizado. Na condição controle os indivíduos receberam
instruções para “correr através do percurso o mais rápido e melhor possível”.
Na condição de foco de atenção externo foram informados de que deveriam “correr
através do percurso o mais rápido e melhor possível, focando nos cones e impulsionando
o chão com o pé durante as mudanças de direção do teste”. Já na condição de
foco interno as crianças receberam instruções de que deveriam “correr através
do percurso o mais rápido e melhor possível, focando no movimento das pernas e
nos pés durante a execução do teste”.</p>

    <p>Os
participantes foram conduzidos individualmente até o local de prática e
instruídos sobre a realização da tarefa. Para melhor entendimento, o pesquisador
demonstrou o percurso a ser realizado de forma lenta e silenciosa afim de não
haver influência no foco de atenção instruído ou indiretamente oferecer uma
estratégia que poderia ser utilizada para melhorar o desempenho. Em seguida, os
participantes foram instruídos a ficar na linha de partida e a começar a
tentativa quando estivessem prontos.</p>

    <p>O
TM começou a ser marcado quando os participantes ultrapassaram a linha de
partida e foi finalizado no momento do seu respetivo retorno. Entre as tentativas,
cada participante teve um período de descanso de dois minutos, no qual foram
convidados a responder à seguinte pergunta: “No que você prestou atenção
enquanto corria?”. Em nenhum momento foram autorizados a ver sua resposta
anterior. Este procedimento continuou até que todas as cinco tentativas do dia
fossem realizadas, não sendo informados o TM ou qualquer outra forma de
feedback durante e após as tentativas.</p>
</font>
    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise Estatística</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>Inicialmente,
foram calculadas as médias dos TM apresentados em cada condição para os indivíduos
e verificado com o teste W de Shapiro-Wilk que os dados diferiam
significativamente de uma distribuição normal. Desta forma, foi aplicada a
ANOVA de Friedman para verificar diferenças entre as três condições de teste
(controle X foco interno X foco externo) e testes pareados de Wilcoxon
corrigidos pelo procedimento de Bonferroni para identificar as diferenças entre
cada condição. Quanto ao nível de significância do teste, foi adotado 5% para a
ANOVA de Friedman e de 1.66% nas comparações par a par de Wilcoxon. O tamanho
de efeito foi calculado a partir da estatística <i>r</i>. Para a realização dos procedimentos estatísticos foi utilizado o
pacote estatístico SPSS 17.0</p>

    <p>As
respostas da pergunta em relação ao foco de atenção utilizado foram codificadas
e organizadas coletivamente em cada uma das três condições experimentais: foco
externo, foco interno e sem foco determinando. A categorização e organização
das respostas recebidas, com base no estudo de
Porter et al. , foi
realizada por dois autores do presente estudo, havendo total concordância na
classificação das respostas em cada condição experimental. Por exemplo, quando
solicitados para focarem internamente alguns participantes responderam:
“prestei atenção no meu pé”, “eu corri prestando atenção no movimento dos meus
braços”. Em contrapartida, respostas como: “prestei atenção nos cones”, “corri
o mais rápido que pude, olhando para as linhas”, foram respostas categorizadas
como utilizando o foco de atenção externo. </p>

    <p>Além disso, algumas respostas foram
classificadas como “outras”, no qual os indivíduos misturaram os dois focos de
atenção, interno e externo, ou não focaram em nada. Por exemplo, “corri prestando
atenção no meu braço, e o mais perto que pude do cone”, “não prestei atenção em
nada enquanto corria”. Estes dados foram analisados a partir da frequência de
ocorrência de cada tipo de resposta.</p>

    <p>A partir das respostas encontradas, foi verificado se houve
associação entre as instruções fornecidas sobre o foco de atenção, o foco
adotado e a troca de foco na tentativa seguinte, sendo realizados dois testes
de qui&#8211;quadrado (&#967;<sup>2</sup>):
condição experimental (foco instruído) X foco adotado; e condição experimental
X frequência de troca de foco. Para uma análise detalhada, também foram utilizadas
a estatística da taxa de razão para verificar em quais condições determinado
foco adotado teve probabilidade significativamente superior de ser utilizado em
relação outras condições. O mesmo procedimento foi realizado com a análise das
trocas de foco.</p>
</font>
    <p>&nbsp;</p>

    <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Tempo de Movimento</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>A <a href="#f2">figura 2</a> apresenta os desempenhos dos participantes em relação ao TM nos diferentes
focos de atenção. A partir da ANOVA de Friedman, foram encontradas diferenças
significativas entre as três condições (&#967;&sup2; = 19.407; p = .001). Nos testes pareados de
Wilcoxon identificou-se diferenças significativas entre as condições foco
externo e foco interno (r = .61; p = .004) e entre as condições foco externo e
controle (r = .68; p = .001) &#8211; a condição foco externo resultou em pior
desempenho entre as três condições.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><a name="f2"></a></p>
    <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n1/11n1a11f2.jpg" width="277" height="270"></p>
    
<p>&nbsp;</p>
</font>


    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Frequência absoluta de respostas relacionadas ao foco de atenção utilizado</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>A <a href="#t1">tabela 1</a> apresenta a frequência absoluta de cada resposta sobre o foco de atenção
utilizado na execução da tarefa para o questionamento “No que você prestou
atenção enquanto corria?”. As condições experimentais apresentaram primazia de
foco orientado ao que a condição requeria e distribuição similar entre os
outros focos (63.5% de foco interno, 19% foco externo e 17.5% sem foco
determinado na condição foco interno e 61% de foco externo, 27% foco interno e
12% sem foco determinado na condição foco externo). Na condição controle, os
participantes apontaram respostas com 65% de foco externo, 25% de foco interno
e 10% sem foco determinado.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><a name="t1"></a></p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n1/11n1a11t1.jpg" width="580" height="392"></p>
    
<p>&nbsp;</p>

    <p>Sobre
a mudança de foco de atenção durante uma mesma condição, os resultados mostram
que os participantes alteraram o foco 34% das vezes na condição de foco
interno, 31% na condição de foco externo, e 17.4% na condição controle.</p>
</font>
    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Associação entre condição experimental X foco adotado</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>A
análise de qui - quadrado apontou uma associação significativa entre a condição
experimental do indivíduo (foco de atenção instruído) e o foco adotado (&#967;<sup>2</sup> = 61.416; p &lt; .001). A <a href="#t2">tabela 2</a> apresenta os resultados relativos a taxa de razão da adoção da instrução do
foco em cada condição. Como se pode observar, o foco de atenção foi adotado com
maior probabilidade na situação onde este foi instruído (4.92 mais vezes para
foco interno e 2.13 mais vezes para foco externo). Adicionalmente, os
resultados apontam que houve grande probabilidade de adoção do foco externo na
condição controle (2.81 mais vezes) e menor probabilidade do foco interno
(.04).</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><a name="t2"></a></p>
    <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n1/11n1a11t2.jpg" width="577" height="135"></p>
    
<p>&nbsp;</p>
</font>
    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Associação entre condição experimental X troca de foco</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A análise de qui-quadrado apontou uma associação
significativa entre a condição experimental do indivíduo (foco de atenção
instruído) e o número de trocas de foco (&#967;<sup>2
</sup>= 9.093; p = .011). A <a href="#t3">Tabela 3</a> apresenta os resultados relativos a taxa
de razão entre a troca de focos em cada condição. As análises apontam que
somente na condição sem foco determinado (controle) observamos resultados
significativos. Nesta condição, os participantes apresentaram 2 vezes maior
probabilidade de manter o foco escolhido na tentativa seguinte.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><a name="t3"></a></p>
    <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n1/11n1a11t3.jpg" width="580" height="131"></p>
    
<p>&nbsp;</p>
</font>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>No
presente estudo foi investigado se instruções de foco de atenção externo
comparado ao foco interno e sem foco determinando afetariam de forma diferente
a performance motora de crianças. Ainda, o
estudo analisou a adoção da instrução verificando qual foco de atenção foi
utilizado pelos participantes.</p>

    <p>Observando
os desempenhos das condições experimentais, as análises apontaram diferenças no tempo de
movimento entre os diferentes focos de atenção induzidos: as condições controle
e com instrução de foco interno apresentaram desempenhos melhores que a condição
de foco externo. Tais
resultados
assemelham-se aos achados verificados na fase de desempenho dos estudos de foco
de atenção e aprendizagem motora em crianças (Abdollahipour
et al., 2011; Chiviacowsky et al., 2013; Wulf, Chiviacowsky, et al., 2010), demonstrando que instruções dirigindo a atenção de
crianças para foco externo, ao invés de nenhum foco determinado ou foco interno,
não resultaram em uma performance mais eficaz.</p>

    <p>Esses
resultados podem estar relacionados aos efeitos do foco de atenção em distintos
níveis de aprendizagem. Alguns estudos demonstraram diferenças em mecanismos de
atenção de participantes iniciantes e habilidosos, demonstrando que adultos em
estágios iniciais de aquisição de habilidades têm benefícios na performance
motora com a utilização do foco interno de atenção (Beilock et
al., 2004, 2002; Ford et al., 2005).</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Os
resultados do presente estudo corroboram com a ideia de que no desempenho de
iniciantes, não automático, a execução de habilidades é suportada por um
conjunto de estruturas de controlo que são mantidos na memória de trabalho, não
podendo ser rompida através do controle consciente e, dessa forma, facilitando
os processos iniciais de habilidade (Beilock et
al., 2002; Ford et al., 2005). Logo, durante os primeiros
estágios de aprendizagem, existe influência positiva da direção da atenção nos
padrões de movimento, não sendo estas tão relevantes para indivíduos habilidosos
(Schmidt
&amp; Lee, 2011).</p>

    <p>Aliado
a isto, alguns estudos analisando os efeitos do foco de atenção na aprendizagem
motora de adultos iniciantes demonstraram que, ao receber informações de foco
interno na instrução inicial e/ou nas primeiras tentativas de prática e somente
após um período de prática receber instrução de foco externo, obtiveram melhor
aprendizagem (Oliveira, Denardi, Tani,
&amp; Corrêa, 2013; Silva et al., 2013). Assumindo que a performance motora de crianças seria
semelhante, ou até inferior, a de adultos iniciantes, estes resultados destacam
diferenças no desempenho das estruturas de controlo de atenção em distintos
níveis de aprendizagem e complementam um crescente corpo de estudos que sugere
que a performance de indivíduos iniciantes não é beneficiada pelo foco externo
de atenção.</p>

    <p>Em
relação à adoção do foco de atenção, os resultados apontaram que as crianças se
utilizaram prioritariamente dos focos de atenção instruídos pelo
experimentador. As condições com instrução direta tiveram 61% e 63.5% das vezes
com as crianças utilizando o foco instruído, sendo verificada associação
significativa entre a condição experimental do indivíduo (foco de atenção instruído)
e o foco adotado. Este nível de adoção da instrução foi encontrada também em
adultos na mesma tarefa (Porter et
al., 2010). A quantidade de trocas de
foco nestas condições também foram similares ao estudo de Porter et al. (2010). Entretanto, os participantes na condição sem foco determinado
focaram atenção externamente em 65% das tentativas e escolheram mudar seu foco
de atenção em uma frequência de 17.4 %, demonstrando, em análises adicionais,
que as crianças significativamente apresentaram 2 vezes maior
probabilidade de manter o foco escolhido na tentativa seguinte. Estes resultados diferem dos
resultados de Porter et al. (2010) &#8211; neste estudo o foco para a condição controle é disperso
e as trocas de foco são mais frequentes &#8211; e se apresentam contraditórios
aos resultados da condição de foco externo. </p>

    <p>Uma
explicação para os resultados apresentados em cada condição pode estar
relacionada ao conteúdo da instrução do foco induzido. Ao visualizarmos a
frequência absoluta de cada resposta para a questão do foco adotado,
observam-se diferenças nas subcategorias do foco de atenção externo utilizado:
a condição de foco externo teve maioria de tentativas com foco no chão enquanto
a condição controle teve maioria nos cones (49 e 51 vezes respetivamente).
Esses resultados apontam que o conteúdo do foco de atenção prescrito para a
condição de foco externo não foi eficiente para realização da tarefa; as
informações relacionadas ao foco de atenção fornecidas seriam inespecíficas. </p>

    <p>Alguns
autores (por exemplo, Ried, Fugita,
Freudenheim, Basso, &amp; Corrêa, 2012; Schmidt &amp; Lee, 2011; Wulf, 2013) têm destacado a influência e implicações da formulação e
adoção da instrução do foco de atenção. Por exemplo, Ried, Fugita, Freudenheim,
Basso, e Corrêa (2012) argumentam que é possível que fatores como a linguagem
utilizada, definida pelo contexto, pelo tema e pelos falantes, dificultem a
compreensão da instrução na realização das tarefas por parte de alguns dos
executantes. Schimdt &amp; Lee (2011) complementam que é muito importante que a instrução seja clara,
concisa e repetida várias vezes para encorajar os indivíduos a centrar sua
atenção no ponto desejado. Se faz necessário, portanto, compreender que
instruções sobre foco devem considerar pontos relevantes da tarefa &#8211; que
possam influenciar de forma positiva o desempenho dos executantes.</p>

    <p>Desta
forma, se considerarmos que os focos induzidos no presente estudo implicaram em
dois aspetos a serem focalizados ao mesmo tempo, podemos supor que essa seja
uma limitação do presente estudo. A consideração deste aspeto pode estar
intimamente ligada à quantidade de informações presentes na instrução e a
relação com a capacidade de processamento de informações (Badan, Hauert, &amp; Mounoud, 2000; M. T. H.
Chi, 1977; Connolly, 1970; Lambert &amp; Bard, 2005). Especificamente, crianças se
encontram em um nível maturacional anterior em relação aos adultos, o que
compromete o processo de avaliação do erro afetando a performance motora (Chi, 1976;
Thomas, 1980). Thomas (1980) ressalta ainda diferenças na utilização de processos de controlo
(ensaio ou prática, rotulação, procura e resgate, agrupamento e codificação)
para transferir a informação de memória de curta duração para memória de longa
duração, sendo as crianças mais lentas no processamento.&nbsp; </p>

    <p>Observa-se
assim, que o foco de atenção bem-sucedido em adultos (Porter et
al., 2010) não foi superior para as
crianças do presente estudo. Ao levar em conta a colocação de Thomas, Lee,
&amp; Thomas (1988), que classificam as crianças como “novatos universais” devido a quantidade limitada de experiências
que elas possuem, percebe-se que a falta de experiências podem refletir diretamente
na performance e na influência do foco utilizado.</p>

    <p>Deve
ser enfatizado que este estudo reforça a
necessidade de incluir instrumentos de controlo da adoção do foco em pesquisas
relativas à eficiência do foco de atenção e a importância do conteúdo fornecido
para instrução do foco a ser utilizado. Assim, é esperado que outros estudos sejam realizados para a compreensão dos
possíveis efeitos do foco de atenção em crianças, utilizando testes de retenção
e transferência em diferentes tarefas e condições metodológicas a fim de
verificar efeitos permanentes na performance e aprendizagem motora.</p>
</font>
    <p>&nbsp;</p>

    <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Conclui-se
que a utilização de instrução de foco externo de atenção não beneficiou a
performance motora de crianças. Pode-se argumentar que as diferenças
decorrentes dos níveis de aprendizagem não possibilitam observar o mesmo efeito
do foco de atenção observado em adultos. Verifica-se ainda, que as crianças se
utilizaram prioritariamente dos focos de atenção instruídos pelo
experimentador. Entretanto, a utilização
de foco de atenção quando não há indução por parte do experimentador é
prioritariamente de foco externo.</p>
</font>
    <p>&nbsp;</p>



    <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font><font size="2" face="Verdana">
</font></p><font size="2" face="Verdana">    <!-- ref --><p>Abdollahipour, R., Bahram, A., Shafizadeh, M., &amp;
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of soccer-dribbling task in children and adolescences. <i>Journal of Movement
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</p>
    <!-- ref --><p>Badan, M., Hauert, C. A., &amp; Mounoud, P.
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<font size="2" face="Verdana">
<b>Agradecimentos:    <br>
</b>Nada a declarar.
<b>    <br>
Conflito de Interesses:    <br>
</b>Nada a declarar.
<b>    <br>
Financiamento:    <br>
</b>Cnpq/Brasil- Protocolo 211487/2013-9.</font>
    <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 18.12.2013; Aceite 05.05.2014</font></p>
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    <p>&nbsp;</p>
    <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a> <i>Autor correspondente:</i> Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte - Universidade de S&atilde;o Paulo, Av. Prof. Mello Moraes, 65, Cidade Universit&aacute;ria, CEP 05508-030 S&atilde;o Paulo, SP - Brasil; <i>E-mail</i>:
  <a href="mailto:ricardodrews@hotmail.com">ricardodrews@hotmail.com</a></font></p>

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