<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>1646-107X</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Motricidade]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Motri.]]></abbrev-journal-title>
<issn>1646-107X</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Edições Desafio Singular]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S1646-107X2015000100016</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.6063/motricidade.3178</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comportamento sedentário: conceito, implicações fisiológicas e os procedimentos de avaliação]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sedentary behavior: concept, physiological implications and the assessment procedures]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Meneguci]]></surname>
<given-names><![CDATA[Joilson]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Douglas Assis Teles]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rodrigo Barboza]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Santos]]></surname>
<given-names><![CDATA[Rafaela Gomes]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Sasaki]]></surname>
<given-names><![CDATA[Jeffer Eidi]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tribess]]></surname>
<given-names><![CDATA[Sheilla]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Damião]]></surname>
<given-names><![CDATA[Renata]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Júnior]]></surname>
<given-names><![CDATA[Jair Sindra Virtuoso]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal do Triângulo Mineiro  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,Universidade do Estado da Bahia  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
<country>Brasil</country>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>03</month>
<year>2015</year>
</pub-date>
<volume>11</volume>
<numero>1</numero>
<fpage>160</fpage>
<lpage>174</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1646-107X2015000100016&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S1646-107X2015000100016&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://scielo.pt/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S1646-107X2015000100016&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><abstract abstract-type="short" xml:lang="pt"><p><![CDATA[O presente estudo de revisão narrativa teve como objetivos: a) rever os termos operacionais utilizados para a caracterização do comportamento sedentário; b) descrever as implicações para a saúde; e c) os principais métodos de avaliação do comportamento sedentário. Comportamento sedentário é o termo direcionado para as atividades que são realizadas na posição deitada ou sentada e que não aumentam o dispêndio energético acima dos níveis de repouso, <= 1.5 equivalentes metabólicos (METs). Ao analisar as implicações fisiológicas destes comportamentos para a saúde das pessoas é possível destacar a redução e/ou a cessação da contratilidade muscular como desencadeador do processo de diminuição da utilização da glicose pelos músculos, do aumento da insulina e do favorecimento da produção de lipídios que serão preferencialmente armazenados no tecido adiposo da região central do corpo, o qual por sua vez produz moléculas inflamatórias precursoras das doenças crónicas não transmissíveis. A inatividade física e a exposição prolongada a comportamentos sedentários devem ser avaliadas distintamente, respeitando as bases teóricas de cada constructo. O efeito prolongado da exposição aos comportamentos sedentários e da inatividade física ao longo do curso da vida favorece a potencialização dos efeitos nocivos de tais comportamentos na velhice e a mortalidade precoce.]]></p></abstract>
<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This present study aimed to: a) review the operational terms of sedentary behaviour characterization, b) describe the health implications, and c) sedentary behaviour main evaluation methods. Sedentary behaviour is the word targeting activities that are performed in lying or sitting position and that do not increase energy expenditure above resting levels, <= 1.5 metabolic equivalent units (METs). Through the analysis of the physiological implications of such behaviour to people's health it is possible to highlight the reduction and / or cessation of muscle contractility as a beginner of the reducing process of the use of glucose by muscles, increasing insulin and facilitating the production of lipids that are preferentially stored in the central body adipose tissue, which in turn produces inflammatory molecules which are the precursors of non-transmissible chronic diseases. Physical inactivity and prolonged exposure to sedentary behaviours should be evaluated distinctly, considering the theoretical bases of each construct. The prolonged effect of sedentary behaviours and physical inactivity throughout lifespan enables the possibility of the harmful effects of such behaviours in old age and premature mortality.]]></p></abstract>
<kwd-group>
<kwd lng="pt"><![CDATA[atividade física]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[estilo de vida sedentário]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[revisão de literatura]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[physical activity]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[sedentary lifestyle]]></kwd>
<kwd lng="en"><![CDATA[review literature]]></kwd>
</kwd-group>
</article-meta>
</front><body><![CDATA[ 

    <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana"> ARTIGO DE REVIS&#195;O</font></b></p>
    <p align="right">&nbsp;</p>

    <p><font size="4" face="Verdana"><b>Comportamento sedentário: conceito, implicações
fisiológicas e os procedimentos de avaliação</b></font></p>
    <p>&nbsp;</p>

    <p><font size="3" face="Verdana"><b>Sedentary
behavior: concept, physiological implications and the assessment procedures</b></font></p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p>&nbsp;</p>



    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Joilson Meneguci<sup>1<a name="topo"></a><a href="#end">*</a></sup>, Douglas Assis Teles Santos<sup>2</sup>, Rodrigo Barboza Silva<sup>1</sup>, Rafaela Gomes Santos<sup>1</sup>, Jeffer Eidi Sasaki<sup>1</sup>, Sheilla Tribess<sup>1</sup>, Renata Damião<sup>1</sup>, Jair Sindra Virtuoso Júnior<sup>1</sup></b></font></p>


    <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup><i>Universidade
Federal do Triângulo Mineiro, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>
</i><sup>2</sup><i>Universidade do Estado da Bahia, campus Teixeira
de Freitas, Brasil</i></font></p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p>&nbsp;</p>
<hr noshade size="1">
    <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>O presente estudo de revisão narrativa teve como
objetivos: a) rever os termos operacionais utilizados para a caracterização do
comportamento sedentário; b) descrever as implicações para a saúde; e c) os
principais métodos de avaliação do comportamento sedentário. Comportamento
sedentário é o termo direcionado para as atividades que são realizadas na
posição deitada ou sentada e que não aumentam o dispêndio energético acima dos
níveis de repouso, <= 1.5 equivalentes metabólicos (METs). Ao analisar as implicações
fisiológicas destes comportamentos para a saúde das pessoas é possível destacar
a redução e/ou a cessação da contratilidade muscular como desencadeador do
processo de diminuição da utilização da glicose pelos músculos, do aumento da
insulina e do favorecimento da produção de lipídios que serão preferencialmente
armazenados no tecido adiposo da região central do corpo, o qual por sua vez
produz moléculas inflamatórias precursoras das doenças crónicas não
transmissíveis. A inatividade física e a exposição prolongada a comportamentos
sedentários devem ser avaliadas distintamente, respeitando as bases teóricas de
cada constructo. O efeito prolongado da exposição aos comportamentos
sedentários e da inatividade física ao longo do curso da vida favorece a
potencialização dos efeitos nocivos de tais comportamentos na velhice e a
mortalidade precoce.</p>
</font>
    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chaves</b>: atividade física, estilo de vida sedentário,
revisão de literatura.</font></p>

<hr noshade size="1">

    <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>This present study
aimed to: a) review the operational terms of sedentary behaviour characterization,
b) describe the health implications, and c) sedentary behaviour main evaluation
methods. Sedentary behaviour is the word targeting activities that are performed
in lying or sitting position and that do not increase energy expenditure above
resting levels, <= 1.5 metabolic equivalent units (METs). Through the analysis
of the physiological implications of such behaviour to people's health it is
possible to highlight the reduction and / or cessation of muscle contractility
as a beginner of the reducing process of the use of glucose by muscles, increasing
insulin and facilitating the production of lipids that are preferentially
stored in the central body adipose tissue, which in turn produces inflammatory
molecules which are the precursors of non-transmissible chronic diseases.
Physical inactivity and prolonged exposure to sedentary behaviours should be
evaluated distinctly, considering the theoretical bases of each construct. The
prolonged effect of sedentary behaviours and physical inactivity throughout
lifespan enables the possibility of the harmful effects of such behaviours in
old age and premature mortality.</p>
</font>
    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords</b>: physical
activity, sedentary lifestyle, review literature.</font></p>
<hr noshade size="1">


    <p>&nbsp;</p>



    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>




    <p><b><font size="3" face="Verdana">INTRODUÇÃO</font></b></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>A falta da prática regular de
atividade física está associada à doença cardiovascular, à diabetes mellitus
tipo 2, à obesidade, a alguns tipos de cancro e também à mortalidade por todas
as causas (Hallal et al., 2012)>. Neste sentido, as evidências da relação inversa da atividade
física com as doenças e agravos não transmissíveis colaboraram para a proposição
de níveis mínimos de atividade física com o intuito de trazer benefícios para a
saúde (R. Pate et al., 1995).</p>

    <p>Até meados da década de 90 o modelo
de promoção para a saúde visava a necessidade da mudança nos níveis de aptidão
física para o alcance de benefícios; após esse período a incorporação do estilo
de vida ativo tornou-se suficiente para obter benefícios para a saúde,
independentemente da alteração no nível de aptidão física (Farias Júnior, 2011). Entretanto, com o avanço tecnológico, a realização de
tarefas, tanto as diárias como as laborais, passou a ser mais simples, o que
reduziu o tempo e a intensidade da atividade física e aumentou o tempo exposto
a comportamentos sedentários (Hamilton, Hamilton, &amp; Zderic,
2007; Owen, Healy, Matthews, &amp; Dunstan, 2010).</p>

    <p>O estudo do comportamento sedentário
tem sido nos últimos 10 anos reconhecido como uma questão de saúde pública (Hallal et al., 2012) e investigações colocam em evidência que este
comportamento está relacionado com efeitos deletérios para saúde, sendo necessário
transmitir esta mensagem à população (Hamilton, Healy, Dunstan, Zderic,
&amp; Owen, 2008).</p>

    <p>A comunidade científica tem destacado
que novas investigações a respeito do comportamento sedentário em diferentes
regiões, culturas e os respetivos fatores correlatos, tendo como referência
amostras de base populacional, fortalecem o entendimento das implicações para a
saúde, além de possibilitarem a elaboração de diretrizes (Bauman et al., 2011; Hamilton et
al., 2008; World Health Organization, 2010).</p>

    <p>Recentes estudos epidemiológicos
têm demonstrado que demasiado tempo despendido em comportamento sedentário,
além de estar associado a doenças cardiovasculares, obesidade, síndrome
metabólica, diabetes mellitus (Hamilton et al., 2007), trombose venosa (Howard et al., 2013), pode ser considerado um fator de risco para todas as
causas de mortalidade, independentemente do nível de atividade física (Katzmarzyk,
Church, Craig, &amp; Bouchard, 2009; van der Ploeg, Chey, Korda, Banks, &amp;
Bauman, 2012).</p>

    <p>Apesar do aumento da relevância do
estudo do comportamento sedentário, principalmente pela sua relação com a
saúde, os métodos de avaliação e as discussões ainda são incipientes e marcadas
muitas das vezes por incoerências na utilização da terminologia (Owen et al., 2010).</p>

    <p>Neste
sentido, o presente estudo teve como objetivos: a) rever os termos operacionais
utilizados para definir o comportamento sedentário; b) descrever as implicações
fisiológicas relacionadas com o comportamento sedentário; e, c) os principais
métodos de avaliação do comportamento sedentário.</p>
</font>
    <p>&nbsp;</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b><font size="3" face="Verdana">MÉTODO</font></b></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>O presente estudo é uma revisão realizada a partir do
levantamento de artigos publicados em periódicos indexados que tiveram o
objetivo de discutir a temática do comportamento sedentário em relação à sua
definição, implicações fisiológicas e métodos avaliativos. </p>

    <p>Para o levantamento dos artigos na literatura realizou-se uma
busca avançada nas bases de dados da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), <i>National Library of Medicine</i> (PubMed) e <i>Web of Science</i>. Utilizou-se a combinação
do termo “<i>sedentary behavior</i>” com “<i>definition</i>”, “<i>physiological mechanisms</i>” e “<i>assessment methods</i>”, conforme
apresentado na <a href="#f1">Figura 1</a>.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><a name="f1"></a></p>
    <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n1/11n1a16f1.jpg" width="580" height="518"></p>
    
<p>&nbsp;</p>

    <p>Através do
procedimento de busca adotado, selecionaram-se os artigos que apresentaram o
conceito de comportamento sedentário, as implicações fisiológicas advindas
deste comportamento e os métodos de avaliação. Também foi realizada uma busca
manual a partir da leitura das referências dos artigos selecionados nas bases
de dados pesquisadas, sendo que aqueles considerados relevantes para a
discussão e o entendimento dos constructos analisados foram incluídos neste
artigo.</p>


    <p>Relativamente à definição operacional,
selecionaram-se, a partir da busca realizada, os trabalhos de Owen et al. (2010) e Pate, O'Neill, e Lobelo (2008). Adicionalmente foram incluídos trabalhos que discutiram a
respeito do compêndio de atividade física (Ainsworth
et al., 2000), acerca da topografia corporal (Hamilton
et al., 2007, 2008) e do sono (Must &amp; Parisi, 2009; Patel
&amp; Hu, 2008; Taheri, Lin, Austin, Young, &amp; Mignot, 2004). A diferenciação da nomenclatura comportamento sedentário
de atividade física teve como base recomendações de intensidade, frequência e
duração da prática de atividade física (R. Pate et al., 1995; World Health
Organization, 2010).</p>

    <p>Para discussão das implicações fisiológicas
foram utilizados estudos que relacionaram o comportamento sedentário à
mortalidade (Katzmarzyk et al., 2009; van der
Ploeg et al., 2012)
e à redução da expectativa de vida (Katzmarzyk &amp; Lee, 2012). De acordo com a busca realizada, o trabalho de Charansonney
(2011) foi selecionado como referência para descrever os
mecanismos fisiológicos do comportamento sedentário.</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em relação aos métodos de avaliação
do comportamento sedentário, foram selecionados os artigos que discutiram tanto
dispositivos tecnológicos (Grant,
Ryan, Tigbe, &amp; Granat, 2006; Kerr et al., 2013; Ryde, Gilson, Suppini,
&amp; Brown, 2012) como de autorrelato (Clark
et al., 2011; A. L. Marshall, Miller, Burton, &amp; Brown, 2010; Rosenberg,
Bull, Marshall, Sallis, &amp; Bauman, 2008). Como
forma de demonstrar os métodos de avaliação do comportamento sedentário,
adotou-se a estratégia de incluir os métodos de avaliação da atividade física (Florindo, Latorre, Jaime, Tanaka,
&amp; Zerbini, 2004; Grant et al., 2006; Kriska &amp; Caspersen, 1997; Oliveira
&amp; Maia, 2001; Rodrigo Siqueira Reis, Petroski, &amp; Lopes, 2000).</p>

    <p>Com o
intuito de atender o objetivo do estudo foi construído um modelo teórico para
definir o comportamento sedentário, apresentar as implicações fisiológicas
advindas deste comportamento e os métodos de avaliação.</p>

</font>

    <p><b><font size="2" face="Verdana">Comportamento
sedentário: definição operacional</font></b></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>Com o
objetivo de transmitir uma mensagem à população mostrando que para alcançar
benefícios para a saúde não é necessário participar em programas vigorosos de
atividade física, as orientações para a prática com intensidade moderada passam
a ser recomendadas na prevenção de doenças (R.
Pate et al., 1995; World Health Organization, 2010).</p>

    <p>Nos últimos
anos tem sido observado um maior cuidado com o uso de denominações apropriadas
na estratificação dos níveis de atividade física e comportamentos sedentários.
A inatividade física vem sendo entendida como a condição de não atingir as
diretrizes de saúde pública para os níveis recomendados de atividade física de
intensidade moderada a vigorosa (AFMV) (Hallal et
al., 2012). O comportamento sedentário tem sido
definido para se referir à exposição a atividades com baixo dispêndio
energético, atividades <= 1.5 equivalentes metabólicos (METs) (Owen et
al., 2010; R. R. Pate et al., 2008).</p>

    <p>Apesar da
evolução da área de atividade física e saúde no uso adequado de terminologias,
ainda é possível encontrar na literatura o termo sedentário como sendo
utilizado para descrever de forma inapropriada o baixo dispêndio energético em
AFMV (Mullen et
al., 2011). Esta falta de consenso na utilização
das terminologias para evidenciar o nível indesejado de atividade física pode
ocasionar uma interpretação ambígua na generalização dos resultados de estudos (Farias
Júnior, 2011).</p>

    <p>Frente à
exposição dos diferentes termos utilizados, os constructos distintos dos
comportamentos sedentário e atividade física são apresentados em organograma no
intuito de exemplificar e padronizar a utilização das referidas terminologias
(<a href="#f2">Figura 2</a>).</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><a name="f2"></a></p>
    <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n1/11n1a16f2.jpg" width="578" height="530"></p>
    
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>

    <p>Comportamento
sedentário é o termo direcionado para as atividades que são realizadas na posição
deitada ou sentada e que não aumentam o dispêndio energético acima dos níveis
de repouso (Ainsworth
et al., 2000; R. R. Pate et al., 2008). São exemplos de atividades sedentárias
as que estão relacionadas com uma exigência energética baixa, como ver
televisão, o uso do computador, assistir às aulas, trabalhar ou estudar numa
mesa e a prática de jogos eletrónicos na posição sentada (Amorim
&amp; Faria, 2012; Owen et al., 2010).</p>

    <p>A simples
posição em pé, mesmo sem a realização de alguma atividade, não é considerada como
comportamento sedentário, podendo ser diferenciada das atividades sentadas, já
que exige contração isométrica da musculatura para se opor à gravidade (Hamilton
et al., 2007, 2008).</p>

    <p>Na
classificação do comportamento sedentário tanto a topografia corporal como o
equivalente metabólico podem conduzir a dúvidas na interpretação no momento de
estratificação do risco para a saúde, a exemplo das atividades de escrever ou
digitar na posição sentada que correspondem a 1.8 METs, sendo este score
metabólico similar à atividade de leitura na posição ortostática (Ainsworth
et al., 2000).</p>

    <p>Tendo como
base a definição de comportamento sedentário, o sono é considerado uma atividade
sedentária, pois o seu gasto energético é de .9 METs (Ainsworth
et al., 2000). O tempo de sono recomendado para
adultos é de 7 a 9 horas (National Sleep Foundation) a cada 24 horas, devido à
necessidade orgânica de recuperação, portanto este período não deve ser
quantificado como comportamento sedentário para estratificação de risco para a
saúde (Owen et
al., 2010).</p>

    <p>Períodos de
sono inferiores ou superiores aos recomendados para a saúde devem ser analisados
na quantificação dos comportamentos sedentários de risco. A princípio podia-se
esperar que a duração do sono curto, ou o “débito do sono”, estaria associada a
maiores gastos diários de energia e, portanto, menor peso (Must &amp;
Parisi, 2009). Entretanto, evidências clínicas e
populacionais revelaram que a duração do sono curto está associada com o
excesso de peso em adultos (Patel
&amp; Hu, 2008).</p>

    <p>A regulação
do sono contribui para a manutenção do peso corporal e do metabolismo orgânico
saudável (Must &amp;
Parisi, 2009; Patel &amp; Hu, 2008; Taheri et al., 2004). Num estudo de base populacional
denominada de Wisconsin Sleep Cohort Study foram analisados distúrbios do sono
de 1.024 voluntários, sendo identificado que os participantes com deficit de
sono apresentavam alterações nos hormônios reguladores do apetite com a redução
da grelina e a elevação da leptina, e consequente aumento do índice de massa
corporal (Taheri et
al., 2004).</p>

    <p>A relação do
deficit de sono e o aumento do peso corporal envolvem efeitos metabólicos diretos,
bem como de vias comportamentais indiretas, incluindo a presença de televisores
e de meios de comunicação eletrónicos (Must &amp;
Parisi, 2009). Nas sociedades ocidentais, onde a
restrição crónica do sono é comum e os alimentos altamente calóricos estão
amplamente disponíveis, as alterações nas concentrações dos hormônios
reguladores do apetite com a redução do sono pode contribuir para a obesidade (Taheri et
al., 2004).</p>

</font>

    <p><b><font size="2" face="Verdana">Comportamento
sedentário: implicações fisiológicas</font></b></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>Há consenso
entre estudos para a condição elevada do tempo exposto a comportamentos sedentários
estar associada a um maior risco de mortalidade (Katzmarzyk
et al., 2009; van der Ploeg et al., 2012). Ou seja, por mais que o indivíduo
seja ativo fisicamente, tal comportamento pode não compensar os efeitos
adversos do tempo prolongado na posição sentada.</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Com o
objetivo de determinar a relação entre tempo sentado, doenças cardiovasculares,
cancro e mortalidade por todas as causas, Katzmarzyk, Church, Craig, e Bouchard
(2009) avaliaram o tempo sentado referido
por 17.013 canadenses durante o período de 13 anos. Foi encontrado que o tempo
sentado por um período prolongado estava associado positivamente com as doenças
cardiovasculares e com a elevação das taxas de mortalidade por todas as causas.</p>

    <p>Nesta mesma linha,
analisando o tempo sentado de 222.497 australianos com 45 anos de idade, van
der Ploeg, Chey, Korda, e Bauman (2012) observaram que os indivíduos com
maior tempo sentado apresentaram um risco relativo de mortalidade de 1.11 (95%,
IC: 1.08 &#8211; 1.15).</p>

    <p>Em um
recente estudo de meta análise desenvolvido com o objetivo de verificar os
efeitos do comportamento sedentário na expectativa de vida da população dos
Estados Unidos, foi identificado um aumento de dois anos na expectativa de vida
com a redução do tempo diário despendido na posição sentada para menor que três
horas e um aumento de 1.38 anos a partir da redução para menor de duas
horas/dia de visualização de TV (Katzmarzyk
&amp; Lee, 2012).</p>

    <p>Os mecanismos
pelos quais o comportamento sedentário aumenta o risco de mortalidade e doenças
crónicas e suas consequências constituem a síndrome do comportamento
sedentário. Os mecanismos explicativos para esta síndrome partem da premissa de
que a imobilização proporciona o disparo de respostas estressoras responsáveis
por efeitos deletérios para a saúde (Charansonney,
2011; Charansonney &amp; Després, 2010).</p>

    <p>A acumulação
de efeitos nocivos resultantes do longo tempo exposto a comportamentos sedentários
ao longo do curso da vida poderá favorecer o desencadeamento ou a exacerbação
de doenças crónicas na velhice e a mortalidade precoce (Charansonney,
2011).</p>

    <p>O modelo
exposto na <a href="#f3">Figura 3</a> explica como o comportamento sedentário pode aumentar o
risco para doenças crónicas e eventos agudos, e como as pausas entre as
atividades sedentárias podem diminuir estas consequências. Este modelo foi
adaptado de Charansonney (2011) e complementado com os resultados de
estudos descritos na sequência deste tópico.</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><a name="f3"></a></p>
    <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n1/11n1a16f3.jpg" width="576" height="391"></p>
    
<p>&nbsp;</p>


    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A imobilização
é considerada um mecanismo estressor, o qual diminui a utilização de glicose
pelos músculos, aumentando a resistência à insulina e ocasionando a atrofia
muscular e a diminuição da utilização de energia pelos músculos inativos (Charansonney,
2011; Charansonney &amp; Després, 2010; Zhang, Chen, &amp; Fan, 2007). A energia é realocada para o
fígado, o qual aumenta a produção de lipídios, que preferencialmente são
armazenados no tecido adiposo da região central do corpo (Charansonney,
2011). Estes adipócitos tornam-se metabolicamente
ativos quando carregados de gordura, e ambos produzem moléculas inflamatórias
concomitantes à redução da secreção de adiponectinas anti-inflamatórias (Elks &amp;
Francis, 2010). </p>

    <p>Além disso,
ocorre o aumento do número de macrófagos ativos que produzem citocinas
pró-inflamatórias, que por sua vez desempenham um papel importante na
patogénese das dislipidemias, hipertensão arterial e doenças cardíacas (Heber,
2010; Rasouli &amp; Kern, 2008). O estado inflamatório crónico pode
representar um fator desencadeador da síndrome metabólica e ser responsável por
disfunções endoteliais como a aterosclerose (Heber,
2010).</p>

    <p>O aumento da
ingestão calórica é outro fator que está associado a prejuízos para a saúde, proporcionando
o aumento do acúmulo de gordura no fígado e nos adipócitos, desencadeando os
efeitos deletérios para a saúde (Charansonney,
2011; Charansonney &amp; Després, 2010).</p>

    <p>Por sua vez,
o acúmulo de gordura corporal proporciona ao indivíduo dificuldade para
realizar atividades aeróbias (Hunter,
Weinsier, Zuckerman, &amp; Darnell, 2004) e consequentemente a redução do
consumo máximo de oxigénio e o aumento do risco de morte por todas as causas (Kodama et
al., 2009). O decréscimo da capacidade
cardiorrespiratória pode ser o resultado do aumento do tempo exposto a
comportamentos sedentários (Charansonney,
2011).</p>

    <p>Estudos têm
demonstrado que não basta medir o tempo total exposto a comportamentos sedentários,
mas também o padrão deste comportamento, por exemplo, a existência de
interrupções e o tempo de intervalo dessas pausas (Cooper et
al., 2012; Healy, Matthews, Dunstan, Winkler, &amp; Owen, 2011). Entretanto, pouco se sabe sobre o
intervalo de tempo em que o comportamento sedentário deve ser interrompido (Rutten,
Savelberg, Biddle, &amp; Kremers, 2013).</p>

    <p>O elevado
tempo despendido em atividades sedentárias está associado a uma maior circunferência
da cintura (Cooper et
al., 2012). Por outro lado, valores menores de
circunferência da cintura foram diagnosticados para indivíduos com maior
frequência em pausas no comportamento sedentário (Cooper et
al., 2012; Healy et al., 2011). As interrupções no tempo sedentário
também estão relacionadas com os benefícios nas concentrações de proteína
c-reativa e de glicose plasmática de jejum (Healy et
al., 2008).</p>

    <p>Outra
consequência advinda do comportamento sedentário é o aumento do risco de
desenvolver trombose. Um estudo recente demonstrou que a interrupção do
comportamento sedentário está relacionada com um menor aumento de fibrinogénio
no plasma e com a redução de parâmetros de volume de sangue que influenciam a
viscosidade do sangue, reduzindo o risco de trombose venosa (Howard et
al., 2013).</p>

    <p>Pausas no
tempo prolongado de comportamento sedentário devem ser incentivadas às pessoas,
pois há indicativos de que interrupções de pelo menos de um minuto (Healy et
al., 2008) em prolongadas atividades
sedentárias contribuem para a redução dos efeitos nocivos deste comportamento
para o corpo.</p>

    <p>A
interrupção do tempo sentado com sessões curtas de caminhada de intensidade
leve ou moderada, numa proporção de dois minutos por 20 minutos em atividades
sedentárias, reduz a glicose pós-prandial e os níveis de insulina em adultos
com sobrepeso ou obesidade, podendo melhorar o metabolismo da glicose e os seus
efeitos deletérios sobre a saúde, como os processos inflamatórios e a função
endotelial prejudicada que são responsáveis por reduzir a espessura da camada
íntima-média, que por sua vez aumentam o risco de complicações cardiovasculares
(Dunstan et
al., 2012).</p>

    <p>Estudos com
modelos animais procuraram investigar os mecanismos fisiológicos que desencadeiam
os efeitos maléficos decorrentes do tempo demasiado exposto ao comportamento
sedentário (Bey &amp;
Hamilton, 2003). Tais estudos indicam que o musculosquelético
é o principal local para a alocação dos triglicéridos e da glicose plasmática,
sendo que a falta de contração muscular faz desencadear o aumento dos
triglicéridos, da glicose plasmática e a redução da atividade da lipoproteína
lípase (LPL).</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>A LPL é uma
enzima que regula a absorção de triglicerídeos e a produção de proteínas de
alta densidade no músculo-esquelético (HDL). Sendo assim, quando se reduz a
atividade enzimática da LPL reduz-se também a concentração de HDL no sangue,
fator prejudicial à saúde, sendo evidenciado que a redução parcial da função da
LPL, devido a um polimorfismo específico, foi associada ao aumento de 5 vezes
na razão de probabilidades de morte e de doenças cardíacas coronárias (Wittrup,
Tybjærg-Hansen, &amp; Nordestgaard, 1999).</p>

    <p>A maior
parte da atividade da LPL é controlada pela contração muscular, pelo que desta
forma, aqueles que passam longos períodos expostos a comportamentos sedentários
não estimulam adequadamente a atividade dessa enzima (Hamilton
et al., 2008). O ato de sair da posição sentada
para a posição em pé já seria capaz de ativar o funcionamento da enzima LPL, e
consequentemente evitar efeitos prejudiciais ao metabolismo dos lipídeos na
produção de HDL (Bey &amp;
Hamilton, 2003; Hamilton et al., 2007, 2008). </p>

    <p>Os efeitos
benéficos da pausa no tempo de comportamento sedentário também podem estar
associados ao dispêndio energético. Aqueles indivíduos que realizam maior
quantidade de pausas em atividades sedentárias apresentam maior gasto
energético total em comparação com aqueles que não realizam pausas,
contribuindo para um menor ganho de gordura corporal e um maior número de
contrações musculares, que por sua vez estarão associadas ao menor risco de
desenvolver alterações prejudiciais em marcadores metabólicos (Healy et
al., 2008; Levine, 2004).</p>

</font>

    <p><b><font size="2" face="Verdana">Comportamento
sedentário: procedimentos de avaliação</font></b></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <p>O
comportamento sedentário e a inatividade física não são sinónimos, pois ambos
apresentam respostas fisiológicas diferentes em relação à saúde, portanto não
podem ser mensurados e interpretados de maneira igual (R. R. Pate
et al., 2008).</p>

    <p>Métodos de
avaliação da atividade física apresentam-se referenciados na literatura (Kriska
&amp; Caspersen, 1997; Reis et al., 2000) e, entretanto, é necessária a
sistematização de métodos de avaliação do comportamento sedentário.</p>

    <p>Os
instrumentos de medidas podem ser classificados sob dois parâmetros: aqueles
que utilizam informações fornecidas pelos sujeitos (questionários, entrevistas
e diários) e os que utilizam marcadores fisiológicos ou sensores de movimento
para a avaliação direta de atividades em determinados períodos de tempo (Reis et
al., 2000).</p>

    <p>Outra
classificação acerca dos métodos de avaliação da atividade física propõe a
divisão em métodos laboratoriais (fisiológicos &#8211; água duplamente marcada,
calorimetria direta e indireta; biomecânicos &#8211; plataforma de força) e
métodos de terreno (diário; classificação profissional; questionários e
entrevistas; observações comportamentais; monitorização mecânica e eletrónica
&#8211; pedómetro, acelerómetro e monitor de frequência cardíaca) (Oliveira
&amp; Maia, 2001).</p>

    <p>Os métodos
que utilizam informações fornecidas pelos sujeitos, conhecidos como de levantamento
ou <i>survey</i>, são os métodos mais
utilizados em pesquisas epidemiológicas; contudo, as medidas baseadas em
informações fornecidas pelos sujeitos apresentam precisão limitada (Reis et
al., 2000)>.</p>

    <p>O uso de
métodos que utilizam sensores de movimento, como pedómetros, acelerómetros, monitores
tridimensionais de atividade e LSI’s (<i>Large-scale
Integrators</i>), são cada vez mais utilizados em estudos epidemiológicos (Oliveira
&amp; Maia, 2001). </p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>O avanço das
tecnologias tem permitido o desenvolvimento de instrumentos pequenos e leves
que permitem o armazenamento de dados por um determinado tempo. Tais
instrumentos (sensores) são fixados no punho ou na região do quadril e medem o
registo das acelerações do corpo ao longo do tempo, e a partir de equações de
estimativa permitem o cálculo do dispêndio energético (Schoeller
&amp; Racette, 1990). Por outro lado, os sensores de
movimento apresentam algumas limitações quanto ao tipo de atividade e
intensidade do movimento (Reis,
2003).</p>

    <p>Em
contrapartida, os métodos de avaliação do comportamento sedentário ainda estão
em fase incipiente de desenvolvimento. A busca por métodos mais precisos para
avaliar o comportamento sedentário parece estar entre as questões estratégicas
das pesquisas na área de atividade física e saúde nos próximos anos (Marshall
&amp; Merchant, 2013).</p>

    <p>Na avaliação
do tempo exposto a comportamentos sedentários devem-se distinguir as atividades
realizadas no fim de semana das atividades dos dias úteis de semana, assim como
deve ser considerado o tempo despendido em comportamento sedentário em
diferentes domínios (por exemplo: trabalho, lazer, doméstico ou transporte) e
ainda as interrupções ocorridas durante esse comportamento (Clark
et al., 2011; Marshall et al., 2010).</p>

    <p>O tempo
sentado tem sido um dos marcadores específicos de comportamento sedentário utilizado
como estratégia de avaliação. De acordo com o estudo de Rosenberg et al. (2008) o Questionário Internacional de
Atividade Física (IPAQ) apresenta boa confiabilidade (.82) para o tempo sentado
total (tempo sentado dia semana mais tempo sentado final de semana) e validade
aceitável (.33) em relação ao acelerómetro.</p>

    <p>O constructo
comportamento sedentário abrange os conceitos da topografia comportamental e da
taxa metabólica. A topografia comportamental refere-se à forma do comportamento
físico ou a relação entre as partes do corpo com o espaço (Marshall
&amp; Merchant, 2013). Na pesquisa de comportamento
sedentário, topografia é tipicamente operacionalizada como alocação de postura:
deitado, reclinado, sentado e em pé (Marshall
&amp; Merchant, 2013).</p>

    <p>Mesmo
comportamentos topográficos posturais iguais podem apresentar classificações de
dispêndio energético diferentes, a exemplo do tempo sentado vendo TV <i>versus</i> o tempo sentado no trabalho (Ainsworth
et al., 2000).</p>

    <p>Quando o
comportamento sedentário é definido pelo dispêndio de energia (por exemplo, o
tempo despendido abaixo de 100 contagens por minuto de um acelerómetro), a
postura é muitas vezes assumida como estando sentado ou deitado, fato que faz
exacerbar os erros de medição nas estimativas do tempo de exposição aos
comportamentos sedentários (Marshall
&amp; Merchant, 2013).</p>

    <p>As confusões
dos termos operacionais acerca do comportamento sedentário diminuem o poder da
validade externa dos estudos. É comum encontrar estudos que consideram os
participantes sedentários porque não são fisicamente ativos, enquanto outros
classificam os participantes sedentários por estarem envolvidos em atividades
de baixo dispêndio de energia. A falta de padronização de instrumentos para
avaliação do comportamento sedentário dificulta a comparação de dados tanto em
regiões próximas como entre países (Bauman et
al., 2011).</p>

    <p>Dentre os
instrumentos de avaliação do comportamento sedentário, os dispositivos de acelerometria
triaxiais têm demonstrado bons índices psicométricos, podendo estes serem um
recurso para futuras pesquisas epidemiológicas (Grant et
al., 2006). Entretanto, os dispositivos via
acelerometria não distinguem a posição do corpo na posição sentada da posição
ortostática (Tremblay,
Colley, Saunders, Healy, &amp; Owen, 2010). Porém, enquanto não se define um
instrumento que atenda a todas as características desejadas, a combinação de
instrumentos parece ser uma alternativa viável para fornecer dados mais
precisos e confiáveis (Marshall
&amp; Merchant, 2013).</p>

    <p>O
instrumento desenvolvido pela <i>Microsoft</i>
denominado de <i>SenseCam</i> é um exemplo
de instrumento com potencial para ser utilizado juntamente com outras
estratégias para a avaliação do comportamento sedentário, a exemplo da
acelerometria. O dispositivo de informação contextual, por meio de registo de
imagens, o <i>SenseCam</i> passa a ser
ativado por meio de sensor de acordo com a alteração de movimento, luz,
temperatura ou presença de pessoas (Kerr et
al., 2013).</p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Outro
instrumento que foi desenvolvido para a avaliação do tempo sentado é o <i>sitting pad</i> (Ryde et
al., 2012). O <i>sitting pad</i> é uma almofada que é instalada no assento de uma
cadeira e contém um dispositivo para o registo do tempo em que a pessoa fica
sentada. Esse dispositivo pode ser também programado para soar um alarme,
alertando para o indivíduo interromper o seu tempo sentado.</p>

    <p>A utilização
de questionários em função da viabilidade em estudos populacionais tem sido uma
estratégia bem pronunciada na avaliação do comportamento sedentário. Estudos
têm utilizado questionários para a avaliação do tempo gasto sentado (Bauman et
al., 2011) e de indicadores do comportamento
sedentário, a exemplo do tempo de TV (Legnani et
al., 2012).</p>

    <p>O modelo da
<a href="#f4">Figura 4</a> exemplifica os instrumentos de avaliação da atividade física e do
comportamento sedentário, baseados em estudos que abordam as medidas de tais
comportamentos (Florindo
et al., 2004; Grant et al., 2006; Oliveira &amp; Maia, 2001; Reis et al., 2000).</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><a name="f4"></a></p>
    <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n1/11n1a16f4.jpg" width="569" height="444"></p>
    
<p>&nbsp;</p>



    <p>A utilização
de instrumentos de auto relato tem sido uma estratégia adotada em estudos epidemiológicos
no campo da atividade física e saúde, por serem de baixo custo e de fácil
acesso (Florindo
et al., 2004). Porém, algumas questões
metodológicas devem ser consideradas, por exemplo, as características da
população, o tempo do estudo realizado, o instrumento e as atividades
desenvolvidas, já que estas peculiaridades podem limitar a precisão das
estimativas obtidas (Kriska
&amp; Caspersen, 1997).</p>
</font>
    <p>&nbsp;</p>

    <p><b><font size="3" face="Verdana">CONCLUSÕES</font></b></p>
<font size="2" face="Verdana">
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em resposta aos objetivos traçados
inicialmente e com base na discussão apresentada, consideramos que o termo
sedentário não deve ser utilizado para caracterizar aqueles indivíduos que não
cumprem recomendações de prática de atividade física e saúde, esperando assim
que pesquisas nesta área utilizem o termo insuficientemente ativo para
caracterizar aquelas pessoas que não cumprirem tais recomendações. Tanto a
elevada exposição ao comportamento sedentário como à inatividade física estão
relacionados com efeitos deletérios para a saúde. Estas duas variáveis
comportamentais representam constructos independentes, devendo, portanto, serem
avaliadas separadamente, tendo como pressuposto instrumentos com adequados
índices psicométricos e que atendam o objetivo proposto ao estudo que se
pretende desenvolver.</p>

    <p>Nas últimas décadas tem sido
crescente o tempo exposto a comportamentos sedentários independentemente da faixa
etária. São necessárias estratégias mais adequadas para a monitorização deste
comportamento, da mesma forma que são urgentes intervenções apropriadas que estimulem
a adoção de estilos de vida ativos. Dentre as estratégias de fácil adoção e com
potencial para minimizar os prejuízos para a saúde do tempo exposto a
comportamentos sedentários preconizam-se as interrupções de curta duração entre
períodos prolongados de tempo sentado.</p>

    <p>Salientamos
que a área do conhecimento denominada de epidemiologia da inatividade física ou
do comportamento sedentário é relativamente recente, tendo em vista que o maior
número de estudos concentra-se nas últimas três décadas. Há que considerar o
fato da área ter surgido há relativamente pouco tempo, a necessidade da
ampliação de estudos na tentativa de sanar lacunas e de avançar com o
conhecimento a respeito do comportamento sedentário e da inatividade física.</p>

</font>


    <p>&nbsp;</p>

    <p><b><font size="3" face="Verdana">REFERÊNCIAS</font></b></p>
<font size="2" face="Verdana">
    <!-- ref --><p>Ainsworth,
B. E., Haskell, W. L., Whitt, M. C., Irwin, M. L., Swartz, A. M., Strath, S.
J., … Leon, A. S. (2000). Compendium of physical activities: an update of
activity codes and MET intensities. <i>Medicine and Science in Sports and
Exercise</i>, <i>32</i>(9 Suppl), S498&#8211;504.
<a href="http://doi.org/10.1097/00005768-200009001-00009" target="_blank">http://doi.org/10.1097/00005768-200009001-00009</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201500010001600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Amorim, P.
R. S., &amp; Faria, F. R. (2012). Dispêndio energético das atividades humanas e
sua repercussão para a saúde. <i>Motricidade</i>, <i>8</i>(Supl. 2), S295&#8211;S302.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201500010001600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>Bauman, A., Ainsworth, B. E., Sallis, J. F.,
Hagströmer, M., Craig, C. L., Bull, F. C., … IPS Group. (2011). The descriptive
epidemiology of sitting. A 20-country comparison using the International
Physical Activity Questionnaire (IPAQ). <i>American Journal of Preventive
Medicine</i>, <i>41</i>(2), 228&#8211;235.
<a href="http://doi.org/10.1016/j.amepre.2011.05.003" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.amepre.2011.05.003</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201500010001600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Bey, L., &amp; Hamilton, M. T. (2003). Suppression of
skeletal muscle lipoprotein lipase activity during physical inactivity: a
molecular reason to maintain daily low-intensity activity. <i>The Journal of
Physiology</i>, <i>551</i>(Pt 2), 673&#8211;682.
<a href="http://doi.org/10.1113/jphysiol.2003.045591" target="_blank">http://doi.org/10.1113/jphysiol.2003.045591</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201500010001600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Charansonney, O. L. (2011). Physical activity and
aging: a life-long story. <i>Discovery Medicine</i>, <i>12</i>(64),
177&#8211;185.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201500010001600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>Charansonney, O. L., &amp; Després, J. P. (2010).
Disease prevention&#8212;should we target obesity or sedentary lifestyle? <i>Nature
Reviews Cardiology</i>, <i>7</i>(8), 468&#8211;472.
<a href="http://doi.org/10.1038/nrcardio.2010.68" target="_blank">http://doi.org/10.1038/nrcardio.2010.68</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201500010001600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Clark, B. K., Thorp, A. A., Winkler, E. A. H.,
Gardiner, P. A., Healy, G. N., Owen, N., &amp; Dunstan, D. W. (2011). Validity
of self-reported measures of workplace sitting time and breaks in sitting time.
<i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>43</i>(10), 1907&#8211;1912.<a href="http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e31821820a2" target="_blank"> http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e31821820a2</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201500010001600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Cooper, A. R., Sebire, S., Montgomery, A. A., Peters,
T. J., Sharp, D. J., Jackson, N., … Andrews, R. C. (2012). Sedentary time,
breaks in sedentary time and metabolic variables in people with newly diagnosed
type 2 diabetes. <i>Diabetologia</i>, <i>55</i>(3), 589&#8211;599.
<a href="http://doi.org/10.1007/s00125-011-2408-x" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00125-011-2408-x</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201500010001600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Dunstan, D. W., Kingwell, B. A., Larsen, R., Healy, G.
N., Cerin, E., Hamilton, M. T., … Owen, N. (2012). Breaking up prolonged
sitting reduces postprandial glucose and insulin responses. <i>Diabetes
Care</i>, <i>35</i>(5), 976&#8211;983.
<a href="http://doi.org/10.2337/dc11-1931" target="_blank">http://doi.org/10.2337/dc11-1931</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201500010001600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Elks, C. M.,
&amp; Francis, J. (2010). Central
adiposity, systemic inflammation, and the metabolic syndrome. <i>Current Hypertension
Reports</i>, <i>12</i>(2), 99&#8211;104. <a href="http://doi.org/10.1007/s11906-010-0096-4" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s11906-010-0096-4</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201500010001600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Farias Júnior, J. C. (2011). (In)Atividade
física e comportamento sedentário: estamos caminhando para uma mudança de
paradigma? <i>Revista Brasileira de Atividade Física &amp; Saúde</i>, <i>16</i>(4),
279&#8211;280.<a href="http://doi.org/10.12820/rbafs.v.16n4p279-280" target="_blank"> http://doi.org/10.12820/rbafs.v.16n4p279-280</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201500010001600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Florindo, A.
A., Latorre, M. do R. D. de O., Jaime, P. C., Tanaka, T., &amp; Zerbini, C. A.
de F. (2004). Methodology to evaluation the
habitual physical activity in men aged 50 years or more. <i>Revista de
Saúde Pública</i>, <i>38</i>(2), 307&#8211;314. <a href="http://doi.org/10.1590/S0034-89102004000200022" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S0034-89102004000200022</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201500010001600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Grant, P.
M., Ryan, C. G., Tigbe, W. W., &amp; Granat, M. H. (2006). The validation of a novel activity monitor in the measurement
of posture and motion during everyday activities. <i>British Journal of Sports
Medicine</i>, <i>40</i>(12), 992&#8211;997.
<a href="http://doi.org/10.1136/bjsm.2006.030262" target="_blank">http://doi.org/10.1136/bjsm.2006.030262</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201500010001600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hallal, P. C., Bauman, A. E., Heath, G. W., Kohl, H.
W., Lee, I.-M., &amp; Pratt, M. (2012). Physical activity: more of the same is
not enough. <i>Lancet</i>, <i>380</i>(9838), 190&#8211;191.
<a href="http://doi.org/10.1016/S0140-6736(12)61027-7" target="_blank">http://doi.org/10.1016/S0140-6736(12)61027-7</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201500010001600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hamilton, M. T., Hamilton, D. G., &amp; Zderic, T. W.
(2007). Role of low energy expenditure and sitting in obesity, metabolic
syndrome, type 2 diabetes, and cardiovascular disease. <i>Diabetes</i>, <i>56</i>(11),
2655&#8211;2667. <a href="http://doi.org/10.2337/db07-0882" target="_blank">http://doi.org/10.2337/db07-0882</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201500010001600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hamilton, M. T., Healy, G. N., Dunstan, D. W., Zderic,
T. W., &amp; Owen, N. (2008). Too Little Exercise and Too Much Sitting:
Inactivity Physiology and the Need for New Recommendations on Sedentary
Behavior. <i>Current Cardiovascular Risk Reports</i>, <i>2</i>(4),
292&#8211;298. <a href="http://doi.org/10.1007/s12170-008-0054-8" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s12170-008-0054-8</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201500010001600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Healy, G. N., Dunstan, D. W., Salmon, J., Cerin, E.,
Shaw, J. E., Zimmet, P. Z., &amp; Owen, N. (2008). Breaks in sedentary time:
beneficial associations with metabolic risk. <i>Diabetes Care</i>, <i>31</i>(4),
661&#8211;666. <a href="http://doi.org/10.2337/dc07-2046" target="_blank">http://doi.org/10.2337/dc07-2046</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201500010001600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Healy, G. N., Matthews, C. E., Dunstan, D. W.,
Winkler, E. A. H., &amp; Owen, N. (2011). Sedentary time and cardio-metabolic
biomarkers in US adults: NHANES 2003-06. <i>European Heart Journal</i>, <i>32</i>(5),
590&#8211;597. <a href="http://doi.org/10.1093/eurheartj/ehq451" target="_blank">http://doi.org/10.1093/eurheartj/ehq451</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201500010001600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Heber, D. (2010). An integrative view of obesity. <i>The
American Journal of Clinical Nutrition</i>, <i>91</i>(1), 280S&#8211;283S.
<a href="http://doi.org/10.3945/ajcn.2009.28473B" target="_blank">http://doi.org/10.3945/ajcn.2009.28473B</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-107X201500010001600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Howard, B. J., Fraser, S. F., Sethi, P., Cerin, E.,
Hamilton, M. T., Owen, N., … Kingwell, B. A. (2013). Impact on Hemostatic
Parameters of Interrupting Sitting with Intermittent Activity. <i>Medicine and
Science in Sports and Exercise</i>, <i>45</i>(7), 1285&#8211;1291.
<a href="http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e318285f57e" target="_blank">http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e318285f57e</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201500010001600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hunter, G. R., Weinsier, R. L., Zuckerman, P. A.,
&amp; Darnell, B. E. (2004). Aerobic fitness, physiologic difficulty and
physical activity in Black and White women. <i>International Journal of Obesity</i>,
<i>28</i>(9), 1111&#8211;1117. <a href="http://doi.org/10.1038/sj.ijo.0802724" target="_blank">http://doi.org/10.1038/sj.ijo.0802724</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-107X201500010001600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Katzmarzyk, P. T., Church, T. S., Craig, C. L., &amp;
Bouchard, C. (2009). Sitting Time and Mortality from All Causes, Cardiovascular
Disease, and Cancer. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>41</i>(5),
998&#8211;1005. <a href="http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e3181930355" target="_blank">http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e3181930355</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-107X201500010001600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Katzmarzyk, P. T., &amp; Lee, I.-M. (2012). Sedentary
behaviour and life expectancy in the USA: a cause-deleted life table analysis. <i>Bmj
Open</i>, <i>2</i>(4), e000828. <a href="http://doi.org/10.1136/bmjopen-2012-000828" target="_blank">http://doi.org/10.1136/bmjopen-2012-000828</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-107X201500010001600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kerr, J., Marshall, S. J., Godbole, S., Chen, J.,
Legge, A., Doherty, A. R., … Foster, C. (2013). Using the SenseCam to improve
classi-fications of sedentary behavior in free-living settings. <i>American
Journal of Preventive Medicine</i>, <i>44</i>(3), 290&#8211;296.
<a href="http://doi.org/10.1016/j.amepre.2012.11.004" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.amepre.2012.11.004</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201500010001600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kodama, S., Saito, K., Tanaka, S., Maki, M., Yachi,
Y., Asumi, M., … Sone, H. (2009). Cardiorespiratory Fitness as a Quantitative
Predictor of All-Cause Mortality and Cardiovascular Events in Healthy Men and
Women A Meta-analysis. <i>Jama-Journal of the American Medical Association</i>,
<i>301</i>(19), 2024&#8211;2035. <a href="http://doi.org/10.1001/jama.2009.681" target="_blank">http://doi.org/10.1001/jama.2009.681</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1646-107X201500010001600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Kriska, A. M., &amp; Caspersen, C. J. (1997).
Introduction to a collection of physical activity questionnaires. <i>Medicine
&amp; Science in Sports &amp; Exercise</i>, <i>29</i>(6), 5&#8211;9.
<a href="http://doi.org/10.1097/00005768-199706001-00003" target="_blank">http://doi.org/10.1097/00005768-199706001-00003</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201500010001600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Legnani, E.,
Legnani, R. F., Dellagrana, R. A., Silva, M. P., Barbosa Filho, V. C., &amp;
Campos, W. (2012). Comportamentos de risco à saúde e excesso de peso corporal
em escolares de Toledo, Paraná, Brasil. <i>Motricidade</i>, <i>8</i>(3),
59&#8211;70. <a href="http://doi.org/10.6063/motricidade.8(3).1157" target="_blank">http://doi.org/10.6063/motricidade.8(3).1157</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201500010001600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Levine, J. A. (2004). Nonexercise activity
thermogenesis (NEAT): environment and biology. <i>American Journal of Physiology-Endocrinology
and Metabolism</i>, <i>286</i>(5), E675&#8211;E685.
<a href="http://doi.org/10.1152/ajpendo.00562.2003" target="_blank">http://doi.org/10.1152/ajpendo.00562.2003</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-107X201500010001600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marshall, A. L., Miller, Y. D., Burton, N. W., &amp;
Brown, W. J. (2010). Measuring total and domain-specific sitting: a study of
reliability and validity. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>42</i>(6),
1094&#8211;1102. <a href="http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e3181c5ec18" target="_blank">http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e3181c5ec18</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201500010001600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Marshall, S. J., &amp; Merchant, G. (2013). Advancing
the Science of Sedentary Behavior Measurement. <i>American Journal of
Preventive Medicine</i>, <i>44</i>(2), 190&#8211;191.
<a href="http://doi.org/10.1016/j.amepre.2012.11.001" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.amepre.2012.11.001</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000149&pid=S1646-107X201500010001600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Mullen, S. P., Olson, E. A., Phillips, S. M., Szabo,
A. N., Wojcicki, T. R., Mailey, E. L., … McAuley, E. (2011). Measuring
enjoyment of physical activity in older adults: invariance of the physical
activity enjoyment scale (paces) across groups and time. <i>International
Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity</i>, <i>8</i>, 103.
<a href="http://doi.org/10.1186/1479-5868-8-103" target="_blank">http://doi.org/10.1186/1479-5868-8-103</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201500010001600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Must, A., &amp; Parisi, S. M. (2009). Sedentary
behavior and sleep: paradoxical effects in association with childhood obesity. <i>International
Journal of Obesity (2005)</i>, <i>33 Suppl 1</i>, S82&#8211;86. <a href="http://doi.org/10.1038/ijo.2009.23" target="_blank">http://doi.org/10.1038/ijo.2009.23</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000151&pid=S1646-107X201500010001600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Oliveira, M.
M., &amp; Maia, J. A. (2001). Avaliação da actividade física em contextos
epidemiológicos. Uma revisão da validade e fiabilidade do acelerómetro
Tritrac&#8211;R3D, do pedómetro Yamax Digi-Walker e do questionário de Baecke. <i>Revista
Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>1</i>(3), 73&#8211;88.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201500010001600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>Owen, N.,
Healy, G. N., Matthews, C. E., &amp; Dunstan, D. W. (2010). Too much sitting: the population health science of
sedentary behavior. <i>Exercise and Sport Sciences Reviews</i>, <i>38</i>(3),
105&#8211;113. <a href="http://doi.org/10.1097/JES.0b013e3181e373a2" target="_blank">http://doi.org/10.1097/JES.0b013e3181e373a2</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-107X201500010001600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Patel, S. R., &amp; Hu, F. B. (2008). Short sleep
duration and weight gain: a systematic review. <i>Obesity (Silver Spring, Md.)</i>,
<i>16</i>(3), 643&#8211;653. <a href="http://doi.org/10.1038/oby.2007.118" target="_blank">http://doi.org/10.1038/oby.2007.118</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-107X201500010001600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pate, R., Pratt, M., Blair, S., Haskell, W., Macera,
C., Bouchard, C., … Wilmore, J. (1995). Physical-Activity and Public-Health - a
Recommendation from the Centers-for-Disease-Control-and-Prevention and the
American-College-of-Sports-Medicine. <i>Jama-Journal of the American Medical
Association</i>, <i>273</i>(5), 402&#8211;407.
<a href="http://doi.org/10.1001/jama.273.5.402" target="_blank">http://doi.org/10.1001/jama.273.5.402</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-107X201500010001600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Pate, R. R., O’Neill, J. R., &amp; Lobelo, F. (2008).
The evolving definition of «sedentary». <i>Exercise and Sport Sciences Reviews</i>,
<i>36</i>(4), 173&#8211;178. <a href="http://doi.org/10.1097/JES.0b013e3181877d1a" target="_blank">http://doi.org/10.1097/JES.0b013e3181877d1a</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1646-107X201500010001600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Rasouli, N., &amp; Kern, P. A. (2008). Adipocytokines
and the metabolic complications of obesity. <i>The Journal of Clinical
Endocrinology and Metabolism</i>, <i>93</i>(11 Suppl 1), S64&#8211;S73.
<a href="http://doi.org/10.1210/jc.2008-1613" target="_blank">http://doi.org/10.1210/jc.2008-1613</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-107X201500010001600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Reis, R. S.
(2003). Medidas de atividades física: métodos e instrumentos. Em M. V. G. de
Barros &amp; M. V. Nahas (Eds.), <i>Medidas da atividade física: teoria e
aplicação em diversos grupos populacionais</i> (pp. 29&#8211;42). Londrina:
Midiograf.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000159&pid=S1646-107X201500010001600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>Reis, R. S.,
Petroski, E. L., &amp; Lopes, A. da S. (2000). Medidas da atividade física: revisão
de métodos. <i>Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano</i>,
<i>2</i>(1), 89&#8211;96.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000161&pid=S1646-107X201500010001600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Rosenberg,
D. E., Bull, F. C., Marshall, A. L., Sallis, J. F., &amp; Bauman, A. E. (2008).
Assessment of sedentary behavior with
the International Physical Activity Questionnaire. <i>Journal of Physical
Activity &amp; Health</i>, <i>5</i>(Suppl 1), S30&#8211;44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1646-107X201500010001600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>Rutten, G. M., Savelberg, H. H., Biddle, S. J. H.,
&amp; Kremers, S. P. J. (2013). Interrupting long periods of sitting: good
STUFF. <i>The International Journal of Behavioral Nutrition and Physical
Activity</i>, <i>10</i>, 1. <a href="http://doi.org/10.1186/1479-5868-10-1" target="_blank">http://doi.org/10.1186/1479-5868-10-1</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S1646-107X201500010001600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ryde, G. C., Gilson, N. D., Suppini, A., &amp; Brown,
W. J. (2012). Validation of a novel, objective measure of occupational sitting.
<i>Journal of Occupational Health</i>, <i>54</i>(5), 383&#8211;386.
<a href="http://doi.org/10.1539/joh.12-0091-BR" target="_blank">http://doi.org/10.1539/joh.12-0091-BR</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000166&pid=S1646-107X201500010001600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Schoeller, D. A., &amp; Racette, S. B. (1990). A
review of field techniques for the assessment of energy expenditure. <i>The
Journal of Nutrition</i>, <i>120 Suppl 11</i>, 1492&#8211;1495.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1646-107X201500010001600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>

    <!-- ref --><p>Taheri, S., Lin, L., Austin, D., Young, T., &amp;
Mignot, E. (2004). Short Sleep Duration Is Associated with Reduced Leptin,
Elevated Ghrelin, and Increased Body Mass Index. <i>PLoS Med</i>, <i>1</i>(3),
e62. <a href="http://doi.org/10.1371/journal.pmed.0010062" target="_blank">http://doi.org/10.1371/journal.pmed.0010062</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000169&pid=S1646-107X201500010001600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Tremblay, M. S., Colley, R. C., Saunders, T. J.,
Healy, G. N., &amp; Owen, N. (2010). Physiological and health implications of a
sedentary lifestyle. <i>Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism</i>, <i>35</i>(6),
725&#8211;740. <a href="http://doi.org/10.1139/H10-079" target="_blank">http://doi.org/10.1139/H10-079</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1646-107X201500010001600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Van der Ploeg, H. P., Chey, T., Korda, R. J., Banks,
E., &amp; Bauman, A. (2012). Sitting time and all-cause mortality risk in 222
497 Australian adults. <i>Archives of Internal Medicine</i>, <i>172</i>(6),
494&#8211;500. <a href="http://doi.org/10.1001/archinternmed.2011.2174" target="_blank">http://doi.org/10.1001/archinternmed.2011.2174</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000171&pid=S1646-107X201500010001600047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wittrup, H. H., Tybjærg-Hansen, A., &amp;
Nordestgaard, B. G. (1999). Lipoprotein Lipase Mutations, Plasma Lipids and
Lipoproteins, and Risk of Ischemic Heart Disease A Meta-Analysis. <i>Circulation</i>,
<i>99</i>(22), 2901&#8211;2907. <a href="http://doi.org/10.1161/01.CIR.99.22.2901" target="_blank">http://doi.org/10.1161/01.CIR.99.22.2901</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1646-107X201500010001600048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>World Health Organization. (2010). <i>Global
recommendations on physical activity for health</i>. Genebra: World Health
Organization. Obtido de
<a href="http://whqlibdoc.who.int/publications/2010/9789241599979_eng.pdf" target="_blank">http://whqlibdoc.who.int/publications/2010/9789241599979_eng.pdf</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S1646-107X201500010001600049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Zhang, P., Chen, X., &amp; Fan, M. (2007). Signaling
mechanisms involved in disuse muscle atrophy. <i>Medical Hypotheses</i>, <i>69</i>(2),
310&#8211;321. <a href="http://doi.org/10.1016/j.mehy.2006.11.043" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.mehy.2006.11.043</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-107X201500010001600050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>
    <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    <br>
</b>Nada a declarar.    <br>
<b>Conflito de Interesses:    <br>
</b>Nada a declarar.    <br>
<b>Financiamento:    <br>
</b>Nada a declarar.</font></p>
    <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 03.11.2013; Aceite 14.05.2014</font></p>
    ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
    <p>&nbsp;</p>
    <p><font size="2" face="Verdana"><a name="end"></a><a href="#topo">*</a><i>Autor correspondente</i>: Núcleo de Estudos
  em Atividade Física &amp; Saúde. Universidade Federal do Triângulo
  Mineiro, Av. Tutunas, n 490, Tutunas, CEP: 38061-500, Uberaba, MG, Brasil; <i>E-mail</i>: <a href="mailto:joilsonmeneguci@yahoo.com.br">joilsonmeneguci@yahoo.com.br</a></font></p>
     ]]></body><back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ainsworth]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Haskell]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Whitt]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Irwin]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Swartz]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Strath]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Leon]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Compendium of physical activities: an update of activity codes and MET intensities]]></article-title>
<source><![CDATA[Medicine and Science in Sports and Exercise]]></source>
<year>2000</year>
<volume>32</volume>
<numero>^s9</numero>
<issue>^s9</issue>
<supplement>9</supplement>
<page-range>S498-504</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Amorim]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Faria]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Dispêndio energético das atividades humanas e sua repercussão para a saúde]]></article-title>
<source><![CDATA[Motricidade]]></source>
<year>2012</year>
<volume>8</volume>
<numero>^s2</numero>
<issue>^s2</issue>
<supplement>2</supplement>
<page-range>S295-S302</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bauman]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ainsworth]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sallis]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hagströmer]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Craig]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bull]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<collab>IPS Group</collab>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The descriptive epidemiology of sitting. A 20-country comparison using the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ)]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Preventive Medicine]]></source>
<year>2011</year>
<volume>41</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>228-235</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Bey]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hamilton]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. T.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Suppression of skeletal muscle lipoprotein lipase activity during physical inactivity: a molecular reason to maintain daily low-intensity activity]]></article-title>
<source><![CDATA[The Journal of Physiology]]></source>
<year>2003</year>
<volume>551</volume>
<page-range>673-682</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Charansonney]]></surname>
<given-names><![CDATA[O. L.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Physical activity and aging: a life-long story]]></article-title>
<source><![CDATA[Discovery Medicine]]></source>
<year>2011</year>
<volume>12</volume>
<numero>64</numero>
<issue>64</issue>
<page-range>177-185</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Charansonney]]></surname>
<given-names><![CDATA[O. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Després]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. P.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Disease prevention-should we target obesity or sedentary lifestyle?]]></article-title>
<source><![CDATA[Nature Reviews Cardiology]]></source>
<year>2010</year>
<volume>7</volume>
<numero>8</numero>
<issue>8</issue>
<page-range>468-472</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Clark]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Thorp]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Winkler]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. A. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gardiner]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Healy]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Owen]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dunstan]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Validity of self-reported measures of workplace sitting time and breaks in sitting time]]></article-title>
<source><![CDATA[Medicine and Science in Sports and Exercise]]></source>
<year>2011</year>
<volume>43</volume>
<numero>10</numero>
<issue>10</issue>
<page-range>1907-1912</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Cooper]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sebire]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Montgomery]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Peters]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sharp]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jackson]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Andrews]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sedentary time, breaks in sedentary time and metabolic variables in people with newly diagnosed type 2 diabetes]]></article-title>
<source><![CDATA[Diabetologia]]></source>
<year>2012</year>
<volume>55</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>589-599</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Dunstan]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kingwell]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Larsen]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Healy]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cerin]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hamilton]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Owen]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Breaking up prolonged sitting reduces postprandial glucose and insulin responses]]></article-title>
<source><![CDATA[Diabetes Care]]></source>
<year>2012</year>
<volume>35</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>976-983</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Elks]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Francis]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Central adiposity, systemic inflammation, and the metabolic syndrome]]></article-title>
<source><![CDATA[Current Hypertension Reports]]></source>
<year>2010</year>
<volume>12</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>99-104</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Farias Júnior]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[(In)Atividade física e comportamento sedentário: estamos caminhando para uma mudança de paradigma?]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde]]></source>
<year>2011</year>
<volume>16</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>279-280</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Florindo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Latorre]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. do R. D. de O.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Jaime]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tanaka]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zerbini]]></surname>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Methodology to evaluation the habitual physical activity in men aged 50 years or more]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista de Saúde Pública]]></source>
<year>2004</year>
<volume>38</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>307-314</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B13">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Grant]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Ryan]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tigbe]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Granat]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The validation of a novel activity monitor in the measurement of posture and motion during everyday activities]]></article-title>
<source><![CDATA[British Journal of Sports Medicine]]></source>
<year>2006</year>
<volume>40</volume>
<numero>12</numero>
<issue>12</issue>
<page-range>992-997</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B14">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hallal]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bauman]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Heath]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kohl]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lee]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.-M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pratt]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Physical activity: more of the same is not enough]]></article-title>
<source><![CDATA[Lancet]]></source>
<year>2012</year>
<volume>380</volume>
<numero>9838</numero>
<issue>9838</issue>
<page-range>190-191</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B15">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hamilton]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hamilton]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. G.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zderic]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Role of low energy expenditure and sitting in obesity, metabolic syndrome, type 2 diabetes, and cardiovascular disease]]></article-title>
<source><![CDATA[Diabetes]]></source>
<year>2007</year>
<volume>56</volume>
<numero>11</numero>
<issue>11</issue>
<page-range>2655-2667</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B16">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hamilton]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Healy]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dunstan]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zderic]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Owen]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Too Little Exercise and Too Much Sitting: Inactivity Physiology and the Need for New Recommendations on Sedentary Behavior]]></article-title>
<source><![CDATA[Current Cardiovascular Risk Reports]]></source>
<year>2008</year>
<volume>2</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>292-298</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B17">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Healy]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dunstan]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Salmon]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cerin]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Shaw]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zimmet]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. Z.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Owen]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Breaks in sedentary time: beneficial associations with metabolic risk]]></article-title>
<source><![CDATA[Diabetes Care]]></source>
<year>2008</year>
<volume>31</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>661-666</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B18">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Healy]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matthews]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dunstan]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Winkler]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. A. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Owen]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sedentary time and cardio-metabolic biomarkers in US adults: NHANES 2003-06]]></article-title>
<source><![CDATA[European Heart Journal]]></source>
<year>2011</year>
<volume>32</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>590-597</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B19">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Heber]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[An integrative view of obesity]]></article-title>
<source><![CDATA[The American Journal of Clinical Nutrition]]></source>
<year>2010</year>
<volume>91</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>280S-283S</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B20">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Howard]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fraser]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sethi]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Cerin]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hamilton]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Owen]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kingwell]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Impact on Hemostatic Parameters of Interrupting Sitting with Intermittent Activity]]></article-title>
<source><![CDATA[Medicine and Science in Sports and Exercise]]></source>
<year>2013</year>
<volume>45</volume>
<numero>7</numero>
<issue>7</issue>
<page-range>1285-1291</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B21">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Hunter]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Weinsier]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Zuckerman]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Darnell]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Aerobic fitness, physiologic difficulty and physical activity in Black and White women]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Obesity]]></source>
<year>2004</year>
<volume>28</volume>
<numero>9</numero>
<issue>9</issue>
<page-range>1111-1117</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B22">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Katzmarzyk]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Church]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Craig]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bouchard]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sitting Time and Mortality from All Causes, Cardiovascular Disease, and Cancer]]></article-title>
<source><![CDATA[Medicine and Science in Sports and Exercise]]></source>
<year>2009</year>
<volume>41</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>998-1005</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B23">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Katzmarzyk]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lee]]></surname>
<given-names><![CDATA[I.-M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sedentary behaviour and life expectancy in the USA: a cause-deleted life table analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[Bmj Open]]></source>
<year>2012</year>
<volume>2</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B24">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kerr]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marshall]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Godbole]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chen]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Legge]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Doherty]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Foster]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Using the SenseCam to improve classi-fications of sedentary behavior in free-living settings]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Preventive Medicine]]></source>
<year>2013</year>
<volume>44</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>290-296</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B25">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kodama]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Saito]]></surname>
<given-names><![CDATA[K.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tanaka]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maki]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Yachi]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Asumi]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sone]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Cardiorespiratory Fitness as a Quantitative Predictor of All-Cause Mortality and Cardiovascular Events in Healthy Men and Women A Meta-analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[Jama-Journal of the American Medical Association]]></source>
<year>2009</year>
<volume>301</volume>
<numero>19</numero>
<issue>19</issue>
<page-range>2024-2035</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B26">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Kriska]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Caspersen]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Introduction to a collection of physical activity questionnaires]]></article-title>
<source><![CDATA[Medicine & Science in Sports & Exercise]]></source>
<year>1997</year>
<volume>29</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>5-9</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B27">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Legnani]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Legnani]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dellagrana]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Silva]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Barbosa Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Campos]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comportamentos de risco à saúde e excesso de peso corporal em escolares de Toledo, Paraná, Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Motricidade]]></source>
<year>2012</year>
<volume>8</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>59-70</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B28">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Levine]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Nonexercise activity thermogenesis (NEAT): environment and biology]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Physiology-Endocrinology and Metabolism]]></source>
<year>2004</year>
<volume>286</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>E675-E685</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B29">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marshall]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Miller]]></surname>
<given-names><![CDATA[Y. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Burton]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brown]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Measuring total and domain-specific sitting: a study of reliability and validity]]></article-title>
<source><![CDATA[Medicine and Science in Sports and Exercise]]></source>
<year>2010</year>
<volume>42</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>1094-1102</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B30">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Marshall]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Merchant]]></surname>
<given-names><![CDATA[G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Advancing the Science of Sedentary Behavior Measurement]]></article-title>
<source><![CDATA[American Journal of Preventive Medicine]]></source>
<year>2013</year>
<volume>44</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>190-191</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B31">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Mullen]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Olson]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Phillips]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Szabo]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wojcicki]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mailey]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[McAuley]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Measuring enjoyment of physical activity in older adults: invariance of the physical activity enjoyment scale (paces) across groups and time]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity]]></source>
<year>2011</year>
<volume>8</volume>
<numero>103</numero>
<issue>103</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B32">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Must]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Parisi]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sedentary behavior and sleep: paradoxical effects in association with childhood obesity]]></article-title>
<source><![CDATA[International Journal of Obesity (2005)]]></source>
<year>2009</year>
<volume>33</volume>
<numero>^s1</numero>
<issue>^s1</issue>
<supplement>1</supplement>
<page-range>S82-86</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B33">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Oliveira]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Maia]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Avaliação da actividade física em contextos epidemiológicos: Uma revisão da validade e fiabilidade do acelerómetro Tritrac-R3D, do pedómetro Yamax Digi-Walker e do questionário de Baecke]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Portuguesa de Ciências do Desporto]]></source>
<year>2001</year>
<volume>1</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>73-88</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B34">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Owen]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Healy]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Matthews]]></surname>
<given-names><![CDATA[C. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dunstan]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. W.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Too much sitting: the population health science of sedentary behavior]]></article-title>
<source><![CDATA[Exercise and Sport Sciences Reviews]]></source>
<year>2010</year>
<volume>38</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>105-113</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B35">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Patel]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Hu]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Short sleep duration and weight gain: a systematic review]]></article-title>
<source><![CDATA[Obesity (Silver Spring, Md.)]]></source>
<year>2008</year>
<volume>16</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
<page-range>643-653</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B36">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pate]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Pratt]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Blair]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Haskell]]></surname>
<given-names><![CDATA[W.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Macera]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bouchard]]></surname>
<given-names><![CDATA[C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Wilmore]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Physical-Activity and Public-Health: a Recommendation from the Centers-for-Disease-Control-and-Prevention and the American-College-of-Sports-Medicine]]></article-title>
<source><![CDATA[Jama-Journal of the American Medical Association]]></source>
<year>1995</year>
<volume>273</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>402-407</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B37">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Pate]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[O’Neill]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lobelo]]></surname>
<given-names><![CDATA[F.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[The evolving definition of «sedentary»]]></article-title>
<source><![CDATA[Exercise and Sport Sciences Reviews]]></source>
<year>2008</year>
<volume>36</volume>
<numero>4</numero>
<issue>4</issue>
<page-range>173-178</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B38">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rasouli]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kern]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Adipocytokines and the metabolic complications of obesity]]></article-title>
<source><![CDATA[The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism]]></source>
<year>2008</year>
<volume>93</volume>
<numero>11^s1</numero>
<issue>11^s1</issue>
<supplement>1</supplement>
<page-range>S64-S73</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B39">
<nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Medidas de atividades física: métodos e instrumentos]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Barros]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. V. G. de]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nahas]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. V.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Medidas da atividade física: teoria e aplicação em diversos grupos populacionais]]></source>
<year>2003</year>
<page-range>29-42</page-range><publisher-loc><![CDATA[Londrina ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Midiograf]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B40">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Reis]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Petroski]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. da S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Medidas da atividade física: revisão de métodos]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano]]></source>
<year>2000</year>
<volume>2</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
<page-range>89-96</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B41">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rosenberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bull]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Marshall]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Sallis]]></surname>
<given-names><![CDATA[J. F.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bauman]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Assessment of sedentary behavior with the International Physical Activity Questionnaire]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Physical Activity & Health]]></source>
<year>2008</year>
<volume>5</volume>
<numero>^s1</numero>
<issue>^s1</issue>
<supplement>1</supplement>
<page-range>S30-44</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B42">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rutten]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. M.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Savelberg]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Biddle]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. J. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Kremers]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. P. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Interrupting long periods of sitting: good STUFF]]></article-title>
<source><![CDATA[The International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity]]></source>
<year>2013</year>
<volume>10</volume>
<numero>1</numero>
<issue>1</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B43">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Ryde]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Gilson]]></surname>
<given-names><![CDATA[N. D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Suppini]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Brown]]></surname>
<given-names><![CDATA[W. J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Validation of a novel, objective measure of occupational sitting]]></article-title>
<source><![CDATA[Journal of Occupational Health]]></source>
<year>2012</year>
<volume>54</volume>
<numero>5</numero>
<issue>5</issue>
<page-range>383-386</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B44">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Schoeller]]></surname>
<given-names><![CDATA[D. A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Racette]]></surname>
<given-names><![CDATA[S. B.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[A review of field techniques for the assessment of energy expenditure]]></article-title>
<source><![CDATA[The Journal of Nutrition]]></source>
<year>1990</year>
<volume>120</volume>
<numero>^s11</numero>
<issue>^s11</issue>
<supplement>11</supplement>
<page-range>1492-1495</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B45">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Taheri]]></surname>
<given-names><![CDATA[S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Lin]]></surname>
<given-names><![CDATA[L.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Austin]]></surname>
<given-names><![CDATA[D.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Young]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Mignot]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Short Sleep Duration Is Associated with Reduced Leptin, Elevated Ghrelin, and Increased Body Mass Index]]></article-title>
<source><![CDATA[PLoS Med]]></source>
<year>2004</year>
<volume>1</volume>
<numero>3</numero>
<issue>3</issue>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B46">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Tremblay]]></surname>
<given-names><![CDATA[M. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Colley]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Saunders]]></surname>
<given-names><![CDATA[T. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Healy]]></surname>
<given-names><![CDATA[G. N.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Owen]]></surname>
<given-names><![CDATA[N.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Physiological and health implications of a sedentary lifestyle]]></article-title>
<source><![CDATA[Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism]]></source>
<year>2010</year>
<volume>35</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>725-740</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B47">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Van der Ploeg]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chey]]></surname>
<given-names><![CDATA[T.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Korda]]></surname>
<given-names><![CDATA[R. J.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Banks]]></surname>
<given-names><![CDATA[E.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Bauman]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Sitting time and all-cause mortality risk in 222 497 Australian adults]]></article-title>
<source><![CDATA[Archives of Internal Medicine]]></source>
<year>2012</year>
<volume>172</volume>
<numero>6</numero>
<issue>6</issue>
<page-range>494-500</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B48">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Wittrup]]></surname>
<given-names><![CDATA[H. H.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Tybjærg-Hansen]]></surname>
<given-names><![CDATA[A.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Nordestgaard]]></surname>
<given-names><![CDATA[B. G.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Lipoprotein Lipase Mutations, Plasma Lipids and Lipoproteins, and Risk of Ischemic Heart Disease A Meta-Analysis]]></article-title>
<source><![CDATA[Circulation]]></source>
<year>1999</year>
<volume>99</volume>
<numero>22</numero>
<issue>22</issue>
<page-range>2901-2907</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B49">
<nlm-citation citation-type="book">
<collab>World Health Organization</collab>
<source><![CDATA[Global recommendations on physical activity for health]]></source>
<year>2010</year>
<publisher-loc><![CDATA[Genebra ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[World Health Organization]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B50">
<nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Zhang]]></surname>
<given-names><![CDATA[P.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Chen]]></surname>
<given-names><![CDATA[X.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fan]]></surname>
<given-names><![CDATA[M.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Signaling mechanisms involved in disuse muscle atrophy]]></article-title>
<source><![CDATA[Medical Hypotheses]]></source>
<year>2007</year>
<volume>69</volume>
<numero>2</numero>
<issue>2</issue>
<page-range>310-321</page-range></nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
