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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Insatisfação corporal e qualidade de vida durante a menarca e sua relação com a renda familiar e o índice de massa corporal: Um estudo longitudinal]]></article-title>
<article-title xml:lang="en"><![CDATA[Body dissatisfaction and life quality during the menarche and its relation to the family income and the body mass index: A longitudinal study]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[This study analysed the association between family income and body mass index levels with body image and quality of life along the menarche; and the variation of the relation between family income and BMI with body image and life quality at different moments of the menarche (moments 1, 2 and 3). The study was characterized by a longitudinal delimitation involving teenagers aged 10 to 13, BMI 18.98 kg/m². The data was collected through the Body Shape Questionnaire and Autoquestionnaire Qualité de Vie Enfant Image at moment 1 in 2010, at moment 2 in 2011 and at moment 3 in 2012. The main results showed BMI positively related to the total score of body dissatisfaction in moments 1, 2 and 3; analysis on family income levels and BMI showed positive improvements along the menarche; and life quality score raised from moment 1 to 2, having decreased from moment 2 to 3. The conclusion was that adolescents showed lower dissatisfaction with body image as time went by, enhanced by a normal BMI; and as time went by the low body image dissatisfaction came out by the positive association between family income and BMI. Quality of life was better between moments 1 and 2 of the menarche, but there was a decrease in the life quality of the adolescents.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">Insatisfação corporal e qualidade de vida durante a   menarca e sua relação com a renda familiar e o índice de massa corporal: Um   estudo longitudinal</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Body dissatisfaction and life quality during the menarche and   its relation to the family income and the body mass index: A longitudinal study</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Mara   Lucia Blanc Santos<b><sup>1,<a href="#end">*</a><a name="topo"></a></sup>;</b> Jefferson Silva Novaes<sup>2</sup>; Lilian Alves da Costa Monteiro<sup>1</sup>; Hélder Miguel Fernandes<sup>3</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Departamento de Ci&ecirc;ncias do Desporto, Exerc&iacute;cio e Sa&uacute;de, Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal    <br> </i></font><font size="2" face="Verdana"><sup>2</sup> <i>Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </i></font><font size="2" face="Verdana"><sup>3</sup> <i>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto, Sa&uacute;de e Desenvolvimento Humano, CIDESD, Portugal</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo analisou a associação entre a   renda familiar e níveis de índice de massa corporal com a imagem corporal e   qualidade de vida ao longo da menarca; e a variação da relação entre a renda   familiar e o IMC com a imagem corporal e a qualidade de vida em distintos   momentos da menarca (momentos 1, 2 e 3). O estudo caracterizou-se por um   delineamento longitudinal com adolescentes de 10 a 13 anos, IMC de 18.98 kg/m<sup>2</sup>.   Os dados foram coletados pelo <i>Body Shape Questionnaire</i> e <i>Autoquestionnaire     Qualité de Vie Enfant Imagé</i> no momento 1 no ano de 2010, no momento 2 no   ano de 2011 e no momento 3 no ano de 2012. Os principais resultados indicaram:   que o IMC se relacionou positivamente com o escore total de insatisfação   corporal no momento 1, 2 e 3; a análise nos níveis de renda familiar e IMC   indicaram melhoras positivas ao longo da menarca; e o escore de qualidade de   vida aumentou do momento 1 para o 2, tendo reduzido do momento 2 para o 3.   Concluiu-se que as adolescentes revelaram   uma menor insatisfação com a imagem corporal com o passar do tempo, evidenciada   por um IMC normal; e ao longo do tempo a baixa insatisfação da imagem   corporal revelou-se pela associação positiva da renda familiar e do IMC. Já a   qualidade de vida apresentou-se melhor entre o momento 1 e 2 da menarca, mas   entre o momento 2 e 3 ocorreu uma diminuição da qualidade de vida das adolescentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chaves:</b> menarca, imagem corporal, peso corporal, qualidade de vida</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">This study analysed  the association between   family income and body mass index levels with body image and quality of life   along the menarche; and the variation of the relation between family income and   BMI with body image and life quality at different moments of the menarche   (moments 1, 2 and 3). The study was characterized by a longitudinal   delimitation involving teenagers aged 10 to 13, BMI 18.98 kg/m<sup>2</sup>. The   data was collected through the <i>Body Shape Questionnaire and     Autoquestionnaire Qualité de Vie Enfant Image</i> at moment 1 in 2010, at   moment 2 in 2011 and at moment 3 in 2012. The main results showed BMI   positively related to the total score of body dissatisfaction in moments 1, 2   and 3; analysis on family income levels and BMI showed positive improvements   along the menarche; and life quality score raised from moment 1 to 2, having   decreased from moment 2 to 3. The conclusion was that adolescents showed lower   dissatisfaction with body image as time went by, enhanced by a normal BMI; and   as time went by the low body image dissatisfaction came out by the positive   association between family income and BMI. Quality of life was better between   moments 1 and 2 of the menarche, but there was a decrease in the life quality of the adolescents.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>menarche, body image, body weight, life quality</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A menarca,   denominada primeira menstruação, é um marco na vida reprodutiva da mulher e   considerada um fator biológico importante na adolescência e na fase adulta (Sloboda, Hart, Doherty, Pennell, &amp; Hickey, 2007). Sendo um indicador de maturação biológica   da mulher, a menarca ainda é utilizada para mostrar mudanças ambientais,   socioeconômicas, culturais e psicológicas ocorrentes nas adolescentes. Sabe-se   que 95% das adolescentes apresentam a menarca entre os 11 e 15 anos (Roman, Ribeiro, Guerra-Júnior, &amp; Barros-Filho,   2009) e que está variabilidade está provavelmente relacionada a fatores climáticos, localização geográ&#64257;ca, estado nutricional, nível socioeconômico, entre outros (Al-Sahab, Ardern, Hamadeh, &amp; Tamim, 2010; Scherer, Martins, Pelegrini, Matheus, &amp; Petroski, 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Roman, Ribeiro,   Guerra-Júnior, e Barros-Filho (2009) ao relacionarem a questão socioeconômica   com a menarca, evidenciaram que adolescentes de maior nível socioeconômico   apresentaram a idade da menarca antes das adolescentes de médio e baixo nível   socioeconômico, sustentando que a relação da tendência secular com a idade da   menarca pode ser atribuída às melhores condições sociais e de renda nos últimos   anos (Hosny et al., 2005). E ainda, estudos com meninas de nível   socioeconômico inferior também indicaram que a menarca pode ser retardada por   fatores socioambientais e nutricionais durante a infância e a adolescência (Orden, Vericat, &amp; Apezteguía, 2011). A   antecipação da menarca pode ainda estar associada com a melhora do nível   socioeconômico e maior prevalência de sobrepeso e obesidade nessa fase da vida (Hernández, Unanue, Gaete, Cassorla, &amp; Codner, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Investigações   relacionando a menarca com o índice de massa corporal (IMC) revelaram que   adolescentes com maior IMC menstruaram precocemente, sendo que as adolescentes   com IMC menor apresentaram uma menstruação tardia. Desse modo, podemos   evidenciar uma interrelação de índices elevados de IMC com a antecipação da   menarca (Castilho, Pinheiro, Bento, Barros-Filho, &amp;   Cocetti, 2012; Hernández et al., 2007). Já os estudos de Santos, Monteiro, Silva, Sousa, e Novaes (2009) relataram que adolescentes com IMC baixo   apresentaram uma insatisfação corporal e as adolescentes com IMC normal e   sobrepeso não revelaram níveis de insatisfação corporal na pós menarca.   Entretanto, um estudo em que compararam os níveis de satisfação de imagem   corporal de adolescentes antes e depois da menarca, evidenciaram que a maioria   das adolescentes com um IMC normal, apresentou uma menor insatisfação com a   imagem corporal (Santos et al., 2012). Assim, supõe-se que o nível de IMC para   maior ou menor poderá de algum modo influenciar a imagem corporal de adolescentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um estudo sobre a   imagem corporal associada com a maturação sexual revelou que a presença da   menarca e sua ocorrência em idade precoce fazem com que as adolescentes   apresentem o desejo de reduzir o peso corporal (Scherer et al., 2010). Assim, parece que a insatisfação da   imagem corporal acarreta sentimentos e pensamentos negativos quanto à aparência   e forma do corpo, influenciando possivelmente o bem-estar emocional e a qualidade de vida das adolescentes (Del Ciampo &amp; Del Ciampo, 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Finalmente,   revendo a literatura observa-se que aspectos positivos e negativos referentes à   ocorrência da menarca são pouco esclarecedores, revelando a escassez de   pesquisas longitudinais que apresentem a influência da renda familiar, índice   de massa corporal, imagem corporal e qualidade de vida de adolescentes em diferentes   momentos da menarca. Portanto, formulam-se as seguintes questões: Será que   existe uma associação entre a renda familiar e os níveis de IMC com a imagem   corporal e qualidade de vida em diferentes momentos da menarca? Será que a   relação entre a renda familiar, o IMC, a imagem corporal e a qualidade de vida variam ao longo do tempo? </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desse modo, este   estudo longitudinal pretendeu: a) analisar a associação entre a renda familiar   e níveis de índice de massa corporal com a imagem corporal e qualidade de vida   ao longo da menarca; e analisar a variação da relação entre a renda familiar e   o IMC com a imagem corporal e a qualidade de vida em distintos momentos da menarca (momentos 1, 2 e 3).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Amostra</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O processo de   amostragem foi do tipo não probabilístico (por conveniência) e o estudo   caracterizou-se pelo delineamento longitudinal envolvendo adolescentes do sexo   feminino de 10 a 13 anos (<i>M</i> = 11.03; <i>DP</i> = 0.78) com um IMC de 18.98   kg/m<sup>2</sup> (<i>DP</i> = 3.17). Foi coletado um total de 388 adolescentes   no primeiro momento, entretanto ao longo do estudo a amostra final permaneceu   composta por 136 adolescentes que não haviam menstruado. Desse modo o restante (n = 252) foi excluído da   amostra definitiva, por não cumprirem este critério de inclusão. Os critérios de inclusão foram: a   menstruação não ter acontecido até o primeiro momento da coleta de dados, a   voluntariedade das participantes e a assinatura do Termo de Consentimento Livre   e Esclarecido preenchido corretamente por seus responsáveis.  Os critérios para   exclusão foram: se ausentar da pesquisa durante os momentos determinados pelo estudo ou não responder os questionários definidos para coleta de dados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi aplicada uma   anamnese para obter informações sobre os dados como data de nascimento, idade,   cidade/estado, nome da escola, série escolar das adolescentes e a presença   (sim) ou ausência (não) da menarca em cada momento da pesquisa; e ainda foram   registradas informações sobre o aspecto socioeconômico, mensurado através   da renda familiar que variou de um   salário mínimo ou/a acima de cinco salários mínimos. No que diz respeito ao agregado familiar, as   adolescentes deveriam marcar a resposta que estava relacionada com o tipo de   família em que vivia, como: viver com os pais e outros membros (irmãos, tios,   avós), viver só com o pai e mãe ou indicavam somente viver com a mãe ou com o   pai. Quanto à cor/etnia deveria marcar ter a cor da pele parda, ter a pele morena/preta, ter a pele branca ou ser da raça/etnia indígena. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O peso corporal   foi mensurado por uma balança com resolução de 100g e a estatura por um   estadiômetro com escala milimétrica, para cálculos do IMC=peso/estatura². A   determinação dos níveis de IMC (normal e sobrepeso) foi definida a partir do   cálculo do IMC, segundo as recomendações das referências de Cole, Bellizzi,   Flegal, e Dietz (2000) e Conde e Monteiro (2006), adotando-se os pontos de corte ajustada pelo sexo, infância e adolescência. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O <i>Body Shape Questionnaire</i> (BSQ),   originado por Cooper, Taylor, Cooper, e Fairburn (1987) e validado por Conti, Cordás, e Latorre (2009) para adolescentes, avaliou a insatisfação com a imagem corporal.   Este questionário é autoaplicável do tipo escala Likert, com 34 perguntas. As   respostas variam de 1 (nunca) a 6 (sempre), sendo a soma das pontuações de cada   fator o escore final da escala. Neste estudo, os valores de consistência   interna do escore total ficaram entre 0.93 e 0.95. Quanto aos fatores desse   instrumento nos três momentos de avaliação, obtiveram-se os seguintes <i>alfas     de Cronbach</i>: Fator 1 – autopercepção da forma/aparência corporal (&gt; 0.91);   Fator 2 – percepção comparativa da imagem corporal (&gt; 0.68); Fator 3 –   atitudes em relação à alteração com a imagem corporal (&gt; 0.65) e o Fator 4 –   alterações severas na percepção da imagem corporal (entre 0.18 e 0.40), sendo o   último fator excluído da análise seguinte, pois não foi significativo na amostra.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O <i>Autoquestionnaire   Qualité de Vie Enfant Imagé</i> (AUQEI) desenvolvido por Manificat e Dazord (1997); adaptado e validado por Assumpção, Kuczynski,   Sprovieri, e Aranha (2000) foi utilizado para avaliar a qualidade de   vida. Para obtenção de um perfil da satisfação de crianças e adolescentes foram   realizadas 26 questões com quatro alternativas de respostas, diante de   diferentes situações: autonomia, lazer, função e família.  A escala de respostas   varia de 0 a 3 respectivamente, e quanto maior os escores significam melhor   qualidade de vida. Nesta investigação os fatores de consistência interna   situaram-se entre 0.74 e 0.85 para o escore total desse instrumento nos vários momentos da avaliação.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O processo da   escolha das escolas deu-se por conveniência, foram selecionadas duas escolas   públicas em diferentes zonas da cidade de Macapá-Amapá-Brasil. A coleta de   dados das variáveis ocorreu, ao longo de dois anos e meio, em três diferentes momentos da menarca:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>momento 1</b> – pré-menarca (março de 2010), fizeram   parte da amostra as adolescentes em que não havia ocorrido a primeira menstruação e que atenderam os critérios de inclusão do estudo; </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>momento 2</b> – pós-menarca (outubro de 2011), quando já ocorreu a menarca;</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>momento 3</b> – um ano após a coleta pós-menarca (outubro de 2012), foi o momento de acompanhamento (<i>follow-up</i>). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo obteve   aprovação do Comitê de Ética e Pesquisa Envolvendo Seres Humanos da Universidade   Estadual do Pará (UEPA), com o protocolo n.º 085.0.412.000-11, de acordo com a Resolução nº196/1996. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Procedeu-se a   estatística descritiva para a média, desvio padrão e percentagens, coeficientes   de assimetria e curtose computados para efeitos de análise de normalidade   univariada. Os coeficientes de normalidade univariada de todas as variáveis, em   todos os momentos de avaliação, variaram entre &#8722;1 e +1, indicando uma   distribuição do tipo normal. Utilizou-se o <i>alfa de Cronbach </i>para   verificar a confiabilidade das escalas. A associação entre variáveis nos três   momentos da menarca foi determinada pelo coeficiente de <i>r de Pearson</i>.   Para estimativa da estatística inferencial foi utilizada a ANOVA <i>one way</i> para análise comparativa, a ANOVA <i>de medidas repetidas</i> e o cálculo do <i>effect     size</i> para análise longitudinal e o teste <i>post hoc de Bonferroni</i> para   identificar possíveis diferenças, com nível de significância <i>p </i>&lt; 0.05, sendo realizados pelo programa SPSS 16.0.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados sobre   o aspecto socioeconômico agregado familiar e cor/etnia das adolescentes, são apresentados na <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a08t1.jpg">tabela 1</a>.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">A <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a08t2.jpg">tabela 2</a>  apresenta a análise da percentagem de adolescentes segundo os níveis de IMC,   com os seguintes resultados: momento 1 – peso normal (59.6%) e sobrepeso (40.4%);   momento 2 – peso normal (64.0%) e sobrepeso (36.0%); e momento 3 – peso normal   (70.6%) e sobrepeso (29.4%).  Observou-se que o percentual das adolescentes   insatisfeitas com a imagem corporal (de acordo com o ponto de corte 111, proposto Cooper et al., 1987) diminuiu ao longo das três avaliações: 9.6%; 8.1% e 5.9%, respectivamente.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Posteriormente, procedeu-se   a análise de correlação entre renda familiar, IMC, insatisfação da imagem   corporal e qualidade de vida em momentos distintos da menarca que estão   apresentados na <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a08t3.jpg">tabela 3</a>. No momento 1 – na pré-menarca, a renda familiar não   se associou significativamente com as dimensões da insatisfação corporal e   qualidade de vida. O IMC relacionou-se positivamente com o escore total de   insatisfação corporal (<i>r </i>= 0.36; <i>p </i>&lt; 0.001) e suas dimensões   específicas: autopercepção da forma/aparência corporal (<i>r </i>= 0.39; <i>p </i>&lt;   0.001), percepção comparativa da imagem corporal (<i>r </i>= 0.24; <i>p </i>=   0.005) e atitudes em relação à alteração da imagem corporal (<i>r</i>= 0.20; <i>p   </i>= 0.018). A insatisfação corporal não se relacionou significativamente com a qualidade de vida (<i>p </i>= 0.816).</font></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">No momento 2 – na   pós-menarca, a renda familiar não se associou significativamente com a   insatisfação corporal e qualidade de vida. O IMC correlacionou-se positivamente   com o escore total de insatisfação corporal (<i>r </i>= 0.44; <i>p </i>&lt; 0.001)   e seus fatores específicos: autopercepção da forma/aparência corporal (<i>r </i>=   0.42; <i>p </i>&lt; 0.001), percepção comparativa da imagem corporal (<i>r </i>=   0.26; <i>p </i>&lt; 0.01) e atitudes em relação à alteração com a imagem   corporal (<i>r </i>= 0.37; <i>p </i>&lt; 0.001). Não se observou relação significativa entre a insatisfação corporal e qualidade de vida (<i>p </i>= 0.240).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados   recolhidos no momento 3 – um ano após a coleta pós-menarca, foram consistentes   com a avaliação anterior em que a renda familiar não influenciou a insatisfação   corporal e a qualidade de vida, enquanto o IMC se relacionou positivamente com   o escore total da insatisfação corporal (<i>r </i>= 0.44; <i>p </i>&lt; 0.001)   e seus domínios: autopercepção da forma/aparência corporal (<i>r </i>= 0.44; <i>p   </i>&lt; 0.001), percepção comparativa da imagem corporal (<i>r </i>= 0.32; <i>p   </i>&lt; 0.001) e atitudes em relação à alteração com a imagem corporal (<i>r </i>=   0.38; <i>p </i>&lt; 0.001). A insatisfação corporal não se associou significativamente com a qualidade de vida (<i>p </i>= 0.524).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A análise   comparativa dos escores de qualidade de vida em função dos níveis de IMC, unicamente   evidenciou um efeito significativo no momento 2 (pós-menarca) (<i>p </i>&lt; 0.05),   tendo grupo de adolescentes insatisfeitas com sua imagem corporal revelado   níveis de qualidade de vida inferiores ao grupo de adolescentes satisfeitas (48.55 ± 7.19 vs. 53.09 ± 7.92; respectivamente).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A análise   longitudinal dos níveis de renda familiar e IMC indicou aumento significativo   ao longo dos três momentos da menarca nomeadamente: renda familiar (<i>F </i>= 47.17; <i>p </i>&lt; 0.001; &#951;<sup>2 </sup>= 0.26) e IMC (<i>F </i>= 15.62; <i>p </i>&lt; 0.001; &#951;<sup>2 </sup>= 0.11). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente à   variação temporal da insatisfação corporal, a ANOVA <i>de medidas repetidas</i> não revelou significância para os domínios da autopercepção da forma/aparência   corporal e percepção comparativa da imagem corporal, unicamente indicou um   efeito significativo na subescala das atitudes em relação às alterações com a   imagem corporal (<i>F </i>= 8.50; <i>p </i>&lt; 0.001; &#951;<sup>2 </sup>= 0.06). A análise <i>post hoc de</i> <i>Bonferroni</i> apontou que estes níveis de insatisfação corporal diminuíram significativamente   entre os momentos 1 e 2 (<i>p </i>= 0.008) e 1 e 3 (<i>p </i>= 0.002), não existindo diferenças significativas entre os momento 2 e 3 (<i>p </i>= 0.736). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que concerne às   medidas de qualidade de vida ao longo dos três momentos, os resultados   indicaram um efeito significativo (<i>F </i>= 4.76; <i>p </i>= 0.013; &#951;<sup>2 </sup>= 0.03). Os valores do escore de qualidade de vida   aumentaram de 50.79 ± 9.17 no momento 1 para 52.72 ± 7.94 no momento 2 (<i>p </i>=   0.037), tendo diminuído do momento 2 para 49.96 ± 10.32 no momento 3 (<i>p </i>=   0.007). Não se observaram diferenças significativas entre os momentos 1 e 3 (<i>p </i>= 1.00).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados   indicaram uma redução do IMC e uma diminuição da insatisfação da imagem   corporal, durante todo o período de acompanhamento longitudinal do estudo.   Ademais, comprovou-se que o IMC relacionou-se positivamente com a insatisfação   corporal nos três momentos da menarca. Scherer, Martins, Pelegrini, Matheus, e   Petroski (2010) corroboram com os resultados deste estudo   ao verificarem que a insatisfação com a imagem corporal apresentou associação   com o IMC em adolescentes. Estes autores têm fundamentado que a maioria das   adolescentes e mulheres jovens se mostram insatisfeitas com a sua imagem   corporal, mesmo que revelem menor excesso de peso corporal. Em um estudo   transversal em populações parecidas, Santos et al. (2009) constataram aumento do nível de   insatisfação da imagem corporal em adolescentes na pós-menarca, mesmo   utilizando um instrumento (Stunkard, Sorenson, &amp; Schlusinger, 1983) para coleta de dados diferente ao usado no   nosso estudo (BSQ), mas apresentando um IMC normal. Além disto, Santos et al. (2012) em concordância com os resultados do nosso   estudo, utilizando-se do mesmo instrumento (BSQ) para verificar a insatisfação   da imagem corporal, encontraram adolescentes com baixa insatisfação com a imagem corporal e um IMC normal nos momentos antes e depois da menarca. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No momento 2 a   comparação da qualidade de vida em função dos níveis de IMC demonstrou que o   grupo de adolescentes insatisfeitas com a imagem corporal reportou níveis de   qualidade de vida menores que o grupo de adolescentes satisfeitas com a imagem   corporal. Este resultado é concordante com investigações sobre a qualidade de   vida relacionada à saúde de adolescentes e sua associação com os índices de   IMC, que apontaram uma baixa qualidade de vida em adolescentes com sobrepeso (Kunkel, Oliveira, &amp; Peres, 2009). Larsson, Karlsson, e Sullivan (2002) indicam em seu estudo que o sexo feminino   tem revelado baixos níveis de qualidade de vida em populações com sobrepeso e   obesidade. O maior desenvolvimento de sobrepeso em adolescentes na pós-menarca   leva a maioria das adolescentes a apresentar o desejo de perder peso devido a   uma maior insatisfação com sua imagem corporal (Petroski, Velho, &amp; de Bem, 1999) e consequentemente, uma pior qualidade de vida. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os níveis de renda   familiar e IMC em distintos momentos da menarca indicou um aumento   significativo do IMC à medida que elevou a renda familiar, mesmo que a maioria   das adolescentes tenham revelado IMC normal. Gomes, Anjos, e Vasconcellos (2009) corroboram com esses resultados ao   relatarem uma tendência positiva de aumento proporcional de adolescentes com   sobrepeso e obesidade, conforme se eleva a renda familiar. No entanto, tem-se   sugerido que essa associação também pode ser encontrada entre adolescentes que   pertencem a famílias de situação socioeconômica menos privilegiada (Roman et al., 2009). E ainda,   outros estudos mostraram que a antecipação da menarca em adolescentes pode   estar associada com a melhora do nível socioeconômico e maior prevalência de   excesso de peso e obesidade, nesta fase da vida (Hernández et al., 2007; Laitinen, Power, &amp; Järvelin, 2001). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outro achado   importante do nosso estudo foi uma menor insatisfação da imagem corporal ao longo   dos três momentos da menarca, segundo os níveis de IMC revelado pela diminuição   do sobrepeso. Tais indicações deste resultado demonstram, sobremaneira, o   menor nível insatisfação da imagem corporal no momento 2 quando comparado ao   momento 1 da menarca. Entretanto, em relação ao resultado constatado pela   diminuição significativa longitudinal da insatisfação da imagem corporal entre   o momento 1 e 3 pode-se se afirmar que é um dos principais achados deste estudo e que colaboram para preencher uma lacuna do conhecimento científico. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Santos et al. (2012) também compararam os níveis de satisfação   da imagem corporal de adolescentes em dois momentos diferentes da menarca, um   antes e o outro depois da menarca. Os autores concluíram que o IMC normal   predominou entre as adolescentes nos dois momentos, mesmo apresentando uma   menor insatisfação com a imagem corporal depois da menarca. Slade (1994) descreve a imagem corporal como uma   flutuante representação mental do tamanho, contorno e aparência do corpo que é   influenciada por uma variedade de fatores históricos, culturais, sociais,   individuais e biológicos que atuam variavelmente ao longo do tempo. Verifica-se   que a diminuição dos níveis de insatisfação com a imagem corporal, tem sido   frequentemente definida com uma diferença entre a percepção, o tamanho do corpo   e a forma desejada (Bosi, Luiz, Morgado, Costa, &amp; Carvalho, 2006) e que ao longo do tempo e em diferentes   fases da menarca podem ser resultados dos fatores decorrentes da maturação sexual destas adolescentes (Lourenço &amp; Queiroz, 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que se refere   às alterações da qualidade de vida ao longo dos três momentos da menarca, os   resultados indicaram um aumento significativo entre o momento 1 e 2 da menarca,   tendo diminuído do momento 2 para o 3. Lee (2008), Rembeck e   Gunnarsson (2004) verificaram resultados de atitudes positivas em relação   ao comportamento de adolescentes na pós-menarca e justificaram tal ocorrência   em virtude dos efeitos benéficos decorrentes da maturação. Rembeck   e Gunnarsson (2004) advertem que as adolescentes se sentem   orgulhosas ao menstruar, diminuem o nível de ansiedade em função de ter seu   primeiro período menstrual e ficando felizes com a sua primeira menstruação.   Lee (2008) relata experiências positivas depois da   menarca e indicam menos sentimentos de vergonha e de insegurança, causada em   muitas mulheres jovens, em torno do segredo do seu primeiro período menstrual.   Parece que o comportamento positivo em relação à menarca reflete na melhoria da qualidade de vida. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Entretanto, um   revelador achado do nosso estudo indica que no momento 2 da menarca, as   adolescentes retornaram aos níveis iniciais de qualidade de vida avaliada no momento   1. Gordia, Quadros, Campos e Junior (2009) explicam este acontecimento dizendo que as   adolescentes com o passar do tempo, mudam alguns valores comportamentais e   adquirem uma nova e diferenciada visão crítica em relação a qualidade de vida,   no que diz respeito à questões referentes a imagem corporal e auto estima. Isto   posto, supõe-se a importância da menarca como uma referência para qualidade de   vida das adolescentes ao longo do tempo. Possíveis   implicações poderiam ser apresentadas acerca da importância prática do estudo,   como a necessidade de intervenções de programas sociais na educação, na   psicologia e na saúde no sentido de melhorar a imagem corporal e a qualidade de vida de adolescentes nas diferentes fases da menarca.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo   apresenta possíveis limitações relacionadas à falta de informações da relação   materna a respeito do momento da menarca e a perda amostral que aconteceu em   função das greves dos professores e da evasão das adolescentes por diversos motivos durante os 30 meses de coleta de dados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Atilde;O </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A partir dos resultados constatou-se   no presente estudo, que as   adolescentes revelaram uma menor insatisfação com a imagem corporal com o   passar do tempo, evidenciada por um IMC normal; e ao longo do tempo a   baixa insatisfação da imagem corporal revelou-se pela associação positiva da   renda familiar e do IMC. Já a qualidade de vida apresentou-se melhor entre o   momento 1 e 2 da menarca, mas entre o momento 2 e 3 ocorreu uma diminuição da qualidade de vida das adolescentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ademais, sugere-se a realização de estudos   experimentais que contribuem para identificar a insatisfação com a imagem   corporal de adolescentes com a menarca; estudos que enfoquem a satisfação e   insatisfação em diferentes grupos populacionais relacionando a fatores como   socioeconômicos, religiosos, nutricionais e comportamentais. Uma vez que este   assunto deve ser mais explorado para o avanço do conhecimento relacionado a esta temática na área da saúde. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Al-Sahab, B., Ardern, C. I., Hamadeh, M. J.,   &amp; Tamim, H. (2010). Age at menarche in Canada: results from the National   Longitudinal Survey of Children &amp; Youth. <i>BMC Public Health</i>, <i>10</i>(1), 736. <a href="http://doi.org/10.1186/1471-2458-10-736" target="_blank">http://doi.org/10.1186/1471-2458-10-736</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201500020000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Assumpção, F.,   Kuczynski, E., Sprovieri, M. H., &amp; Aranha, E. M. G. (2000). Escala de avaliação de qualidade de vida: validade e confiabilidade de uma escala para qualidade de vida em crianças de 4 a 12 anos. <i>Arquivos de Neuro-Psiquiatria</i>, <i>58</i>(1), 119–127. <a href="http://doi.org/10.1590/S0004-282X2000000100018" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S0004-282X2000000100018</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201500020000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bosi, M. L. M., Luiz, R. R.,   Morgado, C. M. da C., Costa, M. L. dos S., &amp; Carvalho, R. J. de. (2006).   Autopercepção da imagem corporal entre estudantes de nutrição: um estudo no   município do Rio de Janeiro. <i>Jornal Brasileiro de Psiquiatria</i>, <i>55</i>(2), 108–113. <a href="http://doi.org/10.1590/S0047-20852006000200003" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S0047-20852006000200003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201500020000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font size="2" face="Verdana">Castilho, S. D., Pinheiro, C.   D., Bento, C. A., Barros-Filho, A. de A., &amp; Cocetti, M. (2012). Tendência   secular da idade da menarca avaliada em relação ao índice de massa corporal. <i>Arquivos Brasileiros de Endocrinologia &amp;amp; Metabologia</i>, <i>56</i>(3), 195–200. <a href="http://doi.org/10.1590/S0004-27302012000300008" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S0004-27302012000300008</a></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cole, T. J.,   Bellizzi, M. C., Flegal, K. M., &amp; Dietz, W. H. (2000). Establishing a   standard definition for child overweight and obesity worldwide: international   survey. <i>BMJ</i>, <i>320</i>(7244), 1240. <a href="http://doi.org/10.1136/bmj.320.7244.1240" target="_blank">http://doi.org/10.1136/bmj.320.7244.1240</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201500020000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Conde, W. L., &amp; Monteiro,   C. A. (2006). Body mass index   cutoff points for evaluation of nutritional status in Brazilian children and adolescents. <i>Jornal de Pediatria</i>, <i>82</i>(4), 266–272. <a href="http://doi.org/10.2223/JPED.1502" target="_blank">http://doi.org/10.2223/JPED.1502</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201500020000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Conti, M. A., Cordás, T. A.,   &amp; Latorre, M. do R. D. de O. (2009). A study of the validity and reliability of the Brazilian version of the Body Shape Questionnaire (BSQ) among adolescents. <i>Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil</i>, <i>9</i>(3), 331–338. <a href="http://doi.org/10.1590/S1519-38292009000300012" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S1519-38292009000300012</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201500020000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cooper, P. J.,   Taylor, M. J., Cooper, Z., &amp; Fairbum, C. G. (1987). The development and   validation of the body shape questionnaire. <i>International Journal of Eating Disorders</i>, <i>6</i>(4), 485–494. <a href="http://doi.org/10.1002/1098-108X(198707)6:4<485::AID-EAT2260060405>3.0.CO;2-O" target="_blank">http://doi.org/10.1002/1098-108X(198707)6:4&lt;485::AID-EAT2260060405&gt;3.0.CO;2-O</a></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Del Ciampo, L. A., &amp; Del   Ciampo, I. R. L. (2010). Adolescência e imagem corporal. <i>Adolescência &amp; Saúde</i>, <i>7</i>(4), 55–59.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201500020000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gomes, F. da S., Anjos, L. A.   dos, &amp; Vasconcellos, M. T. L. de. (2009). Associação entre o estado   nutricional antropométrico e a situação sócio-econômica de adolescentes em   Niterói, Rio de Janeiro, Brasil. <i>Cadernos de Saúde Pública</i>, <i>25</i>(11), 2446–2454. <a href="http://doi.org/10.1590/S0102-311X2009001100014" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S0102-311X2009001100014</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201500020000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gordia, A. P., Quadros, T. M.   B. de, Campos, W. de, &amp; Vilela Júnior, G. de B. (2009). Qualidade de vida   de adolescentes da rede particular de ensino: comparação entre gêneros. <i>Revista Brasileira de Qualidade de Vida</i>, <i>1</i>(2), 16–24. <a href="http://doi.org/10.3895/S2175-08582009000200003" target="_blank">http://doi.org/10.3895/S2175-08582009000200003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201500020000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hernández, M. I., Unanue, N.,   Gaete, X., Cassorla, F., &amp; Codner, E. (2007). Age of menarche and its relationship with body mass   index and socioeconomic status. <i>Revista     médica de Chile</i>, <i>135</i>(11), 1429–1436. <a href="http://doi.org/10.4067/S0034-98872007001100009">http://doi.org/10.4067/S0034-98872007001100009</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201500020000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hosny, L. A., El-Ruby, M. O.,   Zaki, M. E., Aglan, M. S., Zaki, M. S., Gammal, M. A. El, &amp; Mazen, I. M.   (2005). Assessment of Pubertal   Development in Egyptian Girls. <i>Journal of Pediatric Endocrinology and Metabolism</i>, <i>18</i>(6), 577–584. <a href="http://doi.org/10.1515/JPEM.2005.18.6.577" target="_blank">http://doi.org/10.1515/JPEM.2005.18.6.577</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201500020000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kunkel, N., Oliveira, W. F.   de, &amp; Peres, M. A. (2009). Excesso de peso e qualidade de vida relacionada   à saúde em adolescentes de Florianópolis, SC. <i>Revista de Saúde Pública</i>, <i>43</i>(2), 226–235. <a href="http://doi.org/10.1590/S0034-89102009005000012" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S0034-89102009005000012</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201500020000800014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Laitinen, J., Power, C.,   &amp; Järvelin, M. R. (2001). Family   social class, maternal body mass index, childhood body mass index, and age at   menarche as predictors of adult obesity. <i>The American Journal of Clinical Nutrition</i>, <i>74</i>(3), 287–294.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201500020000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Larsson, U.,   Karlsson, J., &amp; Sullivan, M. (2002). Impact of overweight and obesity on   health-related quality of life--a Swedish population study. <i>International Journal of Obesity and Related Metabolic Disorders</i>, <i>26</i>(3), 417–424. <a href="http://doi.org/10.1038/sj.ijo.0801919" target="_blank">http://doi.org/10.1038/sj.ijo.0801919</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201500020000800016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lee, J. (2008).   Bodies at Menarche: Stories of Shame, Concealment, and Sexual Maturation. <i>Sex Roles</i>, <i>60</i>(9-10), 615–627. <a href="http://doi.org/10.1007/s11199-008-9569-1" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s11199-008-9569-1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201500020000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lourenço, B., &amp; Queiroz,   L. B. (2010). Crescimento e desenvolvimento puberal na adolescência. <i>Revista de Medicina</i>, <i>89</i>(2), 70–75.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201500020000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Manificat, S., &amp; Dazord,   A. (1997). Evaluation de la qualité de vie de l’enfant&#8239;: validation d’un questionnaire, premiers résultats. <i>Neuropsychiatrie de l’enfance et de l’adolescence</i>, <i>45</i>(3), 106–114.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201500020000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Orden, A. B., Vericat, A.,   &amp; Apezteguía, M. C. (2011). Age   at menarche in urban Argentinian girls: association with biological and socioeconomic factors. <i>Anthropologischer Anzeiger</i>, <i>68</i>(3), 309–322. <a href="http://doi.org/10.1127/0003-5548/2011/0109" target="_blank">http://doi.org/10.1127/0003-5548/2011/0109</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201500020000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Petroski, E. L., Velho, N.   M., &amp; de Bem, M. F. L. (1999). Idade de menarca e satisfação com o peso   corporal. <i>Revista Brasileira Cineantropometria e Desempenho Humano</i>, <i>1</i>(1), 30–36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201500020000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rembeck, G., &amp;   Gunnarsson, R. (2004). Improving   Pre- and Postmenarcheal 12-Year-Old Girls’ Attitudes Toward Menstruation. <i>Health Care for Women International</i>, <i>25</i>(7), 680–698. <a href="http://doi.org/10.1080/07399330490458033" target="_blank">http://doi.org/10.1080/07399330490458033</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201500020000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Roman, E. P.,   Ribeiro, R. R., Guerra-Júnior, G., &amp; Barros-Filho, A. de A. (2009). Antropometria, maturação sexual e idade da menarca de   acordo com o nível socioeconômico de meninas escolares de Cascavel (PR). <i>Revista da Associação Médica Brasileira</i>, <i>55</i>(3), 317–321. <a href="http://doi.org/10.1590/S0104-42302009000300026" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S0104-42302009000300026</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201500020000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Santos, M. L. B., Monteiro,   L. A. C., Ferreira, M. E. C., Sousa, M. S. C., Damasceno, V. O., Miranda, H.,   &amp; Novaes, J. S. (2012). Níveis de satisfação da imagem corporal de   adolescentes antes e depois da menarca. <i>Revista Terapia Manual</i>, <i>10</i>(49), 239–245.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201500020000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Santos, M. L. B., Monteiro,   L. A. C., Silva, M. F., Sousa, M. do S. C. de, &amp; Novaes, J. da S. (2009).   Imagem corporal e níveis de insatisfação em adolescentes na pós-menarca. <i>Revista Da Educação Física/UEM</i>, <i>20</i>(3), 333–341. <a href="http://doi.org/10.4025/reveducfisv20n3p333-341" target="_blank">http://doi.org/10.4025/reveducfisv20n3p333-341</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201500020000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Scherer, F. C., Martins, C.   R., Pelegrini, A., Matheus, S. C., &amp; Petroski, E. L. (2010). Imagem   corporal em adolescentes: associação com a maturação sexual e sintomas de   transtornos alimentares. <i>Jornal Brasileiro de Psiquiatria</i>, <i>59</i>(3), 198–202. <a href="http://doi.org/10.1590/S0047-20852010000300005" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S0047-20852010000300005</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201500020000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Slade, P. D. (1994). What is body image? <i>Behaviour Research and Therapy</i>, <i>32</i>(5), 497–502. <a href="http://doi.org/10.1016/0005-7967(94)90136-8" target="_blank">http://doi.org/10.1016/0005-7967(94)90136-8</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201500020000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sloboda, D. M.,   Hart, R., Doherty, D. A., Pennell, C. E., &amp; Hickey, M. (2007). Age at   menarche: Influences of prenatal and postnatal growth. <i>The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</i>, <i>92</i>(1), 46–50. <a href="http://doi.org/10.1210/jc.2006-1378" target="_blank">http://doi.org/10.1210/jc.2006-1378</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201500020000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Stunkard, A. J.,   Sorenson, T., &amp; Schlusinger, F. (1983). Use of the Danish adoption register   for the study of obesity and thinness. Em S. S. Kety (Ed.), <i>Genetics of Neurological and Psychiatric Disorders</i> (pp. 115–120). New York: Raven Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201500020000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 23.03.2014; Aceite a 12.11.2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><a name="end" id="end"></a><i> </i><i>Autor correspondente</i>: Rua Rio Araguaia, 1645. Bairro: Fazendinha. Macap&aacute;-Amap&aacute;-Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:mara.blanc@hotmail.com">mara.blanc@hotmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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