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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study investigated the effects of goal setting in the performance and adherence to the goal in experienced individuals. The study design was composed of a pretest, practice and a posttest. Thirteen collegiate-athletes (24.3±4.8 years old) was divided into two groups to perform three-meter-shots of basketball: G10% - which 10% of the performance in the pretest was added for the goal setting - and G30%, which 30% was added for the goal setting. After the last trial in the posttest, the participants answered a questionnaire of goal adherence. The expectation was that the higher percentage group would have worse performance and fewer adherences to the goal because the set goal was too difficult to achieve. Although we observed an improvement in the performance of both groups, no differences were found between them in the pre and posttest. However, G10% group showed higher frequency of adherence to the set goal.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[estabelecimento de metas]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">O efeito do estabelecimento de metas   específicas no desempenho e comprometimento de indivíduos experientes no lançamento   do basquetebol</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="3" face="Verdana">The effect of specific goal   setting on performance and goal adherence in experienced individuals in the   basketball shot. </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Natália Fontes Alves Ambrósio<b><sup>1,<a href="#end">*</a><a name="topo"></a></sup>;</b> Matheus Maia Pacheco<sup>2</sup>; Fernando Garbeloto Santos<sup>1</sup>; Leandro Ribeiro Palhares<sup>3</sup>; Alessandro Teodoro Bruzi<sup>4</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte, Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo, Brasil    <br> </i></font><font size="2" face="Verdana"><sup>2</sup> <i>Pennsylvania State University, Estados Unidos da Am&eacute;rica    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </i></font><font size="2" face="Verdana"><sup>3</sup><i> Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, Diamantina, Brasil    <br> </i></font><font size="2" face="Verdana"><sup>4</sup> <i>Universidade Federal de Lavras, Lavras, Brasil</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este estudo investigou os efeitos da meta estabelecida   no desempenho e aderência de indivíduos experientes. Foram realizadas três   fases: pré-teste, prática e pós-teste. Treze atletas universitários (24.3±4.8   anos de idade) foram divididos em dois grupos onde realizaram arremessos de   três metros do basquetebol: G10% - no qual 10% do desempenho do pré-teste foram   acrescidos para o estabelecimento da meta, e G30%, no qual 30% foi acrescido   para estabelecimento da meta. Após a última fase, os indivíduos responderam a   um questionário de avaliação do comprometimento a meta. A expectativa era que o   grupo com maior percentagem no estabelecimento da meta iria demonstrar piores   resultados e menor comprometimento com a meta estabelecida devido a dificuldade   imposta. As análises mostraram que apesar da melhora significativa de ambos os   grupos, os diferentes percentuais no estabelecimento de metas foram similares   na mudança do desempenho. Entretanto, o acréscimo de 10% ao desempenho no pré teste permitiu maior comprometimento com a meta.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chaves: </b>estabelecimento de metas, desempenho motor, meta específica, indivíduos experientes.</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The present study investigated the effects   of goal setting in the performance and adherence to the goal in experienced   individuals. The study design was composed of a pretest, practice and a   posttest. Thirteen collegiate-athletes (24.3±4.8 years old) was divided into   two groups to perform three-meter-shots of basketball: G10% – which 10% of the   performance in the pretest was added for the goal setting – and G30%, which 30%   was added for the goal setting. After the last trial in the posttest, the   participants answered a questionnaire of goal adherence. The expectation was that   the higher percentage group would have worse performance and fewer adherences   to the goal because the set goal was too difficult to achieve. Although we   observed an improvement in the performance of both groups, no differences were   found between them in the pre and posttest. However, G10% group showed higher frequency of adherence to the set goal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>goal setting, motor development, specific goal, experienced subjects.</font></p> <hr noshade size="1">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estabelecimento de metas é   definido como uma estratégia para direcionar o comportamento, orientando as   ações atuais para alcançar a condição futura (Locke &amp; Latham, 1985; Ugrinowitsch &amp; Dantas, 2002). De acordo com Locke e colegas (Locke &amp; Latham, 1985; Locke, Shaw, Saari, &amp; Latham, 1981), a   aquisição de habilidades motoras por meio do estabelecimento de metas se daria   pela motivação, direcionamento da atenção, mobilização do esforço, aumento da persistência e desenvolvimento de estratégias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Metas podem ser   caracterizadas de diversas formas (de acordo com a especificidade – específica/genérica;   distância – curto/longo prazo; desafio imposto – desafiadora/fácil; e etc).   Entretanto, as características da meta a ser estabelecida que favoreceriam a melhora no desempenho não estão claras (Kyllo &amp; Landers, 1995; Ugrinowitsch &amp; Coca Ugrinowitsch, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os estudos na área da   Psicologia Organizacional, onde este fator foi inicialmente discutido, apontam   que metas específicas e desafiadoras seriam melhores para o desempenho em   relação a metas postas como genéricas (Locke &amp; Latham, 1985). Ainda, é descrito que os indivíduos devem ter   habilidade suficiente para lidar com a meta imposta, que é necessário feedback   e que as metas sejam aceitas pelo indivíduo (Locke et al., 1981). Estes estudos tem guiado grande parte das hipóteses   na área de aprendizagem motora. Entretanto, em muitos, somente as afirmações   acerca da especificidade, desafio e aceitação pelo indivíduo são consideradas.   O argumento do presente estudo é que a interação entre os fatores apresentados   por Locke e colegas seriam maiores preditores da eficácia do estabelecimento de   metas do que simplesmente os fatores previamente considerados na literatura (de forma separada).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Especificamente, quando   considera-se uma meta específica, se estabelece uma meta direta e, usualmente,   quantitativa (ex: “faça 7 pontos em 10 possíveis”) (Dutra, 2007; Ugrinowitsch &amp; Coca Ugrinowitsch, 2003). Uma das formas de implementação da meta específica   se dá a partir de cálculos de acordo com características da tarefa e do sujeito   realizado a partir do desempenho inicial em determinada tarefa (pré-teste). Uma   das formas mais comuns de estabelecimento da meta se dá pelo acréscimo de um   percentual a este valor inicial. Entretanto, o percentual acrescido não pode tornar a meta irrealista e desmotivante.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Usualmente, os valores   percentuais empregados variam entre 10 e 30 por cento do desempenho inicial do   sujeito (Dutra, 2007; Marinho et al., 2009; Marinho, Gomes, Fialho, Benda, &amp; Ugrinowitsch, 2006). Entretanto, o valor percentual da meta estabelecida   deveria, assumindo as ideias de Locke et al. (1981), ser baseado em mais do que na comparação entre mais   e menos: deveria levar em conta o nível de experiência do indivíduo na tarefa.   Garantindo a relação entre experiência e desempenho, indivíduos com maior   desempenho (mais experientes), no geral, tendem a mostrar menores ganhos com a   prática. Com maiores desempenhos, a percentagem estabelecida irá requerer maior   ganho absoluto – sendo mais difícil uma melhora significativa após anos de   prática. Desta forma, a comparação entre 10% e 30% no estabelecimento da meta   com indivíduos experientes não se dá entre menos ou mais desafiante, mas talvez   entre muito desafiante e inatingível. Uma meta inatingível, se seguida pelo   participante, pode influenciar negativamente em aspetos motivacionais do sujeito dada a continua comparação do que é realizado com a meta requerida (Gauggel, Leinberger, &amp; Richardt, 2001).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Adicionalmente, o auto-estabelecimento   de metas tem sido apontado como fator primordial para os resultados inconsistentes   na literatura de estabelecimento de metas. Em princípio, o argumento era de que   a presença de feedback seria um fator primordial no auto-estabelecimento de   metas espontâneo (Locke &amp; Latham, 1985) e que o efeito estaria relacionado ao grupo sem meta   definida (usualmente o grupo controle). Entretanto, os estudos atualmente tem   apontado que mesmo indivíduos que recebem a meta específica tendem a alterar   sua meta (Marinho et al., 2009). Uma das explicações tem sido justamente o quanto o   indivíduo encara a meta estabelecida como alcançável (Locke et al., 1981). Alguns estudos que relacionaram a autoeficácia dos   indivíduos com o a meta estabelecida encontraram resultados favoráveis a ideia   de que indivíduos que visualizam a meta como alcançável tendem a se comprometer   mais (Gauggel et al., 2001) e quando auto-estabelecem o fazem com metas mais desafiadoras (Boyce &amp; Bingham, 1997).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desta forma, a hipótese   apresentada no presente estudo é de que em indivíduos experientes, a meta   estabelecida a partir do acréscimo da maior percentagem será menos eficiente na   melhora do desempenho dos aprendizes quando comparada à adição da menor   percentagem, dado que o maior nível de experiência na tarefa torna um acréscimo   mais desafiante e inalcançável para os aprendizes. Em adição, devido a   incompatibilidade do percentual acrescido à possibilidade de melhora de   desempenho, os participantes que tiveram uma meta acrescida de maior valor   percentual apresentarão menor comprometimento à meta estabelecida em comparação aos indivíduos com uma meta, vista aqui como, compatível.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Weinberg, Fowler, Jackson,   Bagnall, e Bruya (1991) buscaram verificar a relação entre metas   inalcançáveis e o desempenho de crianças e universitários em diferentes tarefas   e não encontraram diferenças, o que vão contra nossa hipótese do presente   estudo. Entretanto, o nível dos indivíduos nas tarefas são variados e desta   forma o estudo não considerou o fato de que indivíduos mais experientes   compreendem o quanto a meta é ou não alcançável. Isto é favorecido pelos   resultados mostrando que os indivíduos pareciam não compreender a dificuldade da tarefa e se mantinham adeptos à meta estabelecida no início.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Devemos salientar que, apesar   do ganho teórico atribuído a pesquisas laboratoriais, o estabelecimento de   metas pode ser utilizado diretamente como uma estratégia de técnicos para   auxiliar a melhora do desempenho dos atletas. O ganho em estágios iniciais da   aprendizagem são maiores – usualmente descrito em uma curva de aceleração   negativa até um certo plateau de desempenho (curvas de aprendizagem). Em   atletas com maior nível de desempenho e mais experientes, a utilização de   estratégias extras por parte do treinador/técnico tem grande influência no   ganho de desempenho. Desta forma, o presente estudo acrescenta nesta direção ao   utilizar-se de uma tarefa do contexto esportivo (o lançamento de três metros no   basquete) com atletas de nível universitário. Ainda é escasso o número de trabalhos que comparam diferentes percentuais para esse tipo de tarefa (Dutra, 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Portanto, o objetivo do   presente estudo foi investigar o efeito da meta específica no desempenho do   lançamento de três pontos do basquetebol e no comprometimento com a meta   estabelecida em indivíduos experientes. A escolha da tarefa se deu em pela   necessidade de grande prática para obtenção de alto desempenho – garantindo a   relação desempenho e experiência; pela possível generalização para contextos   esportivos – discutido no parágrafo anterior; e por produção anterior que auxilia na quantificação do desempenho (Palhares et al., 2007 veja a seção Método). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Participantes</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Participaram do estudo 13   voluntários experientes, universitários do sexo masculino atletas de uma equipe   de basquetebol universitário (24.3 ± 4.8 anos de idade). Foram considerados   experientes na tarefa aqueles que tinham participação em programa de   treinamento sistematizado e regular no basquetebol e que completavam   aproximadamente 10 anos de prática na modalidade. O nível de desempenho dos indivíduos   foi assumido dado à condição   de atletas do time principal da universidade – garantindo a relação experiência   e desempenho. Os participantes foram   previamente informados do objetivo do estudo, de sua participação voluntária,   que teriam sua identidade mantida em sigilo e que a divulgação dos resultados   seria apenas para fins científicos. Todos aqueles que concordaram em participar   do estudo foram convidados a assinar um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para que pudessem ser incluídos no mesmo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A coleta de dados foi   realizada em quadra poliesportiva com marcações e uma tabela oficial de basquetebol. Os arremessos foram realizados com três bolas de basquetebol.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para avaliar o   comprometimento dos indivíduos com a meta estabelecida pelo experimentador ou   com uma meta estabelecida pelos próprios indivíduos ao longo do experimento,   foi utilizado um Questionário de Avaliação do Comprometimento à Meta – QuAC, proposto por Palhares et al. (2007). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A tarefa realizada foi   arremessar uma bola de basquetebol perpendicular à cesta na posição de três   pontos. Os participantes permaneceram com os pés fixos ao solo e com a bola à   altura da cabeça. A execução se deu com a mão dominante e exatamente à frente da   cesta, cabendo ao indivíduo saltar para arremessar a bola (“lançamento tipo jump”).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os indivíduos foram   distribuídos aleatoriamente em dois grupos: G10% (n=7) e G30% (n=6). Durante a   fase de aquisição os indivíduos dos dois grupos tiveram as metas específicas   estabelecidas acrescentando 10% e 30%, respetivamente, ao desempenho do pré teste.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O estudo foi composto em uma   primeira fase, pré teste, sem meta determinada e em 10 tentativas com a   finalidade de definir a meta específica para a fase seguinte. A meta foi calculada   a partir de diferentes percentuais: 10% e 30%. A fase de aquisição foi composta   por 100 tentativas divididas em 10 blocos com 10 tentativas cada, com meta   específica individual calculada a partir do pré teste. Além disso, foi   fornecido conhecimento de resultados (CR) após cada bloco de tentativas, para   efetividade da meta (Ugrinowitsch &amp; Coca Ugrinowitsch, 2003). O pós teste foi realizado 2 minutos após a fase de   aquisição com 10 tentativas sem meta determinada. Após o pós teste os   indivíduos responderam ao QuAC para análise do comprometimento em relação a meta estabelecida.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O desempenho foi avaliado de   duas diferentes formas: a partir de acertos e erros e utilizando um escore   referente a qualidade de execução do lançamento (<a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a09t1.jpg">Tabela 1</a>). O escore varia de 1   ponto, lançamento que não toca no aro e na tabela, a 6 pontos, arremessos convertidos sem a bola tocar previamente no aro e/ou na tabela (Palhares et al., 2007).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para análise do desempenho do   escore realizamos uma ANOVA de dois fatores (tempo: pré/pós-testes × grupos:   10%/30%) e para análise do desempenho de acertos e erros utilizamos testes não   paramétricos de Wilcoxon (para medidas repetidas: pré/pós-testes) e U de   Mann-Whitney (para análise entre grupos). A análise de Wilcoxon foi realizada   com ambos os grupos e com os grupos separados para melhor compreensão dos   dados. Para análise do efeito da meta estabelecida no comprometimento a meta   utilizamos a taxa de razão entre as porcentagens apresentadas. O nível de   significância adotado foi de p &lt; 0.05. Devido o menor número de sujeitos,   utilizamos a estatística r de X como descrito por Field (2009) para relatar o poder de efeito. Na análise do   comprometimento à meta, utilizamos o V de Cramer como tamanho de efeito já que   este teste consegue apontar um valor entre 0 e 1 e nos oferece o valor de p da análise.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise do desempenho na tarefa</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a09f1.jpg">Figuras 1</a> e <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a09f2.jpg">2</a> apresentam as médias do desempenho de   acertos e do escore de cada grupo, separadas em blocos de dez tentativas   durante as três fases do estudo:  pré-teste (PRÉ), aquisição (A1-A10) e pós-teste (PÓS).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">O teste de   Wilcoxon para o desempenho de todos os indivíduos em termos dos acertos   apresentou uma melhora não significativa com moderado poder de efeito (p=0.07;   r=0.49), assim como na análise com grupos separados (G10%: p=0.28; r=0.4; G30%:   p=0.16; r=0.56). O teste de Mann-Whitney não apontou diferenças entre os grupos no pré e pós-teste (Pré: p=0.88; r=0.04; Pós: p=0.88; r=0.04).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os testes para   Anova de dois fatores apontou resultados similares no desempenho avaliado pelo   escore. A análise apontou efeito significativo somente para tempo (F(1.11)=8.60;   p=0.01; r=0,66). Não houve diferenças entre grupos (F(1.11)=0.15; p=0.70; r=0.11) e efeito de interação tempo x grupos (p=0.36).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise do Comprometimento à Meta (QuAC)</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   resultados da análise do comprometimento à meta estabelecida são apresentados na <a href="#t2">Tabela 2</a>. </font></p>     <p><a name="t2" id="t2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a09t2.jpg" width="339" height="511"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como é observado,   o grupo G30% apresenta uma porcentagem muito abaixo do grupo G10% no   comprometimento com a meta durante a fase de aquisição. O comportamento se   torna similar no comprometimento a meta no pós teste. As análises realizadas   apontam na mesma direção. O grupo 30% apresenta cinco vezes mais chance de   auto-estabelecer a meta em relação ao grupo G10% durante a fase de aquisição –   apesar do efeito moderado, o resultado não é significativo (V=0.38; p=0.17). O   comprometimento no pós teste foi similar entre os grupos com o grupo G30%   apresentando 1,5 vezes mais chance de auto-estabelecer a meta em relação ao   grupo G10% – resultado não significativo com efeito pequeno (V=0.09; p=0.72).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do presente estudo   foi investigar os efeitos de diferentes percentuais para o cálculo da meta   específica na aquisição do lançamento para três pontos do basquetebol, para   indivíduos experientes e no comprometimento com a meta estabelecida. As   hipóteses testadas aqui foram a de que o grupo G10% apresentasse resultados   melhores que o grupo G30% devido a alta demanda requerida para o grupo G30% e   que o grupo G30% apresentaria menor comprometimento com a meta devido a alta   demanda requerida na mudança do desempenho. Nossos resultados não corroboram   com nossa primeira hipótese e apresentam uma tendência em relação a segunda. Os   grupos apresentaram resultados iguais no pré e pós teste e, apesar de não   significativo, o grupo G30% apresentou menor comprometimento em relação ao grupo G10% com efeito moderado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em relação a primeira   hipótese, observamos que ambos os grupos melhoraram o desempenho de forma   similar não corroborando com a hipótese proposta. Esperávamos que uma meta   inalcançável pudesse ter efeito negativo no desempenho dado que isto poderia influenciar em fatores motivacionais do sujeito.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este resultado corrobora com   o estudo de Weinberg et al. (1991) que não apontou diferenças entre as metas fáceis e   inalcançáveis (virtualmente impossíveis). A diferença entre os estudos está na   comparação realizada com um grupo experiente (presente estudo) e um grupo   variado. Nos parece que a perceção dos indivíduos frente a possibilidade da   meta acarretou nos resultados encontrados aqui – mesmo que tenha ocorrido de   forma inversa no estudo de Weiberg et al. (1991). No estudo de Weinberg et al. (1991), os autores apontam que apesar da dificuldade em   alcançar a meta, os indivíduos não pareciam perceber o quão próximo o   desempenho estava do requerido na tarefa pelo fato dos indivíduos estarem observando   uma melhora gradativa em seus resultados. Supomos que este seria um aspeto   presente em estágios iniciais da aprendizagem onde não há perceção correta do   próprio desempenho e do possível alcance em termos de mudança, ou ainda, que os   indivíduos do estudo teriam alterado a meta para “faça o melhor possível” com a   adição de um “e se possível, chegue no requerido” em vez de seguir de forma   direta a meta estipulada. Em nosso estudo, o efeito contrário pode ter   ocorrido. Os indivíduos ao notarem uma meta inalcançável prontamente auto-estabeleceram   metas diferentes (mais fáceis, genéricas ou nenhuma meta) e desta forma, a meta inalcançável não deteriorou a performance dos sujeitos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nosso estudo corrobora também   com Lane e Streeter (2003) que aponta que não houve diferença entre os   indivíduos experientes nas diferentes metas estabelecidas. Apesar de não haver   mensuração direta do comprometimento dos indivíduos no outro estudo, os   indivíduos apontam terem percebido as metas de acordo com sua dificuldade.   Desta forma, é capaz que ambos estudos tenham apresentado o mesmo efeito no comprometimento com a meta.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em contrário, nosso estudo   não corrobora com os resultados encontrados por Dutra (2007). O autor encontrou melhores desempenhos em indivíduos   experientes no saque do voleibol no grupo que teve sua meta com 30% de   acréscimo do desempenho no pré-teste em relação aos indivíduos que tiveram   apenas 10%. Entretanto, os indivíduos do nosso estudo diferem em termos de   tempo de experiência – nossos indivíduos são atletas do time universitário (24   anos em média) enquanto os indivíduos do estudo de Dutra (2007) são atletas das categorias de base (15.5 anos em   média). Desta forma, é possível que no nível dos indivíduos analisados por   Dutra (2007), a meta de 30% seja compatível e suficientemente   desafiadora. Em nosso caso, o desempenho inicial é maior, e assim, o acréscimo   de 30% no desempenho se torna impossível no período de prática da coleta de   dados. Outro fator que deve ser notado, deve-se a há diferença no número de tentativas dadas em nosso estudo (100 tentativas) e em Dutra (2007) (810 tentativas).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considerando estudos com   indivíduos inexperientes na tarefa, este resultado de similaridade entre grupos   corrobora com o estudo de Marinho et al. (2009) onde nenhum dos grupos apresentou melhor performance   em relação ao outro. Contudo, no estudo de Marinho et al., (2009) quase todos os indivíduos reportaram auto-estabelecer   metas – o que de fato também não resultou diferenças quando as metas auto-estabelecidas foram comparadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em relação a nossa segunda   hipótese, nossos resultados parcialmente corroboram com a hipótese mostrando   que os indivíduos com metas inalcançáveis apresentam menor comprometimento com   a meta estabelecida, preferindo metas mais fáceis, genéricas ou nenhuma. Isto   se daria pelo fato de que ao estabelecer uma meta inalcançável para indivíduos   experientes, estes, sendo aptos para comparar o atual desempenho com o   requerido, prontamente alterariam a meta autoestabelecendo-a em um nível condizente com sua experiência.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este resultado, se   considerado, não corrobora com os resultados de Weinberg et al. (1991) e de Anshel, Weinberg, e Jackson (1992). Em Weinberg et al. (1991) todos os indivíduos apresentam alto comprometimento   com a meta estabelecida independente da dificuldade desta. Entretanto, como   apresentado anteriormente e sendo uma das motivações para a realização do   presente estudo, o estudo de Winberg et al. (1991) não seleciona um nível específico de desempenho, o   que desta forma, não torna os resultados contraditórios em relação aos encontrados   no presente estudo. Em relação ao estudo de Anshel et al. (1992), este evidencia maior motivação por parte dos   indivíduos quando a meta estabelecida era mais difícil – ou desafiadora. A   mesma situação apontada no estudo de Winberg et al. (1991) permanece aqui: os indivíduos do estudo eram   inexperientes na tarefa em questão – o que, nesta situação, corrobora totalmente com as hipóteses de Locke et al. (1981).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os resultados relativos a   nossa segunda pergunta oferecem um ponto para discussão: apesar de seguirem a   instrução durante a prática, os indivíduos do grupo G10% – no pós-teste – preferiram   auto-estabelecer metas. Isto poderia indicar uma mudança na relação com a meta   estabelecida na mudança de situação (prática para teste). Entretanto, estes   resultados devem ser considerados com cuidado, dado o baixo número de   indivíduos e a falta de análises inferenciais sobre este ponto. Adicionalmente,   Munroe-Chandler, Hall, e Weinberg (2004) investigaram este ponto e apontaram que atletas   geralmente tem metas similares no treino e em competição – estudo com 249 atletas de 18 diferentes modalidades.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As limitações do presente   estudo se dão pelo tempo de prática – apesar de observarmos diferenças   significativas no desempenho – e o número de participantes. Entretanto, dado   que os tamanhos de efeito são apresentados, nossos resultados conseguem   apresentar sugestões para estudos futuros. Desta forma, esperamos que caso   novos estudos com maior número de participantes seja conduzido, estes, possam corroborar com nossos resultados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÕES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desta forma, nosso estudo   conclui que em indivíduos experientes, metas estabelecidas a partir de um   acréscimo de 10% ou 30% no desempenho inicial não apresentam efeito na melhora   do desempenho. Adiante, isto pode ser relacionado ao fato de indivíduos com metas   superiores terem maior tendência a não se comprometer com a meta, autoestabelecendo metas condizentes com a possibilidade de mudança.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Anshel, M. H., Weinberg, R., &amp; Jackson,   A. (1992). The effect of goal difficulty and task complexity on intrinsic   motivation and motor performance. <i>Journal of Sport Behavior</i>, <i>15</i>(2), 159–176.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201500020000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Boyce, B. A.,   &amp; Bingham, S. M. (1997). The effects of self-efficacy and goal setting on   bowling performance. <i>Journal of     Teaching in Physical Education</i>, <i>16</i>(3), 312–323.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201500020000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Dutra, L. M. (2007). <i>Efeitos   do nível de dificuldade da meta de grupo em aprendizagem motora</i> (Mestrado).   Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201500020000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Field, A. (2009). <i>Discovering Statistics Using SPSS</i> (3rd ed.). London: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201500020000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gauggel, S.,   Leinberger, R., &amp; Richardt, M. (2001). Goal setting and reaction time   performance in brain-damaged patients. <i>Journal of Clinical and Experimental Neuropsychology</i>, <i>23</i>(3), 351–361. <a href="http://doi.org/10.1076/jcen.23.3.351.1178" target="_blank">http://doi.org/10.1076/jcen.23.3.351.1178</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201500020000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lane, A., &amp;   Streeter, B. (2003). The effectiveness of goal setting as a strategy to improve   basketball shooting performance. <i>International Journal of Sport Psychology</i>, <i>34</i>(2), 138–150.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201500020000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Locke, E. A.,   &amp; Latham, G. P. (1985). The application of goal setting to sports. <i>Journal of Sport Psychology</i>, <i>7</i>(3), 205–222.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201500020000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Locke, E. A.,   Shaw, K. N., Saari, L. M., &amp; Latham, G. P. (1981). Goal setting and task performance: 1969–1980. <i>Psychological Bulletin</i>, <i>90</i>(1), 125–152. <a href="http://doi.org/10.1037/0033-2909.90.1.125" target="_blank">http://doi.org/10.1037/0033-2909.90.1.125</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201500020000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marinho, N. F. S., Gomes, T.   V. B., Fialho, J. V. A. P., Benda, R. N., &amp; Ugrinowitsch, H. (2006). O Efeito   do estabelecimento de 10 e 30% de meta na aquisição do lançamento de dardo de   salão. Em <i>Anais do III Congresso Brasileiro de Comportamento Motor</i>. Rio Claro, SP, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201500020000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marinho, N. F. S., Gomes, T.   V. B., Fonseca, F. de S., Fialho, J. V. A. P., Benda, R. N., &amp; Ugrinowitsch,   H. (2009). Estabelecimento de metas impostas pelo experimentador e autoestabelecidas:   efeitos na aprendizagem do arremesso de dardo de salão. <i>Revista da Educação Física/UEM</i>, <i>20</i>(4), 509–517. <a href="http://doi.org/10.4025/reveducfisv20n4p509-517" target="_blank">http://doi.org/10.4025/reveducfisv20n4p509-517</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201500020000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Munroe-Chandler, K. J., Hall,   C. R., &amp; Weinberg, R. S. (2004). A qualitative analysis of the types of goals athletes set in training and competition. <i>Journal of Sport Behavior</i>, <i>27</i>(1), 58–74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201500020000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Palhares, L. R.,   Bruzi, A. T., Fialho, J. V. A. P., Coca Ugrinowitsch, A. A., Benda, R. N.,   &amp; Ugrinowitsch, H. (2007). O   estabelecimento de metas na aprendizagem motora: Uma proposta de avaliação do   comprometimento. <i>Revista Brasileira de Ciência e Movimento</i>, <i>15</i>(2), 17–24.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201500020000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ugrinowitsch, H., &amp; Coca   Ugrinowitsch, A. A. (2003). O estabelecimento de metas no treinamento. Em E. S.   Garcia &amp; K. L. M. Lemos (Eds.), <i>Temas atuais VIII em educação física e esportes</i> (pp. 61–72). O estabelecimento de metas no treinamento: Health.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201500020000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ugrinowitsch, H., &amp;   Dantas, L. E. B. P. T. (2002). Efeito do estabelecimento de metas na aprendizagem   do lançamento do basquetebol. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>2</i>(5), 58–63.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201500020000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Weinberg, R., Fowler, C.,   Jackson, A., Bagnall, J., &amp; Bruya, L. (1991). Effect of goal difficulty on motor performance: A   replication across tasks and subjects. <i>Journal     of Sport &amp; Exercise Psychology</i>, <i>13</i>(2), 160–173.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201500020000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font>    <br>   <font size="2" face="Verdana">Nada a declarar</font>    <br>   <font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses:</b></font>    <br>   <font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.    <br>   </font><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </b></font><font size="2" face="Verdana">CNPq n&uacute;mero: 211487/2013-9 &ndash; Brasil. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo   recebido a 27.03.2014; Aceite a 12.07.2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><a name="end" id="end"></a><i> </i><i>Autor correspondente</i>: <i>Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica,   Fisioterapia e Terapia Ocupacional &ndash; Universidade Federal de Minas Geriais &ndash; Av.   Presidente Ant&ocirc;nio Carlos, 6627 - Campus Pampulha- Belo Horizonte &ndash; Minas Gerais - 31.270-901 - Brasil</i> &nbsp;- <i>E-mail</i>: <a href="mailto:nataliambrosio@gmail.com">nataliambrosio@gmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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