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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Alterações na cinemática angular do movimento básico de Hidroginástica “Balanço Lateral” induzidas pelo incremento do ritmo musical]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to analyze the relationships between the angular kinematic pattern of head-out aquatic exercise sailor jigs” at increasing musical rhythm. Six young women with at least one year of experience conducting this type of head-out aquatic programs were evaluated. The exercise was recorded on video, in frontal plane, using two cameras for double projection at five music cadences (120 bpm, 135 bpm, 150 bpm, 165 bpm and 180 bpm). Images were then digitized in specific software (Ariel Performance Analysis Systems). Results have shown that, the cycle period decreased through the incremental protocol. No significant relationship was found between music rhythm and relative angle between thigh and trunk. In contrast, the relative angle between thigh and leg and between arm and forearm decrease with the music rhythm, at least for the left limb. In conclusion, it seems that there is a trend to decrease the angular displacement and unchanged the angular velocity when increasing rhythm at least in certain anatomical landmarks.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">Alterações na cinemática angular do movimento básico de Hidroginástica “Balanço   Lateral” induzidas pelo incremento do ritmo musical </font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Angular kinematics of head-out-aquatic exercise “Sailor Jigs” at   increasing musical rhythm</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Genoveva   Teixeira<sup>1</sup>; Mário J Costa<sup>2,5,<a href="#end">*</a><a name="topo"></a></sup>; Cristiana Oliveira<sup>1</sup>; Daniel A Marinho<sup>3,5</sup>;   António J Silva<sup>1,5</sup>; Tiago M Barbosa<sup>4,5</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1 </sup><i>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal    <br> </i></font><font size="2" face="Verdana"><sup>2</sup> <i>Instituto Polit&eacute;cnico da Guarda, Guarda, Portugal    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </i></font><font size="2" face="Verdana"><sup>3</sup> <i>Universidade da Beira Interior, Covilh&atilde;, Portugal    <br> </i></font><font size="2" face="Verdana"><sup>4</sup> <i>National Institute of Education, Nanyang Technological University, Singapore    <br> </i></font><font size="2" face="Verdana"><sup>5</sup> <i>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto, Sa&uacute;de e Desenvolvimento Humano, Vila Real, Portugal</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do presente estudo foi o de analisar a   associação entre o ritmo musical e o padrão cinemático angular no movimento   básico de Hidroginástica “Balanço Lateral”. A amostra foi constituída por seis   instrutoras, com pelo menos um ano de experiência na orientação de programas de   Hidroginástica. Foram registadas imagens de vídeo no plano frontal do exercício   básico de Hidroginástica “Balanço Lateral”, recorrendo a um par de câmaras,   proporcionando assim uma dupla projeção do movimento acima e abaixo do nível da   água, em cinco ritmos incrementais (120 bpm, 135 bpm, 150 bpm, 165 bpm e 180   bpm). As imagens foram posteriormente digitalizadas e processadas num <i>software</i> específico (<i>Ariel Performance Analysis Systems</i>). Os resultados   demonstraram que ocorreu uma diminuição do período do ciclo ao longo do   protocolo incremental. O ângulo relativo entre a coxa e o tronco não apresentou   relação significativa com o ritmo. Já o ângulo relativo entre a coxa e a perna   e entre o braço e o antebraço diminuíram com o aumento do ritmo musical, embora   neste último apenas visível para o membro esquerdo. Constata-se assim que   existe uma tendência para a diminuição do deslocamento angular e manutenção da   velocidade angular com o aumento do ritmo musical ainda que em pontos articulares isolados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chaves: </b>Hidroginástica, balanço lateral, ritmo musical, cinemática</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The aim of this study was to analyze the   relationships between the angular kinematic pattern of head-out aquatic   exercise sailor jigs” at increasing musical rhythm. Six young women with at least one year of experience   conducting this type of head-out aquatic programs were evaluated. The exercise was recorded on video, in frontal plane, using two cameras   for double projection at five music cadences (120 bpm, 135 bpm, 150 bpm, 165   bpm and 180 bpm). Images were then digitized in specific software (Ariel Performance   Analysis Systems). Results have shown that, the cycle period decreased through   the incremental protocol. No significant relationship was found between music   rhythm and relative angle between thigh and trunk. In contrast, the relative   angle between thigh and leg and between arm and forearm decrease with   the music rhythm, at least for the left limb. In conclusion, it seems that   there is a trend to decrease the angular displacement and unchanged the angular velocity when increasing rhythm at least in certain anatomical landmarks.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>Head-out aquatic exercise, sailor’s jigs, musical metrics, kinematics</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A Hidroginástica é uma atividade aquática que tem como   objetivo desenvolver as componentes da aptidão física como a força, resistência, velocidade, flexibilidade e composição corporal (Vasiljev, 1997). Para Rocha (1999), é uma actividade que por ser realizada dentro de água, beneficia das propriedades do meio aquático (p.e. força de impulsão hidrostática) para promover uma reduzida carga mecânica sobre o aparelho locomotor. Tem sido classificada como uma atividade preventiva potenciando a redução da massa corporal em sujeitos obesos (Gappmaier, Lake, Nelson, &amp; Fisher, 2006), a melhoria do equilíbrio em idosas (Matias et al., 2013) e da condição física de atletas (Robinson, Devor, Merrick, &amp; Buckworth, 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Vários estudos procuraram   evidenciar os benefícios associados a este tipo de prática (p.e., Finkelstein, 2005; Graef &amp; Kruel, 2006; Vendrusculo, 2005). Ervilha, Duarte e Amadio (2001) afirmam que existiu uma crescente preocupação em   entender o comportamento dos sistemas biológicos humanos no meio aquático, uma   vez que a procura de exercícios neste meio aumentou nos últimos anos. Um dos   possíveis tópicos de interesse são as hipotéticas repercussões que o ritmo   musical tem nas adaptações agudas ao realizar exercícios básicos de   Hidroginástica. Recorrentemente os instrutores de Hidroginástica usam a música   enquanto elemento orientador. Desta forma, os movimentos são realizados em   função do ritmo musical. Barbosa, Marinho, Reis, Silva e Bragada (2009) afirmam que para atingir uma intensidade de esforço   desejada é necessário um ritmo musical apropriado. O aumento do ritmo requer um   aumento da velocidade do movimento o que, por sua vez, culmina com uma maior   intensidade da força de arrasto, levando a um maior dispêndio energético.   Contudo, este facto pode não se verificar caso haja um encurtamento do arco do movimento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Segundo a <i>Aquatic Exercise   Association</i> (2008), a música utilizada para programas de exercício   aeróbio em piscina rasa, para a população em geral, deve ter uma cadência entre   os 125 e os 150 batimentos por minuto (bpm). Diferentes intervalos de ritmo têm   sido determinados com base no tipo de população (p.e adulto, idoso, atleta) ou   vertente (água rasa vs água profunda) e que se situam entre: (i) 122 e 130 bpm (Sova, 1993); (ii) 130 e 155 bpm (See, 1995) ou; (iii) 130 e 150 bpm (Kinder &amp; See, 1992). Colado e Moreno (2001), assim como Sova (1993), defendem que os movimentos na Hidroginástica devem   ser realizados com grande amplitude, de modo a tirar partido das propriedades   físicas da água e do exercício neste meio. Contudo, os exercícios são   realizados de acordo com o ritmo musical. A amplitude de movimento geralmente é   condicionada pelo ritmo imposto, pelo que qualquer modificação musical poderá   requerer uma diminuição na amplitude de movimento para garantir a velocidade de   execução. Esta é uma assunção que os profissionais de Hidroginástica adotam (See, 1995). Poucos estudos empíricos foram realizados no sentido   de averiguar o efeito de diferentes ritmos nas adaptações agudas ao realizar   exercícios básicos de Hidroginástica. Um número muito reduzido dedicou-se ao   estudo de adaptações de índole fisiológica (p.e. Barbosa, Sousa, et al., 2010; Goncalves, Figueiredo, Paulo Vilas-Boas, Fernandes, &amp; Soares, 2012). No campo da biomecânica as intervenções focaram-se   no comportamento cinemático de movimentos como o caminhar (Barela, Stolf, &amp; Duarte, 2006), a corrida estacionária (Alberton et al., 2011), os chutos (Oliveira et al., 2010) ou saltos (Costa et al., 2011). Do nosso conhecimento nenhum estudo se dedicou à análise de movimentos básicos de balanço como é o caso do “Balanço Lateral”.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Neste contexto, o objetivo do   presente estudo consistiu em analisar a associação entre o ritmo musical e o   padrão cinemático angular, no movimento básico de Hidroginástica “Balanço   Lateral”. Tomou-se como hipótese a de que o aumento do ritmo musical tem associações significativas com a redução nas amplitudes articulares.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Amostra</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram avaliadas seis   instrutoras de Hidroginástica, com pelo menos um ano de experiência na   orientação de programas de Hidroginástica (270,00 ± 80,50 min de aulas por   semana), sem qualquer patologia músculo-esquelética nos últimos seis meses e   não grávidas (23.50 ± 3.51 anos; 57.17 ± 4.07 kg de massa corporal; 1.66 ± 0.06 m de estatura; 20.60 ± 0.55 kg/m<sup>2</sup> de índice de   massa corporal). Todas as instrutoras assumiram o lado direito como o seu lado   corporal dominante. Todos os procedimentos estavam de acordo com a Declaração   de Helsínquia no que à pesquisa de humanos diz respeito. Todas as instrutoras   foram informadas dos riscos do protocolo experimental e deram o seu consentimento para participar no estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos e Procedimentos </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Protocolo</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foi aplicado um protocolo   incremental de patamares constituído por quatro frases musicais de 32 tempos   cada (i.e., 16 ciclos gestuais completos) do exercício básico “Balanço Lateral”   a 120, 135, 150 e 165 bpm (Barbosa, Sousa, et al., 2010). Apesar da execução ter sido uniformizada ao longo   dos 16 ciclos gestuais, apenas 1 ciclo intermédio foi usado para posterior análise.   Para controlo do ritmo de execução foi utilizado um metrónomo digital (Korg,   MA-30, Tokyo, Japão) ligado a um sistema de som permitindo a sincronização com   a execução do sujeito. Todos os movimentos foram realizados no ritmo de um movimento   lateral por cada 2 bpm. O exercício básico “Balanço lateral” caracteriza-se   pelo apoio alternado de cada membro inferior, mantendo o outro em abdução (Barbosa &amp; Queirós, 2005). Os membros   superiores deslocam-se para o lado oposto do membro inferior que se encontra a   abduzir. As palmas das mãos mantêm-se opostas ao sentido do deslocamento. A <a href="#f1">figura 1</a> ilustra o exercício básico estudado.</font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14f1.jpg" width="360" height="302"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><i><font size="2" face="Verdana">Recolha de dados</font></i></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Duas câmaras a uma distância de 10 m registaram   respetivamente imagens de superfície (GR-SX1 SVHS, JVC, Yokoama, Japão) e   subaquáticas (GR-SXM25 SVHS, JVC, Yokoama, Japão) no plano frontal. Existiu a preocupação dos eixos óticos das câmaras   estarem orientados convergentemente, de modo a garantir a reconstituição das   dimensões da instrutora na imagem misturada de “duplo meio” (ar-água). As   imagens tinham saída para um gravador de vídeo (Panasonic AG 7350 SVHS) onde   foram registadas em fita magnética com uma frequência de amostragem de 50 Hz.   As imagens foram posteriormente digitalizadas e processadas num programa de   análise cinemática (<i>Ariel Performance Analysis System, Ariel Dynamics   </i>Inc., EUA). Foi utilizado o modelo de   Zatsiorsky e Seluyanov adaptado por de Leva (1996), incluindo a divisão do tronco em 2 partes articuladas. A reconstrução das imagens foi feita com recurso a um   objeto de calibração (1,50 x 0,85 m, com 6 pontos de controlo) a partir do   procedimento “<i>Direct Linear Transformation</i>” (DLT-2D) desenvolvido por Abdel-Aziz e Karara (1971), sendo este algoritmo de igual forma utilizado para a   reconstrução das imagens aérea e subaquática (Barbosa, Silva, et al., 2010). O fenómeno de reflexão foi ultrapassado pela   digitalização da superfície da água tal como sugerido por Colman, Persyn, Daly,   e Stijnen (1998). Os sinais foram filtrados com uma   frequência de corte de 5 Hz com recurso a dupla-passagem. Os parâmetros avaliados foram: (i) o Período (P, s);   os deslocamentos angulares (&#8710;f, º) coxa-tronco,   coxa-perna, braço-antebraço de ambos os lados e; (iii) as velocidades angulares   (w, º/s) coxa-tronco, coxa-perna, braço-antebraço de ambos os lados.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A <a href="#f2">figura 2</a> apresenta o   Período de execução do Balanço Lateral ao longo dos ritmos estudados. Existiu   uma relação significativa e negativa entre o ritmo e o período de execução (R<sup>2 </sup>= 0.77; P &lt; 0.01). </font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14f2.jpg" width="335" height="333"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">As <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14f3.jpg">figuras 3</a> e <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14f4.jpg">4</a> apresentam a   amplitude angular referente ao membro inferior. O ângulo relativo entre a coxa   e o tronco do lado direito e esquerdo ao longo dos ritmos estudados não   evidenciou relações significativas nem para o membro direito (R<sup>2 </sup>=   0.003; P = 0.757) nem para o membro esquerdo (R<sup>2 </sup>= 0.000; P =   0.911). Existiu uma relação significativa entre o ritmos e o ângulo relativo   entre a coxa e a perna do lado direito (R<sup>2 </sup>= 0.286; P = 0.002) e do   lado esquerdo (R<sup>2 </sup>= 0.141; P = 0.041) ocorrendo uma diminuição da   amplitude do movimento. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">A <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14f5.jpg">figura 5</a> apresenta a   amplitude angular referente ao membro superior. Não foram observadas relações   significativas entre o ritmo e o ângulo relativo entre o braço e o antebraço do   membro do lado direito (R<sup>2 </sup>= 0.005; P = 0.715) e, da existência de   uma relação significativa entre o ritmo e o ângulo relativo do membro do lado esquerdo (R<sup>2 </sup>= 0.135; P = 0.046). </font></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">As <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14f6.jpg">figuras 6</a> e <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14f7.jpg">7</a> apresentam a   velocidade angular referente ao membro inferior. Existiu uma relação   significativa entre o ritmo e a velocidade angular entre a coxa e o tronco do   lado direito (R<sup>2 </sup>= 0.133; P = 0.047). Neste caso, o aumento do ritmo   induziu um aumento da velocidade angular. Com efeito, para o lado esquerdo do   corpo não se verificou qualquer relação significativa (R<sup>2 </sup>= 0.064; P   = 0.176). Ainda assim, será de chamar atenção que, tal como para o lado   direito, observa-se uma tendência para a velocidade aumentar com o aumento do   ritmo. Não existiu uma relação significativa entre o ritmo e a velocidade angular   entre a coxa e perna do lado direito (R<sup>2 </sup>= 0.008; P = 0.647) ou do lado esquerdo (R<sup>2 </sup>= 0.002; P = 0.833).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14f8.jpg">figura 8</a> exibe-se a   velocidade angular entre o braço e o antebraço direito e entre o braço e o   antebraço esquerdo ao longo dos ritmos estudadas. Não foi verificada uma   relação significativa entre o ritmo e a velocidade angular destes segmentos   tanto no lado direito (R<sup>2 </sup>= 0.005; P = 0.705), como no lado esquerdo (R<sup>2 </sup>= 0.008; P = 0.631).</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo teve como objetivo analisar a associação entre o ritmo musical e o padrão cinemático   angular, no movimento básico de Hidroginástica “Balanço Lateral”. Constatou-se   que existe uma tendência para a diminuição do deslocamento angular e manutenção da velocidade angular com o aumento do ritmo musical.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O aumento do ritmo impôs a diminuição do período de ciclo. Este facto foi previamente equacionado por Barbosa et al. (2010), Barbosa, Marinho, Reis, Silva, e Bragada (2009), e verificado por Oliveira et al. (2010), ao estudar o exercício básico “Cavalo-Marinho”. O período de ciclo (i.e., o tempo absoluto para execução de um ciclo completo) está associado ao ritmo musical. Deste modo é expectável uma elevada relação entre o período do ciclo e o ritmo, devido às alterações no padrão de movimento que afetarão as fases parciais do exercício em questão. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O Período do ciclo gestual pode ser considerado como sendo:</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14e1.jpg" width="317" height="84"></p>     
<p align="center">&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Onde <i>P</i> é o período (em s) e<i> t</i> é a duração (em   s) de cada fase parcial do exercício, sendo este composto por <i>i</i> fases parciais. A duração de cada fase parcial pode ser considera como sendo:</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14e2.jpg" width="329" height="93"></p>     
<p align="center">&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Onde <i>t<sub>i</sub></i> é a duração de cada fase parcial   (em s), <i>f<sub>i</sub></i> o   deslocamento segmentar (em º ou rad) durante a fase parcial e <i>w<sub>i</sub></i> é a velocidade segmentar   (em º/s ou rad/s) durante a fase parcial. Assim, com o aumento cadenciado rimo   musical, a diminuição de <i>t<sub>i</sub> </i>estará relacionada com: (i) a   diminuição de <i>f<sub>i</sub> </i>e a   manutenção da <i>w<sub>i</sub></i>   ou; (ii) a manutenção da <i>f<sub>i</sub></i>   e o aumento da <i>w<sub>i </sub></i>ou;   (iii) a redução da <i>f<sub>i </sub></i>e   o aumento da <i>w<sub>i</sub></i>. Assim, emerge a necessidade de estudar a relação da cadência musical com a <i>f<sub>i</sub></i> e a <i>w<sub>i</sub></i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A ausência de relação entre o ritmo e o ângulo coxa-tronco   pode ser explicada pela execução técnica do movimento por parte das instrutoras tão próxima quanto possível da descrita na literatura técnica (p.e., Sova, 1993). O nível elevado de execução revelou que as instrutoras não recorreram à acentuada flexão do tronco sobre a coxa, para compensar a dificuldade acrescida imposta pelo aumento do ritmo e, consequentemente, do arrasto nos membros inferiores. Ou seja, sendo a amostra composta por instrutoras de Hidroginástica existiu a preocupação de, ao longo do protocolo incremental, manter um alinhamento segmentar tão correto quanto possível. A relação significativa observada entre o ritmo e o ângulo relativo entre a coxa e a perna pode ser justificada pela flexão observada dos membros inferiores. Isto justifica que consequentemente os ângulos em apreço também tenham diminuído de valor. Logo, a amplitude do movimento tendeu a diminuir de igual forma. Assim, parece que a sugestão de que pode ocorrer uma diminuição do arco do movimento com o aumento do ritmo terá razão de ser, pelo menos numa visão preliminar do fenómeno (Colado &amp; Moreno, 2001; Sova, 1993). Este comportamento terá obviamente impacto no dispêndio energético, permitindo a sua manutenção mesmo em ritmos de execução mais elevados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que respeita à relação entre o ritmo e o deslocamento   angular do membro superior para os dois lados foram verificados resultados   distintos. Enquanto para o lado direito esta relação não foi significativa, no   lado esquerdo a mesma apresentou-se como sendo significativa e negativa. Este   fenómeno pode estar de alguma forma relacionado com o facto do lado direito ser   o dominante de todas as instrutoras estudadas. A maior predisposição para usar   o lado direito do corpo permitiu manter o arco do movimento durante a execução   mesmo com ritmos musicais mais elevados. Este tipo de comportamento mais   incidente do lado dominante em tarefas voluntárias tem vindo a ser descrito em estudos da especialidade (p.e. Yetkin &amp; Erman, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Verificou-se uma relação   significativa entre o ritmo e a velocidade angular com alguns segmentos a demonstrarem   valores ligeiramente mais elevados a ritmos mais exigentes. Segundo Kruel, Ávila, Moraes, e Sampedro (2005), sujeitos com elevados níveis de aptidão física são capazes de realizar exercícios básicos de Hidroginástica até ritmos musicais de 180 bpm sem degradar de forma significativa a cinemática do movimento. Esse tipo de praticante consegue manter a o arco do movimento, mesmo que o aumento do ritmo exija um aumento da velocidade segmentar (Kruel et al., 2005). Estes resultados suportam a ideia de que o aumento o ritmo impõe um aumento da velocidade angular, para que se consiga executar o movimento dentro da cadência imposta pelo protocolo selecionado. Sabe-se que o arrasto está intimamente relacionado com a velocidade:</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana"><img src="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14e3.jpg" width="325" height="76"></font></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Onde <i>D </i>é a força de   arrasto newtoniano (em N), <i>r</i> é a densidade   da água (em kg/m<sup>3</sup>), <i>v</i> é a velocidade de deslocamento (em   m/s), <i>ASF</i> é a área de superfície frontal (em m<sup>2</sup>) e <i>Cx</i> o coeficiente de arrasto (adimensonal). Esta equação pode ser simplificada, já   que os termos <i>r</i>, <i>ASF </i>e<i> Cx </i>mantêm-se relativamente constantes ao longo de um ciclo gestual completo:</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana"><img src="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a14e4.jpg" width="331" height="78"></font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Onde <i>D </i>é a força de   arrasto newtoniano, <i>K</i> é um fator constante incluindo a <i>r</i>, <i>ASF </i>e<i> Cx</i> e <i>v</i> é a velocidade de deslocamento. Logo,   o aumento da velocidade segmentar estará relacionado com a necessidade de   vencer intensidades crescentes de força de arrasto ao longo do protocolo incremental.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">É relevante questionar se este alinhamento se verificaria   numa amostra constituída por praticantes regulares de Hidroginástica ou se,   pelo contrário, haveria uma tendência para a alteração dos ângulos em estudo.   Deste modo podemos configurar algumas limitações no presente estudo. Os ritmos   impostos foram selecionados com base em resultados obtidos com sujeitos com   elevados níveis de aptidão física o que exigiu que a amostra selecionada   tivesse também de ser recrutada entre sujeitos com elevados níveis de aptidão   física. Deste modo, as relações descritas estão fortemente dependentes da   experiência prévia dos sujeitos na prática da Hidroginástica. A opção pelos ângulos relativos pode também não permitir inferir a 100%   sobre as questões   de deslocamento angular por compensações que possam ocorrer entre determinados   segmentos articulares durante todo o movimento. Como   acontece frequentemente em estudos cinemáticos, com base em videometria com   recurso a digitalização manual, a dimensão da amostra é reduzida devido ao elevado tempo para captação das imagens e subsequente processamento do sinal.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O aumento do ritmo musical   impõe alterações cinemáticas angulares significativas durante a execução do   exercício básico de Hidroginástica “Balanço Lateral”. Constatou-se uma diminuição   do Período de ciclo devido ao aumento do ritmo de execução, com repercussões   noutras variáveis cinemáticas. Estas repercussões foram mais visíveis nos   deslocamentos angulares do que na velocidade observando-se uma tendência para diminuição do arco do movimento de alguns dos segmentos corporais. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Emerge com principal ilação   prática deste estudo que o aumento do ritmo musical terá como repercussão a   diminuição da amplitude do movimento ao executar o exercício básico “Balanço Lateral”.   Os instrutores de Hidroginástica deverão focar a realização de exercícios com   um arco de movimento bem definido mesmo a ritmos musicais elevados. Poderão   ainda aconselhar a participantes menos capazes a execução dos exercícios   propostos com variantes (como a redução dos arco de movimento pela flexão dos   segmentos um sobre o outro, ou até mesmo a diminuição de ângulos de ataque nas extremidades de alguns segmentos corporais). </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Abdel-Aziz, Y., &amp; Karara, H. (1971). Direct linear transformation from comparator   coordinates into object space coordinates in close-range photogrammetry. Em <i>Proceedings of the Symposium on Close-Range photogrammetry</i> (Vol. 1, p. 18). Urbana, Illinois.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201500020001400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Alberton, C. L., Cadore, E.   L., Pinto, S. S., Tartaruga, M. P., da Silva, E. M., &amp; Kruel, L. F. M.   (2011). Cardiorespiratory,   neuromuscular and kinematic responses to stationary running performed in water   and on dry land. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>111</i>(6), 1157–1166. <a href="http://doi.org/10.1007/s00421-010-1747-5" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00421-010-1747-5</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201500020001400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Aquatic Exercise   Association. (2008). <i>Standards and guidelines for aquatic fitness programming</i>. Nokomis, FL: Aquatic Exercise Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201500020001400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Barbosa, T. M., Marinho, D.   A., Reis, V. M., Silva, A. J., &amp; Bragada, J. A. (2009). Physiological assessment of head-out aquatic   exercises in healthy subjects: a qualitative review. <i>Journal of Sports Science &amp; Medicine</i>, <i>8</i>(2), 179–189.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201500020001400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Barbosa, T. M.,   &amp; Queirós, T. (2005). <i>Manual prático de actividades aquáticas e hidroginástica</i>. Lisboa: Xitarca.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201500020001400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Barbosa, T. M., Silva, A. J.,   Reis, A. M., Costa, M., Garrido, N., Policarpo, F., &amp; Reis, V. M. (2010). Kinematical changes in swimming front Crawl   and Breaststroke with the AquaTrainer snorkel. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>109</i>(6), 1155–1162. <a href="http://doi.org/10.1007/s00421-010-1459-x" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00421-010-1459-x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201500020001400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Barbosa, T. M.,   Sousa, V. F., Silva, A. J., Reis, V. M., Marinho, D. A., &amp; Bragada, J. A.   (2010). Effects of musical cadence in the acute physiologic adaptations to   head-out aquatic exercises. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>24</i>(1), 244–250. <a href="http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181b296fd" target="_blank">http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181b296fd</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201500020001400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Barela, A. M. F., Stolf, S.   F., &amp; Duarte, M. (2006). Biomechanical   characteristics of adults walking in shallow water and on land. <i>Journal of     Electromyography and Kinesiology: Official Journal of the International Society of Electrophysiological Kinesiology</i>, <i>16</i>(3), 250–256. <a href="http://doi.org/10.1016/j.jelekin.2005.06.013" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.jelekin.2005.06.013</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201500020001400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Colado, J. C. C., &amp;   Moreno, J. A. (2001). <i>Fitness acuático</i>. Barcelona: INDE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201500020001400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Colman, V.,   Persyn, U., Daly, D., &amp; Stijnen, V. (1998). A comparison of the   intra-cyclic velocity variation in breaststroke swimmers with flat and   undulating styles. <i>Journal of Sports Sciences</i>, <i>16</i>(7), 653–665. <a href="http://doi.org/10.1080/026404198366461" target="_blank">http://doi.org/10.1080/026404198366461</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201500020001400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Costa, M. J., Oliveira, C.,   Teixeira, G., Marinho, D. A., Silva, A. J., &amp; Barbosa, T. M. (2011). The influence of musical cadence into   aquatic jumping jacks kinematics. <i>Journal of Sports Science &amp; Medicine</i>, <i>10</i>(4), 607–615.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201500020001400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">de Leva, P. (1996). Adjustments to Zatsiorsky-Seluyanov’s segment inertia parameters. <i>Journal of Biomechanics</i>, <i>29</i>(9), 1223–1230.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201500020001400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ervilha, U. F., Duarte, M.,   &amp; Amândio, A. C. (2001). Padrão do sinal eletromiográfico de músculos do   membro inferior e cinemática do joelho durante o andar em ambiente aquático e   terrestre. Em <i>Anais do IX Congresso Brasileiro de Biomecânica</i> (Vol. 2,   pp. 290–294). Porto Alegre: Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201500020001400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Finkelstein, I. (2005). <i>Comportamento   de variáveis cardiorrespiratórias durante e após exercício, nos meios terra e   água, em gestantes e não-gestantes</i> (Mestrado em Ciência do Movimento Humano). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. Obtido de <a href="http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/6522" target="_blank">http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/6522</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201500020001400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gappmaier, E.,   Lake, W., Nelson, A. G., &amp; Fisher, A. G. (2006). Aerobic exercise in water   versus walking on land: effects on indices of fat reduction and weight loss of   obese women. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>46</i>(4), 564–569.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201500020001400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Goncalves, I.,   Figueiredo, P., Paulo Vilas-Boas, J., Fernandes, R., &amp; Soares, S. (2012).   Characterization and risk of maximal head-out aquatic exercises. <i>The Open Sports Sciences Journal</i>, <i>5</i>(1), 134–140. <a href="http://doi.org/10.2174/1875399X01205010134" target="_blank">http://doi.org/10.2174/1875399X01205010134</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201500020001400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Graef, F. I.,   &amp; Kruel, L. F. M. (2006). Heart rate and perceived exertion at aquatic   environment: differences in relation to land environment and applications for   exercise prescription - a review. <i>Revista     Brasileira de Medicina do Esporte</i>, <i>12</i>(4), 221–228. <a href="http://doi.org/10.1590/S1517-86922006000400011" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S1517-86922006000400011</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201500020001400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kinder, T., &amp; See, J. (1992). <i>Aqua Aerobics: A Scientific Approach</i>. Dubuque, IA: Eddie Bowers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201500020001400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kruel, L., Ávila, A., Moraes,   E., &amp; Sampedro, R. (2005). Força de reação vertical em indivíduos   praticando exercícios de hidroginástica dentro e fora d’água. Em <i>Anais do XI     Congresso Brasileiro de Biomecânica</i>. João Pessoa: Sociedade Brasileira de Biomecânica.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201500020001400019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Matias, P., Costa, M.,   Marinho, D., Garrido, N., Silva, A., &amp; Barbosa, T. (2013). Effects of a 12-Wks Aquatic Training Program   in Body Posture and Balance. <i>British Journal of Sports Medicine</i>, <i>47</i>(10), e3–e3. <a href="http://doi.org/10.1136/bjsports-2013-092558.55" target="_blank">http://doi.org/10.1136/bjsports-2013-092558.55</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201500020001400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Oliveira, C., Teixeira, G.,   Costa, M., Marinho, D. A., Silva, A. J., &amp; Barbosa, T. M. (2010). Kinematical characterisation of a basic   head-out aquatic exercise during an incremental protocol. Em P.-L. Kjendlie, R. K. Stallman, &amp; J. Cabri (Eds.), <i>Biomechanics and Medicine in Swimming XI</i> (pp. 137–139). Oslo: Norwegian School of Sport Sciences.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201500020001400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Robinson, L. E.,   Devor, S. T., Merrick, M. A., &amp; Buckworth, J. (2004). 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">See, J. (1995). Aquatic fitness class choreography. Em J.   Lindle (Ed.), <i>Aquatic Fitness Professional Manual: A Resource Manual for Aquatic Fitness Instructors</i> (pp. 179–201). Nokomis, Florida: Aquatic Exercise Association Publisher.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201500020001400024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sova, R. (1993). <i>Ejercicios acuáticos</i>. Barcelona: Paidotribo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201500020001400025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vasiljev, I. A. (1997). <i>Ginástica Aquática</i>. São Paulo: Ápice.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201500020001400026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vendrusculo, A. P. (2005). <i>Análise   de lesão muscular e comportamento do VO2máx entre um programa de treinamento de   corrida em piscina funda e corrida em terra</i> (Mestrado em Ciências do   Movimento Humano). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre. Obtido de <a href="http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/5957" target="_blank">http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/5957</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201500020001400027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Yetkin, Y., &amp;   Erman, K. (2012). Laterality of voluntary motor tasks: Are basketing,   targeting, and peg-moving performance asymmetric? <i>Journal of Neuroscience and Behavioral Health</i>, <i>4</i>(6), 59–75. <a href="http://doi.org/10.5897/JNBH11.009" target="_blank">http://doi.org/10.5897/JNBH11.009</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201500020001400028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><b>Conflito de Interesses:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.    <br> </font><font size="2" face="Verdana"><b>Financiamento:    <br> </b></font><font size="2" face="Verdana">Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 02.06.2014; Aceite a 11.11.2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><a name="end" id="end"></a><i> </i><i>Autor correspondente</i>: Departamento de Desporto e Express&otilde;es, Instituto   Polit&eacute;cnico da Guarda / CIDESD, Av. Dr. Francisco S&aacute; Carneiro, n&ordm; 50, 6300 Guarda, Portugal <i>E-mail</i>: <a href="mailto:mario.costa@ipg.pt">mario.costa@ipg.pt</a></font></p>      ]]></body><back>
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