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<institution><![CDATA[,Universidade Norte do Paraná Centro de Pesquisa em Ciências da Saúde ]]></institution>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study aimed to carry out a literature review of sports practice motives in young ages. The search was conducted in the Embase, Medline, PsycINFO e SPORTDiscus databases, considering articles published between 1980 and 2013 in Portuguese, English and Spanish. In the search strategy were used the descriptors “motive”, “motivation”, “adherence”, “sport” e “training” with the limits of research “child”, “adolescent” and “young”. Manual searches were also conducted in the references of selected articles. The bibliographic research resulted in locating approximately eight thousand articles. However, 26 met the criteria for compose the review. The results showed that sports practice motives in young ages were identified by interactions between individual, social and environmental factors. Mostly of the studies selected for analysis revealed motives mainly related to self-realizations associated with the domain/improving sports skills in which the Technical Competence was the factor pointed by most athletes-young of both sexes entered in different sociocultural contexts.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO DE REVISÃO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Motivos para prática de   esporte em idades jovens: Um estudo de revisão</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Sport practice motives in young ages: A review   study</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Andrea Gomes Bernardes<sup>1</sup>; Bruna Hatsue   Santos Yamaji<sup>1</sup>;   Dartagnan Pinto Guedes<sup>1,<a href="#end">*</a></sup><a href="#end"><font size="2" face="Verdana"><sup></sup></font></a><font size="2" face="Verdana"><sup><a name="topo"></a></sup></font></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Centro de Pesquisa em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de, Universidade Norte do Paran&aacute;, Paran&aacute;, Brasil</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do estudo foi realizar uma   revisão da literatura sobre motivos para prática de esporte em idades jovens. A   busca de publicações foi re­alizada nas bases de dados Embase, Medline, PsycINFO   e SPORTDiscus, considerando artigos publicados entre 1980 e 2013 nos idiomas   português, inglês e espanhol. Na estratégia de busca foram utilizados os   descritores “motivo”, “motivação”, “adesão”, “esporte” e “treino” com os   limites da pesquisa “criança”, “adolescente” e “jovem”. Também foram realizadas   buscas manuais nas referências dos artigos selecionados. A busca bibliográfica   resultou na localização de aproximadamente oito mil artigos. Contudo, 26   preencheram os critérios para compor a revisão. Os resultados demonstraram que   os motivos para a prática de esporte em jovens-atletas resultam da interação   entre diversos fatores individuais, sociais e ambientais. Os estudos selecionados   para analise, em sua maioria, identificaram principalmente motivos vinculados à   auto-realização associada ao domínio/aperfeiçoamento de habilidades esportivas,   em que a Competência Técnica foi o fator mais apontado pelos jovens-atletas de ambos os sexos inseridos nos diferentes contextos socioculturais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>motivação, adesão, criança, adolescente, treino</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The present study aimed to carry out a   literature review of sports practice motives in young ages. The search was   conducted in the <i>Embase</i>, <i>Medline</i>, <i>PsycINFO</i> e <i>SPORTDiscus</i> databases, considering articles published   between 1980 and 2013 in Portuguese, English and Spanish. In the search   strategy were used the descriptors “motive”, “motivation”, “adherence”, “sport”   e “training” with the limits of research “child”, “adolescent” and “young”.   Manual searches were also conducted in the references of selected articles. The   bibliographic research resulted in locating approximately eight thousand   articles. However, 26 met the criteria for compose the review. The results   showed that sports practice motives in young ages were identified by   interactions between individual, social and environmental factors. Mostly of   the studies selected for analysis revealed motives mainly related to   self-realizations associated with the domain/improving sports skills in which   the Technical Competence was the factor pointed by most athletes-young of both sexes entered in different sociocultural contexts.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>motivation, adherence, child, adolescent, training</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Informações   disponibilizadas na literatura têm destacado os múltiplos benefícios para um   adequado desenvolvido físico, mental e social associados à prática de esporte   em idades jovens (Boreham, Twisk, Savage, Cran, &amp; Strain, 1997; Harrison &amp;   Narayan, 2003; Kawabe et al., 2000; Pate, Trost, Levin, &amp; Dowda, 2000). Porém, contraditoriamente, levantamentos recentes têm apontado que   somente uma pequena parcela da população infantil e juvenil pratica esporte com   alguma regularidade (Capranica &amp; Millard-Stafford, 2011; Delorme,   Chalabaev, &amp; Raspaud, 2011; Jõesaar &amp; Hein, 2011) e, entre aqueles que iniciam a prática   esportiva, chama atenção o elevado índice de abandono, com forte repercussão para vida presente e futura dos jovens (Sirard, Pfeiffer, &amp; Pate, 2006).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudos na área   demonstram que a motivação pode se constituir em importante determinante para   iniciar a pratica de esporte, justificar sua permanência e minimizar os casos   de abandono (Capranica &amp; Millard-Stafford, 2011; Delorme et al., 2011; Sirard et al., 2006). Neste   particular, motivos que possivelmente possam estar relacionados à prática de   esporte são bastante diversificados de acordo com expectativas estabelecidas   pelos próprios praticantes, resultando da interação entre múltiplos atributos   socioculturais e ambientais, como por exemplo, em um extremo, motivos   associados à diversão e ao convívio de grupos, e em outro extremo, motivos   associados ao aprimoramento de aptidão física e à competência técnica (Gill &amp; Williams, 2008). Neste caso, pressupõe que esses motivos   deverão agir diferentemente em cada estágio do processo de desenvolvimento individual dos jovens (Weinberg et al., 2000).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Portanto, a   identificação dos motivos subjacentes à prática de esporte possibilita que   sejam delineadas ações mais eficientes de incentivo para início de sua prática   e que possa levar os jovens a alcançarem em sua maior plenitude as metas   propostas, promovendo, desse modo, clima motivacional favorável, o que aumenta   as chances de adesão. Diante disso, estudiosos da área vêm procurando aplicar   diferentes teorias elaboradas no campo da psicologia que tentam explicar a adesão na prática de esporte (Roberts &amp; Treasure, 2012). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considerando que a   importância de identificar, dimensionar e ordenar os motivos para a prática de   esporte em idades jovens justifica-se com base no pressuposto de que a infância   e a adolescência são períodos críticos para iniciar a participação efetiva em   programas regulares de esporte ou, pelo contrário, abandonar por completo sua   prática, o objetivo do presente estudo foi realizar uma revisão dos achados até   então disponibilizados na literatura relacionados aos motivos associados à prática de esporte em idades jovens.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O rastreamento dos artigos incluiu   pesquisa nas bases de dados eletrônicas Embase, Medline, PsycINFO e   SPORTDiscus, no período entre janeiro de 1980 e março de 2013, independente do   país de publicação. A estratégia de busca baseou-se nos descritores “motivo”,   “motivação” e “adesão” combinados com “esporte” e “treino”, com os limites da   pesquisa “criança”, “adolescente” e “jovem”, e suas traduções para os idiomas   inglês e espanhol. As referências bibliográficas dos estudos assim localizados   foram também rastreadas para localizar outras intervenções de potencial interesse e que preenchiam os critérios de seleção para o estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A seleção dos artigos acompanhou   procedimento proposto para levantamento de informações disponibilizadas na   literatura (Higgins &amp; Green, 2008) e baseou-se na conformidade dos limites dos descritores,   tendo sido desconsiderados aqueles que, apesar de aparecerem no resultado da   busca, não abordavam o tema sob o ponto de vista de identificação dos motivos para prática de esporte em idades jovens. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a16f1.jpg">Figura 1</a> encontra-se o processo   usado para rastrear e selecionar os artigos da revisão retrospetiva. No   levantamento bibliográfico inicial foram encontradas por volta de oito mil   publicações. Excluídas as publicações cruzadas redundantes, constantes em mais   de uma base de dados, em um segundo momento foram consideradas 4875   publicações, das quais, após atendimento de uma sequência de critérios de   seleção, 26 foram consideradas para estudo. Os critérios de seleção considerados   foram: (a) estudos publicados em português, inglês ou espanhol; (b) artigos   originais; (c) estratificação por idade &#8804; 20 anos; (d) características e   seleção da amostra claramente definidas; e (e) identificação dos motivos para   prática de esporte mediante instrumento validado. A análise e a seleção dos   artigos foram realizadas por dois investigadores sob a supervisão de um   terceiro investigador, que reanalisou as publicações excluídas. Eventuais   discrepâncias relacionadas às exclusões foram solucionadas por consenso dos três investigadores.</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De acordo com <a href="/img/revistas/mot/v11n2/11n2a16t1.jpg">Quadro   1</a>, verifica-se que os artigos incluídos na revisão foram desenvolvidos em   diferentes regiões do mundo, com destaque para aqueles publicados no Brasil   que, isoladamente, representa 42% dos artigos localizados, ou seja, proporção   superior de artigos selecionados que foram publicados nos países europeus   (31%). Artigos selecionados e que foram publicados nos Estados Unidos e em   todos os demais países representam, respectivamente, 12% e 15%. Quanto ao ano   de publicação, a totalidade dos artigos foi publicada no período de 1983 a 2013, em maior proporção a partir do ano de 2001 (80,8%).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Embora tenha sido   verificada alguma diversidade no emprego dos questionários de motivação nos   estudos selecionados, pode-se destacar predomínio quanto ao uso do <i>Participation     Motivation Questionnaire – PMQ</i> (65%). Com   referência às modalidades esportivas, destacaram-se os esportes coletivos voleibol,   futebol, basquetebol, além de esportes individuais incluindo natação, tênis de campo e ginástica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os resultados   indicaram que os motivos para prática de esporte podem se diferenciar de acordo   com sexo, idade, modalidade esportiva, tempo de prática e experiência de   competição. Neste caso, independentemente da idade e do esporte praticado, em   ambos os sexos, verificou-se tendência bastante bem definida para motivos   caracterizados pela <i>Competência Técnica, Diversão, Prazer e Saúde</i>.   Contudo, se entre as moças, os motivos associados à <i>Afiliação e à Diversão</i> receberam destaque importante, no caso dos rapazes, foram os motivos equivalentes à <i>Competição</i>, ao <i>Reconhecimento Social</i> e à <i>Aptidão física</i> que justificaram mais intensamente a prática de esporte.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os motivos para a   prática de esporte em jovens-atletas resultam da combinação de indicadores   sociais, ambientais e individuais que determinam a seleção de modalidades   esportivas específicas, intensidade e vigor de prática, persistência e   continuidade para alcance de alto rendimento. Em vista disso, o presente estudo   de revisão foi delineado para identificar os motivos associados à prática de   esporte em jovens-atletas. Esta temática é revestida de grande importância para   o campo do esporte, considerando que, suas indicações permitem identificar as   principais razões que levam os jovens a iniciar a prática esportiva e que justificam sua permanência. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Análise dos   artigos selecionados revelou que a <i>Competência Técnica</i> foi o principal   motivo para prática de esporte apontado pelos jovens-atletas de ambos os sexos   inseridos nos diferentes contextos sociocultural considerados (Campos et al., 2011; Gill et al., 1983;   Guedes &amp; Netto, 2013; Januário et al., 2012; Longhurst &amp; Spink, 1987;   Paim, 2001). Este resultado está intimamente relacionado   ao fato dos participantes estarem envolvidos em esportes de competição no   âmbito escolar e de clubes esportivos. Os jovens-atletas consideram esse fator de   motivação como determinante para sua permanência na equipe, privilegiam o   aprimoramento técnico e buscam ser o melhor no esporte para alcançarem o   sucesso. Tal comportamento deve-se ao fato de jovens-atletas estarem preocupados   com a aprendizagem e a execução de movimentos e gestos que envolvem cada   modalidade esportiva específica. Desta maneira, jovens que têm melhor   desempenho técnico são reconhecidos, enquanto aqueles menos habilidosos   reforçam sentimentos de inabilidade. A importância dada ao fator <i>Competência     Técnica</i> vai de encontro com convicções praticadas por muitos treinadores e   gestores de clubes e escolas, em que o objetivo principal é a busca por resultados cada vez mais expressivos e vitórias. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Em contrapartida,   estudos de Buonamano, Cei e Mussino (1995),   Sit e Lindner (2006)   e Garyfallos e Asterios (2011) identificaram que a <i>Diversão</i> como   principal motivo tanto para rapazes como para moças. De fato, o esporte pode   ser considerado atividade de entretenimento e divertimento, quando encarado de   forma lúdica, em que as ações podem ser mais   flexíveis e de menor rigor, e promovem um modo agradável   de ocupar o tempo livre. A expressão diversão confirma que a participação de jovens-atletas   no esporte é devido à necessidade de alegria e prazer, para liberar energia, sentir-se livre de preocupações e problemas do cotidiano (Garyfallos &amp; Asterios, 2011). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos achados de   Balbinotti, Saldanha e Balbinotti (2009) e Balbinotti, Juchem, Barbosa, Saldanha e   Balbinotti (2012) verificou-se o <i>Prazer </i>como sendo   o fator de maior motivação independente do sexo. <i>Prazer</i> é considerado   dimensão de destaque para compreensão dos motivos para prática de esporte. De   acordo com Ryan e Deci (2000), o <i>Prazer </i>é a dimensão que melhor   explica o comportamento humano autodeterminado, isso é, que melhor representa os   motivos intrínsecos, inclusive no contexto   esportivo. Neste caso, o <i>Prazer</i> provém   unicamente da atividade em si, a participação ocorre livre de pressão e   restrições, pode-se supor que atletas motivados pelo prazer ingressem no   esporte por vontade própria, pela satisfação do processo de conhecê-lo, explorá-lo e aprofundá-lo. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Dos estudos   analisados, alguns se concentraram no conhecimento quanto aos motivos do   envolvimento de jovens-atletas na prática esportiva, independentemente de suas   especificidades. A maioria dos estudos, no entanto, busca conhecer esta   realidade não somente apontando um panorama generalizado, mas estratificando   por sexo, idade, modalidades esportivas, tempo de prática e experiência de   competição, a fim de determinar se os motivos que encorajam a prática de   esporte são similares, ou pelo contrário, os argumentos se diferem. Neste caso,   verificou-se que, sexo e idade foram os principais elementos diferenciadores dos motivos de prática esportiva em jovens-atletas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que se refere   aos motivos relacionados ao sexo, os resultados   indicaram que rapazes atribuíram grau de importância maior à <i>Competição </i>(Balbinotti et al., 2009; Curry &amp; Weiss, 1989;   Guedes &amp; Netto, 2013; Januário et al., 2012; Kirkby et al., 1999)<i>, </i>ao <i>Reconhecimento</i> <i>Social </i>(Gürbuz et al., 2007; Kirkby et al., 1999; Salguero et   al., 2004; Sirard et al., 2006; Sit &amp; Lindner, 2006) e à <i>Aptidão Física </i>(Cecchini et al., 2002; Curry &amp; Weiss, 1989), sendo estes os principais motivos de   permanência na prática de esporte. No entanto, nas moças verificou-se que os   fatores <i>Afiliação </i>(Allen, 2003; Garyfallos &amp; Asterios, 2011; Guedes &amp; Netto, 2013; Kirkby   et al., 1999; Salguero et al., 2004; Sirard et al., 2006; Sit &amp; Lindner,   2006) e <i>Diversão </i>(Allen, 2003; Balbinotti et al., 2009; Buonamano et al., 1995; Sit &amp; Lindner, 2006; Garyfallos &amp; Asterios, 2011; Kirkby et al., 1999; Salguero et al., 2004; Salselas et al., 2007) justificaram em maior grau a prática de   esporte. As moças se identificaram mais intensamente com motivos sociais e de   convivência em grupo, o que indica seu desejo de identificar-se com seus pares e valorizar a importância nas relações pessoais na equipe em que esta inserida.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Buonamano et al. (1995) evidenciam que diversão na pratica   esportiva esta intimamente relacionada às relações de amizade. Ressalta ainda   que, para moças os motivos estão relacionados com o apoio externo oferecido por   amigos, pais, treinadores e membros da equipe. Esses comportamentos,   intrinsecamente motivados, são comumente associados à participação voluntária   na prática de esporte, com aparente ausência de recompensas ou pressão externa,   bem como participação no esporte pelo interesse, satisfação e alegria que obtêm   de sua prática (Ryan &amp; Deci, 2000). Os rapazes, por sua vez, apresentaram   fatores predominantemente extrínsecos, o que talvez possa ser justificado pelo   fato dos rapazes utilizarem o esporte como forma de manifestação de aspectos   relacionados à competição. Diferente das moças, os rapazes dispõem de mais oportunidades   em esportes de alto nível, particularmente no âmbito profissional, buscando   confronto, disputa, resultados, por consequência, comparação de desempenho consigo mesmo e com outros pode levá-los a se manter no esporte. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto à idade,   por vezes, os motivos relatados nos estudos não   apresentaram coincidências de resultados, uma vez que, a classificação etária é   configurada de acordo com categorias e características singulares da modalidade   esportiva em que o atleta-jovem esta inserido. No entanto, buscou-se um   denominador comum na analise dos artigos e constatou-se que, jovens-atletas com   menos idade (&#8804; 14 anos) atribuíram importância significativamente mais   elevada à <i>Diversão </i>(Buonamano et al., 1995; Guedes &amp; Netto,   2013; Longhurst &amp; Spink, 1987; Martínez et al., 2008; Salguero et al.,   2004), à<i> Afiliação </i>(Buonamano et al., 1995; Campos et al., 2011; Kirkby   et al., 1999; Longhurst &amp; Spink, 1987; Martínez et al., 2008; Paim, 2001;   Salguero et al., 2004; Salselas et al., 2007) e ao <i>Reconhecimentos Social </i>(García et al., 2005; Guedes &amp; Netto, 2013;   Martínez et al., 2008).   Jovens-atletas com mais idade (&#8805; 15 anos), por sua vez, referem-se aos motivos   equivalentes à <i>Competição </i>(Buonamano et al., 1995; Salguero et al., 2004; Salselas et al., 2007), à <i>Competência Técnica </i>(Paim, 2001; Salselas et al., 2007)<i> e </i>à<i> Aptidão Fisica </i>(Salselas et al., 2007) como os mais importantes para permanência   na prática de esporte. Esses resultados confirmam tendência dos mais jovens em   valorizar os componentes lúdicos e recreativos do esporte. Assim como, conferem   importância para serem reconhecidos socialmente pela prática de esporte, ou   seja, valorizam mais o receber elogios que receber medalhas e troféus, buscam   obter reconhecimento de seus parentes e amigos e sentir-se importante e   valorizado. De acordo com Martinez et al. (2008), a importância oferecida à <i>Diversão</i> tende a diminuir a medida que os jovens-atletas apresentam mais idade e, por   consequência, mudam de categoria, conquistando, desse modo, maior independência   paralelamente a aquisição de responsabilidades e deveres. Por essas razões,   atletas com idades mais avançadas evidenciam motivos relacionados ao rendimento   e à competência pessoal, rendendo significado mais competitivo à pratica esportiva. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Quanto ao âmbito   de prática, Salselas et al. (2007) destacam que jovens-atletas de natação em   nível competitivo evidenciaram <i>Aptidão Física</i> e <i>Afiliação</i> como   motivos essenciais para a permanência na modalidade. Jovens-atletas em nível de   competição, geralmente objetivam aprimorar suas habilidades e o suporte dos   companheiros muitas vezes é fundamental no desenvolvimento da competência   técnica. De acordo com Jõesaar e Hein (2011), jovens-atletas com mais tempo de prática   criam um senso de segurança e de convívio em grupo mais efetivo. Que pode, por   sua vez, promover o encorajamento mútuo voltado ao aprimoramento de capacidades   técnicas e tornar a atividade esportiva mais agradável, portanto, consolidar a   permanência na pratica de esporte. Sugere-se, assim, que jovens-atletas mais   experientes na prática de esporte e com maior envolvimento na modalidade podem oferecer importância tanto para motivos intrínsecos como extrínsecos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Jovens-atletas   iniciantes, por sua vez, atribuíram menor importância aos motivos equivalentes   à <i>Aptidão Física</i>, à <i>Competição</i>, à <i>Afiliação</i>, à <i>Competência     Técnica</i> e à <i>Diversão</i> quando comparados com seus pares de níveis   avançados. Possivelmente, devido ao fato de jovens-atletas novatos sentirem-se   hostilizados pelos companheiros de equipe mais experientes, gerando insegurança   no domínio de suas habilidades e receio de cometer erros, tornando, portanto, a pratica esportiva insatisfatória e não-prazerosa (Salselas et al., 2007).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No que se refere à   modalidade esportiva, a literatura disponibiliza limitada quantidade de estudos   que procuram comparar os motivos que movem os jovens-atletas a optarem pela   prática de esportes coletivo ou individual. De acordo com Guedes e Netto (2013), os jovens-atletas que praticavam esportes   coletivos atribuíram considerável importância a <i>Atividade em Grupo</i>, a <i>Competência     Técnica</i> e a <i>Afiliação</i>, enquanto os que praticavam esportes   individuais valorizaram mais significativamente a <i>Aptidão Física</i> e a <i>Competição</i>.    Em vista dos resultados apresentados, entende-se que a pratica de esportes   coletivos por jovens-atletas esta associada à necessidade de aceitação e de   pertencer a um grupo, sentimento importante na juventude. No esporte coletivo   somam-se os valores individuais dos jovens-atletas, impera a cooperação, cada   componente da equipe é dependente dos demais e atuam em conjunto para alcançar   um objetivo comum. O esporte individual, no entanto, requer treinamento   sistemático e competição regular contra outros atletas, demanda maior   disciplina, concentração e introspecção, uma vez que os resultados alcançados dependem fundamentalmente do próprio atleta.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante das   considerações, pode-se concluir que, os motivos para a prática de esporte em   jovens-atletas resultam da associação de diversos fatores sociais, ambientais e   individuais. Os estudos selecionados para analise, em sua maioria, identificaram   principalmente motivos vinculados à auto-realização associada ao   domínio/aperfeiçoamento de habilidades esportivas, em que a <i>Competência     Técnica </i>foi o motivo para prática de esporte mais apontado pelos   jovens-atletas de ambos os sexos inseridos nos diferentes contextos   sociocultural. Identificou-se ainda, o sexo, a idade, o âmbito de pratica e a   modalidade esportiva praticada como principais elementos diferenciadores dos motivos de prática esportiva em jovens-atletas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Por fim,   destaca-se que os estudos reunidos na presente revisão, na sua totalidade, se   utilizaram de delineamentos transversais. Logo, a possível influência dos   aspectos sociais, ambientais e individuais nos motivos para pratica de esporte   deve ser considerada como um viés importante. Neste caso, evidencia-se a   necessidade de futuros estudos relacionados a esta temática com delineamentos   longitudinais, que permita acompanhamento dos motivos apontados ao longo do   tempo, permitindo um entendimento mais efetivo quanto à eventual transição dos   jovens-atletas pelos diferentes motivos selecionados. Assim, melhor compreender   os motivos que podem contribuir para que os jovens iniciem e permaneçam na   pratica de esporte e, ao contrário, as razões que os levam a abandonar a atividade esportiva. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Allen, J. (2003). Social motivation in youth Sports. <i>Journal of Sport and Exercise Psychology</i>, <i>25</i>(4), 551–567.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000056&pid=S1646-107X201500020001600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Balbinotti, M. A.   A., Juchem, L., Barbosa, M. L. L., Saldanha, R. P., &amp; Balbinotti, C. A. A.   (2012). Qual é o perfil motivacional   característico de tenistas infanto-juvenis brasileiros? <i>Motriz</i>, <i>18</i>(4), 728–734.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000058&pid=S1646-107X201500020001600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Balbinotti, M. A. A.,   Saldanha, R. P., &amp; Balbinotti, C. A. A. (2009). Dimensões motivacionais de basquetebolistas infanto-juvenis: um estudo segundo o sexo. <i>Motriz</i>, <i>15</i>(2), 318–329.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000060&pid=S1646-107X201500020001600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Boreham, C. A.,   Twisk, J., Savage, M. J., Cran, G. W., &amp; Strain, J. J. (1997). Physical   activity, sports participation, and risk factors in adolescents. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>29</i>(6), 788–793.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000062&pid=S1646-107X201500020001600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Buonamano, A., Cei, A., &amp;   Mussino, A. (1995). Participation   motivation in Italian Youth Sport. <i>The     Sports Psychology</i>, <i>9</i>(3), 265–281.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000064&pid=S1646-107X201500020001600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Campos, L. T. da S., Vigário,   P. dos S., &amp; Lüdorf, S. M. A. (2011). Fatores motivacionais de jovens   atletas de vôlei. <i>Revista Brasileira de Ciências do Esporte</i>, <i>33</i>(2), 303–317. <a href="http://doi.org/10.1590/S0101-32892011000200003" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S0101-32892011000200003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-107X201500020001600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Capranica, L.,   &amp; Millard-Stafford, M. L. (2011). Youth sport specialization: how to manage   competition and training? <i>International Journal of Sports Physiology and Performance</i>, <i>6</i>(4), 572–579.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000067&pid=S1646-107X201500020001600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cecchini, J. A.,   Méndez, A., &amp; Muñiz, J. (2002). Motives for practicing sport in Spanish schoolchildren. <i>Psicothema</i>, <i>14</i>(3), 523–531.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201500020001600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Curry, T. J.,   &amp; Weiss, O. (1989). Sport identity and motivation for sport participation:   a comparison between American college athletes and Austrian student sport club members. <i>Sociology of Sport Journal</i>, <i>6</i>(3), 257–268.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201500020001600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Delorme, N.,   Chalabaev, A., &amp; Raspaud, M. (2011). Relative age is associated with sport   dropout: evidence from youth categories of French basketball. <i>Scandinavian Journal of Medicine &amp; Science in Sports</i>, <i>21</i>(1), 120–128. <a href="http://doi.org/10.1111/j.1600-0838.2009.01060.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1600-0838.2009.01060.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201500020001600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">García, F. G., Weis, G.,   &amp; Valdivieso, M. N. (2005). Motivos de participación deportiva de niños brasileños atendiendo a sus edades. <i>Apunts: Educación Física y Deportes</i>, <i>80</i>, 29–36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201500020001600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Garyfallos, A.,   &amp; Asterios, P. (2011). Motivation of 10-12 years old Cypriot students   toward sports participation. <i>Journal of Physical Education and Sport</i>, <i>11</i>(4), 401–405.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201500020001600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gill, D. L.,   Gross, J. B., &amp; Huddleston, S. (1983). Participation motivation in youth sports. <i>International Journal of Sports Psychology</i>, <i>14</i>, 1–14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201500020001600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gill, D. L., &amp;   Williams, L. (2008). <i>Psychological Dynamics of Sport and Exercise</i> (3rd ed.). Champaign, Illinois: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201500020001600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Guedes, D. P.,   &amp; Netto, J. E. S. (2013). Sport participation motives of young Brazilian athletes. <i>Perceptual and Motor Skills</i>, <i>117</i>(3), 742–759. <a href="http://doi.org/10.2466/06.30.PMS.117x33z2" target="_blank">http://doi.org/10.2466/06.30.PMS.117x33z2</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201500020001600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gürbuz, B.,   Altyntas, A., Asci, F., &amp; Hülya, A. (2007). Participation motives of 9-15   years old Turkish soccer players. <i>Journal of Sports Science and Medicine</i>, <i>7</i>(10), 89–90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201500020001600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Harrison, P. A.,   &amp; Narayan, G. (2003). Differences in behavior, psychological factors, and   environmental factors associated with participation in school sports and other   activities in adolescence. <i>The Journal of School Health</i>, <i>73</i>(3), 113–120.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201500020001600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Higgins, J. P. T.,   &amp; Green, S. (Eds.). (2008). <i>Cochrane Handbook for Systematic Reviews of Interventions</i>. Chichester, UK: John Wiley &amp; Sons, Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201500020001600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Interdonato, C.   G., Miarka, B., Oliveira, A. R., &amp; Gorgatti, M. G. (2008). Fatores motivacionais de atletas para a prática esportiva. <i>Motriz</i>, <i>14</i>(1), 63–66.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201500020001600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Januário, N., Colaço, C.,   Rosado, A., Ferreira, V., &amp; Gil, R. (2012). Motivação para a prática desportiva   nos alunos do ensino básico e secundário: Influência do género, idade e nível de escolaridade. <i>Motricidade</i>, <i>8</i>(4), 38–51. <a href="http://doi.org/10.6063/motricidade.8(4).1551" target="_blank">http://doi.org/10.6063/motricidade.8(4).1551</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201500020001600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jõesaar, H., &amp;   Hein, V. (2011). Psychosocial determinants of young athletes’ continued   participation over time. <i>Perceptual and Motor Skills</i>, <i>113</i>(1), 51–66. <a href="http://doi.org/10.2466/05.06.13.PMS.113.4.51-66" target="_blank">http://doi.org/10.2466/05.06.13.PMS.113.4.51-66</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201500020001600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kawabe, H.,   Murata, K., Shibata, H., Hirose, H., Tsujioka, M., Saito, I., &amp; Saruta, T.   (2000). Participation in school sports clubs and related effects on   cardiovascular risk factors in young males. <i>Hypertension Research</i>, <i>23</i>(3), 227–232.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201500020001600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kirkby, R. J.,   Kolt, G. S., &amp; Liu, J. (1999). Participation motives of young Australian   and Chinese gymnasts. <i>Perceptual and Motor Skills</i>, <i>88</i>(2), 363–373. <a href="http://doi.org/10.2466/pms.1999.88.2.363" target="_blank">http://doi.org/10.2466/pms.1999.88.2.363</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201500020001600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Longhurst, K.,   &amp; Spink, K. S. (1987). Participation motivation of Australian children   involved in organized sport. <i>Canadian Journal of Sport Sciences = Journal Canadien Des Sciences Du Sport</i>, <i>12</i>(1), 24–30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201500020001600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lopes, P., &amp; Nunomura, M.   (2007). Motivação para a prática e permanência na ginástica artística de alto   nível. <i>Revista Brasileira de Educação Física e Esporte</i>, <i>21</i>(3), 177–187.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201500020001600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Martínez, R., Molinero, O.,   Jiménez, R., Salguero, A., Tuero, C., &amp; Márquez, S. (2008). La motivación   para la práctica en la iniciación al fútbol: influencia de la edad/categoría competitiva,   el tiempo de entrenamiento y la relación con el entrenador. <i>Apunts: Educación Física y Deportes</i>, <i>93</i>(3), 46–54.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201500020001600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Nuñez, P. R. M., Picada, H.   F. S. de L., Schulz, S. T., Habitante, C. A., &amp; da Silva, J. V. P. (2008).   Motivos que levam adolescentes a praticar o futsal. <i>Conexões</i>, <i>6</i>(1), 67–78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201500020001600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Paim, M. C. C. (2001).   Fatores motivacionais e desempenho no futebol. <i>Revista da Educação Física/UEM</i>, <i>12</i>(2), 73–79. <a href="http://doi.org/10.4025/reveducfisv12n2p73-79" target="_blank">http://doi.org/10.4025/reveducfisv12n2p73-79</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201500020001600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Paim, M. C. C., &amp;   Pereira, E. (2004). 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Champaign, Illinois: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201500020001600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ryan, R. M., &amp;   Deci, E. L. (2000). Self-determination theory and the facilitation of intrinsic   motivation, social development, and well-being. <i>American Psychologist</i>, <i>55</i>(1), 68–78. <a href="http://doi.org/10.1037/0003-066X.55.1.68" target="_blank">http://doi.org/10.1037/0003-066X.55.1.68</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201500020001600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Salguero, A.,   Gonzalez-Boto, R., Tuero, C., &amp; Marquez, S. (2004). Relationship between perceived   physical ability and sport participation motives in young competitive swimmers. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>44</i>(3), 294–299.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201500020001600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Salselas, V.,   Gonzalez-Boto, R., Tuero, C., &amp; Marquez, S. (2007). The relationship   between sources of motivation and level of practice in young Portuguese   swimmers. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>47</i>(2), 228–233.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201500020001600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sirard, J. R.,   Pfeiffer, K. A., &amp; Pate, R. R. (2006). Motivational factors associated with   sports program participation in middle school students. <i>The Journal of     Adolescent Health: Official Publication of the Society for Adolescent Medicine</i>, <i>38</i>(6), 696–703. <a href="http://doi.org/10.1016/j.jadohealth.2005.07.013" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.jadohealth.2005.07.013</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201500020001600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sit, C. H. P.,   &amp; Lindner, K. J. (2006). Situational state balances and participation   motivation in youth sport: a reversal theory perspective. <i>The British Journal of Educational Psychology</i>, <i>76</i>(Pt 2), 369–384. <a href="http://doi.org/10.1348/000709905X37190" target="_blank">http://doi.org/10.1348/000709905X37190</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201500020001600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Weinberg, R.,   Tenenbaum, G., McKenzie, A., Jackson, S., Anshel, M., Grove, R., &amp; Fogarty,   G. (2000). Motivation for youth participation in sport and physical activity:   relationships to culture, self-reported activity levels, and gender. <i>International Journal of Sport Psychology</i>, <i>31</i>, 321–346.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201500020001600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Zanetti, M. C.,   Lavoura, T. N., &amp; Machado, A. A. (2008). Motivação no esporte infanto- juvenil. <i>Conexões</i>, <i>6</i>(0). Obtido de <a href="http://fefnet178.fef.unicamp.br/ojs/index.php/fef/article/view/264" target="_blank">http://fefnet178.fef.unicamp.br/ojs/index.php/fef/article/view/264</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201500020001600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b></font>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <font size="2" face="Verdana">Nada a declarar    <br> <b>Conflito de Interesses:    <br> </b>Nada a declarar    <br> <b>Financiamento:    <br> </b>Nada a declarar</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo   recebido a 18.10.2013; Aceite a 22.05.2014 </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><a name="end" id="end"></a> <i>Autor correspondente</i>:   Rua Ildefonso Werner, 177, Condom&iacute;nio Royal Golf, CEP: 86055-545 &ndash; Londrina, Paran&aacute;, Brasil <i>E-mail</i>: <a href="mailto:darta@sercomtel.com.br">darta@sercomtel.com.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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