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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The aim of this study was to compare the influence of the modified Sit-and-Reach test (MSR) with or without warm-up on the final score obtained by groups of men and women of different ages, physically actives. The sample consisted of 412 subjects, 321 females (45 ± 14.09 years, 66 ± 12.23 kg, 1.55 ± 0.05 m) and 91 males (42 ± 15.75 years; 74, 6 ± 12.41 kg, 1.65 ± 0.07 m). All subjects underwent the MSR and the conventional Sit-and-Reach test (CSR), with or without warm up. The MSR showed significant results when compared to the CSR protocol, in both genders (p = 0.0001). Regarding the condition for testing (with or without warm up), the protocol with warm up showed better results than the protocol without warm up, for both genders, for the MSR and CSR (p = 0.0001). In conclusion, to evaluate the lower body flexibility, it would be interesting to use a MSR to minimize a possible influence in the score obtained at the test.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Influência da   modificação do teste de sentar e alcançar sobre o indicador de flexibilidade em   diferentes faixas etárias</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Influence of the modified Sit-and-Reach   Test in flexibility of different age groups</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Ewertton de Souza Bezerra<sup>1, 2, 3,<a href="#end">*</a></sup></b><a name="topo"></a><b>; Sandro   Lemos Martins<sup>2</sup>; Thalita Batista Leite<sup>2</sup>; Kayo Douglas Vieira Paladino<sup>1</sup>; Mateus   Rossato<sup>1,3</sup>;   Roberto Simão<sup>2</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Laborat&oacute;rio de Estudo do Desempenho Humano - LEDEHU- Faculdade de   Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Fisioterapia - Universidade Federal do Amazonas, -AM-Brasil</i>    <br>   <sup>2</sup> <i>Laborat&oacute;rio de Treinamento de For&ccedil;a- Escola de Educa&ccedil;&atilde;o     F&iacute;sica e Desportos - Universidade Federal do Rio de Janeiro - RJ &ndash; Brasil</i>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>3</sup> <i>Laborat&oacute;rio de Biomec&acirc;nica &ndash; Centro de Desportos &ndash; Universidade Federal de Santa Catarina-SC-Brasil</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo do   presente estudo foi comparar a influência do Teste de Sentar e Alcançar (TSA) modificado   com e sem aquecimento sobre o score final obtido por diferentes faixas etárias   de homens e mulheres fisicamente ativos. A amostra foi composta por 412   sujeitos, sendo 321 do gênero feminino (45 ± 14,09 anos; 66 ± 12,23Kg; 1,55 ±   0,05m) e 91 do gênero masculino (42 ± 15,75 anos; 74,6 ± 12,41Kg; 1,65 ±   0,07m). Todos os indivíduos realizaram o TSA modificado e convencional, com e   sem aquecimento. O TSA modificado apresentou resultados significativos quando   comparado à forma convencional, em ambos os gêneros avaliados (p = 0,0001). Em   relação à condição para realizar o teste (com e sem aquecimento), o protocolo   com aquecimento foi superior ao protocolo sem aquecimento, em ambos os gêneros,   para o TSA modificado e convencional (p = 0,0001). Como conclusão, para avaliar   a flexibilidade de membros inferiores, seria interessante utilizar um TSA   adaptado, a fim de minimizar uma possível influência no score obtido no final do teste.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> alongamento, flexibilidade, teste de sentar e alcançar.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The aim of this study was to compare the influence of   the modified Sit-and-Reach test (MSR) with or without warm-up on the final   score obtained by groups of men and women of different ages, physically   actives. The sample consisted of 412 subjects, 321 females (45 ± 14.09 years,   66 ± 12.23 kg, 1.55 ± 0.05 m) and 91 males (42 ± 15.75 years; 74, 6 ± 12.41 kg,   1.65 ± 0.07 m). All subjects underwent the MSR and the conventional   Sit-and-Reach test (CSR), with or without warm up. The MSR showed significant   results when compared to the CSR protocol, in both genders (p = 0.0001).   Regarding the condition for testing (with or without warm up), the protocol   with warm up showed better results than the protocol without warm up, for both   genders, for the MSR and CSR (p = 0.0001). In conclusion, to evaluate the lower   body flexibility, it would be interesting to use a MSR to minimize a possible influence in the score obtained at the test.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> stretching, flexibility, sit-and-reach test.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">A   flexibilidade é uma variável importante para o desempenho físico, saúde e   qualidade de vida (Garber et al., 2011). Diversos fatores podem influenciar os   níveis de flexibilidade, tais como: gênero, condição física, idade e   especificidade de treinamento (Garber et al., 2011; Liemohn, Sharpe, &amp; Wasserman, 1994; Mier &amp; Shapiro, 2013). </font></p>     <p><font size="2">Existem   diversos métodos para realizar a avaliação da flexibilidade, um deles é o Teste   de Sentar e Alcançar (TSA). Este teste foi desenvolvido para medir a   flexibilidade da coluna vertebral e parte posterior dos membros inferiores de   indivíduos de todas as idades e ambos os gêneros (Wells &amp; Dillon, 1952). O   TSA é um dos mais conhecidos e bem difundidos métodos para avaliar a   flexibilidade em centros de treinamento e academias, principalmente pelo fato de ser um teste de fácil aplicação, baixo custo e curta duração.</font></p>     <p><font size="2">Segundo   ACSM (2006), antes de se administrar o TSA não se deve deixar de realizar um   aquecimento aeróbico de intensidade leve a moderada (5 – 10 minutos) e   aquecimento muscular adequado. A utilização do aquecimento, que antecede a   realização de algum tipo de exercício físico, é uma prática comumente   utilizada, tanto por praticantes de atividade física quanto atletas de alto   rendimento e tem como objetivo melhorar a dinâmica de um músculo para que ele   seja menos propenso a lesão e, preparar os indivíduos para as demandas do   exercício (Woods, Bishop, &amp; Jones, 2007). Diversos estudos fazem uso do aquecimento   prévio a realização do TSA, Porém a metodologia aplicada no aquecimento se   torna conflitante, poucos estudos utilizam o aquecimento proposto pelo ACSM   2006 em sua forma original. Outros estudos utilizam apenas exercícios de   flexibilidade ou apenas a caminhada o que dificulta a comparação dos resultados   na questão da limitação na utilização ou não do aquecimento prévio ao TSA   (Mayorga-Vega, Merino-Marban, &amp; Viciana, 2014). Esse aquecimento realizado   previamente ao TSA, diferenças de proporções entre comprimento dos membros   superiores e inferiores, mobilidade da coluna vertebral e mobilidade da cintura   escapular (D. R. Hopkins &amp; Hoeger, 1992; Simoneau, 1998), são algumas das   limitações do TSA que consequentemente podem alterar a classificação final do nível de flexibilidade do avaliado. </font></p>     <p><font size="2">Hopkins   e Hoeger (1992) comparam o TSA original, proposto por Wells e Dillon (1952) com   o TSA modificado, proposto por Hopkins (1981), o qual tinha como objetivo   estabelecer um ponto zero para cada indivíduo, a fim de eliminar as diferenças   de comprimentos dos membros, antes da realização do teste. Foram verificadas   diferenças significativas em ambos os protocolos para um mesmo grupo. Assim, a   fim de eliminar qualquer viés de comprimento dos membros e fornecer uma pontuação   precisa da flexibilidade do tronco e quadril, os autores recomendam que o TSA   modificado seja utilizado. Além disso, ambos os protocolos (original e   modificado) não se preocuparam com a possível influência dos músculos   gastrocnêmios, o que também poderia influenciar o <i>score</i> final dos   testes. Essa musculatura, quando se encontra encurtada, pode alterar o alcance   máximo do indivíduo durante o teste, o que poderia subestimar o alcance máximo   dos avaliados (Cardoso, Azevedo, Cassano, Kawano, &amp; Âmbar, 2007). Liemohn,   Sharpe, e Wasserman (1994) sugeriram uma adaptação ao TSA original a fim de   minimizar a influência dos músculos gastrocnêmios. Eles sugeriram uma adaptação   na caixa, onde durante a realização do teste o pé não ficaria fixo e sim móvel;   assim, diferente do TSA convencional, o indivíduo poderia manter o pé em dorsiflexão ou em flexão plantar.</font></p>     <p><font size="2">Outra   adaptação proposta por Cardoso, Azevedo, Cassano, Kawano, e Âmbar (2007), para   reduzir uma possível influência dos músculos gastrocnêmios, é colocar uma abertura   (porta) de 27 cm de altura x 27 cm de largura no local do apoio plantar, na   caixa. Esta porta, quando aberta, possibilita eliminar a influência dos   músculos gastrocnêmios durante o teste. Essa adaptação não foi utilizada em estudos anteriores, quando o objetivo era comparar o TSA original e o adaptado. </font></p>     <p><font size="2">Sendo   assim, o objetivo do presente estudo é: (a) comparar a influência do Teste de   Sentar e Alcançar modificado (com abertura na caixa) realizado com e sem   aquecimento prévio, sobre o <i>score</i> final obtido por diferentes faixas   etárias de homens e mulheres fisicamente ativos; (b) propor tabelas percentis   para facilitar a classificação de indivíduos nas diferentes faixa-etárias avaliadas.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Este   estudo tem caráter quase experimental, pois não apresenta grupo controle. A   caracterização da amostra foi realizada através de medidas antropométricas   (estatura, massa corporal e IMC). Para as medidas antropométricas, foi   utilizada uma balança digital (Welmy®, Brasil), calibrada em quilogramas e um   estadiômetro (Sanny, Brasil), graduado em centímetros. O IMC foi calculado   adotando-se como padrão de referência a equação do <i>World Health Organization   </i>(1995). Em seguida, a realização do TSA foi feita na seguinte ordem: sem   aquecimento (porta aberta e fechada) e com aquecimento (porta aberta e fechada). </font></p>     <p><font size="2">Antes da coleta de dados, todos os indivíduos   responderam ao questionário PAR-Q (Shephard,   1988) e foram informados sobre o procedimento experimental,   de acordo com a declaração de Helsinki. O Projeto de Pesquisa foi submetido e   aprovado pelo Comitê/Conselho de Ética em Pesquisa da Instituição   (0121.0.115.000-10 9) e atendeu às “Normas Sobre Pesquisa Envolvendo Seres   Humanos”, de acordo com a resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, de 10 de Outubro de 1996. </font></p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>AMOSTRA</b></font>     <p><font size="2" face="Verdana">O   grupo de voluntários foi composto por 412 sujeitos, sendo 321 do gênero   feminino (45 ± 14,09 anos; 66 ± 12,23 Kg; 1,55 ± 0,05 m) e 91 do gênero   masculino (42 ± 15,75 anos; 74,6 ± 12,41 Kg; 1,65 ± 0,07 m). Os sujeitos faziam   parte de três programas de atividade física desenvolvidos na cidade de Manaus   no período de Novembro de 2010 a Abril de 2011. O tamanho da amostra coletada   foi de 76 (58 mulheres e 18 homens) no Centro de Convivência do Mutirão, 235   (182 mulheres e 53 homens) no Centro de Convivência Padre Pedro Vignola e de 101 (81 mulheres e 20 homens) no Centro de Convivência do Idoso.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a02t1.jpg"><font size="2" face="Verdana">Tabela 1</font></a></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   amostra foi definida com o objetivo de informar o número mínimo esperado de   sujeitos da pesquisa, calculou-se por meio da fórmula de estimativa para   proporções, considerando uma prevalência de 50% (p), nível de 95% de confiança   e significância de 5% (d) de acordo com a equação:</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a02e1.jpg" width="179" height="58">   <font face="Verdana">  </font></p>     
<p align="center">&nbsp;</p> <font face="Verdana">     <p><font size="2">Após   correção para população finita, uma amostra final de 412 indivíduos foi obtida.   Visando resguardar a precisão, optou-se por majorar a amostra em 10% a fim de compensar eventuais perdas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">Como   critérios de inclusão, foram adotados: a) ausência de relatos de alterações   osteomioarticulares que impedissem a realização dos movimentos envolvidos no   teste e, b) envolvimento em atividades de alongamento pelo menos duas vezes na   semana a no mínimo seis meses, c) não praticar atividades físicas antes da   realização dos procedimentos experimentais, para que a coleta dos dados não sofra alterações, d) não está em período gestacional. </font></p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">As   coletas de dados foram realizadas com intervalos de 24 horas, durante os   período vespertino/noturno, pois este era o horário de maior fluxo de sujeitos   nos centro de convivência da família. A coleta foi feita em uma sala climatizada em média com 25°C.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>AQUECIMENTO</b></font></p> <font face="Verdana">    <p><font size="2">O   aquecimento foi aplicado especificamente para as musculaturas tóraco-lombar,   isquiostibiais e tríceps sural. Para tal fim, dois exercícios de alongamento   através do método dinâmico foram aplicados separadamente, durante o tempo   cronometrado de um minuto. No primeiro exercício o sujeito na posição em pé   realizou o movimento de flexão plantar e, no segundo exercício, também em pé,   foi realizada flexão de quadril e coluna tóraco-lombar com inclinação do tronco   em direção ao chão, juntamente com a extensão dos cotovelos, estando as mãos   uma sobre a outra. Nos dois exercícios o sujeito voltava à posição de origem, realizando o ciclo do movimento até o fim do tempo determinado. </font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>PROCEDIMENTOS</b>          </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Teste   de Sentar e Alcançar</b></font><font face="Verdana">         </font></p> <font face="Verdana">     <p><font size="2">O TSA foi realizado em uma caixa de madeira com as   seguintes medidas 30,5 cm x 30,5 cm x 30,5 cm, com um prolongamento de 23 cm,   para o apoio dos membros superiores dos sujeitos. Sobre a face superior da   caixa e do prolongamento, havia uma escala métrica de 53,5 cm que permitiu   determinar o alcance do indivíduo. No banco padrão, durante o teste, a planta   dos pés do participante coincide com o 23º cm (vigésimo terceiro centímetro) da   fita métrica. No local do apoio plantar na caixa   foi construída uma abertura (porta) de 27 cm de altura x 27 cm de largura. Esta   porta, quando aberta, possibilita eliminar a influência dos músculos   gastrocnêmios durante o teste, fato que poderia subestimar o alcance máximo dos   voluntários quando estes músculos encontram-se encurtados (Cardoso et   al., 2007). Todas as medidas do instrumento são apresentadas na <a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a02f1.jpg">figura 1</a>. </font></p>     
<p><font size="2">Para   o registro das duas condições experimentais, o indivíduo foi posicionado no   instrumento descalço, com quadris em flexão, joelhos em extensão e a planta dos   pés em contato com a parte frontal, na marca de 23 centímetros da escala. Foi   solicitado que o participante realizasse inspiração profunda e, durante a   expiração, inclinasse o tronco para frente com a intenção de alcançar a   distância máxima possível com a ponta dos dedos. Para um controle sobre   possíveis deslocamentos laterais dos indivíduos durante o teste, os membros   superiores foram alinhados com a fita métrica do banco, com uma mão sobreposta   à outra (dedo médio da mão direita sobre o da esquerda). Durante a realização   do TSA o avaliador colocou as mãos sobre os joelhos do avaliado para que o mesmo   não realizasse o movimento de flexão do joelho. Na forma de aplicação do TSA   com a porta aberta, o sujeito realizava o mesmo padrão de movimento descrito   anteriormente, com exceção do apoio frontal dos pés que era feito apenas pelo   calcanhar, ficando a região do antepé e médiopé livres. Em ambas as condições e   formas de aplicação do teste, o resultado foi observado na fita métrica fixada   na parte superior da caixa, em três tentativas, ficando como resultado final a   de maior valor. O resultado foi expresso em centímetros com uma casa decimal.</font></p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>AN&Aacute;LISE ESTAT&Iacute;STICA</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Os   valores observados para as duas situações foram descritos pela média e desvio   padrão. Inicialmente foi testada a normalidade dos resultados por gênero   através do teste de <i>Kolmorov-Smirnov</i> (p &gt; 0,05). Como todas as   variáveis apresentaram-se paramétricas, um Test <i>T-student</i> pareado foi   aplicado para analisar as condições com e sem aquecimento nas duas formas de   aplicação do TSA (porta aberta e fechada) em todas as faixas etárias analisadas   para ambos os gêneros. Uma distribuição de frequência (percentil) foi utilizada   para classificação em cada faixa etária. O valor alfa de 0,05 foi adotado e todo o tratamento estatístico foi realizado no pacote SPSS 17 <i>for Windows.</i></font></p> </font>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">O   TSA modificado apresentou melhores resultados quando comparado à forma   convencional, com diferença significativa em ambos os gêneros avaliados (<i>p </i>=   0,0001). Em relação à condição para realizar o teste (com e sem aquecimento), o   protocolo com aquecimento foi superior ao protocolo sem aquecimento para ambos   os gêneros, para o TSA modificado e convencional (<i>p </i>= 0,0001). Todos os   resultados apresentados não sofreram modificação em função da faixa etária avaliada (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a02t2.jpg">Tabela 2</a>).</font></p> </font>     
<p><font size="2" face="Verdana">A partir dos resultados   encontrados foram criadas tabelas referenciais para ambos os gêneros, feminino   (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a02t3.jpg">Tabela 3</a>) e masculino (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a02t4.jpg">Tabela 4</a>), baseadas em percentil para classificar os   tipos de testes propostos (convencional e modificado). As tabelas foram propostas a partir da condição com aquecimento</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font></p> <font face="Verdana">    <p><font size="2">O   presente estudo mostra que o Teste de Sentar e Alcançar modificado apresentou   melhores resultados quando comparado ao teste convencional, com diferença   significativa em ambos os gêneros avaliados. Com relação à condição em que foi   realizado o teste (com e sem aquecimento), o protocolo com aquecimento foi   superior ao protocolo sem aquecimento, para ambos os gêneros, tanto para o TSA modificado quanto para o TSA convencional.</font></p>     <p><font size="2">Nossos   achados corroboram com outros estudos que tiveram como objetivo propor estratégias   para eliminar as diferenças relacionadas ao comprimento dos membros superiores   e inferiores. Hopkins e Hoeger (1992) comparam o   TSA original, proposto por Wells e Dillon (1952) com o TSA modificado,   proposto por Hopkins (1981) e identificaram diferenças significativas quando um   mesmo grupo era submetido em ambos os protocolos. No protocolo utilizado no   estudo de Hopkins e Hoeger (1992), a adaptação sugerida foi estabelecer um   ponto zero para cada indivíduo, a fim de eliminar as diferenças de comprimentos   dos membros superiores, antes da realização do teste. Liemohn et al. (1994)   verificaram que a posição do tornozelo (dorsiflexão e flexão-plantar) poderia   modificar o <i>score</i> final do teste. A metodologia utilizada foi similar a   que foi utilizada no presente estudo (os autores utilizaram homens e mulheres   fisicamente ativos). Antes do inicio dos testes os indivíduos realizavam um   aquecimento prévio na região lombar, musculatura posterior de coxa e   gastrocnêmios. A adaptação sugerida foi realizar o teste em flexão-plantar e   não em dorsiflexão, como no teste original. Em ambos os gêneros, o <i>score </i>foi   maior quando a flexão-plantar foi utilizada durante o teste, o que corrobora   com nossos achados. Quando comparados os testes com e sem aquecimento, o TSA   adaptado novamente foi o que apresentou as maiores pontuações. Uma hipótese   para essas diferenças seria a ligação entre as fáscias dos gastrocnêmios e dos   isquiotibiais, ou a tensão sobre o nervo ciático, que pode restringir o   desempenho dos sujeitos quando o tornozelo encontra-se em dorsiflexão durante a realização dos testes (Gajdosik, LeVeau, &amp; Bohannon, 1985). </font></p>     <p><font size="2">Em   nossos achados quando comparando o TSA realizado com e sem o &nbsp;aquecimento   prévio, a realização do aquecimento proporcionou os maiores valores quando   comparado sem o aquecimento (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a02t2.jpg">tabela 2</a>). Por definição existem dois tipos de   aquecimento: o passivo, onde a temperatura muscular e corporal é aumentada por   meios externos e, o aquecimento ativo, que é composto basicamente por algum   tipo de movimento do corpo, não específico, como por exemplo: caminhar, andar   de bicicleta, calistenia, entre outros (Woods et al., 2007). O aquecimento   proposto para anteceder o TSA é caracterizado como um aquecimento ativo e, possivelmente,   pode proporcionar alterações fisiológicas na musculatura (Woods et al., 2007).   Uma hipótese para o aquecimento utilizado no TSA proporcionar os maiores   valores, seria recorrente de um aumento da temperatura muscular, que por   consequência aumenta a vasodilatação, o que produz um aumento do fluxo   sanguíneo na região dos tecidos ativos (musculatura paravertebral, posteriores   da perna e coxa), promovendo uma redução da rigidez muscular proporcionando um   aumento na viscoelasticidade dos músculos utilizados (Thompson, Ryan,   Sobolewski, Conchola, &amp; Cramer, 2013), proporcionando assim um aumento na amplitude articular, consequentemente um <i>score</i> final maior no TSA. </font></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">Comparando   entre os gêneros, Liemohn et al. (1994) encontraram diferença com relação as mulheres   tanto para o TSA original quanto para o adaptado, o que não foi confirmado em   nosso estudo. Uma possível hipótese para esse fato seria as mulheres recrutadas   para o estudo de Liemohn et al. (1994) estarem em período fértil do ciclo   menstrual, o que resulta em um aumento na liberação de dois hormônios, a   relaxina e o estrogênio. A função da relaxina é manter a função por meio do   relaxamento de ligamentos, alongamento de fibrocartilagens por atividade   colagenolítica e aumento do fluido sinovial na preparação para o parto,   ampliando a articulação pélvica. Pode ser ainda que os receptores de   estrogênios acumulem relaxina nas articulações pélvicas e cápsula articular   (Polden &amp; Mantle, 1997), o que possivelmente aumentaria a flexibilidade das   mulheres no estudo. Tanto em nosso estudo quanto no de Liemohn et al. (1994),   não houve qualquer tipo de controle com relação ao ciclo menstrual das mulheres voluntárias.</font></p>     <p><font size="2">O   TSA é rápido, prático e simples de ser aplicado; qualquer pessoa sem   experiência prática consegue utilizá-lo facilmente, além de ser extremamente   útil para avaliar uma grande quantidade de indivíduos. Porém, ele apresenta   limitações que podem influenciar na pontuação final obtida, consequentemente   modificando a classificação do nível de flexibilidade do avaliado. Uma dessas   limitações está relacionada à diferença de comprimento dos membros inferiores, e a utilização ou não do aquecimento proposto para o teste.</font></p>     <p><font size="2"><b>&nbsp;</b></font></p> <b><font size="3">CONCLUSÕES</font></b><font size="2">      <p>Conclui-se   que para avaliar a flexibilidade de membros inferiores, preferencialmente   utilizar um TSA adaptado a fim de minimizar uma possível influência do   comprimento dos membros inferiores, além da influência do aquecimento proposto para o TSA no valor final do teste.</p> </font></font>    <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p> <font face="Verdana"><font size="2">    <!-- ref --><p>ACSM. (2006). <i>Manual do ACSM para avaliação da aptidão física relacionada à saúde</i> (1<sup>a</sup> ed.). São Paulo: Guanabara Koogan.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201500030000200001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Cardoso, J. R., Azevedo, N.   C. T., Cassano, C. S., Kawano, M. M., &amp; Âmbar, G. (2007). Intra and   interobserver reliability of angular kinematic analysis of the hip joint during   the sit-and-reach test to measure hamstring length in university students. <i>Brazilian     Journal of Physical Therapy</i>, <i>11</i>(2), 133–138. <a href="http://doi.org/10.1590/S1413-35552007000200008" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S1413-35552007000200008</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201500030000200002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Gajdosik, R. L., LeVeau, B. F., &amp; Bohannon, R. W. (1985). Effects of   ankle dorsiflexion on active and passive unilateral straight leg raising. <i>Physical Therapy</i>, <i>65</i>(10), 1478–1482.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201500030000200003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Garber, C. E., Blissmer, B., Deschenes, M. R., Franklin, B. A., Lamonte,   M. J., Lee, I.-M., … American College of Sports Medicine. (2011). American   College of Sports Medicine position stand. Quantity and quality of exercise for   developing and maintaining cardiorespiratory, musculoskeletal, and neuromotor   fitness in apparently healthy adults: guidance for prescribing exercise. <i>Medicine     and Science in Sports and Exercise</i>, <i>43</i>(7), 1334–1359. <a href="http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e318213fefb" target="_blank">http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e318213fefb</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201500030000200004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Hopkins, D. (1981). <i>The relationship between selected anthropometric   measures and sit-and-reach performance</i>. Comunicação apresentada na American   Alliance for Health, Physical Education, Recreation and Dance National Measurement Symposium, Houston, TX.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201500030000200005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hopkins, D. R., &amp; Hoeger, W. W. K. (1992). A Comparison of the   Sit-and-Reach Test and the Modified Sit-and-Reach Test in the Measurement of   Flexibility for Males. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research</i>, <i>6</i>(1), 7–10.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201500030000200006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Liemohn, W., Sharpe, G. L., &amp; Wasserman, J. F. (1994). Criterion   Related Validity of the Sit-and-Reach Test. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research</i>, <i>8</i>(2), 91–94.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201500030000200007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mayorga-Vega, D., Merino-Marban, R., &amp; Viciana, J. (2014).   Criterion-Related Validity of Sit-and-Reach Tests for Estimating Hamstring and   Lumbar Extensibility: a Meta-Analysis. <i>Journal of Sports Science &amp; Medicine</i>, <i>13</i>(1), 1–14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201500030000200008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Mier, C. M., &amp; Shapiro, B. S. (2013). Sex differences in pelvic and   hip flexibility in men and women matched for sit-and-reach score. <i>Journal of     Strength and Conditioning Research / National Strength &amp; Conditioning     Association</i>, <i>27</i>(4), 1031–1035. <a href="http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3182651d79" target="_blank">http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3182651d79</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201500030000200009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Polden, M., &amp; Mantle, J. (1997). <i>Fisioterapia em Ginecologia e Obstetrícia</i> (2<sup>a</sup> ed.). São Paulo: Santos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201500030000200010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Shephard, R. J. (1988). PAR-Q, Canadian Home Fitness Test and exercise   screening alternatives. <i>Sports Medicine (Auckland, N.Z.)</i>, <i>5</i>(3), 185–195.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201500030000200011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Simoneau, G. G. (1998). The Impact of Various Anthropometric and   Flexibility Measurements on the Sit-and-Reach Test. <i>The Journal of Strength &amp; Conditioning Research</i>, <i>12</i>(4), 232 – 237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201500030000200012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Thompson, B. J., Ryan, E. D., Sobolewski, E. J., Conchola, E. C., &amp;   Cramer, J. T. (2013). Age related differences in maximal and rapid torque characteristics of the leg extensors and flexors in young, middle-aged and old men. <i>Experimental Gerontology</i>, <i>48</i>(2), 277–282. <a href="http://doi.org/10.1016/j.exger.2012.10.009" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.exger.2012.10.009</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201500030000200013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wells, K. F., &amp; Dillon, E. K. (1952). The Sit and Reach—A Test of   Back and Leg Flexibility. <i>Research Quarterly. American Association for     Health, Physical Education and Recreation</i>, <i>23</i>(1), 115–118. <a href="http://doi.org/10.1080/10671188.1952.10761965" target="_blank">http://doi.org/10.1080/10671188.1952.10761965</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201500030000200014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Woods, K., Bishop, P., &amp; Jones, E. (2007). Warm-up and stretching in   the prevention of muscular injury. <i>Sports Medicine (Auckland, N.Z.)</i>, <i>37</i>(12), 1089–1099.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201500030000200015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>World Health Organization. (1995). <i>Physical status: the use and   interpretation of anthropometry</i> (Technical Report Series No. 854) (pp.   1–452). Genebra: World Health Organization Expert Committee.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201500030000200016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> </font></font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar    <br>   <b>Conflito de Interesses:    <br>   </b>Nada a declarar    <br>   <b>Financiamento:    <br>   </b>Funda&ccedil;&atilde;o de &Acirc;mparo a Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM). Projeto: PIB-S/0025/2010</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Artigo   recebido a 05.06.2013; Aceite a 24.09.2014 </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><a name="end" id="end"></a><i> Autor   correspondente</i>: Av. General Rodrigo Oct&aacute;vio, 6200, Coroado I, 69077-000,   Manaus, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:ewsbezerra@yahoo.com.br">ewsbezerra@yahoo.com.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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