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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Efeito agudo do alongamento estático sobre a força muscular dinâmica no exercício supino reto realizado em dois diferentes ângulos articulares]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The objective of the study was to determine the acute effects of static stretching (SS) on the range of motion (ROM) levels of the shoulder girdle and on 10 repetition maximum (10-RM) on the bench press exercise in two joint angles. Eleven male subjects (28.32 ± 5.4 years; 1.73 ± 0.1 m; 72.1 ± 15.3 kg) were randomly assigned to a control (CC - no stretching) and experimental (two sets of 30 s of passive static stretching for the chest and the triceps) conditions. The shoulder girdle ROM during horizontal abduction of the shoulder was analyzed measure with photogrammetry and analyzed using an angular dimension tool from CorelDRAW®. The 10-RM was performed in a free bar bench press in two different joint angles (total range of motion or 90° of elbow flexion). The reliability of shoulder girdle ROM and 10-RM at 90° and total range were high (R> 0.95). A two-way ANOVA with repeated measures for both factors with post-hoc Bonferroni test showed a significant interaction with increase in ROM (p 0.029) after SS. No significant differences were found for the others variables. It was concluded that a reduced static stretching routine was able to increase acute ROM levels without impairing dynamic strength performance at different joint angles.]]></p></abstract>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[amplitude de movimento articular]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[avaliação do desempenho]]></kwd>
<kwd lng="pt"><![CDATA[treinamento de resistência]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Efeito agudo do alongamento   estático sobre a força muscular dinâmica no exercício supino reto realizado em dois diferentes ângulos articulares</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Acute effect of static stretching on dynamic muscular strength on bench press exercise at two different joint angles</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Eurico   Peixoto César<sup>1,     2</sup>; César Augusto P Paula<sup>2</sup>; Denise Paulino<sup>2</sup>; Luciana Miranda Lima   Teixeira<sup>2</sup>; Paulo Sérgio Chagas Gomes<sup>1,<a href="#end">*</a></sup></b><a name="topo" id="topo"></a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Laborat&oacute;rio Crossbridges, Programa de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em   Ci&ecirc;ncias do Exerc&iacute;cio e do Esporte - PPGCEE, Instituto de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e   Desportos, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ</i>    <br>   <sup>2</sup> <i>Curso   de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Universidade Presidente Ant&ocirc;nio Carlos (Barbacena, MG)</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo foi   determinar os efeitos agudos do alongamento estático (AL) sobre os níveis de   amplitude de movimento (ADM) da cintura escapular e sobre 10 repetições máximas   (10-RM) no supino reto em dois ângulos articulares. Onze homens (28.32 ± 5.4   anos; 1.73 ± 0.1 m; 72.14 ± 15.3 kg) foram submetidos aleatoriamente à condição   controle (CC) e experimental (2 séries de 30 s de AL passivos para o peitoral e   tríceps). A ADM da cintura escapular no movimento de abdução horizontal do   ombro foi analisada através da fotogrametria usando ferramenta de dimensão   angular do CorelDRAW<sup>®</sup>. Os testes   de 10-RM foram feitos no supino reto com barra livre com randomização para   amplitude total e limitada a 90° de flexão do cotovelo. A confiabilidade da ADM   da cintura escapular e das 10-RM nas duas amplitudes diferentes foi alta (R&gt;   0.95). A ANOVA de duas entradas com medidas repetidas nos dois fatores com <i>post-hoc</i> de Bonferroni indicou uma interação significativa, com aumento da ADM (<i>p</i>=   0.029) após AL. Não foi encontrada diferença significativa para 10-RM e volume   total em nenhuma das angulações e condições testadas. Conclui-se que<b> v</b>olumes   reduzidos de AL aumentaram significativamente a ADM sem promover prejuízo no desempenho da força dinâmica realizada em diferentes ângulos articulares.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>amplitude de movimento articular, avaliação do desempenho, treinamento de resistência. </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   objective of the study was to determine the acute effects of static stretching   (SS) on the range of motion (ROM) levels of the shoulder girdle and on 10   repetition maximum (10-RM) on the bench press exercise in two joint angles.   Eleven male subjects (28.32 ± 5.4 years; 1.73 ± 0.1 m; 72.1 ± 15.3 kg) were   randomly assigned to a control (CC - no stretching) and experimental (two sets   of 30 s of passive static stretching for the chest and the triceps) conditions.   The shoulder girdle ROM during horizontal abduction of the shoulder was   analyzed measure with photogrammetry and analyzed using   an angular dimension tool from CorelDRAW®. The 10-RM was performed in a   free bar bench press in two different joint angles (total range of motion or   90° of elbow flexion). The reliability of shoulder girdle ROM and 10-RM at 90°   and total range were high (R&gt; 0.95).  A two-way ANOVA with repeated measures   for both factors with post-hoc Bonferroni test showed a significant interaction   with increase in ROM (p 0.029) after SS. No significant differences were found   for the others variables. It was concluded that a reduced static stretching   routine was able to increase acute ROM levels without impairing dynamic strength performance at different joint angles.  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> range of motion, employee performance appraisal, resistance training </font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar   de o alongamento estático ser frequentemente utilizado durante a rotina de   aquecimento em diversas modalidades desportivas, o efeito dessa estratégia no   desempenho da força e potência tem sido amplamente debatido na literatura, com   alguns autores apontando prejuízo na atividade subsequente (Bacurau   et al., 2009; Bradley, Olsen, &amp; Portas, 2007; Ogura, Miyahara, Naito,   Katamoto, &amp; Aoki, 2007), enquanto outros não foram capazes   de encontrar efeitos deletérios sobre o desempenho (Beedle,   Rytter, Healy, &amp; Ward, 2008; Perrier, Pavol, &amp; Hoffman, 2011).   O leitor deve referir-se à revisão de Rubini, Costa, &amp; Gomes (2007) para maiores considerações sobre o assunto.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   discordância entre esses achados parece estar associada aos diferentes volumes   e/ou o tempo de insistência do alongamento estático empregados. Tal questão tem   sido investigada na literatura e apontada como a possível relação dose-reposta   dos efeitos do alongamento estático sobre o desempenho (Ryan   et al., 2008). Além disso, alguns trabalhos que utilizaram volumes   menores de alongamento estático apresentaram aumento na amplitude de movimento   (ADM) articular sem prejuízo no desempenho da força (Ogura   et al., 2007; Ryan et al., 2008), o que reforça a   importância da manipulação adequada do volume do alongamento para o efeito desejado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Atualmente   tem sido levantada a hipótese dos efeitos do alongamento estático ser ângulo-específico,   com alguns autores evidenciando queda no desempenho em algumas angulações   articulares, mas não em outras (La   Torre et al., 2010; Nelson, Guillory, Cornwell, &amp; Kokkonen, 2001; Weir,   Tingley, &amp; Elder, 2005). O   mecanismo postulado para explicar tal fenômeno seria a redução da rigidez   passiva da unidade músculo-tendinosa, o que provocaria uma alteração para a   direita na curva de comprimento tensão (Weir   et al., 2005), obrigando o músculo a trabalhar em amplitudes de   movimento maiores após alongamento estático para obter os mesmos níveis de   tensão máxima alcançados sem a rotina de alongamentos. No entanto, até onde se   sabe tal hipótese só foi testada em exercícios para membros inferiores, sem   relatos na literatura sobre o possível efeito do alongamento estático sobre a curva de comprimento-tensão em músculos do membro superior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Diante   das divergências e lacunas apontadas acima, o presente estudo objetivou   determinar os efeitos agudos de uma rotina de alongamentos estáticos sobre os   níveis de amplitude de movimento da cintura escapular e sobre a força de resistência   de membros superiores no exercício supino reto com amplitude de movimento total ou limitada a 90º de flexão do cotovelo.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>MÉTODOS</b></font>     <p><font size="2" face="Verdana">O   presente estudo, com delineamento de grupo único com tratamento cruzado   aleatório, foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade   Presidente Antônio Carlos – UNIPAC – MG (n° 171.510/2012). O envolvimento dos   voluntários somente ocorreu após a assinatura do termo de consentimento livre e   esclarecido, além do preenchimento de um questionário para estratificação de   risco e uma explicação detalhada dos procedimentos do presente estudo. O estudo   foi conduzido de acordo com os preceitos definidos na declaração de Helsínquia para pesquisas com seres humanos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Amostra</b></font> </p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   amostra foi composta por 11 voluntários do sexo masculino (28.32 ± 5.4 anos;   1.73 ± 0.1 m; 72.14 ± 15.3 kg), estudantes de educação física, fisicamente   ativos e com experiência de pelo menos dois anos no exercício supino reto na   barra livre. Nenhum dos sujeitos fazia uso de suplementos alimentares e esteroides   anabólicos ou apresentou lesão na cintura escapular ou cotovelo nos seis meses que antecederam a coleta de dados. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b></font> </p> <font face="Verdana">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">No   presente estudo foi medido o nível de ADM da cintura escapular no movimento de   AHO com o cotovelo estendido e palma da mão voltada para baixo. Inicialmente   foram marcados os pontos anatômicos acromial (borda superior e lateral do   processo acromial) e estiloidal (ponto mais distal do processo estiloide do rádio) no membro superior direito dos voluntários. </font></p>     <p><font size="2">Em   seguida o sujeito ficou deitado em um banco em decúbito ventral, com o quadril   e o tronco fortemente presos através de faixas, garantindo assim estabilização   do tronco e cintura escapular durante a medida. A partir daí, com o ombro   abduzido a 90º, o cotovelo estendido e palma da mão voltada para baixo, foi   feita uma mobilização lenta e gradual com o movimento de AHO até o ponto de maior desconforto relatado pelo sujeito (<a href="#f1">Figura 1</a>).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a04f1.jpg" width="399" height="496"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2">Identificado   esse ponto, a postura foi sustentada por dois segundos para o registro da   medida através de fotografia (Sony Cyber-shot DSC-H5, San Diego, USA) com   frequência de amostragem de 30 Hz posicionada em um plano horizontal fixada em   um tripé situada em uma plataforma de 80 cm de altura a uma distância de 1.60 m   do banco com o quadro centralizado na articulação do ombro do voluntário   testado. Foram realizados três movimentos e utilizou-se a média entre as medidas para análise.</font></p>     <p><font size="2">Para   se determinar a ADM foi empregado o método de fotogrametria utilizando a ferramenta   dimensão angular, disponível no software CorelDRAW<sup>®</sup> Graphics Suite - Versão 12.0. A confiabilidade desse método foi   determinada através das medidas realizadas durante as visitas dois e três do estudo. </font></p>     <p><font size="2">Para   se determinar a força de resistência dinâmica máxima dos sujeitos foi empregado   o teste de 10-RM no exercício supino reto com barra livre (barra cromada de 180   cm, Terra Fitness, Santo André, São Paulo, Brasil). Antes do início dos testes, todo o procedimento foi explicado detalhadamente aos sujeitos. </font></p>     <p><font size="2">Inicialmente   foi solicitado que o sujeito utilizasse a pegada na barra que lhe fosse mais   confortável sendo essa padronizada através de marcações para as demais visitas.   No teste com limitação de ADM a 90º de flexão do cotovelo, foi utilizado um   aparato de metal com medidas de ajuste de altura limitadas por elásticos   posicionados em ambos os lados do banco de supino. Para determinação da ADM,   foi solicitado ao sujeito que descesse controladamente a barra sem nenhuma   carga até que o ângulo entre o seu braço e antebraço formassem 90º. Tal medida   foi feita através de um goniômetro universal. Nesse ponto as tiras elásticas do   aparato foram posicionadas, tocando o braço do sujeito e foi anotada a medida para os testes posteriores. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">Durante   as tentativas, o sujeito foi orientado a tocar o elástico na fase excêntrica a   cada repetição, garantindo assim a ADM desejada no exercício. Em seguida, foi   adicionada carga na barra e o sujeito foi orientado a realizar 10 repetições   máximas (10-RM). Foram realizadas, no máximo três tentativas por dia, com   intervalo de 05 min entre elas. Para novo teste, foi dado um intervalo mínimo de 48 h. </font></p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">Para   o teste em ADM total, os mesmos procedimentos acima foram adotados, com a   diferença que, para validar a repetição o sujeito deveria tocar a barra   levemente no peito na fase excêntrica do movimento. Ambos os testes de 10-RM em   diferentes amplitudes foram realizados no mesmo dia de forma randomizada e com intervalo mínimo de 15 min entre eles.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font> </p> <font face="Verdana">    <p><font size="2">Foram   realizadas cinco visitas para a totalização da coleta de dados, com intervalo mínimo   de três e máximo de sete dias entre elas. As três visitas iniciais foram   compostas de familiarização dos voluntários com os procedimentos experimentais   e a confiabilidade das medidas de ADM da cintura escapular e de força de resistência (10-RM) no exercício de supino reto com barra livre. </font></p>     <p><font size="2">Ordenadas   de forma aleatória, as demais visitas foram destinadas às condições   experimental e controle. Na condição experimental, os voluntários realizaram o   teste para medida da ADM da cintura escapular no movimento de abdução   horizontal do ombro (AHO) e em seguida foram submetidos a uma rotina de   alongamentos estáticos, realizada de forma aleatória para os músculos tríceps   braquial e peitoral maior. Imediatamente após, aferiu-se novamente a ADM da AHO   e em seguida os sujeitos realizaram os testes de 10-RM no supino reto com a   barra livre em duas ADM distintas (amplitude de movimento total e limitada a 90º de flexão do cotovelo), distribuídas de forma aleatória. </font></p>     <p><font size="2">O   tempo de intervalo entre os testes de 10-RM no supino reto nas diferentes   angulações foi de 15 min. e foi realizada uma nova rotina de alongamentos   estáticos antes do segundo teste. O desenho experimental pode ser mais bem visualizado na <a href="#f2">Figura 2</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a04f2.jpg" width="351" height="598"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">Adotaram-se   os mesmos procedimentos durante a visita destinada à condição controle, com   exceção da aplicação da rotina de alongamento. Durante o período que   representou o tempo necessário para se cumprir as rotinas de alongamento (aproximadamente   4 min), os voluntários permaneceram sentados sem se movimentar.</font></p>     <p><font size="2">Na   visita experimental, os indivíduos foram submetidos ao protocolo de alongamento   estático passivo, realizado de forma aleatória para os músculos peitoral maior   e tríceps braquial. Os movimentos empregados foram os seguintes: (a) abdução   horizontal da articulação do ombro com os cotovelos flexionados, (b) abdução da   articulação do ombro em rotação externa com o cotovelo flexionado e palma da   mão em posição supina. O primeiro movimento foi realizado bilateralmente e o segundo de forma unilateral.</font></p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">Os   indivíduos foram submetidos a duas séries de alongamento estático com 30 s de   insistência na posição de maior desconforto suportado. O tempo de intervalo de   uma série para outra, no mesmo membro, foi o tempo necessário para realizar o   alongamento no membro contralateral. Para o movimento bilateral foi dado um intervalo de 30 s entre os alongamentos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise Estatística</b>    </font></p> <font face="Verdana"><font size="2">    <p>A   estabilidade das medidas de ADM E 10-RM foi determinada através do coeficiente   de correlação intraclasse (CCI; método paralelo), utilizando os valores obtidos durante as duas visitas destinadas à confiabilidade das medidas. </p>     <p>A   confiabilidade absoluta de ambas as medidas foi determinada através do cálculo   do erro típico da medida (ETM). De acordo com Hopkins (2000),   o ETM é determinado pela razão entre o desvio padrão das diferenças obtidas entre os pares de medida e a raiz quadrada do algarismo dois.</p>     <p>Uma   ANOVA de duas entradas com medidas repetidas nos dois fatores (condição x amplitude   de movimento) foi utilizada para comparar as diferenças entre as médias das   variáveis dependentes: número máximo de repetições para carga de 10-RM e o   volume total (produto da carga utilizada e número de repetições alcançadas) nas   duas amplitudes testadas. Para a comparação entre as médias da ADM na AHO entre   cada condição nos momentos pré vs. pós, empregou-se uma ANOVA de duas entradas   com medidas repetidas nos dois fatores (condição x tempo). Quando observadas   diferenças nos fatores principais ou na interação, estas foram determinadas   através do teste <i>post hoc</i> de Bonferroni. Além disso, quando observado   diferença significativa nas comparações, foi calculado o tamanho do efeito (d) (Cohen,   1992),   a partir da diferença entre a medida pós e pré tratamento dividida pelo desvio   padrão do pré para a comparação entre as médias das variáveis dependentes   (número de repetições a 90° e amplitude total, e ADM). Foram utilizados os   pontos de corte como sugeridos por Rhea (2004),   para sujeitos recreativamente treinados: efeito trivial &lt; 0.35; efeito pequeno 0.35-0.80; efeito moderado 0.80-1.50; efeito grande &gt; 1.5. </p>     <p>Todas   as análises foram realizadas em <i>software </i>estatístico comercialmente   disponível (SPSS Statistics for Windows, Versão 17.0. Chicago: SPSS Inc.) e foi adotada uma significância estatística de a = 0.05. </p> </font></font>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Os   valores de confiabilidade da medida (estabilidade) e ETM para as variáveis ADM do ombro, 10-RM a 90<sup> o </sup>e 10-RM total estão reportados na <a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a04t1.jpg">Tabela 1</a>.</font></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">Pode-se   observar uma confiabilidade alta para todas as medidas efetuadas. O ETM para   cada uma das variáveis está descrito de forma absoluta (em função da unidade de   medida) e relativa (em valores percentuais) e indica qual é o erro aleatório   associado à medida em dias diferentes.</font></p>     <p><font size="2">Na     <a href="#f3">figura 3</a> encontra-se a comparação da ADM para as diferentes condições.   Observou-se interação significativa (<i>p</i>= 0.029) e d de 0.44 (efeito   pequeno), com aumento da ADM para o grupo que realizou alongamento. O aumento   absoluto de aproximadamente 6<sup>o </sup>(7%) na ADM para o grupo que realizou   a rotina de alongamentos está além do ETM, o que reforça o poder de inferência de aumento na ADM após a rotina de alongamento estático.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f3"></a></p> </font>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a04f3.jpg" width="418" height="338"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana">Como   observado na <a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a04t2.jpg">Tabela 2</a>, não foi encontrada diferença significativa para número   de repetições máximas nem no volume total (carga x número de repetições) nas   condições AL e CON a 90° e em amplitude total.</font></p>     
<p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSSÃO</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">O   presente estudo analisou o efeito do alongamento estático sobre o desempenho da   força de resistência (10-RM) no exercício de supino reto em diferentes   amplitudes de movimento (90<sup>o</sup> de flexão de cotovelo e amplitude total)   e sobre a ADM da cintura escapular no movimento de AHO com cotovelos   estendidos. O principal achado foi que rotinas de alongamento estático passivo   com duas séries de 30 s de insistência aumentaram de forma significativa a ADM   na AHO sem provocar queda no desempenho de repetições máximas ou volume total (carga x repetições) em diferentes angulações no exercício de supino reto.</font></p>     <p><font size="2">Nossos   achados reforçam o corpo de evidências que encontraram aumento na ADM sem queda   significativa no desempenho após rotinas mais curtas de alongamentos estáticos (Ogura   et al., 2007; Ryan et al., 2008). Além disso, outros   estudos têm evidenciado a ausência de efeito deletério do alongamento estático   sobre a força quando volumes menores (ex., 2 x 30 s) são empregados (Beedle et al., 2008; Endlich et al., 2009).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">No   estudo de Endlich et al. (2009),   os autores só encontraram queda significativa na carga máxima (kg) no teste de   10-RM para a condição com 16 min. de alongamento. No entanto a rotina com   volume menor (8 min) não provocou queda no desempenho. De forma semelhante, Beedle,   Rytter, Healy, e Ward (2008)   também não encontraram queda significativa na carga (kg) utilizada no teste de   1-RM no supino reto em homens e mulheres após três séries de 15 s de   alongamento estático. Essa relação do volume de alongamento empregado e seus   efeitos sobre o desempenho da força foi postulada por Ryan et al. (2008)   como efeito dose-resposta. O autor sugere que, a medida que se aumenta o volume   de alongamento, os efeitos deletérios sobre a força se tornam mais evidentes.   Recentemente, Simic, Sarabon, e Markovic (2013)   em uma revisão de literatura e meta análise evidenciaram a tendência de se   reduzir os efeitos negativos sobre a força máxima com rotinas mais reduzidas de alongamento estático.</font></p>     <p><font size="2">Com   relação aos mecanismos de redução da força muscular e potência após alongamento   estático, Ogura, Miyahara, Naito, Katamoto, e Aoki (2007)   sugerem que dois fatores estejam envolvidos: a diminuição da rigidez da unidade   músculo-tendinosa como fator mecânico e a inibição da excitabilidade dos moto   neurónios alfa do SNC como fator neural. Como já evidenciado na literatura, os   fatores neurais têm maior possibilidade de estarem envolvidos no efeito   negativo provocado pelo alongamento estático quando volumes muito extensos são   utilizados (Avela,   Kyröläinen, &amp; Komi, 1999; Fowles, Sale, &amp; MacDougall, 2000; Trajano,   Seitz, Nosaka, &amp; Blazevich, 2013). No entanto, quando   rotinas menores são empregadas, parece que fatores estruturais, como a redução   na rigidez passiva da unidade músculo-tendinosa, são os principais responsáveis   pela queda no desempenho (Marshall, Cashman, &amp; Cheema, 2011; Mizuno, Matsumoto, &amp; Umemura, 2013). </font></p>     <p><font size="2">Recentemente   foi proposto que a relação ângulo dependente dos efeitos do alongamento sobre a   força. Nesse sentido, postula-se que o aumento do comprimento de repouso do sarcômero,   devido a rotinas de alongamento estático, exigiria que o músculo trabalhasse em   uma maior amplitude de movimento para atingir os mesmos níveis de tensão máxima   alcançados sem a rotina de alongamentos, mudando a região onde o maior número   de pontes cruzadas seria formado e, consequentemente, a maior capacidade de   produzir força (Cramer   et al., 2007; Fowles et al., 2000; Herda, Cramer, Ryan, McHugh, &amp; Stout, 2008).</font></p>     <p><font size="2">Alguns   autores observaram essa relação. Weir, Tingley, e Elder (2005)   encontraram uma queda significativa na contração voluntária máxima (CVM) (7,1%)   a 20° de dorsiflexão (pós-teste<sub>1</sub>) após 05 séries de 120 s de   alongamento estático. No entanto, quando a ADM foi aumentada para 26° de   dorsiflexão (Pós-teste<sub>2</sub>), não houve diferença nos valores de CVM pré   e após alongamento. De forma semelhante, LaTorre et al. (2010)   testaram o efeito de 4 x 30 s de alongamentos estáticos sobre o desempenho do   salto vertical partindo de diferentes angulações de flexão do joelho (50º, 70º,   90º e 110º) e só encontraram queda significativa na altura do salto (20,7%) para 50º de flexão do joelho.</font></p>     <p><font size="2">No   presente estudo, não foi observada queda significativa no desempenho do teste   de 10-RM em nenhuma das angulações testadas (90° e amplitude total). Deve-se   frisar que o presente estudo utilizou um volume menor de alongamentos estáticos   (02 x 30 s) para os músculos testados, o que pode explicar esse fato. Além   disso, pode-se supor que as angulações utilizadas não tenham sido suficientes   para promover a frouxidão esperada na unidade músculo-tendinosa. Tal fato pode   ser reforçado por estudos que não encontraram queda no desempenho da força em   angulações maiores (Herda   et al., 2008; Nelson et al., 2001) onde, provavelmente, a unidade músculo-tendinosa não apresentou frouxidão ou maior complacência.</font></p>     <p><font size="2">O   presente estudo apresenta algumas limitações. A primeira refere-se a amostra de   indivíduos do sexo masculino treinados no exercício supino reto. Pode-se   sugerir que indivíduos não treinados obtenham resultados diferentes aos da   presente amostra. Entretanto, Simic et al. (2013)   relataram, em uma meta-análise, que os efeitos do alongamento estático sobre o   desempenho da força não são influenciados pelo grau de treinamento do sujeito. Outra   limitação refere-se às amplitudes de movimento articular (90° e total)   utilizadas no presente estudo. Evidências apontam para queda no desempenho da   força após alongamento estático com amplitudes onde o músculo se apresenta   pouco alongado (La   Torre et al., 2010; Nelson et al., 2001; Weir et al., 2005).   No   entanto, as amplitudes de movimento articular utilizadas no presente estudo   reforçam a validade externa do experimento, uma vez que representam fielmente a rotina empregada no cotidiano. </font></p> </font>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUSÃO</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Com   base nos resultados do presente estudo, conclui-se que rotinas de alongamento   com volumes reduzidos (2 x 30 s) são capazes de aumentar de forma aguda os   níveis de ADM sem provocar prejuízo na força obtida através do número de repetições máximas com carga prevista para 10-RM. </font></p>     <p><font size="2">Além   disso, diferentemente do que se prega na literatura, a mudança na amplitude de   movimento do exercício não influenciou os resultados obtidos. Deve-se frisar   que tal comportamento possa ser diferente caso angulações menores (próximas à   extensão de cotovelos) sejam utilizadas durante o exercício. No entanto, como   na prática geral desse exercício, dificilmente se percebe amplitudes inferiores   a 90°, pode-se recomendar que, caso haja a intenção de se aumentar agudamente a   ADM da articulação do ombro previamente a exercícios de força, rotinas de   alongamento estático com pequeno volume podem ser utilizadas sem oferecer risco de queda significativa no desempenho.</font></p>     <p><font size="2">Os   resultados do presente estudo, se confirmados em outros experimentos   controlados, podem modificar na prática a maneira como se prescreve o   aquecimento e/ou atividades preparatórias, aquelas realizadas antes de   atividades que envolvam força ou potência. É possível que naquelas atividades   onde é necessário um alto grau de flexibilidade para o seu desempenho,   exercícios de alongamento realizados da maneira como utilizado no presente   estudo, possam ser realizados melhorando a amplitude de movimento necessária, sem que o desempenho da força seja prejudicado.</font></p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFERÊNCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Avela,   J., Kyröläinen, H., &amp; Komi, P. V. (1999). Altered reflex sensitivity after   repeated and prolonged passive muscle stretching. <i>Journal of Applied Physiology</i>, <i>86</i>(4), 1283–1291.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201500030000400001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bacurau, R. F. P., Monteiro, G. A.,   Ugrinowitsch, C., Tricoli, V., Cabral, L. F., &amp; Aoki, M. S. (2009). Acute   effect of a ballistic and a static stretching exercise bout on flexibility and   maximal strength. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>23</i>(1), 304–308. <a href="http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181874d55" target="_blank">http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181874d55</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201500030000400002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Beedle, B., Rytter, S. J., Healy, R. C.,   &amp; Ward, T. R. (2008). Pretesting static and dynamic stretching does not   affect maximal strength. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>22</i>(6), 1838–1843. <a href="http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181821bc9" target="_blank">http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181821bc9</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201500030000400003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bradley, P. S., Olsen, P. D., &amp;   Portas, M. D. (2007). The effect of static, ballistic, and proprioceptive   neuromuscular facilitation stretching on vertical jump performance. <i>Journal     of Strength and Conditioning Research</i>, <i>21</i>(1), 223–226. <a href="http://doi.org/10.1519/R-21046.1" target="_blank">http://doi.org/10.1519/R-21046.1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000089&pid=S1646-107X201500030000400004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cohen, J. (1992). A power primer. <i>Psychological   Bulletin</i>, <i>112</i>(1), 155–159. <a href="http://doi.org/10.1037/0033-2909.112.1.155" target="_blank">http://doi.org/10.1037/0033-2909.112.1.155</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201500030000400005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cramer, J. T., Beck, T. W., Housh, T. J.,   Massey, L. L., Marek, S. M., Danglemeier, S., … Egan, A. D. (2007). Acute   effects of static stretching on characteristics of the isokinetic angle -   torque relationship, surface electromyography, and mechanomyography. <i>Journal     of Sports Sciences</i>, <i>25</i>(6), 687–698. <a href="http://doi.org/10.1080/02640410600818416" target="_blank">http://doi.org/10.1080/02640410600818416</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201500030000400006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Endlich, P. W., Farina, G. R., Dambroz,   C., Gonçalves, W. L. S., Moysés, M. R., Mill, J. G., &amp; Abreu, G. R. de.   (2009). Acute effects of static stretching in dynamic force performance in   young men. <i>Revista     Brasileira de Medicina do Esporte</i>, <i>15</i>(3), 200–203. <a href="http://doi.org/10.1590/S1517-86922009000300007" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S1517-86922009000300007</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201500030000400007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fowles, J. R., Sale, D. G., &amp;   MacDougall, J. D. (2000). Reduced strength after passive stretch of the human plantarflexors. <i>Journal of Applied Physiology</i>, <i>89</i>(3), 1179–1188.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201500030000400008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Herda, T. J., Cramer, J. T., Ryan, E. D.,   McHugh, M. P., &amp; Stout, J. R. (2008). Acute effects of static versus   dynamic stretching on isometric peak torque, electromyography, and   mechanomyography of the biceps femoris muscle. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>22</i>(3), 809–817. <a href="http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e31816a82ec" target="_blank">http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e31816a82ec</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201500030000400009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hopkins, W. G. (2000). Measures of   reliability in sports medicine and science. <i>Sports Medicine</i>, <i>30</i>(1), 1–15. <a href="http://doi.org/10.2165/00007256-200030010-00001" target="_blank">http://doi.org/10.2165/00007256-200030010-00001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201500030000400010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">La Torre, A., Castagna, C., Gervasoni, E.,   Cè, E., Rampichini, S., Ferrarin, M., &amp; Merati, G. (2010). Acute effects of   static stretching on squat jump performance at different knee starting angles. <i>Journal     of Strength and Conditioning Research</i>, <i>24</i>(3), 687–694. <a href="http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181c7b443" target="_blank">http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181c7b443</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201500030000400011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marshall, P. W. M., Cashman, A., &amp;   Cheema, B. S. (2011). A randomized controlled trial for the effect of passive   stretching on measures of hamstring extensibility, passive stiffness, strength,   and stretch tolerance. <i>Journal of Science and Medicine in Sport</i>, <i>14</i>(6), 535–540. <a href="http://doi.org/10.1016/j.jsams.2011.05.003" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.jsams.2011.05.003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201500030000400012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mizuno, T., Matsumoto, M., &amp; Umemura,   Y. (2013). Decrements   in stiffness are restored within 10 min. <i>International Journal of Sports Medicine</i>, <i>34</i>(6), 484–490. <a href="http://doi.org/10.1055/s-0032-1327655" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-0032-1327655</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201500030000400013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Nelson, A. G., Guillory, I. K., Cornwell,   C., &amp; Kokkonen, J. (2001). Inhibition of maximal voluntary isokinetic   torque production following stretching is velocity-specific. <i>Journal of     Strength and Conditioning Research</i>, <i>15</i>(2), 241–246. <a href="http://doi.org/10.1519/00124278-200105000-00014" target="_blank">http://doi.org/10.1519/00124278-200105000-00014</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201500030000400014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ogura, Y., Miyahara, Y., Naito, H.,   Katamoto, S., &amp; Aoki, J. (2007). Duration of static stretching influences   muscle force production in hamstring muscles. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>21</i>(3), 788–792. <a href="http://doi.org/10.1519/R-18785.1" target="_blank">http://doi.org/10.1519/R-18785.1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201500030000400015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Perrier, E. T., Pavol, M. J., &amp;   Hoffman, M. A. (2011). The acute effects of a warm-up including static or   dynamic stretching on countermovement jump height, reaction time, and   flexibility. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>25</i>(7), 1925–1931. <a href="http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181e73959" target="_blank">http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181e73959</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201500030000400016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rhea, M. R. (2004). Determining the   magnitude of treatment effects in strength training research through the use of   the effect size. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>18</i>(4), 918–920. <a href="http://doi.org/10.1519/14403.1" target="_blank">http://doi.org/10.1519/14403.1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201500030000400017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rubini, E. C., Costa, A. L. L., &amp;   Gomes, P. S. C. (2007). The effects of stretching on strength performance. <i>Sports     Medicine</i>, <i>37</i>(3), 213–224. <a href="http://doi.org/10.2165/00007256-200737030-00003" target="_blank">http://doi.org/10.2165/00007256-200737030-00003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201500030000400018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ryan, E. D., Beck, T. W., Herda, T. J.,   Hull, H. R., Hartman, M. J., Stout, J. R., &amp; Cramer, J. T. (2008). Do   practical durations of stretching alter muscle strength? 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A meta-analytical review. <i>Scandinavian Journal of Medicine   &amp; Science in Sports</i>, <i>23</i>(2), 131–148. <a href="http://doi.org/10.1111/j.1600-0838.2012.01444.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1600-0838.2012.01444.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201500030000400020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Trajano, G. S., Seitz, L., Nosaka, K.,   &amp; Blazevich, A. J. (2013). Contribution of central vs. peripheral   factors to the force loss induced by passive stretch of the human plantar   flexors. <i>Journal of Applied Physiology</i>, <i>115</i>(2), 212–218. <a href="http://doi.org/10.1152/japplphysiol.00333.2013" target="_blank">http://doi.org/10.1152/japplphysiol.00333.2013</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201500030000400021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Weir, D. E., Tingley, J., &amp; Elder, G.   C. B. (2005). Acute passive stretching alters the mechanical properties of   human plantar flexors and the optimal angle for maximal voluntary contraction. <i>European     Journal of Applied Physiology</i>, <i>93</i>(5-6), 614–623. <a href="http://doi.org/10.1007/s00421-004-1265-4" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00421-004-1265-4</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201500030000400022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    <br>   </b>Nada a declarar.    <br>   <b>Conflito de Interesses:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </b>Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:    <br>   </b>O estudo foi patrocinado em parte pelo CNPq (Brasil), Protocolo # 907147206996512. PSCG &eacute; bolsista de produtividade (PQ) do CNPq.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo   recebido a 15.08.2013; Aceite a 12.09.2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><a name="end" id="end"></a></font> <font size="2" face="Verdana"><i>Autor   correspondente: </i>PPGCEE, UERJ, Rua S&atilde;o Francisco Xavier, No. 524, Pavilh&atilde;o Jo&atilde;o   Lyra Filho &ndash; Bloco F &ndash; 9<sup>0</sup> andar, Sala 9122. Maracan&atilde; &ndash; Rio de   Janeiro &ndash; RJ &ndash; 20550-900, Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:gomespscg@yahoo.com.br">gomespscg@yahoo.com.br</a></font></p>      ]]></body><back>
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