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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[In accordance with the tenets of self-determination theory, this study aims to examine the mediating role of basic psychological needs satisfaction in the relationship between perception on fitness instructor’s autonomy support and psychological well-being indicators, among Portuguese exercise participants at the context level of generality. Participate in this study 984 fitness exercisers, of both genders (531 feminine; 453 masculine) with ages between 16 and 70 years old (M= 31.7; SD= 11.2), who completed measures assessing fitness instructor autonomy support perception, basic psychological need satisfaction (competence, autonomy and relatedness) and psychological well-being (subjective vitality, satisfaction with life and global self-esteem). Structural equation modeling analysis conducted support the partial mediating role of the of basic psychological needs satisfaction in the relationship between perceived autonomy support and the psychological well-being indicators. These results clarify the mechanism of psychological well-being promotion among fitness exercisers, helping in the future design of interventions in the fitness context with this purpose.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>O papel de mediação das   necessidades psicológicas na associação entre o suporte de autonomia e o   bem-estar psicológico em praticantes de <i>fitness</i></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>The mediating role of psychological needs in the association   between the autonomy support and psychological well-being in fitness exercisers</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>João   Moutão<sup>1,     2,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo" id="topo"></a>; Susana Mendes Alves<sup>1, 3</sup>; Diogo Monteiro<sup>1, 2</sup>; Luís Cid<sup>1, 2</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Escola Superior de Desporto de Rio Maior (ESDRM-IPSANTAREM),   IPS, Rio Maior, Portugal</i>    <br>   <sup>2</sup> <i>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto, Sa&uacute;de e     Desenvolvimento Humano (CIDESD), Portugal</i>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>     <sup>3</sup> <i>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Qualidade de Vida (CIEQV), Portugal</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tendo   por base a teoria da autodeterminação, este estudo objetiva a análise do papel   mediador da perceção de satisfação das necessidades psicológicas básicas na   relação entre a perceção de suporte de autonomia dado pelo instrutor de <i>fitness</i> e indicadores de bem-estar psicológico, em praticantes de exercício.   Participaram neste estudo 984 praticantes de <i>fitness</i> em ginásios, de   ambos os géneros (531 femininos; 453 masculinos), com idades compreendidas   entre os 16 e os 70 anos (<i>M</i>= 31.7; <i>SD</i>= 11.2). Todos os   praticantes foram avaliados ao nível da sua perceção de suporte de autonomia   dado pelo instrutor de <i>fitness</i>, perceção de satisfação das necessidades   psicológicas básicas (competência, autonomia e relação) e bem-estar psicológico   (vitalidade subjetiva, satisfação com a vida e autoestima global). Os   resultados obtidos, com recurso à análise de equações estruturais, corroboram o   papel mediador das necessidades psicológicas básicas na relação entre a   perceção de suporte de autonomia e o bem-estar psicológico. Estes resultados   clarificam o mecanismo de promoção do bem-estar psicológico em praticantes de   exercício, auxiliando no processo de delineamento de intervenções futuras no contexto do <i>fitness </i>com este propósito.  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> teoria da autodeterminação, motivação, instrutor de <i>fitness</i>, ginásio </font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">In   accordance with the tenets of self-determination theory, this study aims to   examine the mediating role of basic psychological needs satisfaction in the   relationship between perception on fitness   instructor’s autonomy support   and psychological well-being indicators, among Portuguese exercise participants   at the context level of generality. Participate in this study 984 <i>fitness</i> exercisers, of both genders  (531 feminine; 453 masculine) with ages between 16   and 70 years old (<i>M</i>= 31.7; <i>SD</i>= 11.2), who completed measures   assessing fitness instructor autonomy support perception, basic psychological   need satisfaction (competence, autonomy and relatedness) and psychological   well-being (subjective vitality, satisfaction with life and global   self-esteem). Structural equation modeling analysis conducted support the   partial mediating role of the of basic psychological needs satisfaction in the   relationship between perceived autonomy support and the psychological well-being   indicators. These results clarify the mechanism of   psychological well-being promotion among fitness exercisers, helping in the future design of interventions in the fitness context with this purpose.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Key   words:</b> self-determination theory, motivation, fitness instructor, health clubs</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A teoria da autodeterminação (SDT) (Deci &amp; Ryan,   1985, 2008) é uma macro teoria motivacional que nos últimos anos tem conhecido   um crescente interesse de aplicação ao contexto do exercício físico (Teixeira,   Carraça, Markland, Silva, &amp; Ryan, 2012). De acordo com a SDT toda a   atividade humana ocorre integrada num contexto social, seja ele real, por   estarem fisicamente presentes outras pessoas, ou imaginado, por   inconscientemente agirmos de forma como achamos que outras pessoas gostariam   que nos comportássemos (Deci &amp; Ryan, 1985), sendo a qualidade desse   “contexto social” que irá afetar o comportamento e o bem-estar dos indivíduos (Deci &amp; Ryan, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   SDT (Deci &amp; Ryan, 1985, 2008) explicita assim o mecanismo através do qual o   efeito do ambiente social se faz sentir sobre o comportamento e o bem-estar   psicológico dos indivíduos, o qual se concretiza por intermédio da satisfação   das necessidades psicológicas básicas (NPB) de autonomia, competência e   relação. A necessidade de autonomia representa a vontade de se ser a origem do   próprio comportamento, distinguindo-se do conceito de “independência” ou de   “liberdade total”, refletindo antes uma “aceitação” e “envolvimento” num   comportamento escolhido. A necessidade de competência reflete o desejo de   interagir eficazmente com o meio envolvente, e é satisfeita quando se é   bem-sucedido na realização de tarefas e atividades desafiantes. A necessidade   de relação espelha a aspiração de afiliação a outras pessoas ou a um determinado   contexto social, e que traduz a necessidade de se desenvolver sentimentos de   pertença. Estas necessidades são tidas como inatas e universais, quer isto   dizer que não são aprendidas e são relevantes para o comportamento humano   independentemente do género, etnia ou repertório cultural, mesmo considerando que os meios para a sua satisfação possam diferir (Deci &amp; Ryan, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Desta   forma, um ambiente social que suporte a autonomia dos indivíduos (e.g.   fornecendo opções de escolha; dando um racional teórico; considerando a   perspetiva dos outros; minimização da pressão) (Deci, Eghrari, Patrick, &amp;   Leone, 1994), irá promover a perceção de   satisfação das necessidades psicológicas básicas resultando em sentimentos de   vitalidade e bem-estar. Um exemplo disso, é um instrutor de <i>fitness</i> que   tem em consideração a perspetiva dos praticantes e incentiva-os a tomarem as   suas próprias decisões, ao invés de impor o seu ponto de vista fazendo com que   sejam os praticantes de exercício a terem de se adaptar às suas ideias (Edmunds, Duda, &amp; Ntoumanis, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Alguns   estudos têm demonstrado o efeito positivo da satisfação das NPB sobre   o   bem-estar (Edmunds et al., 2007), a autoestima global (Hein &amp; Hagger, 2007;   Wilson &amp; Rodgers, 2002) e a vitalidade subjetiva (Vlachopoulos &amp;   Karavani, 2009). O suporte de autonomia dado pelos instrutores de <i>fitness </i>tem   também sido relacionado com a melhoria, no pós-exercício, da   perceção de vitalidade e de estados de tranquilidade (Vlachopoulos &amp;   Triantafyllidou, 2008). Importa também referir que esta resposta   afetiva pós-exercício tem também um efeito retroativo sobre o comportamento,   influenciando a decisão de voltar a praticar exercício, conforme têm comprovado   alguns estudos recentemente realizados (Kiviniemi, Voss-Humke, &amp; Seifert,   2007; Williams et al., 2008). No caso específico do estudo realizado por   Williams et al. (2008), verificou-se que a resposta afetiva ao exercício foi   preditor da prática de exercício nos 6 e 12 meses seguintes. A promoção do   bem-estar dos praticantes pode assim ser considerada como um fim ou também como   um meio de promoção da própria prática de exercício, o que reforça ainda mais a importância da sua consideração neste contexto. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   estudos analisados reforçam também o papel de relevo que os instrutores de <i>fitness</i> podem assumir na promoção do bem-estar e da adesão ao exercício, uma vez que   são estes que orientam as sessões de exercício e que poderão em primeira   instância suportar ou não a satisfação das NPB, demonstrando interesse,   dedicando recursos, dando apoio e <i>feedback</i> constante, através do   estabelecimento de numa relação de confiança e afetividade com os praticantes.   Estes pressupostos têm sido testados também em Portugal para explicar as   diferenças individuais de prática de exercício e de bem-estar (Silva et al.,   2011; Silva et al., 2010; Teixeira et al., 2010; Vieira et al., 2011; Vieira et   al., 2013). Todavia, os estudos referidos foram realizados no âmbito de   programas institucionais de perda de peso, de livre acesso, e com recurso a alguns   instrumentos de medida que não foram desenvolvidos especificamente para a   avaliação das variáveis da SDT no contexto do exercício físico. Note-se que ao   nível dos instrumentos de medida, Ryan (1995) refere que a investigação   relacionada com a SDT deve ser realizada no âmbito de um contexto específico,   apelando para o desenvolvimento e uso de questionários que tenham sido desenvolvidos especificamente para um determinado contexto de aplicação.<a name="_Toc276420831"></a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um   outro aspeto a ter em consideração nos estudos realizados em Portugal prende-se   com o facto a maioria se centrar sobre o paradigma de relação bivariada de   causa-efeito, não consideração dos efeitos de mediação, uma vez que como   referem Baron e Kenny (1986), uma associação significativa entre uma variável   independente e outra dependente é muitas vezes mediado por uma terceira   variável que altera a magnitude e direção desta associação. Por essa razão, Teixeira et al. (2012), na mais recente revisão sobre a   aplicação da SDT ao contexto da atividade física, reforça a importância de se   conduzirem estudos futuros com análises estatísticas mais sofisticadas (e.g.   análise de equações estruturais), para clarificar o papel mediador da satisfação das necessidades psicológicas básicas no âmbito da SDT. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tomando   em consideração os aspetos anteriormente mencionados,   o presente estudo tem como objetivo analisar o papel mediador da   perceção de satisfação das necessidades psicológicas básicas na relação entre a   perceção de suporte de autonomia dado pelo instrutor de <i>fitness</i> e   indicadores de bem-estar psicológico (i.e., satisfação com a vida, vitalidade   subjetiva e autoestima global), com recurso a técnicas de estatística de   análise de equações estruturais e à utilização de instrumentos de medida desenvolvidos especificamente para o contexto do exercício.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Amostra</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Participaram   neste estudo 984 praticantes de <i>fitness</i> em ginásios, dos Distritos de   Santarém e Leiria - Portugal, de ambos os géneros (531 femininos; 453   masculinos) e com idades compreendidas entre os 16 e os 70 anos (<i>M</i>=   31.7; <i>SD</i>= 11.2). Os sujeitos auto relataram uma experiência de prática   entre 1 a 480 meses (<i>M</i>= 45.5; <i>SD</i>= 57.4.1), uma frequência de   prática entre 1 a 7 sessões por semana (<i>M</i>= 3.2; <i>SD</i>= 1.2), uma   duração de prática semanal entre 1 a 15 horas (<i>M</i>= 5.0; <i>SD</i>= 2.5) e   um envolvimento em atividades de musculação (272), aulas de grupo (390) e <i>cardiofitness</i> – combinação de atividades aeróbias e musculação (322). Como informação   adicional podemos acrescentar ainda que 353 praticantes (36%)   frequentavam o ginásio, onde praticavam atualmente exercício, há menos de 6   meses, 271 praticantes (28%) entre 6 e 18 meses, 229 praticantes (23%) há mais de 18 e menos de 60 meses e 131 praticantes (13%) há mais de 60 meses. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Perceived   Autonomy Support Exercise Climate Questionnaire - versão Portuguesa</i> (PASECQp): consiste num instrumento de autorrelato adaptado ao contexto do   exercício físico por Edmunds et al. (2006) a partir da versão original do <i>Perceived     Autonomy Support:</i> <i>Health Care Climate Questionnaire</i> (Williams, Grow,   Freedman, Ryan, &amp; Deci, 1996) tendo sido posteriormente traduzido e   validado para a língua Portuguesa (Moutão, Cid, Leitão, &amp; Alves, 2012).   Este questionário é constituído por 6 itens, que concorrem para um único fator que   avalia a perceção do suporte de autonomia dado pelo instrutor de <i>fitness </i>(e.g.   <i>demostra     confiança na minha capacidade de realizar os exercício</i>).   A resposta é dada numa escala ordinal de 1-7, correspondendo a opção “Discordo   Totalmente” ao valor 1 e o “Concordo Totalmente” ao valor 7. No presente estudo   este fator apresentou níveis elevados de consistência interna (alfa de <i>Cronbach   </i>= 0.88). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Basic   Psychological Needs in Exercise Scale - versão Portuguesa (BPNESp)</i>:   consiste num instrumento de autorrelato desenvolvido especificamente para o   contexto de exercício físico por Vlachopoulos e Michailidou (2006) e   posteriormente traduzida e validada para a língua Portuguesa (Moutão, Cid,   Leitão, Alves, &amp; Vlachopoulos, 2012) com o intuito de avaliar a perceção   que os praticantes têm da satisfação das suas NPB. Este questionário é   constituído por 12 itens, distribuídos pelos fatores de autonomia (e.g. <i>faço     exercício de acordo com aquilo que pretendo fazer</i>),   competência (e.g. <i>sinto que o exercício é uma actividade que faço muito bem</i>)   e relação (e.g. <i>tenho uma relação     próxima com as pessoas com quem faço exercício</i>).   As respostas são dadas numa escala ordinal de 1-5, correspondendo a opção   “Discordo Totalmente” ao valor 1 e o “Concordo Totalmente” ao valor 5. No   presente estudo utilizámos um índice global de satisfação, constituído pelas   três necessidades psicológicas, que foi validado num modelo de medida como   fator de 2ª ordem (Moutão et al., 2012). A utilização de um índice desta   natureza não é inédita e encontra suporte empírico noutros estudos (Vlachopoulos,   2007). Este índice apresentou um valor de consistência interna razoável no presente estudo (alfa de <i>Cronbach </i>= 0.74).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Satisfaction   with Life Scale</i> <i>- versão Portuguesa (SWLSp)</i>:   consiste num instrumento de autorrelato desenvolvido por Diener, Emmons, Larsen e Griffin, (1985), o qual foi traduzido e validado para a   língua Portuguesa por Neto (1993). Este questionário é constituído é   constituído por 5 itens, que concorrem para um único fator que   avalia a perceção de satisfação com a vida como medida de   bem-estar subjetivo (e.g. <i>as     minhas condições de vida são excelentes</i>; <i>até ao momento tenho alcançado as       coisas importantes que quero para a minha vida</i>).   A   resposta é dada numa escala ordinal de 1-7, correspondendo a opção “Discordo   Totalmente” ao valor 1 e o “Concordo Totalmente” ao valor 7. No presente estudo   este fator apresentou níveis elevados de consistência interna (alfa de <i>Cronbach </i>= 0.88).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Rosenberg Self-Esteem Scale</i> <i>-   versão Portuguesa (RSESp)</i>: consiste num instrumento de   autorrelato desenvolvido por Rosenberg (1965) o   qual foi traduzido e validado para a língua Portuguesa por Faria e Silva (2000). Este questionário é   constituído por 10 itens, metade estão enunciados positivamente e a outra   metade negativamente. A estrutura fatorial da RSES constitui um tópico que se   tem revestido de alguma controvérsia (Marsh, 1996), na medida em que alguns estudos sugerem uma estrutura   unidimensional enquanto outros apontam para uma organização bidimensional, com   os itens enunciados positivamente separados dos enunciados negativamente em   duas escalas distintas com 5 itens cada. Numa investigação constituída por   três estudos Santos e Maia (2003) analisaram a estrutura fatorial da RSESp,   recorrendo à análise fatorial confirmatória e concluíram que a RSESp avalia um   constructo unidimensional, como sugerido originalmente por Rosenberg (1965),   embora os índices de ajustamento tenham sido influenciados pelo tipo de itens   que a escala utiliza (itens de orientação negativa e itens de orientação   positiva). Por essa razão no presente estudo recorremos à avaliação da   autoestima com recurso apenas à escala positiva da RSESp (e.g. <i>sinto     que tenho um certo número de boas qualidades</i>; <i>adoto uma       atitude positiva para comigo</i>). As respostas são dadas numa escala ordinal   de 1-5, correspondendo a opção “Discordo Totalmente” ao valor 1 e o “Concordo   Totalmente” ao valor 5. No presente estudo este fator, constituído pelos itens   positivos, apresentou níveis de consistência interna bastante razoáveis (alfa de <i>Cronbach </i>= 0.80).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Subjective   Vitality Scale - versão Portuguesa</i> (SVSp): consiste num   instrumento de autorrelato desenvolvido por Ryan e Frederick (1997) e   posteriormente traduzida e validada para a língua Portuguesa (Moutão, Alves,   &amp; Cid, 2013). Este questionário é constituído é constituído por 6 itens,   que concorrem para um único fator que avalia a   vitalidade subjetiva como medida de bem-estar (e.g. <i>sinto-me vivo e vitalizado</i>),   As respostas são dadas numa escala ordinal de 1-7, correspondendo a opção   “Discordo Totalmente” ao valor 1 e o “Concordo Totalmente” ao valor 7. No   presente estudo este fator apresentou níveis elevados de consistência interna (alfa de <i>Cronbach </i>= 0.90).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Em   primeiro lugar, contataram-se os responsáveis administrativos dos ginásio de   modo a informar sobre os propósitos do estudo e para obter a permissão para   recolha da informação junto dos praticantes. Os praticantes foram abordados de   forma aleatória pelos investigadores e assistentes de investigação junto da   área de receção, antes da sessão de exercício e durante os dias da semana, em   diversos períodos do dia (com especial incidência ao final do dia, uma vez que   é neste horário que se concentram nos ginásios a maior parte dos praticantes).   Após uma breve explicação sobre os objetivos do estudo, os   instrumentos de avaliação foram aplicados de forma individual. Todos os   participantes que concordaram fazer parte do estudo fizeram-no de forma   voluntária e o consentimento informado foi obtido. Para além disso, foi   garantida a confidencialidade dos dados recolhidos e assegurado que os mesmos   não seriam, em momento algum, transmitidos a terceiros de forma individual. O tempo de aplicação dos questionários variou entre 15 a 20 minutos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Utilizou-se   os modelos de equações estruturais (SEM), com o recurso ao <i>software</i> de   análise de equações estruturais EQS 6.1 (Bentler, 2002), que é uma técnica multivariada   que nos permite examinar simultaneamente as relações entre os constructos   latentes e as variáveis de medida, bem como entre os diversos constructos do   modelo (Hair, Black, Babin, &amp; Anderson, 2009). O método de estimação   utilizado foi o da máxima verosimilhança (ML), através do teste estatístico   robusto do qui-quadrado (ver Satorra &amp; Bentler, 1994), que corrige os   valores para a não normalidade dos dados. De acordo com Byrne (2006), se o   coeficiente Mardia (ver Mardia, 1970) normalizado for superior a 5.0 é   indicativo que os dados não têm uma distribuição normal multivariada, o que   acontece no caso do presente estudo (<i>kurtosis</i> multivariada: Mardia = 71.227; Mardia normalizado = 60.946).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim,   a análise de dados foi realizada em função das orientações/recomendações de   diversos autores (e.g. Byrne, 2006; Hair et al,. 2009; Kline, 2011), que   são operacionalizadas por Cid, Rosado, Alves e Leitão (2012). Para além do   teste S-B &#967;², e respetivos   graus de liberdade (<i>df </i>) e nível de significância (<i>p</i>),   recomenda-se também a utilização de outros índices de ajustamento,   considerando-se como fundamentais os seguintes indicadores de avaliação dos   modelos: <i>Standardized Root Mean Square Residual</i> (SRMR), <i>Comparative     Fit Index</i> (CFI), <i>Non-Normed Fit Index</i> (NNFI), <i>Root Mean Square       Error of Approximation </i>(RMSEA) e o respetivo intervalo de confiança (RMSEA   90% CI). No presente estudo, para os índices referidos, foram adotados os   valores de corte sugeridos por Hu e Bentler (1999): SRMR &#8804; 0.080, CFI e   NNFI &#8805; 0.950 e RMSEA&#8804; 0.060, embora no caso dos índices incrementais   (CFI e NNFI), possamos aceitar valores iguais ou superiores a 0.90 (Marsh, Hau, &amp; Wen, 2004).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Ajustamento dos modelos de   medida</b></font><font face="Verdana">   </font></p> <font face="Verdana">     <p><font size="2" face="Verdana">Os   modelos de medida foram examinados através de análises fatoriais confirmatórias   (AFC) que avaliaram o ajustamento da estrutura uni-fatorial dos questionários PASECQp,   SVSp, RSESp   e SWLSp, bem como da estrutura tri-fatorial da BPNESp (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a05t1.jpg">Tabela 1</a>).   Considerando que no   presente estudo foi utilizado um índice global de satisfação, constituído pelas   três NPB, bem como, um índice global de bem-estar psicológico (BEP), constituído   por três indicadores (i.e. satisfação com a vida, vitalidade e autoestima),   apresentamos também na mesma tabela os resultados de ajustamento   destes modelos de medida testados com recurso à definição de modelos hierárquicos de fatores de 2ª ordem.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Como   se pode observar na <a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a05t1.jpg">tabela 1</a>, os resultados da AFC demonstram que todos os modelos de medida utilizados possuem índices de ajustamento aceitáveis.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise descritiva, correlacional e de fiabilidade interna</b></font></p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">É possível   verificar na <a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a05t2.jpg">Tabela 2</a> que para todas as variáveis latentes o coeficiente de   fiabilidade interna foi acima do valor de corte 0.70, definido por Nunnally (1978).   Em geral, os praticantes de <i>fitness</i> revelaram valores relativamente   elevados de perceção de suporte de autonomia, satisfação das NPB, e de   bem-estar psicológico. A matriz de correlação demonstra que todas as variáveis   se correlacionam positivamente de forma significativa (<i>p</i>&lt; 0.01), em   especial, entre a perceção de suporte de autonomia e a satisfação das   necessidades psicológicas básicas (<i>r</i>= 0.55) e entre estas e o bem-estar psicológico (<i>r</i>= 0.41).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise do efeito mediador das   NPB </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Foram   testados dois modelos de equações estruturais para testar o efeito mediador das   NPB na relação entre o suporte de autonomia e os indicadores de bem-estar   psicológico utilizados. No Modelo 1 o suporte de autonomia está   definido como tendo um impacto direto sobre os indicadores de bem-estar   psicológico utilizados (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a05f1.jpg">Figura 1</a>). No Modelo 2 o suporte de autonomia está   definido como tendo um impacto direto sobre as NPB e os indicadores de   bem-estar psicológico, e as NPB definidas como tendo um impacto direto sobre os   indicadores de bem-estar psicológico. Ou seja as NPB são introduzidas como   mediadoras da relação suporte de autonomia =&gt; indicadores de bem-estar psicológico. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Os   resultados revelaram qua ambos os modelos apresentam um bom ajustamento aos   dados da amostra: Modelo 1 (S-B<i>&#967;²</i>=   89.806;   <i>p</i>&lt; 0.000; NNFI= .978;CFI= 0.984; SRMS= 0.024; RMSEA= 0.050; RMSEA 90%   CI= 0.039 - 0.061); Modelo 2 (S-B<i>&#967;²</i>=   199.803;   <i>p</i>&lt; 0.000; NNFI= 0.963;CFI= .971; SRMS = 0.032; RMSEA= 0.054; RMSEA   90% CI= 0.047 - 0.063). Da observação dos parâmetros individuais verifica-se   que o efeito do suporte de autonomia sobre os indicadores de bem-estar   psicológico foram substancialmente reduzidos no Modelo 2 quando as NPB foram introduzidas como mediadoras desta relação. </font></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana"><a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a05f2.jpg">Figura 2</a></font></p>     
<p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   presente estudo objetivou analisar o papel mediador da perceção de satisfação   das necessidades psicológicas básicas na relação entre a perceção de suporte de   autonomia dado pelo instrutor de <i>fitness</i> e indicadores de bem-estar   psicológico, com recurso a análise de equações estruturais. Os resultados   confirmaram o papel de mediação das NPB entre o efeito do ambiente social (i.e.   suporte da autonomia dado pelos instrutores de <i>fitness</i>) e o bem-estar   psicológico dos praticantes de <i>fitness</i>. Para que o efeito mediador   esteja presente é necessário que se cumpram alguns critérios (ver Baron &amp;   Kenny, 1986), conforme sintetizados por Hagger e Chatzisarantis (2008) e Hein e   Hagger (2007), e que no caso do presente estudo se podem resumir da seguinte   forma: 1) a variável independente (i.e. suporte de autonomia) deve estar   relacionada de forma significativa com a variável dependente (i.e. bem-estar   psicológico) (<i>&#946;</i>= 0.32), assim como,   a variável mediadora (i.e. necessidades psicológicas básicas) com a variável   independente (i.e. suporte de autonomia) (<i>&#946;</i>=   0.67); 2) a variável mediadora (i.e., necessidades psicológicas básicas) deve   ter também um efeito direto significativo sobre a variável dependente (i.e.   bem-estar psicológico) (<i>&#946;</i>=   0.61); 3) e mais importante, a inclusão da variável mediadora (i.e.   necessidades psicológicas básicas) como preditora da variável dependente (i.e.   bem-estar psicológico) deve reduzir ou atenuar o efeito da variável   independente (i.e., suporte de autonomia) sobre a dependente (i.e., bem-estar   psicológico) (o efeito direto passou de <i>&#946;</i>=   0.32 para <i>&#946;</i> = -0.09 – valor este não   significativo). Para além disso, segundo Hair et al. (2009), também podemos   confirmar se o efeito da mediação está presente analisando os efeitos indiretos   entre os parâmetros. Se o efeito indireto entre a variável independente (i.e.   suporte de autonomia) e a dependente (i.e. bem-estar psicológico) é   significativo (<i>&#946;</i>=   0.41)   através da variável mediadora (i.e. necessidades psicológicas básicas),   enquanto que o efeito direto não é significativo (<i>&#946;</i>=   -0.09), então estamos perante um efeito de mediação, que segundo Baron e Kenny   (1986) se refere à transferência do efeito de uma variável   (independente/preditora: suporte de autonomia) sobre outra   (dependente/resultado: bem-estar psicológico) para uma terceira variável mediadora (i.e. necessidades psicológicas básicas).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Estes   resultados suportam empiricamente o mecanismo de mediação através do qual o   efeito do suporte de autonomia se faz sentir sobre o bem-estar psicológico, ou   seja, através da satisfação das NPB, conforme sugerido pela SDT (Deci &amp;   Ryan, 1985, 2008) e pelo modelo hierárquico de motivação intrínseca-extrínseca   proposto por Vallerand (1997). Os resultados vão também ao encontro do estudo   realizado por Vlachopoulos e Karavani (2009), cujos resultados evidenciam   igualmente este efeito mediador das NPB entre o suporte de autonomia e a vitalidade subjetiva. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este   mecanismo pode assim explicar os resultados obtidos nalguns estudos realizados   com o propósito de testar os efeitos de alguns fatores do ambiente social sobre   a resposta afetiva ao exercício físico, designadamente do estudo realizado por   Turner, Rejeski, e Brawley (1997) onde se verificou que, após uma série intensa   de exercícios, os praticantes que receberam mais feedback positivo e   experienciaram uma atmosfera social mais rica reportaram um aumento de   revitalização comparativamente aos praticantes que foram orientados por um instrutor com um comportamento neutro. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De   forma similar, no estudo realizado por Fox, Rejeski, e Gauvin (2000)   verificou-se que os praticantes envolvidos numa classe de exercício num   ambiente socialmente mais rico proporcionado pelo instrutor e pelos colegas,   reportaram valores mais elevados de divertimento e prazer após a realização do   exercício comparativamente aos praticantes que realizaram os mesmos exercícios num ambiente socialmente neutro. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Gostaríamos   ainda de referir, que existem algumas limitações no presente estudo que importa   indicar. O efeito de mediação das NPB foi analisado através de equações   estruturais, com recurso a uma amostra transversal de dados, seguindo os mesmos   procedimentos adotados noutros estudos (e.g. Gunnell, Mack, Wilson, &amp;   Adachi, 2011; López-Walle, Balaguer, Castillo, &amp; Tristán, 2012),   considerando a existência prévia de um conjunto consistente de estudos que   comprovam a existência de uma relação de causa efeito e de a teoria subjacente   sugerir direções inferenciais que são inerentemente causais. Apesar de os   estudos de mediação com recurso a amostras transversais tenderem a ser os mais   comummente reportados em estudos empíricos de mediação (Rose, Holmbeck, Coakley   &amp; Franks, 2004), alguns autores sugerem que para que o padrão temporal inerente   possa ser captado devem também ser realizados ensaios clínicos controlados   randomizados (Kraemer, Wilson, Fairburn, &amp; Agras, 2002; <i>Selig</i> &amp; Preacher, <i>2009</i>). Investigação   futura com desenhos experimentais deverá ser desenvolvida para examinar de que forma   a mudança ao longo do tempo do clima motivacional de suporte á autonomia   proporcionado pelo instrutor vai afetando o efeito de mediação das NPB sobre o bem-estar de praticantes de exercício.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por   outro lado, na presente investigação foi também objetivada a análise do efeito   direto da satisfação das NPB sobre o bem-estar, conforme vem recentemente a ser   demonstrada (Gunnell, Crocker, Wilson, Mack, &amp; Zumbo, 2013; Gunnell et al.,   2011; Ng, Ntoumanis, Thøgersen-Ntoumani, Stott, &amp; Hindle, 2013; Sylvester,   Mack, Busseri, Wilson, &amp; Beauchamp, 2012). Contudo, será também importante   de futuro considerar a inclusão de outras variáveis que não foram incluídas no   modelo, como o caso das regulações comportamentais, as quais poderão ter um   papel importante também na mediação do efeito da satisfação das NPB sobre o bem-estar (Teixeira, Patrick, &amp; Mata, 2011).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Por   último, tendo em conta que os participantes deste estudo posicionaram-se em   função do suporte de autonomia que percecionam por parte do instrutor com quem   estão mais tempo, será também importante nestes estudos futuros analisar os   efeitos à exposição de instrutores com diferentes estilos de suporte de   autonomia, incluindo também o efeito da exposição a outros significativos (e.g.   colegas de treino, staff), como habitualmente acontece durante a prática de exercício em ginásios. </font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font>     <p><font size="2" face="Verdana">Dada   a importância patenteada nesta investigação sobre o papel mediador da   satisfação das NPB na promoção do bem-estar psicológico, será importante que os   técnicos de exercício físico, bem como, todos os agentes que interagem neste   contexto, olhem para o exercício físico como algo mais do que mero movimento   potenciador de gasto calórico. Na nossa opinião, é fundamental que olhem para   exercício e os seus praticantes numa perspetiva mais holística, tomando em   consideração as contribuições de diferentes áreas disciplinares na construção   dos programas de exercício. A promoção da prática de exercício com vista à   melhoria da saúde, não se pode centrar apenas na mensagem de desenvolvimento da   aptidão/condição física, no “gasto calórico” e nos aspetos relacionados com a   saúde física, mas também na valorização das dimensões de bem-estar e qualidade   de vida (Varo et al., 2003). A intervenção dos técnicos de exercício deve ir ao   encontro daquilo que as pessoas esperam alcançar quando fazem exercício: “<i>feel-good     factor</i>” (Biddle &amp; Ekkekakis, 2005, p. 141), o que realça uma perspetiva   mais humanista da prática. Este novo paradigma apela a que os ginásios e <i>health     clubs</i> se reinventem e reflitam em novos modelos de intervenção, onde a   satisfação das NPB seja uma preocupação central, com vista à melhoria do   bem-estar dos praticantes de <i>fitness</i>. Esta questão passa pelo   desenvolvimento de programas de exercício inovadores, não monótonos, que: a) promovam   a autonomia dos praticantes, envolvendo-os no processo de decisão; b) aumentem   a sua perceção de competência, proporcionando situações de sucesso; c) e, ao   mesmo tempo, promovam o estabelecimento e fortalecimento de relações interpessoais positivas.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Baron,   R., &amp; Kenny, D. (1986). The moderator-mediator variable distinction in   social psychology research: Conceptual, strategic, and statistical   considerations. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 51</i>(6),   1173-1182.   doi: 10.1037//0022-3514.51.6.1173</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201500030000500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bentler,   P. (2002). <i>EQS 6 Structural equations program manual</i>. Encino, CA: Multivariate Software, Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201500030000500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Biddle,   S., &amp; Ekkekakis, P. (2005). Physically active lifestyles and well-being. In   F. Huppert, N. Baylis &amp; B. Keverne (Eds.), <i>The Science of Well-Being</i> (pp. 141-168). Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000075&pid=S1646-107X201500030000500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Byrne,   B. (2006). <i>Structural equation modeling with EQS: Basic concepts,     applications, and programming</i> (2nd ed.). Mahwah, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000077&pid=S1646-107X201500030000500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Deci,   E. L., Eghrari, H., Patrick, B. C., &amp; Leone, D. R. (1994). Facilitating   internalization: The self-determination theory perspective. <i>Journal of Personality, 62</i>(1), 119-142. doi: 10.1111/j.1467-6494.1994.tb00797.x</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000079&pid=S1646-107X201500030000500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Deci,   E. L., &amp; Ryan, R. M. (1985). <i>Intrinsic motivation and     self-determination in human behavior</i>. New York: Plenum Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201500030000500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Deci,   E. L., &amp; Ryan, R. M. (2008). Self-determination theory: A macrotheory   of human motivation, development, and health. <i>Canadian Psychology, 49</i>(3),   182-185.   doi: 10.1037/a0012801</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201500030000500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Diener,   E., Emmons, R. A., Larsen, R. J., &amp; Griffin, S. (1985). The satisfaction with life scale. <i>Journal of Personality Assessment, 49</i>(1), 71-75. doi: 10.1207/s15327752jpa4901_13</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201500030000500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cid,   L., Rosado, A., Leitão, C., &amp; Alves, J. (2012). Tradução e Validação   de Questionários em Psicologia do Desporto. In António Rosado, Isabel Mesquita   &amp; Carlos Colaço (Eds.), Métodos e Técnicas de Investigação Qualitativa. Lisboa: Edições FMH.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201500030000500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Edmunds,   J., Duda, J. L., &amp; Ntoumanis, N. (2008). Testing a   self-determination theory-based teaching style intervention in the exercise domain. <i>European Journal of Social Psychology, 38</i>(2), 375-388. doi: 10.1002/ejsp.463</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201500030000500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Edmunds,   J., Ntoumanis, N., &amp; Duda, J. (2006). A test of self-determination theory   in the exercise domain. <i>Journal of Applied Social Psychology, 36</i>(9),   2240-2265.   doi: 10.1111/j.0021-9029.2006.00102.x</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000087&pid=S1646-107X201500030000500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Faria,   L., &amp; Silva, S. (2000). Efeitos do exercício físico na promoção do auto-conceito. <i>Psychologica, 25</i>, 25-43.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201500030000500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fox,   L. D., Rejeski, W. A., &amp; Gauvin, L. (2000). Effects of leadership style and   group dynamics on enjoyment of physical activity. <i>American Journal of Health Promotion, 14</i>(5), 277-283. doi: 10.4278/0890-1171-14.5.277</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201500030000500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gunnell, K. E., Crocker, P. R. E., Wilson, P. M.,   Mack, D. E., &amp; Zumbo, B. D. (2013). Psychological need satisfaction and   thwarting: A test of basic psychological needs theory in physical activity   contexts. <i>Psychology of Sport and Exercise, 14</i>, 599-607. doi: 10.1016/j.psychsport.2013.03.007</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000091&pid=S1646-107X201500030000500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gunnell, K. E., Mack, D. E., Wilson, P. M., &amp;   Adachi, J. (2011). Psychological needs as mediators? The relationship between   leisure time physical activity and well being in people diagnosed with   osteoporosis. <i>Research Quarterly for Exercise &amp; Sport, 82</i>(4), 794-798.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201500030000500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hagger,   M., &amp; Chatzisarantis, N. (2008). Self-determination theory and the   psychology of exercise. <i>International Review of Sport and Exercise Psychology, 1</i>(1), 79-103. doi: 10.1080/17509840701827437</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201500030000500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hair,   J. F., Black, W. C., Babin, B. J., &amp; Anderson, R. E. (2009). <i>Multivariate data analysis</i> (7th ed.). New Jersey: Prentice Hall.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000095&pid=S1646-107X201500030000500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hein,   V., &amp; Hagger, M. S. (2007). Global self-esteem, goal achievement   orientations, and self-determined behavioural regulations in a physical education setting. <i>Journal of Sports Sciences, 25</i>(2), 149 – 159. doi: 10.1080/02640410600598315</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201500030000500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hu,   L., &amp; Bentler, P. (1999). Cutoff criteria for fit indexes in covariance   structure analysis: conventional criteria versus new alternatives. <i>Structural Equation Modeling, 6</i>(1), 1-55. doi: 10.1080/10705519909540118</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201500030000500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">López-Walle,   J., Balaguer, I., Castillo, I., &amp; Tristán, J. (2012). Autonomy Support,   Basic Psychological Needs and Well-Being in Mexican Athletes. <i>The Spanish Journal of Psychology, 3</i>(15), 1283-1292. doi.org/10.5209/rev_SJOP.2012.v15.n3.39414</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201500030000500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kiviniemi,   M. T., Voss-Humke, A. M., &amp; Seifert, A. L. (2007). How do I feel about the   behaviour? The interplay of affective associations with behaviors and cognitive   beliefs as influences on physical activity behaviour. <i>Health Psychology, 26</i>(2),   152-158.   doi: 10.1037/0278-6133.26.2.152</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201500030000500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kline,   R. (2011). <i>Principles and Practice of Structural Equation Modeling </i>(3<sup>nd</sup> ed.). New York: The Guilford Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201500030000500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kraemer,   H. C., Wilson, G. T., Fairburn, C. G., &amp; Agras, W. S. (2002). Mediators and   moderators of treatment effects in randomized clinical trials. <i>Arch Gen Psychiatry, 59</i>(10), 877-883.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000103&pid=S1646-107X201500030000500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mardia,   K. (1970). Measures of multivariate skewness and kurtosis with applications. <i>Biometrika, 57</i>(3), 519-530. doi: 10.2307/2334770</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201500030000500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marsh,   H. W. (1996). Positive and negative global self-esteem: A substantively   meaningful distinction or artifactors? <i>Jounal of Personality and Social Psychology, 70</i>(4), 818-819. doi: 10.1037//0022-3514.70.4.810</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201500030000500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marsh,   H. W., Hau, K. T., &amp; Wen, Z. (2004). In search of golden rules: Comment on   hypothesis-testing approaches to setting cutoff values for fit indexes and   dangers in overgeneralizing Hu &amp; Bentler’s (1999) findings. <i>Structural Equation Modeling, 11</i>(3), 320-341.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201500030000500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Moutão,   J., Alves, S., &amp; Cid, L. (2013). Traducción y   validación de la Subjective Vitality Scale en una muestra de practicantes de   ejercicio portugueses. <i>Revista Latinoamericana de Psicologia, 45</i>(2), 223-230.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201500030000500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Moutão,   J., Cid, L., Leitão, J. C., &amp; Alves, J. (2012). Tradução e validação   inicial do questionário Perceived Autonomy Support: Exercise Climate   Questionnaire (PASECQp) numa amostra de praticantes de exercício portugueses. <i>Psicologia: Reflexão e Critica, 25</i>(4), 701-708. doi: 10.1590/S0102-79722012000400009</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201500030000500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Moutão,   J., Cid, L., Leitão, J. C., Alves, J., &amp; Vlachopoulos, S. P. (2012). Validation   of the Basic Psychological Needs in Exercise Scale in a Portuguese Sample. <i>Spanish Journal of Psychology, 15</i>(1), 399-409. doi: 10.5209/rev_SJOP.2012.v15.n1.37346</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201500030000500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Neto,   F. (1993). The satisfaction with life scale: Psychometric properties in an adolescent sample. <i>Journal of Youth and Adolescence, 22</i>(2), 125-134. doi: 10.1007/BF01536648</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201500030000500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana"><a>Ng, J., Ntoumanis, N., Thøgersen-Ntoumani, C., Stott,   K., &amp; Hindle, L. (2013). Predicting psychological needs and well-being of   individuals engaging in weight management: The role of important others. <i>Applied     Psychology: Health and Well-Being, 5</i>(3), 291–310. </a>doi: 10.1111/aphw.12011</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201500030000500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Nunnally, J. C. (1978). <i>Psychometric theory</i>. New York: McGraw-Hill Inc.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201500030000500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rose,   B. M., Holmbeck, G. N., Coakley, R. M., &amp; Franks, E. A. (2004). Mediator   and moderator effects in developmental and behavioral pediatric research. <i>Developmental and Behavioral Pediatric</i>s, <i>25</i>(1), 58–67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201500030000500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rosenberg,   M. (1965). <i>Society and the adolescent self-image</i>. Princeton: Princeton University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201500030000500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ryan,   R. M. (1995). Psychological needs and the facilitation of integrative processes. <i>Journal of Personality, 63</i>(3), 397-427. doi: 10.1111/j.1467-6494.1995.tb00501.x</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201500030000500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ryan,   R. M., &amp; Frederick, C. (1997). On energy, personality, and health:   subjective vitality as a dynamic reflection of well-being. <i>Journal of Personality, 6</i>(3), 529-565. doi: 10.1111/j.1467-6494.1997.tb00326.x</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201500030000500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Santos,   P. J., &amp; Maia, J. (2003). Análise factorial confirmatória e validação preliminar   de uma versão portuguesa da Escala de Auto-Estima de Rosenberg. <i>Psicologia: Teoria, Investigação e Prática, 8</i>, 253-268.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201500030000500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Satorra,   A., &amp; Bentler, P. (1994). Corrections to test statistics and standard   errors in covariance structure analysis. In A. Eye &amp; C. Clogg (Eds.), <i>Latent     variables analysis: Applications for development research</i> (pp. 399-419). Thousand Oaks, California: Sage Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201500030000500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Selig, J. P.,   &amp; Preacher, K. J. (2009). Mediation   models for longitudinal data in developmental research. <i>Research in Human     Development</i>, <i>6</i>(2-3), 144-164. doi: 10.1080/15427600902911247</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201500030000500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Silva,   M. N., Markland, D., Carraça, E., Vieira, P. N., Coutinho, S. R., Minderico, C.   S., Matos, M. G., Sardinha, L. B., &amp; Teixeira, P. J. (2011). Exercise   autonomous motivation predicts 3-year weight loss in women. <i>Medicine and     Science in Sports and Exercise, 43</i>(4), 728-737. doi: 10.1249/MSS.0b013e3181f3818f</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201500030000500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Silva,   M. N., Markland, D., Vieira, P. N., Coutinho, S. R., Palmeira, A. L., Carraça,   E. V., Minderico, C. S., Matos, M. G., Sardinha, L. B., &amp; Teixeira, P. J.   (2010). Helping   overweight women become more active: need support and motivational regulations   for different forms of physical activity. <i>Psychology of Sport and Exercise, 11</i>(6), 591-601. doi: 10.1016/j.psychsport.2010.06.011</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201500030000500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sylvester, B. D., Mack, D. E., Busseri, M. A., Wilson,   P. M., &amp; Beauchamp, M. R. (2012). Health enhancing physical activity,   psychological need satisfaction, and well-being: Is it how often, how long, or   how much effort that matters? <i>Mental Health &amp; Physical Activity, 5</i>(2)<i>,</i> 141-147. doi: doi:10.1016/j.mhpa.2012.10.004</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201500030000500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Teixeira,   P. J., Carraça, E. V., Markland, D., Silva, M. N., &amp; Ryan, R. M. (2012). Exercise,   physical activity, and self-determination theory: A systematic review. <i>International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity, 9</i>, 78. doi: 10.1186/1479-5868-9-78 </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201500030000500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Teixeira,   P. J., Silva, M. N., Coutinho, S. R., Palmeira, A. L., Mata, J., Vieira, P. N.,   Carraça, E. V., Santos, T. C., &amp; Sardinha, L. B. (2010). 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Psychological benefits of   physical activity are influenced by the social environment. <i>Journal of Sport &amp; Exercise Psychology, 19</i>(2), 119–130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201500030000500045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vallerand,   R. J. (1997). Toward a hierarchical model of intrinsic and extrinsic motivation. <i>Advances in Experimental Social Psychology, 29</i>, 271-360. doi.org/10.1016/S0065-2601(08)60019-2</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201500030000500046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Varo,   J., Martinez-Gonzalez, M., De Irala-Estévez, J., Kearney, J., Gibney, M., &amp;   Martínez, J. A. (2003). Distribution and determinants of sedentary lifestyles   in the European Union. <i>International Journal of Epidemiology, 32</i>(1), 138-146. doi: 10.1093/ije/dyg116</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201500030000500047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vieira,   P. N., Mata, J., Silva, M. N., Coutinho, S. R., Santos, T. C., Minderico, C.   S., Sardinha, L. B., &amp; Teixeira, P. J. (2011). Predictors of psychological well-being during behavioral obesity treatment in women. <i>Journal of Obesity</i>, 1-8. doi: 10.1155/2011/936153</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201500030000500048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vieira,   P. N., Silva, M. N., Mata, J., Coutinho, S. R., Santos, T. C., Sardinha, L. B.,   &amp; Teixeira, P. J. (2013). Correlates of health-related quality of   life, psychological well-being, and eating self-regulation after successful   weight loss maintenance. <i>Journal of Behavioral Medicine, 36</i>(6), 601-610. doi.org/10.1007/s10865-012-9454-9</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-107X201500030000500049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vlachopoulos,   S. (2007). Psychometric evaluation of the basic psychological needs in exercise   scale in community exercise programs: A cross-validation approach. <i>Hellenic Journal of Psychology, 4</i>, 52-74.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201500030000500050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vlachopoulos,   S., &amp; Karavani, E. (2009). Psychological needs and subjective vitality in   exercise: a cross-gender situational test of needs universality hypothesis. <i>Hellenic Journal of Psychology, 6</i>, 207-222.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-107X201500030000500051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vlachopoulos,   S., &amp; Triantafyllidou, O. (2008). The contribution of psychological need   satisfaction to the prediction of exercise-induced feeling states. <i>Hellenic Journal of Physical Education and Sport Science</i>, <i>28</i>(4), 10-31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201500030000500052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vlachopoulos,   S. P., &amp; Michailidou, S. (2006). Development and initial validation   of a measure of autonomy, competence and relatedness in exercise: The basic psychological   needs in exercise scale. <i>Measurement in physical education and exercise science, 10</i>(3), 179-201. doi: 10.1207/s15327841mpee1003_4</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201500030000500053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Williams,   D. M., Dunsiger, S., Ciccoli, J. T., Lewis, B. A., Albrecht, A. E., &amp;   Marcus, B. H. (2008). Acute affective response to a moderate-intensity exercise   stimulus predicts physical activity participation 6 and 12 months later. <i>Psychology of sport and exercise, 9</i>(3), 231-245. doi: 10.1016/j.psychsport.2007.04.002</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201500030000500054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Williams,   G. C., Grow, V. M., Freedman, Z. R., Ryan, R. M., &amp; Deci, E. L. (1996).   Motivational predictors of weight loss and weight-loss maintenance. <i>Journal of Personality and Social Psychology, 70</i>(1), 115-126. doi: 10.1037//0022-3514.70.1.115</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-107X201500030000500055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Teixeira,   P. J., Patrick, H., &amp; Mata, J. (2011). Why we eat what we   eat: the role of autonomous motivation in eating behaviour regulation. <i>Nutrition Bulletin</i>, <i>36</i>, 102–107.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201500030000500056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    <br>   </b>Nada a declarar    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <b>Conflito de Interesses:    <br>   </b>Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:    <br> </b>Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo   recebido a 10-04-2014; Aceite a 24-09-2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><a name="end" id="topo2"></a><i> Autor correspondente</i>: ESDRM-IPSANTAREM. Avenida Dr. M&aacute;rio Soares, 2040-413 Rio Maior, Portugal. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:jmoutao@esdrm.ipsantarem.pt">jmoutao@esdrm.ipsantarem.pt</a></font></p>      ]]></body><back>
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