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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Relação entre atividade física e desportiva, níveis de IMC, perceções de sucesso e rendimento escolar]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Overweight is increasing among the school population being physical inactivity one of its main causes. Since it is not clear what kind of attitude do overweight and obese students have towards participation in physical activity and its relationship with academic performance we intend to identify the influencing factors in the context of physical education. Participated in this study 490 students from 3rd cycle and secondary education, divided by gender. BMI values were adjusted for sex and age and three groups were created: leanness; normal weight; and overweight. The values of the academic performance were normalized to a scale of 1 to 5 points. Participation in sporting activities, regularity of practice and perception of academic performance were measured by questionnaire. After exploratory data analysis, chi-square test, ANOVA and Pearson correlation were performed. The partial eta squared (&#951; ²) was reported as a measure of the magnitude of the effect of the differences in the ANOVAs. We considered the value of &#945; of 0.05. The results showed that students with overweight and thinness reported lower levels of PA compared to normal weight students (4.20±1.73, 1.77±4.6, 4.61±1.73, p=0.044, &#951;²=0:01, resp.). Most students defined its academic success through the approval /transition from year along with good classifications, having this group obtained higher levels of PA (4.57±1.71, p=0.03). There were significant effects of BMI levels in the final average and Physical Education ratings in which normal weight students had better ratings than overweight counterparts. Furthermore, there were significant correlations between the ratings of Portuguese and Mathematics (r = 0.80, p <0.001), between classifications of Physical Education and Portuguese (r = 0:36, p <0.001), and between classifications of Physical Education and Mathematics (r = 0:42, p <0.001). Overweight students had lower levels of PA when compared to students with normal or lean weight concomitantly with lower school performance levels. Given the results we consider that practicing PA is a factor with a positive influence on the academic performance of students in basic and secondary education.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Relação entre atividade   física e desportiva, níveis de IMC, perceções de sucesso e rendimento escolar</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Relation between sport and   physical activity, BMI levels, perceptions of success and academic performance</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Fernando Bastos<sup>1</sup>; Victor Machado Reis<sup>2,3</sup>; Ágata Cristina Aranha<sup>2,3</sup>; Nuno Domingos Garrido<sup>2,3,<a href="#end">*</a></sup></b><a name="topo" id="topo2"></a></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Instituto Federal de Bel&eacute;m do Par&aacute;, Bel&eacute;m do Par&aacute;, Brasil</i>    <br>   <sup>2</sup> <i>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro, DCDES, Vila       Real, Portugal</i>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>       <sup>3</sup> <i>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto, Sa&uacute;de e Desenvolvimento Humano (CIDESD), Portugal</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O excesso de peso é cada   vez maior entre da população escolar jovem. Uma vez que não é evidente qual a   atitude dos alunos com sobrepeso e obesidade face à participação em atividades   físicas e sua relação com o desempenho escolar pretendemos identificar os   factores de influência no contexto da EF escolar. Participaram neste estudo 490   alunos dos 3º ciclo e ensino secundário, divididos por sexo. Os valores de IMC   foram ajustados para sexo e idade e criados três grupos: Magreza; peso normal;   e excesso de peso. Os valores dos resultados escolares foram normalizadas para   uma escala de 1 a 5 valores. A participação em atividades desportivas,   regularidade de prática e percepção do sucesso escolar foi medida por   questionário. Após análise exploratória dos dados foram realizados os testes do   Qui-quadrado, ANOVA e correlação de Pearson. O eta quadrado parcial (&#951;²)   foi reportado como medida da magnitude do efeito das diferenças   verificadas nas ANOVAs. Foi considerado o valor de &#945;   de 0.05. Os resultados mostraram que alunos com excesso de peso e magreza   reportaram menores níveis de atividade física em relação a alunos   normoponderais (4.20±1.73, 4.06±1.77, 4.61±1.73; p=0.044; &#951;²=0.01,   resp.). A maior parte dos alunos definiu o seu sucesso escolar através   da aprovação/transição   de ano a par de boas classificações, tendo este grupo obtido   níveis superiores de prática (4.57±1.71, p=0.03) Verificaram-se efeitos   significativos da variável níveis de IMC nas classificações médias finais e na   disciplina de EF, em que os alunos normoponderais obtiveram melhores   classificações do que os alunos com excesso de peso. Além disso, verificaram-se   correlações significativas entre as classificações de Português e Matemática   (r=0.80; p&lt;0.001), entre as classificações de EF e Português (r=0.36;   p&lt;0.001), e entre as classificações de EF e Matemática (r=0.42; p&lt;0.001).   Os alunos com sobrepeso apresentaram níveis inferiores de prática de atividade   física quando comparados com os alunos com peso normal ou magros   concomitantemente com um rendimento escolar inferior. Face aos resultados   consideramos a prática de atividade física um fator com influência positiva no rendimento escolar em alunos dos ensinos básico e secundário.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>Atividade física, IMC, perceções de sucesso, rendimento escolar, EF.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Overweight   is increasing among   the school population being physical inactivity one of its main causes. Since it is not clear what kind of   attitude do overweight and obese students have towards participation in physical   activity and its relationship with   academic performance we intend to identify the influencing factors in the context of physical education. Participated in this study 490 students from 3<sup>rd</sup> cycle and secondary education, divided   by gender. BMI values were   adjusted for sex and age and three groups were created: leanness; normal weight; and overweight. The values of the academic performance were normalized to a scale of 1 to 5 points. Participation in sporting activities, regularity of practice   and perception of academic performance   were measured by questionnaire. After   exploratory data analysis, chi-square test, ANOVA and Pearson correlation were performed. The partial eta squared   (&#951; ²) was reported as a measure   of the magnitude of the effect of   the differences in the ANOVAs.   We considered the value of &#945;   of 0.05. The   results showed that students   with overweight and thinness reported lower levels of PA compared to normal weight students (4.20±1.73, 1.77±4.6,   4.61±1.73, p=0.044, &#951;²=0:01,   resp.). Most   students defined its academic success through the approval /transition   from year along with good classifications, having this group obtained higher   levels of PA (4.57±1.71, p=0.03). There were significant effects of BMI levels in   the final average and Physical Education ratings in which normal weight students   had better ratings than overweight counterparts. Furthermore,   there were significant correlations   between the ratings of Portuguese and   Mathematics (r = 0.80, p &lt;0.001), between   classifications of Physical Education and Portuguese (r = 0:36, p &lt;0.001), and   between classifications of Physical   Education and Mathematics (r   = 0:42, p &lt;0.001). Overweight   students had lower levels of PA when compared   to students with normal or   lean weight concomitantly   with lower school performance levels. Given   the results we consider that   practicing PA is a factor with a positive influence on the academic performance of students in basic and secondary education.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>physical activity, BMI, perceptions of success, academic performance, physical education</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nos   países da União Europeia o sobrepeso e obesidade estão fortemente associados   com estilos de vida sedentários e com a ausência de atividade física (AF) na   população adulta (Martínez-González,   Martínez, Hu, Gibney, &amp; Kearney, 1999) sendo a inatividade   física um fator determinante na acumulação excessiva de gordura (McArdle,   Katch, &amp; Katch, 2010). Como agravante, o estilo de vida   contemporâneo e modernização convidam também a população mais jovem a práticas   de sedentarismo e aumento da prevalência de obesidade (Ogden   et al., 2006). É sabido que a AF regular está associada com melhorias   no bem-estar e saúde, assim como das capacidades físicas dos praticantes (Blair,   LaMonte, &amp; Nichaman, 2004) onde os benefícios para a saúde   parecem ser proporcionais à quantidade de AF realizada (US   Department of Health and Human Services, 1996). Se por um lado a   relação da AF com a saúde está refletida no efeito protetor da mesma reduzindo   do risco de aparecimento de doenças degenerativas e controláveis (Eckel,   Grundy, &amp; Zimmet, 2005) por outro é de esperar que a AF   também atrase a mortalidade e aumente a longevidade (Lee,   Paffenbarger, &amp; Hennekens, 1997). De facto, os fatores de   risco nos adultos podem ter a sua origem na infância ou adolescência e podem   ser atenuados e/ou evitados através da AF regular nessas idades (Freedman,   Khan, Dietz, Srinivasan, &amp; Berenson, 2001). É então   fundamental aumentar a consciência e a participação de crianças e adolescentes   em programas regulares e estruturados de prática (Mota   &amp; Sallis, 2002), pois estas faixas etárias representam o   período ótimo para estimular os hábitos de um estilo de vida saudável que, se   adquiridos, provavelmente manter-se-ão durante a idade adulta (Shephard &amp; Trudeau, 2000).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   educação física (EF) e a escola estão na linha da frente e são considerados   contextos de intervenção fulcrais para o desenvolvimento de estilos de vida ativos   nos mais novos (WHO/CDC,   2005),   apesar da aparente menor importância dada à EF relativamente a outras áreas   disciplinares (Kelder   et al., 2003). Contudo, programas aplicados com base em evidências   que comprovam benefícios, quer na saúde, quer no sucesso escolar fazem da EF um   importante recurso a ter em conta (Sallis   et al., 2012). Ao ser o primeiro contexto com responsabilidade de   promover a AF em crianças e jovens (Sallis   &amp; Owen, 1998), a EF escolar pode ser o caminho no   combate à inatividade física e hábitos sedentários, uma vez que as crianças   estão cada vez menos ativas (Armstrong,   1995; Armstrong &amp; Van Mechelen, 1998) e a sua participação em atividades   físicas tem diminuído com o aumento da idade (Armstrong &amp; Welsman, 2006). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Além   dos benefícios apontados também há a sugestão de que o tempo dedicado à EF ou a   outras atividades físicas não tem impacto negativo no sucesso escolar e pode,   inclusive, estar ligado à obtenção de melhores notas (Rasberry   et al., 2011), contudo esta evidência, apesar de existir, ainda não   é totalmente considerada para o efeito (Donnelly et al., 2013).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma   vez que ainda não está claro nem evidente qual a atitude dos alunos com   sobrepeso e obesidade face à participação em atividades físicas e desportivas e   sua relação com o desempenho escolar definimos como objetivo central deste   estudo a identificação dos fatores de influência no contexto da EF escolar.   Desta forma, os objetivos específicos deste estudo foram caracterizar os níveis   de prática de AF e desporto federado; caracterizar os níveis de IMC; verificar   quais as perceções de sucesso escolar e fatores que o influenciam; e caracterizar o rendimento escolar e verificar os fatores que o influenciam.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font>     <p><font size="2" face="Verdana">A   presente investigação é de natureza quantitativa, de acordo com um delineamento   quasi-experimental, descritivo e correlacional, tendo os dados sido recolhidos num único momento temporal (transversal).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Amostra</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   amostra do presente estudo foi constituída por um total de 490 alunos dos   ensinos básico e secundário, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos.   Relativamente ao sexo, 245 (50.0%) eram do sexo masculino e 245 (50.0%) eram do   sexo feminino. No que concerne a idade, os alunos foram agrupados em duas   faixas etárias: 12-15 anos (n= 155; 31.6%) e 16-18 anos (n= 335; 68.4%). Em   termos de ciclo de ensino, 325 (66.3%) estavam matriculados num ano de escolaridade   do 3º ciclo, enquanto os restantes 165 (33.7%) estavam matriculados no 10º, 11º   ou 12º ano (ensino secundário). Os valores médios do IMC variaram entre 12.99 e 38.48 kg/m² (20.54 ± 3.48). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os   alunos foram recrutados em vários estabelecimentos de ensino da região litoral   de Portugal, segundo um processo de amostragem não-probabilístico   (intencional). Procedeu-se à obtenção da autorização formal dos diretores das   escolas e dos pais/encarregados de educação para a aplicação dos questionários,   garantindo o anonimato e confidencialidade dos dados recolhidos. O presente   estudo foi aprovado pelo comité de ética institucional e respeitou as diretrizes internacionais sobre ética em pesquisas científicas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   recolha de dados foi efetuada em contexto de sala de aula, através da   utilização de computadores com ligação à internet, tendo os alunos preenchido   os dados num formulário <i>online</i> criado e disponível unicamente para este   efeito. Este processo decorreu sob a presença do primeiro investigador de modo   a uniformizar os procedimentos de administração do questionário e dar   instruções precisas aos alunos, quando solicitado, de forma a minimizar a   possível ocorrência de erros interpretativos. O preenchimento dos dados   referentes à massa corporal e estatura foi feito pelos alunos no mesmo   formulário, tendo por referência os valores obtidos numa medição efetuada na   aula anterior de EF, de acordo com o manual do Fitnessgram (NES,   2002).   A massa corporal foi medida através de balança eletrónica, com a possibilidade   de obter valores aproximados aos 100 gramas. A massa corporal foi registada com   o aluno descalço, com roupas leves, na posição antropométrica e com os pés   apoiados no centro da balança. O registo foi feito em quilogramas com um valor   decimal. A estatura foi medida com recurso a um estadiómetro portátil, após uma   inspiração profunda. As medições foram realizadas na posição antropométrica,   com a cabeça posicionada segundo o plano de Frankfurt. O registo de dados foi   efetuado em centímetros e posteriormente convertido para metros. As classificações   obtidas às várias disciplinas no período lectivo anterior foram igualmente preenchidas   pelos alunos, segundo a ficha individual de informação escolar que estes foram   solicitados a trazer no dia do preenchimento do questionário. Tendo em consideração   as diferentes escalas de classificação dos ensinos básico e secundário,   procedeu-se posteriormente à normalização das classificações dos alunos do ensino secundário numa escala de 5 valores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   categorização dos adolescentes por níveis de IMC foi efetuada segundo as   propostas de Cole e colaboradores (eg.   Cole, Bellizzi, Flegal, &amp; Dietz, 2000; Cole, Flegal, Nicholls, &amp;   Jackson, 2007; Cole &amp; Lobstein, 2012), ajustadas para o sexo e   idade. Deste modo, foram criados três grupos: magreza, peso normal e excesso de   peso. O grupo com excesso de peso incluiu simultaneamente os adolescentes com pré-obesidade e obesidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   tradução e adaptação transcultural dos instrumentos utilizados seguiram um   conjunto de processos de tradução e retroversão efetuados por diferentes   indivíduos bilingues, não familiarizados com os instrumentos. A adequação   semântica e validade de conteúdo foram estabelecidas através de um painel de   especialistas, com habilitações e experiência na área científica em causa,   tendo-se obtido uma versão final, traduzida e adaptada, que reuniu consenso por parte dos membros do painel.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Inicialmente,   os alunos responderam um conjunto de questões de natureza sociodemográfica   (sexo, idade, ano de escolaridade e agregado familiar), assim como foram solicitadas as medições de massa corporal e estatura, e as classificações escolares.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As   questões do nosso estudo sobre a mensuração da atividade física-desportiva,   aplicadas noutros estudos (Cloes,   2004; Cloes, Laraki, Dubuisson, &amp; Theunissen, 2007),   foram baseados no modelo desenvolvido por Prochaska, Sallis e Long (2001),   onde a frequência de prática de AF foi mensurada através da média de dois itens   (“Ao longo dos últimos 7 dias, quantas vezes andaste a pé ou de bicicleta   durante pelo menos 10 minutos, para ir para a escola, ir ter com amigos, ir às   compras ou apenas para andar?” e “Ao longo dos últimos 7 dias, quantas vezes   fizeste uma atividade física durante pelo menos 20 minutos, e que te fez   acelerar a respiração ou te fez suar”), enquanto a prática desportiva federada   foi avaliada através de um item (“Ao longo dos últimos 7 dias, quantas horas   praticaste fora da escola, ou em uma estrutura organizada/federada”). A   regularidade da prática de AF e/ou desporto federado foi mensurada através da   questão “Praticas um desporto (ou atividade física) fora da escola…”, com as   seguintes opções: sim, durante todo o ano; sim, mas não durante todo o ano; Não.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As   perceções do sucesso escolar dos alunos basearam-se na resposta à questão “Para   ti, o sucesso escolar é…”, com as seguintes opções: passar de ano, mesmo com negativas; passar de ano sem qualquer negativa; passar de ano com boas notas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise estatística</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Primeiramente recorremos aos procedimentos   habituais da estatística descritiva (média, desvio-padrão e frequência relativa)   e análise da normalidade univariada dos dados (simetria e achatamento). Para   efeitos de análise inferencial utilizámos os testes do Qui-quadrado, ANOVA uni   e multivariada e correlação de Pearson. O eta quadrado parcial (&#951;²)   foi reportado como medida da magnitude do efeito das diferenças   verificadas nas ANOVAs, utilizando-se os seguintes critérios   de interpretação: &gt; 0.01 (efeito pequeno), &gt;   0.06 (efeito moderado) e &gt; 0.14 (efeito elevado) (Cohen,   1988).   As propriedades psicométricas das dimensões do questionário foram investigadas   através da análise fatorial confirmatória e alfa de Cronbach, tendo revelado um   bom índice de consistência interna (alfa de Cronbach igual a 0,73) e razoável adequação   fatorial (CFI&gt; 0,90 e RMSEA &lt;0,08). O nível de significância   foi mantido em 5% (p &lt; 0.05). Os pacotes estatísticos utilizados foram o IBM SPSS Statistics 19.0 e o EQS 6.1</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   alunos, em média, praticavam AF em 4.49 ± 1.74 dias da semana, sendo observável   maior nível de prática por parte dos meninos (4.73 ± 1.73) quando comparados   com as meninas (4.24 ± 1.70; p = 0.002; &#951;² = 0.02). A comparação   por grupos etários revelou um aumento dos níveis de prática entre os 12-15 anos   (4.02 ± 1.74) e os 16-18 anos (4.70 ± 1.69; p &lt; 0.001; &#951;²   = 0.03). Por sua vez, alunos com excesso de peso (4.20 ± 1.73) e magreza (4.06   ± 1.77) reportaram menores níveis de AF em relação a alunos normoponderais (4.61   ± 1.73; p = 0.044; &#951;² = 0.01).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No   que concerne à regularidade da prática, 320 (65.3%) afirmaram fazê-la de forma   regular, 106 (21.6%) reportaram praticar de modo irregular (sazonal ou   ocasionalmente) e 64 (13.1%) indicaram não serem praticantes. Estas prevalências   apresentaram diferenças por sexo (p = 0.01), verificando-se uma maior   prevalência de prática regular nos meninos (71.8% vs. 58.8%) e maiores   prevalências de prática irregular ou não prática nas meninas (25.7% vs. 17.6% e   15.5% vs. 10.6%, respetivamente). O grupo etário, níveis de IMC e agregado   familiar não influenciaram significativamente a regularidade da prática (p &gt; 0.05).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente   à prática desportiva federada, a amostra revelou praticar cerca de 3.21 horas   (DP = 2.59) por semana, tendo-se obtido níveis superiores nos meninos (3.73 ± 2.56   vs. 2.69 ± 2.52; p &lt; 0.001; &#951;² = 0.04). No entanto, as variáveis   grupo etário e níveis de IMC não produziram efeitos significativos nos níveis   de envolvimento desportivo federado (p &gt; 0.05). No que concerne a   regularidade da prática desportiva federada, 288 (58.8%) afirmaram fazê-la de   forma regular, 78 (15.9%) reportaram praticar de modo irregular (sazonal ou   ocasionalmente) e 124 (25.3%) indicaram não serem praticantes federados. Estas   prevalências apresentaram diferenças por sexo (p &lt; 0.001), verificando-se   uma maior prevalência de prática regular nos meninos (69.4% vs. 48.2%) e   maiores prevalências de prática irregular ou não prática nas meninas (18.8% vs.   13.1% e 33.1% vs. 17.6%, respetivamente). O grupo etário e níveis de IMC não   influenciaram significativamente a regularidade da prática desportiva federada (p &gt; 0.05).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   alunos da amostra revelaram níveis médios de IMC de 20.54 ± 3.48 kg/m²,   variando entre 12.99 e 38.48 kg/m². As análises comparativas do IMC por sexo   não indicaram diferenças significativas (p &gt; 0.05). No entanto, e como   esperado, verificou-se que alunos mais velhos evidenciaram níveis médios mais   elevados (20.97 ± 3.27) em comparação com os alunos mais novos (19.61 ± 3.75; p   &lt; 0.001; &#951;²   = 0.03). Por sua vez, a análise por níveis de IMC (magreza, peso normal e   excesso de peso) indicou 3.3% (n = 16) com magreza, 71.4% (n = 350) com peso   normal e 25.3% (n = 124) com excesso de peso. As prevalências de excesso de   peso e magreza foram superiores no sexo masculino em comparação ao sexo   feminino (27.8% vs. 22.9% e 5.3% vs. 1.2%, respetivamente), enquanto se   observou uma maior percentagem de meninas no grupo normoponderal (75.9% vs. 66.9%; p = 0.01).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Destaca-se   que grande parte dos alunos define o seu sucesso escolar através da aprovação/transição   de ano a par de boas classificações (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a06t1.jpg">tabela 1</a>). Verificaram-se efeitos   significativos do sexo e níveis de IMC, no qual se observou uma maior prevalência   de meninas e adolescentes com peso normal no grupo das perceções associadas à   aprovação/transição de ano com boas classificações. Por sua vez, denotou-se uma   maior percentagem de meninos e adolescentes com magreza no grupo dos que   dependiam de obter aprovação/transição de ano, mesmo que tal implicasse ter   classificações negativas. Relativamente à comparação dos níveis de AF por grupos   de perceções de sucesso escolar, somente se identificou uma diferença   significativa (p = 0.03), em que os alunos que definiam o seu sucesso escolar   através da aprovação/transição de ano com boas classificações reportaram níveis   superiores de prática (4.57 ± 1.71) quando comparados com os alunos para os   quais bastaria obter aprovação/transição de ano sem classificações negativas (3.99   ± 1.73). Por sua vez, não se verificaram diferenças significativas de prática   desportiva federada em função de diferentes grupos de perceções de sucesso escolar (p &gt; 0.05).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">A   comparação em função do sexo indicou que as meninas obtiveram melhores   classificações médias finais e nas disciplinas de Português e Matemática. Não   se verificaram diferenças por sexo nas classificações de EF (p = 0.11). A   análise comparativa por grupos etários indicou melhores classificações médias   finais e nas disciplinas de Português e Matemática por parte dos alunos com   12-15 anos, enquanto os alunos mais velhos (16-18 anos) obtiveram melhores   classificações na disciplina de EF. Verificaram-se efeitos significativos da   variável níveis de IMC nas classificações médias finais e na disciplina de EF,   em que os alunos normoponderais obtiveram melhores classificações do que os alunos com excesso de peso. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   comparação em função das perceções de sucesso escolar revelou que o grupo das   perceções associadas à aprovação/transição de ano com boas classificações   obteve melhores classificações na média final e nas restantes disciplinas analisadas do que os restantes grupos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Além   disso, verificaram-se correlações significativas entre as classificações de   Português e Matemática (r = 0.80; p &lt; 0.001), entre as classificações de EF   e Português (r = 0.36; p &lt; 0.001), e entre as classificações de EF e Matemática (r = 0.42; p &lt; 0.001).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   correlação entre as variáveis do rendimento escolar e a frequência de prática   de AF unicamente indicou uma relação positiva significativa entre as   classificações de EF e a prática AF (r = 0.25; p &lt; 0.001). Por sua vez, a   frequência de prática desportiva federada relacionou-se positiva e   significativamente com a classificação média final (r = 0.11; p &lt; 0.05) e as   classificações de EF (r = 0.28; p &lt; 0.001). Tendo em consideração a   diferença de prática por sexo, efetuámos esta mesma análise separadamente por   sexo masculino e feminino. Os resultados obtidos indicaram, além das evidências   anteriormente enunciadas, uma relação significativa entre a prática desportiva   federada por parte das meninas e as classificações na disciplina de Português (r = 0.17; p &lt; 0.05).&nbsp;</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana"><a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a06t2.jpg">Tabela 2</a></font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font>     <p><font size="2" face="Verdana">O   objetivo deste estudo foi caracterizar os níveis de prática de AF e desporto   federado; caracterizar os níveis de IMC; verificar quais as perceções de   sucesso escolar e fatores que o influenciam; e caracterizar o rendimento   escolar e verificar os fatores que o influenciam. Tanto quanto a literatura nos   permite conhecer, o presente estudo constitui-se como inédito na análise da perceção   do sucesso escolar dos alunos do ensino básico e secundário e a sua relação com o sucesso escolar, níveis de IMC e prevalência de prática de AF.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Prática desportiva</b>    </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   alunos do nosso estudo apresentaram uma média de 4.49 ± 1.74 dias por semana de   prática destacando-se o maior nível de prática dos meninos em comparação com as   meninas. Historicamente tem sido assim no panorama desportivo, o que   eventualmente terá tido reflexos também na prática de AF. Mais recentemente os   estudos científicos têm apresentado uma tendência convergente com este fenómeno   (Armstrong   &amp; Welsman, 2006; Maffeis &amp; Castellani, 2007; Yli-Piipari, Leskinen,   Jaakkola, &amp; Liukkonen, 2012) e os nossos dados não são exceção.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Do   ponto de vista da prevalência, os meninos do nosso estudo tiveram uma   prevalência de prática regular 13% superior à das meninas (p = 0.01). Estes   resultados estão em linha com os do estudo de Sallis (1993),   onde mostrou que meninos eram 20% mais ativos que as meninas e que a AF média   diminuía 2.7% com a idade nos meninos e 7.4% nas meninas. Este último facto não   foi confirmado no nosso estudo revelando resultados inversos. Outro exemplo é o   estudo do U.S. National Youth Risk Behavior Survey, com mais de 11.000   adolescentes do ensino secundário, onde Heath, Pratt, Warren, e Kann (1994)   verificaram que a percentagem de meninas adolescentes que eram ativas no 9º ano diminuiu de 31% para 17% até ao 12º. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os   meninos podem apresentar maiores níveis de prática por vários motivos. Um deles   que não foi abordado no questionário pode dever-se ao facto dos pais dos   meninos terem maiores níveis de prática de AF que os pais das meninas. Relativamente   a este tópico, Taylor, Baranowski, e Sallis (1994)   reforçam o papel fundamental da família na participação desportiva, quer como   modelos a seguir, quer como suporte e influência social, encontrando aceitação   ainda hoje em literatura mais recente que indica que os meninos têm mais apoio   social e familiar para a realização de atividades físicas (Gonçalves,   Hallal, Amorim, Araújo, &amp; Menezes, 2007), onde o apoio e   incentivo dos pais têm apresentado mais valor preditivo que o nível de prática   de AF dos mesmos (Trost et al., 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Encontramos   também uma relação positiva entre a classificação a EF (médias acima dos 4   pontos), superior nos meninos, e a prática de AF (r =.25; p &lt; 0.05).   Contudo, se retirarmos a EF e incluirmos os dados da prática desportiva federada,   verificamos um efeito do sexo nos níveis de prática (p &lt; 0.001) onde os   meninos indicaram uma participação mais elevada que as meninas. Estas relações   matemáticas, apesar de mostrarem a tendência não explicam a causa, que não é   única. As normas e os fatores socioculturais assim como as expetativas da   sociedade relativamente à participação desportiva influenciam a distinção entre   os níveis de prática dos dois sexos (Weinberg   &amp; Gould, 1997). Além da tendência das crianças   responderem a estereótipos sociais em relação ao desporto e AF, outra explicação   pode surgir do facto dos meninos tradicionalmente apresentarem maior competência   motora que as meninas (Mateus,   Dias, Corte-Real, Garganta, &amp; Fonseca, 2010). A competência   motora parece ser necessária para assegurar algum sucesso durante a AF (Cliff,   Okely, Smith, &amp; McKeen, 2009) estando associada à   participação desportiva dos jovens (Jaakkola et al., 2009; Okely, Booth, &amp; Patterson, 2001). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outro   fator que pode explicar a menor prevalência de participação das meninas é a   intensidade das atividades físicas. A nível dos países europeus, incluindo   Portugal, os meninos apresentam níveis de AF superior às meninas, aumentando   esta diferença quando se considera AF vigorosa (Armstrong   &amp; Welsman, 2006). O elevado nível de competição e   intensidade nos desportos federados pode levar a que alguns não participem (Landry   &amp; Driscoll, 2012). Além de participarem menos em AF e atividades   federadas, normalmente as meninas participam menos nas aulas de EF e a sua   participação normalmente é em atividades com menor intensidade (McKenzie, Marshall, Sallis, &amp; Conway, 2000).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Não   foi feito no nosso estudo uma descriminação das modalidades praticadas, uma vez   que estava fora do âmbito do mesmo. Os jogos desportivos coletivos têm uma   prevalência maior durante a adolescência (Azevedo   Júnior, Araújo, &amp; Pereira, 2006), mas consideramos   provável que as modalidades individuais possam ter mais aceitação entre as   meninas e a sua participação ser realizada com mais confiança (Corbin, 2002).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   redução dos níveis de AF com o aumento da idade começa mais cedo nas meninas (Maffeis   &amp; Castellani, 2007) e, apesar de não termos dados disponíveis   para verificar na nossa amostra onde se iniciou essa redução, constatamos algo   importante para caracterizar a menor prevalência de prática por parte das   meninas. As meninas do nosso estudo demonstraram maiores níveis de inatividade   física que os meninos (p = 0.01). Esta tendência está bem documentada por Oehlschlaeger,   Pinheiro, Horta, Gelatti, e San’Tana (2004)   referindo que a prevalência do sedentarismo é 2.45 maior em meninas que em meninos.   No nosso caso é aproximadamente 1.5 vezes maior (15.5 vs 10.6%). Independentemente da dimensão do valor, são dados preocupantes. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Armstrong   e Welsman (2006)   mostraram que o resultado da população portuguesa nos níveis de AF é preocupante.   Nos meninos de 11 e 13 anos apenas 40% cumprem os níveis mínimos recomendados,   sendo de aproximadamente 30% nos meninos de 15 anos. Nas meninas, o cenário   agrava-se ainda mais com valores de aproximadamente 22.5% nos 11 anos, 15% nos   13 anos e 10% nos 15 anos. Dos 22 países estudados, apenas 4 estão com níveis inferiores a Portugal.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estudos   realizados na população portuguesa (Guerra,   Santos, Ribeiro, Duarte, &amp; Mota, 2003; Mota, Santos, Guerra, Ribeiro, &amp;   Duarte, 2002; Santos, Guerra, Ribeiro, Duarte, &amp; Mota, 2003)   mostraram resultados impressionantes, uma vez que 94% dos meninos e 79% das   meninas acumularam pelo menos 60 minutos de AF de intensidade moderada a   vigorosa por dia e que o tempo passado em AF aumentava com o aumento da idade.   Estes estudos foram realizados com recurso a acelerómetros. O nosso estudo foi   realizado através de métodos subjetivos por questionário. É necessário ter   cautela a comparar os resultados uma vez que também são muito diferentes do   reportado por Armstrong e Welsman (2006) que apresentaram dados obtidos por métodos subjetivos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um   dado interessante que diverge da literatura é o aumento do nível de prática com   o aumento da idade da faixa 12-15 para a faixa 16-18 (4.02 ± 1.74 vs 4.70 ±   1.69; p &lt; 0.001). Estes resultados fogem da tendência da generalidade dos   dados publicados relativamente aos níveis de prática. Alguns estudos reportaram   aumentos dos níveis de AF com o aumento da idade (Guerra   et al., 2003; Mota et al., 2002; Santos et al., 2003; Vasconcelos &amp; Maia, 2001). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No   estudo de Vasconcelos e Maia (2001)   encontrou-se uma relação positiva entre a idade e os níveis de prática nas meninas   até aos 16 anos e um declínio a partir daí, enquanto nos meninos a partir dos   12 anos até aos 19 houve uma estabilização dos níveis de prática. Os autores   apontam como justificação uma maior adesão à AF e desportiva nos tempos livres   e na escola, assim como menores hábitos de sedentarismo. No caso do nosso   estudo não temos dados que suportem qualquer assunção baseada em fatores   externos influenciadores. De qualquer forma sabemos que alguns obstáculos   sociais, demográficos, pessoais ou ambientais podem limitar algumas crianças e   adolescentes a praticarem AF. As crianças são influenciadas pelos hábitos de AF   das pessoas com quem convivem (Landry   &amp; Driscoll, 2012). Desta forma, esta tendência pode estar   ligada a alunos que tenham pais que incentivam a sua participação ou que são   pais ativos. As circunstâncias familiares, sociais e/ou económicas, estão   fortemente relacionadas com o desenvolvimento a educação e oportunidades de   prática de AF (Wadsworth,   1999),   mostrando uma influência directa, sobretudo dos pais, na AF das crianças (Keresztes,   Piko, Pluhar, &amp; Page, 2008; King, Tergerson, &amp; Wilson, 2008)   ilustrado pelo facto de crianças poderem ser aproximadamente 6 vezes fisicamente   mais ativas se tiverem pais ativos (Fuemmeler, Anderson, &amp; Mâsse, 2011).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outro   fator externo que pode ter influenciado esta tendência é o nível   socioeconómico. Não temos dados da condição socioeconómica dos alunos uma vez   que o estudo foi de corte transversal. A população em estudo na altura da recolha   podia ter um estatuto socioeconómico diferente entre os grupos de idade, sendo   os mais novos menos privilegiados que os mais velhos. De facto, o menor nível   socioeconómico e educacional tem sido associado com menores níveis de   participação em atividades físicas (Sallis &amp; Owen, 1998). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O   facto de ser um estudo realizado num momento só, de corte transversal, pode   levar a que tenhamos estudado duas populações com comportamentos diferentes.   Não sabemos se o grupo dos mais velhos não manteve os níveis de prática que   tinha há um ou dois anos, não sabemos se aumentou, ou se, de acordo com a literatura,   diminuiu. Da mesma forma, não sabemos se o grupo que agora pertence aos mais   novos vai aumentar os seus níveis de prática quando aumentar a idade, se vai   manter, ou se vai diminuir. Podemos estar na presença de um grupo dos mais   novos que é mais sedentário que os mais velhos. Não parece ser o caso, uma vez   que o IMC, que está negativamente relacionado com a prática da AF (Donnelly   et al., 2009), aumentou com a idade (p &lt; 0.001) e não diminuiu.   Por exemplo, no estudo de Berkey, Rockett, Gillman, e Colditz (2003),   o nível de AF foi maior para o grupo dos mais velhos, contudo nesse estudo,   essa maior participação estava associada à diminuição da prevalência de sobrepeso com o aumento de idade de 27.3% aos 10 anos, para 17.3% aos 15 anos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Podemos   ainda indicar que, pela análise dos intervalos de idade que os sujeitos do   grupo dos mais novos estão a terminar o 3º ciclo do Ensino Básico enquanto os   mais velhos estão já em idade de Ensino Secundário. Os alunos do Ensino Secundário   têm mais tempo de EF que os alunos do 3º ciclo. Este facto pode justificar o   aumento dos níveis de prática diretamente por terem mais tempo de EF, ou indiretamente   pela relação positiva que a prática da EF poderá ter no nível de prática de AF   fora das aulas e fora da escola. Independentemente da qualidade e quantidade de   AF nas aulas de EF, Dobbins, Husson, DeCorby, e LaRocca (2013)   indicam que crianças que fazem EF têm aproximadamente 3 vezes mais   probabilidade de se envolverem em atividades físicas diversas de intensidade   moderada a vigorosa durante o seu dia na escola e complementarmente as crianças   cujos valores de AF escolares são superiores tendem a ser mais ativas fora da   escola e durante os fins-de-semana (Donnelly et al., 2009).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   diminuição da AF com o aumento da idade, apesar de não ter acontecido no nosso   estudo, tem sido descrita com frequência (Armstrong   &amp; Welsman, 2006; Armstrong, Welsman, &amp; Kirby, 2000; Boreham &amp;   Riddoch, 2001; Yli-Piipari et al., 2012).   Paralelamente   a prevalência da adesão à prática desportiva também é menor à medida que a   idade avança. Alves, Silva, Ribeiro, Vermatti, e Fisberg (2000) verificaram   que 42.5% dos adolescentes começaram a desenvolver algum tipo de AF antes dos   12 anos de idade, 51% entre 12 e 16 anos e 6.5% após os 16 anos. A interrupção   da prática de AF foi mencionada por 47% dos adolescentes, ocorrendo após os 15   anos. Pegando na assunção de que uma criança ativa tem maior probabilidade de   ser um adulto ativo e verificando que a prevalência é maior em idades mais   baixas faz-nos pensar que estamos no bom caminho. Ainda assim os números são   muito baixos e a quantidade de crianças e adolescentes que abandonam a prática   da AF regular é muito alta. Por exemplo Sallis (1993),   numa revisão da especialidade, verificou que as crianças de 6-7 anos realizavam   mais AF de intensidade moderada a vigorosa por dia (45min/dia) que as crianças   com 10 a 16 anos (16-45min/dia). Entre adolescentes com idades compreendidas   entre 15 e 18 anos os padrões de AF vão decaindo, sobretudo nas meninas (Boreham   &amp; Riddoch, 2001) e a AF vigorosa regular apresenta um   declínio constante entre os 12 até aos 21 anos, estabilizando entre os 30 e 64   anos (Caspersen,   Pereira, &amp; Curran, 2000). Num estudo longitudinal, no sentido   de avaliar as alterações aos níveis de AF em crianças com idades dos 11 aos 13   anos, Armstrong et al. (2000)   descobriram as seguintes diminuições com a idade de 76.2 para 44.4% nos meninos   e 73.5 para 31.6% nas meninas. Ainda constataram que com a idade de 11 anos 22.1%   dos meninos e 29.6% das meninas não realizavam sequer 10 minutos de AF moderada   por semana e com a idade de 13 anos os valores foram de 28.4 e 51.9% para meninos e meninas respetivamente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   industrialização e o desenvolvimento não são alheios a este abandono e   diminuição dos níveis de prática de AF. O facto de as crianças não poderem   brincar na rua ou em locais próprios, por questões de segurança ou outros, leva   à instalação de comportamentos sedentários. As evidências apontam no sentido de   crianças que passam mais tempo a brincar fora de casa tenderem a ser mais ativos   (Hinkley, Crawford, Salmon, Okely, &amp; Hesketh, 2008).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente   à prática de AF e IMC verificou-se que os alunos normoponderais apresentaram   maiores níveis de prática quando comparados com os alunos com sobrepeso ou   magros respetivamente (4.61 ± 1.73 vs 4.20 ± 1.73 vs 4.06 ± 1.77; p = 0.044).   Este resultado, apesar de ser tangencialmente significativo apenas, era   esperado e está de acordo com as evidências da literatura que indicam que   indivíduos obesos são mais frequentemente hipocinéticos (Wilmore   &amp; Costill, 2004), participando menos em atividades físicas   e desportivas (Giugliani &amp; Carneiro, 2004).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente   à prevalência de práticas desportivas federadas, encontramos valores de prática   de 71.8% nos meninos e 58.8% nas meninas, sem efeito nem da idade, nem do IMC.   Este dado indica que o facto de o aluno ter sobrepeso ou obesidade não o inibe   de praticar AF fora da escola. Curiosamente mais meninos praticam AF   desportiva, durante mais tempo (3.73 vs 2.69 horas por semana para meninos e   meninas respetivamente), mas a prevalência de excesso de peso foi maior nos   meninos (p &gt; 0.05). Contudo alguns fatores mais, além dos que já foram referidos,   podem estar na origem desta menor participação em atividades físicas. Por   exemplo: a menor participação dos alunos com sobrepeso pode dever-se às   complicações ortopédicas que normalmente estas populações apresentam (Fisberg,   1995),   contudo num trabalho de revisão recente, Shultz, Anner, e Hills (2009)   não indicaram ter encontrado correlações entre as dores nas articulações ou   desconforto em algumas tarefas com a diminuição da AF em crianças obesas; ou   por outro lado, o facto de ter excesso de peso ou ser obeso, juntamente com o   processo de aumento de peso, carrega consigo consequências sociais, económicas   e psicológicas (Keller &amp; Stevens, 1996). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>IMC</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No   que diz respeito ao IMC a nossa amostra apresentou valores de IMC entre 12.99 e   38.48 kg/m² e uma média de 20.54 ± 3.48 kg/m². Estes dados isoladamente não nos   dão muita informação, contudo, relativamente às prevalências a nossa amostra   apresentou uma percentagem de indivíduos com sobrepeso de 25.3%, normoponderais de 71.4% e magros de 3.3%.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   comparação dos dados serve para normalizar os nossos resultados, contudo o   rácio de 1 em cada 4 criança ou adolescente ter sobrepeso é preocupante, sendo   27.8% meninos e 22.9% meninas. Os nossos valores de maior prevalência nos   meninos estão de acordo com os resultados de Albuquerque, Nóbrega, Samouda, e   Manco (2012)   e divergem dos resultados de Silva et al. (2008),   ambos em crianças portuguesas. Contudo, estudos noutras populações vêm   indicando há alguns anos a mesma tendência de prevalência, maior nos meninos   que nas meninas (Maffeis,   Schutz, Piccoli, Gonfiantini, &amp; Pinelli, 1993),   assim como meninas com valores de IMC superiores ao dos meninos (Jung, 1997).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   dados disponíveis da população portuguesa indicam-nos valores de prevalência   diversos. Por exemplo, Padez, Mourão, Moreira, e Rosado (2005)   apresentaram valores de 31,3% de crianças com sobrepeso; Silva et al. (2008)   apresentaram valores de 16.3% de crianças com sobrepeso; Rito et al. (2012)   apresentaram valores de 28.1% de sobrepeso; e Albuquerque et al. (2012)   apresentaram valores de sobrepeso de 33% indicando que esta prevalência aumentou 40% nos últimos 10 anos. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Relativamente   à população adolescente, o estudo de Ferreira e Duarte (2013)   indicou uma prevalência de sobrepeso de 23.5% para os meninos e 21.4% para as meninas, sendo os valores de obesidade respetivamente de 5.4% e 3.4%. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   dados da população portuguesa aproximam-nos dos valores dos países do sul da   Europa (Albuquerque   et al., 2012) o que, juntamente aos valores de inatividade física   mostrados por Armstrong e Welsman (2006)   onde os mesmos países aparecem na cauda dos 22 países estudados, levanta muitas   preocupações. De facto este aumento de prevalência tem vindo a aumentar na   população em geral e cada vez aparece mais cedo em idades mais baixas (Carreira, Pereira, Azevedo, &amp; Lunet, 2012). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   dados são preocupantes e devem ser vistos com cautela. Os trabalhos referidos   anteriormente utilizaram todos os pontos de corte do <i>International Obesity     Task Force</i>, ou seja, o IMC. Antunes e Moreira (2011),   relativamente à população portuguesa e comparando vários padrões numa revisão   sistemática, indicaram os seguintes valores relativos ao IMC de 8.6% a 29.6% em   masculinos e de 8.8% a 31.4% em femininos. O que estes resultados querem dizer   é que independentemente do método utilizado, o IMC varia dentro da mesma   população ou país de acordo com vários fatores sociodemográficos (Marques-Vidal   &amp; Dias, 2005). A nossa amostra foi recrutada de várias   escolas do litoral de Portugal, fazendo com que as comparações sejam difíceis de fazer.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente   à magreza, os dados do WHO (2013)   indicam valores em crianças com menos de 5 anos de 1.5% para a população   europeia, sendo que este valor diminuiu desde a última avaliação quase 8 vezes,   deixando patente a tendência para o gradual aumento do peso globalmente. Rito   et al. (2012)   reportou valores de 4.8% de magreza, idêntico ao reportado por Marques-Vidal,   Ferreira, Oliveira, e Paccaud (2008) 4.7 para meninas e 5.3% para meninos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Sardinha   et al. (2011)   indicaram uma prevalência de sobrepeso e obesidade menor à medida que a idade   avança. No nosso estudo o valor de IMC médio aumentou o que poderá dever-se ao   próprio crescimento ou aumento da massa muscular ou devido aos efeitos   cumulativos do estado do IMC das idades anteriores (Gortmaker, Dietz, Sobol, &amp; Wehler, 1987). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Um   aspeto que pode ser determinante na prevalência da obesidade dos alunos é o   estatuto socioeconómico (Cardoso   &amp; Padez, 2008). Num estudo realizado por Nogueira et al.   (2013),   as crianças com um estatuto socioeconómico mais baixo tinham mais probabilidade   de serem obesas e de participarem menos nas atividades físicas e desportivas. Este aspeto também não foi contemplado na recolha dos nossos dados.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Perceção de Sucesso Escolar</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   maior parte dos alunos do nosso estudo define o sucesso escolar através da   aprovação com boas classificações (81.8%) sendo este valor maior nos alunos   mais novos, nos alunos com peso normal e nas meninas. Os alunos cuja perceção   face ao sucesso escolar era passar de ano com boas notas reportaram níveis   superiores de prática (p = 0.03) que os restantes grupos. Além disso   apresentaram também melhor média final e classificação final a Português,   Matemática e EF. Estes resultados parecem indicar uma relação entre a prática   de AF e desportiva e o sucesso escolar. De facto, a AF é essencial para um   desenvolvimento saudável e a inatividade física, cada vez mais normal entre as   crianças, cria condições para constrangimentos não só ao nível da saúde e   capacidades físicas mas também ao nível cognitivo (Booth,   Gordon, Carlson, &amp; Hamilton, 2000). Por exemplo,   Ahamed et al. (2007),   num estudo randomizado, realizaram intervenção em várias escolas no sentido de   aumentar a AF relacionando a mesma com o desempenho escolar. Não   encontraram diferenças entre meninos e meninas no desempenho escolar e apesar   do grupo de controlo ter começado o estudo com melhores classificações que o   grupo experimental, no final das 16 semanas de AF acrescida não foi encontrada   qualquer diferença no desempenho escolar. No nosso estudo as meninas têm   melhores classificações na média final e a todas as disciplinas com exceção de EF que é inferior à dos meninos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   nosso estudo apresentou relações positivas entre a classificação da EF com   Português (r = .36; p &lt; 0.001) e com Matemática (r = .42; p &lt; 0.001).   Estes resultados convergem com os de Chomitz et al. (2009),   que realizaram um estudo tentando relacionar as capacidades em matemática e   língua e os resultados em testes de aptidão física realizados na EF. Os   resultados caminharam paralelamente mostrando que a probabilidade do aluno ter   melhores classificações a qualquer uma das áreas estava diretamente relacionada   com o número de testes de aptidão física concluídos com sucesso. Contudo não   foi possível descobrir a direção desta relação. São melhores alunos porque são   mais aptos fisicamente ou o contrário? No nosso estudo a prática de AF   apresentou uma relação positiva com a classificação em EF, não se verificando   diferenças nas classificações de EF entre meninos e meninas, e se considerarmos   a prática de atividades desportivas federadas encontrámos uma relação positiva   com a média final e com a EF. Na realidade, a AF pode influenciar a saúde e   capacidade de pensar em crianças, levando a melhorias do desempenho escolar e a   um cérebro mais eficiente durante mais tempo (Hillman,   Kamijo, &amp; Scudder, 2011). Estudos transversais têm mostrado associações   positivas entre a AF e a aptidão cardiovascular no sucesso escolar (Tomporowski,   Davis, Miller, &amp; Naglieri, 2007; Trudeau &amp; Shephard, 2008).   O nosso estudo, apesar de não ter avaliado a aptidão cardiovascular, encontrou   uma relação positiva entre as classificações de matemática e português e a   classificação de EF (p &lt; 0.001). A esta relação pode-se aduzir que há uma   relação entre a EF e a prática de AF. Os alunos que reportaram uma atitude mais   positiva face ao sucesso escolar, que era passar com boas notas, apresentaram   relação positiva com a prática de AF. A atitude face ao sucesso por sua vez teve relação com o rendimento escolar média final, matemática e português. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Uma   análise mais aprofundada em estudos com outro tipo de desenho tem mostrado resultados   inconsistentes (Ahamed   et al., 2007; Carlson et al., 2008; Coe, Pivarnik, Womack, Reeves, &amp;   Malina, 2006; Sibley &amp; Etnier, 2003).   Contudo   os resultados devem ser vistos com algum cuidado, já que diferenças nos   desenhos de estudo, no tempo de intervenção, nos métodos e na população podem   resultar em más interpretações. O estudo de Donnelly et al. (2009)   foi realizado através de um desenho de investigação longitudinal, procurando   relações entre a AF e o desempenho escolar, ao contrário dos estudos de   Castelli, Hillman, Buck, e Erwin (2007)   e de Coe et al. (2006)   que basearam os seus resultados em relações entre sucesso escolar e testes de aptidão física.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os   benefícios a nível cognitivo podem ter paralelismo com os da aptidão física nas   suas diferentes componentes, que aumentam quando o exercício é realizado com a   devida intensidade e regularidade, mas que também diminuem com períodos de inatividade.   O estudo de Davis et al. (2007)   indica que 20 minutos de AF aeróbia por dia (a uma intensidade média de 150   bpm) é insuficiente para se obterem ganhos nos processos cognitivos das   crianças (foram realizados testes cognitivos em controlo, 20 minutos dia e 40   minutos dia). As diferenças foram encontradas nos 40 minutos dia indicando a   existência de um limiar a partir do qual há um efeito dose-resposta (Davis   et al., 2007). Talvez o maior benefício do aumento da AF seja a sua   relação com as capacidades cognitivas e o desempenho escolar. Por exemplo, no   estudo de Trudeau e Shephard (2008)   a AF adicional dentro da aula de EF manteve os resultados escolares ou aumentou   os mesmos, apesar da redução do tempo em sala de aula. Da mesma forma Donnelly   et al. (2013) verificaram que o desempenho escolar melhorou com o aumento da AF escolar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Num   estudo longitudinal, Carlson et al. (2008)   acompanharam os alunos durante todo o ensino primário registando a quantidade   de tempo em aulas de EF e o desempenho escolar em matemática e língua,   concluindo que a EF não teve efeitos adversos no desempenho escolar e que   limitar a EF não só não é desejável como pode ter o efeito oposto. De facto, o   mecanismo de associação entre a AF e o desempenho escolar envolve capacidade de   concentração, memória, processamento da informação e comportamento (Trudeau &amp; Shephard, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pode   haver uma relação entre o efeito agudo da AF na concentração dos alunos, mas o   efeito crónico da AF vigorosa com o desempenho escolar não está ainda bem   reforçada pela ciência (Taras,   2005),   não só na aptidão cardiorrespiratória como na aptidão muscular. No sentido de   encontrar relações entre capacidades físicas específicas e o desempenho escolar   em matemática e língua, Eveland-Sayers, Farley, Fuller, Morgan e Caputo (2009)   encontraram uma relação positiva com a matemática nos testes de aptidão   muscular (r = .20). No estudo de Castelli et al. (2007),   os testes de aptidão física relacionaram-se positivamente com o desempenho   escolar geral, em matemática e línguas, sobretudo a capacidade aeróbia,   enquanto o IMC apresentou uma relação negativa. De facto não basta ter um IMC   normal. A AF regular e sobretudo os níveis de aptidão física podem ser mais   importantes. Num estudo longitudinal entre o 4º e 9º ano, comparando aqueles   que são fisicamente aptos com aqueles que são menos ativos, foram encontradas   diferenças nos resultados de matemática e línguas, sendo estas diferenças   maiores para as meninas. Os autores concluíram que a aptidão física geral é um   melhor preditor do desempenho escolar do que o IMC (London &amp; Castrechini, 2011).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   nosso estudo verificou um efeito significativo do IMC na média final (&#951;<sup>2</sup> = 0.02) e na classificação de EF (&#951;<sup>2</sup> = 0.09) mostrando que os alunos com peso normal tiveram melhores classificações   que os alunos com sobrepeso (p &lt; 0.05). De facto, o sobrepeso em crianças   tem sido relacionado com menor desempenho escolar (Dwyer,   Sallis, Blizzard, Lazarus, &amp; Dean, 2006; Taras &amp; Potts-Datema, 2005).   Outro fator que pode ajudar na magnitude deste efeito é também a menor   participação dos alunos com sobrepeso na prática de AF. Os alunos participam menos e as suas classificações são mais baixas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Além   dos problemas associados já referenciados, o sobrepeso e obesidade em crianças   estão inversamente associados com resultados em testes de Inteligência (QI) e   desempenho escolar. Exemplo disso são os estudos de: Campos, Sigulem, Moraes,   Escrivão e Fisberg (1996),   onde crianças obesas obtiveram resultados inferiores nos testes de QI do que   crianças com peso normal com diferenças nos testes de QI (85 vs 91, respetivamente),   além de que as últimas demonstraram um leque de interesses mais vasto que as   crianças obesas, melhor capacidade de socialização e maior destreza; o estudo de   Li (1995)   onde crianças com obesidade severa obtiveram resultados inferiores no teste de   QI que crianças com peso normal; e a revisão realizada por Taras e Potts-Datema   (2005)   onde reforçaram as evidências atualizadas da relação inversa do sobrepeso e obesidade com o desempenho escolar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Outra   explicação possível para estes resultados inferiores face às populações com   peso normal, pode ter a ver com a função executiva, que pode estar comprometida   no indivíduo com sobrepeso devido à falta de AF. A função executiva diz respeito   ao desenvolvimento e aplicação de estratégias, auto regulação,   intencionalidade, e utilização do conhecimento e desenvolve-se desde a infância   até a adolescência (Best,   2010).   A este propósito, Davis et al. (2007)   indicaram uma relação direta entre AF vigorosa regular e a função executiva em   crianças, aduzindo que 40 minutos por dia de AF aeróbia vigorosa resultam numa   maior capacidade de habilidades de organização entre crianças obesas. Este   aumento da capacidade da função executiva pode permitir a estas crianças aprender mais rapidamente a curto prazo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar   de haver apenas um efeito positivo na média final e na classificação de EF, a   tendência global de todas as classificações é ser menor neste grupo do que no   grupo normoponderal. Além disso, na atitude face ao sucesso escolar, apesar da   prevalência entre os indivíduos com sobrepeso ter sido passar de ano com boas   notas, temos quase 20% do grupo que indica que basta passar de ano   independentemente de ter ou não boas notas (p &lt; 0.01). Uma vez que a AF aumenta   a socialização, promove a função executiva e reduz a depressão, parece razoável   considerar que a mesma possa trazer benefícios ao desempenho escolar (Landry &amp; Driscoll, 2012).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Vista   de outra forma, é possível não dizer que a prática de AF está diretamente relacionada   com o sucesso escolar, mas é possível confirmar que a mesma tem impacto   positivo no combate à obesidade e que esta tem impacto positivo no sucesso   escolar (Donnelly et al., 2013).</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font face="Verdana"></font><font size="2" face="Verdana">De   acordo com os objetivos enunciados e das análises realizadas observamos que os   meninos apresentaram níveis de prática de atividade física e atividade   desportiva federada superiores às meninas havendo um aumento da prevalência dos   níveis de atividade física com o aumento da idade. Verificou-se também que os   alunos com sobrepeso apresentaram níveis inferiores de prática de atividade física quando comparados com os alunos com peso normal ou magros. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente   ao IMC, a amostra estudada apresentou uma prevalência de sobrepeso de 25.3%,   maior no sexo masculino (27.8%) que no feminino (22.9%), aumentando esta com a idade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente   à perceção de sucesso escolar e fatores influenciadores, a maior parte dos   alunos (81.8%) considerou que o sucesso escolar é passar com boas notas,   destacando-se uma maior prevalência de meninas com esta perceção face ao sucesso   escolar. Neste contexto verificou-se que os alunos com esta atitude face ao   sucesso escolar revelaram maiores níveis de prática de atividade física havendo   maior prevalência de alunos com peso normal com esta perceção face ao sucesso escolar. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente   ao rendimento escolar verificamos que o rendimento a EF está relacionado   positivamente com o rendimento a língua portuguesa e matemática, assim como a   níveis superiores de prática de atividade física. A prática de desporto   federado tem relação positiva com o rendimento escolar média final e EF em todo   o grupo e relação positiva com o rendimento escolar a língua portuguesa nas   meninas. Verificamos também um efeito do IMC no rendimento escolar na média final e em EF, onde os alunos com sobrepeso têm um rendimento escolar inferior.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Face   aos resultados consideramos a prática de atividade física, além de catalisador   de níveis de IMC mais baixos, um fator com influência positiva no rendimento escolar em alunos dos ensinos básico e secundário.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ahamed,   Y., Macdonald, H., Reed, K., Naylor, P.-J., Liu-Ambrose, T., &amp; McKay, H.   (2007). School-based physical activity does not compromise children’s academic   performance. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>39</i>(2), 371–376. <a href="http://doi.org/10.1249/01.mss.0000241654.45500.8e" target="_blank">http://doi.org/10.1249/01.mss.0000241654.45500.8e</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201500030000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Albuquerque, D., Nóbrega, C., Samouda, H.,   &amp; Manco, L. (2012). Assessment of obesity and abdominal   obesity among Portuguese children. <i>Acta Médica Portuguesa</i>, <i>25</i>(3), 169–173.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201500030000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Alves, S., Silva, S., Ribeiro, R.,   Vermatti, A., &amp; Fisberg, M. (2000). Avaliaçäo de atividade física, estado   nutricional e condiçäo social em adolescentes. <i>Folha médica</i>, <i>119</i>(1), 26–33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201500030000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Antunes, A., &amp; Moreira, P. (2011).   [Prevalence of overweight and obesity in Portuguese children and adolescents]. <i>Acta médica portuguesa</i>, <i>24</i>(2), 279–284.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201500030000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Armstrong, N. (1995). Children’s   cardiopulmonary fitness and physical activity patterns: the European scene. Em   C. J. R. Blimkie &amp; O. Bar-Or (Eds.), <i>New Horizons in Pediatric Exercise Science</i> (pp. 177–189). Champaign, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201500030000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Armstrong, N., &amp; Van Mechelen, W.   (1998). Are children fit and active? Em S. Biddle, J. F. Sallis, &amp; N.   Cavill (Eds.), <i>Young and active? Young people and health-enhancing physical     activity—evidence and implications</i> (pp. 69–97). London: Health Education Authority.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201500030000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Armstrong, N., &amp; Welsman, J. R.   (2006). The physical activity patterns of European youth with reference to   methods of assessment. <i>Sports Medicine (Auckland, N.Z.)</i>, <i>36</i>(12), 1067–1086.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201500030000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Armstrong, N., Welsman, J. R., &amp;   Kirby, B. J. (2000). Longitudinal changes in 11-13-year-olds’ physical   activity. <i>Acta Paediatrica (Oslo, Norway: 1992)</i>, <i>89</i>(7), 775–780.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201500030000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Azevedo Junior, M. R., Araújo, C. L. P.,   &amp; Pereira, F. M. (2006). Atividades físicas e esportivas na adolescência:   mudanças de preferências ao longo das últimas décadas. <i>Revista Brasileira de Educação Física e Esporte</i>, <i>20</i>(1), 51–58.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201500030000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Berkey, C. S., Rockett, H. R. H., Gillman,   M. W., &amp; Colditz, G. A. (2003). One-year changes in activity and in   inactivity among 10- to 15-year-old boys and girls: relationship to change in body mass index. <i>Pediatrics</i>, <i>111</i>(4 Pt 1), 836–843.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201500030000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Best, J. R. (2010). Effects of Physical   Activity on Children’s Executive Function: Contributions of Experimental   Research on Aerobic Exercise. <i>Developmental Review: DR</i>, <i>30</i>(4), 331–551.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201500030000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Blair, S. N., LaMonte, M. J., &amp;   Nichaman, M. Z. (2004). The evolution of physical activity recommendations: how   much is enough? <i>The American Journal of Clinical Nutrition</i>, <i>79</i>(5), 913S–920S.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201500030000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Booth, F. W., Gordon, S. E., Carlson, C.   J., &amp; Hamilton, M. T. (2000). Waging war on modern chronic diseases:   primary prevention through exercise biology. <i>Journal of Applied Physiology (Bethesda, Md.: 1985)</i>, <i>88</i>(2), 774–787.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201500030000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Boreham, C., &amp; Riddoch, C. (2001). The   physical activity, fitness and health of children. <i>Journal of Sports Sciences</i>, <i>19</i>(12), 915–929. <a href="http://doi.org/10.1080/026404101317108426" target="_blank">http://doi.org/10.1080/026404101317108426</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201500030000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Campos, A. L., Sigulem, D. M., Moraes, D.   E., Escrivão, A. M., &amp; Fisberg, M. (1996). [Intelligent quotient of obese   children and adolescents by the Weschler scale]. <i>Revista de saúde     pública</i>, <i>30</i>(1), 85–90.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000136&pid=S1646-107X201500030000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cardoso, H. F. V., &amp; Padez, C. (2008).   Changes   in height, weight, BMI and in the prevalence of obesity among 9- to 11-year-old   affluent Portuguese schoolboys, between 1960 and 2000. <i>Annals of Human Biology</i>, <i>35</i>(6), 624–638. <a href="http://doi.org/10.1080/03014460802464200" target="_blank">http://doi.org/10.1080/03014460802464200</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000138&pid=S1646-107X201500030000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carlson, S. A., Fulton, J. E., Lee, S. M.,   Maynard, L. M., Brown, D. R., Kohl, H. W., 3rd, &amp; Dietz, W. H. (2008).   Physical education and academic achievement in elementary school: data from the   early childhood longitudinal study. <i>American Journal of Public Health</i>, <i>98</i>(4), 721–727. <a href="http://doi.org/10.2105/AJPH.2007.117176" target="_blank">http://doi.org/10.2105/AJPH.2007.117176</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201500030000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carreira, H., Pereira, M., Azevedo, A.,   &amp; Lunet, N. (2012). Trends of BMI and prevalence of overweight and obesity   in Portugal (1995-2005): a systematic review. <i>Public Health Nutrition</i>, <i>15</i>(6), 972–981. <a href="http://doi.org/10.1017/S1368980012000559" target="_blank">http://doi.org/10.1017/S1368980012000559</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-107X201500030000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Caspersen, C. J., Pereira, M. A., &amp;   Curran, K. M. (2000). Changes in physical activity patterns in the United   States, by sex and cross-sectional age. <i>Medicine and science in sports and exercise</i>, <i>32</i>(9), 1601–1609.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-107X201500030000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Castelli, D. M., Hillman, C. H., Buck, S.   M., &amp; Erwin, H. E. (2007). Physical fitness and academic achievement in   third- and fifth-grade students. <i>Journal of Sport &amp; Exercise Psychology</i>, <i>29</i>(2), 239–252.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201500030000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Chomitz, V. R., Slining, M. M., McGowan,   R. J., Mitchell, S. E., Dawson, G. F., &amp; Hacker, K. A. (2009). Is there a   relationship between physical fitness and academic achievement? Positive results   from public school children in the northeastern United States. <i>The Journal     of School Health</i>, <i>79</i>(1), 30–37. <a href="http://doi.org/10.1111/j.1746-1561.2008.00371.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1746-1561.2008.00371.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201500030000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cliff, D. P., Okely, A. D., Smith, L. M.,   &amp; McKeen, K. (2009). Relationships between fundamental movement skills and   objectively measured physical activity in preschool children. <i>Pediatric Exercise Science</i>, <i>21</i>(4), 436–449.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201500030000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cloes, M. (2004). Motivation in the Gym: A   Qualitative Approach. Em <i>Global Perspectives in the Integration of Physical     Activity, Sports, Dance, and Exercise Science in Physical Education: From Theory to Practice</i> (pp. 267–280). Hong Kong: Hong Kong Institute of Education.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201500030000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cloes, M., Laraki, N., Dubuisson, J.,   &amp; Theunissen, C. (2007). Attitudes, perception of physical education’s   objectives and self-competence in secondary school students. Comparison of   according to their BMI. Em <i>The role of physical education and sport in     promoting physical activity and health</i> (pp. 68–78). Jyväskylä: University of Jyväskylä, Department of Sport Sciences Research.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201500030000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Coe, D. P., Pivarnik, J. M., Womack, C.   J., Reeves, M. J., &amp; Malina, R. M. (2006). Effect of physical education and   activity levels on academic achievement in children. <i>Medicine and Science in     Sports and Exercise</i>, <i>38</i>(8), 1515–1519. <a href="http://doi.org/10.1249/01.mss.0000227537.13175.1b" target="_blank">http://doi.org/10.1249/01.mss.0000227537.13175.1b</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201500030000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cohen, J. (1988). <i>Statistical Power   Analysis for the behavioral sciences</i> (2.<sup>a</sup> ed.). Hillsdale, NJ: Lawrence Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-107X201500030000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cole, T. J., Bellizzi, M. C., Flegal, K.   M., &amp; Dietz, W. H. (2000). Establishing a standard definition for child   overweight and obesity worldwide: international survey. <i>BMJ</i>, <i>320</i>(7244), 1240. <a href="http://doi.org/10.1136/bmj.320.7244.1240" target="_blank">http://doi.org/10.1136/bmj.320.7244.1240</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-107X201500030000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cole, T. J., Flegal, K. M., Nicholls, D.,   &amp; Jackson, A. A. (2007). Body mass index cut offs to define thinness in   children and adolescents: international survey. <i>BMJ (Clinical research ed.)</i>, <i>335</i>(7612), 194. <a href="http://doi.org/10.1136/bmj.39238.399444.55" target="_blank">http://doi.org/10.1136/bmj.39238.399444.55</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-107X201500030000600028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cole, T. J., &amp; Lobstein, T. (2012).   Extended international (IOTF) body mass index cut-offs for thinness, overweight   and obesity. <i>Pediatric obesity</i>, <i>7</i>(4), 284–294. <a href="http://doi.org/10.1111/j.2047-6310.2012.00064.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.2047-6310.2012.00064.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000157&pid=S1646-107X201500030000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Corbin, C. B. (2002). Physical Activity   for Everyone: What Every Physical Educator Should Know about Promoting Lifelong   Physical Activity. <i>Journal of Teaching in Physical Education</i>, <i>21</i>(2), 128–44.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-107X201500030000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Davis, C. L., Tomporowski, P. D., Boyle,   C. A., Waller, J. L., Miller, P. H., Naglieri, J. A., &amp; Gregoski, M.   (2007). Effects of Aerobic Exercise on Overweight Children’s Cognitive   Functioning. <i>Research quarterly for exercise and sport</i>, <i>78</i>(5), 510–519.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-107X201500030000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Dobbins, M., Husson, H., DeCorby, K.,   &amp; LaRocca, R. L. (2013). School-based physical activity programs for   promoting physical activity and fitness in children and adolescents aged 6 to   18. Em <i>Cochrane Database of Systematic Reviews</i> (The Cochrane Library,   Vol. 2). New Jersey: John Wiley &amp; Sons, Ltd. Obtido de <a href="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/14651858.CD007651.pub2/abstract" target="_blank">http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/14651858.CD007651.pub2/abstract</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1646-107X201500030000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Donnelly, J. E., Greene, J. L., Gibson, C.   A., Smith, B. K., Washburn, R. A., Sullivan, D. K., … Williams, S. L. (2009).   Physical Activity Across the Curriculum (PAAC): a randomized controlled trial   to promote physical activity and diminish overweight and obesity in elementary   school children. <i>Preventive Medicine</i>, <i>49</i>(4), 336–341. <a href="http://doi.org/10.1016/j.ypmed.2009.07.022" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.ypmed.2009.07.022</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000163&pid=S1646-107X201500030000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Donnelly, J. E., Greene, J. L., Gibson, C.   A., Sullivan, D. K., Hansen, D. M., Hillman, C. H., … Washburn, R. A. (2013).   Physical activity and academic achievement across the curriculum (A + PAAC):   rationale and design of a 3-year, cluster-randomized trial. <i>BMC Public Health</i>, <i>13</i>, 307. <a href="http://doi.org/10.1186/1471-2458-13-307" target="_blank">http://doi.org/10.1186/1471-2458-13-307</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000164&pid=S1646-107X201500030000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Dwyer, T., Sallis, J. F., Blizzard, L.,   Lazarus, R., &amp; Dean, K. (2006). Relation of Academic Performance to   Physical Activity and Fitness in Children. <i>Pediatr Exerc Sci</i>, <i>13</i>(3), 225 – 237.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S1646-107X201500030000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Eckel, R. H., Grundy, S. M., &amp; Zimmet,   P. Z. (2005). The metabolic syndrome. <i>Lancet</i>, <i>365</i>(9468), 1415–1428. <a href="http://doi.org/10.1016/S0140-6736(05)66378-7" target="_blank">http://doi.org/10.1016/S0140-6736(05)66378-7</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000167&pid=S1646-107X201500030000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Eveland-Sayers, B. M., Farley, R. S.,   Fuller, D. K., Morgan, D. W., &amp; Caputo, J. L. (2009). Physical fitness and   academic achievement in elementary school children. <i>Journal of Physical Activity &amp; Health</i>, <i>6</i>(1), 99–104.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1646-107X201500030000600037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ferreira, F. S., &amp; Duarte, J. A.   (2013). Overweight,   obesity, physical activity, cardiorespiratory and muscular fitness in a   Portuguese sample of high school adolescents. <i>Minerva Pediatrica</i>, <i>65</i>(1), 83–91.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1646-107X201500030000600038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fisberg, M. (1995). <i>Obesidade na infância e na adolescência</i>. São Paulo: Fundo Editorial Byk.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1646-107X201500030000600039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Freedman, D. S., Khan, L. K., Dietz, W.   H., Srinivasan, S. R., &amp; Berenson, G. S. (2001). Relationship of childhood   obesity to coronary heart disease risk factors in adulthood: the Bogalusa Heart Study. <i>Pediatrics</i>, <i>108</i>(3), 712–718.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-107X201500030000600040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fuemmeler, B. F., Anderson, C. B., &amp;   Mâsse, L. C. (2011). Parent-child relationship of directly measured physical   activity. <i>The International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity</i>, <i>8</i>, 17. <a href="http://doi.org/10.1186/1479-5868-8-17" target="_blank">http://doi.org/10.1186/1479-5868-8-17</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1646-107X201500030000600041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Giugliani, R., &amp; Carneiro, E. C. (2004).   Fatores associados à obesidade em escolares. <i>Jornal de Pediatria</i>, <i>80</i>(1), 17–22.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S1646-107X201500030000600042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gonçalves, H., Hallal, P. C., Amorim, T.   C., Araújo, C. L. P., &amp; Menezes, A. M. B. (2007). [Sociocultural   factors and physical activity level in early adolescence]. <i>Revista Panamericana     De Salud Pública = Pan American Journal of Public Health</i>, <i>22</i>(4), 246–253.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S1646-107X201500030000600043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gortmaker, S. L., Dietz, W. H., Jr, Sobol,   A. M., &amp; Wehler, C. A. (1987). Increasing pediatric obesity in the United   States. <i>American Journal of Diseases of Children (1960)</i>, <i>141</i>(5), 535–540.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000181&pid=S1646-107X201500030000600044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Guerra, S., Santos, P., Ribeiro, J.,   Duarte, J., &amp; Mota, J. (2003). Assessment of children’s and adolescent’s physical activity levels. <i>Eur Phys Educ Rev</i>, <i>9</i>, 75–85.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000183&pid=S1646-107X201500030000600045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Heath, G. W., Pratt, M., Warren, C. W.,   &amp; Kann, L. (1994). Physical activity patterns in American high school   students. Results from the 1990 Youth Risk Behavior Survey. <i>Archives of Pediatrics &amp; Adolescent Medicine</i>, <i>148</i>(11), 1131–1136.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000185&pid=S1646-107X201500030000600046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hillman, C. H., Kamijo, K., &amp; Scudder,   M. (2011). A review of chronic and acute physical activity participation on   neuroelectric measures of brain health and cognition during childhood. <i>Preventive     Medicine</i>, <i>52 Suppl 1</i>, S21–28. <a href="http://doi.org/10.1016/j.ypmed.2011.01.024" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.ypmed.2011.01.024</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000187&pid=S1646-107X201500030000600047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hinkley, T., Crawford, D., Salmon, J.,   Okely, A. D., &amp; Hesketh, K. (2008). Preschool children and physical   activity: a review of correlates. <i>American Journal of Preventive Medicine</i>, <i>34</i>(5), 435–441. <a href="http://doi.org/10.1016/j.amepre.2008.02.001" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.amepre.2008.02.001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000188&pid=S1646-107X201500030000600048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jaakkola, T., Kalaja, S., Liukkonen, J.,   Jutila, A., Virtanen, P., &amp; Watt, A. (2009). Relations among physical   activity patterns, lifestyle activities, and fundamental movement skills for   Finnish students in grade 7. <i>Perceptual and Motor Skills</i>, <i>108</i>(1), 97–111.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000189&pid=S1646-107X201500030000600049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jung, R. T. (1997). Obesity as a disease. <i>British Medical Bulletin</i>, <i>53</i>(2), 307–321.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000191&pid=S1646-107X201500030000600050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Kelder, S. H., Mitchell, P. D., McKenzie,   T. L., Derby, C., Strikmiller, P. K., Luepker, R. V., &amp; Stone, E. J.   (2003). Long-term implementation of the CATCH physical education program. <i>Health     Education &amp; Behavior: The Official Publication of the Society for Public Health Education</i>, <i>30</i>(4), 463–475.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000193&pid=S1646-107X201500030000600051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Keller, C., &amp; Stevens, K. R. (1996).   Assessment, etiology, and intervention in obesity in children. <i>The Nurse Practitioner</i>, <i>21</i>(9), 31–36, 38, 41–42.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000195&pid=S1646-107X201500030000600052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Keresztes, N., Piko, B. F., Pluhar, Z. F.,   &amp; Page, R. M. (2008). Social influences in sports activity among   adolescents. <i>The Journal of the Royal Society for the Promotion of Health</i>, <i>128</i>(1), 21–25.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000197&pid=S1646-107X201500030000600053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">King, K. A., Tergerson, J. L., &amp;   Wilson, B. R. (2008). Effect of social support on adolescents’ perceptions of   and engagement in physical activity. <i>Journal of Physical Activity &amp; Health</i>, <i>5</i>(3), 374–384.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000199&pid=S1646-107X201500030000600054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Landry, B. W., &amp; Driscoll, S. W.   (2012). Physical activity in children and adolescents. <i>PM &amp; R: The     Journal of Injury, Function, and Rehabilitation</i>, <i>4</i>(11), 826–832. <a href="http://doi.org/10.1016/j.pmrj.2012.09.585" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.pmrj.2012.09.585</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000201&pid=S1646-107X201500030000600055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lee, I. M., Paffenbarger, R. S., Jr, &amp;   Hennekens, C. H. (1997). Physical activity, physical fitness and longevity. <i>Aging (Milan, Italy)</i>, <i>9</i>(1-2), 2–11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000202&pid=S1646-107X201500030000600056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Li, X. (1995). A study of intelligence and   personality in children with simple obesity. <i>International Journal of     Obesity and Related Metabolic Disorders: Journal of the International Association for the Study of Obesity</i>, <i>19</i>(5), 355–357.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000204&pid=S1646-107X201500030000600057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">London, R. A., &amp; Castrechini, S.   (2011). A longitudinal examination of the link between youth physical fitness   and academic achievement. <i>The Journal of School Health</i>, <i>81</i>(7), 400–408. <a href="http://doi.org/10.1111/j.1746-1561.2011.00608.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1746-1561.2011.00608.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000206&pid=S1646-107X201500030000600058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Maffeis, C., &amp; Castellani, M. (2007).   Physical activity: an effective way to control weight in children? <i>Nutrition,     Metabolism, and Cardiovascular Diseases: NMCD</i>, <i>17</i>(5), 394–408. <a href="http://doi.org/10.1016/j.numecd.2006.08.006" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.numecd.2006.08.006</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000207&pid=S1646-107X201500030000600059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Maffeis, C., Schutz, Y., Piccoli, R.,   Gonfiantini, E., &amp; Pinelli, L. (1993). Prevalence of   obesity in children in north-east Italy. <i>International Journal of Obesity     and Related Metabolic Disorders: Journal of the International Association for the Study of Obesity</i>, <i>17</i>(5), 287–294.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000208&pid=S1646-107X201500030000600060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marques-Vidal, P., &amp; Dias, C. M.   (2005). Trends   in overweight and obesity in Portugal: the National Health Surveys 1995-6 and   1998-9. <i>Obesity     Research</i>, <i>13</i>(7), 1141–1145. <a href="http://doi.org/10.1038/oby.2005.135" target="_blank">http://doi.org/10.1038/oby.2005.135</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000210&pid=S1646-107X201500030000600061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Marques-Vidal, P., Ferreira, R., Oliveira,   J. M., &amp; Paccaud, F. (2008). Is thinness more prevalent than obesity in   Portuguese adolescents? <i>Clinical Nutrition (Edinburgh, Scotland)</i>, <i>27</i>(4), 531–536. <a href="http://doi.org/10.1016/j.clnu.2008.04.002" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.clnu.2008.04.002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000211&pid=S1646-107X201500030000600062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Martínez-González, M. A., Martínez, J. A.,   Hu, F. B., Gibney, M. J., &amp; Kearney, J. (1999). Physical inactivity,   sedentary lifestyle and obesity in the European Union. <i>International Journal of Obesity and Related Metabolic Disorders</i>, <i>23</i>(11), 1192–1201.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000212&pid=S1646-107X201500030000600063&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mateus, A., Dias, C., Corte-Real, N.,   Garganta, J., &amp; Fonseca, A. (2010). Percepção de competência física no futebol   feminino e masculino: um estudo com jovens atletas e seus pais. <i>Revista Iberoamericana de Psicología del Ejercicio y el Deporte</i>, <i>5</i>(1), 61–78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000214&pid=S1646-107X201500030000600064&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">McArdle, W. D., Katch, F. I., &amp; Katch,   V. L. (2010). <i>Exercise Physiology: Nutrition, Energy, and Human     Performance</i>. Lippincott Williams &amp; Wilkins.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000216&pid=S1646-107X201500030000600065&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">McKenzie, T. L., Marshall, S. J., Sallis,   J. F., &amp; Conway, T. L. (2000). Student activity levels, lesson context, and   teacher behavior during middle school physical education. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport</i>, <i>71</i>(3), 249–259.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000218&pid=S1646-107X201500030000600066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mota, J., &amp; Sallis, J. F. (2002). Actividade Física e   Saúde. Factores de Influência da Actividade Física nas Crianças e nos Adolescentes. Campo das Letras.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000220&pid=S1646-107X201500030000600067&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mota, J., Santos, P., Guerra, S., Ribeiro,   J., &amp; Duarte, J. (2002). Differences of daily physical activity   levels of children according to body mass index. <i>Pediatr Exerc Sci</i>, <i>14</i>, 442–52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000222&pid=S1646-107X201500030000600068&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">NES. (2002). <i>FitnessGram ® Manual de   aplicação de testes</i> (Núcleo de Exercício e Saúde da Faculdade de Motricidade Humana). Lisboa: Impriluz.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000224&pid=S1646-107X201500030000600069&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Nogueira, H., Gama, A., Mourão, I.,   Marques, V., Ferrão, M., &amp; Padez, C. (2013). The associations of   SES, obesity, sport activity, and perceived neighborhood environments: is there   a model of environmental injustice penalizing Portuguese children? <i>American     Journal of Human Biology: The Official Journal of the Human Biology Council</i>, <i>25</i>(3), 434–436. <a href="http://doi.org/10.1002/ajhb.22384" target="_blank">http://doi.org/10.1002/ajhb.22384</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000226&pid=S1646-107X201500030000600070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Oehlschlaeger, M. H. K., Pinheiro, R. T.,   Horta, B., Gelatti, C., &amp; San’Tana, P. (2004). [Prevalence of   sedentarism and its associated factors among urban adolescents]. <i>Revista de saúde     pública</i>, <i>38</i>(2), 157–163.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000227&pid=S1646-107X201500030000600071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ogden, C. L., Carroll, M. D., Curtin, L.   R., McDowell, M. A., Tabak, C. J., &amp; Flegal, K. M. (2006). Prevalence   of overweight and obesity in the United States, 1999-2004. <i>JAMA: The Journal     of the American Medical Association</i>, <i>295</i>(13), 1549–1555. <a href="http://doi.org/10.1001/jama.295.13.1549" target="_blank">http://doi.org/10.1001/jama.295.13.1549</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000229&pid=S1646-107X201500030000600072&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Okely, A. D., Booth, M. L., &amp;   Patterson, J. W. (2001). Relationship of physical activity to fundamental   movement skills among adolescents. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>33</i>(11), 1899–1904.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000230&pid=S1646-107X201500030000600073&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Padez, C., Mourão, I., Moreira, P., &amp;   Rosado, V. (2005). Prevalence and risk factors for overweight and obesity in   Portuguese children. <i>Acta Paediatrica (Oslo, Norway: 1992)</i>, <i>94</i>(11), 1550–1557. <a href="http://doi.org/10.1080/08035250510042924" target="_blank">http://doi.org/10.1080/08035250510042924</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000232&pid=S1646-107X201500030000600074&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Prochaska, J. J., Sallis, J. F., &amp;   Long, B. (2001). A physical activity screening measure for use with adolescents   in primary care. <i>Archives of Pediatrics &amp; Adolescent Medicine</i>, <i>155</i>(5), 554–559.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000233&pid=S1646-107X201500030000600075&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rasberry, C. N., Lee, S. M., Robin, L.,   Laris, B. A., Russell, L. A., Coyle, K. K., &amp; Nihiser, A. J. (2011). The   association between school-based physical activity, including physical   education, and academic performance: a systematic review of the literature. <i>Preventive Medicine</i>, <i>52 Suppl 1</i>, S10–20. <a href="http://doi.org/10.1016/j.ypmed.2011.01.027" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.ypmed.2011.01.027</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000235&pid=S1646-107X201500030000600076&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rito, A., Wijnhoven, T. M. A., Rutter, H.,   Carvalho, M. A., Paixão, E., Ramos, C., … Breda, J. (2012).   Prevalence of obesity among Portuguese children (6-8 years old) using three   definition criteria: COSI Portugal, 2008. <i>Pediatric Obesity</i>, <i>7</i>(6), 413–422. <a href="http://doi.org/10.1111/j.2047-6310.2012.00068.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.2047-6310.2012.00068.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000236&pid=S1646-107X201500030000600077&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sallis, J. F. (1993). Epidemiology of   physical activity and fitness in children and adolescents. <i>Critical Reviews in Food Science and Nutrition</i>, <i>33</i>(4-5), 403–408. <a href="http://doi.org/10.1080/10408399309527639" target="_blank">http://doi.org/10.1080/10408399309527639</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000237&pid=S1646-107X201500030000600078&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sallis, J. F., McKenzie, T. L., Beets, M.   W., Beighle, A., Erwin, H., &amp; Lee, S. (2012). Physical education’s role in   public health: steps forward and backward over 20 years and HOPE for the   future. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport</i>, <i>83</i>(2), 125–135.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000238&pid=S1646-107X201500030000600079&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sallis, J. F., &amp; Owen, N. (1998). <i>Physical Activity and Behavioral Medicine</i>. SAGE Publications.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000240&pid=S1646-107X201500030000600080&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Santos, P., Guerra, S., Ribeiro, J. C.,   Duarte, J. A., &amp; Mota, J. (2003). Age and gender-related physical   activity. A descriptive study in children using accelerometry. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>43</i>(1), 85–89.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000242&pid=S1646-107X201500030000600081&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sardinha, L. B., Santos, R., Vale, S.,   Silva, A. M., Ferreira, J. P., Raimundo, A. M., … Mota, J. (2011). Prevalence   of overweight and obesity among Portuguese youth: a study in a representative   sample of 10-18-year-old children and adolescents. <i>International Journal of     Pediatric Obesity: IJPO: An Official Journal of the International Association for the Study of Obesity</i>, <i>6</i>(2-2), e124–128. <a href="http://doi.org/10.3109/17477166.2010.490263" target="_blank">http://doi.org/10.3109/17477166.2010.490263</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000244&pid=S1646-107X201500030000600082&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Shephard, R. J., &amp; Trudeau, F. (2000).   The legacy of physical education: Influences on adult lifestyle. <i>Pediatric Exercise Science</i>, <i>12</i>(1), 34–50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000245&pid=S1646-107X201500030000600083&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Shultz, S. P., Anner, J., &amp; Hills, A.   P. (2009). Paediatric obesity, physical activity and the musculoskeletal   system. <i>Obesity Reviews: An Official Journal of the International     Association for the Study of Obesity</i>, <i>10</i>(5), 576–582. <a href="http://doi.org/10.1111/j.1467-789X.2009.00587.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1467-789X.2009.00587.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000247&pid=S1646-107X201500030000600084&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sibley, B. A., &amp; Etnier, J. L. (2003).   The relationship between physical activity and cognition in children: a   meta-analysis. <i>Pediatric     Exercice Science</i>, <i>15</i>(3), 243–256.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000248&pid=S1646-107X201500030000600085&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Silva, A. J., Mourão-Carvalhal, M. I.,   Reis, V. M., Mota, M. P., Garrido, N. D., Pitanga, F., &amp; Marinho, D.   (2008). 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Physical activity and   student performance at school. <i>The Journal of School Health</i>, <i>75</i>(6), 214–218. <a href="http://doi.org/10.1111/j.1746-1561.2005.00026.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1746-1561.2005.00026.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000252&pid=S1646-107X201500030000600087&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Taras, H., &amp; Potts-Datema, W. (2005).   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Physical education, school physical activity, school sports and academic   performance. <i>The International Journal of Behavioral Nutrition and Physical Activity</i>, <i>5</i>, 10. <a href="http://doi.org/10.1186/1479-5868-5-10" target="_blank">http://doi.org/10.1186/1479-5868-5-10</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000259&pid=S1646-107X201500030000600092&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">US Department of Health and Human   Services. (1996). Physical activity and health: a report of the Surgeon   General. Atlanta, Georgia: US DHHS, Centers for Disease Control and Prevention,   National Center for Chronic Disease Prevention and Health Promotion. Obtido de <a href="http://www.cdc.gov/nccdphp/sgr/sgr.htm" target="_blank">http://www.cdc.gov/nccdphp/sgr/sgr.htm</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000260&pid=S1646-107X201500030000600093&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Vasconcelos, M., &amp; Maia, J. (2001).   Actividade física de crianças e jovens - haverá um declínio? Estudo transversal   em indivíduos dos dois sexos dos 10 aos 19 anos de idade. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>1</i>(3), 44–52.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000261&pid=S1646-107X201500030000600094&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Wadsworth, M. E. J. (1999). Early life. Em M. Marmot &amp; R. Wilkinson (Eds.), <i>Social Determinants of Health</i> (pp. 44–58). Oxford: Oxford University Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000263&pid=S1646-107X201500030000600095&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Weinberg, R. S., &amp; Gould, D. (1997). <i>Psychologie du sport et de l’activité physique</i>. Edisem.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000265&pid=S1646-107X201500030000600096&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">WHO. (2013). <i>World Health Statistics 2013</i>.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000267&pid=S1646-107X201500030000600097&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">WHO/CDC. (2005). Physical Activity   Strategy: An Action Plan for Promotion/Implementation. World Health   Organization. Obtido de <a href="http://www.who.int/moveforhealth/publications/mfh_miami_planaction_feb05.pdf" target="_blank">http://www.who.int/moveforhealth/publications/mfh_miami_planaction_feb05.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000269&pid=S1646-107X201500030000600098&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Wilmore, J. H., &amp; Costill, D. L. (2004). <i>Physiology of Sport and Exercise</i>. Human Kinetics Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000270&pid=S1646-107X201500030000600099&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Yli-Piipari, S., Leskinen, E., Jaakkola,   T., &amp; Liukkonen, J. (2012). Predictive role of physical education   motivation: the developmental trajectories of physical activity during grades 7-9. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport</i>, <i>83</i>(4), 560–569.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000272&pid=S1646-107X201500030000600100&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Nada a declarar    <br>   <b>Conflito de Interesses:    <br>   </b>Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:    <br>   </b>Nada a declarar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo   recebido a 17.04.2014; Aceite a 22.05.2015</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><i><a name="end"></a> Autor correspondente</i>: UTAD   - Quinta de prados, Complexo desportivo, 5000-000 Vila Real, Portugal, <i>E-mail</i>:   <a href="mailto:ndgarrido@gmail.com">ndgarrido@gmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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