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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Retenção da capacidade funcional em mulheres idosas após a cessação de um programa de treino multicomponente: estudo longitudinal de 3 anos]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Physical activity brings benefits to the health and quality of life of older adults. Few study’s exists in older women´s with more than one year of training exercise. The aim of this study was to analyze the effects of three years of multicomponent exercise program in functional capacity of older women´s. Methods: 51 women’s (66.70±5.30years and 159±0.11cm) participated in a three year exercise program with periods of nine months of physical exercise followed by periods of three months of detraining in each year. Assessments were made in the start and at the end of each training/detraining period. Results: In the 1st, 2nd and 3rd year all functional parameters improved (p<0.05). The second year was the period with the more significant improvements (p<0.05) in 6MWT (7.43%), SR (383.33%), BS (40.33%), AC (13.05%) and CS (12.5%) (p<0.05). 6MWT, SR, BS, AC and CS improved in all training periods from 4.17% to 576.60%, and declined from 3.21% to 85.31% in all detraining periods. Conclusions: Three years of multicomponent exercise improved functional capacity of older women, especially in the 2nd year of intervention.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><b><font size="2" face="Verdana">ARTIGO ORIGINAL</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="4" face="Verdana">Retenção da capacidade   funcional em mulheres idosas após a cessação de um programa de treino multicomponente:   estudo longitudinal de 3 anos</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Functional capacity retention in older women after   multicomponent exercise cessation: 3-year longitudinal study</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Luis Filipe Leitão<sup>1, 2,<a href="#end">*<font size="2" face="Verdana"><i><a name="topo" id="topo"></a></i></font></a></sup>; João Brito<sup>2, 3</sup>; Ana Leitão<sup>4</sup>; Ana Pereira<sup>2, 5</sup>, Ana Conceição<sup>3</sup>, António Silva<sup>1, 2</sup>, Hugo Louro<sup>2, 3</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Universidade de Tr&aacute;s-os-Montes e Alto Douro &ndash; UTAD, Vila Real, Portugal    <br> </i><sup>2</sup> <i>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto, Sa&uacute;de e Desenvolvimento Humano (CIDESD), Portugal</i>    ]]></body>
<body><![CDATA[<br> <sup>3</sup> <i>Escola Superior de Desporto de Rio Maior - IPS, Rio Maior, Portugal</i>    <br> <sup>4</sup> <i>Faculdade de Medicina - Masaryk University, Rep&uacute;blica Checa</i>    <br> <sup>5</sup> <i>Instituto Polit&eacute;cnico de Set&uacute;bal - Departamento de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Set&uacute;bal, Portugal</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"></font></p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A atividade física proporciona benefícios para a saúde e   qualidade de vida de mulheres idosas. Ainda são escassos os estudos   longitudinais em mulheres idosas com duração superior a um ano de prática de   exercício físico. Assim o objetivo do estudo foi analisar os efeitos de três   anos de treino multicomponente na capacidade funcional de mulheres idosas. Métodos: 51 mulheres (66.7±5.30 anos e   159±0.11cm) participaram ao longo de três anos   num programa constituído por períodos de nove meses de treino multicomponente   seguidos de três meses de destreino. As avaliações decorreram no início/fim de   cada período de treino e destreino. Resultados: No 1º, 2º   e 3º ano verificaram-se aumentos estatisticamente significativos em todos os   parâmetros da capacidade funcional (<i>p</i>&lt;0.05). No entanto, o 2º ano   revelou ser o período de treino onde observamos os maiores aumentos nos testes   T6M (7.43%), SA (383.33%), AC (40.33%), FA (13.05%) e LS (12.5%) (<i>p</i>&lt;0.05).   Os testes T6M, LS, FA, AC, SA melhoraram entre 4.17% a 576.60% em todos os   períodos de treino e diminuíram entre 3.21% a 85.31% em todos os períodos de   destreino. Conclusões: Três anos de treino multicomponente contribuíram para a   melhoria da capacidade funcional em mulheres idosas, principalmente no 2º ano de intervenção.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> mulheres idosas, treino multicomponente, destreino, capacidade funcional</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Physical activity brings benefits to   the health and quality of life of older adults. Few study’s exists in older   women´s with more than one year of training exercise. The aim of this study was   to analyze the effects of three years of multicomponent exercise program in   functional capacity of older women´s. Methods: 51   women’s (66.70±5.30years and 159±0.11cm) participated in a three year exercise program with   periods of nine months of physical exercise followed by periods of three months   of detraining in each year. Assessments were made in the start and at the end   of each training/detraining period. Results: In the 1<sup>st</sup>,   2<sup>nd </sup>and 3<sup>rd</sup> year all functional parameters improved   (p&lt;0.05). The second year was the period with the more significant   improvements (<i>p</i>&lt;0.05) in 6MWT (7.43%), SR (383.33%), BS (40.33%), AC   (13.05%) and CS (12.5%) (<i>p</i>&lt;0.05). 6MWT, SR, BS, AC and CS improved in   all training periods from 4.17% to 576.60%, and declined from 3.21% to 85.31%   in all detraining periods. Conclusions: Three years of multicomponent exercise   improved functional capacity of older women, especially in the 2<sup>nd</sup> year of intervention.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords:</b> older women; multicomponent exercise training; detraining; functional capacity</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   processo de envelhecimento está relacionado com a atrofia muscular e com o   declínio da capacidade funcional, diminuindo a capacidade de realizar as   tarefas do dia-a-dia de mulheres idosas (Pereira et al., 2012). Poucos são os   estudos que focam o seu objeto de estudo no efeito de um programa   multicomponente na capacidade funcional em detrimento dos efeitos de programas   tradicionais de força em mulheres idosas, especialmente em estudos   longitudinais. A atividade física em idosos promove benefícios psicológicos e   fisiológicos tais como o aumento da força muscular, equilíbrio, flexibilidade e   consumo máximo de oxigénio (VO<sub>2máx</sub>) (Smith, Winegard, Hicks, &amp;   McCartney, 2003; Teixeira-Salmela et al., 2005), que levam a um aumento da independência   e da qualidade de vida de mulheres idosas. Embora estes benefícios ocorram, as   mulheres idosas estão sujeitas a períodos de interrupção durante a prática de   programas de treino (Ivey et al., 2000; Lemmer et al.,   2000)   que podem provocar alterações fisiológicas, levando à redução dos benefícios   obtidos com o exercício físico. A magnitude destas alterações poderá depender   da duração do período de destreino (Izquierdo et al., 2007; Pereira et   al., 2012)   e da amplitude dos benefícios obtidos pelo exercício (Williams &amp; Thompson, 2006). Pouco se sabe   acerca dos efeitos regressivos dos períodos de destreino, como os que ocorrem   no verão, após a prática de exercício físico continuada ao longo de alguns anos (Henwood &amp; Taaffe, 2008). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   importância desta investigação assenta no facto de ser fundamental   encontrarem-se novos resultados e novos conhecimentos acerca do efeito da   prática regular de exercício físico com períodos de interrupção ao longo de   três anos. A hipótese formulada neste estudo é que mulheres idosas podem   significativamente aumentar as suas capacidades funcionais ao nível da força   muscular, resistência, flexibilidade, equilíbrio e agilidade através da prática   consecutiva de um programa de treino multicomponente ao longo de três anos (períodos de nove meses de treino seguidos de períodos de 3 meses de destreino).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim,   o nosso estudo pretende analisar de uma forma longitudinal o efeito de um   programa de treino multifuncional ao longo de três anos, com períodos de treino   de nove meses intercalados com períodos de destreino de 3 meses na capacidade funcional de mulheres idosas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Amostra</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">O   universo escolhido para seleção da amostra foi a população do concelho do   Fundão. Os critérios de elegibilidade para admissão na participação do estudo   incluíram idade igual ou superior a 55 anos, autonomia e independência   funcional, e capacidade e disponibilidade para se deslocar ao local para   frequentar o programa duas vezes por semana. Setenta e nove mulheres voluntariaram-se   para participar neste estudo. Uma vez cumprida esta etapa, foram encaminhadas   para uma avaliação médica para a realização de testes de forma a poderem   frequentar o programa de atividade física. Os critérios de exclusão para   participação no estudo incluíram: a) disfunção ósteo-mio-articular que pudesse   interferir na execução dos movimentos propostos; b) já ter participado em   programas de atividade física orientada; c) problemas cardíacos em que a prescrição   de exercício prejudique o estado de saúde do individuo; e d) contraindicação médica. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apenas   cinquenta e uma mulheres (<a href="#t1">Tabela 1</a>) completaram o programa, vinte e oito foram   excluídas, cinco devido a problemas de saúde e vinte e três devido a não ter   frequentado pelo menos 80% das sessões de treino do programa. Antes de   iniciarem o programa os participantes foram informados acerca dos objetivos e   dos procedimentos do estudo, assinando um termo de consentimento para   participação no estudo que foi aprovado por o comité de ética do Instituto Politécnico de Santarém de acordo com a declaração de Helsínquia.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a09t1.jpg" width="409" height="225"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a   recolha de dados antropométricos (peso, altura e percentagem de massa gorda)   utilizou-se uma balança, OMRON BF 303 (OMRON Healthcare Europe BV, Matsusaka,   Japão), com estadiómetro (Seca, Hamburgo, Alemanha) e análise de bioimpedância.   Os parâmetros da capacidade funcional foram recolhidos através da bateria de 7   testes de Rikli e Jones (1999), desenhada e validada para mulheres idosas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   força muscular dos membros inferiores foi avaliada através do teste de sentar e   levantar da cadeira durante 30 segundos (<i>r</i>=0.92), onde os participantes,   sentados numa cadeira com os braços cruzados ao nível dos pulsos e contra o   peito, realizaram ao longo de 30 segundos o maior número de repetições de   levantar e sentar na cadeira. A pontuação final foi o número de repetições corretamente executadas durante 30 segundos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   força dos membros superiores foi avaliada através do teste de flexão do   antebraço durante 30 segundos (<i>r</i>=0.80). Foi solicitado aos participantes   que ao longo de 30 segundos realizassem o maior número de repetições de flexão   do braço, utilizando um haltere de 2kg. A pontuação final foi o número de repetições executadas corretamente ao longo de 30 segundos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A   flexibilidade foi avaliada através do teste sentar e alcançar (<i>r</i>=0.96)   para os membros inferiores e através do teste alcançar atrás das costas (<i>r</i>=0.92)   para os membros superiores. No primeiro teste a pontuação final foi obtida através   da distância entre a ponta dos dedos da mão estendidos até à ponta dos dedos do   pé (resultado mínimo), ou a distância que o participante conseguiu alcançar   para além dos dedos do pé (resultado máximo). No segundo teste a pontuação   final foi obtida através da distância de sobreposição, ou da distância entre os dedos médios das mãos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   agilidade e equilíbrio foram avaliados através do teste sentado, percorrer 2.44   metros e voltar a sentar (<i>r</i>=0.90). O resultado final do teste consistiu   no tempo que o participante demorou a levantar de uma cadeira, percorrer uma   distância de 2.44 metros, regressar e voltar a sentar na mesma cadeira no menor tempo possível.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   capacidade cardiorrespiratória foi avaliada através do teste de caminhar   durante seis minutos (<i>r</i>=0.91). Os participantes foram solicitados para   caminharem o mais depressa possível ao longo de seis minutos, tendo recebido   incentivos verbais por parte do avaliador a cada trinta segundos. O resultado   final consistiu na distância percorrida por cada participante ao longo dos seis   minutos de teste, num percurso retangular de 50 metros marcado em cada 5 metros por sinalizadores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todos   os testes foram aplicados no mesmo dia da avaliação, com exceção do teste de   seis minutos a caminhar que foi efetuado sempre no dia seguinte. Informações   detalhadas acerca de cada um dos testes e sua aplicação podem ser encontrados em Rikli e Jones (1999).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Programa de Treino Multicomponente</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   participantes seguiram um programa de treino multicomponente durante três anos,   onde em cada decorreu um período de nove meses de treino (Outubro a Junho)   seguido de três meses de destreino (Julho a Setembro). Cada período de treino   teve a frequência de duas vezes por semana, com quarenta e cinco minutos por sessão,   prescrito e conduzido por um especialista em exercício físico para mulheres   idosas. A prescrição do programa foi feita de acordo com as guidelines do   American College of Sports Medicine (ACSM) para a prescrição de exercícios para   idosos, com o foco principal do programa a aptidão cardio-respiratória, força   muscular, flexibilidade e equilíbrio (McDermott &amp; Mernitz, 2006;   Whaley, Brubaker, Otto, &amp; Armstrong, 2006). Todos os períodos de treino foram   constituídos por sessões em grupo de exercícios aeróbios e de força muscular,   com música apropriada à atividade, idade e interesse dos participantes. Todas as sessões de quarenta e cinco minutos foram estruturadas da seguinte forma:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">(1)   5-8 Minutos de aquecimento geral, com caminhadas lentas e exercícios calisténicos e de flexibilidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">(2)   15-25 Minutos de treino aeróbio (coreografia de aeróbica com intensidade   moderada), com intensidade mantida a 2-3 no primeiro mês, e aumentada   gradualmente até 4-5 de acordo com a tabela adaptada de perceção do esforço de   Borg (Carvalho, Marques, &amp; Mota, 2009).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">(3)   15-20 Minutos de treino de força em circuito, com exercícios para os membros   inferiores e superiores juntamente com exercícios para a agilidade, mobilidade,   coordenação e interação social, com intervalos de repouso entre séries de 20-30   segundos. Os participantes realizaram o treino de força utilizando o peso   corporal (exercícios de cadeia cinética aberta e fechada) e bandas elásticas. A   intensidade de treino foi progressiva, especialmente no primeiro mês de forma a   permitir uma familiarização com os exercícios e com a técnica correta e segura   de execução de cada exercício. As series e repetições aumentaram de mês para mês de 2 para 4 series e de 16 para 30 repetições. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">(4)   5-10 Minutos de técnicas de relaxamento e alongamento para os membros   superiores e inferiores. Exercícios estáticos e dinâmicos de alongamento foram incluídos no treino de flexibilidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Período de Destreino</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   destreino teve a duração de três meses em cada ano, correspondente ao período   de ferias de verão. Todos os participantes foram informados para evitarem a   prática de exercício físico sistemático e não alterarem os seus hábitos alimentares   e do dia-a-dia. Para analisar os efeitos do programa (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a09f1.jpg">Figura 1</a>), a amostra foi   sujeita em cada ano a dois momentos de avaliação, o primeiro durante a primeira   semana de Outubro (antes do inicio do período de treino) e o segundo durante a   primeira semana de Julho (depois do período de treino). Cada avaliação teve a   duração de dois dias, realizando-se no primeiro dia as avaliações   antropométricas e os testes da capacidade funcional, com exceção do teste de   seis minutos a caminhar que decorreu no segundo dia. As avaliações decorreram   sempre nas mesmas condições ambiente (mesmo local, mesma hora do dia, mesma   ordem de aplicação do protocolo, mesma temperatura - de 22º a 24º e humidade 55-65%) e pelo mesmo examinador.</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana"><b>Análise estatística</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   análise estatística foi efetuada através do programa estatístico SPSS 19.0 para   Windows (SPSS Inc., Chicago, IL). Procedimentos estatísticos foram utilizados   para caracterizar os valores das diferentes variáveis em termos de tendência   central e dispersão, verificando a normalidade das variáveis através do teste de Shapiro-Wilk. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para   análise inferencial dos dados foi utilizado o T de pares para comparar os   valores das médias de cada variável em cada período de treino e destreino, e a   ANOVA de medidas repetidas para comparar entre cada um dos momentos de   avaliação dos três anos de estudo, sempre que se verificaram diferenças as mesmas foram identificadas através do teste post-hoc de Bonferroni. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   percentagem de delta (%&#916;, taxa de variação) foi calculada de acordo com a fórmula:</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a09e1.jpg" width="379" height="66"></p>     
<p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A   significância dos resultados foi estimada através do effect size (ES, Cohen´s   d): 0.20 ou menos é um pequeno efeito, 0.50 é um médio efeito e 0.80 ou mais é   um grande efeito. Para todos os procedimentos estatísticos o nível mínimo de   significância admitido foi de <i>p</i>&#8804;0.05.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Todos   os participantes completaram o programa de treino multicomponente de três anos   com 88% de assiduidade, realizando o trabalho aeróbio de cada período de treino   de acordo com a intensidade prescrita (media ± DP, 4.12 ± 0.59) com base na   tabela adaptada de perceção subjetiva de esforço de Borg (Carvalho et al., 2009). Após os três   anos do programa todos os valores da capacidade funcional melhoram significativamente (<i>p </i>&lt; 0.001) comparativamente com os seus valores iniciais (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a09t2.jpg">Tabela 2</a>). </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">No   primeiro ano de estudo o período de treino multicomponente provocou aumentos   significativos em todas as variáveis, sendo neste período de treino onde se   observaram os maiores aumentos na flexibilidade dos membros superiores (AC:   40.16%, <i>p </i>&lt; 0.001, ES=0.75) e na agilidade (S2.44: -15.37%, <i>p </i>&lt;   0.001, ES=1.51) em comparação com os outros períodos de treino (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a09t3.jpg">Tabela 3</a>). O   período de destreino que se iniciou logo após este período de treino atenuou   significativamente os benefícios obtidos em todas as variáveis, verificando-se   maioritariamente uma diminuição na força muscular dos membros superiores (FA:   -12.29%, <i>p </i>&lt; 0.001, ES= 1.29) e inferiores (LS: -16.01%, <i>p </i>&lt;   0.001, ES= 1.25), na agilidade (S2.44: 7.81%, <i>p </i>&lt; 0.001, ES= 0.60) e   na flexibilidade dos membros inferiores (SA: -85.31%, <i>p </i>&lt; 0.001,   ES=0.87), comparativamente com os restantes períodos de destreino (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a09t3.jpg">Tabela 3</a>).   Apesar da redução da capacidade funcional durante o período de destreino os   benefícios obtidos com o treino foram suficientes para provocar melhorias   significativas em todas as variáveis no final do primeiro ano de estudo (<i>p </i>&lt; 0.03) (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a09t4.jpg">Tabela 4</a>).</font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">No segundo ano de   programa verificaram-se alterações significativas em todas as variáveis, tanto   no período de treino como no período de destreino. O período de treino provocou   melhorias significativas em todas as variáveis, sendo neste período onde   existiram os maiores aumentos na capacidade cardiorrespiratória (T6M: 12.31%, <i>p   </i>&lt; 0.001, ES=1.01), na flexibilidade dos membros inferiores (SA: 576.60%, <i>p </i>&lt; 0.001, ES=1.22) e na força muscular dos membros superiores (FA:   24.78%, <i>p </i>&lt; 0.001, ES=2.23) e inferiores (LS: 30.69%, <i>p </i>&lt; 0.001,   ES=2.09). Tal como ocorreu no ano anterior, os benefícios obtidos no período de   treino foram superiores aos declínios significativos provocados em todas as   variáveis pelo respetivo período de destreino, com exceção da %MG que aumentou   7.28% (<i>p </i>&lt; 0.001, ES=0.79). Após estes dois primeiros anos de estudo   observaram-se melhorias de 12.66% no teste de seis minutos a caminhar (T6M, <i>p   </i>&lt; 0.001, ES=1.11), 165.80% no teste de sentar e alcançar (SA, <i>p </i>&lt;   0.001, ES=3.03), 51.21% no teste de alcançar atrás das costas (AC, <i>p </i>&lt;   0.001, ES=1.00), 23.76% no teste de flexão do antebraço (FA, <i>p </i>&lt; 0.001,   ES=1.99), 16.46% no teste de levantar e sentar (LS, <i>p </i>&lt; 0.001, ES=1.19), -9.75% no teste de sentado, percorrer 2.44m e voltar a sentar (S2.44, <i>p </i>&lt; 0.001, ES=0.96), e -7.97% na %MG (<i>p</i> &lt; 0.001, ES=0.74).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">No   terceiro e último ano do programa de treino observámos melhorias significativas   em todas as variáveis, ao contrário do período de destreino que provocou   diminuições significativas em todas elas, verificando-se neste período os   maiores declínios na capacidade cardiorrespiratória (T6M: -5.79%, <i>p </i>&lt;   0.001, ES= 0.59) e na flexibilidade dos membros superiores (AC: -40.00%, <i>p </i>&lt;   0.001, ES= 0.21) em comparação com os períodos de destreino dos anos anteriores.   Apesar do impacto negativo que este período de destreino provocou os benefícios   obtidos no período de treino foram suficientes para melhorar todas as variáveis   no fim do ano, com exceção do aumento de 1.48% (<i>p </i>&lt; 0.001, ES=0.18) da %MG.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   objetivo do estudo foi analisar as alterações provocadas pelo programa de   treino multicomponente e pelos períodos de destreino na capacidade funcional de   mulheres idosas ao longo de três anos. O resultado mais importante do nosso   estudo foi que a prática sistemática de um programa multicomponente de   exercício físico com períodos de treino de nove meses seguidos de períodos de   três meses de destreino ao longo de três anos consecutivos provoca efeitos   muito benéficos na capacidade funcional de mulheres idosas, principalmente nas   capacidades físicas de força e flexibilidade. Além disso, períodos sucessivos   de três meses de destreino demonstraram que a duração destas interrupções deve   ser reduzida de forma a manter os benefícios produzidos pelos períodos de   treino em mulheres idosas, melhorar esses benefícios ao longo do tempo e para   evitar os decréscimos produzidos principalmente na força muscular e na   flexibilidade. Em cada ano do programa de treino multicomponente foram   encontradas melhorias na força, na flexibilidade, na capacidade respiratória e   na agilidade de mulheres idosas, sendo que a flexibilidade dos membros   superiores juntamente com a agilidade e equilíbrio parecem ser mais sensíveis a   melhorias no primeiro ano do programa do que em qualquer outro, enquanto a   flexibilidade dos membros inferiores, a força muscular e a capacidade cardiorrespiratória parecem ser mais sensíveis a melhorias após dois períodos de treino.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Os   aumentos na força muscular em todos os períodos de treino, que ocorreram devido   a modificações neuromusculares, levaram a adaptações morfológicas e metabólicas   específicas no tecido muscular esquelético (aumento do número de unidades   motoras recrutadas; diminuição da ativação dos músculos antagonistas; alterações   na arquitetura muscular, nomeadamente no ângulo de penação; maior rigidez do   tendão; e hipertrofia seletiva das fibras tipo II) (Chodzko-Zajko et al., 2009), e comparando com   outros estudos, verificamos que Carvalho, Marques, e Mota (2009) apresentaram   resultados similares com melhorias de 13.9 para 17.7 repetições no teste de   levantar e sentar e melhorias de 15.5 para 18.2 repetições no teste de flexão   do antebraço, utilizando a mesma metodologia de treino multicomponente. Toraman,   Erman, e Agyar (2004) com apenas nove   semanas de treino multicomponente obtiveram aumentos superiores na força   muscular, 89% no teste de levantar e sentar e 32% no teste de flexão do   antebraço. Estes resultados podem ser justificados pelos níveis de performance   das mulheres idosas mais baixos no início do estudo comparativamente com o nosso estudo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   flexibilidade decresce com o processo de envelhecimento, em parte, devido à   redução da atividade física (Spirduso, 1995) e às limitações   dos tecidos moles, como as alterações no colagénio, stress mecânico e doenças   degenerativas (Nelson et al., 2007). No nosso estudo   a flexibilidade foi uma das capacidades que mais aumentou em cada período de   treino com aumentos significativos nos membros superiores e inferiores (<i>p </i>&lt;   0.001). Uma vez mais, os nossos resultados foram superiores em relação a outros   estudos (Carvalho et al., 2009; Morini,   Bassi, Cerulli, Marinozzi, &amp; Ripani, 2004; Smith et al., 2003), no estudo de   oito meses de treino multicomponente de Carvalho et al. (2009), a flexibilidade   em mulheres idosas melhorou no teste de sentar e alcançar de -5.4cm para   -0.6cm, e no teste de alcançar atrás das costas de -10cm para -6.1cm. Um dos   motivos para estes resultados poderá ter sido a prática regular de exercícios   de flexibilidade e alongamento muscular em cada sessão de treino (Carvalho et al., 2009), e o aumento da atividade   muscular durante o treino (Cavani, Mier, Musto, &amp; Tummers, 2002; King et al., 2000). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   capacidade cardiorrespiratória avaliada através do T6M apresentou resultados   similares com outros estudos, como o de Toraman et al. (2004) com aumentos no   T6M de 14% (<i>p </i>&lt; 0.05), como o estudo de Marques, Carvalho, Soares,   Marques, e Mota (2009) que aumentou 5% (<i>p   </i>&lt; 0.05) no T6M, e como o estudo de Toraman e Ayceman (2005) que aumentou de   10% (<i>p </i>&lt; 0.05) no T6M, sendo que estas alterações ocorreram   principalmente devido ao aumento do consumo máximo de oxigénio, por via do   aumento da diferença arteriovenosa de oxigénio e do aumento do débito cardíaco (Chodzko-Zajko et al., 2009), provocado pelo   treino multicomponente. Como se sabe, a capacidade aeróbia é associada a   diferentes atividades do dia-a-dia, assim aumentos significativos desta   capacidade poderão atenuar os efeitos negativos do envelhecimento,   especialmente se for atenuada com aumentos na força muscular (Hruda, Hicks, &amp; McCartney,   2003; Kalapotharakos, Diamantopoulos, &amp; Tokmakidis, 2010) produzidos por   programas de treino multicomponente (King et al., 2000; Nelson et al., 2004). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Analisando   os resultados de agilidade e equilíbrio alguns estudos referem que o treino   multicomponente aumenta esta capacidade em 4-15% (Carvalho et al., 2009; Cavani et   al., 2002; Hruda et al., 2003; Toraman et al., 2004). Toraman et al. (2004) reportou no seu   estudo que a agilidade/equilíbrio no teste de sentado, percorrer 2.44m e voltar   a sentar melhorou 26%, de 6.7s para 4.87s, um valor mais alto que o obtido no   nosso estudo em todos os períodos de treino. Pelo contrário, Carvalho et al. (2009) apresentou   resultados similares com os obtidos no primeiro período de treino do nosso   estudo. Todos estes aumentos poderão estar associados com o aumento da força   muscular no processo de treino (Carvalho et al., 2009; Ryushi et   al., 2000),   requisito principal para uma excelente mobilidade (Frank &amp; Patla, 2003) e um componente crítico para a realização da maioria das atividades do dia-a-dia. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Relativamente   à %MG sabemos que o envelhecimento provoca o seu aumento, principalmente devido   à diminuição dos níveis de atividade física (que leva a uma redução do gasto   calórico diário), à adoção de um estilo de vida sedentário e à perca de massa   muscular (sarcopenia) (Chodzko-Zajko et al., 2009). Apesar destes   efeitos negativos, o programa de treino multicomponente procovou diminuições de   -16.42% (<i>p </i>&lt; 0.001, ES= 2.26) no primeiro período de treino, sendo   que no segundo e terceiro ano apenas se verificaram diminuições de -0.91% (<i>p   </i>&lt; 0.001, ES= 0.12) e -1.08% (<i>p </i>&lt; 0.001, ES= 0.13) respetivamente.   Estes últimos resultados vão ao encontro dos resultados de Toraman et al. (2004), podendo dever-se   ao efeito que a prática do exercício físico (sem restrição calórica) tem na   perca de massa gorda (Bouchard, Deprés,   &amp; Tremblay, 1993; Stefanick, 1993). O forte impacto ocorrido no primeiro   período de treino poderá dever-se a um estilo de vida mais ativo e ao aumento   do gasto calórico diário provocado pelo programa de treino multicomponente,   visto que segundo Ballor (1996), a %MG é afetada   pelo gasto calórico despendido semanalmente através da atividade aeróbia e que   é necessário a realização de atividade adicional, como o exercício físico, para reduzir os efeitos do envelhecimento (Ballor, 1996). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Comparativamente   ao destreino, poucos estudos analisaram os efeitos da cessação do exercício   físico (3 meses) após períodos de nove meses de treino ao longo de três anos   tendo como objeto de estudo o treino multicomponente em mulheres idosas. No   nosso estudo os períodos de três meses de destreino provocaram grandes reduções   ao nível da força muscular, flexibilidade, capacidade cardiorrespiratória e   agilidade/equilíbrio, para além de um aumento da %MG. Estas reduções poderão   resultar, segundo Weineck (1999), de sintomas   psicossomáticos na falta de sincronização entre a readaptação do sistema   cardiovascular e do sistema nervoso à diminuição do exercício físico. O primeiro   período de destreino foi o período que mais afetou a maioria das variáveis de   estudo (força, agilidade/equilíbrio e flexibilidade dos membros inferiores),   levando a grandes quebras nos ganhos obtidos com os períodos de treino, enquanto   o segundo período de destreino pareceu ser o período que menos afetou menos os   benefícios dos períodos de treino. Estes decréscimos poderão ser justificados   com o aumento da regularidade da prática de exercício físico que atenua os   efeitos do destreino. Comparativamente com outros estudos, os nossos resultados   são similares em relação ao valores de força muscular (Carvalho et al.,   2009; Häkkinen, Alen, Kallinen, Newton, &amp; Kraemer, 2000; Kalapotharakos,   Smilios, Parlavatzas, &amp; Tokmakidis, 2007; Toraman, 2005) e similares em relação   aos valores de flexibilidade dos membros superiores e inferiores (Carvalho et al., 2009; Michelin, Coelho, &amp; Burini, 2008; Toraman, 2005). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   decréscimos observados na força muscular poderão resultar em parte, pelos   fatores neurais que com a sua não ativação levam a alterações na velocidade e   frequência de ativação e na sincronização das unidades motoras (Fleck &amp; Kraemer, 2004). Comparando os   resultados obtidos ao nível da força muscular verificamos que estes estão em   linha com os de Carvalho et al. (2009) no teste de   levantar e sentar (decréscimos de 9%) e são inferiores no teste de flexão do   antebraço (19%), com a mesma duração de três meses de destreino, e inferiores   aos de Toraman (2005), que observou   após seis semanas de destreino decréscimos de 24% no teste de levantar e sentar   e 15% no teste de flexão do antebraço, e após cinquenta e duas semanas de   destreino decréscimos de 74% no teste levantar e sentar e 44% no teste de flexão de antebraço. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   diminuição da força muscular poderá ser um dos motivos para a quebra de 3%-8%   na performance do teste de agilidade\equilíbrio, e para a quebra de 4%-6% na   capacidade cardiorrespiratória observados no nosso estudo. Yázigi e   Armada-da-Silva (2007) e Carvalho et al.   (2009) com a mesma duração   no período de destreino não obtiveram quaisquer diferenças significativas no   teste T6M, ao contrário de Toraman (2005) que após cinquenta   e duas semanas obteve um decréscimo de 31% no T6M. Um dos principais motivos   para os decréscimos observados na capacidade cardiorrespiratória em todos os   períodos de destreino poderá ter sido a diminuição do consumo máximo de   oxigénio, que ocorre em função da readaptação da frequência cardíaca e do   volume sistólico às alterações dos estímulos fisiológicos induzidos pelo destreino (Mujika &amp; Padilla, 2000).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar   dos decréscimos observados nos testes de flexibilidade, os nossos resultados   são superiores aos de Carvalho et al. (2009), que observou no   seu estudo quebras de 0.6cm para 3.4cm (9%) e 6.1cm para 9.8cm (12%) nos testes   de sentar e alcançar atrás das costas respetivamente, após três meses de   destreino. Estes resultados estão linha com os observados por Toraman (2005) após seis semanas   (SA: 3.9cm para -4.7cm; AC: -5.8cm para -9.6cm) e cinquenta e duas semanas de   destreino (SA: 3.9cm para -8cm; AC: -5.8cm para -14,3cm). Estes decréscimos   poderão estar associados ao desenvolvimento de deficiências   músculo-esqueléticas e aumento de incapacidades em mulheres idosas (Holland, Tanaka, Shigematsu, &amp;   Nakagaichi, 2002).   A discrepância dos nossos resultados comparando com outros estudos poderá   dever-se a um maior nível inicial de atividade física da nossa amostra de estudo comparativamente com a de outros estudos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Ao   nível da %MG verificamos que os períodos de destreino afetaram negativamente os   efeitos positivos dos períodos de treino, principalmente o segundo período de   destreino, que provocou um aumento de 8.26% da %MG, devido principalmente ao   estilo de vida menos ativo e a um menor gasto calórico diário provocado pelo destreino (Ballor, 1996).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Com os   resultados obtidos no nosso estudo, podemos verificar que após três anos de   treino multicomponente, com períodos sucessivos de destreino de três meses, a   capacidade funcional das mulheres idosas melhorou apesar dos efeitos negativos   do destreino, com a exceção da %MG que após o primeiro ano de estudo os efeitos   produzidos pelos períodos de treino não foram suficientemente significativos   para compensar o efeitos negativos do destreino, levando a um aumento da %MG   nas mulheres idosas (Ballor, 1996; Bortz, 2001). O segundo ano   foi o ano onde ocorreram a maioria dos maiores benefícios em cada uma das   variáveis (LS: 12.5%, <i>p</i> &lt; 0.001, ES=0.91; FA: 13.05, <i>p</i> &lt; 0.001,   ES=1.26; AC: 40.33, <i>p</i> &lt; 0.001, ES= 0.63; SA: 383.33%, <i>p</i> &lt; 0.001,   ES= 0.82; T6M: 7.43, <i>p</i> &lt; 0.001, ES= 0.61), devido em parte a uma   maior efetividade do segundo período de treino, onde se verificaram os maiores   aumentos em quase todas as variáveis comparativamente com os restantes períodos,   e ao atenuar do efeito negativo do segundo período de destreino, que foi muito   inferior ao do período de destreino anterior em todas as variáveis da capacidade funcional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Este   estudo tem algumas limitações importantes, como a) o fato de não ter tido um   grupo de controlo ao longo do estudo; b) o número reduzido de avaliações   durante os três anos de estudo, principalmente durante os períodos de treino, e   c) o nível de atividade física durante os períodos de destreino não ter sido controlado com acelerometria ou outro instrumento válido para o efeito.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   falta de estudos longitudinais dificultou a comparação com outros estudos, ano   após ano, o que nos permite afirmar que mais investigação é necessária para se   poder analisar os efeitos a longo prazo em outras capacidades e outros perfis   de saúde (parâmetros lipídicos e hemodinâmicos), com períodos de destreino mais   curtos e mais longos de forma a ser possível analisar de uma forma mais pormenorizada os efeitos do exercício físico em mulheres idosas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   resultados do presente estudo permitem concluir que a capacidade funcional de   mulheres idosas pode melhorar através da prática sistemática de exercício   físico ao longo de três anos, apesar dos efeitos negativos provocados pelos   períodos de destreino de três meses que ocorrem após cada período de nove meses de treino em cada ano.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As   interrupções de três meses devem ser evitadas quando se prescreve exercício   físico para mulheres idosas com o objetivo de manter e/ou reduzir os efeitos   negativos do destreino. Além disso, o segundo ano parece ser o melhor período   de treino para se obter os benefícios mais significativos na maioria dos   parâmetros da capacidade funcional. A flexibilidade e a força muscular são as   capacidades mais afetadas pelos períodos de treino e destreino, positivamente e   negativamente, respetivamente. Melhorias na capacidade motora e funcional são   fundamentais para mulheres idosas manterem as suas atividades diárias, saúde e   qualidade de vida, podendo tudo isto ser obtido através da prática sistemática do exercício físico.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p> <font face="Verdana">    <!-- ref --><p><font size="2">Ballor,   D. L. (1996). Exercise training and body composition changes. Em A. F. Roche,   S. Heymsfield, &amp; T. G. Lohman (Eds.), <i>Human Body Composition</i> (pp. 287–304). Champagn, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201500030000900001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Bortz, W. M. (2001). Nonage versus age. <i>The   Journals of Gerontology. Series A, Biological Sciences and Medical Sciences</i>, <i>56</i>(9), M527–528.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201500030000900002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Bouchard, C., Deprés, J. P., &amp;   Tremblay, A. (1993). Exercise and obesity. <i>Obesity Research</i>, <i>1</i>(2), 133–147.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201500030000900003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Carvalho, M. J., Marques, E., &amp; Mota,   J. (2009). Training   and detraining effects on functional fitness after a multicomponent training in   older women. <i>Gerontology</i>, <i>55</i>(1), 41–48. <a href="http://doi.org/10.1159/000140681" target="_blank">http://doi.org/10.1159/000140681</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201500030000900004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Cavani, V., Mier, C. M., Musto, A. A.,   &amp; Tummers, N. (2002). Effects of a 6-Week Resistance-Training program on   Functional Fitness of Older Adults. <i>Journal of Aging and Physical Activity</i>, <i>10</i>(4), 443–452.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000099&pid=S1646-107X201500030000900005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Chodzko-Zajko, W. J., Proctor, D. N.,   Fiatarone Singh, M. A., Minson, C. T., Nigg, C. R., Salem, G. J., &amp;   Skinner, J. S. (2009). American College of Sports Medicine position stand.   Exercise and physical activity for older adults. <i>Medicine and Science in     Sports and Exercise</i>, <i>41</i>(7), 1510–1530. <a href="http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e3181a0c95c" target="_blank">http://doi.org/10.1249/MSS.0b013e3181a0c95c</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000101&pid=S1646-107X201500030000900006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Fleck, S. J., &amp; Kraemer, W. J. (2004). <i>Designing Resistance Training Programs</i>. Champagn, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201500030000900007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Frank, J. S., &amp; Patla, A. E. (2003).   Balance and mobility challenges in older adults: implications for preserving   community mobility. <i>American Journal of Preventive Medicine</i>, <i>25</i>(3 Suppl 2), 157–163.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201500030000900008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Häkkinen, K., Alen, M., Kallinen, M.,   Newton, R. U., &amp; Kraemer, W. J. (2000). Neuromuscular adaptation during   prolonged strength training, detraining and re-strength-training in middle-aged   and elderly people. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>83</i>(1), 51–62. <a href="http://doi.org/10.1007/s004210000248" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s004210000248</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201500030000900009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Henwood, T. R., &amp; Taaffe, D. R.   (2008). Detraining and retraining in older adults following long-term muscle   power or muscle strength specific training. <i>The Journals of Gerontology. Series A, Biological Sciences and Medical Sciences</i>, <i>63</i>(7), 751–758.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000107&pid=S1646-107X201500030000900010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Holland, G. J., Tanaka, K., Shigematsu,   R., &amp; Nakagaichi, M. (2002). Flexibility and physical functions of older   adults: a review. <i>Journal of Aging and Physical Activity</i>, <i>10</i>(2), 169–206.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000109&pid=S1646-107X201500030000900011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Hruda, K. V., Hicks, A. L., &amp;   McCartney, N. (2003). Training for muscle power in older adults: effects on   functional abilities. <i>Canadian Journal of Applied Physiology</i>, <i>28</i>(2), 178–189.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201500030000900012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2">Ivey, F. M., Tracy, B. L., Lemmer, J. T.,   NessAiver, M., Metter, E. J., Fozard, J. L., &amp; Hurley, B. F. (2000).   Effects of strength training and detraining on muscle quality: age and gender   comparisons. <i>The Journals of Gerontology. Series A, Biological Sciences and Medical Sciences</i>, <i>55</i>(3), 152–159.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201500030000900013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Izquierdo, M., Ibañez, J.,   González-Badillo, J. J., Ratamess, N. A., Kraemer, W. J., Häkkinen, K., …   Gorostiaga, E. M. (2007). Detraining and tapering effects on hormonal responses   and strength performance. <i>Journal of Strength and Conditioning Research</i>, <i>21</i>(3), 768–775. <a href="http://doi.org/10.1519/R-21136.1" target="_blank">http://doi.org/10.1519/R-21136.1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201500030000900014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Kalapotharakos, V., Diamantopoulos, K.,   &amp; Tokmakidis, S. P. (2010). Effects of resistance training and   detraining on muscle strength and functional performance of older adults aged   80 to 88 years. <i>Aging Clinical and Experimental Research</i>, <i>22</i>(2), 134–140.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201500030000900015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Kalapotharakos, V., Smilios, I.,   Parlavatzas, A., &amp; Tokmakidis, S. P. (2007). The effect of moderate   resistance strength training and detraining on muscle strength and power in older men. <i>Journal of Geriatric Physical Therapy</i>, <i>30</i>(3), 109–113.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201500030000900016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">King, A. C., Pruitt, L. A., Phillips, W.,   Oka, R., Rodenburg, A., &amp; Haskell, W. L. (2000). Comparative effects of two   physical activity programs on measured and perceived physical functioning and   other health-related quality of life outcomes in older adults. <i>The Journals     of Gerontology. Series A, Biological Sciences and Medical Sciences</i>, <i>55</i>(2), M74–83.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201500030000900017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Lemmer, J. T., Hurlbut, D. E., Martel, G.   F., Tracy, B. L., Ivey, F. M., Metter, E. J., … Hurley, B. F. (2000). Age and   gender responses to strength training and detraining. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>32</i>(8), 1505–1512.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201500030000900018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Marques, E., Carvalho, J., Soares, J. M.   C., Marques, F., &amp; Mota, J. (2009). Effects of resistance and   multicomponent exercise on lipid profiles of older women. <i>Maturitas</i>, <i>63</i>(1), 84–88. <a href="http://doi.org/10.1016/j.maturitas.2009.03.003" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.maturitas.2009.03.003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201500030000900019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">McDermott, A. Y., &amp; Mernitz, H.   (2006). Exercise   and older patients: prescribing guidelines. <i>American Family Physician</i>, <i>74</i>(3), 437–444.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201500030000900020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Michelin, E., Coelho, C. de F., &amp;   Burini, R. C. (2008). Effects of one month detraining over health-related   physical fitness in a lifestyle change program. <i>Revista Brasileira     de Medicina do Esporte</i>, <i>14</i>(3), 192–196. <a href="http://doi.org/10.1590/S1517-86922008000300006" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S1517-86922008000300006</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201500030000900021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Morini, S., Bassi, A., Cerulli, C., Marinozzi,   A., &amp; Ripani, M. (2004). Hip and knee joints flexibility in young   and elderly people: effect of physical activity in the elderly. <i>Biology of Sport</i>, <i>21</i>(1), 25–37.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201500030000900022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Mujika, I., &amp; Padilla, S. (2000).   Detraining: Loss of Training-Induced Physiological and Performance Adaptations.   Part I. <i>Sports Medicine</i>, <i>30</i>(2), 79–87. <a href="http://doi.org/10.2165/00007256-200030020-00002" target="_blank">http://doi.org/10.2165/00007256-200030020-00002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201500030000900023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Nelson, M. E., Layne, J. E., Bernstein, M.   J., Nuernberger, A., Castaneda, C., Kaliton, D., … Fiatarone Singh, M. A.   (2004). The effects of multidimensional home-based exercise on functional   performance in elderly people. <i>The Journals of Gerontology. Series A, Biological Sciences and Medical Sciences</i>, <i>59</i>(2), 154–160.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201500030000900024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2">Nelson, M. E., Rejeski, W. J., Blair, S.   N., Duncan, P. W., Judge, J. O., King, A. C., … Castaneda-Sceppa, C. (2007).   Physical activity and public health in older adults: recommendation from the   American College of Sports Medicine and the American Heart Association. <i>Circulation</i>, <i>116</i>(9), 1094–1105. <a href="http://doi.org/10.1161/CIRCULATIONAHA.107.185650" target="_blank">http://doi.org/10.1161/CIRCULATIONAHA.107.185650</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201500030000900025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Pereira, A., Izquierdo, M., Silva, A. J.,   Costa, A. M., Bastos, E., González-Badillo, J. J., &amp; Marques, M. C. (2012).   Effects   of high-speed power training on functional capacity and muscle performance in   older women. <i>Experimental     Gerontology</i>, <i>47</i>(3), 250–255. <a href="http://doi.org/10.1016/j.exger.2011.12.010" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.exger.2011.12.010</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201500030000900026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Rikli, R. E., &amp; Jones, C. J. (1999). Development   and validation of a functional fitness test for community-residing older adults. <i>Journal of Aging Physical Activity</i>, <i>7</i>(2), 129–161.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201500030000900027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Ryushi, T., Kumagai, K., Hayase, H., Abe,   T., Shibuya, K., &amp; Ono, A. (2000). Effect of resistive knee extension   training on postural control measures in middle aged and elderly persons. <i>Journal     of Physiological Anthropology and Applied Human Science</i>, <i>19</i>(3), 143–149.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201500030000900028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Smith, K., Winegard, K., Hicks, A. L.,   &amp; McCartney, N. (2003). Two years of resistance training in older men and   women: the effects of three years of detraining on the retention of dynamic strength. <i>Canadian Journal of Applied Physiology</i>, <i>28</i>(3), 462–474.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201500030000900029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Spirduso, W. W. (1995). <i>Physical Dimensions of Aging</i>. Champagn, IL: Human Kinetics.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-107X201500030000900030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2">Stefanick, M. L. (1993). Exercise and weight control. <i>Exercise and Sport Sciences Reviews</i>, <i>21</i>, 363–396.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201500030000900031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Teixeira-Salmela, L. F., Santiago, L.,   Lima, R. C. M., Lana, D. M., Camargos, F. F. O., &amp; Cassiano, J. G. (2005). Functional   performance and quality of life related to training and detraining of community-dwelling   elderly. <i>Disability and Rehabilitation</i>, <i>27</i>(17), 1007–1012. <a href="http://doi.org/10.1080/09638280500030688" target="_blank">http://doi.org/10.1080/09638280500030688</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201500030000900032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Toraman, N. F. (2005). Short term and long   term detraining: is there any difference between young-old and old people? <i>British     Journal of Sports Medicine</i>, <i>39</i>(8), 561–564. <a href="http://doi.org/10.1136/bjsm.2004.015420" target="_blank">http://doi.org/10.1136/bjsm.2004.015420</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201500030000900033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Toraman, N. F., &amp; Ayceman, N. (2005).   Effects of six weeks of detraining on retention of functional fitness of old   people after nine weeks of multicomponent training. <i>British Journal of Sports Medicine</i>, <i>39</i>(8), 565–568; discussion 568. <a href="http://doi.org/10.1136/bjsm.2004.015586" target="_blank">http://doi.org/10.1136/bjsm.2004.015586</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000147&pid=S1646-107X201500030000900034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Toraman, N. F., Erman, A., &amp; Agyar, E.   (2004). Effects of multicomponent training on functional fitness in older adults. <i>Journal of Aging and Physical Activity</i>, <i>12</i>(4), 538–553.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201500030000900035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Weineck, J. (1999). <i>Treinamento ideal</i> (9th ed.). São Paulo: Manole.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201500030000900036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Whaley, M. H., Brubaker, P. H., Otto, R.   M., &amp; Armstrong, L. E. (2006). <i>American College of Sports Medicine’s     Guidelines for Exercise Testing and Prescription</i>. Philadelphia, Pa, USA: Lippincott Williams &amp; Wilkins.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201500030000900037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Williams, P. T., &amp; Thompson, P. D.   (2006). 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<body><![CDATA[<br> </b>Nada a declarar</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo   recebido a 27.05.2014; Aceite a 17-11-2014 </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><b><sup><a href="#end"><font size="2" face="Verdana"><i><a name="end" id="topo2"></a></i></font></a></sup></b><i> Autor correspondente</i>: UTAD &ndash; Complexo Desportivo. Quinta de Prados, 5001-801 Vila Real, Portugal. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:luisleitaotriatlo@gmail.com">luisleitaotriatlo@gmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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