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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Escala de Crenças Irracionais aplicadas a atletas: Proposta de interpretação através do Modelo de Créditos Parciais]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Validity and reliability evidences, as well as interpretation standards for ECI in Brazilian athletes were assessed in this study. The study sample consisted of 205 athletes. They were all between 18 and 48 years (mean ± SD = 22.44 ± 5.25; 50.7% men). The volunteers were practitioners of the following sports modalities: Indoor Soccer, Basketball, Volleyball, Rugby, Swimming and Athletics. Further they were of two sport levels: adult (73.7%) and juniors (26.3%). Subject’s answers to ECI were subjected to the following statistical analyses: Principal Components Analysis, Parallel Analysis, Internal Consistency. Items properties, indices of difficulty and adjustment (Infit and Outfit) and analysis of the person-item map were assessed through Rasch-Model Masters Partial Credit Model. It was observed that the ECI evaluates the construct Irrational Belief through two dimensions: passivity when facing situations or characteristics that cannot be modified and ability to solve current and future situations. Internal consistency indices for these dimensions were consistent with those indicated by the literature 0.76 (n = 10) and 0.66 (n = 18) respectively, 0.80 for the total scale (n = 18). All items settings were suitable (&gt; 0.76 <1.21 infit) and (&gt; 0.71 <1.3 outfit, except for one item). Analysis of the maps increased the understanding of the scores obtained by the participants in each item of the scale thus pointing to ECI as a promising instrument to be used by sport psychologists.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Escala de Crenças   Irracionais aplicadas a atletas: Proposta de interpretação através do Modelo de Créditos Parciais</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>The Irrational Belief Scale   applied to Brazilian athletes: Interpretation proposal through the Partial   Credit Model</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Evandro   Morais Peixoto<sup>1,<a href="#end">*</a></sup></b></font><b><sup><font size="2" face="Verdana"><b><sup><a href="#end"><font size="2" face="Verdana"><i><a name="topo" id="topo"></a></i></font></a></sup></b></font></sup><font size="2" face="Verdana">; Tatiana Cássia Nakano<sup>1</sup>; Bartira Pereira Palma<sup>2</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Pontif&iacute;cia   Universidade Cat&oacute;lica de Campinas PUCC, Brasil    <br>   </i><sup>2</sup> <i>Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte da Universidade de S&atilde;o Paulo (EEFEU-SP), S&atilde;o Paulo, Brasil</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nesta   pesquisa buscou-se evidências de validade e precisão, bem como normas de   interpretação da ECI frente à população de atletas brasileiros. Participaram do   estudo 205 atletas com idade entre 18 e 48 anos (média ± desvio padrão = 22.44 ±   5.25; 50.7% homens), representantes das seguintes modalidades esportivas:   Futsal, Basquete, Vôlei, Rugby, Natação e Atletismo, categorias Adulta (73.7%)   e Juvenil (26.3%). As respostas a ECI foram submetidos aos seguintes   procedimentos estatísticos: Análise de Componentes Principais, Análise   Paralela,  análise da consistência interna. Através do Modelo <i>Rasch-Masters     Partial Credit Model </i>avaliou-se as propriedades dos itens, índices de   dificuldade e ajuste (<i>infit </i>e <i>outfit</i>) e mapa de pessoas-itens. Resultados   indicaram que escala avalia o construto Crenças Irracionais através de duas dimensões:   passividade diante situações ou características que não podem ser modificadas; e   capacidade de resolução de situações atuais e futuras, com índices de   consistência interna condizentes com os indicados pela literatura 0.76 (n=10) e   0.66 (n= 18) respectivamente, 0.80 para escala total (n= 18). Em relação aos   ajustes dos itens, todos se mostraram adequados (&gt; 0.76 &lt; 1.21 <i>infit</i>)   e (&gt; 0.71 &lt; 1.3<i> outfit, </i>com exceção de um item). A   análise dos mapas proporcionou aumento da compreensão das pontuações obtidas   pelos participantes em cada item do instrumento, apontando a ECI como um instrumento promissor a ser utilizado entre os psicólogos do esporte.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>Testes   psicológicos, Teoria de resposta ao Item, Psicologia do Esporte, Crenças, Irracionalidade.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Validity   and reliability evidences, as well as interpretation standards for ECI in Brazilian   athletes were assessed in this study. The study sample consisted of 205   athletes. They were all between 18 and 48 years (mean ± SD = 22.44 ± 5.25;   50.7% men). The volunteers were practitioners of the following sports   modalities: Indoor Soccer, Basketball, Volleyball, Rugby, Swimming and Athletics.   Further they were of two sport levels: adult (73.7%) and juniors (26.3%).   Subject’s answers to ECI were subjected to the following statistical analyses:   Principal Components Analysis, Parallel Analysis, Internal Consistency. Items   properties, indices of difficulty and adjustment (Infit and Outfit) and   analysis of the person-item map were assessed through Rasch-Model Masters   Partial Credit Model. It was observed that the ECI evaluates the construct   Irrational Belief through two dimensions: passivity when facing situations or   characteristics that cannot be modified and ability to solve current and future   situations. Internal consistency indices for these dimensions were consistent   with those indicated by the literature 0.76 (n = 10) and 0.66 (n = 18)   respectively, 0.80 for the total scale (n = 18). All items settings were   suitable (&gt; 0.76 &lt;1.21 infit) and (&gt; 0.71 &lt;1.3 outfit, except for   one item). Analysis of the maps increased the understanding of the scores   obtained by the participants in each item of the scale thus pointing to ECI as a promising instrument to be used by sport psychologists.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Key-words: </b>Psychological testing, Item response theory, Sport psychology, Beliefs, Irrationality.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODUÇÃO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O objetivo geral desta   pesquisa foi obter evidências de validade e precisão, apresentar uma proposta   de interpretação da Escala de Crenças Irracionais (ECI) baseada na Teoria de   Resposta ao Item frente a uma população de atletas, bem como comparar essas   evidências com os estudos que introduziram a escala no Brasil, realizado com amostra   compostas por estudantes universitários (Yoshida &amp; Colugnati, 2002). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Definidas como interpretações   ilógicas que sujeito desenvolve a respeito de si mesmo, das pessoas ao seu   redor e do mundo em geral, as crenças irracionais caracterizam-se como o foco   principal da Terapia do Comportamento Racional Emotivo-REBT desenvolvida por   Ellis (1995).   Sua importância baseia-se no fato de que as mesmas caracterizam-se como produtoras   de emoções negativas e comportamentos disfuncionais, o que consequentemente   distancia os indivíduos de comportamentos adaptativos e dificulta o alcance das   metas e objetivos, podendo inclusive originar distúrbios emocionais,   comportamentais e interpessoais (David, Lynn, &amp; Ellis, 2010; Ellis, 2003).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nessa perspectiva, o   principal objetivo do psicoterapeuta fundamentado na REBT é despender esforços   junto ao paciente para identificar essas crenças, compreender o desenvolvimento   e manutenção destas ideias, e substitui-las por crenças racionais, ou seja,   aquelas pautadas em percepções realistas de si mesmo, das relações pessoais e   do ambiente do qual faz parte (Ellis,   2003). Segundo Lega (2002)   ao contrário das crenças irracionais, as crenças racionais baseiam-se em percepções   funcionais do indivíduo, o que possibilita interações mais realistas consigo mesmo, com o ambiente ao redor e eventos futuros.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Pesquisas empíricas têm   demonstrado à efetividade da REBT junto ao contexto esportivo. Nesta direção, o   estudo conduzido por Elko e Ostrow (1991),   apresentou eficácia das REBT para o rebaixamento de elevados níveis de ansiedade   de ginastas universitárias. Turner e Barker (2013)   observaram a diminuição significativa de crenças irracionais e ansiedade   cognitiva em jovens atletas da modalidade críquete após serem submetidos a três   sessões de aconselhamento, realizadas semanalmente, e duas tarefas realizadas   em casa com foco no controle da ansiedade e reconhecimento das próprias   necessidades. Também Turner, Slater, e Barker (2014)   verificaram os efeitos de um <i>workshop </i>educacional, baseado no modelo   REBT, nas crenças irracionais de atletas de futebol. Análise pré e pós   intervenção, avaliados antes do <i>workshop</i> (pré-teste), imediatamente após   (pós-teste), e seis semanas após o <i>workshop</i> (<i>follow-up</i>) demonstraram   redução temporária das crenças, com tamanho do efeito avaliado através do <i>d </i>de   Cohen igual a 1.11 para pós teste e 0.74 para (<i>follow-up</i>), de modo a indicar a efetividade desta técnica frente à população de atletas.  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Vale ressaltar que a   definição de crenças irracionais passou a ser valorizada no contexto esportivo   desde as discussões propostas pelo próprio Albert Ellis, quando apresentou as   crenças irracionais mais comuns aos atletas e suas influências no desempenho   esportivo (Ellis,   1982, 1994). Segundo Ellis (1982)   existiria quatro principais crenças irracionais específicas que podem acometer   os atletas e interferir negativamente no rendimento esportivo: 1) “Devo ser   perfeito em minha modalidade esportiva, se eu não conseguir serei um   incompetente”; 2) “Devo fazer tudo certo para ganhar o amor e a aprovação dos outros”;   3) “Todo mundo deveria me tratar com respeito e justiça sempre; e 4) “as   situações enfrentadas diariamente nunca devem sair do meu controle”, as quais   deveriam ser identificadas quanto sua presença e seus efeitos  minimizados   através de intervenções psicológicas pertinentes. Além disso, Ellis (1994)   identificou crenças irracionais gerais que poderiam prejudicar os atletas na   busca de seu melhor desempenho: “Se eu não fizer bem, eu sou incompetente” e “Devo fazer bem, porque se não, o que vão dizer?”, as quais também merecem atenção. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para Ellis (2003)   quando as pessoas desenvolvem grande apego ao sucesso e ao reconhecimento   tendem a tornarem-se ansiosos devido a incessante busca desses objetivos, o que   consequentemente contribui para desenvolvimento de perturbações psicológicas e   prejuízo quanto à resolução das tarefas que o levariam ao sucesso.   Especificamente no contexto esportivo, o autor destaca que as crenças   irracionais são desenvolvidas no decorrer do desenvolvimento pessoal do atleta,   bem como na sua relação com as equipes esportivas. Como consequência podem   refletir desde as pressões sofridas pelos pais e pessoas significantes no   início da carreira, até mesmo as exigências sociais, dos técnicos e   companheiros de equipe pela vitória a qualquer custo (Ellis,   1982, 1994). De acordo com Llamas e Abello (2008)   as crenças irracionais podem prejudicar os atletas à medida que estes se distraem   emocionalmente e distanciam-se do foco necessário para a realização das tarefas   ligadas aos treinamentos e competições, de maneira a aumentar as emoções negativas e prejudicar diretamente o desempenho esportivo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Nessa direção, pesquisadores   (Llamas   &amp; Abello, 2008; Román &amp; Savoia, 2003; Turner &amp; Barker, 2013)   tem buscado descrever a relação entre crenças irracionais e outros fatores   psicológicos no contexto esportivo. De modo geral o que se observa é a hipótese   de que indivíduos com maiores índices de crenças irracionais apresentam menor   desempenho esportivo e maior desgaste emocional, ao contrário dos sujeitos que   apresentam menores índices, os quais desfrutam de melhor desempenho, bem como   menor sofrimento psicológico (Ellis,   1994; Sparkes, 2011). Por esse motivo, torna-se essencial   que as crenças irracionais sejam trabalhadas junto a esportistas, e que o   profissional prático tenha disponíveis instrumentos adequados para avaliação   deste construto (Turner &amp; Barker, 2014). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">É crescente o número de   pesquisas empíricas com o objetivo de operacionalizar e estimar as relações   entre crenças irracionais e outros construtos psicológicos, bem com o   rendimento esportivo. Para Matta, Bizzaro, e Reppood (2009)   os volumosos investimentos científicos relacionados a esse construto estão diretamente   relacionados à importância clínica das crenças irracionais nos mais diferentes   contextos, haja vista que elas são causas de desconforto psicológico,   comportamentos disfuncionais e psicopatologias. Dessa maneira, o conhecimento a   respeito das crenças irracionais passa ser um importante requisito aos profissionais   da psicologia para que possam fazer frente a elas junto a seus pacientes,   notadamente pelos profissionais inseridos no contexto do esporte e do exercício   físico (Castiblanco   &amp; Delgado, 2004; Ellis, 1994; Sparkes, 2011; Taylor, 1994).   Haja vista a importância do sucesso esportivo na vida dos atletas e a pressão   sofrida por eles no decorrer de competições e treinamentos (Sarkar   &amp; Fletcher, 2013), a impossibilidade   de pensar racionalmente o paradoxo sucesso/fracasso profissional (Dryden   &amp; Branch, 2008) acaba por atuar de modo a contribuir para o desenvolvimento de crenças irracionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Contudo, estudos   envolvendo crenças irracionais no contexto esportivo têm sofrido de uma   limitação, a falta de instrumentos que apresentem evidências de validade e   precisão na avaliação deste construto nessa população específica (Turner   &amp; Barker, 2014). Observa-se também que essa   limitação não se restringe ao âmbito científico, mas atinge também o contexto   prático onde os psicólogos do esporte estão inseridos, especialmente quando   considerado o número de atletas existentes nas equipes esportivas, o que exige   dos profissionais inúmeras estratégias a fim de capturar tais informações. Dessa   forma, um instrumento com objetivo de avaliar as crenças irracionais com   evidências de validade e precisão, adaptado para uso junto a essa população   traria benefícios ao processo avaliativo, aos profissionais que atuam na área e   aos sujeitos avaliados, principalmente se houver a possibilidade de colher as   informações através de uma aplicação coletiva e, portanto mais rápida. A   criação ou adaptação de um teste voltado especificamente para uso em atletas   permitiria ainda que as inferências realizadas a partir dos escores dos   instrumentos apresentassem suporte em evidências empíricas apropriadas,   conforme recomendação da área (AERA,   APA, NCME, &amp; Joint Committee on Standards for Educational and Psychological   Testing, 1999; Muñiz, 2005; Primi, Muniz, &amp; Nunes, 2009),   de modo a oferecer segurança quanto aos seus resultados e interpretações em uma área ainda marcada pela lacuna existente em relação à avaliação psicológica. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Isso porque, o que se   observa atualmente é uma escassez de pesquisas que se prestem a esse objetivo,   destacando-se os trabalhos desenvolvidos por Mariño (2003),   de estudos de adaptação e normatização do <i>Irracional Beliefs Test</i> (IBT)   para a população de atletas colombianos. É notável também esforços despendidos   por estudiosos de diferentes partes do mundo para preenchimento desta lacuna por   meio da utilização de instrumentos que apresentem estudos de validade e   precisão para outras populações. Dentre estes estão Sparkes (2011)   que avaliou uma amostra composta por <i>snooker</i> e golfistas londrinos   utilizando os seguintes instrumentos: <i>Common Beliefs Survey</i> (CBS) desenvolvido   por Bessai (1997)   e o <i>Shortened General Attitude and Belief Scale</i> (SGAB) de Linder,   Kirkby, Wertheim, e Birch (1999).   O último instrumento também foi utilizado por Turner e Barker (2013)   para avaliação de <i>cricketers</i> ingleses, bem como por Turner, Slater, e   Barker (2014)   para avaliação de futebolistas da mesma nacionalidade. Já Siqueira (2011)   avaliou adolescentes futebolistas brasileiros por meio do Inventário de Crenças   Irracionais (ICI) de Newmark, Frerking, Cook, e Newmark (1973)   e o Inventário de Crenças Irracionais (ICI) de Hayslip, Galt, Lopez, e Nation (1994).   No entanto, nota-se que no Brasil grande parte das pesquisas realizadas com esportistas   faz uso de estratégias qualitativas para obtenção de informações a respeito das   crenças irracionais (Román   &amp; Savoia, 2003), o que consequentemente limita o tamanho da amostra destes estudos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considerando a   importância do construto psicológico crenças irracionais para os psicólogos   inseridos no contexto esportivo e a necessidade de um instrumento capaz de   avaliar essa população de forma precisa e válida, esta pesquisa teve como   principal objetivo a obtenção de evidências de validade, precisão e   desenvolvimento normas interpretativas da Escala de Crenças Irracionais-ECI (Malouff   &amp; Schutte, 1986) para a população de atletas. Vale   ressaltar que a escala foi traduzida para o português por Yoshida e Calugnati (2002)   e as primeiras evidências de validade foram obtidas  em amostra composta por estudantes universitários.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a escolha do   instrumento a ser utilizado nesta pesquisa baseou-se nos fato do instrumento já   contar com versão em português que contemplasse um número reduzido de itens e   que já apresentasse evidências validade e precisão para alguma população   diferente da estudada nesta pesquisa. A partir de então, foram elaboradas   questões que nortearam a pesquisa aqui relatada: 1) Qual é a estrutura fatorial   que a ECI apresenta quando avaliados atletas de alto rendimento? 2) A ECI é   precisa e confiável para avaliar essa população? 3) Quais são os índices de   dificuldade e ajuste dos itens da ECI?. Além disso, buscou-se estimar as   primeiras normas interpretativas da escala para uma população de atletas, bem   como comparar os resultados obtidos com os encontrados no estudo realizado com amostra de estudantes universitários.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Participantes</b>    </font></p> <font size="2" face="Verdana">     <p>A amostra, selecionada   por conveniência foi composta por 205 atletas com idade entre 18 e 48 anos   (média ± desvio padrão = 22.44 ± 5.25), dos quais 50.7% eram do sexo masculino.   Os participantes eram representantes das seguintes modalidades esportivas: Futsal   (26.3%), Basquete (23.4%), Vôlei (21.5%), Rugby (10.7%), Natação (9.3%) e   Atletismo (6.8%), inscritos nas instituições federativas estaduais das   respectivas modalidades esportivas nas categorias Adulta (73.7%) e Juvenil (26.3%).   Quanto ao estado civil 86.8%  eram solteiros, 11.2% casados e 2% divorciados.   Já em relação ao nível de escolaridade, 17.6% possuíam ensino superior   completo, 35.6% com ensino superior incompleto, 34.1% ensino médio completo, 10.7%   ensino médio incompleto, 0.5% ensino fundamental completo e 1.5% ensino fundamental incompleto.</p> <b>Instrumentos</b>      <p><i>Dados sociodemográficos</i>:   esta ferramenta teve como principal objetivo a investigação das características da amostra como idade, sexo, estado civil, modalidade esportiva e escolaridade.</p>     <p><i>Escala de Crenças   Irracionais</i>: desenvolvida por Malouff e Schutte   (1986) é composta de vinte itens, nos quais os respondentes apontam a   concordância/discordância através de uma escala de tipo <i>Likert</i> de 5 pontos   que variam de “discordo fortemente” (1) a “concordo fortemente” (5). Na   avaliação final a somatória de pontos que vai de 20 a 100 indica a magnitude do   traço latente (crenças irracionais). Embora não existam estudos de normatização   para população brasileira assume-se que maiores índices no escore total do instrumento   estão associados a maiores intensidades no traço psicológico avaliado (Matta et al., 2009; Yoshida &amp; Colugnati, 2002).</p>     <p>Com o objetivo de adaptar   este instrumento à realidade brasileira, Yoshida e Calugnati (2002)   realizaram estudos de tradução, precisão e validade da ECI para a população de   universitários. Para tanto utilizaram os métodos de tradução reversa,   consistência interna, teste-reteste e análise de componentes principais. As   análises resultaram na extração de 16 itens agrupados em uma solução   unidimensional, com variância explicada de 18.87%. O alfa de Cronbach obtido   foi de 0.73. O índice de precisão teste-reteste da escala foi 0.88 para a   amostra masculina e 0.82 para a amostra feminina. Já o estudo da versão   original, realizado com uma amostra de estudantes universitários americanos,   obteve solução unidiensional, composta pelos 20 itens da escala original e   apresentaram índices de consistência interna igual a 0.80, medido através do   coeficiente alfa de Cronbach, bem como índices de correlação Pearson para análise   de teste-reteste igual 0.89 (Malouff &amp; Schutte, 1986).</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><b>Procedimentos</b>    </p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">Inicialmente o projeto da   pesquisa foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Parecer   9899/2012). Posteriormente, o pesquisador realizou contato com as equipes   esportivas através das informações contidas em sites de federações esportivas,   bem como por sua rede de contatos. Em um segundo momento, foram contatados os   diretores dessas equipes esportivas a fim de obter autorização formal por parte   das instituições. Assim, entrou-se em contato com os técnicos das respectivas   equipes para agendar uma apresentação da pesquisa aos potenciais participantes   (atletas). No intuito de interferir o mínimo possível na rotina dos indivíduos   envolvidos, as apresentações foram agendadas para momentos posteriores aos   treinamentos, nos quais o pesquisador informava os objetivos da pesquisa aos   atletas e técnicos, procedimentos de participação, riscos e cuidados éticos.   Aos atletas que aceitavam participar da pesquisa solicitava-se que assinassem o   Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. As aplicações dos instrumentos   foram realizadas em espaços localizados nos próprios centros de treinamentos,   coletivamente, sendo que, para tanto, buscava-se condições mínimas de privacidade para a aplicação dos procedimentos propostos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Análises Estatísticas</b>    </font></p> <font size="2" face="Verdana">     <p>Para a análise das   evidencias de validade da estrutura interna da ECI avaliou-se inicialmente a medida   de adequação da matriz de correlação através do Kaiser-Meyer-Olkin (KMO) e   Teste de Esfericidade de Bartlett. Posteriormente realizou-se análise de   componentes principais. De acordo com Hair, Black,   Babin, Anderson, e Tatham (2009), trata-se de uma técnica de interdependência que   tem por principal objetivo a definição das estruturas inerentes entre as   variáveis em análise. As definições desses grupos de variáveis recebem o nome   de componentes, que representam padrões de correlações entre as variáveis   observadas que possam ser explicados por construtos latentes (Gouveia,   Santos, &amp; Milfont, 2009; Primi, 2012).   Assim, os componentes adquirem significados diante daquilo que, em conjunto, as   variáveis representam. Por fim, realizou-se  a análise paralela com objetivo de   determinar o número ótimo de componentes da escala (Horn, 1965). </p>     <p>Na busca de evidências da   precisão da ECI frente à população de atletas, as respostas ao instrumento   foram submetidas à análise empírica para a estimativa de consistência interna,   por fator e para a escala total, por meio do coeficiente Alfa de Cronbach (&#945;   ). O principal benefício   desta técnica refere-se à   necessidade de única   aplicação   do instrumento. Em relação aos índices de precisão, conforme indicado na   literatura, considerou-se a existência de confiabilidade das medidas quando   alcançado coeficientes superiores a 0.70 (Gouveia et al., 2009; Martins, 2006; Primi, 2012).</p>     <p>Para determinar o tamanho   da amostra foi utilizado o critério da “razão itens/sujeitos” segundo o qual a   amostra deve ter entre 5 e 10 sujeitos, por item do instrumento (Hair   et al., 2009). Além disto, atendeu-se ao critério de   número mínimo de participantes sugerido por Pasquali (2010)   e Gouveia et al. (2009)   para a realização da análise de componentes principais, o que sugerem que a   amostra seja superior a 200 participantes. Assim sendo, atingiu o número de   participantes necessário para obtenção de probabilidade de erro do Tipo 1 de 0.05   e uma probabilidade de erro do Tipo 2 de apenas 1% ou poder estatístico de 0.99 quando atingido alfa menor que 0.05.</p>     <p>Por   fim, utilizou-se a Teoria de Resposta ao Item (TRI), mais especificamente o Modelo     <i>Rasch-Masters Partial Credit Model através do método de estimação maximum     likelihood,</i> para a verificação dos seguintes parâmetros: índices de   dificuldade dos itens (<i>theta</i>), índices de ajuste dos itens (<i>infit</i>   <i>outfit</i>) e níveis de traço latente dos participantes (<i>theta</i>). Neste   cenário, os índices de ajustes se referem ao sumário dos resíduos entre   respostas esperadas pelo modelo e observadas. Entende-se por <i>infit</i> o   nível de ajustamento dos padrões de respostas, sensível em categorias com   valores de dificuldade próximos aos valores de <i>theta</i> da pessoa. Já o <i>outfit</i> é sensível a padrões inesperados de respostas quando a diferença entre o <i>theta</i> e a dificuldade das categorias é muito grande (Primi,   Carvalho, Miguel, &amp; Muniz, 2010). Segundo Linacre (2002))   estes valores podem variar de 0 ao infinito, onde valores próximos de 1 indicam   bom ajuste. Desta forma, seguindo critérios convencionalmente adotados na   literatura buscou-se valores maiores que 0.7 e menores que 1.3 (Bond &amp; Fox, 2001; Smith, 1996). </p>     <p>Para   o desenvolvimento de normas de interpretação para ECI, foram utilizados   procedimentos estatísticos específicos, como a análise do mapa de   pessoas-itens, para interpretação com referência no item (Embretson   &amp; Reise, 2000). Vale destacar que as análises com   base na TRI foram realizadas separadamente para cada um dos componentes que   compuseram a ECI, em respeito aos pressupostos de unidimensionalidade e   independência local, exigidos por esse procedimento (Pasquali,   2007; Pasquali &amp; Primi, 2003). Para tanto se utilizou   o programa WINSTEPS (Linacre,   1991) para as análises de TRI, e o IBM SPSS   versão 20, para análise de componentes principais, analise paralela e avaliação da consistência interna. </p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Estrutura interna</b>    </font></p>      <p><font size="2" face="Verdana">Quanto aos indicadores de   adequação do modelo e fatorabilidade dos itens, observou-se medida de adequação   KMO igual (0.794) e o teste de Esfericidade de Bartlett igual a &#967;²   (190) = 810.05, p &lt;0.01, valores que indicavam a adequação dos dados ao tipo   de análise pretendida. Com base nestes resultados avançou-se para análise de   componentes principais, sem a utilização de método rotacional, onde obteve   solução com seis componentes com <i>eigenvalues</i> superiores a um e total de   variância explicada igual a 55%. Considerando a fragilidade do critério de   Kaiser para retenção dos componentes recorreu-se a análise paralela (Hayton,   Allen, &amp; Scarpello, 2004), que demostrou a pertinência de extração de dois componentes, conforme apresentado na <a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a10f1.jpg">Figura 1</a>. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">De acordo com a <a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a10f1.jpg">Figura 1</a> a Análise Paralela indica que os dois primeiros <i>eigenvalues</i> obtidos através dos   dados reais apresentam valores superiores aqueles obtidos através das matrizes   fatoradas aleatoriamente, os três primeiros valores foram (4.50,   1.65 e 1.44) para os dados reais e (1.70, 1.56 e 1.50) para os dados   aleatórios. Diante desses   resultados optou-se pela definição “<i>a</i> <i>priori</i>” do número de   componentes a serem extraídos. Para   tanto, foi testada a solução com dois componentes, com método rotacional   Promax, para a escolha do método rotacional oblíquo, baseou-se no racional   teórico de existência de correlações entre possíveis componentes que emergiram   do construto em avaliação. A través da solução com dois componentes (<a href="#t1">Tabela 1</a>),   obteve-se explicação de variância igual a 30.77%, bem como agrupamentos dos   itens passíveis de interpretação teórica, uma vez que estes abarcavam duas diferentes dimensões do construto Crenças Irracionais.</font></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana"><img src="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a10t1.jpg" width="414" height="637"> </font></p>     
<div align="center"></div>     <p>&nbsp;</p> <font size="2" face="Verdana">     <p>Conforme apresentado na   <a href="#t1">Tabela 1</a>, a primeira dimensão, foi composto por 10 itens, nota-se que todo os   itens apresentaram bons índices de cargas componenciais entre 0.37 e 0.67, o   que demonstra representatividade dos mesmos na avaliação da dimensão proposta (Marôco,   2010). Quanto à interpretação teórica esses   itens tinham como principal objetivo a avaliação das Crenças Irracionais   ligadas a situações ou características que não podem ser modificadas, nas quais   restavam aos indivíduos permanecerem na situação atual e não despender esforços   para modificá-la. Nesse sentido, o foco da avaliação corresponde à verificação   do nível de Crenças Irracionais embutido nos sentimentos e percepção dos sujeitos frente situações passadas. </p>     <p>O segundo componente foi   constituído de 8 itens, todos se mostravam bons representantes do construto com   cargas componenciais que variavam entre 0.54 e 0.78. Em relação à interpretação   teórica pode-se observar que esta dimensão congregava itens com objetivo de   avaliar Crenças Irracionais frente à resolução de situações atuais e futuras.   Assim as principais questões a serem avaliadas por esses dizem respeito ao grau   em que as características pessoais impedem a resolução de problemas atuais e futuros. </p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Além disso, pode se   observar  índices de correlação item-total entre os itens e componentes delimitados   que variavam entre 0.30 e 0.61 para o primeiro componente, e entre 0.31 e 0,44   para o segundo. A apropriada definição desta solução dimensional foi avaliada também   através dos índices de consistência interna destas dimensões, que apresentaram alfa   de Cronbach igual a 0.76 e 0.66, respectivamente. Contudo, observa-se que os   itens 1 e 7 não apresentaram carga componencial acima de 0.30 em nenhuma das dimensões,   sendo excluídos. Dessa forma a escala foi delimitada com 18 itens, dos quais 10   compuseram a primeira dimensão e oito deles a segunda, com índice de   consistência interna para a escala total igual 0.80. Tais resultados mostram-se   favoráveis às primeiras evidências de validade da estrutura interna e precisão da ECI frente à população de atletas. </p>     <p><b>Análise das propriedades   dos itens através TRI</b>    </p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana">A partir Modelo Rasch,   mais especificamente o <i>Masters Partial Credit Model</i>, buscou-se estimar   os seguintes parâmetros dos itens dificuldade  (parâmetro b), e índices de   ajuste (<i>infit </i>e <i>outfit</i>). Os resultados são apresentados na <a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a10t2.jpg">Tabela   2</a>. Salienta-se que, no procedimento de ancoragem optou-se por fixar as médias   de dificuldade dos itens em zero, possibilitando assim a identificação da métrica. </font></p>     
<p><font size="2" face="Verdana">Observa-se, na <a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a10t2.jpg">Tabela 2</a>,   pouca variação em torno da média em relação à dificuldade dos itens de ambas as   dimensões, apontando a predominância de itens com dificuldade média, ou seja,   nenhum item apresentando-se como muito fácil ou muito difícil para amostra   avaliada (Primi   et al., 2010). Contudo, nota-se que, para o segundo   fator, esta variação é ainda menor (M=0; DP=0.36; Min=-0.44; Max=0.66) quando   comparado ao primeiro (M=0; DP=0.41; Min=-0.38; Max=0.91), todos com  baixo   índice de erro padrão adicionado à medida. Destaca-se que os índices negativos   denunciam itens mais fáceis de serem endossados pela amostra avaliada, haja   vista procedimento de ancoragem utilizado.</font></p> <font size="2" face="Verdana">    
<p>Já em relação aos índices   de ajustes os resultados mostraram, conforme pode ser visualizado na <a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a10t2.jpg">Tabela 2</a>, que   os valores de <i>infit</i> para o primeiro fator revelaram variações entre 0.76   (item 14) e 1,21 (item 15), indicando que todos os 10 itens que representam o   fator apresentaram índices considerados adequados (menor que 1.30), conforme   recomendação da literatura. O mesmo foi observado para os itens que compõem o   segundo fator, vide as variações dos índices entre 0.86 (item 15) e 1.07 (item 13).</p>     
<p>Na avaliação da estatística <i>outfit</i> observa-se que no fator 1 os índices variaram entre 0.71(item 14)   e 1.41 (item 15), salientando-se o valor apresentado por este último, pouco   acima do valor desejado, de modo a indicar que o mesmo não se ajusta as   previsões esperada pelo modelo. Já para o segundo fator esta variação não   assume valores extremos, entre 0.77 (item 19) e 1.06 (item 11). Assim pode-se   considerar que ambas as dimensões são representadas por itens com bons índices de ajuste.</p>     <p><b>Análise dos mapas de   itens</b>    </p> </font><font size="2" face="Verdana">    <p>O último passo consistiu   em uma tentativa de estimar normas preliminares para interpretação da ECI   quanto à avaliação de atletas. Para tanto, utilizou-se os fundamentos da TRI e   a interpretação referenciada no item (Primi et al., 2010), por meio da análise   do mapa de itens. Vale ressaltar que, no mapa, os itens são apresentados em   ordem de dificuldade e não em ordem numérica. Desta maneira, o item mais   facilmente endossado pelos participantes localiza-se na base do mapa, seguindo   uma ordem crescente de dificuldade, sendo que, o mais difícil de ser endossado,   localizar-se-á no topo do mapa. Os mapas são apresentados para cada um das dimensões nas <a href="#f2">Figuras 2</a> e <a href="#f3">3</a>, respectivamente.</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f2"></a></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a10f2.jpg" width="438" height="294"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a10f3.jpg" width="433" height="269"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p>Na   <a href="#f2">Figura 2</a> pode-se observar que sujeitos que apresentam nível de traço latente um   desvio padrão abaixo da média (representado pela letra S na linha horizontal,   lado esquerdo, na parte de baixo da <a href="#f2">Figura</a>), no caso, as crenças irracionais, tendem   a assinalar a alternativa “nem concordo nem discordo” em todos os itens que   compõem a primeira faixa, a qual contempla os itens 18, 8, 6, 15, 20, 10 e 14,   marcando usualmente a alternativa 3 na escala <i>Likert</i>. Assim, mostram ter   dúvidas em identificar-se com os conteúdos apresentados pelos itens, os quais   envolvem alta necessidade de ser amado por pessoas importantes, achar terríveis   situações que apresentem resultados diferentes do que gostaria e não gostar de   incertezas sobre o futuro. Já em relação à segunda faixa, composta pelos itens 13,   12 e 5, os sujeitos tendem a discordar quanto à capacidade destes itens descrevê-los,   endossando a alternativa “discorda um pouco” (ponto 2 na escala <i>Likert</i>).   Desse modo que não reconhecem em si o conteúdo de tais itens, os quais envolvem   intensão de punir pessoas que tirar vantagem injustamente, aborrecimento frente   a situações ruins eminentes e maneiras de agir tão cristalizadas que jamais poderiam ser modificadas.</p>     <p>Por outro lado, pessoas   com níveis de crenças irracionais um desvio padrão acima da média tendem a concordar   fortemente com o conteúdo apresentado nos itens 18, 8, 6, 15, 20, 10,   assinalando a alternativa 5 da escala <i>Likert</i> (“concorda fortemente”).   Tais itens envolvem crenças relacionadas necessidade de se sentir amado por   pessoas importantes, alta frustração frente situações apresentem resultados   diferentes do que gostaria, necessidade de estar realizando algo para obter   autossatisfação e não gostar de incertezas sobre o futuro. Já em relação à   segunda faixa, no item 14 tais indivíduos usualmente tendem a marcar a alternativa   4, “Concorda um pouco” o qual aborda crença relacionada a frustração quando as   coisas não ocorrem da forma que eles gostariam, sendo que somente no item 5 os   sujeitos apresentaram dúvida quando a concordância ou discordância, assinalando   “não concorda nem discorda”, cujo conteúdo versa sobre impossibilidade de modificar maneiras de agir habituais. </p>     <p>Isso indica a relativa   facilidade de endosso dos itens para amostra avaliada, haja vista que sujeitos   com nível de <i>theta</i> médio apresentariam pontuações elevadas nesta   dimensão: de acordo com o procedimento de transformação em escore total,  proposto   pelo modelo de créditos parciais, igual a 38, enquanto indivíduos localizados   na escala de <i>theta</i> 1 DP abaixo de média 26 e sujeitos com nível de <i>theta   </i>1 DP acima da média igual a 43. Ressalva-se que os escores podiam variar entre 10 e 50.</p>     <p>Em relação aos resultados   apresentados no mapa de itens referentes à segunda dimensão observa-se, na <a href="#f3">Figura   3</a>, que os indivíduos com nível de crença irracional abaixo da média (um DP), tendem   a discordar de todos os itens que compõem o fator, vide que tendem a endossar a   alternativa 2, “Discorda um pouco” nos itens 16, 2, 3, 17, 4 e 11, cujo   conteúdo abrange crenças relacionadas a sentimentos de que as situações não   poderão apresentar resultados melhores que os habituais, percepção das emoções   negativas como resultantes de pressões externas, falta de controle sobre as   coisas que saem erradas, percepção das pessoas injustas como ruins, bem como   percepção de que o passado influencia intensamente as decisões futuras. Tendem   a discordar fortemente do conteúdo representado pelos itens 9 e 19, os quais   dizem respeito à impossibilidade melhorar uma situação ruim da vida, e   entendimento de que é melhor ignorar os problemas pessoais do que tentar resolvê-los.</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Em outro oposto,   indivíduos com nível de crenças irracionais um desvio padrão acima da média   tenderiam a assinalar a alternativa “concorda um pouco” (4 na escala <i>Likert</i>),   nos itens 16, 2, 3 e 17, concordando parcialmente com crenças de que as   situações não poderão apresentar resultados melhores que os habituais, emoções   negativas como resultantes de pressões externas e falta de controle dos   sentimentos quando as coisas que saem erradas. Contudo estas pessoas   apresentariam dúvida nos itens 4, 11 e 9, que se referem à percepção das   pessoas injustas como ruins,  influencia intensa do passado sobre decisões   futuras, bem como sensação de que é  melhor esperar do que tentar melhorar uma   situação ruim da vida.  E por fim discordariam do item 19 que diz respeito à   impossibilidade de resolver os problemas pessoais sendo, portanto, melhor ignorá-lo. </p>     <p>O que indica, para   amostra avaliada,  maior dificuldade em endossar os itens que compõem a segunda   dimensão da ECI. Nesta direção sujeitos com nível de <i>theta</i> médio   apresentaram escore total igual a 19, os indivíduos com nível de <i>theta </i> um   1 DP abaixo da média 13, enquanto sujeito com nível de <i>theta</i> 1 DP acima da média 28. Considerando que os escores podiam variar entre 8 e 40.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O DOS RESULTADOS</b></font></p> <font size="2" face="Verdana">    <p>Esta pesquisa orientou-se   através dos seguintes objetivos: obter evidências de validade e precisão,   apresentar normas de interpretação da Escala de Crenças Irracionais (ECI)   frente à população de atletas, bem como comparar essas evidências com os   estudos realizados com a população universitários. No entanto,  a sua   realização esteve  pautada na necessidade prática de ampliação do espectro   instrumental disponíveis aos psicólogos que atuam junto a atletas na tarefa de   avaliar e fornecer a melhor intervenção a estes indivíduos, haja vista a   importância deste construto para a população de esportistas (Ellis,   1982, 1994; Llamas &amp; Abello, 2008; Román &amp; Savoia, 2003; Turner &amp;   Barker, 2013, 2014).</p>     <p>Quanto às propriedades   psicométricas da ECI observa-se que a solução bidimensional apresentou-se mais   adequada quanto à proposta de avaliação de atletas. Contudo, observa-se que a   estrutura obtida neste estudo diferencia-se da estrutura unidimensional   apresentada por (Yoshida   &amp; Colugnati, 2002) junto à amostra composta   por estudantes universitários de modo que pode-se hipotetizar a influência das   características da amostra nos resultados obtidos. Pois embora os participantes   de ambas as pesquisas apresentem idade próxima (22.44 anos; DP= 5.25, para os   atletas e 21.3 anos; DP=3.98 para os universitários), suas atividades   profissionais, bem como nível de escolarização foram consideravelmente   diferentes, o que o que confirma os apontamentos teóricos quanto à necessidade   de estudos específicos deste construto para população esportiva (Mariño, 2003; Sparkes, 2011; Turner &amp; Barker, 2014).</p>     <p>Nos resultados apontados   pela análise de componentes principais, destaca-se que os itens 1 e 7 não   apresentaram cargas componenciais consideráveis em nenhuma das dimensões. Desta   maneira a escala ficou constituída, em uma versão com evidência de validade   para esta amostra específica, por 18 itens com índice de consistência interna,   similares ao encontrado por Malouff e Schutte (1986)   junto a estudantes universitários americanos. Em comparação com os estudos   realizados com a população de estudantes universitários brasileiros por Yoshida   e Calugnati (2002),   observa-se que os índices alcançados nesta pesquisa apresentaram melhor   adequação ao definido pela literatura. Para a população de universitário foi   sugerida solução unidimensional com variância explicada de 18.87% e   consistência interna igual a (&#945;=   0.73). Embora nesta pesquisa tenha-se adotado uma solução bidimensional   observam-se melhores índices de variância explicada: 22.49 para o primeiro   fator e 8.26 para o segundo. Além disso, a solução adotada neste estudo   congrega maior número de itens do que a versão para universitários, ou seja, 18 ao invés de 16.</p>     <p>Através do <i>Masters   Partial Credit Model </i>pode-se verificar os índices de ajustes <i>infit/outfit,   </i>e dificuldade de cada um dos itens que compuseram ambas as dimensões. Os   resultados indicam que, com exceção do item 15, todos os  itens da escala se   ajustaram ao padrão de resposta esperado pelo modelo. Contudo, o item 15   apresentou <i>Infit</i> dentro do esperado, portanto não precisa ser visto com   um problema a dimensão, já que é capaz de prever o padrão de resposta de   sujeitos que apresentam nível de habilidade próximo ao seu nível de   dificuldade, apresentando-se menos indicado apenas para previsão de resposta   entre sujeitos com nível de habilidade muito distante do seu nível de   dificuldade, o que é menos preocupante (Smith, 1996; Wright &amp; Linacre, 1994).</p>     <p>No que diz respeito à   dificuldade dos itens as estatísticas descritivas demonstram que nenhum item   (em ambas as dimensões) se apresentou muito difícil ou muito fácil de serem   endossados pela população estudada. Contudo, observa-se no mapa de itens que   aqueles que compuseram o primeiro fator, são em geral mais fáceis de serem   endossados pelos atletas quando comparado aos itens que compuseram o segundo   fator. Nesse sentido vale lembrar que os maiores pontos na escala <i>Likert</i> indicam maior concordância com  afirmativa, e consequentemente maiores índices   de Crenças Irracionais. Tais achados convergem com as expectativas teóricas de   que os atletas sejam pessoas treinadas para confrontar os problemas atuais e   futuros inerentes ao contexto e ao cotidiano esportivo (Peixoto,   2012). Para tanto são submetidos a treinamentos   extensivos e competições para que possam dar soluções a esses problemas,   eliminando a possibilidade dos fracassos do passado serem determinantes para os insucessos no futuro. </p>     <p>Já em relação ao primeiro   fator, que compreende Crenças Irracionais ligadas a situações que não podem ser   modificadas, essas se tornam mais fáceis de serem identificadas pelos atletas.   Desse modo caracterizam-se como itens mais fáceis de serem endossados por eles,   de maneira a não se mostrarem muito discriminativos na identificação dos   diferentes níveis de crenças irracionais. Desta forma, pode-se afirmar que os   itens que compõem o segundo fator são, nesse sentido, mais informativos para   identificação de pessoas com maiores níveis de Crenças Irracionais, dada a   necessidade de maior nível de traço latente para que o sujeito marque valores   mais altos na escala, tais informações apresentaram-se como de grande   relevância quando aplicadas ao contexto prático, onde o instrumento é utilizado   para compor o diagnóstico esportivo, fundamentando a escolha da melhor intervenção psicológicas a ser realizada.</p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</b></font><font size="2" face="Verdana">      <p>Entende-se que a pesquisa   em questão pode responder ambas as perguntas estabelecidas inicialmente quanto à   determinação da estrutura fatorial que a ECI apresentaria na avaliação de   atletas de alto rendimento, obtenção de evidências de confiabilidade,    indicativos dos níveis de dificuldade e ajuste dos itens, bem como apresentação   de normas interpretativas para a escala. Por tanto, conclui-se que o   instrumento apresentou boa adequação para avaliação da população de atletas,   mostrando-se promissor para o uso profissional. Em relação ao desenvolvimento   das normas interpretativas através da TRI, mais especificamente o procedimento   mapa de item-pessoas apresentou-se como uma alternativa importante aos   profissionais e pesquisadores da área, haja vista que este possibilita não   apenas saber a localização sujeito em relação à média, mas também o entendimento   do padrão de resposta com base no conteúdo do item. Desta forma, este trabalho   pode servir como o primeiro passo rumo ao preenchimento desta lacuna ainda existente na psicologia do esporte brasileira. </p>     <p>Por fim, destacam-se as algumas   das limitações dessa pesquisa como a composição de uma mostra por conveniência   e não aleatória, a falta de representatividade nacional, já que os   participantes eram prioritariamente da região sudeste do país, bem como a   necessidade de novos estudos que busquem outras evidências de validade para ECI frente essa população específica.</p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font><font size="2" face="Verdana"></font></p> <font size="2" face="Verdana">    <!-- ref --><p>American Educational Research Association,   American Psychological Association, National Council on Measurement in   Education, &amp; Joint Committee on Standards for Educational and Psychological   Testing. (1999). <i>Standards for educational and psychological testing</i>. Washington, DC: American Educational Research Association.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201500030001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bessai, J. L.   (1997). A factored measure of irrational beliefs. Apresentado na Second National Conference on Rational-Emotive Therapy, Chicago.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201500030001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Bond, T. G., &amp;   Fox, C. M. (2001). <i>Applying the Rasch Model: Fundamental Measurement in the     Human Sciences</i>. East Sussex, UK: Psychology Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201500030001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Castiblanco, J., &amp;   Delgado, P. (2004). <i>Estudio descriptivo sobre los pensamentos irracionales en voleibolistas universitarios</i>. Bogotá: Universidad Nacional de Colombia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201500030001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>David, D., Lynn, S. J., &amp;   Ellis, A. (2010). <i>Rational and Irrational Beliefs: Research, Theory, and Clinical Practice</i>. New York: Oxford University Press, USA.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201500030001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Dryden, W., &amp;   Branch, R. (2008). <i>Fundamentals of Rational Emotive Behaviour Therapy: A Training Handbook</i>. West Sussex: John Wiley &amp; Sons.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201500030001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Elko, P. K., &amp;   Ostrow, A. C. (1991). Effects of a rational-emotive education program on heightened   anxiety levels of female collegiate gymnasts. <i>Sport Psychologist</i>, <i>5</i>(3), 235–255.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201500030001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ellis, A. (1982). Self-direction in sport and life. <i>Rational Living</i>, <i>17</i>(1), 27–33.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000112&pid=S1646-107X201500030001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ellis, A. (1994).   The sport of avoiding sports and exercise: A rational emotive behavior therapy perspective. <i>The Sport Psychologist</i>, <i>8</i>(3), 248–261.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000114&pid=S1646-107X201500030001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Ellis, A. (1995).   Changing rational-emotive therapy (RET) to rational emotive behavior therapy   (REBT). <i>Journal of Rational-Emotive and Cognitive-Behavior Therapy</i>, <i>13</i>(2), 85–89. <a href="http://doi.org/10.1007/BF02354453" target="_blank">http://doi.org/10.1007/BF02354453</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000116&pid=S1646-107X201500030001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Ellis, A. (2003).   Early Theories and Practices of Rational Emotive Behavior Therapy and How They   Have Been Augmented and Revised During the Last Three Decades. <i>Journal of     Rational-Emotive and Cognitive-Behavior Therapy</i>, <i>21</i>(3-4), 219–243. <a href="http://doi.org/10.1023/A:1025890112319" target="_blank">http://doi.org/10.1023/A:1025890112319</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201500030001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Embretson, S. E., &amp; Reise, S. P. (2000). <i>Item Response Theory for Psychologists</i>. Mahwah, NJ: L. Erlbaum Associates.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000118&pid=S1646-107X201500030001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Gouveia, V. V., Santos, W.   S., &amp; Milfont, T. L. (2009). O uso da estatística na avaliação psicológica:   comentários e considerações práticas. Em C. S. Hutz (Ed.), <i>Avanços e     Polemicas em Avaliaçao Psicologica</i> (pp. 127–155). São Paulo: Casa Do Psicologo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000120&pid=S1646-107X201500030001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hair, J. F., Black, W. C.,   Babin, B. J., Anderson, R. E., &amp; Tatham, R. L. (2009). <i>Análise multivariada de dados</i> (6<sup>a</sup> ed.). Porto Alegre, RS: Bookman.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000122&pid=S1646-107X201500030001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hayslip, B., Galt,   C. P., Lopez, F. G., &amp; Nation, P. C. (1994). Irrational beliefs and   depressive symptoms among younger and older adults: a cross-sectional   comparison. <i>International Journal of Aging &amp; Human Development</i>, <i>38</i>(4), 307–326.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000124&pid=S1646-107X201500030001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Hayton, J. C.,   Allen, D. G., &amp; Scarpello, V. (2004). Factor Retention Decisions in   Exploratory Factor Analysis: a Tutorial on Parallel Analysis. <i>Organizational     Research Methods</i>, <i>7</i>(2), 191–205. <a href="http://doi.org/10.1177/1094428104263675" target="_blank">http://doi.org/10.1177/1094428104263675</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000126&pid=S1646-107X201500030001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Horn, J. L.   (1965). A rationale and test for the number of factors in factor analysis. <i>Psychometrika</i>, <i>30</i>(2), 179–185. <a href="http://doi.org/10.1007/BF02289447" target="_blank">http://doi.org/10.1007/BF02289447</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201500030001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Lega, L. I. (2002). A terapia   racional-emotiva: uma conversa com Albert Ellis. Em V. E. Caballo (Ed.), <i>Manual de técnicas de terapia e modificação do comportamento</i>. São Paulo: Santos.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000128&pid=S1646-107X201500030001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Linacre, J. M. (1991). <i>A   User’s Guide to WINSTEPS MINISTEP Rasch-Model Computer Programs</i>. Chicago, IL: winsteps.com.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201500030001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Linacre, J. M.   (2002). What do Infit and Outfit, mean-square and standardized mean? <i>Rasch Measurement Transactions</i>, <i>16</i>(2), 878.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201500030001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Lindner, H.,   Kirkby, R., Wertheim, E., &amp; Birch, P. (1999). A Brief Assessment of Irrational   Thinking: The Shortened General Attitude and Belief Scale. <i>Cognitive Therapy and Research</i>, <i>23</i>(6), 651–663. <a href="http://doi.org/10.1023/A:1018741009293" target="_blank">http://doi.org/10.1023/A:1018741009293</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201500030001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Llamas, C. A. S.,   &amp; Abello, R. (2008). Burnout y   pensamientos irracionales en deportistas de alto rendimiento. <i>Psychologia. Avances de la disciplina</i>, <i>2</i>(1), 49–78.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201500030001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Malouff, J. M., &amp;   Schutte, N. S. (1986). Development and validation of a measure of irrational belief. <i>Journal of Consulting and Clinical Psychology</i>, <i>54</i>(6), 860–862.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201500030001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Mariño, N. (2003). <i>Adaptación,   validación y estandarización de la prueba I.B.T. (Irracional Beliefs Test) para   evaluar pensamientos irracionales en deportistas (de disciplinas de conjunto e   individuales) de las ligas de deportes de Bogotá</i> (Tese de Doutoramento). Universidad Nacional de Colombia, Bogota, Colombia.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201500030001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Marôco, J. (2010). <i>Análise   de Equações Estruturais: Fundamentos teóricos, software &amp; Aplicações</i>. Pêro Pinheiro: ReportNumber, Lda.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000141&pid=S1646-107X201500030001000025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p>Martins, G. A. (2006). Sobre   a confiabilidade e validade. <i>Revista Brasileira de Gestão de Negócio</i>, <i>8</i>(20), 1–12.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201500030001000026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Matta, A. da, Bizarro, L.,   &amp; Reppold, C. T. (2009). Irrational   beliefs, psychological adjustment and life satisfaction in college students. <i>Psico-USF</i>, <i>14</i>(1), 71–81. <a href="http://doi.org/10.1590/S1413-82712009000100008" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S1413-82712009000100008</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000145&pid=S1646-107X201500030001000027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Muñiz, J. (2005). La validez   desde una óptica psicométrica. <i>Acta Comportamentalia: Revista Latina de Análisis de Comportamiento</i>, <i>13</i>(1), 9–20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201500030001000028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Newmark, C. S.,   Frerking, R. A., Cook, L., &amp; Newmark, L. (1973). Endorsement of Ellis’ irrational   beliefs as a function of psychopathology. <i>Journal of Clinical Psychology</i>, <i>29</i>(3), 300–302.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201500030001000029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pasquali, L. (2007). <i>Teoria da resposta ao item: Teoria, procedimentos e aplicações</i>. Brasília: LabPAM.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201500030001000030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pasquali, L. (2010). Testes   referentes a construto: Teorias e modelos de construção. Em L. Pasquali (Ed.), <i>Instrumentação     Psicológica: Fundamentos e práticas</i> (pp. 165–198). Porto Alegre: Artmed Editora.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201500030001000031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Pasquali, L., &amp; Primi, R.   (2003). Fundamentos da teoria da resposta ao item: TRI. <i>Avaliação Psicológica</i>, <i>2</i>(2), 99–110.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000154&pid=S1646-107X201500030001000032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Peixoto, E. M. (2012). <i>Desenvolvimento   de versão da Escala Diagnóstica Adaptativa para Atletas (EDAO-AR-A)</i> (Dissertação de Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas, Brasil.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-107X201500030001000033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Primi, R. (2012).   Psicometria: fundamentos matemáticos da Teoria Clássica dos Testes. <i>Avaliação Psicológica</i>, <i>11</i>(2), 297–307.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-107X201500030001000034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Primi, R., Carvalho, L. F.,   Miguel, F. K., &amp; Muniz, M. (2010). Resultado dos fatores da BFP por meio da   Teoria de Resposta ao Item: interpretação referenciada no item. Em C. H. S. S.   Nunes, C. S. Hutz, &amp; M. F. O. Nunes (Eds.), <i>Bateria Fatorial de     Personalidade (BFP): manual técnico</i> (pp. 153–170). São Paulo: Casa do Psicólogo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000160&pid=S1646-107X201500030001000035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Primi, R., Muniz, M., &amp;   Nunes, C. H. S. S. (2009). Definições contemporâneas de validade de testes   psicológicos. Em C. S. Hutz (Ed.), <i>Avanços e polemicas em avaliaçao psicologica</i> (pp. 243–265). São Paulo: Casa Do Psicologo.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000162&pid=S1646-107X201500030001000036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Román, S., &amp; Savoia, M.   G. (2003). 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Polytomous mean-square fit statistics. <i>Rasch Measurement Transactions</i>, <i>10</i>(3), 516–517.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000168&pid=S1646-107X201500030001000040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Sparkes, J.   (2011). <i>Irrational beliefs and sports performance: A study examining the     relationship between irrational beliefs and sport performance from an REBT     perspective</i> (Dissertação de mestrado). Goldsmiths University of London, Londres, Inglaterra.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000170&pid=S1646-107X201500030001000041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Taylor, J. (1994).   On exercise and sport avoidance: A reply to Dr. Albert Ellis. <i>Sport Psychologist</i>, <i>8</i>(3), 262–270.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000172&pid=S1646-107X201500030001000042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Turner, M. J.,   &amp; Barker, J. B. (2013). Examining the efficacy of rational-emotive behavior   therapy (REBT) on irrational beliefs and anxiety in elite youth cricketers. <i>Journal     of Applied Sport Psychology</i>, <i>25</i>(1), 131–147. <a href="http://doi.org/10.1080/10413200.2011.574311" target="_blank">http://doi.org/10.1080/10413200.2011.574311</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-107X201500030001000043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Turner, M. J.,   &amp; Barker, J. B. (2014). Using rational emotive behavior therapy with athletes. <i>Sport Psychologist</i>, <i>28</i>(1), 75–90. <a href="http://doi.org/10.1123/tsp.2013-0012" target="_blank">http://doi.org/10.1123/tsp.2013-0012</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000175&pid=S1646-107X201500030001000044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Turner, M. J.,   Slater, M. J., &amp; Barker, J. B. (2014). Not the end of the world: the   effects of rational-emotive behavior therapy (REBT) on irrational beliefs in   elite soccer academy athletes. <i>Journal of Applied Sport Psychology</i>, <i>26</i>(2), 144–156. <a href="http://doi.org/10.1080/10413200.2013.812159" target="_blank">http://doi.org/10.1080/10413200.2013.812159</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000176&pid=S1646-107X201500030001000045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p>Wright, B. D.,   &amp; Linacre, J. M. (1994). Reasonable mean-square fit values. <i>Rasch Measurement Transactions</i>, <i>8</i>(3), 370.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000177&pid=S1646-107X201500030001000046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p>     <!-- ref --><p>Yoshida, E. M. P.,   &amp; Colugnati, F. A. B. (2002). Questionário de crenças irracionais e escala de crenças irracionais: propriedades psicométricas. <i>Psicologia: Reflexão e Crítica</i>, <i>15</i>(2), 437–445.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000179&pid=S1646-107X201500030001000047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </b>Nada a declarar.    <br>   <b>Conflito de Interesses:    <br>   </b>Nada a declarar.    <br>   <b>Financiamento:    <br>   </b>Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (CAPES), Proc. n&ordm; 99999.007298/2014-05</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo recebido a 23-06-2014; Aceite a 19-11-2014</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><b><sup><font size="2" face="Verdana"><b><sup><a href="#end"><i><a name="end" id="topo2"></a></i></a></sup></b></font></sup></b></font> <font size="2" face="Verdana"><i>Autor   correspondente: </i>Rua   Liliane Regina, 03 &ndash; Vila Cretti, Carapicu&iacute;ba &ndash;SP &ndash; Brasil. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:epeixoto_6@hotmail.com">epeixoto_6@hotmail.com</a></font></p>      ]]></body><back>
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