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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Velocidade crítica em natação: uma revisão da literatura]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[Considering several non-invasive techniques to determine anaerobic threshold, the determination of critical velocity has been the topic of interest of several studies, namely under the scope of evaluation and control of training in swimming. Therefore, the aim of this study was to conduct a literature review regarding the meaning of the critical velocity and its application in swimming. The concept origins, the critical velocity definition and the most common methodologies for its determination were addressed. The critical velocity has been known as a non-invasive measure that represents the aerobic capacity and is similar to anaerobic threshold in swimmers, independent from the competitive level. Major advantages are the easily application in field interventions without having to use heavy methods/blood samples collection, and the possibility to comprise larger samples of swimmers for further analysis. The critical velocity is a useful tool for training load prescription and seasonal monitorization that can be assessed by mean of experimental approach or using race times in competition context. The discrimination about critical velocity values regarding swimmers with different metabolic profiles and the use of the concept within the anaerobic context are aspects that need further understanding.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO DE REVIS&Atilde;O</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Velocidade crítica em natação: uma revisão da   literatura</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Critical   velocity in swimming: a literature review</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Aldo   Matos da Costa<sup>1, 2, 3,<a href="#end">*</a></sup><font size="2" face="Verdana"><b><sup><font size="2" face="Verdana"><b><sup><font size="2" face="Verdana"><b><sup><a href="#end"><i><a name="topo" id="topo"></a></i></a></sup></b></font></sup></b></font></sup></b></font>; Mário Jorge Costa<sup>2, 4</sup>; Daniel Almeida Marinho<sup>1, 2</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Universidade   da Beira Interior, Departamento de Ci&ecirc;ncias do Desporto, Covilh&atilde;, Portugal    <br>   </i><sup>2</sup> <i>Centro     de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto, Sa&uacute;de e Desenvolvimento Humano (CIDESD), Portugal    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </i><sup>3</sup> <i>Centro     de Investiga&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias da Sa&uacute;de (CICS-UBI), Portugal    <br>   </i><sup>4</sup> <i>Instituto     Polit&eacute;cnico da Guarda, Escola Superior de Educa&ccedil;&atilde;o, Comunica&ccedil;&atilde;o e Desporto, Guarda, Portugal</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">De   entre as técnicas não invasivas de determinação do limiar anaeróbio, o método   da determinação da velocidade crítica tem merecido grande   atenção, nomeadamente no âmbito da avaliação e controlo do treino em natação.   Neste sentido, o objetivo do presente artigo foi efetuar uma revisão da   literatura do tipo qualitativa acerca do significado do parâmetro velocidade   crítica e sua aplicação à natação. Foram abordadas questões relativas à origem e   definição do conceito de velocidade crítica, às metodologias de determinação   mais comuns, bem como uma breve referência ao conceito de velocidade crítica   anaeróbia. A velocidade crítica é sugerida como um parâmetro não invasivo de   avaliação do desempenho aeróbio e de predição do limiar anaeróbio de nadadores,   independentemente do nível desportivo. As principais vantagens deste indicador   resultam da facilidade de aplicação e análise num elevado número de nadadores, sem   a necessidade da utilização de equipamentos dispendiosos ou de recolha de   sangue. Aponta-se como uma ferramenta útil no mecanismo de prescrição e   controlo de cargas de treino por meio de resultados em condições experimentais   ou recorrendo a tempos obtidos durante as competições. A descriminação dos   valores de velocidade crítica entre nadadores com diferentes perfis metabólicos   (velocistas versus fundistas) e ainda a sua aplicabilidade em regime anaeróbio são aspetos que ainda carecem de um maior entendimento.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> Avaliação, Desempenho, Nadadores, Treino.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Considering   several non-invasive techniques to determine anaerobic threshold, the   determination of critical velocity has been the topic of interest of several   studies, namely under the scope of evaluation and control of training in   swimming. Therefore, the aim of this study was to conduct a literature review   regarding the meaning of the critical velocity and its application in swimming.   The concept origins, the critical velocity definition and the most common   methodologies for its determination were addressed. The critical velocity has   been known as a non-invasive measure that represents the aerobic capacity and   is similar to anaerobic threshold in swimmers, independent from the competitive   level. Major advantages are the easily application in field interventions   without having to use heavy methods/blood samples collection, and the   possibility to comprise larger samples of swimmers for further analysis. The   critical velocity is a useful tool for training load prescription and seasonal   monitorization that can be assessed by mean of experimental approach or using   race times in competition context. The discrimination about critical velocity   values regarding swimmers with different metabolic profiles and the use of the   concept within the anaerobic context are aspects that need further understanding.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>evaluation, performance, swimmers, training.</font></p> <hr size="1" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assistimos nas   comunidades técnica e científica à emergência de um forte interesse em   desenvolver critérios, testes e métodos de avaliação com diferentes vocações e incidências,   diferentes níveis de complexidade e potencial de retroacção.   Nesse sentido, ao longo dos anos, o volume máximo de oxigénio (VO<sub>2max</sub>)   tem sido considerado o parâmetro ex-libris para a avaliação da potência aeróbia   em indivíduos ativos, sedentários e atletas, com base na sua importante relação   com o desempenho, particularmente em esforços físicos intensos e de duração   inferior a 10 minutos (Jones &amp; Poole, 2005).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Na natação,   particularmente nos eventos mais longos, a literatura parece declinar a existência   de uma relação robusta entre o VO<sub>2max</sub> e o desempenho de nado (Fernandes   &amp; Vilas-Boas, 2012; Reis, Marinho, Policarpo, Carneiro, et al., 2010; Reis,   Marinho, Policarpo, Reis, et al., 2010). Assim, e adicionando as   limitações impostas pela estimação e utilização do VO<sub>2max</sub> em treino,   a resposta do lactato sanguíneo ao exercício tem sido amplamente empregue, a   partir da determinação do limiar anaeróbio com base na curva de lactatemia vs.   velocidade de nado (Billat,   Sirvent, Py, Koralsztein, &amp; Mercier, 2003; Fernandes &amp; Vilas-Boas,   2012; Mader &amp; Heck, 1986). Este   indicador é considerado um referencial para a prescrição da intensidade de treino, controlo dos seus efeitos e predição do desempenho aeróbio. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para a determinação do   limiar anaeróbio existem diferentes metodologias que se baseiam em protocolos   que medem de forma direta a concentração de lactato sanguíneo, utilizando concentrações   fixas (Heck   et al., 1985) ou individualizadas (Stegmann,   Kindermann, &amp; Schnabel, 1981). Realça-se, entretanto,   a metodologia de Tegtbur, Busse, e Braumann (1993)   que converteu para a natação a metodologia de lactato mínimo, permitindo a identificação   do máximo estado estável de lactato de maneira individualizada, com aplicação   em inúmeros estudos em natação (Fernandes,   Sousa, Machado, &amp; Vilas-Boas, 2011; Ribeiro, Balikian, Malachias, &amp; Baldissera, 2003). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Apesar   das novas facilidades tecnológicas que permitirem resultados em poucos segundos,   os testes de lactatémia assentam em técnicas invasivas com custos significativos   em materiais descartáveis. Por isso temos assistido à tentativa de   desenvolver outros métodos e critérios alternativos. Como   o conceito potência crítica foi aplicado com bastante eficácia ao esforço físico   cíclico (ciclo ergómetro) (Moritani,   Nagata, deVries, &amp; Muro, 1981), o seu transfere e   adaptação à natação proposto por Ettema (1966) veio   a tornar-se uma mais-valia na avaliação e inclusive prescrição do treino, dando   origem aquilo que é hoje conhecido como velocidade critica (VC) (Wakayoshi,   Ikuta, et al., 1992; Wakayoshi, Yoshida, et al., 1992).   A maioria dos estudos na natação determina a VC com base na regressão linear   entre distancias fixas e os respectivos tempos, correspondendo ao coeficiente   angular da recta obtida. Contudo, a variabilidade das coordenadas e distâncias   utilizadas é grande e algumas das pesquisas  incluem eventos com duração   inferior a 2 minutos, procedimento não recomendado dado que o esforço não   possibilita que o VO<sub>2max</sub> seja atingido (Dekerle,   Brickley, Sidney, &amp; Pelayo, 2006). O recurso a distâncias   mais longas parece subestimar a VC enquanto que a inclusão de distâncias mais   curtas parece conduzir a  uma sobreestimação. Esta varibilidade metodológica parece   ter induzido alguma divergência conceptual acerca deste indicador, dado que   diferentes valores de VC são obtidos sobre tempos de exaustão variados (Zacca   et al., 2010), para além da influência nem sempre balizada  de   vários aspectos relativos às caracteristicas dos nadadores, em particular a   idade e a   experiência desportiva (Franken, Zacca, &amp; Castro, 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Adicionalmente,   o modelo com 2 parâmetros (i.e a partir da relação hiperbólica entre a potência   e o tempo para a exaustão) tem sido questionado por vários autores dado que   parece sobrestimar a potência crítica e subestimar a capacidade de trabalho   anaeróbia (a interceção na origem desta reta) (eg.   di Prampero, 1999; Morton, 1996, 2006; Vandewalle, Kapitaniak, Grün, Raveneau,   &amp; Monod, 1989; Zacca et al., 2010). Assim,   novos modelos bioenergéticos de 3 e 4 parâmetros têm procurado atenuar estas limitações com importantes implicações para o significado fisiológico da VC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   maioria dos eventos desportivos em natação são iguais ou inferiores a 200m,   pelo que o rendimento desportivo está muito dependente do metabolismo anaeróbio   do atleta (Housh   et al., 1991; Smith &amp; Hill, 1993). Desse modo,   a VC em regime de nado anaeróbio (VC<sub>an</sub>) será de especial interesse   na avaliação da aptidão anaeróbia dos nadadores (di   Prampero, Dekerle, Capelli, &amp; Zamparo, 2008; Marinho, Barbosa, Silva, &amp;   Neiva, 2012; Neiva, Fernandes, &amp; Vilas-Boas, 2011).   Nos últimos anos alguns estudos têm sido publicados sobre a relevância deste   indicador enquanto parâmetro de avaliação e controlo do treino anaeróbio do   nadador e sua relação com o desempenho desportivo em eventos competitivos de curta duração.  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Assim,   foi nosso objectivo efetuar uma revisão da literatura do tipo narrativa acerca   do significado do parâmetro VC e sua aplicação à natação. O parâmetro emergente   de VC<sub>an</sub> foi igualmente alvo de discussão. O âmbito deste trabalho   conduziu-nos a uma pesquisa de carácter qualitivo compreensivo-interpretativo,   recorrendo a palavras-chave na língua Portuguesa e Inglesa (natação, nadadores,   velocidade critica, velocidade critica anaeróbia) nas bases de   dados Index Medicus, MEDLINE, Science. Adicionalmente estendeu-se a pesquisa   aos nossos ficheiros de departamento, incluindo livros de encontros científicos   (p.e. Biomechanics and Medicine in Swimming, European College of   Sports Science, International Symposium on Biomechanics in Sports) para um   maior alcance da revisão efetuada. Deste modo foram seleccionados 66 trabalhos   entre 1965 (ano no qual o conceito de potência crítica foi introduzido por Monod e Scherer) e Maio de 2014. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Origem e definição do conceito</b></font> </p> <font face="Verdana">    <p><font size="2">O conceito de VC sugerido   por Ettema (1966)   e aplicado pela primeira vez por Wakayoshi et al. (1992),   deriva do conceito de potência critica (PC<sub>rit</sub>) originalmente   introduzido por Monod e Scherer (1965),   procurando entender a capacidade de trabalho local de um mu&#769;sculo ou de   grupos musculares sinérgicos. Estes autores sugeriram que o trabalho   total local realizado antes da exaustão durante um exercício supra-maximal de   intensidades crescentes poderia ser descrito como a soma das quantidades de trabalho   produzido com base no metabolismo anaeróbio e aeróbio (di   Prampero, 1999). Assim, para exercícios dinâmicos, a PC<sub>rit   </sub>define-se como a intensidade de exercício que pode ser mantida sem   exaustão (teoricamente), sendo determinada pelo declive da recta de regressão   entre o trabalho total e o tempo correspondente até à exaustão (Hill, Steward Jar, &amp; Lane, 1995). </font></p>     <p><font size="2">Mais   tarde, por Moritani et al. (1981),   o conceito de PC<sub>rit</sub> veio a ser aplicado ao trabalho corporal total   realizado em cicloergómetro. Estes autores observaram que a PC<sub>rit</sub> representava um índice de desempenho aeróbio, relacionada significativamente   com o VO<sub>2max</sub> (ml.kg.min<sup>-1</sup>) (r = 0.919) e com o limiar   anaeróbio ventilatório (r = 0.927). Teoricamente a PC<sub>rit</sub> representa   a maior potência que se pode manter por   tempo indefinido em estado de equilíbrio fisiológico aeróbio (Hill,   1993; Hill et al., 1995), demarcando a transição entre o domínio   da intensidade de esforço elevada e a severa (Brickley, Doust, &amp; Williams, 2002; Poole, Ward, Gardner, &amp; Whipp, 1988).</font></p>     <p><font size="2">Este conceito, baseado na   relação linear trabalho-tempo ou potência-tempo   ou ainda, alternativamente, na relação hiperbólica potência-tempo,   engloba a contribuição aeróbia e anaeróbia para a totalidade da potencia   produzida por unidade de tempo. Assim, para gestos   cíclicos onde a distância e a velocidade são geridas de acordo com o tempo de   esforço, a expressão “velocidade crítica” é utilizada de forma mais comum alternativamente   à “potência crítica” (Berthoin,   Baquet, Dupont, &amp; Van Praagh, 2006), a qual é dada pela   inclinação da linha de regressão entre distância percorrida (<i>d</i><sub>lim</sub>)   e o tempo até a exaustão (<i>t</i><sub>lim</sub>), representando a interceção   em y a capacidade anaeróbia do atleta (Ettema, 1966):</font></p>     <p><font size="2"><i>d</i><sub>lim</sub> =   (VC   ·   <i>t</i><sub>lim</sub>) + CCA</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a15f1.jpg"><font size="2">Figura 1</font></a></p>     
<p>&nbsp;</p> </font>     <p><font size="2" face="Verdana">A   proposta de reconversão do modelo de PC<sub>rit</sub> para a especificidade da natação   foi inicialmente sugerida por Ettema (1966),   tendo sido Wakayoshi et al. (1993;   1992a,b)   os primeiros a efectivamente aplicarem o conceito. Nesse primeiro estudo   Wakayoshi et al. (1992a)   recorreram a seis velocidades de nado para o cálculo do coeficiente angular   entre <i>d</i><sub>lim </sub>e <i>t</i><sub>lim </sub>(r<sup>2     </sup>&gt; 0,998), aplicando o conceito de VC de nado, significativamente correlacionada   com o VO<sub>2</sub> correspondente ao limiar anaeróbio (r = 0.818, p&lt;0.01),   com a velocidade de nado no início da acumulação de concentração de ácido lactico   (r = 0.949, p&lt;0.01) e com a velocidade de nado média nos 400m livres (r = 0,865,   p&lt;0.01). Assim, na perspectiva dos autores, a VC (neste caso particular   obtida com recurso a seis coordenadas) corresponderia à velocidade de   nado que teoricamente pode ser mantida por um período mais prolongado de   tempo sem exaustão. Foi, portanto, considerada em vários estudos como um índice   de grande potencial, cujo rigor e natureza não invasiva permite uma   avaliação   simplificada, embora criteriosa, do desempenho aeróbio   e de predição do limiar anaeróbio   de nadadores adultos (Rodriguez,   Moreno, &amp; Keskinen, 2003; Wakayoshi, et al., 1993; 1992a,b).   Recentemente, outros autores confirmaram a aplicabilidade do conceito em   nadadores jovens (Hill   et al., 1995), de ambos os géneros (Costa   et al., 2009; Greco &amp; Denadai, 2005) e independentemente do   seu nível desportivo (Denadai,   Greco, &amp; Teixeira, 2000). Tal como refere Vilas-Boas,   Lamares, Fernandes e Duarte (1997),   parece tratar-se de um para&#770;metro   facilmente associável à ideia de   intensidade máxima aeróbia,   imediatamente inferior à que provocaria um desequilíbrio   entre a produção e a remoção ou a utilização   de lactato sanguíneo, ou seja, esperadamente correlacionado com a   velocidade em torno do limiar anaeróbio (Greco,   Denadai, Pellegrinotti, Freitas, &amp; Gomide, 2003; Wakayoshi et al., 1992b;   Wright &amp; Smith, 1994) e com o <i>steady state</i> máximo   de lactato (Wakayoshi   et al., 1993). Não obstante o aspecto prático deste indicador, o   seu significado fisiológico é ainda inconclusivo pois está dependente sobretudo   do modelo de cálculo e das diferentes combinações de distâncias e coordenadas utilizadas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Modelos,   combinações de distâncias e coordenadas mais comuns para o cálculo da VC em   natação</b></font> </p> <font face="Verdana">    ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">A   VC tem sido determinada de várias formas (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a15t1.jpg">tabela 1</a>), destacando-se o recurso ao   modelo de 2 parâmetros, quer utilizando diretamente a regressão dista&#770;ncia/tempo,   quer utilizando uma equação de   regressão previamente calculada entre a velocidade num teste de   determinada dista&#770;ncia e a VC (Wakayoshi et al., 1993; 1992a,b; Wright &amp; Smith, 1994).</font></p>     
<p><font size="2">De   facto, ao longo dos anos foram vários os autores que se suportaram nesta   metodologia recorrendo aos melhores tempos dos nadadores em condições   experimentais (simuladas) e de prova. Wakayoshi et al. (1993)   e Dekerle, Sidney, Hespel, e Pelayo (2002)   definiram as distâncias de 200 e 400 m para a sua determinação, independentemente do contexto de realização.</font></p>     <p><font size="2">Wright   e Smith (1994)   propuseram  uma equação para a   predição   da VC através de um teste de 1200m, tendo por base uma equação   de regressão entre o tempo dos 1200m (V1200) e a VC (VC = 1,017 x V1200 –   0,039). Mais tarde, Fernandes e Vilas-Boas (1999)   apontaram a possibilidade do uso das distâncias de 200 e 800 m como alternativa   para a estimativa da VC. Mais recentemente Costa et al. (2009) sugeriram   a utilização dos melhores   tempos do nadador em situação   real de prova nas dista&#770;ncias de 100m,   200m e 400m,  estimando uma intensidade de nado em VC similar (p &lt; 0.05) à velocidade de nado em torno do limiar anaeróbio. </font></p>     <p><font size="2">Os   métodos propostos tornaram-se populares pela sua facilidade operacional,   cultivando-se como uma ferramenta útil para treinadores no processo de   planeamento. Aparte da simplicidade operacional, há que ter em conta que os   valores da regressão estão dependentes dos tempos de exaustão usados para o   cálculo da relação, e que de certa forma influenciam o custo energético de nado   (di   Prampero, 1999). Com efeito, alguma controvérsia começou   a surgir perante estas abordagens. Alguns autores salientam que os esforços   máximos contínuos de duração inferior a 2 minutos não possibilitam que   o VO<sub>2max</sub> seja atingido (Dekerle   et al., 2006). Assim, é recomendado para o cálculo   da VC incluir distâncias no modelo de regressão que permitam a obtenção e   estabilização do VO<sub>2max</sub> (entre 2 a 15 min) (Dekerle   et al., 2006). No caso da natação, as distâncias   entre 200 e 1500 m parecem ser as mais fiáveis embora não pareça ser importante   recorrer a distâncias superiores a 400m em jovens nadadores (Zacca   &amp; Castro, 2009). Mais ainda, dado que a VC geralmente é   estimada com base num modelo de dista&#770;ncia-tempo,   recorrendo ao melhor tempo do nadador em distâncias crescentes, o indicador é   sensível à orientação desportiva dos nadadores. Assim, será expectável   que os nadadores fundistas obtenham valores mais elevados de VC sobretudo   quanto maiores forem as distâncias de nado incluídas no modelo. Esta é uma   preocupação a reter no desenho de estudos experimentais no futuro, dado que pode atribuir heterogeneidade à amostra selecionada. </font></p>     <p><font size="2">Outros   autores consideraram que o uso de apenas duas distâncias de nado como   referência poderia acarretar alguma subjetividade no cálculo da VC (Dekerle   et al., 2006). Esta preocupação assentou na variabilidade de tempos   de exaustão tendo em vista a determinação da relação distância-tempo o que   poderia, de certa forma, impossibilitar a comparação de resultados científicos   e desvirtuar o planeamento do treino. Mesmo assim, parece sustentado que o   cálculo da VC seria fiável mesmo com o uso de tempos de exaustão variados (Hinckson   &amp; Hopkins, 2005). No entanto, do ponto de vista teórico,   quanto maior for o número de distâncias nadadas incluídas na determinação da   VC, maior será o potencial da linha de regressão e os possíveis erros serão   minimizados. De acordo com Altimari, Altimari, Gulak, e Chacon-Mikahil (2007) o   número de eventos para a estimativa da VC (e por inerência, o número de sessões   de teste) pode ser reduzido em nadadores jovens, desde que utilizadas distâncias que permitem um tempo de esforço até à ocorrência de exaustão. </font></p>     <p><font size="2">A   literatura tem ainda procurado modificar o modelo de dois parâmetros com vista   a melhorar a sua validade dado que este é assente em alguns   pressupostos que não parecem ser fisiologicamente realistas. Um desses   pressupostos está relacionado com a improbabilidade de existir uma VC   instantânea no início do exercício (tempo zero), o que parece conduzir à sua   sobrestimação (Gaesser,   Carnevale, Garfinkel, Walter, &amp; Womack, 1995; Morton, 1996, 2006).   Procurando corrigir essa falha matemática, Morton (1996)   propôs um modelo com um parâmetro adicional representando a velocidade no tempo   zero, designada por velocidade máxima instantânea. Isso permitiu estimar uma VC   mais baixa e por consequência uma maior sustentabilidade dessa intensidade do   esforço (Gaesser   et al., 1995). Outro pressuposto fisiologicamente improvável do   modelo de dois parâmetros assenta na não predição da “inércia aeróbia”,   ignorando o ajustamento cardiorrespiratório necessário para a estabilidade do   consumo de oxigénio (Vandewalle   et al., 1989; Wilkie, 1980). Essa carência foi corrigida por Wilkie   (1980)   pela introdução de uma correção para a cinética do consumo de oxigénio, através   de um fator exponencial com constante temporal (inércia aeróbia) que representa   o aumento da participação aeróbia. Com vista atenuar as insuficiências dos modelos de 2 e 3 parâmetros, </font></p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">Num   estudo recente no contexto da natação desportiva, Zacca et al. (2010) identificaram   diferenças nos valores da VC quando utilizados diferentes modelos (2, 3 e 4   parâmetros), obtidos a partir de seis distâncias e tempos diferentes. Contudo a   introdução de um quarto parâmetro (inércio aeróbia) não parece ter trazido uma   melhoria qualitativa no ajustamento da VC em comperação com o modelo de três   parâmetros. Para além disso, refere o autor,  que a estimação da VC por via   destes modelos matemáticos mais elaborados (3 e 4 parâmetros) pressupõem o recurso a cinco ou seis esforços máximos, o que lhe retira praticidade. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Evidências   científicas da aplicação do conceito de Velocidade Crítica à natação</b></font> </p> <font face="Verdana">    <p><font size="2">Tal como atrás referimos, o conceito original de VC   aplicado à natação (Wakayoshi   et al., 1993; 1992a,b) é definido como a   velocidade máxima de nado teórica que pode ser mantida sem atingir a fadiga por   um longo período de tempo. No entanto, a aplicação deste conceito não está   livre de controvérsia (Dekerle   et al., 2005; Denadai et al., 2000; Martin &amp; Whyte, 2000).   Por isso a delimitacão concreta da intensidade da zona metabólica   à qual a VC melhor se associa é uma preocupação fulcral. </font></p>     <p><font size="2">Sabemos que as variáveis relacionadas com a   cinética do VO<sub>2</sub> reflectem a velocidade com que o sistema   aeróbio responde, permitindo estimar a contribuicão dos sistemas   aeróbio e anaeróbio durante o exercício (Hill,   2001; Reis, Marinho, Policarpo, Carneiro, et al., 2010; Reis, Marinho,   Policarpo, Reis, et al., 2010; Spencer &amp; Gastin, 2001).   Segundo Whipp e Wasserman (1972),   durante o exercício sub máximo, os sujeitos com a melhor   aptidão aeróbia respondem mais rapidamente e apresentam menor   défice de oxigénio; enquanto aos indivíduos com menor   aptidão aeróbia acontecerá o oposto (Whipp &amp; Wasserman, 1972). </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">A VC aplicada à   natação,   derivada do modelo de “potência   crítica” de Monod e Scherrer (1965),   enquanto parâmetro associado a uma intensidade de esforço em torno do máximo   estado estável de VO<sub>2</sub> (Hill   &amp; Ferguson, 1999). Aliás, a validade da igualdade   entre estes dois indicadores, potência   crítica e máximo estado estável de VO<sub>2</sub>, teria   já sido demonstrada por Poole et al. (1988;   1990).   Nestes estudos, em exercício prolongado à intensidade da potência   crítica, houve estabilização   do VO<sub>2</sub> em cerca de 80% do seu valor máximo. Foi ainda   verificado que um incremento de apenas 5% de carga provocaria um aumento do VO<sub>2   </sub>até atingir o seu pico máximo, precipitando a exaustão   em poucos minutos. Esta sustentação   fisiológica veio a ser igualmente proposta por Hill e Smith (1999),   com outra técnica de estimação   da intensidade associada ao máximo estado estável de VO<sub>2</sub>, adoptando alguns dos pressupostos do modelo de Monod e Scherrer (1965).</font></p>     <p><font size="2">Porém, na natação a   relação distância-tempo não parece ser estritamente linear (Dekerle   et al., 2002; Wright &amp; Smith, 1994), dado que custo   energético não aumenta exponencialmente quando a velocidade de nado aumenta (Capelli,   Pendergast, &amp; Termin, 1998). Para além disso, parâmetros tais   como a força propulsiva e arrasto ativo podem interferir na eficiência   propulsiva e por inerência no dispêndio energético (di Prampero et al., 2008; Ettema, 1966; Zamparo, Capelli, &amp; Pendergast, 2011).</font></p>     <p><font size="2">De facto, diversos   autores (Brickley   et al., 2002; Dekerle et al., 2006) parecem concordar que a VC   poderá não corresponder à sustentação   de uma intensidade de nado ao longo de um período prolongado,   precipitando-se a exaustão com apenas ligeiros incrementos de velocidade.   Num estudo relativamente recente de Dekerle, Brickley, Sidney, e Pelayo (2006),   os nadadores somente foram capazes de manter a VC durante 30 a 40 minutos. Por   sua vez, outros estudos indicam-na como próxima da velocidade de nado num   teste máximo de 30 minutos (Dekerle   et al., 2002) e ligeiramente superior ao máximo estado   estável de lactato e da velocidade de nado média estimada para   concentraço&#771;es de lactato de 4   m.mol-1 (Dekerle   et al., 2005; Denadai, Greco, &amp; Teixeira, 2000; Rodriguez, Moreno, &amp;   Keskinen, 2003; Wakayoshi et al., 1993; 1992a,b). Adicionalmente,   sabemos que a velocidade correspondente a esse estado metabólico   está correlacionada negativamente com o tempo limite para a   exaustão em velocidade de VO<sub>2max</sub> (Fernandes   et al., 2003). Conhece-se ainda, no que se refere a este   u&#769;ltimo indicador, uma associação   igualmente negativa com custo energético de nado à velocidade ao VO<sub>2max</sub>   e com a velocidade de nado efectiva ao VO<sub>2max</sub> (Fernandes   et al., 2006), embora não influencie significativamente no VO<sub>2max</sub> (Cardoso,   Fernandes, &amp; Vilas-Boas, 2003; Faina et al., 1997; Fernandes et al., 2003).   Assim, segundo Whipp e Wasserman (1972),   quanto maior o tempo necessário para atingir um estado estável de VO<sub>2</sub>,   maior será a participação anaeróbia para síntese de ATP e prematura a interrupção do esforço devido a fadiga.</font></p>     <p><font size="2">Posto isto, o nado   à intensidade de VC poderá, também, ter uma   considerável participação   do metabolismo anaeróbio, embora sempre abaixo de uma intensidade   metabólica severa ou sub-máxima. Corresponderá, portanto, a   um domínio de exercício que terá como limite inferior a carga   de trabalho na qual o balanço   entre produção e remoção   de lactato pende transitoriamente para o primeiro e terá, como limite   superior, a carga referente à máxima concentração   estável de lactato. Segundo Gaesser e Poole (1996),   essa intensidade demarca a transição   entre o domínio intenso e o severo de esforço,   patamar este que coincide com a potência   crítica. Deste modo, a VC parece ser um conceito claramente   diferente de uma dada velocidade de nado mantida em regime aeróbio de longa   duração por nadadores experientes no âmbito da sua percepção interna de   intensidade de esforço (Toubekis, Tsami, Smilios, Douda, &amp; Tokmakidis, 2011). </font></p> </font>    <p><font size="2" face="Verdana">Recorrendo-se   à VC como indicador de aptidão aeróbia podemos avaliar os efeitos da   intensidade do exercício no nadador dado que a VC fornece um índice de   sustentabilidade máxima da intensidade de nado e que a amplitude da braçada   diminui abaixo do limiar anaeróbio (Dekerle   et al., 2005; Keskinen &amp; Komi, 1993). Assim, de acordo com   Dekerle et al. (2005),   será muito diferente nadar a velocidades superiores à VC do que a velocidades   mais baixas. De acordo com a autora, o conceito VC, está associado ao momento   em que se dão mudanças substanciais na frequência gestual e na ocorrência da   amplitude do ciclo gestual. Para além disso, a relação linear entre a frequência   gestual e a velocidade poderá ser usada para predizer a VC, e que esta predição   pode ser facilmente obtida a partir da observação da frequência em ritmo normal   o ciclo de membros superiores (Barden   &amp; Kell, 2009). Assim, quer a VC quer a   frequência gestual crítica (obtida com base na relação linear entre o número de   ciclos de membros superiores e o tempo obtido em cada distância) serão   indicadores relevantes de avaliação fisiológica e técnica do nadador, permitindo   ainda um controlo simultâneo da intensidade e da qualidade de nado na definição   das cargas de treino (Pelayo, Dekerle, Delaporte, Gosse, &amp; Sidney, 2000).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Velocidade crítica anaeróbia   – um conceito emergente</b></font> </p> <font face="Verdana">    <p><font size="2">Os problemas metodológicos   relacionados com o cálculo da VC, associados à necessidade crescente de   especialização do treino desportivo, desencadearam o desenvolvimento de novas   abordagens e perspectivas de avaliação científica. Apesar da variedade de   abordagens existentes, Fernandes, Aleixo, Soares, e   Vilas-Boas (2008)   chegaram a considerar que o cálculo da VC com recurso a distâncias mais curtas   poderia ter forte relação com o uso dos sistemas bioenergéticos mais potentes.   Com base nesta ideia, muito recentemente surgiu um conceito que tem despontado   no seio da comunidade técnica e científica da natação que é o de velocidade   crítica anaeróbia (VC<sub>an</sub>). A determinação da VC<sub>an</sub> rege-se   pelo mesmo princípio em que se suporta o cálculo da VC, ou seja, pela obtenção   do declive da recta de regressão, no entanto com base em distâncias mais curtas   (Abe et al., 2006; Fernandes et al., 2008; Marinho et al., 2012; Neiva et al., 2011).</font></p>     <p><font size="2">Na literatura são   escassos os estudos que até ao momento se dedicaram a esta temática,   objetivando para tal o cálculo da VC e tentando estabelecer a sua relação com o   desempenho anaeróbio (<a href="/img/revistas/mot/v11n3/11n3a15t2.jpg">tabela 2</a>). Abe et al. (2006)   recorreram às distancias de 75, 100 e 150 m para o cálculo da VC<sub>an</sub> na técnica de bruços. Os autores observaram uma forte correlação (r = 0.85) da   VC<sub>an</sub> com o desempenho nos 50 m bruços. Uma abordagem semelhante foi   efetuada por Fernandes et al. (2008)   em nadadores jovens, contudo suportada na técnica de crol. Fortes relações   foram observadas entre a VC<sub>an</sub> e as velocidades do primeiro (r =   0.73) e do segundo (r = 0.60) parciais da prova de 100 m crol. Muito   recentemente, Neiva, Fernandes, e Vilas-Boas (2011)   tentaram descriminar o conceito de VC<sub>an</sub> baseando-se nas distâncias   de 15, 25, 37.5 e 50 nas quatro técnicas de nado. Como seria expectável os   valores de VC<sub>an</sub> foram superiores a crol, mariposa, costas e bruços,   respetivamente. Adicionalmente, foram observados fortes relações entre o desempenho   nos 100 m e a VC<sub>an</sub> de cada uma das técnicas de nado (mariposa r =   0.60; costas r = 0.81; bruços r = 0.83; crol r = 0.78), com maior ênfase no   primeiro parcial da prova. Marinho, Barbosa, Silva, e Neiva (2012)   verificaram uma forte correlação entre a VC<sub>an</sub> (utilizando as   distâncias de 10, 15, 20 e 25 m) e o desempenho nos 50, 100 e 200 m crol em   jovens nadadores de ambos os sexos. Para além disso, não foram encontradas   diferenças entre a velocidade dos 200 m e a VC<sub>an</sub>, sugerindo que a   velocidade crítica anaeróbia pode ser um parâmetro importante para a   monitorização dos efeitos do treino, especialmente para a prova de 200 m   livres. Contudo não parece existir uma relação consistente entre VC<sub>an </sub>e   distância máxima de nado neste regime o que significa que nem sempre   um elevado desempenho anaeróbio, traduzida em velocidade de nado, conduzirá a   desempenhos desportivos elevados (Louro   et al., 2013), sobretudo em distâncias de nado entre os 100 e 200m.   Assim poderá ser importante considerar no futuro a distância máxima de nado a esta velocidade, como indicador de aptidão anaeróbia total do nadador. </font></p> </font>     
<p><font size="2" face="Verdana">Em suma, até a este   momento, e não existindo evidência científica em contrário, a VC<sub>an</sub> parece ser um indicador apropriado para controlar a intensidade de nado durante   as séries de treino anaeróbio, especialmente se considerarmos neste âmbito as   tarefas mais relacionadas com a capacidade anaeróbia. Embora o conceito de VC<sub>an</sub> ainda seja um conceito vago, o uso de séries fracionadas em repetições até uma   distância de 50m parece ser uma boa ferramenta para o desenvolvimento das   características anaeróbias do nadador. Assim, a velocidade a ser adotada em   cada parcial deverá ser previamente obtida pela relação distância-tempo usando as   distâncias parcelares mais curtas como sejam os 10, 15, 20 e 25m. Neste   sentido, a monitorização regular da VC<sub>an</sub> poderá permitir um controlo   mais efetivo do processo de treino, especialmente por este ser considerado um   método não invasivo. Contudo, este é um conceito relativamente recente e não totalmente esclarecido, o que necessita de mais investigação. </font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</b></font><font face="Verdana">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">A VC é sugerida como um   parâmetro não invasivo de avaliação do desempenho aeróbio e de predição do   limiar anaeróbio de nadadores, independentemente do nível desportivo. As   principais vantagens deste indicador resultam da facilidade de aplicação e   análise num elevado número de nadadores, sem a necessidade da utilização de   equipamentos dispendiosos ou de qualquer recolha de sangue. Aponta-se como uma   ferramenta útil no mecanismo de prescrição e controlo de cargas de treino por   meio de resultados em condições experimentais ou recorrendo a tempos obtidos   durante as competições. As diferentes combinações de distâncias e coordenadas   propostas pela literatura afectaram a reprodutibilidade dos estudos e por   consequência o significado fisiológico deste indicador, em particular na   natação. Por isso, salienta-se a necessidade de aumentar a fiabilidade dos   registos em intervenções futuras, tanto pelo uso das mesmas distâncias no   cálculo da VC, como pela correção dos registos caso estes sejam obtidos em   condições de nado distintas (piscina longa/curta; partida com/sem salto). A   maioria dos estudos são suportados em metodologias estatísticas simples (por   vezes não paramétricas), recorrendo a amostras de pequena dimensão,   maioritariamente no género masculino e geralmente não descriminantes da   especialidade desportiva. Assim, tal como apontam alguns estudos recentes,   futuras abordagens deverão considerar abordagens estatísticas mais robustas e a   descriminação dos valores de velocidade crítica entre nadadores com diferentes   perfis metabólicos (velocistas versus fundistas). A opção pelo uso de modelos   com 3 ou 4 parâmetros, recorrendo a mais distâncias de nado parece ser a mais   ajustada para a prescrição dos ritmos de treino, embora isso pressuponha menor   praticidade. De qualquer modo, os treinadores poderão sempre que possível recorrer   aos tempos de prova para colmatar a necessidade de cálculo. Por último, urge aprofundar   a aplicabilidade do conceito em regime de esforço anaeróbio, especialmente   porque os estudos parecem apontar que a VC<sub>an</sub> anaeróbia pode ser   utilizada na prescrição e controlo da intensidade de nado em tarefas relacionadas com o desenvolvimento da capacidade anaeróbia.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p> <font face="Verdana">    <!-- ref --><p><font size="2">Abe, D., Tokumaru,   H., Niihata, S., Muraki, S., Fukuoka, Y., Usui, S., &amp; Yoshida, T. (2006). Assessment   of short-distance breaststroke swimming performance with critical velocity. <i>Journal of Sports Science &amp; Medicine</i>, <i>5</i>(2), 340–348.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000066&pid=S1646-107X201500030001500001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Altimari, J. M., Altimari, L. R., Gulak,   A., &amp; Chacon-Mikahil, M. P. T. (2007). Correlations between anaerobic   threshold determination protocols and aerobic performance in adolescent   swimmers. <i>Revista     Brasileira de Medicina do Esporte</i>, <i>13</i>(4), 245–250. <a href="http://doi.org/10.1590/S1517-86922007000400007" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S1517-86922007000400007</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000068&pid=S1646-107X201500030001500002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Barden, J. M., &amp; Kell, R. T. (2009).   Relationships between stroke parameters and critical swimming speed in a sprint   interval training set. <i>Journal of Sports Sciences</i>, <i>27</i>(3), 227–235. <a href="http://doi.org/10.1080/02640410802475205" target="_blank">http://doi.org/10.1080/02640410802475205</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000069&pid=S1646-107X201500030001500003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Berthoin, S., Baquet, G., Dupont, G.,   &amp; Van Praagh, E. (2006). Critical velocity during continuous and   intermittent exercises in children. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>98</i>(2), 132–138. <a href="http://doi.org/10.1007/s00421-006-0253-2" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00421-006-0253-2</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000070&pid=S1646-107X201500030001500004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Billat, V. L., Sirvent, P., Py, G.,   Koralsztein, J.-P., &amp; Mercier, J. (2003). The concept of maximal lactate   steady state: a bridge between biochemistry, physiology and sport science. <i>Sports     Medicine (Auckland, N.Z.)</i>, <i>33</i>(6), 407–426. <a href="http://doi.org/10.2165/00007256-200333060-00003" target="_blank">http://doi.org/10.2165/00007256-200333060-00003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000071&pid=S1646-107X201500030001500005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Brickley, G., Doust, J., &amp; Williams,   C. A. (2002). Physiological responses during exercise to exhaustion at critical   power. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>88</i>(1-2), 146–151. <a href="http://doi.org/10.1007/s00421-002-0706-1" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00421-002-0706-1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000072&pid=S1646-107X201500030001500006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Capelli, C., Pendergast, D. R., &amp;   Termin, B. (1998). Energetics of swimming at maximal speeds in humans. <i>European     Journal of Applied Physiology and Occupational Physiology</i>, <i>78</i>(5), 385–393. <a href="http://doi.org/10.1007/s004210050435" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s004210050435</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000073&pid=S1646-107X201500030001500007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Cardoso, C., Fernandes, R., &amp;   Vilas-Boas, J. P. (2003). Comparison of continuous and intermittent   incremental protocols for direct VO2max assessment. Em J. C. Chatard (Ed.), <i>Biomechanics     and Medicine in Swimming IX</i> (pp. 313–318). SaintÉtienne: Publications de l’Université de Saint-Étienne.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000074&pid=S1646-107X201500030001500008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Costa, A. M., Silva, A. J., Louro, H.,   Reis, V. M., Garrido, N. D., Marques, M. C., &amp; Marinho, D. A. (2009). Can the curriculum be used to estimate critical velocity in young competitive swimmers? <i>Journal of Sports Science &amp; Medicine</i>, <i>8</i>(1), 17–23.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000076&pid=S1646-107X201500030001500009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Dekerle, J., Brickley, G., Sidney, M., &amp; Pelayo, P. (2006). Application of the critical power concept in swimming. <i>Portuguese Journal of Sport Sciences</i>, <i>6</i>(S2), 103–105.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000078&pid=S1646-107X201500030001500010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Dekerle, J., Pelayo, P., Clipet, B., Depretz,   S., Lefevre, T., &amp; Sidney, M. (2005). Critical swimming speed does not   represent the speed at maximal lactate steady state. <i>International Journal     of Sports Medicine</i>, <i>26</i>(7), 524–530. <a href="http://doi.org/10.1055/s-2004-821227" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-2004-821227</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000080&pid=S1646-107X201500030001500011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Dekerle, J., Sidney, M., Hespel, J. M.,   &amp; Pelayo, P. (2002). Validity and reliability of critical speed, critical   stroke rate, and anaerobic capacity in relation to front crawl swimming   performances. <i>International Journal of Sports Medicine</i>, <i>23</i>(2), 93–98. <a href="http://doi.org/10.1055/s-2002-20125" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-2002-20125</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000081&pid=S1646-107X201500030001500012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Denadai, B. S., Greco, C. C., &amp;   Teixeira, M. (2000). Blood lactate response and critical speed in swimmers aged   10-12 years of different standards. <i>Journal of Sports Sciences</i>, <i>18</i>(10), 779–784. <a href="http://doi.org/10.1080/026404100419838" target="_blank">http://doi.org/10.1080/026404100419838</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000082&pid=S1646-107X201500030001500013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">di Prampero, P. E. (1999). The concept of   critical velocity: a brief analysis. <i>European Journal of Applied Physiology     and Occupational Physiology</i>, <i>80</i>(2), 162–164. <a href="http://doi.org/10.1007/s004210050574" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s004210050574</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000083&pid=S1646-107X201500030001500014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">di Prampero, P. E., Dekerle, J., Capelli,   C., &amp; Zamparo, P. (2008). The critical velocity in swimming. <i>European     Journal of Applied Physiology</i>, <i>102</i>(2), 165–171. <a href="http://doi.org/10.1007/s00421-007-0569-6" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00421-007-0569-6</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000084&pid=S1646-107X201500030001500015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Ettema, J. H. (1966). Limits of human   performance and energy-production. <i>Internationale Zeitschrift Für Angewandte     Physiologie Einschließlich Arbeitsphysiologie</i>, <i>22</i>(1), 45–54. <a href="http://doi.org/10.1007/BF00694796" target="_blank">http://doi.org/10.1007/BF00694796</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000085&pid=S1646-107X201500030001500016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Faina, M., Billat, V., Squadrone, R., De   Angelis, M., Koralsztein, J. P., &amp; Dal Monte, A. (1997). Anaerobic   contribution to the time to exhaustion at the minimal exercise intensity at   which maximal oxygen uptake occurs in elite cyclists, kayakists and swimmers. <i>European     Journal of Applied Physiology and Occupational Physiology</i>, <i>76</i>(1), 13–20.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000086&pid=S1646-107X201500030001500017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Fernandes, R. J., Aleixo, I., Soares, S.,   &amp; Vilas-Boas, J. P. (2008). Anaerobic Critical Velocity: A new tool for   young swimmers training advice. Em W. Beaulieu (Ed.), <i>Physical Activity and Children</i> (pp. 211–223). New York: New Science Publishers.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000088&pid=S1646-107X201500030001500018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Fernandes, R. J., Billat, V. L., Cruz, A.   C., Colaço, P. J., Cardoso, C. S., &amp; Vilas-Boas, J. P. (2006). Does net   energy cost of swimming affect time to exhaustion at the individual’s maximal   oxygen consumption velocity? <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>46</i>(3), 373–380.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000090&pid=S1646-107X201500030001500019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Fernandes, R. J., Cardoso, C. S., Soares,   S. M., Ascensão, A., Colaço, P. J., &amp; Vilas-Boas, J. P. (2003). Time limit   and VO2 slow component at intensities corresponding to VO2max in swimmers. <i>International     Journal of Sports Medicine</i>, <i>24</i>(8), 576–581. <a href="http://doi.org/10.1055/s-2003-43274" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-2003-43274</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000092&pid=S1646-107X201500030001500020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Fernandes, R. J., Sousa, M., Machado, L.,   &amp; Vilas-Boas, J. P. (2011). Step length and individual anaerobic threshold   assessment in swimming. <i>International Journal of Sports Medicine</i>, <i>32</i>(12), 940–946. <a href="http://doi.org/10.1055/s-0031-1283189" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-0031-1283189</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000093&pid=S1646-107X201500030001500021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Fernandes, R. J., &amp; Vilas Boas, J. P.   (1999). Critical   velocity as a criterion for estimating aerobic training pace in juvenile   swimmers. Em K. Keskinen, P. Komi, &amp; A. P. Hollander (Eds.), <i>Biomechanics and medicine in swimming VIII</i> (pp. 233–238). Jyvaskyla: Gummerus Printing.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000094&pid=S1646-107X201500030001500022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Fernandes, R. J., &amp; Vilas-Boas, J. P.   (2012). Time   to Exhaustion at the VO2max Velocity in Swimming: A Review. <i>Journal of Human Kinetics</i>, <i>32</i>, 121–134. <a href="http://doi.org/10.2478/v10078-012-0029-1" target="_blank">http://doi.org/10.2478/v10078-012-0029-1</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000096&pid=S1646-107X201500030001500023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Franken, M., Zacca, R., &amp; Castro, F.   A. de S. (2010). Critical speed in swimming: theoretical basis and application. <i>Motriz</i>, <i>17</i>(1), 209–222. <a href="http://doi.org/10.5016/1980-6574.2011v17n1p209" target="_blank">http://doi.org/10.5016/1980-6574.2011v17n1p209</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000097&pid=S1646-107X201500030001500024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Gaesser, G. A., Carnevale, T. J.,   Garfinkel, A., Walter, D. O., &amp; Womack, C. J. (1995). Estimation of critical   power with nonlinear and linear models. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>27</i>(10), 1430–1438.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000098&pid=S1646-107X201500030001500025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Gaesser, G. A., &amp; Poole, D. C. (1996).   The slow component of oxygen uptake kinetics in humans. <i>Exercise and Sport Sciences Reviews</i>, <i>24</i>, 35–71.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000100&pid=S1646-107X201500030001500026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Greco, C. C., &amp; Denadai, B. S. (2005).   Critical speed and endurance capacity in young swimmers: effects of gender and   age. <i>Pediatric     Exercice Science</i>, <i>17</i>(4), 353–363.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000102&pid=S1646-107X201500030001500027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Greco, C. C., Denadai, B. S.,   Pellegrinotti, I. L., Freitas, A. B., &amp; Gomide, E. (2003). Limiar anaeróbio   e velocidade crítica determinada com diferentes distâncias em nadadores de 10 a   15 anos: relações com a performance e a resposta do lactato sanguíneo em testes   de endurance. <i>Revista Brasileira de Medicina do Esporte</i>, <i>9</i>(1), 2–8. <a href="http://doi.org/10.1590/S1517-86922003000100002" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S1517-86922003000100002</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000104&pid=S1646-107X201500030001500028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Heck, H., Mader, A., Hess, G., Mücke, S.,   Müller, R., &amp; Hollmann, W. (1985). Justification of the 4-mmol/l lactate   threshold. <i>International Journal of Sports Medicine</i>, <i>6</i>(3), 117–130. <a href="http://doi.org/10.1055/s-2008-1025824" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-2008-1025824</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000105&pid=S1646-107X201500030001500029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Hill, D. W. (1993). The critical power   concept. A review. <i>Sports Medicine (Auckland, N.Z.)</i>, <i>16</i>(4), 237–254.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000106&pid=S1646-107X201500030001500030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Hill, D. W. (2001). Aerobic and anaerobic   contribution in middle distance running events. <i>Motriz</i>, <i>7</i>(S1), 63–67.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000108&pid=S1646-107X201500030001500031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Hill, D. W., &amp; Ferguson, C. S. (1999).   A physiological description of critical velocity. <i>European Journal of     Applied Physiology and Occupational Physiology</i>, <i>79</i>(3), 290–293. <a href="http://doi.org/10.1007/s004210050509" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s004210050509</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000110&pid=S1646-107X201500030001500032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Hill, D. W., &amp; Smith, J. C. (1999).   Determination of critical power by pulmonary gas exchange. <i>Canadian Journal     of Applied Physiology = Revue Canadienne De Physiologie Appliquée</i>, <i>24</i>(1), 74–86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000111&pid=S1646-107X201500030001500033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2">Hill, D. W., Steward Jar, R. P., &amp;   Lane, C. J. (1995). Application of the critical power concept to young swimmers. <i>Pediatric Exercice Science</i>, <i>7</i>(3), 281–293.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000113&pid=S1646-107X201500030001500034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Hinckson, E. A., &amp; Hopkins, W. G.   (2005). Reliability of time to exhaustion analyzed with critical-power and   log-log modeling. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>37</i>(4), 696–701.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000115&pid=S1646-107X201500030001500035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Housh, T. J., Devries, H. A., Housh, D.   J., Tichy, M. W., Smyth, K. D., &amp; Tichy, A. M. (1991). The relationship   between critical power and the onset of blood lactate accumulation. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>31</i>(1), 31–36.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000117&pid=S1646-107X201500030001500036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Jones, A. M., &amp; Poole, D. C. (2005). <i>Oxygen Uptake Kinetics in Sport, Exercise and Medicine</i>. London: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000119&pid=S1646-107X201500030001500037&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Keskinen, K. L., &amp; Komi, P. V. (1993).   Stroking characteristics of front crawl swimming during exercise. <i>Journal Applied     Biomechanics</i>, <i>9</i>(3), 219–226.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000121&pid=S1646-107X201500030001500038&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2">Louro, H., Silva, P., Conceição, A. T.,   Neiva, H., Marinho, D. A., &amp; Costa, A. M. (2013). Maximal swimming   distance at anaerobic critical velocity. <i>International Journal of Swimming Kinetics</i>, <i>2</i>(1), 71–86.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000123&pid=S1646-107X201500030001500039&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Mader, A., &amp; Heck, H. (1986). A theory   of the metabolic origin of «anaerobic threshold». <i>International Journal of Sports Medicine</i>, <i>7</i>(S1), 45–65.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000125&pid=S1646-107X201500030001500040&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Marinho, D. A., Barbosa, T. M., Silva, A.   J., &amp; Neiva, H. P. (2012). Applying Anaerobic Critical Velocity in   Non-Elite Swimmers. <i>International Journal of Swimming Kinetics</i>, <i>1</i>(1), 33–50.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000127&pid=S1646-107X201500030001500041&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Martin, L., &amp; Whyte, G. P. (2000).   Comparison of critical swimming velocity and velocity at lactate threshold in   elite triathletes. <i>International Journal of Sports Medicine</i>, <i>21</i>(5), 366–368. <a href="http://doi.org/10.1055/s-2000-3786" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-2000-3786</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000129&pid=S1646-107X201500030001500042&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Monod, H., &amp; Scherrer, J. (1965). The   work capacity of a synergic muscular group. <i>Ergonomics</i>, <i>8</i>(3), 329–338. <a href="http://doi.org/10.1080/00140136508930810" target="_blank">http://doi.org/10.1080/00140136508930810</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000130&pid=S1646-107X201500030001500043&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Moritani, T., Nagata, A., deVries, H. A.,   &amp; Muro, M. (1981). Critical power as a measure of physical   work capacity and anaerobic threshold. <i>Ergonomics</i>, <i>24</i>(5), 339–350. <a href="http://doi.org/10.1080/00140138108924856" target="_blank">http://doi.org/10.1080/00140138108924856</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000131&pid=S1646-107X201500030001500044&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Morton, R. H. (1996). A 3-parameter   critical power model. <i>Ergonomics</i>, <i>39</i>(4), 611–619. <a href="http://doi.org/10.1080/00140139608964484" target="_blank">http://doi.org/10.1080/00140139608964484</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000132&pid=S1646-107X201500030001500045&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Morton, R. H. (2006). The critical power   and related whole-body bioenergetic models. <i>European Journal of Applied Physiology</i>, <i>96</i>(4), 339–354. <a href="http://doi.org/10.1007/s00421-005-0088-2" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00421-005-0088-2</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000133&pid=S1646-107X201500030001500046&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Neiva, H. P., Fernandes, R. J., &amp;   Vilas-Boas, J. P. (2011). Anaerobic critical velocity in four swimming   techniques. <i>International Journal of Sports Medicine</i>, <i>32</i>(3), 195–198. <a href="http://doi.org/10.1055/s-0030-1268474" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-0030-1268474</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000134&pid=S1646-107X201500030001500047&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Papoti, M., Zagatto, A. M., Mendes, O. C.,   &amp; Gobatto, C. A. (2005). Utilização de métodos invasivo e não invasivo na   predição das performances aeróbia e anaeróbia em nadadores de nível nacional. <i>Revista Portuguesa de Ciências do Desporto</i>, <i>5</i>(1), 07–14.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000135&pid=S1646-107X201500030001500048&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Pelayo, P., Dekerle, J., Delaporte, B.,   Gosse, N., &amp; Sidney, M. (2000). Critical speed and critical stroke   rate could be useful physiological and technical criteria for coaches to   monitor endurance performance in competitive swimmers. Em <i>abstract book XVIII International Symposium on Biomechanics in Sports</i>. Hong Kong.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000137&pid=S1646-107X201500030001500049&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Poole, D. C., Ward, S. A., Gardner, G. W.,   &amp; Whipp, B. J. (1988). Metabolic and respiratory profile of the upper limit   for prolonged exercise in man. <i>Ergonomics</i>, <i>31</i>(9), 1265–1279. <a href="http://doi.org/10.1080/00140138808966766" target="_blank">http://doi.org/10.1080/00140138808966766</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000139&pid=S1646-107X201500030001500050&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Poole, D. C., Ward, S. A., &amp; Whipp, B.   J. (1990). The effects of training on the metabolic and respiratory profile of   high-intensity cycle ergometer exercise. <i>European Journal of Applied Physiology and Occupational Physiology</i>, <i>59</i>(6), 421–429.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000140&pid=S1646-107X201500030001500051&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Reis, V. M., Marinho, D. A., Policarpo, F.   B., Carneiro, A. C., Baldari, C., &amp; Silva, A. J. (2010). Examining the   accumulated oxygen deficit method in front crawl swimming. <i>International     Journal of Sports Medicine</i>, <i>31</i>(6), 421–427. <a href="http://doi.org/10.1055/s-0030-1248286" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-0030-1248286</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000142&pid=S1646-107X201500030001500052&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Reis, V. M., Marinho, D. A., Policarpo, F.   B., Reis, A. M., Guidetti, L., &amp; Silva, A. J. (2010). Examining the   accumulated oxygen deficit method in breaststroke swimming. <i>European Journal     of Applied Physiology</i>, <i>109</i>(6), 1129–1135. <a href="http://doi.org/10.1007/s00421-010-1460-4" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00421-010-1460-4</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000143&pid=S1646-107X201500030001500053&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Ribeiro, L., Balikian, P., Malachias, P.,   &amp; Baldissera, V. (2003). Stage length, spline function and lactate   minimum swimming speed. <i>The Journal of Sports Medicine and Physical Fitness</i>, <i>43</i>(3), 312–318.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000144&pid=S1646-107X201500030001500054&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Rodriguez, F. A., Moreno, D., &amp;   Keskinen, K. L. (2003). Validity of a two-distance simplified testing   method for determining critical swimming velocity. Em <i>Biomechanics and     Medicine in Swimming IX</i> (Publications de l’Université de Saint-Étienne, pp. 385–390). Saint-Etienne: Publications de l’Université de Saint-Étienne.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000146&pid=S1646-107X201500030001500055&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Smith, J. C., &amp; Hill, D. W. (1993).   Stability of parameter estimates derived from the power/time relationship. <i>Canadian     Journal of Applied Physiology = Revue Canadienne De Physiologie Appliquée</i>, <i>18</i>(1), 43–47.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000148&pid=S1646-107X201500030001500056&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Spencer, M. R., &amp; Gastin, P. B.   (2001). Energy system contribution during 200- to 1500-m running in highly   trained athletes. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>33</i>(1), 157–162.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000150&pid=S1646-107X201500030001500057&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Stegmann, H., Kindermann, W., &amp;   Schnabel, A. (1981). Lactate kinetics and individual anaerobic threshold. <i>International     Journal of Sports Medicine</i>, <i>2</i>(3), 160–165. <a href="http://doi.org/10.1055/s-2008-1034604" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-2008-1034604</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000152&pid=S1646-107X201500030001500058&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Tegtbur, U., Busse, M. W., &amp; Braumann,   K. M. (1993). Estimation of an individual equilibrium between lactate   production and catabolism during exercise. <i>Medicine and Science in Sports and Exercise</i>, <i>25</i>(5), 620–627.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000153&pid=S1646-107X201500030001500059&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Toubekis, A. G., Tsami, A. P., Smilios, I.   G., Douda, H. T., &amp; Tokmakidis, S. P. (2011). Training-induced changes on   blood lactate profile and critical velocity in young swimmers. <i>Journal of     Strength and Conditioning Research</i>, <i>25</i>(6), 1563–1570. <a href="http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181ddfafc" target="_blank">http://doi.org/10.1519/JSC.0b013e3181ddfafc</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000155&pid=S1646-107X201500030001500060&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Vandewalle, H., Kapitaniak, B., Grün, S.,   Raveneau, S., &amp; Monod, H. (1989). Comparison between a 30-s all-out test   and a time-work test on a cycle ergometer. <i>European Journal of Applied Physiology and Occupational Physiology</i>, <i>58</i>(4), 375–381.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000156&pid=S1646-107X201500030001500061&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Vilas-Boas, J. P., Lamares, J. P.,   Fernandes, R., &amp; Duarte, J. A. (1997). Avaliação do nadador e definição de   objetivos através de critérios não invasivos de simples implementação. <i>Horizonte: Revista de Educação Física e Desporto</i>, <i>14</i>(80), 22–30.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000158&pid=S1646-107X201500030001500062&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Wakayoshi, K., Ikuta, K., Yoshida, T.,   Udo, M., Moritani, T., Mutoh, Y., &amp; Miyashita, M. (1992). 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Oxygen uptake kinetics for various intensities of constant-load work. <i>Journal of Applied Physiology</i>, <i>33</i>(3), 351–356.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000165&pid=S1646-107X201500030001500066&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2">Wilkie, D. R. (1980). Equations describing   power input by humans as a function of duration of exercise. Em P. Cerretelli   &amp; B. J. Whipp (Eds.), <i>Exercise bioenergetics and gas exchange</i> (pp. 75–80). 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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2">Zacca, R., Wenzel, B. M., Piccin, J. S.,   Marcilio, N. R., Lopes, A. L., &amp; Castro, F. A. (2010). Critical   velocity, anaerobic distance capacity, maximal instantaneous velocity and   aerobic inertia in sprint and endurance young swimmers. <i>European Journal of     Applied Physiology</i>, <i>110</i>(1), 121–131. <a href="http://doi.org/10.1007/s00421-010-1479-6" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00421-010-1479-6</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000173&pid=S1646-107X201500030001500070&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2">Zamparo, P., Capelli, C., &amp;   Pendergast, D. (2011). Energetics of swimming: a historical perspective. <i>European Journal of     Applied Physiology</i>, <i>111</i>(3), 367–378. <a href="http://doi.org/10.1007/s00421-010-1433-7" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s00421-010-1433-7</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=000174&pid=S1646-107X201500030001500071&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    <br>   </b>Nada a   declarar.    <br>   <b>Conflito de Interesses:    <br>   </b>Nada a   declarar.    <br>   <b>Financiamento:    <br>   </b>Nada a   declarar</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"> Artigo   recebido a 26-08-2013; Aceite a 22-02-2015</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><font size="2" face="Verdana"><b><font size="2" face="Verdana"><b><sup><b><sup><b><sup><a href="#end"><i><a name="end" id="topo2"></a></i></a></sup></b></sup></b></sup></b></font></b></font><i> Autor correspondente</i>: Universidade da Beira Interior, Rua Marqu&ecirc;s D'&Aacute;vila e   Bolama, 6200-001 Covilh&atilde;<i>. </i><i>E-mail</i>:   <a href="mailto:amcosta@ubi.pt">amcosta@ubi.pt</a></font></p>      ]]></body><back>
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