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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Comunicação Cinésica e Proxémica de Instrutores de Localizada Experientes e Estagiários: Deteção de T-patterns]]></article-title>
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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The present study focuses on the analyses of the fitness instructors’ non-verbal communication using the observational methodology and it aims the analysis of the configuration and temporal pattern (T-patterns) of kinesics and proxemics behaviour, considering different levels of professional experience. 12 fitness instructors participate in this study, divided in two groups accordingly with their professional experience: expert group (n = 6); novice group (n = 6). The exercise classes were videotaped and fitness instructors’ behaviours coded using the Observational System for the Kinesics Communication of the Fitness Instructor (SOCIN-Fitness) and the Observational System for the Proxemics Communication of the Fitness Instructor (SOPROX-Fitness). The results revealed the existence of kinesics and proxemics temporal patterns of communication distinct for each group of instructors. It was possible to verify that expert instructors have a more consistence and complex kinesics and proxemics behaviour than the novices, which was characterized by the regulation of exerciser´s behaviour, throughout their participation in exercise from a correspondent position, and the intercalation of behaviours to inform and give feedback, using more diverse morphologies of gestures.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>Comunicação   Cinésica e Proxémica de Instrutores de Localizada Experientes e Estagiários: Deteção   de <i>T-patterns</i></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>Kinesics   and Proxemics Communication of Expert and Novice Group Resistance Fitness Instructors:   T-patterns Detection</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Susana Mendes Alves<sup>1, 2, 3,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a>;   Marta Castañer<sup>4</sup>; Oleguer Camerino<sup>4</sup>; Susana Carla Alves Franco<sup>1, 5</sup>; José Jesus Fernandes Rodrigues<sup>1, 2, 6</sup></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Escola Superior de Desporto de Rio   Maior (ESDRM), Rio Maior    <br>   </i><sup>2</sup> <i>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Qualidade de     Vida (CIEQV), Santar&eacute;m    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   </i><sup>3</sup> <i>Centro de Investiga&ccedil;&atilde;o em Desporto,       Sa&uacute;de e Desenvolvimento Humano (CIDESD), Vila Real    <br>   </i><sup>4</sup> <i>Institut Nacional d&rsquo;Educaci&oacute; F&iacute;sica de         Catalunya (INEFC) &ndash; Universitat de Lleida, Grup de recerca en Metodologia         Observacional en l'activitat F&iacute;sica i Esportiva.    <br>   </i><sup>5</sup> <i>Centro de Estudos em Educa&ccedil;&atilde;o,           Tecnologia e Sa&uacute;de (CI&amp;DETS), Viseu    <br>   </i><sup>6</sup> <i>Laborat&oacute;rio de Bioci&ecirc;ncias da Motricidade Humana (LABIMH), Agua&ccedil;u, Brasil</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O presente estudo   centra-se na análise da comunicação não-verbal dos instrutores de <i>fitness</i> com recurso à metodologia observacional e objetiva a análise das configurações   e padrões temporais (<i>T-patterns</i>) de comportamento cinésico e proxémico   de instrutores com diferentes níveis de experiência profissional. Participaram   neste estudo 12 instrutores de <i>fitness</i> divididos em dois grupos em   função da sua experiência profissional: grupo de instrutores experientes (<i>n</i> = 6); grupo de instrutores estagiários (<i>n</i> = 6). As sessões de exercício   foram filmadas e os comportamentos cinésicos e proxémicos dos instrutores   codificados com recurso ao Sistema de Observação da Comunicação Cinésica - <i>Fitness</i>   (SOCIN-<i>Fitness</i>) e ao Sistema de   Observação da Comunicação Proxémica - <i>Fitness</i> (SOPROX-<i>Fitness</i>). Os resultados   obtidos revelaram a existência de padrões temporais de comportamento cinésico e   proxémico, próprios de cada grupo de instrutores. Foi possível verificar que os   instrutores experientes apresentam um comportamento cinésico e proxémico mais   consistente e complexo do que os estagiários, caraterizado pela regulação do   comportamento dos praticantes, através do acompanhamento na realização dos   exercícios a partir da posição correspondente, e da intercalação de comportamentos   de informação e de feedback, com recurso à utilização de uma morfologia de gestos mais diversificadas.  </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave: </b>comunicação não-verbal, metodologia observacional, <i>fitness</i>  </font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">The   present study focuses on the analyses of the fitness instructors’ non-verbal   communication using the observational methodology and it aims the analysis of   the configuration and temporal pattern (T-patterns) of   kinesics and proxemics behaviour, considering different levels of professional   experience. 12 fitness instructors participate in this study, divided in two   groups accordingly with their professional experience: expert group (<i>n</i> =   6); novice group (<i>n</i> = 6). The exercise classes were videotaped and   fitness instructors’ behaviours coded using the Observational System for the   Kinesics Communication of the Fitness Instructor (SOCIN-Fitness) and the   Observational System for the Proxemics Communication of the Fitness Instructor   (SOPROX-Fitness). The results revealed the existence of kinesics and proxemics   temporal patterns of communication distinct for each group of instructors. It   was possible to verify that expert instructors have a more consistence and   complex kinesics and proxemics behaviour than the novices, which was   characterized by the regulation of exerciser´s behaviour, throughout their   participation in exercise from a correspondent position, and the intercalation   of behaviours to inform and give feedback, using more diverse morphologies of gestures.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Key   words: </b> non-verbal communication, observational methodology, fitness</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As   atividades de grupo de <i>fitness</i> representam uma boa oportunidade para os   indivíduos atingirem os níveis de atividade física recomendadas para a saúde e,   quando comparadas com as atividades individuais, tendem também a promover mais   benefícios psicossociais e mais adesão ao exercício (Carron &amp; Burke, 2005). Todavia, grande   parte destes benefícios depende da qualidade dos instrutores, já que são estes,   em última instância, que têm a responsabilidade de organizar e estruturar as   atividades. Esta tese é corroborada por alguns estudos que têm demonstrado a   existência de uma relação entre a forma como os instrutores comunicam e o clima   de aula e a adesão às atividades de grupo de <i>fitness</i> (Bray, Millen, Eidsness, &amp; Leuzinger, 2005; Martin &amp; Fox, 2001). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Tendo   por base este pressuposto, este estudo centra-se   na análise da comunicação cinésica (i.e. movimentos corporais) (Birdwhistell, 1970) e proxémica (i.e.   uso do espaço) (Hall, 1966) dos instrutores   de <i>fitness</i> de Localizada, considerando a sua experiência profissional. A   opção pela análise deste tipo de comunicação em função da experiência profissional   tem por base o facto de os indivíduos se irem tornando mais competentes e   eficazes na realização das suas atividades à medida que vão ganhando   experiência (Berliner, 2001). De acordo com   Webster (2008), este tipo de   análise comparativa, entre professores com e sem experiência, permite um melhor   entendimento sobre o que constitui uma comunicação de sucesso, já que ao se ter   acesso aos automatismos caraterísticos dos professores experientes (Berliner, 2001; Sabers, Cushing,   &amp; Berliner, 1991),   possibilita-se a aprendizagem dos professores menos experientes (Farrington-Darby &amp; Wilson,   2006).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os   estudos realizados recentemente no contexto do ensino permitiram identificar a   existência de <i>T-patterns</i> de comportamentos de comunicação próprios de   professores de educação física com e sem experiência (Castañer,   Camerino, Anguera, &amp; Jonsson, 2010, 2013). De acordo com estes estudos, os professores   com menos experiência, apesar de realizarem uma maior quantidade de gestos,   apresentavam uma comunicação gestual de menor qualidade e nem sempre tiravam o   melhor partido da ocupação do espaço, influenciando diretamente as aprendizagens dos alunos. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Estes   resultados fazem acreditar que o estudo destas variáveis no contexto das   atividades de grupo de <i>fitness</i> possa também contribuir para o   conhecimento do perfil de comunicação dos instrutores, ajudando-os na otimização   do processo de ensino. Tendo por base esta expetativa, o presente estudo   objetiva a análise dos <i>T-patterns</i> de comportamento cinésico e proxémico   dos instrutores de <i>fitness</i>, na lecionação da atividade de Localizada, em contexto real de atuação profissional.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font><font face="Verdana">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">Dada   a complexidade e a dinâmica da interação entre os comportamentos comunicativos   cinésicos e proxémicos dos instrutores de Localizada, recorreu-se à metodologia   observacional (Anguera, 2003), a qual tem como   princípios: a implementação em contextos naturais, a elaboração de instrumentos   de observação <i>ad hoc</i>, e a continuidade temporal (Anguera,   Blanco-Villaseñor, Mendo, &amp; Losada, 2011). A sua flexibilidade e rigor fazem   com que seja considerada a abordagem <i>standard</i> em estudos de observação   do comportamento no contexto desportivo (Anguera &amp;   Hernández-Mendo, 2014),   ao permitir a recolha de variáveis categóricas qualitativas e quantitativas   (i.e. <i>Mixed Methods</i>)(Anguera,   Camerino, Castañer, &amp; Sánchez-Algarra, 2014; Camerino, Castañer, &amp;   Anguera, 2012).   O   desenho observacional deste estudo é I/P/M: ideográfico (i.e.   centrado na análise de um instrutor), pontual (i.e. cada instrutor é analisado   apenas numa aula) e multidimensional (i.e. o comportamento é analisado em simultâneo a partir de diferentes dimensões e categorias) (Anguera et al., 2011).</font></p>     <p><font size="2"><b>A</b><b>mostra</b></font></p>     <p><font size="2">Participaram   neste estudo 12 instrutores portugueses de Localizada. Esta atividade de <i>fitness</i>,   objetiva o desenvolvimento da resistência muscular localizada, através da   realização de séries de exercícios, usualmente ao ritmo de música, onde os   praticantes utilizam o peso corporal ou outros tipos de materiais (e.g.   halteres, caneleiras, barras ou bastões, elásticos) para criar uma carga   adicional. Os instrutores foram divididos por dois grupos em função da sua   experiência profissional, ou seja, 6 instrutores estagiários (i.e.   instrutor-aluno no primeiro ano de experiência profissional) e 6 instrutores   experientes (i.e. instrutores com mais de 5 anos de experiência), considerando   o modelo de experiência profissional proposto por Berliner (1994): grupo de   instrutores experientes – idades compreendidas entre os 29 e os 36 anos (<i>M</i>   = 32; <i>DP</i> = 3), experiência profissional como instrutor de <i>fitness</i>   entre os 7 e os 14 anos (<i>M</i> = 9.59; <i>DP</i> = 2.40) e experiência na   lecionação da atividade de Localizada entre os 5 e os 14 anos (<i>M</i> = 8.44;   <i>DP</i> = 3.26); grupo de instrutores estagiários – idades compreendidas   entre os 20 e os 26 anos (<i>M</i> = 22; <i>DP</i> = 2), experiência   profissional como instrutor de <i>fitness</i> entre os .75 e os .42 anos (<i>M</i>   =.52; <i>DP </i>= .11), e experiência na lecionação da atividade de Localizada   entre os .75 e os .42 anos (<i>M </i>=.52; <i>DP</i> = .11). Foram observadas   12 aulas de Localizada, uma por cada instrutor que participou neste estudo. As   sessões foram todas constituídas pelo aquecimento, parte fundamental e retorno   à calma e tiveram uma duração média de 43 minutos (<i>DP</i> = 6 minutos). Os   instrutores tinham a mesma formação académica (i.e. licenciados e estagiários   em condição física e saúde no desporto) e ambos os grupos foram constituídos por 3 instrutores do género masculino e 3 instrutores do género feminino. </font></p>     <p><font size="2"><b>Instrumentos</b></font></p>     <p><font size="2">Para a   observação do comportamento não verbal cinésico e proxémico dos instrutores de <i>fitness</i> em contexto real de ensino da atividade de Localizada, foram utilizados dois   sistemas de observação, desenvolvidos <i>ad hoc</i>, a partir dos sistemas   SOCIN e SOPROX (Castañer et al.,   2010, 2013), como é recomendado por Anguera (2003, 2005). </font></p>     <p><font size="2">Sistema de Observação da Comunicação   Cinésica - <i>Fitness</i> (SOCIN-<i>Fitness</i>) (Alves et al., 2014), o qual é composto por 5 dimensões   de análise e 21 categorias (<a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a06t1.jpg">Tabela 1</a>). </font></p>     
<p><font size="2">Sistema de Observação da   Comunicação Proxémica - <i>Fitness</i> (SOPROX-<i>Fitness</i>) (Alves et al., 2013), o qual é composto por 5 dimensões   de análise e 23 categorias (<a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a06t2.jpg">Tabela 2</a>).</font></p>     
<p><font size="2"><b>Procedimentos</b></font></p>     <p><font size="2">A recolha dos dados foi efetuada   sempre mediante um pedido prévio de autorização ao responsável do ginásio, bem   como aos instrutores e praticantes envolvidos. Todos os instrutores deram o seu   consentimento informado para fazerem parte desta investigação. Os procedimentos   adotados cumprem as recomendações éticas definidas por Harriss e Atkinson (2009, 2011) para a investigação na área do   desporto e exercício, tendo sido adicionalmente aprovados pelo comité de ética   e conselho técnico-científico da instituição envolvida com o parecer nº 012/2012.</font></p>     <p><font size="2">As gravações dos vídeos (i.e.   imagem e som) foram codificadas   com recurso ao programa LINCE (Gabin, Camerino, Anguera, &amp;   Castañer, 2012). Previamente foi analisada a qualidade   dos dados através do teste das fiabilidades inter-observadores e intra-observador   em todas as categorias dos   sistemas SOCIN-<i>Fitness</i> e SOPROX-<i>Fitness</i>, permitindo   garantir que o erro é reduzido e que existe estabilidade e consistência nas   observações, assegurando que se pode prosseguir para o registo de dados (Blanco-Villaseñor &amp; Anguera,   2003).   Para tal, após o treino dos observadores foi visionado e codificado um vídeo de uma aula de grupo de <i>fitness</i>.</font></p> </font>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>AN&Aacute;LISE ESTAT&Iacute;STICA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para testar as fiabilidades   inter-observadores e intra-observador foi calculado o índice de concordância Kappa   de Cohen (Cohen, 1960) para cada categoria de análise em   ambos os testes, tendo-se   obtido valores de Kappa compreendidos entre .75 e 1, revelando elevados níveis   de concordância (Fleiss, 1981).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Para analisar as configurações e sua relação em <i>T-patterns</i> foi utilizado o programa THEME 5.0 (Magnusson, 2000, 2005).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Esta abordagem inovadora no   contexto desportivo (Jonsson, Thorsteinsson, &amp;   Tomasson, 2010)   permite a recolha de informações sobre a estrutura do comportamento que não podem ser observadas a “olho nu” ou através de qualquer outro método (Magnusson, 2000). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A análise das principais   configurações de comportamentos foi realizada através da apresentação do número   total de configurações e da frequência absoluta e relativa das 5 configurações   mais frequentes, para cada grupo. No caso dos padrões temporais (<i>T-patterns</i>),   as estruturas de comportamento detetadas são representadas através de um   dendrograma que ilustra um <i>T-pattern</i> de comportamento composto por um   conjunto de configurações que ocorrem segundo a mesma ordem e dentro do mesmo intervalo temporal crítico (Jonsson et al., 2010). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os <i>T-patterns</i> foram   detetados através da análise em simultâneo dos seis instrutores de cada grupo,   sendo definidos os critérios de inclusão de 3 ocorrências mínimas e um nível de   significância de .05. Para cada grupo de instrutores, será apresentado um <i>T-pattern</i> que apresente a estrutura mais completa (i.e. maior número de comportamentos combinados) e que configure um comportamento lógico de atuação profissional.</font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Das observações realizadas aos 12   instrutores de <i>fitness</i> que participaram neste estudo, foi possível   registar um total de 2837 comportamentos cinésicos e respetiva proxémica,   considerando os dois grupos de instrutores (Experientes = 1662; Estagiários=   1175). Cada comportamento observado representa uma configuração de códigos cinésicos e proxémicos registados nesse momento. </font></p>     <p><font size="2"><b>Configurações de comportamentos</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">Verificou-se a   existência de 456 configurações de comportamentos diferentes no grupo de   instrutores experientes e 488 para o grupo de instrutores estagiários. Na   <a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a06t3.jpg">Tabela 3</a> estão apresentadas as cinco configurações mais frequentes obtidas em   cada grupo de instrutores e respetivas frequências absolutas, relativas e acumuladas.</font></p>     
<p><font size="2"><b>T-patterns dos instrutores experientes</b></font></p>     <p><font size="2">O <i>T-pattern</i> detetado nos   instrutores experientes representa uma combinação de nove configurações diferentes de comportamentos cinésicos e proxémicos (<a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a06f1.jpg">Figura 1</a>).</font></p>     
<p><font size="2">O padrão de comportamento inicia-se   com uma configuração (01) onde os instrutores estão a regular o comportamento   dos praticantes (RE) através da realização de um gesto socialmente pré-   estabelecido (EMBS) informando-os sobre o que deve ser realizado (INF) e   acompanhando-o na realização do exercício (CE). Esse gesto é dirigido para toda   a classe (MAC) a partir de uma posição periférica na sala (P), estando os   instrutores envolvidos nas atividades (IINT) à frente dos praticantes de costas   para os mesmos (FC) numa posição bípede sem se deslocar no espaço (PFB). Nas   duas configurações seguintes (02 e 03) os instrutores apenas mudam a   morfologias dos gestos, apontando primeiramente para algo (DEI) e realizando em   seguida um emblema numérico (EMBS). Na quarta (04) e quintas (5) configurações   os instrutores regulam o comportamento dos praticantes através de um gesto deítico   (DEI) e cinetográfico (CIN), respetivamente, com o objetivo pedagógico de   fornecer feedback (FEED) a todos os praticantes (MAC), mantendo a restante   proxémica. Nas configurações seis (06) e sete (07) os instrutores regulam o   comportamento (RE), mantêm a morfologia cinetográfico (CIN) sendo que,   seguidamente realizam um emblema social (EMBS), para fornecer feedback (FEED)   individual (DIA). Por último (configurações 08 e 09), os instrutores voltam a   regular o comportamento (RE) através de um gestos que identifica o ritmo ou a   velocidade dos exercício (RIT) e cinetográfico (CIN), com o objetivo de   informar (INF) aquando da realização do exercício (CE) todos os praticantes   (MAC), a partir de uma posição periférica na sala (P), estando os instrutores   envolvidos nas atividades (IINT) à frente dos praticantes e de costas para os mesmos (FC) numa posição bípede sem se deslocar no espaço (PFB).</font></p>     <p><font size="2"><b>&nbsp;T-patterns dos instrutores estagiários</b></font></p>     <p><font size="2">Relativamente   aos instrutores estagiários, o <i>T-pattern</i> encontrado é composto por quatro configurações de comportamentos cinésicos e proxémicos (<a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a06f2.jpg">Figura 2</a>).</font></p>     
<p><font size="2">O <i>T-pattern</i> detetado inicia-se com uma combinação (01), onde os instrutores realizam um   gesto com uma função ilustrativa, ou seja, não pressupõe uma resposta imediata   dos praticantes (IL), através do uso de um gesto de apontar para algo (DEI) com   o objetivo de informar (INF) não sendo acompanhado de exercício realizado pelos   instrutores (SE). Esse gesto é dirigido para todo o grupo (MAC), estando os   instrutores localizados na parte periférica da sala (P), demonstrando estar   envolvidos nas atividades (IINT) à frente dos praticantes e de frente para os mesmos   (FE) numa posição bípede sem se deslocarem no espaço (PFB). Na configuração   seguinte (02) os instrutores realizam novamente um gesto que não pressupõe uma   resposta imediata pelos praticantes (IL), sem uma morfologia definida (BAT),   com o objetivo de informar (INF), sem estarem a efetuar exercício (SE) e sem   alterarem a sua proxémica. Na terceira configuração (03), os instrutores   realizam um gesto que não pressupõe uma resposta imediata (IL), através de um   emblema socialmente instituído (EMBS), com o objetivo de informar (INF) sem   estarem a realizar o exercício (SE), mantendo também a sua proxémica. Na última   combinação (04) do padrão, os instrutores realizam um gesto ilustrador, através   de um gesto de apontar para algo (DEI) para informar (INF), não estando a   realizar exercício (SE). Esse gesto é dirigido para todo o grupo de praticantes   (MAC), a partir de uma localização periférica na sala (P), estando os   instrutores envolvidos no que se passa na aula (IINT), à frente e com a mesma   orientação dos praticantes (FC) estrando em locomoção, ou seja a circular na sala.</font></p> </font>     <p>&nbsp;  </p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O   presente estudo centra-se na análise da comunicação não-verbal dos instrutores   de <i>fitness</i> com recurso à metodologia observacional (Anguera, 2003) e objetiva a   análise das configurações e <i>T-patterns</i> de comportamento cinésico e   proxémico de instrutores com diferentes níveis de experiência profissional, com   recurso ao programa informático THEME 5.0 (Magnusson, 2000, 2005). Estudos   preliminares realizados à comunicação cinésica (Alves et al., 2014) e proxémica (Alves et al., 2013) de instrutoras de <i>fitness</i> experientes em diferentes atividades de grupo (i.e. Step,   Localizada, Indoor Cycling e Hidroginástica) verificaram que o perfil de   comunicação não-verbal parece estar relacionado com as caraterísticas próprias   de cada atividade. No caso dos instrutores de Localizada verificou-se que   comunicaram maioritariamente através de gestos para regular os praticantes,   apontando para algo, com o objetivo de informar, aquando da execução dos   exercícios em simultâneo com os praticantes. Em termos proxémicos as   instrutoras comunicavam maioritariamente para todo o grupo de praticantes, a   partir da periferia da sala, com uma atitude corporal que revelava estarem   envolvidas com o que se passava na sessão, encontrando-se à frente com a mesma   orientação dos praticantes em posição fixa bípede. Estes perfis de comunicação   cinésica e proxémica corroboram as configurações de comportamento mais   frequentes do presente estudo, e em particular a configuração mais frequente   dos instrutores experientes. Adicionalmente, através da análise <a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a06t3.jpg">tabela 3</a>,   podemos agora também verificar que as configurações de comportamento de   comunicação variam em função da experiência profissional dos instrutores. Os   resultados obtidos indicam que os instrutores experientes apresentam uma maior   estabilidade de comportamentos cinésicos e proxémicos, já que as cinco   configurações mais comuns representaram 60.28% do total de comportamentos   detetados. Por outro lado, os instrutores estagiários apresentam uma maior   variabilidade de configurações de comportamentos sendo que as cinco configurações   mais frequentes apenas representaram 17.80% do total dos comportamentos   detetados. De acordo com (Berliner, 2001), este automatismo   de comportamento verificado nos professores experientes é um mecanismo que lhes   permite libertar a atenção para o processamento de informações mais complexas.    </font></p>     
]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">A   análise da frequência de ocorrências das configurações de comportamentos foi   subsequentemente complementada com a informação recolhida ao nível dos <i>T-patterns</i> detetados, os quais possuem caraterísticas próprias em cada um dos dois grupos de instrutores analisados:</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">a)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Nos   instrutores experientes o <i>T-pattern</i> mais complexo é composto por uma   sequência de nove comportamentos, enquanto nos instrutores estagiários o <i>T-pattern</i> mais complexo encontrado representa uma sequência de apenas quatro   comportamentos. Tal como verificado anteriormente, o comportamento dos   instrutores experientes foi mais estável sendo agora possível também verificar   que é mais complexo e estruturado. Esta consistência e estruturação, reflete a   complexidade do comportamento que é caraterístico dos professores experientes (Berliner, 2001; Sabers et al., 1991);</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">b)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Os   instrutores experientes regulam o comportamento dos praticantes, com o objetivo   de obterem uma resposta imediata (i.e. gestos reguladores), enquanto os   instrutores estagi                  ários se centram na utilização de gestos ilustradores que não   pressupõem essa resposta imediata. Esta diferença de atuação poderá indiciar   uma maior preocupação dos instrutores experientes em potenciar o tempo de   prática dos praticantes, já que dão as informações enquanto regulam o   comportamento, ao passo que os instrutores estagiários fazem-no em situações   discursivas e ilustrativas. Note-se que uma das caraterísticas dos professores   experientes é a sua maior capacidade para selecionar e estruturar as   informações importantes (Berliner, 2001), o que faz com   que despendam significativamente menos tempo em comportamentos de instrução (Behets, 1997);</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">c)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Os   instrutores experientes est                  ão sempre a acompanhar os praticantes na realização   dos exercícios contrariamente aos instrutores estagiários. Esta diferença   indicia uma maior capacidade dos instrutores experientes para utilizarem a sua   cinésica corporal como modelo de execução, o que possibilita aos praticantes   uma identificação rápida dos exercícios a realizar, bem como da sua correta   execução, evitando parar a aula com a verbalização e a ilustração dos   exercícios. A utilização o seu corpo como modelo pode servir também como uma   estratégia de motivação para fazer com que os alunos se empenhem nos exercícios   (Franco, Rodrigues,                   &amp; Castañer, 2008); </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">d)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Os   instrutores experientes intercalam os comportamentos para informar os   praticantes sobre os exerc                  ícios (i.e. Informação) com comportamentos para   ajudar, corrigir os praticantes ou avaliar a sua prestação motora (i.e.   Feedback). Esta combinação não se verifica no comportamento dos instrutores   estagiários que apenas dão informação sobre os exercícios. Estes resultados são   consistentes com os encontrados por Hogan, Rabinowitz, e Craven (2003), onde se   verificou uma tendência para os professores inexperientes se focalizarem em si   próprios, estando primeiramente preocupados com a transmissão de informação, ao   passo que os professores experientes se focalizavam nas aprendizagens dos   alunos, preocupando-se em dar resposta às necessidades sentidas pelos alunos   numa dada situação específica. Por outro lado, também é sabido que os   professores experientes monitorizam melhor as aprendizagens e as respostas dos   alunos aos feedbacks (Berliner, 2001), o que também é   evidenciado nos resultados obtidos. Note-se que a atenção recebida e a   adequação dos exercícios é um dos aspetos tidos como mais importante pelos   praticantes de exercício para a sua avaliação da qualidade do instrutor (Papadimitriou &amp; Karteroliotis,   2000);</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">e)&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Por   fim, destaca-se o facto de, nos <i>T-patterns</i> identificados, os instrutores   experientes utilizaram cinco diferentes morfologias de gestos ao passo que os   instrutores estagiários se cingiram à utilização de três morfologias distintas,   onde se incluem a utilização de batutas, que representam gestos sem significado   icónico, que usualmente acompanham e enfatizam a lógica do discurso verbal.   Esta diferença revela uma maior capacidade por parte dos instrutores   experientes de tirarem partido da comunicação cinésica gestual, já que utilizam   morfologias mais diversificadas. A capacidade de utilização deste tipo de   comunicação gestual tem sido identificada como um aspeto importante para a   qualidade da comunicação (Cartmill, Beilock, &amp;   Goldin-Meadow, 2012; Maricchiolo, Gnisci, Bonaiuto, &amp; Ficca, 2009; Maricchiolo, Livi, Bonaiuto, &amp; Gnisci, 2011). </font></p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Os   resultados obtidos revelaram a existência de <i>T-patterns</i> de comportamento   cinésico e proxémico, próprios de cada grupo de instrutores. Os resultados   obtidos sugerem uma maior capacidade por parte dos instrutores experientes de   tirarem partido da sua comunicação não-verbal, uma vez que apresentam um   comportamento cinésico e proxémico mais consistente e complexo do que os   estagiários, caraterizado pela regulação do comportamento dos praticantes,   através do acompanhamento na realização dos exercícios a partir da posição   correspondente, e da intercalação de comportamentos de informação e de   feedback, com recurso à utilização de uma morfologia de gestos mais   diversificadas. Esta informação poderá ser útil para guiar e potenciar a   intervenção pedagógica dos instrutores de <i>fitness</i>. Por fim, importa   ainda referir que os resultados obtidos aplicam-se apenas à atividade de Localizada,   o que limita a generalização dos resultados encontrados a outras modalidades.   Sendo esta uma primeira abordagem ao estudo da comunicação cinésica e proxémica   nas aulas de grupo de <i>fitness</i> será importante prosseguir com   investigações futuras que analisem as diferenças neste tipo de comunicação em função do género, das atividades de grupo e da formação dos instrutores.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Alves, S. M.,   Rodrigues, J. F., Castañer, M., Foguet, O. C., Sequeira, P. J., Carvalhinho, L.   A., … Franco, S. A. (2014). Validação e desenvolvimento de um sistema de   observação da comunicação cinésica do instrutor de fitness. <i>Motricidade</i>,   <i>10</i>(1), 77–87. <a href="http://doi.org/10.6063/motricidade.10(1).2638" target="_blank">http://doi.org/10.6063/motricidade.10(1).2638</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350092&pid=S1646-107X201500040000600001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Alves, S. M., Rodrigues, J. J. F.,   Castañer, M., Foguet, O. C., Sequeira, P. J. R. M. de, Carvalhinho, L. A. D., …   Franco, S. C. A. (2013). Sistema de observação da comunicação proxémica do   instrutor de fitness (SOPROX-Fitness): desenvolvimento, validação e estudo   piloto. <i>Revista     Iberoamericana de Psicología del Ejercicio y el Deporte</i>, <i>8</i>(2), 281–299.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350093&pid=S1646-107X201500040000600002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Anguera, M. T. (2003). Observational   Methods (General). Em R. Fernández-Ballesteros (Ed.), <i>Encyclopedia of Psychological Assessment</i> (Vol. 2, pp. 632–637). London: SAGE.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350095&pid=S1646-107X201500040000600003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Anguera, M. T. (2005). Microanalysis of   T-patterns. Analysis of symmetry/asymmetry in social interaction. Em L. Anolli,   S. Duncan, M. Magnusson, &amp; G. Riva (Eds.), <i>From Genomics to Culture Patterns</i> (pp. 51–70). Amsterdam: IOS Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350097&pid=S1646-107X201500040000600004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Anguera, M. T., Blanco-Villaseñor,   A., Mendo, A. H., &amp; Losada, J. L. (2011). Diseños Observacionales: Ajuste y   aplicación en psicología del deporte. <i>Cuadernos de Psicología del Deporte</i>, <i>11</i>(2), 63–76.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350099&pid=S1646-107X201500040000600005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Anguera, M. T., Camerino, O.,   Castañer, M., &amp; Sánchez-Algarra, P. (2014). Mixed methods en la   investigación de la actividad física y el deporte. <i>Revista de Psicologia del Deporte</i>, <i>23</i>(1), 123–130.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350101&pid=S1646-107X201500040000600006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Anguera, M. T., &amp;   Hernández-Mendo, A. (2014). Metodología observacional y psicología del deporte:   Estado de la cuestión. <i>Revista de Psicologia del Deporte</i>, <i>23</i>(1), 103–109.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350103&pid=S1646-107X201500040000600007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Behets, D. (1997). Comparison of more and   less effective teaching behaviors in secondary physical education. <i>Teaching     and Teacher Education</i>, <i>13</i>(2), 215–224. <a href="http://doi.org/10.1016/S0742-051X(96)00015-7" target="_blank">http://doi.org/10.1016/S0742-051X(96)00015-7</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350105&pid=S1646-107X201500040000600008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Berliner, D. C. (1994). Teacher Expertise.   Em A. Pollard &amp; J. Bourne (Eds.), <i>Teaching and Learning in the Primary School</i> (pp. 73–79). London: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350106&pid=S1646-107X201500040000600009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Berliner, D. C. (2001). Learning about and   learning from expert teachers. <i>International Journal of Educational Research</i>, <i>35</i>(5), 463–482. <a href="http://doi.org/10.1016/S0883-0355(02)00004-6" target="_blank">http://doi.org/10.1016/S0883-0355(02)00004-6</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350108&pid=S1646-107X201500040000600010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Birdwhistell, R. L. (1970). <i>Kinesics   and Context: Essays on Body Motion Communication</i>. Philadelphia: University of Pennsylvania Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350109&pid=S1646-107X201500040000600011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Blanco-Villaseñor, A., &amp; Anguera, M.   T. (2003). Calidad   de los datos registrados en el ámbito deportivo. Em A. Hernández-Mendo (Ed.), <i>Psicología     del Deporte</i> (Vol. 2, pp. 35–73). Buenos Aires: Efdeportes (<a href="http://www.efdeportes.com" target="_blank">www.efdeportes.com</a>).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350111&pid=S1646-107X201500040000600012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bray, S. R., Millen, J. A.,   Eidsness, J., &amp; Leuzinger, C. (2005). The effects of   leadership style and exercise program choreography on enjoyment and intentions   to exercise. <i>Psychology of Sport and Exercise</i>, <i>6</i>(4), 415–425. <a href="http://doi.org/10.1016/j.psychsport.2004.07.003" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.psychsport.2004.07.003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350113&pid=S1646-107X201500040000600013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Camerino, O., Castañer, M., &amp; Anguera,   T. M. (Eds.). (2012). <i>Mixed Methods Research in the Movement Sciences: Case     Studies in Sport, Physical Education and Dance</i>. New York&#8239;: Routledge.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350114&pid=S1646-107X201500040000600014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Carron, A., &amp; Burke, S. (2005).   Context and physical activity: The influence of others. <i>Sport and Exercise Psychology Review</i>, <i>1</i>(2), 23–31.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350116&pid=S1646-107X201500040000600015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cartmill, E. A., Beilock, S., &amp;   Goldin-Meadow, S. (2012). A word in the hand: action, gesture and mental   representation in humans and non-human primates. <i>Philosophical Transactions     of the Royal Society B: Biological Sciences</i>, <i>367</i>(1585), 129–143. <a href="http://doi.org/10.1098/rstb.2011.0162" target="_blank">http://doi.org/10.1098/rstb.2011.0162</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350118&pid=S1646-107X201500040000600016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Castañer, M., Camerino, O., Anguera, M.   T., &amp; Jonsson, G. K. (2010). Observing the paraverbal communicative style   of expert and novice PE teachers by means of SOCOP: a sequential analysis. <i>Procedia     - Social and Behavioral Sciences</i>, <i>2</i>(2), 5162–5167. <a href="http://doi.org/10.1016/j.sbspro.2010.03.839" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.sbspro.2010.03.839</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350119&pid=S1646-107X201500040000600017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Castañer, M., Camerino, O., Anguera, M.   T., &amp; Jonsson, G. K. (2013). Kinesics and proxemics communication of expert   and novice PE teachers. <i>Quality &amp; Quantity</i>, <i>47</i>(4), 1813–1829. <a href="http://doi.org/10.1007/s11135-011-9628-5" target="_blank">http://doi.org/10.1007/s11135-011-9628-5</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350120&pid=S1646-107X201500040000600018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Cohen, J. (1960). A Coefficient of   Agreement for Nominal Scales. <i>Educational and Psychological Measurement</i>, <i>20</i>(1), 37–46. <a href="http://doi.org/10.1177/001316446002000104" target="_blank">http://doi.org/10.1177/001316446002000104</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350121&pid=S1646-107X201500040000600019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Farrington-Darby, T., &amp; Wilson, J. R.   (2006). The nature of expertise: A review. <i>Applied Ergonomics</i>, <i>37</i>(1), 17–32. <a href="http://doi.org/10.1016/j.apergo.2005.09.001" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.apergo.2005.09.001</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350122&pid=S1646-107X201500040000600020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Fleiss, J. L. (1981). <i>Statistical methods for rates and proportions</i> (2nd ed.). New York: Wiley.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350123&pid=S1646-107X201500040000600021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Franco, S. C. A., Rodrigues, J. de J. F.,   &amp; Castañer, M. (2008). Comportamento pedagógico dos instrutores de aulas de   grupo de fitness de localizada. <i>Fitness &amp; performance journal</i>, <i>7</i>(4), 251–263. <a href="http://doi.org/10.3900/fpj.7.4.251.p" target="_blank">http://doi.org/10.3900/fpj.7.4.251.p</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350125&pid=S1646-107X201500040000600022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Gabin, B., Camerino, O., Anguera, M. T.,   &amp; Castañer, M. (2012). Lince: Multiplatform Sport Analysis Software. <i>Procedia     - Social and Behavioral Sciences</i>, <i>46</i>, 4692–4694. <a href="http://doi.org/10.1016/j.sbspro.2012.06.320" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.sbspro.2012.06.320</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350126&pid=S1646-107X201500040000600023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hall, E. T. (1966). <i>The Hidden Dimension</i>. New York: Doubleday.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350127&pid=S1646-107X201500040000600024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Harriss, D. J., &amp; Atkinson, G. (2009).   International Journal of Sports Medicine - ethical standards in sport and   exercise science research. <i>International Journal of Sports Medicine</i>, <i>30</i>(10), 701–702. <a href="http://doi.org/10.1055/s-0029-1237378" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-0029-1237378</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350129&pid=S1646-107X201500040000600025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Harriss, D. J., &amp; Atkinson, G. (2011).   Update--Ethical standards in sport and exercise science research. <i>International     Journal of Sports Medicine</i>, <i>32</i>(11), 819–821. <a href="http://doi.org/10.1055/s-0031-1287829" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-0031-1287829</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350130&pid=S1646-107X201500040000600026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Hogan, T., Rabinowitz, M., &amp; III, J.   A. C. (2003). Problem representation in teaching: Inferences from research of   expert and novice teachers. <i>Educational Psychologist</i>, <i>38</i>(4), 235–247. <a href="http://doi.org/10.1207/S15326985EP3804_3" target="_blank">http://doi.org/10.1207/S15326985EP3804_3</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350131&pid=S1646-107X201500040000600027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jonsson, G. K., Thorsteinsson, V., &amp;   Tomasson, G. G. (2010). Identification of Vertical and Horizontal Movement   Patterns in Cod Behavior. Em <i>Proceedings of the 7th International Conference     on Methods and Techniques in Behavioral Research</i> (p. 10:1–10:3). 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Discovering   hidden time patterns in behavior: T-patterns and their detection. <i>Behavior     Research Methods, Instruments, &amp; Computers</i>, <i>32</i>(1), 93–110. <a href="http://doi.org/10.3758/BF03200792" target="_blank">http://doi.org/10.3758/BF03200792</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350133&pid=S1646-107X201500040000600029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Magnusson, M. S. (2005). Understanding   social interaction: discovering hidden structure with model and algorithms. Em   L. Anolli, S. J. Duncan, M. S. Magnusson, &amp; G. Riva (Eds.), <i>The Hidden     Structure of Interaction: From Neurons to Culture Patterns</i> (pp. 3–22). Amsterdam: IOS Press.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350134&pid=S1646-107X201500040000600030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Maricchiolo, F., Gnisci, A., Bonaiuto, M.,   &amp; Ficca, G. (2009). Effects of different types of hand gestures in   persuasive speech on receivers’ evaluations. <i>Language and Cognitive Processes</i>, <i>24</i>(2), 239–266. <a href="http://doi.org/10.1080/01690960802159929" target="_blank">http://doi.org/10.1080/01690960802159929</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350136&pid=S1646-107X201500040000600031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Maricchiolo, F., Livi, S., Bonaiuto, M.,   &amp; Gnisci, A. (2011). Hand gestures and perceived influence in small group interaction. <i>The Spanish Journal of Psychology</i>, <i>14</i>(2), 755–764.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350137&pid=S1646-107X201500040000600032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Martin, K. A., &amp; Fox, L. D. (2001).   Group and Leadership Effects on Social Anxiety Experienced During an Exercise   Class1. <i>Journal of Applied Social Psychology</i>, <i>31</i>(5), 1000–1016. <a href="http://doi.org/10.1111/j.1559-1816.2001.tb02659.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1559-1816.2001.tb02659.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350139&pid=S1646-107X201500040000600033&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Papadimitriou, D. A., &amp; Karteroliotis,   K. (2000). The service quality expectations in private sport and fitness   centers: a re-examination of the factor structure. <i>Sport Marketing Quarterly</i>, <i>9</i>(3), 157–164.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350140&pid=S1646-107X201500040000600034&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sabers, D. S., Cushing, K. S., &amp;   Berliner, D. C. (1991). Differences among teachers in a task characterized by   simultaneity, multidimensionality, and immediacy. <i>American Educational     Research Journal</i>, <i>28</i>(1), 63–88. <a href="http://doi.org/10.3102/00028312028001063" target="_blank">http://doi.org/10.3102/00028312028001063</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350142&pid=S1646-107X201500040000600035&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Webster, C. A. (2008). A communication   perspective of expert and novice teachers’ instructional behaviors. <i>Research Quarterly for Exercise and Sport</i>, <i>79</i>(Sup1), A68. <a href="http://doi.org/10.1080/02701367.2008.10599474" target="_blank">http://doi.org/10.1080/02701367.2008.10599474</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350143&pid=S1646-107X201500040000600036&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:    <br>   </b>Nada a declarar.    <br>   <b>Conflito de Interesses:    <br>   </b>Nada a   declarar.    <br>   <b>Financiamento:</b>    <br>   Secretaria   de Estado de Investigacion, Desarrollo e Innovacion del Ministerio de   Economia y Competitividad. Gobierno Espa&ntilde;ol. Proyecto I+D+I: <i>Observaci&oacute;n de     la interacci&oacute;n en deporte y actividad f&iacute;sica: Avances t&eacute;cnicos y metodol&oacute;gicos     en registros automatizados cualitativos-cuantitativos</i>. [Referencia: DEP2012-32124].</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo   recebido a 06.05.2014; Aceite a 08.02.2015 </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><i><a name="end" id="end"></a>Autor correspondente</i>: Escola   Superior de Desporto de Rio Maior, Instituto Polit&eacute;cnico de Santar&eacute;m, Av. M&aacute;rio   Soares 110, 2040-413 Rio Maior, Portugal; <i>E-mail</i>: <a href="mailto:salves@esdrm.ipsantarem.pt">salves@esdrm.ipsantarem.pt </a></font></p>      ]]></body><back>
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