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<abstract abstract-type="short" xml:lang="en"><p><![CDATA[The literature suggests that stress the environment coupled with the stress of exercise produces psychological and physiological changes. Therefore, the aim of this study was to investigate the association between the acute effect of moderate physical exercise performed in conditions of simulated attitude about the mood, oxyhemoglobin saturation and blood pressure in healthy young adults. Ten volunteers performed 45 min exercise and have gone through two conditions: Condition normoxic (CN) and Condition hypoxia (CH). In both conditions they responded to two instruments that assess the responses of humor, the Brunel Mood Scale (BRUMS) and the Scale of Subjective Experience in Exercise (SEES), as well as evaluating the oxyhemoglobin saturation and blood pressure. These procedures were performed before, immediately after, 30 min and 60 min after the protocol. After physical exercise in hypoxia condition, the volunteers had higher scores Fatigue, Mental Confusion, DTH, Anger, Psychological distress and lower levels of force and Wellness Positive accompanied by a decrease in oxyhemoglobin saturation. Moderate physical exercise performed at a simulated altitude of 4500m promotes changes in mood and increased systolic blood pressure in healthy young adults.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana"><b>ARTIGO ORIGINAL</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana"><b>A condição de altitude simulada piora o estado de humor e   aumenta a pressão arterial sistólica de jovens saudáveis</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>The simulated altitude condition worsens mood and increases   systolic blood pressure in healthy young</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size="2" face="Verdana">Jorge Fernando Tavares de Souza<sup>1,2</sup>; Sara Quaglia de Campos Giampá<sup>1,2</sup>; Valdir de Aquino Lemos<sup>1,2</sup>;   Ronaldo Vagner Thomatielli dos Santos<sup>1,2</sup>; Marco Túlio de Mello<sup>3</sup>; Hanna Karen Moreira Antunes<sup>1,2,<a href="#end">*</a></sup><a name="topo"></a></font></b></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><sup>1</sup> <i>Departamento   de Bioci&ecirc;ncias,</i> <i>Universidade Federal de S&atilde;o Paulo- UNIFESP, Campus     Baixada Santista, Brasil    <br>   <sup>2</sup> Centro de Estudos em Psicobiologia e Exerc&iacute;cio - CEPE, Brasil    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>3</sup> Departamento de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, Brasil</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A   literatura aponta que o estresse do ambiente aliado ao estresse do exercício   físico produz alterações psicológicas e fisiológicas. Portanto, o objetivo do   presente estudo foi investigar a associação entre o efeito agudo do exercício   físico moderado realizado em condição de atitude simulada sobre o estado de   humor, saturação da oxihemoglobina e pressão arterial de jovens saudáveis. Dez   voluntários realizaram 45 min. de exercício físico e passaram por duas   condições: Condição Normóxia (CN) e Condição Hipóxia (CH). Em ambas as   condições eles responderam a dois instrumentos que avaliam as respostas de   humor, a Escala de Humor de Brunel (BRUMS) e a Escala Subjetiva de Experiência   em Exercício (SEES), bem como a avaliação da saturação de oxihemoglobina e da   pressão arterial. Esses procedimentos foram realizados antes, imediatamente   após, 30 min. e 60 min. após o término do protocolo. Após a prática do   exercício físico na Condição Hipóxia, os voluntários apresentaram maiores   escores de Fadiga, Confusão Mental, DTH, Raiva, Distresse Psicológico e menores   valores de Vigor e Bem-Estar Positivo acompanhados de uma diminuição da   saturação da oxihemoglobina. O exercício físico moderado realizado em   altitude simulada de 4500m promove mudanças no estado de humor e aumento da pressão arterial sistólica de jovens saudáveis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Palavras-chave:</b> exercício   físico, hipóxia, estado de humor, respostas psicobiológicas e respostas fisiológicas</font></p> <hr noshade size="1">     <p><font size="2" face="Verdana"><b>ABSTRACT</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">The   literature suggests that stress the environment coupled with the stress of   exercise produces psychological and physiological changes. Therefore, the aim   of this study was to investigate the association between the acute effect of   moderate physical exercise performed in conditions of simulated attitude about   the mood, oxyhemoglobin saturation and blood pressure in healthy young adults. Ten   volunteers performed 45 min exercise and have gone through two conditions:   Condition normoxic (CN) and Condition hypoxia (CH). In both conditions they   responded to two instruments that assess the responses of humor, the Brunel   Mood Scale (BRUMS) and the Scale of Subjective Experience in Exercise (SEES),   as well as evaluating the oxyhemoglobin saturation and blood pressure. These   procedures were performed before, immediately after, 30 min and 60 min after   the protocol. After physical exercise in hypoxia condition, the volunteers had   higher scores Fatigue, Mental Confusion, DTH, Anger, Psychological distress and   lower levels of force and Wellness Positive accompanied by a decrease in   oxyhemoglobin saturation. Moderate physical exercise performed at a simulated   altitude of 4500m promotes changes in mood and increased systolic blood pressure in healthy young adults.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Keywords: </b>exercise, hypoxia, mood, psychobiological responses and physiological responses</font></p> <hr noshade size="1">     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>INTRODU&Ccedil;&Atilde;O</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Atualmente por diversas razões - incluindo o turismo,   lazer, questões profissionais - o número de pessoas expostas a elevadas   altitudes vem crescendo a cada ano (Sharma   et al., 2014), assim como o número de estudos referente   às alterações fisiológicas (Born   et al., 2014) <sup> </sup>e   do comportamento humano (Lemos et al., 2010) observadas em tal condição.</font></p>     <p><font size="2">O exercício físico, enquanto agente estressor, quando   realizado em locais elevados sofre grande influencia da hipóxia que é a   diminuição da pressão barométrica e da pressão parcial de oxigênio, culminando   em uma dificuldade na utilização do aporte de oxigênio (Peng   et al., 2013). As grandes altitudes induzem   a hipóxia, pois quanto maior a altitude, menores são as concentrações de   oxigênio no sangue arterial. Isso pode impactar diretamente no desempenho, na capacidade máxima de exercício, no tempo de resistência e na   fadiga geral (Chapman,   Stickford, &amp; Levine, 2010; Mazzeo, 2005). A prática do exercício físico em   ambientes elevados promove mudanças tanto fisiológicas quanto psicológicas (Ando,   Yamada, &amp; Kokubu, 2010; Subudhi, Dimmen, &amp; Roach, 2007; Subudhi, Miramon, Granger, &amp; Roach, 2009). </font></p>     <p><font size="2">Acredita-se que a hipóxia seja responsável pelo início   de uma cascata de eventos sinalizadores que levam à adaptação à altitude. Entre   esses eventos, destacam-se alterações que são produzidas no sistema   cardiovascular, musculoesquelético, endócrino, imune e assim chegando até o   cérebro (Virués-Ortega,   Garrido, Javierre, &amp; Kloezeman, 2006).   Esses ajustes buscam a homeostasia do   organismo, porém o indivíduo sofre com a sonolência, a fadiga mental e muscular   e prostração. E durante esse processo de adaptação há uma diminuição do   desempenho físico tanto máximo quanto submáximo (Araújo, 2009).</font></p>     <p><font size="2">Do ponto de vista psicológico, a ascensão a grandes   altitudes é capaz de produzir uma gama de alterações, notadamente nas funções   cognitivas e no estado de humor. Lemos e colaboradores (de   Aquino Lemos et al., 2012) mostraram que indivíduos   expostos a uma condição de altitude simulada o equivalente a 4500m apresentaram   diminuição dos níveis de atenção, concentração e velocidade de processamento   mental, assim como prejuízos visuais e na memória de trabalho e maior   dificuldade em realizar funções executivas. Além disto, também foi observada   uma piora no estado de humor, incluindo o vigor, aliado a um aumento de   sintomas depressivos, raiva, fadiga e irritabilidade (Bahrke   &amp; Shukitt-Hale, 1993; de Aquino Lemos et al., 2012).   A magnitude dessas alterações dependem da altitude, do tempo de exposição e de   ascensão, além do período de adaptação de cada indivíduo (Ando et al., 2013).</font></p>     <p><font size="2">Diante deste contexto, acredita-se que a realização   aguda do exercício físico moderado em condição hipóxica seja o gatilho para   alterar parâmetros fisiológicos, como o aumento da pressão arterial, e   parâmetros psicológicos, como a piora do estado de humor. Segundo Mannie   et al. (2013) é possível que a vulnerabilidade a   doenças como hipertensão arterial esteja associada a alterações do estado de   humor, por exemplo a depressão. Além disso, Pointer,   Livingston, Yancey, McClelland, e Bukoski (2008)   mostraram que a raiva também faz parte do estado de humor e pode apresentar relações com a pressão arterial.</font></p>     <p><font size="2">Sendo assim, o objetivo do presente   estudo foi investigar os efeitos agudos do exercício físico moderado realizado   em condição de atitude simulada sobre a saturação da oxihemoglobina, a pressão arterial e o estado de humor de jovens saudáveis.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>M&Eacute;TODO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Amostra</b>    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Foram selecionados 10 voluntários do sexo masculino,   fisicamente ativos, não apresentavam doenças clinicamente diagnosticadas, estudantes   universitários, cujas características são apresentadas em média ± desvio padrão   (idade 22.30 ± 2.79 anos, Estatura 176 ± 0.04 cm, Massa Corporal 72.66 ± 11.86   kg, IMC 23.37 ± 3.74 kg/m<sup>2</sup>). Os mesmos auto-relataram não fazerem   uso de tabaco, álcool, drogas ilícitas e/ ou medicamentos controlados que   poderiam ou não alterar o estado de humor. Todos os voluntários foram submetidos a 2 condições distintas: Condição Normóxia (CN) e Condição Hipóxia (CH).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>I</b><b>nstrumentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Simulador de altitudes. </i>Câmara normobárica (CAT - Colorado Altitude Training™/CAT-12 Air   Unit). O estudo foi realizado em uma câmara equipada para simulações de   altitude que varia até 4,500 m, o que equivale a uma pressão barométrica de 433 mmHg e uma fração inspirada de oxigênio (FiO2) de 13,5% O<sub>2</sub>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Avaliações objetivas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Exercício físico. </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O exercício físico foi   realizado em uma esteira ergométrica (<i>Lifefitness<sup>®</sup></i> 9700HR, Schiller Park, IL, USA). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Ergoespirometria. </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A avaliação   ergoespirométrica foi realizada por meio do Quark, PFT   – Pulmonary Function Testing – FRC &amp; DLCO – 4Ergo, Cosmed, Italy.   Este sistema foi calibrado antes da realização de cada protocolo, usando uma   concentração de gases conhecidos, sendo que as calibrações do volume e do fluxo   foram realizadas com o auxílio de uma seringa de três litros. Uma máscara   facial Hans Rudolph<sup>® </sup><i>flow-by face mask</i> (Kansas City, MO, EUA), de silicone para maior conforto dos voluntários foi utilizada.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Monitoração da freqüência cardíaca. </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As monitorações foram realizadas por meio de um cardiofreqüencímetro (Polar<sup>®</sup>, modelo FS1, Kempele, Finland).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><i>Monitoração da saturação de oxigênio. </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As monitorações foram realizadas por meio de um oximetro de pulso (Fingertip Pulse – modelo MD300C202).<i>&nbsp;</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Monitoração da pressão arterial. </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">As monitorações foram realizadas por meio de um estetoscópio e um esfigmomanômetro.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Avaliações subjetivas </b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Perfil de humor. </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Escala de Humor de Brunel (BRUMS) - Desenvolvida para   medir rapidamente o estado de humor (Terry,   Lane, &amp; Fogarty, 2003) e validado para a língua portuguesa por Rohlfs   et al. (2008), foi adaptado do “<i>Profile of Mood     States</i> (POMS) (McNair,   Lorr, &amp; Droppleman, 1971). Consiste em uma lista   com 24 adjetivos relacionados ao estado de humor, onde o avaliado deve anotar   como se sente em relação a cada adjetivo, conforme as instruções considerando   uma escala tipo Likert de 0 a 4. Seis fatores de humor ou estados afetivos são   medidos por esse instrumento: tensão, depressão, raiva, vigor, fadiga e   confusão. É esperado nesse teste que os valores encontrados para a dimensão   vigor sejam maiores que os valores apresentados nas outras dimensões, o que denotaria   um perfil de humor em forma de “<i>Iceberg</i>”. Para o Distúrbio Total de   Humor (DTH) os valores são computados e calculados pela soma das cinco   variáveis negativas, subtraindo a pontuação   da dimensão vigor. Nesta dimensão, scores mais altos indicam piora no estado de humor. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><i>Respostas afetivas. </i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Escala Subjetiva de Experiência em Exercício (SEES)   - Instrumento utilizado para observar respostas afetivas induzidas pelo   exercício físico. Trata-se de uma escala tridimensional, que avalia as   seguintes dimensões: (a) bem-estar positivo; (b) distresse psicológico e (c)   fadiga. A principal questão é: “Como você se sente agora?”, a escala é composta   por 12 itens graduados em uma escala tipo Likert que varia de 1 a 7, onde 1 significa nenhum pouco e 7 significa muitíssimo (Lox &amp; Rudolph, 1994; McAuley &amp; Courneya, 1994).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>Procedimentos</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana">Antes de participarem do presente estudo, todos os   possíveis riscos envolvidos no procedimento experimental foram explicados aos   voluntários e a sua participação foi por livre e espontânea vontade. O estudo   foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo/Hospital São Paulo (0620/09). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">O delineamento   do estudo   foi ensaio clínico <i>cross over</i> cego para os voluntários. Os mesmos   foram mantidos em condição de hipóxia equivalente a 4500m de altitude ou normóxia durante 90 minutos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os experimentos foram realizados em três dias não   consecutivos, com intervalo de uma semana entre cada experimento. Em   uma primeira visita, os voluntários foram submetidos a uma avaliação clínica,   por meio de um Eletrocardiograma de repouso (ECG) e a um Teste Ergométrico com   o médico do laboratório. Após a realização destas avaliações, aqueles   considerados aptos pelo médico, participaram do estudo. Em uma segunda visita,   os voluntários foram submetidos a um Teste Ergoespirométrico utilizando um   protocolo de cargas progressivas até a exaustão voluntária máxima. Este teste   foi realizado para determinar a intensidade do Limiar Ventilatório 1 (LV-I). Este protocolo consistiu em uma velocidade de 1 km/h a cada minuto, sendo a carga inicial para aquecimento de três minutos a 6 km/h. O teste foi   encerrado quando o voluntário atingiu a exaustão voluntária máxima. Essa   exaustão foi definida como a inabilidade em acompanhar a velocidade da esteira   por 15 segundos, ou até que os voluntários solicitassem a parada do   teste mesmo sendo encorajados a continuar (Walsh,   Gonzalez, Ratamess, Kang, &amp; Hoffman, 2010).   Durante todo o teste foi utilizada uma inclinação fixa de 1% para simular o   desgaste físico em locais abertos (Jones &amp; Doust, 1996).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Posteriormente, o exercício físico com carga   retangular foi realizado dentro da câmara normobárica tanto na CN quanto na CH   na mesma esteira do teste ergoespirométrico, porém na intensidade individual do   LV-I e realizados por um período de 45 minutos, representando 50% a mais do   volume (tempo) de acordo com o <i>American College of Sports Medicine </i>(Nelson   et al., 2007). O protocolo adotado consistiu de   aquecimento por 3 minutos a 7km/h, com imediato ajuste a carga individual do   LV-I sendo esta intensidade mantida por 45 minutos de forma ininterrupta. Este   protocolo foi diferente apenas na altitude simulada, sendo que, a partir de 15   minutos de exercício físico houve uma redução da intensidade da esteira para a   velocidade de aquecimento, isto é, para 7km/h, que foi mantida até o término do   exercício físico, o que representa uma redução de aproximadamente 30% da   intensidade do esforço. Esta diminuição na intensidade do esforço se deve ao   fato de os voluntários não conseguirem manter a velocidade do LV-I em função do   esforço gerado pelo exercício e pela hipóxia. Diante disso, por uma questão de   segurança frente ao esforço do exercício físico associado aos efeitos da   hipóxia, a velocidade da esteira foi reduzida. Além disso, colocamos esse fator como uma das limitações em nosso estudo. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Durante todos os testes, a monitoração contínua da   frequência cardíaca foi realizada. O experimento da CH foi realizado com   intervalo de uma semana após o da CN, iniciando no período da tarde por volta das 15 horas e finalizando às 16:30 horas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">A avaliação do perfil de humor e das respostas   afetivas, bem como a mensuração da saturação da oxihemoglobina e da pressão   arterial foram realizadas em 4 momentos: basal, imediatamente após, 30 e 60   minutos após o término dos protocolos. Após os voluntários completaram o   protocolo experimental, o simulador de altitude foi desligado e os voluntários   foram dispensados quando não exibiam quaisquer sintomas clínicos que impediam sua saída do laboratório.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>AN&Aacute;LISE ESTAT&Iacute;STICA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Os dados são descritos como média ± desvio-padrão   (DP). A normalidade dos dados foi verificada por   meio do teste Shapiro Wilk’s. Para comparar as   medidas de dados paramétricos foi realizada uma análise   de variância ANOVA para medidas repetidas, seguida do teste de post-hoc de   Duncan. O nível de significância adotado foi de <i>p</i><u>&lt;</u>0.05.   As análises estatísticas foram realizadas utilizando o   software Statistica<sup>®</sup> versão 7.0. (<a href="http://www.statsoft.com" target="_blank">http://www.statsoft.com</a>).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana"><b>&nbsp;</b></font></p> <font size="3" face="Verdana"><b>RESULTADOS</b></font><font face="Verdana">     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">A <a href="#t1">tabela 1</a> apresentada os dados referentes à análise   descritiva da amostra referentes a idade, estatura, massa corporal e índice de   massa corporal, bem como os resultados do teste ergoespirométrico realizado até   a exaustão voluntária máxima no momento basal. Os parâmetros referentes ao   consumo de oxigênio são apresentados em valores absolutos (litros/minuto) e em   valores relativos (considerando a massa corporal total). Além disso, são   apresentados os valores máximos da velocidade, da frequência cardíaca e do tempo.</font></p>     <p><a name="t1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a08t1.jpg" width="393" height="387"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2">A <a href="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a08t2.jpg">tabela 2</a> mostra os resultados do questionário BRUMS   e suas dimensões: tensão-ansiedade, depressão, raiva-hostilidade, vigor,   fadiga, confusão mental e DTH. Na comparação entre os grupos, não foi   encontrada diferença significativa. Contudo, na comparação do comportamento das   dimensões em relação ao tempo, observou-se que a dimensão Depressão [F<sub>(1,54)=     </sub>3.02; <i>p</i>&lt;0.03] na condição normóxia apresentou um aumento 30   min. após o término do exercício físico comparado com o basal, retornando aos   valores iniciais após 60 min. Na dimensão Fadiga [F<sub>(1,54)= </sub>15.68; <i>p</i>&lt;0.0001]   encontrou-se um aumento em relação ao basal no momento imediatamente após, comportamento similar encontrado na dimensão Confusão Mental [F<sub>(1,54)= </sub>9.32; <i>p</i>&lt;0.0001] e no DTH [F<sub>(1,54)= </sub>10.26; <i>p</i>&lt;0.0001]. </font></p>     
<p><font size="2">Para   a condição hipóxia, observou-se que a dimensão Raiva aumentou no momento   imediatamente após comparado ao basal, seguido de diminuição desses escores 60   min. após o termino do protocolo de exercício físico. Na dimensão Vigor,   encontrou-se diminuição no momento imediatamente após a realização do exercício   que perdurou até 30 min. Na dimensão Fadiga, encontramos aumento desses escores   em todos os momentos pós-exercício físico. Na dimensão Confusão Mental e o DTH   apresentaram comportamentos similares, onde encontramos um aumento dos escores   imediatamente após a realização do exercício que perdurou até 30 min. As outras variáveis não demonstraram diferenças significativas.</font></p>     <p><font size="2">A <a href="#f1">figura 1</a> mostra os resultados do SEES incluindo   bem-estar positivo, distresse psicológico e fadiga. Na condição normóxia é   observado um aumento da dimensão Distresse Psicológico e Fadiga na condição   imediatamente após, sendo que a Fadiga diminuiu esses escores 30 e 60 min. após   o termino do exercício físico. Na condição hipóxia, a dimensão Bem-estar   Positivo apresentou redução desses escores no momento imediatamente após   perdurando até 30 min. do término do exercício físico. Na dimensão Distresse   Psicológico apresentou um aumento no momento imediatamente após perdurando até   30 min., e a dimensão Fadiga apresentou aumento dos escores imediatamente após   perdurando até 30 min., mostrando recuperação 60 min. após o término do   protocolo de exercício físico. As outras variáveis não demonstraram diferenças significativas. </font></p>     <p><a name="f1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a08f1.jpg" width="375" height="876"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2">A <a href="#f2">figura 2</a> apresenta os dados da saturação da   oxihemoglobina a partir da oximetria de pulso. Na condição normóxia não foi   observado diferenças significativas, no entanto, na condição de hipóxia é   possível observar que imediatamente após houve uma diminuição deste parâmetro   que perdurou por até 30 min. Além disso, observou-se que no momento 60 min.   houve uma recuperação desta variável. A comparação inter-grupo demonstrou que o   momento imediatamente após e 30 min. são diferentes onde a condição normóxia   demonstrou maiores porcentagens de saturação de oxigênio quando comparado com a condição de hipóxia.</font></p>     <p><a name="f2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a08f2.jpg" width="400" height="424"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2">A <a href="#f3">figura 3</a> apresenta os dados da pressão arterial. Em   relação a pressão arterial sistólica, encontrou-se um aumento desta variável   imediatamente após na condição normóxia, sendo esse comportamento similar ao da   condição hipóxia. No entanto, nessa condição foi observado uma diminuição dos   valores nos momentos 30 e 60 min. após a prática do exercício. As outras   variáveis não demonstraram diferenças significativas.</font></p>     <p><a name="f3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a08f3.jpg" width="385" height="614"></p>     
<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2">A   frequência cardíaca basal na condição de normóxia foi de 76.91 ± 1.01 bpm e na   condição de hipóxia foi de 80.60 ± 1.37 bpm. Já durante os 45 minutos de   exercício físico a média da frequência cardíaca apresentou um aumento e foi de   163.57 ± 14.11 bpm na condição de normóxia e 160.24 ± 11.41 bpm na condição de   hipóxia. No período pós-exercício, houve uma redução da frequência cardíaca e a   condição de normóxia apresentou média de 138.25 ± 2.83 bpm e a condição de hipóxia 139.76 ± 2.95 bpm. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/mot/v11n4/11n4a08f4.jpg" width="391" height="363"></p> </font>     
<p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>DISCUSS&Atilde;O</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">O presente estudo mostrou que o exercício físico   quando realizado na intensidade do LV-I durante 45 minutos em ambiente hipóxico   equivalente a 4.500m, com diminuição na fração expirada de O<sub>2</sub>, piora o estado de humor de jovens saudáveis.</font></p>     <p><font size="2">De forma inesperada e curiosa, a partir da análise das   respostas afetivas, não foi observado diferenças   entre os grupos quando as condições de normóxia e hipóxia foram comparadas.    Era esperado que o estresse do exercício combinado ao estresse da hipóxia   poderia representar  uma piora no estado de humor quando comparado a condição   de normóxia, mas o tempo de exposição à hipóxia, o número de participantes do   estudo e as diferenças inter-individuais possam tem influenciado em tal   resultado. No entanto, na condição de hipóxia, os voluntários apresentaram maiores   escores de raiva, fadiga, confusão mental e DTH   e diminuição do vigor de acordo com o   instrumento BRUMS por um período de até 30 minutos após o cessamento do   exercício, mesmo período em que os voluntários permaneceram em hipóxia. Tais   resultados corroboram os achados de Lemos   et al. (2010) que observaram   comportamento similar em indivíduos expostos a altitude durante 24 horas. Em   contrapartida, um grupo de alpinistas que testaram estratégias de ascensão a   grandes altitudes com o intuito de estabelecer uma melhor aclimatação não   apresentaram diferenças significativas em tarefas que avaliaram o humor e a   cognição (Bonnon, Noël-Jorand, &amp; Therme, 1999).</font></p>     <p><font size="2">De acordo com o instrumento SEES, após a   prática do exercício físico na condição de hipóxia, os voluntários ficaram   fadigados por um maior espaço de tempo e apresentaram maiores níveis de   distresse psicológico, que significaria um aumento negativo do estresse,   acompanhados de uma diminuição do bem-estar, que pode estar intimamente   relacionado as condições estressantes as quais os sujeitos foram submetidos.   Essas dimensões tiveram o retorno dos scores aos valores basais somente 60 min.   após o término do exercício, momento em que os questionários foram aplicados   fora da câmara normobárica, sugerindo que estes valores podem estar   relacionados com a condição de hipóxia a que os voluntários estavam mesmo com o   cessamento do exercício. Utilizando o mesmo instrumento, Giampá   et al. (2012) mostraram o mesmo   comportamento das dimensões do referido questionário, porém os participantes   realizaram exercício físico até a exaustão voluntária máxima, mostrando que a intensidade do exercício não é capaz de interferir em tais respostas. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2">A saturação funcional de oxigênio da hemoglobina   arterial apresentou alterações na condição de hipóxia quando comparada com a de   normóxia. Os valores da oximetria apontam uma diminuição imediata após a   prática do exercício físico seguido de uma diminuição ainda maior 30 min. após   o término da atividade, sendo que ao nível do mar seus valores não apresentaram   diferenças significativas. Porém, na condição de hipóxia, os escores de   saturação funcional de oxigênio da hemoglobina arterial retornaram aos valores   basais 60 min. após o término do exercício. Isso provavelmente se deve ao fato   de que os voluntários ficaram expostos a altitude simulada até 30 min. após o   término do exercício. Esta foi a única variável que apresentou diferença   intergrupo, sugerindo-nos que esta sofre grande influência das características presentes   num ambiente hipóxico. Assim como em nosso estudo, Mollard   et al. (2007) demonstraram uma maior redução da   saturação funcional de oxigênio da hemoglobina arterial em seu estudo, que   consistia em um grupo de indivíduos treinados que realizaram um teste máximo de   carga incremental em um cicloergômetro de membro inferior, na condição de   hipóxia simulada referente a 5 altitudes: 1000m, 1500m, 2500m, 3500m e 4500m   quando comparado ao grupo de indivíduos não treinados. O grupo conseguiu   demonstrar que a saturação funcional de oxigênio da hemoglobina arterial é um   forte preditor do O<sub>2</sub> máximo. Para eles, a principal explicação é a limitação de difusão   alvéolo-capilar que resulta do aumento do débito cardíaco, reduzindo o tempo de   trânsito da célula vermelha do sangue em capilares pulmonares. Entretanto, em normóxia, a limitação de difusão aparece para um nível importante de O<sub>2</sub>.</font></p>     <p><font size="2">Em relação a variável pressão   arterial, tanto a sistólica como a diastólica apresentaram comportamento   similar em ambas as condições experimentais, onde é possível observar um   aumento após a realização do exercício da pressão arterial sistólica e nenhuma   diferença significativa na pressão arterial diastólica. Tal comportamento já   está bem descrito na literatura, onde podemos encontrar que o exercício aeróbio   praticado por jovens saudáveis produz um aumento na pressão arterial sistólica,   sem alterações na pressão arterial diastólica imediatamente após o término da   atividade. Cessado o exercício físico, é amplamente elucidado que este possui   um efeito hipotensor após a sua realização, com conseqüente diminuição da   pressão arterial sistólica (Duncan   et al., 2014), comportamento que também foi observado   em nosso estudo, onde verificamos que no instante 30 min após o término do   exercício físico os valores de pressão arterial sistólica foram similares ao instante que antecedeu o exercício. </font></p>     <p><font size="2">Esta adaptação cardiovascular em   resposta ao exercício físico faz também com que a frequência cardíaca seja   maior durante a atividade, já que a necessidade de um maior aporte energético   para a musculatura esquelética promove um aumento do número de batimentos por   minuto (Pal,   Radavelli-Bagatini, &amp; Ho, 2013). Tanto na   condição de normóxia quanto de hipóxia o comportamento da frequência cardíaca   foi o mesmo, onde a média durante o exercício foi maior quando comparado ao período   basal e pós exercício. Embora não tenhamos encontrado diferenças significativas   entre as condições, vale ressaltar que a intensidade do exercício na condição   de hipóxia foi diminuída, e mesmo assim a média da frequência cardíaca durante   o exercício foi igual ao da condição de hipóxia. Em resposta a exposição a   elevada altitude, visando uma maior adaptação ao déficit na utilização do   oxigênio, há um aumento da síntese de catecolaminas - principalmente a   noradrenalina. O aumento da função simpática acelera a freqüência cardíaca e   aprimora a contratilidade do miocárdio, aumentando assim o fluxo sangüíneo para   os músculos, o consumo de oxigênio e a mobilização de glicogênio,   concomitantemente ao aumento da pressão arterial (Faria   et al., 2005). Além disso, por se tratar de uma amostra   composta por jovens do sexo masculino, o efeito vasodilatador do exercício   realizado em hipóxia é menor quando comparado com jovens do sexo feminino,   devido a uma menor ativação dos receptores &#946;-adrenérgicos   (Casey,   Shepherd, &amp; Joyner, 2014), refletindo no aumento da pressão arterial sistólica. </font></p>     <p><font size="2">O comportamento das catecolaminas, além de   influenciarem nas adaptações fisiológicas frente ao estresse da hipóxia, podem   interferir no estado de humor. Ray   et al. (2011) verificaram que a exposição a hipóxia por   um período de 7 dias resultou em um aumento de noradrenalina e dopamina no   córtex frontal, no tronco cerebral, no cerebelo e na ponte, com concomitante   diminuição dos níveis de serotonina no córtex frontal. Embora este estudo   apresente resultados após uma semana de exposição a hipóxia, a exposição aguda   a este ambiente, somando-se a prática do exercício físico, são os responsáveis   por alterar a síntese desses neurotransmissores em resposta a diminuição da   fração expirada de oxigênio e tal fato pode explicar as alterações fisiológicas   - como o aumento da pressão arterial sistólica - e as alterações psicológicas - com a piora no estado de humor. </font></p> </font>     <p>&nbsp;</p> <font size="3" face="Verdana"><b>CONCLUS&Otilde;ES</b></font><font face="Verdana">     <p><font size="2">Conclui-se   que o exercício físico moderado aumenta a pressão   arterial sistólica tanto em normóxia quanto em hipóxia, no entanto quando realizado   em condição de altitude simulada de 4500m promove uma piora no estado de humor   de jovens saudáveis. Além disto, o tempo da prática do   exercício físico, o número de voluntários e o tempo de exposição a hipóxia   simulada e a diminuição da intensidade do exercício físico na condição hipóxia   podem ter sido um fator limitante na detecção de mais diferenças entre as   dimensões estudadas. Mais estudos a respeito da temática são desejáveis a fim   de investigar os mecanismos envolvidos e visando estabelecer melhores estratégias que minimizem tais efeitos.</font></p> </font>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b> </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ando,   S., Hatamoto, Y., Sudo, M., Kiyonaga, A., Tanaka, H., &amp; Higaki, Y. (2013). The   effects of exercise under hypoxia on cognitive function. <i>PloS One</i>, <i>8</i>(5), e63630. <a href="http://doi.org/10.1371/journal.pone.0063630" target="_blank">http://doi.org/10.1371/journal.pone.0063630</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350293&pid=S1646-107X201500040000800001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ando, S., Yamada, Y., &amp; Kokubu, M.   (2010). Reaction   time to peripheral visual stimuli during exercise under hypoxia. <i>Journal of     Applied Physiology (Bethesda, Md.: 1985)</i>, <i>108</i>(5), 1210–1216. <a href="http://doi.org/10.1152/japplphysiol.01115.2009" target="_blank">http://doi.org/10.1152/japplphysiol.01115.2009</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350294&pid=S1646-107X201500040000800002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Araújo, R. C. (2009). Efeitos da exposição   à altitude no desempenho físico. <i>EFDeportes.com, Revista Digital</i>, (129).   Retrieved from <a href="http://www.efdeportes.com/efd129/efeitos-da-exposicao-a-altitude-no-desempenho-fisico.htm" target="_blank">http://www.efdeportes.com/efd129/efeitos-da-exposicao-a-altitude-no-desempenho-fisico.htm</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350295&pid=S1646-107X201500040000800003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bahrke, M. S., &amp; Shukitt-Hale, B.   (1993). Effects of altitude on mood, behaviour and cognitive functioning. A review. <i>Sports Medicine</i>, <i>16</i>(2), 97–125.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350296&pid=S1646-107X201500040000800004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Bonnon, M., Noël-Jorand, M. C., &amp;   Therme, P. (1999). Criteria for psychological adaptation to high-altitude   hypoxia. <i>Perceptual and Motor Skills</i>, <i>89</i>(1), 3–18. <a href="http://doi.org/10.2466/pms.1999.89.1.3" target="_blank">http://doi.org/10.2466/pms.1999.89.1.3</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350298&pid=S1646-107X201500040000800005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Born, D. P., Hoppe, M. W., Lindner, N.,   Freiwald, J., Holmberg, H.-C., &amp; Sperlich, B. (2014). [Adaptive mechanisms   and behavioural recommendations: playing football in heat, cold and high   altitude conditions]. <i>Sportverletzung Sportschaden</i>, <i>28</i>(1), 17–23. <a href="http://doi.org/10.1055/s-0034-1366055" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-0034-1366055</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350299&pid=S1646-107X201500040000800006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Casey, D. P., Shepherd, J. R. A., &amp;   Joyner, M. J. (2014). Sex and vasodilator responses to hypoxia at rest and   during exercise. <i>Journal of Applied Physiology (Bethesda, Md.: 1985)</i>, <i>116</i>(7), 927–936. <a href="http://doi.org/10.1152/japplphysiol.00409.2013" target="_blank">http://doi.org/10.1152/japplphysiol.00409.2013</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350300&pid=S1646-107X201500040000800007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Chapman, R. F., Stickford, J. L., &amp;   Levine, B. D. (2010). Altitude training considerations for the winter sport   athlete. <i>Experimental     Physiology</i>, <i>95</i>(3), 411–421. <a href="http://doi.org/10.1113/expphysiol.2009.050377" target="_blank">http://doi.org/10.1113/expphysiol.2009.050377</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350301&pid=S1646-107X201500040000800008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">de Aquino Lemos, V., Antunes, H. K. M.,   dos Santos, R. V. T., Lira, F. S., Tufik, S., &amp; de Mello, M. T. (2012). High   altitude exposure impairs sleep patterns, mood, and cognitive functions. <i>Psychophysiology</i>, <i>49</i>(9), 1298–1306. <a href="http://doi.org/10.1111/j.1469-8986.2012.01411.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1469-8986.2012.01411.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350302&pid=S1646-107X201500040000800009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Duncan, M. J., Clarke, N. D., Birch, S.   L., Tallis, J., Hankey, J., Bryant, E., &amp; Eyre, E. L. J. (2014). The Effect   of Green Exercise on Blood Pressure, Heart Rate and Mood State in Primary   School Children. <i>International Journal of Environmental Research and Public Health</i>, <i>11</i>(4), 3678–3688. <a href="http://doi.org/10.3390/ijerph110403678" target="_blank">http://doi.org/10.3390/ijerph110403678</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350303&pid=S1646-107X201500040000800010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Faria, A. P., Dehn, A. L., Lala Filho, E.   L., Assis, G. M., Pinto, P. R. B., Salvi, R. C., &amp; Campos Filho, V. D.   (2005). Treinamento na altitude. <i>Movimento &amp; Percepção</i>, <i>5</i>(6), 150–162.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350304&pid=S1646-107X201500040000800011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Giampá, S. Q. de C., Souza, J. F. T. de,   Santos, S. A. dos, Silva, E. T. da, Mello, M. T. de, Santos, R. V. T., &amp;   Antunes, H. K. M. (2012). Respostas Afetivas do Exercício Físico Realizado até   Exaustão Voluntária Máxima em Condição de Hipóxia Simulada. <i>Revista Psicologia E Saúde</i>, <i>4</i>(1), 19–26.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350306&pid=S1646-107X201500040000800012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Jones, A. M., &amp; Doust, J. H. (1996). A 1%   treadmill grade most accurately reflects the energetic cost of outdoor running. <i>Journal     of Sports Sciences</i>, <i>14</i>(4), 321–327. <a href="http://doi.org/10.1080/02640419608727717" target="_blank">http://doi.org/10.1080/02640419608727717</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350308&pid=S1646-107X201500040000800013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Lemos, V. de A., Antunes, H. K. M.,   Santos, R. V. T. dos, Prado, J. M. da S., Tufik, S., &amp; Mello, M. T. D.   (2010). 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The   Subjective Exercise Experiences Scale (SEES): Factorial validity and effects of   acute exercise. <i>Journal of Social Behavior &amp; Personality</i>, <i>9</i>(4), 837–844.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350310&pid=S1646-107X201500040000800015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mannie, Z. N., Williams, C., Diesch, J.,   Steptoe, A., Leeson, P., &amp; Cowen, P. J. (2013). 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Altitude, exercise and immune function. <i>Exercise Immunology Review</i>, <i>11</i>, 6–16.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350313&pid=S1646-107X201500040000800017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">McAuley, E., &amp; Courneya, K. S. (1994).   The Subjective Exercise Experience Scale (SEES): development and preliminary   validation. <i>Journal of Sport and Exercise Psychology</i>, <i>16</i>(2), 163–177.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350315&pid=S1646-107X201500040000800018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">McNair, D. M., Lorr, M., &amp; Droppleman,   L. F. (1971). <i>EITS Manual for the Profile of Mood States</i> (1st ed.). San Diego, CA, US: Educational and Industrial Testing Service.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350317&pid=S1646-107X201500040000800019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Mollard, P., Woorons, X., Letournel, M.,   Cornolo, J., Lamberto, C., Beaudry, M., &amp; Richalet, J.-P. (2007). Role of   maximal heart rate and arterial O2 saturation on the decrement of VO2max in   moderate acute hypoxia in trained and untrained men. <i>International Journal     of Sports Medicine</i>, <i>28</i>(3), 186–192. <a href="http://doi.org/10.1055/s-2006-924215" target="_blank">http://doi.org/10.1055/s-2006-924215</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350319&pid=S1646-107X201500040000800020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Nelson, M. E., Rejeski, W. J., Blair, S.   N., Duncan, P. W., Judge, J. O., King, A. C., … American Heart Association.   (2007). Physical activity and public health in older adults: recommendation from   the American College of Sports Medicine and the American Heart Association. <i>Circulation</i>, <i>116</i>(9), 1094–1105. <a href="http://doi.org/10.1161/CIRCULATIONAHA.107.185650" target="_blank">http://doi.org/10.1161/CIRCULATIONAHA.107.185650</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350320&pid=S1646-107X201500040000800021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pal, S., Radavelli-Bagatini, S., &amp; Ho,   S. (2013). Potential benefits of exercise on blood pressure and vascular   function. <i>Journal of the American Society of Hypertension</i>, <i>7</i>(6), 494–506. <a href="http://doi.org/10.1016/j.jash.2013.07.004" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.jash.2013.07.004</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350321&pid=S1646-107X201500040000800022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Peng, Q., Basang, Z., Cui, C., Li, L.,   Qian, J., Gesang, Q., … Jin, L. (2013). Physiological Responses and Evaluation   of Effects of BMI, Smoking and Drinking in High Altitude Acclimatization: A   Cohort Study in Chinese Han Young Males. <i>PLOS ONE</i>, <i>8</i>(11), e79346. <a href="http://doi.org/10.1371/journal.pone.0079346" target="_blank">http://doi.org/10.1371/journal.pone.0079346</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350322&pid=S1646-107X201500040000800023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Pointer, M. A., Livingston, J. N., Yancey,   S., McClelland, M. K., &amp; Bukoski, R. D. (2008). Psychosocial factors   contribute to resting blood pressure in African Americans. <i>Ethnicity &amp; Disease</i>, <i>18</i>(3), 289–293.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350323&pid=S1646-107X201500040000800024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Ray, K., Dutta, A., Panjwani, U., Thakur,   L., Anand, J. P., &amp; Kumar, S. (2011). Hypobaric hypoxia modulates brain   biogenic amines and disturbs sleep architecture. <i>Neurochemistry     International</i>, <i>58</i>(1), 112–118. <a href="http://doi.org/10.1016/j.neuint.2010.11.003" target="_blank">http://doi.org/10.1016/j.neuint.2010.11.003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350325&pid=S1646-107X201500040000800025&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Rohlfs, I. C. P. de M., Rotta, T. M.,   Luft, C. D. B., Andrade, A., Krebs, R. J., &amp; Carvalho, T. de. (2008). A   Escala de Humor de Brunel (Brums): instrumento para detecção precoce da   síndrome do excesso de treinamento. <i>Revista Brasileira de Medicina Do     Esporte</i>, <i>14</i>(3), 176–181. <a href="http://doi.org/10.1590/S1517-86922008000300003" target="_blank">http://doi.org/10.1590/S1517-86922008000300003</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350326&pid=S1646-107X201500040000800026&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Sharma, V. K., Das, S. K., Dhar, P., Hota,   K. B., Mahapatra, B. B., Vashishtha, V., … Srivastava, R. B.   (2014). Domain specific changes in cognition at high altitude and its   correlation with hyperhomocysteinemia. <i>PloS One</i>, <i>9</i>(7), e101448. <a href="http://doi.org/10.1371/journal.pone.0101448" target="_blank">http://doi.org/10.1371/journal.pone.0101448</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350327&pid=S1646-107X201500040000800027&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Subudhi, A. W., Dimmen, A. C., &amp; Roach,   R. C. (2007). Effects of acute hypoxia on cerebral and muscle oxygenation   during incremental exercise. <i>Journal of Applied Physiology (Bethesda, Md.:     1985)</i>, <i>103</i>(1), 177–183. <a href="http://doi.org/10.1152/japplphysiol.01460.2006" target="_blank">http://doi.org/10.1152/japplphysiol.01460.2006</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350328&pid=S1646-107X201500040000800028&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Subudhi, A. W., Miramon, B. R., Granger,   M. E., &amp; Roach, R. C. (2009). Frontal and motor cortex oxygenation during   maximal exercise in normoxia and hypoxia. <i>Journal of Applied Physiology     (Bethesda, Md.: 1985)</i>, <i>106</i>(4), 1153–1158. <a href="http://doi.org/10.1152/japplphysiol.91475.2008" target="_blank">http://doi.org/10.1152/japplphysiol.91475.2008</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350329&pid=S1646-107X201500040000800029&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Terry, P. C., Lane, A. M., &amp; Fogarty,   G. J. (2003). Construct validity of the profile of mood states - adolescents   for use with adults. <i>Psychology of Sport and Exercise</i>, <i>4</i>(2), 125–139.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350330&pid=S1646-107X201500040000800030&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Virués-Ortega, J., Garrido, E., Javierre,   C., &amp; Kloezeman, K. C. (2006). Human behaviour and development under   high-altitude conditions. <i>Developmental Science</i>, <i>9</i>(4), 400–410. <a href="http://doi.org/10.1111/j.1467-7687.2006.00505.x" target="_blank">http://doi.org/10.1111/j.1467-7687.2006.00505.x</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350332&pid=S1646-107X201500040000800031&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana">Walsh, A. L., Gonzalez, A. M., Ratamess,   N. A., Kang, J., &amp; Hoffman, J. R. (2010). Improved time to exhaustion   following ingestion of the energy drink Amino Impact<sup>TM</sup>. <i>Journal     of the International Society of Sports Nutrition</i>, <i>7</i>, 14. <a href="http://doi.org/10.1186/1550-2783-7-14" target="_blank">http://doi.org/10.1186/1550-2783-7-14</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=350333&pid=S1646-107X201500040000800032&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana"><b>Agradecimentos:</b>    <br>   Os   autores agradecem o apoio cient&iacute;fico de Everald Vancouler e o apoio t&eacute;cnico e   financeiro da AFIP e do CEPE.    <br>   <b>Conflito de Interesses:    <br>   </b>Nada a   declarar.    <br>   <b>Financiamento:    <br>   </b>Fapesp, Cnpq, Capes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana">Artigo   recebido a 25.06.2014; Aceite a 13.01.2015 </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana"><a href="#topo">*</a><i><a name="end" id="end"></a>Autor correspondente</i>: Rua Silva Jardim, 136 Vila Mathias,   Santos &ndash; SP, Brasil. C&oacute;digo Postal: 11015-020. <i>E-mail</i>: <a href="mailto:hanna.karen@unifesp.br">hanna.karen@unifesp.br</a> </font></p>     ]]></body>
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